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___ Encontro – Lindos Casos - A Infância de Chico.

1. Objetivos:
a. Mostrar para as crianças:
i. O quanto a infância do Chico foi difícil.
ii. Que crianças não vêem fantasmas, mas sim espíritos.
iii. Que a prece tem um poder muito grande.
iv. Que Deus nunca nos abandona.
b. Levar as crianças a sentirem os sentimentos de obediência, paciência, fé, persistência e
perdão, que sempre estiveram presentes na vida do Chico.
c. Instigar a capacidade criativa das crianças.
2. Bate-papo: Contar a historinha em quadrinhos “Toinzinho e Chico Xavier em Lindos Casos, nº23”.
3. Dinâmica: Levar uma foto do Chico para as crianças verem. Separar a sala em pequenos grupos.
Cada grupo “terá a missão” de confeccionar uma parte do corpo ou das vestimentas do Chico (do
tronco para cima) e depois colar em um mural de papel pardo. A boina, o óculos, roupas simples e
lábios grossos são elementos que não podem faltar nesse desenho.

___ Encontro – Lindos Casos – Sempre precisamos uns dos outros.


1. Objetivos:
a. Levar as crianças a sentirem os sentimentos de perdão e fé, que são essenciais para que
possamos viver bem com as pessoas, como o Chico vivia.
b. Dar a oportunidade de as crianças terem um contato diferente com o alfabeto.
c. Levar as crianças a se ajudarem.
d. Trabalhar a coordenação motora.
2. Bate-papo: Contar a historinha em quadrinhos “Toinzinho e Chico Xavier em Lindos Casos, nº32”.
3. Dinâmica: Alfabeto diferente. Em um mural, escreveremos a frase: “(?) O Chico era uma criança
obediente e um adulto que sempre desculpava (?)”. As letras que formarão essa frase serão
escritas com canetinha, cada uma, pelas evangelizadoras em folhas de duas revistas. As crianças
não vão saber identificar cada letra, mas saberão que terão que recortar todos os desenhos de
letras em canetinha que estiverem nas folhas de revistas. Além do mais, terão que se ajudar para
identificar o que recortar, para compartilhar as revistas, já que serão apenas duas, e para
compartilhar as tesouras. Quando terminarem, as evangelizadoras vão organizar as letras para
formar a frase, e, assim, pedirão para as crianças se ajudarem para colarem na ordem correta.

___ Encontro - Lindos Casos – A Verdade é como o Diamante.


1. Objetivos:
a. Levar as crianças a entender que sempre devemos falar a verdade, mas com jeitinho para
não machucar a pessoa a que nos dirigimos.
b. Auto-conhecimento.
2. Bate-papo: Contar o conto “A verdade é como Diamante” do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, pg.
140.  ADAPTÁ-LO.
3. Dinâmica:
a. Levar situações para as crianças e pedir para elas nos dizer como elas falariam a verdade
naquela situação, enquanto brincamos de corre-cutia. De acordo com o seu desempenho,
perguntaremos se merecem uma pedra sem brilho, um diamante com pouco brilho ou um
diamante com muito brilho. ( figuras de diamantes salvas no pc.)
b. Situações:
i. Você estragou um brinquedo do seu irmão. Você negaria que o fez quando ele te
perguntasse ou confessaria, dizendo que o ajudaria a concertá-lo?
ii. Sua mamãe está muito nervosa e briga com você sem você ter feito nada. Você quer
dizer a ela que não gosta quando ela briga com você. Você diria “Mamãe, larga de ser
chata e pára de brigar comigo!” ou “Mamãe, você não precisa ficar brava comigo; eu
não fiz nada.”
iii. Dessa vez, sua mamãe está muito brava e briga com você porque você fez alguma
coisa de errado. Você diria: “Sua chata, eu te odeio” ou “Mamãe, me desculpe. Da
próxima vez, não precisa ficar brava, é só me falar o que fiz de errado que eu faço
direitinho.”
iv. Você esqueceu de fazer a tarefa de casa. A sua professora pergunta o porquê. Você
diria: “Eu estava doente e não deu para fazer” ou “Professora, a verdade é que
esqueci de fazer o dever.”
v. Você está com raiva do seu amiguinho porque ele fica te enchendo o saco. Daí, você
pega a bola dele e joga numa roseira e ela fura. Seu amiguinho pergunta para você
quem jogou a bola dele na roseira. O que você diria?
vi. Está todo mundo aqui na salinha desenhando. A tia Dayane fala que vai no banheiro
rapidinho e que não quer ninguém mexendo na tinta. Aí, você vai lá e mexe na tinta e
derruba ela todo no chão. A tia Dayane volta e pergunta quem fez aquela bagunça. O
que você diria?
vii. Depois da sopa, você vem aqui na salinha e começa a mexer nas coisas. Pega um giz de
cera e rabisca a parede. Daí, você volta lá para baixo e vai brincar com as outras
crianças. A tia Lú sobe para cá para vir ao banheiro e vê que está tudo bagunçado e
que a parede está rabiscada. Ela vai até lá em baixo onde está você e as outras
crianças e pergunta quem foi o autor daquilo. Você diria que foi você?
viii. Você acha a sua prima uma menina muito chata. Aí, no dia do aniversário dela, ela te
pergunta o que você acha dela. Você diria “Ah, menina, você é muito chata! Não gosto
de você!” ou “Eu te acho chata só quando você me enche o saco. Se você parar te
fazer isso, não vou te achar chata mais.”
ix. ...

___ Encontro – Lindos Casos – Desprendimento e Desinteresse.


1. Objetivos:
a. Mostrar para as crianças que, apesar da pobreza do Chico, ele nunca aceitava dinheiro
quando ajudava e sempre dava um pouco do que tinha para os mais necessitados do que si.
b. Termos uma noção da situação de vida de cada criança.
c. Trabalhar com as crianças o fato de ser tão difícil dar para outros o que mais gostamos.
d. Trabalhar o não-julgamento , pois, a criança que se recusar a dar não poderá ser julgada
pelas outras crianças.
e. Trabalhar o auto-conhecimento com as crianças.
2. Bate-papo: Contar o conto “Um Relógio ao Doente” do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, pg. 88.
 ADAPTÁ-LO.
3. Dinâmica: Sentar em círculo. Entregar para uma criança um relógio de pulso e perguntar o que ela
tem na casa dela que ela mais gosta e pedir para ela perguntar ao seu colega do lado se ele tem
alguma das coisas que ela citou. Se ele não tiver, perguntar para ela se daria pra ele. Se ela
concordar, ela passa o relógio para ele. Se não concordar, perguntar se daria alguma outra coisa que
ela goste menos, mas que seu colega não tem. E assim por diante.

___ Encontro – O que é o Passe?


1. Objetivos: Levar as crianças a entender que o passe é uma troca de pensamentos, fluidos e energia
entre o necessitado, o médium e o espírito assessor.
2. Bate-papo e dinâmica:
a. Simular o ato do passe com três pessoas. Explicar que o espírito recebe diretamente de
Deus os fluidos necessários para o necessitado, o médium passa os fluidos do espírito para o
necessitado, e o necessitado recebe esses fluidos de acordo com a sua fé.
b. Pedir para as crianças colorirem um desenho que retrata bem o mecanismo do passe (salvo
no pc) e pedir para identificarem quem é o espírito, o médium e o necessitado.

___ Encontro – O Passe e o Comportamento.


1. Objetivos: Levar as crianças a entender que “ao nos referirmos à condição de receptividade do
paciente, óbvia sob qualquer aspecto, lembraríamos o impositivo dele manter atitudes respeitosas
durante e depois do passe. Todo tratamento exige dieta e essa dieta, no passe, é o momento
seguinte de como vai ficar o nosso comportamento. Atitudes e ações levianas destroem as pontes
de fixação que ajudam a reter as energias vitalizadoras e construtivas em nós, fazendo com que
essas energias se evolem, ficando o lugar das mesmas ocupado por outras de baixo teor.”
2. Bate-papo e dinâmica:
i. Brincar de “Amigos de Jó”.
ii. Comentar:
1. Se vocês não tivessem prestado atenção no “mestre”, vocês teriam dado conta
de fazer a coreografia?
2. Se vocês estivessem fazendo bagunça, vocês saberiam que coreografia
dançar?
3. E quando a gente está fazendo o passe? Será que se a gente ficar fazendo
bagunça a gente vai conseguir receber o remedinho? Ou, se a gente ficar
sentadinho, mas não prestar atenção em Deus, a gente vai receber o
remedinho?
4. Então, o que a gente tem que fazer para receber o remedinho na hora do
passe direitinho?
iii. Se sobrar tempo, pedir para as crianças desenharem como deve ser os seus
comportamentos na hora do passe.

___ Encontro – O Passe e a Cura.


1. Objetivos: Levar as crianças a entender que o passe é como um processo de assepsia (o passe tira a
“sujeira” do nosso espírito – é o “banho” deste). E para que isto ocorra com efetividade, é
necessário que haja sintonia e confiança entre espírito, médium e paciente.
2. Bate-papo:
a. Contar o conto “Em visita à casa do Pai” do livro “Lindos Casos de Chico Xavier”, pg. 72. 
Não é necessário adaptá-lo, mas explicar à medida que a leitura caminha.
b. Comentar:
i. Quem é esse Pai que Chico foi à casa? (Deus.)
ii. O que a criança fez com o Chico? (Deu um passe nele)
iii. O que a criança passou para o Chico? (O remedinho invisível.)
iv. Foi o espírito do Chico ou o corpo do Chico que recebeu o Passe?
v. Então, o passe cura as nossas doenças?
vi. Jesus também curava as pessoas dando passe?
vii. Jesus precisava estender as mãos para curar um irmão, ou um abraço ou até mesmo o
encostar da pessoa em Jesus já fazia com que ele se curasse? (Lembram da
historinha “A filha de Jairo”? Nesta historinha, uma mulher foi curada só de
encostar em Jesus.)
viii. Se essas pessoas não acreditassem que iam ser curadas, elas se curariam? (Não, pois
foi Jesus mesmo quem disse “A tua fé te salvou”.)
ix. Então, são as mãos ou os pensamentos do médium que passam o passe?
3. Dinâmica: Entregar um folha em que há dois desenhos: um de uma pessoa antes do passe e o outro,
depois do passe. Pedir para colorirem de acordo com o que acreditem estar a pessoa nestas duas
situações. ( “aulas para evangelização” – CEUA).

___ Encontro – O Passe e o Amor Universal.


1. Objetivos: Levar as crianças a entender que “no Universo tudo é atração. Em síntese, é a
manifestação do amor universal sustentando a vida através de trocas incessantes”. Tudo no
universo é o amor universal porque tudo nele é Deus.
2. Bate-papo:
a. Recitar o poema “Deus” de Cecília Meireles, no livro “O Canto da Cotovia”, pg. 79.
b. Comentar:
i. Onde podemos achar Deus?
ii. Quando recebemos o passe, de quem recebemos o remedinho invisível? (Recebemos o
remedinho de Deus, através do espírito amigo e do médium.)
3. Dinâmica: “Onde podemos achar Deus?” Vamos passear pelo bairro e observar a natureza, as
pessoas, questionando:
a. Onde podemos achar Deus?
b. Por que podemos achar Deus aí?
c. Podemos achar Deus no ar?
d. Mas, porque, então, não conseguimos ver Deus? (Porque Deus é amor. A gente consegue ver o
amor?)
e. Nós encontramos Deus na gente? (Sim. Todo mundo tem um luzinha dentro do coração.
Quando a gente briga com o nosso amiguinho, quando a gente faz bagunça na hora da prece,
do passe, essa luzinha apaga. Então, para essa luzinha sempre ficar acesa, nós temos que ser
crianças educadas, que sempre fazem prece antes de dormir, etc.)

___ Encontro – O Espírito.


1. Objetivos: Levar as crianças a entender, resumidamente, a natureza e a origem dos espíritos.
2. Bate-papo: Em círculo brincar de corre-cutia. A criança que conseguir sentar pega, do meio da roda,
um dos conceitos, descritos a seguir, que serão lidos e explicados pelas evangelizadoras. Eis os
conceitos:
a. Os espíritos são seres inteligentes.
b. Só Deus consegue criar os espíritos.
c. Deus nunca pára de criar espíritos.
d. Os espíritos nunca morrem.
e. O espírito consegue viver sem o corpo, mas este não consegue sem aquele.
f. A forma do espírito é como se fosse o brilho de uma estrela.

___ Encontro – O Perispírito.


1. Objetivos: Levar as crianças a entender que:
a. O perispírito liga o espírito (pensamento) ao corpo.
b. O perispírito tem a mesma forma que o corpo.
c. O corpo envolve o perispírito e este, por assim dizer, envolve o espírito.
2. Bate-papo e dinâmica:
a. Levar um ovo à sala. Mostrar que, quando quebramos o ovo, só a casca (o corpo) que morre. A
clara é o perispírito e a gema o espírito. Pedir para repararem que a clara fica entre a casca
e a gema, como o perispírito fica entre o corpo e o espírito.
b. Atividade de recorte e colagem – dar três desenhos para eles: um estereótipo humano
grande (corpo), outro menor (perispírito) e uma estrela (espírito). Pedir para identificar qual
é o corpo, o perispírito e o espírito. Em seguida, perguntar onde vão colar o perispírito (em
cima do corpo) e o espírito (em cima do perispírito na região da cabeça). Depois, pedir para
colorirem.

___ Encontro – O Corpo.


1. Objetivos:
a. Reforçar a idéia de que corpo envolve o perispírito e este, por assim dizer, envolve o
espírito.
b. Mostrar-lhes a importância do cuidado com o corpo, já que ele é uma ferramenta que nos
proporciona o aprimoramento moral.
c. Reforçar a idéia de que todos nós fomos criados por um mesmo Deus e, por isso, somos
irmãos.
2. Bate-papo e dinâmica:
a. Higiene
i. Labirinto: As crianças vão tentar levar o Hércules a sua escova de dentes usando fios
coloridos de lã. ( salvo pc.)
ii. Comentar: O que devemos fazer para ficarmos sempre limpinhos, fortes e
inteligentes?
b. Irmandade
i. Frisos de bonecos de papel: Para cada criança será entregue um friso com uma certa
quantidade de bonecos de papel. Pedir para caracterizarem as pessoas que gostam, as
pessoas de sua família. Ao término, todos os frisos serão colados juntos,
simbolizando a irmandade, a família universal.

___ Encontro - O que é a mediunidade?


1. Objetivos: Levar as crianças a entender que:
a. Mediunidade é a faculdade de sentir a influência dos espíritos.
b. Como todos nós fazemos prece, recebemos um passe, escutamos o nosso anjo da guarda,
todos nós somos médiuns.
c. A arte não é a expressão do bonito, mas sim a expressão do eu. Arte é tudo aquilo que
expressa o bonito transcendente, possuindo uma função, não uma função formal, de fazer
algo funcionar, por exemplo, mas a função de fazer pensar, refletir, se conhecer, sentir,
etc.
1. Bate-papo e dinâmica:
a. Telefone sem-fio: Passar mensagens a secar da mediunidade pelos ouvidos das crianças, para
elas entenderem que os espíritos nos inspiram de forma semelhante. Eis as frases:
i. Eu sou um espírito.
ii. Eu sou igual a você.
iii. Também sou uma criança.
iv. Só não tenho o corpo.
v. Pode me fazer um favor?
vi. Diga à mamãe que eu a amo.
vii. Diga que um dia vou voltar de novo.
viii. Tchau. E obrigado.
b. Psicografia: Dar uma caricatura de Castro Alves para as crianças colorirem. Explicar que ele
continua sendo um poeta, mesmo depois de morto. Ele chega perto do ouvido do Chico, dita
sua poesia e este a escreve. Comentar a questão da proporcionalidade do nosso corpo.
Mostrar que Castro Alves não tem o rosto daquela forma: caricatura é uma forma de arte
que nos faz ver de uma maneira diferente. A Arte não é o que é bonito, mas sim a
expressividade do ser.

___ Encontro – André Luiz e Emmanuel.


1. Objetivos:
a. Mostrar para as crianças a importância que esses dois personagens tiveram na vida do Chico
e na vida dos espíritas, já que eles nos esclareceram e ainda nos esclarecem tantas coisas a
vida eterna.
b. Trabalhar a afetividade.
2. Bate-papo e dinâmica:
a. Psicofonia: As evangelizadoras vão fingir ser ou o Emmanuel ou o André Luiz. As crianças
serão os médiuns. As evangelizadoras passarão por cada criança, dizendo para darem um
beijo, um abraço no colega do lado, etc.
b. Psicografia: As evangelizadoras vão fingir ser ou o Emmanuel ou o André Luiz. As crianças
serão os médiuns. As evangelizadoras passarão por cada criança, segurando suas mãos,
fazendo desenhos e escrevendo frases, que, depois, serão colados todos juntos em um
mural.

___ Encontro – O Espiritismo - Da França ao Brasil.


1. Objetivos: Mostrar para as crianças que o Espiritismo nasceu na França, tendo como codificador
Allan Kardec, mas o maior país espírita do mundo é o Brasil.
2. Dinâmica: Fazer um Grande mural, intitulado “O que é o Espiritismo”. Este mural terá seções, tais
como: das obras básicas (+ figura de Kardec e da França); do Brasil (figura do mapa do Brasil,
destacado o estado de Minas Gerais, figura de Chico); e seções que exemplifiquem, com figuras
também, o que essa doutrina prega  evolução (pode ser as figuras do Darwin; uma escadinha,
simbolizando o aprimoramento moral); ensinamentos de Jesus; reencarnação; amor à natureza
(ecologia)e ajuda mútua: as crianças procuram em revistas, etc.
___ Encontro - O Brasil como pátria do Espiritismo - De Pedro Leopoldo a Uberaba para o
Brasil. - Continuidade que Chico deu a Kardec
1. Objetivos: Levar as crianças a entender que o Chico foi muito importante para que o Espiritismo se
consolidasse no Brasil.
2.

___ Encontro - O Brasil como pátria do Espiritismo – De Pedro Leopoldo ao mundo.


___ Encontro - O Brasil como pátria do Espiritismo – A confiança de Jesus na nossa Terra

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