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LEVANTAMENTO ETNOBOTÂNICO E ETNOFARMACOLÓGICO DE PLANTAS MEDICINAIS EM COMUNIDADES RURAIS DE AMARGOSA E MUTUÍPE – BA

Marcos Paulo Leite da Silva ; Odalice Silva Guimarães ; Alexandre Américo Almassy Jr ; Franceli da Silva ; Gabriela Neves Martins

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1 Centro de Ciências Agrárias, Ambientais e Biológicas, Universidade Federal do Recôncavo da Bahia. Campus Universitário. CEP: 44380-000, Cruz dasAlmas – BA. E-mail: mpauloleite@hotmail.com, franceli@ufrb.edu.br

RESUMO: A Mata Atlântica ocupa aproximadamente 7,3 % do território nacional, constituindo importante objeto de pesquisas sobre plantas com usos terapêuticos. O objetivo deste trabalho foi avaliar o conhecimento sobre plantas medicinais entre os moradores de comunidade rurais, dos Municípios deAmargosa e Mutuípe - BA, que se localizam nos domínios do bioma de Mata Atlântica. Os dados foram obtidos por meio de entrevistas e aplicação de questionários semi-estruturados com posterior coleta das p lantas indicadas. Foram entrevistados 33

24 famílias no município de Amargosa e

“especialistas”, sendo cerca de 88 % do sexo feminino. Foram registrados

29 em Mutuípe, predominando plantas da família Lamiaceae O diabetes e a gripe foram os problemas de saúde

mais comumente citados em todas as comunidades rurais pesquisadas. As formas de preparo mais comuns foram decocção, infusão e xarope. O levantamento etnobotânico e etnofarmacológico permitiu a comprovação do uso tradicional de plantas medicinais nas comunidades rurais dos municípios de Amargosa e Mutuípe, e ainda a correlação entre o saber tradicional e o científico, cada vez mais respaldado e evidenciado em várias regiões no Brasil.

.

Palavras chave: planta medicinal, etnobotânico, etnofarmacológico mata atlântica

,

ETHNOBOTANICAL AND ETHNOPHARMACOLOGICAL SURVEY OF MEDICINAL PLANTS IN RURAL COMMUNITIES OF AMARGOSA AND MUTUÍPE – BA

ABSTRACT: The Atlantic forest occupies approximately 7.3 % of the national territory, and is an important object of research on plants with therapeutic uses. The objective of this study was to evaluate the knowledge of medicinal plants among the residents of rural communities of Amargosa and Mutuípe municipalities, located in areas of the Atlantic forest biome. The data was obtained through interviews and implementation of semi-structured questionnaires with later collection of the indicated plants. Thirthy three experts were interviewed and 88 % were

in Mutuípe. There was a

females. Plants of 24 families were found in the municipality of Amargosa and of 29

predominance of plants of the family Lamiaceae. The diabetes and influenza were health problems most commonly

cited in all rural communities interviewed. The most common forms of preparations were decoction, infusion and

syrup. This ethnobotanical and ethnopharmacological

rural communities of Amargosa and Mutuípe. It also shows the correlation between traditional and scientific knowledge increasingly endorsed in several regions in Brazil.

families

survey evidentiates the use of traditional medicinal plants in

Key words: medicinal plant, ethnobotany, ethnopharmacology,Atlantic rainforest

INTRODUÇÃO

A etnometodologia é um método próprio das Ciências Sociais que busca, entre outros objetivos, possibilitar o resgate dos conhecimentos tradicionais junto a populações geográfica ou culturalmente definidas, como tribos indígenas, ou grupamentos sociais economicamente delimitados como comunidades vulnerabilizadas pela pobreza ou moradores de bairros periféricos de determinada cidade. Tal metodologia tem merecido atenção especial nos últimos anos devido a fatores como a

aceleração no processo de aculturação e perda de valiosas informações populares sobre a compreensão e uso de recu rsos natu rais disponíveis e o surgimento ou fortalecimento de novos mercados, como o de plantas medicinais, devido à preferência de muitos consumidores por produtos de origem natural. Um dos seguimentos da etnometodologia é a etnobotânica que apresenta caráter multi e interdisciplinar e onde se busca, junto a determinados grupamentos sociais, compreender as relações do ser humano com o ambiente, bem como resgatar as

Magistra, Cruz das Almas - BA, v. 22, n. 1, p. 08 -13, jan./mar., 2010

Silva et al.

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estratégias de manejo utilizadas por esses povos,

na exploração dos recursos naturais vegetais que tem

garantido sua sobrevivência (Amoroso et al., 2002). Este trabalho foi parte integrante das atividades programadas no Projeto ERVAS - Ervanário Regional de Valorização da Agroecologia Familiar e da Saúde, desenvolvido em comunidades rurais selecionadas nos municípios de Amargosa e Mutuípe, localizados na região do Recôncavo da Bahia. Tal Projeto, que conta com financiamento do Ministério da Ciência e Tecnologia - MCT e do CNPq, objetivou resgatar o conhecimento tradicional relacionado às plantas medicinais utilizadas como estratégias terapêuticas pelas comunidades rurais. Buscou-se no presente trabalho identificar os condicionantes de uso de plantas medicinais nas comunidades rurais Três Lagoas, Cambaúba e Gentio localizadas no Município de Amargosa - BA e Pindoba e Pastinho localizadas em Mutuípe - BA.

MATERIAL E MÉTODOS

A pesquisa de campo foi desenvolvida de julho

a setembro de 2006, ultilizado-se o processo de

amostragem por especialistas (“experts”) para a definição da amostra de informantes. Foram selecionados como informantes, aquelas pessoas consideradas como referência na utilização de plantas medicinais nas comunidades envolvidas no projeto. Na primeira etapa do trabalho, foi feita a investigação etnobotânica das espécies onde foram identificados os nomes populares daquelas que eram mais frequentemente usadas pelas famílias das comunidades. Nesta etapa, também foi realizado o levantamento das formas de preparo e uso das plantas medicinais pelos moradores das comunidades. Metodologicamente as informações foram obtidas por meio de entrevistas semi-estruturadas. Estas entrevistas foram realizadas por meio de um roteiro de entrevista que continha apenas tópicos pré- definidos, permitindo que novas questões fossem originadas ao longo do diálogo e que os entrevistados manifestassem suas idéias espontaneamente.

O roteiro de entrevista apresentou os seguintes tópicos:

principais problemas de saúde que afetavam a comunidade e a família, identificação dos responsáveis pelas questões de saúde em cada residência, primeira estratégia de tratamento em caso de problemas de saúde; origem do conhecimento sobre plantas medicinais; forma de preparo de remédios caseiros, transmissão do conhecimento sobre plantas medicinais entre gerações; eficácia terapêutica das plantas medicinais. Logo após foram realizadas coletas de amostras de plantas medicinais junto aos informantes. As amostras foram identificadas cientificamente por um botânico e submetidas ao depósito no herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana – BA. Posteriormente, foram relacionados os usos tradicionais, as informações científicas já disponíveis para as principais espécies identificadas.

Na segunda etapa de trabalho foi realizada a sistematização das info rmações obtidas. A sistematização e análise foram realizadas conforme preconizado por Bardin (1988), ou seja, por meio da construção de categorias analíticas onde se buscou agrupar as concepções de acordo com a frequência das idéias, porém, não desconsiderando concepções que, apesar de pouco frequentes, apresentaram grande relevância às questões propostas na investigação.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Foram identificados 33 “especialistas” em plantas

m e d i c i n a i s n a s c i n c o c om u n i d a d e s r u r a i s

participantes do Projeto sendo: 16 em Cambaúba, 7 em

Três Lagoas e Gentio (município de Amargosa) e 10 em Pindoba e Pastinho (município de Mutuípe). Entre os “especialistas”, 88 % são mulheres e apenas

12 % são homens. A maioria dos “especialistas” nasceu

em suas próprias comunidades (100 % no caso das comunidades de Três Lagoas, Gentio, Pindoba e

Pastinho). Em Cambaúba entretanto, pouco mais de

40 % dos “especialistas” nasceu em outra localidade.

Na Tabela 1 são relacionados os problemas de saúde relatados como mais reincidentes nas comunidades pesquisadas.

Tabela 1 - Problemas de saúde relatados como mais reincidentes nas comunidades envolvidas no Projeto ERVAS.

Comunidade

Município

Problemas de saúde mais comuns

Cambaúba

Cambaúba Amargosa Pressão alta, dor-de-cabeça, dor na coluna, febre, gripe e diabetes

Amargosa

Pressão alta, dor-de-cabeça, dor na coluna, febre, gripe e diabetes

Três Lagoas e Gentio

Amargosa

Verminoses, gripe, dores musculares e diabetes

Pindoba e Pastinho

Mutuípe

Diabetes, pressão alta, gripe, reumatismo e escabiose

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Levantamento etnobotânico e etnofarmacológico de

O diabetes e a gripe foram os problemas de

saúde mais comumente citados em todas as comu- nidades rurais pesquisadas. As donas-de-casa são, em quase totalidade das residências das comunidades, as responsáveis pelo tratamento dos problemas de saúde de algum membro familiar. A predominância de mulheres reconhecidas como “especialistas” em rela-

ção ao preparo e uso de plantas medicinais também foi percebida por Rodrigues et al. (2002). Segundo estes autores em comunidades rurais no Brasil tradicional-

,

mente, os assuntos relativos à saúde e à doença são

delegados à responsabilidade das mulheres.

O uso de plantas medicinais como primeira

estratégia de tratamento para problemas de saúde foi citado por 77 % dos entrevistados na comunidade Cambaúba, 100 % em Três Lagoas e Gentio (Amargosa) e 60 % dos entrevistados em Pindoba e Pastinho (Mutuípe). Crestani et al. (2005) relataram que o uso de plantas medicinais como primeira estratégia de tratamento pela população é muito frequente, e o número de famílias usuárias de ervas medicinais que as cultiva em seu quintal ou que as compram em lojas especializadas como farmácias, herbários e mercados são semelhantes. Em todas as comunidades rurais a forma de uso prevalecente das plantas medicinais é o chá preparado por decocção, resultado comum a trabalhos conduzidos junto a comunidades de outras regiões do Brasil. Foi citado por 30 % dos entrevistados das comunidades de Pindoba e Pastinho, o preparo de chás por infusão e também de xaropes ou lambedores.

É comum o cultivo de plantas medicinais nos quintais das residências dos agricultores. Quando necessário, aqueles que não cultivam recorrem aos vizinhos para obtenção de ramos de plantas. Quase todos os entrevistados afirmaram ter aprendido a fazer

uso das plantas medicinais com seus avós ou pais. Três entrevistadas da comunidade Pindoba em Mutuípe, entretanto, afirmaram que aprenderam a usar as plantas sozinhas ou assistindo programas de televisão. Questionados sobre a transmissão do conhecimento às novas gerações, a maioria dos especialistas afirmou que os jovens fazem uso das plantas medicinais preparadas por seus pais, porém , a grande maioria não demonstra interesse em conhecer

as plantas e nem em como prepará-las.

A maioria dos entrevistados afirmou que apesar de acreditarem na eficácia terapêutica das plantas medicinais, consideram que elas não são capazes de curar todas as enfermidades e que os profissionais de saúde devem ser consultados. No levantamento etnobotânico foram identifi- cadas 24 famílias botânicas com uso medicinal em Amargosa, BA, identificando-se 29 plantas em nível de

espécie e oito em nível de gênero. As famílias com mais representantes de uso medicinal foram Lamiaceae e Verbenaceae. Em Mutuípe, foram identificadas 29 famí- lias botânicas como de uso medicinal, sendo que 31 plantas foram identificadas ao nível de espécie e sete em nível de gênero. As famílias mais comumente usadas com medicinais em Mutuípe foram Asteracea e Lamiaceae. Rodrigues e Carvalho (2007) encontraram resultado semelhante, no qual os entrevistados fizeram

a utilização das plantas como indicação para

antidiarreico, antiemética, calmante, estomática,

colagoga, diabetes, desobstrução do fígado, febre, dor

de garganta e outras utilizações.

Na Tabela 2 estão relacionadas as espécies medicinais identificadas no levantamento etnobotânico conduzido junto as comunidades rurais participantes do Projeto ERVAS.

,

Tabela 2 Espécies medicinais por município participante do Projeto ERVAS identificadas no levantamento

etnobotânico. Amostras depositadas no Herbário da Universidade Estadual de Feira de Santana – UEFS.

-

Município

Família Botânica

Espécie

VIC

Amargosa

Acanthaceae

sem identificação em nível de espécie

116631

 

sem identificação em nível de espécie

116638

 

Amaranthaceae

sem identificação em nível de espécie Gomphrena globosa Mart.

116635

 

116637

 

Anacardiaceae

Schinus terebinthifolius Raddi Anacardium occidentale L.

116668

e 116658

 

116670

 

Apiaceae

sem identificação em nível de espécie Foeniculum vulgare

116634

 

116643

 

Asteraceae

Vernonia polyanthes sem identificação em nível de espécie

116639

 

116694

em nível de espécie 116639   116694 Continua Magistra, Cruz das Almas - BA, v.
em nível de espécie 116639   116694 Continua Magistra, Cruz das Almas - BA, v.

Continua

Magistra, Cruz das Almas - BA, v. 22, n. 1, p. 08 -13, jan./mar., 2010

continuação

Silva et al.

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Município

Família Botânica

Espécie

VIC

Amargosa

Caesalpiniaceae

Cassia occidentalis L.

116656

Chenopodiaceae

Chenopodium ambrosioides L.

116640 e 116702

Cyperaceae

Cyperus articulatus

116671

Euphorbiaceae

Phyllanthus niruri L.

116663 e 116654

Fabaceae

Indigofera

116641

 

Zornia

116642

Chamaecrista

116644

 

Lamiaceae

Ocimum campechianum Mill. Ocimum basilicum L. sem identificação ao nível de espécie Ocimum americanum L. Leonotis nepetaefolia Ocimum Plectranthus barbatus Andr. Mentha sp. Plectranthus Ocimum selloi Benth.

116662

 

116669

116673

116696

116678

116659

116661

116632

116699

116700

 

Lauraceae

Persea americana Mill

116737

Malpigihiaceae

Malpighia glabra L.

116633

Malvaceae

Gossypium hirsutum L.

116667

Myrtaceae

Eugenia uniflora L.

116645 e 116660

Phytolaccaceae

Petiveria aliaceae L.

116664 e 116675

Plantaginaceae

Plantago major L.

116630

Poaceae

Cymbopogon citratus Stapf

116655

Rubiaceae

Borreria verticilata

116653

Rutaceae

sem identificação em nível de espécie

116703

Scrophularariaceae

Scoparia dulcis L. sem identificação em nível de espécie

116665

 

116648

 

Solanaceae

Brunfelsia uniflora (Pohl) D. Don Solanum

116704

 

116649

 

Verbenaceae

Lippia microphylla Cham. Lippia Alba (Mill.) N. E. Br. Lantana camara Lippia

116666

 

116674

e 116697

116657

116636

 

Zingiberaceae

Alpinia

116672

Mutuípe

Amaranthaceae

Alternanthera brasiliana (L.) Kuntze

116722 e 116723

Anacardiaceae

sem identificação em nível de espécie

116679

Apiaceae

Foeniculum vulgare

116721 e 116727

Continua

Magistra, Cruz das Almas - BA, v. 22, n. 1, p. 08-13, jan./mar., 2010

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continuação

Levantamento etnobotânico e etnofarmacológico de

Município

Família Botânica

Espécie

Município Família Botânica Espécie Nº VIC

VIC

Mutuípe

Asteraceae

sem identificação em nível de espécie Artemisia absinthium L. Artemisia vulgaris L. Bidens pilosa L. Tagetes minuta L.

 

116689

 

116729

116724

116743

116733

 

Bixaceae

Bixa orellana L.

116715

Caesalpiniaceae

Senna alata Roxb. Senna occidentalis (L.) Link.

 

116746

 

116741

 

Caprifoliaceae

Sambucus

116709

Caricaeae

Carica papaya L.

116738

Chenopodiaceae

Chenopodium ambrosioides L.

116706

Curcubitaceae

sem identificação em nível de espécie

116711

Euphorbiaceae

Phyllanthus niruri L.

116719

Fabaceae

Cajanus cajan (L.) Mill.

116735

Lamiaceae

Ocimum gratissimum L. Aloysia Mentha sp. Plectranthus barbatus Andr. sem identificação ao nível de espécie Mentha pulegium L. Ocimum sp. Mentha Ocimum selloi Benth Rosmarinus officinalis L.

 

116714

 

116717

116718

116725

116742

116752

116734

116684

116685

116687

 

Lauraceae

sem identificação em nível de espécie

116681

Malpigihiaceae

Malpighia glabra L.

116710

Malvaceae

Hibiscus sp. L

116730

Myrtaceae

sem identificação ao nível de espécie sem identificação em nível de espécie Eugenia uniflora L.

 

116682

 

116755

116748

 

Piperaceae

sem identificação em nível de espécie sem identificação em nível de espécie

116754

 

116749

 

Plantaginaceae

Plantago sp. L.

116726

Poaceae

sem identificação em nível de espécie sem identificação em nível de espécie

 

116677

 

116707

 

Polygalaceae

Polygaia ilheotica Wawra

116744

Punicaceae

Punica

116683

continuação

Silva et al.

13

Município

Família Botânica

Espécie

VIC

Mutuípe

Rubiaceae

Mitracarpus Borreria vetcillata (L.) G. Mey

116731

 

116732

 

Rutaceae

sem identificação ao nível de espécie Ruta graveolens L. Citrus

116686

 

116720

116688

 

Scrophularariaceae

Scoparia

116708

Solanaceae

Brunfelsia uniflora D. Don

116747

Verbenaceae

Lippia thymoides Lippia Alba (Mill.) N. E. Br.

116716

 

116728

 

Vitaceae

sem identificação em nível de espécie

116691

Zingiberaceae

sem identificação em nível de espécie Zingiber officinale Roscoe

116756

 

116690

 

CONCLUSÃO

BARDIN, L. 1988. 229 p.

Análise de conteúdo

. Lisboa: Edições 70,

O levantamento etnobotânico e etnofarma- cológico permitiu a comprovação do uso tradicional de plantas medicinais nas comunidades rurais dos municípios de Amargosa e Mutuípe, e ainda a correlação entre o saber tradicional e o científico, cada vez mais respaldado e evidenciado em várias regiões no Brasil.

REFERÊNCIAS

AMOROSO, M. C. M. et al . Métodos de coleta e análise de dados em etnobiologia, etnoecologia e disciplinas correlatas . Rio Claro,SP: Unesp, 2002.

204p.

CRESTANI, S. C. et al. Levantamento de uso de plantas medicinais pela comunidade do bairro Novo Mundo, Curitiba, PR, no ano de 2004 . Jornal Brasileiro de Fitomedicina , São Paulo, v. 3, n. 4, 2005.

RODRIGUES A. G., COELHO, F. M. G. Formas de

conhecimento. In: RODRIGUES, A. G. et al. Plantas

etnoecologia e

etnofarmacologia. Viçosa, MG: UFV, DFT, 2002.p. 3-22.

medicinais e a romá ticas :

RODRIGUES, V. E. G. CARVALHO, D.A. Levantamento etnobotânico de plantas medicinais no domínio dos cerrados na região do Alto Rio Grande, Minas Gerais. Revista Brasileira de Plantas Medicinais , Botucatu, v. 9, n. 2, p.17-35, 2007.

Recebido:23/09/2008

Aceito:13/04/2009

Magistra, Cruz das Almas - BA, v. 22, n. 1, p. 08 -13, jan./mar., 2010