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SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PERNAMBUCO PERGUNTAS 1. O que é substituição tributária ? 2. Que produtos estão

SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

PERNAMBUCO

PERGUNTAS

1. O que é substituição tributária?

2. Que produtos estão sujeitos à substituição tributária a partir de 1º de novembro de

2010?

3. Como o contribuinte-substituto calcula o imposto relativo às operações subsequentes? (Decreto 19.528/96 e Lei nº 11.408/96, art. 18, II, “d”)

4. Como o contribuinte-substituto inscrito no regime normal de apuração deverá escriturar uma venda de mercadorias com substituição tributária?

5. Como o contribuinte-substituído inscrito no regime normal de apuração do ICMS deverá escriturar uma aquisição de mercadorias recebidas com substituição tributária?

6. Para uma empresa industrial optante do Simples Nacional também se aplica a sistemática por substituição tributária do ICMS?

7. Quais são as hipóteses de inaplicabilidade da substituição tributária?

8. Qual o prazo para o contribuinte-substituído que, em 31 de outubro de 2010, possuir estoque das mercadorias, a seguir indicadas, adquiridas sem antecipação, relativamente ao levantamento desse estoque?

Mercadorias: eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, colchões, inclusive box, suportes elásticos para cama, travesseiros e pillows, bicicletas, brinquedos, , material de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, cosméticos, artigos de perfumaria, higiene pessoal ou toucador, material elétrico e autopeças,

9. Como deverá proceder o contribuinte-substituído inscrito no regime normal de apuração do ICMS para cálculo do seu estoque?

10. Como deverá proceder o contribuinte-substituído inscrito no Simples Nacional em relação ao seu estoque?

11. Em quantas parcelas deverá ser recolhido o ICMS relativamente ao estoque, em 31 de outubro de 2010, relativamente às mercadorias que ingressaram no regime de substituição tributária a partir de 1º de novembro de 2010?

12. Como o contribuinte de outra Unidade da Federação signatária de protocolo ou convênio poderá obter sua inscrição de substituto tributário?

13. Um contribuinte de Unidade da Federação não-signatária de protocolo ou convênio poderá obter inscrição estadual de substituto tributário?

14. Como deverá ser emitida a Nota Fiscal pelo contribuinte substituto optante pelo Simples Nacional nas operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária?

15. A empresa industrial optante do Simples Nacional também precisa recolher por substituição tributária?

16. Como deverá proceder um contribuinte substituído, comerciante varejista, optante do Simples Nacional que recebeu mercadorias sujeitas a substituição tributária?

17. Quando o contribuinte de Pernambuco recebe mercadoria de outra Unidade da Federação sujeita à substituição tributária sem que tenha havido o recolhimento do ICMS-ST, qual o prazo estabelecido na norma para que o adquirente faça o pagamento?

18. O que deve fazer o contribuinte-substituído na hipótese da SEFAZ não ter calculado o ICMS antecipado da mercadoria sujeita à substituição tributária, ou ter calculado a menor?

19. O contribuinte substituído, inscrito no regime normal de apuração, que recebeu

mercadoria no mês anterior ao ingresso da mesma no regime de substituição

tributária deverá recolher o imposto antecipado de que trata a Portaria SF nº

147/2008?

20.

O

contribuinte-substituído

optante

do

Simples

Nacional

deve

recolher

o

ICMS

antecipado previsto na Portaria SF nº 147/2008, relativamente às mercadorias que ingressaram neste Estado durante o mês que antecedeu a sua inclusão no regime de substituição?

21.

Na hipótese de existir para uma mesma mercadoria mais de uma margem de valor

 

agregado, coincidindo código NBM/SH e descrição, qual a que deve ser aplicada?

22.

Qual o prazo de recolhimento do imposto antecipado a ser efetuado por contribuinte- substituto deste Estado não optante do Simples Nacional?

23.

Qual o prazo de recolhimento do imposto antecipado a ser efetuado por contribuinte- substituto deste Estado optante do Simples Nacional?

24.

Que documento o contribuinte-substituto deverá utilizar para efetuar o recolhimento do imposto antecipado?

25.

O contribuinte substituto, estabelecido em outra Unidade da Federação, é responsável pelo recolhimento do ICMS referente ao diferencial de alíquota, nas aquisições interestaduais de mercadoria para uso, consumo, ou ativo fixo?

26.

Quando um estabelecimento industrial de Pernambuco adquire o mesmo tipo de mercadoria do de sua produção e esta é sujeita ao regime de substituição tributária, cabe retenção do ICMS na entrada?

27. Qual o tratamento tributário para sabão em tablete de até 500g, exclusive sabonete?

28. Como faço para solicitar restituição do ICMS-ST pago a maior, ou em duplicidade?

29. Como

devo

fazer

para

solicitar

restituição

do

ICMS-ST

pago

a

maior

ou

em

duplicidade?

30. Quais são as obrigações principais e acessórias do contribuinte substituto localizado

em outra Unidade da Federação possuidor de Inscrição Estadual em Pernambuco?

Veja também a Apresentação em

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1. O que é substituição tributária?

O regime de substituição tributária é caracterizado pelo deslocamento da responsabilidade pelo pagamento do ICMS relativo a determinadas operações ou prestações para um sujeito que não pratica o fato gerador do imposto, denominado contribuinte-substituto.

O contribuinte-substituto será sempre definido como tal na norma específica que dispuser sobre o regime de substituição tributária aplicável à mercadoria ou serviço.

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2. Que produtos estão sujeitos à substituição tributária a partir de 1º de novembro de 2010?

Os Decretos, abaixo indicados, fornecem a listagem das mercadorias e seus códigos segundo a classificação NBM/SH (Nomenclatura Brasileira de Mercadorias/Sistema Harmonizado), que ingressaram na lista de tratamento por substituição tributária, regime este em que o imposto é retido na fonte (industriais e importadores):

PRODUTOS SUJEITOS AO REGIME DE SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA DO ICMS

 

ESTADOS

DECRETO/PROTOCOLO

SIGNATÁRIOS

Colchões, inclusive box e travesseiros e suportes elásticos para cama

Decreto nº 35.655, de 07.10.2010 Protocolo ICMS 135/2010

São Paulo

(mão única)

 

Decreto nº 35.656, de 07.10.2010 Protocolo ICMS 133/2010

São Paulo

Bicicletas

(mão única)

 

Decreto nº 35.657, de 07.10.2010 Protocolo ICMS 134/2010

São Paulo

Brinquedos

(mão única)

Cosméticos e artigos de perfumaria, higiene pessoal ou toucador

Decreto nº 35.677, de 13.10.2010 Protocolo ICMS 130/2010

São Paulo

(mão única)

Material de construção, acabamento, bricolagem ou adorno

Decreto nº 35.678, de 13.10.2010 Protocolo ICMS 128/2010

São Paulo

(mão única)

Autopeças (veículos)

Decreto nº 35.679, de 13.10.2010 Protocolos ICMS 97/2010 e 129/2010

Acre, Alagoas, Amapá, Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe, Tocantins e São Paulo (mão única)

 

Decreto nº 35.680, de 13.10.2010 Protocolo ICMS 132/2010

São Paulo

Material elétrico

(mão única)

Eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos.

Decreto nº 35.701, de 19.10.2010 Protocolo ICMS 131/2010

São Paulo

(mão única)

Nota: mão única

Tendo-se que os Protocolos firmados com o Estado de São Paulo foram de mão única, isto significa que o contribuinte cadastrado de São Paulo é responsável pelo ICMS substituto quando do envio de mercadoria para Pernambuco, o mesmo não ocorrendo em relação aos contribuintes de Pernambuco, no caso de envio de mercadorias para São Paulo.

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3. Como o contribuinte-substituto calcula o imposto relativo às

operações subsequentes? (Decreto 19.528/96 e

Lei nº 11.408/96, art. 18, II, “d”)

Na substituição tributária relativa às operações ou prestações subsequentes a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido pelo adquirente (contribuinte-substituído) é atribuída ao remetente (contribuinte-substituto).

A substituição tributária relativa às operações ou prestações subsequentes pode ocorrer com mercadoria procedente deste Estado, de outra Unidade da Federação ou do Exterior.

3.1 A determinação da base de cálculo em relação às operações ou prestações subsequentes, relativamente à mercadoria procedente deste Estado ou de outra Unidade da Federação será o valor obtido pelo somatório das seguintes parcelas, conforme a hipótese:

3.1.1 valor da operação ou prestação própria realizada pelo

contribuinte-substituto ou pelo contribuinte-substituído intermediário;

3.1.2 montante dos valores de seguro, de frete e de outros encargos

cobrados ou transferíveis aos adquirentes ou tomadores de serviço;

3.1.3 margem de valor agregado (MVA) , inclusive lucro, relativa às

operações ou prestações subsequentes.

3.2 A alíquota a ser aplicada sobre a base de cálculo prevista acima será aquela vigente para as operações internas relativamente à mesma mercadoria;

3.3 O valor do imposto antecipado será obtido deduzindo-se do resultado previsto anteriormente o valor do imposto de responsabilidade direta do contribuinte–substituto.

CÁLCULO DO IMPOSTO

ICMS ST = (Al x BC ST) – ICMS responsabilidade direta, observando-se:

ICMS ST = imposto a recolher por substituição tributária;

Al = alíquota interna aplicável à mercadoria;

BC ST = base de cálculo da substituição tributária;

ICMS responsabilidade direta = ICMS incidente sobre a operação praticada pelo próprio remetente.

Regra geral, na substituição tributária relativa às operações ou prestações subsequentes não são considerados, para cálculo do respectivo ICMS, descontos ou abatimentos, ainda que líquidos e certos.

Exemplo

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Contribuinte industrial inscrito no regime normal de apuração do ICMS deste Estado vende mercadoria sujeita à substituição tributária para empresa situada em Pernambuco, por R$ 2.500,00, com IPI no valor de R$ 250,00.

A mercadoria está sujeita ao regime de substituição tributária. A margem de valor agregado relativa às operações subsequentes é de 40%. A alíquota incidente na operação interna é de 17%. Cálculo do ICMS devido por substituição:

CÁLCULO DO ICMS SUBSTITUTO

 

Valor da mercadoria

2.500,00

(

+ )

Valor do IPI

250,00

(

= )

Valor de partida

2.750,00

(

+ )

MVA interna de 40%

1.100,00

(

= )

BASE DE CÁLCULO DA SUBSTITUIÇÃO

3.850,00

(

x )

Alíquota (17%)

 

(

= )

ICMS total

654,50

(

- )

ICMS do remetente (2.500,00 x 17%)

425,00

(

= )

ICMS SUBSTITUIÇÃO

229,50

EMISSÃO DA NOTA FISCAL PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUTO

CÁLCULO DO IMPOSTO

   

B. Cálculo

 

Valor Total

Base Cálculo

do ICMS

Valor do

ICMS

ICMS

Substituição

Valor ICMS

Substituição

dos

Produtos

2.500,00

425,00

3.850,00

229,50

2.500,00

   

Outras

   

Valor do Frete

Valor do

Seguro

Despesas

Acessórias

Valor Total

do IPI

Valor Total

da Nota

     

250,00

2.979,50

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4. Como o contribuinte-substituto inscrito no regime normal de apuração deverá escriturar uma venda de mercadorias com substituição tributária?

A escrituração das operações praticadas pelo contribuinte-substituto obedecerá as normas gerais de escrituração, observando-se que o ICMS retido deverá ser escriturado no livro Registro de Saídas, no quadro “ICMS-Substituição”.

Exemplo

ESCRITURAÇÃO DO REGISTRO DE SAÍDAS PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUTO

REGISTRO DE

CONTRIBUINTE:

     

SAÍDAS

INSCRIÇÃO ESTADUAL:

CNPJ/MF:

 

ICMS – Valores Fiscais

 

Valor

Base de

 

Alíquota

ICMS

ICMS-Substituição

Isentas/Ñ

   

Contábil

 

Outra

UF

Outras

OBS.

Cálculo

%

Debitado

Estado

Tributadas

               

ICMS-

2.750,00

2.500,00

17

425,00

229,50

fonte:

229,50

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5. Como o contribuinte-substituído inscrito no regime normal de apuração do ICMS deverá escriturar uma aquisição de mercadorias recebidas com substituição tributária e posterior saída subsequente?

O contribuinte-substituído, relativamente à escrituração das operações sujeita ao regime de substituição, deverá observar, além das normas gerais de escrituração, o seguinte:

-Registro de Entradas – serão escrituradas as colunas “Documento Fiscal”, “Valor Contábil” e “Observações”;

Exemplo

ESCRITURAÇÃO DO REGISTRO DE ENTRADAS PELO CONTRIBUINTE-SUBSTITUÍDO

 

CONTRIBUINTE:

     

REGISTRO DE ENTRADAS

INSCRIÇÃO ESTADUAL

 

CNPJ/MF

 

ICMS – Valores Fiscais

   

Valor

     

ICMS-Substituição

   

OBS.

Contábil

Base de

Alíq.

ICMS

Isentas/Não

Outras

Cálculo

%

Creditado

Fonte

Entrada

Tributadas

 
               

ICMS-fonte:

2.750,00

229,50

-Registro de Saídas:

saídas para outro Estado, com recolhimento antecipado do imposto – serão escrituradas as colunas “Valor Contábil” e “ICMS-Substituição Outra UF”, relativamente à Unidade da Federação signatária do Protocolo ou Convênio;

saída não sujeita à antecipação – o imposto devido na operação e destacado no documento fiscal será meramente indicativo, escriturando-se o valor da operação na coluna “Valor Contábil”;

saída para consumidor final - o imposto devido na operação e destacado no documento fiscal será meramente indicativo, escriturando-se o valor da operação na coluna “Valor Contábil”.

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6. Para uma empresa industrial optante do Simples Nacional também se aplica a sistemática por substituição tributária do ICMS?

Sim.

As empresas optantes do Simples Nacional que realizem operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária são contribuintes- substitutos em relação às operações internas, e, ainda, nas operações interestaduais para Unidades da Federação com as quais haja acordo firmado por convênio ou protocolo.

Uma empresa optante do Simples Nacional, nos termos da Resolução CGSN nº 51/2008, alterada pela Resolução CGSN nº 61/2009, na condição de contribuinte- substituto deverá recolher:

-o ICMS de responsabilidade própria dentro do Simples Nacional mediante cálculo no PGDAS;

-o ICMS devido na condição de contribuinte-substituto será calculado nas mesmas condições das empresas inscritas no regime normal de apuração, podendo deduzir o valor resultante da aplicação da alíquota interna ou interestadual sobre o valor da operação ou prestação própria do substituto tributário.

Exemplo

Indústria do Simples Nacional deste Estado vende 1.000 unidades de sabonete, por R$ 750,00, a contribuinte neste Estado, sob o regime de substituição tributária, com liberação das operações subsequentes.

Qual o valor do ICMS substituto, sabendo-se

prevista para o produto é de 20%, e a alíquota é de 17% ?

que margem de valor agregado interna

Operação própria:

A receita própria de R$ 750,00 decorrente da operação de venda da mercadoria comporá a base de cálculo do Simples Nacional, a ser tributada observando os percentuais determinados nos termos do Anexo II da Lei Complementar nº 123/06.

CÁLCULO DO ICMS SUBSTITUTO

 

Valor da mercadoria

750,00

(

= )

Valor de partida

750,00

(

+ )

MVA interna de 20%

150,00

(

= )

BASE DE CÁLCULO DA SUBSTITUIÇÃO

900,00

(

x )

Alíquota (17%)

 

(

= )

ICMS total

153,00

(

- )

ICMS do remetente (750,00 x 17%) (1)

127,50

(

= )

ICMS SUBSTITUIÇÃO

25,50

(1) O crédito fiscal será admitido integralmente pela operação própria, independente do valor a ser recolhido dentro do Simples Nacional.

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7. Quais são as hipóteses de inaplicabilidade da substituição tributária?

A substituição tributária não se aplica: (Decreto 19.528/96, art. 3º)

I -quando o estabelecimento destinatário for contribuinte-substituto em relação à mesma mercadoria;

contribuinte-substituto em relação à mesma mercadoria; II -quando se tratar de transferência para outro
II -quando se tratar de transferência para outro estabelecimento, exceto varejista, do respectivo
II
-quando se tratar de transferência para outro estabelecimento, exceto
varejista, do respectivo contribuinte-substituto, hipótese em que o adquirente
assumirá a condição contribuinte-substituto quando promover a saída da
mercadoria para contribuinte não dispensado da substituição. Cabe destacar
que não há dispensa da substituição quando o remetente é contribuinte-
substituído que assume a condição de contribuinte-substituto na operação
interestadual.
Exemplo
A
condição de transferência não está condicionada ao fato de ter sido a

mercadoria produzida pelo estabelecimento remetente. Sendo assim, não haverá substituição mesmo quando a mercadoria transferida pelo contribuinte- substituto houver sido adquirida de terceiros.

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III -nas remessas em que a mercadoria deva retornar ao estabelecimento remetente e no respectivo retorno;

Exemplo

estabelecimento remetente e no respectivo retorno; Exemplo IV -quando a mercadoria destinar-se à industrialização,

IV -quando a mercadoria destinar-se à industrialização, ressalvados os casos expressamente indicados na legislação.

Exemplo

FIG.4

casos expressamente indicados na legislação. Exemplo FIG.4 VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA FÁBRICA DE

VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

Exemplo FIG.4 VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA FÁBRICA DE AUTOPEÇAS FÁBRICA DE VEÍCULOS AUTOMOTORES
Exemplo FIG.4 VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA FÁBRICA DE AUTOPEÇAS FÁBRICA DE VEÍCULOS AUTOMOTORES

FÁBRICA DE AUTOPEÇAS

FÁBRICA DE VEÍCULOS AUTOMOTORES

Nessa hipótese, as peças serão utilizadas como produtos intermediários na fabricação de veículos automotores.

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V -operações interestaduais destinadas a contribuinte detentor de regime especial de tributação que lhe atribua a responsabilidade pela retenção e recolhimento do ICMS devido por substituição tributária pelas saídas de mercadorias que promover.

Exemplo

FIG.5

INDÚSTRIA

COMÉRCIO

ATACADISTA

Detentor de Regime Especial de Tributação

ATACADISTA Detentor de Regime Especial de Tributação VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A condição de
ATACADISTA Detentor de Regime Especial de Tributação VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A condição de

VENDA

Detentor de Regime Especial de Tributação VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A condição de detentor
Detentor de Regime Especial de Tributação VENDA NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA A condição de detentor

NÃO HÁ SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA

A condição de detentor do regime especial de tributação pode ser atribuída ao contribuinte inscrito no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco – CACEPE sob o regime normal de apuração do imposto, devendo a referida condição ser reconhecida, relativamente:

a) -a determinados segmentos comerciais, por meio de decreto específico do Poder Executivo;

b)-ao distribuidor, atacadista, armazém geral ou central de distribuição, mediante credenciamento da Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal - DPC, nos termos estabelecidos na Portaria SF nº 175, de 28.10.2010, da Secretaria da Fazenda.

Nota: Além das hipóteses mencionadas, deverão ser observadas as regras de inaplicabilidade previstas nas normas específicas relativas a cada regime de substituição tributária.

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8. Qual o prazo para o contribuinte-substituído que, em 31 de outubro de 2010, possuir estoque das mercadorias, a seguir indicadas, adquiridas sem antecipação, relativamente ao levantamento desse estoque?

Mercadorias: eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos, colchões, inclusive box, suportes elásticos para cama, travesseiros e pillows, bicicletas, brinquedos, , material de construção, acabamento, bricolagem ou adorno, cosméticos, artigos de perfumaria, higiene pessoal ou toucador, material elétrico e autopeças,

O levantamento de estoque deverá ser efetuado no dia imediatamente anterior ao início da vigência do regime de substituição tributária para essas mercadorias, ou seja no dia 31 de outubro de 2010.

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9. Como deverá proceder o contribuinte-substituído inscrito no regime normal de apuração do ICMS para cálculo do seu estoque?

Quando é estabelecido o regime de substituição tributária para determinada mercadoria, o contribuinte-substituído que dela tiver estoque deve fazer o seu levantamento e recolher o imposto antecipado.

O levantamento deve ser feito relativamente às mercadorias em estoque na data imediatamente anterior à vigência do regime de substituição tributária.

Cálculo do ICMS sobre o estoque

O valor do ICMS relativo ao estoque deverá ser obtido da seguinte forma:

- calcular o valor total do estoque do produto, considerando o custo de aquisição “média ponderada!”;

- adicionar ao valor do estoque o resultado da aplicação do percentual (MVA interna) estabelecido no decreto específico que instituiu a substituição para o produto;

- aplicar sobre o valor obtido no item anterior a alíquota prevista para as operações internas com o produto, deduzindo-se do resultado o valor do crédito fiscal disponível, se houver.

Exemplo

Comerciante inscrito no regime normal de apuração do ICMS deste Estado adquire, no mês de outubro, em outro Estado, por R$ 1.000,00, 100 unidades do produto X, com Crédito fiscal disponível no valor de R$ 70,00.

No mês seguinte, a cobrança do ICMS relativo ao produto X passa a ser efetuada através do regime de substituição tributária com liberação das operações subsequentes.

A margem de valor agregado prevista para o produto é de 30%. Cálculo do ICMS relativo ao estoque, considerando que o contribuinte possuía, em 31.10.2010, 50 unidades do produto X:

CÁLCULO DO ICMS SOBRE O ESTOQUE

 

Quantidade de mercadoria em estoque

50

(

x )

Custo unitário média ponderada (R$ 10,00)

 

(

= )

Valor do estoque

500,00

(

+ )

Margem de valor agregado de 30% (MVA interna)

 

(

= )

Base de cálculo da antecipação

650,00

(

x )

Alíquota interna de 17%

 

(

= )

ICMS total

110,50

(

- )

Saldo credor disponível

70,00

(

= )

Imposto antecipado

40,50

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Obs. O contribuinte deverá estornar o crédito fiscal disponível, no valor de R$ 70,00. O estorno será efetuado mediante lançamento do valor respectivo no RAICMS, no quadro “Detalhamento – Estorno de Crédito”.

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10. O que deve fazer o contribuinte optante do Simples Nacional em relação ao seu estoque?

O contribuinte optante do Simples Nacional está dispensado de recolher o ICMS relativo ao estoque, conforme Decretos específicos abaixo relacionados, e conseqüentemente dispensado de fazer seu levantamento e informar no Livro Registro de Inventário.

Produtos sujeitos a sistemática de substituição tributárias:

1. cosméticos, artigos de perfumaria, higiene pessoal ou toucador (Dec. 35.677/10)

2. eletrônicos, eletroeletrônicos e eletrodomésticos (Decreto nº 35.701/10)

3. colchões, inclusive box, suportes elásticos para cama, travesseiros e pillows (Dec. 35.655/10)

4. bicicletas (35.656/10)

5. brinquedos (Dec. 35.657/10)

6. material de construção, acabamento, bricolagem ou adorno (Dec. 35.678/10)

7. material elétrico (Dec. 35.678/10)

8. autopeças (Dec. 35.679/10)

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11. Em quantas parcelas deverá ser recolhido o ICMS relativamente ao estoque, em 31 de outubro de 2010, relativamente às mercadorias que ingressaram no regime de substituição tributária a partir de 1º de novembro de 2010?

O contribuinte-substituído depois de apurar o débito do ICMS-ST relativo ao seu estoque, conforme Decreto nº 19.528/96 e atualizações, deve recolher o valor do respectivo imposto em até 12 (doze) parcelas mensais e sucessivas, mediante Documento de Arrecadação Estadual – DAE 10, sob o código de receita 043-4, vencendo-se a primeira em 30 de dezembro 2010 e as demais até o último dia útil de cada mês subsequente.

O valor a ser recolhido mensalmente não pode ser inferior a R$ 400,00 (quatrocentos reais) e a primeira e segunda parcela corresponderão a 15% do total do débito, ficando o restante (70%) a ser pago em até 10 meses;

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12. Como o contribuinte de outra Unidade da Federação signatária de protocolo ou convênio poderá obter sua inscrição de substituto tributário?

O contribuinte localizado em outra Unidade da Federação deverá solicitar a inscrição no Cadastro de Contribuintes do Estado de Pernambuco - CACEPE por meio do serviço de atendimento ao contribuinte denominado ARE Virtual, disponível na internet no endereço eletrônico www.sefaz.pe.gov.br.

Na ARE Virtual, em "acesso rápido aos serviços mais utilizados", na opção "solicitação de inscrição estadual", clicar em "incluir" ou ainda, na ARE Virtual, em "Gestão de Cadastro de Contribuintes do ICMS- GCC", na opção "solicitações de manutenção cadastral", clicar em "Inclusão/Alteração Cadastral de Contribuintes do ICMS"

Deverá remeter à Secretaria da Fazenda cópia autenticada do instrumento constitutivo da empresa, devidamente atualizado e, quando se tratar de sociedade por ações, da Ata da última assembléia de designação ou eleição da diretoria para o seguinte endereço:

Av. Dantas Barreto,n° 1186, 19° andar, Edf. San Rafael,São José, Recife- PE,CEP 50.020-904

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13. Um contribuinte de Unidade da Federação não-signatária de protocolo ou convênio poderá obter inscrição estadual de substituto tributário?

Sim, entretanto, para ser atribuída a condição de contribuinte-substituto, o remetente situado em Unidade da Federação não-signatária de protocolo ou convênio deverá solicitar autorização à Diretoria Geral de Planejamento da Ação Fiscal - DPC, atendendo às seguintes condições:

-inscrição no CACEPE na condição de contribuinte-substituto localizado em outra Unidade da Federação, que deverá ser obtida por meio do serviço de atendimento ao contribuinte denominado ARE Virtual, disponível na internet no endereço eletrônico www.sefaz.pe.gov.br. Na ARE Virtual, em “acesso rápido aos serviços mais utilizados”, na opção “solicitação de inscrição estadual”, clicar em “incluir” ou ainda, na ARE Virtual, em “Gestão de Cadastro de Contribuintes do ICMS- GCC”, na opção “solicitações de manutenção cadastral”, clicar em “Inclusão/Alteração Cadastral de Contribuintes do ICMS”,devendo ainda remeter à Secretaria da Fazenda cópia autenticada do instrumento constitutivo da empresa, devidamente atualizado e, quando se tratar de sociedade por ações, da Ata da última assembléia de designação ou eleição da diretoria para o seguinte endereço:

Av. Dantas Barreto,n° 1186, 19° andar, Edf. San Rafael,São José, Recife- PE,CEP 50.020-904

-regularidade quanto às obrigações tributárias, principal e acessórias;

-autorização da Unidade da Federação em que se localizar, para efeito de fiscalização pela Secretaria da Fazenda deste Estado;

-apresentação de termo de compromisso relativo à assunção da obrigação pelo recolhimento do imposto devido na condição de contribuinte-substituto, conforme modelo previsto no Anexo 2 do Dec. 19.528/96, alterado pelo Dec .

35.787/2010.

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14. Como deverá ser emitida a Nota Fiscal pelo contribuinte substituto optante pelo Simples Nacional nas operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária?

A Nota Fiscal deverá ser emitida, sem destaque para os campos relativos à base de cálculo e ICMS da operação própria, na forma indicada pela legislação que

trata do Simples Nacional, conforme Resolução CGSN nº 10/2007. Por sua vez, nos campos próprios da Nota Fiscal, deverão ser registrados os valores

relativamente, a substituição" .

"Base de Cálculo ICMS Substituição" e o "Valor ICMS

Deverá ainda ser observado que o valor total da Nota Fiscal será acrescido do "Valor ICMS substituição".

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15. A empresa industrial optante do Simples Nacional também precisa recolher por substituição tributária?

Sim.

As empresas optantes do Simples Nacional que realizem operações com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária, são contribuintes substitutos em relação as operações internas, e ainda nas operações interestaduais para Unidades da Federação com as quais haja acordo firmado por convênio ou protocolo.

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16. Como deverá proceder um contribuinte substituído, comerciante varejista, optante do Simples Nacional que recebeu mercadorias sujeitas a substituição tributária?

Quando da efetiva venda de mercadorias sujeitas à substituição tributária, por contribuinte substituído, as receitas correspondentes deverão ser segregadas no PGDAS, não havendo valor a recolher referente a ICMS próprio no Simples Nacional, considerando o disposto no art. 3º, II da Resolução CGSN nº 51/2008.

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17. Quando o contribuinte de Pernambuco recebe mercadoria de outra Unidade da Federação sujeita à substituição tributária sem que tenha havido o recolhimento do ICMS-ST, qual o prazo estabelecido na norma para que o adquirente faça o pagamento?

Na hipótese em que o adquirente deste Estado estiver credenciado na SEFAZ, conforme Portaria SF nº 089/2009, este deverá recolher o ICMS-ST até o último dia do mês subseqüente ao da entrada da mercadoria em Pernambuco, através do DAE 10, sob o código de recolhimento 058-2. Entretanto, se o contribuinte estiver estabelecido em município da Microrregião de Petrolina - Afrânio, Cabrobó. Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista e Terra Nova - o ICMS-ST deverá ser recolhido até o último dia do segundo mês subsequente ao da entrada da mercadoria neste Estado (Art. 6º, II do Decreto nº

Na hipótese em que o contribuinte de Pernambuco não estiver credenciado na SEFAZ, este deverá recolher o ICMS-ST por ocasião da passagem da mercadoria pela primeira unidade Fiscal deste Estado, ou, caso não passe por este local, no prazo de oito dias, contados da data da saída da mercadoria ou, na falta desta, da data da emissão do respectivo documento fiscal, devendo o adquirente notificar, este fato, ao contribuinte-substituto (Art. 6º, II, III e IV do Decreto nº 19.528/96 e alterações).

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18. O que deve fazer o contribuinte-substituído na hipótese da SEFAZ não ter calculado o ICMS antecipado da mercadoria sujeita à substituição tributária, ou ter calculado a menor?

O contribuinte-substituído deverá calcular o ICMS antecipado devido, total ou

complementar, este último na hipótese da SEFAZ ter informado, no DAE fronteira, um valor a menor, e recolher o total do imposto antecipado, ou o complemento do

mesmo, conforme hipótese, através do DAE-10, sob o código de receita 058-2, até o último dia do mês subsequente àquele em que ocorrer a entrada da mercadoria neste Estado. Na hipótese do destinatário da mercadoria ser um contribuinte localizado em município da Microrregião de Petrolina (Afrânio, Cabrobó. Dormentes, Lagoa Grande, Orocó, Petrolina, Santa Maria da Boa Vista e Terra Nova), o ICMS-ST deverá ser recolhido até o último dia do segundo mês

subsequente ao da entrada da mercadoria em Pernambuco (Art. 6º, II do Decreto

19.528/96).

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19. O contribuinte substituído, inscrito no regime normal de apuração, que recebeu mercadoria no mês anterior ao ingresso da mesma no regime de substituição tributária deverá recolher o imposto antecipado de que trata a Portaria SF nº 147/2008?

Não, pois as mercadorias serão objeto de cálculo do ICMS antecipado quando do levantamento de estoque. Deverá o contribuinte abater o valor do DAE fronteira, e protocolizar requerimento junto a SEFAZ, informando o respectivo abatimento.

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20. O contribuinte-substituído optante do Simples Nacional deve recolher o ICMS antecipado previsto na Portaria SF nº 147/2008, relativamente às mercadorias que ingressaram neste Estado durante o mês que antecedeu a sua inclusão no regime de substituição?

Sim, pois o cálculo sobre o estoque já observaria o pagamento do diferencial de alíquota. Resta ainda, a dispensa do recolhimento sobre o estoque para o contribuinte optante do Simples Nacional.

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21. Na hipótese de existir para uma mesma mercadoria mais de uma margem de valor agregado, coincidindo código NBM/SH e descrição, qual a que deve ser aplicada?

Na hipótese de estar prevista, em convênio ou protocolo ICMS, mais de uma margem de valor agregado para o mesmo produto, prevalecerá àquela que for inferior, independentemente de alteração da respectiva norma específica, observado, relativamente às operações interestaduais, o respectivo ajuste da Margem de Valor Agregado - MVA. (art. 4º, §1º, VII do Decreto nº 19.528/96)

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22. Qual o prazo de recolhimento do imposto antecipado a ser efetuado por contribuinte-substituto deste Estado não optante do Simples Nacional?

O contribuinte-substituto deverá recolher o ICMS_ST até o 9º dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída da mercadoria, do referido estabelecimento, salvo quando norma específica dispuser de forma diversa. (Art. 5º, do Decreto nº 19.528/96)

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23. Qual o prazo de recolhimento do imposto antecipado a ser efetuado por contribuinte-substituto deste Estado optante do Simples Nacional?

O contribuinte-substituto deste Estado optante do Simples Nacional deverá recolher o ICMS-ST até o 9 º (nono) dia do 2º (segundo) mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída da mercadoria do referido estabelecimento, salvo quando norma específica dispuser de forma diversa. (Art. 5º, do Decreto nº 19.528/96)

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24. Que documento o contribuinte-substituto deverá utilizar para efetuar o recolhimento do imposto antecipado?

O contribuinte-substituto deverá utilizar, para efetuar o recolhimento do imposto antecipado, os seguintes documentos:

nas operações internas, utilizar o Documento de Arrecadação Estadual - DAE 10, sob o código de arrecadação 011- 6;

nas operações interestaduais, estando o contribuinte-substituto localizado em outra Unidade da Federação, o imposto retido deverá ser recolhido, por meio da Guia Nacional de Recolhimento de Tributos Estaduais – GNRE, em instituição fi- nanceira oficial ou privada, signatária de contrato específico de prestação de ser- viço de arrecadação com a Secretaria da Fazenda de PE, nos termos do Manuel Técnico de Procedimentos para Captura Eletrônica da GNRE, ou conforme defini- do no padrão da Federação Brasileira das Associações de Bancos – FEBRABAN para códigos de barras, em conta especial, a crédito do Governo do Estado de Pernambuco (Ajuste SINIEF 11/97, Convênios Arrecadação 01/98 e 01/99) (Art. 5º, do Decreto19.528/96)

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25. O contribuinte substituto, estabelecido em outra Unidade da Federação, é responsável pelo recolhimento do ICMS referente ao diferencial de alíquota, nas aquisições interestaduais de mercadoria para uso, consumo, ou ativo fixo?

Sim, desde que o remetente esteja estabelecido em Unidade da Federação signatária de Convênio ou Protocolo de mercadorias sujeitas à substituição tributária neste Estado.

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26. Quando um estabelecimento industrial de Pernambuco adquire o mesmo tipo de mercadoria do de sua produção e esta é sujeita ao regime de substituição tributária, cabe retenção do ICMS na entrada?

Não. Nesta hipótese o industrial será contribuinte-substituto em relação à mercadoria que adquiriu, por ser fabricante da mesma mercadoria. Podemos ter como exemplo uma indústria que produz colchões e adquire colchões para vender. Resta claro que se a mesma adquirir travesseiros e não for fabricante deste produto ele terá que recolher o ICMS pela entrada.

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27. Qual o tratamento tributário para sabão em tablete de até 500g, exclusive sabonete?

A carga tributária relativamente a sabão em tablete de até 500 g permanecerá a mesma prevista no sistema especial de tributação relativo a produtos da cesta bá- sica – considerando o disposto no inciso I, do art. 31-A, do Decreto nº 19.528/96e alterações.

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28. Como faço para solicitar restituição do ICMS-ST pago a maior, ou em duplicidade?

O pedido de restituição deverá ser efetuado por escrito, e deverá conter os dados da empresa requerente (razão social, inscrição estadual, CNPJ e endereço), as- sim como os dados bancários da mesma (número do banco, agência e conta cor- rente), além da informação detalhada dos motivos da solicitação. E assinatura do responsável pela empresa, ou contador cadastrado. O requerimento deve vir acompanhado de cópia do DAE (ou GNRE) pago , cópia da Nota Fiscal e/ou cópia do documento que comprove a informação constante no requerimento

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29. Como devo fazer para solicitar restituição do ICMS-ST pago a maior ou em duplicidade?

O pedido de restituição será feito por escrito, com identificação dos dados da empresa (razão social, inscrição Estadual, CNPJ e endereço) e dos dados bancários (número do Banco, da Agência, e da conta corrente), para fins de restituição em espécie, devendo

ser

informado, detalhadamente, o motivo da solicitação.

O

requerimento terá a assinatura do responsável pela empresa, ou contador

cadastrado, e deve estar acompanhado da cópia do comprovante de pagamento (DAE

ou GNRE), conferida pela SEFAZ, da Nota Fiscal, e de outros documentos que

confirmem as alegações constantes na petição inicial.

O pedido de restituição deverá ser entregue em qualquer ARE deste Estado, ou poderá

ser enviado pelos Correios à Diretoria Geral da Receita Tributária – DRT, Unidade de

Análise de Processos – UNAP, Av. Dantas Barreto, 1186, 17º andar, Edf. San Rafael, Recife, PE, CEP: 50.020-904

(Normas consultadas: Lei 10.654/91, artigos 45 a 54; Decreto 19.528/96 e alterações e

Port.324/98)

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30. Quais são as obrigações principais e acessórias do contribuinte substituto localizado em outra Unidade da Federação possuidor de Inscrição Estadual em Pernambuco?

O contribuinte-substituto localizado em outra Unidade da Federação quando promover saída da mercadoria sujeita à substituição tributária deverá destacar o ICMS-ST na Nota Fiscal e recolher este tributo através de GNRE, até o 9º dia do mês subseqüente àquele em que ocorrer a saída da mercadoria do seu estabelecimento.

Quando o mesmo operar com mercadorias sujeitas ao regime de substituição tributária regido por normas diversas, o pagamento será feito através de GNRE específica para cada convênio ou protocolo.

Ele também está obrigado a encaminhar, mensalmente, à SEFAZ de Pernambuco, a GIA-ST, por transmissão via Internet, no seguinte endereço WWW.sefaz.pe.gov.br, até o 10º dia do mês subsequente ao referido período fiscal, mesmo que não tenham ocorrido operações naquele espaço de tempo.

(Normas consultadas: Decreto 19.528/96, Capítulo VII, e alterações; Portaria SF

142/02)

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