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Director: Luís Francisco Cordeiro Marques | SEMANÁRIO | Fundado em 1933 | Ano LXXVII |
Director: Luís Francisco Cordeiro Marques | SEMANÁRIO | Fundado em 1933 | Ano LXXVII |

Director: Luís Francisco Cordeiro Marques | SEMANÁRIO | Fundado em 1933 | Ano LXXVII | Sai à quinta-feira | Preço: 0,60 TEL. 231 422 870 | FAX 239 420 989 | geral@jornalboanova.com | N.º 3177 | 4 dE ouTubro dE 2012

Sinais dos tempos Parece que andamos hoje todos ‘agalinhados’ Anselmo Borges: a entrevista dos ‘porquês?’
Sinais dos tempos
Parece que andamos hoje todos ‘agalinhados’
Anselmo Borges: a entrevista dos ‘porquês?’ sem tabus
“Aquilo que mais me preocupa na nossa sociedade não é a falta de respostas mas a ausência de pergun-
tas. É uma sociedade que não põe as perguntas fundamentais.”
Entrevista a Anselmo borges, padre, professor de filosofia, comentador do diário de Notícias
PÁG. 10 E 11
filosofia, comentador do diário de Notícias PÁG. 10 E 11 PÁG. 9 Portunhos, Bom Sucesso, Sanguinheira
filosofia, comentador do diário de Notícias PÁG. 10 E 11 PÁG. 9 Portunhos, Bom Sucesso, Sanguinheira
PÁG. 9
PÁG. 9

Portunhos, Bom Sucesso, Sanguinheira e Tocha dão as boas-vindas aos novos párocos

ATUALIDADE | 3

XX Feira das

reduções muda-se

para o Pavilhão

do Marialvas p. 3

FÉ E CULTURA | 5

Pedro barroso inaugura Projeto “Harmonias”

no

Centro Paroquial

de

São Pedro

REGIÃO | 6 ordem dos Enfermeiros preocupada com a classe profissional

no rovisco Pais

CANTANHEDE | 12

com a classe profissional no rovisco Pais CANTANHEDE | 12 Assembleia Municipal votou pela manutenção das

Assembleia Municipal votou pela manutenção das 19 freguesias

SOCIEDADE | 20

votou pela manutenção das 19 freguesias SOCIEDADE | 20 Cantinas sociais serviram 22 refeições no primeiro

Cantinas sociais serviram 22 refeições

no primeiro dia

Ementa

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2 Zoom

SuMário

Xi rock of ouve-se

este fim de semana em Vila Nova de outil p. 3

Contra o poder do homem p. 4

diocese de Coimbra prepara reestruturação das regiões Pastorais p. 5

Amigos da Freguesia

de Arazede assinalam

25.º aniversário p. 6

Febres: d. Virgílio Antunes inaugura Casa Paroquial p. 7

Pocariça: Paulino Coelho anima noite dedicada à música dos anos 80 e 90 p. 8

Padre diamantino tomou posse na

Sanguinheira, bom Sucesso e Tocha…

e paróquia de

Portunhos deu as boas-vindas ao padre Luís Francisco p. 9

Sinais dos tempos Parece que

andamos hoje todos

‘agalinhados’”

Anselmo borges:

a entrevista dos

‘porquês?’ sem tabus p. 10 e 11

Assembleia

Municipal votou pela manutenção das 19 freguesias p. 12

Futebol: Ançã FC apresentou equipa aos sócios e deixou em campo boas indicações p. 16

Futebol: Grupo desportivo de Sepins quer “ficar nos primeiros dez lugares” p. 17

Ntação: SCC presente no Torneio internacional de águas Abertas do Mondego p. 18

opinião de João Aguiar: Missionários digitais p. 19

Cantinas sociais serviram 22 refeições no primeiro dia p. 20

3177 :: 4 de outubro de 2012

no primeiro dia p. 20 3177 :: 4 de outubro de 2012 editorial   Luís Francisco

editorial

 

Luís Francisco Marques

 

luisfranciscomarques@gmail.com

P ensar PersPetivar Pessoas  

Pensar PersPetivar Pessoas

 

pré-formuladas e pelo pro- cessamento das surpresas reveladas como incontorná- veis.

esta dinâmica na localização

e castradora da liberdade de pensamento, que obriga a

sobrenome e do status, pela caducidade do dinheiro e dos bens… Além de estupidez, hipoteca o futuro (que não

é nosso) e não canaliza bem

subjectiva e cultural. O resto

é

formatação. Temos deixar

seguir dos ditames da ‘cons- ciência’ alheia. A urgência do tempo actual não se compa- dece com silêncios cúmplices ou inibidores, com medos

acontecer o tempo e os seus protagonistas. E ajudar criti- ca e protagonizadamente ao processo.

 

A paróquia é uma ‘casa’. Várias colocadas ao lado uma da outra. Mas ser pá- roco é mais uma dinâmica e menos uma geografia estáti- ca. Perdemos tempo a falar

da diferença e isso significa apenas ter menos tempo para manter o que sempre fizemos. Não significa qua-

a inteligência que nos une e

revela em cada um traços di-

 

de

errar, com o descartar de

ferenciados e potenciadores

Em tempo económico pensamos a ‘casa’. As cir-

 

O

concelho de Cantanhede

responsabilidades para que

do enriquecimento do que é de todos e há-de ser de ou- tros. Não podemos copiar

que outros têm só porque

o

eles têm e nós também que- remos ter, nem podemos

é

uma amálgama de casas jus-

críticas ou culpas posteriores

cunstâncias desafiam-nos para a urgência de a governar. Esse é o sentido etimológico

tapostas, criteriosamente ou porque sim, com uma opor-

tunidade para se pensar e se refazer e reencontrar. Não contra ninguém, não porque

não possam ser imputadas. A tarefa hercúlea é pensar que

futuro deixamos aos filhos e aos netos. Claro que impor-

da

palavra economia. Porém,

sem descurar a inevitabilida-

ta

a conjuntura internacional

prometer o que não é pre-

de pragmática, urgirá antepor

se nada de concretamente

a

obrigação externa assim o

e

nacional, mas a reflexão

ciso só para granjear apoios, sem diagnosticar a realidade humana minimamente. Não

a pergunta ontológica: que

diferente. E o diferente não

determina, mas para sancio-

situa-se aqui. Claro que numa visão periscópica, de relação

‘casa’? O lar é temporário,

é

moda, mas ensaio de res-

nar o melhor contexto para o projecto de sociedade que se quer legar às futuras gerações.

circunstancial e itinerante…

posta às alegrias, às esperan-

e

influência dependente e

podemos repetir o que ou- tros fizeram, simplesmente

O

espaço público é quase

ças e às tristezas dos homens

mútua. Pensar. Pensar e fazer.

sempre estrangeiro… As

e

mulheres que fazem este

Esta é a questão. Não são as lutas regionalistas de ‘polei- ros’, ‘tachos’ e favores. Não são os bairrismos inócuos ou as tradições anacrónicas e estéreis. Não são os estatutos adquiridos que já não fazem sentido, se é que alguma vez fizeram algum. Não é uma disciplina partidária absurda

E

sim, nós somos capazes.

porque não fomos nós que fizemos, porque não é mes- mo verdade que tenhamos registado a patente da genia- lidade ou a exclusividade da clarividência. Dar perspetiva ao espaço

pertenças sociais têm valida-

tempo. Tem de haver lugar e oportunidade para a matriz identitária da teologia e da espiritualidade, com media-

Temos inteligência, talento e capacidade empreendedora. Não pode é cada um andar

de

limitada e substituem-se

cronologicamente… As zo-

nas de conforto liquidificam

apenas a tratar da sua vida. Não podemos ser ‘nós’ e os ‘outros’ ou ´nós’ contra os ‘outros’. Dividimo-nos pela mesquinhez do terri- tório, pela menoridade do

suas fronteiras e enfraque- cem o seu poder… Vivemos uma permanente condição

as

ções afectivas e humanas, na carne social e histórica, em território público, privado e circum-religioso. E tem de haver liberdade para inventar

é

dar perspetiva às pessoas, a

itinerante e uma confusão ordenada pelas convicções

partir do que elas são e que- rem ser.

convicções partir do que elas são e que- rem ser. direito Portugal sobe a terceiro no

direito

Portugal sobe a terceiro no “ranking” da FIFA A seleção portuguesa de

futebol igualou, esta quarta- -feira, a sua melhor classifi- cação de sempre. As recentes vitórias na qualificação para o Mundial 2014, com Luxemburgo e Azerbaijão, contribuíram para a subida de Portugal no “ranking” da FIFA.

avesso

para a subida de Portugal no “ranking” da FIFA. avesso Buraco do BPN pagava 5 salários

Buraco do BPN pagava 5 salários à Função Pública As perdas que o Estado português já assumiu com o BPN elevam-se a 3,5 mil milhões de euros, o que dava para pagar cinco meses de salários dos funcionários públicos.

pagar cinco meses de salários dos funcionários públicos. reParar (N)O PAÍS (N)O MUNDO Joaquim Sousa Ribeiro

reParar

(N)O PAÍS

(N)O MUNDO

Joaquim Sousa Ribeiro é o novo presi- dente do Tribunal Constitucional

O juiz conselheiro Joaquim Sousa Ribeiro

foi ontem eleito novo presidente do Tribu- nal Constitucional. Nasceu no Porto, em 1946, e licenciou-se em Direito, na Faculda- de de Direito da Universidade de Coimbra, em janeiro de 1972, com 17 valores.

Síria: 40 mortos no triplo atentado em Alepo Pelo menos 40 pessoas morreram e 90 ficaram feridas em três atentados com via- turas armadilhadas no centro de Alepo, segunda maior cidade da Síria, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos.

Síria, segundo o Observatório Sírio dos Direitos Humanos. T odos queremos ser alguém na vida ,

Todos queremos ser alguém na vida, ser ricos, enconTrar um lugar ao sol’! não é verdade? não ensinas isso aos Teus filhos e aos meninos da caTequese?

sim, não me canso de repeTir que Temos de suar para chegar onde queremos.
sim, não me canso de repeTir que
Temos de suar para chegar onde
queremos.

eu cá digo que há Três maneiras de isso aconTecer: a insTanTânea, a difícil e a segura

diz, que quero aprender…
diz, que quero aprender…

a primeira consegue-se no euro

milhões e depende da sorTe; a

segunda, no esTudo e depende

do Trabalho; a Terceira numa

juvenTude parTidária e depende

o aborrecido é que o cerTo pode ser fugaz

e depois, como se vê,

do jeiTo para colocar carTazes não se sabe fazer e nunca criTicar os superiores, mais
do jeiTo para colocar carTazes
não se sabe fazer
e nunca criTicar os superiores,
mais nada.
obedecendo pronTamenTe…
texto Xico
ilustração Dalila assis
3177 :: 4 de outubro de 2012 Atualidade 3 No Clube uNião VilaNoVeNse XI Rock

3177 :: 4 de outubro de 2012

Atualidade 3

No Clube uNião VilaNoVeNse

XI Rock Of ouve-se este fim de semana

Bandas Asfixia e Bizarra Locomotiva são cabeças de cartaz

dr > Carla assunção O Rock Of, mostra de música moderna e naquela que já
dr
> Carla assunção
O Rock Of, mostra de música moderna e naquela que já vai na 11.ª edição, está em conta-

gem decrescente. O estilo punk e metal industrial voltam a Vila Nova com Asfixia e Bizarra Locomotiva, ambas bandas lisboetas escolhidas para cabeças de cartaz e a prometer momen- tos de música e barulho, no Clube União Vilanovense, organizadora do festival. Na primeira noite, sexta-feira, dia 5, os primeiros acordes vão ouvir-se a partir das 22h00 com a banda cantanhedense “Duarte & The Manahtanband”, os conimbricenses “Square” e vindos do Pinhal Novo chega “Shivers”. Depois dos Asfixia pisarem o palco, o Dj Miguel Arroja terá o resto da noite para animar o público. Na noite de sábado, dia 6, o XI Rock Of começa com “Modo Mudo” de Vagos, “Garbo”, de Coimbra e “Superdinamite” da Figuei- ra da Foz, antecedendo o concerto mais aguardado dos Bizarra Locomotiva, considerados hoje uma referência do género no panorama musical português e que comemoram este ano 20 anos de carreira. O Rock of despede-se com mais “heavy metal” com o Dj António Freitas, animador e interlocutor na Antena 3 e apresentador do Hypertensão que mantém- -se na grelha da Sic Radical. Ao contrário dos anos anteriores, o Rock Of foi adiado para o primeiro fim de semana de outubro, dias 5 e 6, e não em abril como seria habitual, que tem ganho protagonismo na região pela presença de grandes bandas portuguesas durante as noites de concertos. Os pre- parativos para o evento musical começaram desde fevereiro, o trabalho tem envolvido mais de 50 pessoas, entre staff e voluntários, para manter um “grande” Rock Of e receber mais de mil pessoas à semelhança da última edição. “Bandas que comemoram anos de carreira é

sinónimo de qualidade e quanto melhor forem as bandas mais adeptos de música moderna estarão connosco em Vila Nova”, falou Dinis Coelho, presidente do CUV, adiantando que os preços de bilheteira vão “baixar entre os 4 e 5 euros” e o bilhete geral terá um “desconto significativo”.

A responsabilidade social volta a ser um fator marcante no Rock Of, sensibilizando os jo-

vens para os perigos que possam emergir na sociedade, o vício das drogas e a sida são temas discutidos dentro e fora do festival através de panfletos informativos e a possível presença de entidades públicas como a IPJ – Instituto Português da Juventude e a Liga Portuguesa Contra a Sida. A Antena 3 volta a ser rádio oficial do XI Rock Of.

a Sida. A Antena 3 volta a ser rádio oficial do XI Rock Of. XX Feira

XX Feira das reduções muda-se para o Pavilhão “os Marialvas”

Certame decorre entre os dias 4 e 7 de outubro

arquivo
arquivo

> Mirla Ferreira rodrigues

Nas últimas edições, as condições meteo- rológicas têm afastado potenciais visitantes da Feira das Reduções. A chuva e o vento têm afetados os números e por isso a orga- nização, da responsabilidade da Associação Comercial de Cantanhede, decidiu, nesta 20.ª edição deslocar-se da Praça Marquês de Marialva para o Pavilhão “Os Marialvas”, junto às Piscinas municipais.

O local é novo mas o modelo de funcio-

namento é o mesmo: estará à venda vestu- ário para criança e adulto, calçado, bijuteria,

artigos e decoração e outros com descontos que podem chegar aos 80 por cento. O cer- tame tem início dia 4 (quinta-feira), véspera de feriado, pelas 19h00, e encerra Às 23h00. Nos restantes dias – sexta, sábado e domin- go, a feira abre às 10h00 e encerra às 23h00. No último dia o horário de encerramento será às 22h00, e será também no domingo que decorrerá a Feira das Velharias e Anti- guidades, que ficará instalada no parque de estacionamento dos Marialvas. A entrada é gratuita.

de estacionamento dos Marialvas. A entrada é gratuita. Esticadinhos realizam 77.º Festival de Folclore

Esticadinhos realizam 77.º Festival de Folclore

Apresentação estará a cargo do radialista Paulino Coelho

> Mirla Ferreira rodrigues

O encontro está marcado para sábado, 6

de outubro, na Praça Marquês de Marialva,

para a 77.ª edição do Festival de Folclore do Rancho Regional “Os Esticadinhos” de Cantanhede.

A receção aos grupos convidados está

prevista para as 12h00, junto aos Bombei- ros Voluntários de Cantanhede. Uma hora depois terá lugar o almoço convívio na sede da coletividade.

Pelas 15h30 terá início o desfile dos gru- pos, a partir do Largo Cidade do Funchal, e meia hora depois arranca o festival de Folclore. Para além da classe infantil do gru- po anfitrião sobem ao tablado o Rancho Folclórico de Santo Estêvão das Regadas (Fafe), o Grupo de Pauliteiros de Vila de Anços (Soure) e o Rancho Folclórico do Cercal (Soure). A classe adulto dos Esticadi- nhos encerra as atuações.

A classe adulto dos Esticadi- nhos encerra as atuações. Caminhar na Serra do Sicó > C

Caminhar na Serra do Sicó

> Carla assunção

O Núcleo Concelhio de Cantanhede da Fundação Portuguesa de Cardiologia organi- za mais uma caminhada: Caminhar na Ser- ra do Sicó, no dia 21 de outubro, com um

percurso de cerca de dez quilómetros, com a duração média de duas horas e meia e grau de dificuldade médio. A caminhada terá lugar entre Conímbriga e Rabaçal, num circuito que mistura história, calcário e natureza.

A concentração será em Conímbriga às

9h30 no parque de estacionamento das ru- ínas, partindo em direção ao Rabaçal. O al- moço partilhado, terá lugar na Quinta do

Espanhol, em Penela, gentilmente cedida por um casal de caminheiros, havendo ainda algu- mas visitas de caráter cultural. Esta iniciativa está aberta à participação de todos os interessados, que devem inscrever- -se antecipadamente, pois a deslocação é efe- tuada no autocarro do Município de Canta- nhede, junto aos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, pelas 8h30. Para mais informações devem contac- tar a organização, através do email clube- coracao@gmail.com ou pelos números 964219644 e 966613118.

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4 Fé e Cultura

XXVII DOMINGO DO TEMPO COMUM

7 De ouTubro De 2012 aNo b ParameNTos De Cor VerDe

leiTura i GeN 2, 18-24

do Livro do Génesis

Disse o Senhor Deus: «Não é bom que o homem es- teja só: vou dar-lhe uma auxiliar semelhante a ele». Então

o Senhor Deus, depois de ter formado da terra todos os

animais do campo e todas as aves do céu, conduziu-os até

junto do homem, para ver como ele os chamaria, a fim de que todos os seres vivos fossem conhecidos pelo nome que o homem lhes desse. O homem chamou pelos seus

nomes todos os animais domésticos, todas as aves do céu

e todos os animais do campo. Mas não encontrou uma

auxiliar semelhante a ele. Então o Senhor Deus fez des- cer sobre o homem um sono profundo e, enquanto ele dormia, tirou-lhe uma costela, fazendo crescer a carne em seu lugar. Da costela do homem o Senhor Deus formou

a mulher e apresentou-a ao homem. Ao vê-la, o homem

exclamou: «Esta é realmente osso dos meus ossos e carne da minha carne. Chamar-se-á mulher, porque foi tirada do

homem». Por isso, o homem deixará pai e mãe, para se unir

à sua esposa, e os dois serão uma só carne.

leiTura ii Hebr 2, 9-11

da Epístola aos Hebreus

Irmãos: Jesus, que, por um pouco, foi inferior aos Anjos, vemo-l’O agora coroado de glória e de honra por causa da morte que sofreu, pois era necessário que, pela graça de Deus, experimentasse a morte em proveito de todos. Convinha, na verdade, que Deus, origem e fim de todas as coisas, querendo conduzir muitos filhos para a sua glória, levasse à glória perfeita, pelo sofrimento, o Autor da sal- vação. Pois Aquele que santifica e os que são santificados procedem todos de um só. Por isso não Se envergonha de lhes chamar irmãos.

eVaNGelHo – Forma breVe mC 10, 2-12

Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo segundo São Marcos

Naquele tempo, aproximaram-se de Jesus uns fariseus para O porem à prova e perguntaram-Lhe: «Pode um ho- mem repudiar a sua mulher?». Jesus disse-lhes: «Que vos ordenou Moisés?». Eles responderam: «Moisés permitiu

que se passasse um certificado de divórcio para se repudiar

a mulher». Jesus disse-lhes: «Foi por causa da dureza do

vosso coração que ele vos deixou essa lei. Mas, no princí- pio da criação, ‘Deus fê-los homem e mulher. Por isso, o

homem deixará pai e mãe para se unir à sua esposa, e os dois serão uma só carne’. Deste modo, já não são dois, mas uma só carne. Portanto, não separe o homem o que Deus uniu». Em casa, os discípulos interrogaram-n’O de novo sobre este assunto. Jesus disse-lhes então: «Quem repudiar

a sua mulher e casar com outra, comete adultério contra a

primeira. E se a mulher repudiar o seu marido e casar com

outro, comete adultério».

EUCARISTIAS DOMINICAIS DO CONCELHO DE CANTANHEDE

SÁBADO 19h00 — Febres 19h30 — Pena 20h00 — Cadima

21h00 — ançã, Cantanhede

DOMINGO 08h00 — Cadima 08h30 — Febres

09h00 — bolho, murtede, toCha e Portunhos

10h00 — CortiCeiro de Cima, Vilamar 10h15 — outil e sanguinheira 10h30 — PoCariça 11h00 — Cordinhã e sePins 11h30 — Cantanhede, Cadima e são Caetano 12h00 — CoVões, ourentã

12h30 — ançã 20h00 — Cadima

3177 :: 4 de outubro de 2012

a nçã 20 h 00 — C adima 3177 :: 4 de outubro de 2012 Do

Do Falar ao Agir

Contra o Poder do homem

Os fariseus colocam a Jesus uma pergunta para o porem à prova. Desta vez não é uma questão sem importância, mas sim um facto que faz sofrer muito as mulheres da Galileia e é motivo de acesas discussões entre os seguidores das diver- sas escolas rabínicas: ‘’É lícito ao homem divorciar-se da sua mulher?’ Não se trata do divórcio moderno que hoje conhecemos, mas da situação que vivia uma mulher judia dentro do matri- mónio, controlado pelo homem. Segundo a lei de Moisés, o marido podia romper o contrato matrimonial e expulsar a sua esposa de casa. A mulher, pelo contrário, submetida em tudo ao homem, não podia fazer o mesmo.

A resposta de Jesus surpreende a todos. Não entra nas dis- cussões dos rabinos. Convida a descobrir o projecto original de Deus, que está acima de leis e normas. Esta lei ‘’machista’’, em concreto, impôs-se no povo judeu pela ‘’dureza de cora- ção’’ dos homens que controlam as mulheres e as submetem à sua vontade. Jesus aprofunda o mistério original do ser humano. Deus ‘criou-os homem e mulher’’. Foram criados em igualdade. Deus não criou o homem com poder sobre a mulher. Não criou a mulher submetida ao homem. Entre homens e mu- lheres não há-de haver domínio por parte de ninguém.

uma visão do matrimónio que vai para além de tudo o que é estabelecido pela ‘’dureza de coração’’ dos homens. Mulheres

e homens uniram-se para ‘’ser uma só carne’’ e iniciar uma

vida partilhada na mútua entrega sem imposição ou submis-

são. Este projecto matrimonial é para Jesus a suprema expres- são do amor humano. O homem não tem direito algum de controlar a mulher como se fora seu dono. A mulher não há-de aceitar viver submetida ao marido. É o próprio Deus

quem os atrai a viver unidos por um amor livre e gratuito. Jesus conclui de maneira clara: ‘’ O que Deus uniu, que não o separe o homem.’’ Com esta posição, Jesus está a destruir pela raiz o funda- mento do patriarcado em todas as suas formas de controlo, submetimento e imposição do homem sobre a mulher. Não

só no matrimónio, mas em qualquer instituição civil ou reli- giosa. Temos de escutar a
só no matrimónio, mas em qualquer instituição civil ou reli-
giosa.
Temos de escutar a mensagem de Jesus. Não é possível
abrir caminhos ao reino de Deus e à sua justiça, sem lutar
activamente contra o patriarcado. Quando reagiremos na
Igreja com energia evangélica contra tanto abuso, violência e
agressão do homem sobre a mulher? Quando defenderemos
a mulher da ‘’dureza de coração’’ dos homens?
A partir da estrutura original do ser humano, Jesus oferece
José antónio paGoLa – padre e teóLoGo espanhoL
ca

Compreender mais, celebrar melhor

introdução às leituras

As leituras do 27.º Domingo do Tempo Comum apresen- tam, como tema principal, o projeto ideal de Deus para o homem e para a mulher: formar uma comunidade de amor, estável e indissolúvel, que os ajude mutuamente a realizarem-

-se e a serem felizes. Esse amor, feito doação e entrega, será para o mundo um reflexo do amor de Deus.

A primeira leitura diz-nos que Deus criou o homem e a

mulher para se completarem, para se ajudarem, para se ama- rem. Unidos pelo amor, o homem e a mulher formarão “uma só carne”. Ser “uma só carne” implica viverem em comunhão total um com o outro, dando-se um ao outro, partilhando a vida um com o outro, unidos por um amor que é mais forte do que qualquer outro vínculo. No Evangelho, Jesus, confrontado com a Lei judaica do divórcio, reafirma o projeto ideal de Deus para o homem e para a mulher: eles foram chamados a formar uma comuni- dade estável e indissolúvel de amor, de partilha e de doação.

A separação não está prevista no projeto ideal de Deus, pois

Deus não considera um amor que não seja total e duradouro. Só o amor eterno, expresso num compromisso indissolúvel, respeita o projeto primordial de Deus para o homem e para

a mulher. A segunda leitura lembra-nos a “qualidade” do amor de Deus pelos homens… Deus amou de tal forma os homens

que enviou ao mundo o seu Filho único “em proveito de to- dos”. Jesus, o Filho, solidarizou-Se com os homens, partilhou

a debilidade dos homens e, cumprindo o projeto do Pai, acei-

tou morrer na cruz para dizer aos homens que a vida verda- deira está no amor que se dá até às últimas consequências. Ligando o texto da Carta aos Hebreus com o tema principal

da liturgia deste domingo, podemos dizer que o casal cristão

deve testemunhar, com a sua doação sem limites e com a sua entrega total, o amor de Deus pela humanidade.

Fonte: www.dehonianos.orG

Sugestão de cânticos

Entrada

Eu vi a cidade santa

Tornai-vos como crianças (A. Cartageno) – ENPL XXVII, 17

(F. Santos) – NCT 311

Apresentação dos dons

Cristo amou a Igreja

Cristo deu a vida pela Sua esposa (F. Santos) – CP II 324

(C. Silva) – OC 72

Formamos um só corpo

(C. Silva) – CEC II 124

Deus é amor

Pós-comunhão

(M. Luís) – CEC II 54

Final

Glória a Ti, Jesus Cristo

(C. Silva) – OC 127

Se não vos tornardes como crianças

Comunhão (A. Cartageno) – CEC II 126

aníbaL santos carvaLho (Grupo coraL de cantanhede)

3177 :: 4 de outubro de 2012 Fé e Cultura 5 Cidade de Deus -

3177 :: 4 de outubro de 2012

Fé e Cultura 5

Cidade de Deus - cidade dos homens
Cidade de Deus - cidade dos homens

diocese de Coimbra prepara reestruturação das regiões Pastorais

Beira Mar passa a ter três arciprestados: Mira/Cantanhede, Figueira da Foz e Soure/Montemor-o-Velho.

O modelo do passado, para cada paróquia, um pároco, não

é possível nos dias de hoje. É preciso prever a agregação das

paróquias que tenham a marca da estabilidade e deem garantias de futuro a um trabalho que já está em curso. Os conjuntos de paróquias, também chamados de Unidades Pastorais, têm de ser definidos, tendo em conta a dimensão, a população e as afinidades locais. O fator determinante para

esta divisão há de ser a própria realidade local e populacional

e não as capacidades do sacerdote. “O modelo tradicional do

sacerdote, que vive sozinho e, por vezes, isolado, não serve para os tempos presentes”, realçou o padre Idalino Simões na apresentação (definitiva) do plano de reestruturação das regiões pastorais da diocese.

As pequenas dimensões de algumas comunidades paroquiais,

sobretudo nas regiões mais desertificadas e a prática cristã mais

reduzida em muitas outras, impedem-nas de ter o dinamismo

necessário ou confrontam-nas com a falta de meios humanos e materiais para a sobrevivência com qualidade.

A uma escala maior as possibilidades de qualidade celebra-

tiva, catequética, evangelizadora, sócio caritativa são maiores.

Do mesmo modo, o número e as fronteiras dos Arciprestados atualmente existentes, também carece de correções. Alguns, pelo facto de terem ao seu serviço um reduzido número de sacerdotes, acabam por não funcionar como arciprestados: é difícil programar ações comuns, não têm grande visibilidade as reuniões periódicas do clero com tão poucos participantes, e até o ofício de arcipreste acaba por ficar desvalorizado. Foi a partir deste desafio que se iniciou a reflexão no Conse- lho de Presbíteros. Uma primeira sondagem foi feita na reunião

de 17 e18 de Novembro de 2011, tendo sido elaborada uma primeira proposta que foi apresentada e corrigida na reunião de 22 e23 de Março, onde se sugeriam: três arciprestados para a Região pastoral do Centro; um arciprestado para a Região Pas-

toral do Nordeste; dois arciprestados para a Região Pastoral Sul

e três arciprestados para a Região Pastoral Beira Mar

Esta proposta foi votada e aprovada com um voto e uma abstenção. Foi também decidido que este resultado seria apre- sentado em Assembleias de Padres de cada uma das Regiões Pastorais. Foi um debate alargado donde surgiu uma nova pro- posta apresentada ao Conselho Presbiteral de 17 e 18 de Maio.

A Diocese de Coimbra mantem, por enquanto, as quatro

regiões pastorais: Beira Mar; Centro; Nordeste e Sul. Na Re- gião Pastoral da Beira Mar, de cinco arciprestados passam a três: Mira/Cantanhede; Figueira da Foz e Soure/Montemor- -o-Velho. Na Região Pastoral do Centro, de oito arciprestados passam para quatro: Mortágua/Penacova/Lousã/Miranda; Coimbra Norte/Mealhada; Coimbra Urbana e Coimbra Sul/Condeixa. Na Região pastoral Nordeste dá-se a mudança mais “revo- lucionária”, já que os seis arciprestados atualmente existentes passam a um: Arganil/Avô/São Martinho da Cortiça/Tábua/ Pampilhosa da Serra. Na Região Pastoral Sul, os seis arciprestados passam para três: Alvaiázere/Ferreira do Zêzere/Figueiró dos Vinhos; An- sião/Penela e Pombal.

“Este novo mapa aponta para uma organização de um traba- lho em conjunto e em equipa de padres, leigos e religiosos para que os arciprestados possam funcionar”, realça o Padre Idali- no Simões que esteve à frente deste estudo. Nesta fase inicial propõe-se a constituição de uma equipa operacional que tenha

a

tarefa de uma equipa instaladora do Arciprestado, um padre

e

três ou quatro pessoas que conheçam a realidade religiosa e

social do arciprestado. Este estudo impõe no terreno uma pas- toral de conjunto de modo a facilitar a ação coordenada de to-

das as pessoas, grupos, movimentos, comunidades, instituições, carismas e ministérios eclesiais em ordem a evangelizar uma de- terminada realidade humana, cultural e social. Ou seja, o grande objetivo é “rentabilizar recursos humanos, físicos e materiais”.

Fonte: www.aMicor.pt

Coimbra assinala 125 anos do nascimento do padre Américo

Coimbra assinala 125 anos do nascimento do padre Américo A Diocese de Coimbra associa-se às comemorações

A Diocese de Coimbra associa-se às comemorações dos 125 anos do nascimento do Padre Américo, responsável pela implementação da Obra de Rua, mais conhecida pela Casa do Gaiato. Assim, no próximo dia 21 de outubro, pelas 12h00, será celebrada eucaristia na igreja de São José, presidida pelo bis- po de Coimbra, D. Virgílio Antunes. Uma hora depois, pelas 13h00, terá início o convívio aberto, no salão paroquial. A atuação dos rapazes da Casa do Gaiato de Miranda do Cor- vo está prevista para as 14h00.

Gaiato de Miranda do Cor- vo está prevista para as 14h00. Comunidade Paroquial de S. Pedro

Comunidade Paroquial de S. Pedro Cantanhede, Lemede, Póvoa, Varziela, S. José

Fadista Liliana Silva atua em Cantanhede

O espetáculo, agendado para 6 de outubro, pelas 22h00,

no Centro Paroquial de São Pedro, reverte a favor do Fundo

Solidário para a Educação da Paróquia de Cantanhede.

Liliana Silva, filha da terra, é uma das mais recentes e pro- missoras vozes do Fado e ainda cantora residente da famosa Casa de Fados “Sr. Vinho”, de Maria da Fé. A jovem vai proporcionar uma noite de fados inesquecível, associando-se

a esta causa solidária. Os bilhetes custam dez euros por pessoa e podem ser ad- quiridos no Centro Paroquial, na Sapataria Bottier Sophie (Cantanhede ou no Café Chaleira (Pocariça). Para mais in- formações ligar para o número 231 422 870.

Pedro barroso inaugura Projeto “Harmonias”

Cantor sobe ao palco do Centro Paroquial e bilhetes já estão à venda

ao palco do Centro Paroquial e bilhetes já estão à venda Dia 20 de Outubro, às

Dia 20 de Outubro, às 22h00, no Centro Paroquial de São

o

projeto; provemos que juntos podemos oferecer à cidade

Pedro, a Paróquia de Cantanhede inicia o Projeto “Harmo-

e

ao

concelho um programa que forme pessoas e que alie o

nias”. A ideia é juntar estética, ética e solidariedade. Preten- demos trazer à cidade grandes nomes da música portuguesa, num registo acústico e intimista.

lazer ao espírito crítico e à intervenção. Um pedido a todos: comprem bilhetes. Acreditamos que,

juntos, podemos ter uma atividade cultural regular. Para 1

O

primeiro a subir ao palco é Pedro Barroso, é um can-

de Dezembro está marcado o II Harmonias, com o cantor

tor, autor-compositor e músico português, com cerca de 30 álbuns gravados desde a década de 70. Paralelamente, foi do- cente e escritor publicado. O seu último trabalho, “Cantos da Paixão e da Revolta”, foi lançado em 2012. Os lucros da noite revertem para o jornal Boa Nova, ins- trumento sistemático de informação, formação e cultura. Um pedido aos empresários: sejam parceiros e patrocinem

Se correr bem, prometemos não desistir

em 2013. Os bilhetes estão à venda no Centro Paroquial de Canta- nhede, aberto de segunda a sexta, das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 20h00; aos sábados, das 9h00 às 13h00. Mais infor- mações podem ser obtidas através do número 231 422 870 ou do e-mail luisfranciscomarques@gmail.com.

Sérgio Godinho

ou do e-mail luisfranciscomarques@gmail.com. Sérgio Godinho celebrações Q uinta 4 de outubro 18 h 00 –

celebrações

Quinta 4 de outubro

18h00 – p. da lomba

terça 9 de outubro

eucaristia

19h30 – são josé

eucaristia

18h30 – igreja matriz

21h00 – igreja matriz

18h30 – igreja matriz

20h30 – lemede

(abertura da catequese)

domingo 7 de outubro

Quarta 10 de outubro

eucaristias

eucaristia

sexta 5 de outubro

10h00 – varziela

18h30 – igreja matriz

passeio convívio da comuni- dade à lousã

11h30 – igreja matriz 19h00 – misericórdia

Quinta 11 de outubro

 

eucaristia

sábado 6 de outubro

celebraçÕes

18h30 – igreja matriz

eucaristias 10h00 – cap. de s. mateus

10h00 – lemede

20h30 – p. da lomba

6 Região

3177 :: 4 de outubro de 2012

6 Região 3177 :: 4 de outubro de 2012 VI(r)agens / / / Ordem dos Enfermeiros

VI(r)agens ///

Ordem dos Enfermeiros preocupada com a classe profissional no Rovisco Pais

Isabel Oliveira, presidente da Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros, diz que rotatividade das equipas de enfermeiros põe em causa “a segurança e qualidade dos cuidados de saúde aos doentes”

> Carla assunção, texto e Foto

Durante uma visita ao Centro de Medicina e Reabilita- ção da Região Centro – Rovisco Pais, a Secção Regional do Centro da Ordem dos Enfermeiros manifestou preocupa- ção face às rotações das equipas de enfermagem naquela instituição, estando em causa “a segurança e qualidade de cuidados diferenciados aos doentes em contexto de reabi- litação”. “A questão das contratações está subjacente uma grande rotatividade e uma grande instabilidade nestas equipas de enfermagem que acabam por ter reflexo nas prestações de cuidados de saúde… é uma preocupação que nos foi trans- mitida pelo conselho de administração do Rovisco Pais por- que mantém-se instabilidade em relação às renovações dos contratos e há uma grande mobilidade das equipas na con- tinuidade dos cuidados prestados aos utentes internados”, afirmou Isabel Oliveira, presidente da SRC – OE, dando a

afirmou Isabel Oliveira, presidente da SRC – OE, dando a conhecer que neste momento a Administração

conhecer que neste momento a Administração Regional de Saúde do Centro tem parado “há muito tempo” um concur- so para a colocação de 190 enfermeiros para os Centros de Saúde dos ACES.

Em declaração ao jornal Boa Nova, Isabel Oliveira reco- nheceu que, atualmente, “assistimos a um esforço por par- te do conselho de administração do Rovisco Pais junto à ARS do Centro para resolver estes problemas, mas também verificamos pouca resposta por parte da tutela no sentido de estabilizar estes recursos e de garantir a estes doentes os cuidados de qualidade e segurança”, lamentou. Na reunião estiveram presentes 13 dos 17 enfermeiros especialistas em reabilitação que trabalham naquela unidade. No final dos trabalhos ficou o compromisso do conse- lho de administração do Rovisco Pais de que “serão ren- tabilizadas as competências dos enfermeiros especialistas de reabilitação no seio da equipa multidisciplinar, quando concedidas as condições para tal, já que a intervenção destes profissionais é reconhecida por potenciar ganhos em saúde para os doentes”.

por potenciar ganhos em saúde para os doentes”. ANÇÃ Aniversário A Phylarmónica Ançanense festeja, no

ANÇÃ

Aniversário A Phylarmónica Ançanense festeja, no próximo dia 7 de outubro, o 133.º aniversário, cujas cerimónias decorrerão na Quinta da Sobreira, na vila histórica. Pelas 1h00, na igreja matriz, é celebrada a eucaristia, can- tada e participada pela Phylarmónica Ançanense. No final haverá uma romagem ao cemitério, para homenagear sócios, diretores e músicos já falecidos. À tarde, a partir das 15h30, está prevista a receção à Phylar- mónica Mirandense e ao Grupo Recreativo Mirandense. Uma hora depois, pelas 16h30, terá início o Encontro de Bandas do Inatel, na Quinta da Sobreira. O concerto con- tará com as participações da Phylarmónica Mirandense, do Grupo Recreativo Mirandense, e da banda anfitriã, com a participação especial de Carolina Cardetas e Diogo Vidal.

antónio parreiraL

Academia de Música Continuam abertas as inscrições para as aulas da Academia de Música de Ançã (AMA). Bateria, percussão, canto, guitar- ra elétrica ou acústica, baixo elétrico, piano, violino, acordeão, contrabaixo, guitarra portuguesa, gaita de foles, concertina, cavaquinho, viola braguesa e bandolim são as ofertas existen- tes para o ano de 2012-2013.

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As aulas tiveram início no dia 1 de outubro. Os interes- sados podem inscrever-se através dos números 919141475, 965891190, pelo e-mail academiamusicanca@gmail.com ou passando pelas instalações da AMA, nos dias úteis, entre as 18h30 e as 20h00, e aos sábados, das 11h00 às 19h00.

Óbito

Faleceu em Lisboa, com 66 anos, António Carvalho Car- doso, solteiro.

O funeral realizou-se no dia 27 de setembro, da igreja ma-

triz de Ançã para o cemitério local, depois de celebrada missa de corpo presente. Paz à sua alma. Condolências à família enlutada.

Grupo Onomástico “Os Franciscos”

frp
frp

A prática do cumprimento do dia do grupo onomástico é

enraizada nos países católicos europeus e geralmente nos de língua espanhola e portuguesa. É um costume que relembra a antiga tradição relativa ao carácter mágico dos nomes, pro- vavelmente herança de um dia muito antigo em que o que era mágico se foi tornando religioso e sagrado. Os Franciscos e Franciscas de Ançã não poderiam fugir à regra e comemorar também o seu dia festivo. Assim, no dia 4 de outubro, Ançã irá decorrer uma vez mais o convívio do Grupo Onomástico, que inclui as mulheres e os homens da freguesia de Ançã que têm o nome de Franciscos e Francis- cas. Após algumas reuniões Franciscanas que antecederam o dia festivo em que foi sugerida a data acordada pelos partici- pantes, ficou decidido que às 19h00 será celebrada eucaristia na igreja matriz de Ançã, freguesia de inovação a Nossa Se- nhora do Ó. A missa será presidida pelo padre Manuel de Jesus e nela participarão os elementos do Grupo Onomásti-

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co. Um Francisco lerá uma oração a São Francisco de Assis, uma vez que esta data coincide com a veneração a este Santo. Depois da missa outra atividade os esperará. Em casa de um Franciscano, e já com o grelhador aceso, por ele irão pas- sar uns enchidos, umas febras e algumas castanhas. Após o convívio haverá ainda tempo para se tomarem algumas de- cisões relativas a este grupo, que passarão pela aprovação maioritária dos presentes, finda as quais será eleita uma Co- missão que se encarregará das atividades a desenvolver e da realização dos festejos para 2013.

ARAZEDE

Aniversário da AFA

Francisco reLva pereira

dr
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Com muito desporto e convívio, a AFA – Amigos da Fre- guesia de Arazede assinalou 25 anos de vida, no passado dia 23 de setembro. A ocasião reuniu muitos atletas, dirigentes, sócios, entidades e amigos da coletividade, que quiseram as- sociar-se a esta data festiva. Durante o almoço de confraternização, o presidente da Câmara recordou que “o projeto dedicado ao hóquei em patins começou na altura em que era vereador e, 25 anos de- pois, é um orgulho verificar que foi uma aposta de sucesso e que a AFA assume um papel preponderante na oferta e na formação desportiva concelhia”. Com palavras de incentivo, Luís Leal saudou “o trabalho desenvolvido pela atual dire- ção e pelo presidente José Mendes”, contudo fez questão de tecer rasgados elogios a Manuel Teixeira, “um dos impul- sionadores do projeto desportivo e que esteve à frente dos destinos da AFA durante 23 anos”. De igual modo, o presidente da direção, José Mendes, agradeceu “a presença e ajuda de todos na continuidade da

dr

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Alcides Ferreira Unipessoal, Lda.
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3177 :: 4 de outubro de 2012 Região 7

3177 :: 4 de outubro de 2012

Região 7

AFA” e aproveitou o momento, em nome dos atuais órgãos sociais, para fazer uma homenagem ao antigo presidente da direção e entregar uma lembrança, “em sinal do reconhe- cimento, da dedicação e da entrega constantes do senhor Teixeira”. “As associações estão com dificuldades, mas é uma gran- de satisfação ver que a AFA continua a desenvolver-se, continuando a formar jovens na modalidade de hóquei em patins”, referiu o homenageado. Ao agradecer o gesto e o reconhecimento, Manuel Teixeira recordou “o trabalho que todos temos feito ao longo dos anos e, por isso, hoje é tam- bém um dia de celebração para todos nós”.

hoje é tam- bém um dia de celebração para todos nós”. Presente nas comemorações, o presidente

Presente nas comemorações, o presidente da Junta de Freguesia de Arazede, Eusébio Campos, sublinhou que “é uma enorme satisfação poder contar com da AFA”. “É uma instituição que contribui para a formação desportiva dos mais jovens e também para a sua formação cívica, reforçan- do, igualmente, o tecido associativo da freguesia”. Ao longo do dia e com a colaboração das equipas da As- sociação Académica de Coimbra, a AFA aproveitou o mo- mento para mostrar, com jogos de apresentação, as equipas dos escalões de escolas, iniciados e seniores femininas para a época 2012/2013, bem como as escolinhas de formação prepararam uma animada demonstração. No final do dia, o lanche de confraternização encerrou a celebração do 25.º aniversário, e ao qual não faltou nem o bolo de aniversário nem os “parabéns a você”.

BOLHO

Regresso às aulas O Centro Escolar de Bolho voltou a ter vida com o regres- so dos alunos ao novo ano escolar. Quer o jardim de infância quer o ensino básico apenas têm 14 alunos, ficando muito aquém dos limites exigidos pelo governo, correndo assim sérios riscos de encerramento. Lamentamos que alguns pais

continuem a levar os seus filhos para outras escolas, quando

o Centro Escolar do Bolho tem um horário alargado, pessoal

docente e não docente (uma educadora, uma professora e duas auxiliares a tempo inteiro), boas e modernas instalações. Sem o aumento de alunos, corre sérios riscos de encerrar. Estamos aos poucos a ficar despidos de tudo. Está na hora de pararmos e refletirmos se é mesmo isto que queremos para a nossa terra.

raÚL cruz

CADIMA

Casal de Cadima

ana costa e siLva

Santa Iria Vão decorrer, entre os dias 6 e 28 de outubro, no lugar do Casal de Cadima, as tradicionais festas em honra de Santa Iria, apresentando as mesmas um programa muito variado

e atrativo. Assim, no próximo dia 6, sábado, às 22h00, irá ter lugar uma noite de fados com Sara Ribeiro; no dia 7, domingo, irão decorrer jogos tradicionais. No dia 13, sábado, haverá, às 16h00, um encontro de futebol, e às 22h00, a atuação de uma tuna académica. No dia 14, domingo, com início às 12h30, realizar-se-á um festival gastronómico, apelando-se à participação de todos neste evento, tanto na confeção como na degustação, e às 16h00 haverá uma exibição de ginastas. O resto do programa das festas será divulgado oportunamente.

Zambujal

Matrimónio No pretérito dia 17 de agosto, na capela do Zambujal, uniram as suas vidas pelo sacramento do matrimónio Pau- lo Jorge dos Santos Oliveira, filho de Manuel da Conceição Oliveira Calado e Maria Selene dos Santos Novo, e Ana Pau- la Pessoa Martinho, filha de Manuel dos Santos Martinho e Maria Pessoa Ferreira Martinho. Foram testemunhas do ato Francisco António dos Santos, Maria do Rosário de Jesus Martins Figueiredo, Manuel Jorge dos Santos e Maria Ângela Almeida Vilas Boas. Parabéns à nova família com votos das maiores felicidades nesta nova etapa das suas vidas.

Batizados

No dia 19 de agosto, na igreja matriz de Cadima, ce- lebrou-se o batizado de Rafael e Rayan, filhos de Pedro Filipe Soares da Costa e de Maria José Ferreira Mendes, re- sidentes no Luxemburgo. Os meninos são netos paternos de José Albano Andrade Costa e Cremilde Soares Costa

e netos maternos de José de Matos Mendes e Leonilde

Ferreira Cação. Carlos de Jesus Cunha da Silva e Sandrina Mineiro Soa- res Lavrados foram os padrinhos do Rafael. Nélio Fernan- do Mendes Figueiredo Teixeira e Isabel Cristina Soares da Costa foram os padrinhos do Rayan. A presidir a esta cerimónia esteve o padre Samelo. No dia 28 de agosto, na capela de Cadima, recebeu o sa- cramento do batismo Beatriz, filha de Paulo Joaquim Mar- ques Freire e de Marisa de Carvalho Henriques Marques, residentes no Luxemburgo. A menina é neta paterna de Joaquim Ferreira Freire e Maria Fernanda Marques Rato Freire e neta materna de Vítor Manuel Dias Henriques e Isabel Maria Ferreira de Carvalho. Luís Emanuel Marques Gomes, solteiro, residente na Tocha, e Inês Isabel de Carvalho Figueiredo, solteira, re- sidente no Luxemburgo, foram os padrinhos da Beatriz. No dia 1 de Setembro, na igreja matriz de Cadima, rece- beu igualmente o sacramento do batismo Miguel Alexan- dre, filho de Elton Miguel Santos Duque e de Carla Sofia Gonçalves Coelho, residentes em Zambujal. O menino é neto paterno de Emídio Monteiro Silva Duque e Maria Cecília Santos Sargaço e neto materno de Celestino Santos Coelho e Maria Celeste Gonçalves Ramos. Foi seu padrinho Sérgio das Neves Silva, solteiro, resi- dente em Soure, e sua madrinha Cátia Stephanie Santos Duque, solteira, residente em Zambujal. Presidiu a estas cerimónias o padre Vidal. Aos recém-batizados deseja-se uma longa e profícua ca- minhada cristã, acompanhada pelos seus pais e restantes familiares. Toda a comunidade se regozija de contenta- mento por acolher no seu seio estes novos membros.

FEBRES

Inauguração Hoje, dia 4 de outubro, pelas 11h00, vai ser inaugurado o estaleiro da Junta de Freguesia de Febres. A cerimónia con- tará com a presença do presidente da Câmara Municipal de Cantanhede, João Moura.

José pessoa

Visita do bispo D. Virgílio Antunes presidirá, no dia 5 de outubro, à euca-

ristia das 19h00. Esta será a primeira visita do prelado à paró- quia de Febres, ocasião que será aproveitada para inaugurar a Casa Paroquial, recentemente alvo de obras de recuperação

e remodelação. No final será servido um porco no espeto a toda a comu- nidade, que está convidada a participar.

Batismos Receberam o sacramento do batismo, na igreja matriz, no passado mês de setembro, as seguintes crianças:

Dia 1 – Gonçalo, filho de António Miguel dos Santos Ri- beiro Venhuco e de Andreia Sofia Jesus Vinhas, residentes em Beja. Dia 2 – Francisco José, filho de Américo José da Encar-

nação Faustino e de Sónia Gabriela Marques Ferreira, mora- dores em Febres. Dia 15 – José pedro, filho de Fernando Jorge Ferreira Maia e de Lídia maria Catarino Vinhas, residentes em Santana. Dia 23 – Martim, filho de Toni da Silva Deus Diante e de Ana Paula Marcelino Domingos, residentes na Chorosa. As maiores bênçãos de Deus para os novos cristãos. Para- béns aos pais e demais familiares.

Óbitos Faleceu, no dia 22 de setembro, Palmira Jesus Heleno, de 86 anos, viúva e residente no lugar da Sanguinheira. No dia 23 de setembro faleceu maria Rosa de Jesus, de 92 anos, viúva e residente no lugar do Barracão. Ambas foram a sepultar no cemitério local, depois de cele- brada missa de corpo presente na igreja matriz. Paz às suas almas. Condolências às famílias enlutadas.

LEMEDE

Nascimento Em 14 de setembro, na Maternidade Bissaya Barreto, em Coimbra, deu à luz uma menina, a quem foi dado o nome de Leonor, Sandra Isabel Matos Teixeira, esposa de Jaime Manuel Murta Sacramento. Mãe e filha encontram-se bem. As maiores venturas para a bebé e parabéns aos pais e res- tantes familiares.

ManueL sebastiÃo

Doente Na Clínica da Sofia, em Coimbra, foi submetida a uma ci- rurgia a um joelho, Julieta Dias Costa, encontrando-se agora em recuperação na Unidade de Convalescença do Hospital Arcebispo João Crisóstomo, de Cantanhede. Votos de rápidas melhoras.

Óbito Em 30 de setembro, em Coimbra, faleceu Manuel Fernan- des Dias, de 78 anos. Era presidente da Assembleia Geral da Associação de Fol- clore e Etnografia da Região do Mondego. O corpo esteve em câmara ardente na capela de São José, em Coimbra, vindo na tarde do dia seguinte para a capela de Lemede, onde foi celebrada missa de corpo presente, presi- dida pelo padre Vidal Nogueira, indo, em seguida, a sepultar no cemitério local. Paz à sua alma e sentidos pêsames à família enlutada.

OURENTÃ

Missa semanal Após um curto período de interrupção, dia 5 de outubro serão retomadas as habituais missas semanais das sextas-fei- ras, as quais, por enquanto, manterão o horário das 21h00.

FiLipe FiGueiredo

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8 Região

Catequese Dia 7 de outubro, pelas 11h00, irá ter lugar na igreja matriz uma reunião com os pais das crianças e jovens da catequese, a fim de receberem algumas informações e procederem à inscri- ção dos seus filhos. No domingo seguinte, dia 14, irá decorrer durante a missa a habitual apresentação dos diferentes grupos de catequese e respetivos catequistas.

POCARIÇA

Convívio

A comissão e festas de São Tiago vai organizar, no dia 6 de

outubro, um serão animado pelo DJ Paulino Coelho, da Rádio Renascença, com músicas dos anos 80 e 90.

A festa decorrerá no Polidesportivo da Pocariça e a entrada

é livre.

Escola de Música Realizou-se no passado sábado, na sede da Associação Mu- sical da Pocariça, uma reunião para inscrição e apresentação de novos alunos para a Escola de Música. No corrente ano letivo e desde que preenchidos os requisitos definidos pela direção pe- dagógica, serão ministrados na Escola de Música os seguintes

cursos: Iniciação, Formação Musical, Classe de Flauta Trans- versal, Classe de Clarinete, Classe de Oboé, Classe de Saxofone, Classe de Trompete, Classe de Trompa, Classe de Trombone, Classe de Bombardino, Classe de Tuba, Classe de Percussão e Classe de Conjunto/Banda Juvenil. As aulas são ministradas aos sábados, a partir do próximo dia 6. As inscrições estão abertas até ao dia 20 de outubro.

A Associação conta com uma Escola estruturada e organiza-

da e está dotada com novas instalações, recentemente inaugu- radas. Todas as informações podem ser obtidas na sede ou nos dias úteis através do telefone 231420171 ou através do e-mail ampocarica@gmail.com.

PORTUNHOS

Doente No Hospital de Aveiro, foi submetido a uma intervenção cirúrgica ao nariz, Nuno Miguel Marques Carvalho, que já se encontra em casa. Os nossos votos de rápido restabelecimento.

Maria e. Marques

Tomada de Posse Com reportagem na página nove, publicamos as boas vindas aos novos responsáveis pela nossa paróquia, desejando-lhes muita saúde para poderem cumprir mais esta missão.

Filme

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Após alguns contactos e reuniões de agentes de produção

de uma equipa de realização suíça com a Junta de Freguesia e castings com pessoas da localidade, foi no passado dia 24 de setembro que o largo da Ponte, a vala e os lavadouros foram os

cenários escolhidos para as filmagens das cenas que irão inte- grar o filme “Les Grandes Ondes”.

O filme, que irá decorrer em várias localidades de Portugal,

retrata alguns problemas sociais e políticos dos anos 60 e 70 antes do 25 de Abril. Foi uma tarde diferente. O movimento das pessoas, câmaras e outros materiais, carrinhas de serviços e carros antigos des- pertou a curiosidade de quem passava e ia ficando para ver de perto este acontecimento inédito na nossa terra.

SANGUINHEIRA

Catequese

O ano de catequese iniciou-se no passado domingo com a

reunião geral de catequistas, pais e crianças, tendo sido apresen- tadas as orientações gerais de funcionamento.

JoaquiM croino / ManueL auGusto

Junta de Freguesia

A Junta de Freguesia acaba de construir acessos para defi-

cientes aos sanitários públicos da Sanguinheira. Obra de pouco valor financeiro, torna-se relevante para “des- complicar” os utentes com dificuldades motoras. Parabéns pela iniciativa.

Doente

À data em que escrevemos encontra-se internada em Coim-

bra a D. Maria Gomes Costa, das Pedras Ásperas, habitual zela- dora da capela de Nossa Senhora da Conceição. Auguramos-lhe votos de rápido e completo restabelecimen- to.

Falecimento Faleceu no passado dia 25 de setembro, e foi a sepultar no ce-

mitério local, Maria da Luz Jorge Santo, de 89 anos de idade, vi- úva de Elísio Tocha, residente que foi no lugar da Sanguinheira.

sua filha Maria Celite Jorge Tocha Monteiro e demais famí-

lia apresentamos sentidas condolências.

À

TOCHA

dorindo caMarinho

Onda de assaltos Na passada semana os amigos do alheio assaltaram, na mes- ma noite, a sede da Associação dos Moradores de Casal do João. Arrombaram a porta das traseiras mas apenas tiveram

tempo de levar três bolos de chocolate, porque o alarme dispa- rou e assustou os assaltantes. Ainda assim, causaram prejuízos que rondaram os 300 euros. Em Barrins de Baixo foi assaltada uma pequena mercearia, de onde levaram produtos alimentares. Mais à frente foi assal- tada uma habitação, da qual levaram alguns eletrodomésticos. Ainda tiveram tempo de revistar algumas divisões mas, como foram descobertos, puseram-se em fuga. Na mesma noite foi furtada uma carrinha de distribuição o pão, que apareceu no dia seguinte, em Ílhavo. As autoridades suspeitam que terá sido o mesmo grupo o responsável por to- dos estes assaltos.

A GNR da Tocha tomou conta das ocorrências.

Batizado Recebeu o sacramento do batismo, na igreja paroquial, a

menina Beatriz, filha de Nelson José Jorge Batista e de Gabi Andrade Ferreira. Foram padrinhos Paulo Manuel Jorge Batis- ta e Raquel Andrade Brito Correia Sérvolo. O sacramento foi ministrado pelo padre Luís Francisco.

As maiores bênçãos de Deus para a nova cristã. Parabéns aos

pais e demais familiares

VARZIELA

Óbitos No dia 6 de Setembro faleceu, em Lagos, Rosa de Jesus Vina- greiro, de 77 anos. Era natural da nossa aldeia, viúva de Manuel de Jesus Catarino e mãe de Alcides e de Rui Catarino, todos

isabeL LourenÇo

3177 :: 4 de outubro de 2012

todos isabeL LourenÇo 3177 :: 4 de outubro de 2012 residentes em Lagos. O seu funeral

residentes em Lagos. O seu funeral realizou-se no dia seguinte, havendo na Igreja da Varziela, missa de corpo presente, seguindo depois para o cemitério da localidade. Também no dia 8 de Setembro partiu para a eternidade, Ma- ria de Lurdes da Cruz Cupido, de 64 anos, natural da Varziela e residente em França. Era casada com Manuel Monteiro Go- mes e mãe de quatro filhos. Após transladação de França, no dia 12 de Setembro, celebrou-se missa de corpo presente na igreja da Varziela e foi a sepultar no cemitério local. “A morte não é nada, Só passei para o outro lado, Eu sou eu. Vós sois vós. O que era para vós, continuo a ser. Dai-me o nome que sempre me deste, falei-me como sempre o fizes- te. Não empregueis uma maneira diferente, não tomeis um ar triste. Continuai a rir daquilo que nos fazia rir juntos, sorriam e pensem em mim. Que o meu nome seja pronunciado em casa como sempre foi, sem exagero de coisa alguma. A vida significa tudo o que sempre foi. O fio não está cortado. Porque estarei fora do vosso pensamento? Simplesmente porque não me ve- des? Não estou longe, só estou do outro lado do caminho.” (Charles Péguy) Que o Senhor a ambas compense dos seus sofrimentos e as receba na Sua Glória.

VILA NOVA DE OUTIL

Aniversário Completou 91 anos de vida, no passado dia 20 de setembro, o nosso conterrâneo, Manuel Alho, que se encontra muito lúcido. É o homem mais velho da nossa aldeia e durante vários anos foi emigrante em França. É pai de seis filhos e atualmente tem 13 netos e 12 bisnetos. Felicidades e votos para que estas datas se vão repetindo por muitos mais anos.

vidaL GentiL

CARTA AO DIRETOR

Do nosso assinante Elias Mendes, residente na Taboeira, freguesia de Cadima, recebemos a seguinte carta que passa- mos a transcrever:

Agricultores na falência porquê?

Exmo. Senhor Primeiro Ministro Passos Coelho Exma. Senhora Ministra da Agricultura Assunção Cristas

Vender a cêntimos e comprar a euros, ninguém lá vai. Para

o País ir em frente, tem de haver compras e vendas, senão este morre; queremos preços compensadores, pois não é nesta si- tuação em que nos encontramos que conseguimos andar para

a frente. Produzimos e vendemos a cêntimos o leite, o vinho,

as batatas, o milho., o trigo, o centeio, os frutos, o arroz e os

mais diversos produtos agrícolas. Vendem-se todos estes produtos a cêntimos e vamos com- prar a euros o gasóleo, os adubos, as sementes, os herbicidas, os pesticidas e as rações, entre muitas outras coisas que são necessárias ao agricultor para que este possa produzir. As terras estão abandonadas e tantas outras, como pinhais, eucaliptais, choupais, com silvas e mato, a criar bichos. Mas não são os bichos que são o verdadeiro problema, mas o rasti- lho que representam, para os incêndios no verão. Houve investimento em máquinas que hoje se encontram paradas, porque não se tira o lucro necessário para o seu uso. Eu abri, em 1991, um posto de recolha de leite com 30 pro- dutores. Hoje são apenas três, a prova de como a agricultora não permite a sobrevivências e é abandonada por quem traba- lha no sector. Mas quem sou eu, com apenas a quarta classe, concluída em 1951, para vos dizer que desçam ao terreno para ver a realidade em que o nosso País se encontra. Muitos de nós sabemos que a doença de Portugal, se assim se pode dizer, começou no abandono da agricultura. Todos sabemos que sem agricultura não temos comércio nem in- dústria. Se a agricultura for compensadora, dará emprego a muitos jovens. Todos sabemos que se gasta muito dinheiro nas importações de produtos agrícolas… gastem-no no in- vestimento agrícola que ajudarão muitas pessoas que ainda acreditam que a agricultura vale a pena em Portugal.

Sociedade 9 Padre Diamantino tomou posse na Sanguinheira, Bom Sucesso e Tocha…

tomou posse na Sanguinheira, Bom Sucesso e Tocha… 3177 :: 4 de outubro de 2012 Igreja

3177 :: 4 de outubro de 2012

Igreja cheia para receber sacerdote, que é natural de Seixo de Mira

> mirla ferreira rodrigues (com manuel augusto), fotos de hélder marques

Eram 10h30 da manhã do passado domingo quando se começou a viver mais uma página na história da paróquia da Sanguinheira, com o início da eucaristia de tomada de posse do Padre Diamantino da Cruz Vieira, presidida pelo pró-vigário geral da Diocese, cónego Aníbal Pimentel Castelhano, em re- presentação do bispo D. Virgílio Antunes. A ata da nomeação foi lida pelo seu antigo professor, padre José de Oliveira Moço, com raízes no lugar dos Carreiros, desta comunidade, que con- celebrou. Na homilia, simples e brilhante como sempre, o padre Aníbal atualizou a liturgia para o nosso tempo, e realçou “a alegria de pertencermos a uma Igreja permanentemente acompanhada e guiada pelo Espírito Santo, na multiplicidade dos seus Dons, solicitou a toda a comunidade acolhimento ao novo Pastor e empenho e determinação na contínua construção duma comu- nidade viva e operante”. No final da eucaristia, após as palavras de saudação e aco- lhimento que em nome da paróquia foram proferidas, uma criança ofereceu um ramo de flores ao novo pastor, que, na oportunidade, proferiu as seguintes palavras, e citamos: “Eu sou enviado: permitam-me que o entregue àquele que me en- viou”. Num gesto de simbologia sublime, foi depositá-lo no Altar-Mor, sob a imagem de Jesus Cristo”. O padre Diamanti- no foi perentório ao afirmar que, apesar de ser natural do Seixo de Mira e estar próximo da casa que o viu nascer, ao aceitar

as três paróquias que lhe haviam sido confiadas, doava-se-lhes “por inteiro”, e ficaria a viver na Tocha, territorialmente central. O sacerdote apresentou a sua irmã, com quem vive e dele vem cuidando ao longo dos anos e deixou as primeiras orienta- ções à comunidade. Eram quase 12 horas quando seguiu para

o Bom Sucesso, para cerimónia em todo semelhante, também

celebrada pelo pró-vigário geral da Diocese, cónego Aníbal Pi- mentel Castelhano. Finalmente às 15h00, no santuário mariano da Nossa Senhora da Atocha, tomou posse da paróquia da Tocha. Presidiu e deu- -lhe posse o Vigário Geral da Pastoral da Diocese, Padre Jorge Silva Santos, ladeado pelo cónego Jerónimo de Jesus Correia,

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pároco de Mira, pelo padre Sousa, da pastoral do Santuário de Fátima e mais dois sacerdotes, um dos quais seu colaborador na paróquia de Pombal, que se deslocou à Tocha acompanhado por grande número de seus antigos paroquianos que quiseram com a sua presença manifestar-lhe toda a sua gratidão e amizade. O padre Diamantino, com 64 anos de vida e 37 de orde- nação, os últimos 15 vividos na paróquia de Pombal, disse ao Jornal Boa Nova ter sentido “uma grande alegria” pelo facto da igreja da Tocha já não ter “espaço para mais ninguém” “Tinha a igreja cheia atrás do altar, repleta nos corredores laterais, no corredor central, ao fundo, no coro alto, havia pessoas que esta- vam na rua a assistir à eucaristia… estas coisas dão-nos alegria, mas também nos enchem de espanto. Ver tanta gente de cá e de Pombal na minha tomada de posse é sinal de que alguma coisa ficou do meu trabalho”, explica. A semana vai ser ocupada com reuniões de trabalho para co- nhecer os movimentos, as pessoas que trabalham na e para as três paróquias, até porque o padre Diamantino quer organizar as atividades como se de “um núcleo” se tratasse. Em conjunto serão também apresentadas “propostas para viver o Ano da Fé. “É importante que tenhamos consciência do que é o Ano da Fé e o que pode ser feito ao nível das três paróquias. A abertura

pode ser feito ao nível das três paróquias. A abertura está agendada para dia 11, mas
pode ser feito ao nível das três paróquias. A abertura está agendada para dia 11, mas

está agendada para dia 11, mas na nossa comunidade será vivida no domingo seguinte, 14 de outubro”. As prioridades para os próximos tempos estão, sobretudo, viradas para a Família. “Se tiver Família, tenho Igreja. Quanto mais saudável estiver a Fa- mília, mais saudável estará a Igreja, a juventude, a catequese… a Família é o termómetro, um poço de valores e uma riqueza inesgotável que o Homem e a Mulher ainda não descobriram”.

…e paróquia de Portunhos deu as boas-vindas ao Padre Luís Francisco

> mirla ferreira rodrigues, texto e fotos

> m irla f erreira r odrigues , texto e fotos A igreja matriz de Portunhos

A igreja matriz de Portunhos também encheu, no passado domingo, para a tomada de posse do padre Luís Francisco Marques (moderador), in solido com o padre António Samelo

e o padre Vidal Nogueira. A eucaristia foi presidida pelo vigá- rio geral, monsenhor Leal Pedrosa, e ao padre Afonso coube

a leitura do decreto do bispo de Coimbra, que formalizou a

tomada de posse. Durante a homilia, o vigário geral reconheceu que, para al- guns pode ser “um pouco estranho uma paróquia tão pequena ter três padres”, mas neste caso trata-se não de excesso mas sim de “falta de sacerdotes”. “Foram nomeados in solido mas os três vão trabalhar em conjunto, Serão responsáveis por este povo e cada um oferecerá o que tem de melhor à comunidade”. monsenhor Leal Pedrosa admitiu que a Igreja vive “horas não muito fáceis”, quer pela falta de padres quer pela ausência

fáceis”, quer pela falta de padres quer pela ausência de compromisso dos cristãos. “Os batizados devem

de compromisso dos cristãos. “Os batizados devem assumir o compromisso na construção da comunidade. A Igreja não é dos padres”, sublinhou. Para este Ano da Fé, o vigário episco- pal pediu aos presentes que “manifestem a alegria de sermos crentes”. “Descubram Cristo como a figura principal das vos- sas vidas. Vamos mostrar com a nossa atitude que não estamos arrependidos de sermos cristãos e que sentimos que esse é o único caminho a seguir”, disse. Também o padre Luís Francisco manifestou o desejo de “servir esta comunidade em comunhão com a Igreja”. Depois de saudar as pessoas que constituem as três comunidades da paróquia – Portunhos, Pena e Vale de Água”, declarou que “to- dos se devem considerar reconduzidos com alegria” nas fun- ções que anteriormente desempenhavam. Aludindo ao facto de metade dos padres que têm paróquias

Aludindo ao facto de metade dos padres que têm paróquias na Região Pastoral Beira Mar não

na Região Pastoral Beira Mar não serem portugueses, o páro- co de Portunhos sublinhou a importância de criar “um cen- tro congregador” e de “trabalharmos todos em comunidade”. Como tal, algumas novidades foram anunciadas: o boletim paroquial “Registos”, que anteriormente pertencia à paróquia de Cantanhede, vai passar a boletim interparoquial e incluir as paróquias de Outil e Portunhos, tornando-se “um veículo de transmissão do que vai acontecendo nas comunidades”. A mis- sa dominical passará a ser celebrada às 9h00 e todos os assuntos administrativos relacionados com a paróquia (casamentos, ba- tizados, catequese e outros) passarão a ser tratados no Centro Paroquial de São Pedro, em Cantanhede (junto aos Bombeiros Voluntários). O espaço estará aberto das 9h00 às 12h30 e das 14h00 às 20h00, e a secretaria paroquial funcionará das 16h00 às 20h00 (dias úteis) e das 9h00 às 13h00 (sábados).

14h00 às 20h00, e a secretaria paroquial funcionará das 16h00 às 20h00 (dias úteis) e das

10 Grande Plano

3177 :: 4 de outubro de 2012

10 Grande Plano 3177 :: 4 de outubro de 2012 sinais dos tempos Parece que andamos

sinais dos tempos

Parece que andamos hoje todos ‘agalinhados’ anselmo borges: a entrevista dos ‘porquês?’ sem tabus

> graça Cunha, texto e Foto

“Aquilo que mais me preocupa na nossa sociedade não é a falta de respostas mas a ausência de perguntas. É uma sociedade que não põe as perguntas fundamentais.”

Anselmo Borges, padre, professor de filosofia, comentador do Diário de Notícias

E porquê, medo ou ignorância?

Porque as pessoas vivem no imediatismo, instalou-se o prin- cípio do consumismo e o prazer do imediato. As pessoas não se dão conta, mas é isso a causa da nossa tristeza e sofrimento.

Pode exemplificar? Nós temos que assentar os pés na terra mas temos, ao mes- mo tempo, que olhar para cima. Somos o único animal que tem os pés assentes na terra mas que olha para a transcendência… olhar que parece não existir na nossa sociedade. Hoje, parece que andamos todos ‘agalinhados’ e perdemos a capacidade de voar como as águias. Temos que olhar mais alto e colocar a questão da transcendência.

E como se faz isso a parir de um mundo e de vivências

que têm, como disse, o imediato e o consumismo como referências, e em que a vertigem é o sinal dos tempos? Falo da transcendência como a tal pergunta aberta. Estamos

em crise e nem sabemos que a palavra vem do grego e tem o significado de reflexão…parar para refletir. Há muitos tipos de crise, não apenas financeira mas também há crise ética, crise dos valores, crise filosófica. Isto para dizer que crise pode significar que vêm aí tempos importantes para pararmos e começarmos

a pensar. Crise também está em conexão com oportunidade:

levar ao porto, a tempo e horas. Se quer que lhe diga, vejo a grande oportunidade de esta crise nos obrigar a parar, a pensar, a refletir, a pôr de novo ordem na nossa vida e a colocar as questões que urge fazer.

Porque é que tem que ser pela via do sofrimento: de- semprego, dificuldades, separações? Quem não sofre não aprendeu nada. O que nos obriga a pensar no sofrimento? Nós vimos, e estamos ainda, numa so- ciedade que quis a todo o custo evitar o sofrimento. É uma sociedade hedonista, talvez porque somos uma sociedade de gente pobre que criou a ilusão de que era rica e que havia por aí muito dinheiro. Havia a necessidade de dar aos filhos aquilo que os pais não tinham tido.

Ilusões de consumo, riqueza e poder que trazem os ‘pe- cados’ da inveja e do ciúme de que fala nos seus artigos de opinião? Eu ainda iria antes… para uma sociedade da mentira. Esta nossa sociedade do consumo, da eficácia, a sociedade espetácu- lo, é a primeira sociedade da história que teve de fazer da morte tabu. Disso, pura e simplesmente, não se fala.

E porquê?

Porque no dia em que tomarmos consciência que somos mortais, que podemos esquecer-nos da morte mas a morte não se vai esquecer de nós, sabe o que é que vai acontecer? Nesse dia nós temos de mudar de vida, exatamente porque quisemos

viver na mentira, na sociedade do parecer. É fundamental trazer

a morte ao convívio e não se trata de um pensamento mórbido sobre a morte.

Nessa questão da morte também há uma responsabili- dade grande da Igreja? A Igreja tem o pecado grave de ter utilizado o pensamento da morte para dominar as consciências. Eu não sou partidário do pensamento mórbido da morte, mas do pensamento sadio da morte. Sabe porquê? No dia em que tomarmos consciência que há um limite, nesse mesmo dia começamos a fazer a distin- ção do justo e do injusto, do bem e do mal, do que vale verda- deiramente a pena. E esse pensamento sadio da morte também nos remete para viver ‘agora’ intensamente.

A morte não nos retira da vida? Pelo contrário. Remete-nos para o viver aqui e agora, in- tensa e dignamente.

Mas esse viver “agora intensamente” pode ser o pró- prio desvio também, a procura desenfreada do que dá prazer? A nossa sociedade é uma sociedade sem eternidade. Uma vez perdida a pergunta fundamental perdeu-se a transcen- dência, a eternidade. E no momento em que se perde a eter- nidade perde-se o momento articulado, só ficam instantes que se devoram uns aos outros; é o tempo fragmentado - vamos viver agora porque não temos mais nada.

Assim se compreendem caminhos como os da dro- ga? Exatamente, vem o consumo, depois vem a frustração e como estamos frustrados vamos consumir mais e depois a droga, o álcool e o sexo desregrado. Assim, a vida afunda-se e perde-se.

Refere-se, portanto, a um outro ‘agora’ que não o destes ‘maus’ caminhos? Referia-me ao agora que é a vivência da eternidade no ins- tante que é o amor, por exemplo, ou a beleza.

Parece que há sempre uma linha divisória: o bom e o mau, o justo e o corrupto, o branco e o preto. Não há virtude no meio-termo? Isso provém de uma coisa que também não se faz e que é a meditação. Veja, nós hoje vivemos no barulho, para além do espetáculo. Vivemos na agitação da comunicação, as pessoas julgam-se muito acompanhadas e afinal é a solidão no meio da multidão. Nós precisamos outra vez de nos sentarmos, de ouvir, de pensar, que significa pesar. Precisamos de olhar para dentro e ouvir: ouvir o silêncio e a voz da consciência. Ouvir música, que é o divino no meio do mundo. Onde é que se acendem as palavras? As palavras acendem-se no si- lêncio - aí se acendem as palavras verdadeiras, as que transmi- tem força, sentido, coragem no meio do barulho.

Há lugar para silêncios e sons da consciência no meio de um dia de trabalho para pagar contas? As pessoas procuram algo que lhes traga paz interior e que lhes fale do mais intimo. Como é que é possível medi- tar, pergunta-me? Pois acho que é sempre possível a pessoas encontrarem cinco minutos para si próprias, senão vivemos na alienação, sempre no fora de nós. Já dizia Santo Agosti- nho: Deus é mais íntimo a nós do que nós próprios. Pre-

cisamos de encontrar Deus, a transcendência, o sentido no mais intimo. Precisamos de fazer silêncio e isso é possível, até enquanto conduzimos o carro para o emprego. Bem sei da agitação da vida de hoje, mas é possível, mesmo na cidade, a caminho ou no regresso do emprego, entrar cinco minutos numa igreja e meditar, estar consigo próprio, no silêncio, e aí encontrar o melhor da vida. A vida verdadeira acontece na síntese da mística, nesse encontro com a transcendência,

e encontrar também a transcendência

no outro, nos filhos, na mulher, no marido.

com o sentido último

Andamos todos desencontrados? Porque andamos no meio do barulho e da agitação. Se tivés- semos um pouco de tempo para irmos ao essencial, ao interior, ao mais fundo de nós, a partir daí teremos um tipo de relação sadia com os outros, a começar por aqueles que nos são mais próximos.

“Eu tive uma vida fácil neste sentido: valia Estamos hoje num tempo em que, desgra – vamos lutar porque amanhã vai ser m

No meio de tudo, o que é Deus? É aquilo que os ho- mens, os da Igreja também, fizeram Dele?

 

É

fundamental distinguir dois polos: o objetivo e o subjetivo.

O

polo objetivo é o sagrado, o mistério e o indizível que é Deus.

O

polo subjetivo é o conjunto de atitudes que os seres huma-

nos têm face a esse sagrado. Nós projetamos muitas vezes sobre o sagrado coisas abomináveis: superstições ridículas. O verdadeiro crente é aquele que se autocritica permanentemente e que se deixa também criticar pelos outros.

A crítica é uma espécie de ‘aferidor’ de validade?

É a postura daquele que pretende ser honesto perante esse

mistério, em que a primeira atitude deve ser de veneração e respeito. Ai de nós se não existisse critica…teríamos só gente convencida que detém, possui nas suas mãos o poder, o funda- mento, o mistério, e que depois mata em nome de Deus. Por isso digo, ai de nós se não houvesse ateus a criticar a religião.

A Igreja não gosta nada de ser criticada? O poder dá-se muito mal com a crítica…Jesus não veio revelar que há Deus, e na altura Deus era uma evidência social. Deus não se revela enquanto poder, enquanto omni- potência, mas como força criadora do amor. Essa é que é a revelação de Jesus e por isso se deixou matar, para dar teste- munho da verdade e do amor. Se tivermos uma conceção de Deus enquanto poder e quisermos dominar em nome Dele é claro que rejeitamos a crítica. Jesus disse esta coisa grandiosa, e escandalosa, para nós que gostamos tanto de poder: eu não vim para ser servido mas para servir. No diálogo inter-religioso também temos de nos deixar criticar pelos outros e criticar nós próprios aquilo que nas religiões não está de acordo com a felicidade dos homens e das mulheres porque Deus se revelou por causa dessa felicidade.

3177 :: 4 de outubro de 2012 Então porque é que mesmo o homem crente

3177 :: 4 de outubro de 2012

Então porque é que mesmo o homem crente é infeliz? Põe-me uma questão gigantesca que me leva a responder com outras perguntas: como é que Deus é Criador e existe no mundo tanta dor, tanto sofrimento, tanto horror? São pergun- tas tremendas. O próprio Cardeal Martini, recentemente fale- cido, dizia que quando pensava em Deus e no sofrimento que existia no mundo até entendia porque é que havia ateus que não acreditavam em Deus. O mal e o sofrimento não são, em pri- meiro lugar, uma questão religiosa. Todos somos confrontados com o sofrimento. Nesse sentido, este confronto não é uma questão de confronto com Deus mas uma questão humana:

todos sofremos.

não seja possível uma sociedade perfeita nós temos que apontar para lá, mesmo que isso seja utópico.

E qual é a utilidade da utopia, neste caso?

Desde logo, criticar o presente e transformá-lo para algo de melhor. E tem sido assim, apesar de tudo, que a sociedade vai evoluindo. Somos obrigados a fazer aquilo que está nas nossas mãos. Gosto muito de um autor, Pedro Laín Entralgo, católico e critico. Numa das suas últimas obras termina assim - quando chegar junto de Deus, dir-lhe-ei: fiz o que pude, até aqui che-

guei; recebe o que fiz, e transforma-o e eleva-o ao infinito e até

à

eternidade.

É aí que o caso transita em julgado?

Sim, mas por um julgamento que é o juízo da misericórdia

de Deus. Eu espero que todos os homens se salvem, o inferno

está vazio.

A ideia do inferno é mais um instrumento de poder?

Se quiser ir por aí…mas eu prefiro dizer que o inferno é uma

ideia de liberdade; é uma forma de dizer ao ser humano – toma

a vida a sério que tu não tens salvação automaticamente. O car-

deal Martini, e até já Santa Teresinha do Menino Jesus, diziam que o inferno é o apelo a uma vida digna, ao empenhamen-

to pela verdade na nossa existência. Mas o inferno está vazio. Quem ama entrega-se e empenha-se pelo outro.

Falar de amor é uma constante, será isso sinal de ver- dadeiro amor? Como é que hei-de dizer isto para não ficar mal…há muita gente a dizer amo-te muito, mas na verdade querem é sexo.

Voltamos ao capítulo dos prazeres inúteis?

O sexo estraga a vida, quando utiliza a outra pessoa, se serve

do outro como simples meio de prazer. Isso é coisificar a pes- soa é instrumentalizá-la.

a pena lutar porque amanhã era melhor. çadamente eu não posso dizer aos jovens elhor – porque eu sei que vai ser pior.”

Quem são os homens crentes? Os crentes são aqueles que acreditam: a) sabendo que Deus não podia criar um mundo infinito, sem sofrimento, logo, se o

mundo é finitivo, o mal e o sofrimento são inevitáveis; b) o mun- do é um processo, e como tal, enquanto não se der a última pa- lavra não transita em julgado o processo do mundo, da vida e da história humana. O crente é aquele que espera e sabe que a última palavra ainda não foi dita e que se anima com o viver em luta contra o mal, sabendo que Deus luta ao seu lado também contra

o mal e que Ele dirá a última palavra de misericórdia e salvação.

A sociedade pode algum dia tornar-se perfeita? Não. A sociedade perfeita é uma utopia neste mundo. Lembro-me da minha mãe sempre a pedir que tivéssemos juizinho até à hora da morte (uma coisa que falta muito) e a dizer que neste mundo nunca há felicidade perfeita. Estava cheia de razão. A realidade é complexa, o mundo é finito, não vou usar o palavrão filosófico, mas remeto para Spinoza que dizia: toda a determinação é negação: uma coisa não é a outra, haverá sempre choque entre as coisas e os seres humanos, em cada um de nós haverá choque entre a emoção e a razão que querem coisas diferentes.

Temos que saber ser estoicos? Resta-nos sofrer?

O sofrimento pelo sofrimento não vale nada e é preciso evi-

tá-lo. Temos que encontrar vias de equilíbrio. Apesar de tudo,

ser humano foi encontrando caminhos éticos e jurídicos, em

ordem à convivência e à procura de uma sociedade mais justa, em busca de uma sociedade melhor.

o

Falou de amor e a liberdade?

A liberdade ao contrário daquilo que se diz, não é limitada

pelo outro. A minha liberdade quer liberdades, quer homens livres. A liberdade é dada numa experiência de auto-posse, em que eu sou dado a mim próprio. Uma experiência funfamen- talque um ser humano consciente que não anda com os olhos no bolso nem meteu a massa encefálica no congelador, faz é

a experiência de ser dado a si mesmo. Sendo então senhor de

mim mesmo, posso dar-me a uma causa, a uma pessoa, isso

é a liberdade e o amor. A liberdade não é uma coisa que o ser

humano mas um modo de ser deste ser que é senhor de si, que se auto-possui. Aqui começa todo o exercício da liberdade:

dou-me a quem e a que causa?

A inveja e a calúnia andam a corromper a sociedade?

Vocês jornalistas é que me falam todos os dias de corrução,

na política, nas empresas, nas parcerias público-privadas. Tudo

isso arranca de uma banalidade rasante da nossa sociedade. Não digo que a nossa sociedade não tens valores. Digo que não tem a correta hierarquia dos valores. Se o valor primeiro é ter, o ser fica subordinado ao ter; se o valor primeiro é o con- sumismo, então começa a inveja do que aquele tem ou deixa de ter. O ter divide-nos, é o ser que nos une.

Que pilares devem substituir os vícios da sociedade?

É muito abstrato, mas digo que devemos antepor o ser ao

ter. Como valor central tem de estar a pessoa humana com a

sua dignidade e os seus valores inalienáveis. Daí arranca a so- lidariedade, porque os bens são para a pessoa e não o inverso.

A economia é para a pessoa e não a pessoa para a economia.

Devíamos ter instâncias de governação Global também.

E se quisermos sair da ignorância?

Para sairmos da ignorância e da opressão há um único ca- minho: pela via da cultura e da reflexão. A educação, nas vá- rias dimensões, o pensamento crítico também, são caminhos de dignificação. Mas nos tais pilares da sociedade de que falou

Grande Plano 11

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não se fundam numa convenção. Kant disse que as coisas têm

um preço porque são meios, mas um ser humano não tem pre- ço, tem dignidade porque é fim em si mesmo, porque transpor- ta com ele constituitivamente a pergunta pelo infinito, a per- gunta por Deus, independentemente da resposta afirmativa ou negativa que lhe dê. Só porque está relacionado com o infinito

é que tem dignidade em si mesmo. Por isso é que tudo come-

çou comigo a dizer-lhe que o grande mal do nosso tempo é não haver a pergunta radical.

Eu vou descer à terra. Onde fica a dignidade, assim encarada, naqueles que não podem alimentar as famílias porque não lhes dão trabalho, para os jovens que querem começar uma vida e não podem? Tudo isto precisa de uma transformação. Isto tornou-se um ‘absurdistão’ e refiro-me também ao nosso país. Pergunto-me como chegamos aqui? Criámos uma ilusão e agora temos que pagar a fatura. Tem o poder quem nos empresta o dinheiro. Temos que pagar.

Temos, quem? Aí é que deve existir justiça e equidade, regras mínimas de equidade. Não podem ser só os trabalhadores a pagar. Não se pode cobrar mais aos que não podem. Karl Marx dizia que o capital não tem pátria e hoje a transferência de fortunas está à distância de um clique e os ricos fogem com o dinheiro. Com muita mágoa digo que não sei como vamos sair daqui

Que rumo gostava de ver a sociedade tomar, sem utopias? Gostava de ver uma sociedade com homens mulheres, ho- mens, crianças- e nem lhe falei ainda do ‘tsunami’ demográfi-

co, mas refira lá isso: quem é que vai pagar as reformas daqui

a uns anos? Mas voltando à pergunta, gostava de uma sociedade onde cada pessoa pudesse ter aquele mínimo que lhe permitisse olhar para si próprio com dignidade.

O que esperava destes tempos? Apesar de tudo não podemos esquecer que demos um sal- to impressionante a nível cultural, do bem-estar, do acesso ao conhecimento, a possibilidade de intervenção, a própria cons- ciência dos direitos. Estamos numa crise, ainda assim temos que lutar e unir o otimismo da vontade a um certo pessimis- mo da inteligência.

Conhecido por criticar, sem medo. É o uso do método

deve estar a justiça. Todos dizem que a justiça não funciona e é verdade: é uma em relação aos fortes e poderosos, outra para

Não entendo o que quer dizer com ‘pessimismo da in-

Não entendo o que quer dizer com ‘pessimismo da in -

em que acredita? Mas para quê, se a sociedade perfeita

os

fracos e humildes. A educação deve abrir ao humano global

teligência’.

não existirá nunca?

e,

em consequência, abre à transcendência e aqui a religião tem

Não podemos ser ingénuos, não posso estar aqui a vender a

A crítica é própria de um ser racional. No fundo, embora

um papel fundamental a desempenhar. Os direitos humanos

ilusão de um amanhã melhor, pois sei que não será melhor.

12 Cantanhede

3177 :: 4 de outubro de 2012

12 Cantanhede 3177 :: 4 de outubro de 2012 PS quer lançar “Projeto Educativo Local” Concelhia

PS quer lançar “Projeto Educativo Local”

Concelhia pede à autarquia “políticas de fixação de novos habitantes” para garantir a manutenção da atual rede escolar

> mirla ferreira rodrigues

“O Estado da Educação” foi tema de discussão num de- bate promovido pela Comissão Política do Partido Socialis- ta de Cantanhede, no último dia 28 Setembro, no Museu da Pedra. António Rochette, professor universitário e autor de vários estudos sobe Educação e da carta educativa do con- celho de Cantanhede, e Rui Duarte, deputado PS e membro da Comissão Parlamentar de Educação na Assembleia da República, foram os oradores convidados, que defenderam a necessidade “urgente” de realizar obras na Escola EB 2,3 de Cantanhede, “uma escola que devia ter sido agregada à Secundária que fica ali ao lado e foi deixada de fora”. Numa nota enviada às redações, a Comissão Política do Partido Socialista de Cantanhede refere que o concelho tem “vindo progressivamente a perder população e a tornar-se cada vez mais envelhecido, notando-se um decréscimo de nascimento de crianças”, uma “situação preocupante para a sustentabilidade e futuro da rede escolar do concelho”, foi sinalizada a “necessidade urgente, por parte da Câmara, da aplicação de políticas para a captação de novos habitantes para o concelho de Cantanhede, como forma de inverter o progressivo envelhecimento da população, bem como garan- tir a manutenção da atual rede escolar”. Os socialistas acusaram ainda este governo PSD/CDS de “destruir a Educação no nosso País”, ao “atirar cerca de 18 mil professores para horários zero, mobilidade especial e de futuro para o desemprego com a situação dos mega agru- pamentos escolares com mais de 3.000 alunos, turmas com mais de 30 alunos, a eliminação da disciplina EVT (Educação Visual e Tecnológica), e a desvalorização da Educação Físi- ca, deixando de contar para a média do aluno”. “São alguns maus exemplos daquilo que este Governo está a fazer com a Educação do nosso País. Tudo isto com um único propósito de poupar uns milhões de euros a pedido da Troika, argu- mentam. “O Partido Socialista sempre defendeu uma Escola Pública de Qualidade para todos, independentemente da sua situação social e económica. Estes novos tempos obrigam a novas formas de encarar o processo educativo, daí como conclusão final deste debate resultou um consenso de se implementar um Projeto Educativo inovador, numa lógica de democracia participativa – chamado de Projeto Educativo Local, que en- globe todos os agentes educativos e a comunidade envolven- te”, conclui o documento.

e a comunidade envolven- te”, conclui o documento. pub PS E PSD PARTILHARAM INTENÇÃO DE VOTO
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PS E PSD PARTILHARAM INTENÇÃO DE VOTO

Assembleia Municipal votou pela manutenção das 19 freguesias

Pronúncia vai ser entregue até dia 15 de outubro na Assembleia da República

entregue até dia 15 de outubro na Assembleia da República > m irla f erreira r

> mirla ferreira rodrigues, texto e foto

A Assembleia Municipal de Cantanhede já tomou posi-

ção sobre a aplicação do regime jurídico da “Reorganização Territorial Autárquica” (Lei 22/2012, de 30 de maio). O as- sunto constava da agenda da última reunião, realizada em 28 de setembro, no âmbito da qual foi aprovada pela maioria dos deputados municipais do PSD e do PS a proposta “no sentido de se manterem as 19 freguesias atualmente existen- tes no concelho de Cantanhede”, rejeitando assim a redução de cinco, prevista no referido diploma legal. Das outras duas proposições sujeitas a votação, uma, “visando a redução mí-

nima de freguesias, de 19 para 15 (…), após ponderação de critérios objetivos”, obteve seis votos, e a outra, propondo “a agregação das freguesias mais recentes e com menor nú- mero de habitantes”, registou apenas um voto.

A proposta que reuniu maior consenso foi aquela que é

contra a extinção ou agregação de freguesias, “uma vez que

ficaria posta em causa a coesão territorial do município, a qual está perfeitamente consolidada no forte enraizamento das populações às suas comunidades locais através de dinâ- micas socias muito particulares e que não devem de modo nenhum ser subvertidas”.

O texto refere ainda que a extinção de cinco freguesias

do concelho de Cantanhede na lei da “Reorganização Ter- ritorial Autárquica” não faz sentido, pois “neste município não há quaisquer razões, nem do ponto de vista sociológico, nem em termos administrativos, nem mesmo por critérios de racionalidade económica, que justifiquem a redução de freguesias”.

A este propósito, o documento enfatiza o facto de o con-

celho de Cantanhede ter um território com 400 quilómetros quadrados, o maior do distrito de Coimbra, “organizado em comunidades locais profundamente arreigadas a valores, referências e rotinas que dão sentido ao seu quotidiano e reforçam o sentimento de pertença e os desígnios coletivos relativamente ao que é o interesse comum e as causas que defendem”. Por outro lado, embora se admita que nos concelhos mais urbanos, sobretudo nas grandes cidades, haja motivos para reduzir o número de freguesias, “num concelho como o de

Cantanhede a reforma terá sempre implicações negativas muito profundas, sobretudo porque envolve questões com- plexas relacionadas com a identidade de comunidades que querem preservar a todo o custo um património que não veem qualquer sentido em ser alienado por imposição do Estado”. Noutro passo da fundamentação utilizada pode ler-se que “o património material e imaterial dessas comunidades se tem consolidado a partir da rede de infraestruturas e equipa- mentos coletivos em que a Câmara Municipal tem investido, segundo uma lógica de repartição equitativa dos investimen- tos pelas freguesias, segundo critérios que levam em linha de conta os principais eixos de desenvolvimento económico e social do concelho”. Com base neste enquadramento, o texto adianta que “são as juntas de freguesia que, no exercício do seu poder de pro- ximidade, desempenham um papel insubstituível na manu- tenção de muitas dessas infraestruturas e na dinamização

dos equipamentos coletivos em colaboração com os agen- tes socioculturais locais, sem esquecer a importância crucial dos serviços que presta aos munícipes com um atendimento personalizado e célere às suas solicitações, o que não deixa de oferecer vantagens ao nível da racionalização de recur- sos”.

A posição subscrita pela maioria dos elementos das ban-

cadas do PSD e do PS na Assembleia Municipal de Canta- nhede conclui que “a atual divisão administrativa do conce- lho é, efetivamente, a que melhor garante a prossecução do processo de desenvolvimento sustentável que o Município de Cantanhede atravessa desde há cerca de quinze anos e a sua manutenção é essencial para o reforço das condições para combater a desertificação e atenuar o êxodo rural”. A terminar é ainda referido que “esta questão atinge tam- bém uma dimensão ética inalienável para quem na sua ati- vidade política valoriza a coerência e recusa deixar-se con- dicionar pelas circunstâncias ou por interesses meramente conjunturais. Os interesses do município de Cantanhede, os interesses das populações das freguesias que o constituem estão, como sempre estiveram, em primeiro lugar”.

os interesses das populações das freguesias que o constituem estão, como sempre estiveram, em primeiro lugar”.
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Seu marido CelsoAnjo, seus filhos Carlos, Fernando, Elisabete, Ida- lina e Celso, genro, noras e netos na impossibilidade de o fazerem

pessoalmente vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que participaram nas cerimónias fúnebres da sua ente querida, ou que de qualquer outro modo, especialmente durante estes últimos três meses os ajudaram e acompanharam nesta dor.

A

todos a sua profunda gratidão.

 

São Caeteno, setembro de 2012

LuCiANA dA CoSTA CoSME CANTANHEDE 88 Anos Faleceu a 26 de setembro de 2012 Seus

LuCiANA dA CoSTA CoSME

CANTANHEDE 88 Anos Faleceu a 26 de setembro de 2012

CoSME CANTANHEDE 88 Anos Faleceu a 26 de setembro de 2012 Seus filhos, noras e netos

Seus filhos, noras e netos na impossibilidade de o fazerem pes- soalmente vêm por este meio agradecer a todas as pessoas que participaram nas cerimónias fúnebres da sua ente querida, ou que de qualquer outro modo manifestaram o seu sentimento de pesar.

A todos a sua profunda gratidão.

Seu filho, José Emidio Costa, agradece reconhecidamente às fun- cionárias do Lar da Santa Casa da Misericórdia de Cantanhede, que trataram bem e zelaram pela sua ente querida durante o período que esteve nesta mesma instituição.

Cantanhede, setembro de 2012

nesta mesma instituição. Cantanhede, setembro de 2012 roSA AuGuSTA dE JESuS PESSoA Franciscas 81 anos
nesta mesma instituição. Cantanhede, setembro de 2012 roSA AuGuSTA dE JESuS PESSoA Franciscas 81 anos
nesta mesma instituição. Cantanhede, setembro de 2012 roSA AuGuSTA dE JESuS PESSoA Franciscas 81 anos

roSA AuGuSTA dE JESuS PESSoA

Franciscas

81 anos

Profundamente comovidos, seus filhos, noras, genros, netos e res- tante família agradecem a todos os que os acompanharam, ou de

outro modo lhes manifestaram o seu pesar, trazendo o seu apoio e

o calor da sua amizade, ajudando-os neste tempo de dor e enorme saudade.Agradecem também a todos os profissionais da Santa Casa da Misericórdia de Cantanhede, todo o carinho e cuidados que lhe foram prestados durante a sua permanência nesta instituição. Deus a tenha na sua boa companhia. Que descanse em paz. A todos a sua eterna gratidão.

Febres, setembro de 2012

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MAriA dE LurdES dA CruZ CuPido

Varziela

81 anos

MAriA dE LurdES dA CruZ CuPido Varziela 81 anos Seu marido, filhos, genros, nora e netos

Seu marido, filhos, genros, nora e netos agradecem, reconhecida- mente, a todos aqueles que, de algum modo, se associaram à sua

profunda dor pelo falecimento da sua muito querida esposa, mãe

e avó.

Varziela, setembro de 2012

FiCHA TÉCNiCA

FuNdAdor Padre Mário Oliveira de Brito Rua dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, n.º 330, 3060-163 Cantanhede CONTACTOS redacção 231 420 989 | e-mail: noticias@jornalboanova.com Administração 231 422 870 | Fax 231 420 989 | e-mail: geral@jornalboanova.com Publicidade 231 422 870 | Fax 231 420 989 | e-mail: comercial@jornalboanova.com ProPriEdAdE/EdiTor Fábrica da Igreja Paroquial de Cantanhede Pessoa Colectiva n.º 500968209 | N.º de Registo do ICS 101971 Depósito Legal | 2013/83 dirECÇÃo director Luís Francisco Cordeiro Marques - T.E. 750 rEdACÇÃo Graça Cunha - C. P. 5300 | Mirla Ferreira Rodrigues - C. P. 8898 | Carla Assunção - C. P. 8899 | CoLAborAdorES Miguel Cotrim - C. P. 5533 | Rui Sérgio - C. O. 261

CorrESPoNdENTES Adelino Claro (Enxofães); Amaro Pessoa (Carapelhos); Ana Costa e Silva (Cadima); Antonino Machado (Murtede); António Parreiral (Ançã); Batista Fonseca (Sepins); Dorindo Camarinho (To- cha); Eduardo Pessoa (São Caetano); Elsa Cavaco (Corticeiro de Cima); Filipe Figueiredo (Ouren- tã); Irene Moço (Pena); Isabel Lourenço (Varziela); Joaquim Croino (Sanguinheira); José Cardoso Branco (Montinho); José de Jesus Pessoa (Febres); Luís Rocha (Seixo de Mira); Manuel Augusto

A. Santos (Sanguinheira); Manuel Fernando Jorge Felício (Caniceira); Manuel Sebastião (Leme- de); Maria E. Marques (Portunhos); Messias Simões (Covões); Natália Nogueira (Cordinhã); Raul Cruz (Bolho); Arménio Veríssimo (Outil); Vidal Gentil (V. N. de Outil) e Vítor Batista (Pocariça). dESPorTo Adérito Fontes (Atletismo); Arnaldo Carvalho (Ténis); António Parreiral (Futebol); Fernando Faustino (Futebol); João Pais de Sousa (Pesca); José Carlos Jesus (Futebol); José dos Santos (Columbofilia); Luís Mendes (Karaté); Luís Tomé (BTT); Batista Fonseca (Futebol); Manuel Romão (Futebol); José Fatia (Futebol e Futsal); Orlando Jorge (Futebol); Vítor Campos (Futebol); Ana Felício e Nuno Freitas (Voleibol) e Vítor Oliveira (Automobilismo). oPiNiÃo Cónego António Rego; Arnaldo Carvalho; Ilídio Sacarrão Martins; Isabel Neves; Dom João Alves; Lara Guina; Lurdes Boavida; Mário Frota; Nuno Sérgio; Pedro Guina Vasco Espinhal Otero e Luís Alves. diVErSoS Ildefonso Samelo e Licínio Alves. FoToGrAFiA Oliveira (Cantanhede).

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Todos os artigos de opinião são da responsabilidade de quem os assina, não vinculando o jornal Boa Nova ao seu conteúdo.

de quem os assina, não vinculando o jornal Boa Nova ao seu conteúdo. Tiragem desta edição:

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4

Operário

2

1

1

0

3

2

4

Sousense

3

1

1

1

4

4

4

Anadia

3

1

1

1

1

1

4

S. João Ver

3

1

0

2

3

3

3

Tourizense

3

0

2

1

5

6

2

Pampilhosa

3

0

2

1

4

6

2

Bustelo

3

0

2

1

0

1

2

Lusitânia

3

0

1

2

2

7

1

Nogueirense

3

0

0

3

3

8

0

PrÓXima JorNaDa

Cesarense

.

Sp. Espinho

Operário

.

Anadia

Lusitânia

.

S. João Ver

Nogueirense

.

Ac.Viseu

Pampilhosa

.

Tocha

Benf.C.Branco

.

Coimbrões

Sousense

.

Cinfães

Bustelo

.

Tourizense

diViSÃo dE HoNrA AFC

PrÓXima JorNaDa

Carapinheirense

.

Desp. Lagares

Febres

.

Marialvas

Vigor

.

Académica SF

Arganil

.

Touring

Ançã

.

Moinhos

Pampilhosense

.

Vinha da Rainha

União FC

.

Eirense

1.ª diViSÃo AFC

Gândaras Esperança Atlético Águias Condeixa Góis S. Pedro Alva Gândara Sepins

3

.

0

São Silvestre

 

1

.

3

S. Mamede

 

6

.

1

Agrário Lamas

 

1

.

0

Mocidade

 

3

.

3

Poiares

1

.

2

Ribeirense

1

.

2

Brasfemes

1

.

2

Lousanense

 
 

J

V

E

d

M

S

P

Gândaras

2

2

0

0

6

2

6

Brasfemes

2

2

0

0

5

3

6

Poiares

2

1

1

0

7

5

4

Góis

2

1

1

0

4

3

4

Águias

2

1

1

0

7

2

4

Lousanense

2

1

1

0

3

2

4

S. Mamede

2

1

0

1

5

4

3

São Silvestre

2

1

0

1

4

3

3

Ribeirense

2

1

0

1

2

2

3

Condeixa

2

1

0

1

3

4

3

Esp.Atlético

2

0

1

1

1

3

1

Agrário Lamas

2

0

1

1

1

6

1

Gândara

2

0

1

1

2

3

1

Mocidade

2

0

1

1

1

2

1

S. Pedro Alva

2

0

0

2

3

5

0

Sepins

2

0

0

2

1

6

0

PrÓXima JorNaDa

Brasfemes

Sepins*

Gândaras

.

Esperança Atlético

S. Mamede

.

Águias

Agrário Lamas

.

Condeixa

Mocidade

.

Góis

Poiares

.

S. Pedro Alva

Ribeirense

.

Gândara

São Silvestre

. . * - 05/09

Lousanense

iNFANTiS – SÉriE d

PrÓXima JorNaDa

Tocha A

.

Naval 1.º maio A

Sanjoanense A

.

Pedrulhense B

Pereira

.

Adémia

Académica C

.

Marialvas

Académica SF C

.

Sourense B

Ançã

.

Carapinheirense

iNFANTiS – SÉriE E

PrÓXima JorNaDa

Vateca

.

Ereira

Sanjoanense B

.

Formoselha

Montemorense

.

Praia Leirosa

Águias

.

Gândara

Febres

.

Cova Gala

Naval 1.º maio B

.

Ala Arriba

FuTSAL FEMiNiNo AFC

diViSÃo HoNrA

PrÓXima JorNaDa (10/10)

Vilarinho

.

Conimbricense

Tocha

.

Almas

Penelense

.

Serpinense

Santa Clara

.

Casal Santo Amaro

Ribeirense

.

Ourentã

FuTebol

Ançã FC apresentou equipa aos sócios e deixou em campo boas indicações

Vitória fácil por 3-0 frente à formação da União Desportiva da Tocha

ANÇÃ Jorge Bolito, David Matado, Ricardo

Costa, João Miguel, André Santos, João Catarino, Luis André, Pedro Figueiredo, Agostinho Simões, Rui Jorge e David Lopes. Treinador: Paulo Taraio.

TOCHA Pedro, Timóteo, Daniel, Diogo, Zé, Pedro, João Pedro, Telmo, João Paulo, Rafael e Nuno. Treinador: Miguel Carvalho.

Ao intervalo: 1-0. Marcadores: Agostinho (37’), Paulo Bio (80’ gp) e Pedro.

AÇÃO DISCIPLINAR Cartão amarelo: nada a registar. Árbitro: Jorge Alfredo. Auxiliares: Paulo Leite e Paulo Cortesão. Complexo Desportivo de Cantanhede

> antónio Parreiral

A equipa sénior do Ançã Futebol Clube, apresentou- -se publicamente o plantel que terá ao dispor na tempo- rada desportiva 2012/2013, na Divisão de Honra. A vitó- ria frente à formação jovem do Tocha por 3-0 deixou boas indicações e entrar com o pé direito no próximo fim de semana para a primeira jornada, recebendo o Moi- nhos. José Santos, presidente do clube ançanense, considerou

que o plantel tem “valor para ficar em primeiro lugar” e pediu o apoio de jogadores, técnicos e massa associativa,

e que a equipa chegue “o

mais longe possível para o sucesso”. Disse também que

o “Ançã é a insígnia da terra”.

O técnico Paulo Taraio

aproveitou o momento para garantir “a continuidade da qualidade da equipa e lutar

pelo primeiro lugar”. “Con- fio plenamente no grupo de trabalho que vai liderar e pro- mete lutar com galhardia para dignificar as camisolas que os atletas envergam”, adiantou antes do apito inicial.

A tarde prometeu bom

tempo para a prática de fu- tebol, ambas as equipas jo- garam com equilíbrio e é de realçar a galhardia da turma forasteira que entrou em campo com alma, bem or-

ganizada e que deu bastante trabalho ao Ançã. O primei- ro golo só surgiu a oito mi-

nutos do final da primeira

parte. Na segunda parte com as alterações o jogo decaiu um pouco e os golos só apare- ceram já nos minutos finais, quando a jovem equipa lhe faltou as forças. A dez minu- tos do final, Paulo Bio marca de grande penalidade e cinco minutos depois foi a vez de Pedro Catarino, no belíssimo

remate que não deu a míni- ma hipótese a Pedro. Resul- tado justo numa partida em que por vezes o futebol foi de boa qualidade de parte a parte, com as duas forma- ções a darem boas indica- ções aos seus técnicos. Arbitragem esteve em bom plano.