CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL PREÂMBULO Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembleia Nacional Constituinte para instituir

um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL.
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Publicada no DOU no 191-A, de 5-10-1988.

TÍtulo I – Dos PrincÍpios FundaMentais Art. 1o A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:
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No plebiscito realizado em 21-4-1993, disciplinado na EC no 2, de 25-8-1992, foram mantidos a república e o presidencialismo, como forma e sistema de governo, respectivamente. Arts.18, caput, e 60, § 4o, I e II, desta Constituição. Arts. 20, VI, 21, I e III, 84, VII, VIII, XIX e XX, desta Constituição. Arts. 201, 202, 210 e 211 do CPC. Arts. 780 a 790 do CPP. Arts. 215 a 229 do RISTF. Arts. 5o, XXXIV, LIV, LXXI, LXXIII e LXXVII, e 60, § 4o, desta Constituição. Lei no 9.265, de 12-2-1996, estabelece a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania. Lei no 10.835, de 8-1-2004, institui a renda básica da cidadania. Arts. 5o, XLII, XLIII, XLVIII, XLIX, L, 34, VII, b, 226, § 7o, 227 e 230 desta Constituição. Art. 8o, III, da Lei no 11.340, de 7-8-2006 (Lei que Coíbe a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher). Súmulas Vinculantes nos 6, 11 e 14 do STF. Arts. 6o a 11 e 170 desta Constituição. Art. 17 desta Constituição. Lei no 9.096, de 19-9-1995 (Lei dos Partidos Políticos).

I – a soberania;
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II – a cidadania;
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III – a dignidade da pessoa humana;
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IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;
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V – o pluralismo político.
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Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.
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Arts. 14, 27, § 4o, 29, XIII, 60, § 4o, II, e 61, § 2o, desta Constituição. Art. 1 o da Lei n o 9.709, de 19-11-1998, que regulamenta a execução do disposto nos incisos I, II e III do art. 14 desta Constituição. Art. 60, § 4o, III, desta Constituição. Súm. no 649 do STF.

Art. 2o São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.
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Art. 3o Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre, justa e solidária;
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Art. 29, 1, d, do Dec. no 99.710, de 21-11-1990, que promulga a convenção sobre os direitos das crianças. Art. 10, 1, do Dec. n o 591, de 6-7-1992, que promulga o Pacto Internacional Sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Arts. 23, parágrafo único, e 174, § 1o, desta Constituição. Arts. 23, X, e 214 desta Constituição. Arts. 79 a 81 do ADCT. LC no 111, de 6-7-2001, dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza.

II – garantir o desenvolvimento nacional;
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III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;
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IV – promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.
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Art. 4o, VIII, desta Constituição. Lei no 7.716, de 5-1-1989 (Lei do Racismo). Lei n o 8.081, de 21-9-1990, dispõe sobre os crimes e penas aplicáveis aos atos discriminatórios ou de preconceito de raça, cor, religião, etnia ou procedência nacional, praticados pelos meios de comunicação ou por publicação de qualquer natureza. Lei no 11.340, de 7-8-2006 (Lei que Coíbe a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher). Dec. no 3.956, de 8-10-2001, promulga a Convenção Interamericana para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. Dec. n o 4.377, de 13-9-2002, promulga a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, de 1979. Dec. no 4.886, de 20-11-2003, dispõe sobre a Política Nacional de Promoção de Igualdade Racial – PNPIR. Dec. no 5.397, de 22-3-2005, dispõe sobre a composição, competência e funcionamento do Conselho Nacional de Combate à Discriminação – CNCD. Arts. 21, I, e 84, VII e VIII, desta Constituição. Art. 39, V, da Lei no 9.082 de 25-7-1995, que dispõe sobre a intensificação das relações internacionais do Brasil com os seus parceiros comerciais, em função de um maior apoio do Banco do Brasil S.A. ao financiamento dos setores exportador e importador. Arts. 78, caput, e 91, § 1o, III e IV, desta Constituição. Lei no 8.183, de 11-4-1991, dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional, regulamentada pelo Dec. no 893, de 12-8-1993. Dec. no 678, de 6-11-1992, promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos – Pacto de São José da Costa Rica. Dec. no 4.463, de 8-11-2002, dispõe sobre a declaração de reconhecimento da competência obrigatória da Corte Interamericana em todos os casos relativos à interpretação ou aplicação da Convenção Americana sobre Diretos Humanos. Dec. no 6.980, de 13-10-2009, dispõe sobre a estrutura regimental da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República, transformada em Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República pelo art. 3o, I, da MP no 483, de 24-3-2010, que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em lei.

Art. 4o A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:
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I – independência nacional;
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II – prevalência dos direitos humanos;
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III – autodeterminação dos povos; IV – não intervenção; V – igualdade entre os Estados; VI – defesa da paz; VII – solução pacífica dos conflitos; VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo;
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Art. 5o, XLII e XLIII, desta Constituição. Lei no 7.716, de 5-1-1989 (Lei do Racismo). Lei no 8.072, de 25-7-1990 (Lei dos Crimes Hediondos). Dec. no 5.639, de 26-12-2005, promulga a Convenção Interamericana contra o Terrorismo.

IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade; X – concessão de asilo político.
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Lei no 9.474, de 22-7-1997, define mecanismos para a implementação do Estatuto dos Refugiados de 1951. Dec. no 55.929, de 14-4-1965, promulgou a Convenção sobre Asilo Territorial. Art. 98, II, do Dec. no 99.244, de 10-5-1990, que dispõe sobre a reorganização e o funcionamento dos órgãos da Presidência da República.

Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.
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Dec. no 350, de 21-11-1991, promulgou o Tratado de Assunção que estabeleceu o Mercado Comum entre o Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai – MERCOSUL. Dec. no 922, de 10-9-1993, promulga o Protocolo para Solução de Controvérsias no âmbito do Mercado Comum do Sul – MERCOSUL.

TÍtulo II – Dos Direitos e Garantias FundaMentais CAPÍTULO I Dos Direitos e Deveres Individuais e Coletivos Art. 5 Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes:
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Arts. 5o, §§ 1o e 2o, 14, caput, e 60, § 4o, IV, desta Constituição. Lei no 1.542, de 5-1-1952, dispõe sobre o casamento dos funcionários da carreira de diplomata com pessoa de nacionalidade estrangeira. Lei no 5.709, de 7-10-1971, regula a aquisição de imóvel rural por estrangeiro residente no país ou pessoa jurídica estrangeira autorizada a funcionar no Brasil. Lei no 6.815, de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro), regulamentada pelo Dec. no 86.715, de 10-12-1981. Súmulas Vinculantes. nos 6 e 11 do STF. Súm. no 683 do STF. Arts. 143, § 2o, e 226, § 5o, desta Constituição. Art. 372 da CLT. Art. 4o da Lei no 8.159, de 8-1-1991, que dispõe sobre a política nacional de arquivos públicos e privados. Lei no 9.029, de 13-4-1995, proíbe a exigência de atestado de gravidez e esterilização, e outras práticas discriminatórias, para efeitos admissionais ou de permanência da relação jurídica de trabalho. Lei no 12.318, de 26-8-2010 (Lei da Alienação Parental). Dec. no 86.715, de 10-12-1981, que regulamenta a Lei no 6.815, de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro). Dec. no 678, de 6-11-1992, promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos – Pacto de São José da Costa Rica. Dec. no 4.377, de 13-9-2002, promulga a Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, de 1979. Port. do MTE no 1.246, de 28-5-2010, orienta as empresas e os trabalhadores em relação à testagem relacionada ao vírus da imunodeficiência adquirida – HIV. Arts. 14, § 1o, I, e 143 desta Constituição. Súmulas nos 636 e 686 do STF. Incisos XLIII, XLVII, e, XLIX, LXII, LXIII, LXV e LXVI deste artigo. Art. 4o, b, da Lei no 4.898, de 9-12-1965 (Lei do Abuso de Autoridade). Arts. 2o e 8o da Lei no 8.072, de 25-7-1990 (Lei dos Crimes Hediondos). Lei no 9.455, de 7-4-1997 (Lei dos Crimes de Tortura). Dec. no 40, de 15-2-1991, estabelece Convenção contra a Tortura e Outros Tratamentos ou Penas Cruéis, Desumanos ou Degradantes. Art. 5o do Pacto de São José da Costa Rica. Súm. Vinc. no 11 do STF. Art. 220, § 1o, desta Constituição. Art. 6o, XIV, e, da LC no 75, de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). Art. 1o da Lei no 7.524 de 17-7-1986, que dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos e filosóficos. Art. 2o, a, da Lei no 8.389, de 30-12-1991, que institui o Conselho Nacional de Comunicação Social.

I – homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição;
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II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei;
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III – ninguém será submetido a tortura nem a tratamento desumano ou degradante;
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IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
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V – é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem;
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Art. 220, § 1o, desta Constituição. Lei n o 7.524, de 17-7-1986, dispõe sobre a manifestação, por militar inativo, de pensamento e opinião políticos ou filosóficos. Art. 6o da Lei no 8.159, de 8-1-1981, que dispõe sobre a Política Nacional de arquivos públicos e privados. Dec. no 1.171, de 22-6-1994, aprova o código de ética profissional do servidor público civil do Poder Executivo Federal. Súmulas nos 37, 227, 362, 387, 388 e 403 do STJ.

159. §§ 1o a 5o. I. 4o. XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas. § 2o. a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. Art. § 3o. Lei no 6. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial).210. Arts. II. . que restabelece princípios da Lei no 7. desta Constituição. fixada em lei. IX – é livre a expressão da atividade intelectual. 220. Art. institui o Programa Nacional de Apoio a Cultura – PRONAC. dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador e sua comercialização no país. Vinc. de 6-11-1992. Lei no 9. que promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos – Pacto de São José da Costa Rica. 16. 387.313. 3o. no 11 do STF. dispõe sobre o serviço de assistência religiosa nas Forças Armadas. 39 da Lei no 8. V. do CPM. Lei no 8. Súmulas nos 227. por ordem judicial. ou. 30. de 23-12-1991. e 143. ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador. do CP. 150. Art. do ECA. no 714 do STF.-lei no 1. 24 da LEP.982. 23 a 26 da Lei no 12. 301 do CPP. Art. de 23-12-1991. a vida privada. VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. c c c c c c Art. c c c c c c c Arts. 24 da LEP. § 1o. 266. bem como nos estabelecimentos prisionais civis e militares. 172 a 176 do CPC.923. da Lei no 4. II.101. §§ 1o a 5o. III. XIV. salvo em caso de flagrante delito ou desastre. e e. e 139. da Lei no 8. Art. de 9-2-2005 (Lei de Recuperação de Empresas e Falências). artística.935. que dispõe sobre a Política Nacional de arquivos públicos e privados. de 8-1-1981. de dados e das comunicações telefônicas. § 1o. Dec. 151 a 152 do CP. sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida. desta Constituição.456. que restabelece princípios da Lei no 7. 5o.288.505. § 1o.313. 11. institui o Programa Nacional de Apoio a Cultura – PRONAC. 37. da Lei no 11. Lei no 7. de 11-7-1984 (Lei de Execução Penal). b e c. e 124. c c Arts. c c c c Arts. Art. X – são invioláveis a intimidade. Arts. de 14-7-2000.002.505. Art. 388. de 19-2-1998 (Lei de Direitos Autorais). nos termos da lei. independentemente de censura ou licença. 12. XIV. salvo. 1. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). dispõe sobre a prestação de serviço alternativo ao serviço militar obrigatório. Art. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. Arts. 15. da LC no 75. Lei no 9. assegurado o direito à indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação. c c c c Arts. ou para prestar socorro. dispõe sobre prestação de assistência religiosa nas entidades hospitalares públicas e privadas.610. VII – é assegurada. Lei no 9. 2. Arts. a honra e a imagem das pessoas.609. desta Constituição. de 9-12-1965 (Lei do Abuso de Autoridade). do ECA. nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. de 25-4-1997. XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo. d. no último caso. de 21-10-1969 (Código de Processo Penal Militar). Lei no 9. de 29-6-1981. c c c c c c c c Art.898. Art. na forma da lei. Art. Súm. por determinação judicial. Art.136. de 19-2-1998. de 4-10-1991. da Lei no 8. institui a Lei de Proteção de Cultivares. de 2-7-1986. de 18-11-1994 (Lei dos Serviços notariais e de registro). Art. 39 da Lei no 8. 403 e 420 do STJ. 208 a 212 do CP. desta Constituição. 101. do Pacto de São José da Costa Rica. 6o e 23. no 678. Art. IV. de 2-7-1986. §§ 1o e 2o. 124. c c c c Art.239. salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta e recusar-se a cumprir prestação alternativa. científica e de comunicação. durante o dia. do Anexo do Dec.VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença. d. Súm.

685. . 109. Art. XIV – é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte. que promulga a Convenção Americana sobre Direitos Humanos – Pacto de São José da Costa Rica. II. Art. 6o da Lei no 8. da LC no 75. a. de 9-12-1965 (Lei do Abuso de Autoridade). de 2-12-1988. Art.898.c c c c c c c c c c Art. 15 do Anexo do Dec. c Arts.685.898. e 37. dispõe sobre a criação e o funcionamento de Cooperativas Sociais. permanecer ou dele sair com seus bens. organização e proteção dos acervos documentais privados dos Presidentes da República. de 16-12-1971 (Lei das Cooperativas). n o 3. da LC no 75. que dispõe sobre o registro provisório para o estrangeiro em situação ilegal em território nacional. de 22-6-1978. III. a de cooperativas independem de autorização. III. e 139. em locais abertos ao público. desta Constituição. X.296. disciplina e uniformiza as rotinas visando ao aperfeiçoamento do procedimento de interceptação de comunicações telefônicas e de sistemas de informática e telemática nos órgãos jurisdicionais do Poder Judiciário. § 2o. do CNJ no 59. atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. 227 do CPM.117. 3o. 109. Art. c c c Arts. c c c c Art. c c c Arts. da Lei no 4. 7o. institui a Política de Segurança da Informação nos órgãos e entidades da Administração Pública Federal. de 24-7-1996 (Lei das Interceptações Telefônicas). Art. do CDC. Art. c c c c XVIII – a criação de associações e. da Lei no 7. 3o. c. Lei no 9. que dispõe sobre a preservação. XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. nele entrar. da Lei no 4. 4o. e 37. 2o. VI. e 139 desta Constituição. § 1o. 170 e 220. XVI – todos podem reunir-se pacificamente. VII.394. Art. 3o. Art. exigindo-se. f. Dec. Art. Art. visando à integração social dos cidadãos. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União).906. desta Constituição. desta Constituição. I. de 9-12-1965 (Lei do Abuso de Autoridade). no 678. V.867. dispõe sobre os serviços postais. 233 do CPP. no 592. Lei no 6. 136. sendo apenas exigido prévio-aviso à autoridade competente. c c c c c Arts. de 10-11-1999. de 24-8-1962 (Código Brasileiro de Telecomunicações). § 1o. 154 do CP. XVII – é plena a liberdade de associação para fins lícitos. da Lei no 4. Autarquias e Fundações Públicas Federais). XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho. Art. 21 do Dec. de 13-6-2000. Lei no 5. da Lei no 8. quando necessário ao exercício profissional. que dispõe sobre o registro provisório para o estrangeiro em situação ilegal em território nacional. independentemente de autorização. da Lei no 8. § 1o. Art. 3o. de 2-12-1988.505. 8o. Lei no 9. o trânsito em julgado. de 9-9-2008. X. 2o. de 9-12-1965 (Lei do Abuso de Autoridade). e 5o. vedada a de caráter paramilitar. da Lei no 7. de 6-11-1992. que promulga o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos. 6o. VI. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). 199 do CP. desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local.898. IV. sem armas. XVIII. II. Arts. sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento.898.764. ofício ou profissão. § 4o. no primeiro caso. a. a. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. 117. nos termos da lei. a. 8o. I. XX – ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. XIX – as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial. Art. Res. c Arts. de 6-7-1992. 8o.112. da Lei no 4. 17.538. Art. de 4-7-1994 (Estatuto da Advocacia e a OAB). Art. Arts. de 30-12-1991. Art. 55 a 57 da Lei no 4. a. desta Constituição. podendo qualquer pessoa. na forma da lei. de 9-12-1965 (Lei do Abuso de Autoridade). 220. desta Constituição.

1. Art. § 2o. de 25-2-1993. Lei no 6.275. que regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária.156. 29 e 32 da Lei no 6.629. Art. de 25-2-1993. 82.629.257. §§ 1o a 4o. 2o. de 21-6-1941 (Lei das Desapropriações). de 25-6-1979. que dispõe sobre a expropriação das glebas nas quais se localizem culturas ilegais de plantas psicotrópicas. assegurada ao proprietário indenização ulterior. 113. e 9o.368 do CC. do STJ. 416. 182. de 31-12-1964 (Lei do Sistema Financeiro Nacional).662. Arts. § 1o. e 7o. de 30-10-1964 (Estatuto da Terra).298. III. ou por interesse social. 243 desta Constituição. de 10-9-1962 (Lei da Desapropriação por Interesse Social). Arts.075. III. I. 378. a. 22. 5o.595. 27 a 37 da Lei no 12. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). 618 e 652 do STF. XXV – no caso de iminente perigo público. 111. II.884. de 6-7-1993 (Lei de Desapropriação de Imóvel Rural para fins de Reforma Agrária). 117. a autoridade competente poderá usar de propriedade particular. Lei no 4. 28. de 25-2-1993. de 6-7-1993 (Lei de Desapropriação de Imóvel Rural para fins de Reforma Agrária). 31. XXI – as entidades associativas. de 26-10-1991. Dec. 3o e 5o. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. Art. de 30-10-1964 (Estatuto da Terra).602. 10 da Lei no 9. 4o. § 1o. 2o. que estabelece normas para outorga e prorrogações das concessões e permissões de serviços públicos. 157. 2o. da Lei no 8. caput. 210. 70. de 7-12-1978. 18. de 22-1-1970 (Lei da Imissão de Posse). XXVI – a pequena propriedade rural. da Lei no 8.504. § 1o. Arts. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. de 30-11-1964 (Estatuto da Terra). de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). 4o e 15 da Lei no 8. da Lei no 4. 1. I. 218. I e II. Art. da Lei no 8. altera a redação art.-lei no 1. 185 desta Constituição. 2o. Lei no 4. Art. .228 a 1. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial). Arts. caput. Súmulas nos 23. com a redação da ementa alterada pela Lei no 12. quando expressamente autorizadas. da LC no 76. não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva.629.009. que dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 1996. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. Lei no 4. 19. 18. Art. 4o.171.132. da Lei no 9.504. de 29-3-1990 (Lei da Impenhorabilidade do Bem de Família). IV. a. 12. se houver dano. 345. 34. § 4o. IV. de 7-7-1995. V. Súm. e 185. 182.. 164. 1o da Lei no 8. 184.365. 17. 5o. da Lei no 7.desta Constituição. Art. Arts.376. Dec. 114 e 119. 69. LC no 76. Art. de 24-10-1989 (Lei de Apoio às Pessoas Portadoras de Deficiência). regulamentada pelo Dec. do ECA.074. Autarquias e Fundações Públicas Federais). têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente. Arts. no 3. VI.112. 5o do Dec. Arts. c c c c c c c XXIV – a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública. c c c c c c c Art. dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento. 170. no 629 do STF.504. e 186 desta Constituição. de 21-6-1941 (Lei das Desapropriações). Art. assim definida em lei. Arts. Art. que regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária. da Lei no 4. Súmulas nos 56. e 47. § 2o. da Lei no 8. Art. Art. c c c c c c c c c c c c c c Arts.347. IV. 19. e parágrafo único. do CDC. da Lei no 8. de 30-12-2010). e 35.c Art. Arts.082.-lei no 3. no 364 do STJ.-lei no 3. que regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária.365. de 25-7-1995.288. I. do CC. 5o da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro (antiga LICC. 4o. Art. Arts. IX. 5o da Lei no 7. de 17-1-1991 (Lei da Política Agrícola). c c c c c Art. 561. c c c c XXIII – a propriedade atenderá a sua função social. que dispõe sobre a política nacional de irrigação. da Lei no 4. 1o. Súm. § 2o. II. VII. de 20-12-1999. de 30-11-1964 (Estatuto da Terra).853. da Lei no 8. XXII – é garantido o direito de propriedade. desde que trabalhada pela família. I e III.504. § 2o.

do CDC. a defesa do consumidor. VI. regulamentado pelo Dec. Econômica e Contra as Relações de Consumo). Súm.610. Lei no 11.137. do CPC.027 do CC. IV. sob pena de responsabilidade. §§ 1o e 2o. dispõe sobre a regulamentação das profissões de Artista e de Técnico em Espetáculos de Diversões. Vinc. Lei no 8. institui a Lei de Proteção de Cultivares. Lei no 9. que serão prestadas no prazo da lei.279. inclusive nas atividades desportivas. Súm. de 9-2-2005 (Lei de Recuperação de Empresas e Falências). Lei no 9. que dispõe sobre o serviço de TV a cabo. de 27-12-1990 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Tributária. c c Lei n o 6. transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar. b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores. Art.158 do CPC. c Art.278.111. c c c c c c c Art. Lei no 9. XXX – é garantido o direito de herança. Vinc. à propriedade das marcas. de 8-4-1997. e 37. Art. aos nomes de empresas e a outros signos distintivos. Súm. de 19-2-1998. de 5-5-2005.101.111. regula o direito dos companheiros a alimentos e sucessão. de 25-4-1997. sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus. Lei no 9. c c c c Art.301. aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas.XXVII – aos autores pertence o direito exclusivo de utilização. na forma da lei. II. de 9-12-2004. no 202 do STJ.784 a 2.533 de 24-5-1978. estabelece regras sobre preços e salários. no 5. de 25-4-1997. de 29-12-1994. LXXII.178. XXXII – o Estado promoverá. nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas.456. Art. 1. XXVIII – são assegurados. no 386 do STF. ou de interesse coletivo ou geral. da Lei no 11. XXXIV – são a todos assegurados. ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. c c c c XXXI – a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros.609. 5o. Arts. dispõe sobre a proteção da propriedade intelectual de programa de computador e sua comercialização no país. no 14 do STF. Lei no 9.971. 4 o da Lei n o 8. desta Constituição. da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro (antiga LICC. Súm.884. c c c c c Arts.138 e 1. . Arts. XXIX – a lei assegurará aos autores de inventos industriais privilégio temporário para sua utilização. Art. § 3o. institui a Lei de Proteção de Cultivares. de 10-5-1996 (Lei da União Estável). regulamenta a parte final deste inciso. 1. c c Súm. 30 da Lei n o 8. Dec. regulamenta a Lei no 11. 48. § 3o. 842.456. 184 do CP. Art. § 2o. de 11-6-1994 (Lei Antitruste).078. Lei no 8. de 19-2-1998 (Lei de Direitos Autorais). n o 2. no 373 do STJ. c c c c c XXXIII – todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular. de 19-2-1998 (Lei de Direitos Autorais). Lei no 8. 10. 4o.376. independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. de 11-9-1990 (Código de Defesa do Consumidor).977. de 30-12-2010). 48 do ADCT. Lei no 9. no 21 do STF. de 1o-3-1991. com a redação da ementa alterada pela Lei no 12. Lei no 9. Lei no 8. tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País. 856. bem como proteção às criações industriais. de 6-1-1995. publicação ou reprodução de suas obras.610. de 5-5-2005.206. de 14-5-1996 (Lei da Propriedade Industrial).

c c Arts. c c c c Art. com a organização que lhe der a lei.072. 678 e 684 do STF. 2o. 18 e 19 da Lei no 11. Art. Súm. Dec. 74.101. Dec. nos termos da lei. c c c c XXXVII – não haverá juízo ou tribunal de exceção. de 25-7-1990 (Lei dos Crimes Hediondos). de 23-5-2003. promulga a Convenção Interamericana para eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. Dec. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. da Presidência da República.716. no 721 do STF. competência e funcionamento do Conselho Nacional de Combate à Discriminação – CNCD. de 20-11-2003. 5. no 315 do TST. por eles respondendo os mandantes. 21. 2o. Lei no 8. e 406 a 502 do CPP. c c XL – a lei penal não retroagirá. se omitirem.051.886. 1o do CP. 406 a 432 do CPP. da LEP. salvo para beneficiar o réu. promulga a Convenção Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher. Art. dispõe sobre a expedição de certidões para defesa de direitos e esclarecimentos de situações.307.081. § 1o. 667. de 30-12-2010). de 5-1-1989 (Lei do Racismo). 14. etnia ou procedência de qualquer natureza. de 13-6-2008 (Lei da Organização Judiciária do Distrito Federal e dos Territórios). podendo evitá-los. dispõe sobre a composição. Lei no 9. sujeito à pena de reclusão. da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro (antiga LICC. de 1979. religião. Lei no 9. Lei n o 10. XLIII – a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura. Vinc.376. de 30-12-2010). Súm. § 1o. a) a plenitude de defesa. c c c c XLI – a lei punirá qualquer discriminação atentatória dos direitos e liberdades fundamentais. no 5. Súmulas Vinculantes nos 3. c c XXXVI – a lei não prejudicará o direito adquirido. b) o sigilo das votações.678. cor. os executores e os que. Dec. de 23-9-1996 (Lei da Arbitragem). o terrorismo e os definidos como crimes hediondos. de 8-10-2001. caput.376. Art. Lei no 9. de 23-9-1996 (Lei da Arbitragem). Art. de 21-9-1990. com a redação da ementa alterada pela Lei no 12. c Lei no 8. d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida.b) a obtenção de certidões em repartições públicas. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. de 5-1-1989 (Lei do Racismo). XXXIX – não há crime sem lei anterior que o defina. nem pena sem prévia cominação legal. com a redação da ementa alterada pela Lei no 12. cria a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. c) a soberania dos veredictos.397. 40 da Lei no 11. . de 22-3-2005.288. XXXVIII – é reconhecida a instituição do júri. de 9-2-2005 (Lei de Recuperação de Empresas e Falências). o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. no 4. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial). no 4. assegurados: c c Arts. 24 e 28 do STF. Lei no 12. XXXV – a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. c c c c c c XLII – a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível. institui a Política Nacional de Promoção da Igualdade Racial – PNPIR. Art. Arts. Súm. 6o da Lei de Introdução às normas do Direito Brasileiro (antiga LICC. Súmulas Vinculantes nos 1 e 9 do STF. I.956. 1o do CPM. c c c Lei no 7. de 18-5-1995. 66.716. do CPM. Lei no 7. Art. Art. estabelece os crimes e as penas aplicáveis aos atos discriminatórios ou de preconceito de raça. Súmulas nos 654. 6o. no 3. parágrafo único.697. do CP.307. no 28 do STF.377. de 13-9-2002.

de acordo com a natureza do delito. de 23-8-2006 (Lei Antidrogas). Arts. no 11 do STF. até o limite do valor do patrimônio transferido. Súm. salvo em caso de guerra declarada. Art. estendidas aos sucessores e contra eles executadas. Art. Art. 44 e 46 do CP. Art. XLVI – a lei regulará a individualização da pena e adotará. Vinc. Súmulas nos 280.034. 47 do CP. de 3-5-1995 (Lei do Crime Organizado). 33 a 42 do CP. no 26 do STF. 32 a 52 do CP. c c) multa. podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser. Súm. promulga a Convenção Interamericana contra o Terrorismo. 43. c e) suspensão ou interdição de direitos. c b) perda de bens.343.653. de 7-4-1997 (Lei dos Crimes de Tortura). II. 49 do CP.639. dispõe sobre o transporte de presos. 40 da LEP. XLV – nenhuma pena passará da pessoa do condenado. 32 a 52 do CP. e) cruéis. Vinc. 5o. c d) prestação social alternativa. Lei no 11. 55 a 57 do CPM. Arts. § 4o. 32 a 52 do CP. Lei no 8. c XLVII – não haverá penas: c c c a) de morte. 38 do CP. Arts.c c c Lei no 9. desta Constituição. . XLVIII – a pena será cumprida em estabelecimentos distintos. Súm. III. c c b) de caráter perpétuo. 7o. do Pacto de São José da Costa Rica. c c c c c L – às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação. 932 e 935 do CC. de 10-5-1993. XLIV – constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados. c c Arts. civis ou militares. c) de trabalhos forçados. IV. Vinc. Dec. no 5. c Lei no 9. XIX. 32 a 52 do CP. 309 e 419 do STJ.455. 82 a 104 da LEP. Arts. Art. no 26 do STF. 89 da LEP. contra a ordem constitucional e o Estado Democrático. c Art. de 29-12-2005. a idade e o sexo do apenado. entre outras. Arts. as seguintes: c c a) privação ou restrição da liberdade. Arts. c c Arts. do CP. 7. Arts. 707 e 708 do CPPM. Arts. Art. c c Art. nos termos da lei. d) de banimento. Art. XLIX – é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral. desta Constituição. 60. nos termos do artigo 84.

LXI – ninguém será preso senão em flagrante delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente. caput. LVI – são inadmissíveis. c Art. de 23-8-2006 (Lei Antidrogas). 93. desta Constituição. Arts. de 26-5-1999. 20 do CPP. Súmulas nos 701.296. Lei no 9. no 708 do STF. Súm.-lei no 1. com os meios e recursos a ela inerentes. no 568 do STF. no 86. c c c LIX – será admitida ação privada nos crimes de ação pública.037. Dec. 76 a 94 da Lei no 6. de 9-12-1980 (Estatuto dos Militares). de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro).001. 5. Art. VIII. salvo o naturalizado. 704. Autarquias e Fundações Públicas Federais). 707 e 712 do STF. do CPP. Art. Arts. Art. 302 do CPP.815. que regulamenta a Lei no 6. de 1o-10-2009. 110 do Dec. Súmulas Vinculantes nos 3. Lei no 9. LXII – a prisão de qualquer pessoa e o local onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. Arts. 14. de 24-7-1996 (Lei das Interceptações Telefônicas).815.LI – nenhum brasileiro será extraditado. em caso de crime comum. Súmulas nos 255 e 347 do STJ. de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro). salvo nas hipóteses previstas em lei. que regulamenta a Lei no 6.715. desta Constituição. 29 do CPP. c LIV – ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. Art. IX.880. Art. Súmulas nos 9 e 280 do STJ.815. 155. 255. II. § 3o. Lei no 9. c c c c c Lei no 8. Súm. Art. Art. Súm. c c LX – a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. c c c c c Art. no processo.112. 24 e 28 do STF. IX. I e II. 6o. c c LIII – ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente. se esta não for intentada no prazo legal. de 21-10-1969 (Código Penal Militar). no 704 do STF. 705. § 3o. c LVIII – o civilmente identificado não será submetido à identificação criminal.800.815. desta Constituição. Art. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa. no 86. 136. 93. Arts. do CP. 21. desta Constituição. Súmulas Vinculantes nos 3 e 14 do STF. salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar. de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro). Lei no 6. definidos em lei. de 10-12-1981. Súmulas nos 196. 12. Lei no 11. no 704 do STF. LII – não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião. Súm. as provas obtidas por meios ilícitos. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. de 10-12-1981. c c c c c c Art. praticado antes da naturalização. dispõe sobre sistemas de transmissão de dados para a prática de atos processuais. em processo judicial ou administrativo. de 29-1-1999 (Lei do Processo Administrativo Federal). 332 a 443 do CPC. e 444 do CPC.784. c c c LV – aos litigantes. na forma da lei. 100 do Dec. regulamenta este inciso. Súm. Lei no 12. 312 e 373 do STJ. 157 do CPP. 244 do CPPM. Art. c c c LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória. de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro). 76 a 94 da Lei no 6.715. no 9 do STJ. IV. c c c c Art. 100.343. .

com ou sem fiança. quando a lei admitir a liberdade provisória. 270 e 271 do CPPM. LXX – o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: c a) partido político com representação no Congresso Nacional.866. Arts. Súmulas nos 280. § 1o.507. c c c Lei no 9. 5o da Lei no 9. no 25 do STF. 466 a 480 do CPPM. LXVIII – conceder-se-á habeas corpus sempre que alguém sofrer ou se achar amea­ çado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção. Lei no 8. sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado.-lei no 911.507. desta Constituição. Súm. Arts. LXVII – não haverá prisão civil por dívida.LXIII – o preso será informado de seus direitos. Arts. no 630 do STF. Vinc. Lei no 9. quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. judicial ou administrativo. no 2 do STJ. entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano. 142. de 12-2-1996. 7o. LXIX – conceder-se-á mandado de segurança para proteger direito líquido e certo. 652 do CC. 309 e 419 do STJ.289. Dec. à soberania e à cidadania. 647 a 667 do CPP. do Pacto de São José da Costa Rica. 19 e 22 da Lei no 5. não amparado por habeas corpus ou habeas data. por ilegalidade ou abuso de poder. de 25-7-1968 (Lei da Ação de Alimentos). c c c c c Art. Súm. Súm. do CPC. c Lei no 9. LXXII – conceder-se-á habeas data: c c c a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante. salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). entre os quais o de permanecer calado. Art. 7. Súm. c Súm. quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso. Lei no 12. c c Arts. no 368 do STJ. § 2o. Súmulas nos 693 a 695 do STF. Súm. c . constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público.478.016. de 1-10-1969 (Lei das Alienações Fiduciárias). de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). Arts.289. c c c c c c c c c Art. em defesa dos interesses de seus membros ou associados. LXV – a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária. Art. de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo). no 629 do STF. de 11-4-1994 (Lei do Depositário Infiel). Súm. LXVI – ninguém será levado à prisão ou nela mantido. de 4-7-1996 (Regimento de Custas da Justiça Federal). 307 a 310 do CPP. de 4-7-1996 (Regimento de Custas da Justiça Federal). Arts. 5o da Lei no 7. no 368 do STJ. Súm. de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). c c Art. b) organização sindical. c c Arts. 5o da Lei no 9. no 632 do STF. Art. b) para a retificação de dados. no 697 do STF. LXXI – conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. 733.347. estabelece a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania.265. 321 a 350 do CPP. Art. 466 a 480 do CPPM. LXIV – o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial.

salvo comprovada má-fé.507.938. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial). Art. à moralidade administrativa. 208. na forma desta Constituição. promulga o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional.101. § 4o. Lei no 1. de 9-2-2005 (Lei de Recuperação de Empresas e Falências).836. 1o do Decreto-Lei no 1. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos). Lei no 9. em cada Casa do Congresso Nacional. que tem por finalidade a unificação dos procedimentos da gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal. c b) a certidão de óbito. Lei no 10. c c c c LXXV – o Estado indenizará o condenado por erro judiciário. o trabalho. ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. c c Inciso LXXVIII acrescido pela EC no 45. 45 da Lei no 8. de 12-1-1994 (Lei da Defensoria Pública). a) o registro civil de nascimento. a saúde. 212.388. de 12-2-1996. § 2o Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados.LXXIII – qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. cria o Programa Nacional de Acesso à Alimentação – PNAA. e 227 desta Constituição.265. 134 desta Constituição.689. de 4-2-2010. c Súm. no 25 do STF. LXXVI – são gratuitos para os reconhecidamente pobres. na forma da lei. de 31-8-1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente). de 13-6-2003. de 15-7-1981. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural.288. assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença. de 29-6-1965 (Lei da Ação Popular). os atos necessários ao exercício da cidadania. c c c c c Artigo com a redação dada pela EC no 64. LXXVIII – a todos. regulamenta o disposto no art. a alimentação.190. 30 da Lei no 6. c c §§ 3o e 4o acrescidos pela EC no 45. de 9-1-2004. de 5-2-1950 (Lei de Assistência Judiciária). Dec. a previdência social. 77 a 88 da Lei no 6. parágrafo único. Art. no 6. para dispor sobre a isenção do pagamento de foros. Arts. estabelece a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania. 75. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência.876. c c Lei no 9. referentes a imóveis de propriedade da União. o lazer. no âmbito judicial e administrativo.935 (Lei dos Serviços Notariais e de Registro). em dois turnos. c LXXVII – são gratuitas as ações de habeas corpus e habeas data e. Vinc. a assistência aos desamparados. de 8-12-2004.015. a moradia. Art. . da Lei no 11. para as pessoas consideradas carentes ou de baixa renda. Lei no 6. serão equivalentes às emendas constitucionais. LXXIV – o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiên­ cia de recursos. são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. 46 da Lei no 6. 6o da Lei no 12.060. Lei no 9. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos). § 3 o Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados. ficando o autor. Súm. no 102 do STJ.015. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos). por três quintos dos votos dos respectivos membros. c c Lei no 4. a proteção à maternidade e à infância. no 4. § 4o O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. CAPÍTULO II Dos Direitos Sociais Art. Dec. de 20-8-2007. cria o programa “Bolsa-Família”. na forma da lei: c c c c Art. Arts. LC no 80.717. Lei no 10. de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). § 1o As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. de 8-12-2004. Art. a segurança. estabelece a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania. Art. taxas de ocupação e laudêmios. de 25-9-2002. 6o São direitos sociais a educação.015.265. de 12-2-1996. incluindo o “Bolsa-Alimentação”.

no 391 do TST.205. no 3. § 3o.779. de 12-8-1965. 6.155. 39. alimentação. nacionalmente unificado. da CLT. e 63. capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. 478 e 492 da CLT. § 3o. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial).361. OJ da SBDI-I do TST no 358. Arts. II – seguro-desemprego. Súm. Lei no 6. desta Constituição. 4. 477. de 8-11-1990 (Regulamento). IV. institui contribuições sociais. . no 99. Orientações Jurisprudenciais da SBDI-I do TST nos 358 e 396. dispõe sobre a concessão do benefício de seguro-desemprego. durante o período de defeso. desta Constituição. desta Constituição. 7o São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais.998. Art. de 30-9-2001.036. de 11-9-2001. de 10-2-2000. c c c c c IV – salário-mínimo.361. 10 do ADCT. vestuário. dentre outros direitos. higiene. no 349 do STJ. com reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo.913.716. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: c c I – relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa. de 6-9-2001. Dec. Dec. Súmulas Vinculantes nos 4. no 201 do STJ. de 30-6-1994. Dec. §§ 1o a 5o. Art. de 26-5-1999. no 3. dispõe sobre a garantia do salário-mínimo. de 1 o-3-1991. de 11-12-1972 (Lei do Empregado Doméstico). nos termos de lei complementar.859. 8. de 11-9-2001. 8. de 29-4-1975. no 3. Lei no 10. Arts. 38 e 39 da Lei no 12. no 3. lazer. que preverá indenização compensatória. Art. de 11-4-1990.900. desta Constituição. Lei no 9. e 3. c c X – proteção do salário na forma da lei. insere na CLT regras de acesso da mulher ao mercado de trabalho.934. Lei no 9. Art. dispõe sobre o Fundo Nacional de Saúde. nunca inferior ao mínimo. Leis nos 4. de 28-4-1995. regulamenta dispositivos da Lei no 5. de 13-7-1962.912. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em Lei. c c c VIII – décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria. dispõem sobre o FGTS. 15 e 16 do STF. saúde. autoriza créditos de complementos de atualização monetária em contas vinculadas do FGTS. ao pescador profissional que exerce a atividade pesqueira de forma artesanal. V – piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. c c c c IX – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. Lei no 8.799. de 11-1-1990. de 10-10-2001. Súm. 7o. no 353 do STJ.178.019. c c c c c III – Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. de 29-6-2001. 12 da CLT. c c VI – irredutibilidade do salário. de 3-11-1965. Dec. Art.964. 73. LC no 110. regulamentada pelos Decretos nos 3.749. e 142. 39.844.288. de 10-2-2000.206-1. c c VII – garantia de salário. educação. OJ da SBDI-I do TST no 358. Lei no 8.090. e Lei no 8. Arts. constituindo crime sua retenção dolosa. Art. 39. Súm.684. transporte e previdência social. 39. em caso de desemprego involuntário.c c MP no 2. de 11-12-1972 (Lei do Empregado Doméstico). estabelece a descaracterização do salário-mínimo como fator de correção monetária. e 8. dispõe sobre o valor do salário-mínimo. Súm. dispõem sobre seguro-desemprego. c c c c Art.032. § 3o. regulamenta dispositivos da Lei no 5.914. Decretos nos 57. de 25-11-2003. § 3o. LC no 103. desta Constituição. 201. de 20-1-1994. fixado em lei. de 14-7-2000. de 11-10-1993. cria o Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à saúde: “Bolsa-Alimentação”. autoriza os Estados e o Distrito Federal a instituir o piso salarial a que se refere este inciso. para os que percebem remuneração variável. § 3o. dispõem sobre o 13o salário.859. de 26-12-1968. de 11-5-1990. Leis n os 7. regulamentada pelo Dec. VIII. c Art. sendo vedada sua vinculação para qualquer fim.

XI – participação nos lucros, ou resultados, desvinculada da remuneração, e, excepcionalmente, participação na gestão da empresa, conforme definido em lei;
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Arts. 543 e 621 da CLT. Lei no 10.101, de 19-12-2000 (Lei da Participação nos Lucros e Resultados). OJ da SBDI-I do TST no 390. OJ da SBDI-I Transitória do TST no 73. Inciso XII com a redação dada pela EC no 20, de 15-12-1998. Arts. 39, § 3o, e 142, § 3o, VIII, desta Constituição. Art. 12 da CLT. Leis nos 4.266, de 3-10-1963; 5.559, de 11-12-1968; e Dec. no 53.153, de 10-12-1963, dispõem sobre salário-família. Arts. 18, 26, 28, 65 a 70 da Lei no 8.213, de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Arts. 5o, 25, 30 a 32, 42, 81 a 92, 173, 217, § 6o, 218, 225 e 255 do Dec. no 3.048, de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social). OJ da SBDI-I do TST no 358.

XII – salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei;
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XIII – duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais, facultada a compensação de horários e a redução da jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho;
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Art. 39, § 3o, desta Constituição. Arts. 57 a 75 e 224 a 350 da CLT. Súm. no 349 do TST. OJ da SBDI-I do TST no 393.

XIV – jornada de seis horas para o trabalho realizado em turnos ininterruptos de revezamento, salvo negociação coletiva;
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Art. 58 da CLT. Súm. no 675 do STF. Súm. no 360 do TST. Orientações Jurisprudenciais da SBDI-I do TST nos 360 e 395. Art. 39, §§ 2o e 3o, desta Constituição. Art. 67 da CLT. Lei no 605, de 5-1-1949 (Lei do Repouso Semanal Remunerado). Dec. no 27.048, de 12-8-1949, regulamenta a Lei no 605, de 5-1-1949 (Lei do Repouso Semanal Remunerado). Orientações Jurisprudenciais do TST nos 394 e 410. Art. 39, §§ 2o e 3o, desta Constituição. Art. 59 da CLT. O STF, por unanimidade, julgou parcialmente procedente a ADIN no 1.946 para dar ao art. 14 da EC no 20, de 15-12-1998, sem redução do texto, interpretação conforme a CF, para excluir sua aplicação ao salário da licença à gestação a que se refere este inciso. Art. 39, §§ 2o e 3o, desta Constituição. Art. 10, II, b, do ADCT. Arts. 391 e 392 da CLT. Arts. 71 a 73 da Lei no 8.213, de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Lei no 10.421, de 15-4-2002, estende à mãe adotiva o direito à licença-maternidade e ao salário-maternidade. Lei no 11.770, de 9-9-2008 (Lei do Programa Empresa Cidadã), regulamentada pelo Dec. no 7.052, de 23-12-2009. Dec. no 4.377, de 13-9-2002, promulga a Convenção Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher, de 1979. O STF, por unanimidade de votos, julgou parcialmente procedente a ADIN no 1.946-5, para dar ao art. 14 da ECno 20, de 15-12-1998, interpretação conforme a CF, excluindo-se sua aplicação ao salário da licença gestante, a que se refere este inciso. Art. 39, §§ 2o e 3o, desta Constituição. Art. 10, II, b, do ADCT. Arts. 391 e 392 da CLT. Arts. 71 a 73 da Lei no 8.213, de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social).

XV – repouso semanal remunerado, preferencialmente aos domingos;
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XVI – remuneração do serviço extraordinário superior, no mínimo, em cinquenta por cento à do normal;
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XVII – gozo de férias anuais remuneradas com, pelo menos, um terço a mais do que o salário normal;
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XVIII – licença à gestante, sem prejuízo do emprego e do salário, com a duração de cento e vinte dias;
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Lei no 10.421, de 15-4-2002, estende à mãe adotiva o direito à licença-maternidade e ao salário-maternidade. Lei no 11.770, de 9-9-2008 (Lei do Programa Empresa Cidadã). Dec. no 4.377, de 13-9-2002, promulga a Convenção Sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Contra a Mulher, de 1979. Art. 39, §§ 2o e 3o, desta Constituição. Art. 10, § 1o, do ADCT. Art. 39, §§ 2o e 3o, desta Constituição. Arts. 372 a 401 da CLT. Dec. n o 4.377, de 13-9-2002, promulga a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, de 1979. Arts. 7o e 487 a 491 da CLT. Art. 39, §§ 2o e 3o, desta Constituição. Arts. 154 a 159 e 192 da CLT. Art. 39, § 2o, desta Constituição. Arts. 189 a 197 da CLT. Súm. Vinc. no 4 do STF. Orientações Jurisprudenciais do TST nos 385 e 406. Art. 154 da CLT. Arts. 42 a 58 da Lei no 8.213, de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Lei no 9.477, de 24-7-1997, institui o Fundo de Aposentadoria Programa Individual – FAPI e o Plano de Incentivo à Aposentadoria Programa Individual. Arts. 25, 29, 30, 43 a 70, 120, 135, 167, 168, 173, 180, 181-A, 181-B, 183, 184, 187, 188, 188-A, 189, parágrafo único, e 202 do Dec. no 3.048, de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social).

XIX – licença-paternidade, nos termos fixados em lei;
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XX – proteção do mercado de trabalho da mulher, mediante incentivos específicos, nos termos da lei;
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XXI – aviso-prévio proporcional ao tempo de serviço, sendo no mínimo de trinta dias, nos termos da lei;
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XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho, por meio de normas de saúde, higiene e segurança;
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XXIII – adicional de remuneração para as atividades penosas, insalubres ou perigosas, na forma da lei;
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XXIV – aposentadoria;
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XXV – assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas;
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Inciso XXV com a redação dada pela EC no 53, de 19-12-2006. Art. 142, § 3o, desta Constituição. Arts. 611 a 625 da CLT. Orientações Jurisprudenciais da SBDI-I Transitória do TST nos 61 e 73.

XXVI – reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho;
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XXVII – proteção em face da automação, na forma da lei; XXVIII – seguro contra acidentes de trabalho, a cargo do empregador, sem excluir a indenização a que este está obrigado, quando incorrer em dolo ou culpa;
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Art. 114, VI, desta Constituição. Art. 154 da CLT. Lei n o 6.338, de 7-6-1976, inclui as ações de indenização por acidentes do trabalho entre as que tem curso nas férias forenses. Lei no 8.212, de 24-7-1991 (Lei Orgânica da Seguridade Social). Lei no 8.213, de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Lei no 9.307, de 23-9-1996 (Lei da Arbitragem). Art. 40 da Lei no 11.101, de 9-2-2005 (Lei de Recuperação de Empresas e Falências). Dec. no 3.048, de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social). Súm. Vinc. no 22 do STF.

XXIX – ação, quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho, com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais, até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho;
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Inciso XXIX com a redação dada pela EC no 28, de 25-5-2000. Art. 11, I e II, da CLT. Art. 10 da Lei no 5.889, de 8-6-1973 (Lei do Trabalho Rural). Súmulas nos 308 e 409 do TST.

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Orientações Jurisprudenciais da SBDI-I do TST nos 359, 384 e 399.

a e b) Revogadas. EC no 28, de 25-5-2000. XXX – proibição de diferença de salários, de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo, idade, cor ou estado civil;
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Art. 39, § 3o, desta Constituição. Lei no 9.029, de 13-4-1995, proíbe a exigência de atestados de gravidez e esterilização, e outras praticas discriminatórias, para efeitos admissionais ou de permanência da relação jurídica de trabalho. Dec. n o 4.377, de 13-9-2002, promulga a Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher, de 1979. Súm. no 683 do STF. Port. do MTE no 1.246, de 28-5- 2010, orienta as empresas e os trabalhadores em relação à testagem relacionada ao vírus da imunodeficiência adquirida – HIV.

XXXI – proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência;
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Dec. no 3.298, de 20-12-1999, dispõe sobre a Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de Deficiência e consolida as normas de proteção. Súm. no 84 do TST.

XXXII – proibição de distinção entre trabalho manual, técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos;
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XXXIII – proibição de trabalho noturno, perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos;
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Inciso XXXIII com a redação dada pela EC no 20, de 15-12-1998. Art. 227 desta Constituição. Arts. 192, 402 a 410 e 792 da CLT. Arts. 60 a 69 do ECA. Arts. 27, V, e 78, XVIII, da Lei no 8.666, de 21-6-1993 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos). Art. 13 da Lei no 11.685, de 2-6-2008 (Estatuto do Garimpeiro). Dec. n o 4.134, de 15-2-2002, promulga a Convenção n o 138 e a Recomendação n o 146 da OIT sobre Idade Mínima de Admissão ao Emprego.

XXXIV – igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. Parágrafo único. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV, VI, VIII, XV, XVII, XVIII, XIX, XXI e XXIV, bem como a sua integração à previdência social.
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Art. 7o da CLT. Leis nos 5.859, de 11-12-1972, e 7.195, de 12-6-1984; Decretos nos 71.885, de 9-3-1973, e 1.197, de 14-7-1994, dispõem sobre empregado doméstico. Arts. 93 a 103 do Dec. no 3.048, de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social). Dec. no 3.361, de 10-2-2000, regulamenta dispositivos da Lei no 5.859, de 11-12-1972 (Lei do Empregado Doméstico). Arts. 511 a 515, 524, 537, 543, 553, 558 e 570 da CLT. Súm. no 4 do STJ.

Art. 8o É livre a associação profissional ou sindical, observado o seguinte:
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I – a lei não poderá exigir autorização do Estado para a fundação de sindicato, ressalvado o registro no órgão competente, vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical;
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Súm. no 677 do STF.

II – é vedada a criação de mais de uma organização sindical, em qualquer grau, representativa de categoria profissional ou econômica, na mesma base territorial, que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados, não podendo ser inferior à área de um município;
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Súm. no 677 do STF.

III – ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria, inclusive em questões judiciais ou administrativas;
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Orientações Jurisprudenciais da SBDI-I do TST nos 359 e 365.

IV – a assembleia-geral fixará a contribuição que, em se tratando de categoria profissional, será descontada em folha, para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva, independentemente da contribuição prevista em lei;
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Súm. no 666 do STF. Súm. no 396 do STJ.

c Alínea b com a redação dada pela ECR no 3. c Lei no 11. depois de atingida a maioridade. de 9-5-2000.V – ninguém será obrigado a filiar-se ou manter-se filiado a sindicato. desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem. Art. de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro).815. VI – é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho. Lei no 818. no 86. no 3. Dec. de 18-9-1949 (Lei da Nacionalidade Brasileira). 37. As disposições deste artigo aplicam-se à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores. . pela nacionalidade brasileira. c Art. VII – o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais. dispõe sobre as Colônias. 111 a 121 da Lei no 6. II – naturalizados: c c c c a) os que. 114. 11. § 1o A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e. Lei no 7. c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira. no 4. c c Alínea c com a redação dada pela EC no 54. 543 da CLT. b) os nascidos no estrangeiro. delega competência ao Ministro de Estado da Justiça para declarar a perda e a reaquisição da nacionalidade Brasileira. ainda que suplente. 119 a 134 do Dec. competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. Art. salvo se cometer falta grave nos termos da lei. c c Arts. § 3o.246.715. c Art. Dec.815.453. de 22-5-2002.699. adquiram a nacionalidade brasileira. se eleito. de 28-6-1989 (Lei de Greve). atendidas as condições que a lei estabelecer. que regulamenta a Lei no 6. 9o É assegurado o direito de greve. Art. 10. Arts. em qualquer tempo. o Art. residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal. 199 do CP. desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil. 95 do ADCT. de 7-6-1994. até um ano após o final do mandato. ainda que de pais estrangeiros. 12. Nas empresas de mais de duzentos empregados. 5 . regulamentando este parágrafo. OJ da SDC do TST no 20.783. desde que requeiram a nacionalidade brasileira. de 13-6-2008. Arts. 543 da CLT. de pai brasileiro ou mãe brasileira. é assegurada a eleição de um representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores. desta Constituição. b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade. § 2o Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei. LXXI. desta Constituição. de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro). IV. na forma da lei. e 142. de 20-9-2007. desde que estes não estejam a serviço de seu país. Federações e Confederação Nacional dos Pescadores. VII. CAPÍTULO III Da Nacionalidade c c Art. promulga a Convenção sobre o Estatuto dos Apátridas. Art. É assegurada a participação dos trabalhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação. de 10-12-1981. exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral. VIII – é vedada a dispensa do empregado sindicalizado. II. São brasileiros: I – natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil. Parágrafo único. c c Art.

§ 2o A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados.453.709. de 18-8-1989. 13. de 9-5-2000. VII – de Ministro de Estado da Defesa. de 7-6-1994. Lei no 9. LXXI. c c § 4o Será declarada a perda da nacionalidade do brasileiro que: I – tiver cancelada sua naturalização. salvo nos casos previstos nesta Constituição.§ 1o Aos portugueses com residência permanente no País. de 2-9-1999. de 3-3-2004. alíneas a e b. de 15-7-1965 (Código Eleitoral). §§ 3o e 4o. II e III do artigo supratranscrito. 2o do ADCT. nos termos da lei. III – de Presidente do Senado Federal. Art. mediante: c c Lei no 4.1o. 3o. serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. c § 1o com a redação dada pela ECR no 3. c c c Inciso II. III. com a redação dada pela ECR no 3. Lei no 818. ao brasileiro residente em Estado estrangeiro. por sentença judicial. e 49. de 18-11-1998. Art. pela norma estrangeira. 5o.709. 8o e 10 a 12 da Lei no 9. regulamenta a execução do disposto nos incisos I. no 3. de 1o-9-1971. c c II – referendo. de 18-11-1998. § 2o. de 9-6-1999. IV – de Ministro do Supremo Tribunal Federal. b) de imposição de naturalização. 14. delega competência ao Ministro de Estado da Justiça para declarar a perda e a reaquisição da nacionalidade brasileira. CAPÍTULO IV Dos Direitos PolÍticos c Art. I – plebiscito. Dec. salvo os casos previstos nesta Constituição. Lei no 5. XV. c § 1o São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira. c III – iniciativa popular. se houver reciprocidade em favor de brasileiros. Arts.709. como condição para permanência em seu território ou para o exercício de direitos civis. 18. 2o.068.002. dispõe sobre a forma e a apresentação dos Símbolos Nacionais. que regulamenta a execução do disposto nos incisos I. o hino. 61. Art.737. promulga a Declaração Constitutiva e os Estatutos da Comunidade dos Paí­ s es de Língua Portuguesa. desta Constituição. e. Arts. c LC no 97. de 9-6-1999. V – da carreira diplomática. 13 e 14 da Lei no 9. c c . com valor igual para todos. o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios. II. II e III deste artigo. A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil. dispõe sobre as normas gerais para a organização. de 18-11-1998. II – adquirir outra nacionalidade. desta Constituição. dispõe sobre o hasteamento da bandeira nacional nas repartições públicas federais e nos estabelecimentos de ensino. LC no 97. desta Constituição. Arts. c c § 2o Os Estados. 6o. o preparo e o emprego das Forças Armadas. salvo nos casos: a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira. dispõe sobre as normas gerais para a organização. Dec. de 7-6-1994. II e III deste artigo. as armas e o selo nacionais. no 98. § 2o. 1o. de 18-9-1949 (Lei da Nacionalidade Brasileira). o preparo e o emprego das Forças Armadas. II – de Presidente da Câmara dos Deputados. Dec. § 3o São privativos de brasileiro nato os cargos: I – de Presidente e Vice-Presidente da República. n o 5. que regulamenta a execução do disposto nos incisos I. em virtude de atividade nociva ao interesse nacional.700. Inciso VII acrescido pela EC no 23. VI – de oficial das Forças Armadas. Art.

c c Lei no 9. no 8 do TSE. II – se contar mais de dez anos de serviço. até o segundo grau ou por adoção. desta Constituição. IV – o domicílio eleitoral na circunscrição. desta Constituição. de 4-6-1997. § 6o Para concorrerem a outros cargos. § 5o O Presidente da República. 42. de 27-2-1967 (Lei de Responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores). c II – facultativos para: a) os analfabetos. de Governador de Estado ou Território. no território de jurisdição do titular. Prefeito. § 1o. § 9o Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação. V – a filiação partidária. cargo ou emprego na administração direta ou indireta. VI – a idade mínima de: a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador. do Distrito Federal. no ato da diplomação. deverá afastar-se da atividade.-lei no 201. incorporação e extinção de partidos políticos. LC no 64. organização. c c c § 9o com a redação dada pela ECR no 4. 37. a moralidade para o exercício do mandato. § 8o O militar alistável é elegível. de 7-5-1996. Art. c § 4o São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos. será agregado pela autoridade superior e. § 4o. Deputado Estadual ou Distrital. o cônjuge e os parentes consanguíneos ou afins. b) os maiores de setenta anos. os conscritos. atendidas as seguintes condições: I – se contar menos de dez anos de serviço. do CP.096. durante o período do serviço militar obrigatório. Vinc. c) vinte e um anos para Deputado Federal.§ 1o O alistamento eleitoral e o voto são: c Arts. II – o pleno exercício dos direitos políticos. Dec. § 3o São condições de elegibilidade. do TSE no 23. se eleito. . de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito. c Art. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. para a inatividade.-lei no 201. de 7-6-1994. fusão. c Art. passará automaticamente. e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função. III – o alistamento eleitoral. 47. na forma da lei: I – a nacionalidade brasileira. Res. o Presidente da República. b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal. § 7o São inelegíveis. de 18-5-1990 (Lei dos Casos de Inelegibilidade). c Dec. do Presidente da República. I. a fim de proteger a probidade administrativa. os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.282. considerada a vida pregressa do candidato. de 22-6-2010. Súm.274. no 18 do STF. I – obrigatórios para os maiores de dezoito anos. Vice-Prefeito e juiz de paz. os Prefeitos e quem os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período subsequente. os Governadores de Estado e do Distrito Federal. de 27-2-1967 (Lei de Responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores). Lei no 9. c c § 5o com a redação dada pela EC no 16. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição. c Súm. d) dezoito anos para Vereador. de 19-9-1995 (Lei dos Partidos Políticos). 42 a 81 e 133 a 157 do CE. dispõe sobre anistia relativamente às eleições de 3 de outubro e de 15 de novembro dos anos de 1992 e 1994. § 2o Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. disciplina a criação.

Res. c c V – improbidade administrativa. III – prestação de contas à Justiça Eleitoral.096. O STF. A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação. c Lei no 9. de 8-3-2006. incorporação e extinção de partidos políticos. . na forma da lei civil. de 19-9-1995 (Lei dos Partidos Políticos). cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de: c Lei no 9. 15.282. de 30-9-1997 (Lei das Eleições). I – caráter nacional. não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência.096. c c Artigo com a redação dada pela EC no 4.239. o regime democrático. devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária. Art. do TSE no 23. I e parágrafo único. enquanto durarem seus efeitos. de 14-9-1993. registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral. Lei no 9. nos termos do artigo 5o. É livre a criação. 17. organização. 143 desta Constituição. organização e funcionamento e para adotar os critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais. c c § 1o com a redação dada pela EC no 52. c Art. do CP. corrupção ou fraude. nos termos do artigo 37. instruída a ação com provas de abuso do poder econômico. distrital ou municipal. disciplina a criação.096. III – condenação criminal transitada em julgado. fusão. Lei no 9. VIII. para fixar que este parágrafo. julgou procedente a ADIN no 3. de 30-9-1997 (Lei das Eleições).c Súm. não se aplica às eleições de 2006. 92. no 13 do TSE. II – proibição de recebimento de recursos financeiros de entidade ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes. de 19-9-1995 (Lei dos Partidos Políticos). remanescendo aplicável a tal eleição a redação original (DOU de 31-3-2006 e DJU de 10-8-2006). CAPÍTULO V Dos Partidos PolÍticos Art. dispõe sobre a prestação de serviço alternativo ao Serviço Militar Obrigatório.504. II – incapacidade civil absoluta. de 4-10-1991. A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça. por maioria de votos. § 1o É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna.685-8.504. se temerária ou de manifesta má-fé. incorporação e extinção de partidos políticos. § 4o. Art. no 9 do TSE. os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: c c c Lei no 9. com a redação dada pela EC no 52. IV – funcionamento parlamentar de acordo com a lei. Art. de 19-9-1995 (Lei dos Partidos Políticos). § 4o É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar. c c Art. § 2o Os partidos políticos. sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional. I – cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado. É vedada a cassação de direitos políticos. 16. § 3o Os partidos políticos têm direito a recursos do fundo partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão. de 22-6-2010. fusão. § 11. § 10. Súm. IV – recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa. após adquirirem personalidade jurídica. Lei no 8. na forma da lei. 241 do CE. O mandato eletivo poderá ser impugnado ante a Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação. respondendo o autor. o pluripartidarismo. na forma da lei. resguardados a soberania nacional. estadual. de 8-3-2006.

20. autoriza a doação de porções de terras devolutas a Municípios incluídos na região da Amazônia Legal. § 2o Os Territórios Federais integram a União. embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus representantes relações de dependência ou aliança. São bens da União: c c c Art. e dependerão de consulta prévia. e sua criação. c II – as terras devolutas indispensáveis à defesa das fronteiras. Dec. dispõe sobre a organização.504. de 28-2-1967 (Código de Mineração). §§ 1o a 4o. Súm. dentro do período determinado por lei complementar federal. à fusão e ao desmembramento de Municípios. 176. a colaboração de interesse público. dispõe sobre a faixa de fronteira. Art.760. de 3-12-1970. II – recusar fé aos documentos públicos. das vias federais de comunicação e à preservação ambiental. Art. subvencioná-los.709.-lei no 1. de 31-8-1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente). aos Estados. dispõe sobre o processo de ratificação das concessões e alterações de terras devolutas na faixa de fronteiras. na forma da lei. 19. de 18-7-2002.521. através de plebiscito. de 18-11-1998.938. de competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo.135. que dispõe sobre a convocação do plebiscito e o referendo nas questões de relevância nacional. a fusão e o desmembramento de Municípios.383. É vedado à União.634. Súm. no 650 do STF. apresentados e publicados na forma da lei. c c c c c c c c c Lei no 4. far-se-ão por lei estadual. assegura a instalação de Municípios criados por lei estadual. de 12-9-1996. de 7-12-1976 (Lei das Ações Discriminatórias). c Arts. todos autônomos. 5o da Lei no 9. de 2-5-1979. de 5-9-1946 (Lei dos Bens Imóveis da União). desta Constituição. ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas.414. nos termos desta Constituição.-lei no 9. subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros. de 18-11-1998. § 3o Os Estados podem incorporar-se entre si. Art. I – os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos. Dec. mediante aprovação da população diretamente interessada. Lei no 10. CAPÍTULO II Da União Art. a competência e o funcionamento do Conselho de Segurança Nacional. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União. mediante plebiscito. Lei no 6. para os fins que especifica. . Dec. às populações dos Municípios envolvidos.709. 99 do CC. os Estados. Dec. após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal. de 11-7-1977. c Art. das fortificações e construções militares. 18. e do Congresso Nacional.-lei no 1. por lei complementar. Lei no 6. o Distrito Federal e os Municípios. III – criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. definidas em lei. no 477 do STF. a incorporação. c c c § 4o com a redação dada pela EC no 15. Lei no 6. ou formarem novos Estados ou Territórios Federais. 325 da CLT.TÍtulo III – Da OrganiZação do Estado CAPÍTULO I Da OrGaniZação PolÍtico-Administrativa Art. § 4 o A criação.431. ressalvada. Lei no 6. que dispõe sobre o plebiscito destinado à criação. de 30-11-1964 (Estatuto da Terra). 3o e 4o da Lei no 9. transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar. de 18-8-1975.-lei no 227. à incorporação. § 1o Brasília é a Capital Federal.

plataforma continental. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território. aprova a Política Marítima Nacional – PMN. no 1. c c c Lei no 6.478. as atividades relativas a o monopólio do petróleo.984. § 3o.284. aprova a Política Marítima Nacional – PMN.617. IV – permitir. IX – os recursos minerais. para os Estados. excluídas. aos Estados. Lei no 7. no 1. regulamenta este inciso e determina os casos em que forças estrangeiras possam transitar pelo território nacional ou nele permanecer temporariamente. a zona econômica exclusiva e a plataforma continental brasileira. define os percentuais da distribuição da compensação financeira instituída pela Lei no 7. nos termos da lei. de 11-10-1994. 26.265.001. c Súm.617. ou que banhem mais de um Estado. c c VI – o mar territorial. Lei no 9. Distrito Federal e Municípios. aprova a Política Marítima Nacional – PMN. de 11-10-1994. Dec. IV – as ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros países. 21. ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham. no 1. X – as cavidades naturais subterrâneas e os sítios arqueológicos e pré-históricos. a zona econômica exclusiva e a plataforma continental brasileiros. no 1.-lei no 1. as ilhas oceânicas e as costeiras. compensação financeira pelo resultado da exploração de petróleo ou gás natural. de 11-10-1994. de 28-12-1989. de 26-12-1996. dispõe sobre a organização.265. a zona contígua. c Dec. ou compensação financeira por essa exploração. e as referidas no art. a competência e o funcionamento do Conselho de Segurança Nacional. participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. . c c Inciso IV com a redação dada pela EC no 46. dispõe sobre o mar territorial. Lei n o 8. ao longo das fronteiras terrestres. XI – as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios. institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional de Petróleo – ANP. II – declarar a guerra e celebrar a paz.265. de 4-1-1993. a zona contigua. § 1o É assegurada. mar territorial ou zona econômica exclusiva.990.634. Compete à União: I – manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais. sirvam de limites com outros paí­ ses. de 2-5-1979. destas. Dec. é considerada fundamental para defesa do território nacional. e disciplina o regime de concessões de serviços públicos de energia elétrica. as praias marítimas. de 28-12-1989. exceto aquelas áreas afetadas ao serviço público e a unidade ambiental federal. de recursos minerais em seus respectivos territórios. de 1o-10-1997. 177 desta Constituição. Lei no 9. c c VII – os terrenos de marinha e seus acrescidos. dispõe sobre o mar territorial. Art.265. no 1.990.135. mar territorial ou zona econômica exclusiva. bem como os terrenos marginais e as praias fluviais.990. dispõe sobre a Agência Nacional de Águas – ANA. da Lei no 11. as que contenham a sede de Municípios. dispõe sobre a Política Energética Nacional. Lei n o 8. Dec. de 17-7-2000. de 11-10-1994. de 3-12-1970. no 650 do STF. III – assegurar a defesa nacional. c c c c c c c Art. ao Distrito Federal e aos Municípios.427. VIII – os potenciais de energia hidráulica. II. V – os recursos naturais da plataforma continental e da zona econômica exclusiva. de 11-1-1991. de 6-8-1997. institui a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL). dispõe sobre a faixa de fronteira. de 28-12-1989. designada como faixa de fronteira. regulamenta o pagamento da compensação financeira instituída pela Lei n o 7. nos casos previstos em lei complementar. 10. inclusive os do subsolo. Dec. que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. bem como a órgãos da administração direta da União. Lei no 8. plataforma continental. Lei no 9. de 5-5-2005. de 4-1-1993. e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei. c LC no 90. de 13-3-1990. rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio. de 2-3-2006 (Lei de Gestão de Florestas Públicas). § 2o A faixa de até cento e cinquenta quilômetros de largura.III – os lagos. Dec. Art. aprova a Política Marítima Nacional – PMN. institui.

Lei no 4. dispõe sobre a regência dos serviços de telecomunicações. institui o Programa de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Setor Espacial. c c c c b) os serviços e instalações de energia elétrica e o aproveitamento energético dos cursos de água. Lei no 9. Dec. dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações. Dec. Art. de 2-7-1998. no 2. de 28-11-2000. de 25-2-1993. de 22-6-1978. no 73. aprova o Regulamento de Serviços Público-Restritos. Lei no 8. de 26-9-2002. diretamente ou mediante autorização. Lei no 10. V – decretar o estado de sítio. organizações e órgão regulador. c XI – explorar. sociedades de economia mista e outras entidades públicas e suas respectivas entidades fechadas de previdência complementar. Lei no 9. os Estados o Distrito Federal e os Municípios. c c c . no 2. Lei no 10. dispõe sobre o Regime Jurídico da Exploração dos Portos Organizados e das Instalações Portuárias.472.565.052. n o 2. Lei no 4. de 24-7-2000. Lei no 7.198. concessão ou permissão. de 29-5-2001 (Lei do Regime de Previdência Complementar). no 97.630. suas autarquias. no 2.c Dec.491. a criação de um órgão regulador e outros aspectos institucionais. c c c Lei no 9.427. VI – autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico. de 21-11-1966. regulamentada pelo Dec. bem como as de seguros e de previdência privada. Lei no 8. 246 desta Constituição. de 19-12-1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica).595. Lei no 9. IX – elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social. aprova o Regulamento de Serviços Especiais. de 24-8-1962 (Código Brasileiro de Telecomunicações). aeroespacial e a infraestrutura aeroportuária. XII – explorar. que não estejam em serviço aéreo internacional regular. dispõe sobre o sistema nacional de seguros privados e regula as operações de seguros e resseguros.987. de 20-1-1989.295. n o 60. de 8-4-1997. nos termos da lei. de 19-7-1996. os serviços de telecomunicações. Art.111. VII – emitir moeda. regulamentado pelos Decretos nos 1. Lei no 12. de 9-12-2009. de 8-4-1997. institui a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e disciplina o regime de concessão de serviços públicos de energia elétrica. de 26-12-1996. c c c c c LC no 108. Lei no 9.538. o estado de defesa e a intervenção federal. de 15-8-1995. Dec. c c c c c c c Inciso XI com a redação dada pela EC no 8. a criação e funcionamento de um Órgão Regulador e outros aspectos institucionais. dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações. e 4. a criação e funcionamento de um Órgão Regulador e outros aspectos institucionais. de 29-4-1996. dispõe sobre a relação entre União.464. regulamentado pelo Dec. LC no 109.472. institui o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações – FUNTTEL. fundações. de 16-7-1997. Alínea a com a redação dada pela EC no 8. c Lei no 9. no 3. Dec. dispõe sobre os serviços postais. de 27-5-1998.728. dispõe sobre os serviços de energia elétrica nos Sistemas Isolados. de 28-11-2000. de 13-3-1967. de 29-5-2001. dispõe sobre serviços de telecomunicações. altera procedimentos relativos ao programa nacional de desestatização.391. de 15-8-1995. VIII – administrar as reservas cambiais do País e fiscalizar as operações de natureza financeira.886. institui o Fundo para o Desenvolvimento Tecnológico das Telecomunicações – FUNTTEL. 246 desta Constituição. estabelece procedimentos para a entrada no Brasil e o sobrevoo de seu território por aeronaves civis estrangeiras. de 9-9-1997. Lei no 4. aprova o Regulamento de Serviços Limitados.648. de 16-7-1997. autoriza o Poder Executivo a promover a reestruturação da Centrais Elétricas Brasileiras – ELETROBRÁS e de suas subsidiárias.994.117. diretamente ou mediante autorização.197. Dec.052. em articulação com os Estados onde se situam os potenciais hidroenergéticos. concessão ou permissão: c c c c a) os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens. câmbio e capitalização. c) a navegação aérea. X – manter o serviço postal e o correio aéreo nacional. de 23-8-2001. de 13-2-1995 (Lei da Concessão e Permissão da Prestação de Serviços Públicos). de 14-7-1965 (Lei do Mercado de Capitais). Lei no 6. que disporá sobre a organização dos serviços.896. Lei n o 9. especialmente as de crédito.655. de 31-12-1964 (Lei do Sistema Financeiro Nacional). de 8-4-1997.459.196.

dispõe sobre a reestruturação dos transportes aquaviário e terrestre. de 4-6-1998.217. de 19-10-2006. de 5-6-2001. autoriza a União a delegar aos Municípios. XIII – organizar e manter o Poder Judiciário. de diversões públicas e de programas de rádio e televisão. c c c c c Inciso XIV com a redação dada pela EC no 19. Lei no 11. c Lei no 9. 71. c XXII – executar os serviços de polícia marítima. c c XVI – exercer a classificação. c c Lei no 10. 25 da EC no 19. XX – instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano. f ) os portos marítimos. Lei no 7. fixa as diretrizes e bases da Cartografia Brasileira. Art. estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico. regulamentada pelo Dec. Dec. institui o Fundo Constitucional do Distrito Federal – FCDF. a Agência Nacional de Transportes Terrestres. de 26-9-1967. a Agência Nacional de Transportes Terrestres. Lei no 10. Art. institui o Plano Nacional de Moradia – PLAMO. de 5-6-2001.233. Dec. Dec. no 243. XIV – organizar e manter a polícia civil. bem como prestar assistência financeira ao Distrito Federal para a execução de serviços públicos. geografia. de 10-5-1996. saneamento básico e transportes urbanos. a Agência Nacional de Transportes Aquaviários e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.318. fluviais e lacustres. Art. Inciso XXII com a redação dada pela EC no 19.d) os serviços de transporte ferroviário e aquaviário entre portos brasileiros e fronteiras nacionais. por meio de fundo próprio. dispõe sobre a rees­ truturação dos transportes aquaviário e terrestre. que dispõe sobre plano de carreiras e cargos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE. ou que transponham os limites de Estado ou Território.169. de 11-10-1994. a Agência Nacional de Transportes Aquaviários e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes.633. da Lei n o 11. geologia e cartografia de âmbito nacional. de 12-2-2001. inclusive habitação. XVIII – planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas.433. dispõe sobre a reestruturação dos transportes aquaviário e terrestre. c . no 647 do STF. de 5-1-2007. cria o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte. c c c c c Lei no 5. institui a Política Nacional de Recursos Hídricos. a Agência Nacional de Transportes Terrestres. de 27-12-2002. de 13-6-1984. Lei no 10. especialmente as secas e as inundações. XIX – instituir sistema nacional de gerenciamento de recursos hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso.233. Lei no 10. a polícia militar e o corpo de bombeiros militar do Distrito Federal. institui Comissão de Estudo para criação do fundo de que trata este inciso. de 5-6-2001. de 4-6-1998. cria o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte.355. institui a Política Nacional de Saneamento e cria o Conselho Nacional de Saneamento. de 28-2-1967.233. o Ministério Público e a Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios. 23 do ADCT. XXI – estabelecer princípios e diretrizes para o sistema nacional de viação. a Agência Nacional de Transportes Aquaviários e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. aeroportuária e de fronteiras.196. de 21-6-2010. no 7. no 1.277. aprova a Política Marítima Nacional – PMN. c XVII – conceder anistia. para efeito indicativo. § 3 o. e) os serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros. Lei no 10. de 8-1-1997. XV – organizar e manter os serviços oficiais de estatística. Estados da Federação e ao Distrito Federal a Administração e Exploração de Rodovias e Portos Federais. cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos e regulamenta o inciso acima transcrito. cria o Programa de Arrendamento Residencial e institui o arrendamento residencial com opção de compra. Súm. c Lei no 9.445.265.188. de 4-6-1998 (Reforma Administrativa). para atender o disposto neste inciso. de 14-9-1999. no 3. cria o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte.

de 8-2-2006.210. Dec. a construção. de 17-10-1977. Lei no 6. a operação.275. os custos. os custos. de 25-2-1993. Lei no 7. instituiu o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro – SIPRON. Lei no 10. Compete privativamente à União legislar sobre: I – direito civil. eleitoral.-lei no 1. no 1.452. aprova a Política Marítima Nacional – PMN. a lavra. Dec. atendidos os seguintes princípios e condições: c c Lei n o 10. no 98. c XXV – estabelecer as áreas e as condições para o exercício da atividade de garimpagem.-lei no 1. Dec. Alínea d acrescida pela EC no 49.-lei no 1. de 11-1-1973 (Código de Processo Civil). Lei no 4. § 3o. c c Alíneas b e c com a redação dada pela EC no 49. II – desapropriação. Lei no 5.265. aeronáutico. de 21-10-1969 (Código Penal Militar). Dec.257. em forma associativa. de 26-11-1991. de 7-12-1940 (Código Penal).737. Dec. penal. Arts. a indenização e a responsabilidade civil. de 11-10-1994. a indenização. no 2. 22. Arts. 184 e 185. Art. 1. a) toda atividade nuclear em Território Nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional.504. desta Constituição. dispõe sobre o sistema de organização e funcionamento do Instituto Brasileiro de Reforma Agrária – IBRA. dispõe sobre a responsabilidade civil por danos nucleares e responsabilidade criminal por atos relacionados a atividades nucleares. fixa normas de direito agrário.308. de 7-10-1980. a responsabilidade civil. Lei no 10. a fiscalização. de 10-1-2002 (Código Civil).453.425. o licenciamento. dispõe sobre o exercício das atividades nucleares incluídas no monopólio da União e o controle do desenvolvimento de pesquisas no campo da energia nuclear. incluídos a seleção de locais. manter e executar a inspeção do trabalho.-lei no 3. de 15-7-1965 (Código Eleitoral). de 10-9-1962. de 18-7-1989. de 9-1-1990. marítimo. dispõe sobre a concessão de pensão especial às vítimas do acidente nuclear ocorrido em Goiânia. a fiscalização. proces­ sual. Súm. d) a responsabilidade civil por danos nuclea­ res independe da existência de culpa. Lei no 10.228. c c c c . 174 desta Constituição.805.869. são autorizadas a produção. Dec.565. c c c c c c c c c c c c c c Lei no 556. do CC.308. incluídos a seleção de locais. Lei n o 9. estabelece normas para o destino final dos rejeitos radioativos produzidos e território nacional. a construção. comercial. de 21-10-1969 (Código de Processo Penal Militar). espacial e do trabalho.-lei no 1. e 1. de 20-11-2001. de 1-5-1943 (Consolidação das Leis do Trabalho). Lei no 7. Leis nos 4. o licenciamento. de 25-6-1850 (Código Comercial). e 8. LC no 76.-lei no 5. Goiás. c Dec. de 8-2-2006. Lei n o 4.002.812. a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados.-lei no 2. o licenciamento. de 28-12-1982. a operação.406. de 20-11-2001.XXIII – explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa. regulamentado pelo Dec. agrícolas e industriais. c Art. a fiscalização. regulamentada pelo Dec. os custos. a operação. disciplina o regime de permissão de lavra garimpeira. a responsabilidade civil e as garantias referentes aos depósitos de rejeitos radioativos. Dec. o enriquecimento e reprocessamento.947. de 6-4-1966. c c c c XXIV – organizar. de 20-11-2001. são autorizadas a comercialização e a utilização de radioisótopos para a pesquisa e usos médicos. no 722 do STF. de 3-10-1941 (Código de Processo Penal). a indenização. dispõe sobre a seleção de locais. I e II. de 19-12-1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica). c) sob regime de permissão. de 22-4-1997. Lei no 4.982. estabelece normas para o destino final dos rejeitos radioativos produzidos em território nacional. de 30-11-1964 (Estatuto da Terra). dispõem sobre desapropriação por interesse social.689.132. de 6-7-1993 (Lei de Desapropriação de Imóvel Rural para fins de Reforma Agrária).809. agrário. de 24-12-1996. a construção.629.001. V.308. 8.848. comercialização e utilização de radioisótopos de meia-vida igual ou inferior a duas horas. b) sob regime de permissão.

Dec. de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro).177. telecomunicações e radiodifusão. Lei no 9. Lei no 6. c c XVI – organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões.886. de 21-11-1966 (Lei de Execução de Cédula Hipotecária).192.391. de 1o-3-1991. V – serviço postal. marítima. de 13-2-2002. de 10-5-1996. dispõe sobre serviços postais. autoriza a União a delegar aos Municípios. de 19-10-2006. de 22-6-1993. de 29-6-1995.-lei no 3. c XIX – sistemas de poupança.365. em caso de iminente perigo e em tempo de guerra. aprova o Regulamento de Serviços Especiais.538. outros recursos minerais e metalurgia. c VI – sistema monetário e de medidas.192.630. Lei no 9. no 2. de 12-1-1994 (Lei da Defensoria Pública). de 21-6-1941 (Lei das Desapropriações). c XII – jazidas.122. no 2. dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações. aprova o regulamento de Serviços Público-Restritos. no 840. dispõe sobre o Regime Jurídico da Exploração dos Portos Organizados e das Instalações Portuárias. sistema cartográfico e de geologia nacionais. a criação e funcionamento de um Órgão Regulador e outros aspectos institucionais. c c c c c c c Lei no 4. Dec.815.117. XVIII – sistema estatístico.-lei no 1. XVII – organização judiciária. de 14-2-2001. fluvial.994. de 10-12-1981. 71.197. 231 desta Constituição. dispõem sobre o Plano Real. de 24-8-1962 (Código Brasileiro de Telecomunicações). de 19-8-1980 (Estatuto do Estrangeiro).130. extradição e expulsão de estrangeiros. dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Águas – ANA. títulos e garantias dos metais. minas. dispõem sobre o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transportes. VIII – comércio exterior e interestadual. c XIII – nacionalidade.069. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho Nacional de Imigração. Dec. no 86. c VII – política de crédito.198. Lei no 8. da Lei n o 11. Dec.715. câmbio. c c XIV – populações indígenas. de 22-1-1970 (Lei da Imissão de Posse). regulamentado pelos Decretos nos 1. de 17-7-2000. Dec. c c LC no 75. de 26-9-2002. e 4.001.984. de 26-9-1995. c c c XI – trânsito e transporte. institui o Programa de Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Setor Espacial. Lei no 9.472. Art. cria o Conselho Nacional de Imigração.-lei no 70.075. Estados da Federação e ao Distrito Federal a Administração e Exploração de Rodovias e Portos Federais. de 28-2-1967 (Código de Mineração). no 2. de 13-2-2002. Lei no 6. energia. § 3 o. c Decretos nos 4. IX – diretrizes da política nacional de transportes. de 25-2-1993. Art. Dec.295. bem como organização administrativa destes. e 10. dispõem sobre regras para a remuneração das cadernetas de poupança. aérea e aeroespacial. informática.503. IV – águas. aprova o Regulamento de Serviços Limitados. Lei no 9. Lei no 6. c c XV – emigração e imigração. do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios. de 14-2-2001. de 16-7-1997. de 22-6-1978. de 8-4-1997. X – regime dos portos. Lei no 6. navegação lacustre.196.-lei no 227.815. Lei no 9. Dec.069. dispõe sobre os serviços de telecomunicações e sua organização e sobre o órgão regulador. de 29-4-1996. de 8-4-1997. de 19-7-1996. captação e garantia da poupança popular. III – requisições civis e militares. entrada. Lei no 9. e 4. e 10. Leis nos 9. de 19-12-1973 (Estatuto do Índio). que dispõe sobre plano de carreiras e cargos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE.355. Leis nos 8. 9. de 24-7-2000. de 8-4-1997. cidadania e naturalização. LC no 80.c c Dec.277. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). c c . seguros e transferência de valores. Dec. de 23-9-1997 (Código de Trânsito Brasileiro).

XXI – normas gerais de organização. dispõe sobre a Política de Mobilização Nacional. em todas as modalidades. de 14-7-2000.666. a título de propaganda. XXI. material bélico. de 4-6-1998. § 1o. as obras e outros bens de valor histórico.520. convocação e mobilização das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares. no 3. Dec. III – proteger os documentos. XXII – competência da Polícia Federal e das Polícias Rodoviária e Ferroviária Federais. regulamentada pelo Dec. regulamenta a profissão de Tradutor e Intérprete da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS. c Lei no 9. Lei no 8. dispõe sobre a distribuição gratuita de prêmios. Art. no 2 do STF. 203. c Dec. desta Constituição. de 8-8-2000. de 20-11-2001. Lei no 9. III. 23. c XXVI – atividades nucleares de qualquer natureza.394. dispõe sobre o Sistema Nacional de Defesa Civil – SINDEC.956.XX – sistemas de consórcios e sorteios. Lei no 12. n o 70. defesa civil e mobilização nacional. a responsabilidade civil e as garantias referentes aos depósitos de rejeitos radioativos.964. a fiscalização.768. É competência comum da União.308. de 8-10-2001. dispõe sobre a seleção de locais. de 1o-12-2010.319. Vinc.555. c Parágrafo único. garantias. Lei no 12. V – proporcionar os meios de acesso à cultura. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos).212. obedecido o disposto no artigo 37. dispõe sobre o Sistema Nacional de Defesa Civil – SINDEC e o Conselho Nacional de Defesa Civil. dos Estados. no 3. dispõe sobre o Fundo Nacional de Saúde. Art. e para as empresas públicas e sociedades de economia mista. e estabelece normas de proteção à poupança popular. de 24-4-2002. de 11-9-1990 (Código de Defesa do Consumidor).376. regulamentada pelo Dec. a operação. IV – impedir a evasão. XXI. c XXIV – diretrizes e bases da educação nacional. Súm. artístico ou cultural.015. c LC n o 103. XXVIII – defesa territorial. os monumentos. Lei no 10. organiza a Proteção do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Estados. defesa marítima. de 24-7-1991 (Lei Orgânica da Seguridade Social). Lei no 10. c XXVII – normas gerais de licitação e contratação. Dec. cria a carreira de Policial Rodoviário Federal. de 30-11-1937. promulga a Convenção Interamericana para eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência. XXIII – seguridade social. Lei no 10. nos termos do artigo 173. Dec. a construção. de 21-6-1993 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos). de 10-10-2001. Dec. restabelecimento de serviços essenciais e reconstrução nas áreas atingidas por desastre. à educação e à ciência. no 7. c c c c Inciso XXVII com a redação dada pela EC no 19. c XXV – registros públicos. 37. sobre as transferências de recursos para ações de socorro. as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos. assistência às vítimas. da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. de 17-7-2002 (Lei do Pregão). a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico. vale-brinde ou concurso. artístico e cultural. no 3. e sobre o Fundo Especial para Calamidades Públicas. Lei no 8. de 1o-9-2010. c c c c c Art.436. mediante sorteio. c c Lei n o 5. desta Constituição. para as administrações públicas diretas. autárquicas e fundacionais da União. de 9-8-1972. . dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRA. no 5. autoriza os Estados e o Distrito Federal a instituir o piso salarial a que se refere o inciso V do art. de 20-12-1971. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). II – cuidar da saúde e assistência pública.-lei no 25.294. Lei no 8. efetivos. V. a indenização. de 6-9-2010. o licenciamento.340. Distrito Federal e Municípios. os custos. defesa aeroespacial. de 2-6-1998. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo.951. de 17-2-2005.654. das leis e das instituições democráticas e conservar o patrimônio público. 7o desta Constituição. Lei no 6. c c c XXIX – propaganda comercial. do Distrito Federal e dos Municípios: I – zelar pela guarda da Constituição.078.

no 7. Lei no 7. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em Lei. o Distrito Federal e os Municípios. de 4-7-1996 (Regimento de Custas da Justiça Federal). Dec. de 5-1-2007. c c c c c VIII – fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar. 19. no 1. Lei no 5. c c Lei no 10.966. c c c c Lei no 4. c Lei no 9. estabelece diretrizes nacionais para o saneamento básico. Dec. de 31-8-1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente). de 15-9-1965 (Código Florestal). incluindo o “Bolsa-Alimentação”. dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza.284. que tem por finalidade a unificação do procedimentos da gestão e execução das ações de transferência de renda do Governo Federal. Lei no 11. de 14-12-2000. cria o programa Nacional de Renda Mínima vinculado a saúde: “bolsa-alimentação”.771.514.284. dos Municípios e do Distrito Federal.172.-lei no 221. 80 e 81 do ADCT. c Lei n o 8. no 178 do STJ. II – orçamento. de 28-4-2000. de 19-12-2006. na forma prevista nos arts. Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União e os Estados. de 11-7-1984 (Lei de Execução Penal). regulamenta o inciso II do art. de 10-7-2002. promovendo a integração social dos setores desfavorecidos. de 21-6-2010. XII – estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito. regulamentada pelo Dec.217. e cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. XI – registrar. regulamentada pelo Dec.938. 24. regulamentada pelo Dec.197.188. estatui normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. no 4. de 30-9-2001.305. Lei no 9. 9o da Lei no 6. de 31-8-1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente). de 30-1-1996. c c IX – promover programas de construção de moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. introduzindo artigos que criam o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. Lei no 5. IV – custas dos serviços forenses. de 2-3-2006 (Lei de Gestão de Florestas Públicas). Dec. de 22-7-2008. de 6-7-2001. de 2-3-2006 (Lei de Gestão de Florestas Públicas). III – juntas comerciais. c c c c c c c Lei no 6. de 28-2-1967 (Lei de Proteção e Estímulos à Pesca). Lei no 11. Lei no 8. X – combater as causas da pobreza e os fatores de marginalização. de 20-4-2000. penitenciá­ rio.938.934. de 3-1-1967 (Lei de Proteção à Fauna). Dec. de 17-3-1964. de 25-10-1966 (Código Tributário Nacional). dispõe sobre a prevenção. Lei no 9. MP no 2. o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional. Lei no 12.433. de 8-1-1997. LC no 111. Lei no 9.800. c c .605. cria o programa “Bolsa-Família”.297.210. Súm. econômico e urbanístico. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional. cria o Programa de Arrendamento Residencial e institui o arrendamento residencial com opção de compra. Art.836. no 6. VII – preservar as florestas.289. c c EC no 31. no 3. dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente e estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações. de 2-8-2010 (Lei da Política Nacional de Resíduos Sólidos). no 3. Lei no 11. Parágrafo único. cria o Programa Nacional de Florestas. de 12-2-1998 (Lei dos Crimes Ambientais). de 18-11-1994 (Lei do Registro Público de Empresas Mercantis). dos Estados.420. de 6-9-2001. financeiro.206-1. de 9-1-2004.934. Lei no 4. Compete à União. estabelecendo critério para o Zoneamento Ecológico-Econômico do Brasil – ZEE. acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios.VI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas. a fauna e a flora. de 12-2-2001. institui a Política Nacional de Recursos Hídricos. altera o ADCT.884. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). Lei n o 10. c Parágrafo único com a redação dada pela EC no 53. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I – direito tributário.445.320.

cultural. de 28-2-1967 (Lei de Proteção e Estímulos à Pesca). de 15-9-1965 (Código Florestal). de 15-9-1965 (Código Florestal). de 12-2-1998 (Lei de Crimes Ambientais).853. de 28-2-1967 (Lei de Proteção e Estímulos à Pesca). Lei no 9.771.514.080. no 6. a.197.197. dispõe sobre a prevenção. de 24-4-2000. dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente.099. LC no 80. Lei no 4.625. Lei no 9. no 3. VI – florestas. Art. Lei no 9. institui normas gerais sobre desporto. o controle e a fiscalização da poluição causada por lançamentos de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional. Art. c c XIV – proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência. de 22-7-2008. de 20-3-1997. Art. Lei no 7.V – produção e consumo. de 24-10-1989 (Lei de Apoio às Pes­ soas Portadoras de Deficiência). de 26-9-1995 (Lei dos Juizados Especiais). VII. 203. cria o Programa Nacional de Florestas. Lei no 5. 98. de 12-7-2001 (Lei dos Juizados Especiais Federais). c c c XII – previdência social. Dec. Lei no 9.259.771.298. de 3-1-1967 (Lei de Proteção à Fauna). fauna.060. dispõe sobre a organização do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor – SNDC. histórico. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). c c c . da LC no 75.181. de 5-2-1950 (Lei de Assistência Judiciária). desta Constituição.394. c c c XI – procedimentos em matéria processual. V. caça. no 1.795. e estabelece as normas gerais de aplicação das sanções administrativas previstas no CDC. desta Constituição. I. Lei no 9. c c c VIII – responsabilidade por dano ao meio ambiente. torna obrigatória a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. Dec. II. Dec. no 6. dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente e estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações. no 3. estético. a bens e direitos de valor artístico. IX – educação. desta Constituição. de 3-1-1967 (Lei de Proteção à Fauna). turístico e paisagístico. 25. regulamenta o Fundo de Defesa de Direitos Difusos. c c c c c c c Arts. de 12-2-1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público). dispõe sobre a educação ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental. de 25-8-2009. Lei no 9.259. de 12-7-2001 (Lei dos Juizados Especiais Federais). funcionamento e processo do juizado de pequenas causas. Dec.605. proteção e defesa da saúde.347. b. Dec no 2. Dec. 98. c c X – criação.420. de 3-5-1996.605. Lei no 10. VI. Dec. ao consumidor.048.949. dispõe sobre as condições para a promoção.273. I. da Lei no 8. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Lei no 9. artístico. c c c c c c c c Lei no 4. de 9-11-1994. de 20-12-1999. Lei no 10. de 19-9-1990.-lei no 221. de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social). e 37. Lei no 9. de 24-3-1998. no 6.615. Lei no 1. c c c c XIII – assistência jurídica e defensoria pública.514.966. Lei no 8.-lei no 221. cultura. estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações. Art. Dec. Lei no 5. Lei no 9. turístico e paisagístico. Lei no 7. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). pesca. proteção e recuperação da saúde e a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes. ensino e desporto. conservação da natureza. regulamentada pelo Dec. de 22-7-2008. proteção do meio ambiente e controle da poluição. VII – proteção ao patrimônio histórico. de 26-9-1995 (Lei dos Juizados Especiais). de 20-4-2000.306. promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. e seu conselho gestor. defesa do solo e dos recursos naturais.099. 6o. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). de 12-2-1998 (Lei dos Crimes Ambientais). de 12-1-1994 (Lei da Defensoria Pública). de 27-4-1999. no 3. Dec.213. Lei no 8.

32 desta Constituição. imunidades. neste caso. de 6-8-1997. Art. os serviços locais de gás canalizado. excluídas aquelas sob domínio da União. 29 do Dec. § 2o A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados. Lei no 10. e 153. e prover os respectivos cargos. 25. emergentes e em depósito. os Estados exercerão a competência legislativa plena. aplicando-se-lhes as regras desta Constituição sobre sistema eleitoral. II. inviolabilidade. IV – as terras devolutas não compreendidas entre as da União. c § 2o Cabe aos Estados explorar diretamente. as decorrentes de obras da União. 26.069. c Art. c Art. c c c § 2o com a redação dada pela EC no 5. I. § 1 o Será de quatro anos o mandato dos Deputados Estaduais. c § 2o com a redação dada pela EC no 19. § 7o. atingido o número de trinta e seis. no 24. de 4-6-1998. para os Deputados Federais. de 17-7-2000.643. . c c Lei no 9. perda de mandato. 6o da Lei no 9. CAPÍTULO III Dos Estados Federados Art. institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo – ANP. remuneração. instituir regiões metropolitanas. de 13-7-1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). 27. Lei n o 9. para atender a suas peculiaridades. § 4o. Distrito Federal e Municípios. § 2o O subsídio dos Deputados Estaduais será fixado por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa. 20. será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze. § 2o. licença.984. de 18-11-1998. observado o que dispõem os artigos 39. vedada a edição de medida provisória para a sua regulamentação. 19 desta Constituição. para integrar a organização. observados os princípios desta Constituição. 150. setenta e cinco por cento daquele estabelecido. a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais. c Súm. II – as áreas. impedimentos e incorporação às Forças Armadas. c Art. § 4o A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual. Art. constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem. 153. garantias. nas ilhas oceânicas e costeiras. 57. que estiverem no seu domínio. Art. ou mediante concessão. direitos e deveres das polícias civis. c c Lei no 8. no máximo. dispõe sobre a Política Nacional. § 1o No âmbito da legislação concorrente. ressalvadas.515. na forma da lei. que dispõe sobre a convocação de plebiscitos e referendos pelos Estados. que institui o 12 de agosto como Dia Nacional da Juventude. aglomerações urbanas e microrregiões. desta Constituição. as atividades relativas ao monopólio do petróleo. Municípios ou terceiros. mediante lei complementar. § 3o Os Estados poderão. § 3o Compete às Assembleias Legislativas dispor sobre seu regimento interno. III – as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União. o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum.478. IV. no que lhe for contrário. Art. Art.XV – proteção à infância e à juventude. fluentes. dispõe sobre a criação da Agência Nacional de Águas – ANA. § 1o São reservadas aos Estados as competências que não lhes sejam vedadas por esta Constituição. na forma da lei. no 681 do STF. polícia e serviços administrativos de sua Secretaria. em espécie. de 11-7-2002. § 3o Inexistindo lei federal sobre normas gerais. na razão de. XVI – organização. O número de Deputados à Assembleia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e. 246 desta Constituição. de 10-7-1934 (Código de Águas). de 15-8-1995. Incluem-se entre os bens dos Estados: I – as águas superficiais ou subterrâneas. III.709.

de 4-6-1997. A eleição do Governador e do Vice-Governador de Estado. nos Municípios de mais de 50.504. e) 17 (dezessete) Vereadores. 28.000 (trezentos mil) habitantes e de até 450. nos Municípios de mais de 300. 29. I. a) 9 (nove) Vereadores. de 18-11-1998. que a promulgará.310. c Alíneas a a c com a redação dada pela EC n o 58.000 (trezentos mil) habitantes. por maioria de votos.709. IV e V. 153. para mandato de quatro anos. nos Municípios de mais de 15. produzindo efeitos a partir do processo eleitoral de 2008.000 (oitenta mil) habitantes e de até 120. 3o. II. . e a posse ocorrerá no dia 1o de janeiro do ano subsequente. 6 o da Lei n o 9. 29. realizar-se-á no primeiro domingo de outubro. que altera este inciso IV (DJE de 8-10-2009).000 (trinta mil) habitantes e de até 50.000 (cento e vinte mil) habitantes. de 4-6-1998. c) 13 (treze) Vereadores. de 23-9-2009 (DOU de 24-9-2009). O Município reger-se-á por lei orgânica.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes. de 30-9-1997 (Lei das Eleições). com o interstício mínimo de dez dias. g) 21 (vinte e um) Vereadores.307 e 4. para mandato de quatro anos. c Lei no 9. atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição.000 (cento e sessenta mil) habitantes. do ano anterior ao do término do mandato de seus antecessores. 39. II – eleição do Prefeito e do Vice-Prefeito realizada no primeiro domingo de outubro do ano anterior ao término do mandato dos que devam suceder. I. IV – para a composição das Câmaras Municipais. observado o que dispõem os artigos 37. regulamenta a execução do disposto nos incisos I. observado. e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal. aplicadas as regras do artigo 77 no caso de Municípios com mais de duzentos mil eleitores. do Vice-Governador e dos Secretários de Estado serão fixados por lei de iniciativa da Assembleia Legislativa. de 23-9-2009.§ 4o A lei disporá sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual. III. f) 19 (dezenove) Vereadores. II e III do art. § 2o Os subsídios do Governador.000 (quinze mil) habitantes. em segundo turno. Art. XIV. c c Caput com a redação dada pela EC no 16. I. nos Municípios de mais de 120. de 23-9-2009 (DOU de 24-9-2009). d) 15 (quinze) Vereadores. 150. referendou as medidas cautelares concedidas nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade nos 4. nos Municípios de mais de 80. o disposto no artigo 77. desta Constituição. nos Municípios de até 15. e 153. mediante pleito direto e simultâneo realizado em todo o País. c Art. Lei no 9.000 (cinquenta mil) habitantes. em primeiro turno. e no último domingo de outubro. quanto ao mais. CAPÍTULO IV Dos MunicÍpios Art.000 (cento e vinte mil) habitantes e de até 160. nos Municípios de mais de 160. § 2o. será observado o limite máximo de: c c Caput do inciso IV com a redação dada pela EC no 58. na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: I – eleição do Prefeito. para sustar os efeitos do art.000 (cinquenta mil) habitantes e de até 80. produzindo efeitos a partir do processo eleitoral de 2008. b) 11 (onze) Vereadores. se houver. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. h) 23 (vinte e três) Vereadores. de 30-9-1997 (Lei das Eleições). XI. com eficácia ex tunc. § 1o Perderá o mandato o Governador que assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta. de 4-6-1997. c Inciso II com a redação dada pela EC no 16.504. Art. c § 2o acrescido pela EC no 19. 14 desta Constituição. III – posse do Prefeito e do Vice-Prefeito no dia 1o de janeiro do ano subsequente ao da eleição.000 (cento e sessenta mil) habitantes e de até 300. de 4-6-1998.000 (trinta mil) habitantes. § 4o. c c Parágrafo único transformado em § 1o pela EC no 19. votada em dois turnos.000 (oitenta mil) habitantes. da EC no 58. ressalvada a posse em virtude de concurso público e observado o disposto no artigo 38.000 (quinze mil) habitantes e de até 30. O STF. nos Municípios com mais de 30.

050. nos Municípios de mais de 8. e) em Municípios de trezentos mil e um a quinhentos mil habitantes. d) em Municípios de cem mil e um a trezentos mil habitantes.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes.800. f ) em Municípios de mais de quinhentos mil habitantes.000 (quatro milhões) de habitantes.000.000 (três milhões) de habitantes. § 4o.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes e de até 3. s) 45 (quarenta e cinco) Vereadores. produzindo efeitos a partir do processo eleitoral de 2008. c Inciso VI com a redação dada pela EC no 25.000 (cinco milhões) de habitantes. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a trinta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. de 23-9-2009 (DOU de 24-9-2009). II.000 (cinco milhões) de habitantes e de até 6. w) 53 (cinquenta e três) Vereadores. nos Municípios de mais de 1.000 (oito milhões) de habitantes. k) 29 (vinte e nove) Vereadores. nos Municípios de mais de 3. l) 31 (trinta e um) Vereadores. VI – o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subsequente. q) 41 (quarenta e um) Vereadores. t) 47 (quarenta e sete) Vereadores.050. observado o que dispõe esta Constituição.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes e de até 900. observado o que dispõem os artigos 37. 150. § 2o. nos Municípios de 1.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes. m) 33 (trinta e três) Vereadores. c Alíneas d a x acrescidas pela EC no 58. nos Municípios de mais de 1. nos Municípios de mais de 2. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a quarenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a sessenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais.000 (seis milhões) de habitantes e de até 7.000 (novecentos mil) habitantes e de até 1.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes.000 (oito milhões) de habitantes.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes e de até 2.500. nos Municípios de mais de 7.000. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a cinquenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. e x) 55 (cinquenta e cinco) Vereadores. 153. u) 49 (quarenta e nove) Vereadores.000.000.000. III. e 153.350. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos Deputados Estaduais.500.000 (três milhões) de habitantes e de até 4.000. do Vice-Prefeito e dos Secretários municipais fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal. .000 (sete milhões) de habitantes e de até 8.000. nos Municípios de mais de 6. de 14-2-2000.000 (novecentos mil) habitantes.350. nos Municípios de mais de 5. c Inciso V com a redação dada pela EC no 19.400.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes e de até 600. j) 27 (vinte e sete) Vereadores. observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos: a) em Municípios de até dez mil habitantes.000 (sete milhões) de habitantes. I. v) 51 (cinquenta e um) Vereadores. de 4-6-1998. V – subsídios do Prefeito.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes.000.200.200.400.800. 39. nos Municípios de mais de 1. nos Municípios de mais de 450.000. r) 43 (quarenta e três) Vereadores.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes e de até 1. nos Municípios de mais de 900. XI.000 (seis milhões) de habitantes. o) 37 (trinta e sete) Vereadores.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes e de até 1. nos Municípios de mais de 750.000.000 (seiscentos mil) habitantes e de até 750. nos Municípios de mais de 1. nos Municípios de mais de 600.000 (seiscentos mil) habitantes.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes e de até 1.000.000. c) em Municípios de cinquenta mil e um a cem mil habitantes. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a setenta e cinco por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. nos Municípios de mais de 4. b) em Municípios de dez mil e um a cinquenta mil habitantes.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes e de até 1.000 (quatro milhões) de habitantes e de até 5. n) 35 (trinta e cinco) Vereadores.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes.i) 25 (vinte e cinco) Vereadores.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes. p) 39 (trinta e nove) Vereadores.

Súmulas nos 702 e 703 do STF. c XIII – iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município. XIV – perda do mandato do Prefeito. Inciso XIV renumerado pela EC no 1. de 14-2-2000.000 (três milhões) de habitantes. cinco por cento do eleitorado. c Art. c Inciso XIII renumerado pela EC no 1. determina que as Câmaras Municipais sejam obrigatoriamente notificadas da liberação de recursos federais para os respectivos Municípios. de 23-9-2009 ( DOU de 24-9-2009).001 (oito milhões e um) habitantes. X – julgamento do Prefeito perante o Tribunal de Justiça. I – 7% (sete por cento) para Municípios com população de até 100. para vigorar na data de sua promulgação. VI – 3. similares. efetivamente realizado no exercício anterior: c Artigo acrescido pela EC no 25. Inciso X renumerado pela EC no 1.5% (quatro inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população entre 500. incluído o gasto com o subsídio de seus Vereadores. para os membros da Assembleia Legislativa. parágrafo único. c Inciso VII acrescido pela EC no 1. de 31-3-1992. nos termos do artigo 28. da cidade ou de bairros. na Constituição do respectivo Estado.VII – o total da despesa com a remuneração dos Vereadores não poderá ultrapassar o montante de cinco por cento da receita do Município. de 31-3-1992. O total da despesa do Poder Legislativo Municipal. para vigorar na data de sua promulgação. c Incisos V e VI acrescidos pela EC n o 58. c Inciso IX renumerado pela EC no 1. Súm.000.001 (trezentos mil e um) e 500. Inciso XII renumerado pela EC no 1. no que couber. ou III – enviá-lo a menor em relação à proporção fixada na Lei Orçamentária. de 27-2-1967 (Lei de Responsabilidade dos Prefeitos e Vereadores). c Inciso VIII renumerado pela EC no 1. de 31-3-1992.001 (quinhentos mil e um) e 3. produzindo efeitos a partir de 1o de janeiro do ano subsequente ao da promulgação desta Emenda. § 1o A Câmara Municipal não gastará mais de setenta por cento de sua receita com folha de pagamento. não poderá ultrapassar os seguintes percentuais.000 (quinhentos mil) habitantes. V – 4% (quatro por cento) para Municípios com população entre 3.000. de 31-3-1992.000 (cem mil) habitantes.000 (oito milhões) de habitantes. § 2o Constitui crime de responsabilidade do Prefeito Municipal: I – efetuar repasse que supere os limites definidos neste artigo. de 31-3-1992.000. Lei n o 9.000 (cem mil) e 300. c c XII – cooperação das associações representativas no planejamento municipal. 29-A. ao disposto nesta Constituição para os membros do Congresso Nacional e. II – não enviar o repasse até o dia vinte de cada mês.5% (três inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população acima de 8.-lei no 201. III – 5% (cinco por cento) para Municípios com população entre 300.001 (três milhões e um) e 8.000. de 31-3-1992. no 209 do STJ. IV – 4. II – 6% (seis por cento) para Municípios com população entre 100. de 31-3-1992. produzindo efeitos a partir de 1o de janeiro do ano subsequente ao da promulgação desta Emenda. VIII – inviolabilidade dos Vereadores por suas opiniões. de 23-9-2009 (DOU de 24-9-2009). Dec. palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município. c c c c XI – organização das funções legislativas e fiscalizadoras da Câmara Municipal. c Incisos I a IV com a redação dada pela EC no 58.452. de 20-3-1997. . IX – proibições e incompatibilidades. no exercício da vereança.000 (trezentos mil) habitantes. renumerando os demais. pelo menos. incluídos os subsídios dos Vereadores e excluídos os gastos com inativos. Inciso XI renumerado pela EC no 1. de 31-3-1992. através de manifestação de. relativos ao somatório da receita tributária e das transferências previstas no § 5o do artigo 153 e nos artigos 158 e 159.

§ 2o A eleição do Governador e do Vice-Governador. no que couber. O Distrito Federal. durante sessenta dias. CAPÍTULO V Do Distrito Federal e dos TerritÓrios SEÇÃO I DO DISTrITO FEdErAL Art. V – organizar e prestar. IX – promover a proteção do patrimônio histórico-cultural local. IV – criar. mediante planejamento e controle do uso. § 1o O controle externo da Câmara Municipal será exercido com o auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios.§ 3o Constitui crime de responsabilidade do Presidente da Câmara Municipal o desrespeito ao § 1o deste artigo. 31. à disposição de qualquer contribuinte. para mandato de igual duração. das Polícias Civil e Militar e do Corpo de Bombeiros Militar. só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal. incluído o de transporte coletivo. anualmente. c Súm. § 1o Ao Distrito Federal são atribuídas as competências legislativas reservadas aos Estados e Municípios. . observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual. § 3o Aos Deputados Distritais e à Câmara Legislativa aplica-se o disposto no artigo 27. VIII – promover. § 2o O parecer prévio. e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal. o qual poderá questionar-lhes a legitimidade. no 645 do STF. mediante controle externo. sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei. aprova o Estatuto dos Bombeiros Militares do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal.289. Lei no 7. 32. de 14-2-2000. onde houver. dispõe sobre a organização básica da Polícia Militar do Distrito Federal. para exame e apreciação. c Art. c Inciso VI com a redação dada pela EC no 53.479. de 19-12-2006. c Súm. organizar e suprimir distritos. Art. c c c Lei no 6. com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado. c Art. e dos Deputados Distritais coincidirá com a dos Governadores e Deputados Estaduais. dispõe sobre o Fundo Nacional de Saúde. c §§ 1o a 3o acrescidos pela EC no 25. de 18-12-1984. os serviços públicos de interesse local. programas de educação infantil e de ensino fundamental. Conselhos ou órgãos de Contas Municipais. § 4o É vedada a criação de Tribunais. pelo Governo do Distrito Federal. VII – prestar. reger-se-á por lei orgânica. com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado. e aprovada por dois terços da Câmara Legislativa. emitido pelo órgão competente sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar. dispõe sobre o Estatuto dos Policiais Militares da Polícia Militar do Distrito Federal. adequado ordenamento territorial. VI – manter. Compete aos Municípios: I – legislar sobre assuntos de interesse local. que tem caráter essencial. c Dec. votada em dois turnos com interstício mínimo de dez dias. III – instituir e arrecadar os tributos de sua competência. do parcelamento e da ocupação do solo urbano. vedada sua divisão em Municípios.964. A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal. II – suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. no 3. no 642 do STF. na forma da lei. nos termos da lei. de 14-10-1977. de 2-6-1986.450. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. observada a legislação estadual. § 3o As contas dos Municípios ficarão. 156 desta Constituição. Art. de 10-10-2001. atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição. bem como aplicar suas rendas. observadas as regras do artigo 77. serviços de atendimento à saúde da população. Lei no 7. 182 desta Constituição. § 4o Lei federal disporá sobre a utilização. que a promulgará. 30.

III. Art. dos Territórios e do Distrito Federal. Dec. VI – prover a execução de lei federal. de 11-1-1990. b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição. II – não forem prestadas contas devidas. de 2-7-1969. desta Constituição. Art. haverá órgãos judiciários de primeira e segunda instância. o disposto no Capítulo IV deste Título. d) prestação de contas da administração pública. O Estado não intervirá em seus Municípios. c c Inciso III com a redação dada pela EC no 29. 10 da LC no 63. c Art.086. desta Constituição. 34. I. desta Constituição. além do Governador nomeado na forma desta Constituição. de 13-9-2000. IV – garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas Unidades da Federação. c c VII – assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais: c a) forma republicana. b) direitos da pessoa humana. V – reorganizar as finanças da Unidade da Federação que: a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos. c Lei no 8. 35. dentro dos prazos estabelecidos em lei. Art. § 1o Os Territórios poderão ser divididos em Municípios. exceto quando: I – deixar de ser paga. c Art. . 36. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal. de 14-5-1991 (Lei de Organização Judiciária do Distrito Federal). III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde. reorganiza as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros Militares dos Estados. c c Alínea e com a redação dada pela EC no 29. com parecer prévio do Tribunal de Contas da União. sistema representativo e regime democrático. Art.185. § 2o As contas do Governo do Território serão submetidas ao Congresso Nacional. ordem ou decisão judicial. pertencentes aos Municípios. 36. 33. § 3o Nos Territórios Federais com mais de cem mil habitantes. e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais. e § 3o. dispõe sobre os militares da Polícia Militar do Distrito Federal e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal. na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde. no 637 do STF. membros do Ministério Público e defensores públicos federais. Súm. que dispõe sobre critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidas. de 13-9-2000. SEÇÃO II DOS TErrITÓrIOS Art. de 6-11-2009. direta e indireta. a lei disporá sobre as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa. salvo motivo de força maior.-lei no 667. sem motivo de força maior. III – pôr termo a grave comprometimento da ordem pública. 212 desta Constituição. a dívida fundada. c) autonomia municipal. A lei disporá sobre a organização administrativa e judiciária dos Territórios. por dois anos consecutivos. exceto para: I – manter a integridade nacional. c Art. compreendida a proveniente de transferências. 212 desta Constituição. no que couber. Art. nem a União nos Municípios localizados em Território Federal.c c Lei no 12. § 3o. II – repelir invasão estrangeira ou de uma Unidade da Federação em outra. CAPÍTULO VI Da Intervenção Art. 36. 1o desta Constituição. aos quais se aplicará. na forma da lei.

empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. EC no 45. de 10-11-1993. de 8-12-2004. impessoalidade. 34. de 29-1-1999 (Lei do Processo Administrativo Federal). de 4-6-1998. . 36. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. Lei no 9. IV. no 686 do STF. de 5-11-1993. ou do artigo 35. Súm. 19 a 22 da Lei no 8. c Arts. pela União. estabelece diretrizes para consolidação e o reescalonamento pela União. do Distrito Federal e dos Municípios. de 28-5-1990. dos Estados. estabelece a obrigatoriedade da declaração de bens e rendas para o exercício de cargos. VII. e funções nos Poderes Executivo. perante o STJ e o STF. de 4-6-1998. empregos. salvo impedimento legal. de solicitação do Poder Legislativo ou do Poder Executivo coacto ou impedido.IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual. de requisição do Supremo Tribunal Federal. dispensada a apreciação pelo Congresso Nacional ou pela Assembleia Legislativa. estabelece diretrizes para a consolidação e o reescalonamento.112.038. de 10-11-1993. § 3o Nos casos do artigo 34. assim como aos estrangeiros. far-se-á convocação extraordinária. § 1o O decreto de intervenção. de dívidas internas da administração direta e indireta dos Estados. ou para prover a execução de lei. Art. Art. Lei no 8. I a VI. VI e VII. de 5-11-1993. IV – Revogado. Autarquias e Fundações Públicas Federais). Lei no 8. se a coação for exercida contra o Poder Judiciário.730. publicidade e eficiência e. se couber. Autarquias e Fundações Públicas Federais). Legislativo e Judiciário. ao seguinte: c c c c c c Caput com a redação dada pela EC no 19. no mesmo prazo de vinte e quatro horas.112. do Distrito Federal e dos Municípios. e no caso de recusa à execução de lei federal. nomeará o interventor. na hipótese do art. o decreto limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado. o prazo e as condições de execução e que. na forma da lei. Lei n o 8. empregos e funções nos Poderes Executivo. IV. no 266 do STJ. do Superior Tribunal de Justiça ou do Tribunal Superior Eleitoral. de 8-12-2004. também. Súm. I – os cargos. II – no caso de desobediência a ordem ou decisão judiciária. Vinc. pelo Supremo Tribunal Federal. as autoridades afastadas de seus cargos a estes voltarão.727. de dividas internas das administrações direta e indireta dos Estados.784. Lei n o 8.727. Legislativo e Judiciário. Súm. Art. Lei no 8. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. III – de provimento. CAPÍTULO VII Da Administração Pública c c c Lei no 8. ou de requisição do Supremo Tribunal Federal.730. moralidade. 3o e 5o. Autarquias e Fundações Públicas Federais). de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União.112. 19 do ADCT. no prazo de vinte e quatro horas. 37. §§ 1o e 2o. da Lei no 8. A decretação da intervenção dependerá: I – no caso do artigo 34. de representação do Procurador-Geral da República. c Inciso III com a redação dada pela EC no 45. 7o da CLT. se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. § 4o Cessados os motivos da intervenção. SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GErAIS Art. § 2o Se não estiver funcionando o Congresso Nacional ou a Assembleia Legislativa. no 13 do STF. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. c c c c c c Inciso I com a redação dada pela EC no 19. estabelece a obrigatoriedade da declaração de bens e rendas para o exercício de cargos. que institui normas procedimentais para os processos que especifica. Arts. de ordem ou de decisão judicial. que especificará a amplitude. será submetido à apreciação do Congresso Nacional ou da Assembleia Legislativa do Estado.

de 18-12-2001.298. de 25-8-2009. 5 o. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. III. Dec. I. chefia e assessoramento. c c c c Lei no 7. 12 da Lei no 8. no 6. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em Lei.165-36. da Administração Federal Direta. Autarquias e Fundações Públicas Federais). dispõe sobre a revisão dos vencimentos. soldos e proventos dos servidores. Lei no 9. c Inciso V com a redação dada pela EC no 19.853. Art. no 685 do STF. aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. Art. observada a iniciativa privativa em cada caso. a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos. no 3. c. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. Dec. na forma prevista em lei. dispõe sobre a vedação do nepotismo no âmbito da administração pública federal. na carreira. 30 da Lei no 10. 39. destinam-se apenas às atribuições de direção. § 4o. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. IX – a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. sempre na mesma data e sem distinção de índices. no 672 do STF. Lei no 10. MP n o  2. 11 e 12 da Lei n o 8. III – o prazo de validade do concurso público será de até dois anos. de 3-5-1995.112. de 24-10-1989 (Lei de Apoio às Pessoas Portadoras de Deficiência).962. Lei no 7. para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. salários. dispõe sobre a criação de carreiras e organização de cargos efetivos das autarquias especiais denominadas Agências Reguladoras. de 4-6-1998.112. § 2 o. e 128.706. e os cargos em comissão. de 22-2-2000. por igual período.331.112. Súm. no 1. de 4-6-1998. desta Constituição. Autarquias e Fundações Públicas Federais).871. regulamentada pelo Dec. c c c c c Inciso X com a redação dada pela EC no 19. de 23-8-2001. de 4-6-1998. condições e percentuais mínimos previstos em lei. das Autarquias. de 9-12-1993. prorrogável uma vez. disciplina o regime de emprego público do pessoal da administração federal direta.203. civis e militares. Art. V – as funções de confiança. dispõe sobre os procedimentos a serem adotados em casos de paralisações dos serviços públicos federais. da Lei n o 8. Súm. X – a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4o do artigo 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. VII – o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. Arts. c c c Lei no 8. dispõe sobre a contratação de servidor público por tempo determinado. Autarquias e Fundações Públicas Federais).949. Arts. promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. c c c c c c c c Inciso II com a redação dada pela EC no 19.II – a investidura em cargo ou emprego público depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. c Art. § 5o. de 21-12-1988. Súmulas nos 331 e 363 do TST. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União.745. Dec. de 20-12-1999. 7o da CLT. regulamenta este inciso. no 7. OJ da SBDI-I do TST no 366. autárquica e fundacional. 95. VI – é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. c c Inciso VII com a redação dada pela EC no 19. institui o auxílio-transporte. assegurada revisão geral anual. de 4-6-2010. exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. 7o da CLT. no 377 do STJ. Súm. .480. de 4-6-1998. de 20-5-2004. c IV – durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego. Art. VIII – a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão. dos extintos Territórios Federais e das Fundações Públicas.

por maioria de votos. Art. § 2 o. dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal. de 18-6-2004. no 353 do TST. XIV – os acréscimos pecuniários percebidos por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores. Art. b) a de um cargo de professor com outro. Lei no 8. 95. Autarquias e Fundações Públicas Federais). § 3o. § 4o. de 4-2-1994. 3o. c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde. 93. 37. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. Alínea c com a redação dada pela EC no 34. dos Estados. Lei Delegada n o 13. de 4-6-1998. Art. desta Constituição. aplicando-se como limite. III. Art. de 19-12-2003. que dispõe sobre a aplicação de disposições da EC no 41. do Distrito Federal e dos Municípios. de 4-6-1998. nos Municípios. de 19-12-2003. não poderão exceder o subsídio mensal. c c Inciso XIV com a redação dada pela EC no 19. com profissões regulamentadas. técnico ou científico. 42 da Lei no 8. de 4-6-1998. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI: c Inciso XVI com a redação dada pela EC no 19. § 3o. 49. dispõe sobre a revisão do subsídio do Procurador-Geral da República. 7o e 8o da EC no 41. de 21-7-1992. desta Constituição. de 19-12-2003. de 4-2-1994. § 2 o. aplicável este limite aos membros do Ministério Público. e o segundo introduzido pela EC no 47. de 27-8-1982. no âmbito do Poder Judiciário. Leis nos 8. dos membros de qualquer dos Poderes da União. funções e empregos públicos da administração direta. § 3 o. o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo. II. aos Procuradores e aos Defensores Públicos. V. de 8-10-2009. Autarquias e Fundações Públicas Federais). exceto. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. Lei no 12. Arts. III. O STF. de 4-6-1998. c c c Inciso XIII com a redação dada pela EC no 19. §§ 4 o e 5 o. XIII – é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. c Alíneas a e b com a redação dada pela EC no 19. § 3o. desta Constituição. c . 27. a) a de dois cargos de professor. 28. de 15-12-1998 (Reforma Previdenciária). ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV deste artigo e nos artigos 39. § 5 o. XVI – é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. para dar interpretação conforme a CF ao art.XI – a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos.042.852. Lei no 8. VII. § 3o. de 4-6-1998. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. e § 12. VIII. de 19-12-2003. revê vantagens. § 2o. Art. V e VI.854-1. desta Constituição. Arts. de 5-7-2005. o subsídio do Prefeito. 4o da EC no 47. e VIII. o primeiro dispositivo com a redação dada pela EC no 41. VIII. 3o da Lei no 10. c c Inciso XV com a redação dada pela EC no 19.887. Art. 128. 29. em espécie. de 5-7-2005.852. Art. o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. 142. 153. c . inciso XI. Súm. e nos Estados e no Distrito Federal. VIII. 150. incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. I. autárquica e fundacional. VIII.112. dispõem sobre este inciso. 135 desta Constituição. pensões ou outra espécie remuneratória.112.448. e 153. c c c c c c c c c c c Inciso XI com a redação dada pela EC no 41. XV – o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis. dispõe sobre a aplicação deste inciso. institui Gratificações de Atividade para os servidores civis do Poder Executivo. percebidos cumulativamente ou não. da EC no 20. de 13-12-2001. e 8. XII – os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. I. excluindo a submissão dos membros da magistratura estadual ao subteto de remuneração (DOU de 8-3-2007). 142. 39. e 142. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. concedeu a liminar na ADIN n o 3. em espécie. c c c Art. 142. quando houver compatibilidade de horários.

c § 3o e incisos I a III com a redação dada pela EC no 19. dela não podendo constar nomes. § 1o. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. exercidas por servidores de carreiras específicas. desta Constituição. regulando especialmente: I – as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral. atividades essenciais ao funcionamento do Estado. XIX – somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública.429. de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. desta Constituição. 116 a 142 da Lei no 8. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada. Súm. 22. no 363 do TST. externa e interna. . emprego ou função na administração pública. da qualidade dos serviços. pelo Poder Público. de 8-8-2000. dentro de suas áreas de competência e jurisdição. observado o disposto no artigo 5o. Dec. compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. c c Inciso XVII com a redação dada pela EC no 19. Súm. no 333 do STJ. na forma da lei. empresas públicas. serviços. XX – depende de autorização legislativa. as obras. de 4-6-1998. c c c c Arts. no 466 do STJ. de sociedade de economia mista e de fundação. c c c c c Art. nos termos da lei. informativo ou de orientação social. Lei no 8. de 19-12-2003. terão recursos prioritários para a rea­ lização de suas atividades e atuarão de forma integrada. e sociedades controladas. de 30-12-1991. XVII – a proibição de acumular estende-se a empregos e funções e abrange autarquias. Art. neste último caso.112. de 4-6-1998. de 17-7-2002 (Lei do Pregão). Lei no 10. sociedades de economia mista. III – a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo. programas. 118. c c Inciso XXII acrescido pela EC no 42. precedência sobre os demais setores administrativos. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo. Lei no 8. mantidas as condições efetivas da proposta. X e XXXIII.112. na forma da lei ou convênio. regulamenta a modalidade de licitação denominada pregão. § 1o A publicidade dos atos. direta ou indiretamente. fundações. cabendo à lei complementar. XXVII.666. nos termos da lei. XXI – ressalvados os casos especificados na legislação. II – o acesso dos usuários a registros administrativos e a informações sobre atos de governo. com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento. de 21-6-1993 (Lei de Licitações e Contratos Administrativos). o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações. a criação de subsidiárias das entidades mencionadas no inciso anterior. c Inciso XIX com a redação dada pela EC no 19.555. suas subsidiárias. § 3o A lei disciplinará as formas de participação do usuário na administração pública direta e indireta. no 3. do Distrito Federal e dos Municípios. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. definir as áreas de sua atuação. dos Estados.389. inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais. XXII – as administrações tributárias da União. Art. em cada caso. Autarquias e Fundações Públicas Federais). 137. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. XVIII – a administração fazendária e seus servidores fiscais terão. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica. obras. de 4-6-1998. Autarquias e Fundações Públicas Federais).520. § 2o A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável.112. da Lei no 8. c Lei no 8. Autarquias e Fundações Públicas Federais).c Arts. 118 a 120 da Lei no 8. Súm. IV. institui o Conselho de Comunicação Social.

Dec. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo.112. dispõe sobre a aplicação de pena de demissão a funcionário público. § 8o A autonomia gerencial. no 4. Lei no 8. c c c c c c c c c Art. III – a remuneração do pessoal. de 27-12-1990 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Tributária. dispõe sobre a responsabilidade civil por danos nucleares e a responsabilidade criminal por atos relacionados com atividades nucleares. que causem prejuízos ao erário.137. de 19-12-2003.854-1. c §§ 7o a 9o acrescidos pela EC no 19. Lei no 8. § 5o A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente. 4o da EC no 47. Lei no 8. V. c c Art.027. concedeu a liminar na ADIN n o 3. § 12. II – os controles e critérios de avaliação de desempenho. § 6o As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. Lei no 8. dos Estados. que receberem recursos da União. Arts. de 5-7-2005. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do artigo 40 ou dos artigos 42 e 142 com a remuneração de cargo. de 5-7-2005. na forma e gradação previstas em lei. para dar interpretação conforme a CF ao art. obrigações e responsabilidade dos dirigentes. Econômica e Contra as Relações de Consumo).026. Art.112. Dec. de 5-7-2005. e suas subsidiárias.410. as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei. inciso XI. de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. dispõe sobre normas de conduta dos servidores públicos civis da União. das Autarquias e das Fundações Públicas. § 9o O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista. para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo. c c Lei no 8. mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Orgânica. O STF. os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. c § 10 acrescido pela EC no 20.429. Autarquias e Fundações Públicas Federais). ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento. de 4-6-1998. § 10. 37. 3 o da Lei n o 8. c Art. 312 a 327 do CP. Lei no 6. do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). em seu âmbito. a perda da função pública. o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. Lei no 8.240. c c §§ 11 e 12 acrescidos pela EC no 47. orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato.429. o primeiro dispositivo com a redação dada pela EC no 41. de 12-4-1990. servidor ou não. como limite único.453. promulga a Convenção Interamericana contra a Corrupção. cabendo à lei dispor sobre: I – o prazo de duração do contrato. desta Constituição. Não serão computadas. de 17-10-1977. Autarquias e Fundações Públicas Federais). . de 12-4-1990. causarem a terceiros. § 7o A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas. de 15-12-1998. 43 do CC. excluindo a submissão dos membros da magistratura estadual ao subteto de remuneração (DOU de 8-3-2007). por maioria de votos. § 11. e o segundo introduzido pela EC no 47. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. sem prejuízo da ação penal cabível. de 7-10-2002. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores. a ser firmado entre seus administradores e o poder público.-lei no 3. nessa qualidade. emprego ou função pública. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. e § 12. de 8-5-1941 sujeita a sequestro os bens de pessoas indiciadas por crimes de que resulta prejuízo para a Fazenda Pública. 15. fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. direitos.§ 4o Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos.

027. II – os requisitos para a investidura. Vinc. no 378 do STJ. por maioria de votos. os Estados.112. Autarquias e Fundações Públicas Federais). desta Constituição. Lei no 8. para isso. Art. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. no 97 do STJ. aplicam-se as seguintes disposições: c c c Caput com a redação dada pela EC no 19. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. de 16-12-1996. Lei no 8. c Art. Autarquias e Fundações Públicas Federais).027. o Art. § 1o. o Distrito Federal e os Municípios instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal. III – as peculiaridades dos cargos. § 1o. dispõe sobre a aplicação deste parágrafo. V – para efeito de benefício previdenciário. o grau de responsabilidade e a complexidade dos cargos componentes de cada carreira. Autarquias e Fundações Públicas Federais). Súm. os valores serão determinados como se no exercício estivesse. a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. no 4 do STF. facultada.135-4. 28. dispõe sobre a aplicação de pena de demissão a funcionário publico. § 2o A União.Art. § 4 o. exceto para promoção por merecimento. 39.852. . integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. 28. sendo-lhe facultado optar pela sua remuneração.448.367. Art. para suspender. constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira.112. § 1o A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: I – a natureza. deferiu parcialmente a medida cautelar na ADIN n o 2. da Lei n o 8. de 5-2-1998. Lei no 8. Súm. dispõe sobre normas de conduta dos servidores públicos civis da União. I – tratando-se de mandato eletivo federal. regime jurídico único e planos de carreira para os servidores da administração pública direta. A União. Lei no 8. de 4-6-1998. de 12-4-1990. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. e. 39. emprego ou função. emprego ou função. os Estados e o Distrito Federal manterão escolas de governo para a formação e o aperfeiçoamento dos servidores públicos. emprego ou função. c §§ 1o e 2o com a redação dada pela EC no 19. Súm. III – investido no mandato de Vereador. 41. Lei no 8. regulamenta este parágrafo. com efeitos ex nunc. estadual ou distrital. perceberá as vantagens de seu cargo. será aplicada a norma do inciso anterior. de 4-6-1998. Autarquias e Fundações Públicas Federais). Lei no 9. desta Constituição. Ao servidor público da administração direta.026. razão pela qual continuará em vigor a redação original: “Art. c Art. de 12-4-1990. desta Constituição. A União. no 4 do STF. no âmbito de sua competência.112. havendo compatibilidade de horários. de 21-7-1992. seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais. O STF. fixa critérios para a progressiva unificação das tabelas de vencimentos dos servidores. Art. no exercício de mandato eletivo. de 4-6-1998. no caso de afastamento. Vinc. o Distrito Federal e os Municípios instituirão. autárquica e fundacional.026. Lei no 8. os Estados. Lei no 8. 28. c c c c c c c c Caput com a redação dada pela EC no 19. dispõe sobre a aplicação de pena de demissão a funcionário público. 24 do ADCT. § 1o. Lei no 8. a eficácia do caput deste artigo. das autarquias e das fundações públicas” (DOU de 14-8-2007). 28 desta Constituição. Lei no 8. de 12-4-1990. ficará afastado de seu cargo. SEÇÃO II DOS SErVIdOrES PÚBLICOS c c c c c Denominação desta Seção dada pela EC n 18.112. de 4-2-1994. IV – em qualquer caso que exija o afastamento para o exercício de mandato eletivo. c II – investido no mandato de Prefeito será afastado do cargo. Súm. 38. de 12-4-1990. das Autarquias e das Fundações Públicas. não havendo compatibilidade. dispõe sobre normas de conduta dos servidores públicos civis da União. das autarquias e das fundações públicas. c c c c c Art.

abono. se mulher. I – por invalidez permanente. § 5o. do Distrito Federal e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão.452. XVII. de 5-7-2005. Lei no 11. de 26-7-2005. Art. XVI. e 93. § 1o Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. verba de representação ou outra espécie remuneratória. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. de 8-10-2009. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. se mulher. 128. reaparelhamento e racionalização do serviço público. 49. XII. de 19-12-2003. incluídas suas autarquias e fundações. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. I. Art. III. treinamento e desenvolvimento. c. de 15-12-1998. § 7o Lei da União. o disposto no artigo 37. 3o da EC no 47. de 19-12-2003. 28. para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade. c c c Arts. c c c c Caput com a redação dada pela EC no 41. e cinquenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. exceto se decorrente de acidente em serviço. VII e VIII. 29. b) sessenta e cinco anos de idade. na forma da lei. c §§ 3o a 8o acrescidos pela EC no 19. c Alíneas a e b acrescidas pela EC no 20. 40. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. Arts. Legislativo e Judiciário publicarão anualmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos. de 19-12-2003. a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. § 1o. vedado o acréscimo de qualquer gratificação. autarquia e fundação. 95. e sessenta anos de idade. desta Constituição. se homem.042. § 2o. se homem. de 19-12-2003. e VI. da EC no 41. de 4-6-1998. modernização. em qualquer caso. § 5o. Súm. 37. § 10. dispõe sobre o subsídio do Procurador-Geral da República. de 1o-5-1943 (Consolidação das Leis do Trabalho). c c c Dec. XX. 2o. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. IX. do Distrito Federal e dos Municípios. VIII. prêmio. moléstia profissional ou doença grave. 37. no 726 do STF. Art. X e XI. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade. 2o. Arts. dos Estados. em qualquer caso. o detentor de mandato eletivo. dos Estados. podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o exigir. obedecido. XV. de 5-7-2005. Súmulas Vinculantes nos 4 e 16 do STF. II – compulsoriamente. III. 48. § 6o Os Poderes Executivo. c Inciso I com a redação dada pela EC no 41. § 3o. 3o. Lei no 12. § 8o A remuneração dos servidores públicos organizados em carreira poderá ser fixada nos termos do § 4o. Súmulas nos 683 e 684 do STF. § 4o O membro de Poder.§ 3o Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no artigo 7o. c III – voluntariamente. adicional. os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única.-lei no 5. V.144. obedecido. o disposto no artigo 37. observadas as seguintes condições: c c Incisos II e III acrescidos pela EC no 20. contagiosa ou incurável. VII. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3o e 17: c c c § 1o com a redação dada pela EC no 41. 2o. da EC no 41. XIII. VI. XV. XIX. 93. e 3o. XV. do Distrito Federal e dos Municípios poderá estabelecer a relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos. 27. Art. e 135 desta Constituição. 4o e 6o da EC no 41. c Art. da EC no 41. IV. § 2o. mediante contribuição do respectivo ente público. XVIII. dos Estados. § 1o. de 15-12-1998. de 19-12-2003. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. de 19-12-2003. XI. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. § 5o. V. da EC no 47. § 5o Lei da União. dispõe sobre a revisão do subsídio do Procurador-Geral da República. de 19-12-2003. . Arts. aos setenta anos de idade. 73. XXII e XXX.

no 680 do STF. a. de 19-12-2003. § 1o. desta Constituição. I – portadores de deficiência. 2o. Art. em caráter permanente. ou II – ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento. 42. da EC no 41. 4o da EC no 20. c § 2o com a redação dada pela EC no 20.§ 2o Os proventos de aposentadoria e as pensões. Vinc. conforme critérios estabelecidos em lei. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). na forma da lei. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. por ocasião da sua concessão. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. e 6o. XI. c §§ 5o e 6o com a redação dada pela EC no 20. de 19-12-2003. no 20 do STF. os casos de servidores: c c Caput do § 4o com a redação dada pela EC no 47. Art. 201. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição. Súm. de 15-12-1998. c Art. inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos. Súm. ressalvados. de 15-12-1998. que será igual: c I – ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido. § 8o É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. Art. § 5o Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor. § 4o É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. de 5-7-2005. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. estadual ou municipal será contado para efeito de aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. por ocasião de sua concessão. e de cargo eletivo. c c c §§ 7o e 8o com a redação dada pela EC no 41. § 9o O tempo de contribuição federal. § 7o Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte. III – cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou integridade física. 1o da Lei no 10. de 15-12-1998 (Reforma Previdenciária). 201. caso aposentado à data do óbito. § 1o. § 2o. caput. de 19-12-2003. desta Constituição. no 726 do STF.887. c Incisos I a III acrescidos pela EC no 47. de 19-12-2003. c c c § 3o com a redação dada pela EC no 41. c § 11. Art. Aplica-se o limite fixado no artigo 37. § 3o Para o cálculo dos proventos de aposentadoria. que dispõe sobre a aplicação de disposições da EC no 41. 2o da EC no 41. Súm. . de 5-7-2005. 67. § 6o. § 6o Ressalvadas as aposentadorias decorrentes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição. de 19-12-2003. II – que exerçam atividades de risco. Art. § 2o. à soma total dos proventos de inatividade.394. III. 42. serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este artigo e o art. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. o valor real. da Lei no 9. de 19-12-2003. da EC no 41. c c c Arts. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. de 18-6-2004. A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. 2o. Art. 201. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo. nos termos definidos em leis complementares. caso em atividade na data do óbito. § 10. em relação ao disposto no § 1o.

para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. de 19-12-2003 (DOU de 6-7-2005). de 5-7-2005. de 19-12-2003. de 19-12-2003. A União. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. autárquica e fundacional. c c §§ 9o a 14 acrescidos pela EC no 20. for portador de doença incapacitante. § 14. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos. da EC no 41. 202 e seus parágrafos. ressalvado o disposto no art. de natureza pública. no que couber. c Lei no 9. e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal. O regime de previdência complementar de que trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo. c Súm. de 22-2-2000. de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público. 4o. Art. 201. Somente mediante sua prévia e expressa opção. c c c § 16 acrescido pela EC no 20.783. Todos os valores de remuneração considerados para o cálculo do benefício previsto no § 3 o serão devidamente atualizados. 28 da EC no 19. do Distrito Federal e dos Municípios. dispõe sobre regras gerais para a organização e o funcionamento dos regimes próprios de previdência social dos servidores públicos da União. observado o disposto no art. inativos e pensionistas dos três Poderes da União. de 15-12-1998. c § 15 com a redação dada pela EC no 41. de 29-5-2001. o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o artigo 201.§ 12. I e II. § 18. poderão fixar. que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 1o. com efeitos retroativos à data de vigência da EC no 41. exclusivamente. na forma da lei. suas autarquias. 41. de 28-1-1999. Ao servidor ocupante. de 19-12-2003.717. II. de 15-12-1998. disciplina o regime de emprego público do pessoal da administração federal direta. de 19-12-2003. de 27-11-1998. § 15. § 16.962. no 390 do TST. por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar. LC no 108. em vigor na data de sua publicação. o Distrito Federal e os Municípios. § 19. bem como dos militares dos Estados e do Distrito Federal. Lei no 9. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1o. c Art. Lei no 9. na forma da lei. III. § 3o. com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. dos Estados. sociedades de economia mista e outras entidades públicas e suas respectivas entidades fechadas de previdência complementar. Além do disposto neste artigo. quando o beneficiário. o Distrito Federal e os Municípios. § 13. no que couber. § 20. dispõe sobre contribuição para o custeio da previdência social dos servidores públicos ativos. X. o disposto nos §§ 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. 142. § 17. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo. de 4-6-1998 (Reforma Administrativa). c Art. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. os Estados. c c §§ 17 a 20 acrescidos pela EC no 41. a. aplica-se o regime geral de previdência social. § 21. . fundações. 2o da EC no 41. e os Estados. c § 21 acrescido pela EC no 47. dispõe sobre a relação entre a União. Art. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o artigo 201 desta Constituição. o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará. os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social.

IV – prioridade para o aproveitamento econômico e social dos rios e das massas de água represadas ou represáveis nas regiões de baixa renda. Art. institui a Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia – SUDAM. 43. Art. do Distrito Federal e dos Territórios. de 3-1-2007. na forma da lei. de 3-1-2007. desta Constituição. II – juros favorecidos para financiamento de atividades prioritárias. no 4 do STF. as disposições do artigo 14. dispõe sobre a composição do Conselho de Administração da Superintendência da Zona Franca de Manaus – SUFRAMA. LC no 134. § 4o Como condição para a aquisição da estabilidade. de 5-2-1998. § 1o Aplicam-se aos militares dos Estados. sem direito a indenização. de 19-12-2003. c c c Caput com a redação dada pela EC no 18. II – a composição dos organismos regionais que executarão. reduções ou diferimento temporário de tributos federais devidos por pessoas físicas ou jurídicas. 37. 28 da EC no 19. reconduzido ao cargo de origem. seguros e outros itens de custos e preços de responsabilidade do Poder Público. SEÇÃO III DOS MILITArES dOS ESTAdOS. além do que vier a ser fixado em lei. se estável. § 9o. 247 desta Constituição. e do artigo 142. § 2o Aos pensionistas dos militares dos Estados.§ 1o O servidor público estável só perderá o cargo: I – em virtude de sentença judicial transitada em julgado. § 10. fretes. § 3o Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. § 2o Os incentivos regionais compreenderão. § 2o Invalidada por sentença judicial a demissão do servidor estável. § 1o Lei complementar disporá sobre: I – as condições para integração de regiões em desenvolvimento. do Distrito Federal e dos Territórios. institui a Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste – SUDENE. sujeitas a secas periódicas. a União poderá articular sua ação em um mesmo complexo geoeconômico e social. até seu adequado aproveitamento em outro cargo. são militares dos Estados. c c c LC no 124. c c Art. instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina. II – mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. 42. é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. X. III – mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. aprovados juntamente com estes. de 4-6-1998 (Reforma Administrativa). dO dISTrITO fEdErAL E dOS TErrITÓrIOS c Denominação desta Seção dada pela EC no 18. e o eventual ocupante da vaga. visando a seu desenvolvimento e à redução das desigualdades regionais. 89 do ADCT. LC no 125. do artigo 40. os planos regionais. o servidor estável ficará em disponibilidade. cabendo a lei estadual específica dispor sobre as matérias do artigo 142. § 3o. sendo as patentes dos oficiais conferidas pelos respectivos governadores. c Art. 41 com a redação dada pela EC no 19. c c § 1o com a redação dada pela EC no 20. será ele reintegrado. Vinc. c § 2o com a redação dada pela EC no 41. §§ 2o e 3o. com remuneração proporcional ao tempo de serviço. de 5-2-1998. na forma de lei complementar. Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares. III – isenções. aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. Súm. Art. na forma da lei: I – igualdade de tarifas. de 14-1-2010. Para efeitos administrativos. de 4-6-1998. Art. do Distrito Federal e dos Territórios aplica-se o que for fixado em lei específica do respectivo ente estatal. além de outros. § 8 o. SEÇÃO IV DAS REgIÕES Art. integrantes dos planos nacionais de desenvolvimento econômico e social. de 15-12-1998. . assegurada ampla defesa.

O Senado Federal compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal. A Câmara dos Deputados compõe-se de representantes do povo. c Arts. Salvo disposição constitucional em contrário. XI – criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. 44. VIII – concessão de anistia. X – criação. TÍtulo IV – Da OrganiZação dos Poderes CAPÍTULO I Do Poder LeGislativo SEÇÃO I DO CONgrESSO NACIONAL Art. arrecadação e distribuição de rendas. 4o da Lei no 9. empregos e funções públicas. proporcionalmente à população. subdivisão ou desmembramento de áreas de Territórios ou Estados. observado o que estabelece o art. dívida pública e emissões de curso forçado. judiciária. c Art. transformação e extinção de cargos. Cabe ao Congresso Nacional. de fontes de água e de pequena irrigação. pelo sistema proporcional. orçamento anual. Parágrafo único. bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal. III – fixação e modificação do efetivo das Forças Armadas. § 1o O número total de Deputados. as deliberações de cada Casa e de suas Comissões serão tomadas por maioria dos votos. O Poder Legislativo é exercido pelo Congresso Nacional. 84. dispor sobre todas as matérias de competência da União. Cada legislatura terá a duração de quatro anos. . de 18-11-1998. regionais e setoriais de desenvolvimento. não exigida esta para o especificado nos artigos 49. 51 e 52. em suas glebas. 14 desta Constituição. para que nenhuma daquelas Unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de setenta Deputados. 48. VI – incorporação. IV. 47. IX – organização administrativa. do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal. alternadamente. VI. em cada Território e no Distrito Federal. que disciplina a fixação do número de Deputados. do Ministério Público e da Defensoria Pública da União e dos Territórios e organização judiciária. que regulamenta o art. eleitos. 187 da LEP. especialmente sobre: I – sistema tributário. de 11-9-2001. presente a maioria absoluta de seus membros. por um e dois terços. a União incentivará a recuperação de terras áridas e cooperará com os pequenos e médios proprietários rurais para o estabelecimento.709. 45. II – plano plurianual. com mandato de oito anos. § 1o Cada Estado e o Distrito Federal elegerão três Senadores. VII – transferência temporária da sede do Governo Federal. no ano anterior às eleições. b. SEÇÃO II DAS ATrIBUIÇÕES dO CONgrESSO NACIONAL Art. será estabelecido por lei complementar. Art. operações de crédito. de 30-12-1993. § 2o Cada Território elegerá quatro Deputados. IV – planos e programas nacionais. § 2o A representação de cada Estado e do Distrito Federal será renovada de quatro em quatro anos. eleitos segundo o princípio majoritário. nos termos deste parágrafo. em cada Estado. c Incisos X e XI com a redação dada pela EC no 32. que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. ouvidas as respectivas Assembleias Legislativas.§ 3o Nas áreas a que se refere o § 2o. 1o a 3o da LC no 78. V – limites do território nacional. procedendo-se aos ajustes necessários. espaço aéreo e marítimo e bens do domínio da União. Art. com a sanção do Presidente da República. 46. § 3o Cada Senador será eleito com dois suplentes. c Art. Art. diretrizes orçamentárias.

XII – telecomunicações e radiodifusão;
c c c

Lei no 9.295, de 19-7-1996, dispõe sobre serviços de telecomunicações, organizações e órgão regulador. Lei no 9.472, de 16-7-1997, dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações, a criação e funcionamento de um órgão regulador e outros aspectos institucionais. Lei no 9.612, de 19-2-1998, institui o serviço de radiodifusão comunitária.

XIII – matéria financeira, cambial e monetária, instituições financeiras e suas operações; XIV – moeda, seus limites de emissão, e montante da dívida mobiliária federal; XV – fixação do subsídio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal, observado o que dispõem os arts. 39, § 4o; 150, II; 153, III; e 153, § 2o, I.
c c c c

Inciso XV com a redação dada pela EC no 41, de 19-12-2003. Lei no 10.474, de 27-6-2002, dispõe sobre remuneração da Magistratura da União. Lei no 11.143, de 26-7-2005, dispõe sobre o subsídio de Ministro do STF. Lei no 12.041, de 8-10-2009, dispõe sobre a revisão do subsídio de Ministro do STF. Art. 48 desta Constituição.

Art. 49. É da competência exclusiva do Congresso Nacional:
c

I – resolver definitivamente sobre tratados, acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional; II – autorizar o Presidente da República a declarar guerra, a celebrar a paz, a permitir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente, ressalvados os casos previstos em lei complementar; III – autorizar o Presidente e o Vice-Presidente da República a se ausentarem do País, quando a ausência exceder a quinze dias; IV – aprovar o estado de defesa e a intervenção federal, autorizar o estado de sítio, ou suspender qualquer uma dessas medidas; V – sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa; VI – mudar temporariamente sua sede; VII – fixar idêntico subsídio para os Deputados Federais e os Senadores, observado o que dispõem os artigos 37, XI, 39, § 4o, 150, II, 153, III, e 153, § 2o, I; VIII – fixar os subsídios do Presidente e do Vice-Presidente da República e dos Ministros de Estado, observado o que dispõem os artigos 37, XI, 39, § 4o, 150, II, 153, III, e 153, § 2o, I;
c

Incisos VII e VIII com a redação dada pela EC no 19, de 4-6-1998.

IX – julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo; X – fiscalizar e controlar, diretamente, ou por qualquer de suas Casas, os atos do Poder Executivo, incluídos os da administração indireta; XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes; XII – apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão; XIII – escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União;
c

Dec. Legislativo no 6, de 22-4-1993, regulamenta a escolha de Ministro do Tribunal de Contas da União pelo Congresso Nacional.

XIV – aprovar iniciativas do Poder Executivo referentes a atividades nucleares; XV – autorizar referendo e convocar plebiscito;
c

Arts. 1o a 12 da Lei no 9.709, de 18-11-1998, que regulamenta o art. 14 desta Constituição.

XVI – autorizar, em terras indígenas, a exploração e o aproveitamento de recursos hídricos e a pesquisa e lavra de riquezas minerais; XVII – aprovar, previamente, a alienação ou concessão de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares. Art. 50. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal, ou qualquer de suas Comissões, poderão convocar Ministro de Estado ou quaisquer titulares de órgãos diretamente subordinados à Presidência da República para prestarem, pessoalmente, informações sobre assunto previamente determinado, importando em crime de responsabilidade a ausência sem justificação adequada.
c

Caput com a redação dada pela ECR no 2, de 7-6-1994.

§ 1o Os Ministros de Estado poderão comparecer ao Senado Federal, à Câmara dos Deputados, ou a qualquer de suas Comissões, por sua iniciativa e mediante entendimentos com a Mesa respectiva, para expor assunto de relevância de seu Ministério. § 2o As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal poderão encaminhar pedidos escritos de informação a Ministros de Estado ou a qualquer das pessoas referidas no caput deste artigo, importando em crime de responsabilidade a recusa, ou o não atendimento, no prazo de trinta dias, bem como a prestação de informações falsas.
c

§ 2o com a redação dada pela ECR no 2, de 7-6-1994.

SEÇÃO III DA CÂmArA dOS DEPUTAdOS Art. 51. Compete privativamente à Câmara dos Deputados:
c

Art. 48 desta Constituição.

I – autorizar, por dois terços de seus membros, a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado; II – proceder à tomada de contas do Presidente da República, quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa; III – elaborar seu regimento interno; IV – dispor sobre sua organização, funcionamento, polícia, criação, transformação ou extinção dos cargos, empregos e funções de seus serviços, e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração, observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias;
c

Inciso IV com a redação dada pela EC no 19, de 4-6-1998.

V – eleger membros do Conselho da República, nos termos do artigo 89, VII. SEÇÃO IV DO SENAdO FEdErAL Art. 52. Compete privativamente ao Senado Federal:
c

Art. 48 desta Constituição.

I – processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles;
c c c

Inciso I com a redação dada pela EC no 23, de 2-9-1999. Art. 102, I, c, desta Constituição. Lei no 1.079, de 10-4-1950 (Lei dos Crimes de Responsabilidade).

II – processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade;
c c c

Inciso II com a redação dada pela EC no 45, de 8-12-2004. Arts. 103-B, 130-A, 131 e 132 desta Constituição. Art. 5o da EC no 45, de 8-12-2004 (Reforma do Judiciário).

III – aprovar previamente, por voto secreto, após arguição pública, a escolha de: a) magistrados, nos casos estabelecidos nesta Constituição; b) Ministros do Tribunal de Contas da União indicados pelo Presidente da República; c) Governador de Território; d) presidente e diretores do Banco Central; e) Procurador-Geral da República; f ) titulares de outros cargos que a lei determinar; IV – aprovar previamente, por voto secreto, após arguição em sessão secreta, a escolha dos chefes de missão diplomática de caráter permanente; V – autorizar operações externas de natureza financeira, de interesse da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Territórios e dos Municípios; VI – fixar, por proposta do Presidente da República, limites globais para o montante da dívida consolidada da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; VII – dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público Federal;

VIII – dispor sobre limites e condições para a concessão de garantia da União em operações de crédito externo e interno; IX – estabelecer limites globais e condições para o montante da dívida mobiliária dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios; X – suspender a execução, no todo ou em parte, de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal; XI – aprovar, por maioria absoluta e por voto secreto, a exoneração, de ofício, do Procurador-Geral da República antes do término de seu mandato; XII – elaborar seu regimento interno; XIII – dispor sobre sua organização, funcionamento, polícia, criação, transformação ou extinção dos cargos, empregos e funções de seus serviços, e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração, observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias;
c

Inciso XIII com a redação dada pela EC no 19, de 4-6-1998.

XIV – eleger membros do Conselho da República, nos termos do artigo 89, VII; XV – avaliar periodicamente a funcionalidade do Sistema Tributário Nacional, em sua estrutura e seus componentes, e o desempenho das administrações tributárias da União, dos Estados e do Distrito Federal e dos Municípios.
c

Inciso XV acrescido pela EC no 42, de 19-12-2003.

Parágrafo único. Nos casos previstos nos incisos I e II, funcionará como Presidente o do Supremo Tribunal Federal, limitando-se a condenação, que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal, à perda do cargo, com inabilitação, por oito anos, para o exercício de função pública, sem prejuí­ zo das demais sanções judiciais cabíveis. SEÇÃO V DOS DEPUTAdOS E dOS SENAdOrES
c

Lei no 9.504, de 30-9-1997 (Lei das Eleições).

Art. 53. Os Deputados e Senadores são invioláveis, civil e penalmente, por quaisquer de suas opiniões, palavras e votos.
c

Caput com a redação dada pela EC no 35, de 20-12-2001.

§ 1o Os Deputados e Senadores, desde a expedição do diploma, serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal.
c

Art. 102, I, b, desta Constituição.

§ 2o Desde a expedição do diploma, os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos, salvo em flagrante de crime inafiançável. Nesse caso, os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva, para que, pelo voto da maioria de seus membros, resolva sobre a prisão.
c

Arts. 43, III, e 301 do CPP.

§ 3o Recebida a denúncia contra o Senador ou Deputado, por crime ocorrido após a diplomação, o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva, que, por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros, poderá, até a decisão final, sustar o andamento da ação. § 4o O pedido de sustação será apreciado pela Casa respectiva no prazo improrrogável de quarenta e cinco dias do seu recebimento pela Mesa Diretora. § 5o A sustação do processo suspende a prescrição, enquanto durar o mandato. § 6o Os Deputados e Senadores não serão obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato, nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações. § 7o A incorporação às Forças Armadas de Deputados e Senadores, embora militares e ainda que em tempo de guerra, dependerá de prévia licença da Casa respectiva.
c

§§ 1o a 7o com a redação dada pela EC no 35, de 20-12-2001.

§ 8o As imunidades de Deputados ou Senadores subsistirão durante o estado de sítio, só podendo ser suspensas mediante o voto de dois terços dos membros da Casa respectiva, nos casos de atos praticados fora do recinto do Congresso Nacional, que sejam incompatíveis com a execução da medida.
c c c

§ 8o acrescido pela EC no 35, de 20-12-2001. Arts. 137 a 141 desta Constituição. Arts. 138 a 145 do CP.

Art. 54. Os Deputados e Senadores não poderão:

I – desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público, autarquia, empresa pública, sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público, salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes; b) aceitar ou exercer cargo, função ou emprego remunerado, inclusive os de que sejam demissíveis ad nutum, nas entidades constantes da alínea anterior; II – desde a posse: a) ser proprietários, controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público, ou nela exercer função remunerada; b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis ad nutum, nas entidades referidas no inciso I, a; c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I, a; d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo. Art. 55. Perderá o mandato o Deputado ou Senador: I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior;
c

Art. 1o do Dec. Legislativo no 16, de 24-3-1994, que submete à condição suspensiva a renúncia de parlamentar contra o qual pende procedimento fundado nos termos deste inciso. Art. 1o do Dec. Legislativo no 16, de 24-3-1994, que submete à condição suspensiva a renúncia de parlamentar contra o qual pende procedimento fundado nos termos deste inciso.

II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar;
c

III – que deixar de comparecer, em cada sessão legislativa, à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer, salvo licença ou missão por esta autorizada; IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos; V – quando o decretar a Justiça Eleitoral, nos casos previstos nesta Constituição; VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado.
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Art. 92, I, do CP.

§ 1o É incompatível com o decoro parlamentar, além dos casos definidos no regimento interno, o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas. § 2o Nos casos dos incisos I, II e VI, a perda do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal, por voto secreto e maioria absoluta, mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa. § 3 o Nos casos previstos nos incisos III a V, a perda será declarada pela Mesa da Casa respectiva, de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros, ou de partido político representado no Congresso Nacional, assegurada ampla defesa. § 4o A renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato, nos termos deste artigo, terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os §§ 2o e 3o.
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§ 4o acrescido pela ECR no 6, de 7-6-1994.

Art. 56. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador: I – investido no cargo de Ministro de Estado, Governador de Território, Secretário de Estado, do Distrito Federal, de Território, de Prefeitura de Capital ou chefe de missão diplomática temporária; II – licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença, ou para tratar, sem remuneração, de interesse particular, desde que, neste caso, o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa. § 1o O suplente será convocado nos casos de vaga, de investidura em funções previstas neste artigo ou de licença superior a cento e vinte dias. § 2o Ocorrendo vaga e não havendo suplente, far-se-á eleição para preenchê-la se faltarem mais de quinze meses para o término do mandato. § 3o Na hipótese do inciso I, o Deputado ou Senador poderá optar pela remuneração do mandato. SEÇÃO VI DAS REUNIÕES Art. 57. O Congresso Nacional reunir-se-á, anualmente, na Capital Federal, de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1o de agosto a 22 de dezembro.
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Caput com a redação dada pela EC no 50, de 14-2-2006.

reclamações. IV – conhecer do veto e sobre ele deliberar. cabe: I – discutir e votar projeto de lei que dispensar. a representação proporcional dos partidos ou dos blocos parlamentares que participam da respectiva Casa. para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas. é assegurada. de 11-9-2001. c § 8o acrescido pela EC no 32. § 3o As comissões parlamentares de inquérito. em razão da convocação. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal reunir-se-ão em sessão conjunta para: I – inaugurar a sessão legislativa. I – pelo Presidente do Senado Federal. mediante requerimento de um terço de seus membros. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas. pelos Presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado Federal ou a requerimento da maioria dos membros de ambas as Casas. serão criadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. § 7o Na sessão legislativa extraordinária. para a . O Congresso Nacional e suas Casas terão comissões permanentes e temporárias. V – solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. § 2o A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias. além de outros previstos nos regimentos das respectivas Casas. na forma do regimento. de 14-2-2006. domingos ou feriados. regionais e setoriais de desenvolvimento e sobre eles emitir parecer. § 6o A convocação extraordinária do Congresso Nacional far-se-á: c § 6o com a redação dada pela EC no 50. constituí­ das na forma e com as atribuições previstas no respectivo regimento ou no ato de que resultar sua criação. § 8o Havendo medidas provisórias em vigor na data de convocação extraordinária do Congresso Nacional. de 14-2-2006. § 3o Além de outros casos previstos nesta Constituição. II – elaborar o regimento comum e regular a criação de serviços comuns às duas Casas. no primeiro ano da legislatura. planos nacionais. c Inciso II com a redação dada pela EC no 50. tanto quanto possível. III – convocar Ministros de Estado para prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições. § 4o Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias. em todas as hipóteses deste inciso com a aprovação da maioria absoluta de cada uma das Casas do Congresso Nacional. salvo se houver recurso de um décimo dos membros da Casa. ressalvada a hipótese do § 8o deste artigo. III – receber o compromisso do Presidente e do Vice-Presidente da República. § 1o Na constituição das Mesas e de cada Comissão. alternadamente. vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subsequente. VI – apreciar programas de obras. c § 4o com a redação dada pela EC no 50. em caso de urgência ou interesse público relevante. II – realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. a competência do Plenário. em conjunto ou separadamente. em caso de decretação de estado de defesa ou de intervenção federal.§ 1o As reuniões marcadas para essas datas serão transferidas para o primeiro dia útil subsequente. SEÇÃO VII DAS COmISSÕES Art. II – pelo Presidente da República. e os demais cargos serão exercidos. de pedido de autorização para a decretação de estado de sítio e para o compromisso e a posse do Presidente e do Vice-Presidente da República. a partir de 1o de fevereiro. serão elas automaticamente incluídas na pauta da convocação. § 2o Às comissões. vedado o pagamento de parcela indenizatória. para mandato de 2 (dois) anos. 58. de 14-2-2006. que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. de 14-2-2006. c § 7o com a redação dada pela EC no 50. o Congresso Nacional somente deliberará sobre a matéria para a qual foi convocado. em razão da matéria de sua competência. quando recaírem em sábados. § 5o A Mesa do Congresso Nacional será presidida pelo Presidente do Senado Federal. IV – receber petições. pelos ocupantes de cargos equivalentes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.

c c LC no 95. § 2o A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional.709. § 4 o Durante o recesso. com atribuições definidas no regimento comum. II – o voto direto. c Arts. desta Constituição. Art. no mínimo. se for o caso. cuja composição reproduzirá. Lei no 9. cada uma delas. quanto possível. de 4-9-2000. II – do Presidente da República. para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. III – de mais da metade das Assembleias Legislativas das Unidades da Federação. IV – leis delegadas. 14 desta Constituição. encaminhadas ao Ministério Público. dispõe sobre a prioridade nos procedimentos a serem adotados pelo Ministério Publico e por outros órgãos a respeito das conclusões das Comissões Parlamentares de Inquérito. c c III – a separação dos Poderes. de estado de defesa ou de estado de sítio. de competência do Poder Legislativo ou do Poder Executivo. manifestando-se.apuração de fato determinado e por prazo certo. 1o e 18 desta Constituição. 60. 3o da Lei no 9. SEÇÃO VIII DO PrOCESSO LEgISLATIVO SUBsEÇÃO I DISPOSIÇÃO GErAL Art. secreto. III – leis ordinárias. § 4o Não será objeto de deliberação a proposta de emenda tendente a abolir: I – a forma federativa de Estado. c Arts. estabelece normas e diretrizes para a elaboração.579. dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. pela maioria relativa de seus membros. de 18-3-1952 (Lei das Comissões Parlamentares de Inquérito). Parágrafo único. a alteração. com o respectivo número de ordem. § 3o A emenda à Constituição será promulgada pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. n o 4. 34 a 36 e 136 a 141 desta Constituição. universal e periódico. § 1o. c Arts. 70 e 73 do ADCT. em ambos. c . V – medidas provisórias. SUBsEÇÃO II DA EmENdA À CONSTITUIÇÃO Art. trata do disposto neste parágrafo único.001. a redação. 59. regulamenta o art. que dispõe sobre a convocação do plebiscito e o referendo nas questões de relevância nacional. 2o desta Constituição. Dec. de 26-2-1998. II – leis complementares. redação. Lei no 10. Art. a proporcionalidade da representação partidária. sendo suas conclusões. 14 e 81. haverá uma Comissão Representativa do Congresso Nacional. a consolidação e o encaminhamento ao Presidente da República de projetos de atos normativos de competência dos órgãos do Poder Executivo Federal. de 28-3-2002. O processo legislativo compreende a elaboração de: I – emendas à Constituição. § 1o A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal. eleita por suas Casas na última sessão ordinária do período legislativo. de 18-11-1998. em dois turnos. considerando-se aprovada se obtiver. Lei complementar disporá sobre a elaboração.709.176. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta: I – de um terço. três quintos dos votos dos respectivos membros. c VII – resoluções. 1o. alteração e consolidação das leis. c c Lei no 1. de 18-11-1998. Arts. VI – decretos legislativos.

b) direito penal. reforma e transferência para a reserva. que regulamenta o art. 13 e 14 da Lei no 9. seu regime jurídico. na forma e nos casos previstos nesta Constituição. c c c c Caput com a redação dada pela EC no 32. seu regime jurídico. partidos políticos e direito eleitoral. o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias. de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro. a) criação de cargos. SUBsEÇÃO III DAS LEIS Art. Art. d) organização do Ministério Público e da Defensoria Pública da União. observado o disposto no artigo 84. 62. 5o desta Constituição. cidadania. e) criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. de 11-9-2001. processual penal e processual civil. serviços públicos e pessoal da administração dos Territórios. . estabilidade e aposentadoria. funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração. III. c Art. IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. no mínimo. remuneração. aos Tribunais Superiores. ao Presidente da República. matéria tributária e orçamentária. e 246 desta Constituição. Em caso de relevância e urgência. provimento de cargos. 167. de 11-9-2001.1o. ressalvado o previsto no artigo 167. § 5o A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. 2o da EC no 32. no 679 do STF. um por cento do eleitorado nacional. devendo submetê-las de imediato ao Congresso Nacional. de 18-11-1998. c Alínea e com a redação dada pela EC no 32. Arts. do Senado Federal ou do Congresso Nacional. d) planos plurianuais. distribuído pelo menos por cinco Estados. provimento de cargos. c) servidores públicos da União e Territórios. § 3o. § 3o.IV – os direitos e garantias individuais. § 1o São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que: I – fixem ou modifiquem os efetivos das Forças Armadas. direitos políticos. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados. Súm. com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles. diretrizes orçamentárias. b) organização administrativa e judiciária. de 5-2-1998. c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público. 14 desta Constituição.709. VI. ao Supremo Tribunal Federal. c Súm. Art. c Alínea f acrescida pela EC no 18. de 5-2-1998. 61. com força de lei. c Alínea c com a redação dada pela EC no 18. de 11-9-2001. c Arts. orçamento e créditos adicionais e suplementares. no 651 do STF. bem como normas gerais para a organização do Ministério Público e da Defensoria Pública dos Estados. III – reservada a lei complementar. estabilidade. II – que vise a detenção ou sequestro de bens. promoções. § 2o A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por. do Distrito Federal e dos Territórios. § 1o É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: I – relativa a: a) nacionalidade. II – disponham sobre: c Súmulas nos 679 e 681 do STF. a carreira e a garantia de seus membros. f ) militares das Forças Armadas. ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos.

§ 6o Se a medida provisória não for apreciada em até quarenta e cinco dias contados de sua publicação. A discussão e votação dos projetos de lei de iniciativa do Presidente da República. vetá-lo-á total ou parcialmente. ao Presidente do Senado Federal os motivos do veto. § 12. A Casa na qual tenha sido concluída a votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República. II. inconstitucional ou contrário ao interesse público. se não forem convertidas em lei no prazo de sessenta dias. de 11-9-2001. voltará à Casa iniciadora. do Senado Federal. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não se manifestarem sobre a proposição. § 7o Prorrogar-se-á uma única vez por igual período a vigência de medida provisória que. 65. ficando sobrestadas. só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada. observado quanto ao mais o disposto no parágrafo anterior. de 11-9-2001. IV. subsequentemente. desde a edição. no prazo de quinze dias úteis. prorrogável. e 154. § 3o As medidas provisórias. contado de sua publicação. § 4o O prazo a que se refere o § 3o contar-se-á da publicação da medida provisória. do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores terão início na Câmara dos Deputados.§ 2o Medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos. § 10. Não editado o decreto legislativo a que se refere o § 3o até sessenta dias após a rejeição ou perda de eficácia de medida provisória. dos Tribunais Federais e do Ministério Público. § 3o A apreciação das emendas do Senado Federal pela Câmara dos Deputados far-se-á no prazo de dez dias. em até quarenta e cinco dias. esta manter-se-á integralmente em vigor até que seja sancionado ou vetado o projeto. ressalvado o disposto nos §§ 11 e 12 perderão eficácia. antes de serem apreciadas. 64. que. em cada uma das Casas do Congresso Nacional. sobrestar-se-ão todas as demais deliberações legislativas da respectiva Casa. I. devendo o Congresso Nacional disciplinar. . § 4o Os prazos do § 2o não correm nos períodos de recesso do Congresso Nacional. exceto os previstos nos artigos 153. § 2o O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. c § 2o com a redação dada pela EC no 32. § 5o A deliberação de cada uma das Casas do Congresso Nacional sobre o mérito das medidas provisórias dependerá de juízo prévio sobre o atendimento de seus pressupostos constitucionais. e enviado à sanção ou promulgação. Art. II. com exceção das que tenham prazo constitucional determinado. o sancionará. de parágrafo. Art. § 2o Se. aquiescendo. É vedada a reedição. se a Casa revisora o aprovar. Art. Sendo o projeto emendado. até que se ultime a votação. §§ 3o e 4o. § 8o As medidas provisórias terão sua votação iniciada na Câmara dos Deputados. se o rejeitar. uma vez por igual período. Aprovado projeto de lei de conversão alterando o texto original da medida provisória. as relações jurídicas delas decorrentes. § 1o Se o Presidente da República considerar o projeto. ou arquivado. § 11. de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo. Parágrafo único. de inciso ou de alínea. V. as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidas. suspendendo-se durante os períodos de recesso do Congresso Nacional. § 1o O Presidente da República poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. por decreto legislativo. O projeto de lei aprovado por uma Casa será revisto pela outra. entrará em regime de urgência. c §§ 1o a 12 acrescidos pela EC no 32. no todo ou em parte. na mesma sessão legislativa. todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando. no prazo de sessenta dias. § 9o Caberá à comissão mista de Deputados e Senadores examinar as medidas provisórias e sobre elas emitir parecer. até que se ultime a votação. Não será admitido aumento da despesa prevista: I – nos projetos de iniciativa exclusiva do Presidente da República. II – nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara dos Deputados. em um só turno de discussão e votação. dentro de quarenta e oito horas. nos termos do § 7o. nem se aplicam aos projetos de código. 63. no caso do § 1o. contados da data do recebimento. 66. Art. em sessão separada. cada qual sucessivamente. não tiver a sua votação encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional. ressalvado o disposto no artigo 166. e comunicará. pelo plenário de cada uma das Casas do Congresso Nacional.

68. c § 6o com a redação dada pela EC no 32. o Presidente do Senado a promulgará. o silêncio do Presidente da República importará sanção. As leis delegadas serão elaboradas pelo Presidente da República. A matéria constante de projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. Art. no 3. sobrestadas as demais proposições. SEÇÃO IX DA FISCALIZAÇÃO CONTÁBIL. pública ou privada. FINANCEIrA E OrÇAmENTÁrIA c c c Dec. excetuadas as nomeações . a legalidade dos atos de admissão de pessoal. financeira. direitos individuais. a qualquer título. nos casos dos §§ 3o e 5o. será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União. Art. no 3. Art. vedada qualquer emenda. Art. para promulgação. no 6.976. arrecade. de 16-7-1992. dispõe sobre o Sistema de Contabilidade Federal. a matéria reservada à lei complementar. em nome desta. Parágrafo único. bens e valores públicos da administração direta e indireta. dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União – TCU. este a fará em votação única. nem a legislação sobre: I – organização do Poder Judiciário e do Ministério Público. III – apreciar. O controle externo. incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. de 4-6-1998. As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta. bens e valores públicos ou pelos quais a União responda. na mesma sessão legislativa. II – nacionalidade. de 7-10-2009. para fins de registro. § 1o Não serão objeto de delegação os atos de competência exclusiva do Congresso Nacional. I – apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República. II – julgar as contas dos administradores e demais responsáveis por dinheiros. só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores. cidadania. e as contas daqueles que derem causa a perda. ao qual compete: c Lei no 8. e pelo sistema de controle interno de cada Poder. § 3o Se a resolução determinar a apreciação do projeto pelo Congresso Nacional. 67. § 7o Se a lei não for promulgada dentro de quarenta e oito horas pelo Presidente da República. c Parágrafo único com a redação dada pela EC no 19. de 11-9-2001. e. economicidade. dentro de trinta dias a contar de seu recebimento. na administração direta e indireta. 69. será o projeto enviado. mediante controle externo. Dec. que deverá solicitar a delegação ao Congresso Nacional. em escrutínio secreto. os de competência privativa da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. dispõe sobre o Sistema de Controle Interno do Poder Executivo Federal. mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento.590.§ 3o Decorrido o prazo de quinze dias. operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta. ou que. diretrizes orçamentárias e orçamentos. orçamentária. caberá ao Vice-Presidente do Senado fazê-lo. ao Presidente da República. § 2o A delegação ao Presidente da República terá a forma de resolução do Congresso Nacional. de 6-9-2000. A fiscalização contábil. § 6o Esgotado sem deliberação o prazo estabelecido no § 4o. assuma obrigações de natureza pecuniária. III – planos plurianuais. que utilize. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. o veto será colocado na ordem do dia da sessão imediata. até sua votação final. legitimidade. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica. Art. mediante proposta da maioria absoluta dos membros de qualquer das Casas do Congresso Nacional. quanto à legalidade. se este não o fizer em igual prazo. a carreira e a garantia de seus membros. políticos e eleitorais.591. guarde. a cargo do Congresso Nacional. 71. dispõe sobre o Sistema de Administração Financeira Federal. § 5o Se o veto não for mantido. extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público.443. 70. de 6-9-2000. será exercida pelo Congresso Nacional. que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. § 4o O veto será apreciado em sessão conjunta. Dec. incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal. gerencie ou administre dinheiros.

no prazo de noventa dias. no prazo de trinta dias. X – sustar. ou considerados estes insuficientes. financeira. tem sede no Distrito Federal. se não atendido. XI – representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados. no que couber. c Súm. no prazo de cinco dias. comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. § 1o Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos: I – mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. a Estado. de 22-4-1993. Art. a Comissão. do Senado Federal. XV. indicados em lista tríplice pelo Tribunal. A Comissão mista permanente a que se refere o artigo 166. 84. § 1o. § 2o. em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas. contábeis. com aprovação do Senado Federal. VI – fiscalizar a aplicação de quaisquer recursos repassados pela União mediante convênio.para cargo de provimento em comissão. integrado por nove Ministros. Executivo e Judiciário. V – fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe. se verificada ilegalidade. ainda que sob a forma de investimentos não programados ou de subsídios não aprovados. por qualquer de suas Casas. acordo. § 2o Se o Congresso Nacional ou o Poder Executivo. entre outras cominações. multa proporcional ao dano causado ao erário. c c Art. trimestral e anualmente. no 3 do STF. e demais entidades referidas no inciso II. III – notórios conhecimentos jurídicos. ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório. Lei no 8. do ADCT. c Dec. o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional. VII – prestar as informações solicitadas pelo Congresso Nacional. preste os esclarecimentos necessários. 16. IV – mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior. § 2o Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão escolhidos: c I – um terço pelo Presidente da República. O Tribunal de Contas da União. operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas. de Comissão técnica ou de inquérito. orçamentária. orçamentária. § 2o Entendendo o Tribunal irregular a despesa. dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União – TCU. por iniciativa própria. desta Constituição. as atribuições previstas no artigo 96. a Comissão solicitará ao Tribunal pronunciamento conclusivo sobre a matéria. segundo os critérios de antiguidade e merecimento. econômicos e financeiros ou de administração pública. se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão à economia pública. nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo.443. reformas e pensões. c Art. . dispõe sobre a escolha de Ministro do Tribunal de Contas da União. Art. ao Poder Executivo as medidas cabíveis. que solicitará. sobre a fiscalização contábil. que estabelecerá. exercendo. 73. nos termos do tratado constitutivo. operacional e patrimonial. de 16-7-1992. bem como a das concessões de aposentadorias. ao Distrito Federal ou a Município. II – idoneidade moral e reputação ilibada. a execução do ato impugnado. VIII – aplicar aos responsáveis. § 3o As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo. o Tribunal decidirá a respeito. IV – realizar. de imediato. da Câmara dos Deputados. proporá ao Congresso Nacional sua sustação. quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o Território Nacional. as sanções previstas em lei. Vinc. Súm. § 1o Não prestados os esclarecimentos. sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal. financeira. relatório de suas atividades. não efetivar as medidas previstas no parágrafo anterior. de forma direta ou indireta. Legislativo no 6. § 1o No caso de contrato. no 653 do STF. poderá solicitar à autoridade governamental responsável que. inspeções e auditorias de natureza contábil. 72. ajuste ou outros instrumentos congêneres. IX – assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. ou por qualquer das respectivas Comissões. diante de indícios de despesas não autorizadas. § 4o O Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional.

far-se-á nova eleição em até vinte dias após a proclamação do resultado. concorrendo os dois candidatos mais votados e considerando-se eleito aquele que obtiver a maioria dos votos válidos. Art. composição e fiscalização dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. de 22-4-1993. as de juiz de Tribunal Regional Federal. terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e. de 16-7-1992. sistema de controle interno com a finalidade de: I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual. c c c Caput com a redação dada pela EC no 16. c Arts. O Poder Executivo é exercido pelo Presidente da República. e 53. da gestão orçamentária. Art. dispõe sobre a escolha de Ministro do Tribunal de Contas da União. antes de realizado o segundo turno. qualificar-se-á o mais idoso. ocorrer morte. quando em substituição a Ministro. quanto à eficácia e eficiência. sob pena de responsabilidade solidária. financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal. quando no exercício das demais atribuições da judicatura. 74. 76. de 4-6-1997. 32. II – comprovar a legalidade e avaliar os resultados.II – dois terços pelo Congresso Nacional. registrado por partido político. quanto à aposentadoria e pensão. IV – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional. impedimentos. 75. partido político. que dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União – TCU. 29. § 3o Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias. a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União. As normas estabelecidas nesta seção aplicam-se.118. remanescer. aplicando-se-lhes.443. de 7-2-2002. c Dec. na hipótese dos parágrafos anteriores. 40. no que couber. dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União. § 4o O auditor. Os Poderes Legislativo. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade.504. . de forma integrada. Arts. § 2o Será considerado eleito Presidente o candidato que. no 653 do STF. Parágrafo único. c Súm. § 4o Se. o de maior votação. prerrogativas. se houver. dentre os remanescentes. auxiliado pelos Ministros de Estado. convocar-se-á. dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios. em primeiro turno. § 1o Os responsáveis pelo controle interno. CAPÍTULO II DO PODER EXECUTIVO SEÇÃO I DO PrESIdENTE E dO VICE-PrESIdENTE dA REPÚBLICA c Lei no 10. bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado. Art. § 5o Se. II. As Constituições esta­ duais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos. simultaneamente. § 2o. e no último domingo de outubro. as normas constantes do art. Lei no 9. Legislativo no 6. do ano anterior ao do término do mandato presidencial vigente. § 3o Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação. não computados os em branco e os nulos. desistência ou impedimento legal de candidato. III – exercer o controle das operações de crédito. de 15-12-1998.683. A eleição do Presidente e do Vice-Presidente da República realizar-se-á. 1o. associação ou sindicato é parte legítima para. à organização. § 2o Qualquer cidadão. denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União. bem como dos direitos e haveres da União. Executivo e Judiciário manterão. de 28-5-2003. desta Constituição. de 30-9-1997 (Lei das Eleições). c § 3o com a redação dada pela EC no 20. no primeiro domingo de outubro. em segundo lugar. 28. regulamentada pelo Dec. vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça. XVI. obtiver a maioria absoluta de votos. da Lei no 8. em segundo turno. no 4. que serão integrados por sete Conselheiros. na forma da lei. § 1o A eleição do Presidente da República importará a do Vice-Presidente com ele registrado. Art. avais e garantias. mais de um candidato com a mesma votação. 77. bem como dos Tribunais e Conselhos de Contas dos Municípios.

mediante decreto. far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga. § 2o Em qualquer dos casos. decorridos dez dias da data fixada para a posse. XI – remeter mensagem e plano de governo ao Congresso Nacional por ocasião da abertura da sessão legislativa. Art. 55 a 57 do CPM. sujeitos a referendo do Congresso Nacional. 466 a 480 do CPPM. 48. O Presidente e o Vice-Presidente da República tomarão posse em sessão do Congresso Nacional. Substituirá o Presidente. O Vice-Presidente da República.860. XII – conceder indulto e comutar penas. desta Constituição. § 1o Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial. este será declarado vago. 79. VII – manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente. III – iniciar o processo legislativo. a integridade e a independência do Brasil. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores. sobre: c a) organização e funcionamento da administração federal. 81. Se. concede indulto especial e condicional. X – decretar e executar a intervenção federal. com o auxílio dos Ministros de Estado. na forma e nos casos previstos nesta Constituição. o Vice-Presidente. quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. Art. o Presidente ou o Vice-Presidente. Parágrafo único. c c Dec. a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga.Art. observar as leis. na forma da lei. Dec. serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados. VIII – celebrar tratados. promover o bem geral do povo brasileiro. prestando o compromisso de manter. pelo Congresso Nacional. no 2. desta Constituição. II. com audiên­ cia. e. sob pena de perda do cargo. 78. 82. o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal. além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei complementar. e suceder-lhe-á. Parágrafo único. no de vaga.002. salvo motivo de força maior. Art. O Presidente e o Vice-Presidente da República não poderão. ausentar-se do País por período superior a quinze dias. 66. sem licença do Congresso Nacional. Art. II – exercer. Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República. nomear os Comandantes da Marinha. de 11-4-1996. a direção superior da administração federal. ou vacância dos respectivos cargos. no 1. total ou parcialmente. sempre que por ele convocado para missões especiais. de 4-6-1997. b) extinção de funções ou cargos públicos. sustentar a união. Art. c c Inciso VI com a redação dada pela EC no 32. XIII – exercer o comando supremo das Forças Armadas. promover seus oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos. dos órgãos instituídos em lei. defender e cumprir a Constituição. c Artigo com a redação dada pela EC no 16. desta Constituição. 61. IV – sancionar. IX – decretar o estado de defesa e o estado de sítio. se necessário. O mandato do Presidente da República é de quatro anos e terá início em primeiro de janeiro do ano subsequente ao da sua eleição. X. c Inciso XIII com a redação dada pela EC no 23. VI – dispor. 80. bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução. SEÇÃO II DAS ATrIBUIÇÕES dO PrESIdENTE dA REPÚBLICA Art. de 11-9-2001. 84. expondo a situação do País e solicitando as providências que julgar necessárias. c Art. convenções e atos internacionais. de 2-9-1999. 83. § 1o. V – vetar projetos de lei. Compete privativamente ao Presidente da República: c c Arts. Art. quando vagos. promulgar e fazer publicar as leis. Arts. . concede indulto e comuta penas. §§ 1o a 7o. de 9-9-1996. do Exército e da Aeronáutica. Art. auxiliará o Presidente. no caso de impedimento. não tiver assumido o cargo. I – nomear e exonerar os Ministros de Estado.

as contas referentes ao exercício anterior. especialmente. contra: c c Lei no 1. Parágrafo único. 5o. XXII – permitir. desta Constituição. o preparo e o emprego das Forças Armadas.294. XXVII – exercer outras atribuições previstas nesta Constituição. nos casos previstos nesta Constituição. nos termos do artigo 62. XVI – nomear os magistrados. ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União. total ou parcialmente. XX – celebrar a paz. o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição. aos Ministros de Estado. desta Constituição. VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais. XLVII. o presidente e os diretores do Banco Central e outros servidores. quando determinado em lei. e. autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele. a. que estabelecerá as normas de processo e julgamento. I. no caso de agressão estrangeira. os Ministros do Tribunal de Contas da União. autorizado ou com o referendo do Congresso Nacional. 131 e 132 desta Constituição. 37. c c Lei no 1. do Poder Judiciário. dispõe sobre a Política de Mobilização Nacional. Parágrafo único.079. § 4o. na forma da lei. determina os casos em que forças estrangeiras possam transitar pelo território nacional ou nele permanecer temporariamente. de 10-4-1950 (Lei dos Crimes de Responsabilidade). nos termos do artigo 89.429. Súm. individuais e sociais. XIX – declarar guerra. c Arts. no 722 do STF. XVII – nomear membros do Conselho da República. V – a probidade na administração. que forças estrangeiras transitem pelo Território Nacional ou nele permaneçam temporariamente. do Ministério Público e dos Poderes Constitucionais das Unidades da Federação. os Ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores. XXIV – prestar anualmente.079. VII. dispõe sobre as normas gerais para a organização. de 9-6-1999. . que observarão os limites traçados nas respectivas delegações. o Procurador-Geral da República. XXI – conferir condecorações e distinções honoríficas. XXVI – editar medidas provisórias com força de lei. os Governadores de Territórios. XII e XXV. Lei no 8. SEÇÃO III DA RESPONSABILIdAdE dO PrESIdENTE dA REPÚBLICA Art. Dec. 85. a mobilização nacional. nos casos previstos em lei complementar. quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas. de 1o-10-1997. primeira parte. II – o livre exercício do Poder Legislativo. III – o exercício dos direitos políticos. São crimes de responsabilidade os atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e. de 10-4-1950 (Lei dos Crimes de Responsabilidade). regulamenta este inciso e determina os casos em que forças estrangeiras possam transitar pelo território nacional ou nele permanecer temporariamente. de 2-6-1992 (Lei da Improbidade Administrativa). IV – a segurança interna do País. XXV – prover e extinguir os cargos públicos federais. dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. c LC no 90. 49. c VI – a lei orçamentária. XVIII – convocar e presidir o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional.c c Art. LC no 97. XV – nomear. Art. decretar. observado o disposto no artigo 73. XIV – nomear. O Presidente da República poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI. após aprovação pelo Senado Federal. XXIII – enviar ao Congresso Nacional o plano plurianual. desta Constituição. de 6-9-2010. Estes crimes serão definidos em lei especial. e o Advogado-Geral da União. nas mesmas condições. ao Congresso Nacional. c LC no 90. c c Art. de 1o-10-1997. I – a existência da União. no 7.

o Art.118. decorrido o prazo de cento e oitenta dias. o Presidente da República não estará sujeito à prisão. 51. . e dele participam: c Lei no 8. com mais de trinta e cinco anos de idade. III – o Presidente do Senado Federal. 90. § 4o O Presidente da República. sendo dois nomeados pelo Presidente da República. de 11-9-2001. na vigência de seu mandato. A lei disporá sobre a criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. nos crimes de responsabilidade.683. além de outras atribuições estabelecidas nesta Constituição e na lei: I – exercer a orientação. § 1o O Presidente da República poderá convocar Ministro de Estado para participar da reunião do Conselho. após a instauração do processo pelo Senado Federal. dois eleitos pelo Senado Federal e dois eleitos pela Câmara dos Deputados. IV – praticar os atos pertinentes às atribuições que lhe forem outorgadas ou delegadas pelo Presidente da República. Compete ao Conselho da República pronunciar-se sobre: I – intervenção federal. dispõem sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios. § 3o Enquanto não sobrevier sentença condenatória. de 28-5-2003. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho da República. desta Constituição. por dois terços da Câmara dos Deputados. nas infrações comuns. Art. II – nos crimes de responsabilidade.118. vedada a recondução. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo. III – apresentar ao Presidente da República relatório anual de sua gestão no Ministério. no 4. V. VII – seis cidadãos brasileiros natos. c Artigo com a redação dada pela EC no 32. será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. de 5-6-1990. IV – os líderes da maioria e da minoria na Câmara dos Deputados. 14 do Dec. se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal. cessará o afastamento do Presidente. Parágrafo único. Art. Art. V – os líderes da maioria e da minoria no Senado Federal. de 7-2-2002. decretos e regulamentos. 87. XIV. coordenação e supervisão dos órgãos e entidades da administração federal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Presidente da República. que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios. todos com mandato de três anos. 88. e Dec. SEÇÃO IV DOS MINISTrOS dE ESTAdO c Lei no 10. c Arts. o julgamento não estiver concluído.Art. 52. § 1o O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns. de 7-2-2002. I – o Vice-Presidente da República. 89. Art. no 4. VI – o Ministro da Justiça. ou perante o Senado Federal. 86. de 5-6-1990. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho da República. § 2o Se. II – as questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas. II – expedir instruções para a execução das leis. Admitida a acusação contra o Presidente da República. SEÇÃO V DO CONSELHO dA REPÚBLICA E dO CONSELHO dE DEfESA NACIONAL SUBsEÇÃO I DO CONSELHO dA REPÚBLICA c c Lei n 8. não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções.041. II – o Presidente da Câmara dos Deputados.041. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos. estado de defesa e estado de sítio. quando constar da pauta questão relacionada com o respectivo Ministério. Compete ao Ministro de Estado. nas infrações penais comuns. e 84. XVII. O Conselho da República é órgão superior de consulta do Presidente da República.

041. c c c Inciso I-A acrescido pela EC no 45. no 893. propor e acompanhar o desenvolvimento de iniciativas necessárias a garantir a independência nacional e a defesa do Estado democrático. Dec. O Conselho de Defesa Nacional é órgão de consulta do Presidente da República nos assuntos relacionados com a soberania nacional e a defesa do Estado democrático. III – os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais. Art. que dispõe sobre o Conselho de Defesa Nacional. III – propor os critérios e condições de utilização de áreas indispensáveis à segurança do território nacional e opinar sobre seu efetivo uso. II – opinar sobre a decretação do estado de defesa. 92. de 11-4-1991. e dele participam como membros natos: c c Lei no 8. o Conselho Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal. c c Lei no 8. III – o Presidente do Senado Federal. Art. de 12-8-1993. IV – o Ministro da Justiça. do estado de sítio e da intervenção federal. IV – os Tribunais e Juízes do Trabalho. VI – o Ministro das Relações Exteriores. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho da República. 91. de 2-9-1999. no 4. VII – os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. 103-B desta Constituição. CAPÍTULO III Do Poder JudiciÁrio SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GErAIS Art. Dec. de 11-4-1991. de 12-8-1993. c Inciso VIII acrescido pela EC no 23. II – o Superior Tribunal de Justiça. c Art. aprova o Regulamento do Conselho de Defesa Nacional. São órgãos do Poder Judiciário: I – o Supremo Tribunal Federal. dispõe sobre a organização e funcionamento do Conselho de Defesa Nacional. IV – estudar. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional. I – o Vice-Presidente da República. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional. 15 do Dec.183. de 2-9-1999.183. de 8-12-2004. II – o Presidente da Câmara dos Deputados. SUBsEÇÃO II DO CONSELHO dE DEfESA NACIONAL c c c Lei n 8. do Exército e da Aeronáutica. de 5-6-1990. I-A – O Conselho Nacional de Justiça. no 893.118. de 12-8-1993. de 7-2-2002. no 893. 103-B desta Constituição. o Art. V – o Ministro de Estado da Defesa. especialmente na faixa de fronteira e nas relacionadas com a preservação e a exploração dos recursos naturais de qualquer tipo. nos termos desta Constituição. VII – o Ministro do Planejamento. Dec. § 1o Compete ao Conselho de Defesa Nacional: I – opinar nas hipóteses de declaração de guerra e de celebração da paz. VIII – os Comandantes da Marinha. c Inciso V com a redação dada pela EC no 23. . aprova o regulamento do Conselho de Defesa Nacional. c Lei no 8. aprova o regulamento do Conselho de Defesa Nacional. de 11-4-1991. § 2o A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional. Art. de 8-12-2004 (Reforma do Judiciário). 5o da EC no 45. § 1 o O Supremo Tribunal Federal.§ 2o A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho da República. V – os Tribunais e Juízes Eleitorais.183. VI – os Tribunais e Juízes Militares.

de 14-3-1979 (Lei Orgânica da Magistratura Nacional). I – ingresso na carreira. c Alíneas c e d com a redação dada pela EC no 45. exigindo-se do bacharel em direito. de 4-11-1970. c §§ 1o e 2o acrescidos pela EC no 45. de 8-12-2004 (Reforma do Judiciário).655. Inciso VI com a redação dada pela EC no 20. conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária nacional. de 4-6-1998. de 8-12-2004. c Inciso I com a redação dada pela EC no 45. altera o percentual de diferença entre a remuneração dos cargos de Ministros do Superior Tribunal de Justiça e dos Juízes da Justiça Federal de Primeiro e Segundo Graus. três anos de atividade jurídica e obedecendo-se.§ 2o O Supremo Tribunal Federal e os Tribunais Superiores têm jurisdição em todo o território nacional. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases. Lei no 5. em nível federal e estadual. nas nomeações. de 2-6-1998. Art. de 8-12-2004. II – promoção de entrância para entrância. retiver autos em seu poder além do prazo legal. c Alínea e acrescida pela EC no 45. . XI. alternadamente. o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros. VIII-A – a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância atenderá. IV – previsão de cursos oficiais de preparação. 93.621. c c Inciso V com a redação dada pela EC no 19. de 8-12-2004. Lei no 9. à ordem de classificação. c Inciso VIII-A acrescido pela EC no 45. de 8-12-2004. 5o da EC no 45. b. e 103-B desta Constituição. Art. não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão. não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento. 95. conforme procedimento próprio. injustificadamente. c e e do inciso II. mediante concurso público de provas e títulos. c Incisos III e IV com a redação dada pela EC no 45. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. c c c Incisos VII e VIII com a redação dada pela EC no 45. em qualquer caso. de 8-12-2004. apurados na última ou única entrância. b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antiguidade desta. fundar-se-á em decisão por voto de maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça. III – o acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antiguidade e merecimento. II. § 4o. ao disposto nas alí­ neas a. e) não será promovido o juiz que. VI – a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no artigo 40. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação. de 8-12-2004. VIII – o ato de remoção. c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela frequência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento. observados os seguintes princípios: c c LC no 35. d) na apuração de antiguidade. Lei complementar. e assegurada ampla defesa. nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores. salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago. cujo cargo inicial será o de juiz substituto. Arts. por interesse público. de 15-12-1998. constituindo etapa obrigatória do processo de vitaliciamento a participação em curso oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. de 8-12-2004. salvo autorização do tribunal. c VII – o juiz titular residirá na respectiva comarca. obedecido. aperfeiçoamento e promoção de magistrados. e 39. V – o subsídio dos Ministros dos Tribunais Superiores corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal fixado para os Ministros do Supremo Tribunal Federal e os subsídios dos demais magistrados serão fixados em lei e escalonados. no mínimo. por antiguidade e merecimento. alternadamente. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. o disposto nos artigos 37. disponibilidade e aposentadoria do magistrado. assegurada ampla defesa. atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento. dispõe sobre organização e divisão judiciária. no que couber.

XIII – o número de juízes na unidade jurisdicional será proporcional à efetiva demanda judicial e à respectiva população. III – irredutibilidade de subsídio. II. provendo-se metade das vagas por antiguidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno. Art. entidades públicas ou privadas. XI – nos tribunais com número superior a vinte e cinco julgadores. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais. I. X e XI. custas ou participação em processo. II. e. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. salvo uma de magistério. II – inamovibilidade. enviando-a ao Poder Executivo. dos Tribunais dos Estados. nesse período. Parágrafo único. desta Constituição. e 115. a qualquer título ou pretexto. de deliberação do Tribunal a que o juiz estiver vinculado. a qualquer título ou pretexto. II – receber. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. V – exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. e fundamentadas todas as decisões. nos dias em que não houver expediente forense normal. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva. XII – a atividade jurisdicional será ininterrupta. juízes em plantão permanente. sob pena de nulidade. Recebidas as indicações. Art. X – as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública. com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes. 39. II. para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno. funcionando. dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos. c Incisos XII a XV acrescidos pela EC no 45. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. de 8-12-2004. sendo vedado férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau. de sentença judicial transitada em julgado. 104. 150. c Inciso III com a redação dada pela EC no 19. do Ministério Público. ressalvadas as exceções previstas em lei. Art. de 8-12-2004. XV – a distribuição de processos será imediata. XIV – os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório. Art.IX – todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos. de 8-12-2004. às próprias partes e a seus advogados. Compete privativamente: c I – aos Tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos. escolherá um de seus integrantes para nomeação. nos demais casos. antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. Os juízes gozam das seguintes garantias: I – vitaliciedade. ou somente a estes. 153. . de 8-12-2004. b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados. IV – receber. c c Incisos IV e V acrescidos pela EC no 45. VIII. no 123 do STJ. que. c Súm. Aos juízes é vedado: I – exercer. o Tribunal formará lista tríplice. sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros. e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros. poderá ser constituído órgão especial. que. podendo a lei limitar a presença. no primeiro grau. salvo por motivo de interesse público. em todos os graus de jurisdição. 94. e 153. III – dedicar-se à atividade político-partidária. Parágrafo único. em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação. de 4-6-1998. 4o da EC no 45. 96. c Incisos IX a XI com a redação dada pela EC no 45. em determinados atos. 128. com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. desta Constituição. com mais de dez anos de carreira. 95. outro cargo ou função. § 4o. Art. dependendo a perda do cargo. III. na forma do artigo 93. § 6o. só será adquirida após dois anos de exercício. nos vinte dias subsequentes. § 2o. ainda que em disponibilidade. ressalvado o disposto nos artigos 37. c Arts.

Lei no 10. na forma da lei. 97. Súm. no Distrito Federal e nos Territórios. com a aprovação dos respectivos Tribunais. permitidos.053. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. § 2o O encaminhamento da proposta. aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores. c Art.099. de 19-12-2003. no 376 do STJ. Lei no 10. Lei no 10. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os Tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. nas hipóteses previstas em lei.c) prover. celebrar casamentos. compete: c I – no âmbito da União. providos por juízes togados.259. observado o disposto no artigo 169: a) a alteração do número de membros dos Tribunais inferiores. § 2o. além de outras previstas na legislação. A União. desta Constituição. c § 2o acrescido pela EC no 45. mediante os procedimentos oral e sumaríssimo. de 8-12-2004. Art. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias. c De acordo com a alteração processada pela EC no 19. III – aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios. a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau. Art. remunerada. composta de cidadãos eleitos pelo voto direto. Súm. c c c c c Lei no 9. sem caráter jurisdicional. d) propor a criação de novas varas judiciárias. f ) conceder licença. de 12-7-2001 (Lei dos Juizados Especiais Federais). c Art. Antigo parágrafo único renumerado para § 1o pela EC no 45. na forma prevista nesta Constituição. 134. desta Constituição. c c c § 2o As custas e emolumentos serão destinados exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. Súm. onde houver. ou de provas e títulos. no 428 do STJ. no 27 do STF. férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados. os cargos necessários à administração da Justiça. e) prover. 99. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes. c Súm. competentes para a conciliação. § 1o Os Tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. 30 do ADCT. aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo. 98. e os Estados criarão: I – juizados especiais. o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias. bem como os membros do Ministério Público. parágrafo único. Vinc. II – ao Supremo Tribunal Federal. obedecido o disposto no artigo 169. § 1o. o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo. c c Alínea b com a redação dada pela EC no 41. § 1o Lei federal disporá sobre a criação de juizados especiais no âmbito da Justiça Federal. os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição. Art. c) a criação ou extinção dos Tribunais inferiores. no 10 do STF. de ofício ou em face de impugnação apresentada. reestrutura as carreiras dos servidores do Poder Judiciário da União. de 26-9-1995 (Lei dos Juizados Especiais). 169. Art. universal e secreto. a referência passa a ser ao art. de 22-12-2009 (Lei dos Juizados Especiais da Fazenda Pública). verificar. de 12-7-2001 (Lei dos Juizados Especiais Federais). II – justiça de paz. ou togados e leigos. .475 de 27-6-2002. exceto os de confiança assim definidos em lei.259. por concurso público de provas. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados. de 8-12-2004. inclusive dos tribunais inferiores. com mandato de quatro anos e competência para. nos crimes comuns e de responsabilidade. Lei no 12. de 4-6-1998. ouvidos os outros Tribunais interessados. Vinc. 134. § 2o.

de verba necessária ao pagamento de seus débitos. 97. com a aprovação dos respectivos Tribunais. § 12o. c c c c c c c c Caput com a redação dada pela EC no 62. e serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. no 655 do STF. 4o da EC no 62. Estaduais. sendo o mínimo igual ao valor do maior benefício do regime geral de previdência social. no 17 do STF. Arts.259. no orçamento das entidades de direito público. de 19-12-2000. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. § 1o Os débitos de natureza alimentícia compreendem aqueles decorrentes de salários. § 17.II – no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios. do ADCT. Súmulas nos 144 e 339 do STJ. Res. poderão ser fixados. de 9-12-2009. 17. Os pagamentos devidos pelas Fazendas Públicas Federal. fundadas em responsabilidade civil. c Súm. Orientações Jurisprudenciais do Tribunal Pleno do TST nos 12 e 13. em virtude de sentença judiciária. admitido o fracionamento para essa finalidade. valores distintos às entidades de direito público. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. c Art. § 2o Os débitos de natureza alimentícia cujos titulares tenham 60 (sessenta) anos de idade ou mais na data de expedição do precatório. oriundos de sentenças transitadas em julgado. 13 da Lei no 12. de 9-12-2009. c c c c Art. dispõe sobre a Gestão de Precatórios no âmbito do Poder Judiciário. benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. segundo as diferentes capacidades econômicas. de 8-12-2004. que regula os pagamentos devidos pela Fazenda Pública em virtude de sentença judiciária. Vinc. vencimentos. § 1o. Art. sendo que o restante será pago na ordem cronológica de apresentação do precatório. Art. . regulamenta este parágrafo. do CNJ no 92. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. exceto se previamente autorizadas. 97. Art. até o valor equivalente ao triplo do fixado em lei para os fins do disposto no § 3o deste artigo. do ADCT. em virtude de sentença judicial transitada em julgado. exceto sobre aqueles referidos no § 2o deste artigo.469. constantes de precatórios judiciários apresentados até 1o de julho. Distrital e Municipais. os valores aprovados na lei orçamentária vigente. de 12-7-2001 (Lei dos Juizados Especiais Federais). 78. 87 e 97 do ADCT. § 5o É obrigatória a inclusão. Art. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. § 3o Se os órgãos referidos no § 2o não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias. 86. de 13-10-2009. Lei no 10. fazendo-se o pagamento até o final do exercício seguinte. o Poder Executivo considerará. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1o deste artigo.099. § 4o Para os fins do disposto no § 3o. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. da Lei no 10. aos Presidentes dos Tribunais de Justiça. proventos. Súm. § 3o O disposto no caput deste artigo relativamente à expedição de precatórios não se aplica aos pagamentos de obrigações definidas em leis como de pequeno valor que as Fazendas referidas devam fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado. c Art. quando terão seus valores atualizados monetariamente. Art. serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. c §§ 3o a 5o acrescidos pela EC no 45. de 22-12-2009 (Lei dos Juizados Especiais da Fazenda Pública). pensões e suas complementações. 100. 6 o da Lei n o 9. por leis próprias. definidos na forma da lei. de 10-7-1997. § 5 o Durante a execução orçamentária do exercício. § 4o Se as propostas orçamentárias de que trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do § 1 o. 33. 87 do ADCT.153. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. ou sejam portadores de doença grave.

Distrito Federal e Municípios. ao tribunal de origem e à entidade devedora.038. § 8o É vedada a expedição de precatórios complementares ou suplementares de valor pago. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra o credor original pela Fazenda Pública devedora. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República. valor correspondente aos débitos líquidos e certos. estabelece regra de transição para os procedimentos de compensação previstos neste inciso. Distrito Federal e Municípios. c Lei no 1. oriundos de precatórios. perante o STJ e o STF. institui normas procedimentais para os processos que especifica. § 9o No momento da expedição dos precatórios. a União poderá assumir débitos. § 12. c Orient. Norm. informação sobre os débitos que preencham as condições estabelecidas no § 9o. 97. § 16. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco anos e menos de sessenta e cinco anos de idade. do CJF no 4. após sua expedição. incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança. sob pena de perda do direito de abatimento. cabendo ao Presidente do Tribunal que proferir a decisão exequenda determinar o pagamento integral e autorizar. no 733 do STF. § 7o O Presidente do Tribunal competente que. c Art. Norm. O credor poderá ceder. de 10-4-1950 (Lei dos Crimes de Responsabilidade). SEÇÃO II DO SUPrEmO TrIBUNAL FEdErAL Art. c Lei no 8. de Estados. para fins de compensação da mora. a título de compensação. A partir da promulgação desta Emenda Constitucional. independentemente da concordância do devedor. ficando excluída a incidência de juros compensatórios. 286 a 298 do CC. Arts. § 11. ressalvados aqueles cuja execução esteja suspensa em virtude de contestação administrativa ou judicial. Sem prejuízo do disposto neste artigo. até o efetivo pagamento. É facultada ao credor. será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança. também. retardar ou tentar frustrar a liquidação regular de precatórios incorrerá em crime de responsabilidade e responderá. refinanciando-os diretamente. de 9-12-2009. Súm.079. de 9-12-2009. A cessão de precatórios somente produzirá efeitos após comunicação. repartição ou quebra do valor da execução para fins de enquadramento de parcela do total ao que dispõe o § 3o deste artigo.§ 6o As dotações orçamentárias e os créditos abertos serão consignados diretamente ao Poder Judiciário. c Art. bem como o fracionamento. por meio de petição protocolizada. caput. não se aplicando ao cessionário o disposto nos §§ 2o e 3o. 101. independentemente de regulamentação. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros. independentemente da concordância da entidade devedora. seus créditos em precatórios a terceiros. deles deverá ser abatido. de notável saber jurídico e reputação ilibada. que convalida todas as cessões de precatórios efetuadas antes da sua promulgação. c c §§ 1o a 6o com a redação dada pela EC no 62. § 14. incluídas parcelas vincendas de parcelamentos. c §§ 7o a 16 acrescidos pela EC no 62. de 8-6-2010. lei complementar a esta Constituição Federal poderá estabelecer regime especial para pagamento de crédito de precatórios de Estados. . Antes da expedição dos precatórios. a requerimento do credor e exclusivamente para os casos de preterimento de seu direito de precedência ou de não alocação orçamentária do valor necessário à satisfação do seu débito. para os fins nele previstos. conforme estabelecido em lei da entidade federativa devedora. § 15. Parágrafo único. o Tribunal solicitará à Fazenda Pública devedora. a atualização de valores de requisitórios. total ou parcialmente. a entrega de créditos em precatórios para compra de imóveis públicos do respectivo ente federado. o sequestro da quantia respectiva. para resposta em até 30 (trinta) dias. c Orient. de 8-6-2010. estabelece regra de transição para os procedimentos de compensação previstos neste inciso. A seu critério exclusivo e na forma de lei. do CJF no 4. 87 do ADCT. de 28-5-1990. § 10. c c Art. 5o da EC no 62. independentemente de sua natureza. § 13. perante o Conselho Nacional de Justiça. do ADCT. de 9-12-2009. e. dispondo sobre vinculações à receita corrente líquida e forma e prazo de liquidação. por ato comissivo ou omissivo.

Art. 102. Compete ao Supremo Tribunal Federal, precipuamente, a guarda da Constituição, cabendo-lhe: I – processar e julgar, originariamente:
c

Res. do STF no 427, de 20-4-2010, regulamenta o processo eletrônico no âmbito do Supremo Tribunal Federal.

a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal;
c c c c

Alínea a com a redação dada pela EC no 3, de 17-3-1993. Lei no 9.868, de 10-11-1999 (Lei da ADIN e da ADECON). Dec. n o 2.346, de 10-10-1997, consolida as normas de procedimentos a serem observadas pela administração pública federal em razão de decisões judiciais. Súmulas nos 642 e 735 do STF.

b) nas infrações penais comuns, o Presidente da República, o Vice-Presidente, os membros do Congresso Nacional, seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República; c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade, os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica, ressalvado o disposto no artigo 52, I, os membros dos Tribunais Superiores, os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente;
c c

Alínea c com a redação dada pela EC no 23, de 2-9-1999. Lei no 1.079, de 10-4-1950 (Lei dos Crimes de Responsabilidade).

d) o habeas corpus, sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores; o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República, das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal, do Tribunal de Contas da União, do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal;
c c c

Lei no 9.507, de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). Lei no 12.016, de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo). Súm. no 624 do STF.

e) o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União, o Estado, o Distrito Federal ou o Território; f ) as causas e os conflitos entre a União e os Estados, a União e o Distrito Federal, ou entre uns e outros, inclusive as respectivas entidades da administração indireta; g) a extradição solicitada por Estado estrangeiro; h) Revogada. EC no 45, de 8-12-2004; i) o habeas corpus , quando o coator for Tribunal Superior ou quando o coa­ tor ou o paciente for autoridade ou funcionário cujos atos estejam sujeitos diretamente à jurisdição do Supremo Tribunal Federal, ou se trate de crime sujeito à mesma jurisdição em uma única instância;
c c

Alínea i com a redação dada pela EC no 22, de 18-3-1999. Súmulas nos 690 a 692 e 731 do STF. Arts. 485 a 495 do CPC. Arts. 621 a 631 do CPP. Arts. 13 a 18 da Lei no 8.038, de 28-5-1990, que institui normas procedimentais para os processos que especifica, perante o STJ e o STF.

j) a revisão criminal e a ação rescisória de seus julgados;
c c

l) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões;
c

m) a execução de sentença nas causas de sua competência originária, facultada a delegação de atribuições para a prática de atos processuais; n) a ação em que todos os membros da magistratura sejam direta ou indiretamente interessados, e aquela em que mais da metade dos membros do Tribunal de origem estejam impedidos ou sejam direta ou indiretamente interessados;
c

Súmulas nos 623 e 731 do STF.

o) os conflitos de competência entre o Superior Tribunal de Justiça e quaisquer Tribunais, entre Tribunais Superiores, ou entre estes e qualquer outro Tribunal;
c

Arts. 105, I, d, 108, I, e, e 114, V, desta Constituição.

p) o pedido de medida cautelar das ações diretas de inconstitucionalidade; q) o mandado de injunção, quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República, do Congresso Nacional, da Câmara dos Deputados, do Senado Federal, das Mesas de uma dessas Casas

Legislativas, do Tribunal de Contas da União, de um dos Tribunais Superiores, ou do próprio Supremo Tribunal Federal; r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público;
c c

Alínea r acrescida pela EC no 45, de 8-12-2004. Arts. 103-A e 130-B desta Constituição.

II – julgar, em recurso ordinário: a) o habeas corpus, o mandado de segurança, o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores, se denegatória a decisão;
c c

Lei no 9.507, de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). Lei no 12.016, de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo).

b) o crime político; III – julgar, mediante recurso extraordinário, as causas decididas em única ou última instância, quando a decisão recorrida:
c c

Lei no 8.658, de 26-5-1993, dispõe sobre a aplicação, nos Tribunais de Justiça e nos Tribunais Regionais Federais, das normas da Lei no 8.038, de 28-5-1990. Súm. no 640 do STF. Súmulas nos 400 e 735 do STF.

a) contrariar dispositivo desta Constituição;
c

b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal; c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição; d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal.
c

Alínea d acrescida pela EC no 45, de 8-12-2004.

§ 1o A arguição de descumprimento de preceito fundamental decorrente desta Constituição será apreciada pelo Supremo Tribunal Federal, na forma da lei.
c c

Parágrafo único transformado em § 1o pela EC no 3, de 17-3-1993. Lei no 9.882, de 3-12-1999 (Lei da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental).

§ 2o As decisões definitivas de mérito, proferidas pelo Supremo Tribunal Federal, nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade, produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante, relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal.
c c

§ 2o com a redação dada pela EC no 45, de 8-12-2004. Lei no 9.868, de 10-11-1999 (Lei da ADIN e da ADECON).

§ 3o No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso, nos termos da lei, a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso, somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros.
c c c

§ 3o acrescido pela EC no 45, de 8-12-2004. Lei no 11.418, de 19-12-2006, regulamenta este parágrafo. Arts. 543-A e 543-B do CPC. Caput com a redação dada pela EC no 45, de 8-12-2004. Arts. 2o, 12-A e 13 da Lei no 9.868, de 10-11-1999 (Lei da ADIN e da ADECON).

Art. 103. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade:
c c

I – o Presidente da República; II – a Mesa do Senado Federal; III – a Mesa da Câmara dos Deputados; IV – a Mesa de Assembleia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal; V – o Governador de Estado ou do Distrito Federal;
c

Incisos IV e V com a redação dada pela EC no 45, de 8-12-2004.

VI – o Procurador-Geral da República; VII – o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; VIII – partido político com representação no Congresso Nacional; IX – confederação sindical ou entidade de classe de âmbito nacional.

§ 1o O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal. § 2o Declarada a inconstitucionalidade por omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional, será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e, em se tratando de órgão administrativo, para fazê-lo em trinta dias.
c

Art. 12-H da Lei no 9.868, de 10-11-1999 (Lei da ADIN e da ADECON).

§ 3o Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade, em tese, de norma legal ou ato normativo, citará, previamente, o Advogado-Geral da União, que defenderá o ato ou texto impugnado. § 4o Revogado. EC no 45, de 8-12-2004. Art. 103-A. O Supremo Tribunal Federal poderá, de ofício ou por provocação, mediante decisão de dois terços dos seus membros, após reiteradas decisões sobre matéria constitucional, aprovar súmula que, a partir de sua publicação na imprensa oficial, terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta, nas esferas federal, estadual e municipal, bem como proceder à sua revisão ou cancelamento, na forma estabelecida em lei.
c c

Art. 8o da EC no 45, de 8-12-2004 (Reforma do Judiciário). Lei no 11.417, de 19-12-2006 (Lei da Súmula Vinculante), regulamenta este artigo.

§ 1o A súmula terá por objetivo a validade, a interpretação e a eficácia de normas determinadas, acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. § 2o Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei, a aprovação, revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade. § 3o Do ato administrativo ou decisão judicial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar, caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que, julgando-a procedente, anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada, e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula, conforme o caso.
c

Art. 103-A acrescido pela EC no 45, de 8-12-2004.

Art. 103-B. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos, admitida 1 (uma) recondução, sendo:
c c

Caput com a redação dada pela EC no 61, de 11-11-2009. Lei no 11.364, de 26-10-2006, dispõe sobre as atividades de apoio ao Conselho Nacional de Justiça. Inciso I com a redação dada pela EC no 61, de 11-11-2009.

I – o Presidente do Supremo Tribunal Federal;
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II – um Ministro do Superior Tribunal de Justiça, indicado pelo respectivo tribunal; III – um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho, indicado pelo respectivo tribunal; IV – um desembargador de Tribunal de Justiça, indicado pelo Supremo Tribunal Federal; V – um juiz estadual, indicado pelo Supremo Tribunal Federal; VI – um juiz de Tribunal Regional Federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça; VII – um juiz federal, indicado pelo Superior Tribunal de Justiça; VIII – um juiz de Tribunal Regional do Trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho; IX – um juiz do trabalho, indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho; X – um membro do Ministério Público da União, indicado pelo Procurador-Geral da República; XI – um membro do Ministério Público estadual, escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual; XII – dois advogados, indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil; XIII – dois cidadãos, de notável saber jurídico e reputação ilibada, indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal.
c

Incisos II a XIII acrescidos pela EC no 45, de 8-12-2004.

§ 1o O Conselho será presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal e, nas suas ausências e impedimentos, pelo Vice-Presidente do Supremo Tribunal Federal. § 2o Os demais membros do Conselho serão nomeados pelo Presidente da República, depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal.
c

§§ 1o e 2o com a redação dada pela EC no 61, de 11-11-2009.

em partes iguais. III – receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. por ocasião da abertura da sessão legislativa. de 28-5-1990. de 8-12-2004. perante o STJ e o STF. inclusive contra seus serviços auxiliares. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. V – rever. de qualquer interessado. SEÇÃO III DO SUPErIOr TrIBUNAL dE JUSTIÇA c Lei n 8. de 8-12-2004. perante o STJ e o STF. e requisitar servidores de juízos ou tribunais. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais. § 5o O Ministro do Superior Tribunal de Justiça exercerá a função de Ministro Corregedor e ficará excluído da distribuição de processos no Tribunal. I – um terço dentre juízes dos Tribunais Regionais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça. ou recomendar providências. de 28-5-1990. sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho.038. o Art. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: I – zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura. dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. IV – representar ao Ministério Público.§ 3o Não efetuadas. podendo expedir atos regulamentares. nos diferentes órgãos do Poder Judiciário. serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados. ou contra seus serviços auxiliares. trinta e três Ministros. propondo as providências que julgar necessárias. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. inclusive no Distrito Federal e nos Territórios. alternadamente. de notável saber jurídico e reputação ilibada. dentre advogados e membros do Ministério Público Federal. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de. 37 e apreciar. assegurada ampla defesa. delegando-lhes atribuições. indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal. Estadual. II – um terço. no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade. de inspeção e de correição geral. institui normas procedimentais para os processos que especifica. indicados na forma do artigo 94. os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano. sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República. no mínimo. 104. VII – elaborar relatório anual. o qual deve integrar mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional. de ofício ou mediante provocação. do CNJ no 103. III – requisitar e designar magistrados. de ofício ou mediante provocação. II – zelar pela observância do art. § 6o Junto ao Conselho oficiarão o Procurador-Geral da República e o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. por unidade da Federação. VI – elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas. de 24-2-2010. podendo desconstituí-los. Lei no 8. no âmbito de sua competência. podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção. as seguintes: I – receber as reclamações e denúncias. § 4o Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes.038. dispõe sobre as atribuições da Ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça e determina a criação de ouvidorias no âmbito dos Tribunais. competindo-lhe. institui normas procedimentais para os processos que especifica. criará ouvidorias de justiça. representando diretamente ao Conselho Nacional de Justiça. as indicações previstas neste artigo. c c §§ 3o a 7o acrescidos pela EC no 45. sendo: c c Parágrafo único com a redação dada pela EC no 45. relativas aos magistrados e aos serviços judiciários. do Distrito Federal e Territórios. cabendo-lhe. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. § 7o A União. Res. inclusive nos Estados. Parágrafo único. Distrito Federal e Territórios. caberá a escolha ao Supremo Tribunal Federal. no prazo legal. . II – exercer funções executivas do Conselho. além das atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura.

de 26-5-1993.038. c c c c Alínea b com a redação dada pela EC no 23. 7. 109. do Distrito Federal e Territórios. os desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. 86. em única ou última instância. ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro ou do Distrito Federal. entidade ou autoridade federal. de 28-5-1990. quando denegatória a decisão. 13 a 18 da Lei no 8.Art. Arts. 207. 621 a 631 do CPP. do Distrito Federal e Territórios. excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar.038. I. no 41 do STJ. da administração direta ou indireta. dispõe sobre a aplicação. de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). das normas da Lei no 8. quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea a. nos Tribunais de Justiça e nos Tribunais Regionais Federais. b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado. dos Comandantes da Marinha. c Alínea c com a redação dada pela EC no 23. quando a decisão recorrida: c c Lei no 8. Arts. de 2-9-1999.658. Arts. ou negar-lhes vigência. Art. bem como entre Tribunal e juízes a ele não vinculados e entre juízes vinculados a Tribunais diversos. 483 e 484 do CPC. i) a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. Súm. Arts. . os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. desta Constituição. pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais dos Estados. 95. a) contrariar tratado ou lei federal. que institui normas procedimentais para os processos que especifica. o. Lei no 12. c) as causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. nestes e nos de responsabilidade. do Exército ou da Aeronáutica. e.016. Lei no 9. III – julgar. quando a decisão for denegatória. 109 desta Constituição. e. c c Art. Súmulas nos 5. os dos Tribunais Regionais Federais.016. Alínea i acrescida pela EC no 45. ressalvado o disposto no artigo 102. perante o STJ e o STF. X. de um lado. da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal. de 8-12-2004. do Distrito Federal e Territórios. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão. de 2-9-1999. de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo). ou entre as deste e da União. originariamente: a) nos crimes comuns. c g) os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União. Compete ao Superior Tribunal de Justiça: I – processar e julgar. c Lei no 12. 483 e 484 do CPC. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. c Súmulas nos 22 e 348 do STJ. 320 e 418 do STJ. h) o mandado de injunção.507. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. Arts. de 28-5-1990. do outro. da Justiça Eleitoral. Ministro de Estado ou Comandante da Marinha. c c f ) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. em recurso especial. e) as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados. 485 a 495 do CPC. de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo). c c c II – julgar. as causas decididas. do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal. ou quando o coator for tribunal sujeito à sua jurisdição. c) os habeas corpus. em recurso ordinário: a) os habeas corpus decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais dos Estados. d) os conflitos de competência entre quaisquer tribunais. 105. Município ou pessoa residente ou domiciliada no País. 203. b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos Tribunais dos Estados.

1 o da Lei n o 9. por antiguidade e merecimento. de 10-5-2000. São órgãos da Justiça Federal: c Lei n o 7. 106. quando possível. c c Arts. cabendo-lhe. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. c c . que dispõe sobre as reestruturações dos Tribunais Regionais Federais das cinco regiões. II – os Juízes Federais. e os membros do Ministério Público da União. constituindo Câmaras regionais. 621 a 631 do CPP. cria os respectivos quadros de pessoal. 485 a 495 do CPC. b) as revisões criminais e as ações rescisórias de julgados seus ou dos juízes federais da região. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. como órgão central do sistema e com poderes correicionais. c c c Parágrafo único transformado em § 1o pela EC no 45. c Incisos I e II acrescidos pela EC no 45. dispõe sobre as reestruturações dos Tribunais Regionais Federais das cinco Regiões. II – os demais. Art.967. Arts.507. c Alínea b com a redação dada pela EC no 45. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta anos e menos de sessenta e cinco anos. Lei no 12. c §§ 2o e 3o acrescidos pela EC no 45. do ADCT.016. de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo). Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de. Parágrafo único com a redação dada pela EC no 45. nos crimes comuns e de responsabilidade. SEÇÃO IV DOS TrIBUNAIS REgIONAIS FEdErAIS E dOS JUÍZES FEdErAIS Art. cabendo-lhe exercer. recrutados. de 9-1-1989. de 8-12-2004. mediante promoção de juízes federais com mais de cinco anos de exercício. alternadamente. c Parágrafo único. incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho. dispõe sobre a composição inicial dos Tribunais Regionais Federais e sua instalação. cujas decisões terão caráter vinculante. originariamente: a) os juízes federais da área de sua jurisdição. sendo: I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira.968. 107. § 2o Os Tribunais Regionais Federais instalarão a justiça itinerante. sete juízes. na forma da lei. § 1o A lei disciplinará a remoção ou a permuta de juízes dos Tribunais Regionais Federais e determinará sua jurisdição e sede. de 8-12-2004. Compete aos Tribunais Regionais Federais: I – processar e julgar. dispõe sobre a rees­ truturação do Tribunal Regional Federal da 3a Região. dentre outras funções. Lei no 9. c c Art. c) os mandados de segurança e os habeas data contra ato do próprio Tribunal ou de juiz federal. no 13 do STJ. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. § 9o. 108.727. Súm. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: c I – a escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). I – os Tribunais Regionais Federais.967. de 8-12-2004. Lei no 9.b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. Art. c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro Tribunal. § 3o Os Tribunais Regionais Federais poderão funcionar descentralizadamente. II – o Conselho da Justiça Federal. a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. de 10-5-2000. Lei no 9. de 10-5-2000. de 8-12-2004. no mínimo. Art. 27. de 8-12-2004.

após o exequatur. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. de 16-6-1986 (Lei dos Crimes Contra o Sistema Financeiro Nacional). 197 a 207 do CP. 9o do CPM. dispõe sobre a intervenção da União nas causas em que figurarem. c Súm. § 4o. 173. Súmulas nos 15. ressalvada a competência da Justiça Militar. inclusive a respectiva opção. c c c c Arts. em matéria criminal de sua competência ou quando o constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a outra jurisdição. Art. 349 e 365 do STJ. 183. assistentes ou oponentes. VIII – os mandados de segurança e os habeas data contra ato de autoridade federal. 165 e 208 do STJ. c Súmulas nos 3 e 428 do STJ.507. 82. VI – os crimes contra a organização do trabalho e. 183. II – julgar. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras.016. de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo). nos casos determinados por lei. 147. em grau de recurso. Lei no 12. 105. desta Constituição. VII – os habeas corpus. rés.492. 150.469. II – as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País. exceto as de falência. de 8-2-1991 (Lei dos Crimes contra a Ordem Econômica). as causas referentes à nacionalidade. quando a autoridade coatora for juiz federal. XI – a disputa sobre direitos indígenas. 32. ou reciprocamente. Art. c Súm. c c Art. de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). Súm. no 55 do STJ. Lei no 8. desta Constituição. 42. 91. de 9-7-1997. I. 104. V – os crimes previstos em tratado ou convenção internacional. c c Lei no 9. 32. Lei no 7. as causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes esta­ duais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. c c X – os crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro. 42. Art. 42. Súmulas nos 38. no 140 do STJ. IV – os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. excetuados os casos de competência dos Tribunais federais. IX – os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves. de 16-6-1986 (Lei dos Crimes contra o Sistema Financeiro Nacional). e de sentença estrangeira após a homologação. Econômica e contra as Relações de Consumo). c c Súmulas Vinculantes nos 22 e 27 do STF. 173.d) os habeas corpus.137. 66. Lei no 7. c Inciso V-A acrescido pela EC no 45. 365 e 374 do STJ. de 8-12-2004. e) os conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal. 9o do CPM.343. de 12-7-2001 (Lei dos Juizados Especiais Federais).492. Lei no 10. 62. 82. a execução de carta rogatória. V-A – as causas relativas a direitos humanos a que se refere o § 5o deste artigo. 73. 150. entes da Administração indireta. 484 do CPC. de 27-12-1990 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Tributária. i. quando. excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral. 125. iniciada a execução no País. serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. de 23-8-2006 (Lei Antidrogas). Lei no 8. contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira.176. Art. c . como autores ou réus. c c Art. 109. no 689 do STF. 324. 70 da Lei no 11. e à naturalização. Aos juízes federais compete processar e julgar: c c c c c I – as causas em que a União. 324. 66.259. Lei no 9. III – as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional. o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro. Súmulas nos 15. Art.

110. II – os Tribunais Regionais do Trabalho. cabendo-lhe. orçamentária. sendo: I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. observado o disposto no art. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros. Art. 94. de 30-5-1966 (Lei de Organização da Justiça Federal).010. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiários. c Lei no 5. dentre outras funções. Nos Territórios Federais. e. escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. o recurso cabível será sempre para o Tribunal Regional Federal na área de jurisdição do juiz de primeiro grau. e varas localizadas segundo o estabelecido em lei. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal. o Procurador-Geral da República. § 2o Funcionarão junto ao Tribunal Superior do Trabalho: I – a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados do Trabalho. dispõe sobre a reestruturação da Justiça Federal de Primeiro Grau. de 30-5-1966 (Lei de Organização da Justiça Federal). c c Lei no 5. II – os demais dentre juízes do Trabalho dos Tribunais Regionais do Trabalho. no 32 do STJ. em qualquer fase do inquérito ou processo. Cada Estado. cabendo-lhe exercer. EC no 45. 111-A.958. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. § 4o Na hipótese do parágrafo anterior. 111-A acrescido pela EC no 45. na forma da lei. a supervisão administrativa. bem como o Distrito Federal. a jurisdição e as atribuições cometidas aos juízes federais caberão aos juízes da justiça local.§ 1o As causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária onde tiver domicílio a outra parte. de 8-12-2004. as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado. com a criação de cem Varas Federais. sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal.010. c Inciso III com a redação dada pela EC no 24. 111. Art. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. de 12-1-2000.957. Súmulas nos 11. c Lei no 9. § 1o A lei disporá sobre a competência do Tribunal Superior do Trabalho. de 12-1-2000. SEÇÃO V DOS TrIBUNAIS E JUÍZES dO TrABALHO c c c Art. Art. ainda. § 3o Serão processadas e julgadas na justiça estadual. nas cinco regiões. indicados pelo próprio Tribunal Superior. § 5o Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. Lei no 9. de 8-12-2004. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. da CLT. de 19-2-1999. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. 15 e 32 do STJ. Parágrafo único. São órgãos da Justiça do Trabalho: I – o Tribunal Superior do Trabalho. na forma da lei. se verificada essa condição. a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual. . c Art. financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. 743 e segs. c § 5o acrescido pela EC no 45. como órgão central do sistema. §§ 1o a 3o Revogados. constituirá uma seção judiciá­ ria que terá por sede a respectiva Capital. oriundos da magistratura da carreira. criou as Comissões de Conciliação Prévia no âmbito na Justiça do Trabalho.788. c Súm. no Distrito Federal. Lei no 9. ou. § 2o As causas intentadas contra a União poderão ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor. de 8-12-2004. III – Juízes do Trabalho. perante o Superior Tribunal de Justiça. cujas decisões terão efeito vinculante. de 9-12-1999. institui o procedimento sumaríssimo no processo trabalhista. poderá suscitar. II – o Conselho Superior da Justiça do Trabalho.

competência. . com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho. na forma da lei.. O STF. decorrentes das sentenças que proferir. VI – as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. II – as ações que envolvam exercício do direito de greve. a. para dar interpretação conforme a CF ao art. § 2o. VIII – a execução. entre sindicatos e trabalhadores. de 8-12-2004. § 1o Frustrada a negociação coletiva. IV – os mandados de segurança. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: c c c c c c I – as ações oriundas da relação de trabalho.. do Distrito Federal e dos Municípios. desta Constituição.. com efeito ex tunc. no 392 do TST. 113. 102. 6o da EC no 45. c c c Artigo com a redação dada pela EC no 24.) sejam instauradas entre o Poder Público e seus servidores. no 23 do STF. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. I.984. Lei no 7. de ofício. o. das contribuições sociais previstas no art. Art. 643 a 673 da CLT.101. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da União. bem como as convencionadas anteriormente. respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho. no 736 do STF. Lei no 9. Art. 9o desta Constituição. Súmulas nos 349 e 736 do STF.) apreciação (.783. atribuí-la aos juízes de direito. Vinc. 7o. investidura. LXIX. c Lei no 8. IX – outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho. c O STF. a ele vinculados por típica relação de ordem estatutária ou de caráter jurídico-administrativo” (DJU de 4-2-2005 e 10-11-2006). 6o. concedeu a liminar na ADIN n o 3. com a redação dada pela EC no 45. ressalvado o disposto no art. A lei disporá sobre a constituição. de 8-12-2004. 195. de 8-12-2004. podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito. § 2o Recusando-se qualquer das partes à negociação coletiva ou à arbitragem. no 22 do STF. de 9-2-2005 (Lei de Recuperação de Empresas e Falências). e seus acréscimos legais. com a redação dada pela EC no 45. de comum acordo. c c c III – as ações sobre representação sindical. I. LXVIII. LC no 35. Súm. LXXII. decorrentes da relação de trabalho. 180. I. Súmulas nos 57. de 12-11-1997 (Lei do Habeas Data). XXVIII.. quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição.684-0. c c c Incisos I a IX acrescidos pela EC no 45. VII – as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho. estende a competência da Justiça do Trabalho. c Súmulas nos 362 e 376 do STJ. de 8-12-2004 (Reforma do Judiciário). no sentido de que não se atribui à Justiça do Trabalho competência para processar e julgar ações penais (DJU de 3-8-2007). A lei criará varas da Justiça do Trabalho. para dar interpretação conforme a CF a este inciso. é facultado às mesmas. c Artigo com a redação dada pela EC no 45. Caput com a redação dada pela EC no 45. podendo. de 9-12-1999. 97. por maioria de votos.016.c Art. Súm. 112. de 28-6-1989 (Lei de Greve). 5o. V – os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. por unanimidade de votos. com efeito ex tunc . entre sindicatos. Vinc. Arts. de 7-8-2009 (Lei do Mandado de Segurança Individual e Coletivo). e entre sindicatos e empregadores. suspendendo toda e qualquer interpretação dada a este inciso que inclua. Art. Lei no 12. 114. jurisdição. 114. de 8-12-2004.) de causas que (.395-6. IV e IX. de 8-12-2004. c c c Arts. na competência da Justiça do Trabalho. 222 e 349 do STJ. dos Estados. de 14-3-1979 (Lei Orgânica da Magistratura Nacional). a “(. referendou a liminar concedida na ADIN n o 3. de 7-2-1995. e II. 137. Art.. da Lei no 11. Súm. habeas corpus e habeas data.. Art. as partes poderão eleger árbitros.507. garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica. Súm.

pelo Tribunal Regional Federal respectivo. alternadamente. ou. sendo: c Caput com a redação dada pela EC no 45. I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. escolhido. Art. a jurisdição será exercida por um juiz singular. com possibilidade de lesão do interesse público. II – por nomeação do Presidente da República. § 1o Os Tribunais Regionais do Trabalho instalarão a justiça itinerante. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. c c c §§ 2o e 3o com a redação dada pela EC no 45. competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito. § 2o Os Tribunais Regionais do Trabalho poderão funcionar descentralizadamente. Nas Varas do Trabalho. . II – os Tribunais Regionais Eleitorais. de dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. Parágrafo único. pelo Presidente da República. sete juízes. na respectiva região. EC no 24. de 8-12-2004. dentre juízes de direito. Art. 94. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. EC no 24. observado o disposto no art. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. e nomea­ dos pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. mediante promoção de juízes do trabalho por antiguidade e merecimento. c Parágrafo único. Lei no 7. 12 a 41 do CE. c Incisos I e II acrescidos pela EC no 45. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal. 119. 115. III – por nomeação. no mínimo. indicados pelo Tribunal de Justiça. 118. c §§ 1o e 2o acrescidos pela EC no 45. no mínimo. o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo. em qualquer caso. 120. desta Constituição. Art. constituindo Câmaras regionais. Art. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. de sete membros. de 8-12-2004. III – os Juízes Eleitorais. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á. quando possível. § 2o O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os desembargadores. IV – as Juntas Eleitorais. Caput com a redação dada pela EC no 24. recrutados. dois juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. Revogado. 116. § 1o. de 9-12-1999.783. Art. de 9-12-1999. II – os demais.§ 3o Em caso de greve em atividade essencial. II – de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na Capital do Estado ou no Distrito Federal. 117. § 1o Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I – mediante eleição. Art. de 9-12-1999. de 8-12-2004. b) de dois juízes. pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. escolhidos: I – mediante eleição. São órgãos da Justiça Eleitoral: I – o Tribunal Superior Eleitoral. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os desembargadores do Tribunal de Justiça. Revogado. Os Tribunais Regionais do Trabalho compõem-se de. b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. de juiz federal. 9o. de 8-12-2004. SEÇÃO VI DOS TrIBUNAIS E JUÍZES ELEITOrAIS c Arts. Art. indicados pelo Supremo Tribunal Federal. com a realização de audiências e demais funções de atividade jurisdicional. escolhidos pelo Tribunal de Justiça. não havendo. de 28-6-1989 (Lei de Greve).

23. Art. O Superior Tribunal Militar compor-se-á de quinze Ministros vitalícios. Os Ministros civis serão escolhidos pelo Presidente da República dentre brasileiros maiores de trinta e cinco anos.002. 121. depois de aprovada a indicação pelo Senado Federal. de 4-9-1992. e cinco dentre civis. § 3o São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral. 90-A da Lei no 9. II – os Tribunais e Juízes Militares instituí­ dos por lei. 124. IV – anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. no exercício de suas funções. . em número igual para cada categoria. V – denegarem habeas corpus. Parágrafo único. de 26-9-1995 (Lei dos Juizados Especiais). salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança. c c Súm. vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão. 70 do ADCT. Os Estados organizarão sua Justiça. nomeados pelo Presidente da República. c c Dec. sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo. salvo motivo justificado. no mínimo. 30.457. organiza a Justiça Militar da União e regula o funcionamento de seus Serviços Auxiliares. § 4o Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: I – forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei. no 368 do STJ. § 2 o Os juízes dos Tribunais eleitorais. § 1o A competência dos Tribunais será definida na Constituição do Estado. o funcionamento e a competência da Justiça Militar. III – versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais. 125. e no que lhes for aplicável. São órgãos da Justiça Militar: c c Lei no 8. Súm. 122. Art. Súm. de 4-9-1992. A lei disporá sobre a organização. c c Art. habeas data ou mandado de injunção. quatro dentre oficiais-generais do Exército. À Justiça Militar compete processar e julgar os crimes militares definidos em lei. 40 e 41 do CE. 90-A da Lei no 9. 34.099. Parágrafo único. Súm.457. organiza a Justiça Militar da União e regula o funcionamento de seus Serviços Auxiliares. 22. no 721 do STF. todos da ativa e do posto mais elevado da carreira.-lei no 1. dos juízes de direito e das juntas eleitorais. sendo: I – três dentre advogados de notório saber jurídico e conduta ilibada. de 26-9-1995 (Lei dos Juizados Especiais). por escolha paritária. no 238 do STJ. no 721 do STF. de 21-10-1969 (Código de Processo Penal Militar). sendo a lei de organização judiciária de iniciativa do Tribunal de Justiça. § 2o Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual.Art. dentre juízes auditores e membros do Ministério Público da Justiça Militar. gozarão de plenas garantias e serão inamovíveis. 29. servirão por dois anos. os juízes de direito e os integrantes das juntas eleitorais. I – o Superior Tribunal Militar. e nunca por mais de dois biênios consecutivos.099. II – dois. observados os princípios estabelecidos nesta Constituição. três dentre oficiais-generais da Aeronáutica. SEÇÃO VII DOS TrIBUNAIS E JUÍZES MILITArES Art. Lei complementar disporá sobre a organização e competência dos Tribunais. II – ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais eleitorais. Lei no 8. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. mandado de segurança. sendo três dentre oficiais-generais da Marinha. Art. c c Arts. c SEÇÃO VIII DOS TrIBUNAIS E JUÍZES dOS ESTAdOS Art. § 1o Os membros dos Tribunais. Art. 123.

ou por Tribunal de Justiça Militar nos Estados em que o efetivo militar seja superior a vinte mil integrantes. a Justiça Militar estadual. em segundo grau. de 8-12-2004. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. de 26-7-2005. Súm. cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. processar e julgar os demais crimes militares. no 673 do STF. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3o. de 12-2-1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público).042. § 5o Se a proposta orçamentária de que trata este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3o. mediante proposta do Tribunal de Justiça. 127. c c c §§ 3o e 4o com a redação dada pela EC no 45. O Ministério Público é instituição permanente. § 2o Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa. a política remuneratória e os planos de carreira. cabendo ao Conselho de Justiça. § 1o São princípios institucionais do Ministério Público a unidade. os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. o juiz far-se-á presente no local do litígio. de 8-12-2004. Art. pelos juízes de direito e pelos Conselhos de Justiça e. de 4-6-1998. 126. Lei no 8. § 5o Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar. c Caput com a redação dada pela EC no 45. constituída. Súmulas nos 6. § 4o Se o Ministério Público não encaminhar a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias. sob a presidência de juiz de direito. nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. o Poder Executivo considerará. de 8-12-2004. a lei disporá sobre sua organização e funcionamento. Parágrafo único. CAPÍTULO IV Das FunçÕes Essenciais À Justiça SEÇÃO I DO MINISTÉrIO PÚBLICO c c LC n 75.§ 3o A lei estadual poderá criar. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica. Lei no 11. constituindo Câmaras regionais. § 6o O Tribunal de Justiça poderá funcionar descentralizadamente. Para dirimir conflitos fundiários. Lei no 12. propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. dispõe sobre o subsídio do Procurador-Geral da República. § 3o O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. pelo próprio Tribunal de Justiça. c §§ 5o a 7o acrescidos pela EC no 45.144. Sempre que necessário à eficiente prestação jurisdicional. observado o disposto no artigo 169. c c c § 2o com a redação dada pela EC no 19. em primeiro grau. § 4o Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os militares dos Estados.625. dispõe sobre a revisão do subsídio do Procurador-Geral da República. o Art. singularmente. com competência exclusiva para questões agrárias. § 7o O Tribunal de Justiça instalará a justiça itinerante. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. podendo. . os valores aprovados na lei orçamentária vigente. a indivisibilidade e a independência funcional. de 8-10-2009. ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil. essencial à função jurisdicional do Estado. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. o Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. 53 e 90 do STJ. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual.

144. cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais. de 8-10-2009. de 8-12-2004. após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal. c) irredutibilidade de subsídio. estabelecerão a organização. na forma da lei. 150. após dois anos de exercício. § 3o Os Ministérios Públicos dos Estados e o do Distrito Federal e Territórios formarão lista tríplice dentre integrantes da carreira. de 8-12-2004. 100. d) exercer. permitida a recondução. na forma da lei complementar respectiva. III. 128. parágrafo único. e) exercer atividade político-partidária. d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal. dispõe sobre a revisão do subsídio do Procurador-Geral da República. LC no 75. b) exercer a advocacia. c Alínea f acrescida pela EC no 45. § 6o Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. 129. Art. O Ministério Público abrange: c I – o Ministério Público da União.042. salvo por motivo de interesse público. São funções institucionais do Ministério Público: I – promover. X e XI. observadas. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. ainda que em disponibilidade. a ação penal pública. § 2o. dispõe sobre o subsídio do Procurador-Geral da República. entidades públicas ou privadas. a qualquer título ou pretexto. relativamente a seus membros: I – as seguintes garantias: a) vitaliciedade. § 6o acrescido pela EC no 45. as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público. nomeado pelo Presidente da República dentre integrantes da carreira. Lei no 12. I. II. § 1o O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República. § 2o A destituição do Procurador-Geral da República. e ressalvado o disposto nos artigos 37. qualquer outra função pública. de 4-6-1998. II – as seguintes vedações: a) receber. exceto se previamente autorizadas. c Art. maiores de trinta e cinco anos. de 8-12-2004. percentagens ou custas processuais. privativamente. salvo uma de magistério. c Alínea e com a redação dada pela EC no 45. de 26-7-2005. c) o Ministério Público Militar. § 4o. f) receber. que compreende: a) o Ministério Público Federal. a qualquer título e sob qualquer pretexto. § 1o. c Alínea b com a redação dada pela EC no 45. b) inamovibilidade. c §§ 4o a 6o acrescidos pela EC no 45. para mandato de dois anos. na forma da lei respectiva. § 5o Leis complementares da União e dos Estados. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). . § 4o Os Procuradores-Gerais nos Estados e no Distrito Federal e Territórios poderão ser destituídos por deliberação da maioria absoluta do Poder Legislativo. 153. V. c Art. na forma da lei. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. por iniciativa do Presidente da República. honorários. c) participar de sociedade comercial. assegurada ampla defesa. 153. II – os Ministérios Públicos dos Estados. 95. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. Lei no 11. de 8-12-2004. de 8-12-2004. b) o Ministério Público do Trabalho. que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. para escolha de seu Procurador-Geral. para mandato de dois anos. permitida uma recondução.§ 6 o Durante a execução orçamentária do exercício. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. do CP. ressalvadas as exceções previstas em lei. fixado na forma do artigo 39. c c c Alínea c com a redação dada pela EC no 19.

segundo o disposto nesta Constituição e na lei. que deverão residir na comarca da respectiva lotação. o disposto no art. . 130-A. na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior. II – zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição. LC no 75. § 4o Aplica-se ao Ministério Público. de 8-12-2004. vedações e forma de investidura. nas mesmas hipóteses. para a proteção do patrimônio público e social. de 12-2-1993 (Lei Orgânica Nacional do Ministério Público). sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas. 130. no que couber. 34 a 36 desta Constituição. VII – exercer o controle externo da atividade policial. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). no mínimo. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização.347. c Art. três anos de atividade jurídica e observando-se. c Súm. no 329 do STJ.372. § 5o acrescido pela EC no 45. § 1o A legitimação do Ministério Público para as ações civis previstas neste artigo não impede a de terceiros. assegurada a representação de cada uma de suas carreiras. no 234 do STJ. O Conselho Nacional do Ministério Público compõe-se de quatorze membros nomeados pelo Presidente da República. Súm. de 28-11-2006. 93.347. nos casos previstos nesta Constituição.c c c Art. na forma da lei. indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais. salvo autorização do chefe da instituição. Art. c Arts. de 8-12-2004 (Reforma do Judiciário). indicados um pelo Supremo Tribunal Federal e outro pelo Superior Tribunal de Justiça. desde que compatíveis com sua finalidade. regulamenta este parágrafo. que o preside. IV – promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção da União e dos Estados. para um mandato de dois anos. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). V – defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas. c VI – expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência. 24 do CPP. III – promover o inquérito civil e a ação civil pública. IV – dois juízes. Súm. § 1o Os membros do Conselho oriundos do Ministério Público serão indicados pelos respectivos Ministérios Públicos. c c c Lei no 7. 5o da EC no 45. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. a ordem de classificação. Art. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos. promovendo as medidas necessárias a sua garantia. exigindo-se do bacharel em direito. admitida uma recondução. III – três membros do Ministério Público dos Estados. Lei no 8. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. V – dois advogados. sendo: c Art. c Lei no 11. na forma da lei complementar respectiva. § 2o As funções do Ministério Público só podem ser exercidas por integrantes da carreira. II – quatro membros do Ministério Público da União. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. I – o Procurador-Geral da República.625. nas nomea­ ções. Súm. VI – dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. de 8-12-2004. 231 desta Constituição. § 5o A distribuição de processos no Ministério Público será imediata. c Lei no 7. c §§ 2o a 4o com a redação dada pela EC no 45. § 3o O ingresso na carreira do Ministério Público far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. no 643 do STF. c VIII – requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial. do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. no 234 do STJ. requisitando informações e documentos para instruí-los. IX – exercer outras funções que lhe forem conferidas. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União).

de qualquer interessado. no 767. V – elaborar relatório anual. dispõe sobre o exercício das atribuições institucionais da Advocacia-Geral da União. A Advocacia-Geral da União é a instituição que. em votação secreta. de 4-6-1998. podendo expedir atos regulamentares. de livre nomeação pelo Presidente da República dentre cidadãos maiores de trinta e cinco anos. podendo desconstituí-los. representando diretamente ao Conselho Nacional do Ministério Público. de 5-3-1993. 84. propondo as providências que julgar necessárias sobre a situação do Ministério Público no País e as atividades do Conselho. dispõe sobre o exercício das atribuições institucionais da Advocacia-Geral da União. por intermédio da Advocacia-Geral da União. um Corregedor nacional. 131. ou recomendar providências. judicial e extrajudicialmente. Dec. de 5-3-1993. diretamente ou através de órgão vinculado. a representação da União cabe à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. IV – rever. em caráter emergencial e provisório. observado o disposto em lei. XI. § 3o Na execução da dívida ativa de natureza tributária. § 2o O ingresso nas classes iniciais das carreiras da instituição de que trata este artigo far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. de 9-4-2010. assegurada ampla defesa. as seguintes: I – receber reclamações e denúncias. inclusive contra seus serviços auxiliares. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Ministério Público. Lei no 9. inclusive contra seus serviços auxiliares. § 3o O Conselho escolherá. . § 5o Leis da União e dos Estados criarão ouvidorias do Ministério Público. e requisitar servidores de órgãos do Ministério Público. Dec. II – zelar pela observância do art. de 10-2-1993 (Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União). c Art. dispõe sobre a representação e a defesa extrajudicial dos órgãos e entidades da administração federal junto ao Tribunal de Contas da União.028. Dec. além das atribuições que lhe forem conferidas pela lei. de ofício ou mediante provocação. de 10-2-1993 (Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União). no 767. de notável saber jurídico e reputação ilibada. dispõe sobre as atividades de controle interno da Advocacia-Geral da União. representa a União. SEÇÃO II DA AdVOCACIA PÚBLICA c c c c Denominação da Seção dada pela EC no 19.028. no âmbito de sua competência. de 12-4-1995. de 12-4-1995. o qual deve integrar a mensagem prevista no art. c c c c LC no 73. LC no 73. podendo avocar processos disciplinares em curso. determinar a remoção.153. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. § 1o A Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional da instituição. sem prejuízo da competência dos Tribunais de Contas. as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo. de inspeção e correição geral. III – requisitar e designar membros do Ministério Público.§ 2o Compete ao Conselho Nacional do Ministério Público o controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público e do cumprimento dos deveres funcionais de seus membros. Art. cabendo-lhe: I – zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério Público. 130-A acrescido pela EC no 45. cabendo-lhe. Lei no 9. nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento. II – exercer funções executivas do Conselho. no 139 do STJ. em caráter emergencial e provisório. vedada a recondução. c Súm. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público da União e dos Estados. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. relativas aos membros do Ministério Público e dos seus serviços auxiliares. de 8-12-2004. no 7. competindo-lhe. dispõe sobre as atividades de controle interno da Advocacia-Geral da União. III – receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Ministério Público da União ou dos Estados. delegando-lhes atribuições. § 4o O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil oficiará junto ao Conselho. os processos disciplinares de membros do Ministério Público da União ou dos Estados julgados há menos de um ano. dentre os membros do Ministério Público que o integram. 37 e apreciar. de ofício ou mediante provocação.

de 5-6-1990. organizados em carreira. no 421 do STJ.no 893. em cargos de carreira.Art. Art. c Art. mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios. Dec. b) sigilo de correspondência. de 11-4-1991. de 4-6-1998. nos limites da lei. 135. Lei no 8. O Presidente da República pode. TÍtulo V – Da Defesa do Estado e das InstituiçÕes DeMocrÁticas CAPÍTULO I Do Estado de Defesa e do Estado de SÍtio SEÇÃO I DO ESTAdO dE DEfESA Art. de 12-1-1994 (Lei da Defensoria Pública). na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos. c c Artigo com a redação dada pela EC no 19. exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. O advogado é indispensável à administração da justiça. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional. § 1o Lei complementar organizará a Defensoria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. assegurada a seus integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado o exercício da advocacia fora das atribuições institucionais. § 2o. e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art. c c c c Arts. SEÇÃO III DA AdVOCACIA E dA DEfENSOrIA PÚBLICA Art. especificará as áreas a serem abrangidas e indicará.906. nos termos e limites da lei. Parágrafo único. 134. ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases. de 4-7-1994 (Estatuto da Advocacia e a OAB). Art. as medidas coercitivas a vigorarem. § 2o Às Defensorias Públicas Estaduais é assegurada autonomia funcional e administrativa. 136. de 12-8-1993. decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer. dentre as seguintes: I – restrições aos direitos de: a) reunião. . 89 a 91 desta Constituição. a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza. mediante concurso público de provas e títulos. em locais restritos e determinados. providos. aprova o regulamento do Conselho de Defesa Nacional. c LC no 80. Os servidores integrantes das carreiras disciplinadas nas Seções II e Ill deste Capítulo serão remunerados na forma do artigo 39. c c Lei no 8. Aos procuradores referidos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício. c § 2o acrescido pela EC no 45. LXXIV. 133. § 4o. 132 com a redação dada pela EC no 19. de 8-12-2004. na forma do artigo 5o.041. Súm. de 8-12-2004. no 329 do TST. de 4-6-1998. sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão. em todos os graus. após relatório circunstanciado das corregedorias. c c Parágrafo único transformado em § 1o pela EC no 45.183. na classe inicial. Lei no 8. Art. dispõe sobre a organização e o funcionamento do Conselho da República. 99. 132 desta Constituição. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal. Súm. A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado. § 1o O decreto que instituir o estado de defesa determinará o tempo de sua duração. 132. ainda que exercida no seio das associações. c) sigilo de comunicação telegráfica e telefônica. dos necessitados.

o Presidente da República. VII – requisição de bens. Art. ao sigilo das comunicações. determinada pelo executor da medida. O decreto do estado de sítio indicará sua duração. depois de publicado. § 7o Rejeitado o decreto. 137. § 5o Se o Congresso Nacional estiver em recesso.296. submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional. radiodifusão e televisão. cessa imediatamente o estado de defesa. 138. III – restrições relativas à inviolabilidade da correspondência. de 24-7-1996 (Lei das Interceptações Telefônicas). salvo quando autorizada pelo Poder Judiciário. que decidirá por maioria absoluta. VI – intervenção nas empresas de serviços públicos. III – a prisão ou detenção de qualquer pessoa não poderá ser superior a dez dias. ao solicitar autorização para decretar o estado de sítio ou sua prorrogação. respondendo a União pelos danos e custos decorrentes. § 3o O Congresso Nacional permanecerá em funcionamento até o término das medidas coercitivas. à prestação de informações e à liberdade de imprensa. § 1o O estado de sítio. devendo o Congresso Nacional decidir por maioria absoluta. de 24-7-1996 (Lei das Interceptações Telefônicas). de cada vez. será convocado. § 6o O Congresso Nacional apreciará o decreto dentro de dez dias contados de seu recebimento. § 2o O tempo de duração do estado de defesa não será superior a trinta dias. IV – suspensão da liberdade de reunião. § 4o Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação. extraordinariamente. Art. será por este comunicada imediatamente ao juiz competente. II – detenção em edifício não destinado a acusados ou condenados por crimes comuns. Lei no 9. poderá ser decretado por todo o tempo que perdurar a guerra ou a agressão armada estrangeira. na forma da lei. I. II – a comunicação será acompanhada de declaração. Na vigência do estado de sítio decretado com fundamento no artigo 137. de imediato. § 2o Solicitada autorização para decretar o estado de sítio durante o recesso parlamentar. SEÇÃO II DO ESTAdO dE SÍTIO Art. solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de: I – comoção grave de repercussão nacional ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa. no prazo de cinco dias. § 3o Na vigência do estado de defesa: I – a prisão por crime contra o Estado. no do inciso II. no caso do artigo 137. nem prorrogado. que a relaxará. c Lei no 9. relatará os motivos determinantes do pedido.296. dentro de vinte e quatro horas. O Presidente da República pode. ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. podendo ser prorrogado uma vez. . se não for legal. pela autoridade. a fim de apreciar o ato. IV – é vedada a incomunicabilidade do preso. II – declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira. O Presidente da República. na hipótese de calamidade pública. c V – busca e apreensão em domicílio. convocará extraordinariamente o Congresso Nacional para se reunir dentro de cinco dias. as normas necessárias a sua execução e as garantias constitucionais que ficarão suspensas. do estado físico e mental do detido no momento de sua autuação. I. o Presidente da República designará o executor das medidas específicas e as áreas abrangidas. 139. devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa. por prazo superior. só poderão ser tomadas contra as pessoas as seguintes medidas: I – obrigação de permanência em localidade determinada. facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade policial. não poderá ser decretado por mais de trinta dias. o Presidente do Senado Federal. se persistirem as razões que justificaram a sua decretação. por igual período. e.II – ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos. Parágrafo único.

Dec. de 26-8-2002 (Regulamento Disciplinar do Exército).545. e indicação das restrições aplicadas. ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá. I – as patentes. no 4. dispõe sobre o ensino do Exército Brasileiro. c c c c c § 3o Os membros das Forças Armadas são denominados militares. cessarão também seus efeitos.786. de 23-9-1999. por decisão de Tribunal militar de caráter permanente. de 21-10-1969 (Código Penal Militar). Dec. desta Constituição. no 3. contínuos ou não. de 9-6-1999. X. de 8-2-1999.182.786. não eletiva. VI – o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível.897. sendo depois de dois anos de afastamento. e destinam-se à defesa da Pátria. desde que liberada pela respectiva Mesa. aplicando-se-lhes.-lei no 1. o uso dos uniformes das Forças Armadas. direitos e deveres a elas inerentes. desta Constituição. sob a autoridade suprema do Presidente da República. com relação nominal dos atingidos. Art. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio. de 5-2-1998. não pode estar filiado a partidos políticos. o preparo e o emprego das Forças Armadas.001. Art. 140. juntamente com os demais membros. V – o militar. 42. . de 24-8-2001. dispõe sobre as normas gerais para a organização. fixa as diretrizes para o emprego das Forças Armadas na garantia da Lei e da Ordem. em tempo de guerra. A Mesa do Congresso Nacional. Art. enquanto permanecer nessa situação. da lei e da ordem. as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República. Dec. ouvidos os líderes partidários. de 26-7-1983 (Regulamento Disciplinar para a Marinha). ou de Tribunal especial. Não se inclui nas restrições do inciso III a difusão de pronunciamentos de parlamentares efetuados em suas Casas Legislativas. Lei no 9. As Forças Armadas. contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva. Parágrafo único. nos termos da lei. enquanto em serviço ativo. além das que vierem a ser fixadas em lei.071. LC no 69. à garantia dos poderes constitucionais e. sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes. de 22-9-1975 (Regulamento Disciplinar da Aeronáutica). emprego ou função pública civil temporária. § 2o Não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares. Art. de acordo com a lei. dispõe sobre a organização e emprego das Forças Armadas. § 1o. II – o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente será transferido para a reserva. desta Constituição. c c c Art. dispõe sobre os efetivos do Exército em tempo de paz. nos termos da lei.Parágrafo único. regulamenta a Lei no 9. § 1o. IV – ao militar são proibidas a sindicalização e a greve. 142. são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa. VII – o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos. transferido para a reserva. sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e. com prerrogativas. SEÇÃO III DISPOSIÇÕES GErAIS Art. no preparo e no emprego das Forças Armadas. designará Comissão composta de cinco de seus membros para acompanhar e fiscalizar a execução das medidas referentes ao estado de defesa e ao estado de sítio. 37. são instituições nacionais permanentes e regulares. Lei no 8. 42. ser promovido por antiguidade. no 76. tomar posse em cargo. c LC no 97. Dec. no 88.322. ainda que da administração indireta. será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior. Logo que cesse o estado de defesa ou o estado de sítio. da reserva ou reformados. por iniciativa de qualquer destes. § 1o Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização. Dec.346. por sentença transitada em julgado. em mensagem ao Congresso Nacional. que dispõe sobre o ensino do Exército Brasileiro. com especificação e justificação das providências adotadas. pelo Exército e pela Aeronáutica. no 3. de 23-7-1991. as seguintes disposições: c c c c § 3o acrescido pela EC no 18. de 8-2-1999. de 17-7-1990. constituídas pela Marinha. organizadas com base na hierarquia e na disciplina. CAPÍTULO II Das Forças Armadas c Dec. III – o militar da ativa que. 141. em tempo de paz.

institui o Programa Nacional de Combate ao Contrabando e o Descaminho. de 23-8-2006 (Lei Antidrogas). II – prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. aprova o Plano Geral de Convocação para o Serviço Militar Inicial nas Forças Armadas em 2001. as funções de polícia judiciária da União. com exclusividade. Súm. e 42. § 20. direito e responsabilidade de todos. n 5. EC no 41. as prerrogativas e outras situa­ ções especiais dos militares. Lei no 10. a outros encargos que a lei lhes atribuir. c Art. CAPÍTULO III Da SeGurança Pública c Dec. Súm.375. VIII. XIV e XV.446. após alistados. XII. Dec. no 2.289. no 1. de 14-9-1998. XIII. Econômica e con­ tra as Relações de Consumo). de 29-11-2004. § 1o A polícia federal. no 57. XVIII. o Art. A segurança pública. III – exercer as funções de polícia marítima. de 4-6-1998. a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade. estabelece normas para o planejamento. no 6 do STF. XVII. desta Constituição. ou em eventos na capital federal. 144. a coordenação e a execução de medidas de segurança a serem implementadas durante as viagens presidenciais em território nacional. destina-se a: c § 1o com a redação dada pela EC no 19. de 3-10-1995. I – apurar infrações penais contra a ordem política e social ou em detrimento de bens. Art. os deveres. II – polícia rodoviária federal.239. c Dec. os direitos. de 19-12-2003. Dec. O serviço militar é obrigatório nos termos da lei. sujeitos. § 1o. desta Constituição. para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar. para os fins de aplicação do disposto neste inciso. 5o. o contrabando e o descaminho. em tempo de paz. regulamentada pelo Dec.343. a remuneração. XI. V – polícias militares e corpos de bombeiros militares. inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra. é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. c c c Incisos I a X acrescidos pela EC no 18. segundo se dispuser em lei. 40.655. Arts. X – a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas. de 4-10-1991. sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência. XIX e XXV e no artigo 37. no 4 do STF. de 15-12-1999. de 5-2-1998. IV – polícias civis.137. consideradas as peculiaridades de suas atividades. c c § 1o Às Forças Armadas compete. aeroportuária e de fronteiras.781. Inciso III com a redação dada pela EC no 19. regulamenta os §§ 1o e 2o deste artigo. dever do Estado. entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção filosófica ou política. VIII. serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas. c Súm. dispõe sobre infrações penais de repercussão interestadual ou internacional que exigem repressão uniforme. 143. c c Lei no 11. de 20-1-1966. no 6 do STF. I – polícia federal. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. para o desenvolvimento do programa de cooperação federativa denominado Força Nacional de Segurança Pública. c c Lei no 8. IX – Revogado.289. na forma da lei. porém. Vinc. através dos seguintes órgãos: c Dec. de 8-5-2002. Lei no 4. . define a competência da Polícia Rodoviária Federal. c IV – exercer. § 2o As mulheres e os eclesiásticos ficam isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz. os limites de idade.VIII – aplica-se aos militares o disposto no artigo 7o. instituída por lei como órgão permanente. no 3. de 27-12-1990 (Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária. de 4-6-1998. de 17-8-1964 (Lei do Serviço Militar). no 4.654. de 12-8-2002. III – polícia ferroviária federal. c c Lei no 8.332. alegarem imperativo de consciência. disciplina a organização e o funcionamento da administração pública federal. atribuir serviço alternativo aos que. assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme. Vinc. Vinc.

de 4-6-1998. ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais. 145. Súm. juntamente com as polícias civis. § 3o A polícia ferroviária federal. Súmulas nos 665 e 670 do STF. 81 e 82 do CTN. Vinc. órgão permanente. § 5o Às polícias militares cabem a polícia ostensiva e a preservação da ordem pública. dos Território e do Distrito Federal. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. no 19 do STF. o Lei n 8. dirigidas por delegados de polícia de carreira. I – impostos. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: c c Arts. Súm. § 6o As polícias militares e corpos de bombeiros militares. institui a Taxa de Fiscalização dos mercados de títulos e valores mobiliários. ressalvada a competência da União. Arts. c § 9o acrescido pela EC no 19.940. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. além das atribuições definidas em lei.§ 2o A polícia rodoviária federal. Dec. de 26-8-2009. III – contribuição de melhoria. Arts.176. destina-se.654. de 2-3-1998. 16 a 76 do CTN. os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte. reorganiza as Polícias Militares e os Corpos de Bombeiros Militares dos Estados. do Distrito Federal e dos Territórios. 7o do CPPM. c Lei no 9. no 2. aos corpos de bombeiros militares. de 20-12-1969. TÍtulo VI – Da Tributação e do OrçaMento c Lei no 5. c c § 1o Sempre que possível.-lei no 195. c c Art. efetiva ou potencial. de 24-2-1967 (Lei da Contribuição de Melhoria). . c Dec. dispõe sobre o encaminhamento ao Ministério Público da representação fiscal para os crimes contra a ordem tributária. dispõe sobre o Conselho Nacional de Segurança Pública – CONASP. especialmente para conferir efetividade a esses objetivos. serviços e instalações. incumbe a execução de atividades de defesa civil. de maneira a garantir a eficiência de suas atividades. incumbem. c II – taxas. § 9o A remuneração dos servidores policiais integrantes dos órgãos relacionados neste artigo será fixada na forma do § 4o do artigo 39. c Dec.137. de 10-8-1998. c c c c Arts. decorrente de obras públicas. de 8-2-1991 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Econômica). A União. § 4o Às polícias civis. de serviços públicos específicos e divisíveis. aos Governadores dos Estados.-lei no 667. facultado à administração tributária. § 8o Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens. 1o a 5o do CTN. as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais. forças auxiliares e reserva do Exército. 9o do CPM. conforme dispuser a lei. o SEÇÃO I DOS PrINCÍPIOS GErAIS Art. de 4-6-1998. de 2-7-1969. no 667 do STF. os Estados. subordinam-se.950. 77 a 80 do CTN. de 27-12-1990 (Código Tributário Nacional). de 27-12-1990 (Lei de Crimes contra a Ordem Tributária. órgão permanente. exceto as Militares. CAPÍTULO I Do Sistema TributÁrio Nacional c c c Lei n 8.172. destina-se.730. Econômica e con­ tra as Relações de Consumo). em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. na forma da lei. Lei no 7. cria a carreira de Policial Rodoviário Federal. na forma da lei. § 7o A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública. Art. no 6. c §§ 2o e 3o com a redação dada pela EC no 19. ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais. Dec. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira.

c Parágrafo único acrescido pela EC no 42. Art. 146-A. observado que: I – será opcional para o contribuinte. c Art. adotado cadastro nacional único de contribuintes. especialmente sobre: c a) definição de tributos e de suas espécies. c Art. II – no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. A União. no 29 do STF. de 14-12-2006 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte). § 12. no 157 do STJ. das contribuições previstas no art. LC no 123. bases de cálculo e contribuintes. prescrição e decadência tributários. 6o a 8o do CTN. vedada qualquer retenção ou condicionamento. 195. Parágrafo único. o patrimônio. II. também poderá instituir um regime único de arrecadação dos impostos e contribuições da União. lançamento. de 19-12-2003. d. c c Lei no 8. 9o a 15 do CTN. II – poderão ser estabelecidas condições de enquadramento diferenciadas por Estado. do Distrito Federal e dos Municípios. Art. 239.021. . decorrentes de calamidade pública. A lei complementar de que trata o inciso III. 148. de 19-12-2003. c c c c Art. poderá instituir empréstimos compulsórios: I – para atender a despesas extraordinárias. respeitados os direitos individuais e nos termos da lei. Competem à União. c c c Alínea d acrescida pela EC no 42. os Estados. se o Território não for dividido em Municípios. Art. e da contribuição a que se refere o art. A aplicação dos recursos provenientes de empréstimo compulsório será vinculada à despesa que fundamentou sua instituição. de 19-12-2003. 147. no 665 do STF. Vinc. c Arts. b) obrigação. § 2o As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. c Súm. entre a União. 155. mediante lei complementar. dispõe sobre a identificação dos contribuintes para fins fiscais. III – o recolhimento será unificado e centralizado e a distribuição da parcela de recursos pertencentes aos respectivos entes federados será imediata. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. 149 desta Constituição. Lei complementar poderá estabelecer critérios especiais de tributação. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. ao Distrito Federal cabem os impostos municipais. bem como. 94 do ADCT. de guerra externa ou sua iminência. c III – estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. Súmulas nos 656 e 668 do STF. em Território Federal. Art. Cabe à lei complementar: I – dispor sobre conflitos de competência. dos Estados. observado o disposto no artigo 150. 34. a fiscalização e a cobrança poderão ser compartilhadas pelos entes federados. Súm. os impostos municipais. o Distrito Federal e os Municípios. crédito. sem prejuízo da competência de a União. parágrafo único. estabelecer normas de igual objetivo. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. III. a dos respectivos fatos geradores. do CTN. como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. Vinc. 77. os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. no 8 do STF. cumulativamente. Art. Art. com o objetivo de prevenir desequilíbrios da concorrência. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. por lei. 146-A acrescido pela EC no 42. Súm. os impostos estaduais e. Parágrafo único. Arts. de 12-4-1990. b. em matéria tributária. 146. II – regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto previsto no art. Art. d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte. do ADCT. I e §§ 12 e 13.identificar. 149. Súm. IV – a arrecadação.

§ 4o. § 4o. Arts. É facultada a cobrança da contribuição a que se refere o caput. em benefício destes. observado o disposto no art. institui Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados. a receita bruta ou o valor da operação e. c c c Inciso II com a redação dada pela EC no 42. § 3o A pessoa natural destinatária das operações de importação poderá ser equiparada a pessoa jurídica. Parágrafo único. § 6o. observado o disposto na alínea b. I – exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. cuja alíquota não será inferior à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União. de 30-4-2004. tendo por base o faturamento. b. para o custeio. títulos ou direitos. § 6o. III. I e III. de 11-12-2001. de 19-12-2003. aos Estados. II – incidirão também sobre a importação de produtos estrangeiros ou serviços. tendo por base a unidade de medida adotada. dispõe sobre o PIS/PASEP-Importação e a COFINS-Importação. 9o. do regime previdenciário de que trata o art. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. o Distrito Federal e os Municípios instituirão contribuição. relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. II.336. proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. I. e álcool etílico combustível – CIDE. de 19-12-2002. de 19-12-2001. c c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. c Art. é vedado à União. 155. 177. III – poderão ter alíquotas: a) ad valorem. desta Constituição. o valor aduaneiro. para o custeio do serviço de iluminação pública. no caso de importação. 40. 150. de 19-12-2003. ao Distrito Federal e aos Municípios: c Lei no 5.172 de 25-10-1966 (Código Tributário Nacional). e 195.865. Arts. c II – instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. do CTN. 148. § 1 o Os Estados. na forma da lei. c §§ 2o a 4o acrescidos pela EC no 33. 5o. c. § 4o A lei definirá as hipóteses em que as contribuições incidirão uma única vez. institui a Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados.observado o disposto nos artigos 146. 149-A acrescido pela EC no 39. e 150. 149-A. . IV – utilizar tributo com efeito de confisco. Art. I e III. b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. Os Municípios e o Distrito Federal poderão instituir contribuição. c Art. de 19-12-2001. na fatura de consumo de energia elétrica. 150. b) específica. c Lei no 10. c Alínea c acrescida pela EC no 42. II. desta Constituição. SEÇÃO II DAS LImITAÇÕES dO POdEr dE TrIBUTAr Art. Lei no 10. I e II. IV. do CTN. gás natural e seus derivados e álcool etílico combustível – CIDE a que se refere este artigo. Súm. 3o e 97. c § 1o com a redação dada pela EC no 41. c c Art. na forma das respectivas leis. III – cobrar tributos: a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. Lei no 10. no 658 do STF. e sem prejuízo do previsto no artigo 195.336. § 2o As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que trata o caput deste artigo: I – não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação. caput. de 19-12-2003. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. cobrada de seus servidores.

c c c Arts. da Lei no 11. III. c §§ 6o e 7o acrescidos pela EC no 3. que dispõe sobre o Registro Especial na Secretaria da Receita Federal do Brasil. d) livros. nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. de 14-3-1997. I. taxas ou contribuições. no 657 do STF. renda ou serviços dos partidos políticos. 1o. e 154. III e V. à renda e aos serviços. ao Distrito Federal ou a Município. Lei no 3. 153.V – estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. de 20-7-2007 (Lei das Zonas de Processamento de Exportação). federal. no que se refere ao patrimônio. atendidos os requisitos da lei. de 17-3-1993. 9o. c § 1o com a redação dada pela EC no 42. não se aplica aos tributos previstos nos arts. anistia ou remissão. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuá­ rio. sem prejuízo do disposto no artigo 155. estabelece incentivos fiscais para o desenvolvimento regional. Lei no 9. nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel. relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. II. a. relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. I. a.945. § 5o A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços. 9o. de 19-12-2003. compreendem somente o patrimônio. periódicos e o papel destinado à sua impressão. jornais. a. É vedado à União: I – instituir tributo que não seja uniforme em todo o Território Nacional ou que implique distinção ou preferência em relação a Estado. inclusive suas fundações. estadual ou municipal. das entidades sindicais dos trabalhadores. à renda e aos serviços. caput. Art. XII. em detrimento de outro.440. I. não se aplica aos tributos previstos nos arts. . e 154. c. b) templos de qualquer culto. 151. IV. § 4o As vedações expressas no inciso VI. assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga. do CTN. b. e a vedação do inciso III. § 2o. por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. 10 do CTN. de 4-6-2009. I e II. II. IV e V. bens e serviços de partidos políticos e instituições de educação e assistência social. e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. g.193. § 6o Qualquer subsídio ou isenção. Lei no 10. do CTN. I. uns dos outros. Lei no 11. e 156. só poderá ser concedido mediante lei específica. 153. Art.753. I. c. de 30-10-2003. § 2o A vedação do inciso VI. § 3o As vedações do inciso VI. redução de base de cálculo.508. III. IV. das instituições de educação e de assistência social. c c c Art. II. e 14 do CTN. do CTN. Súm. dispõe sobre isenção de impostos em templos de qualquer culto. admitida a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento socioeconômico entre as diferentes regiões do País. que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição. b. 148. relativos a impostos. c c c § 1o A vedação do inciso III. II. c c) patrimônio. IV. alíneas b e c. VI – instituir impostos sobre: a) patrimônio. concessão de crédito presumido. 9o. c Art. caso não se realize o fato gerador presumido. 9o. cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente. renda ou serviços. de 4-7-1957. § 7o A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição. vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. a renda e os serviços. c Art. institui a Política Internacional do Livro. Art. Súmulas nos 724 e 730 do STF. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. 155. 148. sem fins lucrativos.

48. Lei no 9. Dec. de 15-6-2010. ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços. XV. de 13-12-1996. 49. 60. ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários. dispõe sobre o Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR.166.II – tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados. fiscalização.212. concede isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI na aquisição de equipamentos. 60. Lei no 7. de 30-8-1989. regulamenta a cobrança. Art. dispõe sobre a não incidência do imposto de renda sobre lucros ou dividendos distribuídos a residentes ou domiciliados no exterior. Compete à União instituir impostos sobre: I – importação de produtos estrangeiros. § 2o. em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes. Lei no 8. 29. Arts. 11 do CTN. Lei n o 9. de qualquer natureza. desta Constituição. desta Constituição. do ADCT. ou relativas a Títulos e Valores Mobiliários – IOF. dispõe sobre a isenção ou redução de imposto de importação. dispõe sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR. I. e sobre o pagamento da dívida representada por Títulos da Dívida Agrária – TDA. III – instituir isenções de tributos da competência dos Estados. no 664 do STF. Lei no 9. 153. no 6. Súmulas nos 125. V e VI. as contribuições para a Seguridade Social. no 185 do STJ. c Súm.032. Dec. de 28-1-1994. Súm. regulamenta a tributação. desta Constituição. de 10-9-1997. dispõe sobre a redução de impostos na importação. Art.393. SEÇÃO III DOS ImPOSTOS dA UNIÃO Art. 152. 128. do Distrito Federal e dos Municípios.382. aparelhos e instrumentos. de 26-3-1999. 60. 34. de 27-12-1996. reduz o Imposto de Importação para os produtos que especifica.894. Lei no 8. arrecadação e administração do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. n o 3. I. para o exterior. 136 e 386 do STJ. desta Constituição.363. c c c c c V – operações de crédito.810. Lei no 9. acondicionadas para venda a granel. fiscalização. Dec. Art. § 2o. c c c c c VI – propriedade territorial rural. do Distrito Federal ou dos Municípios. Súm. e 154. de 19-12-1996.306. dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito. I. Câmbio e Seguro. desta Constituição. VII e VIII. no 7. c c c c Arts. I. c III – renda e proventos de qualquer natureza.449. É vedado aos Estados. dispõe sobre período de apuração e prazo de recolhimento do referido imposto para as microempresas e empresas de pequeno porte. c. regulamenta o imposto sobre Operações de Crédito. III. regulamenta a tributação. 37. e estabelece suspensão do IPI na saída de bebidas alcoólicas. Lei no 9. de produtos nacionais ou nacionalizados. dispõe sobre a instituição de crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados. dos estabelecimentos produtores e dos estabelecimentos equiparados a industrial.847. 28. § 2o. § 2o. 27. de 14-12-2007. 60.430. no 139 do STJ. o processo administrativo de consulta. § 2o. c c c c . c Art. Lei no 8.§ 2o. Dec. do ADCT. fiscalização. arrecadação e administração do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. doados a instituições sem fins lucrativos. § 2o. bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos. Câmbio e Seguro. de 12-4-1990. § 5o. 34. Art. Arts. Art. c c c c c c IV – produtos industrializados. de 21-6-1994. § 2o. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. Lei no 8. dispõe sobre a legislação tributária federal. XV. Art. de 19-9-2002. 95. 63 a 67 do CTN. n o 4. II – exportação. arrecadação e administração do Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural – ITR. máquinas.000.493. de 14-3-1997. para ressarcimento do valor do PIS/PASEP e COFINS nos casos que especifica. câmbio e seguro. em razão de sua procedência ou destino. de 11-1-1991.

28. § 2o. EC no 20. 49. 62. c. de 6-7-2001. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei.250. 150. § 2o. o Distrito Federal ou o Território. c Arts.088. § 5o O ouro. de 17-3-1993. III – será fiscalizado e cobrado pelos Municípios que assim optarem. alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I. 75 e 76. compreendidos ou não em sua competência tributária. de 19-12-2003.766. I – transmissão causa mortis e doação de quaisquer bens ou direitos. desde que sejam não cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos discriminados nesta Constituição. definidas em lei. 29. Lei no 7. do ADCT. A União poderá instituir: I – mediante lei complementar. 37. SEÇÃO IV DOS ImPOSTOS dOS ESTAdOS E dO DISTrITO FEdErAL Art. dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. § 1o. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: c Caput com a redação dada pela EC no 3. de 19-12-2003. . II – na iminência ou no caso de guerra externa. em função da essencialidade do produto. 154. c c Arts. de 25-2-1993. impostos não previstos no artigo anterior. 74. c Arts. 74. desde que não implique redução do imposto ou qualquer outra forma de renúncia fiscal. regulamenta este inciso. c LC no 111. Arts. sujeita-se exclusivamente à incidência do imposto de que trata o inciso V do caput deste artigo. devido na operação de origem. na forma da lei. de 30-10-1990. de 27-12-2005. § 2o. c c Art. Lei no 11. Lei no 8. regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária. de 15-12-1998. da universalidade e da progressividade. 150. II – setenta por cento para o Município de origem. c c Art. § 4o.629. 95. Art. compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores.VII – grandes fortunas. § 3o. § 1o É facultado ao Poder Executivo. dispõe sobre o ouro. impostos extraordinários. I. II. dispõe sobre a atualização do Bônus do Tesouro Nacional e dos depósitos de poupança. 195. conforme a origem. § 2o. os quais serão suprimidos. c c Incisos I a III acrescidos pela EC no 42. 155. na forma da lei. Lei no 8. III. a alíquota mínima será de um por cento. na forma da lei. gradativamente. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial. e 128. 48. na forma prevista nos arts. XV. § 2o. e 75 do ADCT. nos termos de lei complementar. de 11-5-1989. ativo financeiro e sobre seu tratamento tributário. § 2o. desta Constituição. c Inciso IV acrescido pela EC no 42. XV. desta Constituição. desta Constituição. II – não incidirá sobre pequenas glebas rurais. Caput com a redação dada pela EC no 42. 27. III – não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior. VII e VIII. dispõe sobre o ouro. I – trinta por cento para o Estado. 74. § 5o. § 2o O imposto previsto no inciso III: I – será informado pelos critérios da generalidade. V e VI. § 4o O imposto previsto no inciso VI do caput: c c I – será progressivo e terá suas alíquotas fixadas de forma a desestimular a manutenção de propriedades improdutivas. de 19-12-2003. IV e V. ativo financeiro e sobre seu tratamento tributário. IV – terá reduzido seu impacto sobre a aquisição de bens de capital pelo contribuinte do imposto. II – Revogado. § 1o. § 1o. Lei no 7. do ADCT. 72. quando as explore o proprietário que não possua outro imóvel. 79 a 81 do ADCT. desta Constituição. II – será não cumulativo. de 11-5-1989. assegurada a transferência do montante da arrecadação nos seguintes termos: c c Art. cessadas as causas de sua criação.766. § 3o O imposto previsto no inciso IV: I – será seletivo.

compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. de 17-3-1993. V – é facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. interestaduais e de exportação. IV – terá suas alíquotas máximas fixadas pelo Senado Federal. 60. Súm. de 17-3-1993. LC no 87. dispõe sobre os convênios para a concessão de isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). compete ao Estado onde se processar o inventário ou arrolamento. Dec. LC no 24. quando o destinatário for contribuinte do imposto. c § 1o O imposto previsto no inciso I: c I – relativamente a bens imóveis e respectivos direitos. II – a isenção ou não incidência. de 13-9-1996 (Lei Kandir – ICMS). b) se o de cujus possuía bens. Incisos I a III acrescidos pela EC no 3. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. salvo determinação em contrário da legislação: c c c LC no 24. g. a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. LC no 24. quando o destinatário não for contribuinte dele. nos termos do disposto no inciso XII. de 7-1-1975. dispõe sobre os convênios para concessão para isenções do Imposto sobre Obrigações Relativas a Circulação de Mercadorias. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. § 2o O imposto previsto no inciso II atenderá ao seguinte: c c c c Caput do § 2o com a redação dada pela EC no 3. aplicáveis aos Impostos sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Serviços de Qualquer Natureza. de 7-1-1975. III – terá a competência para sua instituição regulada por lei complementar: a) se o doador tiver domicílio ou residência no exterior. ou ao Distrito Federal. compete ao Estado da situação do bem. as alíquotas internas. § 1o com a redação dada pela EC no 3. não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. III – poderá ser seletivo. ou tiver domicílio o doador. de 7-1-1975. era residente ou domiciliado ou teve o seu inventário processado no exterior. c c c c c Art.II – operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. § 2o. . aprovada pela maioria absoluta de seus membros. LC no 101. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. estabelece normas gerais de direito financeiro. b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços.-lei no 406. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual. b) a alíquota interna. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. I – será não cumulativo. no 662 do STF. III – propriedade de veículos automotores. VI – salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal. IV – resolução do Senado Federal. no 662 do STF. do ADCT. Súmulas nos 334 e 457 do STJ. de 17-3-1993. de 13-9-1996 (Lei Kandir – ICMS). VII – em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. ou ao Distrito Federal. II – relativamente a bens móveis. dispõe sobre os convênios para a concessão de isenções do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias. de iniciativa do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. títulos e créditos. LC no 87. Súm. de 31-12-1968.

b) sobre o valor total da operação. no 198 do STJ. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. Súm. enquanto não entrar em vigor a lei complementar de que trata esta alínea. c Art. XII – cabe à lei complementar: c Art. nas hipóteses definidas no artigo 153. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. nas exportações para o exterior. de 19-12-2003. Conforme o art. c c c Alínea a com a redação dada pela EC no 33. mediante convênio celebrado nos termos do § 2o. IX – incidirá também: c c Súmulas nos 660 e 661 do STF. b) dispor sobre substituição tributária. X – não incidirá: a) sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. 22. o montante do imposto sobre produtos industrializados. inclusive lubrificantes. no 433 do STJ.VIII – na hipótese da alínea a do inciso anterior. no 155 do STJ. Súm. de 11-12-2001. os Estados e o Distrito Federal. 4o da EC no 33. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. c Lei no 7. c Alínea d acrescida pela EC no 42. de 11-12-2001. quando a operação. e energia elétrica. de 14-12-2006 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte). § 5o. assim como sobre o serviço prestado no exterior. de 11-5-1989. Súm. d) nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. c c Alínea h acrescida pela EC no 33. de 19-12-2003. f ) prever casos de manutenção de crédito. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. XI – não compreenderá. deste artigo. e) excluir da incidência do imposto. 4o da EC no 42. b. hipótese em que não se aplicará o disposto no inciso X. a. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. de 11-12-2001. XII. da LC n o 123. g) regular a forma como. qualquer que seja a sua finalidade. d) fixar. e sobre seu tratamento tributário. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. bem ou serviço. g. em sua base de cálculo. fixarão normas para regular provisoriamente a matéria. parágrafo único. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. a) definir seus contribuintes. h) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os quais o imposto incidirá uma única vez. c) sobre o ouro. qualquer que seja a sua finalidade. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. de serviços e de mercadorias. b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo. dispõe sobre o ouro. isenções. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados.766. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. . ativo financeiro. de 19-12-2003. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. configure fato gerador dos dois impostos. Súmulas nos 660 e 661 do STF. c c Alínea a com a redação dada pela EC no 42.

§ 1o Sem prejuízo da progressividade no tempo a que se refere o artigo 182. no 589 do STF. o imposto previsto no inciso I poderá: c c Arts. não se lhes aplicando o disposto no artigo 150. incidindo sobre o valor da operação ou sobre o preço que o produto ou seu similar alcançaria em uma venda em condições de livre concorrência. g. §§ 2o e 4o. III – nas operações interestaduais com gás natural e seus derivados. e 186 desta Constituição. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: c Art. bem como cessão de direitos à sua aquisição. no 399 do STJ. no 424 do STJ. de 11-12-2001. 182. g. observando-se o seguinte: a) serão uniformes em todo o território nacional. exceto os de garantia. 156. por unidade de medida adotada. c c c c IV – Revogado. no 457 do STJ. no 31 do STF. não compreendidos no artigo 155. h. definidos em lei complementar. c §§ 4o e 5o acrescidos pela EC no 33. III – serviços de qualquer natureza. de 17-3-1993. também na importação do exterior de bem. destinadas a não contribuinte. c c Alínea i acrescida pela EC no 33. nos termos do § 2o. nenhum outro imposto poderá incidir sobre operações relativas a energia elétrica. com gás natural e seus derivados. § 6o O imposto previsto no inciso III: I – terá alíquotas mínimas fixadas pelo Senado Federal. EC no 3. II. de 11-12-2001. podendo ser diferenciadas por produto. Súm. I – propriedade predial e territorial urbana. no 659 do STF. desta Constituição. Súm. § 4o. c c § 3o com a redação dada pela EC no 33. o imposto caberá ao Estado onde ocorrer o consumo. c c II – transmissão inter vivos. § 4o. IV – as alíquotas do imposto serão definidas mediante deliberação dos Estados e Distrito Federal. por natureza ou acessão física. § 3o À exceção dos impostos de que tratam o inciso II do caput deste artigo e o artigo 153. c c Arts.i) fixar a base de cálculo. c) poderão ser reduzidas e restabelecidas. mercadoria ou serviço. de 19-12-2003. § 5 o As regras necessárias à aplicação do disposto no § 4 o. b) poderão ser específicas. mantendo-se a mesma proporcionalidade que ocorre nas operações com as demais mercadorias. § 4o Na hipótese do inciso XII. Arts. o imposto caberá ao Estado de origem. e de direitos reais sobre imóveis. serão estabelecidas mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. o imposto será repartido entre os Estados de origem e de destino. Inciso III com a redação dada pela EC no 3. Súm. de 31-7-2003 (Lei do ISS). por ato oneroso. II – nas operações interestaduais. Súm. combustíveis e minerais do País. 32 a 34 do CTN. e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo. III. de 17-3-1993. LC no 116. Súm. XII. de bens imóveis. derivados de petróleo. nos termos do § 2o. e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo. II – poderá ter alíquotas diferenciadas em função do tipo e utilização. 167. Súm. e . serviços de telecomunicações. I – ser progressivo em razão do valor do imóvel. b. SEÇÃO V DOS ImPOSTOS dOS MUNICÍPIOS Art. ou ad valorem. Súm. XII. de 11-12-2001. a qualquer título. inciso II. de modo que o montante do imposto a integre. I e II. entre contribuintes. observar-se-á o seguinte: I – nas operações com os lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo. inclusive as relativas à apuração e à destinação do imposto. c § 6o acrescido pela EC no 42. Vinc. 34 a 42 do CTN. no 656 do STF.

158. Inciso II com a redação dada pela EC no 3. por eles. salvo se. § 1o. 72. sobre rendimentos pagos. c c Art. 72. II – compete ao Município da situação do bem. . sobre rendimentos pagos. a qualquer título.II – ter alíquotas diferentes de acordo com a localização e o uso do imóvel.257. § 3o. Pertencem aos Estados e ao Distrito Federal: c Art. Lei no 10. Art. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. incidente na fonte. a qualquer título. regulamenta a tributação. desta Constituição. arrecadação e administração do Imposto sobre a Renda e proventos de qualquer natureza. 88 do ADCT. c c § 1o com a redação dada pela EC no 29. § 3o Em relação ao imposto previsto no inciso III do caput deste artigo. Art. cabe à lei complementar: c § 3o com a redação dada pela EC no 37. de 12-6-2002. II – vinte por cento do produto da arrecadação do imposto que a União instituir no exercício da competência que lhe é atribuída pelo artigo 154. c c c Inciso II com a redação dada pela EC no 42. 157. IV. de 19-12-2003. de 17-3-1993. pertencentes aos Municípios. I – fixar as suas alíquotas máximas e mínimas. de 13-9-2000. do ADCT. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil. c Art. Súm. desta Constituição. Dec. fiscalização. EC no 3. § 1o. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. SEÇÃO VI DA REPArTIÇÃO dAS RECEITAS TrIBUTÁrIAS Art. do ADCT. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. desta Constituição. § 1o. § 2o O imposto previsto no inciso II: I – não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica em realização de capital. por eles. Art. de 10-7-2001 (Estatuto da Cidade). § 4o. e 76. III. c c II – excluir da sua incidência exportações de serviços para o exterior. Inciso III acrescido pela EC no 37. relativamente aos imóveis neles situados. § 4 o. § 1o. 153. do ADCT. c c § 4o Revogado.000. Súm. 159. Inciso I com a redação dada pela EC no 37. incorporação. no 447 do STJ. n o 3. Art. Pertencem aos Municípios: c c I – o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. I. desta Constituição. Art. a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos. 88 do ADCT. cisão ou extinção de pessoa jurídica. no 139 do STJ. do ADCT. 76. § 1o. I – o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. 76. Arts. cabendo a totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. de 11-1-1990. dispõe sobre critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidas. de 12-6-2002. de 26-3-1999. Art. II – cinquenta por cento do produto da arrecadação do imposto da União sobre a propriedade territorial rural. nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrentes de fusão. 167. LC no 63. de 17-3-1993. de 12-6-2002. incidente na fonte. c c c c Art. nesses casos. 167. 159. c III – regular a forma e as condições como isenções. § 4o.

que determina que as alterações inseridas neste artigo somente se aplicam sobre a arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados realizada a partir de 1o-9-2007. § 2o. estabelece normas sobre o cálculo. c c Arts. no mínimo. I – do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados quarenta e oito por cento na seguinte forma: c c c c Inciso I com a redação dada pela EC no 55. através de suas instituições financeiras de caráter regional. de 28-12-1989. c Lei no 7. 167. serão creditadas conforme os seguintes critérios: I – três quartos. 72. II e 60. pertencentes aos Municípios. Arts. Art. 60. 34. estabelece normas sobre o cálculo. LC no 62 de. c c c Arts. LC no 91. Art. no caso dos Territórios. de 11-1-1990. entrega e controle de liberações de recursos dos Fundos de Participação. dispõe sobre a entrega das quotas de participação dos Estados e do Distrito Federal na arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. 76. A União entregará: c c c Art. Art. de acordo com o que dispuser lei estadual ou. Arts. Lei no 8. na forma que a lei estabelecer. que dispõe sobre critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidas. do Distrito Federal e dos Municípios. § 2o. 159. do ADCT. a entrega e o controle das liberações dos recursos dos fundos de participação dos Estados. 60. Parágrafo único. dispõe sobre a fixação dos coeficientes do Fundo de Participação dos Municípios. §§ 2o e 4o. § 2o. desta Constituição. ficando assegurada ao semiárido do Nordeste a metade dos recursos destinados à Região. c c c c) três por cento. c c Alínea d acrescida pela EC no 55. Art. de 22-9-1989. realizadas em seus territórios.016. proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados. a que se refere este inciso. As parcelas de receita pertencentes aos Municípios. mencionadas no inciso IV. II – até um quarto. de 28-12-1989. e 82. . c Art. Art. de acordo com os planos regionais de desenvolvimento. § 2o. para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte. de 22-12-1997. Nordeste e Centro-Oeste.III – cinquenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios. do ADCT. Art. de 11-1-1990. pertencentes aos Municípios. LC no 62. do ADCT. 3o da EC no 17. § 1o. do ADCT.827. Art. de 8-4-1990. c c b) vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Municípios. que dispõe sobre critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidas. a) vinte e um inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. § 1o. dez por cento aos Estados e ao Distrito Federal. Art. de 20-9-2007. dispõe sobre normas para cálculo. de 20-9-2007. 76. 1o da LC no 63. de 22-11-1997. pertencentes aos Municípios. de 20-9-2007. 2 o da EC n o 55. § 1o. 60. de 11-1-1990. d) um por cento ao Fundo de Participação dos Municípios. 1o da LC no 63. LC no 62. que determina que as alterações inseridas neste artigo somente se aplicam sobre a arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados realizada a partir de 1o-9-2007. 2 o da EC n o 55. § 2o. do Distrito Federal e dos Municípios. e 80. que dispõe sobre critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidas. 28-12-1989. IV – vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. do ADCT. e 76. do ADCT. lei federal. regulamenta esta alínea. a entrega e o controle das liberações dos recursos dos fundos de participação dos Estados. 1o da LC no 63. II – do produto da arrecadação do imposto sobre produtos industrializados. § 1o. § 1o. de 20-9-2007. IV. que será entregue no primeiro decêndio do mês de dezembro de cada ano. na proporção do valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços.

do cálculo das quotas e da liberação das participações previstas nos artigos 157. de 28-12-1989. Art. excluir-se-á a parcela da arrecadação do imposto de renda e proventos de qualquer natureza pertencente aos Estados. 93 do ADCT. Parágrafo único. pertencentes aos Municípios. observada a destinação a que se refere o inciso II. Cabe à lei complementar: I – definir valor adicionado para fins do disposto no artigo 158. de 19-12-2003. em relação a esses. do Distrito Federal e dos Municípios. c Incisos I e II acrescidos pela EC no 29. os dos Estados. observados os critérios estabelecidos no artigo 158. de 30-6-2004. c c Art. c LC no 63. de 11-1-1990. distribuídos na forma da lei. Parágrafo único. I – ao pagamento de seus créditos. dispõe sobre critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidas. do ADCT. parágrafo único. LC no 62. parágrafo único. 158 e 159. § 2o. 3o da EC no 17. vinte e cinco por cento serão destinados aos seus Municípios. c LC no 62. nesta seção. os montantes de cada um dos tributos arrecadados. Os dados divulgados pela União serão discriminados por Estado e por Município. de 22-11-1997. A vedação prevista neste artigo não impede a União e os Estados de condicionarem a entrega de recursos: c Caput do parágrafo único com a redação dada pela EC no 29. de 13-9-2000. 162. pelos beneficiários. nos termos do disposto nos artigos 157. o Distrito Federal e os Municípios divulgarão. estabelece normas sobre o cálculo. dispõe sobre critérios e prazos de crédito das parcelas do produto da arrecadação de impostos de competência dos Estados e de transferências por estes recebidas. devendo o eventual excedente ser distribuído entre os demais participantes. A União. § 3o Os Estados entregarão aos respectivos Municípios vinte e cinco por cento dos recursos que receberem nos termos do inciso II. aos Estados. 34. II – ao cumprimento do disposto no artigo 198. ao Distrito Federal e aos Municípios. ao Distrito Federal e aos Municípios. relativamente às exportações. 177. os valores de origem tributária entregues e a entregar e a expressão numérica dos critérios de rateio. Art. II – estabelecer normas sobre a entrega dos recursos de que trata o artigo 159. de 11-1-1990. o critério de partilha nele estabelecido. Art. c LC no 63. I. a entrega e o controle das liberações dos recursos dos fundos de participação dos Estados. neles compreendidos adicionais e acréscimos relativos a impostos. do referido parágrafo. objetivando promover o equilíbrio socioeconômico entre Estados e entre Municípios. incisos II e III. dispõe sobre normas para participação dos Estados e do Distrito Federal no produto de arrecadação do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. 160. a entrega e o controle das liberações dos recursos dos fundos de participação dos Estados. c Art. e 158. c LC no 61. estabelece normas sobre o cálculo. os Estados. III – dispor sobre o acompanhamento. do Distrito Federal e dos Municípios. até o último dia do mês subsequente ao da arrecadação. c. § 2o. O Tribunal de Contas da União efetuará o cálculo das quotas referentes aos fundos de participação a que alude o inciso II. de 28-12-1989. É vedada a retenção ou qualquer restrição à entrega e ao emprego dos recursos atribuídos. na forma da lei a que se refere o mencionado inciso. I e II. I. mantido. de 13-9-2000. os recursos recebidos. 161. especialmente sobre os critérios de rateio dos fundos previstos em seu inciso I. Parágrafo único.III – do produto da arrecadação da contribuição de intervenção no domínio econômico prevista no art. c c Inciso III com a redação dada pela EC no 44. c c § 4o acrescido pela EC no 42. 29% (vinte e nove por cento) para os Estados e o Distrito Federal. por Município. § 1o Para efeito de cálculo da entrega a ser efetuada de acordo com o previsto no inciso I. 93 do ADCT. . inclusive de suas autarquias. § 4o. Art. § 4o Do montante de recursos de que trata o inciso III que cabe a cada Estado. § 2o A nenhuma unidade federada poderá ser destinada parcela superior a vinte por cento do montante a que se refere o inciso II. de 26-12-1989. Art. I. pertencentes aos Municípios.

de 31-12-1964 (Lei do Sistema Financeiro Nacional). de 7-1-1953. de 27-2-1946. empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira. c II – dívida pública externa e interna. do Distrito Federal e dos Municípios. de 4-6-1998 (Reforma Administrativa). § 2o O Banco Central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional. de 29-5-2003. em instituições financeiras oficiais. disciplina a aplicação do capital estrangeiro e as remessas de valores para o exterior. dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas. III – os orçamentos anuais.807. as diretrizes. III – concessão de garantias pelas entidades públicas. V – fiscalização financeira da administração pública direta e indireta. e Lei no 1.320. I. VII – compatibilização das funções das instituições oficiais de crédito da União. de 17-3-1964.-lei no 9. I – finanças públicas. fundações e demais entidades controladas pelo Poder Público. c c c Art. resguardadas as características e condições operacionais plenas das voltadas ao desenvolvimento regional. c Art. de 16-8-1946. de 4-6-1998. 163. dos Municípios e do Distrito Federal. dos Estados. as dos Estados. LC no 101.830. Lei complementar disporá sobre: c c c Art. 34.-lei no 9. Lei no 4. c c VI – operações de câmbio realizadas por órgãos e entidades da União. orientará a elaboração da lei orçamentária . c c c Lei no 4. dispõe sobre as operações de cambio e regulamenta o retorno de capitais estrangeiros. Art. de 3-9-1962. 165. de 22-9-1980 (Lei das Execuções Fiscais). § 2o A lei de diretrizes orçamentárias compreen­ derá as metas e prioridades da administração pública federal. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I – o plano plurianual. IV – emissão e resgate de títulos da dívida pública.CAPÍTULO II Das Finanças Públicas SEÇÃO I NOrmAS GErAIS Art. 30 da EC no 19.131. dos Estados. 164.595. de 31-12-1964 (Lei do Sistema Financeiro Nacional). com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros. Lei no 6. incluída a das autarquias. ressalvados os casos previstos em lei. estabelece diretrizes para que a União possa realizar a consolidação e o reescalonamento de dívidas das administrações direta e indireta dos Estados. Lei no 4. dispõem sobre operações de câmbio. do Distrito Federal. § 1o É vedado ao Banco Central conceder. do Distrito Federal e dos Municípios. § 2o. 30 da EC no 19.388. Dec. de 30-12-1991. § 3o As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no Banco Central.595. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo Banco Central. Lei no 4. de forma regionalizada. Inciso V com a redação dada pela EC no 40. LC no 101. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). do ADCT. estatui normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. c Lei no 8. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal).025. § 1o A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá. II – as diretrizes orçamentárias. os objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Dec. incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subsequente.602. SEÇÃO II DOS OrÇAmENTOS Art. direta ou indiretamente.

§ 7o Os orçamentos previstos no § 5o. I e II. ainda que por antecipação de receita. altera procedimentos relativos ao Programa Nacional de Desestatização. § 4o Os planos e programas nacionais. órgãos e entidades da administração direta e indireta. 167. § 1o Caberá a uma Comissão mista permanente de Senadores e Deputados: I – examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente da República. dispõe sobre a organização da Administração Federal. e apreciadas. relatório resumido da execução orçamentária. c Art. do ADCT. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). 35. deste artigo. IV. os prazos. de 9-9-1997. LC no 89. ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional. § 8o A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. II – o orçamento de investimento das empresas em que a União.-lei no 200. sem prejuízo da atuação das demais comissões do Congresso Nacional e de suas Casas. na forma regimental. Art. 4o da LC no 101. detenha a maioria do capital social com direito a voto. estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa.320. Art. criadas de acordo com o artigo 58. sobre as receitas e despesas. direta ou indiretamente. segundo critério populacional. § 2o As emendas serão apresentadas na Comissão mista. anistias. decorrente de isenções. terão entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais. dos Municípios e do Distrito Federal. não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito. Lei no 4. desta Constituição. 166. § 9o Cabe à lei complementar: c c c c I – dispor sobre o exercício financeiro. nos termos da lei. c c c Arts. remissões. tributária e creditícia. § 3o O Poder Executivo publicará. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. § 6o O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito. c Art. bem como condições para a instituição e funcionamento de fundos. da administração direta ou indireta. III – o orçamento da seguridade social. compatibilizados com o plano plurianual. seus fundos. de 18-2-1997. § 1o. II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais. pelo Plenário das duas Casas do Congresso Nacional. 35.491. a elaboração e a organização do plano plurianual. 71. a vigência. na forma do regimento comum.anual. § 5o A lei orçamentária anual compreenderá: I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União. regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional. § 3 o As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso: . 35 do ADCT. subsídios e benefícios de natureza financeira. e 81. dos Estados. que sobre elas emitirá parecer. § 3o. institui o Fundo para Aparelhamento e Operacionalização das Atividades-fim da Polícia Federal – FUNAPOL. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). Os projetos de lei relativos ao plano plurianual. c Lei no 9. do ADCT. de 17-3-1964 estatui normas gerais de direito financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços da União. disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. 168 desta Constituição. § 2o. de 25-2-1967. regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária. Dec. Art. abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados. até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. LC no 101. às diretrizes orçamentárias. II – estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta. c Art. § 2o.

XXII. § 5o. 37 do ADCT. admitidos apenas os provenientes de anulação de despesa. § 4o As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual. VI – a transposição. Art. 38. conforme o caso. o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para o outro. e a prestação de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. mediante créditos especiais ou suplementares. a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde. VIII – a utilização. ou III – sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou omissões. ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados. § 1o. Art. fundações e fundos. sem prévia autorização legislativa. 212 e 37. 2o. de 19-12-2003. sem prévia autorização legislativa. na forma prevista nos arts. 80. inclusive dos mencionados no artigo 165. da LC no 101. excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus encargos. II – indiquem os recursos necessários. de recursos dos orçamentos fiscal e da seguridade social para suprir necessidade ou cobrir déficit de empresas. 167. parágrafo único. fundo ou despesa. previstas no art. no que não contrariar o disposto nesta seção. 63. c Art. para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária. Art.I – sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. II – a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais. b) serviço da dívida. IX – a instituição de fundos de qualquer natureza. que dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. § 1o. ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei. do ADCT. respectivamente. § 8o. c) transferências tributárias constitucionais para Estados. na Comissão mista. 158 e 159. c c Art. em decorrência de veto. São vedados: I – o início de programas ou projetos não incluídos na lei orçamentária anual. § 2o. I. c c c Inciso IV com a redação dada pela EC no 42. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa. 79 a 81 do ADCT. aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta. V – a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes. da parte cuja alteração é proposta. as demais normas relativas ao processo legislativo. das diretrizes orçamentárias e do orçamento anual serão enviados pelo Presidente da República ao Congresso Nacional. pelos arts. IV – a vinculação de receita de impostos a órgão. § 5 o O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação. ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. como determinado. sem autorização legislativa específica. bem como o disposto no § 4o deste artigo. III – a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital. § 8o Os recursos que. § 7o Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo. Municípios e Distrito Federal. emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual. nos termos da lei complementar a que se refere o artigo 165. . da LC no 111. com prévia e específica autorização legislativa. de 6-7-2001. § 6o Os projetos de lei do plano plurianual. § 9o. desta Constituição. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). 198. 165. Art. VII – a concessão ou utilização de créditos ilimitados.

19 a 23 da LC no 101. Art. ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista. inclusive por antecipação de receita. § 6o. dos Estados. sob pena de crime de responsabilidade. I. e II. para a prestação de garantia ou contra garantia à União e para pagamento de débitos para com esta. § 4o É permitida a vinculação de receitas próprias geradas pelos impostos a que se referem os artigos 155 e 156. na forma da lei complementar a que se refere o art. § 1o Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual. c Artigo com a redação dada pela EC no 45. c Art. 158 e 159. só poderão ser feitas: c Art. II – exoneração dos servidores não estáveis. § 2o Os créditos especiais e extraordinários terão vigência no exercício financeiro em que forem autorizados. e II. dos Estados. de 8-12-2004. pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta. empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras. XI – a utilização dos recursos provenientes das contribuições sociais de que trata o artigo 195. ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês. pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituições financeiras. a criação de cargos. do Distrito Federal e dos Municípios. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público. de 14-6-1999. de 4-6-1998 (Reforma Administrativa). Arts. § 3o A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. em duodécimos. c c c Arts. o servidor estável poderá perder o cargo. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias. c Inciso XI acrescido pela EC no 20. I. . 168. I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes. reabertos nos limites de seus saldos. de 4-6-1998. e 127. do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar. Art. c § 1o com a redação dada pela EC no 19. desta Constituição. § 3o Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo. § 1o A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. comoção interna ou calamidade pública. e. compreendidos os créditos suplementares e especiais. serão imediatamente suspensos todos os repasses de verbas federais ou estaduais aos Estados. § 2o. dispõe sobre normas gerais para a perda de cargo público por excesso de despesa. a e b. § 9o. inativo e pensionista. desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional. II. Lei no 9. ao Distrito Federal e aos Municípios que não observarem os referidos limites. e dos recursos de que tratam os artigos 157. para pagamento de despesas com pessoal ativo. caso em que. a qualquer título.801. c Art. serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subsequente. o Distrito Federal e os Municípios adotarão as seguintes providências: I – redução em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comissão e funções de confiança. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). 96. durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput. para realização de despesas distintas do pagamento de benefícios do regime geral de previdência social de que trata o artigo 201. 96. observado o disposto no artigo 62. I. II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias. como as decorrentes de guerra. bem como a admissão ou contratação de pessoal. do Ministério Público e da Defensoria Pública. desta Constituição. a União. de 17-3-1993. § 2o Decorrido o prazo estabelecido na lei complementar referida neste artigo para a adaptação aos parâmetros ali previstos. 33 da EC no 19. 198. c Inciso X acrescido pela EC no 19. c § 4o acrescido pela EC no 3.X – a transferência voluntária de recursos e a concessão de empréstimos. 169. ou sem lei que autorize a inclusão. de 4-6-1998. desta Constituição. 165. a. § 4o Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo. o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal. os Estados. A despesa com pessoal ativo e inativo da União. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. de 15-12-1998. destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário.

514. LXXIII. no 2. 20. 1o. Lei no 10.368 do CC. VIII. inclusive mediante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação. de 14-6-1999. Art. de 30-3-1995. Art. c c c §§ 2o a 7o acrescidos pela EC no 19. III. de 11-9-1990 (Código de Defesa do Consumidor). vedada a criação de cargo. c Art.181. no 646 do STF.101. de 22-7-2008. § 7o Lei federal disporá sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivação do disposto no § 4o. 21. e estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações. Lei no 8. VII – redução das desigualdades regionais e sociais.594. Lei no 8. no 6. caput. de 9-2-2005 (Lei de Recuperação de Empresas e Falências). 5o. I. desta Constituição. tem por fim assegurar a todos existência digna.176. que é comemorado anualmente. do CONAMA no 369. de 19-12-2003.801. I. caput. 1o. de 20-3-1997. 52 do Dec. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). Art.884. 170. Lei no 9.605. 247 desta Constituição. Art. de 27-12-1990 (Lei dos Crimes contra a Ordem Tributária. de 8-7-2002. emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo de quatro anos. Arts. Lei no 8. Arts. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). desta Constituição. Súm. Res.§ 5o O servidor que perder o cargo na forma do parágrafo anterior fará jus a indenização correspondente a um mês de remuneração por ano de serviço. observados os seguintes princípios: I – soberania nacional. desta Constituição. Arts. no 2. no 646 do STF. 3o. fundada na valorização do trabalho humano e na livre iniciativa. dispõe sobre as normas gerais para a perda de cargo público por excesso de despesa. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). 1.228 a 1.504. de 4-6-1998. de 12-2-1998 (Lei dos Crimes Ambientais). dispõe sobre a organização do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor – SNDC e estabelece normas gerais de aplicação das sanções administrativas previstas no CDC. dispõe sobre os casos excepcionais. c c . no dia 15 de março. Art. c c c c V – defesa do consumidor. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). de 15-4-1998. c c c c c c Inciso VI com a redação dada pela EC no 42. XXII. Dec. de utilidade pública. Art. interesse social ou baixo impacto ambiental. conforme os ditames da justiça social. Lei no 7. desta Constituição. que dispõe sobre a defesa da concorrência na desestatização. Lei no 8. TÍtulo VII – Da OrdeM EconÔMica e Financeira CAPÍTULO I Dos PrincÍpios Gerais da Atividade EconÔmica c c c Lei n 8.884. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública).347. Lei no 9. dispõe sobre a implementação do CADE.078. 54. A ordem econômica. Dec.137. Lei no 8. c c c c c VI – defesa do meio ambiente.021. o Art. que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente – APP. c VIII – busca do pleno emprego. § 6o O cargo objeto da redução prevista nos parágrafos anteriores será considerado extinto. Econômica e contra as Relações de Consumo). 47 da Lei no 11. c c III – função social da propriedade. c IV – livre concorrência. de 28-3-2006. 5o. institui o Dia Nacional do Consumidor.884. II – propriedade privada. Súm.884. da Lei no 8. dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente. 6o e 7o desta Constituição. Lei no 9. de 8-2-1991 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Econômica).

Súm. de 15-8-1995. no 646 do STF. Lei no 8. 173. de 4-6-1998. c Lei Delegada no 4. Art. incentivará os reinvestimentos e regulará a remessa de lucros. II – a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas. Lei no 8. estabelece as regras e condições de emissão do Real e os critérios para conversão das obrigações para o Real. Art.884. § 4o A lei reprimirá o abuso do poder econômico que vise à dominação dos mercados. IV – a constituição e o funcionamento dos conselhos de administração e fiscal. de 14-12-2006 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte). § 2o As empresas públicas e as sociedades de economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado. à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros. serviços. compras e alienações.176. nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular. § 5o A lei. c OJ da SBDI-I do TST no 353. I – sua função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade. com a participação de acionistas minoritários. desta Constituição. conforme definidos em lei. 246 desta Constituição. c c c c c Lei no 8. LC no 123. 22. c c Lei no 4.IX – tratamento favorecido para as empresas de pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. Econômica e Contra as Relações de Consumo). 172. observados os princípios da administração pública. inclusive quanto aos direitos e obrigações civis. Ressalvados os casos previstos nesta Constituição. c Incisos I a V com a redação dada pela EC no 19. os investimentos de capital estrangeiro.137. salvo nos casos previstos em lei. EC no 6. de 15-8-1995. de 4-6-1998.174. institui e regulamenta o Fórum Permanente das Microempresas de Pequeno Porte. o Sistema Monetário Nacional. de 29-6-1995 dispõe sobre o Plano Real. § 3o A lei regulamentará as relações da empresa pública com o Estado e a sociedade. Lei no 6. A lei disciplinará. a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo. V – os mandatos. Art. disciplina a aplicação do capital estrangeiro e as remessas de valores para o exterior. Lei no 9. .-lei no 37. c c Art. XXVII. com base no interesse nacional. de 3-9-1962.131. c Súm. de 18-11-1966 (Lei do Imposto de Importação). de 27-12-1990 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Tributária. trabalhistas e tributários. no 646 do STF. c c c c Inciso IX com a redação dada pela EC no 6. a avaliação de desempenho e a responsabilidade dos administradores. de 26-9-1962. comerciais. § 1o A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública.069. Súm. III – licitação e contratação de obras. de 8-2-1991 (Lei dos Crimes Contra a Ordem Econômica). estabelecerá a responsabilidade desta. sem prejuízo da responsabilidade individual dos dirigentes da pessoa jurídica. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica. dispondo sobre: c § 1o com a redação dada pela EC no 19. no 333 do STJ. 171. Art. sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza. c OJ da SBDI-I do TST no 364. de 1-8-2007. Parágrafo único. da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços. Dec. independentemente de autorização de órgãos públicos. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). Revogado. dispõe sobre a intervenção no domínio econômico para assegurar a livre distribuição de produtos necessários ao consumo do povo.

de 10-11-1999. de 8-4-1997. § 3o A autorização de pesquisa será sempre por prazo determinado. de 24-3-1999.Art. as funções de fiscalização. Lei no 9. Dec. 246 desta Constituição. na forma da lei. em lavra ou não. de 28-2-1967 (Código de Mineração). c c Lei no 8. IV – a obrigação de manter serviço adequado. e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta da do solo. Lei no 9. visando à integração social dos cidadãos. o qual incorporará e compatibilizará os planos nacionais e regionais de desenvolvimento. § 2o A lei apoiará e estimulará o cooperativismo e outras formas de associativismo.427. § 3o O Estado favorecerá a organização da atividade garimpeira em cooperativas. de 28-2-1967 (Código de Mineração). c Súm. na forma da lei. § 4o Não dependerá de autorização ou concessão o aproveitamento do potencial de energia renovável de capacidade reduzida. de 7-7-1995. de 16-12-1971 (Lei das Cooperativas). e pertencem à União. regulamenta este parágrafo. c c c c c Lei no 8. na forma da lei.764. sem prévia anuência do poder concedente. a prestação de serviços públicos.987. sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado. dispõe sobre a criação e o funcionamento de Cooperativas Sociais. no interesse nacional. de 13-2-1995 (Lei da Concessão e Permissão da Prestação de Serviços Públicos).-lei no 227. Como agente normativo e regulador da atividade econômica. de 28-2-1967 (Código de Mineração). 176.-lei no 227. .074. 174. Incumbe ao Poder Público. A lei disporá sobre: I – o regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos. bem como as condições de caducidade. levando em conta a proteção do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros. na forma da lei. Dec. para efeito de exploração ou aproveitamento. Lei no 9. de 30-6-1995.901. Dec. 175. § 1o A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o caput deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União. sempre através de licitação.-lei no 227. o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação. no 407 do STJ. Art. XXV. total ou parcialmente. § 1o A lei estabelecerá as diretrizes e bases do planejamento do desenvolvimento nacional equilibrado. institui a Agência Nacional de Energia Elétrica – ANEEL e disciplina o regime das concessões de serviços públicos de energia elétrica. c c Lei no 5. de 15-8-1995. III – política tarifária. aprova o Regulamento de Serviços Especiais. As jazidas. c Dec. que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas. II – os direitos dos usuários.196. na forma e no valor que dispuser a lei. § 4o As cooperativas a que se refere o parágrafo anterior terão prioridade na autorização ou concessão para pesquisa e lavra dos recursos e jazidas de minerais garimpáveis. no 2. fiscalização e rescisão da concessão ou permissão. e as autorizações e concessões previstas neste artigo não poderão ser cedidas ou transferidas. garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra. Lei n o 9. o Estado exercerá. nas áreas onde estejam atuando.791. c c c § 1o com a redação dada pela EC no 6. § 2o É assegurada participação ao proprietário do solo nos resultados da lavra.867. e naquelas fixadas de acordo com o artigo 21. Art. Art. incentivo e planejamento. estabelece normas para outorga e prorrogações das concessões e permissões de serviços públicos. de 26-12-1996. Parágrafo único. por brasileiros ou empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no País. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. dispõe sobre a obrigatoriedade de as concessionárias de serviços públicos estabelecerem ao consumidor e ao usuário datas opcionais para o vencimento de seus débitos.

III. processamento. dispõe sobre a política energética nacional. dispõe sobre a fiscalização das atividades relativas ao abastecimento nacional de combustíveis de que trata a Lei no 9. não se lhe aplicando o disposto no artigo 150.478. as atividades relativas ao monopólio do petróleo.A. o reprocessamento. a lavra.A. § 2o A lei a que se refere o § 1o disporá sobre: c c I – a garantia do fornecimento dos derivados de petróleo em todo o Território Nacional. tratamento. de 2-8-2010. bem assim o transporte.478. dispõe sobre subvenções ao preço e ao transporte do álcool combustível e subsídios ao preço do gás liquefeito de petróleo – GLP. 45 do ADCT. de 13-5-2002. estocagem.847. conforme as alíneas b e c do inciso XXIII do caput do art.A. . de 9-11-1995. dispõe sobre as atividades relativas à importação. por meio de conduto. autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S. de 4-3-2009. tratamento. estocagem. dispõe sobre as atividades relativas à importação. c III – a importação e exportação dos produtos e derivados básicos resultantes das atividades previstas nos incisos anteriores. b) ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás. a industrialização e o comércio de minérios e minerais nucleares e seus derivados. seus derivados e gás natural de qualquer origem. de 9-11-1995. e estabelece sanções administrativas. c c § 1o com a redação dada pela EC no 9. regaseificação e comercialização de gás natural.478. II – as condições de contratação. de 8-2-2006. – Pré-Sal Petróleo S.909. c Lei no 11. de petróleo bruto. III – a estrutura e atribuições do órgão regulador do monopólio da União. gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. Lei no 9. b) reduzida e restabelecida por ato do Poder Executivo. com exceção dos radioisótopos cuja produção. de 6-8-1997. liquefação. I – a pesquisa e a lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. Lei no 12. as atividades relativas ao monopólio do petróleo.Art. (PPSA). de 9-11-1995.A. c c § 4o A lei que instituir contribuição de intervenção no domínio econômico relativa às atividades de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados. IV – o transporte marítimo do petróleo bruto de origem nacional ou de derivados básicos de petróleo produzidos no País. c Inciso V com a redação dada pela EC no 49. § 1o A União poderá contratar com empresas estatais ou privadas a realização das atividades previstas nos incisos I a IV deste artigo. observadas as condições estabelecidas em Lei. de 2-8-2010. que institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional de Petróleo – ANP.304. de 26-10-1999. de 6-8-1997. liquefação. 21 desta Constituição Federal. dispõe sobre a política energética nacional. Lei no 9. c c § 2o acrescido pela EC no 9. – Pré-Sal Petróleo S.478. transporte por meio de condutos. exportação. Lei no 9. de 6-8-1997. autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Administração de Petróleo e Gás Natural S. II – os recursos arrecadados serão destinados: a) ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível. Art. Constituem monopólio da União: c Lei no 9. c Lei no 10. de 9-11-1995. c II – a refinação do petróleo nacional ou estrangeiro. c Lei no 11. dispõe sobre a Política Energética Nacional. o enriquecimento. processamento. gás natural e seus derivados e álcool combustível deverá atender aos seguintes requisitos: I – a alíquota da contribuição poderá ser: a) diferenciada por produto ou uso. de 6-8-1997. V – a pesquisa. Lei no 12. regaseificação e comercialização de gás natural. (PPSA). 3o da EC no 9. comercialização e utilização poderão ser autorizadas sob regime de permissão.304. exportação.453.909. transporte por meio de condutos. institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional do Petróleo – ANP. institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional de Petróleo – ANP. Art. Antigo § 2o transformado em § 3o pela EC no 9. as atividades relativas ao monopólio do petróleo. 177. b. de 4-3-2009. § 3o A lei disporá sobre transporte e a utilização de materiais radioativos no Território Nacional.

gás natural e seus derivados. 182. tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes.c) ao financiamento de programas de infraestrutura de transportes. de 14-12-2006 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte). a Agência Nacional de Transportes Terrestres. julgou parcialmente procedente a ADIN no 2. Lei no 7. previdenciárias e creditícias. de 5-6-2001. A União. c c c c Art. para dar interpretação conforme a CF. obrigatório para cidades com mais de vinte mil habitantes. de 5-1-2007. deste inciso (DJ de 4-3-2005). no sentido de que a abertura de crédito suplementar deve ser destinada às três finalidades enumeradas nas alíneas a a c. Art.257. de 11-12-2001. conforme diretrizes gerais fixadas em lei. Art. c c Art. o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte. 246 desta Constituição. de 13-5-2002. 246 desta Constituição.565. 178 com a redação dada pela EC no 7. que dispõe sobre subvenções ao preço e ao transporte do álcool combustível e subsídios ao preço do gás liquefeito de petróleo – GLP.257. Lei no 10. O atendimento de requisição de documento ou informação de natureza comercial. de autoridades em aeronave do comando da aeronáutica. 180.336. a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País dependerá de autorização do Poder competente. Art. Art. visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas. tributárias. A lei disporá sobre a ordenação dos transportes aéreo. CAPÍTULO II Da PolÍtica Urbana c Lei no 10. de 25-1-1967. observar os acordos firmados pela União. 46 da LC no 101. § 1o O plano diretor. c c c c § 4o acrescido pela EC no 33. Art. de 13-2-2002. Art. no País. Parágrafo único. dispõe sobre o transporte rodoviário de cargas por conta de terceiros e mediante remuneração. executada pelo Poder Público municipal. § 2o A propriedade urbana cumpre sua função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor. de 15-8-1995. O STF. dispõe sobre as operações inerentes ao transporte de mercadorias por via d’água nos portos brasileiros. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). de 21-6-1941 (Lei das Desapropriações). Dec. atendido o princípio da reciprocidade. 179. de 19-15-1986 (Código Brasileiro de Aeronáutica). quanto à ordenação do transporte internacional.442. Lei no 10. Súm. do ADCT. 1 o da Lei n o 10. Dec. institui Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico incidente sobre a importação e a comercialização de petróleo e seus derivados. de 10-7-2001 (Estatuto da Cidade). cria o Conselho Nacional de Integração de Políticas de Transporte. devendo. n o 4. 181. assim definidas em lei. c c c c c Art. Dec. A União.925-8.130. Art. Art. ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei. Lei no 11.453. é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana.365. 47. feita por autoridade administrativa ou judiciária estrangeira. c c .-lei no 3. tratamento jurídico diferenciado. a Agência Nacional de Transportes Aquaviários e o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes. delimitando suas responsabilidades e tratando das faltas e avarias. c c Art. por maioria de votos. c Lei no 10. LC no 123. A política de desenvolvimento urbano. Dec. dispõe sobre o transporte aéreo. § 1o. dispõe sobre a reestruturação dos transportes aquaviário e terrestre.244. 178. Na ordenação do transporte aquático. no 668 do STF. a lei estabelecerá as condições em que o transporte de mercadorias na cabotagem e a navegação interior poderão ser feitos por embarcações estrangeiras. o Distrito Federal e os Municípios promoverão e incentivarão o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico.-lei no 116. e álcool etílico combustível – CIDE. no 4. § 3o As desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa indenização em dinheiro. aquático e terrestre. 186 desta Constituição. de 19-12-2001.233. regulamenta este artigo. aprova o Regulamento e o Quadro Demonstrativo dos Cargos Comissionados e dos Cargos Comissionados Técnicos da Agência Nacional de Transporte Terrestre – ANTT. aprovado pela Câmara Municipal. os Estados. de 10-7-2001 (Estatuto da Cidade). os Estados. de 22-5-2002.

CAPÍTULO III Da PolÍtica AGrÍcola e FundiÁria e da Reforma AGrÁria c c c c c c c LC no 93. Dec.257. de 25-2-1993. nos termos da lei federal. de 30-1-1991. amparo ao pequeno produtor e regras de fixação e liberação dos estoques públicos. Lei no 10. cria o Fundo de Terras e da Reforma Agrária – Banco da Terra. para o processo judicial de desapropriação.629. II – imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo. com prazo de resgate de até dez anos. Aquele que possuir como sua área urbana de até duzentos e cinquenta metros quadrados. sucessivamente. por cinco anos. § 1o As benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro. de 25-2-1993. regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária. 156. dispõe sobre a concessão de subvenção econômica nas operações de crédito rural. para fins de reforma agrária.240 do CC.393. mediante lei específica para área incluída no plano diretor. 183. Lei no 9.622. no 668 do STF. estabelecendo atribuições ao Conselho Nacional de Política Agrícola – CNPA. § 3o Cabe à lei complementar estabelecer procedimento contraditório especial. de 4-2-1998.126. c MP no 2. desta Constituição. dispõe sobre o ITR. c c Arts. ou a ambos. 1. do proprietário do solo urbano não edificado.504. mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária. de: I – parcelamento ou edificação compulsórios.257. iguais e sucessivas. c c Art. de 10-11-1995. em parcelas anuais. independentemente do estado civil. de 6-7-1993 (Lei de Desapropriação de Imóvel Rural para fins de Reforma Agrária). de 30-11-1964 (Estatuto da Terra). e seu Dec. dispõe sobre princípios de política agrícola. de 29-11-1995. Súm.365. de 4-9-2001. dispõe sobre o crédito rural. § 4o O orçamento fixará anualmente o volume total de títulos da dívida agrária. utilizando-a para sua moradia ou de sua família.220. assim como o montante de recursos para atender ao programa de reforma agrária no exercício. o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social. desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. exigir. autoriza a União a propor a ação de desapropriação.138. § 3o Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião.238 e 1. regulamenta este artigo. c LC no 76. e que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em Lei. Lei no 8. § 1o. tributação compensatória de produtos agrícolas. 184. a partir do segundo ano de sua emissão.c Súmulas nos 113 e 114 do STJ. regulamentador n o 2. dispõe sobre a concessão de uso especial de que trata este parágrafo. que promova seu adequado aproveitamento. Lei no 9. regulamenta os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária.174. c c Lei no 10. Lei no 4. Lei no 8. sob pena. III – desapropriação com pagamento mediante títulos da dívida pública de emissão previamente aprovada pelo Senado Federal. Compete à União desapropriar por interesse social. Lei no 9. de 21-6-1941 (Lei das Desapropriações). § 2o O decreto que declarar o imóvel como de interesse social. de 10-7-2001 (Estatuto da Cidade). Art. c Lei no 10. ininterruptamente e sem oposição. resgatáveis no prazo de até vinte anos. para fins de reforma agrária. adquirir-lhe-á o domínio. regulamenta este artigo. § 1o O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher. de 10-7-2001 (Estatuto da Cidade). § 4o É facultado ao Poder Público municipal. esta­ duais e municipais as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária. § 5o São isentas de impostos federais. de 19-12-1996. subutilizado ou não utilizado. de 9-6-1998. de rito sumário.257. assegurados o valor real da indenização e os juros legais. com cláusula de preservação do valor real.-lei no 3. c Lei no 8. § 2o Esse direito não será reconhecido ao mesmo possuidor mais de uma vez.629. Art. e cuja utilização será definida em lei. . de 10-7-2001 (Estatuto da Cidade).

190. inegociáveis. de 17-1-1991 (Lei da Política Agrícola). especialmente: c c c Lei no 8. regula a aquisição de imóveis rurais por estrangeiro residente no País ou pessoa jurídica estrangeira autorizada a funcionar no Brasil. ainda que por interposta pessoa. I – os instrumentos creditícios e fiscais. § 2o Excetuam-se do disposto no parágrafo anterior as alienações ou as concessões de terras públicas para fins de reforma agrária. VII – a eletrificação rural e irrigação. pelo prazo de dez anos. 188. segundo critérios e graus de exigência estabelecidos em lei. Lei no 8. Súm. § 2o Serão compatibilizadas as ações de política agrícola e de reforma agrária.284. pesqueiras e florestais. levando em conta. de 25-2-1993. da Lei no 11. Art.709. de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares a pessoa física ou jurídica. V – o seguro agrícola.629. de utilidade pública. a qualquer título. Art. independentemente do estado civil. VIII – a habitação para o trabalhador rural. do CONAMA no 369. c c Lei no 8. 6o. Os beneficiários da distribuição de imóveis rurais pela reforma agrária receberão títulos de domínio ou de concessão de uso. nos termos e condições previstos em lei. Art. de 30-1-1991. dispõe sobre os casos excepcionais. 185. A lei garantirá tratamento especial à propriedade produtiva e fixará normas para o cumprimento dos requisitos relativos à sua função social. aos seguintes requisitos: c Lei no 8. no 298 do STJ. § 1o Incluem-se no planejamento agrícola as atividades agroindustriais. envolvendo produtores e trabalhadores rurais. A destinação de terras públicas e devolutas será compatibilizada com a política agrícola e com o plano nacional de reforma agrária. I – a pequena e média propriedade rural. VI – o cooperativismo. c c Lei no 5. regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária. ou a ambos. de 28-3-2006. II – os preços compatíveis com os custos de produção e a garantia de comercialização. regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária. 186. que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente – APP. A lei regulará e limitará a aquisição ou o arrendamento de propriedade rural por pessoa física ou jurídica estrangeira e estabelecerá os casos que dependerão de autorização do Congresso Nacional. regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária. II – a propriedade produtiva. interesse social ou baixo impacto ambiental. estabelecendo atribuições ao Conselho Nacional de Política Agrícola – CNPA. de 7-10-1971. . de 25-2-1993.629. § 1o A alienação ou a concessão. regula os dispositivos constitucionais relativos à reforma agrária. II. de 25-2-1993.171. II – utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente. Art. IV – exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores. São insuscetíveis de desapropriação para fins de reforma agrária: c Lei no 8.Art. Parágrafo único. tributação compensatória de produtos agrícolas. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei. dispõe sobre princípios de política agrícola. 189. simultaneamente. Art.629. desde que seu proprietário não possua outra. Lei no 8. de armazenamento e de transportes. de 2-3-2006 (Lei de Gestão de Florestas Públicas). c Res. Art. O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher. III – observância das disposições que regulam as relações de trabalho. A função social é cumprida quando a propriedade rural atende.174. de 25-2-1993. Parágrafo único. assim definida em lei. III – o incentivo à pesquisa e à tecnologia. amparo ao pequeno produtor e regras de fixação e liberação dos estoques públicos.629. bem como dos setores de comercialização. agropecuárias. dependerá de prévia aprovação do Congresso Nacional. 187. I – aproveitamento racional e adequado. com a participação efetiva do setor de produção. IV – a assistência técnica e extensão rural.

I a VIII – Revogados.048. inclusive. TÍtulo VIII – Da OrdeM Social CAPÍTULO I Disposição Geral Art. de 24-11-1989. mediante gestão quadripartite. c Caput com a redação dada pela EC no 40. com base nos seguintes objetivos: I – universalidade da cobertura e do atendimento. VI – diversidade da base de financiamento. de 13-12-1996. para ressarcimento do valor do PIS/PASEP e COFINS nos casos que especifica. Lei no 9. Dec. de 15-12-1988 (Lei da Contribuição Social Sobre o Lucro das Pessoas Jurídicas). 191. Parágrafo único. de forma direta e indireta. SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GErAIS Art. em zona rural. dos empregadores.894. de 29-5-2003. Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião. CAPÍTULO IV Do Sistema Financeiro Nacional Art. EC no 40. Parágrafo único. III – seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços. com participação dos trabalhadores. Lei no 8. Lei no 8. dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados. mediante recursos provenientes dos orçamentos da União. Aquele que. de 10-12-1981 (Lei da Usucapião Especial). de 30-12-1991. Lei no 8. Compete ao Poder Público. organizar a seguridade social. sem oposição. tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família. e como objetivo o bem-estar e a justiça sociais.Art. do Distrito Federal e dos Municípios. por cinco anos ininterruptos. A ordem social tem como base o primado do trabalho. CAPÍTULO II Da SeGuridade Social c c c c Lei no 8. dispõe sobre a instituição de crédito presumido do Imposto sobre Produtos Industrializados. sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram. V – equidade na forma de participação no custeio. dispõe sobre as contribuições para o Finsocial e PIS/PASEP. VII – caráter democrático e descentralizado da administração. de 24-7-1991 (Lei Orgânica da Seguridade Social). c Inciso VII com a redação dada pela EC no 20. nos termos da lei. tendo nela sua moradia. à previdência e à assistência social. 194. §§ 1o a 3o Revogados.239 do CC. EC no 40. 193. IV – irredutibilidade do valor dos benefícios. possua como seu. O sistema financeiro nacional. área de terra.363. de 24-7-1991 (Lei Orgânica da Seguridade Social). será regulado por leis complementares que disporão.212. adquirir-lhe-á a propriedade. de 29-5-2003. Art. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade.213. de 29-5-2003. não superior a cinquenta hectares. II – uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). dos Estados. destinadas a assegurar os direitos relativos à saúde. de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social). em todas as partes que o compõem. c c Art. Lei no 7. nos termos da lei.213. estruturado de forma a promover o desenvolvimento equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade. 192. 1.212. institui contribuição para financiamento da Seguridade Social.689. c c Lei no 8. e das seguintes contribuições sociais: c c c c LC no 70.742. de 7-12-1993 (Lei Orgânica da Assistência Social). de 15-12-1998.969. abrangendo as cooperativas de crédito. . Lei no 7. A seguridade social será financiada por toda a sociedade. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Lei no 6. não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano. 195. eleva a alíquota da contribuição social sobre o lucro das instituições financeiras. no 3.

ou de quem a lei a ele equiparar. § 6o As contribuições sociais de que trata este artigo só poderão ser exigidas após decorridos noventa dias da data da publicação da lei que as houver instituído ou modificado. previdência social e assistência social. de 19-12-2003. I. c Art. no 688 do STF. desta Constituição. c Art. VIII. contribuirão . institui o Fundo de Aposentadoria Programada Individual – FAPI e o Plano de Incentivo à Aposentadoria Programada Individual. c IV – do importador de bens ou serviços do exterior. o parceiro. 74. do ADCT. c c Súm. não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o artigo 201. do Distrito Federal e dos Municípios destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos. LC no 70. 114. Súm. institui contribuição para o funcionamento da Seguridade Social e eleva alíquota da contribuição social sobre o lucro das instituições financeiras. II – do trabalhador e dos demais segurados da previdência social. assegurada a cada área a gestão de seus recursos. 114. incidentes sobre: c a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. que exerçam suas atividades em regime de economia familiar. Art.856. desta Constituição. bem como os respectivos cônjuges. Lei no 10. § 2o A proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde. de 4-5-2000 (Lei da Responsabilidade Fiscal). c c Art. majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total. que dispõe sobre a destinação da renda de concursos de prognósticos.477. tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias. sem empregados permanentes. IX. à pessoa física que lhe preste serviço. e 167. mesmo sem vínculo empregatício. § 9o. Súmulas nos 658. no 423 do STJ. no 352 do STJ. não integrando o orçamento da União. b) a receita ou o faturamento. 24 da LC no 101. de 15-12-1998. de 30-12-1991.477.865. § 8o O produtor. 4o da Lei no 7. de 24-7-1991 (Lei Orgânica da Seguridade Social). Arts. dispõe sobre o PIS/PASEP-Importação e a COFINS-Importação. 659 e 688 do STF. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. de 15-12-1998. de 24-7-1997. de 30-4-2004. § 7o São isentas de contribuição para a seguridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei. de 26-11-1999. o meeiro e o arrendatário rurais e o pescador artesanal. c c § 1o As receitas dos Estados. Súm. dispõe sobre a contribuição previdenciária do contribuinte individual e o cálculo do benefício. no 659 do STF. c c c Incisos I e II com a redação dada pela EC no 20. b.c c c Lei no 9. não se lhes aplicando o disposto no artigo 150. 195. obedecido o disposto no artigo 154. desta Constituição. c c c Alíneas a a c acrescidas pela EC no 20. c) o lucro. no 669 do STF. III. § 4o A lei poderá instituir outras fontes destinadas a garantir a manutenção ou expansão da seguridade social. Lei no 9. VIII. não poderá contratar com o Poder Público nem dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios. Inciso IV acrescido pela EC no 42. § 5o Nenhum benefício ou serviço da seguridade social poderá ser criado. I – do empregador. como estabelecido em lei. de 24-7-1997. c Lei no 9. institui o Fundo de Aposentadoria Programada Individual – FAPI e o plano de incentivo à aposentadoria programada individual. de 24-10-1989. III – sobre a receita de concursos de prognósticos. Art. § 4o.876. Súm.212. Súm. c Lei no 8. § 3o A pessoa jurídica em débito com o sistema da seguridade social. a qualquer título.

dispõe sobre as condições para a promoção. nos termos da lei. a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes. de 6-4-2001.216.273. c §§ 12 e 13 acrescidos pela EC no 42. garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doen­ ça e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção. sobre sua regulamentação. § 10. dispõe sobre as condições para a promoção. .961. torna obrigatória a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. serão não cumulativas. c c Lei no 8. em razão da atividade econômica. Lei no 9. III – participação da comunidade. dispõe sobre a qualificação de pessoas jurídicas de direito privado. de 19-9-1990. sem prejuízo dos serviços assistenciais. 197. Lei no 9. c c c Lei no 9. cabendo ao Poder Público dispor. c Lei no 8. para débitos em montante superior ao fixado em lei complementar. São de relevância pública as ações e serviços de saúde. de 19-12-2003. b. Art. sem fins lucrativos. SEÇÃO II DA SAÚdE c c c c c Lei n 8. o Distrito Federal e os Municípios. total ou parcial.273. a. o Art. § 9o As contribuições sociais previstas no inciso I do caput deste artigo poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas. da contribuição incidente na forma do inciso I. de 23-3-1999. 198. de 28-1-2000. II – atendimento integral. com direção única em cada esfera de governo. pela incidente sobre a receita ou o faturamento. § 12. fiscalização e controle. Súm. também. Dec. A lei definirá os critérios de transferência de recursos para o sistema único de saúde e ações de assistência social da União para os Estados. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único. devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e. como organizações da sociedade civil de interesse público e institui e disciplina o termo de parceria. Aplica-se o disposto no § 12 inclusive na hipótese de substituição gradual. cria a Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS. a. Lei no 9. de 19-9-1990.797. do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho. Dispõe sobre a obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pela rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS nos casos de mutilação decorrentes de tratamento de câncer. de 5-6-1999. 196. proteção e recuperação da saúde. dispõe sobre a distribuição gratuita de medicamentos aos portadores do HIV e doentes de AIDS. c §§ 10 e 11 acrescidos pela EC no 20. de 13-11-1996. no 3. c c § 8o com a redação dada pela EC no 20. § 13. no 272 do STJ. Lei no 9. e dos Estados para os Municípios. de 28-12-1990.para a seguridade social mediante a aplicação de uma alíquota sobre o resultado da comercialização da produção e farão jus aos benefícios nos termos da lei. proteção e recuperação da saúde.327. por pessoa física ou jurídica de direito privado. de 15-12-1998. Lei no 10. dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. Lei no 9. observada a respectiva contrapartida de recursos. torna obrigatória a inclusão de dispositivo de segurança que impeça a reutilização das seringas descartáveis. É vedada a concessão de remissão ou anistia das contribuições sociais de que tratam os incisos I. A saúde é direito de todos e dever do Estado.080.790. Art. c § 9o com a redação dada pela EC no 47.080. de 5-7-2005. de 5-1-2000. de 15-12-1998. A lei definirá os setores de atividade econômica para os quais as contribuições incidentes na forma dos incisos I. e II deste artigo. regulamentada pelo Dec. dispõe sobre o Fundo Nacional de Saúde.313. com prioridade para as atividades preventivas. e IV do caput. da utilização intensiva de mão de obra.147. organizado de acordo com as seguintes diretrizes: I – descentralização. proteção e recuperação.964. a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes. de 10-10-2001. de 3-5-1996. § 11. de 3-5-1996. dispõe sobre a alíquota do Finsocial. no 3.

mediante contrato de direito público ou convênio. com recursos do orçamento da seguridade social. o piso salarial profissional nacional. § 3o Lei complementar. alínea b e § 3o. ao Distrito Federal e aos Municípios. nos termos da lei. 2o da EC no 51. ao Distrito Federal e aos Municípios. tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. inciso I. estadual. 167. segundo diretrizes deste. 169 da Constituição Federal. da União. de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação. § 2 o É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. de 19-9-1990. objetivando a progressiva redução das disparidades regionais. § 5o Lei federal disporá sobre o regime jurídico. Lei no 9. c c § 4o acrescido pela EC no 51. § 6o Além das hipóteses previstas no § 1o do art. competindo à União. Art. I – no caso da União. de 13-9-2000.656. II – no caso dos Estados e do Distrito Federal. para o cumprimento do referido piso salarial. de 3-6-1998 (Lei dos Planos e Seguros Privados de Saúde). c Lei no 8.080. estabelecerá: I – os percentuais de que trata o § 2o. de 5-10-2006. na forma definida nos termos da lei complementar prevista no § 3o. nos termos do artigo 195. proteção e recuperação da saúde. anualmente. IV. desta Constituição. . dispõe sobre as condições para a promoção. c § 6o acrescido pela EC no 51. § 4o Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público. Art.350. de 14-2-2006. distrital e municipal. fixados em lei. de 14-2-2006. e dos Estados destinados a seus respectivos Municípios. Lei no 11. prestar assistência financeira complementar aos Estados. além de outras fontes. avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal. para o seu exercício. a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes. regulamenta este parágrafo. 199. III – as normas de fiscalização. o servidor que exerça funções equivalentes às de agente comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias poderá perder o cargo em caso de descumprimento dos requisitos específicos. IV – as normas de cálculo do montante a ser aplicado pela União. c c § 5o com a redação dada pela EC no 63. que dispõe sobre a contratação dos agentes comunitários de saúde e de combate às endemias. salvo nos casos previstos em lei.§ 1o O sistema único de saúde será financiado. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. que será reavaliada pelo menos a cada cinco anos. c § 1o As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde. de 14-2-2006. II – os critérios de rateio dos recursos da União vinculados à saúde destinados aos Estados. c Parágrafo único transformado em § 1o pela EC no 29. os Estados. em ações e serviços públicos de saúde recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais calculados sobre: c Art. o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o artigo 156 e dos recursos de que tratam os artigos 158 e 159. § 3o É vedada a participação direta ou indireta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País. as diretrizes para os Planos de Carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. c §§ 2o e 3o acrescidos pela EC no 29. o Distrito Federal e os Municípios aplicarão. do Distrito Federal e dos Municípios. 41 e no § 4o do art. inciso I. deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios. alínea a e inciso II. de 4-2-2010. § 2o União. dos Estados. o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o artigo 155 e dos recursos de que tratam os artigos 157 e 159. III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal. de 13-9-2000.

autoriza o Poder Executivo a criar a empresa pública denominada Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia – HEMOBRÁS.212. Ao sistema único de saúde compete.213. a exportação. a experimentação.268. o controle.677. Arts. o transporte. hemoderivados e outros insumos. o Art. transporte.402. Lei no 8. imunobiológicos. distribuição e aplicação do sangue. de 19-9-1990. tecidos e substâncias humanas para fins de transplante. IV – participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico. a propaganda comercial. aprova o Estatuto da Empresa Brasileira de Hemoderivados e Biotecnologia – HEMOBRÁS. bem como as de saúde do trabalhador. proteção e recuperação da saúde e a organização e o funcionamento dos serviços correspondentes. de 28-12-1990. a produção. Lei no 8. para fins de estudos ou pesquisas científicas. de 2-7-1998. SEÇÃO III DA PrEVIdÊNCIA SOCIAL c c c c Lei n 8. de caráter contributivo e de filiação obrigatória. c c c c c Lei n o 8.213. incluíram na classificação dos delitos considerados hediondos determinados crimes contra a saúde pública. no 3. regulamenta este parágrafo. dispõe sobre a utilização de cadáver não reclamado. a: c c c c c c c Caput com a redação dada pela EC no 20. dispõe sobre a obrigatoriedade da manutenção de programa de controle de infecções hospitalares pelos hospitais do País.796. Art. a classificação. V – incrementar em sua área de atuação o desenvolvimento científico e tecnológico. nos termos da lei. de 30-11-1992. além de outras atribuições. de 5-5-1999. equipamentos. Lei n o 10. no 3. Dec. estocagem. dispõe sobre a compensação financeira entre o Regime Geral de Previdência Social e os Regimes de previdência dos servidores da União. I – cobertura dos eventos de doença. Art.205. nos casos de contagem recíproca de tempo de contribuição para efeito de aposentadoria.972. Dec. especialmente à gestante. a inspeção e a fiscalização. c c c Lei no 9. morte e idade avançada. de 4-2-1997 (Lei de Remoção de Órgãos e Tecidos). a utilização.147. pesquisa e tratamento. de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social). desta Constituição. sendo vedado todo tipo de comercialização. o destino final dos resíduos e embalagens. compreendido o controle de seu teor nutricional.048. e afins. Lei no 8. no 2. de 28-12-1990. dispõe sobre a pesquisa. a importação. Lei no 8. regulamentada pelo Dec. de 28-5-2005. no 5. seus componentes. guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos. nos termos da lei: c c I – controlar e fiscalizar procedimentos. A previdência social será organizada sob a forma de regime geral. da EC no 41. de 6-1-1997. a embalagem e rotulagem. 200. VII – participar do controle e fiscalização da produção. de 21-3-2001. de agrotóxicos. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). c Lei no 7. parágrafo único. 201. Dec.695. de 2-12-2004.434.431. nele compreendido o do trabalho. bem como a coleta. Lei no 10. de 15-12-1998. de 11-7-1989. nos casos de mutilação decorrente do tratamento de câncer. e atenderá. VIII – colaborar na proteção do meio ambiente. processamento e transfusão de sangue e seus derivados. dispõe sobre a participação da comunidade na gestão do Sistema Único de Saúde – SUS e sobre as transferências intergovernamentais de recursos financeiros na área da saúde. 4o. VI – fiscalizar e inspecionar alimentos. e 5o. III – ordenar a formação de recursos humanos na área de saúde. a comercialização. de 20-8-1998.142. de 19-12-2003. do Distrito Federal e dos Municípios. dispõe sobre as condições para a promoção. dispõe sobre a alíquota do Finsocial. produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos. tóxicos e radioativos.802. Lei no 9. o registro. . Lei no 9.501. de 24-7-1991 (Lei Orgânica da Seguridade Social). Lei no 9. seus componentes e derivados. II. XI e 195. de 15-12-1998 (Reforma Previdenciária). processamento. o armazenamento. invalidez. de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social).080. Lei no 8. dispõe sobre a obrigatoriedade da cirurgia plástica reparadora da mama pela rede de unidades integrantes do Sistema Único de Saúde – SUS. II – executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica. 167. 14 da EC no 20. II – proteção à maternidade. I e II. dos Estados. bem como bebidas e águas para consumo humano. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial. de 30-6-1997. 40.§ 4o A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos. relativo à coleta. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Lei no 9. Arts.048.

§ 1o É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social. § 3o Todos os salários de contribuição considerados para o cálculo de benefício serão devidamente atualizados. de 13-7-1962. de 3-11-1965. Art. dos Estados. . de 15-12-1998. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). V – pensão por morte do segurado. de 15-12-1998. de 15-12-1998 (Reforma Previdenciária). § 6o A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano.912. reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar. Lei no 10. de 15-12-1998. de 25-11-2003. observado o disposto no § 2o. se mulher. o valor real. nos termos da lei. de 5-7-2005. de 12-8-1965. se homem. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio.998. na forma da lei. § 9o Para efeito de aposentadoria. ao pescador profissional que exerce a atividade pesqueira de forma artesanal.090. no 456 do STJ. segundo critérios estabelecidos em lei. Leis nos 4. obedecidas as seguintes condições: c Caput com a redação dada pela EC no 20. c Incisos I e II acrescidos pela EC no 20. e 63. c c c §§ 2o a 6o com a redação dada pela EC no 20. a ser atendida concorrentemente pelo regime geral de previdência social e pelo setor privado. § 8o Os requisitos a que se refere o inciso I do parágrafo anterior serão reduzidos em cinco anos.III – proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário. c c § 8o com a redação dada pela EC no 20. de pessoa participante de regime próprio de previdência. § 2o. em caráter permanente. nos casos de contagem recíproca de tempo de contribuição para efeito de aposentadoria.796. de 6-7-1999. c c § 1o com a redação dada pela EC no 47. c Súm. I – trinta e cinco anos de contribuição. dispõe sobre a compensação financeira entre o Regime Geral de Previdência Social e os Regimes de Previdência dos Servidores da União. no 688 do STF. de 15-12-1998. IV – salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda. 15 da EC no 20. Lei disciplinará a cobertura do risco de acidente do trabalho. § 7o É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social. e Decretos nos 57. rural e urbana. c c Lei no 9. o garimpeiro e o pescador artesanal. nos termos definidos em lei complementar. de 5-5-1999. se homem. durante o período de defeso. 4. c Incisos I a V com a redação dada pela EC no 20.155. ao cônjuge ou companheiro e dependentes. dispõe sobre a concessão do benefício de seguro-desemprego. de 15-12-1998. § 2o Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário-mínimo.394. nestes incluídos o produtor rural. se mulher. regulamenta a Lei no 9. ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência. dispõem sobre o 13o salário. § 4o É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. no 3. II – sessenta e cinco anos de idade. de 11-1-1990 (Lei do Seguro-Desemprego). e sessenta anos de idade. e trinta anos de contribuição. na qualidade de segurado facultativo. Dec. conforme critérios definidos em lei. § 10. c c Lei no 7. de 5-5-1999.779. hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente. Súm. de 26-12-1968. § 5o É vedada a filiação ao regime geral de previdência social. da Lei no 9. é assegurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada.749.112. do Distrito Federal e dos Municípios. homem ou mulher. 67. Art.796.

40. 40. Lei no 9.185. no 149 do STJ. Distrito Federal ou Municípios. no 7. enquanto patrocinadoras de entidades fechadas de previdência privada. não integram a remuneração dos participantes. no 4.745. em hipótese alguma. 202. será facultativo. de 12-2-2001. Estados. Os ganhos habituais do empregado. situação na qual. . às empresas privadas permissionárias ou concessionárias de prestação de serviços públicos. de 23-4-2002. fundações. nos termos da lei. salvo na qualidade de patrocinador. à exceção dos benefícios concedidos. § 4o Lei complementar disciplinará a relação entre a União. e suas respectivas entidades fechadas de previdência privada. suas autarquias. no que couber. Distrito Federal e Municípios. fundações. institui o Programa de Interiorização do Trabalho em Saúde. c LC no 108. desde que pertencentes a famílias de baixa renda. regulamenta este parágrafo. dispõe sobre a especialização das sociedades seguradoras em planos privados de assistência à saúde. e regulado por lei complementar. Súm. de 15-12-1998 (Reforma Previdenciária). garantindo-lhes acesso a benefícios de valor igual a um salário-mínimo.§ 11. regulamentada pelo Dec.656. nos casos e na forma da lei. LC no 108. c §§ 1o e 2o com a redação dada pela EC no 20. empresas públicas. de 5-7-2005. Dec. Lei no 10. LC no 109. sociedades de economia mista e outras entidades públicas. Art. a qualquer título. de 29-5-2001. regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes. Art. quando patrocinadoras de entidades fechadas de previdência privada. desta Constituição. sociedades de economia mista e empresas controladas direta ou indiretamente. de 15-12-1998. de 3-6-1998 (Lei dos Planos e Seguros Privados de Saúde). de 15-12-1998 (Reforma Previdenciária). de 29-5-2001 (Lei do Regime de Previdência Complementar). § 5o A lei complementar de que trata o parágrafo anterior aplicar-se-á. assim como. sua contribuição normal poderá exceder a do segurado. § 15. Dec. Art. 3o da EC no 20. de 15-12-1998 (Reforma Previdenciária). 7o da EC no 20. c c c c c c c c c Caput com a redação dada pela EC no 20. de 6-5-1999 (Regulamento da Previdência Social). § 1o A lei complementar de que trata este artigo assegurará ao participante de planos de benefícios de entidades de previdência privada o pleno acesso às informações relativas à gestão de seus respectivos planos. § 13. Lei no 8. desta Constituição. § 14. § 3o É vedado o aporte de recursos a entidade de previdência privada pela União. de 5-2-2001.123. c § 13 acrescido pela EC no 47. c c Art. regulamenta este parágrafo. inclusive suas autarquias. de 3-3-2010. Estados. § 12. baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado. Art. c c c c §§ 9o a 11 acrescidos pela EC no 20. de 29-5-2001. O regime de previdência privada. de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social. os benefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos. Lei disporá sobre sistema especial de inclusão previdenciária para atender a trabalhadores de baixa renda e àqueles sem renda própria que se dediquem exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência. no 3. c c Art. de 15-12-1998. de 15-12-1998. dispõe sobre o Conselho Nacional de Previdência Complementar – CNPC e sobre a Câmara de Recursos de Previdência Complementar – CRPC.213. LC no 108. de 29-5-2001. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciá­ ria e consequente repercussão em benefícios. regulamenta este parágrafo. 5o da EC no 20. § 2 o As contribuições do empregador. c § 12 com a redação dada pela EC no 47. de 5-7-2005. no 3.048. O sistema especial de inclusão previdenciária de que trata o § 12 deste artigo terá alíquotas e carências inferiores às vigentes para os demais segurados do regime geral de previdência social.206. Dec.

Lei no 8. da Cultura e do Desporto SEÇÃO I DA EdUCAÇÃO c Lei n 9. II – serviço da dívida. Lei no 8. o Art. c Dec. dispõe sobre a promoção da assistência social por meio de organizações da sociedade civil de interesse público. de 29-5-2001. e organizadas com base nas seguintes diretrizes: I – descentralização político-administrativa. independentemente de contribuição à seguridade social. e tem por objetivos: c c c c Lei no 8. de 7-12-1993 (Lei Orgânica da Assistência Social).429. entidades beneficentes de assistência social e entidades de fins filantrópicos e estabelece prazos e procedimentos para o recadastramento de entidades junto ao Conselho Nacional de Assistência Social. II – participação da população. em caráter emergencial. previstos no artigo 195. de 23-3-1999. de 25-8-2009. dispõe sobre prorrogação de prazo para renovação de Certificado de Entidades de Fins Filantrópicos e de recadastramento junto ao Conselho Nacional de Assistência Social – CNAS e anulação de atos emanados do Instituto Nacional do Seguro Social – INSS contra instituições que gozavam de isenção da contribuição social.949. promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. LC no 109. de 15-12-1998.909. no 6. pela não apresentação do pedido de renovação do certificado em tempo hábil. c Parágrafo único acrescido pela EC no 42. III – a promoção da integração ao mercado de trabalho. de 28-12-1990. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). Lei no 8. dispõe. de 19-12-2003. A assistência social será prestada a quem dela necessitar. Lei no 9. Art. na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. dispõe sobre a alíquota do Finsocial. regulamenta este parágrafo. III – qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados. Lei n o 8. I – a proteção à família. c c c §§ 3o a 6o acrescidos pela EC no 20. vedada a aplicação desses recursos no pagamento de: I – despesas com pessoal e encargos sociais. de 1o-10-2003 (Estatuto do Idoso).394. bem como a entidades beneficentes e de assistência social. Parágrafo único. CAPÍTULO III Da Educação. à adolescência e à velhice. de 7-12-1993 (Lei Orgânica da Assistência Social). à maternidade. o . As ações governamentais na área da assistência social serão realizadas com recursos do orçamento da seguridade social. de 29-5-2001 (Lei do Regime de Previdência Complementar). entidades beneficentes de assistência social e entidades de fins filantrópicos e estabelece prazos e procedimentos para o recadastramento de entidades junto ao Conselho Nacional de Assistência Social. IV – a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). conforme dispuser a lei. Lei no 9. LC no 108.790. além de outras fontes.§ 6o A lei complementar a que se refere o § 4o deste artigo estabelecerá os requisitos para a designação dos membros das diretorias das entidades fechadas de previdência privada e disciplinará a inserção dos participantes nos colegiados e instâncias de decisão em que seus interesses sejam objeto de discussão e deliberação.909.742.742. à infância. 204. de 26-12-1996. de 6-7-1994. V – a garantia de um salário-mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. dispõe sobre a prestação de serviços por entidades de assistência social. por meio de organizações representativas. É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular a programa de apoio à inclusão e promoção social até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida. cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal. II – o amparo às crianças e adolescentes carentes.213.147. SEÇÃO IV DA ASSISTÊNCIA SOCIAL c c c c Lei n 8.741. de 6-7-1994. 203. sobre a prestação de serviços por entidades de assistência social. c Lei no 10.

ensinar. de 11-4-2001.c c c c c c c c Lei no 9. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial). Lei no 10. 208. nos termos de lei federal. de 28-12-1990. As universidades gozam de autonomia didático-científica. de 30-4-1996. Lei n o 12. Inciso II com a redação dada pela EC no 14. a arte e o saber. na forma da lei. de 24-12-1996. fixa a idade de seis anos para o início do ensino fundamental obrigatório e altera para nove anos seu período de duração. seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. de 11-11-2009. Art. 6o da EC no 59. Lei no 11. determina que o disposto neste inciso deverá ser implementado progressivamente.147. 206. até 2016. A lei disporá sobre as categorias de trabalhadores considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira. com apoio técnico e financeiro da União. X.089. c c c Lei no 8. garantidos. de 28-5-2003.394. de 12-9-1996. A educação. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). proíbe que uma mesma pessoa ocupe 2 (duas) vagas simultaneamente em instituições públicas de ensino superior. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. c §§ 1o e 2o acrescidos pela EC no 11. 6o da EC no 14. Art. de 19-12-2006. Súm. II – liberdade de aprender. II – progressiva universalização do ensino médio gratuito. será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. g. direito de todos e dever do Estado e da família. de 13-11-2002. Lei no 9. 205. VI – gestão democrática do ensino público. § 2o O disposto neste artigo aplica-se às instituições de pesquisa científica e tecnológica. de 19-12-2006. c VII – garantia de padrão de qualidade. na forma da lei. dos Estados. c c . Lei no 9. de 19-12-2006. c c Inciso I com a redação dada pela EC no 59. 27. Art.096. no 12 do STF.766. dispõe sobre a alíquota do Finsocial. Parágrafo único. na forma da lei. cria o Programa Nacional de Renda Mínima vinculado à educação – “Bolsa-Escola”. cria o Programa Diversidade na Universidade. IV – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. dispõe sobre o fundo de manutenção e desenvolvimento e de valorização do magistério. Art. e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino. Lei no 10. Art.683. com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos. pesquisa e extensão. Lei no 9. do Distrito Federal e dos Municípios. visando ao pleno desenvolvimento da pessoa. V – valorização dos profissionais da educação escolar. Vinc.558. aos das redes públicas.219. VIII – piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública. de 12-9-1996. pesquisar e divulgar o pensamento. 9o a 20 da Lei no 12. Art. Arts. que dispõe sobre a organização da Presidência da República e dos Ministérios. de 6-2-2006. regulamentada pelo Dec. planos de carreira. 242 desta Constituição.424. III – pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas.288. Lei no 11. técnicos e cientistas estrangeiros. assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. de 11-11-2009. de 18-12-1998. institui o Programa Universidade para Todos – PROUNI. de 24-12-1996. c c Art. nos termos do Plano Nacional de Educação. Art. e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). no 4. § 1o É facultado às universidades admitir professores.424. de 11-11-2009. c Parágrafo único acrescido pela EC no 53. dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. de 13-1-2005.313.394. c Inciso VIII acrescido pela EC no 53. 207. altera a legislação que rege o salário-educação. administrativa e de gestão financeira e patrimonial.274. da Lei no 10. Lei no 9. c c Inciso V com a redação dada pela EC no 53. de 24-7-2002. no âmbito da União. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: I – educação básica obrigatória e gratuita dos 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade.

dispõe sobre o Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior. em matéria educacional. de 12-9-1996. de 11-11-2009. c c Art. de 11-11-2009. assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. no 3. § 5o acrescido pela EC no 53. desta Constituição.089. § 1o O ensino religioso. Dec. A União. Art. § 3o acrescido pela EC no 14. de 10-7-2001. fazer-lhes a chamada e zelar. os Estados. o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. transporte. importa responsabilidade da autoridade competente. VII – atendimento ao educando. II – autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público. por meio de programas suplementares de material didático-escolar. § 1o A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios. 6o da EC no 14. a União.III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. IV – educação infantil.436. financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá. de 20-12-1999. c c Inciso VII com a redação dada pela EC no 59. de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos. de 12-9-1996.845. 6o e 212. c c c c c Lei no 7. de 8-10-2001. atendidas as seguintes condições: I – cumprimento das normas gerais da educação nacional. § 3o Compete ao Poder Público recensear os educandos no ensino fundamental. c § 4o com a redação dada pela EC no 59. de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade de ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados. Art. de 24-10-1989 (Lei de Apoio às Pes­ soas Portadoras de Deficiência). Dec.260. Lei no 10. c §§ 1o e 2o com a redação dada pela EC no 14. de 25-8-2009. Lei n o 12. de 19-12-2006. § 2o Os Municípios atuarão prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil. dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais – LIBRA. § 2o O não oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público. alimentação e assistência à saúde. Lei no 10. de 5-3-2004. Arts. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental. ou sua oferta irregular. de 19-12-2006. da pesquisa e da criação artística. o Distrito Federal e os Municípios definirão formas de colaboração. 210. regulamentada pelo Dec. função redistributiva e supletiva. de 11-11-2009. nacionais e regionais. 209.949. de 12-9-1996. c § 4o Na organização de seus sistemas de ensino. Inciso IV com a redação dada pela EC no 53. às crianças até 5 (cinco) anos de idade. institui o Programa de Complementação ao Atendimento Educacional Especializado às Pessoas Portadoras de Deficiência – PAED. preferencialmente na rede regular de ensino. no 3. de matrícula facultativa. c c VI – oferta de ensino noturno regular. em creche e pré-escola. adequado às condições do educando. de modo a assegurar a universalização do ensino obrigatório. promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. promulga a Convenção Interamericana para a Eliminação de todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiências. Lei no 10. § 5o A educação básica pública atenderá prioritariamente ao ensino regular. § 1o O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo. Art.956. os Estados. O ensino é livre à iniciativa privada. Art.853. c V – acesso aos níveis mais elevados do ensino. pela frequência à escola. de 24-4-2002.298. 60 do ADCT. no 6. § 2o O ensino fundamental regular será ministrado em língua portuguesa. em todas as etapas da educação básica. segundo a capacidade de cada um. junto aos pais ou responsáveis. proíbe que uma mesma pessoa ocupe 2 (duas) vagas simultaneamente em instituições públicas de ensino superior. § 3o Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental e médio. § 4o. ao Distrito Federal e aos Municípios. 211. c .

de 19-12-2006. § 2o Para efeito do cumprimento do disposto no caput deste artigo. nunca menos de dezoito. 34. regulamenta a arrecadação. de 16-8-1999. não é considerada. no que se refere a universalização.394. compreendida a proveniente de transferências. Os recursos públicos serão destinados às escolas públicas. A lei estabelecerá o plano nacional de educação. c c c c c c c § 5o com a redação dada pela EC no 53. 212 desta Constituição. ficando o Poder Público obrigado a investir prioritariamente na expansão de sua rede na localidade. § 4o Os programas suplementares de alimentação e assistência à saúde previstos no artigo 208. da receita resultante de impostos. serão financiados com recursos provenientes de contribuições sociais e outros recursos orçamentários. a fiscalização e a cobrança da contribuição social do salário-educação. n o 6. dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. § 5o A educação básica pública terá como fonte adicional de financiamento a contribuição social do salário-educação. Lei no 8. Lei no 9. dispõe sobre o salário-educação.766. objetivos. Arts. desta Constituição. 35. no caso de encerramento de suas atividades.394. § 1o Os recursos de que trata este artigo poderão ser destinados a bolsas de estudo para o ensino fundamental e médio. § 1o A parcela da arrecadação de impostos transferida pela União aos Estados. definidas em lei. Lei no 9. filantrópica ou confessional. ao Distrito Federal e aos Municípios. 212. Dec. e os Estados. na forma da lei. para os que demonstrarem insuficiência de recursos. no 3. confessionais ou filantrópicas. e. II – assegurem a destinação de seu patrimônio à outra escola comunitária. recolhida pelas empresas na forma da lei. de 18-12-1998. receita do governo que a transferir. na manutenção e desenvolvimento do ensino. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). A União aplicará. anualmente.003. e 76.142. III. 61 do ADCT. Lei no 9. IV. serão considerados os sistemas de ensino federal. quando houver falta de vagas e cursos regulares da rede pública na localidade da residência do educando. c § 6o acrescido pela EC no 53. institucionaliza o Programa de Crédito Educativo para estudantes carentes. c c c Arts. do ADCT. § 2o As atividades universitárias de pesquisa e extensão poderão receber apoio financeiro do Poder Público. 61 do ADCT. caput. regulamenta a contribuição social do salário-educação. Lei no 9. de 19-12-2006. metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis. do ADCT.Art.436. c Art. Súm. ou pelos Estados aos respectivos Municípios. com o objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes. de 11-11-2009. I – comprovem finalidade não lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação. § 2o. podendo ser dirigidos a escolas comunitárias. de 28-12-2006. § 6o. c § 3o com a redação dada pela EC no 59. § 3o. de 25-6-1992. o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento. para efeito do cálculo previsto neste artigo. Art. no 732 do STF. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). nos termos do plano nacional de educação. c Art. e 167. Dec. dispõe sobre o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. c Lei no 9. 72. Art.424. 213. VII. VII.424. garantia de padrão de qualidade e equidade. etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a: c Caput com a redação dada pela EC no 59. § 3o A distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório. de 24-12-1996. 214. 60. que: c c c Art. no mínimo. estadual e municipal e os recursos aplicados na forma do artigo 213. 76. . Art. de 11-11-2009. ou ao Poder Público. §§ 2o e 3o. de duração decenal. de 24-12-1996. § 6o As cotas estaduais e municipais da arrecadação da contribuição social do salário-educação serão distribuídas proporcionalmente ao número de alunos matriculados na educação básica nas respectivas redes públicas de ensino.

Lei no 10. arqueológico. da Lei no 7. Arts. de 27-4-2002. aprova o Plano Nacional de Educação.394. 5o. indígenas e afro-brasileiras.924. VIII. fazer e viver. de 4-8-1997. III – melhoria da qualidade do ensino. MP no 2. de duração plurianual. de 13-5-2002. 28. c Lei no 9. c c c Inciso VI acrescido pela EC no 59. remoção e demolição de coisas ou bens afundados. à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira. Arts. § 3o A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura. c c c c c c Lei n o 8. de 10-8-2005. de 20-12-1996 (Lei das Diretrizes e Bases da Educação Nacional). Art. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional. § 2o A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os diferentes segmentos étnicos nacionais. de 11-11-2009. II. aprova o Plano Nacional de Educação.I – erradicação do analfabetismo. c Lei no 10. regulamenta o art. Dec. da Lei no 8. de 6-9-2001. I. c § 3o acrescido pela EC no 48. de 23-12-1991. V – promoção humanística. c c Lei no 3. dispõe sobre remissão da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica – CONDECINE. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em Lei.685. no 5. nos quais se incluem: I – as formas de expressão. 215.454. de 19-2-1998 (Lei de Direitos Autorais). ecológico e científico. II – os modos de criar. promoção e difusão de bens culturais. § 1 o O Estado protegerá as manifestações das culturas populares.610. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial). portadores de referência à identidade. 17 a 20 da Lei no 12. de 26-7-1961 (Lei dos Monumentos Arqueológicos e Pré-Históricos). em terreno de marinha e seus acrescidos e em terrenos marginais. institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura – PRONAC). de 26-9-1986. II – produção. edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais.761. e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional. institui o Plano Nacional de Cultura – PNC e cria o Sistema Nacional de Informações e Indicadores Culturais – SNIIC. de 9-1-2001.172. de 2-12-2010. II – universalização do atendimento escolar. IV – democratização do acesso aos bens de cultura. V – valorização da diversidade étnica e regional. cria mecanismos de fomento à atividade audiovisual. III – formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas dimensões. paleontológico. 1o. III – as criações científicas. no 2. encalhados e perdidos em águas sob jurisdição nacional. paisagístico. Lei no 9. artísticas e tecnológicas. 20. em decorrência de sinistro.343. IV – as obras.290. de 23-12-1991. artístico. alijamento ou fortuna do mar. SEÇÃO II DA CULTUrA Art.288. que dispõe sobre a pesquisa. submersos. Lei no 8. V – os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico. VI – estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto. tomados individualmente ou em conjunto.313.172.313. visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder público que conduzem à: c Lei no 12. à ação. I – defesa e valorização do patrimônio cultural brasileiro.542. 216. cria a Agência Nacional do Cinema – ANCINE. e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. . Lei no 10. e parágrafo único. de 9-1-2001. de 20-7-1993. Constituem patrimônio cultural brasileiro os bens de natureza material e imaterial. exploração.228-1. objetos. regulamentada pelo Dec. documentos. IV – formação para o trabalho. científica e tecnológica do País.

III – o tratamento diferenciado para o desporto profissional e o não profissional.924. c § 6o acrescido pela EC no 42. dispõe sobre benefícios fiscais concedidos a operações de caráter cultural ou artístico e cria o Programa Nacional de Apoio a Cultura – PRONAC. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em Lei. Lei no 4. Art. na forma da lei. de 26-7-1961 (Lei dos Monumentos Arqueológicos e Pré-Históricos). de 30-12-1991. da Lei no 12. Lei no 7. na forma da lei. quanto a sua organização e funcionamento. Lei no 3. dispõe sobre a preservação. cria a Agência Nacional do Cinema – ANCINE. de 6-9-2001. dispõe sobre a Política Nacional de arquivos públicos e privados. Dec. vedada a aplicação desses recursos no pagamento de: I – despesas com pessoal e encargos sociais. 18. II – serviço da dívida. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). SEÇÃO III DO DESPOrTO c c Lei no 9. Lei no 8. § 3o O Poder Público incentivará o lazer. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial). de 29-6-1965 (Lei da Ação Popular). de 13-5-2002. registros.685. a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem. Lei no 8. observados: I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações. § 2o A justiça desportiva terá o prazo máximo de sessenta dias. .717.394. II – a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e. institui a Bolsa-Atleta. tombamento e desapropriação. de 23-12-1991. de 2-7-1986. dispõe sobre benefícios fiscais na área do imposto de renda concedidos a operações de caráter cultural ou artístico. III – qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados. de 9-7-2004. de 20-7-1993. c Lei no 8. c c c § 5o Ficam tombados todos os documentos e os sítios detentores de reminiscências históricas dos antigos quilombos.347. organização e proteção dos acervos documentais privados dos presidentes da República. vigilância.891. Art.228-1.§ 1o O Poder Público. Lei no 7.313. cria mecanismos de fomento à atividade audiovisual. no 3.347. dispõe sobre remissão da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica – CONDECINE. institui normas gerais sobre desportos. para a do desporto de alto rendimento. 21 e 22 da Lei no 12. Lei no 10. Lei no 8. para proferir decisão final. de 19-12-2003. c Arts.288. § 1o O Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva. de 8-1-1991. para o financiamento de programas e projetos culturais. de 4-8-2000. de 20-7-2010 (Estatuto da Igualdade Racial). por meio de inventários. c c c Lei no 7.551. § 3o A lei estabelecerá incentivos para a produção e o conhecimento de bens e valores culturais.288. institui o registro de bens culturais de natureza imaterial que constituem Patrimônio Cultural Brasileiro e cria o Programa Nacional do Patrimônio Imaterial. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não formais. em casos específicos. IV – a proteção e o incentivo às manifestações desportivas de criação nacional. como forma de promoção social. como direito de cada um. com a colaboração da comunidade. de 24-3-1998. § 2o Cabem à administração pública.454. promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro. MP no 2. parágrafo único.505.615. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). c c c c c § 4o Os danos e ameaças ao patrimônio cultural serão punidos. c § 6o É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular a fundo estadual de fomento à cultura até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida. regulada em lei. e de outras formas de acautelamento e preservação. contados da instauração do processo. 217. Lei no 10.159.

A manifestação do pensamento. 36. com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial do país. criação de tecnologia adequada ao País. III e IV. § 2o A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional. II. XIII e XIV. Arts. III e IV. § 5o É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular parcela de sua receita orçamentária a entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica.610. as faixas etárias a que não se recomendem. Lei no 4. dispõe sobre o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia.524. tendo em vista o bem público e o progresso das ciências. nos termos deste artigo e do art. institui mecanismo de financiamento para o Programa de Ciência e Tecnologia para o Agronegócio. c Lei no 8. a expressão e a informação. § 3o O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência. de 2-12-2004. sob qualquer forma. a pesquisa e a capacitação tecnológicas. participação nos ganhos econômicos resultantes da produtividade de seu trabalho. 220. locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada. c Lei no 9. de 16-7-1997. de 30-9-1997 (Lei das Eleições). de pensamento e opinião políticos ou filosóficos. desta Constituição. XXVIII e XXIX. § 1o Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social. pesquisa e tecnologia. de 29-12-2000. IV.973. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico. 3o.973. de 19-2-1998 (Lei de Direitos Autorais). de 9-1-1996. c Lei no 10. 4o.CAPÍTULO IV Da CiÊncia e TecnoloGia c c c Lei n 9. nos termos deste artigo e do art. 5o. de 19-12-2001. o bem-estar da população e a autonomia tecnológica do País. 1o da Lei no 7. Art. dispõe sobre o Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia. V. 37. XVI. § 2o É vedada toda e qualquer censura de natureza política. c c c c c c c Arts. de 23-10-1991. cabendo ao Poder Público informar sobre a natureza deles. dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações. o Art. para o Programa de Fomento à Pesquisa em Saúde. XIV. Lei no 10. e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho. por militar inativo. XXVII. c Art. de 2-12-2004. 1o. de 30-12-1991. com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial do país. 7o da Lei no 9. a criação e funcionamento de um Órgão Regulador e outros aspectos institucionais. 21. 218. a criação. nos termos de lei federal. desta Constituição. . 219.257. de 17-7-1986. 43 e 44 do CDC. Art. IX. institui Contribuição de Intervenção de Domínio Econômico destinado a financiar o Programa de Estímulo à Interação Universidade-Empresa para o apoio à inovação.504. c Lei no 10. que dispõe sobre a manifestação. estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. Art. Lei no 9.117. c Art. Art. § 3o Compete à lei federal: I – regular as diversões e espetáculos públicos. XII.168. observado o disposto no artigo 5o. formação e aperfeiçoamento de seus recursos humanos e que pratiquem sistemas de remuneração que assegurem ao empregado. § 4o A lei apoiará e estimulará as empresas que invistam em pesquisa. 2o da Lei no 8.389. CAPÍTULO V Da Comunicação Social Art.257.472. Lei no 10. que institui o Conselho de Comunicação Social. estabelece medidas de incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo.332. 219. X.248. 218. para o Programa de Ciência e Tecnologia para o Setor Aeronáutico e para o Programa de Inovação para Competitividade. O mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado de modo a viabilizar o desenvolvimento cultural e socioeconômico. dispõe sobre a capacitação e competitividade do setor de informática e automação. desvinculada do salário. de 9-1-1996. 45 da Lei no 9. para o Programa Biotecnologia e Recursos Genéticos. § 1o A pesquisa científica básica receberá tratamento prioritário do Estado. observado o disposto nesta Constituição. ideológica e artística. processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição. de 24-8-1962 (Código Brasileiro de Telecomunicações).

884. da Lei no 6. dispõe sobre a participação de capital estrangeiro nas empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens. c Lei no 9.294. que institui o Conselho de Comunicação Social. advertência sobre os malefícios decorrentes de seu uso. § 3o Os meios de comunicação social eletrônica. no 4. de 13-5-2002. XLIII. c Lei no 10. VII. Arts. A propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. Lei no 10. dispõe sobre as restrições ao uso e à propaganda de produtos fumígenos. III. § 2o A responsabilidade editorial e as atividades de seleção e direção da programação veiculada são privativas de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. XLIX. Art. parágrafo único. c c III – regionalização da produção cultural. 3o. práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente. 222. em qualquer meio de comunicação social. XLII. de 20-12-2002. § 1o Em qualquer caso. terapias e defensivos agrícolas referidos neste parágrafo.454. Art.389. agrotóxicos. ser objeto de monopólio ou oligopólio.228-1. XLVIII.901.359. desta Constituição. direta ou indiretamente. c Art. 221. b. Art. conforme percen­ tuais estabelecidos em lei. L. artísticas. de 28-5-2002. . 74.015. medicamentos e terapias estará sujeita a restrições legais. Lei no 10. § 4o Lei disciplinará a participação de capital estrangeiro nas empresas de que trata o § 1o. dispõe sobre remissão da Contribuição para o Desenvolvimento da Indústria Cinematográfica – CONDECINE. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios: I – preferência a finalidades educativas. pelo menos setenta por cento do capital total e do capital votante das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens deverá pertencer. e conterá. c IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família.c c Arts. Art. que também garantirá a prioridade de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais. 80. artística e jornalística. a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. na forma de lei específica. 5o.610. § 5 o As alterações de controle societário das empresas de que trata o § 1 o serão comunicadas ao Congresso Nacional. sempre que necessário. Art. institui o Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD. 8o. 34. bebidas alcoólicas. Art. de 28-5-2002. que exercerão obrigatoriamente a gestão das atividades e estabelecerão o conteúdo da programação. de 15-7-1996. II e IV. 225 a 227 e 230 desta Constituição. 1o. dispõe sobre a obrigatoriedade de os novos aparelhos de televisão conterem dispositivo que possibilite o bloqueio temporário da recepção de programação inadequada. da Lei no 11. c c Art. III.340. 9o e 10 do CDC. c Dec. c § 6o A publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade. independentemente da tecnologia utilizada para a prestação do serviço. bem como da propaganda de produtos. de 30-12-1991. § 4o A propaganda comercial de tabaco. medicamentos. c c Arts. da Lei no 8. II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no artigo 221. de 27-12-2001. de 7-8-2006 (Lei que Coíbe a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher). 221. de 6-9-2001. 5o da Lei no 8. 247 e 258 do ECA. bebidas alcoólicas. cria a Agência Nacional do Cinema – ANCINE. de 26-11-2003. culturais e informativas. c §§ 3o a 5o acrescidos pela EC no 36. ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País. de 11-6-1994 (Lei Antitruste). de 28-5-2002. § 5o Os meios de comunicação social não podem. II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação. III. c Caput com a redação dada pela EC no 36. 114. direta ou indiretamente. 20. nos termos do inciso II do parágrafo anterior. deverão observar os princípios enunciados no art. c §§ 1o e 2o com a redação dada pela EC no 36. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos). 2o da MP no 2.

no 4. Lei no 9. Lei no 9. de 7-10-2002. Lei no 11. como seu órgão auxiliar. de 22-8-2002. público e estatal. 225. a propaganda comercial. Art. no 5. § 3o O ato de outorga ou renovação somente produzirá efeitos legais após deliberação do Congresso Nacional.339. c c c c Inciso regulamentado pela MP no 2.985. Para os efeitos do disposto neste Capítulo. 10 e 32 do Dec.389. o transporte. e 29. CAPÍTULO VI Do Meio Ambiente c c c c c Lei n 7. XV. § 1o O Congresso Nacional apreciará o ato no prazo do artigo 64. regulamentada pelo Dec. § 4o O cancelamento da concessão ou permissão. o destino final dos resíduos e embalagens.284. incumbe ao Poder Público: c I – preservar e restaurar os processos ecológicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas. de 2-3-2006 (Lei de Gestão de Florestas Públicas). 224.118. observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado. Dec. de agrotóxicos. dispõe sobre a pesquisa. § 5 o O prazo da concessão ou permissão será de dez anos para as emissoras de rádio e de quinze para as de televisão. de 7-2-2002. no 4. de 18-7-2000 (Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza). dispõe sobre a criação. a importação. institui o Conselho de Comunicação Social. c c c c Lei no 7. a embalagem e rotulagem. c c Lei no 6.340. Lei no 11.186-16. c c Lei no 9. de 23-5-1979. Arts. institui princípios e diretrizes para a implementação Política Nacional da Biodiversidade. na forma dos parágrafos anteriores. Dec. a comercialização.795. o Art. na Presidência da República. § 2o A não renovação da concessão ou permissão dependerá de aprovação de. o registro. no 4. o Congresso Nacional instituirá. dispõe sobre a atuação das Forças Armadas e da Polícia Federal nas unidades de conservação. impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida. e afins. Todos têm direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado.612. em votação nominal. da Lei no 10. permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens.683. que dispõem sobre a estrutura e organização do Ministério do Meio Ambiente. no 52. da Secretaria de Comunicação Social. de 28-5-2003. de 30-12-1991. de 22-2-1989. promulga o Protocolo de Cartagena sobre Biossegurança da Convenção sobre Diversidade Biológica.105. no 4. de 18-7-2000 (Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza). Arts. de 12-2-1998 (Lei dos Crimes Ambientais). institui princípios e diretrizes para a implementação Política Nacional da Biodiversidade. cria o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. de 18-7-2000 (Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza) regulamentada pelo Dec. Lei no 9. no mínimo. c II – preservar a diversidade e a integridade do patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético. §§ 2 o e 4o. no 4. o armazenamento.Art. de 10-7-1989 (Lei do Fundo Nacional de Meio Ambiente).340. 25. depende de decisão judicial. seus componentes. de 11-7-1989. de 23-8-2001. Lei no 8.802. a classificação. regulamenta este parágrafo.735. de 22-8-2002.339.985.605. de 24-3-2005 (Lei de Biossegurança). Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão. Lei no 7. na forma da lei. dois quintos do Congresso Nacional. que aprova regulamento dos serviços de radiodifusão. XV. a utilização. Dec. de 19-2-1998.985. a produção. no 4. de 16-2-2006. o controle. de 22-8-2002. antes de vencido o prazo. a contar do recebimento da mensagem. regulamenta este inciso. que até o encerramento desta edição não havia sido convertida em Lei. o Conselho de Comunicação Social. de 22-8-2002.411. § 1o Para assegurar a efetividade desse direito. de 31-10-1963. 27. 2o. a exportação.650. institui o serviço de radiodifusão comunitária. Lei no 9. a experimentação.705. Dec. dispõe sobre a extinção de órgão e de entidade autárquica. e arts. 61 e 62 do Dec. . a inspeção e a fiscalização. 223.797.

Dec.938. de 28-3-2006. o controle.340. em todas as Unidades da Federação. de 7-12-1976 (Lei das Ações Discriminatórias). a embalagem e rotulagem. c c c Lei no 7. estabelecendo critério para o Zoneamento Ecológico-Econômico do Brasil – ZEE. a comercialização. o registro. de 15-9-1965 (Código Florestal). de 11-7-1989. Dec.985. Lei no 7. c Dec. Lei no 5.985. de 22-8-2002. o destino final dos resíduos e embalagens. § 5o São indisponíveis as terras devolutas ou arrecadadas pelos Estados. de 22-7-2008. independentemente da obrigação de reparar os danos causados. regulamenta este inciso. 3o.340. de utilidade pública. a produção. c Lei no 11. e sua utilização far-se-á. no 4. Lei no 11. por ações discriminatórias. de utilidade pública. Lei no 9.760. VI – promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente. do CONAMA no 369. a que se dará publicidade. inclusive quanto ao uso dos recursos naturais. c c Art. de 18-7-2000 (Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza) regulamentada pelo Dec. e parágrafo único. no 4. no 4. de 31-8-1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente). na forma da lei. de 27-4-1999. a inspeção e a fiscalização. métodos e substâncias que comportem risco para a vida. a utilização. de agrotóxicos.938.-lei no 221. dispõe sobre a pesquisa. vedadas. de 18-7-2000 (Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza) regulamentada pelo Dec. a qualidade de vida e o meio ambiente. o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional. de 10-7-2002. a sanções penais e administrativas.105.297. Dec. de 12-2-1998 (Lei dos Crimes Ambientais). § 3o As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores. de 12-2-1998 (Lei dos Crimes Ambientais). para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. de 24-3-2005 (Lei de Biossegurança). a importação.771. que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente – APP. a Mata Atlântica. de agrotóxicos. interesse social ou baixo impacto ambiental. caput. a inspeção e a fiscalização. Lei no 7. § 2o Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado. o controle. de 22-8-2002. a classificação. na forma da lei. a comercialização. de 27-4-1981 (Lei das Estações Ecológicas e das Áreas de Proteção Ambiental). de 11-7-1989. dispõe sobre os casos excepcionais. o destino final dos resíduos e embalagens. de 22-8-2002. necessárias à proteção dos ecossistemas naturais.514. IV – exigir. e estabelece o processo administrativo federal para apuração destas infrações.III – definir. estudo prévio de impacto ambiental. a experimentação. VII – proteger a fauna e a flora. o transporte. pessoas físicas ou jurídicas. do CONAMA no 369.902. de 3-1-1967 (Lei de Proteção à Fauna). o armazenamento. espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos. regulamenta este inciso. regulamenta o inciso II do art. de 24-3-2005 (Lei de Biossegurança). o armazenamento. Lei no 6. a experimentação. Res.605. e afins. Res. o transporte.-lei no 227. a exportação. de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente. dispõe sobre as infrações e sanções administrativas ao meio ambiente.-lei no 9. Dec. c Lei no 9. a classificação. a Serra do Mar. interesse social ou baixo impacto ambiental. Lei no 9. de 24-7-1985 (Lei da Ação Civil Pública). Lei no 9. c c c c c Lei no 6. a embalagem e rotulagem. 9o da Lei no 6. de 18-7-2000 (Lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza) regulamentada pelo Dec.802. a exportação. o registro.383. de 28-2-1967 (Código de Mineração). de 28-3-2006.347.802. de 31-8-1981 (Lei da Política Nacional do Meio Ambiente). c c Lei no 6. provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais à crueldade. V – controlar a produção.985. dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente. seus componentes. . a produção. da Lei no 9. e afins. a importação. as práticas que coloquem em risco sua função ecológica.197. seus componentes.605. dispõe sobre os casos excepcionais. a comercialização e o emprego de técnicas.795. de 28-2-1967 (Lei de Proteção e Estímulos à Pesca). a propaganda comercial. c c Lei no 9. na forma da lei. dispõe sobre a educação ambiental e institui a Política Nacional de Educação Ambiental. a utilização. no 4. que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente – APP. a propaganda comercial. c c c c c c Lei no 4. vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção. no 6.105. dispõe sobre a pesquisa. de 5-9-1946 (Lei dos Bens Imóveis da União). na forma da lei. sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei. § 4o A Floresta Amazônica brasileira.340.

533 a 1. de 29-12-1994. 6o. c c Arts. c c c c § 3o Para efeito da proteção do Estado. § 6o com a redação dada pela EC no 66. à dignidade.340. como entidade familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes. competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito.015. Arts. do Adolescente. de 18-8-1975. é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar.278. 226. A família. § 4o. § 4o Entende-se. dispõe sobre o processo de ratificação das concessões e alterações de terras devolutas na faixa de fronteiras. à saúde. de 1o-10-2003 (Estatuto do Idoso). de 12-1-1996 (Lei do Planejamento Familiar). ao lazer. CAPÍTULO VII Da FamÍlia.263. da sociedade e do Estado assegurar à criança. de 19-4-1941. exploração.015. Arts. Lei no 8.741. Lei no 10. institui o Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro – SIPRON. Arts. 5o do Dec. c c c § 1o O casamento é civil e gratuita a celebração. Arts. regula o direito dos companheiros a alimentos e sucessão. de 21-9-1982. de 7-8-2006 (Lei que Coíbe a Violência Doméstica e Familiar Contra a Mulher). tem especial proteção do Estado.414.-lei no 1. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos).069. à liberdade e à convivência familiar e comunitária. além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência. Lei no 8. c Lei no 9. Lei no 1. interesse social ou baixo impacto ambiental.511 a 1. 227. c Lei no 11. Lei no 8.-lei no 3. desta Constituição. base da sociedade.570 do CC. É dever da família. de 13-7-1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). ao respeito. à profissionalização. 1. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos). c Dec. Lei no 9. Art. de 13-7-1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). do CONAMA no 369. de 13-7-2010. 71 a 75 da Lei no 6. de 13-7-2010. no 87. . c § 7o Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável.278. § 6o As usinas que operem com reator nuclear deverão ter sua localização definida em lei federal.570 do CC. com absoluta prioridade. Lei no 12. c c § 2o O casamento religioso tem efeito civil.110. § 8o O Estado assegurará a assistência à família na pessoa de cada um dos que a integram. que dispõe sobre o procedimento administrativo para o reconhecimento da aquisição. criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações. dispõe sobre a composição. de 31-12-1973 (Lei dos Registros Públicos). vedada qualquer forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas. regula o reconhecimento dos efeitos civis ao casamento religioso. o planejamento familiar é livre decisão do casal. de 23-5-1950. estruturação. de 7-10-1980. de imóveis rurais compreendidos em terras devolutas. Arts. de 10-5-1996 (Lei da União Estável). de 28-3-2006. da Criança. crueldade e opressão. de 13-7-2010. regulamenta este parágrafo.015. 2o a 8o da Lei no 6. 67 a 76 da Lei no 6. também. ao adolescente e ao jovem. sem o que não poderão ser instaladas. Lei no 9. c c Lei no 8. Arts. de 3-8-2009 (Lei da Adoção). § 6o O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. dispõe sobre os casos excepcionais.-lei no 1.069.842. de 10-5-1996 (Lei da União Estável). por usucapião especial. de 4-1-1994. 5o e 164 do Dec.c c c Dec. de 26-12-1977 (Lei do Divórcio). Art. 208 e 212. Art.542 do CC. Lei no 6. do Jovem e do Idoso c c c c c Capítulo VII com a denominação dada pela EC no 65.971. competência e funcionamento do Conselho Nacional dos Direitos do Idoso – CNDI. devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. Arts. 1. de utilidade pública.620. Res.010. à cultura. o direito à vida.515.809. que possibilitam a intervenção ou supressão de vegetação em Área de Preservação Permanente – APP. à educação.511 a 1. c c Caput com a redação dada pela EC no 65.200. à alimentação. nos termos da lei. violência. 1o. discriminação. que dispõe sobre a organização e proteção da família. 1. § 5o Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher.

sensorial ou mental. promulga a Convenção 182 e a Recomendação 190 da Organização Internacional do Trabalho – OIT sobre a proibição das piores formas de trabalho infantil e a ação imediata para sua eliminação. designa a Autoridade Central para dar cumprimento às obrigações impostas pela Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças. de 20-12-1999. admitida a participação de entidades não governamentais. desta Constituição. regulamentada pelo Dec.069. IV – garantia de pleno e formal conhecimento da atribuição de ato infracional. no 3. em 25-10-1980. nos termos da lei. c Inciso III com a redação dada pela EC no 65. Art. c c c c c c Inciso II com a redação dada pela EC no 65. foi alterado pela EC no 20. Dec.069. Lei no 8.853. no 3. II – criação de programas de prevenção e atendimento especializado para as pessoas portadoras de deficiência física. de 24-10-1989 (Lei de Apoio às Pes­ soas Portadoras de Deficiência).597. de 25-8-2009. e agora fixa em dezesseis anos a idade mínima para admissão ao trabalho. concluída na cidade de Haia. de 6-4-2001. concluídas em Genebra em 17-6-1999. I – aplicação de percentual dos recursos públicos destinados à saúde na assistência materno-infantil. Lei no 10.949. Lei n o 8. Dec. com vistas a adesão pelo governo brasileiro. igualdade na relação processual e defesa técnica por profissional habilitado. § 1 o O Estado promoverá programas de assistência integral à saúde da criança. de criança ou adolescente órfão ou abandonado. promulga a Convenção Interamericana para Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra as Pessoas Portadoras de Deficiência.949. no 3. de 31-3-1993.853. quando da aplicação de qualquer medida privativa da liberdade. promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. Lei no 7. aprova o texto da Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças.216. de 15-12-1998. § 2o A lei disporá sobre normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte coletivo. de 13-7-1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). de 15-9-1999. de 25-8-2009. no 6. dispõe sobre a instituição do Programa Nacional de Atenção à Criança e ao Adolescente – PRONAICA.318. Lei no 12. regulamentada pelo Dec. II – garantia de direitos previdenciários e trabalhistas. de 13-7-2010.c c c c c c c Lei no 8. de 20-12-1999. 33 a 35 do ECA. ao acolhimento. c c c Art. . mediante o treinamento para o trabalho e a convivência. n o 3. a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência. Dec. Dec. 244 desta Constituição. 3o da Lei no 7. promulga a Convenção sobre os Aspectos Civis do Sequestro Internacional de Crianças. 7o. de 8-10-2001. Dec. XXXIII.642. Res. de 24-10-1989 (Lei de Apoio às Pessoas Portadoras de Deficiên­ cia).956. segundo dispuser a legislação tutelar específica.298. Dec. excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. determina a criação de Coordenadorias da Infância e da Juventude no âmbito dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. e a facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos.951. bem como de integração social do adolescente e do jovem portador de deficiência. de 13-7-2010. no 6. Legislativo no 79. do CNJ no 94. de 13-7-2010. no 3. de 27-10-2009. Dec. c O art. de 12-9-2000. de 13-7-1990 (Estatuto da Criança e do Adolescente). concluída na cidade de Haia. dispõe sobre a proteção e os direitos das pessoas portadoras de transtornos mentais e redireciona o modelo assistencial em saúde mental. de 26-8-2010 (Lei da Alienação Parental). observado o disposto no artigo 7o. V – obediência aos princípios de brevidade. promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. III – garantia de acesso do trabalhador adolescente e jovem à escola. de 4-10-2001. do adolescente e do jovem. sob a forma de guarda. em 25-10-1980. mediante políticas específicas e obedecendo aos seguintes preceitos: c c § 1o com a redação dada pela EC no 65.413. § 3o O direito a proteção especial abrangerá os seguintes aspectos: I – idade mínima de quatorze anos para admissão ao trabalho. através de assistência jurídica. VI – estímulo do Poder Público. cria o Conselho da Autoridade Central Administrativa Federal Contra o Sequestro Internacional de Crianças e institui o Programa Nacional para Cooperação no Regresso de Crianças e Adolescentes Brasileiros Sequestrados Internacionalmente. com a eliminação de obstáculos arquitetônicos e de todas as formas de discriminação. incentivos fiscais e subsídios. XXXIII. no 3. de 14-4-2000. c Arts.298.

dispõe sobre as condições para a prestação de assistência à saúde dos povos indígenas. de 3-8-2009 (Lei da Adoção). dispõe sobre ações de proteção ambiental. ou por adoção.741. § 4o A lei punirá severamente o abuso.010. de 21-6-1999.343.156. São penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos. Lei no 12. de duração decenal. carência ou enfermidade. Lei no 10. § 1o Os programas de amparo aos idosos serão executados preferencialmente em seus lares. c c § 5o A adoção será assistida pelo Poder Público. terão os mesmos direitos e qualificações. Arts. no 26. 101.560. 22 do ECA. e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam. visando à articulação das várias esferas do poder público para a execução de políticas públicas. de 4-1-1994. 229.842. de 4-2-1991. 225 a 258 do ECA. c c Lei no 8. proteger e fazer respeitar todos os seus bens. c Art. na forma da lei. proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação. de 6-12-2001. de 19-12-1973 (Estatuto do Índio). que estabelecerá casos e condições de sua efetivação por parte de estrangeiros. Dec. defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida. 41 e §§ 1o e 2o do ECA. . Art.412. dispõe sobre a atuação das Forças Armadas e da Polícia Federal nas terras indígenas. § 8o A lei estabelecerá: I – o estatuto da juventude. Os pais têm o dever de assistir. de 1o-10-2003 (Estatuto do Idoso). Dec. Lei no 11. c c c c Arts. a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas. dispõe sobre o procedimento administrativo de demarcação de terras indígenas. no 3. destinado a regular os direitos dos jovens.775. de 7-10-2002. § 6o Os filhos. c c c c Art.619 do CC. Arts. de 7-2-2007. Dec. Lei no 10. de 21-6-1999. de 8-1-1996. no 1. costumes. 217-A a 218-B e 224 do CP. assegurando sua participação na comunidade. c § 8o acrescido pela EC no 65. Dec. 27 do CP. Lei no 8. línguas. no 4. 104 e 112 do ECA. § 2o Aos maiores de sessenta e cinco anos é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos. competindo à União demarcá-las. c c Inciso VII com a redação dada pela EC no 65. de 13-7-2010. II – o plano nacional de juventude.001. dispõe sobre a política nacional do idoso. no âmbito do Sistema Único de Saúde.VII – programas de prevenção e atendimento especializado à criança.317. A família. institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. criar e educar os filhos menores. de 29-12-1992 (Lei de Investigação de Paternidade). de 13-7-2010. havidos ou não da relação do casamento. n o 6. no 1. dispõe sobre a gratuidade no exame de DNA nos casos que especifica. dispõe sobre a educação indígena no Brasil. promulga a Convenção Relativa a Proteção das Crianças e a Cooperação em Matéria de Adoção Internacional concluída em Haia em 29-5-1993. Art.087. ao adolescente e ao jovem dependente de entorpecentes e drogas afins. crenças e tradições. 1. c c Art. no 3. sujeitos às normas da legislação especial. c c c c c c c Lei no 6.040. saúde e apoio às atividades produtivas para as comunidades indígenas. 39 a 52 do ECA. Arts. 230. 228. de 3-8-2009 (Lei da Adoção). Dec. Dec.141. Lei no 12. CAPÍTULO VIII DOS ÍNDIOS Art. e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice. de 23-8-2006 (Lei Antidrogas). de 7-10-1999. Art.010. § 7o No atendimento dos direitos da criança e do adolescente levar-se-á em consideração o disposto no artigo 204. 231. a violência e a exploração sexual da criança e do adolescente. Arts. Dec.618 e 1. São reconhecidos aos índios sua organização social. de 19-5-1994.

as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural. serão observadas as seguintes normas básicas: I – a Assembleia Legislativa será composta de dezessete Deputados se a população do Estado for inferior a seiscentos mil habitantes. 62 da Lei no 6. com trinta e cinco anos de idade. II – o Governo terá no máximo dez Secretarias. §§ 3o e 4o. cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo.001. e os direitos sobre elas. em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população. nas mesmas condições. na forma da lei. as utilizadas para suas atividades produtivas. e de vinte e quatro. nomeados. obedecido o procedimento fixado na Constituição. não gerando a nulidade e a extinção direito a indenização ou ações contra a União. Os índios. assumir. em qualquer hipótese. os cinco primeiros Desembargadores poderão ser escolhidos dentre juízes de direito de qualquer parte do País. os atos que tenham por objeto a ocupação. 235. garantindo. c Art. § 2o As terras tradicionalmente ocupadas pelos índios destinam-se a sua posse permanente. de 19-12-1973 (Estatuto do Índio). salvo. incluídos os potenciais energéticos. dos rios e dos lagos nelas existentes. segundo o que dispuser lei complementar. dos rios e dos lagos nelas existentes. § 6o São nulos e extintos. pela Advocacia-Geral e pela Defensoria-Geral do Estado advogados de notório saber. no mínimo. ou a exploração das riquezas naturais do solo. 232. de 25-5-2000. III – o Tribunal de Contas terá três membros. Art. direta ou indiretamente. segundo seus usos. encargos referentes a despesas com pessoal inativo e com encargos e amortizações da dívida interna ou externa da administração pública. o primeiro Promotor de Justiça e o primeiro Defensor Público serão nomeados pelo Governador eleito após concurso público de provas e títulos. escolhidos da seguinte forma: a) cinco dentre os magistrados com mais de trinta e cinco anos de idade. em exercício na área do novo Estado ou do Estado originário. o primeiro Juiz de Direito. 234. EC no 28. 233. V – os primeiros Desembargadores serão nomeados pelo Governador eleito. § 3o O aproveitamento dos recursos hídricos. IX – se o novo Estado for resultado de transformação de Território Federal. b) dois dentre promotores. com dez anos. § 6o. VI – no caso de Estado proveniente de Território Federal. ad referendum do Congresso Nacional.§ 1o São terras tradicionalmente ocupadas pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente. pelo Governador eleito. suas comunidades e organizações são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. Art. na forma da lei. ouvidas as comunidades afetadas. se igual ou superior a esse número. ressalvado relevante interesse público da União. § 7o Não se aplica às terras indígenas o disposto no artigo 174. c Lei no 6. até um milhão e quinhentos mil. salvo. costumes e tradições.001. intervindo o Ministério Público em todos os atos do processo. Revogado. É vedado à União. a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efetivados com autorização do Congresso Nacional. no mínimo. o retorno imediato logo que cesse o risco. dentre brasileiros de comprovada idoneidade e notório saber. após deliberação do Congresso Nacional. o domínio e a posse das terras a que se refere este artigo. do ADCT. IV – o Tribunal de Justiça terá sete Desembargadores. responderão pela Procuradoria-Geral. ficando-lhes assegurada participação nos resultados da lavra. nomeados pelo Governador eleito e demissíveis ad nutum. Nos dez primeiros anos da criação de Estado. VIII – até a promulgação da Constituição Estadual. não produzindo efeitos jurídicos. § 4o As terras de que trata este artigo são inalienáveis e indisponíveis. ou no interesse da soberania do País. 13. Art. inclusive da indireta. VII – em cada Comarca. em decorrência da criação de Estado. e advogados de comprovada idoneidade e saber jurídico. imprescritíveis. de 19-12-1973 (Estatuto do Índio). TÍtulo IX – DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS GERAIS Art. § 5o É vedada a remoção dos grupos indígenas de suas terras. quanto às benfeitorias derivadas da ocupação de boa-fé. c Art. de exercício profissional. a transferência de encargos financeiros da União para pagamento dos servidores optantes que pertenciam à Administração Federal ocorrerá da seguinte forma: .

a) no sexto ano de instalação. disciplina a fiscalização das atividades relativas ao abastecimento nacional de combustíveis. dispõe sobre normas gerais para a fixação de emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro. até dois salários-mínimos de remuneração mensal.418. regula a concessão e o pagamento de abono previsto neste parágrafo. passa. e definirá a fiscalização de seus atos pelo Poder Judiciário. XI – as despesas orçamentárias com pessoal não poderão ultrapassar cinquenta por cento da receita do Estado. é assegurado o pagamento de um salário-mínimo anual. 239. de 6-8-1997. § 3o Aos empregados que percebam de empregadores que contribuem para o Programa de Integração Social ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. c c Dec. § 3o O ingresso na atividade notarial e de registro depende de concurso público de provas e títulos. computado neste valor o rendimento das contas individuais. nos termos que a lei dispuser. c Dec. implementação e a coordenação das políticas e atividades relativas ao comércio exterior de bens de serviço. 237. A fiscalização e o controle sobre o comércio exterior. de 11-10-2002. de 10-6-2003. § 1o Lei regulará as atividades. c Lei no 10. c Lei no 7.715. Art. § 2o Os patrimônios acumulados do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público são preservados.732. não se permitindo que qualquer serventia fique vaga. aprova novo Estatuto Social da empresa pública Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES.169. o Estado assumirá vinte por cento dos encargos financeiros para fazer face ao pagamento dos servidores públicos. de 6-8-1997. Os serviços notariais e de registro são exercidos em caráter privado. serão exercidos pelo Ministério da Fazenda. Lei n o 9. até a data da promulgação desta Constituição.478.847. c c Art. e estabelece sanções. Lei no 9. no oitavo. institui o Conselho Nacional de Política Energética e a Agência Nacional de Petróleo – ANP. A lei ordenará a venda e revenda de combustíveis de petróleo.935. dispõe sobre a CAMEX – Câmara de Comércio Exterior. c c c Art. A arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social. ficando vedada a distribuição da arrecadação de que trata o caput deste artigo. pelo menos quarenta por cento serão destinados a financiar programas de desenvolvimento econômico. com exceção da retirada por motivo de casamento. dispõe sobre a Política Energética Nacional. c c Lei no 9. 72. para os cargos mencionados neste artigo. disciplinará a responsabilidade civil e criminal dos notários. respeitados os princípios desta Constituição. álcool carburante e outros combustíveis derivados de matérias-primas renováveis. com critérios de remuneração que lhes preservem o valor. dos oficiais de registro e de seus prepostos. ficando ainda o restante sob a responsabilidade da União.998. institui o Programa Nacional de Combate ao Contrabando e ao Descaminho. sem abertura de concurso de provimento ou de remoção. 238. dispõe sobre as contribuições para os Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público – PIS/PASEP. Art.781. criado pela Lei Complementar no 7. através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. que tem por objetivo a formulação. de 29-12-2000. essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais. mantendo-se os critérios de saque nas situações previstas nas leis específicas. dos restantes cinquenta por cento. . a partir da promulgação desta Constituição. Lei no 8. Art. Art. no 4. de 11-1-1990 (Lei do Seguro-Desemprego). e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. no 2. o programa do seguro-desemprego e o abono de que trata o § 3o deste artigo. os encargos do Estado serão acrescidos de trinta por cento e. § 2o Lei federal estabelecerá normas gerais para fixação de emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro. b) no sétimo ano. de 25-10-1989. as atividades relativas ao monopólio do petróleo. X – as nomeações que se seguirem às primeiras. a financiar. de 14-9-1998. de que trata a Lei no 9. para depósito nas contas individuais dos participantes. de 3 de dezembro de 1970. §§ 2o e 3o. incluindo o turismo. por delegação do Poder Público. serão disciplinadas na Constituição Estadual. 236. § 1o Dos recursos mencionados no caput deste artigo. no 4. de 26-10-1999.859. Dec. por mais de seis meses. 32 do ADCT. de 7 de setembro de 1970. do ADCT. a doação. de 18-11-1994 (Lei dos Serviços Notariais e de Registro). criado pela Lei Complementar no 8. de 25-11-1998. Lei no 7.478. no caso daqueles que já participavam dos referidos programas.

Art. de 11-1-1990 (Lei do Seguro-Desemprego). de 23-8-2006 (Lei Antidrogas). Art. concede passe livre às pessoas portadoras de deficiência. c Art. 13. 241. A lei disporá sobre a adaptação dos logradouros. § 1o O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro. § 3o. localizado na cidade do Rio de Janeiro.899. Lei no 11.949. na forma estabelecida por lei. sem prejuízo da responsabilidade civil do autor do ilícito. de 20-12-1999.998. Art. c Lei no 11. Ficam ressalvadas do disposto no artigo 195 as atuais contribuições compulsórias dos empregadores sobre a folha de salários. regulamenta este artigo. de 19-12-2000. 245. cria o Fundo Penitenciário Nacional – FUNPEN. Art. inclusive. de 25-8-2009. o Distrito Federal e os Municípios disciplinarão por meio de lei os consórcios públicos e os convênios de cooperação entre os entes federados. c c Artigo com a redação dada pela EC no 19. promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência. de 4-6-1998. pessoal e bens essenciais à continuidade dos serviços transferidos. 240. Dec. Art. será mantido na órbita federal. desenvolva atividades exclusivas de Estado. sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. regulamentada pelo Dec.257. § 2o O Colégio Pedro II. não se aplica às instituições educacionais oficiais criadas por lei estadual ou municipal e existentes na data da promulgação desta Constituição. dispõe sobre a expropriação das glebas nas quais se localizem culturas ilegais de plantas psicotrópicas. de 24-10-1989 (Lei de Apoio às Pes­ soas Portadoras de Deficiência). 246. 242. de 14-12-2006 (Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte). dispõe sobre as disponibilidades financeiras do Fundo de Amparo ao Trabalhador – FAT. os Estados. 243. c c Lei no 7. no sistema de transporte coletivo interestadual. de 28-12-1991. As glebas de qualquer região do País onde forem localizadas culturas ilegais de plantas psicotrópicas serão imediatamente expropriadas e especificamente destinadas ao assentamento de colonos.098. 62 desta Constituição. O princípio do artigo 206. de 6-4-2005 (Lei de Consórcios Públicos). regulamentada pelo Dec. no 6. Art.§ 4o O financiamento do seguro-desemprego receberá uma contribuição adicional da empresa cujo índice de rotatividade da força de trabalho superar o índice médio da rotatividade do setor. As leis previstas no inciso III do § 1o do artigo 41 e no § 7o do artigo 169 estabelecerão critérios e garantias especiais para a perda do cargo pelo servidor público estável que. conforme disposto no artigo 227. que não sejam total ou preponderantemente mantidas com recursos públicos. § 2o.298. destinadas às entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical. dos edifícios de uso público e dos veí­ culos de transporte coletivo atualmente existentes a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência. da LC no 123.343. Art. no 577. Art. para o cultivo de produtos alimentícios e medicamentosos. Lei no 10. bem como a transferência total ou parcial de encargos. Lei no 8. de 29-6-1994. prevenção e repressão do crime de tráfico dessas substâncias. 244. de 26-11-1991. A lei disporá sobre as hipóteses e condições em que o Poder Público dará assistência aos herdeiros e dependentes carentes de pessoas vitimadas por crime doloso. Lei no 8.352. de 7-1-1994. É vedada a adoção de medida provisória na regulamentação de artigo da Constituição cuja redação tenha sido alterada por meio de emenda promulgada entre 1o de janeiro de 1995 até a promulgação desta emenda. no 3. estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de defi­ ciência ou com mobilidade reduzida. c Lei n o 8.853. Art. serviços. em decorrência das atribuições de seu cargo efetivo. . IV. autorizando a gestão associada de serviços públicos. c LC no 79. Parágrafo único. Todo e qualquer bem de valor econômico apreendido em decorrência do tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins será confiscado e reverterá em benefício de instituições e pessoal especializados no tratamento e recuperação de viciados e no aparelhamento e custeio de atividades de fiscalização. de 11-9-2001. controle. A União. c c Artigo com a redação dada pela EC no 32. 247.107. de 24-6-1992. c c c c Lei no 7.

pelo órgão responsável pelo regime geral de previdência social. os Estados. no ato e na data de sua promulgação. ainda que à conta do Tesouro Nacional. Os benefícios pagos. a perda do cargo somente ocorrerá mediante processo administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa.624. ter seu registro efetivado pela Justiça Eleitoral após a promulgação da Constituição. Art. a União poderá constituir fundo integrado por bens. direitos e ativos de qualquer natureza. a qualquer título. o Distrito Federal e os Municípios poderão constituir fundos integrados pelos recursos provenientes de contribuições e por bens. c c c EC no 2. o Presidente do Supremo Tribunal Federal e os membros do Congresso Nacional prestarão o compromisso de manter. ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS Art. em adição aos recursos dos respectivos tesouros. 2o No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado definirá. 3o A revisão constitucional será realizada após cinco anos. através de plebiscito. disciplinado pela EC no 2. se convocados a exercer a função de Prefeito. 250. Lei no 8. 4o O mandato do atual Presidente da República terminará em 15 de março de 1990. Com o objetivo de assegurar recursos para o pagamento de proventos de aposentadoria e pensões concedidas aos respectivos servidores e seus dependentes. 248 a 250 acrescidos pela EC no 20. de 25-8-1992. § 3o Os atuais parlamentares federais e estaduais eleitos Vice-Prefeitos. contados da promulgação da Constituição. respectivamente. Vice-Prefeitos e Vereadores terminarão no dia 1o de janeiro de 1989. Art. § 2o Na ausência de norma legal específica. § 1 o Para as eleições de 15 de novembro de 1988 será exigido domicílio eleitoral na circunscrição pelo menos durante os quatro meses anteriores ao pleito. c Arts. 249. XI. c Emendas Constitucionais de Revisão nos 1 a 6. através dos meios de comunicação de massa cessionários de serviço público. Art. Art. podendo os candidatos que preencham este requisito. e os não sujeitos ao limite máximo de valor fixado para os benefícios concedidos por esse regime observarão os limites fixados no artigo 37. § 2o O Tribunal Superior Eleitoral. No plebiscito realizado em 21-4-1993. Art. regulamentando este artigo. 1o O Presidente da República.Parágrafo único. de 4-6-1998. defender e cumprir a Constituição. como forma e sistema de Governo. não se lhe aplicando o disposto no artigo 16 da Constituição. direitos e ativos de qualquer natureza. § 4o Os mandatos dos atuais Prefeitos. § 1o A primeira eleição para Presidente da República após a promulgação da Constituição será realizada no dia 15 de novembro de 1989. § 1o Será assegurada gratuidade na livre divulgação dessas formas e sistemas. c Art. § 2 o É assegurada a irredutibilidade da atual representação dos Estados e do Distrito Federal na Câmara dos Deputados. § 3o Os mandatos dos Governadores e dos Vice-Governadores eleitos em 15 de novembro de 1986 terminarão em 15 de março de 1991. 247 acrescido pela EC no 19. de 25-8-1992. atendidas as demais exigências da lei. a forma (república ou monarquia constitucional) e o sistema de governo (parlamentarismo ou presidencialismo) que devem vigorar no País. expedirá as normas regulamentadoras deste artigo. Com o objetivo de assegurar recursos para o pagamento dos benefícios concedidos pelo regime geral de previdência social. Na hipótese de insuficiência de desempenho. de 15-12-1998. em adição aos recursos de sua arrecadação. . caberá ao Tribunal Superior Eleitoral editar as normas necessárias à realização das eleições de 1988. Art. a União. não perderão o mandato parlamentar. respeitada a legislação vigente. 248. mediante lei que disporá sobre a natureza e administração desse fundo. mediante lei que disporá sobre a natureza e administração desses fundos. dispõe sobre o plebiscito que definirá a Forma e o Sistema de Governo. de 4-2-1993. pelo voto da maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional. Art. em sessão unicameral. promulgada a Constituição. 5o Não se aplicam às eleições previstas para 15 de novembro de 1988 o disposto no artigo 16 e as regras do artigo 77 da Constituição. foram mantidos a República e o Presidencialismo. com a posse dos eleitos.

demitidos ou compelidos ao afastamento das atividades remuneradas que exerciam. e no S-285-GM5 será concedida reparação de natureza econômica. no prazo de vinte e quatro meses.632. § 5o A anistia concedida nos termos deste artigo aplica-se aos servidores públicos civis e aos empregados em todos os níveis de governo ou em suas fundações. ou por adoção. Parágrafo único. atividade profissional específica. na forma que a lei dispuser. entre eles o de participar.783. de 15 de dezembro de 1961. empresas públicas ou empresas mistas sob controle estatal. pelo respectivo Tribunal Regional Eleitoral.388. obedecidos os prazos de permanência em atividade previstos nas leis e regulamentos vigentes. 9o Os que. desde que comprovem terem sido estes eivados de vício grave. § 2o O novo partido perderá automaticamente seu registro provisório se. de 25-9-2002. no território de jurisdição do titular. por atos de exceção. § 1o O registro provisório. bem como em decorrência do Decreto-lei no 1. de 4-8-1978. que será concedido de plano pelo Tribunal Superior Eleitoral. asseguradas as promoções. assegurada a readmissão dos que foram atingidos a partir de 1979. são inelegíveis para qualquer cargo. para efeito de aposentadoria no serviço público e Previdência Social. 6o Nos seis meses posteriores à promulgação da Constituição. em decorrência das Portarias Reservadas do Ministério da Aeronáutica no S-50-GM5. poderão requerer ao Tribunal Superior Eleitoral o registro de novo partido político. § 4o Aos que. juntando ao requerimento o manifesto. ressalvados os que já exercem mandato eletivo. até o segundo grau. Art. observado o disposto no § 1o. os respectivos períodos. ou por motivos exclusivamente políticos. respeitadas as características e peculiaridades das carreiras dos servidores públicos civis e militares e observados os respectivos regimes jurídicos. por força de atos institucionais. de 4 de agosto de 1978. emprego. promulga a Declaração de Reconhecimento da Competência Obrigatória da Corte Interamericana em todos os casos relativos à interpretação ou aplicação da Convenção Americana sobre Direitos Humanos.559. contados de sua formação. 7o O Brasil propugnará pela formação de um Tribunal Internacional dos Direitos Humanos. deveres e prerrogativas dos atuais. c O Dec. do Governador do Distrito Federal e do Prefeito que tenham exercido mais da metade do mandato. no 4. foi revogado pela Lei no 7. foram cassados ou tiveram seus direitos políticos suspensos no período de 15 de julho a 31 de dezembro de 1969. poderão requerer ao Supremo Tribunal Federal o reconhecimento dos direitos e vantagens interrompidos pelos atos punitivos. para a representação a ser eleita em 1988. de 13-11-2002. reunidos em número não inferior a trinta. parlamentares federais. de 19 de junho de 1964. § 2o Ficam assegurados os benefícios estabelecidos neste artigo aos trabalhadores do setor privado. no 4. aos que foram abrangidos pelo Decreto Legislativo no 18. na vida civil. posto ou gradua­ ção a que teriam direito se estivessem em serviço ativo.-lei no 1. a contar do pedido do interessado. bem como aos que foram impedidos de exercer atividades profissionais em virtude de pressões ostensivas ou expedientes oficiais sigilosos. promulga o Estatuto de Roma do Tribunal Penal Internacional. no período de 18 de setembro de 1946 até a data da promulgação da Constituição. exceto nos Ministérios militares. tenham exercido gratuitamente mandato eletivo de vereador serão computados. da Constituição. Súm. § 1o O disposto neste artigo somente gerará efeitos financeiros a partir da promulgação da Constituição. institucionais ou complementares. Dec. de 12 de setembro de 1969. c c Lei no 10. o estatuto e o programa devidamente assinados pelos requerentes. respeitados os limites estipulados no artigo 29. . por motivos exclusivamente políticos. foram atingidos. sob legenda própria. por ato do então Presidente da República.§ 4o O número de vereadores por município será fixado. do Governador de Estado. § 3o Aos cidadãos que foram impedidos de exercer. e aos atingidos pelo Decreto-Lei no 864. na forma que dispuser lei de iniciativa do Congresso Nacional e a entrar em vigor no prazo de doze meses a contar da promulgação da Constituição. das eleições que vierem a ser realizadas nos doze meses seguintes à sua formação. em decorrência de motivação exclusivamente política. dirigentes e representantes sindicais que. na inatividade. de 8-11-2002. no 674 do STF. o cônjuge e os parentes por consanguinidade ou afinidade. ao cargo. regulamenta este artigo.632. do Presidente da República. defere ao novo partido todos os direitos.463. § 5o Para as eleições de 15 de novembro de 1988. tenham sido punidos. O Supremo Tribunal Federal proferirá a decisão no prazo de cento e vinte dias. 8o É concedida anistia aos que. não obtiver registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral. Art. nos termos deste artigo. de 28-6-1989 (Lei de Greve). IV. que tenham sidos punidos ou demitidos por atividades profissionais interrompidas em virtude de decisão de seus trabalhadores. por motivos exclusivamente políticos. vedada a remuneração de qualquer espécie em caráter retroativo. c c Dec. Art. Art.

com a finalidade de apresentar estudos sobre o território nacional e anteprojetos relativos a novas unidades territoriais. na forma do artigo 233. § 4o Se. no 339 do TST. Porangatu. da Constituição: I – fica limitada a proteção nele referida ao aumento. Minaçu. 233 foi revogado pela EC no 28. votar a Lei Orgânica respectiva. com poderes constituintes. caput e § 1o. nos termos da Constituição. com dez membros indicados pelo Congresso Nacional e cinco pelo Poder Executivo. desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. mediante acordo ou arbitramento. podendo para isso fazer alterações e compensações de área que atendam aos acidentes naturais. em dois turnos de discussão e votação.107.107. Cavalcante. § 2o Os Estados e os Municípios deverão. dentro de noventa dias da promulgação da Constituição. da porcentagem prevista no artigo 6 o. Promulgada a Constituição do Estado. elaborará a Constituição do Estado. c O referido art. XIX. Súm. § 5o Ficam reconhecidos e homologados os atuais limites do Estado do Acre com os Estados do Amazonas e de Rondônia. Até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o artigo 7o. contado da promulgação da Constituição Federal. de 11-5-1990 (Lei do FGTS). após a promulgação da Constituição. a União poderá encarregar-se dos trabalhos demarcatórios. Art. 12. respeitado o disposto na Constituição Federal e na Constituição Estadual. dando-se sua instalação no quadragésimo sexto dia após a eleição prevista no § 3o. de 13 de setembro de 1966. de 12-10-1989. § 1o No prazo de um ano. a contar da promulgação da Constituição. Parágrafo único. § 1o Até que a lei venha a disciplinar o disposto no artigo 7o. Monte Alegre de Goiás e Campos Belos. promover. norte e oeste as divisas atuais de Goiás com os Estados da Bahia. c A Lei no 5. desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. e essa pela Lei no 8. da Constituição. 10. conforme levantamentos cartográficos e geodésicos realizados pela Comissão Tripartite integrada por representantes dos Estados e dos serviços técnico-especializados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. de 13-9-1966. Cada Assembleia Legislativa. os trabalhos demarcatórios não tiverem sido concluídos. § 2o Até ulterior disposição legal. mas não antes de 1o de janeiro de 1989. 11. critérios históricos. É criado o Estado do Tocantins. no 676 do STF. o prazo da licença-paternidade a que se refere o inciso é de cinco dias. no prazo de seis meses. caberá à União determinar os limites das áreas litigiosas. a contar da promulgação da Constituição. obedecidos os princípios desta. c c Súm. I. de 25-5-2000. § 3o Na primeira comprovação do cumprimento das obrigações trabalhistas pelo empregador rural. pelo desmembramento da área descrita neste artigo. foi revogada pela Lei no 7.Art. conservando a leste. caberá à Câmara Municipal. Maranhão. notadamente na Amazônia Legal e em áreas pendentes de solução. Formoso. a Comissão submeterá ao Congresso Nacional os resultados de seus estudos para. 13. Art. a cobrança das contribuições para o custeio das atividades dos sindicatos rurais será feita juntamente com a do imposto territorial rural. Piauí. § 2o O Poder Executivo designará uma das cidades do Estado para sua Capital provisória até a aprovação da sede definitiva do governo pela Assembleia Constituinte. da Lei no 5. II – fica vedada a dispensa arbitrária ou sem justa causa: a) do empregado eleito para cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes. a demarcação de suas linhas divisórias atualmente litigiosas. § 3 o Havendo solicitação dos Estados e Municípios interessados. Pará e Mato Grosso. . no prazo de um ano. Art. conveniên­ cias administrativas e comodidade das populações limítrofes. Comissão de Estudos Territoriais. será certificada perante a Justiça do Trabalho a regularidade do contrato e das atualizações das obrigações trabalhistas de todo o período. no prazo de três anos.036. Será criada. pelo mesmo órgão arrecadador. b) da empregada gestante.839. serem apreciados nos doze meses subsequentes. extinguindo-se logo após. para quatro vezes. decorrido o prazo de três anos. § 1o O Estado do Tocantins integra a Região Norte e limita-se com o Estado de Goiás pelas divisas norte dos Municípios de São Miguel do Araguaia.

§ 4o Os mandatos do Governador. será exercida pelo Senado Federal. até setenta e cinco dias após a promulgação da Constituição. orçamentária. até quarenta e cinco dias após a promulgação da Constituição. e 34. 17. III – são inelegíveis os ocupantes de cargos estaduais ou municipais que não se tenham deles afastado. § 1 o É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de médico que estejam sendo exercidos por médico militar na administração pública direta ou indireta. as seguintes normas: I – o prazo de filiação partidária dos candidatos será encerrado setenta e cinco dias antes da data das eleições. a assumir os referidos débitos. na mesma data. § 2o A fiscalização contábil. Fica extinto o Território Federal de Fernando de Noronha. financeira. da Constituição. § 2o Aplicam-se à transformação e instalação dos Estados de Roraima e Amapá as normas e critérios seguidos na criação do Estado de Rondônia. § 3o Incluem-se entre os bens do Distrito Federal aqueles que lhe vierem a ser atribuí­ dos pela União na forma da lei. sob a presidência do Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás.§ 3o O Governador. não se admitindo. e dará posse. Até que se efetive o disposto no artigo 32. entre outras. nos termos e para os fins previstos na lei. § 2o. da Constituição. ao Governador e ao Vice-Governador eleitos. § 2o. § 5o A Assembleia Estadual Constituinte será instalada no quadragésimo sexto dia da eleição de seus integrantes. até que se instale. juntamente com os dos Senadores eleitos em 1986 nos demais Estados. os Senadores. a critério do Tribunal Superior Eleitoral. 9o da EC no 41. mantidos seus atuais limites geográficos. no que couber. § 7o Fica o Estado de Goiás liberado dos débitos e encargos decorrentes de empreendimentos no território do novo Estado. I. os Deputados Federais e os Deputados Estaduais serão eleitos. operacional e patrimonial do Distrito Federal. o Vice-Governador. Art. c Art. enquanto não for instalada a Câmara Legislativa. obedecidas. invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título. mas não antes de 15 de novembro de 1988. neste caso. as normas legais disciplinadoras da divisão do Estado de Mato Grosso. respeitado o disposto na Constituição e neste Ato. a remuneração. 15. os Territórios Federais de Roraima e do Amapá serão beneficiados pela transferência de recursos prevista nos artigos 159. sendo sua área reincorporada ao Estado de Pernambuco. encaminhará à apreciação do Senado Federal os nomes dos Governadores dos Estados de Roraima e do Amapá que exercerão o Poder Executivo até a instalação dos novos Estados com a posse dos Governadores eleitos. será exercida pelo Senado Federal. II. cabendo às Comissões Executivas Nacionais designar comissões provisórias no Estado do Tocantins. do Vice-Governador. § 6o Aplicam-se à criação e instalação do Estado do Tocantins. a. § 4o Enquanto não concretizada a transformação em Estados. observado o disposto no artigo 72 da Constituição. 14. . setenta e cinco dias antes da data das eleições previstas neste parágrafo. Art. a seu critério. pela Justiça Eleitoral. dos Deputados Federais e Estaduais eleitos na forma do parágrafo anterior extinguir-se-ão concomitantemente aos das demais Unidades da Federação. § 1o A competência da Câmara Legislativa do Distrito Federal. e os dos outros dois. indicar o Governador e o Vice-Governador do Distrito Federal. em caráter definitivo. e autorizada a União. bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes. em um único turno. Art. Art. com o auxílio do Tribunal de Contas do Distrito Federal. observado o disposto no artigo 234 da Constituição. com a aprovação do Senado Federal. § 1o A instalação dos Estados dar-se-á com a posse dos Governadores eleitos em 1990. mas não antes de 1o de janeiro de 1989. Os Territórios Federais de Roraima e do Amapá são transformados em Estados Federados. o mandato do Senador eleito menos votado extinguir-se-á nessa mesma oportunidade. § 3o O Presidente da República. Os vencimentos. nos termos deste artigo. as vantagens e os adicionais. II – as datas das convenções regionais partidárias destinadas a deliberar sobre coligações e escolha de candidatos. de apresentação de requerimento de registro dos candidatos escolhidos e dos demais procedimentos legais serão fixadas em calendário especial. 16. deste Ato. IV – ficam mantidos os atuais diretórios regionais dos partidos políticos do Estado de Goiás. de 19-12-2003. mediante controle externo. caberá ao Presidente da República.

a partir de cento e oitenta dias da promulgação da Constituição. e passam a compor quadro em extinção. Lei no 8. em exercício na data da promulgação da Constituição. de 8-12-2004. 20. da administração direta. Art. dispõe sobre a extinção dos cargos de Censor Federal e o enquadramento de seus ocupantes. todos os dispositivos legais que atribuam ou deleguem a órgão do Poder Executivo competência assinalada pela Constituição ao Congresso Nacional. Parágrafo único. Art. os atuais ocupantes do cargo de Censor Federal continuarão exercendo funções com este compatíveis. de 11-12-1990 (Estatuto dos Servidores Públicos Civis da União. da administração direta ou indireta. A lei referida disporá sobre o aproveitamento dos Censores Federais. cujo tempo de serviço não será computado para os fins do caput deste artigo. de 19-12-2003. proceder-se-á à revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos. II – decorrido o prazo definido no inciso anterior. Art. mantidas as competências. Até que se edite a regulamentação do artigo 21. 24. prerrogativas e restrições da legislação a que se achavam submetidos. serão apreciados pelo Congresso Nacional no prazo de até cento e oitenta dias a contar da promulgação da Constituição. nos termos da lei. do Distrito Federal e dos Municípios.§ 2o É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde que estejam sendo exercidos na administração pública direta ou indireta. observado o estágio probatório. adquirem estabilidade. 22. § 1o Os decretos-leis em tramitação no Congresso Nacional e por este não apreciados até a promulgação da Constituição terão seus efeitos regulados da seguinte forma: I – se editados até 2 de setembro de 1988. admitidos mediante concurso público de provas e títulos e que estejam em exercício na data da promulgação da Constituição. inclusive das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. É assegurado aos defensores públicos investidos na função até a data de instalação da Assembleia Nacional Constituinte o direito de opção pela carreira. Parágrafo único. 19. observadas as disposições constitucionais. parágrafo único.688. § 1o O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação. no Departamento de Polícia Federal. . contados da sua promulgação. 18. A aposentadoria dos juízes de que trata este artigo regular-se-á pelas normas fixadas para os demais juízes estaduais. e que não tenham sido admitidos na forma regulada no artigo 37. Art. não computado o recesso parlamentar. Ficam extintos os efeitos jurídicos de qualquer ato legislativo ou administrativo. II – alocação ou transferência de recursos de qualquer espécie. Art. c OJ da SBDI-I do TST no 364. dos Estados.112. salvo as inerentes à transitoriedade da investidura. 23. Os servidores públicos civis da União. com a observância das garantias e vedações previstas no artigo 134. da Constituição. § 2o O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos. sujeito este prazo a prorrogação por lei. no prazo de dezoito meses. c O referido parágrafo único foi renumerado para § 1o. de 6-7-1998. Autarquias e Fundações Públicas Federais). Art. lavrado a partir da instalação da Assembleia Nacional Constituinte. c Lei no 9. A União. 21. e não havendo apreciação. da Constituição. os decretos-leis ali mencionados serão considerados rejeitados. o Distrito Federal e os Municípios editarão leis que estabeleçam critérios para a compatibilização de seus quadros de pessoal ao disposto no artigo 39 da Constituição e à reforma administrativa dela decorrente. c c EC no 41. pela EC no 45. especialmente no que tange à: I – ação normativa. os Estados. Os juízes togados de investidura limitada no tempo. são considerados estáveis no serviço público. § 3o O disposto neste artigo não se aplica aos professores de nível superior. há pelo menos cinco anos continuados. nem aos que a lei declare de livre exoneração. 25. autárquica e das fundações públicas. Ficam revogados. Dentro de cento e oitenta dias. funções e empregos de confiança ou em comissão. na forma da lei. exceto se se tratar de servidor. Art. XVI. da Constituição. que tenha por objeto a concessão de estabilidade a servidor admitido sem concurso público. a fim de ajustá-los ao disposto na Constituição. nos termos deste artigo. dispõe sobre a Reforma Previdenciária. Art.

podendo desta constar juízes federais de qualquer região. o Congresso Nacional promoverá. § 3o Para os efeitos do disposto na Constituição. Art. 104. cabendo-lhe promover sua instalação e indicar os candidatos a todos os cargos da composição inicial. 27. II. em medidas provisórias. através de Comissão Mista. terão plena validade os atos praticados na vigência dos respectivos decretos-leis. e atuará com o auxílio do Tribunal de Contas da União. c Dispunha o artigo citado: “A lei poderá atribuir a juízes federais exclusivamente funções de substituição. da Constituição de 1967. § 1o Até que se instale o Superior Tribunal de Justiça. a serem instalados no prazo de seis meses a contar da promulgação da Constituição. de 9-1-1989. Os juízes federais de que trata o artigo 123. Art.III – nas hipóteses definidas nos incisos I e II. 62. parágrafo único. quando de sua nomeação. se necessário. II. No prazo de um ano a contar da promulgação da Constituição. tendo em conta o número de processos e sua localização geográfica. ficam investidos na titularidade de varas na Seção Judiciária para a qual tenham sido nomeados ou designados. quando não se encontrarem no exercício de substituição”. o Tribunal Federal de Recursos exercerá a competência a eles atribuída em todo o território nacional. com a redação dada pela Emenda Constitucional no 7. Ministros aposentados do Superior Tribunal de Justiça. ainda. serão indicados em lista tríplice pelo Tribunal Federal de Recursos. 91. observado o disposto no artigo 104. § 2o Os decretos-leis editados entre 3 de setembro de 1988 e a promulgação da Constituição serão convertidos. podendo o Congresso Nacional. o Congresso Nacional proporá ao Poder Executivo a declaração de nulidade do ato e encaminhará o processo ao Ministério Público Federal. a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. no prazo de sessenta dias. c Súmulas nos 38. a partir da promulgação da Constituição. II – pela nomeação dos Ministros que sejam necessários para completar o número estabelecido na Constituição. parágrafo único. com a jurisdição e sede que lhes fixar o Tribunal Federal de Recursos. da Constituição. e aos Tribunais Regionais Federais bem como ao Superior Tribunal de Justiça julgar as ações rescisórias das decisões até então proferidas pela Justiça Federal. 147 e 165 do STJ. dispõe sobre a composição inicial dos Tribunais Regionais Federais e sua instalação. proceder-se-á ao desdobramento das varas existentes. o provimento de vagas de Ministros do Tribunal Federal de Recursos. que formalizará. mediante lista tríplice. Enquanto não aprovadas as leis complementares relativas ao Ministério Público e à Advocacia-Geral da União. § 7o Até que se instalem os Tribunais Regionais Federais. o tempo de serviço desses juízes será computado a partir do dia de sua posse. a promoção poderá contemplar juiz com menos de cinco anos no exercício do cargo. em uma ou mais seções judiciárias e. legislar sobre os efeitos deles remanescentes. a ação cabível. § 5o Os Ministros a que se refere o § 2o. § 2o Apurada irregularidade. automaticamente. na inexistência de vagas. exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento externo brasileiro. o Supremo Tribunal Federal exercerá as atribuições e competências definidas na ordem constitucional precedente. c Art. § 3o. § 10. desta Constituição. § 9o Quando não houver juiz federal que conte o tempo mínimo previsto no artigo 107. Parágrafo único. inclusive daquelas cuja matéria tenha passado à competência de outro ramo do Judiciário. § 4o Instalado o Tribunal. § 2o. as Consultorias Jurídicas dos . da Constituição. as de auxílio a juízes titulares de Varas. cria os respectivos quadros de pessoal. 26. aplicando-se-lhes as regras estabelecidas no artigo 62. § 6o Ficam criados cinco Tribunais Regionais Federais. Para efeito de promoção por antiguidade. 28. c Lei n o 7. § 1o A Comissão terá a força legal de Comissão Parlamentar de Inquérito para os fins de requisição e convocação. Compete à Justiça Federal julgar as ações nela propostas até a data da promulgação da Constituição. o Ministério Público Federal. de 1977. § 8o É vedado.727. O Superior Tribunal de Justiça será instalado sob a Presidência do Supremo Tribunal Federal. § 2o A composição inicial do Superior Tribunal de Justiça far-se-á: I – pelo aproveitamento dos Ministros do Tribunal Federal de Recursos. os atuais Ministros do Tribunal Federal de Recursos serão considerados pertencentes à classe de que provieram. Art. Art. nesta data. os Ministros aposentados do Tribunal Federal de Recursos tornar-se-ão. observado o disposto no § 9o. 29.

e 159. inclusive. incluído o remanescente de juros e correção monetária. Art. entre as carreiras do Ministério Público Federal e da Advocacia-Geral da União. de 13-10-2009. Dec. as Procuradorias e Departamentos Jurídicos de autarquias federais com representação própria e os membros das Procuradorias das Universidades fundacionais públicas continuarão a exercer suas atividades na área das respectivas atribuições. 30. c Súm. III e IV. o membro do Ministério Público admitido antes da promulgação da Constituição. I. . c c Art. Ressalvados os créditos de natureza alimentar. encaminhará ao Congresso Nacional projeto de lei complementar dispondo sobre a organização e o funcionamento da Advocacia-Geral da União. até a promulgação das leis complementares previstas neste artigo. § 2o O Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e o Fundo de Participação dos Municípios obedecerão às seguintes determinações: I – a partir da promulgação da Constituição. § 3o Poderá optar pelo regime anterior. da Constituição. em cada ano. deste Ato. o valor dos precatórios judiciais pendentes de pagamento na data da promulgação da Constituição. e pelas posteriores. por decisão editada pelo Poder Executivo até cento e oitenta dias da promulgação da Constituição. Art. 34. no prazo máximo de oito anos.935. LC no 75. assegurando-lhes os direitos e atribuições conferidos a estes. 33. no 767. à razão de meio ponto por exercício. iguais e sucessivas. representar judicialmente a União nas causas de natureza fiscal. § 2o Aos atuais Procuradores da República. respeitados os direitos dos atuais titulares. Parágrafo único. III. Art. a. para o cumprimento do disposto neste artigo. observando-se. § 1o O Presidente da República. no exato montante do dispêndio. III. no prazo de cento e vinte dias. dispõe sobre a Gestão de Precatórios no âmbito do Poder Judiciário. 32. § 4o Os atuais integrantes do quadro suplementar dos Ministérios Públicos do Trabalho e Militar que tenham adquirido estabilidade nessas funções passam a integrar o quadro da respectiva carreira. quanto às vedações. mantidos os atuais critérios de rateio até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o artigo 161. § 1o Entrarão em vigor com a promulgação da Constituição os artigos 148. respeitando-se o direito de seus servidores. c Lei no 8. 149. na área da respectiva competência. até 1992. do CNJ no 92. 154. A legislação que criar a Justiça de Paz manterá os atuais juízes de paz até a posse dos novos titulares. 31. poderá ser pago em moeda corrente. 150. I. Res. com a redação dada pela Emenda n o 1. de 20-5-1993 (Lei Orgânica do Ministério Público da União). assim definidas em lei. títulos de dívida pública não computáveis para efeito do limite global de endividamento. de dezoito por cento e de vinte por cento. O sistema tributário nacional entrará em vigor a partir do primeiro dia do quinto mês seguinte ao da promulgação da Constituição. de 5-3-1993. a partir de 1990. os percentuais serão. mantido. respectivamente. especialmente de seu artigo 25. diretamente ou por delegação. c c c LC no 73. será facultada a opção. O disposto no artigo 236 não se aplica aos serviços notariais e de registro que já tenham sido oficializados pelo Poder Público. de 18-11-1994 (Lei dos Serviços Notariais e de Registro). nos termos da lei complementar. de 1969. e designará o dia para a eleição prevista no artigo 98. c.Ministérios. o da Constituição de 1967. a situação jurídica na data desta. com atualização. atingindo em 1993 o percentual estabelecido no artigo 159. de 10-2-1993 (Lei Orgânica da Advocacia-Geral da União). 97. revogadas as disposições em contrário da Constituição de 1967 e das Emendas que a modificaram. em prestações anuais. dispõe sobre as atividades de controle interno da Advocacia-Geral da União. no que respeita às garantias e vantagens. até então. II. que pode ser ao Ministério Público Estadual. no 144 do STJ. Art. calculados sobre o produto da arrecadação dos impostos referidos no artigo 153. inclusive. Serão estatizadas as serventias do foro judicial. II – o percentual relativo ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal será acrescido de um ponto percentual no exercício financeiro de 1989 e. I. § 15. § 5o Cabe à atual Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. II. de forma irretratável. a partir de 1o de julho de 1989. 156. Art. Poderão as entidades devedoras. emitir.

para dar cumprimento. no 198 do STJ. § 10. excluem-se das despesas totais as relativas: I – aos projetos considerados prioritários no plano plurianual. § 7o. a referência ao art. § 5o Vigente o novo sistema tributário nacional. c. na referida região. fixarão normas para regular provisoriamente a matéria. I. § 2o. ao que determinam os artigos 159. de 7-1-1975. LC no 24. I – seis décimos por cento na Região Norte. no prazo de sessenta dias contados da promulgação da Constituição. desde a produção ou importação até a última operação. ainda que destinado a outra Unidade da Federação. a partir de 1989. 155. pelo pagamento do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de mercadorias incidente sobre energia elétrica. os Estados. institui o Fundo Constitucional de Financiamento do Norte – FNO. I. II. b. alínea c. mediante convênio celebrado nos termos da Lei Complementar no 24. a União. Fica criado. no prazo de até dez anos.156. de 29-5-2003. 159. Art. § 9o Até que lei complementar disponha sobre a matéria. § 11. . é assegurada a aplicação dos recursos previstos naquele dispositivo da seguinte maneira: c Lei no 7. que podem ser cobrados trinta dias após a publicação da lei que os tenha instituído ou aumentado. o disposto no artigo 150. com as alterações posteriores. a partir da situação verificada no biênio 1986/1987. III. a referência ao art. distribuindo-se os recursos entre as regiões macroeconômicas em razão proporcional à população. I. § 8o Se. c. dispõe sobre os convênios para a concessão de isenções de imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias. I. I. de 7 de janeiro de 1975. 155. b. c Com a alteração determinada pela EC no 3. será cumprido de forma progressiva. até atingir o estabelecido no artigo 159. as empresas distribuidoras de energia elétrica. § 4o As leis editadas nos termos do parágrafo anterior produzirão efeitos a partir da entrada em vigor do sistema tributário nacional previsto na Constituição. e 156. no que não seja incompatível com ele e com a legislação referida nos §§ 3o e 4o. de 17-3-1993. § 6o Até 31 de dezembro de 1989. calculado o imposto sobre o preço então praticado na operação final e assegurado seu recolhimento ao Estado ou ao Distrito Federal. através do Banco da Amazônia S/A. os Estados e o Distrito Federal. II. II – um inteiro e oito décimos por cento na Região Nordeste. nos termos da lei. O disposto no artigo 165. c O referido § 2o foi revogado pela EC no 40. não se aplica aos impostos de que tratam os artigos 155. inciso I. regulamenta o art. serão as responsáveis. através do Banco do Brasil S/A. de 27-9-1989. § 1o Para aplicação dos critérios de que trata este artigo. § 12. II. de 28 de novembro de 1962.III – o percentual relativo ao Fundo de Participação dos Municípios. c c c c De acordo com a nova redação dada pela EC no 3. o Distrito Federal e os Municípios poderão editar as leis necessárias à aplicação do sistema tributário nacional nela previsto. c c Súm. 35. conforme o local onde deva ocorrer essa operação. III – à manutenção dos órgãos federais no Distrito Federal. 155. III – seis décimos por cento na Região Centro-Oeste. de 17-3-1993. cuja promulgação se fará até 31 de dezembro de 1989. no 198 do STJ. A urgência prevista no artigo 148. b. § 3o Promulgada a Constituição. Súm. 155. a e b. fica assegurada a aplicação da legislação anterior. I. desta Constituição. por ocasião da saída do produto de seus estabelecimentos. I. b passou a ser art. Enquanto não entrar em vigor a lei prevista no artigo 159. II – à segurança e defesa nacional. na condição de contribuintes ou de substitutos tributários. da Constituição. o Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste. de 13-9-1996 (Lei Kandir – ICMS). em benefício das Centrais Elétricas Brasileiras S/A (ELETROBRÁS). LC no 87.827. no 663 do STF. Súm. passou a ser ao art. pela Lei no 4. não for editada a lei complementar necessária à instituição do imposto de que trata o artigo 155. e 192. através do Banco do Nordeste do Brasil S/A. as alíquotas máximas do imposto municipal sobre vendas a varejo de combustíveis líquidos e gasosos não excederão a três por cento. § 7o Até que sejam fixadas em lei complementar. o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste – FNE e o Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste – FCO. II e III. inclusive. não prejudica a cobrança do empréstimo compulsório instituído. será elevado à razão de meio ponto percentual por exercício financeiro. b.

a partir da promulgação da Constituição. Até a promulgação da lei complementar referida no artigo 169. 42. A União. para vigência até o final do primeiro exercício financeiro do mandato presidencial subsequente. se não forem ratificados pelo Congresso Nacional no prazo de dois anos. da Constituição de 1967. dispõe sobre a apresentação de guias de importação ou documento de efeito equivalente. quando a respectiva despesa de pessoal exceder o limite previsto neste artigo. 37. III – o projeto de lei orçamentária da União será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa. com a redação da Emenda no 1. § 3o. deverão retornar àquele limite. A adaptação ao que estabelece o artigo 167.IV – ao Congresso Nacional. 39. II – o projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa. XII. Parágrafo único.402. extinguir-se-ão. Parágrafo único. Os Poderes Executivos da União. também deverão ser reavaliados e reconfirmados nos prazos deste artigo. será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa. c c Arts. O Congresso Nacional deverá votar no prazo de doze meses a lei complementar prevista no artigo 161. VI. desta Constituição. o Distrito Federal e os Municípios não poderão despender com pessoal mais do que sessenta e cinco por cento do valor das respectivas receitas correntes. I e II. II. de 8-1-1992. I – vinte por cento na Região Centro-Oeste. o Distrito Federal e os Municípios. deverá processar-se no prazo de cinco anos. 41. do Distrito Federal e dos Municípios reavaliarão todos os incentivos fiscais de natureza setorial ora em vigor. I. de 5-9-1991. e de incentivos fiscais. Parágrafo único. reduzindo-se o excesso à base de. os incentivos que não forem confirmados por lei. V – ao serviço da dívida da administração direta e indireta da União. É mantida a Zona Franca de Manaus. e 227. dos Estados. 155. pelo prazo de vinte e cinco anos. Art. no 205. § 3o. em relação a incentivos concedidos sob condição e com prazo certo. Art. de exportação e importação. Art. o Poder Executivo deverá elaborar e o Poder Legislativo apreciar projeto de revisão da lei orçamentária referente ao exercício financeiro de 1989. Durante 25 (vinte e cinco) anos. § 9o. § 6 o. 40. celebrados nos termos do artigo 23. Art. . preferencialmente no semiárido. III. § 2o A revogação não prejudicará os direitos que já tiverem sido adquiridos. 92 deste Ato. Lei no 8. reduzindo o percentual excedente à razão de um quinto por ano. Art. após a promulgação da Constituição. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público Federal. Art. àquela data. § 2o Até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o artigo 165. com suas características de área livre de comércio. a União aplicará. na Zona Franca de Manaus e suspende a fixação de limites máximos globais anuais de importação. § 3o Os incentivos concedidos por convênio entre Estados. a partir da data da promulgação da Constituição. pelo menos. propondo aos Poderes Legislativos respectivos as medidas cabíveis. 195. um quinto por ano. c c Art. dos recursos destinados à irrigação: c Caput com a redação dada pela EC no 43. de 15-4-2004. os Estados. 38. durante o prazo de que trata este artigo. os Estados. de 17 de outubro de 1969. II – cinquenta por cento na Região Nordeste. Art. ao Tribunal de Contas da União e ao Poder Judiciário. § 1o Considerar-se-ão revogados após dois anos. Dec. 151. restabelece os incentivos fiscais que menciona. Somente por lei federal podem ser modificados os critérios que disciplinaram ou venham a disciplinar a aprovação dos projetos na Zona Franca de Manaus. 36. excetuados os resultantes de isenções fiscais que passem a integrar patrimônio privado e os que interessem à defesa nacional. serão obedecidas as seguintes normas: I – o projeto do plano plurianual. Os fundos existentes na data da promulgação da Constituição. g. a União. Para efeito do cumprimento das disposições constitucionais que impliquem variações de despesas e receitas da União.

ou no prazo de um ano. § 1o. pequeno e médio produtor rural será feita obedecendo-se às normas de crédito rural vigentes à época do contrato. regulamenta este artigo. as empresas brasileiras titulares de concessão de energia hidráulica para uso em seu processo de industrialização. IV – aos créditos das entidades da administração pública anteriores à promulgação da Constituição. § 2o Ficarão também dispensadas do cumprimento do disposto no artigo 176. II – aos mini. c Art. os créditos junto a entidades submetidas aos regimes de intervenção ou liquidação extrajudicial. II.478. . III – aos créditos anteriores à promulgação da Constituição. no 304 do TST. Ficam excluídas do monopólio estabelecido pelo artigo 177. acrescido de juros legais e taxas judiciais. desde que a energia e o produto da lavra sejam utilizados nos respectivos processos industriais.886. assistência financeira de liquidez. c Súm. § 1 o. § 1o Consideram-se. não existirá correção monetária desde que o empréstimo tenha sido concedido: I – aos micro e pequenos empresários ou seus estabelecimentos no período de 28 de fevereiro de 1986 a 28 de fevereiro de 1987. para efeito deste artigo. desde que. os contratos de risco feitos com a Petróleo Brasileiro S/A (PETROBRAS). concessão de lavra de recursos minerais e de aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica em vigor terão quatro anos. Na liquidação dos débitos. que estejam em vigor na data da promulgação da Constituição. no prazo de até quatro anos da data da promulgação da Constituição. decorrentes de quaisquer empréstimos concedidos por bancos e por instituições financeiras. da Constituição as refinarias em funcionamento no País amparadas pelo artigo 43 e nas condições do artigo 45 da Lei no 2. as empresas brasileiras ficarão dispensadas do cumprimento do disposto no artigo 176. c Lei no 7. cessão ou sub-rogação de créditos ou cédulas hipotecárias. mesmo quando esses regimes sejam convertidos em falência. Parágrafo único. II – às operações de empréstimo. Parágrafo único. Art. vier a ser efetivada no prazo de noventa dias. Na data da promulgação da lei que disciplinar a pesquisa e a lavra de recursos e jazidas minerais. Art. não liquidados até 1o de janeiro de 1988. 43.Art. a contar da promulgação da Constituição. 179 desta Constituição. concessões e demais títulos atributivos de direitos minerários. em seus próprios estabelecimentos ou em empresa industrial controladora ou controlada. § 1 o. Art. inclusive suas renegociações e composições posteriores. microempresas as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receitas anuais de até dez mil Obrigações do Tesouro Nacional. 44. de 3 de outubro de 1953. sem interrupção ou suspensão. Ficam ressalvados da vedação do artigo 177. Art. refinanciamento. de 6-8-1997. § 1o. § 3o A isenção da correção monetária a que se refere este artigo só será concedida nos seguintes casos: I – se a liquidação do débito inicial. caso os trabalhos de pesquisa ou de lavra não hajam sido comprovadamente iniciados nos prazos legais ou estejam inativos. até seu efetivo pagamento. São sujeitos à correção monetária desde o vencimento. § 2o A classificação de mini. a partir da promulgação da Constituição. ainda que ajuizados. pequenos e médios produtores rurais no período de 28 de fevereiro de 1986 a 31 de dezembro de 1987. e pequenas empresas as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receita anual de até vinte e cinco mil Obrigações do Tesouro Nacional. § 3o As empresas brasileiras referidas no § 1o somente poderão ter autorizações de pesquisa e concessões de lavra ou potenciais de energia hidráulica. tenham o produto de sua lavra e beneficiamento destinado a industrialização no território nacional. a contar da data da promulgação da Constituição. 45. de 20-11-1989. inclusive as realizadas com recursos de fundos que tenham essas destinações. desde que relativos a crédito rural. O disposto neste artigo aplica-se também: I – às operações realizadas posteriormente à decretação dos regimes referidos no caput deste artigo. 47. para pesquisa de petróleo.004. para cumprir os requisitos do artigo 176. § 1o Ressalvadas as disposições de interesse nacional previstas no texto constitucional. financiamento. As atuais empresas brasileiras titulares de autorização de pesquisa. 46. tornar-se-ão sem efeito as autorizações. efetivação de garantia de depósitos do público ou de compra de obrigações passivas. c A referida Lei foi revogada pela Lei no 9.

760. dentro de cento e vinte dias da promulgação da Constituição. a partir da orla marítima. § 7o No caso de repasse a agentes financeiros oficiais ou cooperativas de crédito. c Lei no 9. o antigo titular do domínio direto deverá. de 29-5-2003. Lei agrícola a ser promulgada no prazo de um ano disporá. regulamenta este parágrafo. no caso de sua extinção. do CC. sobre os objetivos e instrumentos de política agrícola. planejamento de safras. do Distrito Federal ou dos Municípios. 48. § 2o No caso de concessões e doações. V – se o beneficiário não for proprietário de mais de cinco módulos rurais. nos termos da Constituição. a revisão obedecerá aos critérios de legalidade e de conveniência do interesse público.038. § 4o Remido o foro. de 17-1-1991 (Lei da Política Agrícola). 192. § 1o No tocante às vendas. comprovada a ilegalidade. confiar à guarda do registro de imóveis competente toda a documentação a ele relativa. Serão revistos pelo Congresso Nacional. c Dec. de novas agências de instituições financeiras domiciliadas no exterior. 50. 51. vendas e concessões de terras públicas com área superior a três mil hectares. os bancos e as instituições financeiras promoverão. dos Estados. através de Comissão Mista. por instrumento próprio. a casa de moradia e os instrumentos de trabalho e produção. sendo facultada aos foreiros. no capital de instituições financeiras com sede no País. § 4o Os benefícios de que trata este artigo não se estendem aos débitos já quitados e aos devedores que sejam constituintes. § 2o. mercado externo e instituição de crédito fundiário. § 6o A concessão do presente benefício por bancos comerciais privados em nenhuma hipótese acarretará ônus para o Poder Público. o ônus recairá sobre a fonte de recursos originária. são vedados: c Caput com a redação dada pela EC no 40. I – a instalação. A lei disporá sobre o instituto da enfiteuse em imóveis urbanos. realizadas no período de 1o de janeiro de 1962 a 31 de dezembro de 1987.II – se a aplicação dos recursos não contrariar a finalidade do financiamento. ainda que através de refinanciamento e repasse de recursos pelo Banco Central. II – o aumento do percentual de participação. § 5o No caso de operações com prazos de vencimento posteriores à data limite de liquidação da dívida.636. todas as doações.171. Art. 2. no País. O Congresso Nacional. § 3o A enfiteuse continuará sendo aplicada aos terrenos de marinha e seus acrescidos. no prazo de noventa dias. as terras reverterão ao patrimônio da União. Art. a revisão será feita com base exclusivamente no critério de legalidade da operação.-lei no 9. a remição dos aforamentos mediante aquisição do domínio direto. § 2o Os direitos dos atuais ocupantes inscritos ficam assegurados pela aplicação de outra modalidade de contrato. c Lei no 8. Art. III – se não for demonstrado pela instituição credora que o mutuário dispõe de meios para o pagamento de seu débito. ou havendo interesse público. na conformidade do que dispuserem os respectivos contratos. . Art. sob pena de responsabilidade. Até que sejam fixadas as condições do art. excluído desta demonstração seu estabelecimento.078. c c Art. de 5-9-1946 (Lei dos Bens Imóveis da União). 52. Art. de 5-9-1946 (Lei dos Bens Imóveis da União). havendo interesse do mutuário. de pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior.760. serão adotados os critérios e bases hoje vigentes na legislação especial dos imóveis da União. comercialização. nos três anos a contar da data da promulgação da Constituição. abastecimento interno. Dec. c Lei no 8. 49. § 1o Quando não existir cláusula contra­ tual. prioridades. alteração nas condições contratuais originais de forma a ajustá-las ao presente benefício. cabendo o ônus da prova à instituição credora. de 11-9-1990 (Código de Defesa do Consumidor). § 3o Nas hipóteses previstas nos parágrafos anteriores. de 15-5-1998. elaborará Código de Defesa do Consumidor.-lei no 9. IV – se o financiamento inicial não ultrapassar o limite de cinco mil Obrigações do Tesouro Nacional. situados na faixa de segurança.

no 658 do STF. Art. serão assegurados os seguintes direitos: c Lei no 8. Lei no 9. os Estados e os Municípios consignarão.882. c c c Lei no 7. durante a Segunda Guerra Mundial. Art. II – pensão especial correspondente à deixada por segundo-tenente das Forças Armadas. no mínimo. dispõe sobre a pensão especial devida aos ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial e a seus dependentes. A concessão da pensão especial do inciso II substitui. § 2o A liquidação poderá incluir pagamentos na forma de cessão de bens e prestação de serviços. serão destinados ao setor de saúde. nos termos da Lei no 5. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas durante a Segunda Guerra Mundial. sem a exigência de concurso. contribuíram para o esforço de guerra. de 23 de dezembro de 1986. m ente. passa a integrar a receita da seguridade social. institui contribuição social para financiamento da Seguridade Social e cria o Fundo de Investimento Social – FINSOCIAL.049. Os seringueiros recrutados nos termos do Decreto-Lei no 5. Súm. VI – prioridade na aquisição da casa própria. nos § 3 o Em garantia do cumprimento do parcelamento.611. em qualquer regime jurídico. de 8 de julho de 1987. com correção monetária. a arrecadação decorrente de. c c c LC no 70. de 14 de setembro de 1943. § 2o Os benefícios estabelecidos neste artigo são transferíveis aos dependentes reconhecidamente carentes. de 28-12-1989. dispensados os juros e multas sobre eles incidentes. do orçamento da seguridade social. quando carentes. exceto os benefícios previdenciários. para todos os efeitos legais. sendo inacumulável com quaisquer rendimentos recebidos dos cofres públicos. para os que não a possuam ou para suas viúvas ou companheiras. 54. Até que seja aprovada a lei de diretrizes orçamentárias. de 16 de setembro de 1946. 57. dispõe sobre a concessão do beneficio previsto neste artigo. nos termos da Lei no 7.578.-lei no 5. IV – assistência médica.315. receberão. ressalvado o direito de opção.882. de 25-5-1982. sendo o restante dividido em parcelas mensais de igual valor. Art. de 4-7-1990. atendendo a apelo do Governo brasileiro. pensão à viúva ou companheira ou dependente. na Região Amazônica. V – aposentadoria com proventos integrais aos vinte e cinco anos de serviço efetivo. de reciprocidade.813. de 30-12-1991. . cinco dos seis décimos percentuais correspondentes à alíquota da contribuição de que trata o Decreto-Lei no 1. Dec. hospitalar e educacional gratuita. ou de interesse do Governo brasileiro. de 12 de setembro de 1967. alterada pelo Decreto-Lei no 2. 56. excluído o seguro-desemprego. I – aproveitamento no serviço público. e amparados pelo Decreto-Lei n o 9.986. de forma proporcional. com estabilidade. de 14-9-1943. e pela Lei no 7. pensão mensal vitalícia no valor de dois salários-mínimos. Até que a lei disponha sobre o artigo 195. § 1o O montante a ser pago em cada um dos dois primeiros anos não será inferior a cinco por cento do total do débito consolidado e atualizado. 53. de 3-12-1999 (Lei da Ação de Descumprimento de Preceito Fundamental). de 1o de agosto de 1983. Parágrafo único.940. Dec. § 3o A concessão do benefício far-se-á conforme lei a ser proposta pelo Poder Executivo dentro de cento e cinquenta dias da promulgação da Constituição.-lei n o 1. de 8 de maio de 1985. aprova o acordo relativo ao recrutamento. pelo Decreto no 91. institui contribuição para financiamento da Seguridade Social e eleva alíquota da contribuição social sobre o lucro das instituições financeiras. encaminhamento e colocação de trabalhadores para a Amazônia. exclusivamente no exercício de 1988. anual­ respectivos orçamentos as dotações necessárias ao pagamento de seus débitos.Parágrafo único. III – em caso de morte. trabalhando na produção de borracha.059. de 25 de maio de 1982.940. ressalvados. § 1o O benefício é estendido aos seringueiros que. em cento e vinte parcelas mensais. qualquer outra pensão já concedida ao ex-combatente. desde que os devedores requeiram o parcelamento e iniciem seu pagamento no prazo de cento e oitenta dias a contar da promulgação da Constituição.236. Art. Os débitos dos Estados e dos Municípios relativos às contribuições previdenciárias até 30 de junho de 1988 serão liquidados. que poderá ser requerida a qualquer tempo. 55. de valor igual à do inciso anterior. no mínimo. Art. extensiva aos dependentes.813. trinta por cento. I. os compromissos assumidos com programas e projetos em andamento. A vedação a que se refere este artigo não se aplica às autorizações resultantes de acordos internacionais.

Os projetos de lei relativos à organização da seguridade social e aos planos de custeio e de benefício serão apresentados no prazo máximo de seis meses da promulgação da Constituição ao Congresso Nacional. 212 da Constituição Federal. Parágrafo único. de 13-11-2007.213. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da educação.253. 158. e) prazo para fixar. obedecendo-se a esse critério de atualização até a implantação do plano de custeio e benefícios referidos no artigo seguinte. o débito será considerado vencido em sua totalidade. II e III do art. regulamenta esta alínea. o valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. os incisos II. c Súm. mantidos pela Previdência Social na data da promulgação da Constituição. c) os percentuais máximos de apropriação dos recursos dos Fundos pelas diversas etapas e modalidades da educação básica. o Distrito Federal e os Municípios destinarão parte dos recursos a que se refere o caput do art. fixado em observância ao disposto no inciso VII do caput deste artigo. de 16-7-2008. regulamenta o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. os planos serão implantados progressivamente nos dezoito meses seguintes. II – os Fundos referidos no inciso I do caput deste artigo serão constituídos por 20% (vinte por cento) dos recursos a que se referem os incisos I. V – a União complementará os recursos dos Fundos a que se refere o inciso II do caput deste artigo sempre que. III – observadas as garantias estabelecidas nos incisos I. c c Lei no 8. que terá seis meses para apreciá-los. expresso em número de salários-mínimos. 155. no 687 do STF. III e IV do caput do dos art. as diferenças e as ponderações quanto ao valor anual por aluno entre etapas e modalidades da educação básica e tipos de estabelecimento de ensino. 60. Lei no 8. os Estados. de um Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. de natureza contábil. respeitadas as seguintes disposições: c c Caput com a redação dada pela EC no 53. no 6. 157. nos respectivos âmbitos de atuação prioritária estabelecidos nos §§ 2o e 3o do art. IV – os recursos recebidos à conta dos Fundos instituídos nos termos do inciso I do caput deste artigo serão aplicados pelos Estados e Municípios exclusivamente nos respectivos âmbitos de atuação prioritária. de 24-7-1991 (Lei Orgânica da Seguridade Social). 208 e 214 da Constituição Federal. observados os arts. bem como as metas do Plano Nacional de Educação. 58. vedada a utilização dos recursos a que se refere o § 5o do art. 211 da Constituição Federal. terão seus valores revistos. . nesta hipótese. Art. a fim de que seja restabelecido o poder aquisitivo. proporcionalmente ao número de alunos das diversas etapas e modalidades da educação básica presencial. 208 da Constituição Federal e as metas de universalização da educação básica estabelecidas no Plano Nacional de Educação. c Lei no 11. o inciso II do caput do art. de 20-6-2007. 59. piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. 211 da Constituição Federal. a distribuição proporcional de seus recursos. II. os Estados e seus Municípios é assegurada mediante a criação. em lei específica. será bloqueada e repassada à Previdência Social para pagamento de seus débitos.§ 4o Descumprida qualquer das condições estabelecidas para concessão do parcelamento. As prestações mensais dos benefícios atualizadas de acordo com este artigo serão devidas e pagas a partir do sétimo mês a contar da promulgação da Constituição. de 19-12-2006. a lei disporá sobre: a) a organização dos Fundos. Art. que tinham na data de sua concessão. I – a distribuição dos recursos e de responsabilidades entre o Distrito Federal. e as alíneas a e b do inciso I e o inciso II do caput do art. 159. e distribuí­ entre cada Estado e seus Municípios.212. no Distrito Federal e em cada Estado.738. Lei no 11. de 24-7-1991 (Lei dos Planos de Benefícios da Previdência Social). d) a fiscalização e o controle dos Fundos. Parágrafo único. Até o 14o (décimo quarto) ano a partir da promulgação desta Emenda Constitucional. b) a forma de cálculo do valor anual mínimo por aluno. III e IV do caput do art. no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal. Aprovados pelo Congresso Nacional. Art.494. parcela dos recursos correspondentes aos Fundos de Participação. conforme estabelecido nos §§ 2o e 3o do art. regulamentada pelo Dec. todos da Constituição Federal. matriculados nas respectivas redes. destinada aos Estados e Municípios devedores. sobre ele incidindo juros de mora. Os benefícios de prestação continuada.

33% (treze inteiros e trinta e três centésimos por cento). 160 da Constituição Federal.000. § 1o A União. no segundo ano.00 (três bilhões de reais). de 19-12-2006. §§ 6o e 7o Revogados.000. no máximo. o Distrito Federal e os Municípios deverão assegurar. de 19-12-2006. a partir da promulgação desta Emenda Constitucional. a partir do terceiro ano. o valor real da complementação da União. IX – os valores a que se referem as alíneas a. de 19-12-2006. não poderá ser inferior ao valor mínimo fixado nacionalmente no ano anterior ao da vigência desta Emenda Constitucional. 155. 157. em caráter permanente.000. e das alíneas a e b do inciso I e do inciso II do caput do art. b) 18. será alcançada gradativamente nos primeiros 3 (três) anos de vigência dos Fundos. no ano anterior à vigência desta Emenda Constitucional. não poderá ser inferior ao praticado no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF. de 19-12-2006. XI – o não cumprimento do disposto nos incisos V e VII do caput deste artigo importará crime de responsabilidade da autoridade competente. 159 da Constituição Federal: a) 16. 212 da Constituição Federal suportará.66% (seis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento). VIII – a vinculação de recursos à manutenção e desenvolvimento do ensino estabelecida no art. c Incisos I a XII acrescidos pela EC no 53.00 (dois bilhões de reais).000. nos . no segundo ano de vigência dos Fundos. § 2o O valor por aluno do ensino fundamental. bem como as fundações de ensino e pesquisa cuja criação tenha sido autorizada por lei. § 4o Para efeito de distribuição de recursos dos Fundos a que se refere o inciso I do caput deste artigo. EC no 53. no segundo ano. anualmente. no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. Art. no primeiro ano. a melhoria da qualidade de ensino. considerando-se para os fins deste inciso os valores previstos no inciso VII do caput deste artigo.VI – até 10% (dez por cento) da complementação da União prevista no inciso V do caput deste artigo poderá ser distribuída para os Fundos por meio de programas direcionados para a melhoria da qualidade da educação. c) R$ 4.66% (dezesseis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento).000. As entidades educacionais a que se refere o artigo 213. c) 20% (vinte por cento).00 (quatro bilhões e quinhentos milhões de reais). de 19-12-2006. no primeiro ano de vigência dos Fundos. levar-se-á em conta a totalidade das matrículas no ensino fundamental e considerar-se-á para a educação infantil. a partir do quarto ano de vigência dos Fundos. conforme o inciso II do caput deste artigo. que preencham os requisitos dos incisos I e II do referido artigo e que. § 5o A porcentagem dos recursos de constituição dos Fundos. a partir do terceiro ano. I – no caso dos impostos e transferências constantes do inciso II do caput do art. de forma a preservar. 158 da Constituição Federal: a) 6. § 3o O valor anual mínimo por aluno do ensino fundamental. da seguinte forma: c Caput do § 5o com a redação dada pela EC no 53. c Incisos I e II acrescidos pela EC no 53. e dos incisos II e III do caput do art. do inciso IV do caput do art. II – no caso dos impostos e transferências constantes dos incisos I e III do caput do art.000.000. 155. de forma a garantir padrão mínimo definido nacionalmente. VII – a complementação da União de que trata o inciso V do caput deste artigo será de. b) 13. e c do inciso VII do caput deste artigo serão atualizados. c) 20% (vinte por cento). b) R$ 3. os Estados. 30% (trinta por cento) da complementação da União. 158.000. 61. no mínimo: a) R$ 2. no financiamento da educação básica. no Fundo de cada Estado e do Distrito Federal. X – aplica-se à complementação da União o disposto no art. 2/3 (dois terços) no segundo ano e sua totalidade a partir do terceiro ano.500. na forma da lei a que se refere o inciso III do caput deste artigo. XII – proporção não inferior a 60% (sessenta por cento) de cada Fundo referido no inciso I do caput deste artigo será destinada ao pagamento dos profissionais do magistério da educação básica em efetivo exercício. no terceiro ano de vigência dos Fundos. no primeiro ano. c §§ 1o a 4o com a redação dada pela EC no 53. para o ensino médio e para a educação de jovens e adultos 1/3 (um terço) das matrículas no primeiro ano. do inciso II do caput do art.33% (dezoito inteiros e trinta e três centésimos por cento). d) 10% (dez por cento) do total dos recursos a que se refere o inciso II do caput deste artigo. b.

Art. Art. 69. social. das igrejas e de outras instituições representativas da comunidade. nos termos do artigo 125.040. Art. c Art. . promoverão edição popular do texto integral da Constituição. sem prejuízo das atribuições dos órgãos públicos que atuam na área. e despesas orçamentárias associadas a programas de relevante interesse econômico e social. c Lei no 9. Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva. dos Estados. debates e avaliações sobre a evolução política. § 2o O Fundo criado por este artigo passa a ser denominado Fundo de Estabilização Fiscal a partir do início do exercício financeiro de 1996. inclusive liquidação de passivo previdenciário. que será posta à disposição das escolas e dos cartórios. 65. no prazo de doze meses. A União concluirá a demarcação das terras indígenas no prazo de cinco anos a partir da promulgação da Constituição. para promover as comemorações do centenário da proclamação da República e da promulgação da primeira Constituição republicana do País. Fica mantida a atual competência dos tribunais estaduais até que a mesma seja definida na Constituição do Estado. de 16-7-1997. No desenvolvimento de suas atribuições. três do Poder Judiciário e três do Poder Executivo. 68. de modo que cada cidadão brasileiro possa receber do Estado um exemplar da Constituição do Brasil. Art. o Fundo Social de Emergência. de 20-11-2003. tenham órgãos distintos para as respectivas funções. podendo articular-se com os governos estaduais e municipais e com instituições públicas e privadas que desejem participar dos eventos. no qual se discriminarão as fontes e usos do Fundo criado por este artigo. Dec. 67. devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos. n o 6. Art. § 1o Ao Fundo criado por este artigo não se aplica o disposto na parte final do inciso II do § 9o do artigo 165 da Constituição. 70.887. 62. desdobrar-se em tantas subcomissões quantas forem necessárias. c Lei no 8. É criada uma Comissão composta de nove membros. de 13-12-1991.472. podendo. Art. a Comissão promoverá estudos. de 7-2-2007. da Constituição. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. § 3o O Poder Executivo publicará demonstrativo da execução orçamentária. salvo disposição legal em contrário. benefícios previdenciários e auxílios assistenciais de prestação continuada. § 4o. § 1o. na data da promulgação da Constituição. Será permitido aos Estados manter consultorias jurídicas separadas de suas Procuradorias-Gerais ou Advocacias-Gerais. sendo três do Poder Legislativo. nos exercícios financeiros de 1994 e 1995. reconhecimento. 63. a seu critério. O Poder Legislativo regulamentará. o artigo 220. institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais. dispõe sobre a criação do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – SENAR. de 8-12-2004 (Reforma do Judiciáro). de 22-11-1997. dos quartéis. bem assim nos períodos de 1o de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997 e 1 o de julho de 1997 a 31 de dezembro de 1999. Art. gratuitamente. econômica e cultural do País. da administração direta ou indireta.últimos três anos. 64. delimitação. 71.315. regulamenta o procedimento para identificação. cujos recursos serão aplicados prioritariamente no custeio das ações dos sistemas de saúde e educação. incluindo a complementação de recursos de que trata o § 3o do artigo 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. de periodicidade bimestral. A lei criará o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) nos moldes da legislação relativa ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e ao Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (SENAC). do Distrito Federal e dos Municípios. Art. c c Dec. desde que. São mantidas as concessões de serviços públicos de telecomunicações atual­ mente em vigor. c Caput com a redação dada pela EC no 17. É instituído. no 4. com o objetivo de saneamento financeiro da Fazenda Pública Federal e de estabilização econômica. de 4-3-1996. poderão continuar a recebê-los. c §§ 1o a 3o acrescidos pela EC no 10. A Imprensa Nacional e demais gráficas da União. a criação e funcionamento de um Órgão Regulador e outros aspectos institucionais. Art. dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações. 4o da EC no 45. nos termos da lei. demarcação e titulação das terras ocupadas por remanescentes das comunidades dos quilombos de que trata este artigo. dos sindicatos. Parágrafo único. Art. tenham recebido recursos públicos. 66.

ou relativas a títulos e valores mobiliários. e modificações posteriores. 84 deste Ato. § 2o As parcelas de que tratam os incisos I. de 22-11-1997. passa a ser de trinta por cento. ambas de 28 de janeiro de 1994. pela União. § 5o. § 6o. c Art. § 4o A contribuição de que trata este artigo terá sua exigibilidade subordinada ao disposto no artigo 195. bem assim no período de 1o de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997. Na regulação do Fundo Social de Emergência não poderá ser utilizado o instrumento previsto no inciso V do artigo 59 da Constituição. A União poderá instituir contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. c Artigo acrescido pela ECR no 1. de 1o-3-1994. § 1o A alíquota da contribuição de que trata este artigo não excederá a vinte e cinco centésimos por cento. II. I. c Inciso V com a redação dada pela EC no 17. de 4-3-1996. V – a parcela do produto da arrecadação da contribuição de que trata a Lei Complementar no 7.311 de 24-10-1996. bem assim nos períodos de 1o de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997 e de 1o de julho de 1997 a 31 de dezembro de 1999. II. de 4-3-1996. da Constituição. III – a parcela do produto da arrecadação resultante da elevação da alíquota da contribuição social sobre o lucro dos contribuintes a que se refere o § 1o do artigo 22 da Lei no 8. II e III.Art. mediante a aplicação da alíquota de setenta e cinco centésimos por cento. § 3o O produto da arrecadação da contribuição de que trata este artigo será destinado integralmente ao Fundo Nacional de Saúde. decorrente das alterações produzidas pela Lei no 8. a qual. de 18-3-1999. 72. 212 e 239 da Constituição. II – a parcela do produto da arrecadação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza e do imposto sobre operações de crédito.848.689. e pelas Leis n os 8. § 3o A parcela de que trata o inciso IV será previamente deduzida da base de cálculo das vinculações ou participações constitucionais previstas nos artigos 153. § 5o A parcela dos recursos provenientes do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza. e 154. facultado ao Poder Executivo reduzi-la ou restabelecê-la. de 21 de junho de 1994. não se lhes aplicando o disposto nos artigos 159. IV – vinte por cento do produto da arrecadação de todos os impostos e contribuições da União. observado o disposto nos §§ 3o e 4o. I – o produto da arrecadação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza incidente na fonte sobre pagamentos efetuados. sujeita a alteração por lei ordinária posterior. 74. já instituídos ou a serem criados. sobre a receita bruta operacional. c Lei no 9.212. nos exercícios financeiros de 1994 a 1995.849 e 8. Art. de 24 de julho de 1991. VI – outras receitas previstas em lei específica. 212 e 239 da Constituição. de 7 de setembro de 1970. 157. a qualquer título. e 159 da Constituição. c Incisos II a IV com a redação dada pela EC no 10. Integram o Fundo Social de Emergência: c Art. . nos termos do inciso II deste artigo. total ou parcialmente. sujeita a alteração por lei ordinária. excetuado o previsto nos incisos I. não poderá exceder a cinco inteiros e seis décimos por cento do total do produto da sua arrecadação. câmbio e seguro. § 5o. c Alíquota alterada pela EC no 21. institui a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira – CPMF. de 15 de dezembro de 1988. § 4o O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos recursos previstos nos artigos 158. da Constituição. II. 73. § 1o As alíquotas e a base de cálculo previstas nos incisos III e IV aplicar-se-ão a partir do primeiro dia do mês seguinte aos noventa dias posteriores à promulgação desta Emenda. § 2o À contribuição de que trata este artigo não se aplica o disposto nos artigos 153. c §§ 2o a 5o acrescidos pela EC no 10. para financiamento das ações e serviços de saúde. 72 acrescido pela ECR no 1. como definida na legislação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza. III e V serão previamente deduzidas da base de cálculo de qualquer vinculação ou participação constitucional ou legal. e não poderá ser cobrada por prazo superior a dois anos. destinada ao Fundo Social de Emergência. inclusive suas autarquias e fundações. de 1o-3-1994. nos exercícios financeiros de 1994 e 1995. nas condições e limites fixados em lei. mantidas as demais normas da Lei no 7. devida pelas pessoas jurídicas a que se refere o inciso III deste artigo. a qual será calculada. Art.894.

§ 1o Os Estados. a aplicação será de pelo menos sete por cento. será destinado ao custeio da Previdência Social. de 18-3-1999. cuja vigência é também prorrogada por idêntico prazo. O STF. de 20-12-2007. pelo menos. § 3o Para efeito do cálculo dos recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino de que trata o art. nos meses subsequentes. modificada pela Lei n o 9. serão aplicados nos Municípios. de 11-11-2009. a e b. c c c Art. um quinto por ano. c § 3o acrescido pela EC no 59. § 2o Dos recursos da União apurados nos termos deste artigo. É desvinculado de órgão. c Arts. fundo ou despesa. 212 da Constituição. nos limites aqui definidos. 20% (vinte por cento) da arrecadação da União de impostos. facultado ao Poder Executivo reduzi-la total ou parcialmente. inciso I. c Caput com a redação dada pela EC no 56. alínea a e inciso II. 77. o valor apurado no ano anterior. c § 2o acrescido pela EC no 27. no mínimo. nos primeiros doze meses. inciso I. de 18-3-1999 (DOU de 5-11-2003). 5% (cinco por cento) no exercício de 2010.311. decorrente da alteração da alíquota. I e II. contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico. a cobrança da contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira de que trata o artigo 74. § 5o. 158. da Constituição. o Distrito Federal e os municípios que apliquem percentuais inferiores aos fixados nos incisos II e III deverão elevá-los gradualmente. § 2o Excetua-se da desvinculação de que trata o caput deste artigo a arrecadação da contribuição social do salário-educação a que se refere o artigo 212.Art. e III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal. LC no 111. instituída pela Lei no 9. c § 1o com a redação dada pela EC no 42. prevista e não realizada em 1999. cinco por cento. de 21-3-2000. na forma prevista nos arts. bem como a base de cálculo das destinações a que se refere o art. de 12 de dezembro de 1997. a partir de 2000. e de trinta centésimos. É prorrogada. I. para declarar a inconstitucionalidade deste parágrafo. § 1o O disposto no caput deste artigo não reduzirá a base de cálculo das transferências a Estados. deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios. e 84 deste Ato. até 31 de dezembro de 2011. em montante equivalente ao produto da arrecadação da contribuição. 79. Art. quinze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o artigo 156 e dos recursos de que tratam os artigos 158 e 159. e II. I. no mínimo. seus adicionais e respectivos acréscimos legais. quinze por cento. 75 acrescido pela EC no 21. § 5o. Até o exercício financeiro de 2004. segundo o critério populacional. § 1o Observado o disposto no § 6o do artigo 195 da Constituição Federal. alínea b e § 3o.031-5. I.5% (doze inteiros e cinco décimos por cento) no exercício de 2009.539. por trinta e seis meses. corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto – PIB. a alíquota da contribuição será de trinta e oito centésimos por cento. I. 153. o montante empenhado em ações e serviços públicos de saúde no exercício financeiro de 1999 acrescido de. reduzida a diferença à razão de. até o exercício financeiro de 2004. 75. julgou parcialmente procedente a ADIN n o 2. dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. na forma da lei. § 2o O resultado do aumento da arrecadação. c. Distrito Federal e Municípios na forma dos arts. de 19-12-2003. 157. Art. 80. de 6-7-2001. e nulo no exercício de 2011. os recursos mínimos aplicados nas ações e serviços públicos de saúde serão equivalentes: I – no caso da União: a) no ano 2000. da Constituição. acrescido pela EC no 21. e 159. nos exercícios financeiros de 1999. 76. sendo que. já instituídos ou que vierem a ser criados até a referida data. de 24 de outubro de 1996. o percentual referido no caput deste artigo será de 12. b) do ano de 2001 ao ano de 2004. § 3o É a União autorizada a emitir títulos da dívida pública interna. por maioria de votos. doze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o artigo 155 e dos recursos de que tratam os artigos 157 e 159. da Constituição. em ações e serviços básicos de saúde. II – no caso dos Estados e do Distrito Federal. cujos recursos serão destinados ao custeio da saúde e da Previdência Social. 2000 e 2001. . 159. 80 e 81 do ADCT.

§ 3o Os recursos dos Estados. III. do CNJ no 92. a ser regulado por lei complementar com o objetivo de viabilizar a todos os brasileiros acesso a níveis dignos de subsistência. de 19-12-2003. por tempo indeterminado. deferiu as cautelares. habitação. de 9-12-2009. dispõe sobre a Gestão de Precatórios no âmbito do Poder Judiciário. ou preterição ao direito de precedência. que introduziu este artigo ao ADCT (DOU de 7-12-2010). no âmbito do Poder Executivo Federal. prorroga. Art.140. Art. dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. c Art. 78. define o órgão gestor do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. acrescido de juros legais. LC no 111. 6 o da EC n o 62. saúde. a critério do credor. c c Art. aplicável de 18 de junho de 2000 a 17 de junho de 2002. § 4 o O Presidente do Tribunal competente deverá. na forma prevista nos arts.356 e 2. de 13-10-2009. § 4o Na ausência da lei complementar a que se refere o artigo 198. aos Estados. 79 a 81 do ADCT. os de que trata o artigo 33 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e suas complementações e os que já tiverem os seus respectivos recursos liberados ou depositados em juízo. de 3-7-2007. 4o da EC no 42. de 1o-11-2001. de 13-9-2000. Ressalvados os créditos definidos em lei como de pequeno valor. permitida a cessão dos créditos. 77 acrescido pela EC no 29. § 1o É permitida a decomposição de parcelas. no 3. na alíquota da contribuição social de que trata o art. vencido o prazo ou em caso de omissão no orçamento. requisitar ou determinar o sequestro de recursos financeiros da entidade executada. § 2o As prestações anuais a que se refere o caput deste artigo terão. c c Art. § 3o. para suspender a eficácia do art. É instituído. de 22-12-2010. do Distrito Federal e dos Municípios destinados às ações e serviços públicos de saúde e os transferidos pela União para a mesma finalidade serão aplicados por meio de Fundo de Saúde que será acompanhado e fiscalizado por Conselho de Saúde. realizadas antes da promulgação desta Emenda Constitucional. 31. Dec. desde que comprovadamente único à época da imissão na posse. 87 e 97. regulamenta a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira – CPMF. § 3o O prazo referido no caput deste artigo fica reduzido para dois anos. aplicar-se-á à União. nas Ações Diretas de Inconstitucionalidade nos 2. se não liquidadas até o final do exercício a que se referem. poder liberatório do pagamento de tributos da entidade devedora.362. 79. 4o da EC no 42. § 15. do Dec. c c c O STF. regulamenta a composição e o funcionamento do seu Conselho Consultivo e de Acompanhamento. Art. suficientes à satisfação da prestação. o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. sem prejuízo do disposto no artigo 74 da Constituição Federal. o prazo de vigência do Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. 80. Parágrafo único. nos casos de precatórios judiciais originários de desapropriação de imóvel residencial do credor. de 13-12-2000. c c c Art. ao Distrito Federal e aos Municípios o disposto neste artigo. e dá outras providências. O Fundo previsto neste artigo terá Conselho Consultivo e de Acompanhamento que conte com a participação de representantes da sociedade civil. de 14-12-2000. no 6. em moeda corrente. Arts. a requerimento do credor. do ADCT. c Art. no prazo máximo de dez anos. c Art. Res. cujos recursos serão aplicados em ações suplementares de nutrição. . de 6-7-2001. os de natureza alimentícia. por maioria de votos. 79 acrescido pela EC no 31. 2o da EC no 30/2000. nos termos da lei. Art. que convalida todas as compensações de precatórios com tributos vencidos até 3110-2009 da entidade devedora. 84 deste Ato. reforço de renda familiar e outros programas de relevante interesse social voltados para melhoria da qualidade de vida. 75 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. educação. Art. EC no 67. os precatórios pendentes na data da publicação desta Emenda e os que decorram de ações iniciais ajuizadas até 31 de dezembro de 1999 serão liquidados pelo seu valor real. efetuadas na forma deste parágrafo.997. a partir do exercício financeiro de 2005. de 19-12-2003. em prestações anuais. 86. 78 acrescido pela EC no 30. iguais e sucessivas. Compõem o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza: c I – a parcela do produto da arrecadação correspondente a um adicional de oito centésimos por cento. para vigorar até o ano de 2010.

do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. na forma da lei. progressivamente resgatáveis após 18 de junho de 2002. de qualquer natureza. . 75 e 80. não alcance o valor de quatro bilhões de reais. e 82. II. que regulamenta a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira – CPMF.140. assim como qualquer desvinculação de recursos orçamentários. ou de participação societária remanescente após a alienação. 155. da Constituição. 81 acrescido pela EC no 31. gerados a partir de 18 de junho de 2002. de 19-12-2003. LC no 111. § 1o Aos recursos integrantes do Fundo de que trata este artigo não se aplica o disposto nos artigos 159 e 167. § 9o. § 2o. VI – outras receitas. 83. III – o produto da arrecadação do imposto de que trata o artigo 153. da Constituição. de 19-12-2003. § 2o. 80. inciso IV. poderá ser criado adicional de até dois pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. devendo os referidos Fundos ser geridos por entidades que contém com a participação da sociedade civil. dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. incidente sobre produtos supérfluos e aplicável até a extinção do Fundo. com os recursos de que trata este artigo e outros que vierem a destinar. 82 acrescido pela EC no 31. 90 deste Ato. o Distrito Federal e os Municípios devem instituir Fundos de Combate à Pobreza. em títulos públicos federais. não se aplicando o disposto no artigo 165. sobre os produtos e serviços supérfluos e nas condições definidas na lei complementar de que trata o art. preservando o seu valor real. 80 acrescido pela EC no 31. far-se-á complementação na forma do artigo 80. a serem definidas na regulamentação do referido Fundo. de 6-7-2001. Os Estados. será integralmente repassada ao Fundo. c c Art. § 2o Para o financiamento dos Fundos Municipais. Art. da Constituição. de 6-7-2001. c § 1o com a redação dada pela EC no 42. direta ou indiretamente. na forma prevista nos arts. na forma prevista nos arts. inciso IV.II – a parcela do produto da arrecadação correspondente a um adicional de cinco pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. LC no 111. sobre este percentual. A contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. c c Art. a transferência de recursos ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza e as demais disposições referentes ao § 1o deste artigo serão disciplinadas em lei. do Dec. É instituído Fundo constituído pelos recursos recebidos pela União em decorrência da desestatização de sociedades de economia mista ou empresas públicas por ela controladas. no período compreendido entre 18 de junho de 2000 e o início da vigência da lei complementar a que se refere o artigo 79. Artigo com a redação dada pela EC no 42. 81. c Art. inciso II. 84. Lei federal definirá os produtos e serviços supérfluos a que se referem os arts. de 14-12-2000. c Art. XII. será cobrada até 31 de dezembro de 2004. § 1o Caso o montante anual previsto nos rendimentos transferidos ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. poderá ser criado adicional de até meio ponto percentual na alíquota do Imposto sobre serviços ou do imposto que vier a substituí-lo. 31. c Art. § 1o Para o financiamento dos Fundos Estaduais e Distrital. 79 a 81 do ADCT. deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 79 a 81 do ADCT. o Poder Executivo poderá destinar o Fundo a que se refere este artigo outras receitas decorrentes da alienação de bens da União. prevista nos arts. V – doações. § 3o A constituição do Fundo a que se refere o caput. de 14-12-2000. 74. da Constituição. 158. I. reverterão ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. ou do imposto que vier a substituí-lo. inciso VII. dispõe sobre o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. c Art. § 2o A arrecadação decorrente do disposto no inciso I deste artigo. não se aplicando. de 3-7-2007. III. sobre os serviços supérfluos. da Constituição. IV – dotações orçamentárias. § 2o Sem prejuízo do disposto no § 1o. c Art. no 6. de 19-12-2003. Art. na forma deste artigo. de pes­ soas físicas ou jurídicas do País ou do exterior. cujos rendimentos. de 13-12-2000. o disposto no art. 82. 4o da EC no 42. Art. IV. quando a operação envolver a alienação do respectivo controle acionário a pessoa ou entidade não integrante da Administração Pública.

que regulamenta a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira – CPMF. b) contratos referenciados em ações ou índices de ações. II – dez centésimos por cento ao custeio da previdência social. 84 acrescido pela EC no 37. 85 acrescido pela EC no 37. realizadas em recintos ou sistemas de negociação de bolsas de valores e no mercado de balcão organizado. III – em contas de investidores estrangeiros. relativos a: a) operações de compra e venda de ações. exclusivamente. 3o do Dec. de 12-6-2002. no 6. III – oito centésimos por cento ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. § 3 o. 85. sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de mercadorias. Estadual.214. sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários. de 13-7-2004. as seguintes condições: . § 3o A alíquota da contribuição de que trata este artigo será de: I – trinta e oito centésimos por cento. b) companhias securitizadoras de que trata a Lei no 9. de 3-7-2007.140. negociados em bolsas de valores. I – vinte centésimos por cento ao Fundo Nacional de Saúde. 2o da Lei no 10. c Art. que institui a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira – CPMF. de mercadorias e de futuros. de 19-12-2003. § 3o O disposto no inciso II deste artigo aplica-se somente a operações e contratos efetuados por intermédio de instituições financeiras. 31 do Dec. em operações e contratos referidos no inciso II deste artigo. I – em contas-correntes de depósito especialmente abertas e exclusivamente utilizadas para operações de: c a) câmaras e prestadoras de serviços de compensação e de liquidação de que trata o parágrafo único do art. 100 da Constituição Federal. de que tratam os arts. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. não se lhes aplicando a regra de parcelamento estabelecida no caput do art. 2 o. § 1o O Poder Executivo disciplinará o disposto neste artigo no prazo de trinta dias da data de publicação desta Emenda Constitucional. de 24-10-1996. de 3-7-2007. Serão pagos conforme disposto no art. que altera os arts.892. § 1o Fica prorrogada. que dispõe sobre multas nos casos de utilização diversa da prevista na legislação das contas-correntes de depósitos beneficiarias da alíquota 0 (zero).514. e suas alterações. nos exercícios financeiros de 2002 e 2003. c Art.892. nos lançamentos: c Art.140. Distrital ou Municipal oriundos de sentenças transitadas em julgado. Art. de 13-7-2004. de 27 de março de 2001. no 6. Art. cumulativamente. 8 o e 16 da Lei n o 9. de 3-7-2007. de 20 de novembro de 1997. de 12-6-2002. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias não incidirá. que preencham. no 6. EC no 42. a partir do trigésimo dia da data de publicação desta Emenda Constitucional. 80 e 81 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. § 2o Do produto da arrecadação da contribuição social de que trata este artigo será destinada a parcela correspondente à alíquota de: c Art. relativos a entradas no País e a remessas para o exterior de recursos financeiros empregados. II – em contas-correntes de depósito. até a data referida no caput deste artigo.311. dentre aquelas que constituam o objeto social das referidas entidades. para financiamento das ações e serviços de saúde. os débitos da Fazenda Federal. que regulamenta a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira – CPMF. 2o da Lei no 10. regulamenta a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira – CPMF. bem como da inobservância de normas baixadas pelo BACEN que resultem na falta de cobrança do CPMF devida. c) sociedades anônimas que tenham por objeto exclusivo a aquisição de créditos oriundos de operações praticadas no mercado financeiro. II – Revogado. da Lei n o 10.140. em suas diversas modalidades. A contribuição a que se refere o art. de 24 de outubro de 1996. § 2o O disposto no inciso I deste artigo aplica-se somente às operações relacionadas em ato do Poder Executivo. c Art.c Dec. a vigência da Lei no 9.311. Art. 86.

§ 1o Os débitos a que se refere o caput deste artigo. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 86 acrescido pela EC no 37. autárquica ou fundacional. comprovadamente. em virtude da alteração pela referida Emenda. Art. Art. II – trinta salários-mínimos. 88. nos termos do art. dispõe sobre a Gestão de Precatórios no âmbito do Poder Judiciário. se assim dispuser a lei. dispõe sobre a Gestão de Precatórios no âmbito do Poder Judiciário. O prazo previsto no caput do art. § 3o Observada a ordem cronológica de sua apresentação. c Res. do CNJ no 92. de 11-11-2009. com precedência sobre os de maior valor. c §§ 1o e 2o acrescidos pela EC no 60. em 15 de março de 1987. exceto para os serviços a que se referem os itens 32. de 12-6-2002. na condição de cedidos. de 11-11-2009. da forma prevista no § 3o do art. incentivos e benefícios fiscais. § 2o Os débitos a que se refere o caput deste artigo. 87 acrescido pela EC no 37. do CNJ no 92. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias fica prorrogado até 31 de dezembro de 2007. constituirão. de 11-11-2009. . se ainda não tiverem sido objeto de pagamento parcial. 87 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. dispõe sobre a Gestão de Precatórios no âmbito do Poder Judiciário. 33 e 34 da Lista de Serviços anexa ao Decreto-Lei no 406. § 1o Os membros da Polícia Militar continuarão prestando serviços ao Estado de Rondônia. Se o valor da execução ultrapassar o estabelecido neste artigo. perante a Fazenda dos Estados e do Distrito Federal. de qualquer espécie. que tenham valor igual ou inferior a: I – quarenta salários-mínimos. os débitos ou obrigações consignados em precatório judiciário. Art. de 31 de dezembro de 1968. e aqueles admitidos regularmente nos quadros do Estado de Rondônia até a data de posse do primeiro Governador eleito. 36 da Lei Complementar n o 41. III – estar. Enquanto lei complementar não disciplinar o disposto nos incisos I e III do § 3o do art. Para efeito do que dispõem o § 3o do art. a qualquer título. de 13-10-2009. c Art. que veda o pagamento. assegurados os direitos e as vantagens a eles inerentes. submetidos às corporações da Polícia Militar. ou os respectivos saldos. direta ou indiretamente. perante a Fazenda dos Municípios. quadro em extinção da administração federal. 88 acrescido pela EC no 37. 89. observadas as atribuições de função compatíveis com o grau hierárquico. até que se dê a publicação oficial das respectivas leis definidoras pelos entes da Federação. poderão ser pagos em duas parcelas anuais. de 12-6-2002. c c Caput com a redação dada pela EC no 60. se encontravam no exercício regular de suas funções prestando serviço àquele ex-Território na data em que foi transformado em Estado. o imposto a que se refere o inciso III do caput do mesmo artigo: I – terá alíquota mínima de dois por cento. Res. de 13-10-2009. 100. sempre. Art. até seu aproveitamento em órgão ou entidade da administração federal direta. de 12-6-2002. de ressarcimentos ou indenizações. de diferenças remuneratórias. mediante opção. Os integrantes da carreira policial militar e os servidores municipais do ex-Território Federal de Rondônia que. a qualquer título. c c Art. § 2o Os servidores a que se refere o caput continuarão prestando serviços ao Estado de Rondônia na condição de cedidos. pendentes de pagamento na data da publicação desta Emenda Constitucional. o pagamento far-se-á. 90. vedado o pagamento. sendo facultada à parte exequente a renúncia ao crédito do valor excedente. na redução da alíquota mínima estabelecida no inciso I. do CNJ no 92. 156 da Constituição Federal. Art. c Res. de 22 de dezembro de 1981. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias serão considerados de pequeno valor.I – ter sido objeto de emissão de precatórios judiciários. que resulte. observado o disposto no § 4o do art. de 13-10-2009. bem como os servidores e os policiais militares alcançados pelo disposto no art. serão pagos na ordem cronológica de apresentação dos respectivos precatórios. 100 da Constituição Federal e o art. Parágrafo único. por meio de precatório. c Art. 1o da EC no 60. 87. 100 da Constituição Federal. para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. os débitos de natureza alimentícia previstos neste artigo terão precedência para pagamento sobre todos os demais. referentes a períodos anteriores à data de sua publicação (DOU de 12-11-2009). 100 da Constituição Federal ou pelo art. II – não será objeto de concessão de isenções. II – ter sido definidos como de pequeno valor pela lei de que trata o § 3 o do art. total ou parcialmente.

12. de 19-12-2003. 96. § 3o Enquanto não for editada a lei complementar de que trata o caput. na data de publicação desta Emenda Constitucional. e § 4o. distribuídos segundo os critérios a que se refere o art. fusão. podendo considerar as exportações para o exterior de produtos primários e semielaborados. III. § 2o. em proporção não inferior a oitenta por cento. setenta e cinco por cento pertencem ao próprio Estado. em substituição ao sistema de entrega de recursos nele previsto. de 9-12-2009. Art. 159. 155. e vinte e cinco por cento. III. c Art.311. 31 e Anexo da Lei Complementar no 87. 3o. inclusive os emitidos durante o período de vigência do regime especial instituído por este artigo. § 4o Os Estados e o Distrito Federal deverão apresentar à União. de acordo com critérios. parágrafo único.§ 1o Fica prorrogada. incorporação e desmembramento de Municípios. declaradas pelos contribuintes que realizarem operações ou prestações com destino ao exterior. contados da data de sua publicação (DOU de 10-12-2009). 91. 100 da Constituição Federal. São acrescidos dez anos ao prazo fixado no art. sendo inaplicável o disposto no art. prazos e condições nela determinados. 3o da EC no 62. c Artigo acrescido pela EC no 42. de 13 de setembro de 1996. Artigo acrescido pela EC no 42. se vierem a residir na República Federativa do Brasil. Art. 100 desta Constituição Federal. 13 e 14. c Artigo acrescido pela EC no 57. da Constituição. ao Estado onde ocorrer o consumo das mercadorias. c Art. 155. d. 90 acrescido pela EC no 42. a vigência da Lei no 9. cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006. a alíquota da contribuição de que trata o art. Os nascidos no estrangeiro entre 7 de junho de 1994 e a data da promulgação desta Emenda Constitucional. do Distrito Federal e dos Municípios cessarão a partir da entrada em vigor do regime previsto no art. aos seus Municípios. exceto em seus §§ 2o. 40 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias será de trinta e oito centésimos por cento. 97. as informações relativas ao imposto de que trata o art. Art. Ficam convalidados os atos de criação. 10. 93. permanecerá vigente o sistema de entrega de recursos previsto no art. II. de 19-12-2003. X. e sem prejuízo dos acordos de juízos conciliatórios já formalizados na data de promulgação desta Emenda Constitucional. de 19-12-2003. 94. Art. nos termos das instruções baixadas pelo Ministério da Fazenda. . de 18-12-2008. relativos às suas administrações direta e indireta. de 19-12-2003. da Constituição. § 1o Do montante de recursos que cabe a cada Estado. bens ou serviços. II. até que o imposto a que se refere o art. atendidos os requisitos estabelecidos na legislação do respectivo Estado à época de sua criação. o Distrito Federal e os Municípios que. § 2 o A entrega de recursos prevista neste artigo perdurará. Art. 11. Os regimes especiais de tributação para microempresas e empresas de pequeno porte próprios da União. c Art. A vigência do disposto no art. os Estados. conforme definido em lei complementar. de 24 de outubro de 1996. estejam em mora na quitação de precatórios vencidos. 155. c Art. 95. e suas alterações. a. 158. com a redação dada pela Lei Complementar no 115. poderão ser registrados em repartição diplomática ou consular brasileira competente ou em ofício de registro. c c Artigo acrescido pela EC no 54. de 19-12-2003. a relação entre as exportações e as importações. A União entregará aos Estados e ao Distrito Federal o montante definido em lei complementar. § 2o Até a data referida no caput deste artigo. Art. até a data referida no caput deste artigo. dos Estados. tenha o produto de sua arrecadação destinado predominantemente. 146. c Artigo acrescido pela EC no 42. filhos de pai brasileiro ou mãe brasileira. de 26 de dezembro de 2002. Até que seja editada a Lei Complementar de que trata o § 15 do art. Art. de 20-9-2007. 91 acrescido pela EC no 42. iniciará somente após a edição da lei de que trata o referido inciso III. os créditos decorrentes de aquisições destinadas ao ativo permanente e a efetiva manutenção e aproveitamento do crédito do imposto a que se refere o art. 12 desta Constituição. farão esses pagamentos de acordo com as normas a seguir estabelecidas. estabelece que a implantação do regime de pagamento criado por este artigo deverá ocorrer no prazo de até 90 (noventa dias). 9o. 92.

para os Estados das regiões Norte. § 8o A aplicação dos recursos restantes dependerá de opção a ser exercida por Estados. os Estados. b) de. apuradas no segundo mês anterior ao mês de pagamento. para requisitórios de todos os anos. além do Distrito Federal. Nordeste e Centro-Oeste. pelo regime especial. no mínimo. por ato do Poder Executivo. § 4o As contas especiais de que tratam os §§ 1o e 2o serão administradas pelo Tribunal de Justiça local. para os requisitórios do mesmo ano e no § 2o do art. o somatório das receitas tributárias. § 6o Pelo menos 50% (cinquenta por cento) dos recursos de que tratam os §§ 1o e 2o deste artigo serão utilizados para pagamento de precatórios em ordem cronológica de apresentação. e deduzidas: I – nos Estados. em conta especial criada para tal fim. o § 3 Entende-se como receita corrente líquida. agropecuárias. no mínimo. 1. 201 da Constituição Federal. as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional. 1/12 (um doze avos) do valor calculado percentualmente sobre as respectivas receitas correntes líquidas. patrimoniais. Distrito Federal e Municípios devedores. no mínimo. 100. II – nos Estados. Nordeste e Centro-Oeste. para Municípios das regiões Sul e Sudeste. pagar-se-á primeiramente o precatório de menor valor. Distrito Federal e Municípios devedores.5% (um inteiro e cinco décimos por cento). transferências correntes e outras receitas correntes. incluindo as oriundas do § 1o do art. I – pelo depósito em conta especial do valor referido pelo § 2o deste artigo. industriais. 1% (um por cento). 2% (dois por cento). para os fins de que trata este artigo. excluída a incidência de juros compensatórios. 1. será: I – para os Estados e para o Distrito Federal: a) de. ou cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a até 35% (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. para os Estados das regiões Sul e Sudeste. verificado no período compreendido pelo mês de referência e os 11 (onze) meses anteriores. por meio de ato do Poder Executivo: c Art. que estabelece os casos em que a entidade federativa voltará a observar somente o disposto no art. para Municípios das regiões Norte. ou II – pela adoção do regime especial pelo prazo de até 15 (quinze) anos. diminuído das amortizações e dividido pelo número de anos restantes no regime especial de pagamento.5% (um inteiro e cinco décimos por cento). ao saldo total dos precatórios devidos. obedecendo à seguinte forma. cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a mais de 35% (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. no mínimo. o Distrito Federal e os Municípios devedores depositarão mensalmente. acrescido do índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança e de juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança para fins de compensação da mora. 20 da Constituição Federal. § 7o Nos casos em que não se possa estabelecer a precedência cronológica entre 2 (dois) precatórios. o Distrito Federal e os Municípios sujeitos ao regime especial de que trata este artigo optarão. calculado no momento de opção pelo regime e mantido fixo até o final do prazo a que se refere o § 14 deste artigo. respeitadas as preferências definidas no § 1o. anualmente.§ 1o Os Estados. b) de. cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a mais de 35 % (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. de contribuições e de serviços. que poderá ser aplicada isoladamente ou simultaneamente: I – destinados ao pagamento dos precatórios por meio do leilão. . a contribuição dos servidores para custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da compensação financeira referida no § 9o do art. 100 da CF. excluídas as duplicidades. caso em que o percentual a ser depositado na conta especial a que se refere o § 2o deste artigo corresponderá. sendo que esse percentual. II – para Municípios: a) de. de 9-12-2009. § 5o Os recursos depositados nas contas especiais de que tratam os §§ 1o e 2o deste artigo não poderão retornar para Estados. ou cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a até 35% (trinta e cinco por cento) do total da receita corrente líquida. 4o da EC no 62. para pagamento de precatórios expedidos pelos tribunais. vencidos e a vencer. no Distrito Federal e nos Municípios. § 2o Para saldar os precatórios.

II – 30 (trinta) salários-mínimos para Municípios. o valor de: I – 40 (quarenta) salários-mínimos para Estados e para o Distrito Federal. II – constituir-se-á. em relação a Estados. 100 não estiver publicada em até 180 (cento e oitenta) dias. em litisconsórcio. no caso da opção prevista no inciso II do § 1o. omissos na regulamentação. contados da data de publicação desta Emenda Constitucional. III – destinados a pagamento por acordo direto com os credores. nos termos do § 2o. pelo maior percentual de deságio. Enquanto Estados. ou por outro critério a ser definido em edital. e. ou parcela de cada precatório indicada pelo seu detentor. e os depositará nas contas especiais referidas no § 1o. II – admitirão a habilitação de precatórios. Distrito Federal e Municípios devedores. IV – considerarão automaticamente habilitado o credor que satisfaça o que consta no inciso II. recurso ou impugnação de qualquer natureza. em ordem única e crescente de valor por precatório. VII – ocorrerão na modalidade deságio. ambos deste artigo. em relação aos quais não esteja pendente. realizado pelo Tribunal de origem do precatório. podendo ser fixado valor máximo por credor. b) ficará impedida de receber transferências voluntárias. ambos deste artigo. § 10. § 12. permitida por iniciativa do Poder Executivo a compensação com débitos líquidos e certos. ou que já tenham sido objeto de abatimento nos termos do § 9o do art. por este. Distrito Federal e Municípios devedores. Distrito Federal e Municípios devedores. até onde se compensarem. ressalvados aqueles cuja exigibilidade esteja suspensa nos termos da legislação. IX – a quitação parcial dos precatórios será homologada pelo respectivo Tribunal que o expediu. Distrito Federal e Municípios devedores estiverem realizando pagamentos de precatórios pelo regime especial. a habilitação do valor total a que tem direito. . 100 da Constituição Federal. para os fins referidos. não poderão sofrer sequestro de valores. VI – a competição por parcela do valor total ocorrerá a critério do credor. O regime especial de pagamento de precatório previsto no inciso I do § 1 o vigorará enquanto o valor dos precatórios devidos for superior ao valor dos recursos vinculados. Distrito Federal e Municípios devedores. que poderá prever criação e forma de funcionamento de câmara de conciliação. na forma estabelecida por lei própria da entidade devedora. devendo sua utilização obedecer ao que prescreve o § 5o. No caso de precatórios relativos a diversos credores. ou pelo prazo fixo de até 15 (quinze) anos. será considerado. inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra devedor originário pela Fazenda Pública devedora até a data da expedição do precatório. contra Estados. exceto no caso de não liberação tempestiva dos recursos de que tratam o inciso II do § 1o e o § 2o deste artigo. § 14. por credor. com deságio sobre o valor desta. até o limite do valor não liberado. não se aplicando. em favor dos credores de precatórios. V – a União reterá os repasses relativos ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios. § 9o Os leilões de que trata o inciso I do § 8o deste artigo: I – serão realizados por meio de sistema eletrônico administrado por entidade autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários ou pelo Banco Central do Brasil. III – o chefe do Poder Executivo responderá na forma da legislação de responsabilidade fiscal e de improbidade administrativa. autoaplicável e independentemente de regulamentação. a regra do § 3o do art. por ordem do Presidente do Tribunal referido no § 4o. o valor terá automaticamente poder liberatório do pagamento de tributos de Estados. III – ocorrerão por meio de oferta pública a todos os credores habilitados pelo respectivo ente federativo devedor. admite-se o desmembramento do valor. IV – enquanto perdurar a omissão. neste caso. à compensação automática com débitos líquidos lançados por esta contra aqueles. a entidade devedora: a) não poderá contrair empréstimo externo ou interno. VIII – o mecanismo de formação de preço constará nos editais publicados para cada leilão. alternativamente. associado ao maior volume ofertado cumulado ou não com o maior percentual de deságio. direito líquido e certo. por ordem do Presidente do Tribunal requerido. § 11. e. havendo saldo em favor do credor. No caso de não liberação tempestiva dos recursos de que tratam o inciso II do § 1o e os §§ 2o e 6o deste artigo: I – haverá o sequestro de quantia nas contas de Estados. § 13.II – destinados a pagamento a vista de precatórios não quitados na forma do § 6o e do inciso I. Se a lei a que se refere o § 4o do art. 100 da Constituição Federal. no âmbito do Poder Judiciário. V – serão realizados tantas vezes quanto necessário em função do valor disponível.

ADOLfO OLIVEIRA – Relator Adjunto. 5 de outubro de 1988. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e ainda pendentes de pagamento ingressarão no regime especial com o valor atualizado das parcelas não pagas relativas a cada precatório. JORgE ARbAgE – 2o Vice-Presidente. Os precatórios parcelados na forma do art. incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança. § 16. devendo os valores dispendidos para o atendimento do disposto no § 2o do art. será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança. bem como o saldo dos acordos judiciais e extrajudiciais. O valor que exceder o limite previsto no § 2o do art. LuIZ SOYER – 2o Suplente de Secretário. e. ULYSSES GuIMARÃES – Presidente. § 18. . ficando excluída a incidência de juros compensatórios. MARCELO CORDEIRO – 1o Secretário. BERNARDO CAbRAL – Relator Geral. c Art. 100 da Constituição Federal serem computados para efeito do § 6o deste artigo. A partir da promulgação desta Emenda Constitucional. BENEDITA DA SILVA – 1o Suplente de Secretário. Brasília. a atualização de valores de requisitórios. 100 da Constituição Federal será pago. MAuRO BENEVIDES – 1o Vice-Presidente. II e III do § 8o deste artigo. independentemente de sua natureza. durante a vigência do regime especial. § 17. JOSÉ FOgAÇA – Relator Adjunto. até o efetivo pagamento. ARNALDO FARIA DE SÁ – 3o Secretário. ANTÔNIO CARLOS KONDER REIS – Relator Adjunto. Durante a vigência do regime especial a que se refere este artigo. gozarão também da preferência a que se refere o § 6o os titulares originais de precatórios que tenham completado 60 (sessenta) anos de idade até a data da promulgação desta Emenda Constitucional. SOTERO CuNHA – 3o Suplente de Secretário. MÁRIO MAIA – 2o Secretário. de 9-12-2009. na forma prevista nos §§ 6o e 7o ou nos incisos I. 33 ou do art.§ 15. para fins de compensação da mora. 97 acrescido pela EC no 62.

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