AUGUSTO DE CAMPOS

SONETERAPIA
"desta vez acabo a obra"
gregório de matos
drummond perdeu a pedra: é drummundano
joão cabral entrou pra academia
custou mas descobriram que caetano
era o poeta (como eu já dizia)
o concretismo é frio e desumano
dizem todos (tirando uma fatia)
e enquanto nós entramos pelo cano
os humanos entregam a poesia
na geléia geral da nossa história
sousãndrade kilkerry oswald vaiados
estão comendo as pedras da vitória
quem não se comunica dá a dica:
tó pra vocês chupins desmemoriados
só o incomunicável comunica

MONUMENTO AVAIA
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Fol cIspoio dIo visite • ,__ NUil • do .-.10 do biuwO poIIudo que ........... por ....
rir CaricMln do ..... pc.. f l .... lOtnel ........... c:ericMwel • bwcI dII .....
" _"O in60 ... dos dIItri_ que O meu CIItnintlo d8illou • 1l'IaflIoM"'.
EItIWftc> .. _ 80 ...... corpo _ I........ f....IS ao MPl'1hc> na ... lentali... do ""Piar.....
oulro • receb6-1o na mlnhllemtlf'l ou. ....- .lndII. procurando upfICII ler sobnI • _ rln·
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elClIUir I voz qUI . "Icul l breçlo do mlnlfeslo.
OuiwrislÕCllmlnl' _ode> dedcM • espsr.dellsgreçio.
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Eu ....... '" ode> MIOU f"" com .1", I " . nitld.m.." ..... lIi' di .... uwl!lolsr ....
pc>nt6nN 1.,, &1111 h 6to loIIcI.ni ......1..-0 que lc>mII __ que dllcg ocon-n.I.Il<8 ri·
dlcule l I' que • cobnr • 0'lII9I'1 • comunlcaçJo lIboço·vom.!lIde.
li. .bsc>tutamen,,, 111....1• f6 na cI'>e;ad8 do M" ul.. o p,ogn6I:tlco sobr•• Pl' u . gem .... um Co-
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nossos maiS ínhl710s pensamento;
PORS2,f) Nlio MEfOvVA wÜS
o rItNTtT'bf'l/A- Q!1. POfõ.b/4-

TORQUATO NETO

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WALYSAILORMOON
PLANTEAMIENTO DE CUESTIONES
1 au.. nio ""'IOU di5pOS10 a '''* e>tposlo • çabec.i....... jy'clM quMlrad_
....idas em reduz.. lUdo lodo esf orço gruod,- _ se 1_"p'eu.io ele
_"""""lOS por nio .... conloJft\W _ -.. cul'.......
Meu IeJllo nio • s6 pnI _ vislO ordem emocional [grilado ou "'" bode.
.-n:> __ ou ....... ;"a ou . ...... ou tri. ...
_ ou ôd'o. etC_I -... os atados • mui10
d. ""ta dlI -.M insuficienc:i. doe condiç6a - _
v'SIO 00 pon10 de ....A ord.... ......- in'Ip<__• _ pMI ..-
Cf....... - como .._ taçio de U llUl urM. novas lonnas de
como modo de _,oposição nIo- lu'.Ii....
nIo-...clõ......1 dII Cl$C.i .....
2 - R.. <: ul_ do produtor com o p<odUIO medo do mundo ""Ie rio< -
I.....dez uleri"" - lemor do olho do outro. al<; . ele.
Auto inquisições - e$CffI".' • rasga, - pl ,as de pa pel virando cinzas
castrações - tresh psiqu lco. etc. etc . J6 !l\l $Ou pele
CONSTRUÇÃO EM PROGRESSO.
Qrllnde$ batalhas'
forço . bar•• por•• mi""". J><oduç(>es sal.em. no maior estoicismo, porq....
lenho bem f 0<111 ....... utopito 'evotueionWi. de q um ptOdulO p,.
f.... puu outro puU outro pu.u 01.11'0 perrnôlindo conlinuidado
produtiva
[Graças. Deusl
J - M.1onençio ... lulll por criaçAo cle esl rul"'.. de produçio io...... d • •le
- Groovy (ou G J Promotô.., - lJnidMIe Integrada de P?ocluçio
'CN blwgue$a$ Por out.o lado Onome l.Ilw:NolI"ound . no
8....1 72, • O nome dum Qtnp) de conli 1O
As P SOM acham pouccI e ficam c ...
estou falando. POt 60 .- de exp<enio \Jndetll'ound do 8....1
WalV SaiIom,oOh preciso de um -.no .......ilO lI'ande MUITO GRANDE
.......ito grande ""' nIo .... acaba<
OU
Walv Sailonnoon. IHJ p'eciso de um sonho muito gntnde MUlTO GRANDE
muito gmnde pra n.io me acaba r SUBDESENROlADO
OUEU nAo DEVO nada a ningu6m.
4 _ FORÇAR A BARRA
...tOU possuido da ENERGI A TERRrVEl que oa lrad ulore$ cha..-n 0010 -
- ausolnc:ia da pai. ' rechaçar a tradiçlo judeo·crist'_ - ausolnc:ia
de cullUrai. - aulincia de laço. de fan>ilia -
rQda me pr ende a nada -
Produzir -.. __ recet>er nada em troca
O Mit o de
Ptoduzir o ....Ihot de mim pari ... _ com a perda da esp .1Ça
.,. P-''''-
FIM DA FEBRE
O,
PRtMIOS & PENSOES
COM
POETA SEM
llAAUURFtEEAASS
li _ Por uma corItin.uidadl produtiva:
inVERnAO
6 lMelacovsllv domenda sociel lb _ sief .
M.... receptor prelendldo , O beaulilul people 1<I\Il,eciso indefinido
lf"""i'ório ma' ma.mo assim...
7 - Ordem de produçi o:
Balneário Bahia e Obras Escolhidn - "
Anexo Monlanha Mtogica - romance teresopoteutio - 11 ;
Planteamiento de cuesueees - 111 ,
Oue são:
8 Ded icedos a Claudio Siboney.
9 Ponto Final : pra nem me refe rir a niveis mais largos ou mais profundos de
percepção, mesmo sem sair do campo da colocação da produção.
a Inteligencia ti uma energia limit ada - a Inteligencia n60 pode muito:
é preciso PIOUE. resistência ao desgaste, ao eslraçal hamento. é devagareza, ao
medo. ao l t )acanhamenlo. etc atc atc etc etc e ec
A maior qualidade pro produt or cul tural, aqui e agor•. e a de (ainda estou me
refer indo é colocação da prod uçãol GRANDE BATALHADOR:
maneira de se di zer a verdade.
10 MagnE:tica
,
Alta matemática na cama-casal
El e 1: Risque a cédula como ud. quii18r.
Eu voto: O O
Mezquindad A FAVOR CONTRA
Esuecheza
Provincianidad
Ele 2: Voto como quiser,
" - No momento em que pronuncio este discurso estou tremendo e vibrando:
Estou mais empenhado na campanha do que no resultado.
" - f aixa de propaganda eleitoral : Nio permita terceiros: A Rede de Energia
ê entre eu e Ud.
" _ Planteamiento de Cuestiones e a ussi llUto-referente, As be<"edas se vifurcam.
Planteamiento de ccesueoee - •
Balneário Bahia e Obras Escolhidas _ 11
Anexo Montanha Mágica - romance teresopot eutão - '"
QUAL?
Teste -
Caixa com múltiplas modalidades
verdadeira
plena
perfei ta
de arm;t r mas uma e superior
?

" - Você tem medo do peso do textc do drama?
l ei tor. existiu mudança de comportemento no seu Sistema Nervoso de armar as
coisas após a leitura dos supra e dos infra?
ReXisti ra ?
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MOMENTO S
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ABSOLUTO
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" - Não são textos corridos a que agreguei me ros elementos de ilustração ou
elementos gráficos lIotos. cartões postais. o c rescendo de onde a onda
ondeou at e voe para as prai..s do norltl. Cal igrama de Apollioaire.
desenhos. et c. ) mas foram compostos como um passo 11 frente : como
composilio.
Mat éri .. para uma revist a.

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obras escolhidas
WALY MAftlHHE1RIH DA ~ U A . (am. Wic. paquidetmiea)
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llclion , _ l lc1__I""", <!ao fricç6000 de _ caro-
.... __q......... -. _ de _Ir<> • outro __lomo
do ~ 1Mmo , _ .. outro om tudo quo "'" _ mil ,_
o outro ... tudo tomar .. <>UITD .. outra douIro dou"," orn tuda
.... Iudo quo _ .... ".m." .. outro doi ........ . _ .......
.-no <l lool" 1r<) dlfl lnguldo por ..... nome d lollnto do "-
.-no dl..ln.o _ I """, de .... l omor no que ... __..
.-no _I"" 60.-.... no "-10 do """"' .. _ """'" .. __
........ por ...... , _ obtOoÇO COft1III"O _ trio _ ... "".
boIlW .. 1ic1lor>at1o _ .-... _ ..'" lei>:o <le ..... fi ...
1Icc__... _ 1>0< lUdo _ umo ' ...to de _ por urno
1_ _ .. 11.. por ""'" """" por ....... t o<ll 1. ..110 .. tlDÇ'/leo
p"","aon __• _ ...... 1lc,1ana<lo quo ..... habl..... ... ME
"'" Mo _ tudo I0<Io .. TUDO 1.11. de
___...... quo __quo " .. " q ...- peo18"""
pela , ..-... • num obtooçocoo>Ilnuo .. .,...., , cu. . .. ....
c.- .... I"".......... mMcarM mol _ no meu rooto me """",
numo....,... ""'""""te mll..I 1 _Imol _ ....1 Inlei...
t_ dum boi'" do __ 1. vlr ... _ ...... Ilttk>notlo _
nIo ..... mo CO... quo . Indo .Inda AINDA quo ..... _ ...
..... "-0 .. .-.do __ ,_ , _ 0 1 •
esa'" c.-.. "" dec'_", __.. "'" mll6olmo een·
tIooimo ""'imo _ '0 todo ou Iraç60 lodo ....... lIc_tIo _ ..
......lou no abraço conllnuo contl""" ..... q!lO .. <l_lou _
Iudo ...- 1_ ele "'" t_,_de <le do tomO. EM tudo que
...... _ EU ....- quo _ oqul ,. 11ndo "" ptImeoIr. __
... <lo olngul.r ....- ol"""Ia' que _ p__I
lmodud.... _ '0 1>"..... . ,. ..... quo quo _ .. _ .
<lo .. ~ __.. ...- do _1010 do pn>-
_ ou _I l utIve1 .. ' quOlq_ coI quOl-
_ . 1......, ..... <>Ub1I coI....11m 11 , """ "'" __
no _ do ", ,,, ...... _I ou _ "''''"" ou _I ou
...... O O ~ P 0.... ..-.- dlo ""'" ou um _ "'''' ''''... q""lq.....
d i. _ ou q""........ d ia _ ... _ pn la __' a da oocf,
da ta """'" oocf, nam ln'Iagl nam I1c_ nam funclaroo _ lei>
flc ,lonarlo pra lmaglnw .. , Iogtlo ",'Ii.a ~ a "'" _
da "'" "'" ........ , uma . 1 1. "",il<> ~ . lO' "",I ""re
__ banr..- , uma .Iagri. _1«> g'_ conviva< com
_ , _ _ ta __' a d ia <Iodo ... "'" ...., <Ia pai......
pra "'" dl""l' ... og_"'*''' •_ ao _ bonl..I .
banl.....I...... qua mo _ _ .....,....... ......Ior olagrlo mo
_ham mo __, ....... 11'_ ai_Ia' ........1op<1o """Ia
....... "'" _ do "'" mo qual. ... , uma alagria """Ia _
OQUl IAlindo ...,lt o __ banloolrnoo dl>eo>do bonloolaol·
...... _te _ "",a dlo <Iodo ... q ...., , _ a "'" "'" "'"
__ mau ...... .. com a ..- ,...., lunda do , _ lunda da
' '''''''' _ de 1....... 1. a com .. ..- No<> !undo a 1_ a a
...10> ....., ..- ...., ... l unda a nio "'" ,....., "'" ..... to-
nho f_ de "'" __f _ da mo ........ 1_ do -
, __um fund;U......"" fundlc_1o l tuic_ o CQtIfI'laroo_
<lo fri<>clonatlo a <Iao ItIco/6OO <Ia flctl"" QlIO "'" com • ficliGn
"'" "'" "'" ...... aquaço "'" 011'-'1 mo do color "'" ocol_ ......
quO f lctlon "'" .. q.... IIction .... "'" .. "'" .... _ _'lo do "'"
funda do q...... f_ do lundido do """'undldo .. o "'" ....
"'" , uma ......-01.... "'" """"""'90 q.... ,_' amo mo com-
_ .. _ "'" "'" a , ....... 11'_ olagrlo -"'" q_mo
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' oco a doaI a dia _ "'" mo .""" _ do mo 10tl'l0f """ ""'"
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.." oplnlio
nem .,"odllh porque OSWALO OE ANORADE dll::
S..fim vII. J-nell e qual NI,c:iw ..., no apell>o 'l/uIIs, o lorte

rwn porque prefiro a c:aiu • l;:SbIe S1IIPa. .. dIatl.......... llfividades
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",.Wc. __ c:oisN 1n•• ,tIOdM Pnl W Iue- _ 'racos
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YOKO ONO: l) ,to. rninhe _ tenho • d__ .mlla ... sIo c:...ti_
Que ,",,11 ......jaria c:n.? Tudo iA -*.... Detesto ..,illal que dizem
que __• Owno _ tipo • ..,e de e-
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de .-.;:111....". Criw I lanlfl do 1If1im, s.. c.efl • I de mudar
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mas O INobiefT-. nIo • pintura esc:ull\lft er1e produçio de obrsos ....
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de todos e» . e
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invençAo ..... eoadUi'lll com Imil.l;Ç.lo: limpa. mas • bom .... ,Grw
MARSHAll MClUHAN' De qualquer modo na ..,. upaolillM'!aI. _
..-lflcac811 da vlollncla Irnln_lI•• dadas .. P1'qo'" de c:eda um
pelos __ ptÔflriOII _Im_ ou 1_1Olog1a. Poli .. p""oI de
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ou ....-.111:&' IN fel ou Mal; o __Irritante
em genl PfOVII _ da dano que o Im... inicial , .....
h6bl1O de E que o wtiate pode nos ..-_ - Ir com
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16 lora • de ...... lo0d0iji0Nodeo,,", da nol, ....,_ que ....-rernar 1Ddos
e» dMafioa II ClOlõgIc:oa com o _, alo _. o coI.... da _' .... __
JOHN CAOE' Objeç6ea alo f,. 5' '11_ lailM por ao uso
do uperi"*,lal panl deaignaçflo de _ obrsos. poli • lido corno
_ que upaoln_le» do .... que medidas 1OfI'*ias com
e que _ • I de MbIr ter levado bem
que de modo __ elemeillOe CClrIsIdenldoa a .....
ordeneçlo ..-lIiçao. e- objeçl6es alo c:1ao.'IM,te jl.lstlflc:edu, iTIIS SÓ
nos ........ e» da ....:.sJça _ial c:ontamportnM, em q'. pennanece a
rado da IOf de .. c:onstrul r slliJO dentro de» IIml* . IItrulUnl e
el<preuIo pata 1i quall • Itenç60 1116 f_llada. Enq.....IO que. d. OUlro
lado. I atenç60 10 movo pari a obMnIaçio • l ud lçio do rtMJ llaI ÇOI$OS ao
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generosamente louco o trajeto
nápoles - rio de
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Aguas turvas na
Viagem/ tempestade
pai xio $Ui generis
Giulio Cesare
classe turisliCll
Veludo Venus iano
Veleiro Venezia no
I. CINEPOEMAS PRELUDIOS
memorial de a res :
deslizo químico em
Sunset St ripidade
julho em los Angeles
a venturas norte-a mericanas
EU TE ADORO
O TEU CABELO TEM CHEIRO DE
AVI ÃOI
Buenos Aires 1971 por um minuto
3 freiras
Altofalantes tangos
doze fidalgos arruinados
saudade apodrecida no meio das malas
11 . ccrecse nervoso
sem estilo.
O rio de janeiro fi uma tragicomédia puxada
pra farsa tril hos do meu bonde solar congelado
congela copacabana nio engana ninguém avenida
atlAntida eu por aqui conheço bem o terreno
vejo a madrugada no rio de janeiro maquillage
cronometntda da metrópole pontual no escuro
percebo a nitidez da paisagem daqui a uns
tempoS nio vai dar pra disfarçar nem de dia
choro califomia em retrospectos por causa
do meu sorriso trêmulo porque eu me desbundo
na rua por causa do meu rosto esfacelado
numero tal speedy smi ler pisco o olho de olho
no piscapisca veloz fugaz fodido eesasuene
aterro do f lamengo ou mal ou me quer em cabo
frio jovens brorueados brincando de gr6cia
antiga no litoral fluminense no caos penso
em escrever uma poesia para 9 stein
famosa definiçAo de uma rosa
famosa definiçAo
famosa
famigerada tudo fi a peste" o capeta o trocadilho
a energia a fa lta querendo romance venha dançar
comigo minha f lordelvs tropieal saborear um
creme de lua com o afrika korps do terraço
em todo o seu esplendor original me faça feliz
super viva grit. entrei num carro e solidão doeu
a 8lltensio do colapso nervoso recomenda-se
enlouquecer pirar sofrer das faculdades mentais
ser desequilibrado ser vinte e dois ser doente
ter saUde.
UI . sabedoria é o que você s abe
vou were a teeneae s tar fucker: projeto para uma leitura /maratona
de textos e poesias. os grandes nomes da li teratura os grandes os
mai ores os maiorais os grandes os maravilhosos . pound - jovce -
stein _ sousindrade - oswald _ artaud - chandler - etc. intençAo
objetivo/ meta: saturAÇAO. para a abertura do virgem do nio-saturado.
açIo: Vou were a teenage stllr fucker. branco. livre. maior de idade:
fodendo estrelas. tM" re1M" lhe buming of lhe books. re-faz8f' .
ro-invenUlr. procurar de novo. Ml escrevo - Ml nio escrevo - ~
nio sei escrever - tu nio sabes. "
steve befg
rio de Janeiro
junho 72
LUIZ OTAVIO PIMENTEL









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-


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-
CHACAL

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HOMtotAGE TO JUUO BRESSANE fAMIUA 00 BARUlHO
OUAR"
- - ~
FAMiUA 00 BARULHO
'S HOMMAOE TO JUlIO WtUtr'NE
_... 'IlI"'llI.õ.

LUCIANO FGUEIREDO


-
OSCAR RAMOS
GElt!IA GERAL TORQUATO NETO with love
Ho New York, Febr. 3. 72.
LAMBER O FIO DA GILETE
GEUDA GELATINA GELm
leyoul-gUete: gilele- IAml ne tem fio cort ente: gue rde e perversidade emblgua da
gll ele: peda ço de carne vagl ....de em mUliteçAo kelchüplea d'HORTA
TOROUATO LUCIANO IVAN OSCAR
PER.VERSAO longe de lelrismos de INOIANA ou mullifnlt9ll"$ ARAKAWA
(feselnio fik:Il ) : e borda no encontro de 1010 e vermelho brilha vermelho ungue
só e folo gue.rde fio·l.... i.... na .... ,"",,$.$ura
TOTEMAMBIGOIOADE:
vegina GElETE: gi let _lfeSSO' convite a lamber GOSTO DE MEV
ketc:hup-$U()r; OU O corte cerne flik:ida
IVAN quer,.,.. mordido cerne e ofereclà ao bn. dlt qUMn qui_
• finu...feítura quer ser preeiu ...... r.en clieh6-kltsch e invocedo: só
gilele·pervenidoiKle InlI'Ispire eomo fio de 8Speço embiguo: o corte no olho
d' un c:hi en andalou
NOSTOROUATU em açio
PER-VERSAO de - sadi. - .rle brasilei..: thanks god l _510 perver$ll Ã
"lmpoSllibilidede de ser neutro" em q uestões estetiCQ: n i ~ compallvel com o
clilNl de compatibilidade
de -FA-TAL- e GELETE
LUCIANO-OSCAR; conc. eçlo de ambigüi dedes que ledo de gi lele voe' prefere?
510 os dois iguais? o eene li cego o u in visl vel 1 pre ba rbear ou cest rer1
GEll DAl ETE
e n uvem·f reste c'on chlen endaro« pr. onde olha o ol ho d'HORTA1
pera que escorre o kelchup-melmela do ? a gilele gele lIacidez da carne
o nipple na margem a fr esta no evesso
como LIVRO descascado sem páginas ou capas - como objeta rle reduzido e
fio·espessura d' 8$pllÇO - nem um nem outro: apeoU IresUl onde pal.vn1 esc.ite e
imegem roçem o signo: signo-ambigijidade gi lelinose : de que ledo
COftll o fi01 .sernlólice per·venide banhadll em kelchup
HAROLOO OE CAMPOS: NOSTORQUATU e COMO SE MAlEVlTCH TIVESSE
FEITO SEU QUAORADO BRANCO DE KETCHUP OU SANGUE VIVO
quel • releçio entre MONORI AN e BUlil UEL1 pllra onde lISCOrTe o ketdlup1
eeere no olhQ..vagina sangrando freslas
ETO
TOROUATO
EU
ROD U Z ID O . DIR!.--=-,.;;,...._
I
ESTA NOITE ENCARNAREI NO TEU CADAVER
Da supreuio do objoeto.
(Anotações)
Desde que o objoeto perdeu o seu sentido como meio de comuni caçio e o homem entra como
tematica sendo o objeto de s i mesmo e do outro, a ligaçi o erte e patologia llpresenta no.
vos aspectos curiosos :
o artis tll que está interessado em trllbalhar com psicanalistas dando o seu
material liglldo diretamente com o corpo para regredir pacientes e
fazê· los tomar coosciêocia doprópr;o corpo. Ma terial esse colhido de
dentro do própri o arti sta que viveu sua própria reg ressio e
crescimento a tra ves de s ua elabo raçi o, tendo o que laing chama de
" ltCiden tes psicóti c05";
o arti sta vivendo II sua pa tologia em píJblico, seja queimando
seu próprio corpo como Gina Pane, ou ilustrando o objoeto com o própr io
corpo como um americano que se e stende no chio e se chama "ponte" ;
ou tros expondo a própria patolog ia como "obra de a rte", o que
suscitou grande e scAndalo na Bienat de veoeee em que um arti sta
alugou para tal um mongól ico.
O c urioso b qlle se expressar a través da arte foi até hojoe um meio de recuperação para os
doentes mentai s . Mas III o expresser.se e ra a inda uma projeção e hoje já Rio se trata de
projeçllo mas ao contrári o, de introve mo. Receber e m brut o as percepções, viY6· 1as, elabc-
rer-se através do processo, regredindo e crescendo para fora, para o mundo. Anteriormen-
te. na projeçio, o artis ta s ublimava os seus probl emas através de slmbolos, figuras ou ob-
jetos construIdos .
O a rtis ta que perde a autoria da obra teve inici almente várias a tit udes compen$8tóri8$. Clll-
uvcc II s ua per&<>nati dade como obra, passou 11 ser a s ua própria assinatura , Outros se vol-
~ a r a m para o mi stic ismo na necessidade ainda de uma pobti ca trans fe rente. Acabar com O
"objeto transferencial " e as sumi r· se me parece s ua maior dificpldade,
Assumindo a s ua patologia e acabando com o "obje to Iransfereneia l", e le Rio precisa de
ilustrá· la util izando para lESO o seu próprio ccrpe. muti lando_o, s ofrendo e expondo ainda
li mesma através de um caso cUnico como o fez o artista que expOs o mongólico.
Hoje tudo está sendo checado fundamentalmente, o anti· objeto, a an ti·psiquiatria, o anti -
.édi po, é dificil delimitar a fronteira normalidade e patologi a. Mas sobram 05 comportamen·
tOS, embora caiam os thulos , e os mesmos me recem ateno;llo. O que s ign ifica o a rt ista se
mutilar em publico 7 Vamos esquecer a palavra masoquismo, a uto-de:ltruiçào, a palavra SII-
d ismo re la cionada com o publico. De:ltrui r o próprio corpo na medida em que ele se trene-
rorma em temáti ca, em que e le é o próprio objeto transferencia l agora )ti e liminado, • des-
trui r_se a si mesmo ou está inserida nesse destruiçio o mito do arti s187 Ou nessa aparente
desmistifica çllo o mito do a rt ista c resce na meâ ida em que ele a rt is ta b o ob1eto cesse es -
P8técul0 7 Qual a diferença de um ernete que corta e destrói uma te la parll negar a mesma
como objeto de expressã07 Me parece mal re solvido como pensamento da negaçlio da ob ra
e do mi to do arti sta. Ati tude romllnt ica do artista que ainda precisa de um objeto, mesmo
sendo e le o objeto, para negá-lo.
O artista que se chama "ponte" tornando a forma da mesma. Desde qoo o objeto morreu,
ele substitui"o objeto no sentido literal e passaa ser o mesmo numa atitude meramente ilus -
trat iva, esqueçamos o termo ceterêercc, Ora , na medida em que ele se toma objeto, e le
nlio assume a perda pcétlce ainda transfer ida, ao cont rário, • alnda o corpo que se toma
objeto, mas ni o há salto qualitativo, b uma atitude regressiva.
Quanto aos que expõem a patologia como obra de erte : pode ser uma deoorrên<:ia do
croumento da arte e patologia que está havendo na eSllénc;a, falta de pensamento total, de
percepçio do verdade iro sentido desse probl ema tio grave e belo, deturpação que se poder ia
chamar modismo ...
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HAROLDO DE CAM OS
SOUSÂNDRADE: RASCUNHO PARA UMA URNA
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Ign'lao
de signos
hinol
discorde
horpsilórdia
'opózion-"o"
sinos
desalordes
sina
inciso
sinol
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Insanla: a
sangra
o dente
do siso
insígnia
riso
NOTA u.o fllJGlW<A O' o' • to _ -. o.- •
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cadavrescrito você e o sonho de um sonho escrever em para
sobreviver Jinguamorta vagamundo carregando a tua malamaglca
za ubermappe para fazer a defesa e a ilust ração de esta lingua morta
esta moura torta esta mão que corta um umbilifi o que me prega à porta
a difusa e a degustação de e em mil uma páginas não haverá ni nguém algum
nehum de nenhúelas que numa noite núltima em ncutubro ou em nãovembro
ou talvez em deslembro por alguma nunca nihilíada de januarias naves
ncvilunas finisterre em t eu porto por isso não parta por i sso não porte
reparta r eporte destrinça esta macarroniada em malalingua antes que
o portogal o al garavi ando-se esperante o brasutscc e este babet óric
t odo eesbcecere em sarrapapel muito f ácil t eu entrecho é si mples e
os subentrechos mai s si mples ai nda alguém poderá falar em d idascál ia
uma pal avra que termina em étea mas o certo e não d i ferençar entre
motivo ou t ema nem apelar para mitemas f abul emas ou novelemas ou se
perder no encalço da melhor tradução para r áclt ou do d istingo entre
novel e novel a nem útil saber se fábula ou conto-d••• f ••• ......_ ...., _
t êrmo que equival e ao russo skaz bi chos-da-seda se obsedam até a
morte com seu fi o e o corc unda s6 se corri ge na cova não se trat a
aqui de uma equivatende mas d e uma delenda esquiva escava e só
encont rarás a mão que escreve que escava a si mplici tude do si mples
simplicíssimo em sanct a simpl ici tas põe de lato a literordura deixa
as belas l etras para os bertetrrstas e repara que neste f io de
linguagem há um fi o de li nguagem que uma rosa é uma rosa como uma
prosa é uma prosa há um f i o de vi agem há uma vis de mensagem
e nesta margem da mar gem há pel o menos margem desliga então as
cant i lenas as camneedas as cantiamenas descrê das histórias das
stóri as das estórias e f ica ao menos com este menos o resto veremos
uma garrafa ao mar pode ser a sol ução botelheiro de más botel has
da vi da di va dádiva batelha que o futuro futura pel a escura via
del le botteghe oscure e quando a maré f or subindo você v i rá vindo
e quando a manhã f or sai ndo você vi rá sendo e enquant o a no ite f or
sumi ndo você estará rindo pois é li ndo e ledo e l ido e lendo este teu
cantomenos este t eu conto a menos sem somemos nem comenos este cant o
mesmo que já agora é t eima e não se faz por menos mas nem vem que
não t em se não te serve o meu trem se a canoa t em furo por aí é
o futuro morre velho o seguro mas eu combato no escuro e pelo t riz
pel o traz pelo truz pelo trez t anto f az t ant o fez minha sina eu que
sei eu que pago pr a ver se no dois não acerto jogo tudo no três
e ai nda tenho uma vez est a hi st ória e muito si mples é uma históri a
de espantar não conto porque não conto porque não quer o contar
cantando cantava o sol contando cont ava o mar contava um conto cantado
de t erra sol mar e ar meu canto não conta um conto só canta como cantar

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