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Prof: Leandro V. Pavanate CRTR:0413
Prof: Leandro V. Pavanate
CRTR:0413
Posicionamento Radiológico dos Membros Inferiores Prof: Leandro V. Pavanate CRTR:0413
Posicionamento
Radiológico dos Membros
Inferiores
Prof: Leandro V. Pavanate
CRTR:0413
Incidência de Dedos do Pé • Posições Basicas: • AP • Obliqua • lateral • Fatores
Incidência de Dedos do Pé
Posições Basicas:
AP
Obliqua
lateral
Fatores Técnicos
.Tamanho do filme - 18 x 24 cm ou 13 x 18 cm, em sentido transversal
. Dividir em Dois, no sentido transversal
Fatores Técnicos
.Tamanho do filme - 18 x 24 cm ou 13 x 18 cm, em sentido transversal
. Dividir em Dois, no sentido transversal
Posição AP • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição AP
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal ou
sentado na mesa de exame; o joelho deve estar flexionado com a superfície plantar do
pé repousando no chassi.
Posição da Parte Centralizar e alinhar o eixo longitudinal dos dedo(s) com o RC e o
eixo longitudinal da porção do chassi que vai ser exposta. Assegurar que as
articulações MFs dos dedos em questão estão centralizadas com o RC
• Raio Central RC com ângulo de 10 a 15° em direção ao calcâneo (RC perpendicular
às falanges ). (Angulação Caudal) Se uma cunha com inclinação de 15° for colocada
sob o pé para alinhar em paralelo à parte e ao filme, então o RC está perpendicular ao
chassi Centralizar o RC com as articulações metatarsofalangianas (MF) em questão.
• DFOFI minima 100 cm • Colimação Colimar os quatro lados com a área de interesse.
DFOFI minima 100 cm
Colimação Colimar os quatro lados com a área de interesse. Nas margens laterais
incluir, no mínimo, parte dos dedos em cada lado dos) dedos em questão.
Posição Obliqua • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição Obliqua
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal ou
sentado na mesa de exame; o joelho deve estar flexiona-do com a superfície plantar
repousando sobre o chassi.
Posição da Parte
Centralizar e alinhar o eixo longitudinal does) dedo(s) com o RC e como eixo
longitudinal da porção do chassi que vai ser exposta.
Assegurar que as articulações MFs dos dedos em questão estejam centralizadas com o
RC, Rodar a perna e o pé medialmente, a 30-45° Usar um apoio radiotransparente a
45° sob a porção elevada do pé para impedir movimentos.
Raio Central RC perpendicular ao chassi, direcionado para a(s) articulação(ães) MF(s)
em questão.
DFoFi mínima (100 cm).
Colimação Colimar os quatro lados com a área de interesse para incluir as falanges e
pelo menos
a metade dista! dos metatarsos. Nas margens laterais incluir no mínimo parte de um
dedo de cada
lado do dedo em questão.
Posição Lateral • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas
Posição Lateral
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas
Posição do Paciente e da Parte: Rodar a perna e o pé afetados medialmente (Iátero-
medial) para o primeiro, segundo e terceiro dedos e lateralmente (médio-lateral) para o
quarto e quinto dedos.
Ajustar o chassi com o centro e alinhar o eixo longitudinal do Dedo em questão com o
RC e com o eixo longitudinal da porção do chassi que está sendo exposta.
Assegurar que a articulação IF ou a articulação IFP em questão esteja centralizada com
o Rc. Usar fita crepe, ataduras ou abaixador de língua para flexionar e separar os
dedos não- etados de modo a evitar a sobreposição.
Raio Central :RC perpendicular ao chassi
.
RC direcionado para a articulação interfalangiana para o primeiro dedo e
para a articulação interfalangiana proximal para o segundo ao quinto dedos
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm)
• Raio Central :RC perpendicular ao chassi . • RC direcionado para a articulação interfalangiana para
Raio Central :RC perpendicular ao chassi
.
RC direcionado para a articulação interfalangiana para o primeiro dedo e para a
articulação interfalangiana proximal para o segundo ao quinto dedos
DFoFi mínima (100 cm)
Colimação Colimação fechada nos quatro lados ao e do afetado
INCIDÊNCIA DE PÊ • Posições Basicas: • AP • Oblíqua • Lateral •
INCIDÊNCIA DE PÊ
Posições Basicas:
AP
Oblíqua
Lateral
• Posicionamento AP • Fatores Técnicos: Tamanho do filme - 24 x 30 cm (em sentido
Posicionamento AP
Fatores Técnicos: Tamanho do filme - 24 x 30 cm (em sentido longitudinal, Dividir ao
meio para AP e oblíqua
Usa Fator Anódino
Estruturas Mostradas: . O pé, por inteiro, deve ser demonstrado, incluindo as falanges,
os metatarsos e o navicular, os cuneiformes e o cubóide.
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal;
fornecer travesseiro para apoiar a cabeça; flexionar o joelho e colocar a superfície
plantar (sola do pé) afetada sobre o chassi.
Posição da Parte Estender o pé (flexão plantar), mantendo a superfície plantar
repousando plana e firmemente sobre o chassi.
Alinhar e centralizar o eixo longitudinal do pé com o RC e com o eixo longitudinal da
porção do chassi a ser exposta. (Use sacos de areia, se necessário, para evitar que o
chassi deslize sobre a mesa de exame.) Se a imobilização for necessária, flexionar
também o joelho contra lateral e encostar no joelho afetado para apoio.
• Raio Central Posicionar o RC em um ângulo de 10° posteriormente (em direção ao calcanhar),
Raio Central Posicionar o RC em um ângulo de 10° posteriormente (em direção ao
calcanhar),
RC perpendicular aos metatarsos (ver Observação abaixo).
Direcionar o RC para a base do terceiro metatarso.
DFoFi mínima de 40 polegadas (100 cm).
Colimação Colimar as margens externas do pé nos quatro lados.
Observação: Um arco plantar alto exige um ângulo maior que 15° e um arco baixo
mais próximo a 5°, de modo a ficar perpendicular aosmetatarsos. Para corpos
estranhos, o RC deve estar perpendicular ao chassi, sem angulação.
INCIDÊNCIA OBLÍQUA AP- ROTAÇÃO MEDIAL PÉ • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica
INCIDÊNCIA OBLÍQUA AP- ROTAÇÃO MEDIAL PÉ
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal ou
sentado; flexionar o joelho, com a superfície plantar sobre a mesa de exame; girar
ligeiramente o corpo na direção oposta do lado em questão.
Posição da Parte: Alinhar e centralizar o eixo longitudinal do pé com o RC e com o
eixo longitudinal da porção do chassi a ser exposta. Rodar medialmente o pé para
colocar a superfície plantar a 30 a 40° em relação ao plano do chassi (ver Observação
abaixo). O plano geral da região dorsal do pé deve estar em paralelo com o chassi e
perpendicular ao RC.
• Usar um bloco de apoio radiotransparente a 45° para impedir o movimento. • Usar sacos
Usar um bloco de apoio radiotransparente a 45° para impedir o movimento.
Usar sacos de areia, se necessário, para evitar que o chassi deslize sobrea mesa de
exame.
Raio Central: Posicionar o RC perpendicular ao chassi, direcionado para a base do
terceiro metatarso
DFoFi mínima (100 cm)
Colimação Colimar as margens externas cutâneas do pé nos quatro lados.
Observação: Algumas publicações sugerem apenas uma incidência oblíqua a 30° como
rotina. Outras uma maior obliqüidade, mais próxima de 40 a 45° para o pé com arco
transverso de tamanho médio.
Incidência Lateral • • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as
Incidência Lateral
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral;
fornecer travesseiro para descanso da cabeça.
• Posição da Parte: Flexionar o joelho do lado afetado cerca de 45°; colocar a perna
oposta atrás do membro em questão para evitar super-rotação da perna afetada. Com
cuidado, flexionar dorsalmente o pé, se possível, para ajudar o posicionamento para
uma incidência lateral verdadeira do pé e tornozelo.
Colocar um apoio sob a perna e o joelho, se necessário, para que a superfície plantar
esteja perpendicular ao chassi. Evitar a super-rotação do pé.
• Alinhar o eixo longitudinal do pé com o eixo longitudinal do chassi (a menos que
Alinhar o eixo longitudinal do pé com o eixo longitudinal do chassi (a menos que a
colocação em diagonal seja necessária para incluir o pé por inteiro)
Centralizar a região média da base dos metatarsos com o Rc.
Raio Central: RC perpendicular ao chassi, direcionado para o cuneiforme médio (ao
nível da base do terceiro metatarso)
DFoFi mínima (100 cm)
Colimação Colimar as margens cutâneas externas do pé para incluir cerca de 1
polegada ou 2 a 3 cm proximais à articulação do tornozelo.
• Incidência látero-medial alternativa: A incidência látero-medial pode ser realizada
como uma incidência lateral alternativa. Ela pode ser mais desconfortável ou
dolorosa para o paciente, mas pode ser mais fácil obter uma incidência verdadeira
nessa posição.
Incidência de Calcâneo • Incidencias Basicas: • • Plantodorsal (axial) lateral • Fatores Técnicos: Tamanho do
Incidência de Calcâneo
Incidencias Basicas:
Plantodorsal (axial)
lateral
Fatores Técnicos: Tamanho do filme - 18 x 24 cm Dividir ao meio, em sentido
transversal
• Incidencia Plantodorsal ( Axial) • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para
Incidencia Plantodorsal ( Axial)
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as
gônadas.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal ou
sentado na mesa de exame, com a perna completamente estendida.
Posição da Parte Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo com o RC e com o
eixo longitudinal da porção do chassi que vai ser exposta.
Flexionar o pé dorsalmente, de modo que a superfície plantar estejaquase
perpendicular ao chassi.
Com uma atadura, fazer uma alça em torno do pé e solicitar ao paciente que a
tracione gentil mas firmemente, para manter a superfície plantar o mais próximo do
perpendicular possível ao chassi. (Não mantenha o paciente nessa posição além do
tempo necessário, pois pode ser muito desconfortável.)
• Raio Central: Direcionar o RC para a base do terceiro metatarso de modo a emergir
Raio Central: Direcionar o RC para a base do terceiro metatarso de modo a emergir ao
nível logo abaixo do maléolo lateral.
Inclinar o RC em um ângulo de 40° cefalicamente, a partir do eixo longitudinal do pé
(que também pode ser de 40° partindo da posição vertical se o eixo longitudinal do pé
estiver perpendicular ao chassi).
DFoFi mínima (100 cm).
Colimação: Colimação fechada com a região do calcâneo.
Estruturas Mostradas: . O calcâneo, por inteiro, deve ser visualizado, desde a
tuberosidade, posteriormente, até a articulação talocalcânea, anteriormente.
Incidência Lateral • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Incidência Lateral
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral, o lado
afetado para baixo. Fornecer ao paciente um travesseiro para apoiar a cabeça. Flexionar
o joelho do membro afetado cerca de 45°; colocar a perna oposta atrás do membro a ser
radiografado.
Posição da Parte: Centralizar o calcâneo com o RC e com a porção do chassi
exposta,com o eixo longitudinal do pé paralelo ao plano do chassi. Colocar um suporte
sob o joelho e a perna, se necessário, para posicionar a superfície plantar perpendicular
ao chassi.Posicionar o tornozelo e o pé para uma lateral verdadeira, o que coloca o
maléolo lateral cerca de 1 cm posterior ao maléolo media.Flexionar o pé dorsalmente, de
modo que a superfície plantar esteja em ângulo reto com a perna.
Raio Central: RC perpendicular ao chassi, direcionado a um ponto localizado 2,5cm
inferior ao maléolo medial
DFoFi mínima (100 cm)
Colimação Colimar com as áreas cutâneas externas para incluir a articulação do
tornozelo proximamente e todo o calcâneo.
Estruturas Mostradas: . O calcâneo, lateral com o tálus, as porções distais da tíbia e da
fíbula demonstradas superiormente; o navicular, o espaço articular aberto do calcâneo e
o cubóide, demonstrados distalmente.
Incidência de Tornozelo • Incidências Básicas: • AP • Obliqua • Lateral • Fatores Técnicos: Tamanho
Incidência de Tornozelo
Incidências Básicas:
AP
Obliqua
Lateral
Fatores Técnicos: Tamanho do filme -
transversal
24
x
30
cm
Dividir
ao meio,
em sentido
• Incidência de AP • • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para
Incidência de AP
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dor-sal;
colocar um travesseiro para apoiar a cabeça; as pernas do paciente devem estar
totalmente estendidas.
Posição da Parte Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo com o RC e o eixo
longitudinal da porção do chassi que será exposta. Não forçar a dorso-flexão do pé para
permitir que ele permaneça em sua posição natural Ajustar o pé e o tornozelo para uma
incidência AP verdadeira.
Certificar-se de que a perna não esteja rodada. A linha inter maleolar não estará
paralela ao chassi
Raio Central
RC perpendicular ao chassi, direcionado para um ponto médio entre os maléolos
DFoFi mínima (100 cm)
Colimação Colimar com as margens cutâneas laterais, incluir a metade proximal dos
metatarsos e as porções distais da tíbia e fíbula.
Estruturas Mostradas: o Os terços distais da tíbia e da fíbula, os maléolos lateral e
medial, o tálus e a metade proximal dos metatarsos devem ser demonstrados.
INCIDÊNCIA OBLIQUA • Proteção Colocar gônadas. escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as
INCIDÊNCIA OBLIQUA
Proteção Colocar
gônadas.
escudo de chumbo sobre a região pélvica para proteger as
Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal;
colocar travesseiro sob a cabeça do paciente; as pernas devem estar completamente
estendidas (pequenos sacos de areia ou outro suporte sob o joelho aumentam o
conforto do paciente).
Posição da Parte: Centralizar e alinhar a articulação do tornozelo com o RC e com o
eixo longitudinal da porção do chassi que será exposta. Se as condições do paciente
permitirem, flexionar o pé dorsalmente, Rodar a perna e o pé internamente a 45°
Raio Central: RC perpendicular ao chassi, direcionado para um ponto médio entre os
maléolos
DFoFi mínima (100 cm)
Estruturas Mostradas: O terço distal da perna, os maléolos, o tálus e a metade
proximal dos metatarsos devem ser visualizados.
INCIDÊNCIA - LATERAL • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica. • Posição do
INCIDÊNCIA - LATERAL
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a região pélvica.
Posição do Paciente: Colocar o paciente em decúbito lateral, fornecer ao paciente um
travesseiro para apoiar a cabeça; flexionar o joelho do membro afetado cerca de 45°;
colocar a
perna oposta atrás do membro a ser radiografado para evitar super-rotação.
Posição da Parte Centralizar a articulação do tornozelo com o RC e com a porção do
chassi a ser exposta.
Colocar um suporte sob o joelho, se necessário, para adequar a perna e o pé em uma
posição lateral verdadeira.
Flexionar o pé dorsalmente, de modo que a superfície plantar esteja em ângulo reto com
a perna ou ao máximo que o paciente puder tolerar; não forçar. (Isso ajudará a manter
a posição lateral verdadeira.)
Raio Central: RC perpendicular ao chassi, Direcionado para o maléolo medial
DFoFi mínima (100 cm)
Colimação Colimar de modo a incluir as porções distais da tíbia e da fíbula e a região
metatársica média.
INCIDÊNCIA PERNA • • • Incidências Básicas AP Lateral • Fatores Técnicos: Tamanho do filme 30
INCIDÊNCIA PERNA
Incidências Básicas
AP
Lateral
Fatores Técnicos: Tamanho do filme 30 x 40 cm, dividido ao meio, em sentido
longitudinal, ou 15 x 40
Obs: Para fazer um melhor uso do efeito anódino, colo-car o joelho no pólo
catódico do feixe de raios X
• Incidência de AP • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. • Posição
Incidência de AP
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dor-sal;
fornecer ao paciente um travesseiro para apoiar a cabeça; a perna deve estar
totalmente esticada.
Posição da Parte Ajustar
verdadeira, sem rotação.
a pelve,
o
joelho e
a
perna para uma incidência AP
Colocar sacos de areia contra o pé, se necessário, para estabilização, e flexionar o pé
dorsalmente a 90° com a perna, se possível. Certificar-se de que tanto a articulação do
tornozelo quanto à do joelho estejam 3 a 5 cm das extremidades do filme (de modo que
os raios). divergentes não "joguem" nenhuma das duas articulações para fora do filme).
Para a maioria dos pacientes adultos, a perna deve ser colocada no sentido diagonal
(canto a canto) em um chassi de 35 x 43 cm para garantir que ambas as articulações
estejam incluídas. (Além disso, se necessário, um segundo
• • Raio Central: RC perpendicular ao chassi, direcionado para o ponto médio da perna DFoFi
Raio Central: RC perpendicular ao chassi, direcionado para o ponto médio da perna
DFoFi mínima (100) cm
Estruturas Mostradas: . A tíbia e a fíbula, por inteiro, devem estar incluídas, com as
articulações do joelho e do tornozelo demonstradas em um (ou dois, se necessário)
filmes. (A exceção é a rotina alternativa nos exames de acompanhamento.)
INCIDÊNCIA LATERAL • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. • Posição do Paciente
INCIDÊNCIA LATERAL
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral, com o
lado afetado para baixo; a perna oposta deve estar colocada atrás da perna afetada e
apoiada por um travesseiro ou sacos de areia.
Posição da Parte: Flexionar o joelho cerca de 45° e se certificar de que a perna esteja
em uma posição de perfil verdadeiro. Certificar-se de que tanto a articulação do
tornozelo quanto a do joelho estejam 3 a 5 cm das extremidades do filme.
Garantir que as duas articulações estejam incluídas. (Além disso, se necessário, um
segundo filme menor pode ser usado para obter uma imagem da articulação mais
próxima do local da lesão.)
• • Raio Central: RC perpendicular ao chassi, direcionado para o ponto médio da perna DFoFi
Raio Central: RC perpendicular ao chassi, direcionado para o ponto médio da perna
DFoFi mínima 100 cm
Colimação Colimar ambos os lados com as margens da pele, com colimação completa
nas extremidades das bordas do chassi a fim de incluir o máximo possível das
articulações do joelho e do tornozelo.
Estruturas Mostradas: . A tíbia e a fíbula, por inteiro, devem estar incluídas, com as
articulações do joelho e do tornozelo demonstradas em um (ou dois, se necessário)
filme(s).
INCIDÊNCIA JOELHO • • • Incidências Básicas AP Lateral • Fatores Técnicos: Tamanho do filme -
INCIDÊNCIA JOELHO
Incidências Básicas
AP
Lateral
• Fatores Técnicos: Tamanho do filme - 24 x 30 cm, em sentido longitudinal
• Incidência de AP • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal. • Posição
Incidência de AP
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área gonadal.
Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito dorsal
sem rotação da pelve; fornecer travesseiro para descanso da cabeça; a perna deve
estar completamente estendida.
Posição da Parte: Alinhar e centralizar a perna e o joelho com o RC e com a linha
média da mesa ou do chassi.
Rodar a perna internamente, 3° a 5° para AP do joelho verdadeiro Colocar sacos de
areia no pé e tornozelo para os estabilizar, se necessário.
• Raio Central: Alinhar o RC em paralelo ao platô tibial; para paciente de porte médio,
Raio Central: Alinhar o RC em paralelo ao platô tibial; para paciente de porte médio,
o RC fica perpendicular ao chassi.
Direcionar o RC a um ponto localizado 1/2 polegada ou 1,25 cm distal ao ápice da
patela.
DFoFi mínima (100 cm).
Colimação Colimar ambos os lados com as margens cutâneas nas extremidades
das bordas do chassi.
Estruturas Mostradas: . As porções distal do fêmur e proximal da tíbia e da fíbula
são mostradas. O espaço articular fêmur tibial deve estar aberto com as facetas
articulares da tíbia visualizadas na extremidade com uma
área de superfície mínima visualizada.
INCIDÊNCIA LATERAL • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área da gônada. • Posição do
INCIDÊNCIA LATERAL
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área da gônada.
Posição do Paciente: Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral, com o
lado afetado para baixo; fornecer travesseiro para descanso da cabeça; fornecer apoio
para o joelho do membro oposto colocado atrás do joelho que está sendo imaginado
para evitar super-rotação.
Posição da Parte: Ajustar a rotação do corpo e da perna até que o joelho esteja na
posição de lateral verdadeira (epicôndilos femorais diretamente sobre-postos e o plano
da patela perpendicular ao plano do chassi).
Flexionar o joelho 30 a 45°
Alinhar e centralizar a perna e o joelho com o RC e com a linha média da mesa ou do
chassi.
• • • Raio Central: O ângulo do RC é de 5° a 7° Cefálico Direcionar
Raio Central: O ângulo do RC é de 5° a 7° Cefálico
Direcionar o RC para um ponto localizado (2,5 em) distal ao
epicôndilo medial.
DFoFi mínima (100 cm).
Colimação Colimar ambos os lados com as margens cutâneas, com colimação total
nas extremidades das bordas do filme para incluir ao máximo o fêmur, a tíbia e a
fíbula.
Estruturas Mostradas: o As porções distal do fêmur e proximal da tíbia e da fíbula e
a patela são mostradas no perfil lateral. o As articulações fêmur patelar e do joelho
devem estar abertas.
INCIDÊNCIA FÊMUR • • • Incidências Básicas AP Lateral • Fatores Técnicos: Tamanho do filme -
INCIDÊNCIA FÊMUR
Incidências Básicas
AP
Lateral
Fatores Técnicos: Tamanho do filme - 30 x 40 cm, em sentido longitudinal ou 15 x
40
Grade móvel ou estacionária
Devido ao efeito anódino, colocar o quadril ou a
extremidade cefálica do paciente no pólo catódico
do feixe de raios X
• Incidência AP • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica para assegurar Uma
Incidência AP
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica para assegurar Uma
proteção gonadal correta, devido à proximidade do feixe principal.
Posição do Paciente Realizar as radiografias com o paciente em decúbito dorsal, o
fêmur centralizado na linha média da mesa de exame; fornecer ao paciente um
travesseiro para apoiar a cabeça. (Essa incidência também pode ser feita em uma
maca com a grade portátil colocada sob o fêmur.)
Posição da Parte: Alinhar o fêmur com o RC e com a linha média da mesa ou do
chassi.
Rodar a perna internamente cerca de 5° para uma incidência AP verdadeira, similar à AP
do joelho. (Para a porção proximal do fêmur, uma rotação interna da perna a 10 a 15° é
necessária.)
Certificar-se de que a articulação do joelho está incluída no chassi, considerando a
divergência do feixe de raios X. (A borda inferior do chassi deve estar a 2 polegadas (5
cm) abaixo da articulação do joelho.)
• • • • Raio Central: RC perpendicular ao fêmur e ao chassi. Direcionar o RC
Raio Central: RC perpendicular ao fêmur e ao chassi.
Direcionar o RC a um ponto médio do .
DFoFi mínima (100 cm).
Colimação: Colimação fechada em ambos os lados com o fêmur, com a
colimação final com as bordas do chassi.
Estruturas Mostradas: Os dois terços distais do fêmur incluindo a articulação do
joelho são mostrados.
Incidência Lateral • Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica para proteger as gônadas.
Incidência Lateral
Proteção Colocar escudo de chumbo sobre a área pélvica para proteger as gônadas.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral ou, no
caso de paciente traumatizado, em decúbito dorsal.
Posição da Parte:Decúbito lateral
Advertência: Essa posição não deve ser tentada no caso de paciente com traumatismo
grave.
Flexionar o joelho aproximadamente 45º com o paciente deitado sobre o lado afetado e
alinhar o fêmur com a linha média da mesa ou do chassi. Colocar a perna não-afetada
por trás da perna afetada para evitar super-rotação. Ajustar o chassi para incluir a
articulação do joelho (a margem inferior do chassi deve estar cerca de (5 cm) abaixo da
articulação do joelho).
• • Geralmente, é necessário um segundo chassi para incluir a porção proximal do fêmur e
Geralmente, é necessário um segundo chassi para incluir a porção proximal do fêmur e
quadril em adultos
Incidência Látero-medial para Traumatismo: Colocar o apoio sob a perna e o joelho
afetados e posicionar o pé e o tornozelo em incidência AP verdadeira.
Colocar o chassi com uma das bordas maiores sobre a mesa, contra a face medial da
coxa, para incluir o joelho, com o feixe horizontal de raios X direcionado a partir da face
lateral.
Raio Central: RC perpendicular ao fêmur e filme direcionado para o
ponto médio do chassi.
DFoFi mínima (100 cm)
Colimação Colimação fechada em ambos os lados com o fêmur, com a colimação final
com as bordas do chassi.
Estruturas Mostradas: . Os dois terços distais do fêmur, incluindo a articulação do
joelho, são mostrados.
Incidência Fêmur-Porções Média e Proximal • Proteção Em geral, o uso de escudo de chumbo para
Incidência Fêmur-Porções Média e
Proximal
Proteção Em geral, o uso de escudo de chumbo para a proteção das gônadas não é
possível sem que isso obscureça partes essenciais da anatomia.
Posição do Paciente Realizar a radiografia com o paciente em decúbito lateral, o lado
afetado para baixo; fornecer travesseiro para apoio da cabeça.
• Posição da Parte: Flexionar o joelho afetado aproximadamente 45° e alinhar o fêmur
com a linha média da mesa. (Lembre-se de que as porções proximal e média do fêmur
são mais próximas da face anterior da coxa.), Estender e apoiar a perna não-afetada
por trás do joelho afetado e manter o paciente girado posteriormente cerca de 15° para
evitar sobreposição da porção proximal do fêmur e a articulação do quadril. Ajustar o
filme para incluir a articulação do quadril.