C ó d i g o E l e i t o r a l A n o t a d o

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C ó d i g o E l e i t o r a l C o n s t i t u i ç ã o F e d e r a l L e i d e I n e l e g i b i l i d a d e L e i d o s P a r t i d o s P o l í t i c o s L e i d a s E l e i ç õ e s L e g i s l a ç ã o C o r r e l a t a N o r m a s e d i t a d a s p e l o T S E S ú m u l a s d o T S E / S T J / S T F R e s o l u ç ã o d o T C U
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© Tribunal Superior Eleitoral Secretaria de Gestão da Informação Coordenadoria de Jurisprudência SAFS, Quadra 7, Lotes 1/2 70070-600 – Brasília/DF Telefone: (61) 3030-9229 Fac-símile: (61) 3316-3359 Atualização, anotações e revisão: Coordenadoria de Jurisprudência Editoração: Coordenadoria de Editoração e Publicações

As normas desta publicação tiveram abreviaturas, referências legislativas e grafias frequentes padronizadas de acordo com o estabelecido no Manual de Revisão e Padronização de Publicações do TSE.

Brasil. Tribunal Superior Eleitoral. Código eleitoral anotado e legislação complementar. – 10. ed. – Brasília : Tribunal Superior Eleitoral, Secretaria de Gestão da Informação, 2012. 1 v. ; 23 cm. 956 p. Conteúdo: Código eleitoral – Constituição Federal – Lei de Inelegibilidade – Lei dos Partidos Políticos – Lei das Eleições – Legislação correlata – Normas editadas pelo TSE – Súmulas do TSE/STJ/STF. ISBN 978-85-86611-87-2 1. Eleição – Legislação – Jurisprudência – Brasil. 2. Código eleitoral (1965) – Brasil. 3. Legislação eleitoral – Brasil. I. Título. CDDir 341.280981

Tribunal Superior Eleitoral Presidente Ministra Cármen Lúcia Vice-Presidente Ministro Marco Aurélio Mello Ministros Ministra Nancy Andrighi Ministro Gilson Dipp Ministro Marcelo Ribeiro Ministro Arnaldo Versiani Procurador-Geral Eleitoral Roberto Monteiro Gurgel Santos

Apresentação
Esta 10ª edição do Código Eleitoral Anotado e Legislação Complementar, que chega agora às mãos do leitor, foi organizada pelo Tribunal Superior Eleitoral em estreita observância à Lei n° 4.737/1965 e posteriores modificações, das quais se destacam a Lei n° 9.504/1997, que constitui norma especial para as eleições, além das normas permanentes editadas pelo TSE em regulamentação à legislação eleitoral e partidária. Assim como na edição anterior, esta obra permanece em volume único a fim de melhor atender às necessidades do leitor. Destacam-se, ainda, o emprego de capa dura, fitas de cetim para marcação de páginas, cabeçalho com identificação da norma e dos dispositivos constantes da página respectiva, além de cores diferentes entre as normas e as notas de edição. Deve-se também mencionar algumas relevantes inovações e atualizações de conteúdo. A atualização da legislação disposta no código levou em conta as alterações expressas na legislação em vigor, em especial as efetuadas pelas emendas constitucionais nos 65/2010 a 68/2011, pela Lei n° 12.034/2009, pela Lei Complementar n° 135/2010 e pelas resoluções nos 23.268/2010, 23.272/2010, 23.280/2010, 23.282/2010, 23.308/2010, 23.325/2010, 23.326/2010, 23.328/2010, 23.332/2010 e 23.333/2010. Foram inseridos, ainda, novas portarias do TSE, provimentos da CGE, uma resolução do TCU e o Protocolo de Cooperação Técnica n° 3/2010. A CF/88 continua reproduzida na íntegra, mas o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT) passou a figurar em página distinta para melhor visualização. Por questão de economicidade, as súmulas do TSE, do STJ e do STF passam, nesta edição, a constar de forma corrida, sem que haja intercalação de páginas. Pelo mesmo motivo, as notas com redação original constam apenas da versão eletrônica do código. Foi procedida uma ampla revisão das abreviaturas. O índice alfabético-remissivo que constava nas versões passadas foi retirado até posterior atualização. Houve ampla revisão das redações das normas, tendo por base a ortografia dos textos publicados no Diário Oficial da União, no Diário da Justiça e no Diário da Justiça Eletrônico. Como novidade, há a seção Notas inaplicáveis às eleições de 2010, criada em decorrência da decisão do Supremo Tribunal Federal que considerou a Lei Complementar n° 135/2010 inaplicável ao referido pleito. Aproximadamente 500 notas, novas ou atualizadas, foram incorporadas a esta edição, cujos objetivos consistem em esclarecer o leitor sobre os dispositivos com os quais a redação original da Lei no 4.737/1965 e a da legislação complementar se mostrem conflitantes, destacar norma modificada de forma indireta por disposições legais e retratar o entendimento jurisprudencial adotado pelo TSE (e residualmente pelo STF) sobre temas variados. O critério das notações baseia-se em dois tipos de convenção, sinalizados pelos seguintes marcadores:

ƒƒ (quadrado) – A nota que se segue a este marcador refere-se sempre ao sentido geral do artigo, parágrafo, alínea ou inciso antecedente. Ex.:

Art. 21. Para desligar-se do partido, o filiado faz comunicação escrita ao órgão de direção municipal e ao juiz eleitoral da zona em que for inscrito.
ƒƒ Res.-TSE n° 23.117/2009, art. 13, § 5°: comunicação apenas ao juiz da zona eleitoral em que inscrito o filiado na hipótese de inexistência de órgão municipal ou comprovada impossibilidade de localização do representante do partido político. 99 (ticado) – A nota que se segue a este marcador refere-se sempre ao sentido específico do termo ou da expressão grifada no artigo, parágrafo, alínea ou inciso antecedente. Ex.:

Art. 379. Serão considerados de relevância os serviços prestados pelos mesários e componentes das juntas apuradoras.
99 V. segunda nota ao art. 36, caput, deste código.

Outra novidade trazida nesta edição é o destaque em itálico dos dispositivos normativos que foram recepcionados ou não pela CF/88, que constem das notas desta publicação. Ex.:

Art. 5° Não podem alistar-se eleitores: [...] I – os analfabetos;
99 CF/88, art. 14, § 1° , II, a: alistamento e voto facultativos aos analfabetos. Ac.-TSE n° 23.291/2004: este dispositivo não foi recepcionado pela CF/88.

Com a edição desta obra, o Tribunal Superior Eleitoral reafirma o seu compromisso com o rigor das informações técnicas e a qualidade das publicações oferecidas ao leitor, ciente do seu papel na promoção e na consolidação da cidadania na sociedade brasileira.

Notas inaplicáveis às eleições de 2010
Tendo em vista a precária aplicação às Eleições de 2010 das inovações legislativas introduzidas na LC n° 64/90 pela LC n° 135/2010, inúmeras decisões foram prolatadas pelo TSE com base nessas mudanças. A diretriz adotada na edição do Código Eleitoral Anotado e Legislação Complementar autoriza apenas anotação de entendimentos atuais. Por isso, em consonância com a decisão do STF (Ac.-STF, de 23.3.2011, no RE n° 633.703, pendente de publicação até o fechamento desta edição) que julgou inaplicável a LC n° 135/2010 às eleições de 2010, optou-se por não anotar tais decisões no corpo legislativo do Código. Entretanto, com o objetivo de preservar a informação dessas decisões, consta desta seção uma lista de julgados do TSE exarados com base na LC n° 135/2010 e suas respectivas anotações de conteúdo, a saber: Notas da LC n° 64/1990: – Parte introdutória: Ac.-TSE, de 10.6.2010, na Cta n° 112026 e, de 17.6.2010, na Cta n° 114709: aplicabilidade da LC n° 135/2010 às eleições de 2010. – Art. 1°, I, d: 1. Ac.-TSE, de 1°.10.2010, no RO n° 491960 e, de 8.2.2011, no AgR-RO n° 462727: o prazo de inelegibilidade de oito anos, previsto nesta alínea, com a nova redação conferida pela LC n° 135/2010, não retroage para alcançar aqueles que, condenados pela prática de abuso, tenham, antes da entrada em vigor da nova lei, cumprido integralmente a sanção de inelegibilidade de 3 (três) anos fixada por decisão judicial. Ac.-TSE, de 16.11.2010, no RO n° 60283: representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral não alcança os que tenham contra si RCED. 3. Ac.-TSE, de 30.9.2010, no RO n° 254432: inadmissibilidade da retroação máxima do prazo de inelegibilidade trazido pela LC n° 135/2010. Ac.-TSE, de 30.9.2010, no RO n° 312894: a hipótese da alínea d do inciso I do art. 1° da LC n° 64/1990, modificada pela LC n° 135/2010, refere-se exclusivamente à representação de que trata o artigo 22 da Lei de Inelegibilidade.

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– Art. 1°, I, e: 1. Ac.-TSE, de 5.10.2010, no AgR-RO n° 68.417: a inelegibilidade prevista no item 10 da alínea e do art. 1° somente pode incidir após a publicação do acórdão condenatório; não impedimento de eventual ajuizamento de RCED. Ac.-TSE, de 28.10.2010, no AgR-RO n° 417432: incidência da inelegibilidade prevista no item 10 desta alínea quando o candidato tiver sido condenado, por órgão judicial colegiado, pela prática do crime capitulado no art. 1°, IV, do DL n° 201/1967. Ac.-TSE, de 13.10.2010, no AgR-RO n° 146124: incidência da inelegibilidade prevista no item 1 desta alínea quando o candidato tiver sido condenado, por órgão judicial colegiado, pela prática do crime previsto no art. 89, caput, da Lei das Licitações. Ac.-TSE, de 2.12.2010, no RO n° 169795: “A interpretação doutrinária dada ao tribunal do júri considera que este órgão judicial é colegiado.” (item 9). Ac.-TSE, de 30.9.2010, no AgR-RO n° 60998: “Tendo sido o candidato condenado, por órgão judicial colegiado, pela prática de crime contra o patrimônio privado, incide, na espécie, a causa de inelegibilidade a que se refere o art. 1°, inciso I, alínea e, 2, da Lei Complementar

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n° 64/1990, acrescentada pela Lei Complementar n° 135/2010. [...].” – Art. 1°, I, g: 1. Ac.-TSE, de 8.2.2011, no AgR-RO n° 462727: compete ao Poder Legislativo o julgamento das contas do chefe do Executivo, atuando o Tribunal de Contas como órgão auxiliar, na esfera opinativa (CF/88, art 71, I); na apreciação das contas do chefe do Executivo relativas a convênio, a competência dos tribunais de contas é de julgamento, e não opinativa (CF/88, art. 71, II); recebimento de recurso de reconsideração interposto perante o TCU com efeito suspensivo afasta o caráter definitivo da decisão da Corte de Contas e, por consequência, a inelegibilidade desta alínea. Ac.-TSE, de 14.12.2010, no AgR-RO n° 156633: não incidência da inelegibilidade prevista nesta alínea se a decisão que rejeitou as contas estiver pendente de recurso ordinário com efeito suspensivo admitido pelo TCE. Ac.-TSE, de 2.12.2010, no AgR-REspe n° 90166: liminar em pedido de revisão concedida por Tribunal de Contas não afasta a incidência desta alínea. Caracterização de irregularidade insanável apta a autorizar a rejeição das contas: Ac.-TSE, de 16.11.2010, no AgR-REspe n° 85412 (pagamento a vereadores acima de 5% da receita do município – art. 29, VII, da CF/88); Ac.-TSE, de 3.11.2010, no AgR-RO n° 323019 (dispensa indevida de licitação para contratação de serviços diversos e ausência de sua comprovação para aquisição de gêneros alimentícios). Ac.-TSE, de 30.6.2011, no ED-AgR-RO n° 452298: o limite temporal para alegação de fato superveniente ao registro de candidatura de que trata o § 10 do art. 11 da Lei n° 9.504/1997 é a data da diplomação.

todos os detentores de cargo na administração pública, abrangendo, assim, os agentes públicos ocupantes de cargo eletivo. – Art. 1°, I, j: 1. Ac.-TSE, de 28.10.2010, no AgR-RO n° 78847: possibilidade de reconhecimento da inelegibilidade da alínea j, ainda que não tenha havido a da alínea d, na mesma AIJE. Ac.-TSE, de 5.10.2010, no AgR-RO n° 97917: a incidência da inelegibilidade desta alínea pela condenação por captação ilícita de sufrágio independe de aplicação de sanção de cassação do registro ou do diploma cumulativamente com a aplicação de multa. Ac.-TSE, de 29.9.2010 no AgR-RO n° 16863: ”As inelegibilidades da Lei Complementar n° 135/2010 incidem de imediato sobre todas as hipóteses nela contempladas, ainda que o respectivo fato seja anterior à sua entrada em vigor, pois as causas de inelegibilidade devem ser aferidas no momento da formalização do pedido de registro da candidatura, não havendo, portanto, que se falar em retroatividade da lei. [...]. 4. Incide a causa de inelegibilidade prevista no art. 1°, I, j, da Lei Complementar n° 64/1990, acrescida pela Lei Complementar n° 135/2010, em face de decisão do Tribunal Superior Eleitoral que julgou procedente representação, por captação ilícita de sufrágio, alusiva às eleições de 2002, o que alcança as eleições de 2010. [...].”

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– Art. 1°, I, k: 1. Ac.-TSE, de 26.10.2010, no RO n° 300722: não incidência da inelegibilidade desta alínea na hipótese de renúncia após a instalação de comissões parlamentares mistas de inquérito, quando inexistente petição ou representação contra o renunciante capaz de autorizar a abertura de processo.

– Art. 1°, I, h: 1. Ac.-TSE, de 16.11.2010, no RO n° 60283: a inelegibilidade da alínea h refere-se a

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Ac.-TSE, de 2.3.2011, no RO n° 214807: incidência da inelegibilidade prevista nesta alínea, quando remetido, previamente à renúncia, relatório elaborado por comissão parlamentar mista de inquérito assentando a necessidade de abertura de processo disciplinar contra deputado.

políticos por ato de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito. 4. Ac.-TSE, de 1°.10.2010, no RO n° 406971: a inelegibilidade do item 1 desta alínea constitui uma consequência do fato objetivo da condenação criminal, não implicando retroatividade da lei ou violação à coisa julgada.

– Art. 1°, I, l: 1. Ac.-TSE, de 1°.10.2010, no RO n° 892476: incidência da inelegibilidade desta alínea a candidato condenado à suspensão dos direitos políticos, em decisão colegiada de Tribunal de Justiça, por ato doloso de improbidade administrativa, com lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito, apontando-se, ainda, a sua responsabilidade quanto aos fatos apurados. Ac.-TSE, de 26.10.2010, no AgR-RO n° 499541: “A inelegibilidade não constitui pena, mas sim requisito a ser aferido pela Justiça Eleitoral no momento do pedido de registro de candidatura. [...] Como consequência de tal premissa, não se aplicam à inelegibilidade os princípios constitucionais atinentes à eficácia da lei penal no tempo, tampouco ocorre antecipação da sanção de suspensão dos direitos políticos, prevista para a condenação com trânsito em julgado pela prática de ato de improbidade administrativa.”. Ac.-TSE, de 15.12.2010, no AgR-RO n° 381187: a incidência da inelegibilidade desta alínea pressupõe condenação do candidato à suspensão dos direitos

– Art. 1°, I, p: 1. Ac.-TSE, de 28.10.2010, no RO n° 148584: não incidência da causa de inelegibilidade do art. 1°, I, p, da LC n° 64/1990 se o rito seguido tiver sido o do art. 96 da Lei n° 9.504/1997 e não o do art. 22 da Lei de Inelegibilidades.

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Nota da Lei n° 9.504/1997: – Art. 11, § 10: 1. Ac.-TSE, de 8.2.2011, no AgR-RO n° 462727: “Nos termos do art. 11, § 10, da Lei n° 9.504/1997, inserido pela Lei n° 12.034/2009, a concessão da liminar, ainda que posterior ao pedido de registro, é capaz de afastar a inelegibilidade decorrente da rejeição de contas no exercício de cargos públicos.” Ac.-TSE, de 5.10.2010, no AgR-RO n° 68417: a inelegibilidade prevista no item 10 da alínea e do art. 1° da LC n° 64/1990 somente pode incidir após a publicação do acórdão condenatório; não impedimento de eventual ajuizamento de RCED.

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Abreviaturas e Siglas
AC ADC ADCT ADI ADI-MC Ac. ADPF Ag AI AIME BE BI BTN c.c. CC CC/2002 CE/65 CF/46 CF/88 CGE CLT CNH CNJ CNPJ CPC CPP Cta Dec. DJ DL DLG Ação Cautelar* Ação Declaratória de Constitucionalidade Ato das Disposições Constitucionais Transitórias Ação Direta de Inconstitucionalidade Ação Direta de Inconstitucionalidade – Medida Cautelar Acórdão Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental Agravo de Instrumento* Agravo de Instrumento* Ação de Impugnação de Mandato Eletivo Boletim Eleitoral Boletim Interno Bônus do Tesouro Nacional Combinado com Conflito de Competência Código Civil – Lei n° 10.406/2002 Código Eleitoral – Lei n° 4.737/1965 Constituição dos Estados Unidos do Brasil de 1946 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 Corregedoria-Geral Eleitoral Consolidação das Leis do Trabalho – Decreto-Lei n° 5.452/1943 Carteira Nacional de Habilitação Conselho Nacional de Justiça Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica Código de Processo Civil – Lei n° 5.869/1973 Código de Processo Penal – Decreto-Lei n° 3.689/1941 Consulta Decreto ou Decisão Diário da Justiça Decreto-Lei Decreto Legislativo

DOU EC ECR ELT EOAB Fundef GRU HC HD IN IN-RFB INC-RFB/TSE LC Loman LOTCU LT MC MI MP MS MSCOL NE OAB PA PP Pet Port. Prov. QO Rcl RCED Res. REsp REspe RFB

Diário Oficial da União Emenda Constitucional Emenda Constitucional de Revisão Encaminhamento de Lista Tríplice* Estatuto da Advocacia e da Ordem dos Advogados do Brasil – Lei n° 8.906/1994 Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação Guia de Recolhimento da União Habeas Corpus Habeas Data Instrução Normativa Instrução Normativa da Secretaria da Receita Federal do Brasil Instrução Normativa Conjunta – Secretaria da Receita Federal do Brasil/Tribunal Superior Eleitoral Lei Complementar Lei Orgânica da Magistratura – Lei Complementar n° 35/1979 Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União – Lei n° 8.443/1992 Lista Tríplice* Medida Cautelar* Mandado de Injunção Medida Provisória Mandado de Segurança Mandado de Segurança Coletivo Nota de edição Ordem dos Advogados do Brasil Processo Administrativo Propaganda Partidária Petição Portaria Provimento Questão de Ordem Reclamação Recurso Contra Expedição de Diploma Resolução Recurso Especial Recurso Especial Eleitoral Receita Federal do Brasil

RHC RISTF RITCU RITSE RMS Rp SRF STF STJ STN Súm. Súv. s/n° TCU TCE TRE TSE Ufir V.

Recurso em Habeas Corpus Regimento Interno do Supremo Tribunal Federal Regimento Interno do Tribunal de Contas da União – Res.-TCU n° 155/2002 Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral – Res.-TSE n° 4.510/1952 Recurso em Mandado de Segurança Representação Secretaria da Receita Federal Supremo Tribunal Federal Superior Tribunal de Justiça Secretaria do Tesouro Nacional Súmula Súmula vinculante Sem número Tribunal de Contas da União Tribunal de Contas Estadual Tribunal Regional Eleitoral Tribunal Superior Eleitoral Unidade Fiscal de Referência Ver

__________
*A Res.-TSE n° 22.676/2007 passou a disciplinar as classes processuais no âmbito da Justiça Eleitoral, ocasionando duplicidade de classes e/ou siglas de algumas notas de edição, conforme a data em que proferida a decisão.

Sumário
Código Eleitoral
Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965........................................................................................................................................31 Institui o Código Eleitoral.

Constituição Federal
Artigos 1° ao 250....................................................................................................................................................................129 Ato das Disposições Constitucionais Transitórias.....................................................................................................................245

Lei de Inelegibilidade
Lei Complementar n° 64, de 18 de maio de 1990...................................................................................................................277 Estabelece, de acordo com o art. 14, § 9°, da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências. Lei Complementar n° 135, de 4 de junho de 2010 (Lei da Ficha Limpa)..................................................................................297 Altera a Lei Complementar n° 64, de 18 de maio de 1990, que estabelece, de acordo com o § 9° do art. 14 da Constituição Federal, casos de inelegibilidade, prazos de cessação e determina outras providências, para incluir hipóteses de inelegibilidade que visam a proteger a probidade administrativa e a moralidade no exercício do mandato.

Lei dos Partidos Políticos
Lei n° 9.096, de 19 de setembro de 1995...............................................................................................................................301 Dispõe sobre partidos políticos, regulamenta os arts. 17 e 14, § 3°, inciso V, da Constituição Federal. Lei n° 9.259, de 9 de janeiro de 1996.....................................................................................................................................325 Acrescenta parágrafo único ao art. 10, dispõe sobre a aplicação dos arts. 49, 56, incisos III e IV, e 57, inciso III, da Lei n° 9.096, de 19 de setembro de 1995, e dá nova redação ao § 1° do art. 1° da Lei n° 1.533, de 31 de dezembro de 1951.

Lei das Eleições
Lei n° 9.504, de 30 de setembro de 1997...............................................................................................................................329 Estabelece normas para as eleições.

Legislação Correlata
Lei Complementar n° 35, de 14 de março de 1979.................................................................................................................407 Dispõe sobre a Lei Orgânica da Magistratura Nacional. Lei Complementar n° 75, de 20 de maio de 1993...................................................................................................................411 Dispõe sobre a organização, as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União. Lei Complementar n° 78, de 30 de dezembro de 1993...........................................................................................................417 Disciplina a fixação do número de deputados, nos termos do art. 45, § 1°, da Constituição Federal.

Lei Complementar n° 80, de 12 de janeiro de 1994................................................................................................................419 Organiza a Defensoria Pública da União, do Distrito Federal e dos territórios e prescreve normas gerais para sua organização nos estados, e dá outras providências. Lei n° 1.207, de 25 de outubro de 1950..................................................................................................................................423 Dispõe sobre o direito de reunião. Lei n° 4.410, de 24 de setembro de 1964...............................................................................................................................425 Institui prioridade para os feitos eleitorais e dá outras providências. Lei n° 5.869, de 11 de janeiro de 1973...................................................................................................................................427 Institui o Código de Processo Civil. Lei n° 6.091, de 15 de agosto de 1974....................................................................................................................................433 Dispõe sobre o fornecimento gratuito de transporte, em dias de eleição, a eleitores residentes nas zonas rurais e dá outras providências. Lei n° 6.236, de 18 de setembro de 1975...............................................................................................................................437 Determina providências para cumprimento da obrigatoriedade do alistamento eleitoral. Lei n° 6.815, de 19 de agosto de 1980....................................................................................................................................439 Define a situação jurídica do estrangeiro no Brasil, cria o Conselho Nacional de Imigração e dá outras providências. Lei n° 6.996, de 7 de junho de 1982.......................................................................................................................................441 Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e dá outras providências. Lei n° 6.999, de 7 de junho de 1982.......................................................................................................................................445 Dispõe sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral e dá outras providências. Lei n° 7.115, de 29 de agosto de 1983....................................................................................................................................447 Dispõe sobre prova documental nos casos que indica, e dá outras providências. Lei n° 7.444, de 20 de dezembro de 1985...............................................................................................................................449 Dispõe sobre a implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral e a revisão do eleitorado e dá outras providências. Lei n° 7.474, de 8 de maio de 1986........................................................................................................................................453 Dispõe sobre medidas de segurança aos ex-presidentes da República, e dá outras providências. Lei n° 8.038, de 28 de maio de 1990.....................................................................................................................................455 Institui normas procedimentais para os processos que especifica, perante o Superior Tribunal de Justiça e o Supremo Tribunal Federal. Lei n° 8.112, de 11 de dezembro de 1990...............................................................................................................................457 Dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. Lei n° 8.350, de 28 de dezembro de 1991...............................................................................................................................461 Dispõe sobre gratificações e representações na Justiça Eleitoral. Lei n° 8.429, de 2 de junho de 1992.......................................................................................................................................463 Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato, cargo, emprego ou função na administração pública direta, indireta ou fundacional e dá outras providências.

Lei n° 8.443, de 16 de julho de 1992......................................................................................................................................471 Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União e dá outras providências. Lei n° 8.625, de 12 de fevereiro de 1993.................................................................................................................................475 Institui a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público, dispõe sobre normas gerais para a organização do Ministério Público dos estados e dá outras providências. Lei n° 9.049, de 18 de maio de 1995......................................................................................................................................477 Faculta o registro, nos documentos pessoais de identificação, das informações que especifica. Lei n° 9.265, de 12 de fevereiro de 1996.................................................................................................................................479 Regulamenta o inciso LXXVII do art. 5° da Constituição, dispondo sobre a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania. Lei n° 9.709, de 18 de novembro de 1998..............................................................................................................................481 Regulamenta a execução do disposto nos incisos I, II e III do art. 14 da Constituição Federal. Lei n° 10.522, de 19 de julho de 2002....................................................................................................................................483 Dispõe sobre o cadastro informativo dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais e dá outras providências. Lei n° 10.609, de 20 de dezembro de 2002.............................................................................................................................485 Dispõe sobre a instituição de equipe de transição pelo candidato eleito para o cargo de presidente da República, cria cargos em comissão, e dá outras providências. Lei n° 10.842, de 20 de fevereiro de 2004...............................................................................................................................487 Cria e transforma cargos e funções nos quadros de pessoal dos tribunais regionais eleitorais, destinados às zonas eleitorais. Lei n° 11.143, de 26 de julho de 2005....................................................................................................................................489 Dispõe sobre o subsídio de ministro do Supremo Tribunal Federal, referido no art. 48, inciso XV, da Constituição Federal, e dá nova redação ao caput do art. 2° da Lei n° 8.350, de 28 de dezembro de 1991. Lei n° 12.034, de 29 de setembro de 2009..............................................................................................................................491 Altera as leis nos 9.096, de 19 de setembro de 1995 – Lei dos Partidos Políticos, 9.504, de 30 de setembro de 1997, que estabelece normas para as eleições, e 4.737, de 15 de julho de 1965 – Código Eleitoral. Decreto n° 4.199, de 16 de abril de 2002................................................................................................................................493 Dispõe sobre a prestação de informações institucionais relativas à administração pública federal a partidos políticos, coligações e candidatos à Presidência da República até a data da divulgação oficial do resultado final das eleições. Decreto n° 5.296, de 2 de dezembro de 2004.........................................................................................................................495 Regulamenta as leis nos 10.048, de 8 de novembro de 2000, que dá prioridade de atendimento às pessoas que especifica, e 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida, e dá outras providências. Decreto n° 5.331, de 4 de janeiro de 2005 .............................................................................................................................497 Regulamenta o parágrafo único do art. 52 da Lei n° 9.096, de 19 de setembro de 1995, e o art. 99 da Lei n° 9.504, de 30 de setembro de 1997, para os efeitos de compensação fiscal pela divulgação gratuita da propaganda partidária ou eleitoral.

Decreto-Lei n° 201, de 27 de fevereiro de 1967......................................................................................................................499 Dispõe sobre a responsabilidade dos prefeitos e vereadores, e dá outras providências.

Normas Editadas pelo TSE
Resolução n° 4.510, de 29 de setembro de 1952....................................................................................................................509 Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral. Resolução n° 7.651, de 24 de agosto de 1965........................................................................................................................539 Instruções fixando as atribuições dos corregedores da Justiça Eleitoral. Resolução n° 7.966, de 11 de outubro de 1966......................................................................................................................545 Instruções regulamentando o art. 242 do Código Eleitoral. Resolução n° 9.195, de 8 de maio de 1972.............................................................................................................................547 Instruções sobre o Estatuto da Igualdade. Resolução n° 9.407, de 14 de dezembro de 1972...................................................................................................................549 Aprova os formulários através dos quais deverão ser prestadas as informações a que se refere o art. 12 da Resolução n° 9.177. Resolução n° 9.641, de 29 de agosto de 1974........................................................................................................................553 Instruções sobre o fornecimento gratuito de transporte e alimentação, em dias de eleição, a eleitores residentes nas zonas rurais. Resolução n° 13.511, de 19 de dezembro de 1986.................................................................................................................557 Dispõe sobre o prazo de eficácia do comprovante de pedido de alistamento. Resolução n° 19.994, de 9 de outubro de 1997......................................................................................................................559 Estabelece normas para a criação e desmembramento de zonas eleitorais e dá outras providências. Resolução n° 20.034, de 27 de novembro de 1997.................................................................................................................561 Instruções para o acesso gratuito ao rádio e à televisão pelos partidos políticos. Resolução n° 20.505, de 16 de novembro de 1999.................................................................................................................567 Exercício da jurisdição eleitoral. Art. 32, parágrafo único, da Lei n° 4.737/1965. Critério objetivo para designação. Resolução n° 20.593, de 4 de abril de 2000............................................................................................................................569 Administrativo. Regulamentação do art. 1° da Lei n° 8.350, de 28 de dezembro de 1991. Sessões dos tribunais eleitorais. Gratificação de presença dos seus membros. Limites de pagamento. Resolução n° 20.843, de 14 de agosto de 2001......................................................................................................................571 Dispõe sobre o reembolso, aos oficiais de justiça, de despesas no cumprimento de mandados da Justiça Eleitoral. Resolução n° 20.958, de 18 de dezembro de 2001.................................................................................................................573 Instruções que regulam a investidura e o exercício dos membros dos tribunais eleitorais e o término dos respectivos mandatos. Resolução n° 21.008, de 5 de março de 2002.........................................................................................................................577 Dispõe sobre o voto dos eleitores portadores de deficiência. Resolução n° 21.009, de 5 de março de 2002.........................................................................................................................579 Estabelece normas relativas ao exercício da jurisdição eleitoral em primeiro grau.

......... cuja natureza e situação impossibilitem ou tornem extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais................................643 Dispõe sobre a requisição de força federal......................... entre outros..................................................461..................................................667..... funcionamento e extinção dos partidos políticos................................................................587 Dispõe sobre o encaminhamento de lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça ao Tribunal Superior Eleitoral e altera o formulário Modelo 2 (Res............................Resolução n° 21.........585 Revoga o § 10 do art.................................................. ............................................................................ de 18 de março de 2004............... nos casos de fusão ou incorporação dos partidos políticos.......... Resolução n° 21........................ Resolução n° 21........... pela Secretaria de Informática do TSE..538..377................................................591 Dispõe sobre o alistamento e serviços eleitorais mediante processamento eletrônico de dados................................................581 Estabelece rotina para realização de correições nas zonas eleitorais do país................................................ Resolução n° 21......................... Resolução n° 21....... Disciplina os novos procedimentos a serem adotados...064.. n° 9............ o sistema de alistamento eleitoral........ de 17 de junho de 2004..641 Dispõe sobre o afastamento de magistrados na Justiça Eleitoral do exercício dos cargos efetivos... de 24 de outubro de 1969....................................... do Código Eleitoral.. de 14 de outubro de 2003............ de 5............................................................. de 25 de março de 2003.........621 Dispõe sobre a utilização de sistema de transmissão eletrônica de dados e imagens por fac-símile ou pela Internet................. Resolução n° 21........................841.....645 Regulamenta o recolhimento do percentual de participação de institutos ou fundações de pesquisa e de doutrinação e educação política nas verbas do Fundo Partidário................................................... de 19 de agosto de 2003.. de 22 de junho de 2004....920............................647 Dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto dos cidadãos portadores de deficiência.......... Resolução n° 21.... de 19 de setembro de 2004... de que trata o art................................842...... de 8 de abril de 2003...... Resolução n° 21.......... de 22 de junho de 2004......... e sobre a aplicação do art.............................................711...843................ para a prática de atos processuais no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral............... inciso XIV.589 Dispõe sobre a formação do agravo de instrumento contra decisão que não admitir o processamento do recurso especial............. Resolução n° 21.................. 2° do Decreto-Lei n° 1........ de 6 de abril de 2004.. Resolução n° 21.......619 Dispõe sobre a utilização do serviço de emissão de certidão de quitação eleitoral por meio da Internet e dá outras providências................................................................... de 5 de agosto de 2004.....625 Dispõe sobre a publicação eletrônica dos despachos e das decisões do Tribunal Superior Eleitoral na Internet e sobre o gerenciamento do Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos......................................................12.1995 – instruções para fundação...372..406......................477..... organização............830....................................................... a regularização de situação de eleitor.............................875.. Resolução n° 21..... de 22 de junho de 2004....................................................................... de 28 de agosto de 2003...627 Disciplina a prestação de contas dos partidos políticos e a tomada de contas especial............... 47 da Resolução-TSE n° 19................................... Resolução n° 21. 23............. Resolução n° 21.. a revisão do eleitorado e a fiscalização dos partidos políticos.....407/1972)...................................................................... a administração e a manutenção do cadastro eleitoral............

..659 Altera os artigos 2°..........108... Resolução n° 22... de 27 de novembro de 1997 – Instruções para o acesso gratuito ao rádio e à televisão pelos partidos políticos...............841..... de 18 de outubro de 2007........... em eleições parametrizadas....... Resolução n° 22..... 93....653 Comissão de Contas Eleitorais e Partidárias (Coep)..................... art...............657 Estabelece providências a serem adotadas em relação a inscrições identificadas como de pessoas falecidas...... que disciplina a prestação de contas dos partidos políticos e a tomada de contas especial........685.....................................2004............................504/1997........................................................ de 27 de março de 2008................... Modelos............... Utilização...... que dispõe sobre dispensa do serviço pelo dobro dos dias prestados à Justiça Eleitoral nos eventos relacionados à realização das eleições.... Proposta.................. bem como de justificação de desfiliação partidária......503.....676....................... e dá outras providências........975........................................ Resolução n° 22......... Decisões............ 35.................. do inciso V do art. Resolução n° 22..................3........... Mensagem eletrônica.............. Resolução n° 22. de 18........604...... Adoção........ Resolução n° 22.............................. 26. de 17 de abril de 2008.........602...... de 22 de junho de 2004......... da Constituição Federal..................................................... XVIII.......... de 9 de março de 2006................... da Lei Orgânica da Magistratura Nacional.. de 16 de dezembro de 2004.....................667.............. 3°...................... de 30 de outubro de 2007..... Procedimentos.............603 e 26...........675 Estabelece normas para cessão de urnas e sistema de votação específico..... e da Resolução n° 37............................ 2° da Res..... 32........... Comunicação................................034..................621......... por empréstimo..................... de 8 de novembro de 2007..........655 Dispõe sobre as regras de adequação de institutos ou fundações de pesquisa e de doutrinação e educação política de partidos políticos às normas estabelecidas no Código Civil de 2002.........649 Disciplina o recolhimento e a cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas e a distribuição do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário)............610.....661 Dispõe sobre a residência do juiz eleitoral.... de 1° de dezembro de 2005................ Resolução n° 22......................121.................. Art............. 29 da Res....... de 6 de junho de 2007................................. Resolução n° 22.679 Aprova instruções para aplicação do art......... Partidos políticos........... de 25 de outubro de 2007............ do Código Eleitoral..... 8° da Resolução-TSE n° 21....... Resolução n° 22................-TSE n° 21... 4° e 5° da Resolução-TSE n° 20.......... Resolução n° 22.. Resolução n° 22.770.............. Resolução n° 22.......................... ..................663 O Tribunal Superior Eleitoral........671 Dispõe sobre as classes processuais e as siglas dos registros processuais no âmbito da Justiça Eleitoral...........681 Estabelece normas e procedimentos para a distribuição do arquivo de Registro Digital do Voto para fins de fiscalização......... VII................. Tribunais regionais e cartórios eleitorais............... estudo e estatística........................................................... conferência............. e 118...................... auditoria..607.. Desaprovação e não apresentação de contas. de 13 de dezembro de 2007........................ de 18 de outubro de 2005.......... e na observância do que decidiu o Supremo Tribunal Federal nos mandados de segurança nos 26......................... de 19 de dezembro de 2006........-TSE n° 21..........747..............667 Acrescenta parágrafo único ao art............... mediante cruzamento entre dados do cadastro eleitoral e registros de óbitos fornecidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS)........................ Acolhimento.......................... do Código Eleitoral....................Resolução n° 21.................841............669 Altera o art....................655.. 23...166.... nos termos dos arts............. resolve disciplinar o processo de perda de cargo eletivo. Uniformização................. do Conselho Nacional de Justiça....... no uso das atribuições que lhe confere o art...... de 13 de dezembro de 2007............................... 98 da Lei n° 9.....................

....... de 10 de dezembro de 2009.............................326.........687 Autoriza a expansão do projeto de modernização dos serviços eleitorais voltados ao pré-atendimento do cidadão.. aprova nova sistemática destinada ao encaminhamento de dados pelos partidos à Justiça Eleitoral e dá outras providências...................... organização......................................................683 Disciplina os procedimentos para a atualização do cadastro eleitoral...... transferência e revisão.........................................280... fusão....................725 Dispõe sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral......Resolução n° 23.. Resolução n° 23............ incorporação e extinção de partidos políticos................ de 10 de dezembro de 2009..........................721 Dispõe sobre a utilização do Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos e sobre a numeração única de processos no âmbito da Justiça Eleitoral e dá outras providências.................. no âmbito da Justiça Eleitoral.............................735 Disciplina a criação.............745 Altera o § 3° do artigo 25 do Regimento Interno do Tribunal Superior Eleitoral..185.............. que dispõe sobre a lavratura de acórdãos e resoluções do Tribunal.........695 Dispõe sobre o Sistema de Composição de Acórdãos e Resoluções no âmbito do Tribunal Superior Eleitoral e dá outras providências................747 Dispõe sobre comunicação eletrônica no âmbito das secretarias judiciárias dos tribunais eleitorais e entre estas e os juízos eleitorais de primeiro grau de jurisdição e dá outras providências.. decorrente da implantação....... Resolução n° 23....................272.......... Resolução n° 23.................................................................282................. via Internet.............699 Dispõe sobre os procedimentos cartorários de registro e autuação dos feitos...255.......... de 27 de outubro de 2009.......................................................................731 Relação de devedores de multa................... Aprovação................. de 22 de junho de 2010.......... de 22 de junho de 2010. Resolução n° 23............................................................................................................................... de 19 de agosto de 2010........268............................................................................................................. Utilização do sistema Filiaweb..... Resolução n° 23..................................... de nova sistemática de identificação do eleitor........ de 20 de maio de 2010................................................ de 26 de maio de 2009................. de 20 de agosto de 2009...... de 29 de abril de 2010........................729 Dispõe sobre a Central do Eleitor no âmbito da Justiça Eleitoral........... ...... Resolução n° 23.................................... para requerimento de operações de alistamento...........308.. Resolução n° 23.... de 2 de agosto de 2010.....................689 Dispõe sobre a filiação partidária............184.......................................................................... de 30 de junho de 2009.................. Sistemática de entrega aos partidos políticos....................... em municípios previamente selecionados pelos tribunais regionais eleitorais............................................ Circunscrição do pleito......................... Resolução n° 23.733 Estabelece instruções para a marcação de eleições suplementares.....172.......................... Resolução n° 23....... e dá outras providências...........999.. mediante incorporação de dados biométricos e fotografia.. e dá outras providências...................117.......... de 1° de junho de 2010................................ de 19 de agosto de 2010....................................................................061.. Resolução n° 23....325..................................................... Resolução n° 23....................................... Resolução n° 23................................088......................................749 Dispõe sobre as diretrizes para a tramitação de documentos e processos sigilosos no âmbito da Justiça Eleitoral...................... de 7 de junho de 1982............................ Resolução n° 23......................... de que trata a Lei n° 6..

......................................................................823 Dispõe sobre atos................................................................. de 12 de novembro de 2004.......................813 Estabelece procedimentos para a instrução prévia dos feitos de natureza administrativa............ de 30 de abril de 1996.................................................................................................................. de 21 de fevereiro de 2008 ...............................767 Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação.........................................................................................................755 Dispõe sobre a realização de eleições suplementares em anos eleitorais.....................................................................................829 Dispõe sobre o intercâmbio de informações entre o Tribunal Superior Eleitoral e a Secretaria da Receita Federal e dá outras providências........328............................757 Altera o termo final do prazo para implantação do Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) nos tribunais regionais e respectivos cartórios eleitorais..........................Resolução n° 23........................................................... inclusive vices e suplentes............... de 2 de agosto de 2010................753 Dispõe sobre os procedimentos de intimação dos partidos políticos e respectivos representantes no âmbito da Justiça Eleitoral.................................................................................................... de 4 de novembro de 2003.......... de 20 de fevereiro de 2008.........................................................................795 Portaria n° 254............................................. de 23 de junho de 2010......................... Portaria n° 534................................................................................................... Resolução n° 23...... de 16 de abril de 2008.................................................................... Resolução n° 23..763 Portaria n° 459....................................... de 30 de junho de 2011........................................765 Portaria n° 288.........................799 Portaria n° 358...................................................................................817 Instrução Normativa Conjunta n° 1...................793 Portaria n° 249........................................................................................................................... Portaria Conjunta n° 74. de 19 de agosto de 2011.............801 Portaria n° 397............................ dos comitês financeiros de partidos políticos e de candidatos a cargos eletivos......... Portaria n° 129.....................................................019........................................................835 ............ de 3 de fevereiro de 2011..........................................................................................................................................807 Portaria n° 521................................................................................. de 25 de abril de 2008 ...........................................................................797 Portaria n° 275.... de 14 de maio de 2010.....................................................................................791 Portaria n° 218.............................815 Instrução Normativa n° 1..............................................805 Portaria n° 410............................. de 30 de outubro de 2001............ recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas... Provimento-CGE n° 12.... de 20 de outubro de 2010........................................................................... de 7 de maio de 2010... de 20 de julho de 2010........................... perante o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ)..............................................803 Portaria n° 322.........................................................................................................809 Instrução Normativa n° 6............................................................................................................................................................. de 10 de janeiro de 2006....................................................................... de 21 de setembro de 2006....... de 9 de junho de 2005.............................................................................................................................................................. de 22 de novembro de 2001...................833 Provimento-CGE n° 14...................................................... de 18 de outubro de 2011............................ de 17 de outubro de 2001............................ de 10 de março de 2010.... de 28 de setembro de 2010..332.......789 Portaria n° 98...................761 Portaria n° 331....................................................333................................................... Instrução Normativa n° 3....................................... e à utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU)........

.....................................................861 Regulamenta os procedimentos relativos a regularização de inscrição cancelada por código FASE 469 e dá outras providências............. de 20 de novembro de 2007............. Provimento-CGE n° 8..... de 4 de dezembro de 2003..................................................845 Aprova formulários e manuais utilizados pelos cartórios eleitorais e tabela de códigos FASE......................843 Dispõe sobre a utilização do Sistema de Acompanhamento de Revisões de Eleitorado....... de 24 de junho de 2004....... Provimento-CGE n° 6...... de 11 de março de 2003.................................865 Dispõe sobre a atualização de dados cadastrais relativos às zonas eleitorais...................................................... Provimento-CGE n° 1..............................859 Regulamenta os procedimentos relativos a regularização de inscrição cancelada e dá outras providências............................................................................................... após ultrapassado o período destinado ao comparecimento dos eleitores para confirmação de domicílio.............. Provimento-CGE n° 10.......................... ................................................875 Estabelece forma de controle de processamento de listas especiais.................. Provimento-CGE n° 1......................................................................................................883 Estabelece o procedimento a ser adotado relativamente ao tratamento dos registros de suspensão inativados pelo comando do código FASE 361.................. de 19 de dezembro de 2003................................................................................................................................................................................................... de 25 de setembro de 2006...........................................867 Aprova Tabela de Ocupações................ de 13 de dezembro de 2005....841 Provimento-CGE n° 5....................................... de 11 de julho de 2007................................. de 17 de maio de 2007.................................................................................887 Estabelece padrões para registro de procedimentos no Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) a serem observados no âmbito das zonas eleitorais....................................................... Provimento-CGE n° 5.............. de 18 de fevereiro de 2005......................................863 Dispõe sobre o alcance da aplicação das regras que envolvem o conceito de quitação eleitoral...................................... Provimento-CGE n° 6.......................877 Disciplina o procedimento a ser observado para o acesso a dados do cadastro eleitoral.................. de 25 de outubro de 2005........................................................................................ 11 do Provimento-CGE n° 3/2003 e dá outras providências............. Provimento-CGE n° 6...................................................................... Provimento-CGE n° 1................... de 30 de abril de 2008.............................................................................-TSE n° 21........ estabelecidos na Res..Provimento-CGE n° 5.............. de 5 de março de 2002...................009........ de 19 de dezembro de 2003...... de 2 de março de 2004... Provimento-CGE n° 6........................................................................................................839 Recomenda observância de orientações que explicita.......879 Estabelece normas para a atualização das anotações de crimes eleitorais efetuadas no cadastro eleitoral........................ Provimento-CGE n° 3......................................................885 Disciplina o tratamento das operações de transferência ou revisão no Sistema ELO nos municípios submetidos a revisão de eleitorado.......... de 23 de abril de 2002....... de 18 de outubro de 2007....... Provimento-CGE n° 4............. Provimento-CGE n° 7................................... Provimento-CGE n° 4.... relativas à aplicação dos critérios concernentes ao rodízio eleitoral....................................................881 Acrescenta parágrafo único ao art....................................... em substituição ao Anexo IV do manual Instruções para Preenchimento do RAE e altera sua redação....

...................................................................909 Altera a tabela de registros de procedimentos no Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) a serem observados no âmbito das zonas eleitorais......................... Provimento-CGE n° 11........................ Provimento-CGE n° 9........................................................... de 16 de dezembro de 2010................ prevista nos provimentos-CGE nos 6 e 7/2008....................................................................................927 Define como de uso interno o espelho de consulta ao cadastro extraído do Sistema ELO e atribui às corregedorias regionais a definição da estratégia de identificação do servidor responsável pela entrega do título eleitoral nos cartórios..................893 Altera os anexos do Provimento-CGE n° 11/2008................................................................ 19 da Lei n° 9.......................................................................................................................................................................... de 19 de junho de 2009.................................................................................................................... Provimento-CGE n° 5..................................................................... de 27 de maio de 2008...........................942 Súmula n° 4.........................................................................................895 Aprova as instruções para utilização dos códigos de Atualização da Situação do Eleitor (ASE).......................................................................................................941 Súmula n° 2....................................................925 Regulamenta o uso de funcionalidade do Sistema ELO destinada ao deferimento coletivo de Requerimentos de Alistamento Eleitoral (RAE).... aprova o cronograma de tratamento dos dados sobre filiação partidária fornecidos pelos partidos políticos em cumprimento ao disposto no art............... 11.................. de 9 de março de 2010... de 10 de dezembro de 2011.....................096/1995 para o mês de abril de 2010 e dá outras providências........................ de 29 de abril de 2010...929 Regulamenta a utilização da Base de Perda e Suspensão de Direitos Políticos......................................942 ....891 Disciplina a prestação de informações sigilosas às corregedorias eleitorais sobre interceptação de comunicações telefônicas e de sistemas de informática e telemática............ Provimento-CGE n° 6............................... Provimento-CGE n° 18........................... que disciplina a prestação de informações sigilosas às corregedorias eleitorais sobre interceptação de comunicações telefônicas e de sistemas de informática e telemática.......... § 9°.............................................................................................................................................................................................................. da Lei n° 9................................942 Súmula n° 5................................ de 13 de dezembro de 2011........ de 10 de junho de 2010........................................... Provimento-CGE n° 13...............................913 Dispõe sobre a utilização do Sistema de Inspeções e Correições Eleitorais (Sicel)...........935 Súmulas do TSE Súmula n° 1....... de 13 de dezembro de 2011...........................................................Provimento-CGE n° 7.....................................889 Altera a tabela de registros de procedimentos no Sistema de Acompanhamento de Documentos e Processos (SADP) a serem observados no âmbito das zonas eleitorais e fixa os respectivos códigos............................. Provimento-CGE n° 17.....................................905 Regulamenta a sistemática de entrega de relações de filiados pelos partidos políticos via Internet.............................................911 Estabelece procedimento para o cadastramento de usuários no Filiaweb com a finalidade exclusiva de acessar a relação de devedores de que trata o art.............................................................................................504................ Provimento-CGE n° 9........................ de 21 de novembro de 2008............................................................ Provimento-CGE n° 2....................... Provimento-CGE n° 3........................................................................................................ Protocolo de Cooperação Técnica n° 3/2010.......... de 30 de setembro de 1997.....941 Súmula n° 3........................................................................................................... de 23 de setembro de 2008...............................................................

..........................................................................951 Súmula n° 374......................................................................................949 Súmulas do STJ Súmula n° 192..............943 Súmula n° 11......................................................943 Súmula n° 8 (cancelada)..................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................945 Súmula n° 15...............................................................................Súmula n° 6............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................ ..........................................................................................................................................................................................................................................943 Súmula n° 9...........................................945 Súmula n° 19..........................................949 Súmula Vinculante n° 18.....................................................................................................................................................................944 Súmula n° 12..............................................................................................................................................................................................................945 Súmula n° 17 (cancelada)...............................................951 Resolução do TCU Resolução-TCU n° 241................................944 Súmula n° 13................................................................................................951 Súmula n° 368..........................................................................945 Súmula n° 16 (revogada)............................................................................................... de 26 de janeiro de 2011..............................949 Súmula n° 728........................................................................945 Súmula n° 18...................................................................................946 Súmula n° 20...............................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................................942 Súmula n° 7 (cancelada)..........................................................................................................................................................................................................................................................944 Súmula n° 14 (cancelada)......................................................................................................................................................................................................................................................................................................955 Estabelece procedimentos para envio da relação de responsáveis que tiveram as contas julgadas irregulares à Justiça Eleitoral e ao Ministério Público Eleitoral e dá outras providências...................................................................................943 Súmula n° 10................................................946 Súmula n° 21..................................................................................................................947 Súmulas do STF Súmula n° 72......................................................................................

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STF e STJ Resolução do TCU Lei das Eleições .Marcadores Código Eleitoral Constituição Federal Lei de Inelegibilidade Lei dos Partidos Políticos Lei das Eleições Legislação Correlata Normas Editadas pelo TSE Súmulas do TSE.

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36 a 41) Parte Terceira – Do Alistamento (arts. 219 a 224) Capítulo VII – Do Voto no Exterior (arts. 62 a 65) Capítulo IV – Dos Delegados de Partido perante o Alistamento (art. 82 a 86) Capítulo I – Do Registro dos Candidatos (arts. 225 a 233) Parte Quinta – Disposições Várias (arts. 234 a 239) Título II – Da Propaganda Partidária (arts. 55 a 61) Capítulo III – Dos Preparadores (arts. 188 a 196) Capítulo III – Da Apuração nos Tribunais Regionais (arts. 105 a 113) Título II – Dos Atos Preparatórios da Votação (arts. 135 a 138) Capítulo II – Da Polícia dos Trabalhos Eleitorais (arts. 234 a 383) Título I – Das Garantias Eleitorais (arts. 173 a 187) Seção V – Da Contagem dos Votos pela Mesa Receptora (arts. 32 a 35) Título IV – Das Juntas Eleitorais (arts. 67 a 70) Título II – Do Cancelamento e da Exclusão (arts. 257 a 282) Capítulo I – Disposições Preliminares (arts. 42 a 51) Capítulo I – Da Segunda Via (arts. 104) Capítulo IV – Da Representação Proporcional (arts. 117 e 118) Capítulo II – Das Mesas Receptoras (arts. 159 a 164) Seção II – Da Abertura da Urna (arts. 1° a 11) Parte Segunda – Dos Órgãos da Justiça Eleitoral (arts. 12 a 41) Título I – Do Tribunal Superior (arts. 169 a 172) Seção IV – Da Contagem dos Votos (arts. 114 a 116) Capítulo I – Das Seções Eleitorais (arts. 139 a 141) Capítulo III – Do Início da Votação (arts. 146 a 152) Capítulo V – Do Encerramento da Votação (arts. 119 a 130) Capítulo III – Da Fiscalização perante as Mesas Receptoras (arts. 283 a 288) Capítulo II – Dos Crimes Eleitorais (arts. 265 a 267) Capítulo III – Dos Recursos nos Tribunais Regionais (arts. 280 a 282) Título IV – Disposições Penais (arts. 131 e 132) Título III – Do Material para Votação (arts. 133 e 134) Título IV – Da Votação (arts. 268 a 279) Capítulo IV – Dos Recursos no Tribunal Superior (arts. 159 a 196) Seção I – Disposições Preliminares (arts.Código Eleitoral Parte Primeira – Introdução (arts. 365 a 383) . 87 a 102) Capítulo II – Do Voto Secreto (art. 71 a 81) Parte Quarta – Das Eleições (arts. 42 a 81) Título I – Da Qualificação e Inscrição (arts. 197 a 204) Capítulo IV – Da Apuração no Tribunal Superior (arts. 257 a 264) Capítulo II – Dos Recursos perante as Juntas e Juízos Eleitorais (arts. 289 a 354) Capítulo III – Do Processo das Infrações (arts. 215 a 218) Capítulo VI – Das Nulidades da Votação (arts. 165 a 168) Seção III – Das Impugnações e dos Recursos (arts. 82 a 233) Título I – Do Sistema Eleitoral (arts. 142 a 145) Capítulo IV – Do Ato de Votar (arts. 52 a 54) Capítulo II – Da Transferência (arts. 16 a 24) Título II – Dos Tribunais Regionais (arts. 25 a 31) Título III – Dos Juízes Eleitorais (arts. 158 a 233) Capítulo I – Dos Órgãos Apuradores (art. 355 a 364) Título V – Disposições Gerais e Transitórias (arts. 153 a 157) Título V – Da Apuração (arts. 66) Capítulo V – Do Encerramento do Alistamento (arts. 135 a 157) Capítulo I – Dos Lugares da Votação (arts. 103) Capítulo III – Da Cédula Oficial (art. 240 a 256) Título III – Dos Recursos (arts. 283 a 364) Capítulo I – Disposições Preliminares (arts. 205 a 214) Capítulo V – Dos Diplomas (arts. 158) Capítulo II – Da Apuração nas Juntas (arts.

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nos termos do art. 14. art. art. guardas-marinha. farmacêuticos e veterinários que prestam serviço militar inicial obrigatório. por mandatários escolhidos. Res. temporária ou definitivamente. § 1°.-TSE n° 23. art. aprovada pelo Congresso Nacional.737. PARTE PRIMEIRA INTRODUÇÃO das a assegurar a organização e o exercício de direitos políticos precipuamente os de votar e ser votado. Art. 99 CF/88. 99 CF/88. ressalvada a eleição indireta nos casos previstos na Constituição e leis específicas. art. salvo: ƒƒ Lei n° 6. 14. 4° São eleitores os brasileiros maiores de 18 anos que se alistarem na forma da lei. II. e § 8°: condições de elegibilidade do militar. c: admissão do alistamento facultativo aos maiores de 16 e menores de Art. de 15 de julho de 1965 Institui o Código Eleitoral. II. 1° Este código contém normas destina- Parágrafo único. ƒƒ V. art. Os militares são alistáveis desde que oficiais. por meio de representantes eleitos ou diretamente. caput. 15: casos de perda ou de suspensão de direitos políticos. direta e secretamente. 99 CF/88. Ac. 81. ƒƒ CF/88. subtenentes ou suboficiais. dentistas. durante o serviço militar obrigatório. Art. 6° O alistamento e o voto são obrigatórios para os brasileiros de um e outro sexo. respeitadas as condições constitucionais e legais de elegibilidade e incompatibilidade. § 1°: caso de eleição pelo Congresso Nacional. 6° e 7°. 14.291/2004: este dispositivo não foi recepcionado pela CF/88. 99 CF/88. 3° Qualquer cidadão pode pretender investidura em cargo eletivo.-TSE n° 15. com as alterações dadas pela LC n° 135/2010: causas de inelegibilidade.850/1989: a palavra “conscritos” alcança também aqueles matriculados nos órgãos de formação de reserva e os médicos. também. parágrafo único: poder exercido pelo povo.-TSE n° 23. 6°. O Tribunal Superior Eleitoral Art. expedirá instruções para sua fiel execução. deste código. aspirantes a oficiais. 4°. art. e LC n° 64/1990. 14.274/2010: este dispositivo não foi recepcionado pela CF/88. dos direitos políticos. em seu nome. art. caput. sargentos ou alunos das escolas militares de ensino superior para formação de oficiais. § 2°: alistamento vedado aos estrangeiros e aos conscritos. segunda nota ao art. Art. 14. §§ 3° e 8°: condições de elegibilidade. exercido. 99 CF/88. 14. 5° Não podem alistar-se eleitores: ƒƒ CF/88. dentre candidatos indicados por partidos políticos nacionais. caput: voto direto e secreto. § 1°. III – os que estejam privados.. V. O Presidente da República. 1°. Código Eleitoral Art. e art. I – os analfabetos. do Ato Institucional de 9 de abril de 1964: 18 anos.Lei n° 4. Parágrafo único. art. 31 . §§ 4°. a : alistamento e voto facultativos aos analfabetos. Res. Faço saber que sanciono a seguinte Lei.236/1975: “Determina providências para cumprimento da obrigatoriedade do alistamento eleitoral”. 14. 2° Todo poder emana do povo e será II – os que não saibam exprimir-se na língua nacional. 1°. art. ƒƒ CF/88. § 2°: alistamento vedado apenas aos conscritos. 99 CF/88. art.

art. parágrafo único: “Não estará sujeita a sanção a pessoa portadora de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais.920/2004.-TSE n° 21. c) os que se encontrem fora do País. 14. b) os maiores de setenta anos. VI – renovar matrícula em estabelecimento 32 . art. III – participar de concorrência pública ou administrativa da União. art. prazo de trinta dias contados de seu retorno ao país. IV: vedação da vinculação do salário mínimo para qualquer fim. em serviço que os impossibilite de votar. empresas.973-67/2000.383/1991. CÓDIGO ELEITORAL mínimo de 3% e o máximo de 10% desse valor para arbitramento da multa pelo não exercício do voto. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. pagou a respectiva multa ou de que se justificou devidamente. arts. art. 99 CF/88. no caso de eleitor que esteja no exterior no dia da eleição. bem como em qualquer estabelecimento de crédito mantido pelo governo. para os maiores de setenta anos e para os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. autárquico ou paraestatal. § 1°.-TSE n° 21. bem como fundações governamentais. art. multiplicado pelo fator 33. 2° da Lei n° 4. caixas econômicas federais ou estaduais.920/2004. e com essas entidades celebrar contratos. imposta pelo Juiz Eleitoral e cobrada na forma prevista no art. instituída pela Lei n° 8. I – quanto ao alistamento: a) os inválidos. dos Territórios. mantidas ou subvencionadas pelo governo ou que exerçam serviço público delegado. dos Estados.091/1974. 80 da resolução citada estabelece o percentual II – receber vencimentos. 7° O eleitor que deixar de votar e não se justificar perante o Juiz Eleitoral até trinta dias após a realização da eleição incorrerá na multa de três a dez por cento sobre o salário mínimo da região.-TSE n° 21. investir-se ou empossar-se neles. não poderá o eleitor: I – inscrever-se em concurso ou prova para cargo ou função pública. foi extinta pela MP n° 1. e Res. Res. A Unidade Fiscal de Referência (Ufir). O § 4° do art. § 1°. correspondentes ao segundo mês subseqüente ao da eleição.538/2003. institutos e sociedades de qualquer natureza. ou das respectivas autarquias. em conformidade com as regras de atualização dos débitos para com a União”. Art.-TSE n° 21. ou de cuja administração este participe. de ensino oficial ou fiscalizado pelo governo.522/2002. I: alistamento e voto obrigatórios para os maiores de dezoito anos. 99 Lei n° 6. ƒƒ Res. nos institutos e caixas de previdência social. ƒƒ V. será o último valor fixado para a Ufir. CF/88.176-79/2001) convertida na Lei n° 10. sociedades de economia mista. 1°. remuneração. art. do Distrito Federal ou dos Municípios. 85: “A base de cálculo para aplicação das multas previstas pelo Código Eleitoral e leis conexas. IV – obter empréstimos nas autarquias. V. II – quanto ao voto: a) os enfermos. 1°: alistamento eleitoral e voto obrigatórios para pessoas portadoras de deficiência. salário ou proventos de função ou emprego público. 231 deste código. II: alistamento e voto facultativos para os analfabetos. relativas ao alistamento e ao exercício do voto”. bem como das de que trata esta resolução. tendo sido sua última reedição (MP n° 2.0641. até que seja aprovado novo índice. e seu último valor é R$1.Art. V – obter passaporte ou carteira de identidade. art.538/2003. § 1°: prazo de justificação ampliado para sessenta dias. 7° ƒƒ CF/88. 14. ƒƒ Res. 7° e 16.961/1966. b) os que se encontrem fora do seu domicílio. § 1° Sem a prova de que votou na última eleição. 80.02. art. 367. c) os funcionários civis e os militares. 7°.

ƒƒ Caput com redação dada pelo art.-TSE n° 21. ƒƒ V. caput. A IN-STN n° 2/2009: “Dispõe sobre a Guia de Recolhimento da União (GRU). § 6°: eleitores excluídos do cancelamento. Art. Art. ƒƒ Res. n° I. sem prova de estarem alistados não poderão praticar os atos relacionados no parágrafo anterior. não anulando a falta à eleição. ƒƒ CF/88. deste código. poderá expedir.737. parágrafo único: inaplicação da multa ao alistando que deixou de ser analfabeto. 2° não impede. 1° da Lei n° 9.041/1995. salvo os excetuados nos arts.663/1988. 16. mediante requerimento de cidadão nas condições do parágrafo único do art. 12. certidão de quitação eleitoral. caput.975/2004. art. caput: termo final do prazo para o eleitor requerer inscrição eleitoral ou transferência de domicílio. e à utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU)”.729/2000. 7°. art. art. a regra contida nos arts. terceira nota ao art.733/2000 e 20. 8° O brasileiro nato que não se alistar até os dezenove anos ou o naturalizado que não se alistar até um ano depois de adquirida a nacionalidade brasileira incorrerá na multa de três a dez por cento sobre o valor do salário mínimo da região. Art. e 71.236/1975: matrícula de estudante. 20.] Parágrafo único. assim como doações de pessoas físicas ou jurídicas. § 3° Realizado o alistamento eleitoral pelo processo eletrônico de dados.. art. deste código.. Não se aplicará a pena ao não alistado que requerer sua inscrição eleitoral até o centésimo primeiro dia anterior à eleição subseqüente à data em que completar dezenove anos. imposta pelo Juiz e cobrada no ato da inscrição eleitoral através de selo federal inutilizado no próprio requerimento. quinta nota ao caput deste artigo. Parágrafo único.-TSE n° 21. 33 Código Eleitoral VII – praticar qualquer ato para o qual se Lei n° 4. 99 A Lei n° 5. 8° 99 V. 2° O juiz eleitoral. 99 V. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. I: brasileiros natos. V. 8° do Código Eleitoral”. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 99 Lei n° 9. [. que disciplina o recolhimento e a cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas e a distribuição do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário). determina em seu art. exija quitação do serviço militar ou imposto de renda. 1° da Lei n° 7. portanto. acompanhado de documentação comprobatória da deficiência.538/2003. 91. ƒƒ V. de 15 de julho de 1965 . que não estará sujeito à penalidade prevista no art.] Art. art. aboliu o imposto do selo.538/2003. o alistamento eleitoral de seu beneficiário.. 4° a utilização obrigatória da GRU para recolhimento das multas eleitorais e penalidades pecuniárias.-TSE n° 288/2005: “Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação. 7°. mantida. em favor do interessado. 1° [. a contar da data da última eleição a que deveria ter comparecido. relativas ao alistamento e ao exercício do voto. 1° ou de seu representante legal ou procurador devidamente constituído. a qualquer tempo. 6°. ƒƒ Res.. 3° A expedição da certidão a que se refere o caput do art. deste código.143/1966. § 2° Os brasileiros natos ou naturalizados.-TSE n° 21. quinta nota ao caput deste artigo. recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas. ƒƒ Res. com prazo de validade indeterminado. 99 Res.743/2000: a lei de anistia alcança exclusivamente as multas. não pagar a multa ou não se justificar no prazo de 6 (seis) meses.-TSE n° 21. § 3°. Port. 15.504/1997. maiores de 18 anos.CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Lei n° 6. A Res. será cancelada a inscrição do eleitor que não votar em 3 (três) eleições consecutivas. segunda nota ao art. 3° da Lei n° 4.920/2004: Art. Não estará sujeita a sanção a pessoa portadora de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais.-TSE n os 20. e dá outras providências”. 5° e 6°. 80.961/1966.

-TSE n° 21.-TSE n° 12.497/1999: expedição de certidão de quitação eleitoral por juízo de zona eleitoral diversa da inscrição ao eleitor que estiver em débito e. o Juiz que recolheu a multa comunicará o fato ao da Zona de inscrição e fornecerá ao requerente comprovante do pagamento. em favor do interessado. 7° e 8° incorrerão na multa de 1 (um) a 3 (três) salários mínimos vigentes na Zona Eleitoral ou de suspensão disciplinar até 30 (trinta) dias. não votarem por motivo justificado e aos não alistados nos termos dos artigos 5° e 6°. do “pagamento. art. O número de Juízes dos Tribunais Regionais não será reduzido. São órgãos da Justiça Eleitoral: ƒƒ CF/88.538/2003. dos juízes de direito e das juntas eleitorais por lei complementar. poderá efetuar o pagamento perante o Juízo da Zona em que estiver. com redação dada pela Res. documento que os isente das sanções legais. 7°. 9° Art. caput. 367. efetuado o pagamento através de selos federais inutilizados no próprio requerimento. 99 CF/88. O art. O Juiz Eleitoral fornecerá aos que PARTE SEGUNDA DOs ÓRGÃOs DA JUsTIÇA ELEITORAL ƒƒ CF/88. ƒƒ Res.-TSE n° 21. dispõe: “O juiz eleitoral. 99 V. § 3°: instituição de órgãos judiciários nos territórios federais. art. 120. na capital de cada Estado. 118. Art. ao que estiver quite com as obrigações eleitorais. 11. ƒƒ CF/88. 2°. CF/88. caput. acompanhado de documentação comprobatória da deficiência. perante qualquer juízo eleitoral. relativas ao alistamento e ao exercício do voto”. deste código. art. II. parágrafo único: “Não estará sujeita a sanção a pessoa portadora de deficiência que torne impossível ou demasiadamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais. 33. Ac. Art. § 1°: previsto. 99 V. deste código e arts. com sede na Capital da República e jurisdição em todo o País.504/1997. a: proposta de alteração do número de membros. n° I. III – Juntas Eleitorais. ao qual deve preceder consulta ao juízo de origem sobre o quantum a ser exigido do devedor”. se se encontrar fora de sua Zona e necessitar de documento de quitação com a Justiça Eleitoral. § 1° A multa será cobrada no máximo 34 . 120. 10. também. com prazo de validade indeterminado”.-TSE n° 21. mediante proposta do Tribunal Superior. I.-TSE n° 22. na capital de Território. Art. quarta nota ao art. no Distrito Federal e.641/1996 e Res. 96. dos débitos decorrentes de sanções pecuniárias de natureza administrativa impostas com base no Código Eleitoral e na Lei n° 9. art. deste código. mediante proposta do Tribunal Superior. 82. e 20. 1°. certidão de quitação eleitoral. art.-TSE nos 21.920/2004. CÓDIGO ELEITORAL § 2° Em qualquer das hipóteses. c. art. poderá expedir. 1° ou de seu representante legal ou procurador devidamente constituído. 82 e 85 da Res.538/2003.-TSE nos 14.c. mas poderá ser elevado até nove.504/1992: o Código Eleitoral foi recepcionado como lei complementar. o art. 121: prescrição da organização e competência dos tribunais. ƒƒ Res. e na forma por ele sugerida. Art.667/2004: “Dispõe sobre a utilização do serviço de emissão de certidão de quitação eleitoral por meio da Internet e dá outras providências”. 9° Os responsáveis pela inobservância do disposto nos arts. IV – Juízes Eleitorais.Art.545/2007. mediante requerimento de cidadão nas condições do parágrafo único do art. por aplicação analógica deste artigo. 8°. 12. 13. e Res. I – o Tribunal Superior Eleitoral. salvo se o eleitor quiser aguardar que o Juiz da Zona em que se encontrar solicite informações sobre o arbitramento ao Juízo da inscrição.150/1994 e 18. terceira nota ao art. ƒƒ V. O eleitor que não votar e não pagar a multa.-TSE n° 21. ƒƒ Res.823/2004: admissibilidade. art. art. II – um Tribunal Regional.

deste código. nem mesmo o decorrente de licença. art. § 2° Os Juízes afastados por motivo de licen- b) de dois Juízes. ainda que por afinidade. Os Juízes dos Tribunais Eleitorais.-STF. b: eleição dentre os ministros do Superior Tribunal de Justiça. férias e licença especial. 12 da Res. I. em número igual para cada categoria.-TSE n° 20. pelo voto secreto: a) de três Juízes. V. § 3° Da homologação da respectiva Convenção partidária. art. 121. de candidato a cargo eletivo registrado na circunscrição. 119. ƒƒ CF/88.-TSE n° 9. 28. com períodos de férias coletivas. § 2°. § 1° Não podem fazer parte do Tribunal Superior Eleitoral cidadãos que tenham entre si parentesco. exceto quando.-TSE n° 9. de suas funções na Justiça comum. DO TRiBUnaL SUpERiOR TÍtULO I Art. art. observar-se-ão as mesmas formalidades indispensáveis à primeira investidura. de 15 de julho de 1965 Art. 14.94.504/1997. 23. II – por nomeação do Presidente da República de dois dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral.906/1994 (EOAB). 16 § 4° No caso de recondução para o segundo biênio. art. ƒƒ Parágrafos 1° ao 4° acrescidos pelo art. 119.10. alterada pela Res. 119. Os substitutos dos membros efetivos dos Tribunais Eleitorais serão escolhidos. V.407/1972.896/2001 e 21. seja o vínculo legítimo ou 35 Código Eleitoral . 119. nota ao art. II. ƒƒ Ac. Res.-TSE nos 20. ƒƒ Res. sendo o § 4° correspondente ao primitivo parágrafo único. ƒƒ CF/88. I – mediante eleição.-TSE n° 22.. na ADI-MC n° 1.737. também. de 6. da Lei n° 8.127: advogados membros da Justiça Eleitoral não estão abrangidos pela proibição de exercício da advocacia contida no art. ƒƒ Lei n° 9. salvo no caso do § 3°. 121.958/2001: dispõe sobre “Instruções que regulam a investidura e o exercício dos membros dos tribunais eleitorais e o término dos respectivos mandatos”: essa resolução disciplina inteiramente o assunto tratado na Res.177/1972. ou afim.-TSE n° 9. dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. I. 16. até o quarto grau. e nunca por mais de dois biênios consecutivos. ƒƒ Res. a. ou licença especial. dentre os membros do Tribunal Federal de Recursos.177/1972. Art. sem o desconto de qualquer afastamento. até o segundo grau. servirão obrigatoriamente por dois anos. apuração ou encerramento de alistamento. indicados pelo Supremo Tribunal Federal. 15.825/2008: impedimento de membro de tribunal regional eleitoral para desempenhar função eleitoral perante circunscrição em que houver parentesco com candidato a cargo eletivo. 95: juiz eleitoral como parte em ação judicial. art. art. ininterruptamente. 4° da Lei n° 4. Art. § 2°. parente consangüíneo legítimo ou ilegítimo. não poderão servir como Juízes nos Tribunais Eleitorais. II. ça. 25 deste código. salvo motivo justificado. na mesma ocasião e pelo mesmo processo. até a apuração final da eleição. Lei n° 4. ou como Juiz Eleitoral. ƒƒ CF/88. § 1° Os biênios serão contados. Compõe-se o Tribunal Superior Eleitoral: ƒƒ CF/88.961/1966. férias.461/2003: aprova os formulários através dos quais deverão ser prestadas as informações a que se refere o art. caput: composição mínima de 7 (sete) membros.. ainda.CÓDIGO ELEITORAL composição dos tribunais regionais. art. ficarão automaticamente afastados da Justiça Eleitoral pelo tempo correspondente. o cônjuge. VI. 99 CF/88. e ƒƒ CF/88. art. coincidir a realização de eleição.

excluindo-se neste caso o que tiver sido escolhido por último. 99 Res. à exceção apenas do termo “respectivo”. ƒƒ Ac. I – por determinação do Tribunal Superior Eleitoral. 17. § 2° No desempenho de suas atribuições.10. só poderão ser tomadas com a presença de todos os seus membros. proprietário ou sócio de empresa beneficiada com subvenção. § 2° A nomeação de que trata o inciso II deste artigo não poderá recair em cidadão que ocupe cargo público de que seja demissível ad nutum.372/2003: “Estabelece rotina para realização de correições nas zonas eleitorais do país”.-TSE n° 21.-TSE n° 21. e para Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral um dos seus membros.-TSE. 19. Res. art. ƒƒ Incisos I e II e §§ 1° e 2° com redação dada pelo art. será convocado o substituto ou o respectivo suplente. como sobre quaisquer recursos que importem anulação geral de eleições ou perda de diplomas. 99 CF/88. ƒƒ Res.-TSE n° 19. O Tribunal Superior delibera por maioria de votos. ƒƒ Res. 18. CÓDIGO ELEITORAL IV – sempre que entender necessário. seu substituto legal.-TSE n° 7.-TSE nos 16. em sessão pública.2010. As decisões do Tribunal Superior. e sem prejuízo das respectivas funções. com exercício no Distrito Federal. eleição do corregedor-geral dentre os ministros do Superior Tribunal de Justiça. 36 . arts. § 3° Os provimentos emanados da Corregedoria-Geral. na Pet n° 337554: ilegitimidade de órgão regional do Ministério Público Federal para atuar perante o TSE. III – a requerimento de partido deferido pelo Tribunal Superior Eleitoral. isenção ou favor em virtude de contrato com a administração pública.Art. onde não poderão ter assento. Exercerá as funções de Procurador-Geral. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá para seu Presidente um dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. que “dispõe sobre a organização. parágrafo único: eleição do presidente e do vice-presidente.329/2002: “Aprova a organização dos serviços da Corregedoria-Geral da Justiça Eleitoral. que lhes devem dar imediato e preciso cumprimento.684/2000 e 612/2004: possibilidade de julgamento com o quorum incompleto em caso de suspeição ou impedimento do ministro titular da classe de advogado e impossibilidade jurídica de convocação de juiz substituto. o Procurador-Geral da República. define a competência das unidades e as atribuições dos titulares de cargos e funções”. para auxiliá-lo junto ao Tribunal Superior Eleitoral. Art. 73 a 75 da LC n° 75/1993. de 19. ƒƒ V. Se ocorrer impedimento de algum Juiz. 17 ilegítimo. O Procurador-Geral poderá designar outros membros do Ministério Público da União. Parágrafo único. vinculam os Corregedores Regionais. 1° da Lei n° 7. ou que exerça mandato de caráter político. as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União”. o Corregedor-Geral se locomoverá para os Estados e Territórios nos seguintes casos: Parágrafo único.191/1984. assim na interpretação do Código Eleitoral em face da Constituição e cassação de registro de partidos políticos. junto ao Tribunal Superior Eleitoral. privilégio.651/1965: “Instruções que fixam as atribuições do corregedor-geral e dos corregedores regionais da Justiça Eleitoral”. Art. com a presença da maioria de seus membros. II – a pedido dos Tribunais Regionais Eleitorais. Art. § 1° As atribuições do Corregedor-Geral serão fixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. estadual ou municipal. funcionando. que seja diretor. ƒƒ Ac. federal. cabendo ao outro a Vice-Presidência. em suas faltas e impedimentos.740/1996: aplicabilidade deste parágrafo único aos TREs. 119.

Compete ao Tribunal Superior: I – processar e julgar originariamente: a) o registro e a cassação de registro de partidos políticos..2007. o habeas corpus. 7° e 8°: aquisição da personalidade jurídica mediante registro no Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas. c: competência do STF para processar e julgar. art. depois de manifestada a causa. art. ƒƒ V. 22. Ac. no Ag n° 8.106/2002: admissibilidade de exceção de suspeição de magistrado para todo o processo eleitoral. ƒƒ CF/88. art. Art.096/1995. em matéria eleitoral. no RMS n° 526: inaplicabilidade do quorum de deliberação previsto neste dispositivo aos tribunais regionais eleitorais. de 13.254. no REspe n° 25.759: possibilidade de provimento de recurso por decisão monocrática. 9°: registro do estatuto no Tribunal Superior Eleitoral. de 15 de julho de 1965 b) os conflitos de jurisdição entre Tribunais Regionais e Juízes Eleitorais de Estados diferentes. de 27. mesmo que implique anulação de eleição ou perda de diploma. mediante o processo previsto em regimento. de 25. dos seus Diretórios Nacionais e de candidatos a Presidência e Vice-Presidência da República. Parágrafo único. art.-STF n° 72/63: “No julgamento de questão constitucional. 15. praticar ato que importe aceitação do argüido. ainda que inicialmente decidida no âmbito da Corte de origem”. ou no processo originário”. 99 Súm. afinal. 99 Ac. I.098/1992. I. com base no art. c) a suspeição ou impedimento aos seus membros. sujeitando-se eventual agravo regimental ao disposto neste artigo. 5.062: exigência de quorum completo inclusive “[.2007. art. ƒƒ Lei n° 9.. a: competência do STJ para processar e julgar. quando houver perigo de se consumar a violência antes que o Juiz competente possa prover sobre a impetração. no ED-AgR-Ag n° 8. deste código e art. instruções e outros atos emanados do Tribunal Superior Eleitoral.10. d) os crimes eleitorais e os comuns que lhes forem conexos cometidos pelos seus próprios Juízes e pelos Juízes dos Tribunais Regionais.504/1997: impedimento de juiz por parentesco ou que for parte em ação judicial que envolva candidato. 105. 36. Lei n° 4. 102. Art. 97: “Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do poder público”. não estão impedidos os ministros do Supremo Tribunal Federal que ali tenham funcionado no mesmo processo. evitar a perda do diploma. ƒƒ CF/88. nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. 2°. do RITSE. art. § 7°.561/2002. ou. art.CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Ac.10. 28: casos de cancelamento do registro civil e do estatuto dos partidos políticos. ao Procurador-Geral e aos funcionários da sua Secretaria. arts. 95 da Lei n° 9. parágrafo único. vinculada a decisão do Tribunal Superior Eleitoral.-TSE nos 19. 19/2002 e 3. nos crimes comuns e nos de responsabilidade.-TSE. 20. do Procurador-Geral ou de funcionários de sua Secretaria. dos Ministros de Estado e dos Tribunais Regionais. 14.239/1999. e) o habeas corpus ou mandado de segurança. relativos a atos do Presidente da República.12.-TSE nos 13. § 3°. qualquer interessado poderá argüir a suspeição ou impedimento dos seus membros. Os Tribunais e Juízes inferiores devem dar imediato cumprimento às decisões. ƒƒ LC n° 64/1990.-TSE. na MC n° 2.2007.11. I: arguição de inelegibilidade perante o Tribunal Superior Eleitoral. Art. de 23. Será ilegítima a suspeição quando o excipiente a provocar ou. mandados.2007. 21.282/2004 e Ac. 37 Código Eleitoral .2007.864 e.] na hipótese em que o agravo regimental busca. 22 Art.737. Perante o Tribunal Superior. ainda. ƒƒ Ac. nos casos previstos na lei processual civil ou penal e por motivo de parcialidade partidária.-TSE. os membros dos tribunais regionais eleitorais.8. de 9. os membros dos tribunais superiores.

Ac. nos casos de inelegibilidade. nos termos do art. 105. no HC n° 349682: incompetência do TSE para processar e para julgar habeas corpus impetrado contra sua decisão.-STF. vale dizer.504/1997.10. monocrática do Min. de 5. §§ 1° e 2°. 22 99 A Res. § 1°.-TSE nos 19.2007: a competência para o julgamento das reclamações desta espécie passou ao Conselho Nacional de Justiça. I. à hipótese de mandado de segurança contra ato. CÓDIGO ELEITORAL formulados por partido. contra seus próprios julgados.-STF. na ADI n° 1. primeira nota ao art. incumbiu somente ao TSE seu processo e julgamento.8. ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman).459: declara inconstitucionais o trecho grifado e a expressão “aplicando-se.727. h. Entretanto.096/1995.175/2004: competência dos tribunais regionais eleitorais tão somente para julgar os pedidos de segurança contra atos inerentes à sua atividade-meio. de 7. in fine: competência da Justiça Eleitoral para o mandado de injunção. Ministério Público ou parte legitimamente interessada. Ac. I.6.3.961/1966. no Ac. constante do art. possibilitando-se o exercício do mandato eletivo até o seu trânsito em julgado. Nesse sentido. do Senado Federal. aplicando-se a legislação processual civil. na AR n° 376.-TSE nos 106/2000 e 89/2001: TRE não é competente para o julgamento de ação rescisória. 2° da LC n° 86/1996”. ƒƒ Lei n° 9. CF/88.Art. 99 Ac. que lhe deu causa.1999. ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. ƒƒ A LC n° 86/1996.-TSE. inclusive. de 7.1983. o STF deu-lhe interpretação para restringir o seu alcance à verdadeira dimensão da declaração de inconstitucionalidade no Ac.2011. de natureza eleitoral. f) as reclamações relativas a obrigações impostas por lei aos partidos políticos. CF/88. V. ƒƒ Alínea acrescida pelo art. g) as impugnações à apuração do resultado geral. de 17. CF/88. I. ƒƒ Dec. José Delgado na Rcl n° 475.483/1999 e 3. 276. VI: competência originária dos tribunais para julgar os mandados de segurança contra seus atos.409.1994. desde que intentada dentro do prazo de cento e vinte dias de decisão irrecorrível. ao introduzir a ação rescisória no âmbito da Justiça Eleitoral.618/2002: cabimento de ação rescisória de julgado de TRE em matéria não eleitoral. na AR n° 339 e. de 11. 94.2008.2009. no prazo de trinta dias a contar da conclusão.2008.12. art. de 22.5. mantida a competência do TSE para as demais impetrações previstas neste inciso. ƒƒ Ac. 35. suspendeu a locução “ou mandado de segurança”. b: competência do STJ para processar e julgar mandado de segurança contra ato de ministro de Estado. deste código. da Constituição Federal. proclamação dos eleitos e expedição de diploma na eleição de Presidente e VicePresidente da República. caput: exame pelo Tribunal Superior Eleitoral e pelos tribunais regionais eleitorais da escrituração do partido e apuração de qualquer ato que viole as prescrições legais ou estatutárias em matéria financeira. 6° da Lei n° 4. n° 132/1984. às decisões havidas até cento e vinte dias anteriores à sua vigência”. h) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos nos Tribunais Regionais dentro de trinta dias da conclusão ao Relator. art. na AR n° 262.-STF. no RE n° 163.-TSE. no MS n° 20. do presidente da República. art. art. i) as reclamações contra os seus próprios Juízes que. III.4.4. ƒƒ Ac. 102.617/2002 e 19. candidato. 21. Ac. d: competência do STF para processar e julgar mandado de segurança contra ato do presidente da República. ƒƒ Alínea acrescida pelo art. II – julgar os recursos interpostos das decisões dos Tribunais Regionais nos termos 38 . § 4°. 6° da Lei n° 4. ƒƒ Lei n° 9. quanto à sua contabilidade e à apuração da origem dos seus recursos. j) a ação rescisória.961/1966. art.-TSE nos 2. não houverem julgado os feitos a eles distribuídos. de 10. Ac. 103-B. originariamente.-TSE n° 124/2001: cabimento de ação rescisória contra decisão monocrática de juiz do TSE. art. 105. de 31. 1° da LC n° 86/1996.

salvo nos casos do art. 96. Lei n° 4.836 (alteração de função de confiança). § 2°. arts. I. arts. II. f. a.-TSE n° 21.10. I: competência da Justiça Eleitoral. IX – expedir as instruções que julgar convenientes à execução deste Código.2. e 77. 8°.2003. ƒƒ CF/88. Parágrafo único. 99 Incompetência do Tribunal Superior Eleitoral para apreciar recurso contra decisão de natureza estritamente administrativa proferida pelos tribunais regionais: Ac. a: competência para alteração do número de membros dos tribunais inferiores. b. ainda.-TSE. caput .386: competência do TSE para homologar divisão da circunscrição do estado em zonas eleitorais. 12. ƒƒ CF/88. deste código.2. Dec. Art. § 1°: fixação de data para as eleições presidenciais. de 22. Ac.CÓDIGO ELEITORAL do art. no REspe n° 25. de 15 de julho de 1965 VI – propor ao Poder Legislativo o aumento do número dos Juízes de qualquer Tribunal Eleitoral. 281.-TSE. nota ao art. para fixar a data de plebiscito e referendo. § 1°: ausência de previsão de aumento do número de membros dos tribunais regionais eleitorais. 2°. de 4.-TSE. ƒƒ CF/88. Senadores e Deputados Federais. no AgR-REspe n° 340044: não equiparação de recurso especial a recurso ordinário em razão de o primeiro julgamento do requerimento de registro de candidatura ter sido realizado por TRE. art.2007. I.-TSE s/n°. II. art. 120. estaduais e municipais. caput. I e II. 32. art.11. art.737. ƒƒ CF/88. Ac. federais.709/1998. nos limites de sua circunscrição.842/2004: “Dispõe sobre o afastamento de magistrados na Justiça Eleitoral do exercício dos cargos efetivos”. assim como afastamento do exercício dos cargos efetivos. indicando a forma desse aumento. 96.434 (concessão de auxílio-alimentação e auxílio-creche). Ac. caput . 96. bem como a criação de novas zonas. ƒƒ Res. privativamente. na Pet n° 1. X – fixar a diária do Corregedor-Geral. nos REspe nos 25.994/1997: “Estabelece normas para a criação e desmembramento de zonas eleitorais e dá outras providências”. ƒƒ Lei n° 9. 276 inclusive os que versarem matéria administrativa. III – conceder aos seus membros licença e férias. II – organizar a sua Secretaria e a CorregedoriaGeral. ƒƒ CF/88. 23. e 2°. art. de 22. art. dos Corregedores Regionais e auxiliares em diligência fora da sede. ƒƒ Res. Compete. 96.416 e 25. I. ƒƒ Ac.-TSE n° 19.504/1997. VII – fixar as datas para as eleições de Presidente e Vice-Presidente da República. 1°. e Lei n° 9. As decisões do Tribunal Art. VIII – aprovar a divisão dos Estados em Zonas Eleitorais ou a criação de novas Zonas. ao Tribunal Superior: I – elaborar o seu Regimento Interno. propondo ao Congresso Nacional a criação ou extinção dos cargos administrativos e a fixação dos respectivos vencimentos. 39 Código Eleitoral . art.-TSE nos 10/1996 e 12.2010. 23 V – propor a criação de Tribunal Regional na sede de qualquer dos Territórios. IV – aprovar o afastamento do exercício dos cargos efetivos dos Juízes dos Tribunais Regionais Eleitorais.-TSE n° 3. CF/88. 28.644/1997: competência do TSE para apreciar recurso contra decisão judicial de Tribunal Regional sobre matéria administrativa não eleitoral. 29. de 7. e competência do TRE para revisão de transferência de sede da zona.395/2005: legalidade de resolução do TSE que fixou data de referendo em dia diverso do previsto no DLG n° 780/2005.2007. quando não o tiverem sido por lei. ƒƒ V. porquanto não se refere à composição mínima. provendo-os na forma da lei. Superior são irrecorríveis.

ƒƒ Legitimidade para formular consulta ao TSE: Res. ƒƒ Ac.853/2008 e 22. ƒƒ Res. ƒƒ LC n° 97/1999. Res.247/2006 (deputado federal). 15. de forma a impossibilitar o enfrentamento preciso da questão e dando margem a interpretações casuísticas). 22. nos termos do art. pois ainda inexistente a norma no ordenamento jurídico).016/2009 (projeto de lei em tramitação.342/2006 (Defensoria Pública da União).-TSE n° 23.-TSE n° 22.961/1966. § 7°.515/2007: exigência de autorização específica ou documento que comprove estar o consulente CÓDIGO ELEITORAL habilitado a formular consultas em nome do partido político a que pertence. 23. Res. art. ainda que formulada por parte ilegítima. 7° da Lei n° 4. ƒƒ DL n° 1. 188 deste código.084/2009 (questionamento com base em redação de ato normativo não mais vigente). XII – responder. de 1°.2011. XIII – autorizar a contagem dos votos pelas Mesas Receptoras nos Estados em que essa providência for solicitada pelo Tribunal Regional respectivo. ƒƒ V. ƒƒ Ac. Res.Art.391/2006 (matéria processual). sempre que houver de se realizar eleições. art. com redação dada pelo art. ƒƒ Hipóteses de descabimento de consulta: Res. 23.-TSE n os 22.-TSE n° 22.828/2008 e 22.504/1992: o poder de o TSE requisitar força federal prescinde da intermediação do presidente do Supremo Tribunal Federal. quando a resposta ao questionamento incidir sobre fato abarcado nesse período). 38. em qualquer parte do território nacional”.035/2009 (formulação em termos genéricos. sobre matéria eleitoral. dada a relevância do tema. por intermédio dos presidentes do Supremo Tribunal Federal. às consultas que lhe forem feitas em tese por autoridade com jurisdição federal ou órgão nacional de partido político. ƒƒ Res.623/1988: atribuições da Polícia Federal quando à disposição da Justiça Eleitoral. Res.404/2004: a consulta não tem caráter vinculante. do Senado Federal ou da Câmara dos Deputados”. Res.-TSE n° 23. 25.-TSE n° 23. 1° da LC n° 136/2010: a atuação do militar nas atividades de defesa civil a que se refere este dispositivo é considerada atividade militar para os fins do art.-TSE nos 22. Res.-TSE. Res.-TSE.-TSE n° 23.-TSE n° 18. ƒƒ Ac.-TSE nos 23. de 20. 15.-TSE n° 22. e para garantir a votação e a apuração.-TSE n° 22.-TSE n° 14.488/2006 (após iniciado o processo eleitoral. como representante de órgão de direção nacional). por iniciativa própria ou em atendimento a pedido manifestado por quaisquer dos poderes constitucionais. CPC) para o ajuizamento de consulta. de suas próprias decisões ou das decisões dos Tribunais Regionais que o solicitarem. Res. 2°: “O Departamento de Polícia Federal ficará à disposição da Justiça Eleitoral.228/2006 (senador).113/2009 e 23. XIV – requisitar força federal necessária ao cumprimento da lei.135/2009. gerais ou parciais. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. Res.064/1969. art.-TSE n os 23. assim entendido como as convenções partidárias para escolha de candidatos.314/2006: conhecimento de consulta sobre assuntos administrativos não eleitorais. dadas a relevância do tema e a economia processual.2010.-TSE n° 22. na Cta n° 182354: o partido não precisa de instrumento de mandato com poderes específicos (art. Essa decisão foi proferida na 40 .126/2009: consulta versando sobre matéria administrativa recebida como processo administrativo.079/2009.-TSE n° 22. § 1°: “Compete ao presidente da República a decisão do emprego das Forças Armadas.914/2008 (matéria interna corporis de partido político).10. Res.035/2009 e 22. ƒƒ Res. ƒƒ LC n° 97/1999. no PA n° 321007: insuficiência do pronunciamento do secretário de Segurança Pública para a requisição de forças federais. mas pode servir de suporte para as razões do julgador. 23 XI – enviar ao Presidente da República a lista tríplice organizada pelos Tribunais de Justiça.877/2008. art. 124 da CF/88.9.229/2006 (secretário-geral de comissão executiva nacional de partido político.

CÓDIGO ELEITORAL
vigência da LC n° 69/1991 (revogada pela LC n° 97/1999), que continha dispositivo de teor idêntico ao do referido § 1°. Dec.-TSE s/n°, de 16.9.2008, no PA n° 20.007, e de 12.8.2008, no PA n° 19.908: prévia manifestação de governador de estado, não vinculativa, para deferimento de requisição de forças federais nas eleições de 2008, em respeito ao princípio federativo e tendo em vista sua condição de chefe das polícias civil e militar do estado. V., contudo, Dec.-TSE s/n°, de 30.9.2008, no PA n° 20.082, e de 29.9.2008, no PA n° 20.051: dispensa de manifestação quanto aos pedidos formulados nas vésperas do pleito em virtude do exíguo lapso temporal disponível. ƒƒ Res.-TSE n° 21.843/2004: “Dispõe sobre a requisição de força federal, de que trata o art. 23, inciso XIV, do Código Eleitoral, e sobre a aplicação do art. 2° do DL n° 1.064/1969”.

Art. 24
parte no processo eleitoral. Oficiando como custos legis, o Ministério Público não pode intervir na qualidade de parte para postular interpretação incompatível com opinião antes manifestada, por aplicação do princípio da indivisibilidade e da preclusão lógica.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

I – assistir às sessões do Tribunal Superior e tomar parte nas discussões;
ƒƒ Ac.-TSE n° 11.658/1990: o modo como se dará a participação nas discussões é matéria que diz com o funcionamento dos tribunais a quem cabe a prerrogativa de disciplinar autonomamente.

II – exercer a ação pública e promovê-la até
final, em todos os feitos de competência originária do Tribunal;

jurisprudência;

XV – organizar e divulgar a súmula de sua XVI – requisitar funcionários da União e do

III – oficiar em todos os recursos encaminhados ao Tribunal;
ƒƒ RITSE, art. 13, c: compete ao procurador-geral “oficiar, no prazo de cinco dias, em todos os recursos encaminhados ao Tribunal, e nos pedidos de mandado de segurança”. ƒƒ Ac.-TSE, de 8.9.2011, nos ED-REspe n° 5410953: inaplicabilidade deste inciso aos recursos já em tramitação no TSE. ƒƒ Ac.-TSE n° 15.031/1997: desnecessidade de pronunciamento da Procuradoria-Geral nos embargos de declaração.

Distrito Federal quando o exigir o acúmulo ocasional do serviço de sua Secretaria;

ƒƒ Lei n° 6.999/1982 e Res.-TSE n° 23.255/2010: dispõem sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral.

XVII – publicar um boletim eleitoral;
99 O Boletim Eleitoral foi substituído, em julho/1990, pela revista Jurisprudência do Tribunal Superior Eleitoral (Res.-TSE n° 16.584/1990).

XVIII – tomar quaisquer outras providências que julgar convenientes à execução da legislação eleitoral.
ƒƒ Res.-TSE n° 22.931/2008: a competência do TSE para tomar as providências necessárias à execução da legislação eleitoral diz respeito especificamente ao seu poder normativo, não se enquadrando nessa hipótese controle prévio de ato ainda não editado.

IV – manifestar-se, por escrito ou oralmente, em todos os assuntos submetidos à deliberação do Tribunal, quando solicitada sua audiência por qualquer dos Juízes, ou por iniciativa sua, se entender necessário; V – defender a jurisdição do Tribunal; VI – representar ao Tribunal sobre a fiel observância das leis eleitorais, especialmente quanto à sua aplicação uniforme em todo o País; VII – requisitar diligências, certidões e esclarecimentos necessários ao desempenho de suas atribuições; VIII – expedir instruções aos órgãos do Ministério Público junto aos Tribunais Regionais;

Art. 24. Compete ao Procurador-Geral, como
chefe do Ministério Público Eleitoral:
ƒƒ Ac.-TSE, de 29.6.2006, no REspe n° 25.970: preponderância da conduta de fiscal da lei sobre a legitimação do Parquet para intervir como

41

Código Eleitoral

Art. 25
IX – acompanhar, quando solicitado, o Corre-

CÓDIGO ELEITORAL
ƒƒ Ac.-STF, de 29.11.1990, no MS n° 21.073 e, de 19.6.1991, no MS n° 21.060: a OAB não participa do procedimento de indicação de advogados para composição de TRE. ƒƒ V. segunda nota ao art. 16, II, deste código. ƒƒ Res.-TSE n° 22.222/2006 e Dec.-TSE s/n°, de 17.8.2006, no ELT n° 468: “O mesmo advogado somente poderá ser indicado simultaneamente para o preenchimento de um cargo efetivo e um de substituto”.

gedor-Geral, pessoalmente ou por intermédio de Procurador que designe, nas diligências a serem realizadas.
ƒƒ V. art. 18 deste código.

DOs TRiBUnais REGiOnais

TÍtULO II

Art. 25. Os Tribunais Regionais Eleitorais compor-se-ão: I – mediante eleição, pelo voto secreto:
a) de dois Juízes, dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça; e b) de dois Juízes de Direito, escolhidos pelo Tribunal de Justiça;

§ 1° A lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça será enviada ao Tribunal Superior Eleitoral.
ƒƒ Res.-TSE n° 21.461/2003: “Dispõe sobre o encaminhamento de lista tríplice organizada pelo Tribunal de Justiça ao Tribunal Superior Eleitoral [...].” Res.-TSE n° 20.958/2001: “Instruções que regulam a investidura e o exercício dos membros dos tribunais eleitorais e o término dos respectivos mandatos”. Os modelos de formulários para a prestação das informações que devem acompanhar a lista tríplice são os aprovados pela Res.-TSE n° 9.407/1972, alterada pelas Res.-TSE n os 20.896/2001 e 21.461/2003. ƒƒ Dec.-TSE s/n°, de 1°.6.2004, na ELT n° 394: inadmissibilidade de lista contendo apenas um nome.

II – do Juiz Federal e, havendo mais de um, do que for escolhido pelo Tribunal Federal de Recursos; e
99 CF/88, art. 120, § 1°, II: de um juiz do Tribunal Regional Federal com sede na capital, ou, não havendo, de um juiz federal.

III – por nomeação do Presidente da República, de dois dentre seis cidadãos de notável saber jurídico e idoneidade moral, indicados pelo Tribunal de Justiça.
ƒƒ Incisos com redação dada pelo art. 2° da Lei n° 7.191/1984. 99 CF/88, art. 120, § 1°, III: nomeação dentre seis advogados. ƒƒ Res.-TSE nos 20.958/2001, art. 12, parágrafo único, VI; e 21.461/2003, art. 1°: exigência de 10 anos de prática profissional; art. 5°, desta última: dispensa da comprovação se já foi juiz de TRE. Ac.-STF, de 31.5.2005, no RMS n° 24.334 e, de 29.11.2005, no RMS n° 24.232: a regra geral prevista no art. 94 da Constituição – dez anos de efetiva atividade profissional – se aplica de forma complementar à regra do art. 120 da Constituição. Res.-TSE n° 21.644/2004: necessidade, ainda, de participação anual mínima em cinco atos privativos em causas ou questões distintas, nos termos do art. 5° do Regulamento Geral do EOAB.

§ 2° A lista não poderá conter nome de Ma-

gistrado aposentado ou de membro do Ministério Público.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 8° da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Ac.-STF, de 15.12.1999, no RMS n° 23.123: este dispositivo foi recepcionado pela CF/88 e não foi revogado pela Lei n° 7.191/1984.

§ 3° Recebidas as indicações o Tribunal Supe-

rior divulgará a lista através de edital, podendo os partidos, no prazo de cinco dias, impugná-la com fundamento em incompatibilidade.
99 Ac.-TSE, de 12.5.2011, na LT n° 351588: legitimidade ativa do Ministério Público para impugnar advogado indicado em lista tríplice.

§ 4° Se a impugnação for julgada procedente

quanto a qualquer dos indicados, a lista será

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CÓDIGO ELEITORAL
devolvida ao Tribunal de origem para complementação.

Art. 27
regionais eleitorais, afasta a incidência do art. 102 da LC n° 35/1979 (Loman) nesse particular. Res.-TSE nos 20.120/1998, 22.458/2006, e Ac.-TSE, de 15.8.2006, na AgR-RP n° 982: impossibilidade de reeleição de presidente de tribunal regional, nos termos do art. 102 da LC n° 35/1979 (Loman). V., ainda, Ac.-STF, de 19.12.2006, na Rcl n° 4.587, que reformou o Ac.-TSE, de 15.8.2006, na AgR-RP n° 982 e Ac.-TSE, de 20.9.2011, no AgR-Rcl n° 121267: impossibilidade de alteração ou restrição, por qualquer norma infraconstitucional, da duração bienal de investidura e da possibilidade de recondução de juiz de TRE.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

§ 5° Não havendo impugnação, ou desprezada esta, o Tribunal Superior encaminhará a lista ao Poder Executivo para a nomeação. § 6° Não podem fazer parte do Tribunal Regional pessoas que tenham entre si parentesco, ainda que por afinidade, até o 4° grau, seja o vínculo legítimo ou ilegítimo, excluindo-se neste caso a que tiver sido escolhida por último.

§ 7° A nomeação de que trata o n° II deste artigo não poderá recair em cidadão que tenha qualquer das incompatibilidades mencionadas no art. 16, § 4°.
ƒƒ O DL n° 441/1969 revogou os §§ 6° e 7° do art. 25, passando os §§ 8° e 9° a constituir, respectivamente, os §§ 6° e 7°. ƒƒ A Lei n° 7.191/1984, ao alterar o art. 25, não fez nenhuma referência aos parágrafos constantes do artigo modificado. Segundo decisões do TSE (Res.-TSE nos 12.391/1985 e 18.318/1992, e Ac.-TSE n° 12.641/1996) e do STF (Ac.-STF, de 15.12.1999, no RMS n° 23.123), os referidos parágrafos não foram revogados pela lei citada. 99 A remissão ao § 4° do art. 16 deste código refere-se a sua redação original. Com redação dada pela Lei n° 7.191/1984, a matéria contida no § 4° do art. 16 passou a ser tratada no § 2°.

§ 1° As atribuições do Corregedor Regional

serão fixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral e, em caráter supletivo ou complementar, pelo Tribunal Regional Eleitoral perante o qual servir.
ƒƒ V. notas ao art. 17, § 1°, deste código.

§ 2° No desempenho de suas atribuições o

Corregedor Regional se locomoverá para as Zonas Eleitorais nos seguintes casos: Eleitoral ou do Tribunal Regional Eleitoral;

I – por determinação do Tribunal Superior II – a pedido dos Juízes Eleitorais; III – a requerimento de partido, deferido pelo Tribunal Regional; IV – sempre que entender necessário. Art. 27. Servirá como Procurador Regional
junto a cada Tribunal Regional Eleitoral o Procurador da República no respectivo Estado, e, onde houver mais de um, aquele que for designado pelo Procurador-Geral da República.
ƒƒ V. arts. 76 e 77 da LC n° 75/1993, que “Dispõe sobre a organização, as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União”, e Ac.-TSE n° 309/1996: “As normas da Lei Orgânica do Ministério Público da União revogaram o art. 27 e seus parágrafos do Código Eleitoral, porquanto regularam completamente a matéria”. V., ainda, a parte final da segunda nota ao § 4° deste artigo. ƒƒ Res.-TSE n° 22.458/2006: possibilidade de recondução de procuradores regionais

Art. 26. O Presidente e o Vice-Presidente do

Tribunal Regional serão eleitos por este dentre os três Desembargadores do Tribunal de Justiça; o terceiro Desembargador será o Corregedor Regional da Justiça Eleitoral.
99 CF/88, art. 120, § 2°, c.c. o § 1°, I, a: eleição dentre os dois desembargadores. Não havendo um terceiro magistrado do Tribunal de Justiça, alguns tribunais regionais atribuem a função de corregedor ao vice-presidente, cumulativamente, enquanto outros prescrevem a eleição dentre os demais juízes que o compõem. ƒƒ Ac.-TSE n° 684/2004: a regra contida no art. 120, § 2°, da CF/88, no tocante ao critério para eleição dos titulares dos cargos de presidente e vice-presidente dos tribunais

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Código Eleitoral

Art. 28
eleitorais por uma vez, a teor do art. 76, § 1°, da LC n° 75/1993.

CÓDIGO ELEITORAL
ƒƒ V. quinta nota ao art. 19, parágrafo único, deste código. ƒƒ Ac.-TSE, de 2.8.2011, no REspe n° 35.627: a duplicidade do voto do presidente do regional no caso de empate conflita com o disposto neste artigo. ƒƒ Ac.-TSE, de 4.5.2010, no REspe n° 36.151: exigência do quorum previsto no caput, ainda que regimento interno de TRE disponha de forma diversa.

§ 1° No Distrito Federal, serão as funções de Procurador Regional Eleitoral exercidas pelo Procurador-Geral da Justiça do Distrito Federal.
ƒƒ V. primeira nota ao caput deste artigo: a função de procurador regional eleitoral será exercida por procurador regional da República.

§ 2° Substituirá o Procurador Regional, em

suas faltas ou impedimentos, o seu substituto legal.

§ 1° No caso de impedimento e não existindo
quorum, será o membro do Tribunal substituído por outro da mesma categoria, designado na forma prevista na Constituição.

§ 3° Compete aos Procuradores Regionais exercer, perante os Tribunais junto aos quais servirem, as atribuições do Procurador-Geral.
ƒƒ LC n° 75/1993, art. 79, parágrafo único, e Ac.-TSE n° 19.657/2004, dentre outras decisões: competência do procurador regional eleitoral para designar promotor eleitoral, por indicação do procurador-geral de justiça, nas hipóteses de impedimento, recusa justificada ou inexistência de promotor que oficie perante a zona eleitoral.

ƒƒ Res.-TSE n° 19.740/1996: “Juiz classe jurista. Impedimento ou suspeição. Convocação do substituto da mesma categoria por ordem de antigüidade, permanecendo o impedimento ou suspeição convoca-se o remanescente. Aplicação do art. 19, parágrafo único do CE”. ƒƒ Res.-TSE n° 22.469/2006: “Não há como convocar substitutos representantes de classe diversa para complementação de quorum em Tribunal Regional Eleitoral, dado ser exigível que tal ocorra entre membros da mesma classe, na esteira do estabelecido no art. 7° da Res.-TSE n° 20.958/2001”.

§

4° Mediante prévia autorização do Procurador-Geral, podendo os Procuradores Regionais requisitar, para auxiliá-los nas suas funções, membros do Ministério Público local, não tendo estes, porém, assento nas sessões do Tribunal.
99 O vocábulo “podendo” consta da redação original do dispositivo publicado no DOU. 99 LC n° 75/1993, art. 77, parágrafo único: designação pelo procurador-geral eleitoral, por necessidade de serviço, de outros membros do Ministério Público Federal para oficiar perante os tribunais regionais eleitorais. Res.-TSE n° 20.887/2001: admite a designação de promotor de justiça para auxiliar o procurador regional, em caso de dificuldade de contar apenas com membros do Ministério Público Federal para desempenho das funções eleitorais.

§ 2° Perante o Tribunal Regional, e com recur-

so voluntário para o Tribunal Superior qualquer interessado poderá argüir a suspeição dos seus membros, do Procurador Regional, ou de funcionários da sua Secretaria, assim como dos Juízes e escrivães eleitorais, nos casos previstos na lei processual civil e por motivo de parcialidade partidária, mediante o processo previsto em regimento.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. ƒƒ V. nota ao art. 20, caput, deste código.

§ 3° No caso previsto no parágrafo anterior
será observado o disposto no parágrafo único do art. 20.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 9° da Lei n° 4.961/1966.

Art. 28. Os Tribunais Regionais deliberam por maioria de votos, em sessão pública, com a presença da maioria de seus membros.

44

CÓDIGO ELEITORAL
Art. 29. Compete aos Tribunais Regionais: I – processar e julgar originariamente:
a) o registro e o cancelamento do registro dos Diretórios Estaduais e Municipais de partidos políticos, bem como de candidatos a Governador, Vice-Governadores, e membro do Congresso Nacional e das Assembléias Legislativas;
ƒƒ LC n° 64/1990, art. 2°, parágrafo único, II: arguição de inelegibilidade perante os tribunais regionais eleitorais. 99 Lei n° 9.096/1995, art. 10, parágrafo único: “O partido comunica à Justiça Eleitoral a constituição de seus órgãos de direção e os nomes dos respectivos integrantes, bem como as alterações que forem promovidas, para anotação [...]”. Ac.-TSE n° 13.060/1996: “A finalidade dessa comunicação, entretanto, não é a de fazer existir o órgão de direção ou permitir que participe do processo eleitoral [...]. A razão de ser, pois, é a publicidade, ensejando, ainda, aos tribunais, verificar quem representa os partidos”.

Art. 30
grau de recurso, os denegados ou concedidos pelos Juízes Eleitorais; ou, ainda, o habeas corpus, quando houver perigo de se consumar a violência antes que o Juiz competente possa prover sobre a impetração; f) as reclamações relativas a obrigações impostas por lei aos partidos políticos, quanto à sua contabilidade e à apuração da origem dos seus recursos;
ƒƒ V. nota ao art. 22, I, f, deste código.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

g) os pedidos de desaforamento dos feitos não decididos pelos Juízes Eleitorais em trinta dias da sua conclusão para julgamento, formulados por partido, candidato, Ministério Público ou parte legitimamente interessada, sem prejuízo das sanções decorrentes do excesso de prazo;
ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. 10 da Lei n° 4.961/1966.

II – julgar os recursos interpostos:
a) dos atos e das decisões proferidas pelos Juízes e Juntas Eleitorais; b) das decisões dos Juízes Eleitorais que concederem ou denegarem habeas corpus ou mandado de segurança.

b) os conflitos de jurisdição entre Juízes Eleitorais do respectivo Estado; c) a suspeição ou impedimentos aos seus membros, ao Procurador Regional e aos funcionários da sua Secretaria assim como aos Juízes e Escrivães Eleitorais;
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. ƒƒ Ac.-TSE, de 30.5.2006, no MS n° 3.423: a exceção de suspeição deve ser dirigida, inicialmente, ao juiz tido por suspeito pelo excipiente; acolhida pelo excepto, a ação há de ser submetida ao exame e julgamento de outro magistrado; não acolhida, deve a exceção ser mandada ao Tribunal a que submetido o magistrado.

Parágrafo único. As decisões dos Tribunais Regionais são irrecorríveis, salvo nos casos do art. 276. Art. 30. Compete, ainda, privativamente, aos Tribunais Regionais: I – elaborar o seu Regimento Interno;
ƒƒ CF/88, art. 96, I, a.

d) os crimes eleitorais cometidos pelos Juízes Eleitorais;
ƒƒ CF/88, art. 96, III.

e) o habeas corpus ou mandado de segurança, em matéria eleitoral, contra ato de autoridades que respondam perante os Tribunais de Justiça por crime de responsabilidade e, em

II – organizar a sua Secretaria e a Corregedoria Regional, provendo-lhes os cargos na forma da lei, e propor ao Congresso Nacional, por intermédio do Tribunal Superior a criação ou supressão de cargos e a fixação dos respectivos vencimentos;
ƒƒ CF/88, art. 96, I, b. ƒƒ Res.-TSE nos 21.902/2004 e 22.020/2005: não compete ao TSE homologar decisão de TRE

45

Código Eleitoral

Art. 30
que aprova criação de escola judiciária no âmbito de sua jurisdição.

CÓDIGO ELEITORAL
VIII – responder, sobre matéria eleitoral, às consultas que lhe forem feitas, em tese, por autoridade pública ou partido político;
ƒƒ V. inciso XII do art. 23 deste código: consulta no âmbito do TSE.

III – conceder aos seus membros e aos Juízes

Eleitorais licença e férias, assim como afastamento do exercício dos cargos efetivos, submetendo, quanto àqueles, a decisão à aprovação do Tribunal Superior Eleitoral;
ƒƒ CF/88, art. 96, I, f, e nota ao art. 23, IV, deste código.

IX – dividir a respectiva circunscrição em Zonas Eleitorais, submetendo esta divisão, assim como a criação de novas Zonas, à aprovação do Tribunal Superior;
ƒƒ V. nota ao art. 23, VIII, deste código.

IV – fixar a data das eleições de Governador e Vice-Governador, Deputados Estaduais, Prefeitos, Vice-Prefeitos, Vereadores e Juízes de Paz, quando não determinada por disposição constitucional ou legal;
ƒƒ CF/88, arts. 28 e 29, II, e Lei n° 9.504/1997, arts. 1°, caput; 2°, § 1°; e 3°, § 2°: fixação de datas para eleição de governador e vice-governador e de prefeito e vice-prefeito. ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 1°, caput: fixação de datas para eleição de senador, deputado federal, deputado estadual, deputado distrital e vereador. ƒƒ CF/88, art. 32, § 2°: eleições de governador e vice-governador e de deputados distritais coincidentes com as de governadores e deputados estaduais. ƒƒ CF/88, arts. 14, § 3°, VI, c, e 98, II: criação da Justiça de Paz. ƒƒ V. notas ao art. 23, VII, deste código.

X – aprovar a designação do ofício de Justiça

que deva responder pela Escrivania Eleitoral durante o biênio;

XI – (Revogado pela Lei n° 8.868/94.); XII – requisitar a força necessária ao cumprimento de suas decisões e solicitar ao Tribunal Superior a requisição de força federal;
99 V. segunda a sexta notas ao art. 23, XIV, deste código.

XIII – autorizar, no Distrito Federal e nas
capitais dos Estados, ao seu Presidente e, no interior, aos Juízes Eleitorais, a requisição de funcionários federais, estaduais ou municipais para auxiliarem os Escrivães Eleitorais, quando o exigir o acúmulo ocasional do serviço;
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. ƒƒ V. nota ao art. 23, XVI, deste código.

V – constituir as Juntas Eleitorais e designar a
respectiva sede e jurisdição;

VI – indicar ao Tribunal Superior as Zonas

Eleitorais ou Seções em que a contagem dos votos deva ser feita pela Mesa Receptora;
ƒƒ V. art. 188 deste código.

XIV – requisitar funcionários da União e, ainda, no Distrito Federal e em cada Estado ou Território, funcionários dos respectivos quadros administrativos, no caso de acúmulo ocasional de serviço de suas Secretarias;
ƒƒ V. nota ao art. 23, XVI, deste código. ƒƒ V. art. 8°, parágrafo único, da Res.-TSE n° 23.255/2010.

VII – apurar, com os resultados parciais

enviados pelas Juntas Eleitorais, os resultados finais das eleições de Governador e ViceGovernador, de membros do Congresso Nacional e expedir os respectivos diplomas, remetendo dentro do prazo de 10 (dez) dias após a diplomação, ao Tribunal Superior, cópia das atas de seus trabalhos;

XV – aplicar as penas disciplinares de advertência e de suspensão até 30 (trinta) dias aos Juízes Eleitorais; instruções do Tribunal Superior;

XVI – cumprir e fazer cumprir as decisões e

46

CÓDIGO ELEITORAL
XVII – determinar, em caso de urgência, providências para a execução da lei na respectiva circunscrição; Estado;

Art. 32
membro do Ministério Público local que oficie perante o juízo incumbido do serviço eleitoral na zona ou, nas hipóteses de sua inexistência, impedimento ou recusa justificada, o que for designado pelo procurador regional eleitoral, por indicação do procurador-geral de justiça.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

XVIII – organizar o fichário dos eleitores do XIX – suprimir os mapas parciais de apuração, mandando utilizar apenas os boletins e os mapas totalizadores, desde que o menor número de candidatos às eleições proporcionais justifique a supressão, observadas as seguintes normas:
a) qualquer candidato ou partido poderá requerer ao Tribunal Regional que suprima a exigência dos mapas parciais de apuração; b) da decisão do Tribunal Regional qualquer candidato ou partido poderá, no prazo de três dias, recorrer para o Tribunal Superior, que decidirá em cinco dias; c) a supressão dos mapas parciais de apuração só será admitida até seis meses antes da data da eleição; d) os boletins e mapas de apuração serão impressos pelos Tribunais Regionais, depois de aprovados pelo Tribunal Superior; e) o Tribunal Regional ouvirá os partidos na elaboração dos modelos dos boletins e mapas de apuração a fim de que estes atendam às peculiaridades locais, encaminhando os modelos que aprovar, acompanhados das sugestões ou impugnações formuladas pelos partidos, à decisão do Tribunal Superior.
ƒƒ Inciso XIX e alíneas a a e acrescidos pelo art. 11 da Lei n° 4.961/1966.

Art. 32. Cabe a jurisdição de cada uma das

Zonas Eleitorais a um Juiz de Direito em efetivo exercício e, na falta deste, ao seu substituto legal que goze das prerrogativas do art. 95 da Constituição.
99 Refere-se à CF/46; corresponde, entretanto, ao mesmo artigo da CF/88. ƒƒ Ac.-TSE n° 19.260/2001: “O juiz de direito substituto pode exercer as funções de juiz eleitoral, mesmo antes de adquirir a vitaliciedade, por força do que disposto no art. 22, § 2°, da Loman.”. Ac.-TSE n° 15.277/1999: “A Lei Complementar n° 35 continua em vigor na parte em que não haja incompatibilidade com a Constituição, como sucede com seu art. 22, § 2°. Assim, podem atuar como juízes eleitorais os magistrados que, em virtude de não haver decorrido o prazo previsto no art. 95, I, da Constituição, não gozam de vitaliciedade”. ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman), art. 11, caput e § 1°. ƒƒ Res.-TSE n° 22.607/2007: dispõe sobre a residência do juiz eleitoral. ƒƒ Res.-TSE n° 22.916/2008: impossibilidade de juiz de direito, durante período de substituição de desembargador por convocação de Tribunal de Justiça, exercer o cargo de juiz eleitoral.

Parágrafo único. Onde houver mais de uma Vara, o Tribunal Regional designará aquela ou aquelas, a que incumbe o serviço eleitoral.
ƒƒ Res.-TSE n° 20.505/1999: sistema de rodízio na designação dos juízes ou varas para o exercício da jurisdição eleitoral; e Res.-TSE n° 21.009/2002: “Estabelece normas relativas ao exercício da jurisdição eleitoral em primeiro grau”; Prov.-CGE n° 5/2002: “Recomenda observância de orientações que explicita, relativas à aplicação dos critérios concernentes ao rodízio eleitoral, estabelecidos na Res.-TSE n° 21.009, de 5 de março de 2002”. ƒƒ Ac.-TSE, de 15.9.2009, no RMS n° 579: fixação de critério para definir a jurisdição de zona

Art. 31. Faltando num Território o Tribunal

Regional, ficará a respectiva circunscrição eleitoral sob a jurisdição do Tribunal Regional que o Tribunal Superior designar.

DOs JUÍZEs ELEitORais
ƒƒ LC n° 75/1993, arts. 78 e 79: cabe ao promotor eleitoral o exercício das funções eleitorais perante os juízes e juntas eleitorais; será ele o

TÍtULO III

47

Código Eleitoral

Art. 33
eleitoral cuja base territorial é abrangida por mais de um foro regional, qual seja, rodízio entre todas as varas que atuam no território correspondente ao da zona eleitoral.

CÓDIGO ELEITORAL
III – decidir habeas corpus e mandado de segurança, em matéria eleitoral, desde que essa competência não esteja atribuída privativamente à instância superior; IV – fazer as diligências que julgar necessárias
à ordem e presteza do serviço eleitoral;

Art. 33. Nas Zonas Eleitorais onde houver mais de uma serventia de Justiça, o Juiz indicará ao Tribunal Regional a que deve ter o anexo da Escrivania Eleitoral pelo prazo de dois anos. § 1° Não poderá servir como Escrivão Eleitoral, sob pena de demissão, o membro de Diretório de partido político, nem o candidato a cargo eletivo, seu cônjuge e parente consangüíneo ou afim até o segundo grau.
99 Lei n° 10.842/2004, art. 4°, caput: as atribuições da escrivania eleitoral passaram a ser exercidas privativamente pelo chefe de cartório eleitoral; art. 4°, § 1°: “Não poderá servir como chefe de cartório eleitoral, sob pena de demissão, o membro de órgão de direção partidária, nem o candidato a cargo eletivo, seu cônjuge e parente consangüíneo ou afim até o 2° (segundo) grau”.

V – tomar conhecimento das reclamações que lhe forem feitas verbalmente ou por escrito, reduzindo-as a termo, e determinando as providências que cada caso exigir; VI – indicar, para aprovação do Tribunal Regional, a serventia de Justiça que deve ter o anexo da Escrivania Eleitoral;

VII – (Revogado pela Lei n° 8.868/94.); VIII – dirigir os processos eleitorais e determinar a inscrição e a exclusão de eleitores;

IX – expedir títulos eleitorais e conceder
transferência de eleitor;

X – dividir a Zona em Seções Eleitorais; XI – mandar organizar, em ordem alfabética,
relação dos eleitores de cada Seção, para remessa à Mesa Receptora, juntamente com a pasta das folhas individuais de votação;
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 2° O Escrivão Eleitoral, em suas faltas e impedimentos, será substituído na forma prevista pela lei de organização judiciária local.
99 V. nota ao parágrafo anterior.

Art. 34. Os Juízes despacharão todos os dias
na sede da sua Zona Eleitoral.

Art. 35. Compete aos Juízes: I – cumprir e fazer cumprir as decisões e
determinações do Tribunal Superior e do Regional;

XII – ordenar o registro e cassação do registro dos candidatos aos cargos eletivos municipais e comunicá-los ao Tribunal Regional;
ƒƒ LC n° 64/1990, art. 2°, parágrafo único, III: arguição de inelegibilidade perante os juízes eleitorais.

II – processar e julgar os crimes eleitorais e os comuns que lhe forem conexos, ressalvada a competência originária do Tribunal Superior e dos Tribunais Regionais;
ƒƒ Ac.-STJ, de 11.6.2003, no CC n° 38.430: competência do juízo da vara da infância e da juventude, ou do juiz que exerce tal função na comarca, para processar e julgar ato infracional cometido por menor inimputável, ainda que a infração seja equiparada a crime eleitoral.

XIII – designar, até 60 (sessenta) dias antes
das eleições os locais das Seções;

XIV – nomear, 60 (sessenta) dias antes da eleição, em audiência pública anunciada com pelo menos 5 (cinco) dias de antecedência, os membros das Mesas Receptoras;
ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 63, § 2°: vedada a nomeação, para presidente e mesários, de menores de 18 anos.

48

CÓDIGO ELEITORAL
XV – instruir os membros das Mesas Receptoras sobre as suas funções; XVI – providenciar para a solução das ocorrências que se verificarem nas Mesas Receptoras; XVII – tomar todas as providências ao seu alcance para evitar os atos viciosos das eleições;

Art. 37
dobro dos dias prestados à Justiça Eleitoral nos eventos relacionados à realização das eleições”.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

§ 1° Os membros das Juntas Eleitorais serão nomeados 60 (sessenta) dias antes da eleição, depois de aprovação do Tribunal Regional, pelo Presidente deste, a quem cumpre também designar-lhes a sede. § 2° Até 10 (dez) dias antes da nomeação, os nomes das pessoas indicadas para compor as Juntas serão publicados no órgão oficial do Estado, podendo qualquer partido, no prazo de 3 (três) dias, em petição fundamentada, impugnar as indicações. § 3° Não podem ser nomeados membros das
Juntas, escrutinadores ou auxiliares:
ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 64: vedada a participação de parentes em qualquer grau ou de servidores da mesma repartição pública ou empresa privada na mesma mesa, turma ou junta eleitoral.

XVIII – fornecer aos que não votaram por motivo justificado e aos não alistados, por dispensados do alistamento, um certificado que os isente das sanções legais;
ƒƒ V. nota ao art. 10 deste código.

XIX – comunicar, até as 12 horas do dia seguinte à realização da eleição, ao Tribunal Regional e aos Delegados de partidos credenciados, o número de eleitores que votarem em cada uma das Seções da Zona sob sua jurisdição, bem como o total de votantes da Zona.
Das JUntas ELEitORais
ƒƒ LC n° 75/1993, arts. 78 e 79: cabe ao promotor eleitoral o exercício das funções eleitorais perante os juízes e juntas eleitorais; será ele o membro do Ministério Público local que oficie perante o juízo incumbido do serviço eleitoral na zona ou, nas hipóteses de sua inexistência, impedimento ou recusa justificada, o que for designado pelo procurador regional eleitoral, por indicação do procurador-geral de justiça.

TÍtULO IV

I – os candidatos e seus parentes, ainda que por afinidade, até o segundo grau, inclusive, e bem assim o cônjuge; II – os membros de Diretórios de partidos políticos devidamente registrados e cujos nomes tenham sido oficialmente publicados; III – as autoridades e agentes policiais, bem
como os funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo;

Art. 36. Compor-se-ão as Juntas Eleitorais de um Juiz de Direito, que será o Presidente, e de 2 (dois) ou 4 (quatro) cidadãos de notória idoneidade.
ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman), art. 11, § 2°. ƒƒ Lei n° 8.868/1994, art. 15: dispensa dos servidores públicos nomeados para compor as mesas receptoras ou juntas apuradoras pelo dobro dos dias de convocação. Lei n° 9.504/1997, art. 98: dispositivo de mesmo teor que, entretanto, utiliza a expressão “eleitores” em substituição a “servidores públicos”. V., ainda, Res.-TSE n° 22.747/2008: “Aprova instruções para aplicação do art. 98 da Lei n° 9.504/1997, que dispõe sobre dispensa do serviço pelo

IV – os que pertencerem ao serviço eleitoral. Art. 37. Poderão ser organizadas tantas Juntas quantas permitir o número de Juízes de Direito que gozem das garantias do art. 95 da Constituição, mesmo que não sejam Juízes Eleitorais.
ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman), art. 23. 99 Refere-se à CF/46; corresponde, entretanto, ao mesmo artigo da CF/88.

Parágrafo único. Nas Zonas em que houver de

ser organizada mais de uma Junta, ou quando estiver vago o cargo de Juiz Eleitoral ou estiver

49

Código Eleitoral

Art. 38
este impedido, o Presidente do Tribunal Regional, com a aprovação deste, designará Juízes de Direito da mesma ou de outras Comarcas, para presidirem as Juntas Eleitorais.

CÓDIGO ELEITORAL
IV – expedir diploma aos eleitos para cargos
municipais.

Art. 38. Ao Presidente da Junta é facultado
nomear, dentre cidadãos de notória idoneidade, escrutinadores e auxiliares em número capaz de atender à boa marcha dos trabalhos.

Parágrafo único. Nos Municípios onde houver mais de uma Junta Eleitoral, a expedição dos diplomas será feita pela que for presidida pelo Juiz Eleitoral mais antigo, à qual as demais enviarão os documentos da eleição. Art. 41. Nas Zonas Eleitorais em que for autorizada a contagem prévia dos votos pelas Mesas Receptoras, compete à Junta Eleitoral tomar as providências mencionadas no art. 195. PARTE TERCEIRA DO ALIsTAMENTO
ƒƒ Lei n° 6.996/1982: “Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e dá outras providências”. ƒƒ Lei n° 7.444/1985: “Dispõe sobre a implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral e a revisão do eleitorado e dá outras providências”. ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003: “Dispõe sobre o alistamento e serviços eleitorais mediante processamento eletrônico de dados, a regularização de situação de eleitor, a administração e a manutenção do cadastro eleitoral, o sistema de alistamento eleitoral, a revisão do eleitorado e a fiscalização dos partidos políticos, entre outros”. ƒƒ Res.-TSE n° 21.920/2004: “Dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto dos cidadãos portadores de deficiência, cuja natureza e situação impossibilitem ou tornem extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais”. ƒƒ V. notas ao art. 6°, caput, deste código. ƒƒ Res.-TSE n° 23.088/2009: “Autoriza a expansão do projeto de modernização dos serviços eleitorais voltados ao pré-atendimento do cidadão, via Internet, para requerimento de operações de alistamento, transferência e revisão”. Esse pré-atendimento foi implementado em caráter experimental pela Res.-TSE n° 22.754/2008. ƒƒ Súm.-STJ n° 368/2008: “Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar os pedidos

houver mais de dez urnas a apurar.

§ 1° É obrigatória essa nomeação sempre que

§ 2° Na hipótese do desdobramento da Junta em Turmas, o respectivo Presidente nomeará um escrutinador para servir como Secretário em cada Turma. § 3° Além dos Secretários a que se refere
o parágrafo anterior será designado pelo Presidente da Junta um escrutinador para Secretário-Geral competindo-lhe:

I – lavrar as atas; II – tomar por termo ou protocolar os recursos, neles funcionando como Escrivão; III – totalizar os votos apurados. Art. 39. Até 30 (trinta) dias antes da eleição o Presidente da Junta comunicará ao Presidente do Tribunal Regional as nomeações que houver feito e divulgará a composição do órgão por edital publicado ou afixado, podendo qualquer partido oferecer impugnação motivada no prazo de 3 (três) dias. Art. 40. Compete à Junta Eleitoral: I – apurar, no prazo de 10 (dez) dias, as eleições realizadas nas Zonas Eleitorais sob a sua jurisdição;
ƒƒ V. nota ao art. 159, caput, deste código.

II – resolver as impugnações e demais
incidentes verificados durante os trabalhos da contagem e da apuração;

III – expedir os boletins de apuração mencionados no art. 179;

50

CÓDIGO ELEITORAL
de retificação de dados cadastrais da Justiça Eleitoral”.

Art. 44
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, II; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, II. ƒƒ Res.-TSE n° 21.384/2003: inexigibilidade de comprovação de quitação com o serviço militar nas operações de transferência de domicílio, revisão de dados e segunda via, à falta de previsão legal. Res.-TSE n° 22.097/2005: inexigibilidade do certificado de quitação do serviço militar daquele que completou 18 anos para o qual ainda esteja em curso o prazo de apresentação ao órgão de alistamento militar.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

Da QUaLiFiCaÇÃO E InsCRiÇÃO

TÍtULO I

Art. 42. O alistamento se faz mediante a qualificação e inscrição do eleitor.

Parágrafo único. Para o efeito da inscrição,

é domicílio eleitoral o lugar de residência ou moradia do requerente, e, verificado ter o alistando mais de uma, considerar-se-á domicílio qualquer delas.
ƒƒ Ac.-TSE nos 16.397/2000 e 18.124/2000: o conceito de domicílio eleitoral não se confunde, necessariamente, com o de domicílio civil; aquele, mais flexível e elástico, identifica-se com a residência e o lugar onde o interessado tem vínculos (políticos, sociais, patrimoniais, negócios). DL n° 201/1967, art. 7°, II: cassação do mandato de vereador quando fixar residência fora do município.

III – certidão de idade extraída do registro civil;
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, IV; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, IV.

IV – instrumento público do qual se infira, por

direito ter o requerente idade superior a dezoito anos e do qual conste, também, os demais elementos necessários à sua qualificação;
99 V. nota ao art. 4° deste código. ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, V; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, V.

Art. 43. O alistando apresentará em Cartório ou local previamente designado, requerimento em fórmula que obedecerá ao modelo aprovado pelo Tribunal Superior.
ƒƒ Lei n° 7.444/1985: alistamento também por processamento eletrônico. 99 Res.-TSE n° 21.538/2003, arts. 4° a 8°: para alistamento eleitoral, transferência, revisão ou segunda via, será utilizado o Requerimento de Alistamento Eleitoral (RAE).

V – documento do qual se infira a naciona-

lidade brasileira, originária ou adquirida, do requerente.
99 Lei n° 6.192/1974, que “Dispõe sobre restrições a brasileiros naturalizados, e dá outras providências”: “Art. 1°. É vedada qualquer distinção entre brasileiros natos e naturalizados. [...] Art. 4°. Nos documentos públicos, a indicação da nacionalidade brasileira alcançada mediante naturalização far-se-á sem referência a esta circunstância”. CF/88, art. 12, § 2°. ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 6°, VI; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, VI. ƒƒ Res.-TSE n° 21.385/2003: inexigibilidade de prova de opção pela nacionalidade brasileira para fins de alistamento eleitoral, não prevista na legislação pertinente.

Art. 44. O requerimento, acompanhado de 3 (três) retratos, será instruído com um dos seguintes documentos, que não poderão ser supridos mediante justificação:
99 Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 4°, c.c. o art. 1°, caput: dispensa de fotografias no alistamento por processamento eletrônico.

I – carteira de identidade expedida pelo órgão
competente do Distrito Federal ou dos Estados;
99 Lei n° 6.996/1982, art. 6°, I; e Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 2°, I.

Parágrafo único. Será devolvido o requeri-

II – certificado de quitação do serviço militar;

mento que não contenha os dados constantes do modelo oficial, na mesma ordem, e em caracteres inequívocos.

51

Código Eleitoral

Art. 45
Art. 45. O Escrivão, o funcionário ou o Pre-

CÓDIGO ELEITORAL
bem como qualquer deles, se entregarem ao eleitor o título cuja assinatura não for idêntica à do requerimento de inscrição e do recibo ou o fizerem a pessoa não autorizada por escrito.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 12 da Lei n° 4.961/1966. 99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 V. segunda e terceira notas ao caput deste artigo. 99 V. terceira nota ao art. 7°, caput, deste código.

parador recebendo a fórmula e documentos determinará que o alistando date e assine a petição e em ato contínuo atestará terem sido a data e a assinatura lançados na sua presença; em seguida, tomará a assinatura do requerente na folha individual de votação e nas duas vias do título eleitoral, dando recibo da petição e do documento.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 Lei n° 8.868/1994, art. 14: torna sem efeito a menção ao preparador, ao revogar o inciso XI do art. 30 e o inciso VII do art. 35, além dos arts. 62 a 65 e 294 deste código. 99 Lei n° 7.444/1985, art. 5°, § 1°: no caso de analfabeto, será feita a impressão digital do polegar direito. 99 V. nota ao § 9° deste artigo.

§ 5° A restituição de qualquer documento

não poderá ser feita antes de despachado o pedido de alistamento pelo Juiz Eleitoral.

§ 1° O requerimento será submetido ao despacho do Juiz nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes. § 2° Poderá o Juiz se tiver dúvida quanto à identidade do requerente ou sobre qualquer outro requisito para o alistamento, converter o julgamento em diligência para que o alistando esclareça ou complete a prova ou, se for necessário, compareça pessoalmente à sua presença. § 3° Se se tratar de qualquer omissão ou irregularidade que possa ser sanada, fixará o Juiz para isso prazo razoável.

§ 6° Quinzenalmente o Juiz Eleitoral fará publicar pela imprensa, onde houver, ou por editais, a lista dos pedidos de inscrição, mencionando os deferidos, os indeferidos e os convertidos em diligência, contando-se dessa publicação o prazo para os recursos a que se refere o parágrafo seguinte. § 7° Do despacho que indeferir o requerimento de inscrição caberá recurso interposto pelo alistando e do que o deferir poderá recorrer qualquer Delegado de partido.
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 7°, § 1°: prazo de 5 dias para interposição de recurso pelo alistando e de 10 dias pelo delegado de partido nos casos de inscrição originária. Norma repetida na Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 17, § 1°.

§ 4° Deferido o pedido, no prazo de cinco

dias, o título e o documento que instruiu o pedido serão entregues pelo Juiz, Escrivão, funcionário ou Preparador. A entrega far-se-á ao próprio eleitor, mediante recibo, ou a quem o eleitor autorizar por escrito o recebimento, cancelando-se o título cuja assinatura não for idêntica à do requerimento de inscrição e à do recibo. O recibo será obrigatoriamente anexado ao processo eleitoral, incorrendo o Juiz que não o fizer na multa de um a cinco salários mínimos regionais, na qual incorrerão ainda o Escrivão, funcionário ou Preparador, se responsáveis,

§ 8° Os recursos referidos no parágrafo anterior serão julgados pelo Tribunal Regional Eleitoral dentro de 5 (cinco) dias. § 9° Findo esse prazo, sem que o alistando se manifeste, ou logo que seja desprovido o recurso em instância superior, o Juiz inutilizará a folha individual de votação assinada pelo requerente, a qual ficará fazendo parte integrante do processo e não poderá, em qualquer tempo, ser substituída, nem dele retirada, sob pena de incorrer o responsável nas sanções previstas no art. 293.
99 Lei n° 6.996/1982, art. 12, caput: substituição da folha individual de votação por listas de

52

CÓDIGO ELEITORAL
eleitores emitidas por computador no processamento eletrônico de dados.

Art. 46
apuração, ao respectivo Cartório, onde ficarão guardadas.
ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 12, c.c. o art. 3°, I e II; e Lei n° 7.444/1985, art. 6°, caput e § 1°: substituição de formalidades com a implantação do processamento eletrônico de dados. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

§ 10. No caso de indeferimento do pedido, o Cartório devolverá ao requerente, mediante recibo, as fotografias e o documento com que houver instruído o seu requerimento.
99 V. nota ao art. 44, caput, deste código.

§ 11. O título eleitoral e a folha individual

de votação somente serão assinados pelo Juiz Eleitoral depois de preenchidos pelo Cartório e de deferido o pedido, sob as penas do artigo 293.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 12 da Lei n° 4.961/1966. 99 V. nota ao § 9° deste artigo.

§ 3° O eleitor ficará vinculado permanentemente à Seção Eleitoral indicada no seu título, salvo: I – se se transferir de Zona ou Município, hipótese em que deverá requerer transferência; II – se, até 100 (cem) dias antes da eleição, provar, perante o Juiz Eleitoral, que mudou de residência dentro do mesmo Município, de um Distrito para outro ou para lugar muito distante da Seção em que se acha inscrito, caso em que serão feitas na folha de votação e no título eleitoral, para esse fim exibido, as alterações correspondentes, devidamente autenticadas pela autoridade judiciária.
99 V. nota ao art. 67 deste código.

§ 12. É obrigatória a remessa ao Tribunal Re-

gional da ficha do eleitor, após a expedição do seu título.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 13 da Lei n° 4.961/1966.

Art. 46. As folhas individuais de votação e os

títulos serão confeccionados de acordo com o modelo aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código. 99 O modelo do título eleitoral é o aprovado pela Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 22.

§ 4° O eleitor poderá, a qualquer tempo, re-

querer ao Juiz Eleitoral a retificação de seu título eleitoral ou de sua folha individual de votação, quando neles constar erro evidente, ou indicação de Seção diferente daquela a que devesse corresponder a residência indicada no pedido de inscrição ou transferência.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 14 da Lei n° 4.961/1966. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

eleitoral constará a indicação da Seção em que o eleitor tiver sido inscrito a qual será localizada dentro do distrito judiciário ou administrativo de sua residência e o mais próximo dela, considerados a distância e os meios de transporte.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 1° Da folha individual de votação e do título

§ 5° O título eleitoral servirá de prova de que
o eleitor está inscrito na Seção em que deve votar. E, uma vez datado e assinado pelo Presidente da Mesa Receptora, servirá também de prova de haver o eleitor votado.
ƒƒ Primitivo § 4° renumerado para § 5° pelo art. 14 da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 54: comprovante de votação emitido por computador. V., ainda, primeira nota ao art. 146, XIV, deste código.

§ 2° As folhas individuais de votação serão

conservadas em pastas, uma para cada Seção Eleitoral; remetidas, por ocasião das eleições, às Mesas Receptoras, serão por estas encaminhadas com a urna e os demais documentos da eleição às Juntas Eleitorais, que as devolverão, findos os trabalhos da

53

Código Eleitoral

Art. 47
Art. 47. As certidões de nascimento ou casamento, quando destinadas ao alistamento eleitoral, serão fornecidas gratuitamente, segundo a ordem dos pedidos apresentados em Cartório pelos alistandos ou Delegados de partido. § 1° Os Cartórios de registro civil farão, ainda, gratuitamente, o registro de nascimento, visando ao fornecimento de certidão aos alistandos, desde que provem carência de recursos, ou aos Delegados de partido, para fins eleitorais.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 2° da Lei n° 6.018/1974, com a consequente renumeração dos §§ 1° a 3°. Os antigos parágrafos haviam sido acrescidos pelo art. 15 da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Lei n° 9.534/1997: gratuidade do registro civil de nascimento e da certidão respectiva. ƒƒ V. art. 373 deste código.

CÓDIGO ELEITORAL
da lei respectiva”. Lei n° 8.112/1990: “Art. 97. Sem qualquer prejuízo, poderá o servidor ausentar-se do serviço: [...] II – por 2 (dois) dias, para se alistar como eleitor”.

Art. 49. Os cegos alfabetizados pelo sistema Braille, que reunirem as demais condições de alistamento, podem qualificar-se mediante o preenchimento da fórmula impressa e a aposição do nome com as letras do referido alfabeto. § 1° De forma idêntica serão assinadas a folha
individual de votação e as vias do título.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 2° Esses atos serão feitos na presença tam-

§ 2° Em cada Cartório de registro civil haverá um livro especial, aberto e rubricado pelo Juiz Eleitoral, onde o cidadão, ou o Delegado de partido deixará expresso o pedido de certidão para fins eleitorais, datando-o. § 3° O Escrivão, dentro de quinze dias da data
do pedido, concederá a certidão, ou justificará, perante o Juiz Eleitoral, por que deixa de fazê-lo.

bém de funcionários de estabelecimento especializado de amparo e proteção de cegos, conhecedor do sistema Braille, que subscreverá, com o Escrivão ou funcionário designado, a seguinte declaração a ser lançada no modelo de requerimento: “Atestamos que a presente fórmula bem como a folha individual de votação e vias do título foram subscritas pelo próprio, em nossa presença”.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Art. 50. O Juiz Eleitoral providenciará para
que se proceda ao alistamento nas próprias sedes dos estabelecimentos de proteção aos cegos, marcando previamente, dia e hora para tal fim, podendo se inscrever na Zona Eleitoral correspondente todos os cegos do Município.
ƒƒ V. art. 136 deste código.

§ 4° A infração ao disposto neste artigo sujeitará o Escrivão às penas do art. 293.
ƒƒ Parágrafos 2° ao 4° acrescidos pelo art. 15 da Lei n° 4.961/1966, que os numerava como §§ 1° a 3°.

ção com 48 (quarenta e oito) horas de antecedência, poderá deixar de comparecer ao serviço, sem prejuízo do salário e por tempo não excedente a 2 (dois) dias, para o fim de se alistar eleitor ou requerer transferência.
ƒƒ CLT: “Art. 473. O empregado poderá deixar de comparecer ao serviço sem prejuízo do salário: [...] V – até 2 (dois) dias consecutivos ou não, para o fim de se alistar eleitor, nos termos

Art. 48. O empregado mediante comunica-

§ 1° Os eleitores inscritos em tais condições deverão ser localizados em uma mesma Seção da respectiva Zona. § 2° Se no alistamento realizado pela forma
prevista nos artigos anteriores, o número de eleitores não alcançar o mínimo exigido, este se completará com a inclusão de outros, ainda que não sejam cegos.

Art. 51. (Revogado pela Lei n° 7.914/89.)

54

CÓDIGO ELEITORAL
Da SEGUnda Via

Art. 55
caso o eleitor haja solicitado essa providência, ou ficará em Cartório aguardando que o interessado o procure.

CAPÍtULO I

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

Art. 52. No caso de perda ou extravio de seu

título, requererá o eleitor ao Juiz do seu domicílio eleitoral, até 10 (dez) dias antes da eleição, que lhe expeça segunda via.
ƒƒ V. nota ao art. 91-A da Lei n° 9.504/1997.

§ 4° O pedido de segunda via formulado nos termos deste artigo só poderá ser recebido até 60 (sessenta) dias antes do pleito. Art. 54. O requerimento de segunda via, em
qualquer das hipóteses, deverá ser assinado sobre selos federais, correspondentes a 2% (dois por cento) do salário mínimo da Zona Eleitoral de inscrição.
99 V. quarta nota ao art. 8°, caput, deste código. 99 V. terceira nota ao art. 7°, caput, deste código.

§ 1° O pedido de segunda via será apresen-

tado em Cartório, pessoalmente, pelo eleitor, instruído o requerimento, no caso de inutilização ou dilaceração, com a primeira via do título.

§ 2° No caso de perda ou extravio do título, o Juiz, após receber o requerimento de segunda via, fará publicar, pelo prazo de 5 (cinco) dias, pela imprensa, onde houver, ou por editais, a notícia do extravio ou perda e do requerimento de segunda via, deferindo o pedido, findo este prazo, se não houver impugnação.
ƒƒ V. parte final da segunda nota ao art. 57, § 2°, deste código.

Parágrafo único. Somente será expedida segunda via ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral, exigindo-se, para o que foi multado e ainda não liquidou a dívida, o prévio pagamento, através de selo federal inutilizado nos autos.
99 V. quarta nota ao art. 8°, caput, deste código.

Art. 53. Se o eleitor estiver fora do seu domi-

cílio eleitoral poderá requerer a segunda via ao Juiz da Zona em que se encontrar, esclarecendo se vai recebê-la na sua Zona ou na em que requereu.
ƒƒ V. art. 69, parágrafo único, deste código.

Da TRansFERÊnCia

CAPÍtULO II

Art. 55. Em caso de mudança de domicílio,

cabe ao eleitor requerer ao Juiz do novo domicílio sua transferência, juntando o título anterior.

§ 1° O requerimento, acompanhado de um
novo título assinado pelo eleitor na presença do Escrivão ou de funcionário designado e de uma fotografia, será encaminhado ao Juiz da Zona do eleitor.
99 V. nota ao art. 33, § 1°, deste código. 99 V. nota ao art. 44, caput, deste código.

§ 1° A transferência só será admitida satisfeitas as seguintes exigências:

I – entrada do requerimento no Cartório Eleitoral do novo domicílio até 100 (cem) dias antes da data da eleição;
99 V. nota ao art. 67 deste código.

prevista no artigo anterior, o Juiz determinará que se confira a assinatura constante do novo título com a da folha individual de votação ou do requerimento de inscrição.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 2° Antes de processar o pedido, na forma

II – transcorrência de pelo menos 1 (um) ano
da inscrição primitiva;
99 Lei n° 6.996/1982, art. 8°, II, e Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 18, II. Ac.-TSE n° 4.762/2004: o prazo é contado da inscrição imediatamente anterior ao novo domicílio.

III – residência mínima de 3 (três) meses no
novo domicílio, atestada pela autoridade policial ou provada por outros meios convincentes.

ao Juiz da Zona que remeteu o requerimento,

§ 3° Deferido o pedido, o título será enviado

55

Código Eleitoral

Art. 56
99 Lei n° 6.996/1982, art. 8°, III: residência declarada, sob as penas da lei, pelo próprio eleitor. Ac.-TSE n° 196/1993: este inciso III foi derrogado pelo art. 8°, III, da lei citada. Lei n° 7.115/1983, art. 1°, caput: “A declaração destinada a fazer prova de vida, residência, pobreza, dependência econômica, homonímia ou bons antecedentes, quando firmada pelo próprio interessado ou por procurador bastante, e sob as penas da lei, presume-se verdadeira”; e Res.-TSE n° 11.917/1984: as regras de direito probatório contidas na Lei n° 7.115/1983 são aplicáveis ao processo eleitoral, com exceção do processo penal eleitoral. ƒƒ Ac.-TSE n° 16.397/2000: “O conceito de domicílio eleitoral não se confunde com o de domicílio do direito comum, regido pelo Direito Civil. Mais flexível e elástico, identifica-se com a residência e o lugar onde o interessado tem vínculos políticos e sociais”. No mesmo sentido, Ac.-TSE nos 21.829/2004 e 4.769/2004.

CÓDIGO ELEITORAL
podendo os interessados impugná-lo no prazo de dez dias.

§ 1° Certificado o cumprimento do disposto

neste artigo, o pedido deverá ser desde logo decidido, devendo o despacho do Juiz ser publicado pela mesma forma.
ƒƒ Caput e § 1° com redação dada pelo art. 17 da Lei n° 4.961/1966.

§ 2° Poderá recorrer para o Tribunal Regional Eleitoral, no prazo de 3 (três) dias, o eleitor que pediu a transferência, sendo-lhe a mesma negada, ou qualquer Delegado de partido, quando o pedido for deferido.
ƒƒ Ac.-TSE nos 10.725/1989 e 19.141/2001, dentre outros: reconhecimento de legitimidade recursal a partido político de decisão que indefere transferência de eleitor. ƒƒ Lei n° 6.996/1982, art. 7°, § 1°: prazo de 5 dias para interposição de recurso pelo alistando e de 10 dias pelo delegado de partido nos casos de inscrição originária ou de transferência. Norma disposta nos arts. 17, § 1°, e 18, § 5°, da Res.-TSE n° 21.538/2003. Ac.-TSE n° 4.339/2003: “[...] o art. 7°, § 1°, da Lei n° 6.996/1982 não alterou o art. 57 do Código Eleitoral. Versam os artigos institutos diferentes – inscrição e transferência eleitorais, respectivamente”. Em sentido contrário, dec. monocráticas do corregedor-geral eleitoral, de 4.4.2006, no PA n° 19.536 e, de 19.3.2007, na Pet n° 1.817: “[...] as disposições contidas nos arts. 17, § 1°, e 18, § 5°, da Res.-TSE n° 21.538/2003, aprovadas em consonância com o art. 7°, § 1°, da Lei n° 6.996/1982, legitimamente alteraram o procedimento do art. 57 do Código Eleitoral, compatibilizando-o com a sistemática de prestação de serviços eleitorais introduzida com a implantação do processamento eletrônico no alistamento eleitoral (Lei n° 7.444/1985), ficando, por idênticas razões, parcialmente superado o disposto no § 2° do art. 52 do mesmo código, relativamente à segunda via”.

§ 2° O disposto nos incisos II e III do parágrafo
anterior não se aplica quando se tratar de transferência de título eleitoral de servidor público civil, militar, autárquico, ou de membro de sua família, por motivo de remoção ou transferência.
ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. 16 da Lei n° 4.961/1966.

Art. 56. No caso de perda ou extravio do títu-

lo anterior declarado esse fato na petição de transferência, o Juiz do novo domicílio, como ato preliminar, requisitará, por telegrama, a confirmação do alegado à Zona Eleitoral onde o requerente se achava inscrito. (cinco) dias, responderá por ofício ou telegrama, esclarecendo se o interessado é realmente eleitor, se a inscrição está em vigor, e, ainda, qual o número e a data da inscrição respectiva.

§ 1° O Juiz do antigo domicílio, no prazo de 5

§ 2° A informação mencionada no parágrafo anterior, suprirá a falta do título extraviado, ou perdido, para o efeito da transferência, devendo fazer parte integrante do processo. Art. 57. O requerimento de transferência
de domicílio eleitoral será imediatamente publicado na imprensa oficial na capital, e em Cartório nas demais localidades,

§ 3° Dentro de 5 (cinco) dias, o Tribunal Regional Eleitoral decidirá do recurso interposto nos termos do parágrafo anterior.

§ 4° Só será expedido o novo título decorridos os prazos previstos neste artigo e respectivos parágrafos.

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CÓDIGO ELEITORAL
Art. 58. Expedido o novo título o Juiz comunicará a transferência ao Tribunal Regional competente, no prazo de 10 (dez) dias, enviando-lhe o título eleitoral, se houver, ou documento a que se refere o § 1° do artigo 56. § 1° Na mesma data comunicará ao Juiz da Zona de origem a concessão da transferência e requisitará a folha individual de votação.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Art. 66
II – ordenará a retirada do fichário da segunda parte do título;

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

III – comunicará o cancelamento ao Tribunal Regional a que estiver subordinado, que fará a devida anotação na ficha de seus arquivos; IV – se o eleitor havia assinado ficha de registro de partido, comunicará ao Juiz do novo domicílio e, ainda, ao Tribunal Regional, se a transferência foi concedida para outro Estado.

§ 2° Na nova folha individual de votação ficará
consignado, na coluna destinada a anotações, que a inscrição foi obtida por transferência, e, de acordo com os elementos constantes do título primitivo, qual o último pleito em que o eleitor transferido votou. Essa anotação constará, também, de seu título.
ƒƒ V. primeira nota ao art. 46, § 2°, deste código. 99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Art. 60. O eleitor transferido não poderá vo-

tar no novo domicílio eleitoral em eleição suplementar à que tiver sido realizada antes de sua transferência. ao eleitor que estiver quite com a Justiça Eleitoral.

Art. 61. Somente será concedida transferência

§ 3° O processo de transferência só será

arquivado após o recebimento da folha individual de votação da Zona de origem, que dele ficará constando, devidamente inutilizada, mediante aposição de carimbo a tinta vermelha.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 1° Se o requerente não instruir o pedido de transferência com o título anterior, o Juiz do novo domicílio, ao solicitar informação ao da Zona de origem, indagará se o eleitor está quite com a Justiça Eleitoral, ou não o estando, qual a importância da multa imposta e não paga. § 2° Instruído o pedido com o título, e verificado que o eleitor não votou em eleição anterior, o Juiz do novo domicílio solicitará informações sobre o valor da multa arbitrada na Zona de origem, salvo se o eleitor não quiser aguardar a resposta, hipótese em que pagará o máximo previsto.

§ 4° No caso de transferência de Município ou Distrito dentro da mesma Zona, deferido o pedido, o Juiz determinará a transposição da folha individual de votação para a pasta correspondente ao novo domicílio, a anotação de mudança no título eleitoral e comunicará ao Tribunal Regional para a necessária averbação na ficha do eleitor.
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

§ 3° O pagamento da multa, em qualquer das
hipóteses dos parágrafos anteriores, será comunicado ao Juízo de origem para as necessárias anotações. DOs PREpaRadOREs

CAPÍtULO III

Art. 59. Na Zona de origem, recebida do Juiz

do novo domicílio a comunicação de transferência, o Juiz tomará as seguintes providências: do transferido e a remessa dentro de três dias, da folha individual de votação ao Juiz requisitante;
99 V. nota ao art. 45, § 9°, deste código.

Arts. 62 a 65. (Revogados pela Lei n° 8.868/94.)
DOs DELEGadOs dE PaRtidO pERantE O AListaMEntO

CAPÍtULO IV

I – determinará o cancelamento da inscrição

Art. 66. É lícito aos partidos políticos, por seus
Delegados:
ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 27, I: acompanhamento, pelos partidos políticos, dos pedidos

57

Código Eleitoral

Art. 67
de alistamento, transferência, segundas vias e quaisquer outros, até mesmo emissão e entrega de títulos eleitorais.

CÓDIGO ELEITORAL
99 Lei n° 9.504/1997, art. 91, caput: fixação em 150 dias.

I – acompanhar os processos de inscrição; II – promover a exclusão de qualquer eleitor inscrito ilegalmente e assumir a defesa do eleitor cuja exclusão esteja sendo promovida; III – examinar, sem perturbação do serviço e em presença dos servidores designados, os documentos relativos ao alistamento eleitoral, podendo deles tirar cópias ou fotocópias. § 1° Perante o Juízo Eleitoral, cada partido poderá nomear 3 (três) Delegados.
ƒƒ Res.-TSE n° 21.538/2003, art. 28, caput: manutenção de dois delegados junto ao Tribunal Regional Eleitoral e de até três em cada zona eleitoral.

Art. 68. Em audiência pública, que se realizará às 14 (quatorze) horas do 69° (sexagésimo nono) dia anterior à eleição, o Juiz Eleitoral declarará encerrada a inscrição de eleitores na respectiva Zona e proclamará o número dos inscritos até às 18 (dezoito) horas do dia anterior, o que comunicará incontinênti ao Tribunal Regional Eleitoral, por telegrama, e fará público em edital, imediatamente afixado no lugar próprio do Juízo e divulgado pela imprensa, onde houver, declarando nele o nome do último eleitor inscrito e o número do respectivo título, fornecendo aos Diretórios Municipais dos partidos cópia autêntica desse edital. § 1° Na mesma data será encerrada a transferência de eleitores, devendo constar do telegrama do Juiz Eleitoral ao Tribunal Regional Eleitoral, do edital e da cópia deste fornecida aos Diretórios Municipais dos partidos e da publicação da imprensa, os nomes dos 10 (dez) últimos eleitores, cujos processos de transferência estejam definitivamente ultimados e o número dos respectivos títulos eleitorais.

§ 2° Perante os Preparadores, cada partido
poderá nomear até 2 (dois) Delegados, que assistam e fiscalizem os seus atos.

99 V. segunda nota ao art. 45, caput, deste código.

serão registrados perante os Juízes Eleitorais, a requerimento do Presidente do Diretório Municipal.

§ 3° Os Delegados a que se refere este artigo

§ 2° O despacho de pedido de inscrição, transferência, ou segunda via, proferido após esgotado o prazo legal, sujeita o Juiz Eleitoral às penas do art. 291. Art. 69. Os títulos eleitorais resultantes dos
pedidos de inscrição ou de transferência serão entregues até 30 (trinta) dias antes da eleição.

§ 4° O Delegado credenciado junto ao Tribu-

nal Regional Eleitoral poderá representar o partido junto a qualquer Juízo ou Preparador do Estado, assim como o Delegado credenciado perante o Tribunal Superior Eleitoral poderá representar o partido perante qualquer Tribunal Regional, Juízo ou Preparador.
ƒƒ Lei n° 9.096/1995, art. 11. 99 V. segunda nota ao art. 45, caput, deste código.

Parágrafo único. A segunda via poderá ser
entregue ao eleitor até a véspera do pleito.

Art. 70. O alistamento reabrir-se-á em cada Zona logo que estejam concluídos os trabalhos da sua Junta Eleitoral.
DO CanCELaMEntO E da ExCLUsÃO
ƒƒ Ac.-TSE nos 643/2004, 646/2004 e 653/2004: necessidade de instauração de processo específico para cancelamento de transferência considerada fraudulenta, observando-se os princípios do contraditório e da ampla defesa.

DO EnCERRaMEntO dO AListaMEntO

CAPÍtULO V

TÍtULO II

Art. 67. Nenhum requerimento de inscrição eleitoral ou de transferência será recebido dentro dos 100 (cem) dias anteriores à data da eleição.

58

CÓDIGO ELEITORAL
Art. 71. São causas de cancelamento: I – a infração dos arts. 5° e 42; II – a suspensão ou perda dos direitos políticos;
ƒƒ CF/88, art. 15: casos de perda ou suspensão dos direitos políticos.

Art. 75
Município, o Tribunal Regional poderá determinar a realização de correição e, provada a fraude em proporção comprometedora, ordenará a revisão do eleitorado, obedecidas as instruções do Tribunal Superior e as recomendações que, subsidiariamente, baixar, com o cancelamento de ofício das inscrições correspondentes aos títulos que não forem apresentados à revisão.
ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 19 da Lei n° 4.961/1966. ƒƒ Lei n° 9.504/1997, art. 92: casos de revisão e de correição nas zonas eleitorais. Res.-TSE n° 21.538/2003, arts. 58 a 76: hipóteses de revisão do eleitorado e procedimento para sua efetivação; e Res.-TSE n° 21.372/2003: “Estabelece rotina para realização de correições nas zonas eleitorais do país”.

Lei n° 4.737, de 15 de julho de 1965

III – a pluralidade de inscrição; IV – o falecimento do eleitor;
ƒƒ Res.-TSE n° 22.166/2006: “Estabelece providências a serem adotadas em relação a inscrições identificadas como de pessoas falecidas, mediante cruzamento entre dados do cadastro eleitoral e registros de óbitos fornecidos pelo Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS)”.

V – deixar de votar em 3 (três) eleições consecutivas.
ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. 2° da Lei n° 7.663/1988. ƒƒ V. art. 7°, § 3°, deste código.

Art. 72. Durante o processo e até a exclusão
pode o eleitor votar validamente.
ƒƒ V. nota ao art. 78, I, deste código.

§ 1° A ocorrência de qualquer das causas enumeradas neste artigo acarretará a exclusão do eleitor, que poderá ser promovida ex officio, a requerimento de Delegado de partido ou de qualquer eleitor.

§ 2° No caso de ser algum cidadão maior de 18 (dezoito) anos privado temporária ou definitivamente dos direitos políticos, a autoridade que impuser essa pena providenciará para que o fato seja comunicado ao Juiz Eleitoral ou ao Tribunal Regional da circunscrição em que residir o réu.
do art. 293, enviarão, até o dia 15 (quinze) de cada mês, ao Juiz Eleitoral da Zona em que oficiarem, comunicação dos óbitos de cidadãos alistáveis, ocorridos no mês anterior, para cancelamento das inscrições.
ƒƒ V. art. 79 e nota ao art. 71, IV, deste código.

Parágrafo único. Tratando-se de inscrições contra as quais hajam sido interpostos recursos das decisões que as deferiram, desde que tais recursos venham a ser providos pelo Tribunal Regional ou Tribunal Superior, serão nulos os votos se o seu número for suficiente para alterar qualquer representação partidária ou classificação de candidato eleito pelo princípio majoritário.
ƒƒ V. art. 175, § 3°, deste código.

Art. 73. No caso de exclusão, a defesa pode

ser feita pelo interessado, por outro eleitor ou por Delegado de partido. ex officio pelo Juiz Eleitoral, sempre que tiver conhecimento de alguma das causas do cancelamento.

§ 3° Os oficiais de registro civil, sob as penas

Art. 74. A exclusão será mandada processar

§ 4° Quando houver denúncia fundamentada de fraude no alistamento de uma Zona ou

Art. 75. O Tribunal Regional, tomando conhecimento através de seu fichário, da inscrição do mesmo eleitor em mais de uma Zona sob sua jurisdição, comunicará o fato ao Juiz competente para o cancelamento, que de preferência deverá recair:

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Código Eleitoral

-TSE n° 21. O sufrágio é universal e direto. deste código. 82. Art. No caso de exclusão por falecimento. V – comunicará o cancelamento ao Tribunal Regional para anotação no seu fichário. o cancelamento.931/2004: admissibilidade da retirada do nome do eleitor da folha de votação. o Cartório tomará as seguintes providências: tação. 79.Art. CÓDIGO ELEITORAL que inviabilize a regularização no cadastro. ƒƒ V. 33. de forma sistemática. Na eleição direta para o Senado Federal. caput: batimento ou cruzamento dos dados constantes do cadastro eletrônico realizado pelo TSE em âmbito nacional. co) a 10 (dez) dias. ainda que haja recurso. 80. e nota ao inciso IV do mesmo artigo. se requerida. o eleitor não ficará sujeito às sanções pelo não exercício do voto. dos fichários manuais. I – na inscrição que não corresponda ao doII – naquela cujo título não haja sido entreIII – naquela cujo título não haja sido utilizaIV – na mais antiga. 81. Art. micílio eleitoral. poderá o interessado requerer novamente a sua qualificação e inscrição. II – registrará a ocorrência na coluna de observações do livro de inscrição.-TSE n° 21. e arts. II – fará publicar edital com prazo de 10 (dez) dias para ciência dos interessados. Excluído em período Art. que poderão contestar dentro de 5 (cinco) dias. Cessada a causa do cancelamento. para o Tribunal Regional. Ac. ƒƒ Ac. fichas. Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso no prazo de 3 (três) dias. 76.611/2004: cabe recurso também da sentença que mantém a inscrição eleitoral. ƒƒ Res.-TSE n° 21. Art. os claros abertos na pasta de votação para o oportuno preenchimento dos mesmos. 78.-TSE n° 21. interposto pelo excluendo ou por Delegado de partido. para Prefeito e Vice-Prefeito. 41 e 47: cancelamento da inscrição em caso de pluralidade. Determinado. III – excluirá dos fichários as respectivas IV – anotará. § 3°. a folha de vo- TÍtULO I Art. da respectiva pasta. Art. gue ao eleitor. III – concederá dilação probatória de 5 (cinIV – decidirá no prazo de 5 (cinco) dias. art. 60 . tratando-se de caso notório. PARTE QUARTA DAs ELEIÇÕEs DO SistEMa ELEitORaL I – retirará. Art. colecionando-as à parte.538/2003. 76 99 Res. 77. 83. serão dispensadas as formalidades previstas nos nos II e III do artigo 77. adotar-se-á o princípio majoritário. registrará a ocorrência no local próprio para anotações e juntá-la-á ao processo de cancelamento. Qualquer irregularidade determinante de exclusão será comunicada por escrito e por iniciativa de qualquer interessado ao Juiz Eleitoral. 40. após a sentença de cancelamento. a critério dos tribunais regionais. obrigatório e secreto. 71. que observará o processo estabelecido no artigo seguinte. pela forma seguinte: Art. O Juiz Eleitoral processará a exclusão I – mandará autuar a petição ou representação com os documentos que a instruírem. o voto.644/2004: legitimidade do Ministério Público Eleitoral para o recurso de que trata este artigo e do delegado de partido para recorrer também na hipótese de manutenção da inscrição eleitoral. por sentença. art. 89 da mesma resolução: inutilização. art. do para o exercício do voto na última eleição.

Art. 27 e 45: eleições. 30. que dispõe sobre inelegibilidade reflexa. ainda que superior a 0.5% (meio por cento). 18. o Estado. 20. obedecerá ao princípio da representação proporcional na forma desta Lei.9. DO REGistRO dOs CandidatOs CAPÍtULO I Art.096/1995. Não é permitido registro de candidato embora para cargos diferentes. caput.504/1997. 22. A eleição para Deputados Federais. §§ 2° e 3°. e.534/1978. Lei n° 4.015/2005. em todo o País. 61 Código Eleitoral . 28. VII. para a Câmara Legislativa do Distrito Federal (deputados distritais). ƒƒ Lei n° 9.504/1997.088/2005: servidor da Justiça Eleitoral deve se exonerar para cumprir o prazo legal de filiação partidária. Parágrafo único.988/1997.539/1999.096/1995. também. c. 11.730: o vocábulo jurisdição.615/2000: Art. parágrafo único. Governadores. 22.978/1997. ƒƒ CF/88. de forma a corresponder à área de atuação do titular do Poder Executivo. deve ser interpretado no sentido do termo circunscrição contido neste dispositivo. também. e 32. art.c.-TSE. Ac. art.-TSE. § 2°.2010. da CF/88.504/1997. Somente podem concorrer às eleições candidatos registrados por partidos. de 8. art. para presidente e vice-presidente da República e para governadores e vice-governadores de estado e do Distrito Federal. Art. I: eleição na mesma data. se o partido político deixar de esgotar as possibilidades de indicação de candidatos.787/2004: inexigência de prévia filiação partidária do militar da ativa.9. 77. ƒƒ Res. membros dos tribunais de contas e do Ministério Público. os arts. por mais de uma circunscrição ou para mais de um cargo na mesma circunscrição. ƒƒ V. § 3°: eleições para as câmaras territoriais.314/1990 e Res. 86. pelo tempo que for fixado nos respectivos estatutos. Lei n° 9. Parágrafo único. Nenhum registro será admitido fora do período de 6 (seis) meses antes da eleição. no REspe n° 64228: irrelevância do surgimento de fração. caput: possibilidade de o partido estabelecer no estatuto prazo mínimo superior a um ano. caput. art. § 3°: percentual de vagas reservado para candidaturas de cada sexo. 99 Lei n° 9. no REspe n° 29.-TSE n° 22. art. 23. 10.012/2005. e §§ 1° e 2°: número de candidatos que cada partido ou coligação pode registrar. ainda.2006. 99 CF/88. e as três primeiras notas ao art. § 2°: eleição. art.2008. 19. para governador e vice-governador do Distrito Federal e deputados distritais. inserido no art. 84. c. deste código. Presidente e Vice-Presidente da República.504/1997. ƒƒ V. 87. de 21. 20. 93 deste código. art. 85. Nas eleições realizadas pelo sistema proporcional o candidato deverá ser filiado ao partido. os arts. art. a circuns- crição será o País. caput: escolha de candidatos pelos partidos no período de 10 a 30 de junho do ano em que se realizarem as eleições. art. 14. 88. 33. bastando o pedido de registro de candidatura após escolha em convenção partidária. simultaneamente.737. Art. primeira nota ao art. em relação a quaisquer dos gêneros.-TSE n° 21.9.c. 5° da Lei n° 6.-TSE. A eleição para a Câmara dos Deputados. o respectivo Município. 88 ƒƒ Ac. nas eleições federais e estaduais. no RO n° 993: prazo de filiação partidária igual ao de desincompatibilização para magistrados. Senadores e suplentes.095/2005 e Ac. 22. 8°. de 15 de julho de 1965 Art. ainda que afastado do órgão de origem e pretenda concorrer em estado diverso de seu domicílio profissional.-TSE n os 20. Vice-Governadores e Deputados Estaduais far-se-á. Assembléias Legislativas e Câmaras Municipais. 99 Lei n° 9.-TSE n° 11. caput: prazo para pedido de registro: até as 19 horas do dia 5 de julho do ano que se realizarem as eleições. na circunscrição em que concorrer.614/2000 e 20. art. ƒƒ Lei n° 9. 9°: prazo mínimo de um ano de filiação para eleições proporcionais e majoritárias. Res.CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. § 7°. 99 Ac. Nas eleições presidenciais. e Lei n° 9. art.-TSE n os 19. IV. 32. 1°. nas municipais. Res. de 18.

Governador e Vice-Governador e Deputado Estadual. caput: prazo para impugnação de candidatura.978/1982. I – no Tribunal Superior Eleitoral os candidatos II – nos Tribunais Regionais Eleitorais os candidatos a Senador. mas antes da escolha em convenção. de 19.504/1997. § 4°: requerimento de registro feito pelo próprio candidato. 89 militar da reserva deve se filiar em 48 horas. O prazo da entrada em Cartório ou na Secretaria do Tribunal. 90.) Art. Somente poderão inscrever candidatos os partidos que possuam Diretório devidamente registrado na circunscrição em que se realizar a eleição.248: ausência de proibição da filiação partidária aos defensores públicos. de requerimento de registro de candidato a cargo eletivo terminará. no máximo. 11. § 2°: fixação de quatro vagas para deputados. no RO n° 1. 46. ƒƒ Lei n° 9. 99 Lei n° 9.2004. 99 CF/88. 8°. Art. III – nos Juízos Eleitorais os candidatos a Vereador. 178 deste código. 99 V. parágrafo único.10. art. Lei n° 9. art. 11. Ac. (Revogado pelo art. 99 LC n° 64/1990. quando esta ocorrer após o prazo limite de filiação partidária. caput. segunda nota ao art. inclusive telegrama de quem responda pela direção partidária e sempre com assinatura reconhecida por tabelião.Art. CÓDIGO ELEITORAL a suplente de deputado. Serão registrados: a Presidente e Vice-Presidente da República. Deputado Federal. art. sujeitando-se à regra geral de filiação (até um ano antes do pleito no qual pretendam concorrer). § 2° Nos Territórios far-se-á o registro do candidato a Deputado com o do suplente. 92. O registro pode ser promovido por Delegado de partido. ao passar para a inatividade. todos os requerimentos devem estar julgados. art. dos candidatos serão realizadas. far-se-á sempre em chapa única e indivisível. 62 . ƒƒ V. 4°: partidos políticos que poderão participar das eleições. Art. art. 105. de 23. 89. art. que podem exercer atividade político-partidária. também. conforme o caso. que não reproduziu o primitivo § 3°.504/1997. limitada à atuação junto à Justiça Eleitoral. deste código. 94. nota ao art. inclusive os que tiverem sido impugnados.-TSE.2006. autorizado em documento autêntico. ainda que resulte a indicação de aliança de partidos.941: necessidade de tempestiva filiação partidária de militar da reserva não remunerada. 99 CF/88. Governador e Vice-Governador. Ac. Art. 107 da Lei n° 9. 87. 45. às dezoito horas do nonagésimo dia anterior à data marcada para a eleição. 93. 11 da Lei n° 6. ƒƒ Lei n° 9.. 3°. ou Prefeito e Vice-Prefeito.504/1997. Art. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art. improrrogavelmente. § 2° As Convenções partidárias para a escolha Art. § 1° Até o septuagésimo dia anterior à data marcada para a eleição.504/1997.504/1997. O registro de candidatos a Presidente e Vice-Presidente. no AgR-REspe n° 22. art. caput: a escolha de candidato deverá ser feita no período de 10 a 30 de junho do ano em que se realizarem as eleições. Prefeito e Vice-Prefeito e Juiz de Paz.9. deste código.504/1997: inexistência de previsão de registro de candidato § 1° O requerimento de registro deverá ser instruído: ƒƒ Lei n° 9. até dez dias antes do término do prazo do pedido de registro no Cartório Eleitoral ou na Secretaria do Tribunal. 91. § 1°: documentos que instruirão o pedido de registro. § 3°: registro com dois suplentes. § 1° O registro de candidatos a Senador far-se-á com o do suplente partidário. art.-TSE. V.

e 15 da CF/88. no caso de eleição municipal ou distrital. entre outros documentos. faça parte. que. Ac. no local de costume.-TSE nos 12. e 135 da Constituição Federal). O art.504/1997. 97 ƒƒ Lei n° 9. salvo para os candidatos a Presidente e Vice-Presidente.737. 549/2002 e 23. em documento com a assinatura reconhecida por tabelião. 11. e afixado em Cartório.961/1966. que houver feito a escolha do candidato. Art. 99 LC n° 64/1990. também. 88. da mesma forma. 99 Refere-se à CF/46. ou seja adepto de partido político cujo registro tenha sido cassado com fundamento no artigo 141. II. 99 Ac. partido. coligação e do Ministério Público. fundamento em inelegibilidade ou incompatibilidade do candidato ou na incidência deste no art. pública ou ostensivamente. podendo. da Lei n° 9. nas demais Zonas. § 3°. IV. III. § 3° Poderá. § 13. Será negado o registro a candidato II – com autorização do candidato. da declaração de seus bens. desde que a supressão não estabeleça dúvidas quanto à sua identidade. 17. Protocolado o requerimento de re- rios competentes. § 2° Do pedido de registro caberá.9. impugnação articulada por parte de candidato ou de partido político. com § 2° A autorização do candidato pode ser dirigida diretamente ao órgão ou Juiz competente para o registro. caput: prazo de cinco dias para impugnação e legitimidade de candidato. no prazo de 2 (dois) dias. de 15 de julho de 1965 Art.504/1997.CÓDIGO ELEITORAL I – com a cópia autêntica da ata da Convenção Art. 99 CF/88. 3°. ou com o nome abreviado. art. o Presidente do Tribunal ou o Juiz Eleitoral. nas capitais. § 1° O edital será publicado na imprensa oficial. § 1°. III – com certidão fornecida pelo Cartório Eleitoral da Zona de inscrição. a qual deverá ser conferida com o original na Secretaria do Tribunal ou no Cartório Eleitoral. sem o prenome. 97. art. fará publicar imediatamente edital para ciência dos interessados. 12. Prefeito e Vice-Prefeito. O candidato poderá ser registrado 63 Código Eleitoral . 99 CF/88. art. parágrafo único. notas ao art. passando a exigir apenas que o requerimento do candidato se faça acompanhar. por força de emenda constitucional. V. ƒƒ Lei n° 9. Senador e respectivo suplente. 2°: livre criação. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. nota ao § 2° deste artigo. 14.-TSE. § 3°.096/1995. 97.. 96. sem indicar os valores atualizados e/ou as mutações patrimoniais. art. caput: variações nominais indicadas para registro nas eleições proporcionais.160: o art. deste código. 28: casos de cancelamento do registro dos partidos políticos. 132. 95. 20 da Lei n° 4. VI – com declaração de bens. § 3°. para que se verifique se o candidato está no gozo dos direitos políticos (arts. qualquer eleitor. V – com folha corrida fornecida pelos Cartó- gistro. revogou tacitamente a parte final deste inciso. também. 14. impugnar o pedido de registro.2006.096/1995. 99 Refere-se à CF/46. art. 14. em que conste que o registrando é eleitor. Art. no REspe n° 27. V: exigência de filiação para qualquer candidatura.375/1992. a citação do dispositivo assinalada no art. corresponde aos arts. e Lei n° 9. art.556/2004. fusão. 99 V. apresentar notícia de inelegibilidade. a contar da publicação ou afixação do edital. dentre outros: ilegitimidade de eleitor para impugnar registro de candidatura. IV – com prova de filiação partidária. 96 deste código já se achava derrogado desde 1985. de que constem a origem e as mutações patrimoniais.807/1996. incorporação e extinção de partidos políticos. oferecendo prova do alegado. Lei n° 4. 96. Governador e Vice-Governador. de 26. da Constituição Federal. entretanto. dentro do mesmo prazo.

-TSE n° 20. quando lançar a candidatura. transferido para a reserva ou reformado (Emenda Constitucional n° 9. em sessão realizada com a presença dos Delegados de partido. 99 LC n° 64/1990. será. § 1° A sessão a que se refere o caput deste artigo será anunciada aos partidos com antecedência mínima de 5 (cinco) dias. 99. Nas eleições majoritárias poderá qualquer partido registrar na mesma circunscrição candidato já por outro registrado. Nas eleições realizadas pelo sistema proporcional. nota ao caput deste artigo. se o número de partidos não for superior a 9 (nove). e § 4°: agregação de militar por motivo de candidatura a cargo eletivo. em cada Estado e Município. III – o militar não excluído e que vier a ser eleito. art. 14. § 2° As Convenções partidárias para escolha dos candidatos sortearão. partido ou coligação. ao se candidatar a cargo eletivo. 99 Refere-se à EC n° 9/1964. da CF/46. por sorteio. art. Parágrafo único. mais anos de serviço. 14. no ato da diplomação. o partido requerente do registro terá vista dos autos. 100. c. independentemente do referido sorteio. CÓDIGO ELEITORAL desde que o outro partido e o candidato o consintam por escrito até 10 (dez) dias antes da eleição. art. ƒƒ Lei n° 6.229/1998: escolha dos números facultada aos partidos políticos. 8°. 82. será afastado. XIV. para que ao primeiro candidato do primeiro partido corresponda o número 101 (cento e 64 . para falar sobre a mesma. V. ao se candidatar a cargo eletivo. cabendo igual obrigação ao partido. feita a respectiva intimação na forma do § 1°. podendo o partido prejudicado requerê-la ou recorrer da resolução que ordenar o registro. 15: critérios para a identificação numérica dos candidatos.504/1997. art. § 3°. art. art.880/1980. caput: prazo para celebração de coligações partidárias. Res. I: se o militar contar menos de dez anos de serviço. uma série de números a partir de 100 (cem). 218 deste código. excluído do serviço ativo. parágrafo único. será. 3°). 98 § 4° Havendo impugnação. a cada um corresponderá obrigatoriamente uma centena. art. art. o Tribunal Superior Eleitoral. observadas as formalidades do art. 15. como agregado. II: se o militar contar mais de dez anos de serviço. comunicará imediatamente a decisão à autoridade a que o mesmo estiver subordinado.Art. I: na chapa da coligação. do serviço ativo. devendo a numeração dos candidatos ser sorteada a partir da unidade. ƒƒ Lei n° 9. podem inscrever-se candidatos filiados a qualquer partido dela integrante.504/1997. os números que devam corresponder a cada candidato. art. CF/88. 94. ƒƒ V. 6°. A falta de consentimento 99 CF/88. § 8°. por 2 (dois) dias. Art. 99 CF/88. para tratar de interesse particular. 14. 98. O Juízo ou Tribunal que deferir o registro de militar candidato a cargo eletivo. Os militares alistáveis são elegíveis. Parágrafo único. por sua vez. § 3° Nas eleições para Deputado Federal. § 8°. reservará para cada partido. ƒƒ Lei n° 9. § 8°. § 2°: permissão dada a deputado federal. art. observados os critérios da lei citada. Correspondia ao art. expresso acarretará a anulação do registro promovido. atendidas as seguintes condições: I – o militar que tiver menos de 5 (cinco) anos de serviço. ƒƒ V. até 6 (seis) meses antes do pleito. temporariamente. deverá afastar-se da atividade. 4°: prazo de sete dias para contestação pelo candidato. II. Art. art. estadual ou distrital ou a vereador para requerer novo número. II – o militar em atividade com 5 (cinco) ou Art. será agregado pela autoridade superior.504/1997. 99 Lei n° 9. 138.

o partido poderá substituí-lo. se o candidato vier a falecer ou renunciar dentro do período de 60 (sessenta) dias mencionados no parágrafo anterior. dará ciência imediata ao partido que tenha feito a inscrição. ao do segundo partido. § 3°: previsão expressa do prazo de 60 dias somente para eleição proporcional. 10.CÓDIGO ELEITORAL um). sejam atribuídos sempre números de 4 (quatro) algarismos. a cada um corresponderá uma centena a partir de 1. § 5° Em caso de morte. o Presidente do Tribunal ou o Juiz. Art. caput. art. o Tribunal Superior § 3° Considerar-se-á nulo o voto dado ao candidato que haja pedido o cancelamento de sua inscrição. ƒƒ Lei n° 9. ƒƒ LC n° 64/1990. ao qual ficará ressalvado o direito de substituir por outro o nome cancelado. 201 (duzentos e um). 65 Código Eleitoral .553/1978. renúncia. § 1° Desse fato. in fine. art.504/1997. caso contrário serão utilizadas as já impressas. conforme o caso. é possível a substituição de candidato a cargo majoritário a qualquer tempo antes da eleição (art. se o registro do novo candidato estiver deferido Art. ƒƒ Ac.001 (dois mil e um) a 2. as substituições e indicações se processarão pelas Comissões Executivas. art. 13. suprimindo-se a numeração correspondente à série 2. e assim sucessivamente. do Código Eleitoral) [.100 (dois mil e cem).568: “Observado o prazo de dez dias contado do fato ou da decisão judicial que deu origem ao respectivo pedido. § 2°. ocorrendo a hipótese prevista neste artigo. 101.504/1997. art.504/1997. § 5°: preenchimento de vagas no caso de as convenções para escolha de candidatos não indicarem o número máximo facultado a cada partido ou coligação. 14: cancelamento do registro de candidatos expulsos do partido. art.101 (um mil cento e um).553/1978. 1° da Lei n° 6. ao substituto será atribuído o número anteriormente dado ao candidato cujo registro foi cancelado. 99 Lei n° 9. 13.12. Lei n° 9. ƒƒ Lei n° 9. para reiniciá-la em 2.-TSE. as normas constantes dos parágrafos anteriores.101 (dois mil cento e um). 13. observando. art. computandose para o novo candidato os votos dados ao anteriormente registrado. salvo na hipótese prevista no parágrafo anterior. no que couber.]”. ainda. em petição com firma reconhecida. 1° da Lei n° 7.504/1997. § 2° Nas eleições majoritárias. §§ 1° e 3°: registro requerido até dez dias contados do fato ou da decisão judicial que deu origem à substituição. § 2°: substituição em caso de candidato pertencente a coligação. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. V. ƒƒ Lei n° 9. o cancelamento do registro do seu nome. Art. e de maneira que a todos os candidatos. 1° da Lei n° 6. e efetivação condicionada à apresentação do pedido até 60 dias antes do pleito. 101.737. § 4° Nas eleições proporcionais. art. tanto em eleições proporcionais quanto majoritárias. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art. de 6. Lei n° 4. serão confeccionadas novas cédulas. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. Os registros efetuados pelo Tribunal Superior serão imediatamente comunicados aos Tribunais Regionais e por estes aos Juízes Eleitorais..504/1997. de maneira que a todos os candidatos sejam atribuídos sempre 4 (quatro) algarismos. Eleitoral sorteará as séries correspondentes aos Deputados Estaduais e Vereadores. 102 até 30 (trinta) dias antes do pleito. a partir do décimo partido.. § 5° Na mesma sessão. inelegibilidade e preenchimento de vagas existentes nas respectivas chapas. no REspe n° 25. 13.015/1982. de 15 de julho de 1965 § 4° Concorrendo 10 (dez) ou mais partidos. 102. observadas todas as formalidades exigidas para o registro e desde que o novo pedido seja apresentado até 60 (sessenta) dias antes do pleito.2007. primeira nota ao § 2° deste artigo. Pode qualquer candidato requerer. e §§ 1° e 3°: hipóteses de substituição de candidato e prazo. 17: substituição de candidato inelegível..

juntamente com as regras dos arts. sem que seja necessário o emprego de cola para fechá-las. com tipos uniformes de letras. Art. III – se forem mais de 3 (três). § 2° O sorteio será realizado após o deferimento do último pedido de registro. fechá-la. II – se forem 3 (três). na urna eletrônica. com redação dada pela EC n° 52/2006: autonomia dos partidos políticos para adotar os critérios de escolha e o regime 66 .Art. 103 Parágrafo único. em segundo lugar. 17. II – isolamento do eleitor em cabina indevas- sável para o só efeito de assinalar na cédula o candidato de sua escolha e. 104. 103. ao sistema convencional. art. art. A impressão será em tinta preta. Deputado Estadual e Vereador. devendo ser impressas em papel branco. aquele ficará em primeiro lugar. I – uso de cédulas oficiais em todas as elei- IV – se permanecer apenas 1 (um) candidato e forem substituídos 2 (dois) ou mais.504/1997. 59 a 62: sistema eletrônico de votação e totalização dos votos. ƒƒ Lei n° 9. 16: relação dos candidatos às eleições majoritárias e proporcionais a ser enviada pelos tribunais regionais ao Tribunal Superior. Da CÉdULa OFiCiaL ƒƒ Lei n° 9.2010. em tese. arts. Fica facultado a 2 (dois) ou mais partidos coligarem-se para o registro de candidatos comuns a Deputado Federal. IV – emprego de urna que assegure a inviolabilidade do sufrágio e seja suficientemente ampla para que não se acumulem as cédulas na ordem em que forem introduzidas. art. 83 e parágrafos. Da REpREsEntaÇÃO PROpORCiOnaL § 6° As cédulas oficiais serão confeccionadas CAPÍtULO III CAPÍtULO IV Art. 105. o nome do novo candidato deverá figurar na cédula na seguinte ordem: I – se forem apenas 2 (dois). ainda que isso implique. no PA n° 108906: cômputo. Art. 103 e 104 deste código. § 1°. CÓDIGO ELEITORAL § 1° Os nomes dos candidatos para as eleições majoritárias devem figurar na ordem determinada por sorteio. As cédulas oficiais serão confeccio- ƒƒ CF/88.-TSE. Arts. de 2.504/1997. o afastamento do sigilo. 82 a 89: aplicáveis. no mesmo dia em que for deferido o último pedido de registro. ƒƒ Ac. devendo os Delegados de partido ser intimados por ofício sob protocolo. de um único voto. nadas e distribuídas exclusivamente pela Justiça Eleitoral.504/1997. dobradas. em penúltimo lugar. em audiência presidida pelo Juiz ou Presidente do Tribunal. em último lugar. de maneira tal que. na presença dos candidatos e Delegados de partido. sendo realizado novo sorteio em relação aos demais. § 5° Para as eleições realizadas pelo sistema III – verificação da autenticidade da cédula oficial à vista das rubricas.9. proporcional a cédula conterá espaço para que o eleitor escreva o nome ou o número do candidato de sua preferência e indique a sigla do partido. opaco e pouco absorvente. O sigilo do voto é assegurado mediante as seguintes providências: ções. DO VOtO SECREtO ƒƒ Lei n° 9. CAPÍtULO II § 4° Havendo substituição de candidatos após o sorteio. de acordo com modelo aprovado pelo Tribunal Superior. § 3° A realização da audiência será anunciada com 3 (três) dias de antecedência. resguardem o sigilo do voto. em seguida. Os Tribunais Regionais comunicarão também ao Tribunal Superior os registros efetuados por eles e pelos Juízes Eleitorais.

504/97. art. 3° da Lei n° 7. V. 110 do CE/65. de 8. caput. 5°. ƒƒ Lei n° 9. Os lugares não preenchidos com a aplicação dos quocientes partidários serão distribuídos mediante observância das seguintes regras: I – dividir-se-á o número de votos válidos atribuídos a cada partido ou coligação de partido pelo número de lugares por ele obtido. § 2° Cada partido indicará em Convenção os seus candidatos e o registro será promovido em conjunto pela coligação. § 1° O preenchimento dos lugares com que cada partido ou coligação for contemplado far-se-á segundo a ordem de votação recebida pelos seus candidatos. art. na ordem da votação nominal que cada um tenha recebido. Art.504/1997. no que se refere à eficácia quantitativa.454/1985. 106. (Revogado pelo art. 1°. . 107 da Art. LIV. 3° da Lei n° 7. 5°: nas eleições proporcionais. Art.778/1994 e 2. presentes 2/3 (dois terços) dos convencionais. Determina-se o quociente eleitoral dividindo-se o número de votos válidos apurados pelo de lugares a preencher em cada circunscrição eleitoral. interpretados sistematicamente. 6°: formação de coligações em eleições majoritárias e proporcionais. e 45. desprezada a fração.845/2001: no caso de empate na média e no número de votos. até a 14ª casa decimal. deve ser usado como terceiro critério de desempate o número de votos nominais.4. 6°. o número de candidatos que caberá a cada partido. art. 3° da Lei n° 7. 109. Art. Estarão eleitos tantos candidatos registrados por um partido ou coligação quantos o respectivo quociente partidário indicar. ƒƒ Lei n° 9.895/2001: no caso de empate na média entre dois ou mais partidos ou coligações. cabendo ao partido ou coligação que apresentar a maior média um dos lugares a preencher.454/1985. e será aprovada mediante a votação favorável da maioria. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. 14. caput. 109 Art. se superior. Lei n° 9. § 3°: normas a serem observadas quanto à escolha e ao registro de candidatos em coligação e sua representação. ƒƒ Ac. 3° da Lei n° 7. 3°. mais um. Lei n° 9. 108. dividindo-se pelo quociente eleitoral o número de votos válidos dados sob a mesma legenda ou coligação de legendas. Determina-se para cada partido ou coligação o quociente partidário.737.554: recepção deste parágrafo pela CF/88 e inexistência de conflito com os arts. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art. Ac.2010. na mesma oportunidade.454/1985. estabelecendo-se. Lei n° 4.-TSE.-TSE n° 16. 8 4 4 / 1 9 9 0 e A c . ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. ƒƒ Res.504/1997. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art.T S E n ° 1 6 .T S E nos 11. 7°: previsão de estabelecimento de normas sobre formação de coligação pelo estatuto do partido. “Não é absoluto. e parágrafo único. I. em um 67 Código Eleitoral . quando se tratar de eleição para a Câmara dos Deputados e Assembléias Legislativas. e à Convenção Municipal. 107. no MS n° 3. quando se tratar de eleição para a Câmara de Vereadores. considerar-se-á o partido ou coligação com maior votação.) Parágrafo único.504/1997. da CF/88. de 15 de julho de 1965 § 1° A deliberação sobre coligação caberá à Convenção Regional de cada partido. ƒƒ R e s . II – repetir-se-á a operação para a distribuição de cada um dos lugares.454/1985. art. . não se aplicando o art. desprezada a fração se igual ou inferior a meio. ƒƒ Lei n° 9. contam-se como votos válidos apenas os votos dados aos candidatos regularmente inscritos e às legendas partidárias.-TSE n° 2.844/1990: para o cálculo da média deverá ser considerada a fração. equivalente a um.CÓDIGO ELEITORAL de suas coligações eleitorais.504/1997. § 2° Só poderão concorrer à distribuição dos lugares os partidos e coligações que tiverem obtido quociente eleitoral.

no mínimo. 250.504/1997. art. Das SEÇÕEs ELEitORais CAPÍtULO I DOs AtOs PREpaRatÓRiOs da VOtaÇÃO TÍtULO II Art. § 5°. comunicarão ao Tribunal Regional. o número de eleitores alistados. considerar-se-ão eleitos. dos nomes dos candidatos registrados. e art. 110 sistema proporcional para o preenchimento das cadeiras do Poder Legislativo. 99 V. e de 200 nas seções do interior. Até 70 (setenta) dias antes da data marcada para a eleição. até serem preenchidos todos os lugares.. os candidatos mais votados. se deferidos pelo Juiz Eleitoral. § 5°. caput: fixação. 293 o Juiz Eleitoral. deste código. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. I – os mais votados sob a mesma legenda e não eleitos efetivos das listas dos respectivos partidos. As Seções Eleitorais. nas seções das capitais. bem assim por meio de cartazes afixados em lugares públicos. Considerar-se-ão suplentes da representação partidária: 99 Lei n° 7. no caso de vacância dos cargos de presidente e vice-presidente da República. 99 CF/88. caput e § 1° (e suas notas): eleição direta se faltarem mais de dois anos. 116. Será punido nos termos do art.250/1988: “[. art. art. do número de eleitores por seção eleitoral de acordo com o número de cabinas. 250. Os Juízes Eleitorais. 44 e 47 a 57: horário gratuito de propaganda eleitoral no rádio e na televisão. art. 114. far-se-á eleição. Lei n° 9.” CÓDIGO ELEITORAL Parágrafo único. 112. deste código. inclusive para senador. no caso dos candidatos a Deputado e a Vereador. 110. pelo rádio e televisão. haver-se-á por eleito o candidato mais idoso. arts.-TSE n° 14. 99 V. in fine: o disposto neste artigo aplica-se também à coligação partidária. todos os que requererem inscrição como eleitor. Art. até 30 (trinta) dias antes de cada eleição. ƒƒ Lei n° 9. Art. salvo se faltarem menos de nove meses para findar o período de mandato. nem menos de 50 (cinqüenta) eleitores. o princípio da igualdade do voto. ƒƒ Lei n° 6. Art.. o Escrivão Eleitoral.996/1982. A Justiça Eleitoral fará ampla divulgação. ou transferência. sob pena de Art. 4°. 115. o Preparador ou o funcionário responsável pela transgressão do preceituado neste artigo ou pela não-entrega do título pronto ao eleitor que o procurar. 45.996/1982”. segunda nota ao art. parágrafo único: fixação pela Justiça Eleitoral. duas cabinas”. através dos comunicados transmitidos em obediência ao disposto no art. Art. 11. 117. organizadas à medida em que forem sendo deferidos os pedidos de inscrição. nota ao art. 11: “Cada seção eleitoral terá. 68 . 33.Art. não terão mais de 400 (quatrocentos) eleitores nas capitais e de 300 (trezentos) nas demais localidades. Art. com indicação do partido a que pertençam. II – em caso de empate na votação. 3° da Lei n° 7. caput. 111. na ordem decrescente da idade. Se nenhum partido ou coligação alcançar o quociente eleitoral. 113. Res. pelo TSE.] Fixação do número de 250 eleitores por cabina. responsabilidade. de acordo com o art. e indireta se menos de dois anos para findar o período de mandato. já devem estar devidamente qualificados e os respectivos títulos prontos para a entrega. 56. 81.504/1997.454/1985.504/1997. Em caso de empate. não havendo suplente para preenchê-la. Art. § 2°: prazo de 15 meses para renovação de eleições por vacância. bem como do número sob que foram inscritos. quando foi revogado pela Lei n° 9. Na ocorrência de vaga. 11 da Lei n° 6. parágrafo único do art. 99 O art. 84. § 1°.454/1985. da redação original sofreu sucessivas renumerações até ser transformado em § 2°.

em Cartório. o Tribunal Regional poderá autorizar que sejam ultrapassados os índices previstos neste artigo. CAPÍtULO II Art.726/2004: nomeação de mesário ad hoc na hora da eleição somente no caso de faltar algum mesário já nomeado.411/2006: inexistência de amparo legal para dispensa de eleitor do serviço eleitoral por motivo de crença religiosa.-TSE n° 22. não havendo. revisão e transferência visa auxiliar a escolha e nomeação de mesários. bem como funcionários no desempenho de cargos de confiança do Executivo. a qual será remetida aos Presidentes das Mesas Receptoras para facilitação do processo de votação. II – os membros de Diretórios de partidos desde que exerçam função executiva. 63. § 3° O Juiz Eleitoral mandará publicar no jornal oficial. 22 da Lei n° 4. deste código e Res. ƒƒ V. para presidente e mesários. I. art. III – as autoridades e agentes policiais. Das MEsas RECEptORas uma Mesa Receptora de votos. dentre estes.CÓDIGO ELEITORAL § 1° Em casos excepcionais. § 3°. ainda que se trate de mesário voluntário. § 2° Se em Seção destinada aos cegos. desde que essa providência venha facilitar o exercício do voto. deste código. as nomeações que tiver feito. ƒƒ Res. segunda nota ao art. Art.098/2005: possibilidade de convocação de eleitor de zona eleitoral diversa em caráter excepcional e com prévia autorização do juízo da inscrição. e. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. art. de menores de 18 anos e proibida a participação de parentes em qualquer grau ou de § 5° Os nomeados que não declararem a exis- tência de qualquer dos impedimentos referidos no § 1° incorrem na pena estabelecida pelo art. onde houver. 133. e. este se completará com outros. 123. salvo se sobrevindos depois desse prazo. ainda que não sejam cegos. arts. § 1° Não podem ser nomeados Presidentes e Mesários: ƒƒ Lei n° 9. e que ficarão à livre apreciação do Juiz Eleitoral. anunciada pelo menos com cinco dias de antecedência. em audiência pública. o número de eleitores não alcançar o mínimo exigido. e 64: vedada a nomeação. de preferência entre os eleitores da própria Seção. os diplomados em escola superior. Os Juízes Eleitorais organizarão relação de eleitores de cada Seção. IV – os que pertencerem ao serviço eleitoral. dois Secretários e um suplente. 310. Art. caput. inclusive.987/2008: a informação da ocupação exercida pelo eleitor nas operações de alistamento.504/1997. devidamente justificados. 119. para constituírem as Mesas no dia e lugares designados. e intimará os Mesários através dessa publicação. deste código.961/1966. 36. às 7 horas. 120. 118.-TSE n° 22.737. um Primeiro e um Segundo Mesários. A cada Seção Eleitoral corresponde Art. de 15 de julho de 1965 I – os candidatos e seus parentes ainda que por afinidade. ƒƒ Res. § 2° Os Mesários serão nomeados. Constituem a Mesa Receptora um Presidente. 120 servidores da mesma repartição pública ou empresa privada na mesma mesa. aproximando o eleitor do local designado para a votação. nomeados pelo Juiz Eleitoral sessenta dias antes da eleição. somente poderão ser alegados até 5 (cinco) dias a contar da nomeação. § 4° Os motivos justos que tiverem os nomeados para recusar a nomeação.-TSE n° 21. e prescinde de prova. 69 Código Eleitoral . e bem assim o cônjuge. ƒƒ V.-TSE n° 22. Lei n° 4. ƒƒ V. os professores e os serventuários da Justiça. 99 Res. turma ou junta eleitoral. nos termos da preferência definida neste dispositivo. § 2°. até o segundo grau.

de 28. se o impedimento se der dentro desse prazo ou no curso da eleição. 122.Art. 8°. no prazo de 2 (dois) dias. art. salvo força maior. nomear ad hoc. a pena será de suspensão até 15 (quinze) dias. 344 do CE. no HC n° 638: “O não comparecimento de mesário no dia da votação não configura o crime estabelecido no art. Os Juízes deverão instruir os Mesá- 99 V. Art. caput: prazo de 5 dias e decisão em 48 horas. § 3° As penas previstas neste artigo serão aplicadas em dobro se a Mesa Receptora deixar de funcionar por culpa dos faltosos. 99 Lei n° 9. caput. devendo a decisão ser proferida em igual prazo. e quarta nota ao art. 120. pois prevista punição administrativa no art. No mesmo sentido.504/1997. Art. ou membro da § 1° Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso para o Tribunal Regional. 121. a nulidade da Seção respectiva. § 2° Se o vício da constituição da Mesa resultar da incompatibilidade prevista no n° I do § 1° do art. o qual não contém ressalva quanto à possibilidade de cumulação com sanção de natureza penal”. Se resultar de qualquer das proibições dos nos II.2009. e assinarão a ata da eleição. ƒƒ V. deste código. sete horas e trinta minutos. sem justa causa apresentada ao Juiz Eleitoral até 30 (trinta) dias após. Art. § 3° Poderá o Presidente. 123. a contar da audiência. § 4° Será também aplicada em dobro observado o disposto nos §§ 1° e 2°. 124. 120. ƒƒ V. de modo que haja sempre quem responda pessoalmente pela ordem e regularidade do processo eleitoral. comunicando o impedimento aos Mesários e Secretários.-TSE n° 21/1998.504/1997. Da nomeação da Mesa Recepto- CÓDIGO ELEITORAL § 2° Não comparecendo o Presidente até às ra qualquer partido poderá reclamar ao Juiz Eleitoral. Os Mesários substituirão o Presidente. 344 deste código. 63. § 1° Se o arbitramento e pagamento da multa não for requerido pelo Mesário faltoso. 120. devendo. 99 V. § 3° O partido que não houver reclamado contra a composição da Mesa não poderá argüir. e o registro do candidato for posterior à nomeação do Mesário. o prazo se contará do ato da nomeação ou eleição.4. 7°. pelo menos 24 (vinte e quatro) horas antes da abertura dos trabalhos. em reuniões para esse fim convocadas com a necessária antecedência. ƒƒ Ac. um dos Secretários ou o suplente. 121 Art. Ac. 367. caput. dentre os eleitores presentes e obedecidas as prescrições do § 1° do art. ser resolvido. em dia e hora determinados para a realização de eleição. O membro da Mesa Receptora que não comparecer no local. deste código. terceira nota ao art. sob esse fundamento. cobrada mediante selo federal inutilizado no requerimento em que for solicitado o arbitramento ou através de executivo fiscal. interposto dentro de 3 (três) dias. 124 do referido diploma. Mesa que assumir a Presidência. a pena ao membro da 70 . o prazo para reclamação será contado da publicação dos nomes dos candidatos registrados. dentro de igual prazo. ou imediatamente. incorrerá na multa de 50% (cinqüenta por cento) a 1 (um) salário mínimo vigente na Zona Eleitoral. assumirá a Presidência o Primeiro Mesário e. e em virtude de fato superveniente. a multa será arbitrada e cobrada na forma prevista no art. terceira nota ao art. § 1° O Presidente deve estar presente ao ato § 2° Se o faltoso for servidor público ou autárquico. os que forem necessários para completar a Mesa. 98 da Lei n° 9. rios sobre o processo de eleição.-TSE. o Segundo Mesário. caput. de abertura e de encerramento da eleição. primeira e segunda notas ao art. na sua falta ou impedimento. III e IV. notas ao art.

99 V. Receptora. instaurando-se inquérito para a apuração das causas da irregularidade e punição dos responsáveis. Nas eleições proporcionais os Presidentes das Mesas Receptoras deverão zelar pela preservação das listas de candidatos afixadas dentro das cabinas indevassáveis. § 2° O transporte da urna e dos documentos da Seção será providenciado pelo Presidente da Mesa. 297. por qualquer motivo. o Presidente do Tribunal Regional determinará dia para se realizar o mesmo. Mesário ou Secretário que comparecer.737. IX – anotar o não-comparecimento do eleitor no verso da folha individual de votação. sob a jurisdição do mesmo Juiz. 23 da Lei n° 4. em sua falta. § 9°. 129. Não se reunindo. III – manter a ordem. Art. As atribuições mencionadas no n° I serão exercidas por um dos Secretários e os constantes dos nos II e III pelo outro. que provi- 71 Código Eleitoral . verificando que não estão sendo distribuídas segundo a sua ordem numérica. tomando imediatas providências para a colocação de nova lista no caso de inutilização total ou parcial. nota ao art. 128. Art. Parágrafo único. II – lavrar a ata da eleição. as cédulas oficiais e numerá-las nos termos das instruções do Tribunal Superior Eleitoral. a quem o substituir: VI – autenticar. para o que disporá de força pública necessária. 129 V – remeter à Junta Eleitoral todos os papéis que tiverem sido utilizados durante a recepção dos votos. poderão os eleitores pertencentes à respectiva Seção votar na Seção mais próxima. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. recolhendo-se os seus votos à urna da Seção em que deveriam votar. denciará imediatamente as ocorrências cuja solução deste dependerem. cada dentro de 15 (quinze) dias. sobre as votações. acompanhando-a os Fiscais que o desejarem. recolher as de numeração intercalada. e. 126. para se realizar no prazo máximo de 30 (trinta) dias. Se no dia designado para o pleito deixarem de se reunir todas as Mesas de um Município.961/1966. a Mesa Receptora. ou pelo próprio Juiz. Lei n° 4. 45. acompanharão a urna. Art. de 15 de julho de 1965 Art. deste código. 127. Compete aos Secretários: I – distribuir aos eleitores as senhas de entrada previamente rubricadas ou carimbadas segundo a respectiva ordem numérica. as quais não se poderão mais distribuir. incorrerá nas penas do art. Essa eleição deverá ser mar- Art. Parágrafo único. pelo menos.CÓDIGO ELEITORAL Mesa que abandonar os trabalhos no decurso da votação sem justa causa apresentada ao Juiz até 3 (três) dias após a ocorrência. IV – comunicar ao Juiz Eleitoral. ou pessoa que ele designar para esse fim. com a sua rubrica. acaso retidas. § 1° As assinaturas dos eleitores serão recolhidas nas folhas de votação da Seção a que pertencerem. juntamente com as cédulas oficiais e o material restante. Art. VII – assinar as fórmulas de observações dos Fiscais ou Delegados de partido. III – cumprir as demais obrigações que lhes forem atribuídas em instruções. as quais. O eleitor que inutilizar ou arrebatar as listas afixadas nas cabinas indevassáveis ou nos edifícios onde funcionarem Mesas Receptoras. 125. Compete ao Presidente da Mesa I – receber os votos dos eleitores. II – decidir imediatamente todas as dificuldades ou dúvidas que ocorrerem. VIII – fiscalizar a distribuição das senhas e. Parágrafo único. a qual será transportada para aquela em que tiverem de votar.

que dispunham sobre a utilização dos estabelecimentos mencionados. formular protestos e fazer impugnações. Nos estabelecimentos de interna- CÓDIGO ELEITORAL § 5° As credenciais que não forem encami- ção coletiva de hansenianos os membros das Mesas Receptoras serão escolhidos de preferência entre os médicos e funcionários sadios do próprio estabelecimento. mas o seu voto não será admitido. as quais deverão ser afixadas 72 . ƒƒ Res. ƒƒ Os arts. o Delegado de partido encaminhará as credenciais ao Cartório. 17 da Lei n° 6. ƒƒ V. I – relação dos eleitores da Seção. exclusivamente. pelos partidos ou coligações. 151 e 157. 131. carimbe as credenciais e as apresente ao Juiz para o visto. Da FisCaLiZaÇÃO pERantE as MEsas RECEptORas CAPÍtULO III Art. 130 Art. pelo menos 72 (setenta e duas) horas antes da eleição. inclusive sobre a identidade do eleitor. por nomeação do Juiz Eleitoral. o seguinte material: § 4° Para esse fim. (dois) Delegados em cada Município e 2 (dois) Fiscais junto a cada Mesa Receptora. Os Juízes Eleitorais enviarão ao Pre- sidente de cada Mesa Receptora. 33. pelo respectivo Tribunal Regional Eleitoral em decisão fundamentada e aprovada pelo Tribunal Superior Eleitoral. ƒƒ Lei n° 9. o Fiscal poderá funcionar perante a Mesa. que poderá ser dispensada. deverão ser visadas pelo Juiz Eleitoral.602/1989: considerou revogado este parágrafo pelo art. verificado pelo Escrivão que as inscrições correspondentes aos títulos estão em vigor e se referem aos nomeados. II – relações dos partidos e dos candidatos registrados. art. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. § 1° Quando o Município abranger mais de uma Zona Eleitoral cada partido poderá nomear 2 (dois) Delegados junto a cada uma delas. da Lei n° 6. para os fins do parágrafo anterior. ƒƒ V. nhadas ao Cartório pelos Delegados de partido. funcionando um de cada vez. art.055/1974. Cada partido poderá nomear 2 § 6° Se a credencial apresentada ao Presidente da Mesa Receptora não estiver autenticada na forma do § 4°. Pelas Mesas Receptoras serão admitidos a fiscalizar a votação. § 2° A escolha de Fiscal e Delegado de partido não poderá recair em quem. § 2°: expedição das credenciais. a não ser na Seção em que seu nome estiver incluído. ƒƒ V. 99 Lei n° 9.914/1989. 132. 51. para os Fiscais.996/1982. 99 V. poderão ser apresentadas pelos próprios Fiscais para a obtenção do visto do Juiz Eleitoral. 133. art. nota ao § 3° deste artigo.504/1997. os candidatos registrados. no todo ou em parte. 65. 65 e parágrafos: nomeação de delegados e fiscais de partido. 65. nota ao art. Art. § 1°. nota ao § 3° deste artigo. os Delegados e os Fiscais dos partidos. 66: fiscalização.504/1997. ƒƒ Lei n° 9. 130. ƒƒ Lei n° 9.Art. § 3° As credenciais expedidas pelos partidos. § 1°. pelos partidos e pelas coligações. também. 12.504/1997. § 7° O Fiscal de cada partido poderá ser substituído por outro no curso dos trabalhos eleitorais. art. foram revogados pela Lei n° 7. já faça parte da Mesa Receptora. juntamente com os títulos eleitorais dos Fiscais credenciados. para que.-TSE n° 15. DO MatERiaL paRa a VOtaÇÃO TÍtULO III Art. deste código. art. 118 deste código.504/1997. caput: a escolha não poderá recair. em menor de 18 anos. de todas as fases do processo de votação e apuração das eleições.

vedada pelo Juiz Eleitoral. ƒƒ Lei n° 9. III – as folhas individuais de votação dos eleitores da Seção. com o índice onomástico e organizada em ordem alfabética.” Res. enviará uma das chaves.-TSE n° 21. art. TÍtULO IV 73 Código Eleitoral . § 3° O Juiz Eleitoral.CÓDIGO ELEITORAL no recinto das Seções Eleitorais em lugar visível. com tiras de papel ou pano forte. XVI – outro qualquer material que o Tribunal Regional julgue necessário ao regular funcionamento da Mesa.504/1997. mente designados. Da VOtaÇÃO ƒƒ Lei n° 6. § 9°. Art. nota ao art. § 5°. 134 XII – modelo da ata a ser lavrada pela Mesa Receptora. ƒƒ V. na ordem escolhida pelo candidato. de 15 de julho de 1965 XV – material necessário à contagem dos votos quando autorizada. 12. 99 V. § 1° O material de que trata este artigo deverá ser remetido por protocolo ou pelo correio acompanhado de uma relação ao pé da qual o destinatário declarará o que recebeu e como o recebeu.737. seguidos da respectiva legenda e número. antes de fechar e lacrar as urnas. e dentro das cabinas indevassáveis as relações de candidatos a eleições proporcionais. X – tinta. necessários aos trabalhos. ao Presidente da Junta Eleitoral e a da fenda. II – a segunda. XI – folhas apropriadas para impugnação e folhas para observação de Fiscais de partidos. após a votação.961/1966. se houver. nela constando o nome completo de cada candidato e cada variação de nome. XIII – material necessário para vedar. juntamente com a urna. se estas estão completamente vazias. VI – sobrecartas maiores para os votos impugnados ou sobre os quais haja dúvida. também em ordem alfabética. ordenada por partidos. as seguintes relações. verificará. VIII – sobrecartas especiais para remessa à Junta Eleitoral dos documentos relativos à eleição.607/2004: organização apenas de lista de candidatos em ordem alfabética. fechadas. penas. 130 deste código. ƒƒ Incisos VI a XVI renumerados pelo art. IX – senhas para serem distribuídas aos eleitores. 134. lápis e papel. também se houver. em virtude da revogação do primitivo inciso VI. devidamente rubricada.996/1982: utilização do processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais. Art. Nos estabelecimentos de internação coletiva para hansenianos serão sempre utilizadas urnas de lona. com a lista dos respectivos candidatos em ordem numérica. XIV – um exemplar das instruções do Tribunal Superior Eleitoral. a fenda da urna. § 2° Os Presidentes da Mesa que não tiverem recebido até 48 (quarenta e oito) horas antes do pleito o referido material deverão diligenciar para o seu recebimento. ao Presidente da Mesa Receptora. para uso na votação e apuração: I – a primeira. devidamente acondicionadas. até trinta dias antes da eleição. e aporá sua assinatura. canetas. sem prejuízo de os cartórios eleitorais manterem e divulgarem lista dos candidatos organizada pelos números com os quais concorrem. nota ao art. em presença dos Fiscais e Delegados dos partidos. 24 da Lei n° 4. VII – cédulas oficiais. em dia e hora previa- V – uma urna vazia. 45. IV – uma folha de votação para os eleitores de outras Seções. com as três variações de nome correspondentes a cada um. deste código. I e II: “§ 5° A Justiça Eleitoral organizará e publicará. Lei n° 4.

expedir instruções aos vilas e povoados. Deverão ser instaladas Seções nas § 6° Os Tribunais Regionais. a numeração ordinal e local em que deverá funcionar. a proibição contida em seu § 5°.091/1974: fornecimento de transporte e alimentação a eleitores em zonas rurais. as urnas das seções eleitorais devem ser adequadas ao uso com autonomia pelas pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida e estarem instaladas em local de votação plenamente acessível e com estacionamento próximo”.961/1966.226/2001.626/2005. ƒƒ Parágrafos 7° e 8° acrescidos pelo art. até o 2° grau. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art.-TSE n° 22. regulamentada pelo decreto citado e pelo Dec. DOs LUGaREs da VOtaÇÃO CAPÍtULO I Art. parágrafo único: “No caso do exercício do direito de voto.Art. mesmo existindo no local prédio público. inclusive. 99 V.411/2006: escolas particulares de comunidade religiosa podem ser designadas como locais de votação.296/2004. 21. dentro de três dias a contar da publicação.098/2000: “Estabelece normas gerais e critérios básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou com mobilidade reduzida. § 5° Não poderão ser localizadas Seções Elei- torais em fazenda. para orientá-los na escolha dos locais de votação de mais fácil acesso para o eleitor deficiente físico.) § 7° Da designação dos lugares de votação poderá qualquer partido reclamar ao Juiz Eleitoral. ƒƒ Res. devendo. inclusive para cegos. deverão. 136. incorrendo o Juiz nas penas do art. CÓDIGO ELEITORAL Juízes Eleitorais. no mesmo prazo. 135. no processo eleitoral. nas capitais. 135 ƒƒ Lei n° 9. § 4° É expressamente vedado o uso de propriedade pertencente a candidato. n° 5. membro de Diretório de partido. 25 da Lei n° 4. interposto dentro de três dias. nota ao parágrafo anterior. § 9° Esgotados os prazos referidos nos §§ 7° e 8° deste artigo. A Mesa Receptora desig- nada para qualquer dos estabelecimentos 74 . 59 a 62: sistema eletrônico de votação e totalização de votos. 50 (cinqüenta) eleitores. não mais poderá ser alegada. número e qualquer outro elemento que facilite a localização pelo eleitor.961/1966. 50 e 130 deste código. § 8° Da decisão do Juiz Eleitoral caberá recurso para o Tribunal Regional. ser resolvido. 1° da Lei n° 10. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. § 6°B (Vetado. arts. Funcionarão as Mesas Receptoras nos lugares designados pelos Juízes Eleitorais 60 (sessenta) dias antes da eleição. 1° da Lei n° 6. 312. § 1° A publicação deverá conter a Seção com § 2° Dar-se-á preferência aos edifícios públicos.336/1976. assim como nos estabelecimentos de internação coletiva. § 6°A Os Tribunais Regionais Eleitorais Parágrafo único. recorrendo-se aos particulares se faltarem aqueles em número e condições adequadas. com a indicação da rua. devendo a decisão ser proferida dentro de quarenta e oito horas. e os Juízes Eleitorais. pelo menos. em caso de infringência. Art. bem como dos respectivos cônjuges e parentes. e dá outras providências”. n° 5. 25 da Lei n° 4. farão ampla divulgação da localização das Seções. a cada eleição. ƒƒ Dec. § 3° A propriedade particular será obrigatória e gratuitamente cedida para esse fim. consangüíneos ou afins. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. ƒƒ Lei n° 6. sítio ou qualquer propriedade rural privada.504/1997. Delegado de partido ou autoridade policial. Lei n° 10. e nos leprosários onde haja. ƒƒ V. publicando-se a designação. nas demais Zonas. arts. art.

Art.961/1966. seus votos serão tomados em separado. 138. que começará pelos candidatos e eleitores presentes. arrendatários ou administradores das propriedades particulares. o mesmo critério será adotado para os estabelecimentos especializados para proteção dos cegos. O Juiz Eleitoral providenciará para que nos edifícios escolhidos sejam feitas as necessárias adaptações. utilizados para o funcionamento das Mesas Receptoras. Somente podem permanecer no recinto da Mesa Receptora os seus membros. ou parte deles. a autoridade superior. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 143. seus auxiliares de serviço. possam assinalar a sua preferência na cédula. Secretários. 144. No local destinado à votação. o Presidente da Mesa Receptora. durante os trabalhos. ou no encerramento da votação. § 2° Nenhuma autoridade estranha à Mesa poderá intervir. 27 da Lei n° 4.CÓDIGO ELEITORAL de internação coletiva deverá funcionar em local indicado pelo respectivo diretor. 145 aproximar-se do lugar da votação. fará retirar do recinto ou do edifício quem não guardar a ordem e compostura devidas e estiver praticando qualquer ato atentatório da liberdade eleitoral. § 2° Observada a prioridade assegurada aos candidatos. com a consequente renumeração do primitivo parágrafo único para o atual § 1°. às 17 (dezessete) horas. à medida que comparecerem. 145. suplentes e os Delegados e Fiscais de partido votarão perante as Mesas em que servirem. quando eleitores de outras Seções. Às 8 (oito) horas. o eleitor. ou nele penetrar. ao lado haverá uma cabina indevassável onde os eleitores.737. partido deverão votar no correr da votação. § 3°. um Fiscal. de 15 de julho de 1965 CAPÍtULO III Art. nota ao art. Art. § 1° O Presidente da Mesa. Até 10 (dez) dias antes da eleição. que é. os candidatos. sem ordem do Presidente da Mesa. Art. DO InÍCiO da VOtaÇÃO Lei n° 4. em seu funcionamento. Art. Art. Da POLÍCia dOs TRaBaLHOs ELEitORais CAPÍtULO II Art. § 3°. Ao Presidente da Mesa Receptora e ao Juiz Eleitoral cabe a polícia dos trabalhos eleitorais. 99 V. sendo que os Delegados e Fiscais desde que a credencial esteja visada na forma do artigo 131. 137. comunicarão os Juízes Eleitorais aos chefes das repartições públicas e aos proprietários. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 140. Mesários. 142. A força armada conservar-se-á a cem metros da Seção Eleitoral e não poderá 75 Código Eleitoral . Art. a Mesa ficará em recinto separado do público. deste código. os enfermos e as mulheres grávidas. 26 da Lei n° 4. 99 V. No dia marcado para a eleição. às 7 (sete) horas. a resolução de que serão os respectivos edifícios. salvo o Juiz Eleitoral. 139. Art. 131. O Presidente. salvo o disposto no art. nota ao art. bem como se estão presentes os Fiscais de partido. 141. os Mesários e os Secretários verificarão se no lugar designado estão em ordem o material remetido pelo Juiz e a urna destinada a recolher os votos. procedendo-se em seguida à votação. durante o tempo necessário à votação. Art. pelo menos. um Delegado de cada partido e. os eleitores de idade avançada. depois que tiverem votado os eleitores que já se encontravam presentes no momento da abertura dos trabalhos. supridas as deficiências declarará o Presidente iniciados os trabalhos. O recebimento dos votos começará às 8 (oito) horas e terminará. têm preferência para votar o Juiz Eleitoral da Zona.961/1966. 153. sob pretexto algum. § 1° Os membros da Mesa e os Fiscais de Parágrafo único. 117 deste código.

no caso de eleições municipais. 146 99 V. ca. ƒƒ O art. nota ao art. Deputado Federal e Estadual. nota ao art. terceira nota ao caput deste artigo. segundo a ordem numérica das senhas. número de ordem da folha individual da pasta. 146. Com as cautelas constantes do art. em qualquer Seção do Estado.686/2000: somente pode votar o eleitor cujo nome conste na folha de votação da respectiva seção eleitoral. Vice-Governador. V – os candidatos a Governador. nas eleições presidenciais. Vice-Governador. o Presidente. passando para parágrafo único o antigo § 2°.Art. em qualquer Seção do Estado de que sejam eleitores. nas eleições municipais. Vice-Prefeito Parágrafo único. DO AtO dE VOtaR CAPÍtULO IV II – o Presidente da República. ƒƒ V. deste código.504/1997.961/1966 revogou os primitivos §§ 1° e 3°. depois de verificar pela relação dos eleitores da Seção. 102 da Lei n° 9. nas eleições presidenciais. IV – pelo número anotado no verso da senha. III – os candidatos à Presidência da Repúbli- II – no verso da senha o Secretário anotará o IV – os Governadores. em qualquer Seção de Município que representarem. desde que eleitores do Estado. número esse que constará da relação enviada pelo Cartório à Mesa Receptora. o qual poderá ser examinado por Fiscal ou Delegado de partido. Senador. Senador. 45. Deputado Federal e Estadual. 99 V. VIII – os militares. VI – os Prefeitos. uma senha numerada. nota ao art.-TSE n° 20. Vice-Prefeito e Vereador. deste código. poderão ainda votar fora da respectiva Seção: e Vereador. § 2°. desde que dele sejam eleitores. caput . a senha. localizará a folha individual de votação. ao apresentar-se na Seção. III – admitido a penetrar no recinto da Mesa. e Res. § 9°. 147. 99 V. art. em qualquer Seção do Município em que estiver inscrito. o qual poderá Art. removidos ou transferidos dentro do período de 6 (seis) meses antes do pleito. Lei n° 9. § 3°. nas eleições para Prefeito. Observar-se-á na votação o seguinte: I – o eleitor receberá. votar em qualquer Seção Eleitoral do País. em qualquer Seção de Município. CÓDIGO ELEITORAL nelas somente poderão votar se inscritos no Município. Vice-Prefeitos e Vereadores. em qualquer Seção do Estado em que forem eleitores. sendo que. que o seu nome consta da respectiva pasta. V – achando-se em ordem o título e a folha individual e não havendo dúvida sobre a 76 . no momento. § 9°.504/1997. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. I – o Juiz Eleitoral. em qualquer Seção do Estado em que for eleitor nas eleições para Governador. em qualquer Seção da Zona sob sua jurisdição. Deputados Federais e Estaduais. nas eleições de âmbito nacional e estadual. que o Secretário rubricará. deste código. Senadores. nas quais poderá votar em qualquer Seção do Município em que for eleitor. 27 da Lei n° 4. 62. e antes de penetrar no recinto da Mesa. 147. IX – os policiais militares em serviço. 45. nas eleições de âmbito estadual. que será confrontada com o título e poderá também ser examinada por Fiscal ou Delegado de partido. no mesmo ato. Vice-Governadores. entregando. poderão votar nas eleições para Presidente e Vice-Presidente da República na localidade em que estiverem servindo. e. salvo em eleições municipais. em qualquer Seção Eleitoral do País. o eleitor apresentará ao Presidente seu título. nas eleições de âmbito nacional e estadual. VII – os candidatos a Prefeito. ou Mesário. em qualquer Seção do Município de que sejam eleitores.

antes de encerrar os seus trabalhos. VII – no caso da omissão da folha individual na respectiva pasta. verificada no ato da votação. permanecer mais de um minuto. art. § 1°: duas cédulas distintas. ainda. art. 99 V.632/2004: inadmissibilidade de certidões de nascimento ou casamento como prova de identidade de quem não apresentar título de eleitor no momento da votação. segunda nota ao art. 45. será aplicada ao responsável. art. 4° da Lei n° 6. nesta hipótese. nota ao art. averiguar-se-á se se trata de eleitor em condições de votar. a multa de até 2 (dois) salários mínimos. § 9°. desde que seja inscrito na Seção e conste da respectiva pasta a sua folha individual de votação. 146. terceira nota ao art. na hipótese referida. Se tiver havido culpa ou dolo. inclusive se realmente pertence à Seção. 99 V. parágrafo único: caso de eleitor analfabeto. 99 V. com o cadastro eletrônico. no Juízo competente.. ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. ƒƒ Lei n° 6. art. caput.-TSE n° 15. 45. uma vez que as listas emitidas são coincidentes com os assentamentos do cartório eleitoral. 18. § 9°.332/1985. deste código. deste código. em seguida entregar-lhe-á a cédula única rubricada no ato pelo Presidente e Mesários e numerada de acordo com as instruções do Tribunal Superior. desde que seja inscrito na seção. observadas as seguintes normas: 99 Lei n° 9. desde que exiba o seu título eleitoral e dele conste que o portador é inscrito na Seção. ou de modo que torne expressa a sua intenção. b) escrevendo o nome. deste código. § 9°. e.504/1997. na primeira hipótese. 12. 45.434/1985. art. 145 quando. caput. a Junta Eleitoral. de 15 de julho de 1965 VIII – verificada a ocorrência de que trata o número anterior. X – ao sair da cabina o eleitor depositará na urna a cédula. fazendo-o passar à cabina indevassável. onde não poderá VI – o eleitor será admitido a votar. 146 99 Ac. deste código. art. o prenome. 20. será o eleitor. nesse caso. o Presidente da Mesa o convidará a lançar sua assinatura no verso da folha individual de votação.-TSE n° 21. Como ato preliminar da apuração do voto.143/1998: incompatibilidade do voto em separado. Res. a de suspensão até 30 (trinta) dias. também. 99 V. a prova de ter votado será feita mediante certidão que obterá posteriormente. 99 V. conste da lista dos eleitores e exiba documento que comprove sua identidade. 84. § 2°: admissão do eleitor a votar ainda que não esteja de posse do seu título. IX – na cabina indevassável.989/1982 e foi restabelecida pela Lei n° 7. ainda que deixe de exibir no ato da votação o seu título. 7°. nota ao art. Art. c) escrevendo apenas a sigla do partido de sua preferência. que cita o art. 99 Lei n° 7. instruindo-o sobre a forma de dobrá-la. apurará a causa da omissão. se pretender votar só na legenda. tomado em separado e colhida sua assinatura na folha de votação modelo 2 (dois). primeira nota ao inciso V deste artigo.737. na verdade. uma para as eleições majoritárias e outra para as eleições proporcionais. a) assinalando com uma cruz. 83. Lei n° 4. XI – ao depositar a cédula na urna o eleitor deverá fazê-lo de maneira a mostrar a parte rubricada à Mesa e aos Fiscais de partido. caput: votação em momentos distintos. 84. o eleitor indicará os candidatos de sua preferência e dobrará a cédula oficial. ou o número do candidato de sua preferência nas eleições proporcionais.CÓDIGO ELEITORAL identidade do eleitor. cuja porta ou cortina será cerrada em seguida. na segunda.504/1997. o quadrilátero correspondente ao candidato majoritário de sua preferência. parágrafo único: o tempo de votação será fixado pela Justiça Eleitoral. nota ao art. deste código.332/1985. ƒƒ Lei n° 9. admitido a votar.996/1982. sendo o seu voto. 77 Código Eleitoral . 1° da Lei n° 7. 147. ƒƒ A alínea c havia sido revogada pelo art. trata-se do art. V.

restituindo.205/2000 e Ac. pela Res. imprevidência ou ignorância.638/2000 e instruções para as eleições: o presidente da mesa solicitará a presença do juiz para decidir. 45. formulada pelos membros da Mesa. 99 Res. candidatos ou qualquer eleitor. nela coloque a cédula oficial que assinalou. de 6. de qualquer modo.-TSE. ou da folha individual de votação. por qualquer motivo. se não foi substituída. deste código. III – determinará ao eleitor que feche a sobrecarta branca e a deposite na urna. sendo uma das alterações a eliminação do espaço reservado para o fim mencionado.3. I – escreverá numa sobrecarta branca o seguinte: “Impugnado por F”. será apresentada verbalmente ou por escrito. 78 . anotando-se a ocorrência na ata e ficando o eleitor retido pela Mesa. ficando o eleitor impedido de votar na urna eletrônica até decisão. recolher-se à cabina de votação. ƒƒ Ac. do voto em separado. em seguida rubricará. 99 V.-TSE n° 21. depois de datá-lo e assiná-lo. o TSE. 45. Delegados. tomará o Presidente da Mesa as seguintes providências: ƒƒ V. aprovou novo modelo do título. XIII – se o eleitor.538/2003. 221. interrogá-lo sobre os dados constantes do título. verificar que a cédula se acha estragada ou. e mencionando na ata a dúvida suscitada. sem nela tocar. § 9°. antes de ser o mesmo admitido a votar. ƒƒ Ac. com o cadastro eletrônico. nota ao art.-TSE n° 15. na presença da Mesa e dos Fiscais. nota ao art.556: “A impugnação relativa à identidade do eleitor deve ser feita no momento da votação. 99 Com a implantação do processamento eletrônico de dados no alistamento eleitoral (Lei n° 7. poderá pedir uma outra ao Presidente da Seção Eleitoral.-TSE n° 12. 147. § 1° A impugnação à identidade do eleitor. no local próprio. dada a impossibilidade de voto em separado. Existindo dúvida a respeito. o Pre- sidente da Mesa devolverá o título ao eleitor. a primeira. art. a folha de impugnação e qualquer outro documento oferecido pelo impugnante. será sempre tomado na forma prevista no parágrafo anterior.998/1999. até o término da votação ou a devolução da cédula oficial já rubricada e numerada.632/2004: certidões de nascimento ou de casamento não são documentos hábeis para comprovar a identidade de quem não apresentar título de eleitor no momento da votação. O Presidente da Mesa dispensará especial atenção à identidade de cada eleitor admitido a votar. e. no REspe n° 25. a folha individual de votação. XII – se a cédula oficial não for a mesma. ao receber a cédula ou ao § 2° Se persistir a dúvida ou for mantida a impugnação. na hipótese de omissão do nome do eleitor Art.-TSE nos 14. § 9°.143/1998: incompatibilidade. XIV – introduzida a sobrecarta na urna. confrontando a assinatura do mesmo com a feita na sua presença pelo eleitor. viciada ou assinalada ou se ele próprio. § 3° O voto em separado. IV – anotará a impugnação na ata.444/1985). 19. para que ele. a qual será imediatamente inutilizada à vista dos presentes e sem quebra do sigilo do que o eleitor haja nela assinalado. sob pena de preclusão”. CÓDIGO ELEITORAL 99 V. 147 para que verifiquem.Art.2007. será o eleitor convidado a voltar à cabina indevassável e a trazer seu voto na cédula que recebeu. II – entregará ao eleitor a sobrecarta branca. ƒƒ Res. Fiscais. por imprudência. deverá exigir-lhe a exibição da respectiva carteira. assim como o seu título. deste código.-TSE n° 21. estragar ou assinalar erradamente. porém. a inutilizar. III. se não quiser tornar à cabina ser-lhe-á recusado o direito de voto.547/1986. e à sua disposição. O modelo em vigor é o aprovado pela Res. na falta desta.-TSE n° 20. deste código.

Art. Res. II – encerrará. e que lhe possibilite exercer o direito de voto.686/2000: impossibilidade de voto em separado. se o nome figura na relação enviada à Seção. se não tiver havido impugnação perante a Mesa Receptora. e nas folhas de votação modelo 2 (dois). que autenticará com a sua assinatura.737.-TSE n° 20. Não será admitido recurso contra a votação. 154. contra as nulidades argüidas. 62. por meio de breve registro. DO EnCERRaMEntO da VOtaÇÃO CAPÍtULO V Art. o ƒƒ Parágrafos 4° e 5° revogados pelo art. III – mandará lavrar.504/1997. 99 V. nas quais lançarão suas assinaturas. no verso de cada uma delas. na parte destinada à assinatura do eleitor. a entregar à Mesa seus títulos. Art. os convidará. para que constem: 79 Código Eleitoral . Poderão ser utilizadas máquinas de votar. Art.686/2000: somente pode votar o eleitor cujo nome conste na folha de votação da respectiva seção eleitoral. nos locais onde for realizada a votação por cédulas. com a sua assinatura. por um dos Secretários. O eleitor somente poderá votar na Seção Eleitoral em que estiver incluído o seu nome. e o título será devolvido ao eleitor. 31 da Lei n° 4. em seguida.504/1997. ou lhe for fornecido pela Mesa. rubricadas pelo Presidente e Mesários e. o Presiden- te fará entregar as senhas a todos os eleitores presentes e. Presidente da Mesa Receptora verificará. a ata da eleição. primeira nota ao art.-TSE n° 20. Art.638/2000: impossibilidade de voto em separado na hipótese de dúvida ou impugnação quanto à identidade de eleitor. não será permitido votar sem a exibição do título. tomará este as seguintes providências: I – vedará a fenda de introdução da cédula na urna.961/1966. (Revogado pela Lei n° 7. 148. 154 II – assinalar a cédula oficial. art. impedindo-o de votar na urna eletrônica até decisão do juiz eleitoral. 59 a 62: votação e totalização dos votos por sistema eletrônico. facultativamente. 62 da Lei n° 9. que poderá ser também assinada pelos Fiscais. O eleitor cego poderá: I – assinar a folha individual de votação em letras de alfabeto comum ou do sistema Braille. 145 Parágrafo único. com base no art. nos locais em que adotada urna eletrônica. a folha de votação modelo 2 (dois). 152. utilizando também qualquer sistema. Art. preenchendo o modelo fornecido pela Justiça Eleitoral. 145. de modo a cobri-la inteiramente com tiras de papel ou pano forte. § 3° Quando se tratar de candidato. e quando se tratar de Fiscal de partido.504/1997. arts. parágrafo único. logo que tenha votado. se a credencial está devidamente visada pelo Juiz Eleitoral. previamente. caput. Res.) Art. 149. A votação continuará na ordem numérica das senhas.-TSE n° 20. e Res. a critério e mediante regulamentação do Tribunal Superior Eleitoral. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. no ato da votação. Terminada a votação e declarado o seu encerramento pelo Presidente. a falta verificada. ƒƒ Lei n° 9. somente poderá votar o eleitor cujo nome conste da folha de votação. Às 17 (dezessete) horas. serão sempre anotadas na coluna própria as Seções mencionadas nos títulos retidos. 151. 29 da Lei n° 4. 153.914/89.961/1966. Lei n° 4. ƒƒ Lei n° 9.CÓDIGO ELEITORAL na folha de votação. para que sejam admitidos a votar. § 1° Essa exigência somente poderá ser dispensada nos casos previstos no art. pelos Fiscais presentes. deste código. Art. de 15 de julho de 1965 III – usar qualquer elemento mecânico que trouxer consigo. 145 e seus parágrafos. 150. separará todas as folhas de votação correspondentes aos eleitores faltosos e fará constar. § 2° Aos eleitores mencionados no art. em voz alta.

Art. durante a permanência nas agências do correio e até a entrega à Junta Eleitoral. caput. fará a comunicação constante deste artigo. Mesários e Fiscais que o desejarem. assim como as decisões sobre eles proferidas. n° VII. tudo em seu inteiro teor. deste código. O Presidente da Junta Eleitoral e as agências do correio tomarão as providências necessárias para o recebimento da urna e dos documentos referidos no artigo anterior. prosseguir a ata em outra folha devidamente rubricada por ele. 99 V. bem como o total de votantes da Zona. emendas e entrelinhas porventura existentes nas folhas de votação e na ata. IV – mandará. 155 a) os nomes dos membros da Mesa que hajam comparecido. 154. ver outros meios de vedação das urnas. por extenso. ao Juiz Eleitoral da Zona a realização da eleição. ou a declaração de não existirem. o número de eleitores que votaram e a remessa da urna e dos documentos à Junta Eleitoral. d) a causa. devendo aqueles documentos ser encerrados em sobrecartas rubricadas por ele e pelos Fiscais que o quiserem. g) o motivo de não haverem votado alguns dos eleitores que compareceram. Até às 12 (doze) horas do dia seguinte à realização da eleição. 155. § 1° Se houver retardamento nas medidas referidas no art. com as cautelas destinadas a evitar violação ou extravio. VIII – enviará em sobrecarta fechada uma das vias do recibo do correio à Junta Eleitoral e a outra ao Tribunal Regional. 7°. a comunicar ao Tribunal Regional. Secretários e Fiscais que quiserem. mencionando esse fato na própria ata. Art. por extenso. assim que receba o ofício constante desse dispositivo. o número de eleitores que votaram em cada uma das Seções da Zona sob sua jurisdição. CÓDIGO ELEITORAL VII – comunicará em ofício. se tiver havido. § 1° Os Tribunais Regionais poderão prescre§ 2° No Distrito Federal e nas capitais dos Estados poderão os Tribunais Regionais determinar normas diversas para a entrega de urnas e papéis eleitorais. 156. § 2° A urna ficará permanentemente à vista dos interessados e sob a guarda de pessoa designada pelo Presidente da Junta Eleitoral. c) os nomes dos Fiscais que hajam comparecido e dos que se retiraram durante a votação. e o tempo de interrupção. 80 . b) as substituições e nomeações feitas. terceira nota ao art. Art. e) o número. § 1° Os Fiscais e Delegados de partidos têm direito de vigiar e acompanhar a urna desde o momento da eleição. o Juiz Eleitoral é obrigado. se houver. do retardamento para o começo da votação. sob pena de responsabilidade e multa de 1 (um) a 2 (dois) salários mínimos. i) a razão de interrupção da votação. de eleitores de outras Seções que hajam votado e cujos votos hajam sido recolhidos ao invólucro especial. inclusive o suplente. ou impresso próprio. em caso de insuficiência de espaço no modelo destinado ao preenchimento. h) os protestos e as impugnações apresentados pelos Fiscais. VI – entregará a urna e os documentos do ato eleitoral ao Presidente da Junta ou à agência do correio mais próxima. sob recibo em triplicata com a indicação de hora. e aos Delegados de partido perante ele credenciados. V – assinará a ata com os demais membros da Mesa. o Juiz Eleitoral. j) a ressalva das rasuras. ou a outra vizinha que ofereça melhores condições de segurança e expedição. dos eleitores da Seção que compareceram e votaram e o número dos que deixaram de comparecer. f) o número.

nota ao art. em razão do número de urnas a apurar. 32 da Lei n° 4. ou não tendo havido em tempo hábil o pedido de prorrogação. 160. ƒƒ Parágrafos 3° ao 5° acrescidos pelo art. salvo motivo justificado. Deputado Federal e Estadual. até o limite de 5 (cinco). vância do prazo previsto neste artigo.CÓDIGO ELEITORAL § 2° Essa comunicação será feita por via pos- Art. A apuração compete: I – às Juntas Eleitorais quanto às eleições realizadas na Zona sob sua jurisdição. 161 § 2° Em caso de impossibilidade de obserLei n° 4. a Junta poderá subdividir-se em Turmas. A apuração começará no dia seguinte ao das eleições e. 81 Código Eleitoral tal. domingos e dias feriados. 32 da Lei n° 4. As dúvidas que forem levantadas em cada Turma serão decididas por maioria de votos dos membros da Junta. Havendo conveniência. eleições para Governador. § 4° Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior.961/1966. 161. art. Delegado ou Fiscal de partido poderá obter. 13: criação de juntas apuradoras regionais. em ofícios registrados de que o Juiz Eleitoral guardará cópia no arquivo da Zona. caput: início e duração da apuração. II – aos Tribunais Regionais a referente às ções para Presidente e Vice-Presidente da República. devendo o seu Presidente remeter. Art. caput. pelo menos. 14. que se revezem na fiscalização dos trabalhos. Art. o teor da comunicação a que se refere este artigo. Vice-Governador. 99 V. Art. que não poderá exceder a cinco dias. 159. sendo defeso ao Juiz Eleitoral recusá-la ou procrastinar a sua entrega ao requerente. de 15 de julho de 1965 § 3° Qualquer candidato. mencionando-se as horas ou dias necessários para o adiamento. art. terceira nota ao art. devendo a Junta funcionar das 8 (oito) às 18 (dezoito) horas. 157. a respectiva Junta Eleitoral perde a competência para prosseguir na apuração.737. de acordo com os resultados parciais enviados pelas Juntas Eleitorais. todo o material relativo à votação. Da ApURaÇÃO nas JUntas DisposiÇÕes Preliminares III – ao Tribunal Superior Eleitoral nas elei- CAPÍtULO II Seção I Art.) Da ApURaÇÃO DOs ÓRGÃOs ApURadOREs TÍtULO V CAPÍtULO I § 3° Esgotado o prazo e a prorrogação estipulada neste artigo. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. Cada partido poderá credenciar perante as Juntas até 3 (três) Fiscais. Art. (Revogado pela Lei n° 7. todas presididas por algum dos seus componentes. Parágrafo único. ƒƒ Lei n° 6. aplicada pelo Tribunal Regional.914/89. ƒƒ V.961/1966. deverá terminar dentro de 10 (dez) dias. deste código. Senador. imediatamente. os trabalhos não serão interrompidos aos sábados. § 1° Iniciada a apuração. § 5° Os membros da Junta Eleitoral responsáveis pela inobservância injustificada dos prazos fixados neste artigo estarão sujeitos à multa de dois a dez salários mínimos. pelos resultados parciais remetidos pelos Tribunais Regionais. 158. 162 deste código. competirá ao Tribunal Regional fazer a apuração. cada partido poderá credenciar até 3 (três) Fiscais para cada Turma. o fato deverá ser imediatamente justificado perante o Tribunal Regional. § 1° Em caso de divisão da Junta em Turmas.996/1982. . por certidão. 7°. ƒƒ Lei n° 6. ao Tribunal Regional. acompanhada do recibo do correio.996/1982.

§ 3°. e quarta nota ao art. II – se o perito concluir pela existência de violação e o seu parecer for aceito pela Junta. escrutinadores e auxiliares das Juntas que infringirem o disposto neste artigo será aplicada a multa de 1 (um) a 2 (dois) salários mínimos vigentes na Zona Eleitoral. localizada antes do art. mais de 1 (um) Delegado perante a Junta. deste código. Em caso de interrupção por motivo de força maior. 99 V. caput. a atuação de mais de 1 (um) Fiscal de cada partido. 163. na apuração. 45. segunda nota ao Capítulo II – Do Voto Secreto. cobrados através de executivo fiscal ou da inutilização de selos federais no processo em que for arbitrada a multa. XI – se consta nas folhas individuais de votação dos eleitores faltosos o devido registro de sua falta. a não ser nos casos expressamente admitidos. Cada partido poderá credenciar III – se as folhas individuais de votação e as folhas modelo 2 (dois) são autênticas. Art. o 82 . mas no decorrer da apuração só funcionará 1 (um) de cada vez. na Junta ou Turma. CÓDIGO ELEITORAL II – se a Mesa Receptora se constituiu legalmente. § 2° Será considerada dívida líquida e certa. 103 deste código. § 1° Aos membros. proceder-se-á da seguinte forma: I – antes da apuração. deste código. 45. o que constará da ata. 367 deste código. a fiscalização de partidos aos atos eleitorais. Art. IV – se a eleição se realizou no dia. art. por qualquer meio. ƒƒ V. IX – se votou eleitor de outra Seção. 7°. 135. caput: garantia aos fiscais e delegados. Antes de abrir cada urna a Junta verificará: I – se há indício de violação da urna. de postarem-se a uma distância não superior a um metro da mesa. nota ao art. § 9°. ƒƒ V. Da ABertura da Urna Seção II Art. frases ou desenhos estranhos ao pleito. não será a mesma interrompida. É vedada às Juntas Eleitorais a divul- gação. § 1° Se houver indício de violação da urna. 164. deste código. o Presidente da Junta indicará pessoa idônea para servir como perito e examinar a urna com assistência do representante do Ministério Público.961/1966. sem ser o seu voto tomado em separado. Iniciada a apuração da urna. nota ao art. 154. ƒƒ Lei n° 9. art. VII – se foi recusada. 99 V. 87. 33 da Lei n° 4.504/1997. as cédulas e as folhas de apuração serão recolhidas à urna e esta fechada e lacrada. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. sem fundamento legal. 99 V. apostos ou contidos nas cédulas. 162 § 2° Não será permitida. terceira nota ao art. VIII – se votou eleitor excluído do alistamento.Art. Art. X – se houve demora na entrega da urna e dos documentos conforme determina o n° VI do art. 165. caput. hora e local designados e se a votação não foi encerrada antes das 17 (dezessete) horas. 162. de expressões. para efeito de cobrança. § 9°. devendo ser concluída. 147. a que for arbitrada pelo Tribunal Regional e inscrita em livro próprio na Secretaria desse órgão. VI – se a Seção Eleitoral foi localizada com infração ao disposto nos §§ 4° e 5° do art. V – se foram infringidas as condições que resguardam o sigilo do voto. 99 V. 8°. nota ao art. deste código. Parágrafo único.

§ 3°.401/2001 e 21. 83 Código Eleitoral .504/1997. emendas e entrelinhas nas folhas de votação e na ata da eleição. Art. § 3° Verificado qualquer dos casos dos nos II. art. 258 deste código para recurso contra decisão da junta eleitoral nas hipóteses de. 147. nota ao art. desde que não resulte de fraude comprovada. a Junta apurados. fará § 2° Se a Junta entender que a incoincidên- § 3° O recurso. remetendo-a. Art. § 1° As Juntas decidirão por maioria de votos as impugnações. Art. de 15 de julho de 1965 III – se o perito e o representante do Ministério Público concluírem pela inexistência de violação. se resolver pela nulidade da votação. ƒƒ Lei n° 9. anulará a votação. indicará expressamente a eleição a que se refere. a Junta decidirá. 167. far-se-á a apuração. § 5° A Junta deixará de apurar os votos da urna que não estiver acompanhada dos documentos legais e lavrará termo relativo ao fato. fará a apuração dos votos em separado e recorrerá de ofício para o Tribunal Regional.961/1966. a Junta anulará a votação. § 3°. § 4° Nos casos dos nos VI. procedendo à apuração definitiva em caso afirmativo. V – não poderão servir de peritos os referidos no art. a Junta verificará se o número de cédulas oficiais corresponde ao de votantes. para as providências de lei. Aberta a urna. caput: impugnação perante o Tribunal Regional Eleitoral. podendo aquele. ƒƒ Incisos com redação dada pelo art. 169. pedido de anulação da votação e retificação da ata geral de apuração. IX e X. n I a IV. Seção III Art. 34 da Lei n° 4. II – misturar as cédulas oficiais dos que podiam votar com as demais existentes na urna. se a decisão não for unânime. recorrer imediatamente para o Tribunal Regional. deste código.-TSE n os 15. deverá a Junta inicialmente: Público entender que a urna foi violada. VII.308/1998. ƒƒ Caput e § 1° com redação dada pelo art. ao Tribunal Regional. 169 a apuração em separado e recorrerá de ofício para o Tribunal Regional.393/2004: aplicação do prazo previsto no art. revogados os incisos III e IV. À medida que os votos forem sendo decidirá se a votação é válida. Lei n° 4. com cópia da sua decisão. poderão os Fiscais e Delegados de partido. quando ocorrerem eleições simultâneas. IV e V do artigo. Art. 168. 69. assim como os candidatos. Das ImpugnaÇÕes e dos Recursos III. apresentar impugnações que serão decididas de plano pela Junta. quando não recebida pela junta. VIII. que deverá ser fundamentado no prazo de 48 (quarenta e oito) horas para que tenha seguimento. anulando os votos referentes aos eleitores que não podiam votar. cia resulta de fraude.737. somente poderão ser suscitadas na fase correspondente à abertura das urnas. IV – se apenas o representante do Ministério I – examinar as sobrecartas brancas contidas na urna. respectivamente. 35 da Lei n° 4.961/1966. § 1° A incoincidência entre o número de votantes e o de cédulas oficiais encontradas na urna não constituirá motivo de nulidade da votação. ou na forma do parágrafo anterior. § 2° De suas decisões cabe recurso imediato. os § 2° As impugnações fundadas em violação da urna somente poderão ser apresentadas até a abertura desta. As questões relativas à existência de rasuras. pedido de recontagem de votos. 166. 36.CÓDIGO ELEITORAL Presidente desta comunicará a ocorrência ao Tribunal Regional. interposto verbalmente ou por escrito. 99 V. Resolvida a apuração da urna. ƒƒ Ac. 19.

As cédulas oficiais. Sempre que houver recurso fundado em contagem errônea de votos. nota ao art. 45. Parágrafo único. Resolvidas as impugnações a Junta passará a apurar os votos.961/1966 transformou o parágrafo único em § 3° e acrescentou os §§ 1° e 2°. 37 da Lei n° 4. 99 V. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art.961/1966.504/1997. se o eleitor votou em separado.978/1982. 171. apresentadas no ato da votação. 170 § 4° Os recursos serão instruídos de ofício. a critério do 84 . serão resolvidas pelo confronto da assinatura tomada no verso da folha individual de votação com a existente no anverso. caput: instrução dos recursos pelos partidos. II – que não estiverem devidamente autenticadas. o art. Na apuração. poderá ser utilizado sistema eletrônico. será aposto na cédula. 172. § 3° Não poderá ser iniciada a apuração dos votos da urna subseqüente. se interpostos verbalmente. Art. ƒƒ V. deste código. no lugar correspondente à indicação do voto.504/1997. 5° a 7° da Lei n° 6. confrontando-se a assinatura da folha modelo 2 (dois) com a do título eleitoral. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. Da Contagem dos Votos Seção IV Art. 175 a 177 foram alterados pelos arts. c. Art. 14. § 1° Após fazer a declaração dos votos em branco e antes de ser anunciado o seguinte. a apuração. deste código. I – que não corresponderem ao modelo oficial. art. constará também da certidão o trecho correspondente do boletim. 15 da Lei n° 6. Art. nota ao art. art. Art. 147. Art. 345. 173. deverão as cédulas ser conservadas em invólucro lacrado. ƒƒ O art. pelas coligações e pelos candidatos. 1°: processamento eletrônico de cédulas programadas para a apuração. parágrafo único. com certidão da decisão recorrida. à medida em que forem sendo abertas. CÓDIGO ELEITORAL Tribunal Superior Eleitoral e na forma por ele estabelecida. arts.989/1982. além da rubrica do Presidente da Turma. As impugnações quanto à identidade do eleitor. sem que os votos em branco da anterior estejam todos registrados pela forma referida no § 1°.c. ƒƒ Lei n° 9.332/1985 restabeleceu a redação anterior. entretanto. 38 da Lei n° 4.055/1974 deu nova redação ao § 1°. § 3°.996/1982. Não será admitido recurso contra § 2° O mesmo processo será adaptado para o voto nulo. e o art. Serão nulas as cédulas: ƒƒ Os arts. o art. § 9°. 99 V. ƒƒ Lei n° 6. ƒƒ Lei n° 9.Art. 20 da Lei n° 7. um carimbo com a expressão “em branco”. serão examinadas e lidas em voz alta por um dos componentes da Junta.961/1966. 174. § 3°. que acompanhará o recurso e deverá ser rubricado pelo Juiz Eleitoral. 223 deste código. 11 da Lei n° 6. no ato da apuração. contra as nulidades argüidas. pelo recorrente e pelos Delegados de partido que o desejarem. se não tiver havido impugnação perante a Junta. no caso de omissão da folha individual na respectiva pasta. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 175. sob as penas do art. incluiu o § 2° e renumerou os §§ 2° e 3° para 3° e 4°. 36 da Lei n° 4. 59 a 62: votação e totalização de votos por sistema eletrônico. vícios de cédulas ou de sobrecartas para votos em separado. deste código. art. § 4° As questões relativas às cédulas somente poderão ser suscitadas nessa oportunidade. 170. 71. nota ao art. 99 V. 147.

179/1983. não manifestando preferên- § 3° Serão nulos. em cada eleição pelo sistema proporcional: I – quando o candidato não for indicado. através do nome ou do número.326: impossibilidade de contagem para a legenda dos votos dados ao candidato com o registro indeferido à data da eleição. 85 Código Eleitoral .185/1992 e Res. art. 1° da Lei n° 7. § 2° Serão nulos os votos. ainda que a decisão no processo de registro só transite em julgado após o pleito. Art. terceira nota ao parágrafo anterior. não há prejuízo de que nova proclamação seja feita em razão de superveniente deferimento do registro de candidato que se encontrava sub judice”. art. e 60: cômputo de votos para a legenda no sistema eletrônico de votação. ƒƒ Caput e incisos com redação dada pelo art. para todos os efeitos. não computados os votos nulos e os em branco..-TSE n° 22.] A Junta Eleitoral deve proclamar eleito o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos. pertencentes a partidos diversos ou. escrevendo apenas os números. II – se o eleitor escrever o nome de mais de um candidato do mesmo partido. cia por candidato.-TSE.2011. 59. 175. aplica quando a decisão de inelegibilidade ou de cancelamento de registro for proferida após a realização da eleição a que concorreu o candidato alcançado pela sentença.504/1997”. 1° da Lei n° 8. com clareza suficiente para distingui-lo de outro candidato ao mesmo cargo. frases ou sinais que possam identificar o voto. II – se o eleitor escrever o nome de mais de um candidato ao mesmo cargo. de 15 de julho de 1965 § 4° O disposto no parágrafo anterior não se II – quando a assinalação estiver colocada fora do quadrilátero próprio. ƒƒ Ac. arts.-TSE n os 3. III – se o eleitor. IV – se o eleitor não indicar o candidato através do nome ou do número com clareza suficiente para distingui-lo de outro candidato do mesmo partido. escrever duas ou mais legendas diferentes no espaço relativo à mesma eleição. deste código. indicando apenas os números. Todavia.737. Lei n° 4.6. do CE foi revogado pelo art. de 30. e o eleitor não indicar a legenda. 176 ƒƒ Ac. em cada eleição majoritária: I – quando forem assinalados os nomes de dois ou mais candidatos para o mesmo cargo. § 2°. Contar-se-á o voto apenas para a legenda. indicar mais de um candidato do mesmo partido. ƒƒ Ac. ou o fazendo de modo que não se possa identificar o de sua preferência. ƒƒ V. ƒƒ A Lei n° 4. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art.504/1997. no MS n° 422341: “o art. não indicando o candidato de sua preferência.961/1966. 176.CÓDIGO ELEITORAL III – que contiverem expressões.992/2008: “[. o fizer também de candidatos de partidos diferentes. parágrafo único. parágrafo único. no AgR-AI n° 11.2. art.. 39. § 1° Serão nulos os votos. revogou o primitivo § 2° deste artigo e renumerou os primitivos §§ 3° e 4° para 2° e 3°.112/2003 e 13. Art. caso em que os votos serão contados para o partido pelo qual tiver sido feito o seu registro.037/1990. votos dados a candidatos inelegíveis ou não registrados. 86: voto de legenda no sistema de votação convencional. ƒƒ Res.865/2001: parágrafo aplicável exclusivamente às eleições proporcionais. ƒƒ V. de 1°. os I – se o eleitor escrever apenas a sigla partidária.2011. nas eleições pelo sistema proporcional: ƒƒ Lei n° 9. da Lei n° 9. § 4°. 16-A. 72. III – se o eleitor.-TSE n° 20.-TSE. desde que torne duvidosa a manifestação da vontade do eleitor. mas de outro partido.

caput. Senador. § 1° Os mapas. § 1°. ƒƒ Lei n° 9. arts. 99 V. e 87. o voto será contado para o candidato cujo nome ou número foi escrito. 1° da Lei n° 8. ƒƒ Lei n° 9. conforme o registro. ƒƒ V. I – transcrever nos mapas referentes à urna a II – expedir boletim contendo o resultado da II – se o eleitor escrever o nome de um candidato e o número correspondente a outro da mesma legenda ou não. arts. bem como recursos. ainda. assim como o dado aos candidatos a Governador. II: criação da Justiça de Paz. art. a votação individual de cada candidato. ser substituído por qualquer outro expedido por Tribunal Regional ou pela própria Junta Eleitoral. 178. art. ƒƒ Lei n° 9. deste código. c. III – se o eleitor escrever o nome ou o número de um candidato e a legenda de outro partido. contar-se-á o voto para o candidato cujo nome foi escrito. nota ao inciso II deste artigo. mediante recibo. sempre que o número de votos constantes dos mapas recebidos pela 86 . 68. decerá a modelo aprovado pelo Tribunal Superior Eleitoral. O voto dado ao candidato a Presidente da República entender-se-á dado também ao candidato a Vice-Presidente. § 2°: cópia do boletim de urna aos partidos e coligações. podendo ser apresentado ao Tribunal Regional.504/1997. as seguintes normas: I – a inversão. CÓDIGO ELEITORAL Art. Prefeito e Juiz de Paz entender-se-á dado ao respectivo vice ou suplente. Deputado Federal nos Territórios. Concluída a contagem dos votos.504/1997.037/1990. desde que seja possível a identificação do candidato. 68. a Junta ou Turma deverá: votação apurada. e os boletins de apuração. omissão ou erro de grafia do nome ou prenome não invalidará o voto. na sua falta. § 2°. no qual serão consignados o número de votantes. com a assinatura do Juiz e pelo menos de um dos membros da Junta.504/1997. podendo porém. contar-se-á o voto para o candidato cujo nome ou número foi escrito. art. § 6°: nome e número dos candidatos nos boletins de urna. fará prova do resultado apurado. ƒƒ Caput e incisos com redação dada pelo art. arts. Art. e 87. 177. § 2° O boletim a que se refere este artigo obe- V – se o eleitor escrever o nome ou o número de candidatos em espaço da cédula que não seja o correspondente ao cargo para o qual o candidato foi registrado. § 3°. § 3°: voto abrangendo os dois suplentes de senador. serão assinados pelo Presidente e membros da Junta e pelos Fiscais de partido que o desejarem. bem como para a legenda a que pertence. 68. CF/88. art. § 4°: caracterização de crime no caso de descumprimento. 46. e 87. VI. por intermédio do Delegado ou Fiscal presente. e 98. 179. § 2°. se houver. § 4° Cópia autenticada do boletim de apuração será entregue a cada partido. § 5° O boletim de apuração ou sua cópia autenticada. 91. os votos de cada legenda partidária. em todas as suas folhas. será o voto computado para o candidato e respectiva legenda. 14. Na contagem dos votos para as eleições realizadas pelo sistema proporcional observar-se-ão. nas eleições federais e estaduais. 85: votos dados a homônimos. § 3° Um dos exemplares do boletim de apuração será imediatamente afixado na sede da Junta.Art. em local que possa ser copiado por qualquer pessoa. os votos nulos e os em branco. IV – se o eleitor escrever o nome ou o número de um candidato a Deputado Federal na parte da cédula referente a Deputado Estadual ou vice-versa. respectiva Seção. 99 CF/88. 177 Art.

ao ser feita a anotação. de 15 de julho de 1965 Parágrafo único. O descumprimento do I – o boletim de apuração poderá ser apresen- disposto no presente artigo. sob qualquer pretexto. 314. 99 V. Se. 88: casos de recontagem de urna. sob qualquer pretexto. nota ao art. Os títulos dos eleitores estranhos à Seção serão separados. se poderá a Junta determinar a reabertura de urnas já apuradas para recontagem de votos. Art. 184. § 9° A não-expedição do boletim imediatamente após a apuração de cada urna e antes de se passar à subseqüente. se verificar incoincidência ou outro indício de fraude. Art. O disposto no artigo anterior e em Parágrafo único. sendo esta fechada e lacrada. deste código. juntamente com a ata geral dos seus trabalhos. art. Parágrafo único. para remessa. a fim de que seja anotado na folha individual de votação o voto dado em outra Seção. § 9°. § 5°: não poderão servir de prova os rascunhos ou qualquer outro tipo de anotação fora dos boletins de urna. 313. Art. Lei n° 4. observadas somente as seguintes alterações: tado à Junta até 3 (três) dias depois de totalizados os resultados. acompanhados dos documentos referentes à apuração. constitui o crime eleitoral previsto no art. Art. Terminada a apuração. art. com a declaração dos motivos por que não o foram. no confronto do título com a folha individual. a recontagem de votos só 87 Código Eleitoral . 182. constitui o crime previsto no art. salvo nos casos de recontagem de votos. 87. será aberta vista aos demais partidos. § 7° Apresentado o boletim. § 8° Se o boletim apresentado na contestação consignar outro resultado. § 8°. 180. devendo os partidos ser cientificados.504/1997. 179. pelo prazo de 2 (dois) dias. nota ao art. depois de terminados os trabalhos da Junta. será observado o disposto nos §§ 7° e 8° do artigo anterior. 99 V. remeterá ao Tribunal Regional. 183. Concluída a apuração.CÓDIGO ELEITORAL Comissão Apuradora não coincidir com os nele consignados. ou antes. 184 poderá ser deferida pelos Tribunais Regionais. se durante os trabalhos da Comissão tiver conhecimento da incoincidência de qualquer resultado. ƒƒ Lei n° 9. em recurso interposto imediatamente após a apuração de cada urna. 45. da data em que começará a correr esse prazo.737. Art. na qual serão consignadas as votações apuradas para cada legenda e candidato e os votos não apurados. todos os seus parágrafos aplica-se às eleições municipais. e antes de se passar à subseqüente. em sessão. todos os papéis eleitorais referentes às eleições estaduais ou federais. 200. não podendo ser reaberta senão depois de transitada em julgado a diplomação. ao Juiz Eleitoral da Zona neles mencionada. quando terá vista do relatório da Comissão Apuradora. Salvo nos casos mencionados nos artigos anteriores. a Junta II – apresentado o boletim. serão autuados tais documentos e o Juiz determinará as providências necessárias para apuração do fato e conseqüentes medidas legais. coincidente ou não com o que figurar no mapa enviado pela Junta. a urna será requisitada e recontada pelo próprio Tribunal Regional. ƒƒ Lei n° 9. 181. 99 V. revestido das mesmas formalidades. devendo a recontagem ser procedida pela própria Junta. 45. Em nenhuma outra hipóte- § 6° O partido ou candidato poderá apresentar o boletim na oportunidade concedida pelo art. as cédulas serão recolhidas à urna. Art. através de seus Delegados. § 9°. os quais somente poderão contestar o erro indicado com a apresentação de boletim da mesma urna. no prazo de vinte e quatro horas.504/1997. deste código. deste código. nota ao art.

VI – o quociente eleitoral e os quocientes partidários. dos Secretários. art. por via postal. II – as Seções anuladas. Parágrafo único. incluídos em cada lista registrada. 185 § 1° Essa remessa será feita em invólucro fechado.977/1989. com redação dada pelo art. 1° da Lei n° 7. 16 da Lei n° 6. inclusive ao Juiz. na ordem da votação recebida. determinará o quociente eleitoral e os quocientes partidários e proclamará os candidatos eleitos. tomadas as medidas necessárias à garantia do sigilo. 29. ƒƒ Lei n° 9. em proveito do ensino público de primeiro grau ou de instituições beneficentes. 3°. da qual constará o seguinte: I – as Seções apuradas e o número de votos apurados em cada urna. autorizar a reciclagem industrial das cédulas. inclusive os votos em branco. 186. CF/88. será enviada ao Tribunal Regional e ao Tribunal Superior Eleitoral. os membros da Junta estarão sujeitos à multa correspondente à metade do salário mínimo regional por dia de retardamento. os motivos por que o foram e o número de votos não apurados.504/1997. Art. o seu exame na ocasião da incineração. 7°. primitivamente parágrafo único. § 2° Cópia da ata geral da eleição municipal. poderão alterar a representação de qualquer partido ou classificação de candidato eleito pelo 88 .055/1974. na ordem da votação recebida. devidamente autenticada pelo Juiz. Sessenta dias após o trânsito em julgado da diplomação de todos os candidatos eleitos nos pleitos eleitorais realizados simultaneamente e prévia publicação de edital de convocação. III – as Seções onde não houve eleição e os IV – as impugnações feitas. 185. caput. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. § 1° O Presidente da Junta fará lavrar. caput: eleição do candidato a prefeito que obtiver a maioria dos votos. VIII – a votação dos candidatos a Prefeito. lacrado e rubricado pelos membros da Junta.961/1966. ƒƒ Caput e § 1°. a ata geral concernente às eleições referidas neste artigo. motivos.000 eleitores e posse no dia 1° de janeiro. vedado a qualquer pessoa. determinará ao Corregedor Regional ou Juiz Eleitoral mais próximo que os faça apreender e enviar imediatamente. 187. a Junta resolverá as dúvidas não decididas.Art. transferindo-se para o Tribunal Regional a competência para decidir sobre os mesmos. as cédulas serão retiradas das urnas e imediatamente incineradas. VII – a votação dos candidatos a Vereador. deste código. Art. Delegados e Fiscais de partido. conforme for mais rápida e segura a chegada ao destino. verificará o total dos votos apurados. terceira nota ao art. art. § 2° Se a remessa dos papéis eleitorais de que trata este artigo não se verificar no prazo nele estabelecido. que também acrescentou os §§ 2° e 3°. uma vez terminada a apuração de Art. ou sob protocolo. Poderá ainda a Justiça Eleitoral. na presença do Juiz Eleitoral e em ato público. por um § 3° Decorridos quinze dias sem que o Tribunal Regional tenha recebido os papéis referidos neste artigo ou comunicação de sua expedição. Vice-Prefeito e a Juiz de Paz. 99 V. Verificando a Junta Apuradora que os votos das Seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar. Com relação às eleições municipais e distritais. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. V – a votação de cada legenda na eleição para Vereador. a solução que lhes foi dada e os recursos interpostos. 42 da Lei n° 4. CÓDIGO ELEITORAL todas as urnas. II e III: exigência de alcance da maioria absoluta de votos na eleição de prefeito nos municípios com mais de 200.

XIII. ƒƒ Ac. 154. 194 forma determinada para as demais. e do qual se dará cópia aos Fiscais dos partidos. cargos de Prefeito e Vice-Prefeito. o Presidente da Mesa tomará as providências mencionadas nas alíneas II. § 2° Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior. inicialmente. observando-se o disposto nos arts. Art. Art. 201. considerando os anteriores e os novos resultados. no que couber. Lavrada e assinada a ata." § 2° Essas eleições serão realizadas perante novas Mesas Receptoras. Havendo coincidência entre o número de cédulas e o de votantes. Não será efetuada a contagem dos votos pela Mesa se esta não se julgar suficientemente garantida. VII e VIII do art. 89 Código Eleitoral . os quais serão fechados e lacrados. com as demais. VI.CÓDIGO ELEITORAL princípio majoritário. na presença dos demais membros. em um ou outro caso. e 30. III. Os Mesários das Seções em que for efetuada a contagem dos votos serão nomeados escrutinadores da Junta. que marcará. Após a lavratura da ata. as cédulas e as sobrecartas serão recolhidas à urna. ƒƒ Res. ou se qualquer eleitor houver votado sob impugnação.-TSE n° 23. no que couber.737. fará imediata comunicação do fato ao Tribunal Regional. deste código. quando se referirem a mandatos de representação proporcional.464/2003: não há incompatibilidade deste dispositivo com a Constituição Federal de 1988. abrirá a urna e o invólucro e verificará se o número de cédulas oficiais coincide com o de votantes. o disposto no art. ƒƒ V. 194. os diplomas somente serão expedidos depois de apuradas as eleições suplementares. procedendo. a Mesa Receptora não fará a contagem dos votos.-TSE n° 3. a votação e a apuração far-se-ão exclusivamente para as legendas registradas. se for o caso. figurando os resultados no boletim que se incorporará à ata. § 1° Nas eleições suplementares municipais observar-se-á. da urna e do invólucro. o Presidente da Mesa. nas eleições municipais. Lei n° 4. IV e V do art. arts. lacrada e entregue ao Juiz Eleitoral pelo Presidente da Mesa ou por um dos Mesários. e apuradas pela própria Junta que. devendo a Mesa. Da Contagem dos Votos pela Mesa Receptora Seção V Art. nomeadas pelo Juiz Eleitoral. 154. será lavrada ata resumida. que deverá ser assinada pelos membros da Mesa e Fiscais e Delegados de partido. proceder-se-á a abertura das cédulas e contagem dos votos.280/2010: "Estabelece instruções para a marcação de eleições suplementares. nos Estados em que o Tribunal Regional indicar as Zonas ou Seções em que esse sistema deva ser adotado. § 1° Em seguida. proceder na Art. 191. 188. 169 e seguintes. 189. O Tribunal Superior Eleitoral poderá autorizar a contagem de votos pelas Mesas Receptoras. em seguida. 193. das Zonas em que a contagem não foi autorizada. Fiscais e Delegados de partido. de acordo com modelo aprovado pelo Tribunal Superior e da qual constarão apenas as impugnações acaso apresentadas. § 2° Terminada a contagem dos votos. Art. 190. na forma recomendada pelas alíneas VI. 192. Art. dia para a renovação da votação naquelas Seções. o Presidente da Mesa determinará que as cédulas e as sobrecartas sejam novamente recolhidas à urna e ao invólucro. Art. misturar as cédulas contidas nas sobrecartas brancas. Terminada a votação. deverá a Mesa. § 3° Havendo renovação de eleições para os § 4° Nas eleições suplementares. § 1° Se não houver coincidência entre o número de votantes e o de cédulas oficiais encontradas na urna e no invólucro. de 15 de julho de 1965 Art. mediante recibo. confirmará ou invalidará os diplomas que houver expedido. sendo esta fechada. 23.

caput. II – rever o boletim de contagem de votos da Mesa Receptora. 159 e seguintes. domingos e feriados. inclusive quanto ao funcionamento normal da Seção. III – abrir a urna e conferir os votos sempre que a contagem da Mesa Receptora não permitir o fechamento dos resultados. § 2° Os Fiscais e Delegados de partido podem vigiar e acompanhar a urna desde o momento da eleição. III – determinar os quocientes. compete ao Tribunal I – resolver as dúvidas não decididas e os recursos interpostos sobre as eleições federais e estaduais e apurar as votações que haja validado. V – resolver todas as impugnações constantes da ata da eleição.Art. art. uma só vez e por quinze dias. conferido. havendo possibilidade. a fim de verificar se está aritmeticamente certo. seus membros estarão sujeitos à multa correspondente à metade do salário mínimo regional por dia de retardamento. IV – proceder à apuração se da ata da eleição constar impugnação de Fiscal. 43 da Lei n° 4. 7°. devendo terminar 30 (trinta) dias depois da eleição. nenhum erro foi encontrado.504/1997. ƒƒ O art. 195. de uma só vez ou em duas ou mais etapas. 197. designar funcionários para recolher as urnas e demais documentos nos próprios locais da votação ou instalar postos e locais diversos para seu recebimento. com 3 (três) de 90 . tivos diplomas. § 2° Se o Tribunal Regional não terminar a apuração no prazo legal. 195 § 1° O Juiz Eleitoral poderá. fazendo dele constar que. bem como a distribuição das sobras. CÓDIGO ELEITORAL em cada caso. eleitoral e partidário. Delegado. em horário previamente fixado. Da ApURaÇÃO nOs TRiBUnais REGiOnais Regional: CAPÍtULO III Art. IV – proclamar os eleitos e expedir os respecV – fazer a apuração parcial das eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. em grau de recurso. Art.961/1966 substituiu o primitivo parágrafo único pelos atuais §§ 1° e 2°. § 1° Ocorrendo motivos relevantes. Antes de iniciar a apuração. 196. expostos com a necessária antecedência. 5°. realizando-se esta sob a supervisão do Juiz e dos demais membros da Junta. o Tribunal Superior poderá conceder prorrogação desse prazo. Art. Parágrafo único. Nesse caso cada partido Art. poderá credenciar um Fiscal para acompanhar a apuração de cada urna. inclusive nos sábados. terceira nota ao art. 99 V. deste código. De acordo com as instruções re- cebidas a Junta Apuradora poderá reunir os membros das Mesas Receptoras e demais componentes da Junta em local amplo e adequado no dia seguinte ao da eleição. a Junta deverá: I – examinar a sua regularidade. 199. aos quais caberá decidir. 198. A apuração pelo Tribunal Regional começará no dia seguinte ao em que receber os primeiros resultados parciais das Juntas e prosseguirá sem interrupção. candidato ou membro da própria Mesa em relação ao resultado de contagem dos votos. Recebida a urna e documentos. o Tribunal Regional constituirá. as impugnações e demais incidentes verificados durante os trabalhos. VI – praticar todos os atos previstos na competência das Juntas Eleitorais. Art. e a proceder à apuração na forma estabelecida nos arts. de acordo com o horário previamente publicado. durante a permanência nos postos arrecadadores e até a entrega à Junta. II – verificar o total dos votos apurados entre os quais se incluem os em branco. ƒƒ Lei n° 9. Na apuração.

para o conhecimento do total dos votos apurados. § 1° Terminado o prazo supra. julgará as impugnações e as reclamações não providas pela Comissão Apuradora. no dia seguinte. relativos a cada eleição. reunir-se-á o Tribunal. 200. de 15 de julho de 1965 § 1° O Presidente da Comissão designará um funcionário do Tribunal para servir de Secretário e para auxiliarem os seus trabalhos. 201. VI – a votação de cada partido. 91 Código Eleitoral . IV – as Seções onde não houve eleição e os motivos. se verificar que os votos das Seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar. II – as Seções apuradas e os votos nulos e III – as Seções anuladas. será lavrada ata resumida. a data. voltará o relatório à Comissão para que sejam feitas as alterações resultantes da decisão. ordenará a realização de novas eleições. que hajam comparecido à eleição anulada. tantos outros quantos julgar necessários. se as deferir. os motivos por que o foram e o número de votos anulados ou não apurados. neles intervenham com protestos. sendo estas submetidas a parecer da Comissão Apuradora que. em seguida. presidida por um destes. II – somente serão admitidos a votar os eleitores da Seção. apresentará aditamento ao relatório com a proposta das modificações que julgar procedentes. assim como os recursos que tenham sido interpostos. § 2° De cada sessão da Comissão Apuradora § 3° A Comissão Apuradora fará publicar no órgão oficial. artigo anterior. com consequente renumeração do primitivo parágrafo único. Art. Lei n° 4. no mínimo.961/1966. entretanto. IX – os quocientes partidários. desde que não tenha havido recurso contra a anulação das Seções. § 4° Os trabalhos da Comissão Apuradora po- derão ser acompanhados por Delegados dos partidos interessados.CÓDIGO ELEITORAL seus membros. que poderão examinar também os documentos em que ele se baseou. VII – a votação de cada candidato. 44 da Lei n° 4. As novas eleições obedecerão às seguintes normas: I – o Presidente do Tribunal fixará. sem que. e. relatório da Comissão Apuradora e. no prazo de 3 (três) dias. dentro de 2 (dois) dias. a contar do despacho que a fixar. imediatamente. em três dias improrrogáveis. De posse do relatório referido no anulados de cada uma. 201 Art. um boletim com a indicação dos trabalhos realizados e do número de votos atribuídos a cada candidato. uma Comissão Apuradora. § 2° O Tribunal Regional. e os de outras Seções que ali houverem votado. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. antes de aprovar o § 5° Ao final dos trabalhos a Comissão Apuradora apresentará ao Tribunal Regional os mapas gerais da apuração e um relatório. O relatório a que se refere o artigo anterior ficará na Secretaria do Tribunal. Parágrafo único. Art. e de 30 (trinta) dias. impugnações ou recursos.737. diariamente. para exame dos partidos e candidatos interessados. no máximo. para que se realizem dentro de 15 (quinze) dias. os partidos poderão apresentar as suas reclamações. pelo prazo de 3 (três) dias. poderão alterar a representação de qualquer partido ou classificação de candidato eleito pelo princípio majoritário. V – as impugnações apresentadas às Juntas e como foram resolvidas por elas. que mencione: I – o número de votos válidos e anulados em cada Junta Eleitoral. X – a distribuição das sobras. VIII – o quociente eleitoral. ou com a justificação da improcedência das argüições. e.

o Tribunal Regional remeterá ao Tribunal Superior os resultados parciais das eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. Sempre que forem realizadas elei- Eleitorais e como foram resolvidas. 202. Câmara dos Deputados e Assembléia Legislativa. apresentar relatórios distintos. IV – nas Zonas onde apenas uma Seção for anulada. art. 77. servindo os Mesários e Secretários que pelo Juiz forem nomeados. crescente dos votos. 99 Refere-se à CF/46. assinada pelos seus membros e da qual constarão: § 2° O Vice-Governador e o suplente de Senador. com a antecedência de. V – as Seções em que se vai realizar ou renovar a eleição. hora e lugar diferentes dos designados. § 1° Na mesma sessão. comparecimento dos eleitores às urnas. art. Da reunião do Tribunal Regional será lavrada ata geral. considerar-se-ão eleitos em virtude da eleição do Governador e do Senador com os quais se candidatarem. se houver mais de uma Seção anulada. as razões por que o foram e o número de votos não apurados. o Presidente do Tribunal Regional designará os Juízes-Presidentes das respectivas Mesas Receptoras. § 2° Concluídos os trabalhos da apuração. pelo menos. § 4° Um traslado da ata da sessão. o Juiz Eleitoral respectivo presidirá a Mesa Receptora. 5 (cinco) dias.Art. in fine. CF/88. I – as Seções apuradas e o número de votos apurados em cada uma. uma ata geral. fazendo tanto para aquelas como para esta. na ordem em que devem substituir ou suceder. 203. III – as Seções onde não tenha havido eleição IV – as impugnações apresentadas às Juntas Art. salvo se a anulação for decretada por infração dos §§ 4° e 5° do art. salvo quanto a Governador e Vice-Governador. 99 CF/88. c. também. se ocorrer a hipótese prevista na Emenda Constitucional n° 13. ƒƒ V. VI – as eleições assim realizadas serão apuradas pelo Tribunal Regional. 92 . Art. 202 III – nos casos de coação que haja impedido o CÓDIGO ELEITORAL X – os nomes dos suplentes. o art. o Tribunal Regional desdobrará os seus trabalhos de apuração. 46.c. § 3° Os candidatos a Governador e Vice-Governador somente serão diplomados depois de realizadas as eleições suplementares referentes a esses cargos. § 1° A Comissão Apuradora deverá. ções de âmbito estadual juntamente com eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. VIII – os nomes dos votados na ordem deIX – os nomes dos eleitos. no de encerramento da votação antes da hora legal. será remetida ao Presidente do Tribunal Superior. nota ao § 1° deste artigo. II – as Seções anuladas. o Tribunal Regional proclamará os eleitos e os respectivos suplentes e marcará a data para a expedição solene dos diplomas em sessão pública. § 3°: hipótese de eleição em segundo turno. autenticado com a assinatura de todos os membros do Tribunal que assinaram a ata original. e quando a votação tiver sido realizada em dia. 28. VI – a votação obtida pelos partidos. VII – o quociente eleitoral e o partidário. § 3°: dois suplentes. V – as eleições realizar-se-ão nos mesmos locais anteriormente designados. poderão votar todos os eleitores da Seção e somente estes. um dos quais referente apenas às eleições presidenciais. § 5° O Tribunal Regional comunicará o resultado da eleição ao Senado Federal. 135. e os motivos. acompanhados de todos os papéis que lhe digam respeito.

o Relator de cada grupo de Estados. Findo esse prazo.CÓDIGO ELEITORAL Art. com as respectivas decisões e indicação das implicações sobre os resultados. entre parênteses. 208 CAPÍtULO IV Lei n° 4. 208. III – os mapas serão acompanhados de ofício sucinto. com as conclusões seguintes: I – os totais dos votos válidos e nulos do Estado. que será previamente anunciado.737. que dela ficarão fazendo parte integrante. a chegada da cópia autêntica da ata para encerrar a totalização referente a cada Zona. em seguida à indicação da Seção. pelo prazo de dois dias. VIII – no caso de extravio de mapa o Juiz Eleitoral providenciará a remessa de 2ª via. assinada por todos os que assinaram o original. até 30 (trinta) dias antes da eleição aos Juízes Eleitorais. VI – cópia autenticada da ata. aos Diretórios dos partidos e ao Tribunal Superior. e julgados os recursos interpostos das decisões dos Tribunais Regionais. IV – a votação de cada candidato. 93 Código Eleitoral Da ApURaÇÃO nO TRiBUnaL SUpERiOR . III – os votos anulados pelo Tribunal Regional que devem ser computados como válidos. à medida em que for recebendo os mapas. Art. ao qual serão distribuídos todos os recursos e documentos da eleição referentes ao respectivo grupo. o Relator terá o prazo de 5 (cinco) dias para apresentar seu relatório. Recebidos os resultados de cada Estado. 205. os apresentará a julgamento. dentro em 2 (dois) dias. no prazo de 2 (dois) dias. Antes da realização da eleição o Presidente do Tribunal sorteará. aguardando. V – a ata final da Junta não mencionará. O relatório referente a cada Estado ficará na Secretaria do Tribunal. 207. II – os votos apurados pelo Tribunal Regional que devem ser anulados. Parágrafo único. serão os autos conclusos ao Relator. será enviada ao Tribunal Regional na forma prevista no art. bem como dos recursos que hajam sido interpostos para o Tribunal Superior. sob registro postal ou por portador. porém. 184. dentre os Juízes. que. IV – havendo sido interposto recurso em relação à urna correspondente aos mapas enviados. 204. VII – a Comissão Apuradora. Ocorrendo essa hipótese se- I – a decisão do Tribunal será comunicada. a qual ficará constando dos boletins de apuração do Juízo. de 15 de julho de 1965 Art. preenchida à vista dos Delegados de partido especialmente convocados para esse fim e pelos resultados constantes do boletim de apuração que deverá ficar arquivado no Juízo. O Tribunal Regional julgando conveniente. apenas esse esclarecimento: “houve recurso”. Art. V – o resumo das decisões do Tribunal Regional sobre as dúvidas e impugnações. diariamente. geral das eleições para Presidente e VicePresidente da República pelos resultados verificados pelos Tribunais Regionais em cada Estado. no seu texto. 206. que poderão examinar também os documentos em que ele se baseou e apresentar alegações ou documentos sobre o relatório. rão observadas as seguintes regras: Art. Art. os mapas de todas as urnas apuradas no dia. O Tribunal Superior fará a apuração Parágrafo único. passará a totalizar os votos. para exame dos partidos e candidatos interessados. II – iniciada a apuração os Juízes Eleitorais remeterão ao Tribunal Regional. poderá determinar que a totalização dos resultados de cada urna seja realizada pela própria Comissão Apuradora. o Juiz fará constar do ofício. a votação obtida pelos partidos e candidatos. que esclareça apenas a que Seções correspondem e quantas ainda faltam para completar a apuração da Zona.

o Presidente anunciará a votação dos candidatos. 77. 210. Recebidos os autos. Na sessão designada será o feito chamado a julgamento de preferência a qualquer outro processo. de acordo com as alterações decorrentes do julgado. até 30 (trinta) dias depois. art. e Lei n° 9. após o visto do Relator. 211. no prazo de 15 (quinze) minutos. § 2° Na mesma sessão o Presidente do Tribu- § 2° Se do julgamento resultarem alterações nal Superior designará a data para a expedição solene dos diplomas em sessão pública. os em branco e os nulos. cujos registros estarão automaticamente revalidados. § 1°: eleição direta em segundo turno. o § 3°. em todo o País. não computados os em branco e os nulos. 2°. audiência do Procurador-Geral. se houver. 209. renovar-se-á. a eleição em todo o País. § 4°: a eleição do presidente importará a do vice-presidente com ele registrado. decorrente da própria sentença. 2°: eleição do candidato que obtiver a maioria absoluta dos votos. proclamando a seguir eleito Presidente da República o candidato.504/1997. ƒƒ CF/88. o relatório final com os nomes dos candidatos que deverão ser proclamados eleitos e os dos demais candidatos. c. levante as folhas de apuração parcial das Seções cujos resultados tiverem sido alterados. e Lei n° 9. 94 . e a folha de apuração final levantada pela Secretaria. e apresentará. devendo o mapa. art. ser publicado na Secretaria. o Relator. CÓDIGO ELEITORAL § 1° O Vice-Presidente considerar-se-á eleito em virtude da eleição do Presidente com o qual se candidatar. 209 Art. 99 V. dentro de quinze dias após haver recebido a respectiva comunicação do Presidente do Tribunal Superior Eleitoral. à qual concorrerão os dois candidatos mais votados. § 1° Se o relatório tiver sido impugnado. Aprovada em sessão especial a apu- § 1° Se não ocorrer a maioria absoluta referida no caput deste artigo. ƒƒ CF/88. que será considerado eleito se. a seguir. Verificando que os votos das Seções anuladas e daquelas cujos eleitores foram impedidos de votar. resolverá as impugnações relativas aos erros de conta ou de cálculo. se for o caso. § 2° Os candidatos a Presidente e Vice- Presidente da República somente serão diplomados depois de realizadas as eleições suplementares referentes a esses cargos. dentro em 48 (quarenta e oito) horas de sua publicação. em escrutínio secreto. Art. § 1° Essas eleições serão marcadas desde § 3° A esse mapa admitir-se-á. dentro de 48 (quarenta e oito) horas.c. após a Art. 77. 2°. excluídos. impugnação fundada em erro de conta ou de cálculo. 212. designado pelo Presidente. mandando fazer as correções. nota ao caput deste artigo.504/1997. na apuração efetuada pelo Tribunal Regional. sustentar oralmente as suas conclusões. art. § 2°. 77. o acórdão determinará que a Secretaria. dentro em 5 (cinco) dias. bem como o mapa geral da respectiva circunscrição. art. Não se verificando a maioria absoluta. os partidos interessados poderão.Art. para a apuração desta. 201. logo pelo Presidente do Tribunal Superior e terão lugar no primeiro domingo ou feriado que ocorrer após o 15° (décimo quinto) dia a contar da data do despacho. ordenará o Tribunal Superior a realização de novas eleições. devendo ser observado o disposto nos nos II a VI do parágrafo único do art.504/1997. Os mapas gerais de todas as circunscrições com as impugnações. Art. obtiver metade mais um dos votos dos seus membros. art. Art. na ordem decrescente das votações. serão autuados e distribuídos a um Relator-Geral. reunir-se-á em sessão pública para se manifestar sobre o candidato mais votado. art. mais votado que tiver obtido maioria absoluta de votos. ração geral. o Congresso Nacional. § 1°. no último domingo de outubro. e Lei n° 9. ƒƒ CF/88. 213. Parágrafo único. poderão alterar a classificação de candidato. caput.

o cargo para o qual foi eleito ou a sua classificação como suplente. terior. Parágrafo único. Enquanto o Tribunal Superior não decidir o recurso interposto contra a expedição do diploma. em sessão do Congresso Nacional. Das NULidadEs da VOtaÇÃO CAPÍtULO VI Art. expirando. observadas a conveniência e oportunidade. outros dados a critério do Juiz ou do Tribunal. 1. facultativamente. na AC n° 3. Lei n° 4.049/2002: inaplicabilidade deste dispositivo à ação de impugnação de mandato eletivo. DOs DipLOMas CAPÍtULO V Art. para confirmação ou invalidação de diplomas. será também revista a apuração anterior. na MC n° 1. arts. 21. 215. 216. nota ao caput deste artigo. A declaração de nulidade não poderá ser requerida pela parte que lhe deu causa nem a ela aproveitar. após a diplomação. 77. ƒƒ Ac. 220. art.277/2003.833 e Ac. observado o disposto no § 3° do art. 219. 214. o nome do candidato.237: “O recurso contra expedição de diploma não assegura o direito ao exercício do mandato eletivo até seu julgamento final (art. É nula a votação: I – quando feita perante Mesa não nomeada pelo Juiz Eleitoral.737. O Presidente e o Vice-Presidente da República tomarão posse a 15 (quinze) de março.2009. assim como os suplentes.320/2004. ƒƒ CF/88. a indicação da legenda sob a qual concorreu. 82 e 78: posse em 1° de janeiro e em sessão do Congresso Nacional. poderá o diplomado exercer o mandato em toda a sua plenitude. no REspe n° 28.-TSE nos 1.766/1996: possibilidade de recebimento do diploma por procurador. o mandato a 15 (quinze) de março do quarto ano. 99 CF/88. conforme o caso. No caso de provimento. respectivamente.2008.3. ou local diferentes do designado ou encerrada antes das 17 horas. ƒƒ Ac. e Lei n° 9. ƒƒ Res. Art. ƒƒ V. Do diploma deverá constar Art.403/2003 e II – quando efetuada em folhas de votação falsas. 217.391.-TSE. 220 1. ou constituída com ofensa à letra da lei. e. para os fins do art. Art. Parágrafo único. O Presidente de Junta ou de Tribunal que diplomar militar candidato a cargo eletivo comunicará imediatamente a diplomação à autoridade a que o mesmo estiver subordinado. concor- Art. art. Art. de 18. 95 Código Eleitoral rerá à eleição prevista no parágrafo anterior o substituto registrado pelo mesmo partido político ou coligação partidária.-TSE n° 19. 218.6.-TSE.504/1997. de recurso contra o registro de candidato ou de recurso parcial. Art. de 28. o juiz pode mudar o dia marcado para a diplomação. do Tribunal Regional ou da Junta Eleitoral. 261. Parágrafo único. III – quando realizada em dia. confirmando ou invalidando os diplomas que houver expedido.2006. abstendo-se de pronunciar nulidades sem demonstração de prejuízo. 216 do CE) se a inviabilidade da candidatura estiver confirmada em outro processo”.6. a posse realizar-se-á dentro de 15 (quinze) dias a contar da proclamação do resultado da segunda eleição. Apuradas as eleições suplementares. 2°. § 4°.CÓDIGO ELEITORAL § 2° No caso de renúncia ou morte. § 2°: habilitação ao segundo turno do candidato remanescente mais votado. receberão diploma assinado pelo Presidente do Tribunal Superior. porém. excepcionalmente. hora. de 15 de julho de 1965 . Os candidatos eleitos. de 4. Na aplicação da lei eleitoral o Juiz atenderá sempre aos fins e resultados a que ela se dirige. No caso do § 1° do artigo an- Parágrafo único. o Juiz ou o Tribunal reverá a apuração anterior. 98.

§ 3° A nulidade de qualquer ato. julgar-se-ão prejudicadas as demais votações e o Tribunal marcará dia para nova eleição dentro do prazo de 20 (vinte) a 40 (quarenta) dias. 223. Art. a hipótese dos votos atribuídos aos cassados em AIME para declará-los nulos. 145. ainda que haja consenso das partes. 135. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. só poderá ser argüida quando de sua prática. 46 da Lei n° 4. A nulidade será pronunciada quando o órgão apurador conhecer do ato ou dos seus efeitos e a encontrar provada. sem as cautelas do art. salvo se a argüição se basear em motivo superveniente ou de ordem constitucional.. e renumerados os demais incisos. fraude. assim que se tornar conhecida. V – quando a Seção Eleitoral tiver sido locali- ƒƒ Inciso acrescido pelo art. art. 96 . pelo art. também. ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei. A nulidade de qualquer ato. 222 e 224 devem ser interpretados de modo que as normas nele contidas se revistam de maior eficácia [. 224 deste código. 221 IV – quando preterida formalidade essencial do sigilo dos sufrágios. quando viciada de falsidade. ƒƒ Ac. uso de meios de que trata o art.12. do Estado nas eleições federais e estaduais ou do Município nas eleições municipais. também. 45 da Lei n° 4. baseada em motivo de ordem constitucional.2007.. ƒƒ V. só em outra que se apresentar poderá ser argüida. § 2° Se se basear em motivo superveniente deverá ser alegada imediatamente. b) eleitor de outra Seção. deste código. 220. segunda nota ao Capítulo II – Do Voto Secreto. É anulável a votação: I – quando houver extravio de documento reputado essencial. não lhe sendo lícito supri-la. Perdido o prazo numa fase própria. 237. § 2°: a) eleitor excluído por sentença não cumprida por ocasião da remessa das folhas individuais de votação à Mesa. Art. não mais podendo ser alegada. salvo a hipótese do art. de 18. Parágrafo único. II – quando for negado ou sofrer restrição o direito de fiscalizar.961/1966. décima segunda nota ao art. podendo as razões do recurso ser aditadas no prazo de 2 (dois) dias.961/1966. § 1° Se a nulidade ocorrer em fase na qual não possa ser alegada no ato. 103 deste código. no MS n° 3. III – quando votar. 72.961/1966. por escrito. É também anulável a votação. constituía ele o inciso I do art. ƒƒ V. o inciso I passou a constituir o inciso V do art.Art. coação. ƒƒ V. no momento. Art.. 147. não decretada de ofício pela Junta. 47 da Lei n° 4. 221. V. não poderá ser conhecida em recurso interposto fora do prazo. 222. localizada antes do art. desde que haja oportuna reclamação de partido. ante a descoberta superveniente de que a vontade manifestada nas urnas não foi livre”. poderá ser argüida na primeira oportunidade que para tanto se apresente. c) alguém com falsa identidade em lugar do eleitor chamado.649: “Os arts. CÓDIGO ELEITORAL Art.961/1966. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° revogados pelo art. Se a nulidade atingir a mais de metade dos votos do País nas eleições presidenciais. § 1°.-TSE. e o fato constar da ata ou de protesto interposto. deste código. 224. também. 147. 48 da Lei n° 4. nota ao art.] para contemplar. ƒƒ Revogado o primitivo inciso I. com a mesma redação. anteriormente. zada com infração do disposto nos §§ 4° e 5° do art.. parágrafo único. 221.

224 do CE. 3. de 1°. 77.585: “Para fins de aplicação do art. de 29. na renovação do pleito. no MS n° 3.-TSE n os 13. Ac.8. ainda que a dupla vacância dos cargos de prefeito e vice-prefeito se dê no segundo biênio da legislatura. ƒƒ Ac. ainda que de ordem pública. de 4. de 10.796.113/2003 e Ac.2007.992/2008: “Os votos dados a candidatos cujos registros encontravam-se sub judice.6. não se somam aos votos anulados em decorrência da prática de captação ilícita de sufrágio os votos nulos por manifestação apolítica de eleitores”.3.280/2010: "Estabelece instruções para a marcação de eleições suplementares.-STF.2007. vedação da mitigação de prazos processuais relacionados às garantias constitucionais da ampla defesa e do devido processo legal.2006.c.2007.018.10. ƒƒ Ac. de ofício.-TSE. sobre a condição de todos os postulantes aos cargos postos em disputa. a menos que ele tenha dado causa à anulação do pleito.6.2010. de 4. sem mitigação.2006. art. deixar de cumprir o disposto neste artigo.649: incidência do art. no RMS n° 23.-TSE.2010. de 15 de julho de 1965 § 1° Se o Tribunal Regional na área de sua competência.2011. no REspe n° 26.2006. no REspe n° 303157: incidência do art. 224 votos nulos decorrentes de manifestação apolítica do eleitor”. com base no art. no REspe n° 36043: na renovação da eleição. 2. Lei n° 4.7. 77.5.2010.10. ƒƒ Ac.9. no MS n° 3.” ƒƒ Ac.-TSE de 11.-TSE. da matéria tratada neste dispositivo.12. de 12. de 2. e prefeito e vice-prefeito de municípios com mais de duzentos mil eleitores. c. §§ 2° e 3°.-TSE. § 7°.-TSE. devem ser considerados os eleitores constantes do cadastro atual”. 224 do CE/65 em sede de ação de impugnação de mandato eletivo. 14. no MS n° 162058: ausente disposição específica na lei orgânica municipal sobre a modalidade da eleição suplementar. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. não se somam. no MS n° 4. Res.2006. no AgR-REspe n° 3919571: a renovação da eleição reabre todo o processo eleitoral e constitui novo pleito. os arts. 28 e 29.2008.2009.1998.140 e. no Ag n° 8. da CF/88. até a realização do novo pleito”.5. de 12. de 11.757: “No caso da aplicação do art. ƒƒ Ac. para fins de novas eleições (art.9. aos Art. ƒƒ Ac.228: “Cuidando-se de renovação das eleições.-TSE. 224 do CE. no REspe n° 26. 224 do Código Eleitoral.2009. no MS n° 3. no REspe n° 35. o presidente do Legislativo Municipal é o único legitimado a assumir a chefia do Executivo Municipal interinamente. de nítido caráter autônomo. 224.12.2010. ƒƒ Ac.116: impossibilidade de participação. de 20. ƒƒ Ac.11. de 2. de 18.-TSE n° 22.-TSE. no REspe n° 28.5.234: não há incompatibilidade entre este artigo e o art. de 18.10.6.CÓDIGO ELEITORAL 99 CF/88. II: votos nulos e em branco não computados para o cálculo da maioria nas eleições de presidente da República e vice-presidente da República. eleições diretas devem ser realizadas. no AgR-MS n° 57264: possibilidade de.2011. CE). ƒƒ Ac. de 29. o Procurador Regional levará o fato ao conhecimento do Procurador-Geral. não se levando em conta a situação anterior do candidato na eleição anulada.5. às convenções partidárias e à desincompatibilização. no AgR-REspe n° 3919571: “O exame da aptidão de candidatura em eleição suplementar deve ocorrer no momento do novo pedido de registro.-TSE. não se levando em conta a situação anterior do candidato na eleição anulada. no MS n° 3. § 2°.2008. de 2. no REspe n° 25.-TSE.185/1992.-TSE.438: impossibilidade de conhecimento.-TSE. a menos que ele tenha dado causa à anulação. Ac. da CF/88.-TSE. do candidato que deu causa à nulidade da eleição anterior.737. ƒƒ Res. governador e vice-governador. tendo sido confirmados como nulos.-TSE n° 23. no caso de renovação de eleição.055.438 e de 5. o exame da aptidão de candidatura deve ocorrer no momento do pedido de registro. mesmo em se tratando de eleição suplementar. de forma a atender ao disposto neste artigo. de 4.2008. de 4.” ƒƒ Ac.624/1998.10. haver redução de prazos relacionados à propaganda eleitoral. que providenciará junto ao Tribunal Superior 97 Código Eleitoral . no MS n° 3.709: observância do prazo mínimo de um ano de filiação partidária ainda que na renovação da eleição tratada neste dispositivo.

residentes no estrangeiro. Quando o número de elei- Exterior terão os seus títulos apreendidos pela Mesa Receptora. 232. que delas fará entrega ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal. das funções administrativas de Juiz Eleitoral. § 1° Para esse fim. contado da entrada do eleitor no país. DO VOtO nO ExtERiOR com os dados do registro consular. Todos os eleitores que votarem no Parágrafo único. Art. a quem competirá a apuração dos votos e julgamento das dúvidas e recursos que hajam sido interpostos. de acordo com a comunicação que lhes for feita. comunicarão à sede da Missão Diplomática ou ao Consulado-Geral. em carta. Art. 226. art. art. e Res. desde que localizada no mesmo País. Até 30 (trinta) dias antes da realização da eleição todos os brasileiros eleitores. § 2° No dia da eleição só serão admitidos a CAPÍtULO VII Art. fica sujeito. a punição dos culpados. Será aplicável às Mesas Re- ceptoras o processo de composição e fiscalização partidária vigente para as que funcionam no Território nacional. Art. 99 Lei n° 6. telegrama ou qualquer outra via. 7° deste código. Para que se organize uma Seção Eleitoral no Exterior é necessário que na circunscrição sob a jurisdição da Missão Diplomática ou do Consulado-Geral haja um mínimo de 30 (trinta) eleitores inscritos. estando obrigado a votar. serão organizadas as folhas de votação. § 2° Sendo necessário instalar duas ou mais Seções poderá ser utilizado local em que funcione serviço do governo brasileiro. que ficarão investidos. os eleitores poderão votar na Mesa Receptora mais próxima. Art. à proibição de requerer qualquer documento perante a repartição diplomática a que estiver subordinado. nas sedes das Embaixadas e Consulados-Gerais. Todo o processo eleitoral realizado no estrangeiro fica diretamente subordinado ao Tribunal Regional do Distrito Federal. não o fizer. e notificados os eleitores da hora e local da votação. 227. Art. § 1°: prazo de 30 dias para justificação. no que for aplicável.091/1974.-TSE n° 21. Parágrafo único. 229. imediatamente. Nas eleições para Presidente e Vice-Presidente da República poderá votar o eleitor que se encontrar no Exterior. § 2°. as urnas serão enviadas pelos Cônsules-Gerais às sedes das Missões Diplomáticas. pela mala diplomática.Art. 225 para que seja marcada imediatamente nova eleição. enquanto não se justificar. votar os que constem da folha de votação e os passageiros e tripulantes de navios e aviões de guerra e mercantes que. tores não atingir o mínimo previsto no parágrafo anterior. Encerrada a votação. 225. 230. 231.538/2003. Todo aquele que. no dia. As Mesas Receptoras serão organiza- das pelo Tribunal Regional do Distrito Federal mediante proposta dos Chefes de Missão e Cônsules-Gerais. a sua condição de eleitor e sua residência. 16. serão organizadas Seções Eleitorais. art. 80. estejam na sede das Seções Eleitorais. Parágrafo único. Todo o serviço de transporte do material eleitoral será feito por via aérea. ao Ministério das Relações Exteriores. Art. Art. Parágrafo único. A todo eleitor que votar no Exterior será concedido comprovante para a comunicação legal ao Juiz Eleitoral de sua Zona. além das penalidades previstas para o eleitor que não vota no território nacional. 99 V. Estas as remeterão. CÓDIGO ELEITORAL § 1° Com a relação dessas comunicações e § 2° Ocorrendo qualquer dos casos previstos neste Capítulo o Ministério Público promoverá. 228. 98 .

Nenhuma autoridade poderá. e a nenhum servidor público. des- ƒƒ Res. § 10. a relaxará e promoverá a responsabilidade do coator. 297 deste código. O Tribunal Superior Eleitoral e o Art. relatando fatos e indicando provas. será lícito negar ou retardar ato de ofício tendente a esse fim. nota ao § 2° deste artigo. Parágrafo único. art.2010. Art. na sua liberdade de votar. trará obstáculo ao exercício do direito de voto. Ninguém poderá impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio. 233-A. reconhecer que somente a ausência de documento oficial de identidade. e art. 237 e duas) horas antes até 48 (quarenta e oito) horas depois do pleito. na ADI n° 4. 73. salvo o caso de flagrante delito. 99 V. pode expedir salvoconduto com a cominação de prisão por desobediência até 5 (cinco) dias.9. § 1° Os membros das Mesas Receptoras e os Fiscais de partido. 234. da mesma garantia gozarão os candidatos desde 15 (quinze) dias antes da eleição. deste código: ação de impugnação de mandato eletivo e recurso contra expedição de diploma. A medida será válida para o período compreendido entre 72 (setenta § 1° O eleitor é parte legítima para denunciar os culpados e promover-lhes a responsabilidade. não poderão ser. detidos ou presos. 22 e seguintes: representação por uso indevido. de 15 de julho de 1965 . desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade.-TSE. ƒƒ V. e pedir abertura de investigação para apurar 99 Código Eleitoral Ministério das Relações Exteriores baixarão as instruções necessárias e adotarão as medidas adequadas para o voto no Exterior. art. prender ou deter qualquer eleitor. ou o Presidente da Mesa Receptora. § 2° Qualquer eleitor ou partido político po- derá se dirigir ao Corregedor-Geral ou Regional. 235. ainda. de entidade paraestatal e de sociedade de economia mista. 6° da Lei n° 12.034/2009. Art. art. inclusive de autarquia. mediante interpretação conforme. durante o exercício de suas funções. ƒƒ Ac. com fotografia.-TSE n° 20. ƒ ƒ Ac. art. se verificar a ilegalidade da detenção. em urnas especialmente instaladas nas capitais dos Estados e na forma regulamentada pelo Tribunal Superior Eleitoral. moral ou física. em desfavor da liberdade do voto.9. ou. 233-A acrescido pelo art. 233. respectivamente. em favor do eleitor que sofrer violência.504/1997. por desrespeito a salvo-conduto.467: liminar concedida para. 262. Art. de 2. Art. ƒƒ LC n° 64/1990. Lei n° 4. A interferência do poder econômico e o desvio ou abuso do poder de autoridade. 236. no PA n° 245835: cabimento do uso do passaporte no dia da votação para fins de identificação do eleitor.CÓDIGO ELEITORAL Art. 237.737. salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável. Aos eleitores em trânsito no território nacional é igualmente assegurado o direito de voto nas eleições para Presidente e Vice-Presidente da República. 14.-STF. de 30. PARTE QUINTA DIspOsIÇÕEs VÁRIAs Das GaRantias ELEitORais TÍtULO I Art. O Juiz Eleitoral. 74: abuso de autoridade. 75 e 77: condutas vedadas aos agentes públicos em campanha eleitoral. de 5 (cinco) dias antes e até 48 (quarenta e oito) horas depois do encerramento da eleição. CF/88. arts. e Lei n° 9. § 2° Ocorrendo qualquer prisão o preso será imediatamente conduzido à presença do Juiz competente que. serão coibidos e punidos. IV. ƒƒ Art. ou pelo fato de haver votado.573/2000: procedimentos a serem adotados pelas missões diplomáticas e repartições consulares em situações de interesse da Justiça Eleitoral.2010.

da coligação. notas ao art. ou outros meios eletrônicos de comunicação do candidato. art.11. permitida na quinzena anterior à escolha em convenção. com alterações da Lei n° 11. 242. III.504/1997.579 de 18/03/1952. art. televisão. ƒƒ Lei n° 12. art. blog. ou nas imediações. art. É proibida. qualquer propaganda política mediante radiodifusão. 99 A Lei n° 1.300/2006: horário de comício e de utilização de aparelhagem de sonorização fixa e atos de propaganda eleitoral no dia da eleição que caracterizam crime. ƒƒ V. 17: responsabilidade dos partidos ou de seus candidatos pelas despesas de campanha eleitoral e formas de financiamento. requisições e apresentação de conclusões. 240. sítio interativo ou social.504/1997. 22.504/1997. em benefício de candidato ou de partido político. 7°: não aplicação da vedação constante deste parágrafo único à propaganda eleitoral veiculada gratuitamente na Internet. 338 deste código.579/1952. inquirição de testemunhas. 36-A da Lei n° 9. denúncia procederá ou mandará proceder a investigações.887: responsabilidade solidária do candidato por dano moral causado pela utilização não autorizada de fotografia na propaganda eleitoral. 238 uso indevido do poder econômico. ƒƒ Lei n° 9. §§ 4° e 5°. do candidato e do Ministério Público para pedir apuração do uso indevido. que “Dispõe sobre as comissões parlamentares de inquérito”. 36 a 57-I. ƒƒ Lei n° 9. Art. 21 e 22: procedimento para apuração do uso indevido.Art. 36. Art. Art.-STJ. ƒƒ V. no REsp n° 663. imputando-se-lhes solidariedade nos excessos praticados pelos seus candidatos e adeptos. desde quarenta e ƒƒ LC n° 64/1990. e Lei n° 9. convocações.504/1997. § 1°: propaganda intrapartidária do postulante a candidatura a cargo eletivo. Art. CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Lei n° 9.034/2009: não será considerada propaganda eleitoral antecipada “a realização de prévias partidárias e sua divulgação pelos instrumentos de comunicação intrapartidária”. desvio ou abuso do poder de autoridade. 45 a 49.504/1997. Aos partidos políticos é assegurada a prioridade postal durante os 60 (sessenta) dias anteriores à realização das eleições. mencionará 100 . ƒƒ Ac. ƒƒ V. TÍtULO II Art. nota ao caput deste artigo. 241. art. art. 36-A. 238. arts.2005. na redação dada pela Lei n° 12. oito horas antes até vinte e quatro horas depois da eleição. comícios ou reuniões públicas. no que lhes for aplicável. ou no sítio do partido ou coligação. 239. em benefício de candidato ou partido político. A propaganda. 141. caput: propaganda eleitoral permitida após 5 de julho do ano da eleição. tomada de depoimentos. qualquer que seja a sua forma ou modalidade. nas formas previstas no art. caput: legitimidade do partido político. arts. de 23. durante o ato eleitoral. Da PROpaGanda PaRtidÁRia ƒƒ Lei n° 9. Toda propaganda eleitoral será realizada sob a responsabilidade dos partidos e por eles paga. em benefício de candidato ou de partido político. regendo-se estas. É vedada. para remessa de material de propaganda de seus candidatos registrados. 99 LC n° 64/1990. trata do cumprimento de diligências.034/2009. no sítio eleitoral. pela Lei n° 1. arts. § 3° O Corregedor. verificada a seriedade da Parágrafo único. desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade. observado o disposto no art. desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade.504/1997. 39. 57-B da Lei n° 9. art. A propaganda de candidatos a cargos eletivos somente é permitida após a respectiva escolha pela Convenção.096/1995. a presença de força pública no edifício em que funcionar Mesa Receptora. ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social.

e quem quer que favorecido pelo crime. 37 da Lei n° 9. ao dar nova redação ao caput. Parágrafo único.-TSE. 1° da Lei n° 7. II – que provoque animosidade entre as Forças Armadas ou contra elas. 99 Lei n° 9.504/1997 na hipótese de conflito.CÓDIGO ELEITORAL sempre a legenda partidária e só poderá ser feita em língua nacional. 96 da Lei n° 9. IX – que caluniar. com algazarra ou abusos de instrumentos sonoros ou sinais acústicos. não devendo empregar meios publicitários destinados a criar. na opinião pública.504/1997.-TSE n° 18. difamar ou injuriar quaisquer pessoas.069: na propaganda eleitoral gratuita. 243 V – que implique em oferecimento. de 13. artificialmente.2006. de 17. de 15 de julho de 1965 VI – que perturbe o sossego público.3.476/1986. sorteio ou vantagem de qualquer natureza. no AgR-REspe n° 35. Art. urbana ou contravenha a posturas municipais ou a outra qualquer restrição de direito. Sem prejuízo do proces- pessoa inexperiente ou rústica possa confundir com moeda. no Juízo Cível.-TSE. daquela lei.8. representação por descumprimento do art. a reparação do dano moral respondendo por este o ofensor e.-TSE n° 7. ƒƒ V. 101 Código Eleitoral . ƒƒ Res.2011. ƒƒ Ac. VII – por meio de impressos ou de objeto que so e das penas cominadas.-TSE. cabendo ao MPE. 335 deste código.-TSE n° 301/2004 e Ac. na hipótese de inobservância do que prescreve este dispositivo e o correspondente da lei citada. VIII – que prejudique a higiene e a estética Art. cada partido usará apenas sua legenda sob o nome da coligação. § 3°. solidariamente. ou delas contra as classes e instituições civis. de processos violentos para subverter o regime. ƒƒ Ac. de 19. não lhe suprimiu o parágrafo único. sem prejuízo e independentemente da ação penal competente. estados mentais. no REspe n° 24.-TSE nos 439/2002. 243. haja de qualquer modo contribuído para ele. quando responsável por ação ou omissão. 99 V. de 1°. na Rp n° 1.737.9. ƒƒ Res.134. Não será tolerada propaganda: I – de guerra. na proporcional. bem como órgãos ou entidades que exerçam autoridade pública.2011. deve o julgador advertir – à falta de norma sancionadora – o autor da conduta ilícita.801: prevalência do disposto na lei de postura municipal sobre o art. 6°. III – de incitamento de atentado contra pessoa ou bens. rifa.966/1966: “Instruções regulamentando o art. devendo resultar do regular processamento judicial. difamação ou injúria. art. de 14. no REspe n° 28.2010. sob pena de crime de desobediência. poderá demandar. nos termos do art. emocionais ou passionais. Ac. 324 a 326 deste código. dádiva. eventualmente.698/1992: mantém este dispositivo por entender que o legislador. Ac. 242 do Código Eleitoral”.478: competência do juiz eleitoral e não do Ministério Público para o exercício do poder de polícia para fazer cessar a propaganda irregular. § 2°: uso.-TSE.3. Lei n° 4. art. no AgR-REspe n° 35. arts. § 1° O ofendido por calúnia. IV – de instigação à desobediência coletiva ao cumprimento da lei de ordem pública. 39. a ordem política e social ou de preconceitos de raça ou de classes. a Justiça Eleitoral adotará medidas para fazer impedir ou cessar imediatamente a propaganda realizada com infração do disposto neste artigo. promessa ou solicitação de dinheiro. pela coligação. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 446/2002 e Ac. impossibilidade de a multa por infração à legislação eleitoral decorrer unicamente do poder de polícia.182: este inciso foi recepcionado pela CF/88. ƒƒ Ac. das legendas de todos os partidos que a integram na eleição majoritária.2006.2.-TSE. o partido político deste. ajuizar.504/1997.

I – fazer inscrever. O processo e julgamento do direito de resposta. EstaIII – dos Tribunais Judiciais. propaganda partidária ou eleitoral. pelo menos 24 (vinte e quatro) horas antes de sua realização. caput. 322 deste código previa penalidade para o descumprimento deste artigo.117. os arts. V: garantia do direito de resposta. 81 a 88 da Lei n° 4. art. não depende de licença da polícia. 244 § 2° No que couber. quando em funcionamento. de 27 de agosto de 1962. de 25 de outubro de 1950. em recinto aberto ou fechado. em recinto aberto. 245. IV – dos hospitais e casas de saúde. os arts. deverá ser feita comunicação à autoridade policial. 58 e 58-A da Lei n° 9.504/1997. art. mas esta não foi recepcionada pela CF/88 em decorrência do Ac. 3°: fixação de locais de comício. na Justiça Eleitoral.504/1997.207. § 3° É assegurado o direito de resposta a quem for injuriado. pela forma que melhor lhes parecer. revogado pelo art. bibliotecas públicas. assim como em veículos seus. Territórios e respectivas Prefeituras Municipais. 39. art. aplicando-se. art. É assegurado aos partidos políticos registrados o direito de. 39. dos Esta- dos.961/1966.504/1997. 99 Lei n° 9. e Lei n° 9. Parágrafo único. aplicar-se-ão na reparação do dano moral. passou a ser regulamentado pelos arts. caput: em recinto aberto ou fechado. 99 V. 99 Os dispositivos citados da Lei n° 4. de 27 de agosto de 1962. segunda nota ao art. ƒƒ Lei n° 1. 49 da Lei n° 4. § 3°: distância inferior a 200 metros para propaganda em recinto aberto ou fechado. Os meios de propaganda a que se refere o n° II deste artigo não serão permitidos. 99 Lei n° 9.504/1997. das quatorze às vinte e duas horas. ou à sua disposição.117/1962.2009. § 3°: funcionamento de alto-falantes ou amplificadores de som em recinto aberto ou fechado no horário das 8h às 22h. nos três meses que antecederem as eleições. de 30. referido no parágrafo anterior. art. 107 da Lei n° 9.4. que “Institui o Código Brasileiro de Telecomunicações”.504/1997. 36. ƒƒ CF/88. 5°. § 1°: prazo para comunicação à autoridade policial da realização de qualquer ato de propaganda partidária ou eleitoral. difamado ou caluniado através da imprensa. no que couberem. da Lei n° 9. entretanto. ƒƒ V. I – das sedes do Executivo Federal. VI – dos quartéis e outros estabelecimentos militares. 99 Lei n° 9. art. nos locais referidos. O assunto neles tratado já se encontrava regulamentado pela Lei n° 5. CÓDIGO ELEITORAL da eleição. caput: propaganda permitida após o dia 5 de julho do ano § 1° Quando o ato de propaganda tiver de realizar-se em lugar designado para a celebração de comício. foi. o nome que os designe. com observância da legislação comum. Art. 39.-STF. V – das escolas.504/1997.207/1950. na ADPF n° 130. 3° da Lei n° 1.Art. ou alto-falante. em território nacional. igrejas e teatros. 47. 39. 244. rádio. 58: ofensa por meio de qualquer veículo de comunicação social. ƒƒ Parágrafos 1° a 3° acrescidos pelo art. ƒƒ O art. A realização de qualquer ato de Art. a menos de 500 metros: 99 Lei n° 9.504/1997.117. segunda nota ao parágrafo seguinte. alto-falantes ou amplificadores de voz. 102 . art. duais e Municipais. art. na forma do disposto no art.250/1967. normalmente. 3° do DL n° 236/1967. independentemente de licença da autoridade pública e do pagamento de qualquer contribuição: e dependências. II – das Câmaras Legislativas Federais. televisão. foram revogados pelo art. 90 e 96 da Lei n° 4. na fachada de suas sedes II – instalar e fazer funcionar.504/1997.

nas 24 (vinte e quatro) horas seguintes.364/2011. Res. § 1° No período da campanha eleitoral. 107 da Art.961/1966. de 6. na sede dos Diretórios devidamente registrados. art. ou havendo pedido para designação de outro local. 33: registro de pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou aos candidatos junto à Justiça Eleitoral.305/1988: incompatibilidade. na ADI n° 3. art.737. 257. 35-A. acrescido pela Lei n° 11. 220. no mínimo. inclusive no dia das eleições. estaduais e municipais proporcionarão aos partidos.538/77. 255.) Arts. ƒƒ V. Ninguém poderá impedir a propaganda eleitoral. (Revogado pelo art. e também conforme decisão administrativa do TSE de 23. desde que respeitado o prazo de 5 (cinco) dias para o registro. 256. as facilidades permitidas para a respectiva propaganda.300/2006: proibição de divulgação de pesquisas eleitorais do décimo quinto dia anterior até as dezoito horas do dia da eleição. O direito de propaganda não im- derais. DJ de 30. nem inutilizar. Art. Nos 15 (quinze) dias anteriores ao DOs RECURsOs DispOsiÇÕEs PRELiMinaREs TÍtULO III CAPÍtULO I pleito é proibida a divulgação.CÓDIGO ELEITORAL § 2° Não havendo local anteriormente fixado para a celebração de comício. As autoridades administrativas fe- Art.2006 (ata da 57ª sessão. (Revogados pelo DL Art.504/97. Art. 251. em igualdade de condições. arts. 257 ƒƒ Lei n° 9. ƒƒ Lei n° 9. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. Lei n° 4. art.2006). 51 da Lei n° 4. com a CF/88. pendentemente do critério de prioridade. de resultados de prévias ou testes préeleitorais.504/1997. 249. ƒƒ CF/88. 250.2006. Art. porta restrição ao poder de polícia quando este deva ser exercido em benefício da ordem pública.-TSE n° 23. Os recursos eleitorais não terão efeito suspensivo.-STF. art. caput: possibilidade de divulgação de pesquisa eleitoral a qualquer momento.) instruções necessárias ao cumprimento do disposto no parágrafo anterior fixando as condições a serem observadas. art. 12. de 15 de julho de 1965 Lei n° 9. No período destinado à propaganda eleitoral gratuita não prevalecerão quaisquer contratos ou ajustes firmados pelas empresas que possam burlar ou tornar inexeqüível qualquer dispositivo deste Código ou das instruções baixadas pelo Tribunal Superior Eleitoral. (Revogados pelo art. Ac.-TSE n° 10.5. dispositivo considerado inconstitucional conforme Ac.9. 107 da Lei n° 9. com antecedência de 72 (setenta e duas) horas. inde- Art. 252 a 254. oficiais ou concedidos. 41: proibição de aplicação de multa e cerceamento da propaganda sob alegação do exercício do poder de polícia. 331 e 332 deste código. n° 1. farão instalar.741. ou sendo impossível ou difícil nele realizar-se o ato de propaganda eleitoral. designar local amplo e de fácil acesso. § 1°: liberdade de informação. § 3° Aos órgãos da Justiça Eleitoral compete julgar das reclamações sobre a localização dos comícios e providências sobre a distribuição eqüitativa dos locais aos partidos. telefones necessários.504/1997.504/97. de modo que não impossibilite ou frustre a reunião. ƒƒ Lei n° 9. 246 e 247. 103 Código Eleitoral . Arts.504/1997. 248. em qualquer desses casos. da norma que proíbe divulgação de resultados de pesquisas eleitorais. alterar ou perturbar os meios lícitos nela empregados. mediante requerimento do respectivo Presidente e pagamento das taxas devidas.5.) § 2° O Tribunal Superior Eleitoral baixará as Art. devendo a autoridade policial. por qualquer forma. os serviços telefônicos. a comunicação a que se refere o parágrafo anterior será feita.

Perdido o prazo numa fase própria. art. ƒƒ Ac. O recurso em que se discutir matéria constitucional não poderá ser interposto fora do prazo. § 8°: prazo de 24 horas para a interposição de recurso em sede de representação fundada neste artigo. sendo julgados separadamente. § 4° (doações e contribuições de pessoas jurídicas para campanhas eleitorais). e não pelo tipo de processo”. V.854/1993 e 21. 41-A. através de comunicação por ofício. deste código. arts. art. o recurso deverá ser interposto em três dias da publicação do ato.2006. de 3.-TSE n os 7.693: inaplicabilidade do art. ƒƒ Lei n° 9. contudo. Parágrafo único. daí por que o estado fica prevento ao relator daquele processo. art. § 2°. na AgR-MC n° 1. § 2° As decisões com os esclarecimentos necessários ao cumprimento serão comunicadas de uma só vez ao Juiz Eleitoral ou ao Presidente do Tribunal Regional. § 5° (prestação de contas de campanha eleitoral).380/2004: a prevenção diz respeito. de 2. art. respectivamente. parágrafo único. no AgR-REspe n° 36.-TSE.-TSE n° 410/2011. interpostos para os Tribunais Regionais no caso de eleições municipais. art. e para o Tribunal Superior no caso de eleições estaduais ou federais. ƒƒ V. já estiverem no Tribunal Regional ou no Tribunal Superior.3. ou se todos. 259. telegrama. só em outra que se apresentar poderá ser interposto.. CÓDIGO ELEITORAL Art. Os recursos parciais. entre os quais não se incluem os que versarem matéria referente ao registro de candidatos. 30-A. § 4° (captação ilícita de sufrágio).. aos recursos parciais interpostos contra a votação e apuração. caput. 216 deste código e art. § 1°. Art. art. 11. 191 do CPC (contagem de prazo em dobro) aos feitos eleitorais que tratam de litisconsortes com diferentes procuradores. Art. 2° da LC n° 135/2010. inclusive os de diplomação. A distribuição do primeiro recurso que chegar ao Tribunal Regional ou Tribunal Superior prevenirá a competência do Relator para todos os demais casos do mesmo Município ou Estado. 258 Parágrafo único.-TSE. 258. 8°. 276. 261. A execução de qualquer acórdão será feita imediatamente. ainda na citada lei.Art. notas ao art. 30. ƒƒ V.850: “[. ƒƒ Ac. § 4° Em todos os recursos. em casos especiais. 13. art. § 8°: publicação em cartório ou sessão nos processos de registro de candidatos e nas representações ou reclamações por descumprimento da última lei citada. a critério do Presidente do Tribunal. São preclusivos os prazos para interposição de recurso. para efeito de prevenção. § 1° Havendo dois ou mais recursos parciais de um mesmo Município ou Estado. 260 do CE. em uma ou mais sessões. salvo quando neste se discutir matéria constitucional. § 3° (apuração de condutas relativas à arrecadação e gastos de recursos). o Juiz Eleitoral ou o Presidente do Tribunal Regional. através de cópia do acórdão. Art.571/1983. no despacho que determinar a remessa dos autos à instância 104 .2011. os seguintes dispositivos. 81.. exclusivamente.8. ƒƒ LC n° 64/1990.504/1997. § 13 (condutas vedadas aos agentes públicos em campanhas eleitorais). ou. que estabelecem prazo de três dias para recurso: art. 96. Port.] a aplicação do art. serão julgados à medida que derem entrada nas respectivas Secretarias. § 3° Se os recursos de um mesmo Município ou Estado deram entrada em datas diversas. e 14. resolução ou despacho. acrescido pelo art. 96. ƒƒ Ac. salvo se o julgamento dos demais importar em alteração do resultado do pleito que não tenha relação com o recurso já julgado. serão eles julgados seguidamente. e Lei n° 9. Sempre que a lei não fixar prazo especial. ƒƒ V. é dada exatamente pelo primeiro processo em que se discute a eleição.504/1997. 15. 260. aguardará a comunicação de todas as decisões para cumpri-las. da LC n° 64/1990. 73.

ainda.10. Ac.2. no REspe n° 25. mas a superveniência do recesso forense autoriza a prorrogação de seu termo final para o primeiro dia útil subsequente.-TSE nos 643/2004. de 24.-TSE.2008.10.-TSE. ainda. § 6° Realizada a diplomação. no ED-AgR-REspe n° 950098718: se a decisão de rejeição de 105 Código Eleitoral .-TSE.6. 30-A da Lei n° 9. no AgR-REspe n° 35. se ainda houver recurso pendente de decisão em outra instância.8. Ac.5.2. 262.9.845: as condições de elegibilidade não se incluem no rol taxativo deste dispositivo.997 e Ac.737.2. art. governador e vice-governador. e Ac.2009. 99 Ac.2011. ƒƒ Ac. 647/2004 e 652/2004: a coligação partidária tem legitimidade concorrente com os partidos políticos e candidatos para a interposição de recurso de diplomação.504/1997).-TSE. tendo em vista o rol exaustivo das hipóteses previstas neste dispositivo: Ac.-TSE. impede a posterior diplomação pela incompatibilidade a que se refere este dispositivo.830: a superveniência de suspensão dos direitos políticos. o Juiz ou Presidente do Tribunal Regional comunicará à instância superior se foi ou não interposto recurso.2009.2009.-TSE n° 11. Sobre a competência do TRE para julgar recurso de diplomação.-TSE n° 21.460 (conduta vedada pelo art. 99 Ac. dentre outros: descabimento em hipótese de condição de elegibilidade.735: a inelegibilidade infraconstitucional e preexistente deve ser suscitada no âmbito do processo atinente ao pedido de registro. O recurso contra expedição de diploma caberá somente nos seguintes casos: ƒƒ Ac. de 16. prazo para recurso.-TSE. 99 Ac.-TSE.2006. deputado federal e seus suplentes. 77 da Lei n° 9.284: não há litisconsórcio passivo necessário do partido político ou coligação no recurso contra expedição de diploma de candidatos da eleição proporcional.438/2004 e 21. 652/2004. de 5. de 7.-TSE. 38. 21. não sendo possível a propositura de RCED.-TSE. no AgR-AI n° 11. Ac.2011. de 16.2010.-TSE.-TSE nos 3.6. no AgR-REspe n° 35. ƒƒ V. Ac. Ac. ƒƒ Descabimento de recurso contra expedição de diploma.9. 73 da Lei n° 9. no AgR-REspe n° 35. de 6.6.2011. O Plenário do STF não referendou a liminar concedida em 10. 99 Ac. 653/2004.-TSE. 646/2004. 647/2004.504/1997).-STF. de 22.2011.439/2004.-TSE n° 15.472.284 (vereador).-TSE n° 12. que havia determinado o sobrestamento desses recursos no âmbito do TSE.3..845: a interposição do RCED pressupõe a existência de uma inelegibilidade superveniente ao registro de candidatura ou uma inelegibilidade de índole constitucional ou. no REspe n° 25.255/1992: ilegitimidade ativa de eleitor. quais os anteriormente remetidos.-TSE.CÓDIGO ELEITORAL superior. no RCEd n° 703: competência do TSE para julgar RCED expedido em favor de senador. no último.-TSE nos 643/2004 e 647/2004.2. no REspe n° 25. de 28. ƒƒ Ac. de 20. de 7. nos RCED nos 694 e 728: “Quem perdeu os direitos políticos não tem legitimidade para interpor recurso contra a expedição de diploma”. uma incompatibilidade. Lei n° 4.521/2005 (condutas vedadas pelo art. V. 655/2004. e Ac.516/1999.6. de 28. 610/2004. I – inelegibilidade ou incompatibilidade de candidato.2009. 262 ƒƒ Ac. no ED-AgR-Ag n° 6.2006. no RCED n° 731 (condutas em desacordo com o art. Ac.605/1993 (prefeito) e Ac.-TSE. e Ac. RITSE.2006. de 1°. em virtude do trânsito em julgado de sentença condenatória em ação civil pública. no AgR-REspe n° 35.450: o prazo para propositura do RCED tem natureza decadencial. será consignado que os resultados poderão sofrer alterações decorrentes desse julgamento. de 3.2006. e decorrido o Art.328/2002. o Juízo a quo esclarecerá quais os ainda em fase de processamento e. de 23. na ADPF n° 167: ação de arguição de descumprimento de preceito fundamental proposta em razão de decisões judiciais do TSE que reconheceram sua competência originária para processar e julgar os recursos contra expedição de diploma de candidatos eleitos em eleições estaduais e federais.2011. de 15 de julho de 1965 § 5° Ao se realizar a diplomação.-TSE.504/1997). no REspe n° 25. Art. Ac. 99 Ac.2.2006. de 21.

840/1999. de 24. Dos atos. no RCED n° 773 e.6. de 30 de setembro de 1997. Ac. 607/2003 e 638/2004: este inciso refere-se a erro na própria apuração.038.2008. 264. no REspe n° 25. 653/2004 e 655/2004: a fraude a ser alegada em recurso de diplomação fundado neste inciso é aquela que se refere à votação. de 23.2009. que pode ser arguida em RCED. 263..Art.-TSE. impossibilidade de emenda à inicial e consequente extinção do feito sem resolução de mérito se o prazo para a propositura de AIME tiver decorrido sem inclusão do vice no polo passivo da demanda. Art. No mesmo sentido. assegurando-se ao recorrido a contraprova pertinente. dentro de 3 (três) dias. quanto à determinação do quociente eleitoral ou partidário. 222 desta lei.968: o recurso contra expedição de diploma deve admitir todos os meios de prova. de 10. diploma ou mandato (AIJE.2008. 106 .501/1992: inconstitucionalidade deste artigo desde a CF/46. RCED e AIME).4. e do art. não exige tenha havido pronunciamento judicial sobre ela ou trânsito em julgado da decisão. contagem de votos e classificação de candidato. resoluções ou despachos dos respectivos Presidentes. nas ações eleitorais em que é prevista a pena de cassação de registro.-TSE nos 586/2001. IV – concessão ou denegação do diploma em manifesta contradição com a prova dos autos. tendente a comprometer a lisura e a legitimidade do processo eleitoral. 612/2004. 630/2005 e Ac. no RCED n° 671.-TSE n os 19. nas hipóteses do art.-TSE. para os fins deste inciso. ƒƒ Ac. ou a sua contemplação sob determinada legenda. representação. de 27. no REspe n° 25. desde que particularizadamente especificados na petição inicial ou nas contrarrazões. No julgamento de um mesmo pleito eleitoral.2006. o Ac. de 17.301: admissibilidade de produção de prova no recurso de diplomação. 3° da Lei n° 9.-TSE nos 574/1999. 3.756: descabimento do recurso inominado contra decisão interlocutória. ƒƒ Ac. no REspe n° 25.-TSE. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. no AgR-REspe n° 36. resoluções ou despachos dos Juízes ou Juntas Eleitorais caberá recurso para o Tribunal Regional. 599/2002. ainda.2007. 270 deste Código. de 17. 646/2004.-TSE. III – erro de direito ou de fato na apuração final.-TSE. ƒƒ Ac.2007.2006. de 13. Ac.2011.-TSE. é de se reconhecer configurada causa de inelegibilidade infraconstitucional superveniente. citado por força de litisconsórcio passivo necessário.9. DOs RECURsOs pERantE as JUntas E JUÍZOs ELEitORais CAPÍtULO II Art.2. de 25. de 29. independentemente de requerimento do titular em sentido idêntico.2011. de 24.095/2001. 586/2001.-TSE. dentre outros: a prova pré-constituída. ƒƒ Ac.8.4.-TSE n° 12. no REspe n° 25. recurso dos atos.3. Ac. é facultado pleitear a produção de prova testemunhal. no Ag n° 7. 655/2004. Para os Tribunais Regionais e para o Tribunal Superior caberá.4. Ac. CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Prova: questão de ordem no Ac. Art. V. 25. 263 contas de candidato se tornar irrecorrível somente após o prazo para impugnação do registro de candidatura. 607/2003 e 638/2004: cabimento de recurso de diplomação fundado neste inciso quando houver erro no resultado final da aplicação dos cálculos matemáticos e das fórmulas prescritos em lei e na interpretação dos dispositivos legais que os disciplinam.5. 41-A da Lei n° 9. no RCED n° 671: ao vice.2009. as decisões anteriores sobre questões de direito constituem prejulgados para os demais casos.238/2005 e Ac.601. 265. ƒƒ Ac. no AgR-AI n° 254928: existência de litisconsórcio passivo necessário entre o titular e o vice.-TSE.478: número de testemunhas limitado a seis por litisconsorte. salvo se contra a tese votarem dois terços dos membros do Tribunal.-TSE nos 646/2004. ƒƒ Ac. no RCED n° 787. desde que a parte tenha requerido e a indique na petição inicial.3.2.518/2001. II – errônea interpretação da lei quanto à aplicação do sistema de representação proporcional.-TSE nos 613/2003.2008. de 19. nos termos do art.504.

mandará o Juiz intimar o recorrido para ciência do recurso. § 2° Se a Procuradoria não emitir parecer no prazo fixado. Parágrafo único. fraude. DOs RECURsOs nOs TRiBUnais REGiOnais CAPÍtULO III Art. terá o recorrente vista dos autos por 48 (quarenta e oito) horas para falar sobre os mesmos. 54 da Lei n° 4. nesse caso. salvo se entender de reformar a sua decisão. ƒƒ Súm. o Juiz Eleitoral fará. § 2° Onde houver jornal oficial. Recebida a petição. nota ao art. 270. dentro de quarenta e oito horas. Art. 237 ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedada por lei. sujeito à multa de dez por cento do salário mínimo regional por dia de retardamento. se o entender o recorrente. caput. § 1°. se não for encontrado o recorrido dentro de 48 (quarenta e oito) horas. a coação. O recurso independerá de termo e será interposto por petição devidamente fundamentada.961/1966.961/1966. 99 V. dentro de 3 (três) dias. ção não ocorrer no prazo de 3 (três) dias. acompanhadas ou não de novos documentos.CÓDIGO ELEITORAL Parágrafo único. contado o prazo na forma deste artigo. Se o recorrente se reportar § 7° Se o Juiz reformar a decisão recorrida. No Tribunal Regional nenhuma alegação escrita ou nenhum documento poderá ser oferecido por qualquer das partes. que deverá emitir parecer no prazo de 5 (cinco) dias. uso de meios de que trata o art. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. dirigida ao Juiz Eleitoral e acompanhada. Os recursos serão distribuídos a um § 3° Nas Zonas em que se fizer intimação pes- Relator em 24 (vinte e quatro) horas e na ordem rigorosa da antigüidade dos respectivos membros. se a publica- Art. Art. 7°. Art. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. oferecer razões. 107 Código Eleitoral . 169 e seguintes. deste código. dependentes de prova a ser determinada pelo Tribunal. 52 da Lei n° 4. de 15 de julho de 1965 rágrafos anteriores. 266. salvo o disposto no art. § 1° A intimação se fará pela publicação da notícia da vista no jornal que publicar o expediente da Justiça Eleitoral. abrindo-se-lhe vista dos autos a fim de.-TSE n° 3/1992: possibilidade de juntada de documento com o recurso ordinário em processo de registro de candidatos quando o juiz não abre prazo para suprimento de defeito de instrução do pedido. 33. requerer suba o recurso como se por ele interposto. 99 V. terceira nota ao art. em prazo igual ao estabelecido para a sua interposição.961/1966. 267. § 1° Feita a distribuição. subir os autos ao Tribunal Regional com a sua resposta e os documentos em que se fundar. pessoalmente pelo Escrivão. poderá o recorrido. § 4° Todas as citações e intimações serão feitas na forma estabelecida neste artigo. 268. independente de iniciativa do recorrente. devendo o Procurador. soal. poderá a parte interessada requerer a inclusão do processo na pauta. 269. deste código. 269 § 6° Findos os prazos a que se referem os paLei n° 4. e nos demais lugares. no local de costume. a Secretaria do Tribunal abrirá vista dos autos à Procuradoria Regional. proferir parecer oral na assentada do julgamento. a intimação se fará pessoalmente ou na forma prevista no parágrafo seguinte. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. 53 da Lei n° 4. a intimação se fará por edital afixado no foro. Os recursos das decisões das Juntas serão processados na forma estabelecida pelos arts. onde houver. bastar-lhe-á indicar os meios a elas conducentes. § 5° Se o recorrido juntar novos documentos. esta última exigência sob pena de nulidade de qualquer ato ou decisão do Relator ou do Tribunal. de novos documentos.737.

nos recursos contra a expedição de diploma. Na sessão do julgamento. improrrogável de 8 (oito) dias para. serão os autos conƒƒ Parágrafos 1° a 4° acrescidos pelo art. 237. as partes serão intimadas pessoalmente e. ou o Relator designado para redigir o acórdão. Não se exige a produção da prova e a apuração dos fatos em autos apartados”. seguidamente. Realizado o julgamento. 108 . fraude. nos termos do art. se não forem encontradas no prazo de 48 (quarenta e oito) horas.-TSE. § 2° O disposto no parágrafo anterior aplicarse-á a todos os casos de citação ou intimação. § 1° Se o órgão oficial não publicar o acórdão no prazo de 3 (três) dias. realizando-se ela no prazo improrrogável de cinco dias. Art. presentes à primeira sessão do Tribunal. por vinte e quatro horas. o Relator.-TSE. § 4° Findo o prazo acima.3. o qual deverá devolvê-los em 4 (quatro) dias. valendo como tal a inserção da sua conclusão no órgão oficial. Ac. o mais tardar. ou com a juntada das justificações ou diligências. obedecendo-se rigorosamente à ordem da devolução dos mesmos à Secretaria pelo Relator. § 3° Protocoladas as diligências probatórias. § 2° Indeferindo o Relator a prova serão os autos. de 6. a requerimento do interessado. § 1° Admitir-se-ão como meios de prova para apreciação pelo Tribunal as justificações e as perícias processadas perante o Juiz Eleitoral da Zona. uma vez devolvidos pelo Relator. a intimação se fará por edital afixado no Tribunal. o Relator no Tribunal Regional deferi-la-á em vinte e quatro horas da conclusão. apresentará a redação deste. serão conclusos ao Juiz imediato em antigüidade como revisor. sem demora. Art. 270 do Código Eleitoral. se vitorioso. 270 Art. § 2° Sem prejuízo do disposto no parágrafo anterior. 55 da Lei n° 4.2007. O Relator devolverá os autos à Secre- taria no prazo. Se o recurso versar sobre coação. ƒƒ Ac. ressalvadas as preferências determinadas pelo Regimento do Tribunal. ƒƒ Caput com redação dada pelo art.Art. devidamente assinado. Art. ou revisor. sustentar oralmente as suas conclusões.062. cada parte terá vinte minutos para sustentação oral. ao recorrente e ao recorrido para dizerem a respeito.2008. vista dos autos. § 1° O acórdão conterá uma síntese das questões debatidas e decididas. uso de meios de que trata o art. 273. 55 da Lei n° 4. Art. os autos. com citação dos partidos que concorreram ao pleito e do representante do Ministério Público. uma vez feito o relatório pelo Relator. Parágrafo único. no Ag n° 8. no momento da interposição do recurso. 271. CÓDIGO ELEITORAL § 1° Tratando-se de recurso contra a expedição de diploma. no local de costume. de 19. No mesmo sentido. serão juntas ao processo as notas respectivas. ser o caso incluído na pauta de julgamento do Tribunal. O acórdão. cada uma das partes poderá. será publicado. 272. Quando se tratar de julgamento de recursos contra a expedição de diploma. a Secretaria do Tribunal abrirá. § 2° As pautas serão organizadas com um número de processos que possam ser realmente julgados. clusos ao Relator. dentro em 5 (cinco) dias.961/1966. no prazo improrrogável de dez minutos. que deliberará a respeito.961/1966. se o Tribunal dispuser de serviço taquigráfico. as que pretende ver produzidas. nas vinte e quatro horas seguintes.6. no REspe n° 26. nas 24 (vinte e quatro) horas seguintes.041: “No recurso contra a diplomação. 270. basta ao recorrente apresentar prova suficiente ou indicar. ou emprego de processo de propaganda ou captação de sufrágios vedado por lei dependente de prova indicada pelas partes ao interpô-lo ou ao impugná-lo. 274.

II – quando for omitido ponto sobre que devia pronunciar-se o Tribunal.117/2005: não se aplica a regra de interposição simultânea de recurso especial e extraordinário. no Ag n° 5. de se pronunciar sobre alegação de contradição. de 22. Ac. I.504/1997.95. 276.-TSE. declaração: Lei n° 4.434 (concessão de auxílio-alimentação e auxílio-creche).062 e. contradição ou omissão. pois a dúvida apresenta caráter eminentemente subjetivo. nota ao art. nos REspe nos 25.462: cabimento de embargos de declaração tão somente nas hipóteses de obscuridade. ƒƒ V.2005.-TSE nos 4. na primeira sessão seguinte proferindo o seu voto.-TSE. Ac.281 e. de 20.6. Art. no Ag n° 164.-TSE. da ação penal. outro será designado § 4° Os embargos de declaração suspendem o prazo para a interposição de outros recursos. 99 Ac.-TSE nos 10/1996 e 12. no RO n° 912 e. de 23.644/1997: “Competência do TSE para apreciar recurso contra decisão judicial de Tribunal Regional sobre matéria administrativa não eleitoral”. no AgR-AI n° 369422. § 1° Os embargos serão opostos dentro em 3 (três) dias da data da publicação do acórdão.9. Ac. de 27.-TSE n° 22. 41-A da Lei n° 9.2007. em embargos declaratórios. São admissíveis embargos de ƒƒ Res. ƒƒ Ac.11. nos ED-ED-REspe n° 26. do CPC. de 12.-TSE n° 5.2011.CÓDIGO ELEITORAL Art. 538. 276 salvo se manifestamente protelatórios e assim declarados na decisão que os rejeitar.2007. 109 Código Eleitoral . 5. mesmo que se discuta matéria constitucional. cabe recurso para o TSE. 275. parágrafo único. habeas data ou mandado de injunção”. 275.117: descabimento de recurso extraordinário contra acórdão de TRE.-TSE. ou não. de 23.661/2004.2007. em petição dirigida ao Relator.2.4. ƒƒ Ac. no Ag n° 8.737.071/1994 e 714/1999: a hipótese é de interrupção. § 3° Vencido o Relator. art. § 4°: “Das decisões dos tribunais regionais eleitorais somente caberá recurso quando: I – forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei.2007.030: “Deixar o acórdão.416 e 25. não caracteriza insuficiência de fundamentação”.504/1997. segunda nota ao § 4° do art.2. no Ag n° 6. no Ag n° 5. de 27. de 15 de julho de 1965 I – quando há no acórdão obscuridade.902: os embargos de declaração protelatórios não interrompem o prazo para a interposição de outros recursos e sujeitam o embargante à multa prevista no art.11.12.2009. § 2° O Relator porá os embargos em Mesa para julgamento. 121.-TSE. na qual será indicado o ponto obscuro.2007. V – denegarem habeas corpus. dúvida ou contradição.491. no REspe n° 25. deste código.2007. IV – anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. ƒƒ Ac-TSE. de 6. de 15. contraditório ou omisso.2006. de 22. mandado de segurança. de 14.2008. Ac. III – versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais. para lavrar o acórdão. duvidoso.-TSE. salvo os casos seguintes em que cabe recurso para o Tribunal Superior: ƒƒ CF/88. de 10. 99 Ac. no REspe n° 25.209: prazo de 24 horas para oposição de embargos de declaração contra acórdão de Tribunal Regional em sede de representação fundada no art. no REspe n° 26.6.2007.407. no REspe n° 26.-STF. no REspe n° 28.254/2006: não cabem embargos de declaração em sede de consulta.2007.3.-TSE nos 12.904.-TSE. Ac. 99 V.2. ƒƒ Ac. de 19.6. 99 Incompetência do Tribunal Superior Eleitoral para apreciar recurso contra decisão de natureza estritamente administrativa proferida pelos tribunais regionais: Ac.664/2005 e Ac. 96 da Lei n° 9.836 (alteração de função de confiança).3. Art.8. de 18. quando aguarda manifestação do dominus litis acerca da instauração. II – ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais tribunais eleitorais. As decisões dos Tribunais Regionais são terminativas.

713/2000: julgado do STF não é apto a comprovar dissídio. Ac.2009.-TSE n° 13.2007.11.839: prazo de 24 horas para a interposição de recurso especial contra decisão de juiz auxiliar em pedido de direito de resposta. Ac. ƒƒ V.339: incidência. ainda que não haja condenação nesse sentido.2009. no REspe n° 27. o prazo para a interposição dos recursos.171: a interposição de REspe e de RE deve ser feita em peças recursais distintas. contado da publicação da decisão nos casos dos nos I.2009.171: resolução oriunda de consulta administrativa não é apta à comprovação de dissídio. que possibilita ao Tribunal julgar de plano a lide nos casos de extinção do processo sem julgamento do mérito na instância a quo. CÓDIGO ELEITORAL excertos de pareceres do Ministério Público Eleitoral não é apta a caracterizar dissenso jurisprudencial. na MC n° 2.-TSE. 124/2000.724/99.-TSE. no REspe n° 26.2006.-TSE.-TSE.208/99. 15.663/1994: acórdão do mesmo Tribunal pode comprovar dissídio quando verificada a diversidade de componentes. ƒƒ Ac-TSE. ƒƒ Ac. contar-se-á da sessão em que. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. no RO n° 1. desde que todas as provas já tenham sido produzidas.-TSE n° 2. § 2° Sempre que o Tribunal Regional determinar a realização de novas eleições. 276 I – especial: ƒƒ V. de 4.2008.155/2000: tratando-se de ato praticado a propósito da atividade-meio da Justiça Eleitoral – matéria de direito comum –.-TSE.5. 541 do CPC. no AgR-REspe n° 27.2. de 8. de 9.947: a transcrição de b) quando denegarem habeas corpus ou mandado de segurança. de 3.3. § 1° É de 3 (três) dias o prazo para a interposição do recurso.-TSE n° 6.-TSE. Ac. de 9. 99 Ac.11. de 28.323: cabimento de recurso especial na hipótese de perda de mandato eletivo municipal. terceira nota ao caput deste artigo. § 3°. no RO n° 2.11.061/2006: decisão monocrática não se presta para a configuração de dissenso jurisprudencial.498: cabimento de recurso ordinário se o feito versa sobre inelegibilidade ou envolve cassação de diploma ou mandato atinente a eleições federais ou estaduais. a) quando versarem sobre expedição de diplomas nas eleições federais e estaduais. no AgR-RO n° 89490: incumbe à da parte comprovar a tempestividade do recurso especial no momento de sua interposição. nos termos do art. feita a apuração das Seções renovadas.-TSE.577/2001: julgado de Tribunal de Justiça não é apto a comprovar dissídio.-TSE. no AgR-RESPE n° 403877: enunciado de súmula de tribunal superior não se equipara a lei federal para fins de interposição de recurso especial. de 5. II – ordinário: ƒƒ Ac. 110 .2006. 118/2000.888/2005 e 6. primeira nota ao caput deste artigo. de 15. b) quando ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais Eleitorais. de 19.11. ƒƒ Ac.573/2004 e 25.-TSE n° 11.9. letra b e da sessão da diplomação no caso do n° II. do art. ƒƒ Ac.2010. de 3.10.2010. a) quando forem proferidas contra expressa disposição de lei.512: súmula do TSE não é apta a comprovar dissídio jurisprudencial.504/1997.2008. letra a.-TSE n° 17. 515. 2. 2. Ac.3.-TSE nos 15. a.721/2001. no caso do n° II. § 6° do art.208/2005: julgados do mesmo Tribunal não são aptos a comprovar dissídio. no AgR-REspe 340044: não equiparação de recurso especial a recurso ordinário em razão de o primeiro julgamento do requerimento de registro de candidatura ter sido realizado por TRE.-TSE nos 4. no REspe n° 31.2010. Ac. do CPC. ƒƒ Ac. Ac. ƒƒ V.-TSE.722/2001 e 16. Ac. quanto aos recursos ordinários de competência do TSE. no âmbito da Justiça Eleitoral. de 6. ƒƒ Ac.-TSE. 5.Art. letras a e b e II. 30 da Lei n° 9. Ac.094/2005: julgado do STJ não é apto a comprovar dissídio. Ac.507/1993: julgado do STF em matéria eleitoral é apto a comprovar dissídio.-TSE n os 93/1998.11. o processo rege-se pela legislação processual comum. no REspe n° 26.

ao Presidente. deste código. no mesmo prazo..322/2010 no processo eleitoral. Parágrafo único.-TSE n° 129/1996. que mandará remetê-los ao Tribunal Superior. ƒƒ Ac. na própria petição. no Ag n° 5.259/2005 e Ac. de 21. ofereça as suas razões. pelo presidente do TRE. ƒƒ V.9.-TSE. o recorrente poderá interpor. proferirá despacho fundamentado. ainda. dentro em 48 (quarenta e oito) horas do recebimento dos autos conclusos. mandar abrir vista ao recorrido para que. será intimado o recorrido para. 15. § 2° Serão obrigatoriamente trasladadas a decisão recorrida e a certidão da intimação. no Ag n° 7.11. ƒƒ Ac. ainda que interposto fora do prazo legal. podendo. no Ag n° 7.477/2003. ƒƒ V. deste código. 279. segunda nota ao art. ƒƒ Ac. apresente as suas razões. Ac. apresentar as suas razões e indicar as peças dos autos que serão também trasladadas.-TSE n° 5.2006.2.964/1999 e 2. 279. do CPC): transforma o agravo de instrumento interposto contra decisão que não admite recurso extraordinário ou especial em agravo nos próprios autos. contudo. II – as razões do pedido de reforma da decisão.-TSE. o Presidente poderá. Denegado o recurso especial. § 2° Admitido o recurso. III – a indicação das peças do processo que devem ser trasladadas. 12. § 5° O Presidente do Tribunal não poderá negar seguimento ao agravo.11.329: a juntada de procuração outorgando poderes ao advogado substabelecente é indispensável. o Tribunal Superior imporá ao recorrente multa correspondente ao valor do maior salário Art. de 15 de julho de 1965 Art.322/2010 (alteradora do art. Juntadas as razões do Art. recorrido. ƒƒ V. no prazo de 3 (três) dias. os recursos especiais relativos a registro de candidaturas. § 3° Em seguida serão os autos conclusos § 4° Concluída a formação do instrumento o Presidente do Tribunal determinará a remessa dos autos ao Tribunal Superior. 111 Código Eleitoral . a primeira nota ao art. porque interposto fora do prazo legal. dentro em 3 (três) dias. ƒƒ Ac.2006. de 23.265/1994.737.-TSE. 276. Interposto recurso especial contra decisão do Tribunal Regional. V. no mesmo prazo. § 1° O agravo de instrumento será interposto por petição que conterá: I – a exposição do fato e do direito.447/2000: não estão sujeitos a juízo de admissibilidade. § 2°.197 e. a petição será juntada nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes e os autos conclusos ao Presidente dentro de 24 (vinte e quatro) horas.887: abertura de prazo para contrarrazões ao recurso especial no âmbito do TSE quando provido o agravo de instrumento. Res. 544. nota ao art. Interposto recurso ordinário contra decisão do Tribunal Regional. ƒƒ V. de 7. agravo de instrumento. admitindo ou não o recurso. 278. inclusive na bifurcação revelada em instrumento decorrente da interposição de agravo”. Lei n° 4. Port.8.668: “A assistência é cabível em qualquer fase do processo. 277. § 1°. será aberta vista dos autos ao recorrido para que.-TSE n os 12. 279 no AgR-AI n° 839248: incidência da Lei n° 12. caput.074/1991. § 1° O Presidente. ordenar a extração e a juntada de peças não indicadas pelas partes.2007. § 3° Deferida a formação do agravo. serão os autos remetidos ao Tribunal Superior.2007.-TSE. Art. § 6° Se o agravo de instrumento não for conhecido.CÓDIGO ELEITORAL for proclamado o resultado das eleições suplementares.-TSE n° 21. deste código. 99 Lei n° 12.2011. 278. no Ag n° 8. de 22. de 4.

Súm. dentro de 3 (três) dias. 271 (caput). Denegado o recurso. 273.-TSE n° 129/96 e Port. dentro de 3 (três) dias. Aplicam-se ao Tribunal Superior as disposições dos arts. 268. 99 V. emprego ou função pública. 279 e seus parágrafos. 99 Lei n° 12. de 23. no mesmo prazo. II. 112 . de 22. 272. art. terceira nota ao art. será aberta vista dos autos ao recorrido para que. § 1° Juntada a petição nas 48 (quarenta e oito) horas seguintes.-TSE n° 331/2003. e III: cabimento de recurso ordinário e extraordinário. ƒƒ Port.-TSE. embora transitoriamente ou sem remuneração. pelo preço do custo. IV – os funcionários requisitados pela Justiça Eleitoral. 367. caput. 12: prazo de três dias para interposição de recurso extraordinário. alterada pela Res.Art. a partir da publicação do acórdão. quando for o caso. 270. ƒƒ V. 269. das quais caberá recurso ordinário para o Supremo Tribunal Federal. ƒƒ V. 280. § 3°: irrecorribilidade das decisões do TSE. Port. multa essa que será inscrita e cobrada na forma prevista no art. 121. 1°. para os efeitos penais. 281. Lei n° 6. os autos serão remetidos ao Supremo Tribunal Federal. interposto no prazo de 3 (três) dias. 7°. DOs RECURsOs nO TRiBUnaL SUpERiOR CAPÍtULO IV Art. agravo de instrumento. estejam presidindo Juntas Apuradoras ou se encontrem no exercício de outra função por designação de Tribunal Eleitoral. mesmo não exercendo funções eleitorais.322/2010 no processo eleitoral.-STF n° 728/2003: “É de três dias o prazo para a interposição de recurso extraordinário contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral. que não foi revogado pela Lei n° 8.055/1974. II – os cidadãos que temporariamente integram órgãos da Justiça Eleitoral. § 2° Admitido o recurso. na própria sessão de julgamento. e art.950/1994”. a. art. aplicada a multa a que se refere o § 6° pelo Supremo Tribunal Federal. III – os cidadãos que hajam sido nomeados para as Mesas Receptoras ou Juntas Apuradoras. deste código. observado o disposto no art.055/1974. quem. art. os autos serão conclusos ao Presidente do Tribunal.-STF. Art. Tribunal Superior.598: recurso ordinário cabível apenas de decisão denegatória de habeas corpus ou mandado de segurança.322/2010 (alteradora do art. § 1° Considera-se funcionário público. exerce cargo. contado. proferirá despacho fundamentado. Para os efeitos penais são considerados membros e funcionários da Justiça Eleitoral: I – os Magistrados que.-STF n° 451/2010.-STF n° 472/2011.11. 544. nos termos do art.11. 282. pagas as despesas. 280 mínimo vigente no País. Res. no AgR-AI n° 839248: incidência da Lei n° 12. do CPC): transforma o agravo de instrumento interposto contra decisão que não admite recurso extraordinário ou especial em agravo nos próprios autos.2004. o instrumento deverá ser formado com fotocópias ou processos semelhantes. salvo as que declararem a invalidade de lei ou ato contrário à Constituição Federal e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança. que. São irrecorríveis as decisões do DispOsiÇÕEs PEnais DispOsiÇÕEs PRELiMinaREs TÍtULO IV ƒƒ CF/88. o recorrente poderá interpor. em relação às peças que indicarem. pelas partes. caput. 283. no Ag n° 504. CAPÍtULO I Art.-TSE n° 331/2003. Art. além dos indicados no presente artigo. § 7° Se o Tribunal Regional dispuser de apa- relhamento próprio. 99 Ac. apresente as suas razões. CÓDIGO ELEITORAL § 3° Findo esse prazo. 102. 274 e 275. admitindo ou não o recurso. Ac. 12 da Lei n° 6.2011.

737. 1 (um) dia-multa e. Art. Art.868/94. de 15 de julho de 1965 . no mínimo. e multa no valor de cinco mil a dez mil Ufirs. 295. 99 Ac. parágrafo único: “a retenção de título eleitoral ou do comprovante do alistamento eleitoral constitui crime. Reter título eleitoral contra a vontade do eleitor: Pena – detenção até dois meses ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. 99 V. Nos crimes eleitorais cometidos por meio da imprensa. Pena – detenção de 15 dias a 6 meses ou pagamento de 30 a 60 dias-multa.” Art. sem fundamento legal. 290. ƒƒ Lei n° 9.177/1998: inscrição ou transferência. Art. Quando a lei determina a agravação ou atenuação da pena sem mencionar o quantum. Art. Lei n° 4. 291. Sempre que este Código não indi- car o grau mínimo. devendo este ter em conta as condições pessoais e econômicas do condenado. fraudulentamente. 99 V. A pena de multa consiste no pagamento ao Tesouro Nacional. Art. 294. em virtude da situação econômica do condenado. que é fixada em dias-multa. 14 da Lei n° 8. terceira nota ao art. a inscrição de alistando: Pena – reclusão até 5 anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa.-TSE n° 68/2005: induzir alguém abrange as condutas de instigar. Art. no máximo. ainda que no máximo. do rádio ou da televisão. art. deve o Juiz fixá-lo entre um quinto e um terço.504/1997. é ineficaz a cominada. se o Juiz considerar que. embora não possa exceder o máximo genérico (caput). de uma soma de dinheiro. Negar ou retardar a autoridade ju- diciária. 295 Pena – reclusão até 5 anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa.-TSE n° 15. guardados os limites da pena cominada ao crime. 286. punível com detenção. 288. Art. 284. 293. caput. nem superior ao valor de um salário mínimo mensal. mas não pode ser inferior ao salário mínimo diário da região. aproveitando-se de sua ingenuidade ou de sua ignorância. com a alternativa de prestação de serviços à comunidade por igual período. 292. nota ao artigo anterior. Inscrever-se fraudulentamente eleitor: 113 Código Eleitoral exerce cargo. 289. Induzir alguém a se inscrever eleitor com infração de qualquer dispositivo deste Código: Pena – reclusão até 2 anos e pagamento de 15 a 30 dias-multa. 7°. Perturbar ou impedir de qualquer forma o alistamento: § 2° A multa pode ser aumentada até o triplo. deste código. (Revogado pelo art. entende-se que será ele de quinze dias para a pena de detenção e de um ano para a de reclusão. Aplicam-se aos fatos incriminados nesta Lei as regras gerais do Código Penal. Efetuar o Juiz. Art. emprego ou função em entidade paraestatal ou em sociedade de economia mista. aplicam-se exclusivamente as normas deste Código e as remissões a outra lei nele contempladas. incitar ou auxiliar terceiro a alistar-se fraudulentamente. a inscrição requerida: Pena – pagamento de 30 a 60 dias-multa. 99 Ac. 285. Art. ao crime de que se trate. 287. de um a três meses. § 1° O montante do dia-multa é fixado segundo o prudente arbítrio do Juiz. 300 (trezentos) dias-multa. DOs CRiMEs ELEitORais CAPÍtULO II Art.CÓDIGO ELEITORAL § 2° Equipara-se a funcionário público quem Art.) Art. Seu montante é. 91.

é necessário o dolo específico que exige o tipo penal. ƒƒ Ac.-TSE. na esfera cível-eleitoral. ainda que a oferta não seja aceita: de 5 a 15 dias-multa. Art.2011.2. Se o agente é membro ou funcionário da Justiça Eleitoral e comete o crime prevalecendo-se do cargo a pena é agravada. no Ag n° 6. dinheiro. Art. embaraçar ou fraudar o exercício do voto a concentração de eleitores. Fiscal. Usar de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar. de 17.Art.-TSE.2011. ou não votar.” Art. Pena – reclusão até quatro anos e pagamento ƒƒ Ac.-TSE.-TSE. 296. Impedir ou embaraçar o exercício do sufrágio: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 60 a 100 dias-multa. ƒƒ V.-TSE. para si ou para outrem.10. Art.11.-TSE. no processo em que o é. 380 deste código. no HC n° 78048: ”A regra segundo a qual o corréu não pode figurar. sob qualquer forma. de 28. 41-A da Lei n° 9. ƒƒ Ac. solicitar ou receber. do Código Eleitoral”. de 18. Promover. com o fim de impedir. 300. não obsta a persecutio criminis pela prática do tipo penal descrito no art. no AgR-REspe n° 5163598: não exigência de que o crime deste artigo tenha sido praticado necessariamente durante o período eleitoral. não cabendo partir para ficção jurídica. para a configuração do crime descrito no art. ainda que acobertada Parágrafo único. art. Promover desordem que prejudique os trabalhos eleitorais: Pena – detenção até dois meses e pagamento de 60 a 90 dias-multa. ou qualquer outra vantagem. Valer-se o servidor público da sua autoridade para coagir alguém a votar ou não votar em determinado candidato ou partido: Pena – detenção até 6 meses e pagamento de 60 a 100 dias-multa.2007. no que. ainda que os fins visados não sejam conseguidos: Pena – reclusão até quatro anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa.3. ƒƒ Ac. de 15. ƒƒ Ac.388: “Esta Corte tem entendido que. mas sim a comprovação da finalidade de obter ou dar voto ou prometer abstenção.-TSE n° 81/2005: o art. prometer.2.-TSE. Prender ou deter eleitor. Dar.3. qual seja. ƒƒ Ac. não admite a forma tentada. de 23. em determinado candidato ou partido. com violação do disposto no art. por ser crime formal. membro de Mesa Receptora.504/1997 não alterou a disciplina deste artigo e não implicou abolição do crime de corrupção eleitoral aqui tipificado. de 27. e de 8.” ƒƒ Ac. no REspe n° 25. Ac. HC n° 672: “exige-se para a configuração do ilícito penal que o corruptor eleitoral passivo seja pessoa apta a votar.-TSE.2011.553: “A absolvição na representação por captação ilícita de sufrágio. no ED-REspe n° 58245: a configuração do delito previsto neste artigo não exige pedido expresso de voto. Art. dádiva. não veio a ser denunciado.11. 301. terceira nota ao art. ƒƒ Ac.2010.3. 296 Art. 299 do Código Eleitoral –.2007. como testemunha há de ser tomada de forma estrita. para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção. inclusive o fornecimento gratuito de alimento e transporte coletivo: 114 . no Ag n° 8. envolvido na prática criminosa – compra de votos. a finalidade de obter ou dar voto ou prometer abstenção”. de 27. 302. 299. a ausência de poder de gestão de programa social não afasta eventual configuração do delito deste artigo. 298. no Ag n° 6. oferecer.8. Art.2007.014. no dia da eleição. no AgR-AI n° 10672: inaplicabilidade do princípio da insignificância. CÓDIGO ELEITORAL pelo manto da coisa julgada.905: “O crime de corrupção eleitoral. Delegado de partido ou candidato. sendo o resultado mero exaurimento da conduta criminosa”. 297.2010. 299 do CE. 236: Pena – reclusão até quatro anos. 299.2007. de 2.

ƒƒ V. impressão. Art. no seu funcionamento sob qualquer pretexto: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 60 a 90 dias-multa. açambarcar ou recusar no dia da eleição o fornecimento. 68. 115 Código Eleitoral .737. 313. art. 304.091/1974. ou conceder exclusividade dos mesmos a determinado partido ou candidato: Pena – detenção até um mês ou pagamento de 5 a 15 dias-multa para o eleitor e de 20 a 30 dias-multa para o Presidente da Mesa. Delegados ou candidatos presentes: Pena – pagamento de 90 a 120 dias-multa. 312. normalmente a todos.091/1974.064/1969. qualquer irregularidade que determine a anulação de votação. sob qualquer pretexto e ainda que dispensada a expedição pelos Fiscais. 307. sonegar.091/1974. Art. Fornecer ao eleitor cédula oficial já assinalada ou por qualquer forma marcada: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa. Art. 306. ou em lugar de outrem: Lei n° 4. de 15 de julho de 1965 Pena – reclusão até três anos.504/1997. Votar ou tentar votar mais de uma vez. Violar ou tentar violar o sigilo do voto: Pena – detenção até dois anos. § 1°: entrega obrigatória de cópia do boletim de urna aos partidos e às coligações pelo presidente da mesa receptora. e permitir.CÓDIGO ELEITORAL Pena – reclusão de quatro (4) a seis (6) anos e pagamento de 200 a 300 dias-multa. Art. Votar em Seção Eleitoral em que não está inscrito. 11. ou permitir o membro da Mesa Receptora que seja praticada. art. 11: infrações sobre fornecimento de transporte e alimentação a eleitor. Intervir autoridade estranha à Mesa Receptora. Majorar os preços de utilidades e serviços necessários à realização de eleições. nota ao artigo anterior. alimentação e meios de transporte. Praticar. Art.723/2004: este dispositivo teve somente revogada a sua parte final pelo disposto na Lei n° 6. 1° do DL n° 1. 311: Pena – detenção até seis meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa.401/2004 e 4. III. de utilidades. 309. Art. Parágrafo único.-TSE nos 21. ƒƒ Lei n° 9. Não observar a ordem em que os eleitores devem ser chamados a votar: Pena – pagamento de 15 a 30 dias-multa. ƒƒ Lei n° 6. tais como transporte e alimentação de eleitores. ƒƒ Lei n° 6. Art. Art. o Presidente da Mesa Receptora. Art. Rubricar e fornecer a cédula oficial em outra oportunidade que não a de entrega da mesma ao eleitor: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 60 a 90 dias-multa. publicidade e divulgação de matéria eleitoral: Pena – pagamento de 250 a 300 dias-multa. art. salvo o Juiz Eleitoral. art. Nas Seções Eleitorais em que a contagem for procedida pela Mesa Receptora incorrerão na mesma pena o Presidente e os Mesários que não expedirem imediatamente o respectivo boletim. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. 305. 310. 99 Ac. 308. salvo nos casos expressamente previstos. Art. Deixar o Juiz e os membros da Junta de expedir o boletim de apuração imediatamente após a apuração de cada urna e antes de passar à subseqüente. Ocultar. 313 Art. III. 311. que o voto seja admitido: Art. Pena – pagamento de 250 a 300 dias-multa. salvo no caso do art. 11. 303.

art.10. na propaganda Art. Violar ou tentar violar o sigilo da urna ou dos invólucros: Pena – reclusão de três a cinco anos. gem dos votos da urna quando qualquer eleitor houver votado sob impugnação (art. Caluniar alguém. 190): eleitoral. Inscrever-se o eleitor. de 15.096/1995. 316. Alterar nos mapas ou nos boletins de apuração a votação obtida por qualquer candidato ou lançar nesses documentos votação que não corresponda às cédulas apuradas: de 5 a 15 dias-multa. 107 da Lei n° 9. 322. 320. Não receber ou não mencionar nas atas da eleição ou da apuração os protestos devidamente formulados ou deixar de remetê-los à instância superior: Parágrafo único. Pena – reclusão até cinco anos e pagamento Art. Art. Pena – detenção de seis meses a dois anos e ƒƒ Ac.Art.11. Divulgar. sob qualquer pretexto e ainda que dispensada a providência pelos Fiscais. rádio ou televisão.-TSE. em relação a partidos ou candidatos e capazes de exercerem influência perante o eleitorado: Pena – detenção de dois meses a um ano ou pagamento de 120 a 150 dias-multa. A pena é agravada se o crime é cometido pela imprensa.2009. 315. 116 . parágrafo único. Art. no HC n° 258303: no julgamento da ADPF n° 130. 318. Subscrever o eleitor mais de uma ficha de registro de um ou mais partidos: Pena – detenção até um mês ou pagamento de 10 a 30 dias-multa. assim que terminar a apuração de cada Seção e antes de passar à subseqüente. 323.) Art. de 23. Art.504/97. no AgR-REspe n° 35.-TSE. fatos que sabe inverídicos. ou visando fins de propaganda. simultaneamente. de 5 a 15 dias-multa. ƒƒ Lei n° 9. em dois ou mais partidos: Pena – detenção até dois meses ou pagamento Parágrafo único. Nas Seções Eleitorais em Pena – pagamento de 10 a 20 dias-multa. 22. de recolher as cédulas apuradas na respectiva urna. Deixar o Juiz e os membros da Junta CÓDIGO ELEITORAL Art. Art. 72: crimes relacionados ao sistema de tratamento automático de dados usado pelo serviço eleitoral e a equipamento usado na votação ou na totalização de votos.504/1997. art.2010. Efetuar a Mesa Receptora a conta- Pena – detenção até um mês ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. Colher assinatura do eleitor em mais de uma ficha de registro de partido: Pena – detenção até dois meses ou pagamento de 20 a 40 dias-multa. na propaganda.250/1967. 314 Art. Delegados ou candidatos presentes: de 90 a 120 dias-multa. Art.977: necessidade de que os textos imputados como inverídicos sejam fruto de matéria paga para tipificação do delito previsto neste dispositivo. 315 quem alterar resultados no processamento eletrônico das cédulas. art. fechá-la e lacrá-la.996/1982. imputando-lhe falsamente fato definido como crime: pagamento de 10 a 40 dias-multa. ƒƒ Ac. 15: incorrerá nas penas do art. o que não alcança o crime de calúnia previsto neste artigo. Pena – reclusão até cinco anos e pagamento ƒƒ Lei n° 6. que a contagem dos votos for procedida pela Mesa Receptora incorrerão na mesma pena o Presidente e os Mesários que não fecharem e lacrarem a urna após a contagem. (Revogado pelo art. 324. ƒƒ Lei n° 9. 314. 317. 319. 321. Art. o STF declarou não recepcionado pela CF/88 a Lei n° 5.

ou visando a fins de propaganda. de 17. Art. Lei n° 9. além das penas correspondentes à violência prevista no Código Penal.504/97. alterar ou perturbar meio de propaganda devidamente empregado: eleitoral. bastando que a difamação seja praticada no âmbito de atos típicos de propaganda eleitoral ou visando à propaganda. 328 e 329. de 14.-TSE. o ofendido foi absolvido por sentença irrecorrível. II – no caso de retorsão imediata. § 2° A prova da verdade do fato imputado exclui o crime.5. de 13. o ofendido. no HC n° 187635: desnecessidade de que a ofensa seja praticada contra candidato para a tipificação do crime previsto neste artigo. no R HC n° 761681: o deferimento do direito de resposta e a interrupção da divulgação da ofensa não excluem a ocorrência dos crimes de difamação e de divulgação de fatos inverídicos na propaganda eleitoral. ou visando a fins de propaganda. Art. Nos casos dos arts. As penas cominadas nos arts. embora de ação pública. ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. República ou chefe de governo estrangeiro.CÓDIGO ELEITORAL § 1° Nas mesmas penas incorre quem.12. 330. suas funções.2010. § 2° Se a injúria consiste em violência ou vias de fato. 327. sabendo falsa a imputação. ƒƒ Ac. 331 Pena – detenção até seis meses.-TSE. independentemente do ambiente em que é exteriorizada. 107 da Art.2011. 107 da Lei n° 9. Parágrafo único. Injuriar alguém. que. I – contra o Presidente da República ou chefe de governo estrangeiro. mas ao contexto eleitoral em que é realizada.10. ofendendo-lhe a dignidade ou o decoro: Art. 99 Artigos revogados pelo art.504/1997. 99 Ac. 117 Código Eleitoral .-TSE.2011. 331. aumentam-se de um terço. A exceção da verdade somente se admite se o ofendido é funcionário público e a ofensa é relativa ao exercício de suas funções. Difamar alguém. na propaganda Pena – detenção até seis meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa. em razão de III – na presença de várias pessoas. Inutilizar. imputando-lhe fato ofensivo à sua reputação: pagamento de 5 a 30 dias-multa. 328 e 329 se o agente repara o dano antes da sentença final. 325. 325 e 326. o Juiz pode reduzir a pena. II – se o fato é imputado ao Presidente da III – se do crime imputado. provocou diretamente a injúria. no HC n° 114080: a tipificação deste delito está relacionada não ao sujeito da conduta. constituindo o fato imputado crime de ação privada. Art.-TSE. § 1° O Juiz pode deixar de aplicar a pena: I – se o ofendido. ou por meio que facilite a divulgação da ofensa. 326.737. de 14. II – contra funcionário público. por sua natureza ou meio empregado.) Arts. ƒƒ Ac. Lei n° 4. se qualquer dos crimes é cometido: Pena – detenção de três meses a um ano e 99 Ac. não foi condenado por sentença irrecorrível. 324. de 15 de julho de 1965 I – se.2010. (Revogados pelo art. mas não é admitida: Art. na propaganda eleitoral. a propala ou divulga. que consista em outra injúria. no HC n° 187635: desnecessidade de que a ofensa seja praticada contra candidato para a tipificação do crime previsto neste artigo.12. de forma reprovável. se considerem aviltantes: Pena – detenção de três meses a um ano e pagamento de 5 a 20 dias-multa.

Art. Art. prêmios e sorteios para propaganda ou aliciamento de eleitores: Pena – detenção de seis meses a um ano e cassação do registro se o responsável for candidato. citações ou intimações da Justiça Eleitoral: Diretório responsável pena de suspensão de sua atividade eleitoral por prazo de 6 a 12 meses.831/2004: inexistência de proibição a estrangeiros. 339. Se o agente é membro ou funcionário da Justiça Eleitoral e comete o crime prevalecendo-se do cargo. 338. 99 Arts. adquirir. 333. 324. distribuição de mercadorias. agravada até o dobro nas reincidências. Impedir o exercício de propaganda: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 30 a 60 dias-multa. Utilizar organização comercial de vendas.Art. em língua estrangeira: Parágrafo único. 107 da Lei n° 9. 322. 326.504/97. de acordo com o seu livre convencimento. 333. 329. concorreu para a prática de delito. 332. ou documentos relativos à eleição: Pena – reclusão de dois a seis anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa. o estrangeiro ou brasilei- ro que não estiver no gozo dos seus direitos políticos. 335. se o Diretório local do partido. 107: vedações a estrangeiros. 336. 239: Pena – pagamento de 30 a 60 dias-multa. 107 da Lei n° 9. Além da pena cominada. não se aplicam as normas sobre propaganda eleitoral previstas na Lei n° 9. Participar. objetos. 331. art. Art. Art. suprimir ou ocultar urna contendo votos. de atividades partidárias. Fabricar.815/1980. Fazer propaganda. Se o agente é membro ou funcionário da Justiça Eleitoral e comete o crime prevalecendo-se do cargo. as decisões. Parágrafo único.) Art. 340. Art. Art. ainda que gratuitamente. por qualquer dos seus membros. Nesse caso. de efetuar no Brasil campanha eleitoral de candidatos do país de origem. 323. a pena é agravada. Na mesma pena incorrerá o responsável pelas emissoras de rádio ou televisão que autorizar transmissões de que participem os mencionados neste artigo. pela infração de qualquer dos arts. Não assegurar o funcionário postal a prioridade prevista no art. Pena – detenção de três a seis meses e pagamento de 30 a 60 dias-multa. ou dela se beneficiou conscientemente. 334. 328. Retardar a publicação ou não publicar. 341.504/1997 e nas instruções que regulam as eleições brasileiras. 118 . 334 e 335. subtrair ou guardar urnas. Art. 332. 332 Art. fornecer. 322. mapas. qualquer que seja a sua forma. o diretor ou qualquer outro funcionário de órgão oficial federal. mandar fabricar. Parágrafo único. Destruir. cédulas ou papéis de uso exclusivo da Justiça Eleitoral: 3 a 15 dias-multa. estadual. ou municipal. a infração ao presente artigo importa a apreensão e perda do material utilizado na propaganda. 329 e 333 revogados pelo art. ƒƒ Res. 337. imporá o Juiz ao Pena – reclusão até três anos e pagamento de Parágrafo único. a pena é agravada. (Revogado pelo art. bem como o diretor de jornal que lhes divulgar os pronunciamentos. deve o Juiz verificar. 328. inclusive comícios e atos de propaganda em recintos fechados ou abertos: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 90 a 120 dias-multa. Art.504/1997.-TSE n° 21. Na sentença que julgar ação penal Parágrafo único. CÓDIGO ELEITORAL ƒƒ Lei n° 6. 325. exceto o asilado político.

Falsificar. no HC n° 130882: o tipo penal deste artigo aperfeiçoa-se apenas na sua forma dolosa. primeira nota ao art. § 2° Para os efeitos penais. no HC n° 638: “O não comparecimento de mesário no dia da votação não configura o crime estabelecido no art. de 28. expedida ao agente. membros ou diretores de partido que derem causa à infração. Lei n° 4. também. Art. No mesmo sentido. no todo ou em parte.-TSE nos 240/1994. ƒƒ Ac. de 15 de julho de 1965 Art.2011.-TSE.504/1997.737. cumento público o emanado de entidade paraestatal. a pena é agravada. além Art. aos eleitores convocados para as funções constantes do Manual FASE [ASE. 56 da Lei n° 4. inclusive fundação do Estado. art. os deveres impostos por este Código. 348 ƒƒ Lei n° 4. ou alterar documento público verdadeiro. 94. 344. direta e individualizada. ƒƒ Ac.11. 58.CÓDIGO ELEITORAL Pena – detenção até um mês ou pagamento de 30 a 60 dias-multa. Pena – detenção até dois meses ou pagamento Art. Tais multas somente podem ser aplicadas aos membros das mesas receptoras de votos ou de justificativas.. 357: da autoridade responsável. que tenha havido ordem judicial. de 18. art. Recusar ou abandonar o serviço eleitoral sem justa causa: Art. § 7°. de 6. 346. e Lei n° 9. 342. 344 do CE.650/1994. ou qualquer funcionário dos órgãos da Justiça Eleitoral. 11. nos prazos legais. ƒƒ Ac. para configuração do crime.410/1964.-TSE.-CGE n° 6/2009]. de 60 a 90 dias-multa.8. o qual não contém ressalva quanto à possibilidade de cumulação com sanção de natureza penal”.2007. V. Não apresentar o órgão do Ministé- rio Público. art. de 6.-TSE n° 21/1998. 345. 245/1995 e Ac. 2°.-TSE. para fins eleitorais: Pena – reclusão de dois a seis anos e pagamento de 15 a 30 dias-multa. conforme Prov. caput e § 2°: infração às normas que preveem prioridade para os feitos eleitorais.10. os servidores que prestarem serviços e os candidatos. de multa por ausência injustificada aos trabalhos eleitorais ou abandono desses no decorrer da votação.4. ƒƒ Dec.2006 no PA n° 19.-TSE. por falta de previsão legal. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art.11. Pena – detenção de três meses a um ano e pagamento de 10 a 20 dias-multa.961/1966. 343. Não cumprir a autoridade judiciária.2009. documento público. Ac. do corregedor-geral eleitoral: inaplicabilidade. no prazo legal. pois prevista punição administrativa no art. Pena – pagamento de 30 a 90 dias-multa. 377: Pena – detenção até seis meses e pagamento de 30 a 60 dias-multa. ordens ou instruções da Justiça Eleitoral ou opor embaraços à sua execução: Pena – detenção até dois meses ou pagamento de 90 a 120 dias-multa. de 60 a 90 dias-multa. da última lei citada. no HC n° 579: impossibilidade de imputação do crime de desobediência a candidatos caso a determinação judicial de observância às regras de propaganda eleitoral tenha sido dirigida exclusivamente a partidos e a coligações. § 1° Se o agente é funcionário público e comete o crime prevalecendo-se do cargo. equipara-se a do- 119 Código Eleitoral . 357 deste código. 348. se a infração não estiver sujeita a outra penalidade: Art.556. monocrática de 22. Art. Não cumprir o Juiz o disposto no § 3° do art.2007. Violar o disposto no art. ƒƒ Ac. Recusar alguém cumprimento ou obediência a diligências. denúncia ou deixar de promover a execução de sentença condenatória: Art. no HC n° 579: necessidade. Incorrerão na pena. Parágrafo único. 124 do referido diploma. Pena – detenção até dois meses ou pagamento ƒƒ V. 347.

a fotografia. do- CÓDIGO ELEITORAL Art.5. a competência regular-se-á pelo domicílio ou residência do réu.-STJ n° 192/1997: “Compete ao Juízo das Execuções Penais do Estado a execução das penas impostas a sentenciados pela Justiça Federal. quando recolhidos a estabelecimentos sujeitos a administração estadual”. para os efeitos penais. no cumento particular ou alterar documento particular verdadeiro. 349 Art.-TSE.2.417: eventuais omissões em declaração de bens para fins de registro de candidatura não configuram a hipótese típica versada neste artigo.417 e 25. prevista na CF/88. 350.418: para a adequação do tipo penal previsto neste dispositivo é necessário que a declaração falsa prestada para fins eleitorais seja firmada pelo próprio eleitor interessado. material ou ideologicamente falso para fins eleitorais: Pena – a cominada à falsificação ou à alteração.-TSE n° 21. no todo ou em parte. Ac. para definir-se a atribuição de autoridade policial. LIX. art.3. se o documento é particular. o fato de haver sido o documento utilizado em certa localidade. não constitui ilicitude”. 354. ƒƒ Ac. em vez da Polícia Federal. descabendo potencializar.6. no AgR-REspe n° 36. Militar ou Eleitoral. CAPÍtULO III Art. por tratar-se de garantia constitucional. ƒƒ Ac. 349 e 350).295/2003: cabimento de ação penal privada subsidiária no âmbito da Justiça Eleitoral. Inadmissibilidade da ação penal pública condicionada a representação do ofendido. Pena – a cominada à falsificação ou à alteraArt. em virtude do interesse público que envolve a matéria eleitoral. em documento público ou particular. 348 a 352: ção. Falsificar. ƒƒ Ac. Omitir. no RHC n° 19088: o crime deste artigo é de natureza formal. 120 . Obter. 353. e reclusão até três anos e pagamento de 3 a 10 dias-multa se o documento é particular.2011. firma ou letra que o não seja. Parágrafo único. como verdadeira. Fazer uso de qualquer dos documentos falsificados ou alterados.”).2011. a pena é agravada. e não por terceiro. documento público ou particular. DO PROCEssO das InFRaÇÕEs ƒƒ Ac. de 24. de 28. para fins eleitorais: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa.-TSE. de 2. As infrações penais definidas neste Código são de ação pública. 5°. a que se referem os arts. para fins eleitorais: exercício da função pública. 355. declaração que dele devia constar. 351. nos REspe n os 25. Art. de 18.9. 349. Art. o filme cinematográfico. 72 do CPP (“Não sendo conhecido o lugar da infração. Reconhecer. para uso próprio ou de outrem.-TSE. Equipara-se a documento (348. para fins eleitorais: Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 3 a 10 dias-multa. 352.2006. ƒƒ Súm. Art. e reclusão até três anos e pagamento de 3 a 10 dias-multa.-TSE. prevalecendo a definição decorrente do art. de 8. se o documento é público.2006. no ED-AI n° 181917: a queixa-crime em ação penal privada subsidiária somente pode ser aceita caso o representante do Ministério Público não tenha oferecido denúncia. no HC n° 537: “O fato de a Polícia Civil haver feito o auto de prisão. Pena – reclusão até cinco anos e pagamento de 5 a 15 dias-multa se o documento é público. Se o agente da falsidade documental é funcionário público e comete o crime prevalecendo-se do cargo ou se a falsificação ou alteração é de assentamentos de registro civil. ou nele inserir ou fazer inserir declaração falsa ou diversa da que devia ser escrita.2010.Art. requerido diligências ou solicitado o arquivamento de inquérito policial no prazo legal. o disco fonográfico ou fita de ditafone a que se incorpore declaração ou imagem destinada à prova de fato juridicamente relevante. ƒƒ Ac.-TSE.

ao qual só então estará o Juiz obrigado a atender. segunda nota ao art.337/1998. fará remessa da comunicação ao Procurador Regional. ƒƒ V. desde que promovida por parte legítima ou satisfeita a condição.-TSE. § 5° Qualquer eleitor poderá provocar a representação contra o órgão do Ministério Público se o Juiz. § 2° Se o Ministério Público julgar necessários maiores esclarecimentos e documentos complementares ou outros elementos de convicção. não agir de ofício. ou insistirá no pedido de arquivamento. no caso de considerar improcedentes as razões invocadas. ao in- vés de apresentar a denúncia. II – já estiver extinta a punibilidade. assinado pelo apresentante e por duas testemunhas. Verificada a infração penal.692/2004: a inobservância do prazo para denúncia não extingue a punibilidade. cujo teor é semelhante ao deste dispositivo.099/1995 e 10. mandará a autoridade judicial reduzi-la a termo.737. Ac. 435/2002 e 523/2005: aplicação do art. Nos casos do n° III. III – for manifesta a ilegitimidade da parte ou faltar condição exigida pela lei para o exercício da ação penal. e Ac. de 10. 95 da Lei n° 9. em caso de recusa do órgão do Ministério Público em propor suspensão condicional do processo. no CC n° 37. § 1° Se o órgão do Ministério Público. 357. 28 do CPP. que procederá na forma deste Código.259/2001 (transação penal e suspensão condicional do processo) no processo penal eleitoral. 299 do CE quanto ao eleitor. § 1° Quando a comunicação for verbal.-TSE n° 21. § 4° Ocorrendo a hipótese prevista no parágrafo anterior o Juiz solicitará ao Procurador Regional a designação de outro Promotor. geralmente de baixa escolaridade e menos afortunado. de 15 de julho de 1965 .2011.4. designará outro Promotor para oferecê-la.595. a rejeição da denúncia não obstará ao exercício da ação penal.030: compete às Câmaras de Coordenação e Revisão manifestar-se sobre o arquivamento de inquérito policial (LC n° 75/1993. o rol das testemunhas. no mesmo prazo. Art. o Ministério Público oferecerá a denúncia dentro do prazo de 10 (dez) dias. deverá requisitá-los diretamente de quaisquer autoridades ou funcionários que possam fornecê-los. A denúncia será rejeitada quando: I – o fato narrado evidentemente não constituir crime.-TSE n os 15. § 3° Se o órgão do Ministério Público não oferecer a denúncia no prazo legal representará contra ele a autoridade judiciária. 358 ƒƒ Ac. ƒƒ Res. 15. 356. 121 Código Eleitoral mento de infração penal deste Código deverá comunicá-la ao Juiz Eleitoral da Zona onde a mesma se verificou. no REspe n° 25. pela prescrição ou outra causa. titular da ação penal pública.-TSE n 234/1994 e 4. 62. 99 Ac. 358. IV). no prazo de 10 (dez) dias. que. a classificação do crime e. salvo para crimes que contam com sistema punitivo especial. Todo cidadão que tiver conheci- Art. ƒƒ Ac.106/1998. de 18. sem prejuízo da apuração da responsabilidade penal. deixar de acionar certos envolvidos.2007.137/2005: aplicabilidade das leis n os 9. requerer o arquivamento da comunicação. Parágrafo único. objeto de pedido do procurador regional eleitoral e rejeitado pelo Tribunal Regional.-TSE n° 25.8. os § 2° A denúncia conterá a exposição do fato criminoso com todas as suas circunstâncias. o Juiz. oferecerá a denúncia. de 9.-STJ.294/2002. a qualificação do acusado ou esclarecimentos pelos quais se possa identificá-lo. Art. art.504/1997. que tenha recebido benefício para votar em determinado candidato.CÓDIGO ELEITORAL Art. e este oferecerá a denúncia.4. Lei n° 4. ƒƒ Ac. como ocorre no tipo corrupção do art. quando necessário.-TSE. e a remeterá ao órgão do Ministério Público local. no HC n° 78048: possibilidade de o Ministério Público.2003.

Recebida a denúncia. no HC n° 557. Decorrido esse prazo. devendo ser observados os arts. no AgR-Ag n° 6. No processo e julgamento dos crimes eleitorais e dos comuns que lhes forem conexos. 122 . caput.9.2004. Parágrafo único.-TSE. não sendo atingidos pela redação dada pela Lei n° 10. ƒƒ Ac. de 12.-TSE n° 22. para prosseguir na chefia do Poder Executivo Municipal.953/1995: incabível a apresentação de razões recursais na instância superior.-TSE. baixarão imediatamente os autos à instância inferior para a execução da sentença. antes de entrar em efetivo exercício. Ouvidas as testemunhas de acusação e da defesa e praticadas as diligências requeridas pelo Ministério Público e deferidas ou ordenadas pelo Juiz. 364.570/2003: filiação partidária proibida ao servidor da Justiça Eleitoral. parágrafo único.088/2005: servidor da Justiça Eleitoral deve se exonerar para cumprir o prazo legal de filiação partidária. que lhes digam respeito.3. 1° da Lei n° 10. ƒƒ Ac. V. ainda que afastado do órgão de origem e pretenda concorrer em estado diverso de seu domicílio profissional. 1° da Lei n° 10. Art. 609. 359. ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art.255/2010: dispõem sobre a requisição de servidores públicos pela Justiça Eleitoral. de 5.732/2003.999/1982 e Res. a ser interposto no prazo de 10 (dez) dias.590/2004: cabimento de embargos infringentes e de nulidade previstos no CPP. contados da data da vista ao Ministério Público.2. art.-TSE n° 4. Art. § 4°. no HC n° 511. no REspe n° 29. sob pena de demissão. segunda nota ao art. O réu ou seu defensor terá o DispOsiÇÕEs GERais E TRansitÓRias TÍtULO V prazo de 10 (dez) dias para oferecer alegações escritas e arrolar testemunhas. 359 do Código Eleitoral são válidos. CÓDIGO ELEITORAL Parágrafo único.. O serviço eleitoral prefere a qualquer outro. Art. 361. ƒƒ V.12. no HC n° 475: “[. Se a decisão do Tribunal Regional for condenatória.12.769: deferimento de pedido de registro de candidato que. eleito prefeito em primeiro mandato. de 11. Art. 360. como lei subsidiária ou supletiva.-TSE n° 11.2007. Se o órgão do Ministério Público deixar de promover a execução da sentença serão aplicadas as normas constantes dos parágrafos 3°.2003.732/2003. Art.732. Ac. assim como nos recursos e na execução. de 28. e conclusos os autos ao Juiz dentro de quarenta e oito horas. ƒƒ Res. de 6. Os funcionários de qualquer órgão da Justiça Eleitoral não poderão pertencer a Diretório de partido político ou exercer qualquer atividade partidária.Art. que será feita no prazo de 5 (cinco) dias. 36. foi aprovado e empossado em concurso público realizado por Tribunal Regional Eleitoral. de 25. Art. 4° e 5° do art. ordenando a citação deste e a notificação do Ministério Público. o juiz designará dia e hora para o depoimento pessoal do acusado. Art. art. deste código.-TSE n° 23. tendo se licenciado.2008. aplicar-se-á. o Código de Processo Penal.2006. 266 e 268 deste código. 359 Art. Os atos processuais praticados sob a vigência da redação anterior do art. 366. a qual é aplicável apenas aos atos processuais praticados a partir da data de sua publicação”.198 e. inaplicabilidade do CPP. terá o mesmo 10 (dez) dias para proferir a sentença.. ƒƒ Res. 363. 362. ƒƒ Lei n° 6. Das decisões finais de condenação ou absolvição cabe recurso para o Tribunal Regional. é obrigatório e não interrompe o interstício de promoção dos funcionários para ele requisitados. 600. 357.3. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. ƒƒ Ac. contudo.] Interrogatório. abrir-se-á o prazo de 5 (cinco) dias a cada uma das partes – acusação e defesa – para alegações finais.2006.-TSE n° 21.. 365.

no R-Rp n° 98696: “A multa fixada dentro dos limites legais não ofende os princípios da proporcionalidade e razoabilidade. deste código. de 25.1999. a que for inscrita em livro próprio no Cartório Eleitoral. ƒƒ Ac. A imposição e a cobrança de qualquer multa. a cobrança da dívida far-se-á por intermédio do que for designado pelo Procurador Regional Eleitoral. 57 da Lei n° 4. de 22.-STJ. trimestralmente.-TSE n° 19. será considerada dívida líquida e certa. para efeito de cobrança mediante executivo fiscal.752/1996: “Procedimento adotado pela Justiça Eleitoral para recolhimento à União de custas processuais. 164. V – nas capitais e nas comarcas onde houver 123 Código Eleitoral .-TSE.6. de despesas no cumprimento de mandados da Justiça Eleitoral”. pagamento de honorários advocatícios e diligências de oficial de justiça” em caso concreto em que houve condenação aos ônus de sucumbência. X – idêntica comunicação será feita pelos Tribunais Regionais ao Tribunal Superior. caput.539 e.961/1966.-STJ n° 374/2009: “Compete à Justiça Eleitoral processar e julgar a ação para anular débito decorrente de multa eleitoral”.” II – arbitrada a multa de ofício ou a requerimento do eleitor. o qual acrescentou o termo“ou Tribunal. aos oficiais de justiça. serão interpostos para a instância superior da Justiça Eleitoral. ƒƒ Parágrafo 1° acrescido pelo art.764/2005: legitimidade da Procuradoria da Fazenda Nacional para a execução fiscal de multa eleitoral.-TSE n° 288/2005: “Estabelece normas e procedimentos visando à arrecadação. ƒƒ Res. recolhimento e cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas. 367 ƒƒ Ac. I – no arbitramento será levada em conta a condição econômica do eleitor.1999. VII – em nenhum caso haverá recurso de ofício. ƒƒ V. em virtude da situação econômica do infrator. na forma prevista para a cobrança da dívida ativa da Fazenda Pública.” mais de um Promotor de Justiça. Port.843/2001: “Dispõe sobre o reembolso. para efeito de cobrança mediante executivo fiscal desde que inscritas em livro próprio na Secretaria do Tribunal competente. salvo no caso das condenações criminais. Tribunais Regionais.737.CÓDIGO ELEITORAL Art. VIII – as custas. correndo a ação perante os Juízos Eleitorais. de 15 de julho de 1965 ƒƒ Res. no CC n° 22.8.2010.4. VI – os recursos cabíveis. de 28. 99 V. ƒƒ Súm. é ineficaz. se o Juiz.-TSE n° 21. obedecerão às seguintes normas: Art. Distrito Federal e Territórios serão cobradas nos termos dos respectivos Regimentos de Custas. e à utilização da Guia de Recolhimento da União (GRU)”. 57 da Lei n° 4. Ac. §§ 1° e 2°. § 1° As multas aplicadas pelos Tribunais Eleitorais serão consideradas líquidas e certas. no CC n° 23.132: competência da Justiça Eleitoral para a execução fiscal de multa eleitoral. § 2° A multa pode ser aumentada até dez vezes. ou Tribunal considerar que. IX – os Juízes Eleitorais comunicarão aos III – se o eleitor não satisfizer o pagamento no prazo de 30 (trinta) dias. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 2° pelo art. nos processos para cobrança da dívida decorrente de multa. quarta nota ao art. embora aplicada no máximo. nos Estados. IV – a cobrança judicial da dívida será feita por ação executiva. art.-TSE n° 5.961/1966. 367. deste código e nota ao caput deste artigo. o pagamento será feito através de selo federal inutilizado no próprio requerimento ou no respectivo processo. a importância total das multas impostas nesse período e quanto foi arrecadado através de pagamentos feitos na forma dos nos II e III.975/2004: “Disciplina o recolhimento e a cobrança das multas previstas no Código Eleitoral e leis conexas e a distribuição do Fundo Especial de Assistência Financeira aos Partidos Políticos (Fundo Partidário)”.-TSE n° 20. Lei n° 4. 8°. Res.

99 Ac. desde que os interessados manifestem especificamente as razões e os fins do pedido. 57 da Lei n° 4.961/1966. devidas à Justiça Eleitoral. 99 V.2011. 368. todo o material destinado ao alistamento eleitoral e às eleições. 57 da Lei n° 4. 99 Lei n° 6. sobre a prova de pobreza. deste código. art. Os atos requeridos ou propostos em tempo oportuno.2. custas. ƒƒ Lei n° 9. quais sejam. Os tabeliães não poderão deixar de reconhecer nos documentos necessários à instrução dos requerimentos e recursos eleitorais. as firmas de pessoas de seu conhecimento. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. As repartições públicas são obrigadas. emitir selos. preços e prêmios ad valorem. art. 34: “É vedada a concessão de isenção ou redução subjetiva das tarifas. 372. ou o eleitor. Art. Art.961/1966. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. Art. 57 da Lei n° 4. 1°: gratuidade de atos considerados necessários ao exercício da cidadania. art. LXXVII). despesas e multas. e art. aprovados pelo Ministério das Comunicações”. art. art.. São isentos de selo os requerimentos e todos os papéis destinados a fins eleitorais e é gratuito o reconhecimento de firma pelos tabeliães para os mesmos fins. ƒƒ CF/88. 32: “O serviço postal e o serviço de telegrama são remunerados através de tarifas de preços. Art. XXXIV. mesmo que não sejam apreciados no prazo legal.961/1966.]. nos ED-AI n° 11. não prejudicarão aos interessados.491: inaplicabilidade dessa isenção a candidatos. 367. VIII. caput. sob a designação “Selo Eleitoral”. entre outras. tanto as administrativas como as penais.-TSE. 8°. corrupção ou fraude. na forma do disposto em regulamento”.538/1978. ficará isento do pagamento de multa. As transmissões de natureza eleitoral. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. os pedidos de informação ao poder público.. que comprovar devidamente o seu estado de pobreza. 8°. radiotelegráfica ou radiotelefônica. em todos os seus âmbitos. os que capacitam o cidadão ao exercício da soberania popular a que se reporta o art. quarta nota ao art. CÓDIGO ELEITORAL telefônica. caput. 368 § 3° O alistando. telegráfica. gozam de franquia postal. 5°. “a alegação de ausência de recursos financeiros não é apta para ilidir a multa aplicada em representação por propaganda eleitoral irregular [. as ações de impugnação de mandato eletivo por abuso do poder econômico. ƒƒ V. se a Justiça Eleitoral não dispuser de selo eleitoral em quantidade suficiente para atender aos interessados.” 99 Lei n° 7. b. 14 da CF/88. a fornecer às autoridades. feitas por autoridades e repartições competentes. para ser distribuído por intermédio dos Tribunais Regionais. aqueles referentes ao alistamento militar. no prazo máximo de 10 (dez) dias. 370. § 4° Fica autorizado o Tesouro Nacional a Art. deste código. em linhas oficiais ou nas que sejam obrigadas a serviço oficial.Art. aos representantes de partidos ou a qualquer alistando as informações e certidões que solicitarem relativas à matéria eleitoral. ressalvados os casos de calamidade pública e os previstos nos atos internacionais devidamente ratificados.115/1983. deste código.265/1996 (regulamenta a CF/88. § 5° Os pagamentos de multas poderão ser feitos através de guias de recolhimento. 369. além de prêmios ad valorem com relação ao primeiro. quarta nota ao art. O Governo da União fornecerá. 99 V. objetivando a instrução de defesa ou denúncia de irregularidade administrativa na órbita pública. 5°. Art. ou das que se apresentarem com 2 (dois) abonadores conhecidos. nota ao art. 1°: dispõe. 124 . 371. destinados ao pagamento de emolumentos. e LXXVII: gratuidade de certidões em repartições públicas e ações de habeas corpus e habeas data. de 10. 373.

329/2002: “Aprova a organização dos serviços da Corregedoria-Geral da Parágrafo único. de 15 de julho de 1965 Parágrafo único. Art. a cuja nomeação serão inerentes. nota ao art. 99 V. 8°. caput. assim na Secretaria como nas diligências. 378. 374. no de Escrivão da Corregedoria. far-se-ão as eleições sob a jurisdição do Tribunal Regional da circunscrição eleitoral em que. Nas áreas contestadas.961/1966. CE. mas sim o uso efetivo das instalações.-TSE. Parágrafo único. 51: utilização de escolas públicas ou casas legislativas pelos partidos políticos para realização de suas reuniões e convenções. § 2°: utilização de prédios públicos para realização de convenção para escolha de candidato.2. Art. ƒƒ Res. ƒƒ CF/88. a qualquer tempo. durante o exercício. quarta nota ao art. deste código. O serviço de qualquer repartição. ou que com este contrata. representante partidário ou de qualquer eleitor. enquanto não forem fixados definitivamente os limites interestaduais. autarquia. 99. caput. pelo órgão competente da Justiça Eleitoral. funcionários efetivos do seu quadro e transformando o cargo de um deles. por intermédio do Tribunal Superior. as atribuições de titular de ofício de Justiça. estadual. símbolo PJ-1. 346 deste código. deste código. Lei n° 4.2007. não tiverem as férias que lhes couberem. O Tribunal Superior organizará. Os membros dos Tribunais Eleito- Art. 378 Art.CÓDIGO ELEITORAL quaisquer requerimentos ou petições que visem às garantias individuais e à defesa do interesse público. do ponto de vista da administração judiciária estadual. ƒƒ Lei n° 9. mediante proposta do Corregedor-Geral. de acordo com as propostas parciais que lhe forem remetidas pelos Tribunais Regionais. ƒƒ V.737. 8°. serão encaminhados em relação trimestral à Câmara dos Deputados. em benefício de partidos ou organização de caráter político”. para desempenhá-los. os serviços da Corregedoria. e dentro das normas legais vigentes. Lei n° 9. 346 c.504/1997. 375. federal. rais. no AgR-REspe n° 25. não se exige potencialidade do ato. ou que realiza contrato com este. designando. Os pedidos de créditos adicionais que se fizerem necessários ao bom andamento dos serviços eleitorais.-TSE n° 21. Art. sendo as devidas à União pagas através de selos federais inutilizados nos autos. 125 Código Eleitoral . 47 deste código. ƒƒ V. 377. regional ou municipal do órgão infrator. Art. acumuladas ou não. ƒƒ V. art. fundação do Estado. inclusive o respectivo prédio e suas dependências.983: “Não caracteriza o crime dos arts. quarta nota ao art. VIII. ƒƒ Artigo com redação dada pelo art. O disposto neste artigo será tornado efetivo.c. entidade mantida ou subvencionada pelo Poder Público. 8°. conforme o âmbito nacional. de 13. os Juízes Eleitorais e os servidores públicos requisitados para os órgãos da Justiça Eleitoral que. a simples visita dos candidatos à sede da entidade que recebe subvenção da municipalidade. A proposta orçamentária da Justiça Eleitoral será anualmente elaborada pelo Tribunal Superior. Nos processos-crimes e nos executivos fiscais referentes a cobrança de multas serão pagas custas nos termos do Regimento de Custas de cada Estado.096/1995. sociedade de economia mista. não poderá ser utilizado para beneficiar partido ou organização de caráter político. em virtude de suas funções nos mencionados órgãos. estejam elas incluídas. art. que revogou-lhe o parágrafo único. deste código. Os dispositivos visam coibir o uso efetivo e abusivo de serviços ou dependências de entes públicos ou de entidades mantidas ou subvencionadas pelo poder público. art. 377. 58 da Lei n° 4. art. I. 99 V. mediante representação fundamentada de autoridade pública. municipal. 376. 367. art. diplomado em Direito e de conduta moral irrepreensível. poderão gozá-las no ano seguinte. §§ 1° e 2°. ƒƒ Ac.

297 deste código. a prova de haver prestado tais serviços será levada em consideração para efeito de desempate.504/1997. Feriado nacional. § 2° Persistindo o empate de que trata o parágrafo anterior. 15 de julho de 1965. 99 Refere-se à CF/46. __________ Publicada no DOU de 19. 381. Revogam-se as disposições em Brasília. 36. Res. 77. Serão considerados de relevância os serviços prestados pelos Mesários e componentes das Juntas Apuradoras. e 29. 81. Este Código entrará em vigor 30 dias após a sua publicação. ƒƒ Dispositivo transitório. arts 1°. Art.-TSE s/n°. a validade respectiva dependerá de complementação da chapa conjunta na forma e nos prazos previstos neste Código (Constituição. arts. art. segunda nota ao art. sob pena de configuração do delito previsto no art. 1°. H. caput: fixação de datas para eleição de senador. bem como asseguradas aos empregados as condições necessárias para votar.7. § 3° O disposto neste artigo não se aplica aos membros ou servidores da Justiça Eleitoral. Parágrafo único. Se o registro requerido se referir isoladamente a Presidente ou a VicePresidente da República e a Governador ou Vice-Governador de Estado.422/2006: posicionamento idêntico nas eleições de 2006. 2°. 1°.504/1997.718 e 1. e Lei n° 9. 28. ƒƒ CF/88. 379 Justiça Eleitoral. § 2°: eleições de governador e vice-governador e de deputados distritais coincidentes com a de governadores e de deputados estaduais. arts. deputado federal. e 3°. caput. e 2°. art. terá preferência.-TSE n° 21. 144° da Independência e 77° da República. excetuando-se os estabelecimentos que trabalham no ramo de alimentação e entretenimento. art. com possibilidade de funcionamento do comércio.255/2002: “Funcionamento de shopping center em dia de eleição. Art.719: possibilidade de funcionamento do Art. Impossibilidade de abertura do comércio em geral. deputado distrital e vereador.963/2008: entendimento aplicado nas eleições municipais de 2008 no sentido de haver feriado apenas nos municípios em que se realizar segundo turno. CF/88. § 1° Tratando-se de servidor público. Será feriado nacional o dia em que se realizarem eleições de data fixada pela Constituição Federal. devendo o empregador garantir ao empregado o direito de votar. segundo as normas legais locais. de 22. serão as eleições marcadas para um domingo ou dia já considerado feriado por lei anterior.-TSE n° 22. retificada no DOU de 30. em caso de promoção. 382. ƒƒ Dec. CF/88. com a redação dada pela Emenda Constitucional n° 9). 383. II. Res.1965.-TSE n° 22. § 2°: fixação de datas para eleição de governador e vice-governador e de prefeito e vice-prefeito. Garantia aos funcionários do exercício do voto”. e Lei n° 9. art.1965. o funcionário que tenha servido maior número de vezes. 126 . caput. no dia do referendo de 2005. nas Pet nos 1. 99 V. desde que obedecidas as normas e convenções trabalhistas sobre remuneração e horários de trabalho. deputado estadual. Art. desde que resultante de Convenções partidárias regulares e já registradas ou em processo de registro. ƒƒ Res. caput. define a competência das unidades e as atribuições dos titulares de cargos e funções”.Art. § 1°: fixação de datas para eleição de presidente e vice-presidente da República. para a promoção. 379. § 1°. Esta Lei não altera a situação das candidaturas a Presidente ou Vice-Presidente da República e a Governador ou ViceGovernador de Estado. Art. Lei n° 9.504/1997. depois de observados os critérios já previstos em leis ou regulamentos.7. 32. caput. 380. salvo a ocorrência de outros motivos de ordem legal ou constitucional que as prejudiquem. CASTELLO BRANcO Milton Soares Campos. deste código.10. CÓDIGO ELEITORAL comércio.2005. nos demais casos. contrário.

Constituição Federal .

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a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna. social e cultural dos povos da América Latina. o desenvolvimento. cor. com a solução pacífica das controvérsias. que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente. II – garantir o desenvolvimento nacional. pluralista e sem preconceitos. V – o pluralismo político. promulgamos. destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais. II – a cidadania. VII – solução pacífica dos conflitos. Todo o poder emana do povo. 3° Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I – construir uma sociedade livre. 1° A República Federativa do Brasil. III – a dignidade da pessoa humana. nos termos desta Constituição. na ordem interna e internacional. Art. o Executivo e o Judiciário. II – prevalência dos direitos humanos. o Legislativo. representantes do povo brasileiro. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica. III – autodeterminação dos povos. a seguinte Constituição da República Federativa do Brasil. IV – promover o bem de todos. DOs PRinCÍpiOs FUndaMEntais Art. VIII – repúdio ao terrorismo e ao racismo. Parágrafo único. IX – cooperação entre os povos para o progresso da humanidade. sob a proteção de Deus. IV – não-intervenção. política. o bem-estar.Constituição da República Federativa do Brasil Preâmbulo Nós. 129 Constituição Federal . justa e solidária. independentes e harmônicos entre si. idade e quaisquer outras formas de discriminação. a segurança. IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa. a liberdade. formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal. visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações. 2° São Poderes da União. X – concessão de asilo político. TÍtULO I III – erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais. VI – defesa da paz. sexo. reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático. raça. 4° A República Federativa do Brasil regese nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios: I – independência nacional. Art. Art. V – igualdade entre os Estados. constituise em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I – a soberania. fundada na harmonia social e comprometida. Parágrafo único. sem preconceitos de origem.

à liberdade. atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. a proteção aos locais de culto e a suas liturgias. Art. 130 .504/1997. Res. sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida. VIII – ninguém será privado de direitos por motivo de crença religiosa ou de convicção filosófica ou política. nos termos desta Constituição. 58 da Lei n° 9. sem distinção de qualquer natureza. IV – é livre a manifestação do pensamento. na forma da lei. XVI – todos podem reunir-se pacificamente. artística.251/2010: candidato que exerce a profissão de cantor. sendo vedado o anonimato. científica e de comunicação. independentemente de autorização.-TSE n° 23.Art. nos termos da lei. assegurado o direito a indenização pelo dano material ou moral decorrente de sua violação.-TSE n° 23. 5° TÍtULO II CONSTITUIÇÃO FEDERAL e recusar-se a cumprir prestação alternativa. art. DOs DiREitOs E GaRantias FUndaMEntais DOs DiREitOs E DEvEREs IndividUais E COLEtivOs CAPÍtULO I IX – é livre a expressão da atividade intelectual. VII – é assegurada. V – é assegurado o direito de resposta. salvo se as invocar para eximir-se de obrigação legal a todos imposta XV – é livre a locomoção no território nacional em tempo de paz. por ordem judicial. nos termos seguintes: e obrigações. permanecer ou dele sair com seus bens. XI – a casa é asilo inviolável do indivíduo. à segurança e à propriedade. XIV – é assegurado a todos o acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte. salvo em caso de flagrante delito ou desastre. XVII – é plena a liberdade de associação para fins lícitos. durante o dia. sem armas. ou para prestar socorro. quando necessário ao exercício profissional. a honra e a imagem das pessoas. 5° Todos são iguais perante a lei. sendo apenas exigido prévio aviso à autoridade competente. a vida privada. ƒƒ V. nele entrar. vedada a de caráter paramilitar. independentemente de censura ou licença. nas hipóteses e na forma que a lei estabelecer para fins de investigação criminal ou instrução processual penal. moral ou à imagem. por determinação judicial. nos termos da lei. ƒƒ Res. a prestação de assistência religiosa nas entidades civis e militares de internação coletiva. ninguém nela podendo penetrar sem consentimento do morador. podendo qualquer pessoa. III – ninguém será submetido à tortura nem a tratamento desumano ou degradante. no último caso. porcional ao agravo. em locais abertos ao público. X – são invioláveis a intimidade. desde que não frustrem outra reunião anteriormente convocada para o mesmo local. garantindose aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida. pro- VI – é inviolável a liberdade de consciência e de crença. fixada em lei. ƒƒ V. XII – é inviolável o sigilo da correspondência e das comunicações telegráficas. além da indenização por dano material.241/2010: a exigência de quitação eleitoral para que sentenciados cumprindo penas nos regimes semiaberto e aberto obtenham emprego – sem explícito amparo em lei – representa ofensa a este inciso. XIII – é livre o exercício de qualquer trabalho. ou. I – homens e mulheres são iguais em direitos II – ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei. salvo. ofício ou profissão. à igualdade. de dados e das comunicações telefônicas.

desde que trabalhada pela família. XXIII – a propriedade atenderá a sua função social. têm legitimidade para representar seus filiados judicial ou extrajudicialmente. Art. se houver dano. desapropriação por necessidade ou utilidade pública. dispondo a lei sobre os meios de financiar o seu desenvolvimento. independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. a autoridade competente poderá usar de propriedade particular. sempre que não lhes seja mais favorável a lei pessoal do de cujus. nos termos da lei: a) a proteção às participações individuais em obras coletivas e à reprodução da imagem e voz humanas. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal. ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado. tos industriais privilégio temporário para sua utilização. XXVI – a pequena propriedade rural. XXVII – aos autores pertence o direito ex- clusivo de utilização. à propriedade das marcas. XXXI – a sucessão de bens de estrangeiros situados no País será regulada pela lei brasileira em benefício do cônjuge ou dos filhos brasileiros. aos nomes de empresas e a outros signos distintivos. a de cooperativas independem de autorização. Constituição da República Federativa do Brasil XXX – é garantido o direito de herança. na forma da lei. sendo vedada a interferência estatal em seu funcionamento. XX – ninguém poderá ser compelido a associar-se ou a permanecer associado. assim definida em lei. ou de interesse coletivo ou geral. XXXVI – a lei não prejudicará o direito adquirido. no primeiro caso. quando expressamente autorizadas. que serão prestadas no prazo da lei. bem como proteção às criações industriais. XXXIV – são a todos assegurados. tendo em vista o interesse social e o desenvolvimento tecnológico e econômico do País. XXXV – a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito. XXXVII – não haverá juízo ou tribunal de exceção. ou por interesse social. ressalvados os casos previstos nesta Constituição. publicação ou reprodução de suas obras. assegurada ao proprietário indenização ulterior. aos intérpretes e às respectivas representações sindicais e associativas. 5° b) o direito de fiscalização do aproveitamento econômico das obras que criarem ou de que participarem aos criadores. o trânsito em julgado. XIX – as associações só poderão ser compulsoriamente dissolvidas ou ter suas atividades suspensas por decisão judicial. XXVIII – são assegurados. XXII – é garantido o direito de propriedade. sob pena de responsabilidade. XXIV – a lei estabelecerá o procedimento para XXV – no caso de iminente perigo público. a defesa do consumidor. não será objeto de penhora para pagamento de débitos decorrentes de sua atividade produtiva. exigindo-se. transmissível aos herdeiros pelo tempo que a lei fixar. XXXII – o Estado promoverá. 131 Constituição Federal . b) a obtenção de certidões em repartições públicas. inclusive nas atividades desportivas. XXXIII – todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular.CONSTITUIÇÃO FEDERAL XVIII – a criação de associações e. na forma da lei. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. o ato jurídico perfeito e a coisa julgada. XXIX – a lei assegurará aos autores de inven- XXI – as entidades associativas.

5° XXXVIII – é reconhecida a instituição do júri. c) multa. de acordo com a natureza do delito. c) a soberania dos veredictos. salvo o naturalizado. d) de banimento. XLIV – constitui crime inafiançável e imprescritível a ação de grupos armados. ƒƒ Ac. XXXIX – não há crime sem lei anterior que o defina. LIII – ninguém será processado nem sentenciado senão pela autoridade competente. 84. por eles respondendo os mandantes. de 31. b) de caráter perpétuo. XIX. sob o fundamento de infidelidade partidária. em caso de crime comum. nem pena sem prévia cominação legal. as seguintes: a) privação ou restrição da liberdade. tatória dos direitos e liberdades fundamentais. sujeito à pena de reclusão. até o limite do valor do patrimônio transferido. o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins.233: ato de Presidência de Assembleia Legislativa que nega a suplente o direito à assunção ao cargo de deputado. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e ampla defesa. d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida. nos termos da lei. XLV – nenhuma pena passará da pessoa do condenado. c) de trabalhos forçados. XLIII – a lei considerará crimes inafiançáveis e insuscetíveis de graça ou anistia a prática da tortura.Art. XLI – a lei punirá qualquer discriminação aten- XLVIII – a pena será cumprida em estabelecimentos distintos. podendo evitá-los. praticado antes da naturalização.2009. com os meios e recursos a ela inerentes. o terrorismo e os definidos como crimes hediondos. podendo a obrigação de reparar o dano e a decretação do perdimento de bens ser.-TSE. em processo judicial ou administrativo. se omitirem. estendidas aos sucessores e contra eles executadas. na AC n° 3. salvo em caso de guerra declarada. entre outras. XLIX – é assegurado aos presos o respeito à integridade física e moral. LIV – ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal. nos termos do art. contra a ordem constitucional e o Estado Democrático. LV – aos litigantes. LII – não será concedida extradição de estrangeiro por crime político ou de opinião. na forma da lei. XLVII – não haverá penas: a) de morte. os executores e os que. XLII – a prática do racismo constitui crime inafiançável e imprescritível. com a organização que lhe der a lei. e) suspensão ou interdição de direitos. L – às presidiárias serão asseguradas condições para que possam permanecer com seus filhos durante o período de amamentação.3. consubstancia usurpação da competência da Justiça Eleitoral. nos termos da lei. b) perda de bens. LI – nenhum brasileiro será extraditado. b) o sigilo das votações. ou de comprovado envolvimento em tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. e) cruéis. a idade e o sexo do apenado. salvo para beneficiar o réu. XL – a lei penal não retroagirá. CONSTITUIÇÃO FEDERAL d) prestação social alternativa. civis ou militares. 132 . XLVI – a lei regulará a individualização da pena e adotará. assegurados: a) a plenitude de defesa.

-TSE. salvo nas hipóteses previstas em lei. no prazo legal. requerido diligências ou solicitado o arquivamento de inquérito policial. por tratar-se de garantia constitucional. no ED-AI n° 181917: a queixa-crime em ação penal privada subsidiária somente pode ser aceita caso o representante do Ministério Público não tenha oferecido denúncia. submetido a identificação criminal. com ou sem fiança. à soberania e à cidadania. definidos em lei. 99 Lei n° 12. LXX – o mandado de segurança coletivo pode ser impetrado por: 99 Ac. LXVIII – conceder-se-á habeas corpus sem- LIX – será admitida ação privada nos crimes de ação pública. b) organização sindical.2011. Ac.CONSTITUIÇÃO FEDERAL LVI – são inadmissíveis. salvo a do responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia e a do depositário infiel. 5° LXVI – ninguém será levado à prisão ou nela Constituição da República Federativa do Brasil LVII – ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória.-TSE. LXXII – conceder-se-á habeas data: LXV – a prisão ilegal será imediatamente relaxada pela autoridade judiciária. no MS n° 100250: ilegitimidade da Defensoria Pública para a impetração. as provas obtidas por meios ilícitos. pre que alguém sofrer ou se achar ameaçado de sofrer violência ou coação em sua liberdade de locomoção. ƒƒ Ac. prevista neste inciso. mantido. não amparado por habeas corpus ou habeas data. por ilegalidade ou abuso de poder.2010. salvo nos casos de transgressão militar ou crime propriamente militar. de 24. LXIX – conceder-se-á mandado de segu- rança para proteger direito líquido e certo.016/2009: “Disciplina o mandado de segurança individual e coletivo e dá outras providências”. Art. entre os quais o de permanecer calado. se esta não for intentada no prazo legal. delito ou por ordem escrita e fundamentada de autoridade judiciária competente. de 29. em defesa dos interesses de seus membros ou associados. LXI – ninguém será preso senão em flagrante LXII – a prisão de qualquer pessoa e o local a) partido político com representação no Congresso Nacional.295/2003: cabimento de ação penal privada subsidiária no âmbito da Justiça Eleitoral.-TSE n° 21. LX – a lei só poderá restringir a publicidade dos atos processuais quando a defesa da intimidade ou o interesse social o exigirem. onde se encontre serão comunicados imediatamente ao juiz competente e à família do preso ou à pessoa por ele indicada. entidade de classe ou associação legalmente constituída e em funcionamento há pelo menos um ano.9. no processo. LXXI – conceder-se-á mandado de injunção sempre que a falta de norma regulamentadora torne inviável o exercício dos direitos e liberdades constitucionais e das prerrogativas inerentes à nacionalidade. LXIV – o preso tem direito à identificação dos responsáveis por sua prisão ou por seu interrogatório policial. sendo-lhe assegurada a assistência da família e de advogado. quando o responsável pela ilegalidade ou abuso de poder for autoridade pública ou agente de pessoa jurídica no exercício de atribuições do Poder Público. LXIII – o preso será informado de seus direitos. 133 Constituição Federal LVIII – o civilmente identificado não será LXVII – não haverá prisão civil por dívida. . nota ao inciso anterior. 99 V. quando a lei admitir a liberdade provisória.2.

em dois turnos. em caso de desemprego involuntário. b) para a retificação de dados. nos termos de lei complementar. em cada Casa do Congresso Nacional. dentre outros direitos. sobre direitos humanos que forem aprovados. no âmbito judicial e administrativo. II – seguro-desemprego. 1° da EC n° 45/2004. ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural. fixado em lei. salvo comprovada má-fé. na forma da lei. LXXIV – o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita aos que comprovarem insuficiência de recursos. a saúde. III – fundo de garantia do tempo de serviço. a assistência aos desamparados. a moradia. os atos necessários ao exercício da cidadania. CONSTITUIÇÃO FEDERAL decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados. § 4° O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. na forma desta Constituição. alimentação. § 3° Os tratados e convenções internacionais LXXIII – qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe. constantes de registros ou bancos de dados de entidades governamentais ou de caráter público. ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. o lazer. nacionalmente unificado. e. o trabalho. educação. quando não se prefira fazê-lo por processo sigiloso. com ƒƒ Lei n° 9. vestuário. transporte e previdência social. 6° com redação dada pelo art. a previdência social. 6° a) para assegurar o conhecimento de informações relativas à pessoa do impetrante. LXXVI – são gratuitos para os reconhe- a alimentação. 1° da EC n° 45/2004. DOs DiREitOs SOCiais CAPÍtULO II Art. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. ƒƒ Art. corpus e habeas data. LXXVIII – a todos. serão equivalentes às emendas constitucionais. saúde. à moralidade administrativa. que preverá indenização compensatória. ƒƒ Inciso acrescido pelo art. na forma da lei: a) o registro civil de nascimento. § 1° As normas definidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. a segurança. dispondo sobre a gratuidade dos atos necessários ao exercício da cidadania”. isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência. IV – salário mínimo. além de outros que visem à melhoria de sua condição social: I – relação de emprego protegida contra despedida arbitrária ou sem justa causa. capaz de atender a suas necessidades vitais básicas e às de sua família com moradia. § 2° Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros 134 . 7° São direitos dos trabalhadores urbanos e rurais. 1° da EC n° 45/2004. 6° São direitos sociais a educação. b) a certidão de óbito.265/1996: “Regulamenta o inciso LXXVII do art. judicial ou administrativo. LXXVII – são gratuitas as ações de habeas Art. LXXV – o Estado indenizará o condenado por erro judiciário. assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença. higiene. lazer. 1° da EC n° 64/2010. são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. 5° da Constituição. ficando o autor. a proteção à maternidade e à infância.Art. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. por três quintos dos votos dos respectivos membros. cidamente pobres.

um terço a mais do que o salário normal. ƒƒ Inciso XII com redação dada pelo art. em cinqüenta por cento à do normal. com prazo prescricional de cinco anos para os trabalhadores urbanos e rurais. XVIII – licença à gestante. por meio de normas de saúde. XIII – duração do trabalho normal não supe- XXVI – reconhecimento das convenções e acordos coletivos de trabalho. e. na forma da lei. participação na gestão da empresa. XXV – assistência gratuita aos filhos e dependentes desde o nascimento até 5 (cinco) anos de idade em creches e pré-escolas. XXIII – adicional de remuneração para as ati- XXIV – aposentadoria. XXVII – proteção em face da automação. sem prejuízo do emprego e do salário. sendo no mínimo de trinta dias. insalubres ou perigosas. quanto aos créditos resultantes das relações de trabalho. mínimo. XIV – jornada de seis horas para o trabalho XV – repouso semanal remunerado. salvo o disposto em convenção ou acordo coletivo. vidades penosas. nos termos da lei. até o limite de dois anos após a extinção do contrato de trabalho. na forma da lei. facultada a compensação de horários e a redução da jornada. para os que percebem remuneração variável. nos termos fixados em lei. 1° da EC n° 20/1998. com a duração de cento e vinte dias. VII – garantia de salário. excepcionalmente. salvo negociação coletiva. Constituição da República Federativa do Brasil . 1° da EC n° 53/2006. desvinculada da remuneração.CONSTITUIÇÃO FEDERAL reajustes periódicos que lhe preservem o poder aquisitivo. ou resultados. ƒƒ Inciso XXIX com redação dada pelo art. rencialmente aos domingos. sem excluir a indenização a que este está obrigado. 7° XVII – gozo de férias anuais remuneradas com. Art. ƒƒ Inciso XXV com redação dada pelo art. mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho. quando incorrer em dolo ou culpa. a cargo do empregador. conforme definido em lei. XI – participação nos lucros. XIX – licença-paternidade. mediante incentivos específicos. VIII – décimo terceiro salário com base na remuneração integral ou no valor da aposentadoria. no mínimo. V – piso salarial proporcional à extensão e à complexidade do trabalho. higiene e segurança. nunca inferior ao XX – proteção do mercado de trabalho da mulher. constituindo crime sua retenção dolosa. XXI – aviso prévio proporcional ao tempo de serviço. XXIX – ação. 1° da EC n° 28/2000. XXVIII – seguro contra acidentes de trabalho. prefeXVI – remuneração do serviço extraordinário superior. pelo menos. realizado em turnos ininterruptos de revezamento. nos termos da lei. XXII – redução dos riscos inerentes ao trabalho. 135 Constituição Federal VI – irredutibilidade do salário. IX – remuneração do trabalho noturno superior à do diurno. XII – salário-família pago em razão do dependente do trabalhador de baixa renda nos termos da lei. sendo vedada sua vinculação para qualquer fim. X – proteção do salário na forma da lei. rior a oito horas diárias e quarenta e quatro semanais.

Art. XV. 8° É livre a associação profissional ou sindical. inclusive em questões judiciais ou administrativas. atendidas as condições que a lei estabelecer. IV – a assembléia geral fixará a contribuição que. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. Art. 8° a) (Revogada pelo art. 1° da EC n° 20/1998. XXXII – proibição de distinção entre traba- XXXIII – proibição de trabalho noturno. é assegurada a eleição de um 136 . em qualquer grau. até um ano após o final do mandato. cor ou estado civil. na mesma base territorial. XVII. idade. será descontada em folha. Parágrafo único. salvo se cometer falta grave nos termos da lei. Nas empresas de mais de duzentos empregados. XXXI – proibição de qualquer discriminação no tocante a salário e critérios de admissão do trabalhador portador de deficiência. não podendo ser inferior à área de um Município. Art.Art. 10. 1° da EC n° 28/2000). Art. XXX – proibição de diferença de salários. XXXIV – igualdade de direitos entre o trabalhador com vínculo empregatício permanente e o trabalhador avulso. ƒƒ Inciso XXXIII com redação dada pelo art. São assegurados à categoria dos trabalhadores domésticos os direitos previstos nos incisos IV. salvo na condição de aprendiz. independentemente da contribuição prevista em lei. 1° da EC n° 28/2000). 11. se eleito. para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. bem como a sua integração à previdência social. I – a lei não poderá exigir autorização do Es- II – é vedada a criação de mais de uma organização sindical. técnico e intelectual ou entre os profissionais respectivos. que será definida pelos trabalhadores ou empregadores interessados. É assegurada a participação dos tra- balhadores e empregadores nos colegiados dos órgãos públicos em que seus interesses profissionais ou previdenciários sejam objeto de discussão e deliberação. V – ninguém será obrigado a filiar-se ou a manter-se filiado a sindicato. competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender. XVIII. representativa de categoria profissional ou econômica. 9° É assegurado o direito de greve. § 1° A lei definirá os serviços ou atividades essenciais e disporá sobre o atendimento das necessidades inadiáveis da comunidade. CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – ao sindicato cabe a defesa dos direitos e interesses coletivos ou individuais da categoria. VIII. ressalvado o registro no órgão competente. As disposições deste artigo aplicam-se à organização de sindicatos rurais e de colônias de pescadores. b) (Revogada pelo art. vedadas ao Poder Público a interferência e a intervenção na organização sindical. lho manual. XXI e XXIV. Parágrafo único. § 2° Os abusos cometidos sujeitam os responsáveis às penas da lei. ainda que suplente. a partir de quatorze anos. em se tratando de categoria profissional. VIII – é vedada a dispensa do empregado sindicalizado a partir do registro da candidatura a cargo de direção ou representação sindical e. XIX. VI. VI – é obrigatória a participação dos sindicatos nas negociações coletivas de trabalho. observado o seguinte: tado para a fundação de sindicato. perigoso ou insalubre a menores de dezoito e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos. VII – o aposentado filiado tem direito a votar e ser votado nas organizações sindicais.

salvo nos casos previstos nesta Constituição. 12 em favor dos brasileiros. em qualquer tempo.122: inexigência de apresentação de portaria do Ministério da Justiça no momento do registro de candidato. pela nacionalidade brasileira. de 12. O art. II – naturalizados: a) os que. O gozo de direitos políticos no Estado de residência importa na suspensão do exercício dos mesmos direitos no Estado da nacionalidade”.CONSTITUIÇÃO FEDERAL representante destes com a finalidade exclusiva de promover-lhes o entendimento direto com os empregadores. salvo os casos previstos nesta Constituição. A igualdade quanto aos direitos políticos não abrange as pessoas que. 3.9. ƒƒ Alínea com redação dada pela ECR n° 3/1994. ƒƒ Dec. Da NaCiOnaLidadE Art. no REspe n° 29. de pai brasileiro ou mãe brasileira. São brasileiros: Constituição da República Federativa do Brasil . Ac. permite o deferimento superveniente desse pedido. O gozo de direitos políticos por brasileiros em Portugal e por portugueses no Brasil só será reconhecido aos que tiverem três anos de residência habitual e depende de requerimento à autoridade competente. CAPÍtULO III I – natos: a) os nascidos na República Federativa do Brasil. n° 70. adquiram a nacionalidade brasileira. b) os estrangeiros de qualquer nacionalidade residentes na República Federativa do Brasil há mais de quinze anos ininterruptos e sem condenação penal. ƒƒ Res. cargos: § 3° São privativos de brasileiro nato os I – de Presidente e Vice-Presidente da República. 1° da EC n° 54/2007.-TSE. § 2° A lei não poderá estabelecer distinção entre brasileiros natos e naturalizados. c) os nascidos no estrangeiro de pai brasileiro ou de mãe brasileira. serão atribuídos os direitos inerentes ao brasileiro. desde que requeiram a nacionalidade brasileira.391/1972. desde que qualquer deles esteja a serviço da República Federativa do Brasil.436/1972 e regulamentada pelo Dec. 78 revoga a Convenção sobre Igualdade de Direitos e Deveres entre Brasileiros e Portugueses aprovada pelo Dec. n° 70. na forma da lei.11. ƒƒ Ac.-TSE. 12. no Estado da nacionalidade. sobre o “Estatuto de Igualdade entre Brasileiros e Portugueses” e cujo art.195/1972: “Instruções que regulamentam a situação dos que hajam adquirido o gozo dos direitos políticos nos termos da Convenção sobre Igualdade de Direitos e Deveres entre Brasileiros e Portugueses”. ƒƒ Alínea com redação dada pelo art. 2. desde que sejam registrados em repartição brasileira competente ou venham a residir na República Federativa do Brasil e optem. ƒƒ Parágrafo com redação dada pela ECR n° 3/1994.2008. que dispõe. houverem sido privadas de direitos equivalentes. se houver reciprocidade 137 Constituição Federal Art. entre a República Federativa do Brasil e a República Portuguesa. exigidas aos originários de países de língua portuguesa apenas residência por um ano ininterrupto e idoneidade moral. n° 3. celebrado em Porto Seguro em 22 de abril de 2000”. pois a posse do título de eleitor gera presunção de que tal documento tenha sido apresentado no alistamento eleitoral. depois de atingida a maioridade. ainda que prolatada em momento posterior ao pedido de registro de candidatura. de 29.927/2001: “Promulga o Tratado de Amizade. § 1° Aos portugueses com residência permanente no País. b) os nascidos no estrangeiro.2006. n° 3.-TSE n° 9. 17 do Dec. Cooperação e Consulta. entre outros temas. desde que estes não estejam a serviço de seu país.200: a sentença judicial homologatória da opção pela nacionalidade brasileira possui efeitos ex tunc e. no RO n° 1.927/2001 dispõe: “1. ainda que de pais estrangeiros.

ƒƒ Lei n° 9.709/1998: “Regulamenta a execução do disposto nos incisos I.9. ao brasileiro residente em Estado estrangeiro. entre outras condições. § 2° Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e. II – referendo. em virtude de atividade nociva ao interesse nacional. § 3° São condições de elegibilidade. nos termos da lei. § 1° São símbolos da República Federativa do Brasil a bandeira. V – da carreira diplomática. casos: II – adquirir outra nacionalidade.920/2004: “Dispõe sobre o alistamento eleitoral e o voto dos cidadãos portadores de deficiência.504/1997. que o candidato tenha quitação eleitoral (inciso VI). Art. II e III do art. salvo nos ƒƒ Inciso com redação dada pela ECR n° 3/1994. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ V. VI – de oficial das Forças Armadas.-TSE n° 15.Art.850/1989: a palavra “conscritos” constante deste dispositivo alcança também aqueles matriculados nos órgãos de formação de reserva e os médicos. I – plebiscito. nota ao art. IV – de Ministro do Supremo Tribunal Federal. pela norma estrangeira. 14 da Constituição Federal”. o hino. os conscritos. II – facultativos para: a) os analfabetos.2010. ƒƒ Alíneas a e b acrescidas pela ECR n° 3/1994.-TSE n° 21. § 1°. A língua portuguesa é o idioma oficial da República Federativa do Brasil. no REspe n° 190323: as condições de elegibilidade não estão previstas somente neste parágrafo. estabelece. III – iniciativa popular.-TSE. b) de imposição de naturalização. de 15. DOs DiREitOs POLÍtiCOs CAPÍtULO IV Art. farmacêuticos e veterinários que prestam serviço militar inicial obrigatório. §§ 7° ao 9°. 14. o Distrito Federal e os Municípios poderão ter símbolos próprios. do brasileiro que: § 4° Será declarada a perda da nacionalidade I – tiver cancelada sua naturalização. como condição para permanência em seu território ou para exercício de direitos civis. 11. mas também na Lei n° 9. desta Constituição. na forma da lei: ƒƒ V. com valor igual para todos. § 4°. tença judicial. cuja natureza e situação impossibilitem ou tornem extremamente oneroso o exercício de suas obrigações eleitorais”. VII – de Ministro de Estado da Defesa. durante o período do serviço militar obrigatório. inciso II. a qual. 60. as armas e o selo nacionais. c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. ƒƒ Res. da Lei n° 9. b) os maiores de setenta anos. 13. ƒƒ Ac.504/1997. dentistas. mediante: 138 . A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto. e. III – de Presidente do Senado Federal. 13 II – de Presidente da Câmara dos Deputados. por sen- § 1° O alistamento eleitoral e o voto são: I – obrigatórios para os maiores de dezoito anos. § 2° Os Estados. 99 Res. 11. ƒƒ Inciso acrescido pela EC n° 23/1999. a) de reconhecimento de nacionalidade originária pela lei estrangeira. art. no art.

-TSE. em razão da inaplicabilidade desse regime jurídico aos agentes políticos. I – a nacionalidade brasileira. mas sim frações de um mesmo período de mandato.10. aos vice-governadores e aos vice-prefeitos. os Gover- nadores de Estado e do Distrito Federal. de 17.2011. 224 do CE/65 não afasta a inelegibilidade daquele que exerceu a chefia do Poder Executivo por dois períodos consecutivos. de 28. pode candidatar-se à reeleição. ascende à titularidade. de 27. ƒƒ Ac.2010.12. os Prefeitos e quem os houver sucedido ou substituído no curso dos mandatos poderão ser reeleitos para um único período subseqüente. de 29. uma vez que se interpreta o acesso anterior ao cargo do titular como se derivasse de eleição específica”.4. II – o pleno exercício dos direitos políticos. desvinculadas de partido. solução que se estende ao vice-presidente da República. afastar-se temporariamente do cargo para disputa do pleito mediante licença para atividade política prevista no art. art.5. por força de liminar. de 7.2008.-TSE. no AgR-REspe n° 4198006 e Ac. no REspe n° 442363: a apresentação das contas de campanha é suficiente para se obter quitação eleitoral. no REspe n° 34. Ac.-TSE n° 21.2008. regulamenta os arts. 86 da Lei n° 8. b) trinta anos para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal.539: a inelegibilidade de chefe do Poder Executivo para exercício de terceiro mandato consecutivo para esse mesmo cargo estende-se a todos os níveis da Federação. ƒƒ Ac. III – o alistamento eleitoral. para um único período subsequente.757/2008: “O vice-prefeito que substituiu o titular nos seis meses anteriores ao pleito e foi eleito prefeito no período subseqüente não poderá concorrer à reeleição.-TSE. também do vice-presidente da República. § 4° São inelegíveis os inalistáveis e os analfabetos. Vice-Prefeito e juiz de paz.-TSE. no AgR-REspe n° 35. ƒƒ Res. parágrafo anterior e suas notas. assume a chefia do Poder Executivo em caráter substitutivo por exíguo período de tempo e. Prefeito. no AgR-REspe n° 224358: ausência de previsão de candidaturas avulsas. c) vinte e um anos para Deputado Federal. de 2. ƒƒ V.880.507 e 32. § 5° O Presidente da República.9.096/1995: “Dispõe sobre partidos políticos. nos REspe nos 32. Deputado Estadual ou Distrital.-TSE. V – a filiação partidária. sendo possível concorrer aos cargos eletivos somente os filiados que tiverem sido escolhidos em convenção partidária. na eleição imediatamente seguinte. 17 e 14. não havendo que se falar em terceiro mandato consecutivo. no REspe n° 31. 11. ƒƒ Res. de 18. Ac. sucessivamente.993/2005: a renovação da eleição preconizada no art. § 2°: “A idade mínima constitucionalmente estabelecida como condição de elegibilidade é verificada tendo por referência a data da posse”.-TSE n° 22. candidato à reeleição.12.952/1997: reelegibilidade.” ƒƒ Res. IV – o domicílio eleitoral na circunscrição.2010.-TSE.-TSE n° 23. d) dezoito anos para Vereador. ƒƒ Res. da Constituição Federal”.-TSE. no REspe n° 62796: “o exercício do cargo de forma interina e. Art. inciso V. sendo desnecessária sua aprovação. Constituição da República Federativa do Brasil VI – a idade mínima de: ƒƒ Lei n° 9. em razão de mandato tampão não constitui dois mandatos sucessivos. inexigibilidade de desincompatibilização dos titulares para disputarem a reeleição. ƒƒ Lei n° 9. ƒƒ Ac.053/2009: impossibilidade de chefe do Poder Executivo.560 e. a) trinta e cinco anos para Presidente e Vice-Presidente da República e Senador. de 28.2008. 14 ƒƒ Parágrafo com redação dada pela EC n° 16/1997.504/1997.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac.043: vice que.2010. dos vice-governadores e dos vice-prefeitos.112/1990. § 3°.-TSE n° 19. 139 Constituição Federal .9. no sistema eleitoral vigente.10.2010.

-STF n° 18/2009: “A dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal. de 6.-TSE n° 22.723 a 1.043/2001. para a inatividade. de 7. 86 do CE/65.-TSE n° 193/1998. eis que na data da promulgação da CF/88 não havia previsão de reeleição para cargos do Poder Executivo.-TSE. mesmo em se tratando de eleição suplementar.-TSE n° 23.087/2009: possibilidade de cônjuges. 142. ƒƒ V. atendidas as seguintes condições: ƒƒ CE/65.2011. nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito. Res. § 3°. o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Ac. de 18. 14. o Presidente da República. no REspe n° 29.727 (união estável e concubinato).2008.2003. art. se eleito. a fim de proteger a probidade 140 . Ac. § 7°. ƒƒ Res.4. arts. no REspe n° 25. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes de chefe do Executivo para cargo diverso. passará automaticamente. 99 Ac. no RE n° 344.-TSE n os 21.2006. desta Constituição. de concubinato e de casamento.-STF.775/2008.442/2001 e Ac. submetem-se à regra de inelegibilidade prevista no art. e 98. de 20. no REspe n° 5410103: o vínculo de relações socioafetivas.595 (relações de parentesco). ƒƒ LC n° 64/1990. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes do chefe do Executivo para o mesmo cargo do titular.2004. que diz respeito à hipótese em que um dos cônjuges ocupa cargo eletivo. § 7° São inelegíveis. desde que. no REspe n° 303157: incidência deste parágrafo. sobre a condição de todos os postulantes aos cargos postos em disputa. arts. candidatarem-se aos cargos de prefeito e vice-prefeito. ƒƒ Ac. à semelhança do que ocorre com os de relação estável. não se estendendo aos respectivos suplentes. V.661/2004 e 21. 1. os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até seis meses antes do pleito.2010. deverá afastar-se da atividade. nos termos do art.406/2004. ƒƒ Ac.-STF.459: aplicação apenas aos titulares de cargo eletivo e candidatos à reeleição. § 9° Lei complementar estabelecerá outros casos de inelegibilidade e os prazos de sua cessação. de 15. art.-TSE nos 3. 1°. § 8° O militar alistável é elegível. sem mitigação.-TSE n° 19. § 2°: “O vice-presidente. 14 § 6° Para concorrerem a outros cargos. em razão de sua influência na realidade social. não afasta a inelegibilidade prevista no § 7° do art. desde que este se afaste definitivamente até seis meses antes da eleição.599/2007. o vice-governador e o vice-prefeito poderão candidatar-se a outros cargos. 1. deputados federais e estaduais e vereadores. 5°.-TSE. ƒƒ CC/2002. será agregado pela autoridade superior e. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.-TSE n° 24. sem que tal situação configure a inelegibilidade prevista neste dispositivo.564/2004: “Os sujeitos de uma relação estável homossexual. I – se contar menos de dez anos de serviço.-TSE. 99 Ac. de forma a corresponder à área de atuação do titular do Poder Executivo. 99 Ac.591 a 1. no curso do mandato. 21.882.6. no RE n° 409. não tenham sucedido ou substituído o titular”.Art.4. de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos seis meses anteriores ao pleito.730: o vocábulo jurisdição deve ser interpretado no sentido de circunscrição. ƒƒ Súv.422/2001 e Ac. quando este for reelegível e tiver se afastado definitivamente do cargo até seis meses antes da eleição.-TSE n os 22. inclusive para fins da inelegibilidade prevista neste parágrafo. de 11. no ato da diplomação.9. do Presidente da República. do Distrito Federal. 19. 1°. art. da Constituição Federal”. § 1°.508/2003 e Ac. 14 da Constituição Federal”. gera direitos e deveres inerentes ao parentesco. Res. no território de jurisdi- ção do titular.-TSE. não detentores de mandato eletivo.11. Res. de Governador de Estado ou Território. parágrafo único. ƒƒ LC n° 64/1990. II – se contar mais de dez anos de serviço. preservando os seus mandatos respectivos.2. até o segundo grau ou por adoção.336: a ressalva diz respeito à reeleição de senadores.

no REspe n° 28. e Res.-TSE. Ac.8.-TSE.2010. tendente a comprometer a legitimidade do pleito (Ac. 99 Ac. não se restringe àquela sucedida no exato momento da votação ou da apuração dos votos. ƒƒ Ac.2009. com possibilidade de influenciar sua vontade no momento do voto. esta considerada no sentido coloquial).-TSE n° 888/2005). no AgR-AI n° 254928: existência de litisconsórcio passivo necessário entre o titular e o vice. de 20.-TSE n° 22. no REspe n° 191868: impossibilidade de se vincular a procedência de AIME. a moralidade para o exercício do mandato. cargo ou emprego na administração direta ou indireta.2.-TSE. Impossibilidade de indeferimento de pedido de registro de candidatura com fundamento exclusivo na existência de ações judiciais em curso contra candidato.2010.8. de 8.-TSE.265/1996.842/2008: necessidade de lei complementar para regulamentação da inelegibilidade por vida pregressa. RCED e AIME).5. no AgR-REspe n° 35. de 13. nas ações eleitorais em que é prevista a pena de cassação de registro.8. com as alterações dadas pela LC n° 135/2010: “Estabelece.-TSE n° 3.522.737: configuração de abuso do poder econômico. no RO n° 2.-STF.661/2004). Descabimento da ação: Ac.-TSE. podendo-se configurar. ƒƒ Ac. de 13. no RO n° 1.CONSTITUIÇÃO FEDERAL administrativa.4.-TSE nos 4. ƒƒ Ac. Ac. e a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou o abuso do exercício de função.2008.725 e Ac. considerada a vida pregressa do candidato. casos de inelegibilidade. no REspe n° 27. Súm.2007. 1°.040 (abuso de poder político que consista em “conduta configuradora de abuso de poder econômico ou corrupção”. 99 Conceito de fraude para os fins deste parágrafo: é aquela que tem reflexos na votação ou na apuração de votos (Ac. representação.-TSE. corrupção ou fraude. de 9.311/2004 e 4. no AgR-REspe n° 39974: necessidade de verificar a potencialidade lesiva do ato ilícito. Ac. quando há coação de eleitores a fim de que votem em candidato à reeleição. de acordo com o art. 14 candidato. ƒƒ Ac. na ADPF n° 144.3.3. apto a viciar a vontade do eleitorado. prazos de cessação e determina outras providências”. 14. § 9°. O mandato eletivo poderá ser impugna- do ante à Justiça Eleitoral no prazo de quinze dias contados da diplomação.2007. de 31. ƒƒ Parágrafo com redação dada pela ECR n° 4/1994. IV: gratuidade das ações de impugnação de mandato eletivo.-TSE. no REspe n° 28.697 e Ac. instruída a ação com provas de abuso do poder econômico.2010.-TSE n° 4.335: (“Alegações genéricas. no ED-AI n° 265320: afastamento de alegação de fraude se o último ato de propaganda eleitoral realizado pelo candidato originário tiver ocorrido antes do pedido de substituição de sua candidatura.2010. Ac.2006. no REspe n° 36.009/2001). art. ƒƒ LC n° 64/1990. diploma ou mandato (AIJE.420. impossibilidade de emenda à inicial e consequente extinção do feito sem resolução de mérito se o prazo para a propositura de AIME tiver decorrido sem inclusão do vice no polo passivo da demanda. ao resultado positivo ou negativo de exame técnico sobre as contas de campanha de 141 Constituição Federal . favorecendo candidato ou prejudicando seu adversário (Ac. de 12.4. de 22.-TSE. Art.4. ƒƒ Cabimento da ação: Ac. desnecessidade de comprovação do nexo de causalidade para a configuração do abuso de poder econômico.-TSE n° 1.2011.-TSE. também.069.TSE n° 13/1996. de 11. sem imputação direta aos réus de conduta tendente a iludir eleitores para obtenção de resultado favorável no pleito por meio de fraude”). ƒƒ Lei n° 9. Ac.171/2003 Constituição da República Federativa do Brasil § 10.10. de 28.-TSE n° 893/2005 (boca de urna e captação ilícita de sufrágio).-TSE. de 4.2008.2010. sob pena de serem excluídos sumariamente de programa social.3. no caso de apuração da captação ilícita de sufrágio – espécie do gênero corrupção – em sede de AIME. da Constituição Federal. ƒƒ Ac. bem como quando há contratação de cabos eleitorais para obrigar eleitores a retirar a propaganda de adversário e a realizar propaganda do candidato impugnado. no Ag n° 6.276/2003 (captação ilícita de sufrágio). por qualquer artifício ou ardil que induza o eleitor a erro. fundada em abuso de poder econômico. de 17.9.2011.-TSE. de 6.

2006. no RMS n° 466.208 (abuso de poder político ou de autoridade stricto sensu). A ação de impugnação de mandato tramitará em segredo de justiça. de 29.-TSE.-TSE n° 23. no Ag n° 8. ƒƒ Ac. cuja perda ou suspensão só se dará nos casos de: 99 DL n° 201/1967. ƒƒ Ac.6. 1. de 25. de 10. 15.2008). do CPC. 22 da LC n° 64/1990 para ajuizamento da ação. em AIME. até a sentença.10.916 e. 142 . 184. Ilegitimidade ativa: Ac.2009.649: incidência do art. ocorrida no DJ de 3.378 (duplicidade de filiação partidária).9. de 6.Art.502.-TSE n° 498/2001 (eleitor). 24.291/2003 (pesquisa eleitoral). no RE n° 179.2008. de 23.2.2008.-TSE. de 18. formularam pedido de provas e indicaram testemunhas a serem ouvidas. 41-A da Lei n° 9. 12.-TSE.4.1995.226.839: incidência do art. no Ag n° 6. no REspe n° 462673364: desnecessidade de o vice ingressar na lide na condição de litisconsorte passivo necessário. Ac. de 31. de 26.2009.869 (utilização indevida dos meios de comunicação social).276: “Estando a diplomação suspensa de fato e de direito.-TSE n° 21. de 2.10.2006. Ac.046/1990 (recontagem de votos).-TSE.595/1996 (inelegibilidade).-TSE. 15 (condutas vedadas a agentes públicos).5.085/1999 (corrupção administrativa).2007. no REspe n° 35. na forma da lei. ƒƒ Ac.-TSE.2008.443: aplica-se o rito ordinário previsto na LC n° 64/1990 para o registro de candidaturas. no REspe n° 28.-STF.055 e. quando ocorrer cassação dos direitos políticos ou condenação por crime funcional ou eleitoral. 6°. de 26.363/1995 e 12. à míngua de previsão neste dispositivo. I – cancelamento da naturalização por sentença transitada em julgado.677.-TSE. observando-se subsidiariamente o CPC.9.-TSE.121: segundo colocado em pleito majoritário possui interesse jurídico para recorrer em ação de impugnação de mandato eletivo proposta pelo Ministério Público Eleitoral. Ac.2008.-TSE. prorrogando-se o termo final para o primeiro dia útil seguinte caso recaia em feriado ou dia em que não haja expediente normal no Tribunal. de 2. ƒƒ Legitimidade ativa: Ac.863/1999 e 21.12. ƒƒ Ac. enquanto durarem seus efeitos.2. Ac. no REspe n° 35.6.2009.2.186: impossibilidade de aplicação da multa prevista no art. I.-TSE. se tanto os autores como os réus. É vedada a cassação de direitos polí- ticos. de 31. mas seu julgamento é público. no REspe n° 25. Ac.4. § 1°.2008. se temerária ou de manifesta má-fé. Ac.10.2008. seja pela possibilidade de ascensão à chefia do Poder Executivo. no REspe n° 1627288: indispensabilidade da instrução do processo. art. ƒƒ Ac. 16. inclusive plantões para atendimento de casos urgentes.835/1994.2011.-TSE. no tocante ao prazo para propositura de AIME.806/2005 (condição de elegibilidade). Art. e Res.939. III – condenação criminal transitada em julgado.3.-TSE n° 21. no Ag n° 8. e art. de 14. suspende-se a fluência do prazo para o ajuizamento da AIME até que sejam restabelecidos os efeitos daquela”. no caso de chapa majoritária una (nova orientação jurisprudencial válida para as ações que pudessem importar em cassação de mandato propostas após a publicação do Ac. de 31.-TSE nos 11. Ac. 8°. no REspe n° 28. de 13. respondendo o autor. no REspe n° 28.2011.-TSE.-TSE no ERCEd n° 703. seja pela legitimação conferida a candidato pelo art.634/2004 e Ac.2009. de 8.-TSE n° 31/1998 e Res. de 7. 99 Ac.919/1994 e 11. 224 do CE/65 em sede de ação de impugnação de mandato eletivo.283/2002: deve ser processada em segredo de justiça.2. no REspe n° 32. por determinação judicial. 21. ƒƒ Ac. 11.2007.-TSE. no MS n° 3.6.218/2003 (pessoas elencadas no art. no REspe n° 28. ƒƒ Rito: Res.241/2010: autoaplicabilidade deste dispositivo. 22 da LC n° 64/1990).2006.-TSE. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac.12. I: extinção do mandato de prefeito e de vereador declarado pelo presidente da Câmara.504/1997 na hipótese de procedência de ação de impugnação de mandato eletivo. no REspe n° 29. § 11.4. Ac. no REspe n° 26. de 17.-TSE. II – incapacidade civil absoluta.

17 V – improbidade administrativa. o pluripartidarismo. Ac.685: aplicação deste dispositivo também a emenda constitucional.10.2008.-TSE n° 22. 5°. de certidões que reflitam a suspensão de direitos políticos. organização e funcionamento e para adotar os IV – recusa de cumprir obrigação a todos imposta ou prestação alternativa. 16 da CF/88.027/1996. IV – funcionamento parlamentar de acordo com a lei. da Constituição Federal”. com a redação dada pelo art.193/2006: aplicação deste dispositivo quando imposta medida de segurança.-TSE. no MS n° 3.338/1999. a natureza da pena. os direitos fundamentais da pessoa humana e observados os seguintes preceitos: ƒƒ Lei n° 9.4.5.390: a suspensão dos direitos políticos decorrente de condenação criminal não se confunde com o disposto no art. no RE n° 633703. nos termos do art. na ADI n° 3. pela Justiça Eleitoral. Ac. pelos crimes nela elencados. ƒƒ LC n° 64/1990.-TSE n° 22. III – prestação de contas à Justiça Eleitoral.2009.096/1995: “Dispõe sobre partidos políticos.-TSE. resguardados a soberania nacional. de 13.2010.-TSE n° 23. de 22. incorporação e extinção de partidos políticos. é irrelevante a espécie de crime.3. 143 Constituição Federal .2011. independendo de reabilitação ou de prova de reparação dos danos”. Art.803 e Res. ƒƒ Artigo com redação dada pela EC n° 4/1993. possibilidade de fornecimento.10. 17 e 14.241/2010: a suspensão dos direitos políticos prevista neste dispositivo constitucional é efeito automático da condenação criminal transitada em julgado. 302/1998. Constituição da República Federativa do Brasil DOs PaRtidOs POLÍtiCOs CAPÍtULO V Art. ƒƒ Res.-STF. e. 252/2003 e Ac. 1°. 44. 15. no REspe n° 35. I.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac. de 6. 37.293/1996: incidência.3. ƒƒ CC/2002: art.2006. e art. não se aplicando à eleição que ocorra até um ano da data de sua vigência. independentemente de declaração expressa ou de qualquer outro procedimento à sua aplicação. 17. de 3. ƒƒ Ac. É livre a criação.2011. ainda. o regime democrático.-TSE nos 13. bem como a suspensão condicional dessa. 99 Inaplicabilidade do princípio da anualidade: Res. 16. sobre condenação por prática de contravenção penal. de 15. § 1° É assegurada aos partidos políticos autonomia para definir sua estrutura interna.-TSE. II – proibição de recebimento de recursos financeiros de entidades ou governo estrangeiros ou de subordinação a estes. I – caráter nacional. ƒƒ Súm. inciso V.241/2010: impossibilidade de expedição de certidão de quitação eleitoral para que os sentenciados cumprindo penas nos regimes semiaberto e aberto obtenham emprego. das quais constem a natureza da restrição e o impedimento. regulamenta os arts. no AgR-REspe n° 409850: para incidência deste dispositivo.031. V e § 3°.-TSE. § 3°. I. fusão.556/2007 (alteração do número de vereadores). ƒƒ Ac. da LC n° 64/1990.-TSE.-TSE n° 13. Art. A lei que alterar o processo eleitoral entrará em vigor na data de sua publicação. 2° da LC n° 135/2010: inelegibilidade desde a condenação até o transcurso do prazo de oito anos após o cumprimento da pena. 2.-TSE n° 9/1992: “A suspensão de direitos políticos decorrente de condenação criminal transitada em julgado cessa com o cumprimento ou a extinção da pena.3. nos termos do art.2007. e.-STF. Ac. 99 Ac.548 (decisões judiciais). no AgR-AC n° 19326: “A decisão da Justiça Eleitoral de comunicação de perda de direitos políticos ao Poder Legislativo tem eficácia imediata”. Ac. 1°. do exercício do voto e da regularização da situação eleitoral. pendente de publicação até o fechamento desta edição: inaplicabilidade da LC n° 135/2010 às eleições de 2010 com fundamento no art. VIII.-TSE n° 23. de 12. durante a sua vigência. § 4°. no REspe n° 28. art. de 23. ƒƒ Res. parágrafo único.

866/2008: “A fidelidade partidária a que se refere o § 1° do art. e sua criação. embaraçar-lhes o funcionamento ou manter com eles ou seus 144 .-STF. ƒƒ Lei n° 10. nos termos desta Constituição.-TSE n° 22. CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍtULO III Da ORGaniZaÇÃO dO EstadO Da ORGaniZaÇÃO POLÍtiCOAdMinistRativa CAPÍtULO I Art.-TSE de 12. § 4° A criação. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. com redação dada pela EC n° 52/2006. não se aplicaria às eleições de 2006. às populações dos Municípios envolvidos.3. 19. 14 da Constituição Federal”. aos Estados. § 2° Os Territórios Federais integram a União. subdividir-se ou desmembrar-se para se anexarem a outros. É vedado à União. apresentados e publicados na forma da lei. ƒƒ V. 6°: formação de coligações em eleições majoritárias e proporcionais.2006. na forma da lei civil. a incorporação. não pode ser objeto da disciplina estatutária de partido político.685. na ADI n° 3.521/2002: “Assegura a instalação de municípios criados por lei estadual”. far-se-ão por lei estadual. distrital ou municipal. ƒƒ Parágrafo com redação dada pela EC n° 15/1996. 18 critérios de escolha e o regime de suas coligações eleitorais. II e III do art. dentro do período determinado por lei complementar federal. entre os diretórios regional e municipal de partido político. 1° da EC n° 52/2006. § 3° Os partidos políticos têm direito a recursos do Fundo Partidário e acesso gratuito ao rádio e à televisão. aplicando-se às eleições que ocorrerão no ano de 2002”: julgada procedente a ação para fixar que o § 1° do art. os Estados. 17 da Constituição.913: possibilidade de a Justiça Eleitoral examinar ilegalidades e nulidades na hipótese de conflito de interesses. o Distrito Federal e os Municípios. art. 2° da EC n° 52/2006. mediante aprovação da população diretamente interessada. § 4° É vedada a utilização pelos partidos políticos de organização paramilitar. Lei n° 9. subvencioná-los. ƒƒ Ac. no REspe n° 31. registrarão seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral. até porque cada um deles poderia disciplinar de forma diversa”. sem obrigatoriedade de vinculação entre as candidaturas em âmbito nacional. mediante plebiscito. transformação em Estado ou reintegração ao Estado de origem serão reguladas em lei complementar. com a conseqüência jurídica da perda do mandato por efeito de infidelidade partidária.11. segundo o qual “Esta emenda constitucional entra em vigor na data de sua publicação. somente. § 2° Os partidos políticos. A relação institucional com o parlamento. e dependerão de consulta prévia. ou formarem novos Estados ou Territórios Federais. com reflexos no pleito. a fusão e o desmembramento de Municípios. 99 Ac.2008. 18. todos autônomos.Art. de 22. através de plebiscito. ƒƒ Lei n° 9. § 1° Brasília é a Capital Federal. e do Congresso Nacional. na forma da lei. após adquirirem personalidade jurídica.] relações entre o partido e o afiliado. contra o art.709/1998: “Regulamenta a execução do disposto nos incisos I. § 3° Os Estados podem incorporar-se entre si. devendo seus estatutos estabelecer normas de disciplina e fidelidade partidária.. ƒƒ Res. Art. após divulgação dos Estudos de Viabilidade Municipal. 17 da Constituição Federal é a fidelidade encarada nas [. ao Distrito Federal e aos Municípios: I – estabelecer cultos religiosos ou igrejas.504/1997.. por lei complementar. A organização político-administrativa da República Federativa do Brasil compreende a União. estadual.

das fortificações e construções militares. o estado de defesa e a intervenção federal. e sua ocupação e utilização serão reguladas em lei. excluídas. as praias marítimas. VII – os terrenos de marinha e seus acrescidos. nental e da zona econômica exclusiva. rios e quaisquer correntes de água em terrenos de seu domínio. IX – elaborar e executar planos nacionais e regionais de ordenação do território e de desenvolvimento econômico e social. 21. ou compensação financeira por essa exploração. III – assegurar a defesa nacional. a colaboração de interesse público. exceto aquelas áreas afetadas ao serviço público e a unidade ambiental federal. Constituição da República Federativa do Brasil CAPÍtULO II Da UniÃO Art. VI – autorizar e fiscalizar a produção e o comércio de material bélico. é considerada fundamental para defesa do território nacional. II – declarar a guerra e celebrar a paz. nos casos previstos em lei complementar. ressalvada. câmbio e capitalização. destas. II – recusar fé aos documentos públicos. IV – as ilhas fluviais e lacustres nas zonas limítrofes com outros países. bem como os terrenos marginais e as praias fluviais. mar territorial ou zona econômica exclusiva. das vias federais de comunicação e à preservação ambiental. bem como as de seguros e de previdência privada. Compete à União: I – manter relações com Estados estrangeiros e participar de organizações internacionais. § 1° É assegurada. que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. VII – emitir moeda. 21 XI – as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios.CONSTITUIÇÃO FEDERAL representantes relações de dependência ou aliança. especialmente as de crédito. 20. IX – os recursos minerais. as que contenham a sede de Municípios. § 2° A faixa de até cento e cinqüenta quilômetros de largura. II – as terras devolutas indispensáveis à defesa das fronteiras. 26. VIII – administrar as reservas cambiais do País e fiscalizar as operações de natureza financeira. sítios arqueológicos e pré-históricos. as ilhas oceânicas e as costeiras. inclusive os do subsolo. aos Estados. ao Distrito Federal e aos Municípios. definidas em lei. de recursos hídricos para fins de geração de energia elétrica e de outros recursos minerais no respectivo território. V – decretar o estado de sítio. ou se estendam a território estrangeiro ou dele provenham. III – os lagos. sirvam de limites com outros países. Art. designada como faixa de fronteira. X – as cavidades naturais subterrâneas e os 145 Constituição Federal . participação no resultado da exploração de petróleo ou gás natural. bem como a órgãos da administração direta da União. II. III – criar distinções entre brasileiros ou preferências entre si. V – os recursos naturais da plataforma contiVI – o mar territorial. VIII – os potenciais de energia hidráulica. IV – permitir. Art. na forma da lei. ou que banhem mais de um Estado. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. plataforma continental. 1° da EC n° 46/2005. nos termos da lei. São bens da União: I – os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos. e as referidas no art. ao longo das fronteiras terrestres.

aeroportuária e de fronteiras. concessão ou permissão: a) os serviços de radiodifusão sonora e de sons e imagens. 1° da EC n° 19/1998. diretamente ou mediante autorização. CONSTITUIÇÃO FEDERAL XV – organizar e manter os serviços oficiais de estatística. f) os portos marítimos. XII – explorar. especialmente as secas e as inundações. d) os serviços de transporte ferroviário e aquaviário entre portos brasileiros e fronteiras nacionais. c) a navegação aérea. XVI – exercer a classificação. são autorizadas a produção. fluviais e lacustres. XXIII – explorar os serviços e instalações nucleares de qualquer natureza e exercer monopólio estatal sobre a pesquisa. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. que disporá sobre a organização dos serviços. a polícia militar e o corpo de bombeiros militar do Distrito Federal. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. e) os serviços de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros. saneamento básico e transportes urbanos. XIII – organizar e manter o Poder Judiciário. agrícolas e industriais. ƒƒ Inciso XXII com redação dada pelo art. atendidos os seguintes princípios e condições: a) toda atividade nuclear em território nacional somente será admitida para fins pacíficos e mediante aprovação do Congresso Nacional. ou que transponham os limites de Estado ou Território. b) os serviços e instalações de energia elétrica e o aproveitamento energético dos cursos de água. c) sob regime de permissão. os serviços de telecomunicações. XXI – estabelecer princípios e diretrizes para o sistema nacional de viação. a industrialização e o comércio de minérios nucleares e seus derivados. 1° da EC n° 19/1998. a lavra. XIX – instituir sistema nacional de gerencia- mento de recursos hídricos e definir critérios de outorga de direitos de seu uso. o Ministério Público e a Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios. 21 X – manter o serviço postal e o correio aéreo nacional. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. ƒƒ Inciso XIV com redação dada pelo art. por meio de fundo próprio. o enriquecimento e reprocessamento. em articulação com os Estados onde se situam os potenciais hidroenergéticos. nos termos da lei. XVIII – planejar e promover a defesa permanente contra as calamidades públicas.Art. de diversões públicas e de programas de rádio e televisão. aeroespacial e a infraestrutura aeroportuária. 1° da EC n° 8/1995. b) sob regime de permissão. XXII – executar os serviços de polícia marítima. diretamente ou mediante autorização. XIV – organizar e manter a polícia civil. a criação de um órgão regulador e outros aspectos institucionais. concessão ou permissão. geologia e cartografia de âmbito nacional. XI – explorar. para efeito indicativo. 1° da EC n° 8/1995. geografia. 1° da EC n° 49/2006. comercialização e utilização de 146 . são autorizadas a comercialização e a utilização de radioisótopos para a pesquisa e usos médicos. XX – instituir diretrizes para o desenvolvimento urbano. bem como prestar assistência financeira ao Distrito Federal para a execução de serviços públicos. XVII – conceder anistia. inclusive habitação.

captação e garantia da poupança popular. obedecido o disposto no art. XXIV – organizar. XXV – estabelecer as áreas e as condições para o exercício da atividade de garimpagem. XIV – populações indígenas. Constituição da República Federativa do Brasil . 1° da EC n° 19/1998. XVII – organização judiciária. XXVI – atividades nucleares de qualquer X – regime dos portos. em forma associativa. Art. Distrito Federal e Municípios. cidadania e naturalização. XI – trânsito e transporte. navegação lacustre. agrário. para as administrações públicas diretas. extradição e expulsão de estrangeiros. XIX – sistemas de poupança. nos termos do art. ƒƒ Inciso XXVII com redação dada pelo art. outros recursos minerais e metalurgia. garantias. espacial e do trabalho.CONSTITUIÇÃO FEDERAL radioisótopos de meia-vida igual ou inferior a duas horas. XXI. e garantias dos metais. 1° da EC n° 49/2006. XVI – organização do sistema nacional de emprego e condições para o exercício de profissões. aérea e aeroespacial. 37. XX – sistemas de consórcios e sorteios. 22 XIII – nacionalidade. efetivos. cações e radiodifusão. minas. telecomuniV – serviço postal. XXIV – diretrizes e bases da educação XXV – registros públicos. do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal e dos Territórios. IX – diretrizes da política nacional de transportes. XXVII – normas gerais de licitação e contratação. XII – jazidas. títulos VII – política de crédito. Estados. sistema cartográfico e de geologia nacionais. 147 Constituição Federal d) a responsabilidade civil por danos nucleares independe da existência de culpa. XXII – competência da polícia federal e das polícias rodoviária e ferroviária federais. energia. nacional. seguros e transferência de valores. e para as empresas públicas e sociedades de economia mista. entrada. penal. § 1°. XXI – normas gerais de organização. 22. convocação e mobilização das polícias militares e corpos de bombeiros militares. bem como organização administrativa destes. 1° da EC n° 49/2006. XVIII – sistema estatístico. III – requisições civis e militares. ƒƒ Alínea d incluída pelo art. informática. XXIII – seguridade social. Art. processual. em todas as modalidades. XV – emigração e imigração. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. VIII – comércio exterior e interestadual. material bélico. Compete privativamente à União legislar sobre: I – direito civil. eleitoral. VI – sistema monetário e de medidas. em caso de iminente perigo e em tempo de guerra. câmbio. natureza. fluvial. 173. autárquicas e fundacionais da União. marítimo. III. comercial. aeronáutico. marítima. manter e executar a inspeção do trabalho. IV – águas. II – desapropriação.

24. II – cuidar da saúde e assistência pública. turístico e paisagístico. dos Estados. Parágrafo único.Art. XII – previdência social. fauna. defesa aeroespacial. 1° da EC n° 53/2006. proteção do meio ambiente e controle da poluição. XIV – proteção e integração social das pessoas portadoras de deficiência. conservação da natureza. histórico. XIII – assistência jurídica e defensoria pública. cultura. X – criação. as paisagens naturais notáveis e os sítios arqueológicos. financeiro. Lei complementar poderá autorizar os Estados a legislar sobre questões específicas das matérias relacionadas neste artigo. e das instituições democráticas e conservar o patrimônio público. defesa civil e mobilização nacional. defesa marítima. II – orçamento. as obras e outros bens de valor histórico. XXIX – propaganda comercial. o Distrito Federal e os Municípios. III – proteger os documentos. VIII – fomentar a produção agropecuária e organizar o abastecimento alimentar. XI – registrar. pesca. V – produção e consumo. VII – proteção ao patrimônio histórico. 23 XXVIII – defesa territorial. artístico ou cultural. penitenciário. moradias e a melhoria das condições habitacionais e de saneamento básico. VI – florestas. defesa do solo e dos recursos naturais. III – juntas comerciais. ensino e desporto. ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. artístico e cultural. É competência comum da União. das leis Art. artístico. do Distrito Federal e dos Municípios: CONSTITUIÇÃO FEDERAL XII – estabelecer e implantar política de educação para a segurança do trânsito. IV – custas dos serviços forenses. ao consumidor. à educação e à ciência. IX – educação. Leis complementares fixarão normas para a cooperação entre a União e os Estados. funcionamento e processo do juizado de pequenas causas. promovendo a integração social dos setores desfavorecidos. tendo em vista o equilíbrio do desenvolvimento e do bem-estar em âmbito nacional. aos Estados e ao Distrito Federal legislar concorrentemente sobre: I – direito tributário. Art. VIII – responsabilidade por dano ao meio ambiente. IV – impedir a evasão. cultural. caça. Parágrafo único. estético. ra. os monumentos. econômico e urbanístico. I – zelar pela guarda da Constituição. Compete à União. IX – promover programas de construção de X – combater as causas da pobreza e os fato- XI – procedimentos em matéria processual. 23. da proteção e garantia das pessoas portadoras de deficiência. VII – preservar as florestas. acompanhar e fiscalizar as concessões de direitos de pesquisa e exploração de recursos hídricos e minerais em seus territórios. proteção e defesa da saúde. turístico e paisagístico. res de marginalização. a bens e direitos de valor artístico. a fauna e a flora. a destruição e a descaracterização de obras de arte e de outros bens de valor histórico. V – proporcionar os meios de acesso à cultuVI – proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas. 148 .

em segundo turno. 28. Art. § 2°. impedimentos e incorporação às Forças Armadas. no máximo. inviolabilidade. observado o que dispõem os arts. 27. § 2° Cabe aos Estados explorar diretamente. excluídas aquelas sob domínio da União. emergentes e em depósito. Os Estados organizam-se e regem-se pelas Constituições e leis que adotarem. realizar-se-á no primeiro domingo de outubro. nas ilhas oceânicas e costeiras. A eleição do Governador e do Vice-Governador de Estado. constituídas por agrupamentos de municípios limítrofes. imunidades. ressalvadas. III. § 1° No âmbito da legislação concorrente. IV – as terras devolutas não compreendidas entre as da União. aplicando-se-lhes as regras desta Constituição sobre sistema eleitoral. XVI – organização. fluentes. mediante lei complementar. § 2° A competência da União para legislar sobre normas gerais não exclui a competência suplementar dos Estados. § 2° O subsídio dos Deputados Estaduais será fixado por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa. setenta e cinco por cento daquele estabelecido. atingido o número de trinta e seis. § 7°. 26. § 1° São reservadas aos Estados as competências que não lhes sejam vedadas por esta Constituição. para integrar a organização. Estados: § 3° Compete às Assembléias Legislativas dispor sobre seu regimento interno. observados os princípios desta Constituição. aglomerações urbanas e microrregiões. 150. vedada a edição de medida provisória para a sua regulamentação. direitos e deveres das polícias civis. Municípios ou terceiros. para os Deputados Federais. perda de mandato. para atender a suas peculiaridades. no que lhe for contrário. 39. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo artigo único da EC n° 5/1995. § 4° A superveniência de lei federal sobre normas gerais suspende a eficácia da lei estadual. polícia e serviços administrativos de sua secretaria. 149 Constituição Federal . remuneração. para mandato de quatro anos. que estiverem no seu domínio. as decorrentes de obras da União. III – as ilhas fluviais e lacustres não pertencentes à União. na forma da lei. II. 57. e no último domingo de outubro. Incluem-se entre os bens dos I – as águas superficiais ou subterrâneas. do ano anterior ao do Art. 28 neste caso. II – as áreas. em espécie. Constituição da República Federativa do Brasil § 3° Inexistindo lei federal sobre normas gerais. § 3° Os Estados poderão. Art. os Estados exercerão a competência legislativa plena. Art. e 153. o planejamento e a execução de funções públicas de interesse comum. será acrescido de tantos quantos forem os Deputados Federais acima de doze. 25. na razão de. DOs EstadOs FEdERadOs CAPÍtULO III § 1° Será de quatro anos o mandato dos Art. na forma da lei. instituir regiões metropolitanas. O número de Deputados à Assembléia Legislativa corresponderá ao triplo da representação do Estado na Câmara dos Deputados e. 153. garantias. I. e prover os respectivos cargos. 2° da EC n° 19/1998. Deputados Estaduais. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. os serviços locais de gás canalizado. se houver. ou mediante concessão. § 4°. em primeiro turno. § 4° A lei disporá sobre a iniciativa popular no processo legislativo estadual. a competência da União limitar-se-á a estabelecer normas gerais.CONSTITUIÇÃO FEDERAL XV – proteção à infância e à juventude. licença.

e) 17 (dezessete) Vereadores. pelo art. b) 11 (onze) Vereadores. 99 Ac. com efeito ex tunc. na Constituição do respectivo Estado e os seguintes preceitos: I – eleição do Prefeito. 1° da EC n° 58/2009. com o interstício mínimo de dez dias.307: deferida liminar. do Vice-Prefeito e dos Vereadores. e 153. e aprovada por dois terços dos membros da Câmara Municipal. III. de 1°.-TSE no MS n° 162058. IV – para a composição das Câmaras Municipais. nos Municípios de até 15. ainda que a dupla vacância dos cargos de prefeito e vice-prefeito se dê no segundo biênio da legislatura. assumir outro cargo ou função na administração pública direta ou indireta. § 4°. 39. 29. XI.000 (cinquenta mil) habitantes e de até 80.2011. § 1° Perderá o mandato o Governador que III – posse do Prefeito e do Vice-Prefeito no dia 1° de janeiro do ano subseqüente ao da eleição. f) 19 (dezenove) Vereadores.000 (cinquenta mil) habitantes. 37.Art. de 11.3. quanto ao mais.000 (quinze mil) habitantes e de até 30. Art. II. I. nos Municípios de mais de 80. observado. nos Municípios de mais de 50.2011: ausente disposição específica na lei orgânica municipal sobre a modalidade da eleição suplementar. que a promulgará. ƒƒ ADI n° 4. será observado o limite máximo de: ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. ressalvada a posse em virtude de concurso público e observado o disposto no art. que prevê produção de efeitos. atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição. do ViceGovernador e dos Secretários de Estado serão fixados por lei de iniciativa da Assembléia Legislativa. 77 no caso de Municípios com mais de duzentos mil eleitores. 1° da EC n° 58/2009. 150. 29 término do mandato de seus antecessores. c) 13 (treze) Vereadores. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. DOs MUniCÍpiOs CAPÍtULO IV a) 9 (nove) Vereadores.000 (quinze mil) habitantes.10. nos Municípios de mais de 15. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. 1° da EC n° 16/1997.000 (trinta mil) habitantes. g) 21 (vinte e um) Vereadores. § 2°. nos Municípios de mais de 160. 77. 1° da citada emenda. 153.-TSE. pelo que descabe a realização de pleito específico para instituir vigência de mandato mais curto. I. votada em dois turnos. ƒƒ Alíneas a a c com redação dada pelo art. 99 Ac. nos Municípios com mais de 30.000 (oitenta mil) habitantes e de até 120. 2° da EC n° 19/1998. 2° da EC n° 19/1998. aplicadas as regras do art. 38. 1° da EC n° 16/1997. para mandato de quatro anos. ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. para sustar os efeitos do inciso I do art. o disposto no art. no MS n° 3969103: inexistência de distinção entre município criado e município instalado. mediante pleito direto e simultâneo realizado em todo o País. nos Municípios de mais de 120. referendada pelo Plenário do STF. IV e V. d) 15 (quinze) Vereadores. ƒƒ Caput com redação dada pelo art.000 (cento e sessenta mil) habitantes.000 (cento e sessenta mil) 150 . 3° da EC n° 58/2009. e a posse ocorrerá em primeiro de janeiro do ano subseqüente.000 (trinta mil) habitantes e de até 50. “a partir do processo eleitoral de 2008”.000 (cento e vinte mil) habitantes.000 (cento e vinte mil) habitantes e de até 160. § 2° Os subsídios do Governador. eleições diretas devem ser realizadas. observado o que dispõem os arts. CONSTITUIÇÃO FEDERAL II – eleição do Prefeito e do Vice-Prefeito realizada no primeiro domingo de outubro do ano anterior ao término do mandato dos que devam suceder. O Município reger-se-á por lei orgânica.000 (oitenta mil) habitantes.

u) 49 (quarenta e nove) Vereadores.400. nos Municípios de mais de 4. s) 45 (quarenta e cinco) Vereadores. e 153.000.000.000 (três milhões) de habitantes e de até 4.000 (cinco milhões) de habitantes.000 (quatro milhões) de habitantes e de até 5.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes e de até 2. v) 51 (cinquenta e um) Vereadores.000. o) 37 (trinta e sete) Vereadores.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes.000.200. w) 53 (cinquenta e três) Vereadores.350. observado o que dispõem os arts. nos Municípios de mais de 1. observados os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os seguintes limites máximos: 151 Constituição Federal . l) 31 (trinta e um) Vereadores. t) 47 (quarenta e sete) Vereadores.400. § 4°. nos Municípios de mais de 1.000 (oito milhões) de habitantes. nos Municípios de mais de 450.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes e de até 600. nos Municípios de mais de 900. nos Municípios de mais de 7. p) 39 (trinta e nove) Vereadores.200.000.000 (seis milhões) de habitantes. m) 33 (trinta e três) Vereadores. nos Municípios de mais de 5. 150. 29 r) 43 (quarenta e três) Vereadores. ƒƒ V.000 (novecentos mil) habitantes e de até 1. III.000 (sete milhões) de habitantes e de até 8. nos Municípios de mais de 300.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes. nos Municípios de mais de 8. nos Municípios de mais de 6. do Vice-Prefeito e dos Secretários Municipais fixados por lei de iniciativa da Câmara Municipal.500.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes.000 (um milhão e oitocentos mil) habitantes.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes e de até 3. 37. Art.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes e de até 1. II. 39. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. h) 23 (vinte e três) Vereadores. I. nos Municípios de mais de 3. n) 35 (trinta e cinco) Vereadores.000 (um milhão e quinhentos mil) habitantes.CONSTITUIÇÃO FEDERAL habitantes e de até 300.000 (novecentos mil) habitantes. § 2°.000 (um milhão e cinquenta mil) habitantes e de até 1. segunda nota ao inciso IV deste artigo. nos Municípios de mais de 2. nos Municípios de mais de 1.000.000. q) 41 (quarenta e um) Vereadores.050. i) 25 (vinte e cinco) Vereadores.000 (quatrocentos e cinquenta mil) habitantes.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes e de até 900.800.000.000 (seis milhões) de habitantes e de até 7.000. 1° da EC n° 58/2009.000 (cinco milhões) de habitantes e de até 6. nos Municípios de mais de 750.000 (trezentos mil) habitantes.000 (dois milhões e quatrocentos mil) habitantes. nos Municípios de 1. ƒƒ Alíneas d a x acrescidas pelo art.000. 153.000 (seiscentos mil) habitantes. nos Municípios de mais de 1. e x) 55 (cinquenta e cinco) Vereadores.000 (setecentos e cinquenta mil) habitantes. VI – o subsídio dos Vereadores será fixado pelas respectivas Câmaras Municipais em cada legislatura para a subseqüente. Constituição da República Federativa do Brasil V – subsídios do Prefeito. 2° da EC n° 19/1998. XI. observado o que dispõe esta Constituição.800.000 (trezentos mil) habitantes e de até 450.350.050.000 (sete milhões) de habitantes.500.000.000 (seiscentos mil) habitantes e de até 750.000 (quatro milhões) de habitantes. nos Municípios de mais de 600. j) 27 (vinte e sete) Vereadores. k) 29 (vinte e nove) Vereadores.000.000 (três milhões) de habitantes.000 (um milhão e duzentos mil) habitantes e de até 1.000 (oito milhões) de habitantes.000 (um milhão e trezentos e cinquenta mil) habitantes e de até 1.

no exercício da vereança. O total da despesa do Poder Legislativo Municipal. nos termos do art. XIV – perda do mandato do Prefeito. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a vinte por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. 2° da emenda constitucional referida somente 152 . cinco por cento do eleitorado. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a sessenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. no que couber. renumerados pela EC n° 1/1992. 2° da EC n° 1/1992. renumerados pelo art. similares. VII e VIII. não poderá ultrapassar os seguintes percentuais. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a setenta e cinco por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. XIV – perda do mandato do Prefeito. 28. parágrafo único. f) em Municípios de mais de quinhentos mil habitantes. ƒƒ EC n° 58/2009. 99 Ac. pelo menos. XIII – iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município. CONSTITUIÇÃO FEDERAL X – julgamento do Prefeito perante o Tribunal de Justiça. 99 O parágrafo único mencionado foi renumerado como § 1° pela EC n° 19/1998.Art. e) em Municípios de trezentos mil e um a quinhentos mil habitantes. incluídos os subsídios dos Vereadores e excluídos os gastos com inativos. da cidade ou de bairros. II: as alterações introduzidas neste dispositivo pelo art. 1° da EC n° 25/2000. ƒƒ Alíneas a a f acrescidas pelo art. Ac.-TSE nos 519/2005 e 520/2005: cessa a prerrogativa de foro com a cessação do mandato. XI – organização das funções legislativas e fiscalizadoras da Câmara Municipal. Art. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a cinqüenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. ƒƒ Os incisos XI a XIV correspondem respectivamente aos primitivos incisos IX a XII. através de manifestação de. a) em Municípios de até dez mil habitantes. 1° da EC n° 25/2000. 153 e nos arts. XII – cooperação das associações representativas no planejamento municipal. para os membros da Assembléia Legislativa. relativos ao somatório da receita tributária e das transferências previstas no § 5° do art. cinco por cento do eleitorado. nos termos do art. 29-A acrescido pelo art. pelo menos. ƒƒ Os incisos VIII. palavras e votos no exercício do mandato e na circunscrição do Município. ƒƒ Inciso VII acrescido pelo art. d) em Municípios de cem mil e um a trezentos mil habitantes. 3°. IX e X correspondem respectivamente aos primitivos incisos VI.-TSE n° 469/2003: competência do TRE para processar e julgar prefeito por crime eleitoral. 2° da EC n° 25/2000. 28. IX – proibições e incompatibilidades. através de manifestação de. na Constituição do respectivo Estado. VII – o total da despesa com a remunera- ção dos Vereadores não poderá ultrapassar o montante de cinco por cento da receita do município. parágrafo único. 29-A ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. da cidade ou de bairros. 29-A. 158 e 159. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a quarenta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. c) em Municípios de cinqüenta mil e um a cem mil habitantes. 2° da EC n° 1/1992. o subsídio máximo dos Vereadores corresponderá a trinta por cento do subsídio dos Deputados Estaduais. art. b) em Municípios de dez mil e um a cinqüenta mil habitantes. VIII – inviolabilidade dos Vereadores por suas opiniões. efetivamente realizado no exercício anterior: ƒƒ Art. ao disposto nesta Constituição para os membros do Congresso Nacional e. XIII – iniciativa popular de projetos de lei de interesse específico do Município.

-TSE.000 (cem mil) e 300. § 1° A Câmara Municipal não gastará mais de setenta por cento de sua receita com folha de pagamento. VIII – promover. I – 7% (sete por cento) para Municípios com ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. por configurar irregularidade insanável.012: a não observância dos limites de gastos previstos nos incisos deste artigo atrai a inelegibilidade do art. 2° da EC n° 58/2009. ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. ƒƒ Parágrafos 1° a 3° acrescidos pelo art. 2° da EC n° 58/2009. organizar e suprimir distritos. IV – 4.000. no que couber. 2° da EC n° 58/2009. V – 4% (quatro por cento) para Municípios VI – 3. II – suplementar a legislação federal e a estadual no que couber. com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado. III – enviá-lo a menor em relação à proporção fixada na Lei Orçamentária. observada a legislação estadual. 30. g. serviços de atendimento à saúde da população. ƒƒ Inciso V acrescido pelo art. bem como aplicar suas rendas. que tem caráter essencial. Art. 1°. incluído o de transporte coletivo. sem prejuízo da obrigatoriedade de prestar contas e publicar balancetes nos prazos fixados em lei. de 19. § 3° Constitui crime de responsabilidade do Presidente da Câmara Municipal o desrespeito ao § 1° deste artigo.000 (trezentos mil) habitantes.000 (cem mil) habitantes. incluído o gasto com o subsídio de seus Vereadores. 2° da EC n° 25/2000. VI – manter.000 (três milhões) de habitantes. mediante planejamento 153 Constituição Federal II – não enviar o repasse até o dia vinte de cada mês. ou Constituição da República Federativa do Brasil . ƒƒ Ac. I. programas de educação infantil e de ensino fundamental.000.001 (trezentos mil e um) e 500.001 (oito milhões e um) habitantes. IV – criar. da LC n° 64/1990.000 (oito milhões) de habitantes.2008.CONSTITUIÇÃO FEDERAL produzirão efeitos “a partir de 1° de janeiro do ano subsequente ao da promulgação desta emenda”. V – organizar e prestar.000 (quinhentos mil) habitantes. com a cooperação técnica e financeira da União e do Estado.000. 2° da EC n° 58/2009. III – 5% (cinco por cento) para Municípios com população entre 300.11. 1° da EC n° 53/2006.5% (quatro inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população entre 500. Compete aos Municípios: I – legislar sobre assuntos de interesse local. 2° da EC n° 58/2009. 2° da EC n° 58/2009. adequado ordenamento territorial.001 (três milhões e um) e 8. 30 § 2° Constitui crime de responsabilidade do Prefeito Municipal: I – efetuar repasse que supere os limites definidos neste artigo. II – 6% (seis por cento) para Municípios com população entre 100. os serviços públicos de interesse local. no REspe n° 31. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art.001 (quinhentos mil e um) e 3.5% (três inteiros e cinco décimos por cento) para Municípios com população acima de 8. ƒƒ Inciso VI acrescido pelo art. população de até 100. Art. com população entre 3. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art.000. VII – prestar. III – instituir e arrecadar os tributos de sua competência.

para mandato de igual duração. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Câmara Municipal para apreciar o parecer do Tribunal de Contas não atrai a inelegibilidade cominada neste dispositivo.-TSE. A lei disporá sobre a organização administrativa e judiciária dos Territórios. que a promulgará.2006. Conselhos ou órgãos de Contas Municipais. no REspe n° 35. observadas as regras do art.11. 33. vedada sua divisão em Municípios. no REspe n° 35. atendidos os princípios estabelecidos nesta Constituição. no AgR-RO n° 173170: ineficácia de decreto legislativo que revoga outro sem qualquer motivação.247: a rejeição de contas de prefeito em razão do decurso do prazo conferido à Art. de 26. mediante controle externo. no REspe n° 29. V. e aprovada por dois terços da Câmara Legislativa.2008. emitido pelo órgão competente sobre as contas que o Prefeito deve anualmente prestar.2010.476: possibilidade de a Câmara Municipal declarar a nulidade do decreto legislativo em razão de vício de natureza formal.2008.280 e. de 30. no REspe n° 31. para exame e apreciação. 31.11. § 1° Ao Distrito Federal são atribuídas as competências legislativas reservadas aos Estados e Municípios. de 19. § 4° Lei federal disporá sobre a utilização. anualmente. observada a legislação e a ação fiscalizadora federal e estadual.-TSE.684: a edição de decreto legislativo rejeitando as contas do chefe do Poder Executivo Municipal.2008. ainda. será exercido com o auxílio dos Tribunais de Contas dos Estados ou do Município ou dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios. Res. à disposição de qualquer contribuinte. V.12.-TSE. o disposto no Capítulo IV deste Título. 77.10. § 3° As contas dos Municípios ficarão. § 4° É vedada a criação de Tribunais.9. ƒƒ Ac. onde houver. O Distrito Federal. 154 . o qual poderá questionar-lhes a legitimidade. votada em dois turnos com interstício mínimo de dez dias. devidamente antecedido de parecer de Corte ou conselho de contas. de 6. no REspe n° 29.11. duran- Art. e dos Deputados Distritais coincidirá com a dos Governadores e Deputados Estaduais. de 16.-TSE n° 23.540 e. no RO n° 1. impossibilita à Câmara Municipal proferir novo decreto. § 3° Aos Deputados Distritais e à Câmara Legislativa aplica-se o disposto no art. Dos Territórios Seção II Art. nos termos da lei. desconsiderando o anterior e aprovando as contas.111: impossibilidade de aprovação do parecer da Corte de Contas pelo mero decurso do prazo conferido à Câmara Municipal para julgamento. do parcelamento e da ocupação do solo urbano. Ac. § 1° O controle externo da Câmara Municipal DO DistRitO FEdERaL E dOs TERRitÓRiOs Do Distrito Federal CAPÍtULO V Seção I § 2° O parecer prévio. aos quais se aplicará. § 1° Os Territórios poderão ser divididos em Municípios.2008. te sessenta dias. 32.258/2010: afronta este dispositivo constitucional a mera revogação do decreto legislativo por critérios de oportunidade e conveniência. de 10. na forma da lei. reger-se-á por lei orgânica. Ac. das polícias civil e militar e do corpo de bombeiros militar. IX – promover a proteção do patrimônio his- tórico-cultural local.-TSE. contudo. no REspe n° 33. 31 e controle do uso. no que couber.Art. ƒƒ Ac. e pelos sistemas de controle interno do Poder Executivo Municipal.2009. § 2° A eleição do Governador e do ViceGovernador. A fiscalização do Município será exercida pelo Poder Legislativo Municipal. Ac. de 22.12. 27. pelo Governo do Distrito Federal.2009..791 e. só deixará de prevalecer por decisão de dois terços dos membros da Câmara Municipal.9. de 16.-TSE.

VII – assegurar a observância dos seguintes princípios constitucionais: a) forma republicana. II – não forem prestadas contas devidas. de requisição do Supremo Tribunal Federal. ou para prover a execução de lei. V – reorganizar as finanças da unidade da Federação que: a) suspender o pagamento da dívida fundada por mais de dois anos consecutivos. na hipótese do art. se a coação for exercida contra o Poder Judiciário. além do Governador nomeado na forma desta Constituição. 2° da EC n° 29/2000. exceto quando: CAPÍtULO VI Art. 34. III – de provimento. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. A decretação da intervenção I – no caso do art. 1° da EC n° 29/2000. 34. dentro dos prazos estabelecidos em lei. e) aplicação do mínimo exigido da receita resultante de impostos estaduais. IV. membros do Ministério Público e defensores públicos federais. de ordem ou de decisão judicial. a dívida fundada. sem motivo de força maior. 36. Art. b) deixar de entregar aos Municípios receitas tributárias fixadas nesta Constituição. I – manter a integridade nacional. com parecer prévio do Tribunal de Contas da União. ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art. IV – o Tribunal de Justiça der provimento a representação para assegurar a observância de princípios indicados na Constituição Estadual. a lei disporá sobre as eleições para a Câmara Territorial e sua competência deliberativa. Da IntERvEnÇÃO Constituição da República Federativa do Brasil Art. ou de requisição do Supremo Tribunal Federal. § 3° Nos Territórios Federais com mais de cem mil habitantes. O Estado não intervirá em seus Municípios. pelo Supremo Tribunal Federal. II – repelir invasão estrangeira ou de uma unidade da Federação em outra. III – não tiver sido aplicado o mínimo exigido da receita municipal na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde. dependerá: Art. c) autonomia municipal. nem a União nos Municípios localizados em Território Federal. A União não intervirá nos Estados nem no Distrito Federal. III – pôr termo a grave comprometimento da ordem pública. na forma da lei. sistema representativo e regime democrático. 36 d) prestação de contas da administração pública. compreendida a proveniente de transferências. 35. direta e indireta. do Superior Tribunal de Justiça ou do Tribunal Superior Eleitoral. na manutenção e desenvolvimento do ensino e nas ações e serviços públicos de saúde. por dois anos consecutivos. 155 Constituição Federal .CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° As contas do Governo do Território serão submetidas ao Congresso Nacional. ordem ou decisão judicial. b) direitos da pessoa humana. 34. II – no caso de desobediência a ordem ou decisão judiciária. de solicitação do VI – prover a execução de lei federal. IV – garantir o livre exercício de qualquer dos Poderes nas unidades da Federação. salvo motivo de força maior. haverá órgãos judiciários de primeira e segunda instância. exceto para: I – deixar de ser paga. de representação do ProcuradorGeral da República. Poder Legislativo ou do Poder Executivo coacto ou impedido.

3° da EC n° 19/1998. destinam-se apenas às atribuições de direção. impessoalidade. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art. § 4° Cessados os motivos da intervenção. será submetido à apreciação do Congresso Nacional ou da Assembléia Legislativa do Estado. dispensada a apreciação pelo Congresso Nacional ou pela Assembléia Legislativa.Art. no mesmo prazo de vinte e quatro horas. assim como aos estrangeiros. prorrogável uma vez. exercidas exclusivamente por servidores ocupantes de cargo efetivo. 37 VII. se couber. III – o prazo de validade do concurso públi- co será de até dois anos. a serem preenchidos por servidores de carreira nos casos. na forma da lei. 1° da EC n° 45/2004. também. no prazo de vinte e quatro horas. ao seguinte: são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. 37. 3° da EC n° 19/1998. VII – o direito de greve será exercido nos termos e nos limites definidos em lei específica. ressalvadas as nomeações para cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. nomeará o interventor. Art. salvo impedimento legal. 3° da EC n° 19/1998. A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União. X – a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4° do art. moralidade. far-se-á convocação extraordinária. IV – (Revogado pelo art. condições e percentuais mínimos previstos em lei. § 2° Se não estiver funcionando o Congresso Nacional ou a Assembléia Legislativa. IV. o prazo e as condições de execução e que. se essa medida bastar ao restabelecimento da normalidade. do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade. de acordo com a natureza e a complexidade do cargo ou emprego. as autoridades afastadas de seus cargos a estes voltarão. dos Estados. CONSTITUIÇÃO FEDERAL lei. por igual período. publicidade e eficiência e. observada a iniciativa privativa em cada caso. que especificará a amplitude. § 1° O decreto de intervenção. chefia e assessoramento. empregos e funções públicas II – a investidura em cargo ou emprego pú- 156 . § 3° Nos casos do art. na forma prevista em VIII – a lei reservará percentual dos cargos e empregos públicos para as pessoas portadoras de deficiência e definirá os critérios de sua admissão. 9° da EC n° 45/2004). assegurada revisão geral anual. V – as funções de confiança. VI e VII. ou do art. Da AdMinistRaÇÃO PÚBLiCa DisposiÇÕes Gerais CAPÍtULO VII Seção I VI – é garantido ao servidor público civil o direito à livre associação sindical. e no caso de recusa à execução de lei federal. e os cargos em comissão. IX – a lei estabelecerá os casos de contratação por tempo determinado para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público. na carreira. ƒƒ Caput e incisos I e II com redação dada pelo art. IV – durante o prazo improrrogável previsto no edital de convocação. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. blico depende de aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. 34. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. 35. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. sempre na mesma data e sem distinção de índices. I – os cargos. aquele aprovado em concurso público de provas ou de provas e títulos será convocado com prioridade sobre novos concursados para assumir cargo ou emprego. o decreto limitar-se-á a suspender a execução do ato impugnado.

ƒƒ Inciso XIV com redação dada pelo art. no REspe n° 25. técnico ou científico. ƒƒ Inciso XVII com redação dada pelo art. exceto. 3° da EC n° 19/1998. não poderão exceder o subsídio mensal. 3° da EC n° 19/1998. percebidos cumulativamente ou não. I. dentro de suas áreas de competência e jurisdição. 3° da EC n° 19/1998. dos membros de qualquer dos Poderes da União. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. por servidor público não serão computados nem acumulados para fins de concessão de acréscimos ulteriores. c) a de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde. XVII – a proibição de acumular estende-se XIII – é vedada a vinculação ou equiparação de quaisquer espécies remuneratórias para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. 150.2009.129: impossibilidade de considerar simultaneamente. sociedades de economia mista. em espécie. autárquica e fundacional. em espécie. suas subsidiárias. e 153. precedência 157 Constituição Federal . com profissões regulamentadas. a empregos e funções e abrange autarquias. a) a de dois cargos de professor. funções e empregos públicos da administração direta. 3° da EC n° 19/1998. aplicável este limite aos membros do Ministério Público. ƒƒ Inciso XV com redação dada pelo art. empresas públicas. incluídas as vantagens pessoais ou de qualquer outra natureza. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal. aplicando-se como limite. XVIII – a administração fazendária e seus servidores fiscais terão. 1° da EC n° 34/2001. 1° da EC n° 41/2003. 3° da EC n° 19/1998. 39. ƒƒ Inciso XIII com redação dada pelo art. o subsídio mensal do Governador no âmbito do Poder Executivo. fundações. direta ou indiretamente. ƒƒ Ac. bem como de pensão decorrente da morte de cônjuge. de 13. pensões ou outra espécie remuneratória. 37 XIV – os acréscimos pecuniários percebidos Constituição da República Federativa do Brasil XI – a remuneração e o subsídio dos ocupantes de cargos. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. ƒƒ Alínea a acrescida pelo art. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. 3° da EC n° 19/1998. o subsídio do Prefeito. XII – os vencimentos dos cargos do Poder Legislativo e do Poder Judiciário não poderão ser superiores aos pagos pelo Poder Executivo. para fins de aferição do referido teto constitucional e consequente limitação dos valores auferidos. a percepção de aposentadoria. e nos Estados e no Distrito Federal. pelo poder público. ressalvado o disposto nos incisos XI e XIV deste artigo e nos arts.8. aos Procuradores e aos Defensores Públicos.-TSE. nos Municípios. do Distrito Federal e dos Municípios. II. dos Estados. § 2°. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. 153. XVI – é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Inciso X com redação dada pelo art. b) a de um cargo de professor com outro. 3° da EC n° 19/1998. o subsídio dos Deputados Estaduais e Distritais no âmbito do Poder Legislativo e o subsídio dos Desembargadores do Tribunal de Justiça. observado em qualquer caso o disposto no inciso XI: ƒƒ Inciso XVI com redação dada pelo art. dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. XV – o subsídio e os vencimentos dos ocupantes de cargos e empregos públicos são irredutíveis. Art. III. e sociedades controladas. no âmbito do Poder Judiciário. quando houver compatibilidade de horários. § 4°. 3° da EC n° 19/1998. dos detentores de mandato eletivo e dos demais agentes políticos e os proventos.

nos termos da lei. art. 73. serviços. ƒƒ Lei n° 8. da Lei n° 9. dos Estados. 74: a infringência ao disposto neste parágrafo configura abuso de autoridade.504/1997.” (Lei de Improbidade Administrativa). XIX – somente por lei específica poderá ser criada autarquia e autorizada a instituição de empresa pública. do Distrito Federal e dos Municípios. exercidas por servidores de carreiras específicas. ƒƒ Inciso XIX com redação dada pelo art. XXII – as administrações tributárias da União. sem prejuízo da ação penal cabível. compras e alienações serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes. indireta ou fundacional e dá outras providências. 37 sobre os demais setores administrativos. ƒƒ Inciso XXII acrescido pelo art. serviços e campanhas dos órgãos públicos deverá ter caráter educativo. neste último caso. trativos e a informações sobre atos de governo. 158 . cargo. as obras. § 2° A não observância do disposto nos incisos II e III implicará a nulidade do ato e a punição da autoridade responsável. a criação de subsidiárias das entidades mencionadas no inciso anterior. símbolos ou imagens que caracterizem promoção pessoal de autoridades ou servidores públicos. emprego ou função na administração pública direta. nos termos da lei. informativo ou de orientação social. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Lei n° 9. de sociedade de economia mista e de fundação. observado o disposto no art. externa e interna. obras. dela não podendo constar nomes. na forma da lei ou convênio. II – o acesso dos usuários a registros adminis- III – a disciplina da representação contra o exercício negligente ou abusivo de cargo.504/1997: restrição à publicidade institucional nos três meses que antecedem a eleição. art. 3° da EC n° 19/1998. mantidas as condições efetivas da proposta. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. desta Constituição. V. em cada caso. X e XXXIII. 3° da EC n° 19/1998. programas. § 4° Os atos de improbidade administrativa importarão a suspensão dos direitos políticos. 5°. 1° da EC n° 42/2003. XX – depende de autorização legislativa. regulando especialmente: ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. ƒƒ V. na forma da lei. terão recursos prioritários para a realização de suas atividades e atuarão de forma integrada. XXI – ressalvados os casos especificados na legislação. b. assim como a participação de qualquer delas em empresa privada. art. inclusive com o compartilhamento de cadastros e de informações fiscais. atividades essenciais ao funcionamento do Estado. 3° da EC n° 19/1998. 15. na forma e gradação previstas em lei. da qualidade dos serviços. asseguradas a manutenção de serviços de atendimento ao usuário e a avaliação periódica. cabendo à lei complementar. definir as áreas de sua atuação.Art.429/1992: “Dispõe sobre as sanções aplicáveis aos agentes públicos nos casos de enriquecimento ilícito no exercício de mandato. emprego ou função na administração pública. a perda da função pública. ƒƒ V. I – as reclamações relativas à prestação dos serviços públicos em geral. com cláusulas que estabeleçam obrigações de pagamento. § 1° A publicidade dos atos. § 3° A lei disciplinará as formas de participa- ção do usuário na administração pública direta e indireta. a indisponibilidade dos bens e o ressarcimento ao erário. VI. o qual somente permitirá as exigências de qualificação técnica e econômica indispensáveis à garantia do cumprimento das obrigações.

. de 2. 73 dispõe: “As infrações dos dispositivos desta lei complementar serão punidos segundo [. que causem prejuízos ao erário. ƒƒ Parágrafo 7° acrescido pelo art.. por meio de ação de improbidade administrativa. 1° da EC n° 47/2005. § 10. limitado a noventa inteiros e vinte e cinco centésimos por cento do subsídio mensal dos Ministros do Supremo Tribunal Federal.-TSE nos 23. como limite único. II – os controles e critérios de avaliação de desempenho. ressalvadas as respectivas ações de ressarcimento.6. Ao servidor público da administração direta. ressalvados os cargos acumuláveis na forma desta Constituição. 38. 3° da EC n° 19/1998.]. nessa qualidade. 159 Constituição Federal .347/2004 e 811/2004: a suspensão dos direitos políticos. 42 e 142 com a remuneração de cargo. ƒƒ Parágrafo 8° e incisos I a III acrescidos pelo art. É vedada a percepção simultânea de proventos de aposentadoria decorrentes do art. [. Em seu art.. orçamentária e financeira dos órgãos e entidades da administração direta e indireta poderá ser ampliada mediante contrato. fica facultado aos Estados e ao Distrito Federal fixar. para efeito dos limites remuneratórios de que trata o inciso XI do caput deste artigo. emprego ou função pública. aplicam-se as seguintes disposições: ƒƒ Caput com redação dada pela EC n° 19/1998. a ser firmado entre seus administradores e o poder público. direitos. as parcelas de caráter indenizatório previstas em lei. as de direito privado prestadoras de serviços públicos responderão pelos danos que seus agentes. os cargos eletivos e os cargos em comissão declarados em lei de livre nomeação e exoneração. obrigações e responsabilidade dos dirigentes. em seu âmbito. III – a remuneração do pessoal. no exercício de mandato eletivo. ƒƒ Parágrafo 11 acrescido pelo art.92. servidor ou não. que receberem recursos da União. ƒƒ Parágrafo 10 acrescido pelo art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ LC n° 101/2000: “Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências”. a Lei n° 8. o subsídio mensal dos Desembargadores do respectivo Tribunal de Justiça. dos Estados. Art. 3° da EC n° 19/1998.. não se aplicando o disposto neste parágrafo aos subsídios dos Deputados Estaduais e Distritais e dos Vereadores. que tenha por objeto a fixação de metas de desempenho para o órgão ou entidade. Art. 40 ou dos arts. 3° da EC n° 19/1998. depende de aplicação expressa e motivada pelo juízo competente e requer trânsito em julgado da decisão.]”. Não serão computadas. Constituição da República Federativa do Brasil § 5° A lei estabelecerá os prazos de prescrição para ilícitos praticados por qualquer agente. 38 § 9° O disposto no inciso XI aplica-se às empresas públicas e às sociedades de economia mista. do Distrito Federal ou dos Municípios para pagamento de despesas de pessoal ou de custeio em geral. cabendo à lei dispor sobre: I – o prazo de duração do contrato. § 12. 1° da EC n° 47/2005. ƒƒ Parágrafo 9° acrescido pelo art.429. Para os fins do disposto no inciso XI do caput deste artigo. § 8° A autonomia gerencial. autárquica e fundacional. causarem a terceiros. e suas subsidiárias. § 6° As pessoas jurídicas de direito público e § 11. § 7° A lei disporá sobre os requisitos e as restrições ao ocupante de cargo ou emprego da administração direta e indireta que possibilite o acesso a informações privilegiadas. assegurado o direito de regresso contra o responsável nos casos de dolo ou culpa. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Ac. mediante emenda às respectivas Constituições e Lei Orgânica. ƒƒ Parágrafo 12 acrescido pelo art.

XXII e XXX. VII. 5° da EC n° 19/1998. constituindo-se a participação nos cursos um dos requisitos para a promoção na carreira. emprego ou função. 160 . estadual ou distrital. A União. XVII. autarquia e fundação. adicional. do Distrito Federal e dos Municípios disciplinará a aplicação de recursos orçamentários provenientes da economia com despesas correntes em cada órgão. a celebração de convênios ou contratos entre os entes federados. obedecido. vedado o acréscimo de qualquer gratificação. sendolhe facultado optar pela sua remuneração. V – para efeito de benefício previdenciário. XIX. III – investido no mandato de Vereador. ficará afastado de seu cargo. II – investido no mandato de Prefeito. podendo a lei estabelecer requisitos diferenciados de admissão quando a natureza do cargo o exigir. dos Estados. XVI. emprego ou função. 2° da EC n° 18/1998. perceberá as vantagens de seu cargo. VIII. exceto para promoção por merecimento. § 1° A fixação dos padrões de vencimento e dos demais componentes do sistema remuneratório observará: a complexidade dos cargos componentes de cada carreira. integrado por servidores designados pelos respectivos Poderes. 37. 39 I – tratando-se de mandato eletivo federal. o Distrito Federal e os Municípios instituirão conselho de política de administração e remuneração de pessoal. § 2° A União. IX. XX. para isso. havendo compatibilidade de horários. ƒƒ Caput e §§ 1° e 2° com redação dada pelo art. § 7° Lei da União. para aplicação no desenvolvimento de programas de qualidade e produtividade. XVIII. os Estados e o Distrito Federal manterão escolas de governo para a formação § 8° A remuneração dos servidores públicos organizados em carreira poderá ser fixada nos termos do § 4°. XIII. DOS SERVIDORES PÚBLICOS ƒƒ Seção com a denominação alterada pelo art. obedecido. § 3° Aplica-se aos servidores ocupantes de cargo público o disposto no art. o grau de responsabilidade e II – os requisitos para a investidura. Seção II § 5° Lei da União. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. modernização. § 6° Os Poderes Executivo. o disposto no art. o disposto no art. XI. dos Estados. 5° da EC n° 19/1998. verba de representação ou outra espécie remuneratória. prêmio. sem prejuízo da remuneração do cargo eletivo. os Ministros de Estado e os Secretários Estaduais e Municipais serão remunerados exclusivamente por subsídio fixado em parcela única. I – a natureza. o detentor de mandato eletivo. será afastado do cargo. Legislativo e Judiciário publicarão anualmente os valores do subsídio e da remuneração dos cargos e empregos públicos. 7°. do Distrito Fe- Art. IV. os valores serão determinados como se no exercício estivesse. IV – em qualquer caso que exija o afastamento para o exercício de mandato eletivo. os Estados. X e XI. em qualquer caso. reaparelhamento e racionalização do serviço público. abono. não havendo compatibilidade. 39. XV. no caso de afastamento. facultada. § 4° O membro de Poder. 37. seu tempo de serviço será contado para todos os efeitos legais. em qualquer caso. XII. inclusive sob a forma de adicional ou prêmio de produtividade. III – as peculiaridades dos cargos. e. deral e dos Municípios poderá estabelecer a relação entre a maior e a menor remuneração dos servidores públicos. será aplicada a norma do inciso anterior. emprego ou função.Art. treinamento e desenvolvimento. CONSTITUIÇÃO FEDERAL e o aperfeiçoamento dos servidores públicos.

incluídas suas autarquias e fundações. 1° da EC n° 41/2003. § 1° Os servidores abrangidos pelo regime de previdência de que trata este artigo serão aposentados. 1° da EC n° 20/1998. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. 1° da EC n° 47/2005. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. ressalvados. por ocasião de sua concessão. b) sessenta e cinco anos de idade. a) sessenta anos de idade e trinta e cinco de contribuição. mediante contribuição do respectivo ente público. § 4° É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos abrangidos pelo regime de que trata este artigo. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial e o disposto neste artigo. na forma da lei. no cargo efetivo em que se deu a aposentadoria ou que serviu de referência para a concessão da pensão. Constituição da República Federativa do Brasil § 2° Os proventos de aposentadoria e as pensões. II – compulsoriamente. I – portadores de deficiência. se mulher. 1° da EC n° 41/2003. 1° da EC n° 41/2003. III – cujas atividades sejam exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física. III – voluntariamente. Art. Aos servidores titulares de cargos efetivos da União. Art. por ocasião da sua concessão. exceto se decorrente de acidente em serviço. e cinqüenta e cinco anos de idade e trinta de contribuição. § 3° Para o cálculo dos proventos de aposen- I – por invalidez permanente. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. 1° da EC n° 20/1998. desde que cumprido tempo mínimo de dez anos de efetivo exercício no serviço público e cinco anos no cargo efetivo em que se dará a aposentadoria. observadas as seguintes condições: ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. II – que exerçam atividades de risco. os casos de servidores: ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. serão consideradas as remunerações utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência de que tratam este artigo e o art. aos setenta anos de idade. contagiosa ou incurável. dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas. ƒƒ Caput com redação dada pelo art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Parágrafos 3° a 8° acrescidos pelo art. se mulher. 40 ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário. 1° da EC n° 20/1998. e sessenta anos de idade. moléstia profissional ou doença grave. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. se homem. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. do Distrito Federal e dos Municípios. na forma da lei. tadoria. 5° da EC n° 19/1998. sendo os proventos proporcionais ao tempo de contribuição. 1° da EC n° 41/2003. 1° da EC n° 20/1998. calculados os seus proventos a partir dos valores fixados na forma dos §§ 3° e 17: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. 40. não poderão exceder a remuneração do respectivo servidor. dos Estados. se homem. 1° da EC n° 47/2005. § 5° Os requisitos de idade e de tempo de contribuição serão reduzidos em cinco anos. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. 161 Constituição Federal . com proventos proporcionais ao tempo de contribuição. nos termos definidos em leis complementares. 201.

o Distrito Federal e os Municípios. aplica-se o regime geral de previdência social. esta- dual ou municipal será contado para efeito de que trata o § 14 será instituído por lei de iniciativa do respectivo Poder Executivo. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. 37. ou II – ao valor da totalidade da remuneração do servidor no cargo efetivo em que se deu o falecimento. caso em atividade na data do óbito. 40 em relação ao disposto no § 1°.Art. § 15. ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. exclusivamente. desde que instituam regime de previdência complementar para os seus respectivos servidores titulares de cargo efetivo. caso aposentado à data do óbito. § 14. que será igual: ƒƒ Parágrafo 7° com redação dada pelo art. ƒƒ Parágrafo 8° com redação dada pelo art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL aposentadoria e o tempo de serviço correspondente para efeito de disponibilidade. XI. o regime de previdência dos servidores públicos titulares de cargo efetivo observará. à soma total dos proventos de inatividade. bem como de outras atividades sujeitas a contribuição para o regime geral de previdência social. o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. poderão fixar. 1° da EC n° 20/1998. 201. observado o disposto no art. tes dos cargos acumuláveis na forma desta Constituição. é vedada a percepção de mais de uma aposentadoria à conta do regime de previdência previsto neste artigo. I – ao valor da totalidade dos proventos do servidor falecido. 1° da EC n° 20/1998. o valor real. em caráter permanente. Ao servidor ocupante. 201. no que couber. e ao montante resultante da adição de proventos de inatividade com remuneração de cargo acumulável na forma desta Constituição. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. por intermédio de entidades fechadas de previdência complementar. a. § 13. § 8° É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. 202 e seus parágrafos. para o valor das aposentadorias e pensões a serem concedidas pelo regime de que trata este artigo. 1° da EC n° 41/2003. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. III. § 12. e de cargo eletivo. ƒƒ Parágrafos 9° a 14 acrescidos pelo art. de cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração bem como de outro cargo temporário ou de emprego público. § 11. acrescido de setenta por cento da parcela excedente a este limite. Aplica-se o limite fixado no art. até o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. de natureza 162 . § 10. § 6° Ressalvadas as aposentadorias decorren- § 7° Lei disporá sobre a concessão do benefício de pensão por morte. 1° da EC n° 41/2003. os Estados. 201. os requisitos e critérios fixados para o regime geral de previdência social. A lei não poderá estabelecer qualquer forma de contagem de tempo de contribuição fictício. inclusive quando decorrentes da acumulação de cargos ou empregos públicos. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. O regime de previdência complementar de § 9° O tempo de contribuição federal. A União. Além do disposto neste artigo. conforme critérios estabelecidos em lei. 1° da EC n° 41/2003. no que couber. cargo em comissão declarado em lei de livre nomeação e exoneração. 1° da EC n° 20/1998.

que oferecerão aos respectivos participantes planos de benefícios somente na modalidade de contribuição definida. e de mais de uma unidade gestora do respectivo regime em cada ente estatal. será ele reintegrado. § 20. na forma da lei. A contribuição prevista no § 18 deste artigo incidirá apenas sobre as parcelas de § 4° Como condição para a aquisição da estabilidade. 41 proventos de aposentadoria e de pensão que superem o dobro do limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. Art. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. Incidirá contribuição sobre os proventos de aposentadorias e pensões concedidas pelo regime de que trata este artigo que superem o limite máximo estabelecido para os benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. sa opção. e que opte por permanecer em atividade fará jus a um abono de permanência equivalente ao valor da sua contribuição previdenciária até completar as exigências para aposentadoria compulsória contidas no § 1°. até seu adequado aproveitamento em outro cargo. sem direito a indenização. § 3° Extinto o cargo ou declarada a sua desnecessidade. ƒƒ Caput e §§ 1° a 3° com redação dada pelo art. for portador de doença incapacitante. X. 41. 1° da EC n° 41/2003. Fica vedada a existência de mais de um regime próprio de previdência social para os servidores titulares de cargos efetivos. § 21. § 3°. 6° da EC n° 19/1998.CONSTITUIÇÃO FEDERAL pública. aproveitado em outro cargo ou posto em disponibilidade com remuneração proporcional ao tempo de serviço. na forma de lei complementar. ƒƒ Parágrafo 15 com redação dada pelo art. com remuneração proporcional ao tempo de serviço. 201 desta Constituição. Art. São estáveis após três anos de efetivo exercício os servidores nomeados para cargo de provimento efetivo em virtude de concurso público. § 19. a. ƒƒ Parágrafo 16 acrescido pelo art. 142. III – mediante procedimento de avaliação periódica de desempenho. § 2° Invalidada por sentença judicial a demis- são do servidor estável. 1° da EC n° 20/1998. Somente mediante sua prévia e expres- Constituição da República Federativa do Brasil . 1° da EC n° 47/2005. se estável. II – mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa. 163 Constituição Federal § 16. na forma da lei. II. é obrigatória a avaliação especial de desempenho por comissão instituída para essa finalidade. com percentual igual ao estabelecido para os servidores titulares de cargos efetivos. § 1° O servidor público estável só perderá o cargo: siderados para o cálculo do benefício previsto no § 3° serão devidamente atualizados. § 17. Todos os valores de remuneração con- I – em virtude de sentença judicial transitada em julgado. o disposto nos §§ 14 e 15 poderá ser aplicado ao servidor que tiver ingressado no serviço público até a data da publicação do ato de instituição do correspondente regime de previdência complementar. O servidor de que trata este artigo que tenha completado as exigências para aposentadoria voluntária estabelecidas no § 1°. ressalvado o disposto no art. o servidor estável ficará em disponibilidade. 201. III. 1° da EC n° 41/2003. ƒƒ Parágrafo 21 acrescido pelo art. quando o beneficiário. e o eventual ocupante da vaga. 6° da EC n° 19/1998. assegurada ampla defesa. ƒƒ Parágrafos 17 a 20 acrescidos pelo art. § 18. reconduzido ao cargo de origem.

do Distrito Federal e dos Territórios. as disposições do art. § 4° (Revogado pela EC n° 18/98). § 6° (Revogado pela EC n° 18/98). § 10. 40. na forma da lei: I – igualdade de tarifas. além do que vier a ser fixado em lei. §§ 2° e 3°. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 9° (Revogado pela EC n° 18/98). 142. 142. do Distrito Federal e dos Territórios. IV. Os membros das Polícias Militares e Corpos de Bombeiros Militares. e do art. Das RegiÕes Dos Militares dos Estados. 14. § 3°. § 2° Os incentivos regionais compreenderão. § 1° Lei complementar disporá sobre: I – as condições para integração de regiões em desenvolvimento. § 8° (Revogado pela EC n° 18/98). 43. § 5° (Revogado pela EC n° 18/98). Art. 42 ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. fretes. instituições organizadas com base na hierarquia e disciplina. do Distrito Federal e dos Territórios aplica-se o que for fixado em lei específica do respectivo ente estatal. a União poderá articular sua ação em um mesmo complexo geoeconômico e social. os planos regionais. seguros e outros itens de custos e preços de responsabilidade do Poder Público. do Distrito Federal e dos Territórios ƒƒ Seção com a denominação alterada pela EC n° 18/1998. 164 . integrantes dos planos nacionais de desenvolvimento econômico e social. visando a seu desenvolvimento e à redução das desigualdades regionais. § 8°. § 3° (Revogado pela EC n° 18/98). IV – prioridade para o aproveitamento econômico e social dos rios e das massas de água represadas ou represáveis nas regiões de baixa renda. sujeitas a secas periódicas. reduções ou diferimento temporário de tributos federais devidos por pessoas físicas ou jurídicas. (Revogado pela EC n° 18/98). na forma da lei. além de outros. inciso X. do art. (Revogado pela EC n° 18/98). são militares dos Estados. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pela EC n° 20/1998. § 7° (Revogado pela EC n° 18/98). ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. Para efeitos administrativos. de fontes de água e de pequena irrigação. 42. II – a composição dos organismos regionais que executarão. § 9°.Art. a União incentivará a recuperação de terras áridas e cooperará com os pequenos e médios proprietários rurais para o estabelecimento. Seção III Seção IV Art. § 2° Aos pensionistas dos militares dos Es- tados. § 3° Nas áreas a que se refere o § 2°. II – juros favorecidos para financiamento de atividades prioritárias. § 11. III – isenções. em suas glebas. § 1° Aplicam-se aos militares dos Estados. sendo as patentes dos oficiais conferidas pelos respectivos Governadores. aprovados juntamente com estes. 2° da EC n° 18/1998. cabendo a lei estadual específica dispor sobre as matérias do art. 6° da EC n° 19/1998. 1° da EC n° 41/2003.

com Constituição da República Federativa do Brasil . 46. Art. por um e dois terços. as deliberações de cada Casa e de suas Comissões serão tomadas por maioria XI – criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. pelo sistema proporcional. VI – incorporação. Cada legislatura terá a duração Art. bem como a representação por Estado e pelo Distrito Federal. em cada Estado. espaço aéreo e marítimo e bens do domínio da União. VIII – concessão de anistia. ƒƒ Inciso X com redação dada pelo art. especialmente sobre: Parágrafo único. transformação e extinção de cargos. em cada Território e no Distrito Federal. 44. 49. arrecadação e distribuição de rendas. V – limites do território nacional. 45. eleitos segundo o princípio majoritário. O Poder Legislativo é exercido pelo a sanção do Presidente da República. II – plano plurianual. operações de crédito. 48 dos votos. O Senado Federal compõe-se de representantes dos Estados e do Distrito Federal. 47. § 3° Cada Senador será eleito com dois suplentes. VII – transferência temporária da sede do Governo Federal. 165 Constituição Federal Art. no ano anterior às eleições. proporcionalmente à população. eleitos. para que nenhuma daquelas unidades da Federação tenha menos de oito ou mais de setenta Deputados. 51 e 52. A Câmara dos Deputados compõe-se I – sistema tributário. da Constituição Federal”. CAPÍtULO I Seção I Seção II Art. de representantes do povo. do Ministério Público e da Defensoria Pública do Distrito Federal. procedendo-se aos ajustes necessários. ƒƒ LC n° 78/1993: “Disciplina a fixação do número de deputados. do Ministério Público e da Defensoria Pública da União e dos Territórios e organização judiciária. § 2° Cada Território elegerá quatro Deputados. subdivisão ou desmembramento de áreas de Territórios ou Estados. de quatro anos. regionais e setoriais de desenvolvimento. Salvo disposição constitucional em contrário. IX – organização administrativa. judiciária. dispor sobre todas as matérias de competência da União. 48. diretrizes orçamentárias. Cabe ao Congresso Nacional. Das AtriBuiÇÕes do Congresso Nacional Da ORGaniZaÇÃO dOs POdEREs DO POdER LEGisLativO Do Congresso Nacional Congresso Nacional. 1° da EC n° 32/2001. alternadamente. será estabelecido por lei complementar. observado o que estabelece o art. dívida pública e emissões de curso forçado. presente a maioria absoluta de seus membros. III – fixação e modificação do efetivo das Forças Armadas. 45.CONSTITUIÇÃO FEDERAL TÍtULO IV Art. Art. VI. não exigida esta para o especificado nos arts. nos termos do art. § 1° O número total de Deputados. empregos e funções públicas. 84. § 2° A representação de cada Estado e do Distrito Federal será renovada de quatro em quatro anos. § 1°. X – criação. IV – planos e programas nacionais. § 1° Cada Estado e o Distrito Federal elegerão três Senadores. com mandato de oito anos. ouvidas as respectivas Assembléias Legislativas. b. que se compõe da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. orçamento anual.

ressalvados os casos previstos em lei complementar. I. XI. ou suspender qualquer uma dessas medidas. IV – aprovar o estado de defesa e a intervenção federal. § 2°. 39. 39. informações sobre assunto previamente determinado. diretamente. 49. 153. 37. § 2°. ƒƒ Inciso VIII com redação dada pelo art. a permitir que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. II. § 4°. a exploração e o aproveitamento de recursos hídricos e a pesquisa e lavra de riquezas minerais. 153. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. XIII – matéria financeira. e 153. 8° da EC n° 19/1998. 37. XVI – autorizar. CONSTITUIÇÃO FEDERAL VIII – fixar os subsídios do Presidente e do XII – telecomunicações e radiodifusão. a alienação ou concessão de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares. III. 153. IX – julgar anualmente as contas prestadas pelo Presidente da República e apreciar os relatórios sobre a execução dos planos de governo. 49 ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. A Câmara dos Deputados e o Senado Federal. XII – apreciar os atos de concessão e renovação de concessão de emissoras de rádio e televisão. I. Vice-Presidente da República e dos Ministros de Estado. e 153. quando a ausência exceder a quinze dias. 1° da EC n° 32/2001. observado o que dispõem os arts. 39. 1° da EC n° 41/2003. § 2°. 150.Art. importando em crime de responsabilidade a ausência sem justificação adequada. Art. 166 . XIV – aprovar iniciativas do Poder Executivo referentes a atividades nucleares. II. observado o que dispõem os arts. II – autorizar o Presidente da República a declarar guerra. § 4°. Art. instituições financeiras e suas operações. É da competência exclusiva do Congresso Nacional: acordos ou atos internacionais que acarretem encargos ou compromissos gravosos ao patrimônio nacional. autorizar o estado de sítio. III. XVII – aprovar. I – resolver definitivamente sobre tratados. previamente. ou por qualquer de suas Casas. e 153. III. a celebrar a paz. XI. poderão convocar Ministro de Estado ou quaisquer titulares de órgãos diretamente subordinados à Presidência da República para prestarem. 150. observado o que dispõem os arts. § 4°. XI – zelar pela preservação de sua competência legislativa em face da atribuição normativa dos outros Poderes. II. pessoalmente. e montante da dívida mobiliária federal. 150. 8° da EC n° 19/1998. III – autorizar o Presidente e o Vice-Presidente da República a se ausentarem do País. VI – mudar temporariamente sua sede. XV – autorizar referendo e convocar plebiscito. em terras indígenas. ou qualquer de suas Comissões. 50. I. cambial e monetária. X – fiscalizar e controlar. V – sustar os atos normativos do Poder Executivo que exorbitem do poder regulamentar ou dos limites de delegação legislativa. VII – fixar idêntico subsídio para os Deputados Federais e os Senadores. XIII – escolher dois terços dos membros do Tribunal de Contas da União. incluídos os da administração indireta. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. XV – fixação do subsídio dos Ministros do Supremo Tribunal Federal. XIV – moeda. seus limites de emissão. os atos do Poder Executivo.

I – autorizar. d) Presidente e diretores do banco central. 1° da ECR n° 2/1994. financeira.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Caput com redação dada pelo art. ou o não atendimento. 1° da EC n° 45/2004. empregos e funções de seus serviços. criação. Compete privativamente ao Senado Federal: I – processar e julgar o Presidente e o Vice- Presidente da República nos crimes de responsabilidade. por proposta do Presidente da República. a escolha de: a) Magistrados. a instauração de processo contra o Presidente e o Vice-Presidente da República e os Ministros de Estado. c) Governador de Território. 2° da ECR n° 2/1994. V – eleger membros do Conselho da República. transformação ou extinção dos cargos. ou a qualquer de suas Comissões. 1° da EC n° 23/1999. II – proceder à tomada de contas do Presidente da República. nos casos estabelecidos nesta Constituição. do Distrito Federal. VII. bem como a prestação de informações falsas. Art. VI – fixar. 52 Seção IV Constituição da República Federativa do Brasil DO SENADO FEDERAL § 2° As Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal poderão encaminhar pedidos escritos de informação a Ministros de Estado ou a qualquer das pessoas referidas no caput deste artigo. por voto secreto. nos termos do art. os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público. para expor assunto de relevância de seu Ministério. polícia. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. III – elaborar seu regimento interno. IV – aprovar previamente. 52. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. 51. Da CÂmara dos Deputados Seção III II – processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal. Art. 89. observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. V – autorizar operações externas de natureza ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. . quando não apresentadas ao Congresso Nacional dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. limites globais para o montante da 167 Constituição Federal § 1° Os Ministros de Estado poderão comparecer ao Senado Federal. após argüição pública. por dois terços de seus mem- bros. Compete privativamente à Câmara dos Deputados: III – aprovar previamente. Art. e) Procurador-Geral da República. de interesse da União. e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração. após argüição em sessão secreta. f) titulares de outros cargos que a lei determinar. à Câmara dos Deputados. dos Estados. bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. a escolha dos chefes de missão diplomática de caráter permanente. por voto secreto. IV – dispor sobre sua organização. dos Territórios e dos Municípios. funcionamento. b) Ministros do Tribunal de Contas da União indicados pelo Presidente da República. 9° da EC n° 19/1998. importando em crime de responsabilidade a recusa. o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade. do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles. por sua iniciativa e mediante entendimentos com a Mesa respectiva. no prazo de trinta dias.

XIII – dispor sobre sua organização. para o exercício de função pública. Nesse caso. § 2° Desde a expedição do diploma. de ofício. dos Estados. para que. XV – avaliar periodicamente a funcionalidade do Sistema Tributário Nacional.Art. Dos Deputados e dos Senadores VII – dispor sobre limites globais e condições para as operações de crédito externo e interno da União. dependerá de prévia licença da Casa respectiva. à perda do cargo. que. § 6° Os Deputados e Senadores não serão obrigados a testemunhar sobre informações recebidas ou prestadas em razão do exercício do mandato. palavras e votos. VII. por oito anos. ƒƒ Inciso XIII com redação dada pelo art. Nos casos previstos nos incisos I e II. e o desempenho das administrações tributárias da União. dos Estados. de lei declarada inconstitucional por decisão definitiva do Supremo Tribunal Federal. Os Deputados e Senadores são invio- láveis. do Distrito Federal e dos Municípios. § 3° Recebida a denúncia contra Senador ou Deputado. com inabilitação. 53 dívida consolidada da União. a exoneração. por quaisquer de suas opiniões. por maioria absoluta e por voto secreto. de suas autarquias e demais entidades controladas pelo Poder Público federal. nem sobre as pessoas que lhes confiaram ou deles receberam informações. CONSTITUIÇÃO FEDERAL do Supremo Tribunal Federal. serão submetidos a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. sustar o andamento da ação. Art. § 1° Os Deputados e Senadores. 168 . os membros do Congresso Nacional não poderão ser presos. empregos e funções de seus serviços. dos Estados e do Distrito Federal e dos Municípios. IX – estabelecer limites globais e condições para o montante da dívida mobiliária dos Estados. Parágrafo único. sem prejuízo das demais sanções judiciais cabíveis. 1° da EC n° 42/2003. Seção V VIII – dispor sobre limites e condições para a concessão de garantia da União em operações de crédito externo e interno. os autos serão remetidos dentro de vinte e quatro horas à Casa respectiva. transformação ou extinção dos cargos. § 5° A sustação do processo suspende a prescrição. embora militares e ainda que em tempo de guerra. ƒƒ Inciso XV acrescido pelo art. limitando-se a condenação. civil e penalmente. em sua estrutura e seus componentes. do Distrito Federal e dos Municípios. por crime ocorrido após a diplomação. XIV – eleger membros do Conselho da República. 89. 10 da EC n° 19/1998. X – suspender a execução. XII – elaborar seu regimento interno. funcionará como Presidente o § 7° A incorporação às Forças Armadas de Deputados e Senadores. XI – aprovar. funcionamento. por iniciativa de partido político nela representado e pelo voto da maioria de seus membros. o Supremo Tribunal Federal dará ciência à Casa respectiva. enquanto durar o mandato. e a iniciativa de lei para fixação da respectiva remuneração. 53. até a decisão final. nos termos do art. observados os parâmetros estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. desde a expedição do diploma. polícia. resolva sobre a prisão. poderá. no todo ou em parte. pelo voto da maioria de seus membros. que somente será proferida por dois terços dos votos do Senado Federal. do Distrito Federal e dos Municípios. salvo em flagrante de crime inafiançável. do ProcuradorGeral da República antes do término de seu mandato. criação. § 4° O pedido de sustação será apreciado pela Casa respectiva no prazo improrrogável de quarenta e cinco dias do seu recebimento pela Mesa Diretora.

que sejam incompatíveis com a execução da medida. no caso de transferência para agremiação partidária integrante da coligação pela qual o candidato elegeu-se.600/2007: entendimento aplicável às vagas obtidas pelo sistema majoritário. b) ocupar cargo ou função de que sejam demissíveis ad nutum. ƒƒ Caput e parágrafos com redação dada pelo art.563/2007 e 22.-TSE n° 22. do direito à vaga obtida pelo sistema proporcional na hipótese de pedido de cancelamento de filiação ou de transferência do candidato eleito para agremiação partidária diversa. salvo quando o contrato obedecer a cláusulas uniformes. mediante provocação da respectiva Mesa ou de partido político representado no Congresso Nacional. a. em cada ses- são legislativa.526/2007: preservação. no AgR-AC n° 19326: “A decisão da Justiça Eleitoral de comunicação de perda de direitos políticos ao Poder Legislativo tem eficácia imediata”.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 8° As imunidades de Deputados ou Art.610/2007: regulamentação dos processos de perda de cargo eletivo e de justificação de desfiliação partidária. II – cujo procedimento for declarado incompatível com o decoro parlamentar. Senador: VI – que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado. 55. nas entidades referidas no inciso I. V – quando o decretar a Justiça Eleitoral. 54. do mandato será decidida pela Câmara dos Deputados ou pelo Senado Federal. d) ser titulares de mais de um cargo ou mandato público eletivo.5. salvo licença ou missão por esta autorizada. inclusive os de que sejam demissíveis ad nutum.-TSE. a.-TSE n° 22. ƒƒ Res.-TSE § 3° Nos casos previstos nos incisos III a V. de 12. Res. III – que deixar de comparecer. à terça parte das sessões ordinárias da Casa a que pertencer. controladores ou diretores de empresa que goze de favor decorrente de contrato com pessoa jurídica de direito público. 1° da EC n° 35/2001. a perda Art. IV – que perder ou tiver suspensos os direitos políticos. Perderá o mandato o Deputado ou ƒƒ Res. b) aceitar ou exercer cargo.-TSE n° 22. autarquia. só podendo ser suspensas mediante o voto de dois terços dos membros da Casa respectiva. por voto secreto e maioria absoluta. Constituição da República Federativa do Brasil . sociedade de economia mista ou empresa concessionária de serviço público. Os Deputados e Senadores não poderão: I – desde a expedição do diploma: a) firmar ou manter contrato com pessoa jurídica de direito público. assegurada ampla defesa. pelos partidos políticos e coligações partidárias. a perda será declarada pela Mesa da Casa respectiva. o abuso das prerrogativas asseguradas a membro do Congresso Nacional ou a percepção de vantagens indevidas. nas entidades constantes da alínea anterior: I – que infringir qualquer das proibições estabelecidas no artigo anterior. ou nela exercer função remunerada. ou de partido 169 Constituição Federal Senadores subsistirão durante o estado de sítio. empresa pública. nos casos previstos nesta Constituição. II e VI.580/2007: preservação da vaga. Res. § 1° É incompatível com o decoro parlamentar. nos casos de atos praticados fora do recinto do Congresso Nacional. além dos casos definidos no regimento interno. c) patrocinar causa em que seja interessada qualquer das entidades a que se refere o inciso I. também. de ofício ou mediante provocação de qualquer de seus membros.2011. II – desde a posse: a) ser proprietários. Art. § 2° Nos casos dos incisos I. 55 nos 22. ou função ou emprego remunerado. ƒƒ Ac.

sem remuneração. na expressão “de faltarem mais de quinze meses”. ou para tratar. de Prefeitura de capital ou chefe de missão diplomática temporária. 56 político representado no Congresso Nacional. na Capital Federal. Não perderá o mandato o Deputado ou Senador: I – investido no cargo de Ministro de Estado. para mandato de 2 (dois) anos. II – pelo Presidente da República. anualmente. serão transferidas para o primeiro dia útil subseqüente. 1° da EC n° 50/2006.Art. § 4° Cada uma das Casas reunir-se-á em sessões preparatórias. § 3° Além de outros casos previstos nesta Constituição. § 3° Na hipótese do inciso I. 56. Governador de Território. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal reunir-se-ão em sessão conjunta para: I – inaugurar a sessão legislativa. terá seus efeitos suspensos até as deliberações finais de que tratam os §§ 2° e 3°. o afastamento não ultrapasse cento e vinte dias por sessão legislativa. de investidura em funções previstas neste artigo ou de licença superior a cento e vinte dias. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. ƒƒ Parágrafo acrescido pela ECR n° 6/1994. § 2° A sessão legislativa não será interrompida sem a aprovação do projeto de lei de diretrizes orçamentárias. e os demais cargos serão exercidos. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° As reuniões marcadas para essas datas § 4° A renúncia de parlamentar submetido a processo que vise ou possa levar à perda do mandato. § 5° A Mesa do Congresso Nacional será presidida pelo Presidente do Senado Federal. vedada a recondução para o mesmo cargo na eleição imediatamente subseqüente. IV – conhecer do veto e sobre ele deliberar. do Distrito Federal. Secretário de Estado. Das ReuniÕes § 6° A convocação extraordinária do Congresso Nacional far-se-á: Seção VI Art. O Congresso Nacional reunir-se-á. ƒƒ Parágrafo com redação dada pelo art. de 2 de fevereiro a 17 de julho e de 1° de agosto a 22 de dezembro. domingos ou feriados. § 2° Ocorrendo vaga e não havendo suplente. do texto original. por engano. § 1° O suplente será convocado nos casos de vaga. a partir de 1° de fevereiro. no lugar da conjunção “se”. no primeiro ano da legislatura. II – elaborar o regimento comum e regular a criação de serviços comuns às duas Casas. de Território. Art. pelos ocupantes de cargos equivalentes na Câmara dos Deputados e no Senado Federal. far-se-á eleição para preenchê-la de faltarem mais de quinze meses para o término do mandato. 57. pelos Presidentes da Câmara dos Deputados e do 170 . II – licenciado pela respectiva Casa por motivo de doença. neste caso. para a posse de seus membros e eleição das respectivas Mesas. quando recaírem em sábados. de pedido de autorização para a decretação de estado de sítio e para o compromisso e a posse do Presidente e do Vice-Presidente da República. desde que. 1° da EC n° 50/2006. I – pelo Presidente do Senado Federal. nos termos deste artigo. alternadamente. de interesse particular. o Deputado ou Senador poderá optar pela remuneração do mandato. III – receber o compromisso do Presidente e do Vice-Presidente da República. assegurada ampla defesa. 99 Depreende-se do contexto que. em caso de decretação de estado de defesa ou de intervenção federal. o vocábulo “de” foi usado.

Art. Das ComissÕes Seção VII Art. I – emendas à Constituição. a representação proporcional dos partidos ou dos blocos parlamentares que participam da respectiva Casa. VI – apreciar programas de obras. em conjunto ou separadamente. tanto quanto possível. serão criadas pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal. haverá uma Comissão representativa do Congresso Nacional. O processo legislativo compreende a elaboração de: I – discutir e votar projeto de lei que dispen- sar. . com atribuições definidas no regimento comum. 59. 1° da EC n° 50/2006. 1° da EC n° 50/2006. o V – solicitar depoimento de qualquer autoridade ou cidadão. regionais e setoriais de desenvolvimento e sobre eles emitir parecer. Congresso Nacional somente deliberará sobre a matéria para a qual foi convocado. na forma do regimento. § 3° As comissões parlamentares de inquérito. em caso de urgência ou interesse público relevante. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. 1° da EC n° 32/2001. planos nacionais. salvo se houver recurso de um décimo dos membros da Casa. mediante requerimento de um terço de seus membros. constituídas na forma e com as atribuições previstas no respectivo regimento ou no ato de que resultar sua criação. IV – leis delegadas. a competência do Plenário. encaminhadas ao Ministério Público. § 7° Na sessão legislativa extraordinária. O Congresso Nacional e suas Casas terão comissões permanentes e temporárias. 59 III – convocar Ministros de Estado para Constituição da República Federativa do Brasil prestar informações sobre assuntos inerentes a suas atribuições. quanto possível. em razão da matéria de sua competência. eleita por suas Casas na última sessão ordinária do período legislativo. reclamações. representações ou queixas de qualquer pessoa contra atos ou omissões das autoridades ou entidades públicas. II – realizar audiências públicas com entidades da sociedade civil. vedado o pagamento de parcela indenizatória. cuja composição reproduzirá. é assegurada. § 1° Na constituição das Mesas e de cada Comissão. III – leis ordinárias. em razão da convocação. 58. 171 Constituição Federal IV – receber petições. Do Processo Legislativo DisposiÇão Geral § 8° Havendo medidas provisórias em vigor na data de convocação extraordinária do Congresso Nacional. ressalvada a hipótese do § 8° deste artigo. § 2° Às comissões. se for o caso. que terão poderes de investigação próprios das autoridades judiciais. além de outros previstos nos regimentos das respectivas Casas. serão elas automaticamente incluídas na pauta da convocação. ƒƒ Parágrafo 8° acrescido pelo art. a proporcionalidade da representação partidária. § 4° Durante o recesso. ƒƒ Parágrafo 7° com redação dada pelo art. II – leis complementares. cabe: Seção VIII Subseção I Art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Senado Federal ou a requerimento da maioria dos membros de ambas as Casas. em todas as hipóteses deste inciso com a aprovação da maioria absoluta de cada uma das Casas do Congresso Nacional. para que promova a responsabilidade civil ou criminal dos infratores. para a apuração de fato determinado e por prazo certo. sendo suas conclusões.

de emenda tendente a abolir: § 4° Não será objeto de deliberação a proposta I – a forma federativa de Estado. em tese. bem como normas gerais para a organização do Ministério Público e da Defensoria Pública dos Estados. do Senado Federal ou do Congresso Nacional. secreto. observado o disposto no art. VI. alteração e consolidação das leis. ainda que isso implique. Da Emenda À ConstituiÇão CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – a separação dos Poderes. no PA n° 108906: cômputo. VII – resoluções. na forma e nos casos previstos nesta Constituição. estabilidade e aposentadoria.Art. de um único voto. ao Presidente da República. cada uma delas. 84. Subseção II Subseção III Das Leis Art. 61.9. Parágrafo único. I – fixem ou modifiquem os efetivos das II – disponham sobre: a) criação de cargos. serviços públicos e pessoal da administração dos Territórios. na urna eletrônica. II – do Presidente da República. III – de mais da metade das Assembléias Legislativas das unidades da Federação. § 1° São de iniciativa privativa do Presidente da República as leis que: Forças Armadas. c) servidores públicos da União e Territórios. IV – os direitos e garantias individuais. ao Supremo Tribunal Federal. Art.-TSE. II – o voto direto. pela maioria relativa de seus membros. em dois turnos. e) criação e extinção de Ministérios e órgãos da administração pública. universal e periódico. de estado de defesa ou de estado de sítio. A Constituição poderá ser emendada mediante proposta: I – de um terço. o afastamento do sigilo. Lei complementar disporá sobre a elaboração. VI – decretos legislativos. § 1° A Constituição não poderá ser emendada na vigência de intervenção federal. com o respectivo número de ordem. considerando-se aprovada se obtiver. do Distrito Federal e dos Territórios. matéria tributária e orçamentária. redação. 60 V – medidas provisórias. b) organização administrativa e judiciária. no mínimo.2010. 3° da EC n° 18/1998. três quintos dos votos dos respectivos membros. ao Procurador-Geral da República e aos cidadãos. 60. manifestando-se. em ambos. 172 . § 2° A proposta será discutida e votada em cada Casa do Congresso Nacional. ƒƒ Ac. aos Tribunais Superiores. seu regime jurídico. provimento de cargos. funções ou empregos públicos na administração direta e autárquica ou aumento de sua remuneração. A iniciativa das leis complementares e ordinárias cabe a qualquer membro ou Comissão da Câmara dos Deputados. dos membros da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. de 2. § 3° A emenda à Constituição será promulga- da pelas Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. d) organização do Ministério Público e da Defensoria Pública da União. § 5° A matéria constante de proposta de emenda rejeitada ou havida por prejudicada não pode ser objeto de nova proposta na mesma sessão legislativa. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art.

por decreto legislativo. exceto os previstos nos arts. desde a edição. § 7° Prorrogar-se-á uma única vez por igual período a vigência de medida provisória que. a carreira e a garantia de seus membros. de poupança popular ou qualquer outro ativo financeiro. § 4° O prazo a que se refere o § 3° contar-se-á I – relativa a: a) nacionalidade. prorrogável. as relações jurídicas delas decorrentes. ressalvado o disposto nos §§ 11 e 12 perderão eficácia. 62. c) organização do Poder Judiciário e do Ministério Público. IV. 153. 1° da EC n° 32/2001. uma vez por igual período. seu regime jurídico. ƒƒ Lei n° 9. todas as demais deliberações legislativas da Casa em que estiver tramitando. o Presidente da República poderá adotar medidas provisórias.709/1998: “Regulamenta a execução do disposto nos incisos I. V. 62 II – que vise a detenção ou seqüestro de Constituição da República Federativa do Brasil f) militares das Forças Armadas. 167. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. b) direito penal. ƒƒ Alínea f acrescida pelo art. da publicação da medida provisória.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art. I. só produzirá efeitos no exercício financeiro seguinte se houver sido convertida em lei até o último dia daquele em que foi editada. se não forem convertidas em lei no prazo de sessenta dias. processual penal e processual civil. partidos políticos e Direito Eleitoral. 1° da EC n° 32/2001. devendo submetêlas de imediato ao Congresso Nacional. com não menos de três décimos por cento dos eleitores de cada um deles. em cada uma das Casas do Congresso Nacional. § 2° Medida provisória que implique instituição ou majoração de impostos. 1° da EC n° 32/2001. 14 da Constituição Federal”. Em caso de relevância e urgência. bens. ƒƒ Inciso I e alíneas a a d acrescidos pelo art. diretrizes orçamentárias. um por cento do eleitorado nacional. entrará em regime de urgência. ficando sobrestadas. devendo o Congresso Nacional disciplinar. II e III do art. II. e 154. no prazo de sessenta dias. § 2° A iniciativa popular pode ser exercida pela apresentação à Câmara dos Deputados de projeto de lei subscrito por. contado de sua 173 Constituição Federal . § 6° Se a medida provisória não for apreciada em até quarenta e cinco dias contados de sua publicação. 3° da EC n° 18/1998. direitos políticos. Art. subseqüentemente. § 3°. Art. até que se ultime a votação. nos termos do § 7°. remuneração. § 5° A deliberação de cada uma das Casas do Congresso Nacional sobre o mérito das medidas provisórias dependerá de juízo prévio sobre o atendimento de seus pressupostos constitucionais. com força de lei. distribuído pelo menos por cinco Estados. IV – já disciplinada em projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional e pendente de sanção ou veto do Presidente da República. II. 1° da EC n° 32/2001. estabilidade. suspendendo-se durante os períodos de recesso do Congresso Nacional. 1° da EC n° 32/2001. § 3° As medidas provisórias. § 1° É vedada a edição de medidas provisórias sobre matéria: ƒƒ Parágrafo acrescido pelo art. no mínimo. reforma e transferência para a reserva. ƒƒ Incisos II a IV acrescidos pelo art. cidadania. III – reservada a lei complementar. orçamento e créditos adicionais e suplementares. promoções. d) planos plurianuais. provimento de cargos. ressalvado o previsto no art.

observado quanto ao mais o disposto no parágrafo anterior. de inciso ou de alínea. no todo ou em parte. as relações jurídicas constituídas e decorrentes de atos praticados durante sua vigência conservar-se-ão por ela regidas. § 3° Decorrido o prazo de quinze dias. não tiver a sua votação encerrada nas duas Casas do Congresso Nacional. Art. e comunicará. § 12. voltará à Casa iniciadora. § 11. ao Presidente do Senado Federal os motivos do veto. em até quarenta e cinco dias. I – nos projetos de iniciativa exclusiva do Pre- § 1° Se o Presidente da República considerar o sidente da República. § 9° Caberá à comissão mista de Deputados e Senadores examinar as medidas provisórias e sobre elas emitir parecer. no prazo de quinze dias úteis. contados da data do recebimento. cada qual sucessivamente. dentro de trinta dias a contar de seu 174 . § 3° A apreciação das emendas do Senado Federal pela Câmara dos Deputados far-se-á no prazo de dez dias. com exceção das que tenham prazo constitucional determinado. § 4° O veto será apreciado em sessão conjunta. de lei de iniciativa do Presidente da República. e enviado à sanção ou promulgação. 66. no caso do § 1°. Aprovado projeto de lei de conversão alterando o texto original da medida provisória. 1° da EC n° 32/2001. a Câmara dos Deputados e o Senado Federal não se manifestarem sobre a proposição.Art. A Casa na qual tenha sido concluída a Art. Não editado o decreto legislativo a que se refere o § 3° até sessenta dias após a rejeição ou perda de eficácia de medida provisória. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. do Senado Federal. ƒƒ Parágrafos 2° a 12 acrescidos pelo art. de medida provisória que tenha sido rejeitada ou que tenha perdido sua eficácia por decurso de prazo. projeto. § 1° O Presidente da República poderá solicitar urgência para apreciação de projetos de sua iniciativa. A discussão e votação dos projetos § 2° O veto parcial somente abrangerá texto integral de artigo. Art. que. Art. o silêncio do Presidente da República importará sanção. 65. pelo plenário de cada uma das Casas do Congresso Nacional. dos Tribunais Federais e do Ministério Público. dentro de quarenta e oito horas. se a Casa revisora o aprovar. em sessão separada. até que se ultime a votação. ressalvado o disposto no art. § 8° As medidas provisórias terão sua votação iniciada na Câmara dos Deputados. Sendo o projeto emendado. II – nos projetos sobre organização dos serviços administrativos da Câmara dos Deputados. na mesma sessão legislativa. §§ 3° e 4°. Parágrafo único. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° Se. § 4° Os prazos do § 2° não correm nos períodos de recesso do Congresso Nacional. de parágrafo. esta manter-se-á integralmente em vigor até que seja sancionado ou vetado o projeto. O projeto de lei aprovado por uma Casa será revisto pela outra. inconstitucional ou contrário ao interesse público. § 10. vetá-lo-á total ou parcialmente. 1° da EC n° 32/2001. É vedada a reedição. sobrestar-se-ão todas as demais deliberações legislativas da respectiva Casa. 166. ou arquivado. aquiescendo. o sancionará. antes de serem apreciadas. 63 publicação. do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores terão início na Câmara dos Deputados. se o rejeitar. nem se aplicam aos projetos de código. 63. 64. em um só turno de discussão e votação. Não será admitido aumento da despesa prevista: votação enviará o projeto de lei ao Presidente da República.

economicidade. III – planos plurianuais. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. 68. Art.443/1992: “Dispõe sobre a Lei Orgânica do Tribunal de Contas da União e dá outras providências”. guarde. para promulgação. direitos individuais. que deverá solicitar a delegação ao Congresso Nacional. Da FiscaliZaÇão ContÁBil. sobrestadas as demais proposições. a matéria reservada à lei complementar. até sua votação final. e pelo sistema de controle interno de cada Poder. se este não o fizer em igual prazo. LC n° 64/1990. I. este a fará em votação única. operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta. será o projeto enviado. Parágrafo único. A fiscalização contábil.CONSTITUIÇÃO FEDERAL recebimento. será exercida pelo Congresso Nacional. o veto será colocado na ordem do dia da sessão imediata. ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. § 3° Se a resolução determinar a apreciação do projeto pelo Congresso Nacional. Financeira e OrÇamentÁria Seção IX § 7° Se a lei não for promulgada dentro de quarenta e oito horas pelo Presidente da República. 1°. quanto à legalidade. ou que. que especificará seu conteúdo e os termos de seu exercício. nem a legislação sobre: nistério Público. que utilize. 71. o Presidente do Senado a promulgará. e. g. em escrutínio secreto. 71 Nacional. políticos e eleitorais. 2° da LC n° 135/2010: inelegibilidade em razão de rejeição de contas relativas ao exercício de cargos e funções públicas que configure ato doloso de improbidade administrativa. caberá ao Vice-Presidente do Senado fazê-lo. Art. mediante controle externo. 175 Constituição Federal . 67. Art. mediante parecer prévio que deverá ser elaborado em sessenta dias a contar de seu recebimento. na mesma sessão legislativa. arrecade. vedada qualquer emenda. I – organização do Poder Judiciário e do Mi- II – nacionalidade. nos casos dos §§ 3° e 5°. diretrizes orçamentárias e orçamentos. A matéria constante de projeto de lei rejeitado somente poderá constituir objeto de novo projeto. em nome desta. gerencie ou administre dinheiros. bens e valores públicos ou pelos quais a União responda. Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica. 69. aplicação das subvenções e renúncia de receitas. a carreira e a garantia de seus membros. 70. Art. Constituição da República Federativa do Brasil § 6° Esgotado sem deliberação o prazo estabelecido no § 4°. de competência exclusiva do Congresso Nacional. com a redação dada pelo art. § 5° Se o veto não for mantido. 12 da EC n° 19/1998. As leis complementares serão aprovadas por maioria absoluta. O controle externo. orçamentária. § 2° A delegação ao Presidente da República terá a forma de resolução do Congresso I – apreciar as contas prestadas anualmente pelo Presidente da República. os de competência privativa da Câmara dos Deputados ou do Senado Federal. financeira. art. § 1° Não serão objeto de delegação os atos Art. As leis delegadas serão elaboradas pelo Presidente da República. mediante proposta da maioria absoluta dos membros de qualquer das Casas do Congresso Nacional. 1° da EC n° 32/2001. ao qual compete: ƒƒ Lei n° 8. Art. legitimidade. cidadania. pública ou privada. ao Presidente da República. assuma obrigações de natureza pecuniária. será exercido com o auxílio do Tribunal de Contas da União. só podendo ser rejeitado pelo voto da maioria absoluta dos Deputados e Senadores. a cargo do Congresso Nacional.

no REspe n° 30. pelo Congresso Nacional.10. X – sustar. § 2° Se o Congresso Nacional ou o Poder Executivo.2009. entre outras cominações. da Câmara dos Deputados. no prazo de noventa dias. a execução do ato impugnado. por iniciativa própria. operacional e patrimonial e sobre resultados de auditorias e inspeções realizadas. de Comissão técnica ou de inquérito. no REspe n° 31.Art. do Senado Federal. financeira. comunicando a decisão à Câmara dos Deputados e ao Senado Federal. trimestral e anualmente. acordo. de imediato.981: competência do Poder Legislativo para julgamento das contas de gestão prestadas pelo chefe do Poder Executivo. incluídas as fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. no REspe n° 32. não efetivar as medidas previstas no parágrafo anterior. no REspe n° 32. ressalvadas as melhorias posteriores que não alterem o fundamento legal do ato concessório.2008. a Estado. de 12. ƒƒ Ac. ƒƒ V. II – julgar as contas dos administradores VIII – aplicar aos responsáveis. IX – assinar prazo para que o órgão ou entidade adote as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. Art. em caso de ilegalidade de despesa ou irregularidade de contas. ajuste ou outros instrumentos congêneres. art. excetuadas as nomeações para cargo de provimento em comissão. ao Poder Executivo as medidas cabíveis. nas unidades administrativas dos Poderes Legislativo. a legalidade § 1° No caso de contrato. 72. que estabelecerá. bens e valores públicos da administração direta e indireta. nos termos do tratado constitutivo. incluídas as fundações e sociedades instituídas e mantidas pelo Poder Público federal.488 e.424/1996 e 11. ainda que sob a 176 . multa proporcional ao dano causado ao erário. ao Distrito Federal ou a Município. financeira. relatório de suas atividades. IV – realizar. orçamentária.11. sobre a fiscalização contábil. 166. § 4° O Tribunal encaminhará ao Congresso Nacional. e demais entidades referidas no inciso II.772: competência dos tribunais de contas dos estados caso inexistente repasse de recursos financeiros pela União para complementação do valor mínimo por aluno a que alude as leis nos 9. se verificada ilegalidade. inspeções e auditorias de natureza contábil. ainda que no exercício da função de ordenador de despesas.4. XI – representar ao Poder competente sobre irregularidades ou abusos apurados. a qualquer título. V – fiscalizar as contas nacionais das empresas supranacionais de cujo capital social a União participe. de 6. VII – prestar as informações solicitadas e demais responsáveis por dinheiros. §1°. diante de indícios de despesas não autorizadas. se não atendido.494/2007.2.2008. dos atos de admissão de pessoal. ou por qualquer das respectivas Comissões.2009. as sanções previstas em lei. CONSTITUIÇÃO FEDERAL VI – fiscalizar a aplicação de quaisquer re- cursos repassados pela União mediante convênio. 72 ƒƒ Ac. operacional e patrimonial.2009. e as contas daqueles que derem causa a perda. de 10.516.-TSE. de forma direta ou indireta. Ac. Executivo e Judiciário. por qualquer de suas Casas. o ato de sustação será adotado diretamente pelo Congresso Nacional. para fins de registro. extravio ou outra irregularidade de que resulte prejuízo ao erário público. § 3° As decisões do Tribunal de que resulte imputação de débito ou multa terão eficácia de título executivo.160 e. no REspe n° 29.-TSE.-TSE. de 14.2008. que solicitará. A Comissão mista permanente a que se refere o art.11. orçamentária.2. III – apreciar.-TCU n° 241/2011. 1° da Res. no REspe n° 34. reformas e pensões. de 6. na administração direta e indireta. o Tribunal decidirá a respeito.019: competência do Tribunal de Contas da União para processar e julgar as contas relativas à aplicação de recursos do Fundef. de 25. bem como a das concessões de aposentadorias.

III – exercer o controle das operações de crédito. na forma da lei. II – comprovar a legalidade e avaliar os resultados. as de juiz de Tribunal Regional Federal. partido político. segundo os critérios de antigüidade e merecimento. bem como dos direitos e haveres da União. despesa. IV – apoiar o controle externo no exercício de sua missão institucional. bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado. § 2° Os Ministros do Tribunal de Contas da I – um terço pelo Presidente da República. União serão escolhidos: § 1° Os responsáveis pelo controle interno. avais e garantias. 177 Constituição Federal § 1° Não prestados os esclarecimentos. quando no exercício das demais atribuições da judicatura. com aprovação do Senado Federal. O Tribunal de Contas da União. associação ou sindicato é parte legítima para. se julgar que o gasto possa causar dano irreparável ou grave lesão à economia pública. § 3° Os Ministros do Tribunal de Contas da União terão as mesmas garantias. 40. denunciar irregularidades ou ilegalidades perante o Tribunal de Contas da União. preste os esclarecimentos necessários. econômicos e financeiros ou de administração pública. poderá solicitar à autoridade governamental responsável que. a Comissão solicitará ao Tribunal pronunciamento conclusivo sobre a matéria. no prazo de trinta dias. quanto à eficácia e eficiência. no prazo de cinco dias. as normas constantes do art. contábeis. IV – mais de dez anos de exercício de função ou de efetiva atividade profissional que exija os conhecimentos mencionados no inciso anterior. exercendo. quanto à aposentadoria e pensão. a execução dos programas de governo e dos orçamentos da União. prerrogativas. as atribuições previstas no art. Os Poderes Legislativo. quando em substituição a Art. § 2° Qualquer cidadão. 74 II – dois terços pelo Congresso Nacional. da gestão orçamentária. ao tomarem conhecimento de qualquer irregularidade ou ilegalidade. I – mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. Executivo e Judiciário manterão. impedimentos. no que couber. ou considerados estes insuficientes. 96. II – idoneidade moral e reputação ilibada. proporá ao Congresso Nacional sua sustação. 1° da EC n° 20/1998. indicados em lista tríplice pelo Tribunal. Constituição da República Federativa do Brasil . sendo dois alternadamente dentre auditores e membros do Ministério Público junto ao Tribunal. sob pena de responsabilidade solidária. quadro próprio de pessoal e jurisdição em todo o território nacional. § 2° Entendendo o Tribunal irregular a § 4° O auditor.CONSTITUIÇÃO FEDERAL forma de investimentos não programados ou de subsídios não aprovados. a Comissão. terá as mesmas garantias e impedimentos do titular e. integrado por nove Ministros. sistema de controle interno com a finalidade de: I – avaliar o cumprimento das metas previstas no plano plurianual. Art. dela darão ciência ao Tribunal de Contas da União. de forma integrada. vencimentos e vantagens dos Ministros do Superior Tribunal de Justiça. tem sede no Distrito Federal. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. Art. aplicando-se-lhes. III – notórios conhecimentos jurídicos. 73. § 1° Os Ministros do Tribunal de Contas da União serão nomeados dentre brasileiros que satisfaçam os seguintes requisitos: Ministro. financeira e patrimonial nos órgãos e entidades da administração federal. 74.

sempre que por ele convocado para missões especiais. antes de realizado o segundo turno. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente. à organização. Art. decorridos dez dias da Art. Parágrafo único. registrado por partido político. Se. § 1° A eleição do Presidente da República importará a do Vice-Presidente com ele registrado. § 3° Se nenhum candidato alcançar maioria absoluta na primeira votação. Art. não tiver assumido o cargo. 80. prestando o compromisso de manter.-TSE. 75. Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República. defender e cumprir a Constituição.Art. 77. no caso de impedimento. aplicam-se. o Presidente ou o Vice-Presidente. mais de um candidato com a mesma votação. sustentar a união.298 e Ac. do ano anterior ao do término do mandato presidencial vigente. na forma da lei. salvo motivo de força maior. este será declarado vago. de 7. convocar-se-á. Art. 99 O caput. ƒƒ Caput com redação dada pela EC n° 16/1997. far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga. O Vice-Presidente da República. bem como dos Tribunais e Conselhos de Contas dos Municípios. no que couber. na ADI-MC n° 4. Parágrafo único. CAPÍtULO II Seção I Parágrafo único. 78. As normas estabelecidas nesta seção CONSTITUIÇÃO FEDERAL legal de candidato. que serão integrados por sete conselheiros. DO POdER ExECUtivO Do Presidente e do VicePresidente da RepúBlica Presidente da República. 75 Art. auxiliará o Presidente. em segundo lugar. em segundo turno.2009. obtiver a maioria absoluta de votos. em primeiro turno. § 1° Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial. ƒƒ Ac. serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados. com redação dada pela EC n° 16/1997. dentre os remanescentes. 76. no MS n° 77186: este § 4° Se. além de outras atribuições que lhe forem conferidas por lei complementar. simultaneamente. Art. a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga. 79. remanescer. O Presidente e o Vice-Presidente da República tomarão posse em sessão do Congresso Nacional. composição e fiscalização dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. qualificarse-á o mais idoso. O Poder Executivo é exercido pelo data fixada para a posse. o de maior votação. ou vacância dos respectivos cargos. § 2° Será considerado eleito Presidente o candidato que. far-se-á nova eleição em até vinte dias após a proclamação do resultado. Art. pelo Congresso Nacional.2011. A eleição do Presidente e do Vice-Presidente da República realizar-se-á. e no último domingo de outubro.6. na hipótese dos parágrafos anteriores. desistência ou impedimento 178 .10. auxiliado pelos Ministros de Estado. na redação original não havia a previsão. § 5° Se. e suceder-lhe-á. promover o bem geral do povo brasileiro. ocorrer morte. o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal. no primeiro domingo de outubro. a integridade e a independência do Brasil. não computados os em branco e os nulos. concorrendo os dois candidatos mais votados e considerando-se eleito aquele que obtiver a maioria dos votos válidos. se houver. de 9. observar as leis. 81. o Vice-Presidente. As Constituições estaduais disporão sobre os Tribunais de Contas respectivos. Substituirá o Presidente.-STF. fixa a data. no de vaga.

eleições diretas devem ser realizadas. quando determinado em lei. promulgar e fazer publicar as leis. sem licença do Congresso Nacional. II – exercer. O mandato do Presidente da Repú- VIII – celebrar tratados. VII – manter relações com Estados estrangeiros e acreditar seus representantes diplomáticos. 1° da EC n° 32/2001. a direção superior da administração federal. a) organização e funcionamento da administração federal. O Presidente e o Vice-Presidente da República não poderão. com o auxílio dos Ministros de Estado.-TSE no MS n° 162058. com Art. o ProcuradorGeral da República. Art. V – vetar projetos de lei. expondo a situação do País e solicitando as providências que julgar necessárias.CONSTITUIÇÃO FEDERAL parágrafo não é norma de reprodução obrigatória pelos entes estaduais e municipais (competência da Lei Orgânica Municipal para dispor acerca da modalidade de eleição no caso de dupla vacância no Poder Executivo Municipal). 1° da EC n° 32/2001. 84 ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. se necessário. IX – decretar o estado de defesa e o estado de sítio. ƒƒ Ac. blica é de quatro anos e terá início em primeiro de janeiro do ano seguinte ao da sua eleição. dos órgãos instituídos em lei. convenções e atos internacionais. o presidente e os diretores do banco central e outros servidores. Das AtriBuiÇÕes do Presidente da RepúBlica Seção II XII – conceder indulto e comutar penas. 83. XI – remeter mensagem e plano de governo ao Congresso Nacional por ocasião da abertura da sessão legislativa. IV – sancionar. os eleitos deverão completar o período de seus antecessores. Constituição da República Federativa do Brasil § 2° Em qualquer dos casos. Compete privativamente ao Presidente da República: audiência. mediante decreto. ƒƒ Alíneas a e b acrescidas pelo art. I – nomear e exonerar os Ministros de Estado. Art. quando não implicar aumento de despesa nem criação ou extinção de órgãos públicos. os Governadores de Territórios. Art. 84. ainda que a dupla vacância dos cargos de prefeito e vice-prefeito se dê no segundo biênio da legislatura. b) extinção de funções ou cargos públicos.2011: ausente disposição específica na lei orgânica municipal sobre a modalidade da eleição suplementar. sobre: XIV – nomear. X – decretar e executar a intervenção federal. sujeitos a referendo do Congresso Nacional. após aprovação pelo Senado Federal. promover seus oficiais-generais e nomeá-los para os cargos que lhes são privativos. III – iniciar o processo legislativo. de 11. quando vagos. ƒƒ Inciso XIII com redação dada pelo art. ƒƒ Artigo com redação dada pela ECR n° 5/1994 e pela EC n° 16/1997. XIII – exercer o comando supremo das Forças Armadas. 1° da EC n° 23/1999. sob pena de perda do cargo.10. ausentar-se do País por período superior a quinze dias. total ou parcialmente. bem como expedir decretos e regulamentos para sua fiel execução. 82. do Exército e da Aeronáutica. VI – dispor. os Ministros do Supremo Tribunal Federal e dos Tribunais Superiores. nomear os Comandantes da Marinha. 179 Constituição Federal . na forma e nos casos previstos nesta Constituição.

se recebida a denúncia ou queixa-crime pelo Supremo Tribunal Federal. I – a existência da União. nos casos previstos nesta Constituição. poderá delegar as atribuições mencionadas nos incisos VI. XXVII – exercer outras atribuições previstas nesta Constituição. individuais e sociais. XII e XXV. Seção III Art. Esses crimes serão definidos em lei especial. quando ocorrida no intervalo das sessões legislativas. que observarão os limites traçados nas respectivas delegações. VII – o cumprimento das leis e das decisões judiciais. Parágrafo único. ao Procurador-Geral da República ou ao Advogado-Geral da União. Art. XXVI – editar medidas provisórias com força de lei. XVII – nomear membros do Conselho da República. São crimes de responsabilidade os XIX – declarar guerra. 73. no plurianual. decretar. Da ResponsaBilidade do Presidente da RepúBlica XVI – nomear os magistrados. XXIII – enviar ao Congresso Nacional o pla- XXIV – prestar. que estabelecerá as normas de processo e julgamento. contra: estrangeira. primeira parte. os Ministros do Tribunal de Contas da União. IV – a segurança interna do País. XXV – prover e extinguir os cargos públicos federais. O Presidente da República 180 . na forma da lei. nos termos do art. nos termos do art. 85 XV – nomear. 89. XX – celebrar a paz. 85. e o Advogado-Geral da União. e. autorizado ou com o referendo do Congresso Nacional. do Ministério Público e dos Poderes constitucionais das unidades da Federação. será ele submetido a julgamento perante o Supremo Tribunal Federal. XVIII – convocar e presidir o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. nas mesmas condições. no caso de agressão atos do Presidente da República que atentem contra a Constituição Federal e. dentro de sessenta dias após a abertura da sessão legislativa. III – o exercício dos direitos políticos. as contas referentes ao exercício anterior. do Poder Judiciário. nos crimes de responsabilidade. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Ministros de Estado. II – o livre exercício do Poder Legislativo. ao Congresso Nacional. especialmente. o projeto de lei de diretrizes orçamentárias e as propostas de orçamento previstos nesta Constituição. aos Parágrafo único. VI – a lei orçamentária. honoríficas. observado o disposto no art. total ou parcialmente.Art. a mobilização nacional. Admitida a acusação contra o Presidente da República. nas infrações penais comuns. VII. 86. que forças estrangeiras transitem pelo território nacional ou nele permaneçam temporariamente. 62. XXI – conferir condecorações e distinções XXII – permitir. V – a probidade na administração. ou perante o Senado Federal. nos casos previstos em lei complementar. anualmente. autorizado pelo Congresso Nacional ou referendado por ele. § 1° O Presidente ficará suspenso de suas funções: I – nas infrações penais comuns. por dois terços da Câmara dos Deputados.

II – o Presidente da Câmara dos Deputados. vedada a recondução. § 4° O Presidente da República. nas infrações comuns. Art. II – as questões relevantes para a estabilidade das instituições democráticas. não pode ser responsabilizado por atos estranhos ao exercício de suas funções. coordenação e su- II – expedir instruções para a execução das leis. após a instauração do processo pelo Senado Federal. § 1° O Presidente da República poderá convocar Ministro de Estado para participar da reunião do Conselho. Art. Do ConselHo de Defesa Nacional ção de Ministérios e órgãos da administração pública. IV – praticar os atos pertinentes às atribui- Art. todos com mandato de três anos. 90. ções que lhe forem outorgadas ou delegadas pelo Presidente da República. VI – o Ministro da Justiça. Subseção II Art. Compete ao Conselho da República pronunciar-se sobre: I – intervenção federal. III – o Presidente do Senado Federal. e dele participam: I – o Vice-Presidente da República. sem prejuízo do regular prosseguimento do processo. o julgamento não estiver concluído. 1° da EC n° 32/2001. A lei disporá sobre a criação e extin- § 2° A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho da República. cessará o afastamento do Presidente. sendo dois nomeados pelo Presidente da República. Compete ao Ministro de Es- tado. dois eleitos pelo Senado Federal e dois eleitos pela Câmara dos Deputados. quando constar da pauta questão relacionada com o respectivo Ministério. IV – os líderes da maioria e da minoria na Câmara dos Deputados. V – os líderes da maioria e da minoria no Senado Federal. I – exercer a orientação. decorrido o prazo de cento e oitenta dias. § 3° Enquanto não sobrevier sentença condenatória. § 2° Se. ƒƒ Art. decretos e regulamentos. Dos Ministros de Estado Seção IV Art. 88 com redação dada pelo art. 91 Seção V Constituição da República Federativa do Brasil Do ConselHo da RepúBlica e do ConselHo de Defesa Nacional Do ConselHo da RepúBlica Subseção I superior de consulta do Presidente da República. VII – seis cidadãos brasileiros natos.CONSTITUIÇÃO FEDERAL II – nos crimes de responsabilidade. o Presidente da República não estará sujeito a prisão. O Conselho de Defesa Nacional é órgão de consulta do Presidente da República 181 Constituição Federal Art. Os Ministros de Estado serão escolhidos dentre brasileiros maiores de vinte e um anos e no exercício dos direitos políticos. além de outras atribuições estabelecidas nesta Constituição e na lei: pervisão dos órgãos e entidades da administração federal na área de sua competência e referendar os atos e decretos assinados pelo Presidente da República. 88. estado de defesa e estado de sítio. III – apresentar ao Presidente da República relatório anual de sua gestão no Ministério. Parágrafo único. 89. 91. com mais de trinta e cinco anos de idade. 87. O Conselho da República é órgão . na vigência de seu mandato.

V – o Ministro de Estado da Defesa. II – o Presidente da Câmara dos Deputados. III – os Tribunais Regionais Federais e Juízes Federais.Art. VIII – os Comandantes da Marinha. nas nomeações. do Exército e da Aeronáutica. 92 nos assuntos relacionados com a soberania nacional e a defesa do Estado democrático. exigindo-se do bacharel em direito. Art. 1° da EC n° 23/1999. e dele participam como membros natos: CONSTITUIÇÃO FEDERAL DO POdER JUdiCiÁRiO DisposiÇÕes Gerais CAPÍtULO III Seção I I – o Vice-Presidente da República. 1° da EC n° 45/2004. 1° da EC n° 23/1999. nais Superiores têm jurisdição em todo o território nacional. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as fases. no mínimo. III – o Presidente do Senado Federal. Lei complementar. mediante concurso público de provas e títulos. VI – os Tribunais e Juízes Militares. II – o Superior Tribunal de Justiça. 1° da EC n° 45/2004. do estado de sítio e da intervenção federal. o Conselho I – opinar nas hipóteses de declaração de Nacional de Justiça e os Tribunais Superiores têm sede na Capital Federal. I – ingresso na carreira. disporá sobre o Estatuto da Magistratura. VII – os Tribunais e Juízes dos Estados e do Distrito Federal e Territórios. ƒƒ Inciso VIII acrescido pelo art. cujo cargo inicial será o de juiz substituto. nos termos desta Constituição. defesa. 182 . IV – o Ministro da Justiça. 93. observados os seguintes princípios: ƒƒ LC n° 35/1979 (Loman). IV – os Tribunais e Juízes do Trabalho. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. I-A – o Conselho Nacional de Justiça. São órgãos do Poder Judiciário: I – o Supremo Tribunal Federal. três anos de atividade jurídica e obedecendo-se. 92. de iniciativa do Supremo Tribunal Federal. VI – o Ministro das Relações Exteriores. V – os Tribunais e Juízes Eleitorais. § 1° O Supremo Tribunal Federal. Art. § 2° A lei regulará a organização e o funcionamento do Conselho de Defesa Nacional. VII – o Ministro do Planejamento. IV – estudar. à ordem de classificação. propor e acompanhar o desenvolvimento de iniciativas necessárias a garantir a independência nacional e a defesa do Estado democrático. § 1° Compete ao Conselho de Defesa Nacional: guerra e de celebração da paz. ƒƒ Inciso I-A acrescido pelo art. especialmente na faixa de fronteira e nas relacionadas com a preservação e a exploração dos recursos naturais de qualquer tipo. § 2° O Supremo Tribunal Federal e os Tribu- II – opinar sobre a decretação do estado de III – propor os critérios e condições de utilização de áreas indispensáveis à segurança do território nacional e opinar sobre seu efetivo uso.

disponibilidade e aposentadoria do magistrado. conforme procedimento próprio. II – promoção de entrância para entrância. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. não podendo devolvê-los ao cartório sem o devido despacho ou decisão. § 1°: “Compete aos tribunais de justiça. não podendo a diferença entre uma e outra ser superior a dez por cento ou inferior a cinco por cento. nem exceder a noventa e cinco por cento do subsídio mensal dos Ministros dos Tribunais Superiores. 1° da EC n° 45/2004. por interesse público. atendidas as seguintes normas: a) é obrigatória a promoção do juiz que figure por três vezes consecutivas ou cinco alternadas em lista de merecimento. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. 13 da EC n° 19/1998. o tribunal somente poderá recusar o juiz mais antigo pelo voto fundamentado de dois terços de seus membros. aperfeiçoamento e promoção de magistrados. ƒƒ Alínea d com redação dada pelo art. salvo autorização do tribunal. e) não será promovido o juiz que. 183 Constituição Federal . Art. XI. assegurada ampla defesa. e não aos tribunais regionais eleitorais. 1° da EC n° 45/2004. VI – a aposentadoria dos magistrados e a pensão de seus dependentes observarão o disposto no art. Art. 1° da EC n° 45/2004. 40. alternadamente. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. 1° da EC n° 45/2004. injustificadamente. em nível federal e estadual. 1° da EC n° 45/2004. fundar-se-á em decisão por voto da maioria absoluta do respectivo tribunal ou do Conselho Nacional de Justiça. 37. alternadamente. 1°. c) aferição do merecimento conforme o desempenho e pelos critérios objetivos de produtividade e presteza no exercício da jurisdição e pela freqüência e aproveitamento em cursos oficiais ou reconhecidos de aperfeiçoamento. b) a promoção por merecimento pressupõe dois anos de exercício na respectiva entrância e integrar o juiz a primeira quinta parte da lista de antigüidade desta. Constituição da República Federativa do Brasil V – o subsídio dos Ministros dos Tribunais Superiores corresponderá a noventa e cinco por cento do subsídio mensal fixado para os Ministros do Supremo Tribunal Federal e os subsídios dos demais magistrados serão fixados em lei e escalonados. em qualquer caso. III – o acesso aos tribunais de segundo grau far-se-á por antigüidade e merecimento. 1° da EC n° 45/2004. repetindo-se a votação até fixar-se a indicação.607/2007: dispõe sobre a residência do juiz eleitoral. em caráter excepcional. 93 processo de vitaliciamento a participação em curso oficial ou reconhecido por escola nacional de formação e aperfeiçoamento de magistrados. 1° da EC n° 45/2004. ƒƒ Res. retiver autos em seu poder além do prazo legal. conforme as respectivas categorias da estrutura judiciária nacional. VII – o juiz titular residirá na respectiva comarca. § 4°. obedecido. d) na apuração de antigüidade. IV – previsão de cursos oficiais de prepara- ção. por antigüidade e merecimento. apurados na última ou única entrância. salvo se não houver com tais requisitos quem aceite o lugar vago. e 39.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. o disposto nos arts. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. constituindo etapa obrigatória do VIII – o ato de remoção. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. autorizar os juízes de direito. ƒƒ Alínea e acrescida pelo art. 1° da EC n° 20/1998. e assegurada ampla defesa.-TSE n° 22. ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. a residirem fora da comarca”.

nos dias em que não houver expediente forense normal. III. com o mínimo de onze e o máximo de vinte e cinco membros. o tribunal formará lista tríplice. ta. ƒƒ Incisos IX e X com redação dada pelo art.2009.Art. X – as decisões administrativas dos tribunais serão motivadas e em sessão pública. § 1°. 93 da Constituição Federal exige apenas que o julgador indique de maneira clara as razões de seu convencimento. e. sob pena de nulidade. do Ministério Público. enviando-a ao Poder Executivo. provendo-se metade das vagas por antigüidade e a outra metade por eleição pelo tribunal pleno. ƒƒ Inciso VIII-A acrescido pelo art. escolherá um de seus integrantes para nomeação. de 12.11. 184 . não impondo a exigência de exaustiva fundamentação da decisão judicial”. 1° da EC n° 45/2004. segunda nota ao art. que. Parágrafo único. 99 V. que. ƒƒ Inciso XI com redação dada pelo art. IX – todos os julgamentos dos órgãos do Poder Judiciário serão públicos. 37. nos vinte dias subseqüentes. XIV – os servidores receberão delegação para a prática de atos de administração e atos de mero expediente sem caráter decisório. VIII-A – a remoção a pedido ou a permuta de magistrados de comarca de igual entrância atenderá. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. 1° da EC n° 45/2004. CONSTITUIÇÃO FEDERAL XIII – o número de juízes na unidade jurisdicional será proporcional à efetiva demanda judicial e à respectiva população. III. Art. 1° da EC n° 45/2004. em todos os graus de jurisdição. XI – nos tribunais com número superior a vinte I – vitaliciedade. ƒƒ Incisos XII a XV acrescidos pelo art. indicados em lista sêxtupla pelos órgãos de representação das respectivas classes. ao disposto nas alíneas a. c e e do inciso II. 1° da EC n° 45/2004. com mais de dez anos de carreira. Art. poderá ser constituído órgão especial. II – inamovibilidade. X e XI. em determinados atos. funcionando. § 4°. 94. para o exercício das atribuições administrativas e jurisdicionais delegadas da competência do tribunal pleno. na forma do art. de deliberação do tribunal a que o juiz estiver vinculado. dos Tribunais dos Estados. 39. § 2°. Recebidas as indicações. e fundamentadas todas as decisões. e de advogados de notório saber jurídico e de reputação ilibada. ressalvado o disposto nos arts. sendo as disciplinares tomadas pelo voto da maioria absoluta de seus membros. Juízes em plantão permanente. e do Distrito Federal e Territórios será composto de membros. 1° da EC n° 45/2004. XII – a atividade jurisdicional será ininterrup- III – irredutibilidade de subsídio. ou somente a estes. b. só será adquirida após dois anos de exercício.-TSE. I. 95. salvo por motivo de interesse público. II. e 153. nos demais casos. VIII. 13 da EC n° 19/1998. ƒƒ Inciso com redação dada pelo art.589: “O inciso IX do art. de sentença judicial transitada em julgado. no RO n° 1. no que couber. dependendo a perda do cargo. 120. sendo vedado férias coletivas nos juízos e tribunais de segundo grau. Um quinto dos lugares dos Tribunais Regionais Federais. 150. 94 ƒƒ Inciso VIII com redação dada pelo art. às próprias partes e a seus advogados. XV – a distribuição de processos será imediata. nesse período. Os juízes gozam das seguintes garantias: e cinco julgadores. 99 Ac. podendo a lei limitar a presença. 93. em casos nos quais a preservação do direito à intimidade do interessado no sigilo não prejudique o interesse público à informação. desta Constituição. 153. no primeiro grau.

IV – receber. entidades públicas ou privadas. onde houver. permitidos. Art. ressalvadas as exceções previstas em lei. competentes para a conciliação. velando pelo exercício da atividade correicional respectiva. parágrafo único. Constituição da República Federativa do Brasil V – exercer a advocacia no juízo ou tribunal do qual se afastou. bem como os membros do Ministério Público. c) prover. c) a criação ou extinção dos tribunais inferiores. b) organizar suas secretarias e serviços auxiliares e os dos juízos que lhes forem vinculados. Aos juízes é vedado: I – exercer. 98. 169: a) a alteração do número de membros dos tribunais inferiores. f) conceder licença. nas hipóteses previstas em lei. por concurso público de provas. salvo uma de magistério.-TSE. Art.2010. ƒƒ Alínea b com redação dada pela EC n° 41/2003. Art. férias e outros afastamentos a seus membros e aos juízes e servidores que lhes forem imediatamente vinculados. Somente pelo voto da maioria absoluta de seus membros ou dos membros do respectivo órgão especial poderão os tribunais declarar a inconstitucionalidade de lei ou ato normativo do Poder Público. d) propor a criação de novas varas judiciárias. Territórios.6. os cargos necessários III – aos Tribunais de Justiça julgar os juízes estaduais e do Distrito Federal e Territórios. bem como a fixação do subsídio de seus membros e dos juízes.020: não aplicação desta restrição aos ex-membros de tribunais eleitorais. e os Estados criarão: Art. b) a criação e a extinção de cargos e a remuneração dos seus serviços auxiliares e dos juízos que lhes forem vinculados. na forma prevista nesta Constituição. e) prover. II – ao Supremo Tribunal Federal. providos por juízes togados. no Distrito Federal e nos I – juizados especiais. exceto os de confiança assim definidos em lei. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. II – receber. ou togados e leigos. 97. dispondo sobre a competência e o funcionamento dos respectivos órgãos jurisdicionais e administrativos. 169. outro cargo ou função. ƒƒ Incisos IV e V acrescidos pelo art. mediante os procedimentos oral e sumariíssimo. d) a alteração da organização e da divisão judiciárias. Compete privativamente: I – aos tribunais: a) eleger seus órgãos diretivos e elaborar seus regimentos internos. ƒƒ Ac. inclusive dos Tribunais Inferiores. 96. a qualquer título ou pretexto. na QO-Pet n° 3. obedecido o disposto no art. ainda que em disponibilidade. ou de provas e títulos. os cargos de juiz de carreira da respectiva jurisdição. o julgamento e a execução de causas cíveis de menor complexidade e infrações penais de menor potencial ofensivo. oriundos da classe dos juristas. A União. III – dedicar-se à atividade político-partidária. observado o disposto no art. a transação e o julgamento de recursos por turmas de juízes de primeiro grau. com observância das normas de processo e das garantias processuais das partes. a qualquer título ou pretexto. custas ou participação em processo. nos crimes comuns e de responsabilidade.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Parágrafo único. 98 à administração da Justiça. 185 Constituição Federal . aos Tribunais Superiores e aos Tribunais de Justiça propor ao Poder Legislativo respectivo. de 8. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. antes de decorridos três anos do afastamento do cargo por aposentadoria ou exoneração. 1° da EC n° 45/2004.

para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. zendas Públicas Federal. sem caráter jurisdicional. § 3° Se os órgãos referidos no § 2° não encaminharem as respectivas propostas orçamentárias dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias. ouvidos os outros Tribunais interessados. pensões e suas complementações. 1° da EC n° 45/2004. universal e secreto. far-se-ão exclusivamente na ordem cronológica de apresentação dos precatórios e à conta dos créditos respectivos. serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. além de outras previstas na legislação. benefícios previdenciários e indenizações por morte ou por invalidez. compete: I – no âmbito da União. verificar. vencimentos. remunerada. II – no âmbito dos Estados e no do Distrito Federal e Territórios. com a aprovação dos respectivos tribunais. § 2° As custas e emolumentos serão destina- Art. celebrar casamentos. Distrital e Municipais. exceto sobre aqueles referidos no § 2° deste artigo. proventos. na forma da lei. § 1° Os débitos de natureza alimentícia com- preendem aqueles decorrentes de salários. o Poder Executivo considerará. de ofício ou em face de impugnação apresentada. § 5° Durante a execução orçamentária do exercício. 99. em virtude de sentença judicial transitada em julgado. Os pagamentos devidos pelas Fa- Art. § 1° Lei federal disporá sobre a criação de juizados especiais no âmbito da Justiça Federal. até o valor equivalente ao triplo do fixado em lei para os fins do disposto no § 3° 186 . ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. ou sejam portadores de doença grave. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. Estaduais. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. trata este artigo forem encaminhadas em desacordo com os limites estipulados na forma do § 1°. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. ƒƒ Parágrafos 3° a 5° acrescidos pelo art. Ao Poder Judiciário é assegurada autonomia administrativa e financeira. em virtude de sentença judiciária. § 1° Os tribunais elaborarão suas propostas orçamentárias dentro dos limites estipulados conjuntamente com os demais Poderes na lei de diretrizes orçamentárias. 99 II – justiça de paz. dos exclusivamente ao custeio dos serviços afetos às atividades específicas da Justiça. e serão pagos com preferência sobre todos os demais débitos. aos Presidentes do Supremo Tribunal Federal e dos tribunais superiores. os valores aprovados na lei orçamentária vigente. § 2° Os débitos de natureza alimentícia cujos titulares tenham 60 (sessenta) anos de idade ou mais na data de expedição do precatório. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. com a aprovação dos respectivos tribunais. composta CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 4° Se as propostas orçamentárias de que de cidadãos eleitos pelo voto direto. com mandato de quatro anos e competência para. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 1° deste artigo. 1° da EC n° 62/2009. 1° da EC n° 45/2004. proibida a designação de casos ou de pessoas nas dotações orçamentárias e nos créditos adicionais abertos para este fim. 1° da EC n° 62/2009. exceto se previamente autorizadas. ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art.Art. § 2° O encaminhamento da proposta. 1° da EC n° 45/2004. fundadas em responsabilidade civil. definidos na forma da lei. o processo de habilitação e exercer atribuições conciliatórias. aos Presidentes dos Tribunais de Justiça. 100.

independentemente de regulamentação. oriundos de sentenças transitadas em julgado. o das entidades de direito público. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. incluídas parcelas vincendas de parcelamentos. informação sobre os débitos que preencham as condições estabelecidas no § 9°. Constituição da República Federativa do Brasil § 3° O disposto no caput deste artigo relati- vamente à expedição de precatórios não se aplica aos pagamentos de obrigações definidas em leis como de pequeno valor que as Fazendas referidas devam fazer em virtude de sentença judicial transitada em julgado. para resposta em até 30 (trinta) dias. Constitucional. 1° da EC n° 62/2009. § 9° No momento da expedição dos precatórios. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. de verba necessária ao pagamento de seus débitos. sendo que o restante será pago na ordem cronológica de apresentação do precatório. valores distintos às entidades de direito público. É facultada ao credor. seus créditos em precatórios a terceiros. por ato comissivo ou omissivo. será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança. repartição ou quebra do valor da execução para fins de enquadramento de parcela do total ao que dispõe o § 3° deste artigo. deles deverá ser abatido. ficando excluída a incidência de juros compensatórios. sendo o mínimo igual ao valor do maior benefício do regime geral de previdência social. inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra o credor original pela Fazenda Pública devedora. O credor poderá ceder. a título de compensação. fazendo-se o pagamento até o final do exercício seguinte. 1° da EC n° 62/2009. § 11. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. Antes da expedição dos precatórios. abertos serão consignados diretamente ao Poder Judiciário. A partir da promulgação desta Emenda § 13. a entrega de créditos em precatórios para compra de imóveis públicos do respectivo ente federado. para fins de compensação da mora. perante o Conselho Nacional de Justiça. quando terão seus valores atualizados monetariamente. § 4° Para os fins do disposto no § 3°. retardar ou tentar frustrar a liquidação regular de precatórios incorrerá em crime de responsabilidade e responderá. poderão ser fixados. o sequestro da quantia respectiva. ressalvados aqueles cuja execução esteja suspensa em virtude de contestação administrativa ou judicial. constantes de precatórios judiciários apresentados até 1° de julho. para os fins nele previstos. 1° da EC n° 62/2009. valor correspondente aos débitos líquidos e certos. incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança. após sua expedição. 1° da EC n° 62/2009. sob pena de perda do direito de abatimento. e. conforme estabe- lecido em lei da entidade federativa devedora. independentemente de sua natureza. até o efetivo pagamento. § 6° As dotações orçamentárias e os créditos § 12. § 10. bem como o fracionamento.CONSTITUIÇÃO FEDERAL deste artigo. Art. por leis próprias. § 5° É obrigatória a inclusão. ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. também. cabendo ao Presidente do Tribunal que proferir a decisão exequenda determinar o pagamento integral e autorizar. 1° da EC n° 62/2009. a requerimento do credor e exclusivamente para os casos de preterimento de seu direito de precedência ou de não alocação orçamentária do valor necessário à satisfação do seu débito. no orçamento Tribunal solicitará à Fazenda Pública devedora. 100 § 7° O Presidente do Tribunal competente que. 187 Constituição Federal . ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. total ou parcialmente. a atualização de valores de requisitórios. § 8° É vedada a expedição de precatórios complementares ou suplementares de valor pago. segundo as diferentes capacidades econômicas. admitido o fracionamento para essa finalidade.

Sem prejuízo do disposto neste artigo. escolhidos dentre cidadãos com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos de idade. 102. 101. § 14. do Tribunal de Contas da União. não se aplicando ao cessionário o disposto nos §§ 2° e 3°. dispondo sobre vinculações à receita corrente líquida e forma e prazo de liquidação. a União e o Distrito Federal. ƒƒ Parágrafos 7° a 16 acrescidos pelo art. 1° da EC n° 62/2009. 188 . do Procurador-Geral da República e do próprio Supremo Tribunal Federal. f) as causas e os conflitos entre a União e os Estados. Distrito Federal e Municípios. refinanciando-os diretamente. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. das Mesas da Câmara dos Deputados e do Senado Federal. h) (Revogado pelos arts. os membros dos Tribunais Superiores. cabendo-lhe: I – processar e julgar. § 15. O Supremo Tribunal Federal compõe-se de onze Ministros. seus próprios Ministros e o Procurador-Geral da República. de notável saber jurídico e reputação ilibada. 1° e 9° da EC n° 45/2004). inclusive as respectivas entidades da administração indireta. 2° da EC n° 22/1999. CONSTITUIÇÃO FEDERAL b) nas infrações penais comuns. o Estado. A cessão de precatórios somente pro- duzirá efeitos após comunicação. os do Tribunal de Contas da União e os chefes de missão diplomática de caráter permanente. lei complementar a esta Constituição Federal poderá estabelecer regime especial para pagamento de crédito de precatórios de Estados. precipuamente. do Exército e da Aeronáutica.Art. i) o habeas corpus. Distrito Federal e Municípios. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. A seu critério exclusivo e na forma de lei. o Vice-Presidente. Do Supremo TriBunal Federal Seção II Art. 52. d) o habeas corpus. I. Os Ministros do Supremo Tribunal Federal serão nomeados pelo Presidente da República. o Presidente da República. j) a revisão criminal e a ação rescisória de seus julgados. sendo paciente qualquer das pessoas referidas nas alíneas anteriores. ƒƒ V. ou se trate de crime sujeito à mesma jurisdição em uma única instância. a guarda da Constituição. ƒƒ Alínea c com redação dada pela EC n° 23/1999. c) nas infrações penais comuns e nos crimes de responsabilidade. 22 do CE/65. quando o coator for Tribunal Superior ou quando o coator ou o paciente for autoridade ou funcionário cujos atos estejam sujeitos diretamente à jurisdição do Supremo Tribunal Federal. § 16. e) o litígio entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e a União. oriundos de precatórios. por meio de petição protocolizada. 101 independentemente da concordância do devedor. Parágrafo único. de Estados. 1° da EC n° 53/2006. a União poderá assumir débitos. os membros do Congresso Nacional. os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha. ou entre uns e outros. ƒƒ Alínea i com redação dada pelo art. o mandado de segurança e o habeas data contra atos do Presidente da República. g) a extradição solicitada por Estado estrangeiro. Compete ao Supremo Tribunal Federal. ao tribunal de origem e à entidade devedora. Art. o Distrito Federal ou o Território. originariamente: a) a ação direta de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo federal ou estadual e a ação declaratória de constitucionalidade de lei ou ato normativo federal. terceira nota à alínea e do inciso I do art. ressalvado o disposto no art.

nos termos da lei. I – o Presidente da República. m) a execução de sentença nas causas de sua competência originária. II – a Mesa do Senado Federal. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição do Presidente da República. d) julgar válida lei local contestada em face de lei federal. ƒƒ Alínea r acrescida pelo art. Constituição da República Federativa do Brasil § 1° A argüição de descumprimento de pre- ceito fundamental. do Tribunal de Contas da União. 1° da EC n° 45/2004. § 3° No recurso extraordinário o recorrente deverá demonstrar a repercussão geral das questões constitucionais discutidas no caso. Art. Art. nas ações diretas de inconstitucionalidade e nas ações declaratórias de constitucionalidade produzirão eficácia contra todos e efeito vinculante. ou do próprio Supremo Tribunal Federal. relativamente aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. p) o pedido de medida cautelar das ações diretas de inconstitucionalidade. § 2° As decisões definitivas de mérito. se denegatória a decisão. mediante recurso extraordinário. o) os conflitos de competência entre o Superior Tribunal de Justiça e quaisquer tribunais. em recurso ordinário: a) o habeas corpus. o mandado de segurança. a fim de que o Tribunal examine a admissão do recurso. proferidas pelo Supremo Tribunal Federal. facultada a delegação de atribuições para a prática de atos processuais. quando a decisão recorrida: a) contrariar dispositivo desta Constituição. 103. será apreciada pelo Supremo Tribunal Federal. 1° da EC n° 45/2004. q) o mandado de injunção. II – julgar. de um dos Tribunais Superiores. decorrente desta Constituição. do Congresso Nacional. 189 Constituição Federal . somente podendo recusá-lo pela manifestação de dois terços de seus membros. entre Tribunais Superiores ou entre estes e qualquer outro tribunal. b) o crime político. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. da Câmara dos Deputados. IV – a Mesa de Assembléia Legislativa ou da Câmara Legislativa do Distrito Federal. nas esferas federal. b) declarar a inconstitucionalidade de tratado ou lei federal. 1° da EC n° 3/1993. r) as ações contra o Conselho Nacional de Justiça e contra o Conselho Nacional do Ministério Público. n) a ação em que todos os membros da magistratura sejam direta ou indiretamente interessados. estadual e municipal. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. 1° da EC n° 45/2004. 1° da EC n° 45/2004. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. 103 c) julgar válida lei ou ato de governo local contestado em face desta Constituição. e aquela em que mais da metade dos membros do tribunal de origem estejam impedidos ou sejam direta ou indiretamente interessados. das Mesas de uma dessas Casas Legislativas. o habeas data e o mandado de injunção decididos em única instância pelos Tribunais Superiores.CONSTITUIÇÃO FEDERAL l) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. III – a Mesa da Câmara dos Deputados. 5° da EC n° 19/1998. do Senado Federal. III – julgar. as causas decididas em única ou última instância. Podem propor a ação direta de inconstitucionalidade e a ação declaratória de constitucionalidade: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. na forma da lei.

a interpretação e a eficácia de normas determinadas. 103-A e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. a aprovação. em se tratando de órgão administrativo. mediante decisão de dois terços dos seus membros.Art. § 2° Sem prejuízo do que vier a ser estabelecido em lei. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. acerca das quais haja controvérsia atual entre órgãos judiciários ou entre esses e a administração pública que acarrete grave insegurança jurídica e relevante multiplicação de processos sobre questão idêntica. para fazê-lo em trinta dias. § 1° O Procurador-Geral da República deverá ser previamente ouvido nas ações de inconstitucionalidade e em todos os processos de competência do Supremo Tribunal Federal. VII – o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. § 4° (Revogado pelo arts. aprovar súmula que. a partir de sua publicação na imprensa oficial. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. 1° da EC n° 45/2004. terá efeito vinculante em relação aos demais órgãos do Poder Judiciário e à administração pública direta e indireta. VI – um juiz de Tribunal Regional Federal. o Advogado-Geral da União. em tese. estadual e municipal. caberá reclamação ao Supremo Tribunal Federal que. nas esferas federal. § 2° Declarada a inconstitucionalidade por Art. conforme o caso. VI – o Procurador-Geral da República. Art. IV – um desembargador de Tribunal de Justiça. revisão ou cancelamento de súmula poderá ser provocada por aqueles que podem propor a ação direta de inconstitucionalidade. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. indicado pelo respectivo tribunal. 103-A ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. anulará o ato administrativo ou cassará a decisão judicial reclamada. O Supremo Tribunal Federal po- derá. indicado pelo Supremo Tribunal Federal. 190 . e determinará que outra seja proferida com ou sem a aplicação da súmula. cial que contrariar a súmula aplicável ou que indevidamente a aplicar. 1° da EC n° 45/2004. de norma legal ou ato normativo. 1° e 9° da EC n° 45/2004). 103-B. indicado pelo respectivo tribunal. VIII – partido político com representação no IX – confederação sindical ou entidade de § 3° Do ato administrativo ou decisão judi- classe de âmbito nacional. de ofício ou por provocação. 1° da EC n° 61/2009. Congresso Nacional. será dada ciência ao Poder competente para a adoção das providências necessárias e. 2° da EC n° 45/2004. 103-A. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° A súmula terá por objetivo a validade. após reiteradas decisões sobre matéria constitucional. III – um Ministro do Tribunal Superior do Trabalho. O Conselho Nacional de Justiça compõe-se de 15 (quinze) membros com mandato de 2 (dois) anos. II – um Ministro do Superior Tribunal de Justiça. V – um juiz estadual. bem como proceder à sua revisão ou cancelamento. omissão de medida para tornar efetiva norma constitucional. indicado pelo Supremo Tribunal Federal. sendo: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. § 3° Quando o Supremo Tribunal Federal apreciar a inconstitucionalidade. V – o Governador de Estado ou do Distrito Federal. admitida 1 (uma) recondução. citará. previamente. na forma estabelecida em lei. I – o Presidente do Supremo Tribunal Federal. 1° da EC n° 61/2009. ƒƒ Art. que defenderá o ato ou texto impugnado. julgando-a procedente.

serventias e órgãos prestadores de serviços notariais e de registro que atuem por delegação do poder público ou oficializados. 2° da EC n° 45/2004.CONSTITUIÇÃO FEDERAL VII – um juiz federal. além de outras atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura: IX – um juiz do trabalho. Art. pelo VicePresidente do Supremo Tribunal Federal. III – receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. de ofício ou mediante provocação. o qual deve integrar § 4° Compete ao Conselho o controle da atuação administrativa e financeira do Poder 191 Constituição Federal I – zelar pela autonomia do Poder Judiciário e pelo cumprimento do Estatuto da Magistratura. 37 e apreciar. de ofício ou mediante provocação. caberá a escolha ao Supremo Tribunal Federal. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. XIII – dois cidadãos. nas suas ausências e impedimentos. 2° da EC n° 45/2004. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Poder Judiciário. Constituição da República Federativa do Brasil . indicado pelo Tribunal Superior do Trabalho. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. 1° da EC n° 61/2009. VIII – um juiz de Tribunal Regional do Trabalho. os processos disciplinares de juízes e membros de tribunais julgados há menos de um ano. no caso de crime contra a administração pública ou de abuso de autoridade. 1° da EC n° 61/2009. § 1° O Conselho será presidido pelo Presidente do Supremo Tribunal Federal e. indicado pelo Superior Tribunal de Justiça. propondo as providências que julgar necessárias. sem prejuízo da competência do Tribunal de Contas da União. XII – dois advogados. indicado pelo Procurador-Geral da República. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. assegurada ampla defesa. VI – elaborar semestralmente relatório estatístico sobre processos e sentenças prolatadas. 103-B Judiciário e do cumprimento dos deveres funcionais dos juízes. VII – elaborar relatório anual. Tribunal Superior do Trabalho. sobre a situação do Poder Judiciário no País e as atividades do Conselho. § 2° Os demais membros do Conselho serão IV – representar ao Ministério Público. podendo desconstituí-los. no prazo legal. podendo expedir atos regulamentares. podendo avocar processos disciplinares em curso e determinar a remoção. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. nomeados pelo Presidente da República. as indicações previstas neste artigo. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. II – zelar pela observância do art. por unidade da Federação. cabendo-lhe. de notável saber jurídico e reputação ilibada. nos diferentes órgãos do Poder Judiciário. no âmbito de sua competência. ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. indicado pelo X – um membro do Ministério Público da União. § 3° Não efetuadas. XI – um membro do Ministério Público estadual. ou recomendar providências. V – rever. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. escolhido pelo Procurador-Geral da República dentre os nomes indicados pelo órgão competente de cada instituição estadual. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. ƒƒ Incisos II a XII acrescidos pelo art. inclusive contra seus serviços auxiliares. sem prejuízo da competência disciplinar e correicional dos tribunais.

criará ouvidorias de justiça. de inspeção e de correição geral. dentre ad- II – exercer funções executivas do Conselho. b) os mandados de segurança e os habeas data contra ato de Ministro de Estado. ƒƒ Parágrafo 5° e incisos I a III acrescidos pelo art. inclusive no Distrito Federal e nos Territórios. § 7° A União. ou contra seus serviços auxiliares. ƒƒ Parágrafos 6° e 7° acrescidos pelo art. Justiça: Art. e requisitar servidores de juízos ou tribunais. dos Comandantes da Marinha. Ministro de Estado ou comandante da Marinha. de notável saber jurídico e reputação ilibada. relativas aos magistrados e aos serviços judiciários. os membros dos Conselhos ou Tribunais de Contas dos Municípios e os do Ministério Público da União que oficiem perante tribunais. 105. I – um terço dentre juízes dos Tribunais Regio- nais Federais e um terço dentre desembargadores dos Tribunais de Justiça. 2° da EC n° 45/2004. 104 mensagem do Presidente do Supremo Tribunal Federal a ser remetida ao Congresso Nacional. § 6° Junto ao Conselho oficiarão o ProcuradorGeral da República e o Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. em partes iguais. de II – um terço. Os Ministros do Superior Tribunal de Justiça serão nomeados pelo Presidente da República. nestes e nos de responsabilidade. Estadual. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Poder Judiciário. trinta e três Ministros. ou quando o coator for Tribunal sujeito à sua jurisdição. quando o coator ou paciente for qualquer das pessoas mencionadas na alínea a. os dos Tribunais Regionais Federais. Parágrafo único. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. § 5° O Ministro do Superior Tribunal de Justiça exercerá a função de Ministro-Corregedor e ficará excluído da distribuição de processos no Tribunal. delegando-lhes atribuições. indicados na forma do art. inclusive nos Estados. originariamente: a) nos crimes comuns. e. Compete ao Superior Tribunal de I – processar e julgar. do Exército e da Aeronáutica ou do próprio Tribunal. CONSTITUIÇÃO FEDERAL com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. competindo-lhe. os Governadores dos Estados e do Distrito Federal. indicados em lista tríplice elaborada pelo próprio Tribunal. vogados e membros do Ministério Público Federal. I – receber as reclamações e denúncias. 2° da EC n° 45/2004. as seguintes: qualquer interessado. por ocasião da abertura da sessão legislativa. dos Tribunais Regionais Eleitorais e do Trabalho. dentre brasileiros 192 . III – requisitar e designar magistrados. do Exército ou da Aeronáutica. sendo: ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo 1° da EC n° 45/2004. 2° da EC n° 45/2004. os membros dos Tribunais de Contas dos Estados e do Distrito Federal. 94. no mínimo. representando diretamente ao Conselho Nacional de Justiça. ƒƒ Parágrafo 4° e incisos I a VII acrescidos pelo art. do Distrito Federal e Territórios. c) os habeas corpus. além das atribuições que lhe forem conferidas pelo Estatuto da Magistratura. 104. 1° da EC n° 23/1999. Distrito Federal e Territórios.Art. alternadamente. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. O Superior Tribunal de Justiça compõe-se de. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. Do Superior TriBunal de JustiÇa Seção III Art. os Desembargadores dos Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal.

I – a Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados. 106. em recurso especial. a supervisão administrativa e orçamentária da Justiça Federal de primeiro e segundo graus. São órgãos da Justiça Federal: I – os Tribunais Regionais Federais. 1° da EC n° 45/2004. 1° da EC n° 45/2004. Constituição da República Federativa do Brasil c) der a lei federal interpretação divergente da que lhe haja atribuído outro tribunal. II – julgar. Os Tribunais Regionais Federais compõem-se de. do Distrito Federal e Territórios. sete juízes. de um lado. sendo: III – julgar. e) as revisões criminais e as ações rescisórias de seus julgados. e. g) os conflitos de atribuições entre autoridades administrativas e judiciárias da União. quando possível. cabendolhe exercer. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. II – os Juízes Federais. entidade ou autoridade federal. do Distrito Federal e Territórios. o. Art. cujas decisões terão caráter vinculante. do Distrito Federal e Territórios.CONSTITUIÇÃO FEDERAL d) os conflitos de competência entre quaisquer Tribunais. quando a elaboração da norma regulamentadora for atribuição de órgão. ƒƒ Alínea i acrescida pelo art. 1° da EC n° 45/2004. 102. na forma da lei. quando a decisão for denegatória. em recurso ordinário: a) os habeas corpus decididos em única ou última instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. Art. na respectiva região e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. recrutados. Parágrafo único. da Justiça do Trabalho e da Justiça Federal. h) o mandado de injunção. 107. como órgão central do sistema e com poderes correicionais. Município ou pessoa residente ou domiciliada no País. quando denegatória a decisão. dentre outras funções. ou entre autoridades judiciárias de um Estado e administrativas de outro ou do Distrito Federal. f) a reclamação para a preservação de sua competência e garantia da autoridade de suas decisões. b) julgar válido ato de governo local contestado em face de lei federal. as causas decididas. Dos TriBunais Regionais Federais e dos JuÍZes Federais Seção IV Art. pelos 193 Constituição Federal . ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. do outro. quando a decisão recorrida: a) contrariar tratado ou lei federal. II – o Conselho da Justiça Federal. da administração direta ou indireta. I. ou entre as deste e da União. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. ou negar-lhes vigência. b) os mandados de segurança decididos em única instância pelos Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. bem como entre Tribunal e Juízes a ele não vinculados e entre Juízes vinculados a tribunais diversos. c) as causas em que forem partes Estado estrangeiro ou organismo internacional. i) a homologação de sentenças estrangeiras e a concessão de exequatur às cartas rogatórias. excetuados os casos de competência do Supremo Tribunal Federal e dos órgãos da Justiça Militar. 107 Tribunais Regionais Federais ou pelos tribunais dos Estados. Funcionarão junto ao Superior Tribunal de Justiça: ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. da Justiça Eleitoral. 1° da EC n° 45/2004. no mínimo. em única ou última instância. cabendo-lhe. ressalvado o disposto no art.

II – as causas entre Estado estrangeiro ou organismo internacional e Município ou pessoa domiciliada ou residente no País. nos crimes comuns e de responsabilidade. quando. rés. c) os mandados de segurança e os habeas data contra ato do próprio Tribunal ou de juiz federal. ressalvada a competência da Justiça Eleitoral. de juízes dos Tribunais Regionais Federais e determinará sua jurisdição e sede. § 1° A lei disciplinará a remoção ou a permuta Art. Aos juízes federais compete processar e julgar: I – as causas em que a União. as causas deci- didas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. nos casos determinados por lei. quando a autoridade coatora for juiz federal. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. I – processar e julgar. assistentes ou oponentes. serviços ou interesse da União ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. 1° da EC n° 45/2004. em matéria criminal de sua competência ou quando o constrangimento provier de autoridade cujos atos não estejam diretamente sujeitos a outra jurisdição. constituindo Câmaras regionais. VI – os crimes contra a organização do trabalho e. § 2° Os Tribunais Regionais Federais instalarão a justiça itinerante. 108 I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público Federal com mais de dez anos de carreira. II – os demais. iniciada a execução no País. 1° da EC n° 45/2004. entidade autárquica ou empresa pública federal forem interessadas na condição de autoras. V – os crimes previstos em tratado ou convenção internacional. 1° da EC n° 45/2004. alternadamente. Compete aos Tribunais Regionais Federais: IV – os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. Art. as de acidentes de trabalho e as sujeitas à Justiça Eleitoral e à Justiça do Trabalho. III – as causas fundadas em tratado ou contrato da União com Estado estrangeiro ou organismo internacional. ou reciprocamente. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. excluídas as contravenções e ressalvada a competência da Justiça Militar e da Justiça Eleitoral. § 3° Os Tribunais Regionais Federais poderão funcionar descentralizadamente. originariamente: a) os juízes federais da área de sua jurisdição. mediante promoção de juízes federais com mais de cinco anos de exercício. 108. exceto as de falência. ƒƒ Parágrafos 2° e 3° acrescidos pelo art. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional. V-A – as causas relativas a direitos humanos a que se refere o § 5° deste artigo. e os membros do Ministério Público da União. ƒƒ Inciso V-A acrescido pelo art. 109. em grau de recurso. II – julgar.Art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL e) os conflitos de competência entre juízes federais vinculados ao Tribunal. 194 . a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. incluídos os da Justiça Militar e da Justiça do Trabalho. VII – os habeas corpus. por antigüidade e merecimento. o resultado tenha ou devesse ter ocorrido no estrangeiro. d) os habeas corpus. b) as revisões criminais e as ações rescisórias de julgados seus ou dos juízes federais da região. contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira.

195 Constituição Federal . escolhidos dentre brasileiros com mais de trinta e cinco e menos de sessenta e cinco anos. Parágrafo único. irregular de estrangeiro. Art. São órgãos da Justiça do Trabalho: I – o Tribunal Superior do Trabalho. após o exequatur. § 2° (Revogado pelos arts. e à naturalização. naquela onde houver ocorrido o ato ou fato que deu origem à demanda ou onde esteja situada a coisa. O Tribunal Superior do Trabalho compor-se-á de vinte e sete Ministros. 111-A ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. 111-A.CONSTITUIÇÃO FEDERAL VIII – os mandados de segurança e os habeas data contra ato de autoridade federal. § 3° Serão processadas e julgadas na justiça es- § 1° (Revogado pelos arts. ressalvada a competência da Justiça Militar. ou. com a finalidade de assegurar o cumprimento de obrigações decorrentes de tratados internacionais de direitos humanos dos quais o Brasil seja parte. § 5° Nas hipóteses de grave violação de direitos humanos. inclusive a respectiva opção. II – (Revogado pelo art. § 2° As causas intentadas contra a União poderão ser aforadas na seção judiciária em que for domiciliado o autor. sendo: tadual. ainda. a execução de carta rogatória. o recurso cabível será sempre para o Tribunal Regional Federal na área de jurisdição do juiz de primeiro grau. § 4° Na hipótese do parágrafo anterior. 1° da EC n° 24/99). constituirá uma seção judiciária que terá por sede a respectiva Capital. Art. e. 1° da EC n° 45/2004. se verificada essa condição. I – (Revogado pelo art. bem como o Distrito Federal. observado o disposto no art. poderá suscitar. I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. na forma da lei. § 1° As causas em que a União for autora serão aforadas na seção judiciária onde tiver domicílio a outra parte. II – os Tribunais Regionais do Trabalho. as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado. incidente de deslocamento de competência para a Justiça Federal. e de sentença estrangeira. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiários. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. Cada Estado. IX – os crimes cometidos a bordo de navios ou aeronaves. sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal. 1° da EC n° 24/1999. a jurisdição e as atribuições cometidas aos juízes federais caberão aos juízes da justiça local. 111. III – Juízes do Trabalho. Art. perante o Superior Tribunal de Justiça. excetuados os casos de competência dos tribunais federais. após a homologação. nomeados pelo Presidente da República após aprovação pela maioria absoluta do Senado Federal. 1° e 9° da EC n° 45/2004). 94. 1° e 9° da EC n° 45/2004). Dos TriBunais e JuÍZes do TraBalHo Constituição da República Federativa do Brasil X – os crimes de ingresso ou permanência Seção V XI – a disputa sobre direitos indígenas. Art. o Procurador-Geral da República. em qualquer fase do inquérito ou processo. Nos Territórios Federais. § 3° (Revogado pelos arts. 1° da EC n° 24/99). 1° e 9° da EC n° 45/2004). as causas referentes à nacionalidade. e varas localizadas segundo o estabelecido em lei. no Distrito Federal. 110. a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual.

cabendo-lhe exercer. 112. competência. 2° da EC n° 45/2004. podendo. 113 com redação dada pelo art. dentre outras funções. investidura. dos Estados.Art. II – as ações que envolvam exercício do direito de greve. ƒƒ Art. as partes poderão eleger árbitros. VI – as ações de indenização por dano moral ou patrimonial. atribuí-la aos juízes de direito. garantias e condições de exercício dos órgãos da Justiça do Trabalho. I. § 2° Recusando-se qualquer das partes Art. de ofício. VIII – a execução. jurisdição. decorrentes da relação de trabalho. habeas corpus e habeas data. entre sindicatos. abrangidos os entes de direito público externo e da administração pública direta e indireta da I – as ações oriundas da relação de trabalho. 1° da EC n° 45/2004. Art. 1° da EC n° 45/2004. II – o Conselho Superior da Justiça do Trabalho. § 1° A lei disporá sobre a competência do Tribunal Superior do Trabalho. respeitadas as disposições mínimas legais de proteção ao trabalho. com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. cabendo-lhe. 112 II – os demais dentre juízes dos Tribunais Regionais do Trabalho. 114 com redação dada pelo art. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar: ƒƒ Art. IX – outras controvérsias decorrentes da relação de trabalho. Trabalho. financeira e patrimonial da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus. entre sindicatos e trabalhadores. § 1° Frustrada a negociação coletiva. bem como as convencionadas anteriormente. 1° da EC n° 45/2004. indicados pelo próprio Tribunal Superior. nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição. oriundos da magistratura da carreira. regulamentar os cursos oficiais para o ingresso e promoção na carreira. ressalvado o disposto no art. IV – os mandados de segurança. a. orçamentária. das contribuições sociais previstas no art. na forma da lei. parágrafos e incisos acrescidos pelo art. do Trabalho: CONSTITUIÇÃO FEDERAL União. V – os conflitos de competência entre órgãos com jurisdição trabalhista. A lei disporá sobre a constituição. é facultado às mesmas. ƒƒ Art. a supervisão administrativa. III – as ações sobre representação sindical. e seus acréscimos legais. 1° da EC n° 24/1999. e II. 195. 196 . quando o ato questionado envolver matéria sujeita à sua jurisdição. I. ƒƒ Art. 102. o. VII – as ações relativas às penalidades administrativas impostas aos empregadores pelos órgãos de fiscalização das relações de trabalho. e entre sindicatos e empregadores. § 2° Funcionarão junto ao Tribunal Superior I – a Escola Nacional de Formação e Aper- feiçoamento de Magistrados do Trabalho. 113. ƒƒ Incisos I a IX acrescidos pelo art. 114. A lei criará varas da Justiça do Art. de comum acordo. cujas decisões terão efeito vinculante. 112 com redação dada pelo art. ajuizar dissídio coletivo de natureza econômica. podendo a Justiça do Trabalho decidir o conflito. 1° da EC n° 45/2004. 111-A. na forma da lei. decorrentes das sentenças que proferir. à negociação coletiva ou à arbitragem. como órgão central do sistema. do Distrito Federal e dos Municípios.

com possibilidade de lesão do interesse público. ƒƒ V. II – por nomeação do Presidente da Repúbli- ca. competindo à Justiça do Trabalho decidir o conflito.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 3° Em caso de greve em atividade essencial. II – os Tribunais Regionais Eleitorais. 197 Constituição Federal n° 24/1999). do trabalho por antigüidade e merecimento. mediante promoção de juízes III – (Revogado pelo art. 119. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. 1° da EC n° 24/1999. Nas Varas do Trabalho. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. Art. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. escolhidos: I – mediante eleição. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. a jurisdição será exercida por um juiz singular. 115. III. 118. b) dois juízes dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. compõem-se de. 1° da EC n° 45/2004. Art. Parágrafo único. O Tribunal Superior Eleitoral elegerá seu Presidente e o VicePresidente dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. § 2° Os Tribunais Regionais do Trabalho poderão funcionar descentralizadamente. 1° da EC n° 24/99). 94. III – os Juízes Eleitorais. 120. Os Tribunais Regionais do Trabalho Dos TriBunais e JuÍZes Eleitorais Seção VI Art. o Ministério Público do Trabalho poderá ajuizar dissídio coletivo. de sete membros. § 1°. § 1° Os Tribunais Regionais do Trabalho instalarão a justiça itinerante. no mínimo. 1° da EC n° 45/2004. II – os demais. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. e nomeados pelo Presidente da República dentre brasileiros com mais de trinta e menos de sessenta e cinco anos. dois Juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. no mínimo. quando possível. com a realização de audiências e demais funções de atividade jurisdicional. desta Constituição. ou no processo originário”. IV – as Juntas Eleitorais. 1° da EC n° 45/2004. recrutados. I – um quinto dentre advogados com mais de dez anos de efetiva atividade profissional e membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. 116. constituindo Câmaras regionais. 1° da EC n° 45/2004. 117. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. Art. O Tribunal Superior Eleitoral compor-se-á. Art. São órgãos da Justiça Eleitoral: I – o Tribunal Superior Eleitoral.-STF n° 72/1963: “No julgamento de questão constitucional. 4° da EC Constituição da República Federativa do Brasil . indicados pelo Supremo Tribunal Federal. ƒƒ Súm. observado o disposto no art. não estão impedidos os ministros do Supremo Tribunal Federal que ali tenham funcionado no mesmo processo. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. na respectiva região. sendo: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. vinculada a decisão do Tribunal Superior Eleitoral. 1° da EC n° 45/2004. notas ao art. pelo voto secreto: a) três juízes dentre os Ministros do Supremo Tribunal Federal. (Revogado pelo art. 119 Art. e o Corregedor Eleitoral dentre os Ministros do Superior Tribunal de Justiça. alternadamente. sete juízes.

art. 198 .1990. no exercício de suas funções. III – por nomeação. no RMS n° 24.5. habeas data.2011. escolhidos pelo Tribunal de Justiça.1994.232: a regra geral prevista no art. e no que lhes for aplicável. II – ocorrer divergência na interpretação de lei entre dois ou mais Tribunais Eleitorais.-STF. os Juízes de Direito e os integrantes das Juntas Eleitorais.-TSE.958/2001. de 29. de 19. e nunca por mais de dois biênios consecutivos.2011. dos juízes de direito e das juntas eleitorais. ƒƒ Res.-STF. 1°: exigência de 10 anos de prática profissional.334 e.906/1994 (EOAB).Art. I – forem proferidas contra disposição expressa desta Constituição ou de lei.11. de Juiz Federal.11. 12. na ADI-MC n° 1. escolhido. de 6. na LT n° 351588: possibilidade de o Ministério Público Eleitoral trazer ao conhecimento do TSE notícia a respeito de algum fato que possa ter relevância para o exame da idoneidade moral. IV – anularem diplomas ou decretarem a perda de mandatos eletivos federais ou estaduais. 120 da Constituição Federal. § 2° Os Juízes dos Tribunais Eleitorais.127: advogados membros da Justiça Eleitoral não estão abrangidos pela proibição de exercício da advocacia contida no art. ƒƒ Ac. motivo justificado.-TSE. indicados pelo Tribunal de Justiça. V – denegarem habeas corpus. § 1° Os Tribunais Regionais Eleitorais comporse-ão: CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. 94 da Constituição – dez anos de efetiva atividade profissional – se aplica de forma complementar à regra do art. 121. 276: hipóteses de cabimento de recurso especial e recurso ordinário.5.060: a OAB não participa do procedimento de indicação de advogados para composição de TRE. de dois Juízes dentre seis advogados de notável saber jurídico e idoneidade moral. 102 da LC n° 35/1979 (Loman). de 1°. de 31.-STF. pelo Presidente da República.1991.2005. II – de um Juiz do Tribunal Regional Federal § 1° Os membros dos Tribunais.6. salvo 99 Ac. § 3° São irrecorríveis as decisões do Tribunal Superior Eleitoral. de 12. § 2° O Tribunal Regional Eleitoral elegerá seu Presidente e o Vice-Presidente dentre os desembargadores. gozarão de plenas garantias e serão inamovíveis.10. pelo Tribunal Regional Federal respectivo. Lei complementar disporá sobre a organização e competência dos tribunais. art. mandado de segurança. em qualquer caso.3. 28. pelo voto secreto: a) de dois juízes dentre os Desembargadores do Tribunal de Justiça. 5°. de 29. no REspe n° 28. I – mediante eleição. salvo as que contrariarem esta Constituição e as denegatórias de habeas corpus ou mandado de segurança. Ac. e 21. ƒƒ Ac. no MS n° 21. parágrafo único. no mínimo. ou.461/2003. servirão por dois anos. no MS n° 21. b) de dois juízes.-TSE n° 684/2004: a regra contida neste parágrafo afasta a incidência do art. § 4° Das decisões dos Tribunais Regionais Eleitorais somente caberá recurso quando: ƒƒ CE/65. com sede na capital do Estado ou no Distrito Federal.-TSE nos 20. sendo os substitutos escolhidos na mesma ocasião e pelo mesmo processo. desta última: dispensa da comprovação se já foi juiz de TRE. ou mandado de injunção. não havendo.2005. Haverá um Tribunal Regional Eleitoral na Capital de cada Estado e no Distrito Federal. art. dentre juízes de Direito.478: incompetência da Justiça Eleitoral para processar e julgar representação por descumprimento de termo de compromisso de ajustamento de conduta. 120 Art. em número igual para cada categoria. da Lei n° 8. III – versarem sobre inelegibilidade ou expedição de diplomas nas eleições federais ou estaduais. 120. Art. art. II.073 e. VI. no RMS n° 24.

122. e julgar os militares dos Estados. O Superior Tribunal Militar compor-se-á de quinze Ministros vitalícios. três dentre oficiais-generais da Aeronáutica. § 5° Compete aos juízes de direito do juízo militar processar e julgar. constituindo Câmaras regionais. processar e julgar os demais crimes militares. Art. § 7° O Tribunal de Justiça instalará a justiça itinerante. e cinco dentre civis. Art. § 4° Compete à Justiça Militar estadual processar Parágrafo único. a Justiça Militar estadual. pelo próprio Tribunal de Justiça. todos da ativa e do posto mais elevado da carreira. sob a presidência de juiz de direito. observados os princípios estabelecidos nesta Constituição. mediante proposta do Tribunal de Justiça. quatro dentre oficiais-generais do Exército. sendo três dentre oficiais-generais da Marinha. cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças. constituída. nos limites territoriais da respectiva jurisdição. 199 Constituição Federal II – os Tribunais e Juízes Militares instituídos Constituição da República Federativa do Brasil . por escolha paritária. § 1° A competência dos tribunais será definida na Constituição do Estado. por lei. 23 do CE/65. 1° da EC n° 45/2004. em segundo grau. 1° da EC n° 45/2004. os crimes militares cometidos contra civis e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. a fim de assegurar o pleno acesso do jurisdicionado à justiça em todas as fases do processo. vedada a atribuição da legitimação para agir a um único órgão. zação. § 3° A lei estadual poderá criar. 125 § 2° Cabe aos Estados a instituição de representação de inconstitucionalidade de leis ou atos normativos estaduais ou municipais em face da Constituição Estadual. Os Estados organizarão sua Justiça. 1° da EC n° 45/2004. em primeiro grau. depois de aprovada a indicação pelo Senado Federal.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Dos TriBunais e JuÍZes Militares Art. Dos TriBunais e JuÍZes dos Estados Parágrafo único. sendo a lei de organização judiciária de iniciativa do Tribunal de Justiça. o funcionamento e a competência da Justiça Militar. 125. servindo-se de equipamentos públicos e comunitários. À Justiça Militar compete processar e julgar os crimes militares definidos em lei. cabendo ao Conselho de Justiça. com mais de dez anos de efetiva atividade profissional. II – dois. ressalvada a competência do júri quando a vítima for civil. 124. dentre juízes auditores e membros do Ministério Público da Justiça Militar. ƒƒ Parágrafos 5° a 7° acrescidos pelo art. Seção VII Art. singularmente. nomeados pelo Presidente da República. pelos juízes de direito e pelos Conselhos de Justiça e. quinta nota ao inciso XIV do art. Os Ministros civis serão escolhidos pelo Presidente da República dentre brasileiros maiores de trinta e cinco anos. A lei disporá sobre a organi- Seção VIII Art. § 6° O Tribunal de Justiça poderá funcionar descentralizadamente. 123. ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. São órgãos da Justiça Militar: I – o Superior Tribunal Militar. sendo: I – três dentre advogados de notório saber jurídico e conduta ilibada. ƒƒ V. ou por Tribunal de Justiça Militar nos Estados em que o efetivo militar seja superior a vinte mil integrantes. com a realização de audiências e demais funções da atividade jurisdicional.

I – o Ministério Público da União. provendo-os por concurso público de provas ou de provas e títulos. 1° da EC n° 45/2004. de 15. d) o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios. dispõe sobre normas gerais para a organização do Ministério Público dos Estados. o juiz far-se-á presente no local do litígio. O Ministério Público é instituição permanente. para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. não poderá haver a realização de despesas ou a assunção de obrigações que extrapolem os limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. tério Público a unidade. exceto se previamente autorizadas. 25 do CE/65. 1° da EC n° 45/2004.625/1993: “Institui a Lei Orgânica Nacional do Ministério Público. Sempre que necessário à eficiente prestação jurisdicional. a lei disporá sobre sua organização e funcionamento. do regime democrático e dos interesses sociais e individuais indisponíveis. no mesmo processo. e Lei n° 8. 126 Art. podendo. ajustados de acordo com os limites estipulados na forma do § 3°. § 1° O Ministério Público da União tem por chefe o Procurador-Geral da República. 200 . a política remuneratória e os planos de carreira. o CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 4° Se o Ministério Público não encaminhar Tribunal de Justiça proporá a criação de varas especializadas.-TSE. § 5° Se a proposta orçamentária de que tra- CAPÍtULO IV Das FUnÇÕEs EssEnCiais À JUstiÇa Do MinistÉrio PúBlico Seção I Art. que compreende: a) o Ministério Público Federal. nota ao § 3° do art. b) o Ministério Público do Trabalho.511: a manifestação de membro do Ministério Público em um dado momento do processo não vincula o agir de outro membro. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. e dá outras providências”. 127. 14 da EC n° 19/1998. a indivisibilidade e a independência funcional. ta este artigo for encaminhada em desacordo com os limites estipulados na forma do § 3°. tendo em vista o princípio da independência funcional do Parquet. os valores aprovados na lei orçamentária vigente. o Poder Executivo considerará. § 1° São princípios institucionais do Minis- Art.2008. Parágrafo único. as atribuições e o estatuto do Ministério Público da União”. a respectiva proposta orçamentária dentro do prazo estabelecido na lei de diretrizes orçamentárias.Art.5. essencial à função jurisdicional do Estado. com competência exclusiva para questões agrárias. mediante a abertura de créditos suplementares ou especiais. nomeado pelo Presidente da República dentre § 3° O Ministério Público elaborará sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias. c) o Ministério Público Militar. 128. no REspe n° 28. § 6° Durante a execução orçamentária do exercício. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. § 2° Ao Ministério Público é assegurada autonomia funcional e administrativa. 169. o Poder Executivo procederá aos ajustes necessários para fins de consolidação da proposta orçamentária anual. II – os Ministérios Públicos dos Estados. 9 9 Ac. propor ao Poder Legislativo a criação e extinção de seus cargos e serviços auxiliares. 126. Para dirimir conflitos fundiários. O Ministério Público abrange: ƒƒ LC n° 75/1993: “Dispõe sobre a organização. observado o disposto no art. ƒƒ V. ƒƒ Parágrafos 4° a 6° acrescidos pelo art. incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica.

-TSE. para mandato de dois anos. § 4°.12. assentou que a norma do parágrafo único do art. o art. por iniciativa do Presidente da República. § 3°. pode candidatar-se à reeleição. d) exercer. Sendo assim. optado pelo regime anterior no prazo de 2 anos da promulgação da lei complementar. deverá ser precedida de autorização da maioria absoluta do Senado Federal. ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art. 39. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. 128 II – as seguintes vedações: a) receber. por ocasião do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 2. I. ƒƒ Ac. Ac. entidades públicas ou privadas. § 5° Leis complementares da União e dos Estados. mediante decisão do órgão colegiado competente do Ministério Público. 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. ainda que em disponibilidade. § 4° Os Procuradores-Gerais nos Estados e no Distrito Federal e Territórios poderão ser destituídos por deliberação da maioria absoluta do Poder Legislativo. mesmo após a EC n° 45/2004. permitida a recondução. permitida uma recondução.768: permissão de atividade político-partidária. na forma da lei complementar respectiva. b) inamovibilidade.6. Ac. não podendo perder o cargo senão por sentença judicial transitada em julgado. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art.-TSE. qualquer outra função pública.2006. parágrafo único.2006. X e XI. a opção de que trata o § 3° do art. no RE n° 597. República. e de 20. as atribuições e o estatuto de cada Ministério Público.-STF. após dois anos de exercício. 150. é formalizável a qualquer tempo”. observadas. a qualquer título e sob qualquer pretexto. de 19. aos membros do Ministério Público da União que ingressaram na carreira antes da Constituição Federal de 1988 e que tenham. cuja iniciativa é facultada aos respectivos Procuradores-Gerais. assegurada ampla defesa. 153. na forma da lei. percentagens ou custas processuais. auxílios ou contribuições de pessoas físicas. no âmbito do Ministério Público dos Estados. ƒƒ Alínea f acrescida pelo art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL integrantes da carreira. de 12. do ADCT c. estabelecerão a organização. maiores de trinta e cinco anos. 201 Constituição Federal . honorários. nos termos do art. 15 da EC n° 19/1998. c) participar de sociedade comercial. ressalvadas as exceções previstas em lei. 281. salvo uma de magistério.c. desempenhando o cargo de prefeito. II. para escolha de seu Procurador-Geral. à época da EC n° 45/2004. e ressalvado o disposto nos arts. 29. 1° da EC n° 45/2004. 281 da Lei Complementar n° 75/93 não se aplica aos membros do MP Estadual. na forma da lei respectiva. 153. c) irredutibilidade de subsídio.2009.2006. § 2° A destituição do Procurador-Geral da Constituição da República Federativa do Brasil § 3° Os Ministérios Públicos dos Estados e o do Distrito Federal e Territórios formarão lista tríplice dentre integrantes da carreira. relativamente a seus membros: I – as seguintes garantias: a) vitaliciedade. da LC n° 75/1993.9.836/RJ. a qualquer título ou pretexto. e) exercer atividade político-partidária.9. b) exercer a advocacia. pelo voto da maioria absoluta de seus membros. no RO n° 999. f) receber. 1° da EC n° 45/2004.994: membro do Ministério Público que ingressou na carreira após a promulgação da CF/88 e que. de 4. III. para mandato de dois anos. no REspe n° 26. fixado na forma do art. 1° da EC n° 45/2004. 37. que será nomeado pelo Chefe do Poder Executivo. Art. § 2°. após a aprovação de seu nome pela maioria absoluta dos membros do Senado Federal. encontrava-se licenciado das suas atividades. no RO n° 1070: “O Supremo Tribunal Federal. salvo por motivo de interesse público.

que deverão residir na comarca da respectiva lotação. para as ações civis previstas neste artigo não I – o Procurador-Geral da República. no mínimo. Aos membros do Ministério Público junto aos Tribunais de Contas aplicam-se as disposições desta seção pertinentes a direitos. São funções institucionais do Ministério Público: ser exercidas por integrantes da carreira. IV – promover a ação de inconstitucionalidade ou representação para fins de intervenção da União e dos Estados. VI – expedir notificações nos procedimentos administrativos de sua competência. exigindo-se do bacharel em direito.Art. 1° da EC n° 45/2004. assegurada a representação de cada uma de suas carreiras. parágrafo único. na forma da lei. no que couber. indicados um pelo Supremo § 1° A legitimação do Ministério Público Tribunal Federal e outro pelo Superior Tribunal de Justiça. Art. 1° da EC n° 45/2004. 130-A. depois de aprovada a escolha pela maioria absoluta do Senado Federal. 1° da EC n° 45/2004. § 3° O ingresso na carreira do Ministério Público § 4° Aplica-se ao Ministério Público. privativamente. indicados os fundamentos jurídicos de suas manifestações processuais. ƒƒ Parágrafo 6° acrescido pelo art. nos casos previstos nesta Constituição. III – promover o inquérito civil e a ação civil pública. 202 . a ordem de classificação. Art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL impede a de terceiros. III – três membros do Ministério Público dos IV – dois juízes. requisitando informações e documentos para instruí-los. V – defender judicialmente os direitos e interesses das populações indígenas. nas mesmas hipóteses. Estados. policial. 129 § 6° Aplica-se aos membros do Ministério Público o disposto no art. assegurada a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em sua realização. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. do meio ambiente e de outros interesses difusos e coletivos. desde que compatíveis com sua finalidade. promovendo as medidas necessárias a sua garantia. 130. § 2° As funções do Ministério Público só podem Art. nas nomeações. 93. que o II – quatro membros do Ministério Público da IX – exercer outras funções que lhe forem União. vedações e forma de investidura. sendo: preside. o disposto no art. na forma da lei complementar mencionada no artigo anterior. segundo o disposto nesta Constituição e na lei. admitida uma recondução. conferidas. I – promover. II – zelar pelo efetivo respeito dos Poderes Públicos e dos serviços de relevância pública aos direitos assegurados nesta Constituição. V. para a proteção do patrimônio público e social. para um mandato de dois anos. a ação penal pública. três anos de atividade jurídica e observando-se. na forma da lei complementar respectiva. salvo autorização do chefe da instituição. sendo-lhe vedada a representação judicial e a consultoria jurídica de entidades públicas. 129. O Conselho Nacional do Ministério Público compõe-se de quatorze membros nomeados pelo Presidente da República. § 5° A distribuição de processos no Ministério Público será imediata. 95. VII – exercer o controle externo da atividade VIII – requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial. far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. ƒƒ Parágrafos 2° a 4° com redação dada pelo art.

determinar a remoção. Seção II Art. o qual deve integrar a mensagem prevista no art. 2° da EC n° 45/2004. Da Advocacia PúBlica ƒƒ Seção com denominação dada pelo art. I – zelar pela autonomia funcional e administrativa do Ministério Público. de inspeção e correição geral. um Corregedor nacional. de ofício ou mediante provocação. 2° da EC n° 45/2004. A Advocacia-Geral da União é a instituição que. II – zelar pela observância do art. 131. 2° da EC n° 45/2004. podendo avocar processos disciplinares em curso. vedada a recondução. na forma da lei. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a V acrescidos pelo art. os processos disciplinares de membros do Ministério Público da União ou dos Estados julgados há menos de um ano. podendo desconstituí-los. delegando-lhes atribuições. no âmbito de sua competência. 37 e apre- § 4° O Presidente do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil oficiará junto ao Conselho. sem prejuízo da competência dos Tribunais de Contas. além das atribuições que lhe forem conferidas pela lei. diretamente ou através de órgão vinculado. III – receber e conhecer das reclamações contra membros ou órgãos do Ministério Público da União ou dos Estados. representando diretamente ao Conselho Nacional do Ministério Público. Art. inclusive contra seus serviços auxiliares. inclusive contra seus serviços auxiliares. as seguintes: qualquer interessado. judicial e 203 Constituição Federal . sem prejuízo da competência disciplinar e correicional da instituição. competentes para receber reclamações e denúncias de qualquer interessado contra membros ou órgãos do Ministério Público. VI – dois cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada. Constituição da República Federativa do Brasil § 1° Os membros do Conselho oriundos do § 3° O Conselho escolherá. XI. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a III acrescidos pelo art. representa a União. indicados um pela Câmara dos Deputados e outro pelo Senado Federal. ƒƒ Caput e incisos I a VI acrescidos pelo art. a disponibilidade ou a aposentadoria com subsídios ou proventos proporcionais ao tempo de serviço e aplicar outras sanções administrativas. competindo-lhe. 84. III – requisitar e designar membros do Ministério Público. 16 da EC n° 19/1998. revê-los ou fixar prazo para que se adotem as providências necessárias ao exato cumprimento da lei. de ofício ou mediante provocação. de tério Público o controle da atuação administrativa e financeira do Ministério Público e do cumprimento dos deveres funcionais de seus membros. dentre os membros do Ministério Público que o integram. 2° da EC n° 45/2004. cabendo-lhe: II – exercer funções executivas do Conselho. 1° da EC n° 45/2004. ƒƒ Parágrafo 1° acrescido pelo art. § 2° Compete ao Conselho Nacional do Minis- I – receber reclamações e denúncias. ciar. assegurada ampla defesa. e requisitar servidores de órgãos do Ministério Público. IV – rever. indicados pelo Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil. propondo as providências que julgar necessárias sobre a situação do Ministério Público no País e as atividades do Conselho. ou recomendar providências. 131 V – elaborar relatório anual. relativas aos membros do Ministério Público e dos seus serviços auxiliares.CONSTITUIÇÃO FEDERAL V – dois advogados. podendo expedir atos regulamentares. em votação secre- Ministério Público serão indicados pelos respectivos Ministérios Públicos. ta. ƒƒ Parágrafos 4° e 5° acrescidos pelo art. a legalidade dos atos administrativos praticados por membros ou órgãos do Ministério Público da União e dos Estados. § 5° Leis da União e dos Estados criarão ouvidorias do Ministério Público.

§ 1° Lei complementar organizará a Defen- § 2° O ingresso nas classes iniciais das carreiras da instituição de que trata este artigo far-se-á mediante concurso público de provas e títulos. mediante avaliação de desempenho perante os órgãos próprios. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. cabendo-lhe. 39. na forma do art. Art. incumbindo-lhe a orientação jurídica e a defesa. nos termos da lei complementar que dispuser sobre sua organização e funcionamento. 136. 5°. 17 da EC n° 19/1998. Os servidores integrantes das carreiras disciplinadas nas Seções II e III deste Capítulo serão remunerados na forma do art. Os Procuradores dos Estados e do Distrito Federal. na classe inicial. O Presidente da República pode. ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. soria Pública da União e do Distrito Federal e dos Territórios e prescreverá normas gerais para sua organização nos Estados. a representação da União cabe à Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. em todos os graus. mediante concurso público de provas e títulos. O advogado é indispensável à admi- nistração da justiça. de livre nomeação pelo Presidente da República dentre cidadãos maiores de trinta e cinco anos. Parágrafo único. organizados em carreira.9. assegurada a seus integrantes a garantia da inamovibilidade e vedado o exercício da advocacia fora das atribuições institucionais.Art. observado o disposto em lei. 1° da EC n° 45/2004. dos necessitados. 99. 132. Art. ƒƒ Art. as atividades de consultoria e assessoramento jurídico do Poder Executivo. 133. em cargos de carreira.-TSE. § 2°. de 29. § 2° Às Defensorias Públicas Estaduais são asseguradas autonomia funcional e administrativa e a iniciativa de sua proposta orçamentária dentro dos limites estabelecidos na lei de diretrizes orçamentárias e subordinação ao disposto no art. 1° da EC n° 45/2004. § 1° A Advocacia-Geral da União tem por chefe o Advogado-Geral da União. sendo inviolável por seus atos e manifestações no exercício da profissão. com a participação da Ordem dos Advogados do Brasil em todas as suas fases. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. Art.2010. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 135 com redação dada pelo art. 18 da EC n° 19/1998. de notável saber jurídico e reputação ilibada. 17 da EC n° 19/1998. 135. ouvidos o Conselho da República e o Conselho 204 . exercerão a representação judicial e a consultoria jurídica das respectivas unidades federadas. § 3° Na execução da dívida ativa de natureza tributária. ƒƒ Ac. providos. nos limites da lei. 132 extrajudicialmente. Aos procuradores referi- dos neste artigo é assegurada estabilidade após três anos de efetivo exercício. no MS n° 100250: ilegitimidade da Defensoria Pública para impetrar mandado de segurança coletivo. após relatório circunstanciado das corregedorias. na qual o ingresso dependerá de concurso público de provas e títulos. § 4°. LXXIV. ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. 134. A Defensoria Pública é instituição essencial à função jurisdicional do Estado. Da Advocacia e da Defensoria PúBlica Seção III Da DEFEsa dO EstadO E das InstitUiÇÕEs DEMOCRÁtiCas DO EstadO dE DEFEsa E dO EstadO dE SÍtiO Do Estado de Defesa TÍtULO V CAPÍtULO I Seção I Art.

137. Constituição da República Federativa do Brasil § 1° O decreto que instituir o estado de defe- I – restrições aos direitos de: a) reunião. no prazo de cinco dias. § 3° Na vigência do estado de defesa: I – a prisão por crime contra o Estado. c) sigilo de comunicação telegráfica e telefônica. que decidirá por maioria absoluta. II – a comunicação será acompanhada de III – a prisão ou detenção de qualquer pes- soa não poderá ser superior a dez dias. ainda que exercida no seio das associações. solicitar ao Congresso Nacional autorização para decretar o estado de sítio nos casos de: ou ocorrência de fatos que comprovem a ineficácia de medida tomada durante o estado de defesa. no caso do art. ao solicitar autorização para decretar o estado de sítio ou sua prorrogação. nem prorrogado. o Presidente da República. II – ocupação e uso temporário de bens e serviços públicos. se persistirem as razões que justificaram a sua decretação. dentro de vinte e quatro horas. salvo quando autorizada pelo Poder Judiciário. que a relaxará. especificará as áreas a serem abrangidas e indicará. será por este comunicada imediatamente ao juiz competente. no do inciso II. a ordem pública ou a paz social ameaçadas por grave e iminente instabilidade institucional ou atingidas por calamidades de grandes proporções na natureza. será convocado. Art. cessa imediatamente o estado de defesa. dentre as seguintes: Art. sa determinará o tempo de sua duração. § 5° Se o Congresso Nacional estiver em recesso. 137. O Presidente da República pode. extraordinariamente. declaração. devendo o Congresso Nacional decidir por maioria absoluta. podendo ser prorrogado uma vez. em locais restritos e determinados. Do Estado de SÍtio Seção II Art. b) sigilo de correspondência.CONSTITUIÇÃO FEDERAL de Defesa Nacional. o Presidente da República designará o executor das medidas específicas e as áreas abrangidas. § 1° O estado de sítio. § 7° Rejeitado o decreto. do estado físico e mental do detido no momento de sua autuação. determinada pelo executor da medida. devendo continuar funcionando enquanto vigorar o estado de defesa. as medidas coercitivas a vigorarem. submeterá o ato com a respectiva justificação ao Congresso Nacional. O Presidente da República. depois de publicado. ouvidos o Conselho da República e o Conselho de Defesa Nacional. pela autoridade. as normas necessárias a sua execução e as garantias constitucionais que ficarão suspensas. por prazo superior. decretar estado de defesa para preservar ou prontamente restabelecer. Parágrafo único. poderá ser decretado 205 Constituição Federal . relatará os motivos determinantes do pedido. § 2° O tempo de duração do estado de defesa I – comoção grave de repercussão nacional II – declaração de estado de guerra ou resposta a agressão armada estrangeira. 138 § 4° Decretado o estado de defesa ou sua prorrogação. não poderá ser decretado por mais de trinta dias. de cada vez. não será superior a trinta dias. § 6° O Congresso Nacional apreciará o decreto dentro de dez dias contados de seu recebimento. 138. por igual período. nos termos e limites da lei. I. e. IV – é vedada a incomunicabilidade do preso. respondendo a União pelos danos e custos decorrentes. se não for legal. O decreto do estado de sítio indicará sua duração. facultado ao preso requerer exame de corpo de delito à autoridade policial. na hipótese de calamidade pública.

§ 1° Lei complementar estabelecerá as normas gerais a serem adotadas na organização. § 3° Os membros das Forças Armadas são denominados militares. com especificação e justificação das providências adotadas. nos termos da lei. juntamente com os demais membros. públicos. com prerrogativas. A Mesa do Congresso Nacional. radiodifusão e televisão. pela Marinha. § 3° O Congresso Nacional permanecerá em funcionamento até o término das medidas coercitivas. cessarão também seus efeitos. 140. I. sem prejuízo da responsabilidade pelos ilícitos cometidos por seus executores ou agentes. II – detenção em edifício não destinado a acusados ou condenados por crimes comuns. tomar posse em cargo. sob a autoridade suprema do Presidente da República. na forma da lei. à garantia dos poderes constitucionais e. em mensagem ao Congresso Nacional. III – O militar da ativa que. II – o militar em atividade que tomar posse em cargo ou emprego público civil permanente será transferido para a reserva. 141. Logo que cesse o estado de defesa ou o estado de sítio. as medidas aplicadas em sua vigência serão relatadas pelo Presidente da República. Art. a fim de apreciar o ato. de imediato. emprego ou 206 . aplicando-se-lhes. as seguintes disposições: VI – intervenção nas empresas de serviços VII – requisição de bens. Na vigência do estado de sítio de- CAPÍtULO II cretado com fundamento no art. Parágrafo único. Das FORÇas ARMadas § 2° Solicitada autorização para decretar o estado de sítio durante o recesso parlamentar. ouvidos os líderes partidários. sendo-lhes privativos os títulos e postos militares e. Art. da reserva ou reformados. são conferidas pelo Presidente da República e asseguradas em plenitude aos oficiais da ativa. III – restrições relativas à inviolabilidade da correspondência. As Forças Armadas. Cessado o estado de defesa ou o estado de sítio.Art. IV – suspensão da liberdade de reunião. e destinam-se à defesa da Pátria. 139 por todo o tempo que perdurar a guerra ou a agressão armada estrangeira. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. o Presidente do Senado Federal. por iniciativa de qualquer destes. à prestação de informações e à liberdade de imprensa. direitos e de- Seção III veres a elas inerentes. designará Comissão composta de cinco de seus membros para acompanhar e fiscalizar a execução das medidas referentes ao estado de defesa e ao estado de sítio. DisposiÇÕes Gerais I – as patentes. organizadas com base na hierarquia e na disciplina. 137. no preparo e no emprego das Forças Armadas. § 2° Não caberá habeas corpus em relação a punições disciplinares militares. são instituições nacionais permanentes e regulares. 142. Não se inclui nas restrições do inciso III a difusão de pronunciamentos de parlamentares efetuados em suas Casas Legislativas. desde que liberada pela respectiva Mesa. convocará extraordinariamente o Congresso Nacional para se reunir dentro de cinco dias. ao sigilo das comunicações. além das que vierem a ser fixadas em lei. de acordo com a lei. pelo Exército e pela Aeronáutica. com relação nominal dos atingidos e indicação das restrições aplicadas. Parágrafo único. o uso dos uniformes das Forças Armadas. V – busca e apreensão em domicílio. da lei e da ordem. só poderão ser tomadas contra as pessoas as seguintes medidas: Art. 139. constituídas I – obrigação de permanência em localidade determinada.

O serviço militar é obrigatório nos termos da lei. incisos VIII. através dos seguintes órgãos: I – polícia federal. Art. XVIII. Da SEGURanÇa PÚBLiCa Constituição da República Federativa do Brasil IV – ao militar são proibidas a sindicalização e a greve. dever do Es- VI – o oficial só perderá o posto e a patente se for julgado indigno do oficialato ou com ele incompatível. VII – o oficial condenado na justiça comum ou militar a pena privativa de liberdade superior a dois anos. instituída por lei como órgão permanente. não eletiva. será submetido ao julgamento previsto no inciso anterior. nos termos da lei. sem prejuízo da ação fazendária e de outros órgãos públicos nas respectivas áreas de competência. direito e responsabilidade de todos. V – polícias militares e corpos de bombeiros militares. entendendo-se como tal o decorrente de crença religiosa e de convicção filosófica ou política. é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio. 4° da EC n° 18/1998. a estabilidade e outras condições de transferência do militar para a inatividade. 14. enquanto permanecer nessa situação. por sentença transitada em julgado. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. II – prevenir e reprimir o tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins. em tempo de paz. A segurança pública. a remuneração. § 8°. após alistados. em tempo de paz. incisos XI. 19 da EC n° 19/1998. na forma da lei. inclusive aquelas cumpridas por força de compromissos internacionais e de guerra. sendo depois de dois anos de afastamento. alegarem imperativo de consciência. destina-se a: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. XIX e XXV e no art. 143. atribuir serviço alternativo aos que. consideradas as peculiaridades de suas atividades. a outros encargos que a lei lhes atribuir. CAPÍtULO III V – o militar. o contrabando e o descaminho. porém. IV – polícias civis. sujeitos. VIII – aplica-se aos militares o disposto no art. ainda que da administração indireta. serviços e interesses da União ou de suas entidades autárquicas e empresas públicas. IX – (Revogado pelo art. XVII. ƒƒ Inciso X acrescido pelo art. 37. 4° da EC n° 18/1998. 7°. segundo se dispuser em lei. III – polícia ferroviária federal. por decisão de tribunal militar de caráter permanente. Art. XIV e XV. contando-se-lhe o tempo de serviço apenas para aquela promoção e transferência para a reserva. assim como outras infrações cuja prática tenha repercussão interestadual ou internacional e exija repressão uniforme. XIII. os direitos. ou de tribunal especial. enquanto em serviço ativo. XII. Art. I – apurar infrações penais contra a ordem po- lítica e social ou em detrimento de bens. em tempo de guerra. as prerrogativas e outras situações especiais dos militares. § 1° A polícia federal. tado. ƒƒ CF/88. II – polícia rodoviária federal. os limites de idade. 144 § 1° Às Forças Armadas compete. 144. 207 Constituição Federal . os deveres. ser promovido por antigüidade. não pode estar filiado a partidos políticos. 10 da EC n° 41/2003). X – a lei disporá sobre o ingresso nas Forças Armadas. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a VIII acrescidos pelo art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL função pública civil temporária. art. § 2° As mulheres e os eclesiásticos ficam isentos do serviço militar obrigatório em tempo de paz. ficará agregado ao respectivo quadro e somente poderá. contínuos ou não transferido para a reserva. para se eximirem de atividades de caráter essencialmente militar.

decorrente de obras públicas. § 2° As taxas não poderão ter base de cálculo própria de impostos. serviços e instalações. IV – exercer. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. ao patrulhamento ostensivo das rodovias federais. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. aos corpos de bombeiros militares. de serviços públicos específicos e divisíveis. respeitados os direitos individuais e nos termos da lei. dirigidas por delegados de polícia de carreira. além das atribuições definidas em lei. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 9° A remuneração dos servidores poli- ciais integrantes dos órgãos relacionados neste artigo será fixada na forma do § 4° do art. forças auxiliares e reserva do Exército. § 8° Os Municípios poderão constituir guardas municipais destinadas à proteção de seus bens. conforme dispuser a lei. exceto as militares. do Distrito Federal e dos Territórios. § 5° Às polícias militares cabem a polícia § 6° As polícias militares e corpos de bombeiros militares. incumbe a execução de atividades de defesa civil. aos Governadores dos Estados. na forma da lei. 19 da EC n° 19/1998. § 2° A polícia rodoviária federal. 145 III – exercer as funções de polícia marítima. III – contribuição de melhoria. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. ao patrulhamento ostensivo das ferrovias federais. 145. os Estados. Cabe à lei complementar: I – dispor sobre conflitos de competência. entre a União. 19 da EC n° 19/1998. ƒƒ Parágrafo 9° acrescido pelo art. destina-se. em matéria tributária. destina-se. os rendimentos e as atividades econômicas do contribuinte. efetiva ou potencial. o patrimônio. as funções de polícia judiciária e a apuração de infrações penais. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. com exclusividade. incumbem. ostensiva e a preservação da ordem pública. 19 da EC n° 19/1998. II – regular as limitações constitucionais ao poder de tributar. identificar. especialmente para conferir efetividade a esses objetivos. facultado à administração tributária. subordinam-se. organizado e mantido pela União e estruturado em carreira. § 3° A polícia ferroviária federal. o Distrito Federal e os Municípios. 39. § 4° Às polícias civis. de maneira a garantir a eficiência de suas atividades.Art. em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. § 1° Sempre que possível. Art. § 7° A lei disciplinará a organização e o funcionamento dos órgãos responsáveis pela segurança pública. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir os seguintes tributos: I – impostos. na forma da lei. aeroportuária e de fronteiras. 146. os impostos terão caráter pessoal e serão graduados segundo a capacidade econômica do contribuinte. A União. II – taxas. os Estados. ressalvada a competência da União. órgão per- Art. juntamente com as polícias civis. 19 da EC n° 19/1998. órgão per- manente. as funções de polícia judiciária da União. Da TRiBUtaÇÃO E dO ORÇaMEntO DO SistEMa TRiBUtÁRiO NaCiOnaL Dos PrincÍpios Gerais TÍtULO VI CAPÍtULO I Seção I manente. 208 .

150. os impostos municipais. d) definição de tratamento diferenciado e favorecido para as microempresas e para as empresas de pequeno porte. A União. cumulativamente. II – poderão ser estabelecidas condições de enquadramento diferenciadas por Estado. b) obrigação.CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – estabelecer normas gerais em matéria de legislação tributária. A lei complementar de que trata o inciso III. § 6°. II. 149. a dos respectivos fatos geradores. bem como. relativamente às contribuições a que alude o dispositivo. Art. I – para atender a despesas extraordinárias. 146. se o Território não for dividido em Municípios. Federal. mediante lei complementar. 147. crédito. 146-A. a fiscalização e a cobrança poderão ser compartilhadas pelos entes federados. prescrição e decadência tributários. 1° da EC n° 42/2003. 146-A acrescido pelo art. inclusive regimes especiais ou simplificados no caso do imposto previsto no art. 239. lançamento. adotado cadastro nacional único de contribuintes. 3° da EC n° 41/2003. com o objetivo de prevenir desequilíbrios da § 2° As contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico de que trata o caput deste artigo: 209 Constituição Federal Art. Parágrafo único. III – o recolhimento será unificado e centralizado e a distribuição da parcela de recursos pertencentes aos respectivos entes federados será imediata. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. os impostos estaduais e. Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. das contribuições previstas no art. especialmente sobre: a) definição de tributos e de suas espécies. 195. em Território Constituição da República Federativa do Brasil . ƒƒ Parágrafo único e incisos I a IV acrescidos pelo art. observado o disposto no art. também poderá instituir um regime único de arrecadação dos impostos e contribuições da União. Lei complementar poderá estabelecer critérios especiais de tributação. 155. III. ao Distrito Federal cabem os impostos municipais. dos Estados. e da contribuição a que se refere o art. 1° da EC n° 42/2003. b. cuja alíquota não será inferior à da contribuição dos servidores titulares de cargos efetivos da União. II – no caso de investimento público de caráter urgente e de relevante interesse nacional. poderá instituir empréstimos compulsórios: Art. 1° da EC n° 42/2003. 195. e 150. Parágrafo único. e sem prejuízo do previsto no art. Art. c) adequado tratamento tributário ao ato cooperativo praticado pelas sociedades cooperativas. 40. § 1° Os Estados. d. I e §§ 12 e 13. de guerra externa ou sua iminência. em relação aos impostos discriminados nesta Constituição. bases de cálculo e contribuintes. estabelecer normas de igual objetivo. 149 concorrência. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. Competem à União. observado o disposto nos arts. III. A aplicação dos recursos provenientes de empréstimo compulsório será vinculada à despesa que fundamentou sua instituição. 148. observado que: I – será opcional para o contribuinte. cobrada de seus servidores. IV – a arrecadação. do Distrito Federal e dos Municípios. I e III. vedada qualquer retenção ou condicionamento. em benefício destes. decorrentes de calamidade pública. do regime previdenciário de que trata o art. por lei. Art. o Distrito Federal e os Municípios instituirão contribuição. ƒƒ Art. sem prejuízo da competência de a União. como instrumento de sua atuação nas respectivas áreas. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. para o custeio.

proibida qualquer distinção em razão de ocupação profissional ou função por eles exercida. renda ou serviços. ƒƒ Inciso III e alíneas a e b acrescidos pelo art. na fatura de consumo de energia elétrica. renda ou serviços dos partidos políticos. ƒƒ Art. Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte. jornais. 148. b) templos de qualquer culto.Art. I. por meio de tributos interestaduais ou intermunicipais. 153. atendidos os requisitos da lei. b) específica. Parágrafo único. 1° da EC n° 33/2001. 150. independentemente da denominação jurídica dos rendimentos. É facultada a cobrança da Das LimitaÇÕes do Poder de TriButar Seção II Art. tendo por base a unidade de medida adotada. ƒƒ Alínea c acrescida pelo art. títulos ou direitos. 1° da EC n° 42/2003. II – instituir tratamento desigual entre contribuintes que se encontrem em situação equivalente. b. II. b) no mesmo exercício financeiro em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. é vedado à União. 150. 1° da EC n° 33/2001. uns dos outros. a receita bruta ou o valor da operação e. I – não incidirão sobre as receitas decorrentes de exportação. inclusive suas fundações. I. CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – exigir ou aumentar tributo sem lei que o estabeleça. ressalvada a cobrança de pedágio pela utilização de vias conservadas pelo Poder Público. c) patrimônio. das entidades sindicais dos trabalhadores. VI – instituir impostos sobre: a) patrimônio. ao Distrito Federal e aos Municípios: § 1° A vedação do inciso III. IV e V. Os Municípios e o Distrito Federal po- derão instituir contribuição. das instituições de educação e de assistência social. Art. ƒƒ Parágrafos 3° e 4° acrescidos pelo art. V – estabelecer limitações ao tráfego de pessoas ou bens. observado o disposto na alínea b. na forma da lei. I e III. observado o disposto no art. d) livros. III – cobrar tributos: a) em relação a fatos geradores ocorridos antes do início da vigência da lei que os houver instituído ou aumentado. c) antes de decorridos noventa dias da data em que haja sido publicada a lei que os instituiu ou aumentou. ƒƒ Inciso I acrescido pelo art. o valor aduaneiro. 1° da EC n° 33/2001. II. 1° da EC n° 42/2003. 149-A ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. 149-A. na forma das respectivas leis. 1° da EC n° 33/2001. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. para o custeio do serviço de iluminação pública. no caso de importação. aos Estados. não se aplica aos tributos previstos nos arts. II – incidirão também sobre a importação de produtos estrangeiros ou serviços. IV – utilizar tributo com efeito de confisco. § 3° A pessoa natural destinatária das operações de importação poderá ser equiparada a pessoa jurídica. periódicos e o papel destinado a sua impressão. 149-A e parágrafo único acrescidos pelo art. 1° da EC n° 39/2002. sem fins lucrativos. III – poderão ter alíquotas: a) ad valorem. não se aplica 210 . e 154. tendo por base o faturamento. c. e a vedação do inciso III. contribuição a que se refere o caput. § 4° A lei definirá as hipóteses em que as contribuições incidirão uma única vez.

caso não se realize o fato gerador presumido. § 4° As vedações expressas no inciso VI. § 3° As vedações do inciso VI. 1° da EC n° 3/1993. Art. a renda e os serviços. só poderá ser concedido mediante lei específica. nem à fixação da base de cálculo dos impostos previstos nos arts. É vedado à União: Constituição da República Federativa do Brasil . bem como a remuneração e os proventos dos respectivos agentes públicos. sem prejuízo do disposto no art. é extensiva às autarquias e às fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. VI – propriedade territorial rural. em detrimento de outro. ƒƒ Parágrafo 7° acrescido pelo art. Seção III § 6° Qualquer subsídio ou isenção. Dos Impostos da União neas b e c. I. estadual ou municipal. IV – produtos industrializados. 155. g. ou em que haja contraprestação ou pagamento de preços ou tarifas pelo usuário. I. admitida a concessão de incentivos fiscais destinados a promover o equilíbrio do desenvolvimento sócio-econômico entre as diferentes regiões do País. que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição. nem exonera o promitente comprador da obrigação de pagar imposto relativamente ao bem imóvel. III – instituir isenções de tributos da competência dos Estados. taxas ou contribuições. de produtos nacionais ou nacionalizados. e 156. relativos a impostos. vinculados a suas finalidades essenciais ou às delas decorrentes. ao Distrito Federal ou a Município. anistia ou remissão. 152. relacionados com exploração de atividades econômicas regidas pelas normas aplicáveis a empreendimentos privados. III e V.CONSTITUIÇÃO FEDERAL aos tributos previstos nos arts. relacionados com as finalidades essenciais das entidades nelas mencionadas. à renda e aos serviços. § 7° A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo pagamento de imposto ou contribuição. 155. a. assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga. 148. de qualquer natureza. Art. à renda e aos serviços. II – exportação. em níveis superiores aos que fixar para suas obrigações e para seus agentes. redução de base de cálculo. ou relativas a títulos ou valores mobiliários. § 2° A vedação do inciso VI. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. II – tributar a renda das obrigações da dívida pública dos Estados. I. 153 posteriormente. para o exterior. compreendem somente o patrimônio. cujo fato gerador deva ocorrer 211 Constituição Federal Art. V – operações de crédito. É vedado aos Estados. I – instituir tributo que não seja uniforme em todo o território nacional ou que implique distinção ou preferência em relação a Estado. II. III – renda e proventos de qualquer natureza. ao Distrito Federal e aos Municípios estabelecer diferença tributária entre bens e serviços. Compete à União instituir impostos sobre: I – importação de produtos estrangeiros. II. 153. 153. Art. 1° da EC n° 3/1993. do Distrito Federal ou dos Municípios. concessão de crédito presumido. XII. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. federal. no que se refere ao patrimônio. 1° da EC n° 42/2003. e do parágrafo anterior não se aplicam ao patrimônio. alí- § 5° A lei determinará medidas para que os consumidores sejam esclarecidos acerca dos impostos que incidam sobre mercadorias e serviços. do Distrito Federal e dos Municípios. 151. § 2°. em razão de sua procedência ou destino. a. câmbio e seguro. e 154. III.

212 . Seção IV § 4° O imposto previsto no inciso VI do caput: ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. 154. 1° da EC n° 3/1993. os quais serão suprimidos. 1° da EC n° 42/2003. definidas em lei. compensando-se o que for devido em cada operação com o montante cobrado nas anteriores. § 1° É facultado ao Poder Executivo. nos termos de lei complementar. 1° da EC n° 3/1993. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. I – será progressivo e terá suas alíquotas fixadas de forma a desestimular a manutenção de propriedades improdutivas. devido na operação de origem. IV e V. cessadas as causas de sua criação. I – será informado pelos critérios da generali- II – (Revogado pelo art. 17 da EC n° 20/98). que suprimiu as alínea a a c. II – não incidirá sobre pequenas glebas rurais. ainda que as operações e as prestações se iniciem no exterior. ƒƒ Incisos I a III acrescidos pelo art. na forma da lei. 1° da EC n° 42/2003. ƒƒ Inciso IV acrescido pelo art. a alíquota mínima será de um por cento. II – operações relativas à circulação de mer- III – será fiscalizado e cobrado pelos Municípios que assim optarem. Art. III – não incidirá sobre produtos industrializados destinados ao exterior. Dos Impostos dos Estados e do Distrito Federal I – será seletivo. de quaisquer bens ou direitos. atendidas as condições e os limites estabelecidos em lei. IV – terá reduzido seu impacto sobre a aquisição de bens de capital pelo contribuinte do imposto. da universalidade e da progressividade. conforme a origem. alterar as alíquotas dos impostos enumerados nos incisos I. assegurada a transferência do montante da arrecadação nos seguintes termos: I – trinta por cento para o Estado. II – na iminência ou no caso de guerra externa. quando definido em lei como ativo financeiro ou instrumento cambial.Art. A União poderá instituir: I – mediante lei complementar. desde que sejam não-cumulativos e não tenham fato gerador ou base de cálculo próprios dos discriminados nesta Constituição. Art. I – transmissão causa mortis e doação. o Distrito Federal ou o Território. compreendidos ou não em sua competência tributária. Compete aos Estados e ao Distrito Federal instituir impostos sobre: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. na forma da lei. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. 1° da EC n° 42/2003. gradativamente. § 3° O imposto previsto no inciso IV: do produto. impostos não previstos no artigo anterior. na forma da lei. cadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. em função da essencialidade II – será não-cumulativo. impostos extraordinários. 1° da EC n° 3/1993. quando as explore o proprietário que não possua outro imóvel. II – setenta por cento para o Município de origem. 154 VII – grandes fortunas. desde que não implique redução do imposto ou qualquer outra forma de renúncia fiscal. 155. § 2° O imposto previsto no inciso III: dade. II. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° O ouro. sujeita-se exclusivamente à incidência do imposto de que trata o inciso V do caput deste artigo.

títulos e cré- III – terá competência para sua instituição regulada por lei complementar: a) se o doador tiver domicilio ou residência no exterior. I – será não-cumulativo. b) acarretará a anulação do crédito relativo às operações anteriores. § 1° O imposto previsto no inciso I: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. ao seguinte: VI – salvo deliberação em contrário dos Estados e do Distrito Federal. 1° da EC n° 3/1993. não poderão ser inferiores às previstas para as operações interestaduais. ditos. ou ao Distrito Federal. em função da essencialidade das mercadorias e dos serviços. estabelecerá as alíquotas aplicáveis às operações e prestações. nos termos do disposto no inciso XII. b) a alíquota interna. qualquer que seja a sua finalidade. aprovada pela maioria absoluta de seus membros. V – é facultado ao Senado Federal: a) estabelecer alíquotas mínimas nas operações internas. ou ao Distrito Federal. VII – em relação às operações e prestações que destinem bens e serviços a consumidor final localizado em outro Estado. ƒƒ Inciso III acrescido pelo art. b) se o de cujus possuía bens. Art. § 2° O imposto previsto no inciso II atenderá ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art. interestaduais e de exportação. quando o destinatário for contribuinte do imposto. caberá ao Estado da localização do destinatário o imposto correspondente à diferença entre a alíquota interna e a interestadual. IV – resolução do Senado Federal. adotar-se-á: a) a alíquota interestadual. era residente ou domiciliado ou teve o seu inventário processado no exterior. compete ao Estado onde se processar o inventário ou arrolamento. ou tiver domicílio o doador. b) fixar alíquotas máximas nas mesmas operações para resolver conflito específico que envolva interesse de Estados. compensando-se o que for devido em cada operação relativa à circulação de mercadorias ou prestação de serviços com o montante cobrado nas anteriores pelo mesmo ou outro Estado ou pelo Distrito Federal. mediante resolução de iniciativa de um terço e aprovada pela maioria absoluta de seus membros. 155 III – poderá ser seletivo. Constituição da República Federativa do Brasil . de iniciati- I – relativamente a bens imóveis e respectivos direitos. VIII – na hipótese da alínea a do inciso ante- II – a isenção ou não-incidência. mediante resolução de iniciativa da maioria absoluta e aprovada por dois terços de seus membros. assim como sobre o serviço 213 Constituição Federal va do Presidente da República ou de um terço dos Senadores. IX – incidirá também: a) sobre a entrada de bem ou mercadoria importados do exterior por pessoa física ou jurídica. IV – terá suas alíquotas máximas fixadas pelo Senado Federal. nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços. quando o destinatário não for contribuinte dele. 1° da EC n° 3/1993. II – relativamente a bens móveis. rior. 1° da EC n° 3/1992.CONSTITUIÇÃO FEDERAL III – propriedade de veículos automotores. salvo determinação em contrário da legislação: a) não implicará crédito para compensação com o montante devido nas operações ou prestações seguintes. as alíquotas internas. ainda que não seja contribuinte habitual do imposto. g. compete ao Estado da situação do bem.

Art. relativamente à remessa para outro Estado e exportação para o exterior. derivados de petróleo. realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. d) nas prestações de serviço de comunicação nas modalidades de radiodifusão sonora e de sons e imagens de recepção livre e gratuita. 2° da EC n° 33/2001. I e II. inciso II do caput deste artigo e o art. b. g) regular a forma como. de serviços e de mercadorias. mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal. com gás natural e seus derivados. ƒƒ Alíneas h e i acrescidas pelo art. o imposto caberá ao Estado onde ocorrer o consumo. i) fixar a base de cálculo. mercadoria ou serviço. 1° da EC n° 42/2003. assegurada a manutenção e o aproveitamento do montante do imposto cobrado nas operações e prestações anteriores. também na importação do exterior de bem. inclusive lubrificantes. c) sobre o ouro. o local das operações relativas à circulação de mercadorias e das prestações de serviços. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. § 3° À exceção dos impostos de que tratam o XI – não compreenderá. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. isenções. 2° da EC n° 33/2001. b) sobre operações que destinem a outros Estados petróleo. II – nas operações interestaduais. e) excluir da incidência do imposto. combustíveis líquidos e gasosos dele derivados. e energia elétrica. combustíveis e minerais do País. hipótese em que não se aplicará o disposto o inciso X. em sua base de cálculo. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. nem sobre serviços prestados a destinatários no exterior. § 5°. 2° da EC n° 33/2001. CONSTITUIÇÃO FEDERAL d) fixar. observar-se-á o seguinte: I – nas operações com os lubrificantes e combustíveis derivados de petróleo. entre contribuintes. para efeito de sua cobrança e definição do estabelecimento responsável. bem ou serviço. nenhum outro imposto poderá incidir sobre operações relativas a energia elétrica. h. X – não incidirá: a) sobre operações que destinem mercadorias para o exterior. nas hipóteses definidas no art. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. 1° da EC n° 42/2003. b) sobre o valor total da operação. c) disciplinar o regime de compensação do imposto. configure fato gerador dos dois impostos. 155 prestado no exterior. de modo que o montante do imposto a integre. cabendo o imposto ao Estado onde estiver situado o domicílio ou o estabelecimento do destinatário da mercadoria. o montante do imposto sobre produtos industrializados. XII – cabe à lei complementar: a) definir seus contribuintes. quando a operação. 153. b) dispor sobre substituição tributária. 153. serviços e outros produtos além dos mencionados no inciso X. e lubrificantes e combustíveis 214 . qualquer que seja a sua finalidade. § 4° Na hipótese do inciso XII. nas exportações para o exterior. quando mercadorias forem fornecidas com serviços não compreendidos na competência tributária dos Municípios. serviços de telecomunicações. h) definir os combustíveis e lubrificantes sobre os quais o imposto incidirá uma única vez. f) prever casos de manutenção de crédito. ƒƒ Alínea a com redação dada pelo art. a.

incisos I a IV e alíneas a a c acrescidos pelo art. de bens imóveis. o imposto previsto no inciso I poderá: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. salvo se. b) poderão ser específicas. § 4°. a atividade preponderante do adquirente for a compra e venda desses bens ou direitos. nos termos do § 2°. 3° da EC n° 29/2000. III – serviços de qualquer natureza. definidos em lei complementar. observando-se o seguinte: a) serão uniformes em todo o território nacional. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. exceto os de garantia. IV – as alíquotas do imposto serão definidas mediante deliberação dos Estados e Distrito Federal. e lubrificantes e combustíveis não incluídos no inciso I deste parágrafo. 2° da EC n° 33/2001. II – transmissão inter vivos. 150. o imposto caberá ao Estado de origem. cisão ou extinção de pessoa jurídica. II – compete ao Município da situação do bem. não se lhes aplicando o disposto no art. 1° da EC n° 3/1993.CONSTITUIÇÃO FEDERAL não incluídos no inciso I deste parágrafo. a qualquer título. por ato oneroso. IV – (Revogado pelo art. III – nas operações interestaduais com gás natural e seus derivados. 156. § 6° O imposto previsto no inciso III: I – terá alíquotas mínimas fixadas pelo Senado Federal. ƒƒ Parágrafo 4°. II – poderá ter alíquotas diferenciadas em função do tipo e utilização. 6° da EC n° 3/93). ou ad valorem. XII. mantendo-se a mesma proporcionalidade que ocorre nas operações com as demais mercadorias. 1° da EC n° 42/2003. incorporação. bem como cessão de direitos a sua aquisição. por natureza ou acessão física. II. e § 5° As regras necessárias à aplicação do disposto no § 4°. 155. locação de bens imóveis ou arrendamento mercantil. e de direitos reais sobre imóveis. nem sobre a transmissão de bens ou direitos decorrente de fusão. inciso II. XII. b. podendo ser diferenciadas por produto. g. I – ser progressivo em razão do valor do imóvel. 156 Seção V Constituição da República Federativa do Brasil Dos Impostos dos MunicÍpios Art. 182. por unidade de medida adotada. 215 Constituição Federal . não compreendidos no art. Art. § 1° Sem prejuízo da progressividade no tempo a que se refere o art. 2° da EC n° 33/2001. g. inclusive as relativas à apuração e à destinação do imposto. ƒƒ Parágrafo 6° e incisos I e II acrescidos pelo art. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. o imposto será repartido entre os Estados de origem e de destino. § 2° O imposto previsto no inciso II: I – não incide sobre a transmissão de bens ou direitos incorporados ao patrimônio de pessoa jurídica em realização de capital. nesses casos. 3° da EC n° 29/2000. destinadas a não contribuinte. nos termos do § 2°. incidindo sobre o valor da operação ou sobre o preço que o produto ou seu similar alcançaria em uma venda em condições de livre concorrência. Compete aos Municípios instituir impostos sobre: I – propriedade predial e territorial urbana. II – ter alíquotas diferentes de acordo com a localização e o uso do imóvel. c) poderão ser reduzidas e restabelecidas. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. III. serão estabelecidas mediante deliberação dos Estados e do Distrito Federal.

153. Pertencem aos Estados e ao Distrito I – o produto da arrecadação do imposto da valor adicionado nas operações relativas à circulação de mercadorias e nas prestações de serviços. incidente na fonte. 1° da EC n° 55/2007. através de suas instituições financeiras de caráter II – cinqüenta por cento do produto da 216 .Art. Pertencem aos Municípios: I – o produto da arrecadação do imposto da União sobre renda e proventos de qualquer natureza. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. III – cinqüenta por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre a propriedade de veículos automotores licenciados em seus territórios. c) três por cento. de acordo com o que dispuser lei estadual ou. por eles. no mínimo. Nordeste e Centro-Oeste. 158. 154. realizadas em seus territórios. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. 2° da EC n° 37/2002. arrecadação do imposto da União sobre a a) vinte e um inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal. § 4°. 2° da EC n° 37/2002. na proporção do Art. inciso III do caput deste artigo. sobre rendimentos pagos. Art. sobre rendimentos pagos. incentivos e benefícios fiscais serão concedidos e revogados. As parcelas de receita pertencentes aos Municípios. serão creditadas conforme os seguintes critérios: III – regular a forma e as condições como isenções. ƒƒ Incisos III acrescido pelo art. A União entregará: I – do produto da arrecadação dos impostos sobre renda e proventos de qualquer natureza e sobre produtos industrializados quarenta e oito por cento na seguinte forma: ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. 157 § 3° Em relação ao imposto previsto no CONSTITUIÇÃO FEDERAL propriedade territorial rural. 159. a qualquer título. mencionadas no inciso IV. para aplicação em programas de financiamento ao setor produtivo das Regiões Norte. Parágrafo único. lei federal. III. 2° da EC n° 37/2002. II – até um quarto. II – vinte por cento do produto da arrecadação do imposto que a União instituir no exercício da competência que lhe é atribuída pelo art. I. a qualquer título. b) vinte e dois inteiros e cinco décimos por cento ao Fundo de Participação dos Municípios. incidente na fonte. ƒƒ Inciso II acrescido pelo art. cabe à lei complementar: ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. União sobre renda e proventos de qualquer natureza. Art. 6° da EC n° 3/93). 1° da EC n° 3/1993. 157. § 4° (Revogado pelo art. suas autarquias e pelas fundações que instituírem e mantiverem. cabendo a totalidade na hipótese da opção a que se refere o art. por eles. no caso dos Territórios. II – excluir da sua incidência exportações de serviços para o exterior. I – fixar as suas alíquotas máximas e mínimas. relativamente aos imóveis neles situados. 1° da EC n° 42/2003. IV – vinte e cinco por cento do produto da arrecadação do imposto do Estado sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação. Da RepartiÇão das Receitas TriButÁrias Federal: Seção VI I – três quartos.

distribuídos na forma da lei. inclusive de suas autarquias. parágrafo único. 177. A vedação prevista neste artigo não impede a União e os Estados de condicionarem a entrega de recursos: ƒƒ Parágrafo único com redação dada pelo art. Constituição da República Federativa do Brasil III do produto da arrecadação da contribuição de intervenção no domínio econômico prevista no art. I. Art. 1° da EC n° 42/2003. 158. 4° da EC n° 29/2000. Art. até o último dia do mês subseqüente ao da 217 Constituição Federal . 157. ao Distrito Federal e aos Municípios. e 158. ƒƒ Alínea d acrescida pelo art. do referido parágrafo. II – ao cumprimento do disposto no art. 29% (vinte e nove por cento) para os Estados e o Distrito Federal. 161. A União. – I – ao pagamento de seus créditos. I. recursos de que trata o art. nesta seção. na forma da lei a que se refere o mencionado inciso. que será entregue no primeiro decêndio do mês de dezembro de cada ano. § 3° Os Estados entregarão aos respectivos § 4° Do montante de recursos de que trata o inciso III que cabe a cada Estado. especialmente sobre os critérios de rateio dos fundos previstos em seu inciso I. o Distrito Federal e os Municípios divulgarão. vinte e cinco Art. Parágrafo único. os Estados. I. de acordo com os planos regionais de desenvolvimento. 159. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. 1° da EC n° 55/2007. nos termos do disposto nos arts. II – do produto da arrecadação do imposto sobre produtos industrializados.CONSTITUIÇÃO FEDERAL regional. objetivando promover o equilíbrio sócio-econômico entre Estados e entre Municípios. 157. observados os critérios estabelecidos no art. mantido. efetuada de acordo com o previsto no inciso I. d) um por cento ao Fundo de Participação dos Municípios. ficando assegurada ao semi-árido do Nordeste a metade dos recursos destinados à Região. dez por cento aos Estados e ao Distrito Federal. devendo o eventual excedente ser distribuído entre os demais participantes. Parágrafo único. 1° da EC n° 44/2004. § 1° Para efeito de cálculo da entrega a ser Art. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. parágrafo único. 4° da EC n° 29/2000. neles compreendidos adicionais e acréscimos relativos a impostos. 198. na forma que a lei estabelecer. em relação a esses. O Tribunal de Contas da União efetuará o cálculo das quotas referentes aos fundos de participação a que alude o inciso II. 158 e 159. observada a destinação a que se refere o inciso II. do cálculo das quotas e da liberação das participações previstas nos arts. 158. proporcionalmente ao valor das respectivas exportações de produtos industrializados. É vedada a retenção ou qualquer restrição à entrega e ao emprego dos recursos atribuídos. c. 162. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. o critério de partilha nele estabelecido. I e II. excluir-se-á a parcela da arrecadação do imposto de renda e proventos de qualquer natureza pertencente aos Estados. aos Estados. 160. Cabe à lei complementar: I – definir valor adicionado para fins do disposto no art. 162 por cento serão destinados aos seus Municípios. ao Distrito Federal e aos Municípios. § 2°. Municípios vinte e cinco por cento dos recursos que receberem nos termos do inciso II. § 4°. pelos beneficiários. III – dispor sobre o acompanhamento. incisos II e III. II – estabelecer normas sobre a entrega dos § 2° A nenhuma unidade federada poderá ser destinada parcela superior a vinte por cento do montante a que se refere o inciso II.

§ 3° As disponibilidades de caixa da União serão depositadas no banco central. 165. dos Estados. § 2° A lei de diretrizes orçamentárias compreen- VI – operações de câmbio realizadas por órgãos e entidades da União. resguardadas as características e condições operacionais plenas das voltadas ao desenvolvimento regional. 1° da EC n° 40/2003. 163. incluindo as despesas de capital para o exercício financeiro subseqüente. fundações e demais entidades controladas pelo Poder Público. A competência da União para emitir moeda será exercida exclusivamente pelo banco central. os montantes de cada um dos tributos arrecadados. direta ou indiretamente. disporá sobre as alterações na legislação tributária e estabelecerá a política de aplicação das agências financeiras oficiais de fomento. 218 . VII – compatibilização das funções das instituições oficiais de crédito da União. relatório resumido da execução orçamentária. 163 arrecadação. de forma regionalizada. Art. § 1° É vedado ao banco central conceder. orientará a elaboração da lei orçamentária anual. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. por Município.Art. regionais e setoriais previstos nesta Constituição serão elaborados em consonância com o plano plurianual e apreciados pelo Congresso Nacional. empréstimos ao Tesouro Nacional e a qualquer órgão ou entidade que não seja instituição financeira. as diretrizes. IV – emissão e resgate de títulos da dívida pública. objetivos e metas da administração pública federal para as despesas de capital e outras delas decorrentes e para as relativas aos programas de duração continuada. Leis de iniciativa do Poder Executivo estabelecerão: I – o plano plurianual. III – os orçamentos anuais. do Distrito Federal. incluída a das autarquias. II – as diretrizes orçamentárias. derá as metas e prioridades da administração pública federal. ressalvados os casos previstos em lei. os valores de origem tributária entregues e a entregar e a expressão numérica dos critérios de rateio. com o objetivo de regular a oferta de moeda ou a taxa de juros. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° O banco central poderá comprar e vender títulos de emissão do Tesouro Nacional. Art. Das FinanÇas PÚBLiCas Normas Gerais CAPÍtULO II Seção I Seção II Art. Lei complementar disporá sobre: I – finanças públicas. Dos OrÇamentos Parágrafo único. até trinta dias após o encerramento de cada bimestre. as dos Estados. em instituições financeiras oficiais. os recursos recebidos. § 1° A lei que instituir o plano plurianual estabelecerá. Os dados divulgados pela União serão discriminados por Estado e por Município. dos Municípios e dos órgãos ou entidades do Poder Público e das empresas por ele controladas. II – dívida pública externa e interna. 164. V – fiscalização financeira da administração pública direta e indireta. § 3° O Poder Executivo publicará. do Distrito Federal e dos Municípios. os dos Estados. III – concessão de garantias pelas entidades públicas. § 4° Os planos e programas nacionais.

c) transferências tributárias constitucionais para Estados. seus fundos. 166. os prazos. ou § 9° Cabe à lei complementar: I – dispor sobre o exercício financeiro. deste artigo. II – examinar e emitir parecer sobre os planos e programas nacionais. § 2° As emendas serão apresentadas na Comissão mista. 58. b) serviço da dívida. Os projetos de lei relativos ao plano plurianual. ou b) com os dispositivos do texto do projeto de lei. excluídas as que incidam sobre: a) dotações para pessoal e seus encargos. pelo Plenário das duas Casas do Congresso Nacional. segundo critério populacional. regionais e setoriais previstos nesta Constituição e exercer o acompanhamento e a fiscalização orçamentária. ainda que por antecipação de receita. não se incluindo na proibição a autorização para abertura de créditos suplementares e contratação de operações de crédito. às diretrizes orçamentárias. terão entre suas funções a de reduzir desigualdades inter-regionais. tributária e creditícia. II – indiquem os recursos necessários. anistias. 219 Constituição Federal I – o orçamento fiscal referente aos Poderes da União. § 4° As emendas ao projeto de lei de diretrizes orçamentárias não poderão ser aprovadas quando incompatíveis com o plano plurianual. da administração direta ou indireta. § 1° Caberá a uma Comissão mista permanente de Senadores e Deputados: derá: II – o orçamento de investimento das empresas em que a União. bem como os fundos e fundações instituídos e mantidos pelo Poder Público. Municípios e Distrito Federal. a elaboração e a organização do plano plurianual. nos termos da lei. compatibilizados com o plano plurianual. órgãos e entidades da administração direta e indireta. sem prejuízo da atuação das demais comissões do Congresso Nacional e de suas Casas. § 6° O projeto de lei orçamentária será acompanhado de demonstrativo regionalizado do efeito. na forma do regimento comum. remissões.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° A lei orçamentária anual compreen- Art. a vigência. III – sejam relacionadas: a) com a correção de erros ou omissões. criadas de acordo com o art. § 3° As emendas ao projeto de lei do orçamento anual ou aos projetos que o modifiquem somente podem ser aprovadas caso: I – sejam compatíveis com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias. Constituição da República Federativa do Brasil . abrangendo todas as entidades e órgãos a ela vinculados. e apreciadas. decorrente de isenções. subsídios e benefícios de natureza financeira. III – o orçamento da seguridade social. I – examinar e emitir parecer sobre os projetos referidos neste artigo e sobre as contas apresentadas anualmente pelo Presidente da República. I e II. sobre as receitas e despesas. da lei de diretrizes orçamentárias e da lei orçamentária anual. 166 Art. admi- tidos apenas os provenientes de anulação de despesa. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. bem como condições para a instituição e funcionamento de fundos. § 8° A lei orçamentária anual não conterá dispositivo estranho à previsão da receita e à fixação da despesa. ao orçamento anual e aos créditos adicionais serão apreciados pelas duas Casas do Congresso Nacional. detenha a maioria do capital social com direito a voto. que sobre elas emitirá parecer. II – estabelecer normas de gestão financeira e patrimonial da administração direta e indireta. § 7° Os orçamentos previstos no § 5°. direta ou indiretamente. na forma regimental.

§ 5°. mediante créditos especiais ou suplementares. de recursos dos orçamentos fiscal e da seguridade social para suprir necessidade ou cobrir déficit de empresas. na Comissão mista. VII – a concessão ou utilização de créditos ilimitados. das diretrizes orçamentárias e do orçamento anual serão enviados pelo Presidente da República ao Congresso Nacional. sem autorização legislativa específica. IV – a vinculação de receita de impostos a órgão. ressalvadas as autorizadas mediante créditos suplementares ou especiais com finalidade precisa. dos Estados. § 7° Aplicam-se aos projetos mencionados neste artigo. para a realização de despesas distintas do pagamento de benefícios do regime geral de previdência social de que trata o art. emenda ou rejeição do projeto de lei orçamentária anual. 1° da EC n° 42/2003. e a prestação XI – a utilização dos recursos provenien- tes das contribuições sociais de que trata o art. III – a realização de operações de créditos que excedam o montante das despesas de capital. Art. § 2°. nos termos da lei complementar a que se refere o art. 198. I – o início de programas ou projetos não II – a realização de despesas ou a assunção de obrigações diretas que excedam os créditos orçamentários ou adicionais. V – a abertura de crédito suplementar ou especial sem prévia autorização legislativa e sem indicação dos recursos correspondentes. para pagamento de despesas com pessoal ativo. o remanejamento ou a transferência de recursos de uma categoria de programação para outra ou de um órgão para outro. ƒƒ Inciso X acrescido pelo art. aprovados pelo Poder Legislativo por maioria absoluta.Art. 212 e 37. ou sem lei que autorize a inclusão. VIII – a utilização. como determinado. a destinação de recursos para as ações e serviços públicos de saúde. § 8° Os recursos que. § 8°. 165. fundações e fundos. 167. para manutenção e desenvolvimento do ensino e para realização de atividades da administração tributária. conforme o caso. as demais normas relativas ao processo legislativo. IX – a instituição de fundos de qualquer natuX – a transferência voluntária de recursos e a concessão de empréstimos. inativo e pensionista. ressalvadas a repartição do produto da arrecadação dos impostos a que se referem os arts. previstas no art. com prévia e específica autorização legislativa. 165. 220 . ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. sob pena de crime de responsabilidade. do Distrito Federal e dos Municípios. fundo ou despesa. reza. pelos arts. 20 da EC n° 19/1998. bem como o disposto no § 4° deste artigo. § 9°. 165. I. e II. São vedados: incluídos na lei orçamentária anual. sem prévia autorização legislativa. 167 § 5° O Presidente da República poderá enviar mensagem ao Congresso Nacional para propor modificação nos projetos a que se refere este artigo enquanto não iniciada a votação. XXII. 195. inclusive dos mencionados no art. VI – a transposição. pelos Governos Federal e Estaduais e suas instituições financeiras. 201. a. 158 e 159. em decorrência de veto. ficarem sem despesas correspondentes poderão ser utilizados. respectivamente. no que não contrariar o disposto nesta seção. ƒƒ Inciso XI acrescido pelo art. § 6° Os projetos de lei do plano plurianual. CONSTITUIÇÃO FEDERAL de garantias às operações de crédito por antecipação de receita. da parte cuja alteração é proposta. 1° da EC n° 20/1998. inclusive por antecipação de receita. § 1° Nenhum investimento cuja execução ultrapasse um exercício financeiro poderá ser iniciado sem prévia inclusão no plano plurianual. sem prévia autorização legislativa.

§ 4° Se as medidas adotadas com base no parágrafo anterior não forem suficientes para assegurar o cumprimento da determinação da lei complementar referida neste artigo. a criação de cargos. § 1° A concessão de qualquer vantagem ou aumento de remuneração. o órgão ou unidade administrativa objeto da redução de pessoal. o servidor estável poderá perder o cargo. 62. do Distrito Federal e dos Municípios não poderá exceder os limites estabelecidos em lei complementar. dos Estados. 1° da EC n° 45/2004. e dos recursos de que tratam os arts. bem como a admissão ou contratação de pessoal. reabertos nos limites de seus saldos. § 3° Para o cumprimento dos limites estabelecidos com base neste artigo. 158 e 159. comoção interna ou calamidade pública. ƒƒ Art. § 9°. só poderão ser feitas: ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° e com redação dada pelo art. vedada a criação de cargo. ser-lhes-ão entregues até o dia 20 de cada mês. § 6° O cargo objeto da redução prevista nos parágrafos anteriores será considerado extinto. prias geradas pelos impostos a que se referem os arts. caso em que. em duodécimos. empregos e funções ou alteração de estrutura de carreiras. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. I. destinados aos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário. compreendidos os créditos suplementares e especiais. salvo se o ato de autorização for promulgado nos últimos quatro meses daquele exercício. A despesa com pessoal ativo e inati- vo da União. do Ministério Público e da Defensoria Pública. § 2° Decorrido o prazo estabelecido na lei § 4° É permitida a vinculação de receitas pró- complementar referida neste artigo para a adaptação aos parâmetros ali previstos. Art. 165. desde que ato normativo motivado de cada um dos Poderes especifique a atividade funcional. emprego ou função com atribuições iguais ou assemelhadas pelo prazo de quatro anos. ao Distrito Federal e aos Municípios que não observarem os referidos limites. ressalvadas as empresas públicas e as sociedades de economia mista. II – exoneração dos servidores não estáveis.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° Os créditos especiais e extraordinários terão Art. Os recursos correspondentes às dotações orçamentárias. como as decorrentes de guerra. 1° da EC n° 3/1993. durante o prazo fixado na lei complementar referida no caput. Correspondiam aos incisos I e II do parágrafo único originário. 21 da EC n° 19/1998. 169 I – se houver prévia dotação orçamentária suficiente para atender às projeções de despesa de pessoal e aos acréscimos dela decorrentes. para a prestação de garantia ou contragarantia à União e para pagamento de débitos para com esta. serão imediatamente suspensos todos os repasses de verbas federais ou estaduais aos Estados. a qualquer título. a União. na forma da lei complementar a que se refere o art. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. e II. os Estados. 169. Art. observado o disposto no art. II – se houver autorização específica na lei de diretrizes orçamentárias. 157. § 3° A abertura de crédito extraordinário somente será admitida para atender a despesas imprevisíveis e urgentes. § 5° O servidor que perder o cargo na forma do parágrafo anterior fará jus a indenização correspondente a um mês de remuneração por ano de serviço. 155 e 156. 168 com redação dada pelo art. Constituição da República Federativa do Brasil . serão incorporados ao orçamento do exercício financeiro subseqüente. 21 da EC n° 19/1998. o Distrito Federal e os Municípios adotarão as seguintes providências: I – redução em pelo menos vinte por cento das despesas com cargos em comissão e funções de confiança. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo poder público. 168. pelos órgãos e entidades da administração direta ou indireta. 221 Constituição Federal vigência no exercício financeiro em que forem autorizados. a e b.

Ressalvados os casos previstos nesta Constituição. A ordem econômica. a exploração direta de atividade econômica pelo Estado só será permitida quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo. serviços. 22 da EC n° 19/1998. § 1° A lei estabelecerá o estatuto jurídico da empresa pública. compras e alienações. IV – livre concorrência. economia mista não poderão gozar de privilégios fiscais não extensivos às do setor privado. Da ORdEM ECOnÔMiCa E FinanCEiRa DOs PRinCÍpiOs GERais da AtividadE ECOnÔMiCa TÍtULO VII Art. (Revogado pelo art. independentemente de autorização de órgãos públicos. dispondo sobre: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. I – sua função social e formas de fiscalização pelo Estado e pela sociedade. 1° da EC n° 6/1995. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. 1° da EC n° 42/2003. fundada na va- lorização do trabalho humano e na livre iniciativa. 173. tem por fim assegurar a todos existência digna.Art. a avaliação de desempenho e a responsabilidade dos administradores. II – a sujeição ao regime jurídico próprio das empresas privadas. 222 . incentivará os reinvestimentos e regulará a remessa de lucros. II – propriedade privada. III – licitação e contratação de obras. inclusive quanto aos direitos e obrigações civis. VIII – busca do pleno emprego. conforme os ditames da justiça social. conforme definidos em lei. comerciais. § 3° A lei regulamentará as relações da empresa pública com o Estado e a sociedade. diante tratamento diferenciado conforme o impacto ambiental dos produtos e serviços e de seus processos de elaboração e prestação. ƒƒ Incisos I a V acrescidos pelo art. IV – a constituição e o funcionamento dos conselhos de administração e fiscal. A lei disciplinará. observados os princípios da administração pública. IX – tratamento favorecido para as empresas de § 2° As empresas públicas e as sociedades de Parágrafo único. CAPÍtULO I Art. 22 da EC n° 19/1998. 3° da EC n° 6/1995). VI – defesa do meio ambiente. trabalhistas e tributários. com a participação de acionistas minoritários. observados os seguintes princípios: I – soberania nacional. 170. inclusive me- ƒƒ Inciso VI com redação dada pelo art. com base no interesse nacional. da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias que explorem atividade econômica de produção ou comercialização de bens ou de prestação de serviços. III – função social da propriedade. salvo nos casos previstos em lei. V – defesa do consumidor. 170 § 7° Lei federal disporá sobre as normas gerais a serem obedecidas na efetivação do disposto no § 4°. Art. VII – redução das desigualdades regionais e sociais. V – os mandatos. pequeno porte constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sua sede e administração no País. 172. 171. 21 da EC n° 19/1998. ƒƒ Parágrafos 2° a 7° acrescidos pelo art. É assegurado a todos o livre exercício de qualquer atividade econômica. os investimentos de capital estrangeiro. ƒƒ Inciso IX com redação dada pelo art.

total ou parcialmente. bem como as condições de caducidade. Art. na forma da lei. 21. III – política tarifária. Art. e demais recursos minerais e os potenciais de energia hidráulica constituem propriedade distinta da do solo. § 1° A lei estabelecerá as diretrizes e bases do planejamento do desenvolvimento nacional equilibrado. na forma e no valor que dispuser a lei. o caráter especial de seu contrato e de sua prorrogação. nos atos praticados contra a ordem econômica e financeira e contra a economia popular. na forma da lei. Constituem monopólio da União: I – a pesquisa e a lavra das jazidas de petróleo e gás natural e outros hidrocarbonetos fluidos. nas áreas onde estejam atuando.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 4° A lei reprimirá o abuso do poder econômiII – os direitos dos usuários. 177. sujeitando-a às punições compatíveis com sua natureza. na forma da lei. 176. § 2° A lei apoiará e estimulará o cooperativismo e outras formas de associativismo. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. diretamente ou sob regime de concessão ou permissão. e naquelas fixadas de acordo com o art. 175. A lei disporá sobre: I – o regime das empresas concessionárias e permissionárias de serviços públicos. Parágrafo único. estabelecerá a responsabilidade desta. que estabelecerá as condições específicas quando essas atividades se desenvolverem em faixa de fronteira ou terras indígenas. a prestação de serviços públicos. sendo este determinante para o setor público e indicativo para o setor privado. da lei. § 3° A autorização de pesquisa será sempre por prazo determinado. o Estado exercerá. Incumbe ao Poder Público. individual dos dirigentes da pessoa jurídica. por brasileiros ou empresa constituída sob as leis brasileiras e que tenha sua sede e administração no País. vidade garimpeira em cooperativas. § 3° O Estado favorecerá a organização da ati- § 2° É assegurada participação ao proprietário do solo nos resultados da lavra. para efeito de exploração ou aproveitamento. 174. e pertencem à União. 177 Constituição da República Federativa do Brasil co que vise à dominação dos mercados. à eliminação da concorrência e ao aumento arbitrário dos lucros. § 4° As cooperativas a que se refere o parágrafo anterior terão prioridade na autorização ou concessão para pesquisa e lavra dos recursos e jazidas de minerais garimpáveis. as funções de fiscalização. As jazidas. 223 Constituição Federal . 1° da EC n° 6/1995. Art. sem prévia anuência do poder concedente. § 1° A pesquisa e a lavra de recursos minerais e o aproveitamento dos potenciais a que se refere o caput deste artigo somente poderão ser efetuados mediante autorização ou concessão da União. no interesse nacional. XXV. Art. IV – a obrigação de manter serviço adequado. sem prejuízo da responsabilidade Art. na forma § 4° Não dependerá de autorização ou concessão o aproveitamento do potencial de energia renovável de capacidade reduzida. o qual incorporará e compatibilizará os planos nacionais e regionais de desenvolvimento. II – a refinação do petróleo nacional ou III – a importação e exportação dos produtos e derivados básicos resultantes das atividades previstas nos incisos anteriores. estrangeiro. fiscalização e rescisão da concessão ou permissão. § 5° A lei. levando em conta a proteção do meio ambiente e a promoção econômico-social dos garimpeiros. Como agente normativo e regulador da atividade econômica. incentivo e planejamento. em lavra ou não. sempre através de licitação. garantida ao concessionário a propriedade do produto da lavra. e as autorizações e concessões previstas neste artigo não poderão ser cedidas ou transferidas.

ou pela eliminação ou redução destas por meio de lei. 21 desta Constituição Federal. 1° da EC n° 9/1995. visando a incentivá-las pela simplificação de suas obrigações administrativas. ƒƒ Parágrafo 4° e incisos I e II acrescidos pelo art. A lei disporá sobre a ordenação dos transportes aéreo. 2° da EC n° 9/1995. atendido o princípio da reciprocidade. III – a estrutura e atribuições do órgão regulador do monopólio da União. 179. por meio de conduto. estatais ou privadas a realização das atividades previstas nos incisos I a IV deste artigo. A União. conforme as alíneas b e c do inciso XXIII do caput do art. previdenciárias e creditícias. II – os recursos arrecadados serão destinados: a) ao pagamento de subsídios a preços ou transporte de álcool combustível. 178 IV – o transporte marítimo do petróleo bruto de origem nacional ou de derivados básicos de petróleo produzidos no País. 1° da EC n° 7/1995. CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – a alíquota da contribuição poderá ser: a) diferenciada por produto ou uso. de petróleo bruto. gás natural e seus derivados e derivados de petróleo. aquático e terrestre. 3° da EC n° 33/2001. § 1° A União poderá contratar com empresas Art. quanto à ordenação do transporte internacional. o reprocessamento. 178. venção no domínio econômico relativa às atividades de importação ou comercialização de petróleo e seus derivados. b) ao financiamento de projetos ambientais relacionados com a indústria do petróleo e do gás. os Estados. seus derivados e gás natural de qualquer origem. o enriquecimento. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. V – a pesquisa. b) reduzida e restabelecida por ato do Poder Executivo. § 2° A lei a que se refere o § 1° disporá sobre: I – a garantia do fornecimento dos derivados de petróleo em todo o território nacional. 180. Parágrafo único. com exceção dos radioisótopos cuja produção. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. Art. tributárias. § 3° A lei disporá sobre o transporte e a uti- lização de materiais radioativos no território nacional. assim definidas em lei. 2° da EC n° 9/1995. ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. 2° da EC n° 49/2006. III. os Estados. ƒƒ Primitivo § 2° renumerado como § 3° pelo art. observadas as condições estabelecidas em lei. § 4° A lei que instituir contribuição de inter- Art. gás natural e seus derivados e álcool combustível deverá atender aos seguintes requisitos: 224 . Na ordenação do transporte II – as condições de contratação. o Distrito Federal e os Municípios promoverão e incentivarão o turismo como fator de desenvolvimento social e econômico. b. 150. não se lhe aplicando o disposto no art. comercialização e utilização poderão ser autorizadas sob regime de permissão. aquático. bem assim o transporte. A União. 1° da EC n° 7/1995. o Distrito Federal e os Municípios dispensarão às microempresas e às empresas de pequeno porte. a lei estabelecerá as condições em que o transporte de mercadorias na cabotagem e a navegação interior poderão ser feitos por embarcações estrangeiras. ƒƒ Caput com redação dada pelo art.Art. a lavra. observar os acordos firmados pela União. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a III acrescidos pelo art. a industrialização e o comércio de minérios e minerais nucleares e seus derivados. tratamento jurídico diferenciado. devendo. c) ao financiamento de programas de infraestrutura de transportes.

estaduais e municipais as operações de transferência de imóveis desapropriados para fins de reforma agrária. para o processo judicial de desapropriação. tem por objetivo ordenar o pleno desenvolvimento das funções sociais da cidade e garantir o bem-estar de seus habitantes. 184. 183. com cláusula de preservação do valor real. teresse social. § 3° Cabe à lei complementar estabelecer procedimento contraditório especial. assegurados o valor real da indenização e os juros legais. § 4° O orçamento fixará anualmente o volume total de títulos da dívida agrária. aprovado pela Câmara Municipal. 225 Constituição Federal CAPÍtULO II Constituição da República Federativa do Brasil . § 1° As benfeitorias úteis e necessárias serão indenizadas em dinheiro. Compete à União desapropriar por in- § 2° A propriedade urbana cumpre sua § 3° As desapropriações de imóveis urbanos serão feitas com prévia e justa indenização em dinheiro. sob pena. em parcelas anuais. função social quando atende às exigências fundamentais de ordenação da cidade expressas no plano diretor. do proprietário do solo urbano não edificado. 181. conforme diretrizes gerais fixadas em lei. de: I – parcelamento ou edificação compulsórios. nos termos da lei federal. resgatáveis no prazo de até vinte anos. assim como o montante de recursos para atender ao programa de reforma agrária no exercício. por cinco anos. documento ou informação de natureza comercial. CAPÍtULO III Art. feita por autoridade administrativa ou judiciária estrangeira. a partir do segundo ano de sua emissão. 184 Art. e cuja utilização será definida em lei. A política de desenvolvimento urbano. III – desapropriação com pagamento § 5° São isentas de impostos federais. o imóvel rural que não esteja cumprindo sua função social. autoriza a União a propor a ação de desapropriação. Da POLÍtiCa URBana Art. ou a ambos. Aquele que possuir como sua área urbana de até duzentos e cinqüenta metros quadrados. adquirir-lhe-á o domínio. § 3° Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião. obrigatório para cidades com mais de vinte mil habitantes. utilizando-a para sua moradia ou de sua família. mediante prévia e justa indenização em títulos da dívida agrária. desde que não seja proprietário de outro imóvel urbano ou rural. com prazo de resgate de até dez anos. subutilizado ou não utilizado. iguais e sucessivas. § 4° É facultado ao Poder Público municipal. mediante títulos da dívida pública de emissão previamente aprovada pelo Senado Federal. § 2° Esse direito não será reconhecido ao mesmo possuidor mais de uma vez. para fins de reforma agrária. ininterruptamente e sem oposição. mediante lei específica para área incluída no plano diretor. a pessoa física ou jurídica residente ou domiciliada no País dependerá de autorização do Poder competente. II – imposto sobre a propriedade predial e territorial urbana progressivo no tempo. O atendimento de requisição de Art. independentemente do estado civil. § 1° O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher. sucessivamente. é o instrumento básico da política de desenvolvimento e de expansão urbana. 182. exigir. § 2° O decreto que declarar o imóvel como de interesse social. que promova seu adequado aproveitamento. executada pelo Poder Público municipal.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. para fins de reforma agrária. Da POLÍtiCa AGRÍCOLa E FUndiÁRia E da REFORMa AGRÁRia § 1° O plano diretor. de rito sumário.

VII – a eletrificação rural e irrigação. aos seguintes requisitos: I – aproveitamento racional e adequado. não superior a cinqüenta hectares. desde que seu proprietário não possua outra. Art. São insuscetíveis de desapropriação para fins de reforma agrária: CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° Incluem-se no planejamento agrícola as atividades agro-industriais. 190. ou a ambos. inegociáveis pelo prazo de dez anos. 188. IV – a assistência técnica e extensão rural. O título de domínio e a concessão de uso serão conferidos ao homem ou à mulher. imóveis rurais pela reforma agrária receberão títulos de domínio ou de concessão de uso. área de terra. VIII – a habitação para o trabalhador rural. em zona rural. segundo critérios e graus de exigência estabelecidos em lei. A política agrícola será planejada e executada na forma da lei. V – o seguro agrícola. VI – o cooperativismo. Parágrafo único. 187. produção e a garantia de comercialização. 189. de terras públicas com área superior a dois mil e quinhentos hectares a pessoa física ou jurídica. 191. assim definida em lei. § 2° Excetuam-se do disposto no parágrafo anterior as alienações ou as concessões de terras públicas para fins de reforma agrária. 186. sem oposição. Art. Art. levando em conta. por cinco anos ininterruptos. nos termos e condições previstos em lei. A função social é cumprida quando a propriedade rural atende. tendo nela sua moradia. Parágrafo único. I – a pequena e média propriedade rural. pesqueiras e florestais. Os imóveis públicos não serão adquiridos por usucapião. O sistema financeiro nacional. II – utilização adequada dos recursos naturais disponíveis e preservação do meio ambiente. a qualquer título. possua como seu. dependerá de prévia aprovação do Congresso Nacional. envolvendo produtores e trabalhadores rurais. tornando-a produtiva por seu trabalho ou de sua família. § 1° A alienação ou a concessão. Aquele que. Art.Art. IV – exploração que favoreça o bem-estar dos proprietários e dos trabalhadores. ainda que por interposta pessoa. com a participação efetiva do setor de produção. estru- turado de forma a promover o desenvolvimento 226 . 192. Os beneficiários da distribuição de III – observância das disposições que regulam as relações de trabalho. Art. II – a propriedade produtiva. simultaneamente. bem como dos setores de comercialização. A lei regulará e limitará a aquisição ou o arrendamento de propriedade rural por pessoa física ou jurídica estrangeira e estabelecerá os casos que dependerão de autorização do Congresso Nacional. não sendo proprietário de imóvel rural ou urbano. A lei garantirá tratamento especial à propriedade produtiva e fixará normas para o cumprimento dos requisitos relativos a sua função social. A destinação de terras públicas e devolutas será compatibilizada com a política agrícola e com o plano nacional de reforma agrária. II – os preços compatíveis com os custos de III – o incentivo à pesquisa e à tecnologia. Parágrafo único. agropecuárias. 185 Art. de armazenamento e de transportes. § 2° Serão compatibilizadas as ações de política agrícola e de reforma agrária. especialmente: I – os instrumentos creditícios e fiscais. independentemente do estado civil. Art. DO SistEMa FinanCEiRO NaCiOnaL CAPÍtULO IV Art. 185. adquirir-lhe-á a propriedade.

2° da EC n° 40/2003. 2° da EC n° 40/2003). Compete ao Poder Público. dos aposentados e do Governo nos órgãos colegiados. 1° da EC n° 20/1998. incidentes sobre: ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. § 3° (Revogado pelo art. 2° da EC n° 40/2003). em todas as partes que o compõem. IV – (Revogado pelo art. A seguridade social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes Públicos e da sociedade. da empresa e da entidade a ela equiparada na forma da lei. Art. c) o lucro. III – (Revogado pelo art. A seguridade social será financiada por toda a sociedade. § 2° (Revogado pelo art. IV – irredutibilidade do valor dos benefícios. e das seguintes contribuições sociais: I – do empregador. 2° da EC n° 40/2003).CONSTITUIÇÃO FEDERAL equilibrado do País e a servir aos interesses da coletividade. VI – (Revogado pelo art. será regulado por leis complementares que disporão. sobre a participação do capital estrangeiro nas instituições que o integram. 2° da EC n° 40/2003). § 1° (Revogado pelo art. 2° da EC n° 40/2003). Parágrafo único. a qualquer título. 2° da EC n° 40/2003). Da SEGURidadE SOCiaL DisposiÇÕes Gerais CAPÍtULO II Seção I a) a folha de salários e demais rendimentos do trabalho pagos ou creditados. e como objetivo o bemestar e a justiça sociais. b) a receita ou o faturamento. de forma direta e indireta. III – seletividade e distributividade na prestação dos benefícios e serviços. a) (Revogada pelo art. Da ORdEM SOCiaL DispOsiÇÃO GERaL VI – diversidade da base de financiamento. 2° da EC n° 40/2003). ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. V – (Revogado pelo art. à pessoa física que lhe preste serviço. VIII – (Revogado pelo art. 2° da EC n° 40/2003). Art. mediante gestão quadripartite. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. mediante recursos provenientes dos orçamentos da União. abrangendo as cooperativas de crédito. II – uniformidade e equivalência dos benefícios e serviços às populações urbanas e rurais. dos Estados. 2° da EC n° 40/2003). nos termos da lei. à previdência e à assistência social. com base nos seguintes objetivos: I – (Revogado pelo art. II – (Revogado pelo art. 2° da EC n° 40/2003). V – eqüidade na forma de participação no custeio. VII – (Revogado pelo art. mesmo sem vínculo empregatício. inclusive. dos empregadores. 2° da EC n° 40/2003). TÍtULO VIII CAPÍtULO I Art. com participação dos trabalhadores. destinadas 227 Constituição Federal I – universalidade da cobertura e do atendimento. Art. 2° da EC n° 40/2003). 195 a assegurar os direitos relativos à saúde. organizar a seguridade social. A ordem social tem como base o primado do trabalho. Constituição da República Federativa do Brasil . 193. VII – caráter democrático e descentralizado da administração. 194. nos termos da lei. do Distrito Federal e dos Municípios. b) (Revogada pelo art. 2° da EC n° 40/2003). 195. 1° da EC n° 20/1998.

não integrando o orçamento da União. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. do porte da empresa ou da condição estrutural do mercado de trabalho. § 1° As receitas dos Estados. ƒƒ Parágrafos 10 e 11 acrescidos pelo art. § 11. ridade social poderá ser criado. contribuirão para a seguridade social mediante a aplicação de uma alíquota sobre o resultado da comercialização da produção e farão jus aos benefícios nos termos da lei. A lei definirá os setores de atividade econômica para os quais as contribuições incidentes na forma dos incisos I. tendo em vista as metas e prioridades estabelecidas na lei de diretrizes orçamentárias. do Distrito Federal § 2° A proposta de orçamento da seguridade social será elaborada de forma integrada pelos órgãos responsáveis pela saúde. e IV do caput. obedecido o disposto no art. bem como os respectivos cônjuges. I. e II deste artigo. § 9° As contribuições sociais previstas no inciso I do caput deste artigo poderão ter alíquotas ou bases de cálculo diferenciadas. não poderá contratar com o Poder Público nem dele receber benefícios ou incentivos fiscais ou creditícios. da utilização intensiva de mão-de-obra. 228 . 150.Art. em razão da atividade econômica. ƒƒ Parágrafo 8° com redação dada pelo art. ƒƒ Parágrafo 9° com redação dada pelo art. b. não se lhes aplicando o disposto no art. 1° da EC n° 42/2003. 1° da EC n° 20/1998. da seguridade social. o parceiro. assegurada a cada área a gestão de seus recursos. 1° da EC n° 20/1998. sem empregados permanentes. 1° da EC n° 47/2005. § 5° Nenhum benefício ou serviço da segu- § 6° As contribuições sociais de que trata este artigo só poderão ser exigidas após decorridos noventa dias da data da publicação § 12. 154. CONSTITUIÇÃO FEDERAL da lei que as houver instituído ou modificado. para débitos em montante superior ao fixado em lei complementar. b. o Distrito Federal e os Municípios. III. 1° da EC n° 20/1998. § 3° A pessoa jurídica em débito com o sistema § 10. ou de quem a lei a ele equiparar. e dos Estados para os Municípios. 1° da EC n° 20/1998. É vedada a concessão de remissão ou anistia das contribuições sociais de que tratam os incisos I. ƒƒ Inciso IV acrescido pelo art. serão não-cumulativas. III – sobre a receita de concursos de prognósticos. o meeiro e o arrendatário rurais e o pescador artesanal. que exerçam suas atividades em regime de economia familiar. não incidindo contribuição sobre aposentadoria e pensão concedidas pelo regime geral de previdência social de que trata o art. § 7° São isentas de contribuição para a se- guridade social as entidades beneficentes de assistência social que atendam às exigências estabelecidas em lei. e dos Municípios destinadas à seguridade social constarão dos respectivos orçamentos. § 4° A lei poderá instituir outras fontes desti- nadas a garantir a manutenção ou expansão da seguridade social. a. majorado ou estendido sem a correspondente fonte de custeio total. § 8° O produtor. 195 ƒƒ Alíneas a a c acrescidas pelo art. 201. IV – do importador de bens ou serviços do exterior. II – do trabalhador e dos demais segurados da previdência social. A lei definirá os critérios de transferência de recursos para o sistema único de saúde e ações de assistência social da União para os Estados. previdência social e assistência social. observada a respectiva contrapartida de recursos. como estabelecido em lei.

Constituição da República Federativa do Brasil . ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a III acrescidos pelo art. 198. São de relevância pública as ações e serviços de saúde. 155 e dos recursos de que tratam os arts. 198 I – no caso da União. 6° da EC n° 29/2000. 6° da EC n° 29/2000. III – as normas de fiscalização. sobre sua regulamentação. devendo sua execução ser feita diretamente ou através de terceiros e. anualmente. cabendo ao Poder Público dispor. 196. Da Saúde Seção II Art. Art. dos Estados. sem prejuízo dos serviços assistenciais. § 4° Os gestores locais do sistema único de saúde poderão admitir agentes comunitários de saúde e agentes de combate às endemias por meio de processo seletivo público. da União. objetivando a progressiva redução das disparidades regionais. 157 e 159. fiscalização e controle. 158 e 159. da contribuição incidente na forma do inciso I. com direção única em cada esfera de governo. o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. ao Distrito Federal e aos Municípios. de acordo com a natureza e complexidade de suas atribuições e requisitos específicos para sua atuação. pela incidente sobre a receita ou o faturamento. ƒƒ Parágrafos 12 e 13 acrescidos pelo art. Aplica-se o disposto no § 12 inclusive na hipótese de substituição gradual. também. a. A saúde é direito de todos e dever do Estado. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. inciso I. avaliação e controle das despesas com saúde nas esferas federal. nos termos do art. I – descentralização. § 2° A União. ƒƒ Primitivo parágrafo único renumerado como § 1° pelo art. e inciso II. As ações e serviços públicos de saúde integram uma rede regionalizada e hierarquizada e constituem um sistema único. que será reavaliada pelo menos a cada cinco anos. e dos Estados destinados a seus respectivos Municípios. do Distrito Federal e dos Municípios. em ações e serviços públicos de saúde recursos mínimos derivados da aplicação de percentuais calculados sobre: § 5° Lei federal disporá sobre o regime jurídico.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 13. § 1° O sistema único de saúde será financiado. deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios. estabelecerá: I – os percentuais de que trata o § 2°. III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal. distrital e municipal. III – participação da comunidade. aplicado pela União. as 229 Constituição Federal II – no caso dos Estados e do Distrito Federal. por pessoa física ou jurídica de direito privado. 1° da EC n° 42/2003. com prioridade para as atividades preventivas. estadual. 156 e dos recursos de que tratam os arts. 1° da EC n° 51/2006. II – atendimento integral. Art. inciso I. organizado de acordo com as seguintes diretrizes: § 3° Lei complementar. 195. 6° da EC n° 29/2000. Art. com recursos do orçamento da seguridade social. o produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. proteção e recuperação. os Estados. total ou parcial. alínea b e § 3°. além de outras fontes. 197. alínea a. o piso salarial profissional nacional. IV – as normas de cálculo do montante a ser ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a IV acrescidos pelo art. nos termos da lei. na forma definida nos termos da lei complementar prevista no § 3°. garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção. o Distrito Federal e os Municípios aplicarão. II – os critérios de rateio dos recursos da União vinculados à saúde destinados aos Estados.

segundo diretrizes deste. equipamentos. além de outras atribuições. 201. nos termos da lei. de caráter contributivo e de filiação obrigatória. tóxicos e radioativos. Ao sistema único de saúde compete. especialmente à gestante. guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos. nos termos da lei: II – proteção à maternidade. a: I – cobertura dos eventos de doença. preendido o controle de seu teor nutricional. tecidos e substâncias humanas para fins de transplante. ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. sendo vedado todo tipo de comercialização. IV – salário-família e auxílio-reclusão para os dependentes dos segurados de baixa renda. § 1° As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde. CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – controlar e fiscalizar procedimentos. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. nos na área de saúde. com- Art. ambiente. 41 e no § 4° do art. ao Distrito Federal e aos Municípios. produtos e substâncias de interesse para a saúde e participar da produção de medicamentos. prestar assistência financeira complementar aos Estados. para o cumprimento do referido piso salarial. Da PrevidÊncia Social VIII – colaborar na proteção do meio Seção III § 2° É vedada a destinação de recursos públicos para auxílios ou subvenções às instituições privadas com fins lucrativos. 230 . 1° da EC n° 63/2010. observados critérios que preservem o equilíbrio financeiro e atuarial. 199. V – incrementar em sua área de atuação o desenvolvimento científico e tecnológico. morte e idade avançada. bem como a coleta. nos termos da lei. e atenderá. processamento e transfusão de sangue e seus derivados. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada. competindo à União. para o seu exercício. 200. pesquisa e tratamento. mediante contrato de direito público ou convênio. salvo nos casos previstos em lei. § 4° A lei disporá sobre as condições e os requisitos que facilitem a remoção de órgãos. III – ordenar a formação de recursos humaIV – participar da formulação da política e da execução das ações de saneamento básico. imunobiológicos. 199 diretrizes para os Planos de Carreira e a regulamentação das atividades de agente comunitário de saúde e agente de combate às endemias. Art. VII – participar do controle e fiscalização da produção. 1° da EC n° 51/2006. nele compreendido o do trabalho. 169 da Constituição Federal. bem como bebidas e águas para consumo humano. § 3° É vedada a participação direta ou indi- sob a forma de regime geral. § 6° Além das hipóteses previstas no § 1° do VI – fiscalizar e inspecionar alimentos. o servidor que exerça funções equivalentes às de agente comunitário de saúde ou de agente de combate às endemias poderá perder o cargo em caso de descumprimento dos requisitos específicos. II – executar as ações de vigilância sanitária e epidemiológica. III – proteção ao trabalhador em situação de desemprego involuntário. invalidez. hemoderivados e outros insumos. bem como as de saúde do trabalhador. tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos. fixados em lei. transporte. Art. A previdência social será organizada reta de empresas ou capitais estrangeiros na assistência à saúde no País. art.Art.

desde que pertencentes a famílias de baixa renda. 1° da EC n° 47/2005. 201 homem. se mulher. ressalvados os casos de atividades exercidas sob condições especiais que prejudiquem a saúde ou a integridade física e quando se tratar de segurados portadores de deficiência. garantindo-lhes acesso a benefícios de valor igual a um salário-mínimo. II – sessenta e cinco anos de idade. 1° da EC n° 20/1998. § 3° Todos os salários de contribuição considerados para o cálculo de benefício serão devidamente atualizados. § 11. na forma da lei. se § 1° É vedada a adoção de requisitos e critérios diferenciados para a concessão de aposentadoria aos beneficiários do regime geral de previdência social. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Parágrafos 2° a 6° com redação dada pelo art. Lei disciplinará a cobertura do risco de acidente do trabalho. se de inclusão previdenciária para atender a trabalhadores de baixa renda e àqueles sem renda própria que se dediquem exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência. ou mulher. 1° da EC n° 20/1998. segundo critérios estabelecidos em lei.CONSTITUIÇÃO FEDERAL V – pensão por morte do segurado. § 9° Para efeito de aposentadoria. § 5° É vedada a filiação ao regime geral de previdência social. nos casos e na forma da lei. nos termos da lei. a qualquer título. nos termos definidos em lei complementar. hipótese em que os diversos regimes de previdência social se compensarão financeiramente. rural e urbana. para o professor que comprove exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil e no ensino fundamental e médio. na qualidade de segurado facultativo. em caráter permanente. Lei disporá sobre sistema especial ƒƒ Parágrafo 7° com redação dada pelo art. 1° da EC n° 20/1998. a ser atendida concorrentemente pelo regime geral de previdência social e pelo setor privado. de pessoa participante de regime próprio de previdência. § 8° Os requisitos a que se refere o inciso I do parágrafo anterior serão reduzidos em cinco anos. obedecidas as seguintes condições: § 12. 1° da EC n° 20/1998. ƒƒ Parágrafo 8° com redação dada pelo art. conforme critérios definidos em lei. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. Constituição da República Federativa do Brasil . reduzido em cinco anos o limite para os trabalhadores rurais de ambos os sexos e para os que exerçam suas atividades em regime de economia familiar. e trinta anos de contribuição. e sessenta anos de idade. § 6° A gratificação natalina dos aposentados e pensionistas terá por base o valor dos proventos do mês de dezembro de cada ano. o valor real. 231 Constituição Federal homem. nestes incluídos o produtor rural. é asse- § 4° É assegurado o reajustamento dos benefícios para preservar-lhes. observado o disposto no § 2°. o garimpeiro e o pescador artesanal. ƒƒ Parágrafos 9° ao 11 acrescidos pelo art. serão incorporados ao salário para efeito de contribuição previdenciária e conseqüente repercussão em benefícios. § 10. § 7° É assegurada aposentadoria no regime geral de previdência social. gurada a contagem recíproca do tempo de contribuição na administração pública e na atividade privada. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. I – trinta e cinco anos de contribuição. se mulher. ao cônjuge ou companheiro e dependentes. ƒƒ Caput e incisos I a V com redação dada pelo art. Os ganhos habituais do empregado. homem Art. 1° da EC n° 20/1998. § 2° Nenhum benefício que substitua o salário de contribuição ou o rendimento do trabalho do segurado terá valor mensal inferior ao salário mínimo.

§ 4° Lei complementar disciplinará a relação entre a União. O regime de previdência privada. e tem por objetivos: I – a proteção à família. inclusive suas autarquias. 203. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° com redação dada pelo art. salvo na qualidade de patrocinador. quando patrocinadoras de entidades fechadas de previdência privada. fundações. III – a promoção da integração ao mercado de trabalho. não integram a remuneração dos participantes. assim como. A assistência social será prestada a quem dela necessitar. ƒƒ Parágrafo 13 acrescido pelo art. regulamentos e planos de benefícios das entidades de previdência privada não integram o contrato de trabalho dos participantes. Estados. § 13. situação na qual. sociedades de economia mista e outras entidades públicas. As ações governamentais na área da assistência social serão realizadas com recursos do orçamento da seguridade social. Estados. suas autarquias. 202 ƒƒ Parágrafo 12 com redação dada pelo art. fundações. e suas respectivas entidades fechadas de previdência privada. 202. CONSTITUIÇÃO FEDERAL controladas direta ou indiretamente. baseado na constituição de reservas que garantam o benefício contratado. à adolescência e à velhice. 1° da EC n° 47/2005. 204. sua contribuição normal poderá exceder a do segurado. Art. de caráter complementar e organizado de forma autônoma em relação ao regime geral de previdência social. § 3° É vedado o aporte de recursos a entidade de previdência privada pela União. conforme dispuser a lei. § 6° A lei complementar a que se refere o § 4° deste artigo estabelecerá os requisitos para a designação dos membros das diretorias das entidades fechadas de previdência privada e disciplinará a inserção dos participantes nos colegiados e instâncias de decisão em que seus interesses sejam objeto de discussão e deliberação. à maternidade. e regulado por lei complementar. no que couber. 1° da EC n° 20/1998.Art. independentemente de contribuição à seguridade social. Da AssistÊncia Social Seção IV § 2° As contribuições do empregador. nos termos da lei. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 1° da EC n° 20/1998. às empresas privadas permissionárias ou concessionárias de prestação de serviços públicos. II – o amparo às crianças e adolescentes carentes. em hipótese alguma. será facultativo. 1° da EC n° 20/1998. Distrito Federal e Municípios. Distrito Federal ou Municípios. empresas públicas. 232 . § 1° A lei complementar de que trata este artigo assegurará ao participante de planos de benefícios de entidades de previdência privada o pleno acesso às informações relativas à gestão de seus respectivos planos. sociedades de economia mista e empresas Art. os be- nefícios e as condições contratuais previstas nos estatutos. V – a garantia de um salário mínimo de benefício mensal à pessoa portadora de deficiência e ao idoso que comprovem não possuir meios de prover à própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. à exceção dos benefícios concedidos. Art. § 5° A lei complementar de que trata o parágrafo anterior aplicar-se-á. IV – a habilitação e reabilitação das pessoas portadoras de deficiência e a promoção de sua integração à vida comunitária. à infância. 1° da EC n° 47/2005. enquanto patrocinadoras de entidades fechadas de previdência privada. ƒƒ Parágrafo 3° a 6° acrescidos pelo art. O sistema especial de inclusão previden- ciária de que trata o § 12 deste artigo terá alíquotas e carências inferiores às vigentes para os demais segurados do regime geral de previdência social.

técnicos e cientistas estrangeiros. direito de todos e dever do Estado e da família. 1° da EC n° 53/2006. nos termos de lei federal. I – igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. no âmbito da União. e obedecerão ao princípio de indissociabilidade entre ensino. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho. 1° da EC n° 53/2006. 207. ƒƒ Parágrafo único e incisos I a III acrescidos pelo art. do Distrito Federal e dos Municípios. pesquisa e extensão. Seção I Art. e organizadas com base nas seguintes diretrizes: Art. ensinar. dos Estados. na forma da lei. 1° da EC n° 42/2003. a arte e o saber. na forma da lei. I – descentralização político-administrativa. Parágrafo único. Parágrafo único. 1° da EC n° 53/2006. VI – gestão democrática do ensino público. será promovida e incentivada com a colaboração da sociedade. A educação. V – valorização dos profissionais da educação II – participação da população. vedada a aplicação desses recursos no pagamento de: I – despesas com pessoal e encargos sociais. 206. bem como a entidades beneficentes e de assistência social. visando ao pleno desenvolvimento da pessoa. Constituição da República Federativa do Brasil . e coexistência de instituições públicas e privadas de ensino. § 2° O disposto neste artigo aplica-se às instituições de pesquisa científica e tecnológica. Art. na forma da lei. II – serviço da dívida. da CULtURa E dO DEspORtO Da EducaÇão CAPÍtULO III gorias de trabalhadores considerados profissionais da educação básica e sobre a fixação de prazo para a elaboração ou adequação de seus planos de carreira. III – pluralismo de idéias e de concepções pedagógicas. VIII – piso salarial profissional nacional para os profissionais da educação escolar pública. VII – garantia de padrão de qualidade. cabendo a coordenação e as normas gerais à esfera federal e a coordenação e a execução dos respectivos programas às esferas estadual e municipal. 233 Constituição Federal IV – gratuidade do ensino público em estabelecimentos oficiais. garantidos. É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular a programa de apoio à inclusão e promoção social até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida.CONSTITUIÇÃO FEDERAL previstos no art. § 1° É facultado às universidades admitir professores. As universidades gozam de autonomia didático-científica. com ingresso exclusivamente por concurso público de provas e títulos. escolar. administrativa e de gestão financeira e patrimonial. 205. ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. aos das redes públicas. III – qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados. pesquisar e divulgar o pensamento. 207 II – liberdade de aprender. O ensino será ministrado com base nos seguintes princípios: Art. por meio de organizações representativas. na formulação das políticas e no controle das ações em todos os níveis. ƒƒ Inciso VIII acrescido pelo art. além de outras fontes. planos de carreira. A lei disporá sobre as cate- Da EdUCaÇÃO. 195.

ƒƒ Inciso I com redação dada pelo art. assegurada inclusive sua oferta gratuita para todos os que a ela não tiveram acesso na idade própria. em matéria educacional. em todas as etapas da educação básica. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. adequado às condições do educando. 1° da EC n° 59/2009. financiará as instituições de ensino públicas federais e exercerá. nistrado em língua portuguesa. ou sua oferta irregular. § 3° Os Estados e o Distrito Federal atuarão prioritariamente no ensino fundamental e médio. assegurada às comunidades indígenas também a utilização de suas línguas maternas e processos próprios de aprendizagem. Art. § 1° O acesso ao ensino obrigatório e gratuito é direito público subjetivo. ao Distrito Federal e aos Municípios. § 2° O não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público. Art. Art. III – atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência. 211. às crianças até 5 (cinco) anos de idade. 1° da EC n° 59/2009. II – autorização e avaliação de qualidade pelo Poder Público. os Estados. ƒƒ Inciso IV com redação dada pelo art. 1° da EC n° 53/2006. § 2° Os Municípios atuarão prioritariamente ƒƒ Parágrafos 1° e 2° com redação dada pelo art. 2° da EC n° 14/1996. nacionais e regionais. Art. no ensino fundamental e na educação infantil. da pesquisa e da criação artística. em creche e pré-escola. alimentação e assistência à saúde. § 1° A União organizará o sistema federal de ensino e o dos Territórios.Art. VI – oferta de ensino noturno regular. de forma a garantir equalização de oportunidades educacionais e padrão mínimo de qualidade do ensino mediante assistência técnica e financeira aos Estados. O dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de: 4 (quatro) aos 17 (dezessete) anos de idade. 208. 3° da EC n° 14/1996. 210. 1° da EC n° 11/1996. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental. o Distrito Federal e os Municípios organizarão em regime de colaboração seus sistemas de ensino. transporte. função redistributiva e supletiva. constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental. § 2° O ensino fundamental regular será mi- V – acesso aos níveis mais elevados do ensino. de maneira a assegurar formação básica comum e respeito aos valores culturais e artísticos. VII – atendimento ao educando. 208 ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. 209. de matrícula facultativa. pela freqüência à escola. 234 . segundo a capacidade de cada um. atendidas as seguintes condições: I – cumprimento das normas gerais da educação nacional. importa responsabilidade da autoridade competente. O ensino é livre à iniciativa privada. § 1° O ensino religioso. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 3° Compete ao Poder Público recensear os educandos no ensino fundamental. I – educação básica obrigatória e gratuita dos II – progressiva universalização do ensino médio gratuito. fazer-lhes a chamada e zelar. junto aos pais ou responsáveis. IV – educação infantil. A União. por meio de programas suplementares de material didático-escolar. preferencialmente na rede regular de ensino.

para efeito do cálculo previsto neste artigo. 1° da EC n° 53/2006. 212. 213. ƒƒ Parágrafo 6° acrescido pelo art. A lei estabelecerá o plano nacional de educação. Art. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. que: § 1° A parcela da arrecadação de impostos I – comprovem finalidade não-lucrativa e apliquem seus excedentes financeiros em educação. para os que demonstrarem insuficiência de recursos. ƒƒ Parágrafo 5° com redação dada pelo art. compreendida a proveniente de transferências. § 5° A educação básica pública atenderá prioƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. recolhida pelas empresas na forma da lei. nos termos do plano nacional de educação. serão financiados com recursos provenientes de contribuições sociais e outros recursos orçamentários. A União aplicará. 213. 1° da EC n° 53/2006. 214.2009. 3° da EC n° 59/2009. to no caput deste artigo. da receita resultante de impostos. e os Estados. os Estados. nun- ca menos de dezoito. VII. ficando o Poder Público obrigado a investir prioritariamente na expansão de sua rede na localidade.-TSE. derão ser destinados a bolsas de estudo para o ensino fundamental e médio. 2° da EC n° 59/2009. ao Distrito Federal e aos Municípios. § 2° As atividades universitárias de pesquisa e extensão poderão receber apoio financeiro do Poder Público.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. garantia de padrão de qualidade e equidade. quando houver falta de vagas e cursos regulares da rede pública na localidade da residência do educando. transferida pela União aos Estados. na manutenção e desenvolvimento do ensino. na forma da lei. o Distrito Federal e os Municípios vinte e cinco por cento.169: a não aplicação do percentual mínimo destinado à educação constitui irregularidade de natureza sanável. ção da contribuição social do salário-educação serão distribuídas proporcionalmente ao número de alunos matriculados na educação básica nas respectivas redes públicas de ensino. 208. § 5° A educação básica pública terá como fonte adicional de financiamento a contribuição social do salário-educação.4. 214 § 4° Os programas suplementares de Constituição da República Federativa do Brasil § 4° Na organização de seus sistemas de ƒƒ Parágrafo 4° com redação dada pelo art. no que se refere a universalização. podendo ser dirigidos a escolas comunitárias. estadual e municipal e os recursos aplicados na forma do art. Os recursos públicos serão destina- dos às escolas públicas. definidas em lei. . no caso de encerramento de suas atividades. confessionais ou filantrópicas. alimentação e assistência à saúde previstos no art. ƒƒ Ac. a União. com o 235 Constituição Federal ensino. § 2° Para efeito do cumprimento do dispos- § 1° Os recursos de que trata este artigo po- § 3° A distribuição dos recursos públicos assegurará prioridade ao atendimento das necessidades do ensino obrigatório. 3° da EC n° 14/1996. ou ao Poder Público. anualmente. no mínimo. serão considerados os sistemas de ensino federal. de duração decenal. não é considerada. receita do governo que a transferir. Art. ou pelos Estados aos respectivos Municípios. 1° da EC n° 53/2006. ritariamente ao ensino regular. Art. II – assegurem a destinação de seu patrimônio a outra escola comunitária. o Distrito Federal e os Municípios definirão formas de colaboração. de modo a assegurar a universalização do ensino obrigatório. § 6° As cotas estaduais e municipais da arrecada- Art. no REspe n° 30. de 28. filantrópica ou confessional.

científica e tecnológica do País. V – promoção humanística. III – formação de pessoal qualificado para a gestão da cultura em suas múltiplas dimensões. Da Cultura Seção II IV – as obras. tomados individualmente ou em conjunto. § 2° A lei disporá sobre a fixação de datas comemorativas de alta significação para os diferentes segmentos étnicos nacionais. arqueológico. tombamento e desapropriação. documentos. 215 objetivo de articular o sistema nacional de educação em regime de colaboração e definir diretrizes. artístico. 215. de duração plurianual. indígenas e afro-brasileiras. metas e estratégias de implementação para assegurar a manutenção e desenvolvimento do ensino em seus diversos níveis. I – defesa e valorização do patrimônio cultural § 4° Os danos e ameaças ao patrimônio cultural serão punidos. objetivos. paisagístico. 4° da EC n° 59/2009. Constituem patrimônio cultural bra- sileiro os bens de natureza material e imaterial. IV – formação para o trabalho. nos quais se incluem: I – as formas de expressão. III – as criações científicas. II – universalização do atendimento escolar. 4° da EC n° 59/2009. § 3° A lei estabelecerá o Plano Nacional de Cultura. § 2° Cabem à administração pública. e apoiará e incentivará a valorização e a difusão das manifestações culturais. artísticas e tecnológicas. registros. paleontológico. portadores de referência à identidade. e das de outros grupos participantes do processo civilizatório nacional. II – os modos de criar. na forma da lei. VI – estabelecimento de meta de aplicação de recursos públicos em educação como proporção do produto interno bruto. IV – democratização do acesso aos bens de cultura. I – erradicação do analfabetismo. ma da lei. objetos.Art. III – melhoria da qualidade do ensino. O Estado garantirá a todos o pleno exercício dos direitos culturais e acesso às fontes da cultura nacional. 216. visando ao desenvolvimento cultural do País e à integração das ações do poder público que conduzem à: brasileiro. com a colaboração da comunidade. por meio de inventários. ecológico e científico. edificações e demais espaços destinados às manifestações artístico-culturais. ƒƒ Inciso VI acrescido pelo art. 1° da EC n° 48/2005. vigilância. 236 . fazer e viver. § 1° O Estado protegerá as manifestações das culturas populares. § 1° O Poder Público. V – os conjuntos urbanos e sítios de valor histórico. à ação. na for- § 3° A lei estabelecerá incentivos para a produção e o conhecimento de bens e valores culturais. Art. Art. a gestão da documentação governamental e as providências para franquear sua consulta a quantos dela necessitem. e de outras formas de acautelamento e preservação. V – valorização da diversidade étnica e regional. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I a V acrescidos pelo art. promoverá e protegerá o patrimônio cultural brasileiro. etapas e modalidades por meio de ações integradas dos poderes públicos das diferentes esferas federativas que conduzam a: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. CONSTITUIÇÃO FEDERAL II – produção. promoção e difusão de bens culturais. à memória dos diferentes grupos formadores da sociedade brasileira.

os sítios detentores de reminiscências históricas dos antigos quilombos. § 1° A pesquisa científica básica receberá tratamento prioritário do Estado. I – despesas com pessoal e encargos sociais. em casos específicos. sob qualquer forma. III – o tratamento diferenciado para o desporto profissional e o não. 1° da EC n° 42/2003. III – qualquer outra despesa corrente não vinculada diretamente aos investimentos ou ações apoiados. Constituição da República Federativa do Brasil . e concederá aos que delas se ocupem meios e condições especiais de trabalho. criação de tecnologia adequada ao País. O Estado promoverá e incentivará o desenvolvimento científico. observados: I – a autonomia das entidades desportivas dirigentes e associações. para proferir decisão final. formação e aperfeiçoamento de seus recursos humanos e que pratiquem sistemas de remuneração que assegurem ao empregado. para o financiamento de programas e projetos culturais. participação nos ganhos econômicos resultantes da produtividade de seu trabalho. processo ou veículo não sofrerão qualquer restrição. a expressão e a informação. tendo em vista o bem público e o progresso das ciências. observado o disposto nesta Constituição. desvinculada do salário. É dever do Estado fomentar práticas desportivas formais e não-formais. regulada em lei. 217. 219. II – serviço da dívida. CAPÍtULO V Art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° Ficam tombados todos os documentos e Art. § 2° A justiça desportiva terá o prazo máximo de sessenta dias. Art. a pesquisa e a capacitação tecnológicas. § 3° O Estado apoiará a formação de recursos humanos nas áreas de ciência. pesquisa e tecnologia. § 5° É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular parcela de sua receita orçamentária a entidades públicas de fomento ao ensino e à pesquisa científica e tecnológica. o bem-estar da população e a autonomia tecnológica do País. a criação. contados da instauração do processo. 220. quanto a sua organização e funcionamento. Da COMUniCaÇÃO SOCiaL Do Desporto Seção III Art. 218. como forma de promoção social. 220 § 3° O Poder Público incentivará o lazer. IV – a proteção e o incentivo às manifesta§ 1° O Poder Judiciário só admitirá ações relativas à disciplina e às competições desportivas após esgotarem-se as instâncias da justiça desportiva. A manifestação do pensamento.profissional. nos termos de lei federal. ções desportivas de criação nacional. § 2° A pesquisa tecnológica voltar-se-á preponderantemente para a solução dos problemas brasileiros e para o desenvolvimento do sistema produtivo nacional e regional. § 4° A lei apoiará e estimulará as empresas que invistam em pesquisa. O mercado interno integra o patrimônio nacional e será incentivado de modo a viabilizar o desenvolvimento cultural e sócio-econômico. 237 Constituição Federal § 6° É facultado aos Estados e ao Distrito Federal vincular a fundo estadual de fomento à cultura até cinco décimos por cento de sua receita tributária líquida. II – a destinação de recursos públicos para a promoção prioritária do desporto educacional e. como direito de cada um. ƒƒ Parágrafo 6° e incisos I a III acrescidos pelo art. vedada a aplicação desses recursos no pagamento de: Da CiÊnCia E TECnOLOGia CAPÍtULO IV Art. para a do desporto de alto rendimento.

241/2002: a diversidade de regimes constitucionais a que se submetem a imprensa escrita. a brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. que também garantirá a prioridade de profissionais brasileiros na execução de produções nacionais. práticas e serviços que possam ser nocivos à saúde e ao meio ambiente. advertência sobre os malefícios decorrentes de seu uso. pelo menos setenta por cento do capital total e do capital votante das empresas jornalísticas e de radiodifusão sonora e de sons e imagens deverá pertencer. salvo. na forma de lei específica. cabendo ao Poder Público informar sobre a natureza deles. 222. deverão observar os princípios enunciados no art. medicamentos e terapias estará sujeita a restrições legais. artística e jornalística. direta ou indiretamente. 238 . ideológica e artística. as faixas etárias a que não se recomendem. culturais e informativas. § 4° A propaganda comercial de tabaco. artísticas. A propriedade de empresa jornalística e de radiodifusão sonora e de sons e imagens é privativa de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. XIII e XIV. ƒƒ Caput e parágrafos 1° e 2° com redação dada pelo art. dem. agrotóxicos. bem como da propaganda de produtos. 221 § 1° Nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social.-TSE n° 1. segunda nota ao art. IV. incompetência da Justiça Eleitoral para impor restrições ou proibições à liberdade de informação e à opinião da imprensa escrita. direta ou indiretamente. às relativas à publicidade paga e à garantia do direito de resposta. bebidas alcoólicas.Art. o rádio e a televisão se reflete na diferença de restrições por força da legislação eleitoral. § 5° Os meios de comunicação social não po- § 6° A publicação de veículo impresso de comunicação independe de licença de autoridade. observado o disposto no art. III – regionalização da produção cultural. II – estabelecer os meios legais que garantam à pessoa e à família a possibilidade de se defenderem de programas ou programações de rádio e televisão que contrariem o disposto no art. ƒƒ V. da Lei n° 9. X. A produção e a programação das emissoras de rádio e televisão atenderão aos seguintes princípios: I – preferência a finalidades educativas. IV – respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família. e conterá. unicamente. 5°. I. em qualquer meio de comunicação social. conforme percentuais estabelecidos em lei. § 4° Lei disciplinará a participação de capital estrangeiro nas empresas de que trata o § 1°. § 3° Compete à lei federal: I – regular as diversões e espetáculos públicos. locais e horários em que sua apresentação se mostre inadequada. ƒƒ Ac. nos termos do inciso II do parágrafo anterior. § 3° Os meios de comunicação social eletrônica. 221. § 2° A responsabilidade editorial e as atividades de seleção e direção da programação veiculada são privativas de brasileiros natos ou naturalizados há mais de dez anos. 221. sempre que necessário. independentemente da tecnologia utilizada para a prestação do serviço.504/1997. ser objeto de monopólio ou oligopólio. 1° da EC n° 36/2002. § 1°. § 1° Em qualquer caso. 221. § 2° É vedada toda e qualquer censura de natureza política. 57-C. II – promoção da cultura nacional e regional e estímulo à produção independente que objetive sua divulgação. Art. V. que exercerão obrigatoriamente a gestão das atividades e estabelecerão o conteúdo da programação. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. ou de pessoas jurídicas constituídas sob as leis brasileiras e que tenham sede no País.

provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade. 225. gicos essenciais e prover o manejo ecológico das espécies e ecossistemas. a Mata Atlântica. impondo-se ao Poder Público e à coletividade o dever de defendê-lo e preservá-lo para as presentes e futuras gerações. espaços territoriais e seus componentes a serem especialmente protegidos. § 2° Aquele que explorar recursos minerais fica obrigado a recuperar o meio ambiente degradado. § 1° O Congresso Nacional apreciará o ato no prazo do art. observado o princípio da complementaridade dos sistemas privado. a contar do recebimento da mensagem. na forma da lei. a Serra do Mar. DO MEiO AMBiEntE VI – promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente. na forma dos parágrafos anteriores. IV – exigir. a comercialização e o emprego de técnicas. métodos e substâncias que comportem risco para a vida. o Conselho de Comunicação Social. 224. o Congresso Nacional instituirá. vedada qualquer utilização que comprometa a integridade dos atributos que justifiquem sua proteção. para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. a sanções penais e administrativas. §§ 2° e 4°. permissão dependerá de aprovação de. no mínimo. incumbe ao Poder Público: 239 Constituição Federal patrimônio genético do País e fiscalizar as entidades dedicadas à pesquisa e manipulação de material genético. II – preservar a diversidade e a integridade do Art. o Pantanal MatoGrossense e a Zona Costeira são patrimônio CAPÍtULO VI Art. Para os efeitos do disposto neste capítulo. na forma da lei. VII – proteger a fauna e a flora. 1° da EC n° 36/2002. de acordo com solução técnica exigida pelo órgão público competente. vedadas. na forma da lei. § 4° A Floresta Amazônica brasileira. a qualidade de vida e o meio ambiente. estudo prévio de impacto ambiental. público e estatal. 64. 223. bem de uso comum do povo e essencial à sadia qualidade de vida. § 1° Para assegurar a efetividade desse direito. § 4° O cancelamento da concessão ou permissão. na forma da lei. Art. em todas as unidades da Federação. V – controlar a produção. Compete ao Poder Executivo outorgar e renovar concessão. em votação nominal. como seu órgão auxiliar. pessoas físicas ou jurídicas. § 3° As condutas e atividades consideradas lesivas ao meio ambiente sujeitarão os infratores. § 2° A não renovação da concessão ou § 3° O ato de outorga ou renovação somente produzirá efeitos legais após deliberação do Congresso Nacional. Todos têm direito ao meio ambien- te ecologicamente equilibrado. independentemente da obrigação de reparar os danos causados.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° As alterações de controle societário Art. permissão e autorização para o serviço de radiodifusão sonora e de sons e imagens. . § 5° O prazo da concessão ou permissão será de dez anos para as emissoras de rádio e de quinze para as de televisão. 225 I – preservar e restaurar os processos ecolóConstituição da República Federativa do Brasil das empresas de que trata o § 1° serão comunicadas ao Congresso Nacional. a que se dará publicidade. sendo a alteração e a supressão permitidas somente através de lei. as práticas que coloquem em risco sua função ecológica. III – definir. depende de decisão judicial. antes de vencido o prazo. ƒƒ Parágrafos 3° a 5° acrescidos pelo art. dois quintos do Congresso Nacional.

1° da EC n° 66/2010. crueldade e opressão. arrecadadas pelos Estados. 1° da EC n° 65/2010. por ações discriminatórias. tem § 1° O casamento é civil e gratuita a celebração. também. ƒƒ Inciso II com redação dada pelo art. na forma da lei. inclusive quanto ao uso dos recursos naturais. § 2° O casamento religioso tem efeito civil. sem o que não poderão ser instaladas. como entidade § 5° Os direitos e deveres referentes à sociedade conjugal são exercidos igualmente pelo homem e pela mulher. criando mecanismos para coibir a violência no âmbito de suas relações. 226. ao adolescente e ao jovem. à dignidade. com absoluta prioridade. 2° da EC n° 65/2010. do Estado assegurar à criança. à saúde. devendo a lei facilitar sua conversão em casamento. deverão ter sua localização definida em lei federal. A família. admitida a participação de entidades não governamentais. DA FAMÍLIA. violência. e sua utilização far-se-á. 226 nacional. Art. dentro de condições que assegurem a preservação do meio ambiente. competindo ao Estado propiciar recursos educacionais e científicos para o exercício desse direito. à profissionalização. base da sociedade. ao lazer. II – criação de programas de prevenção e atendimento especializado para as pessoas portadoras de deficiência física. 2° da EC n° 65/2010. à cultura. é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar. discriminação. da sociedade e § 6° As usinas que operem com reator nuclear CAPÍtULO VII especial proteção do Estado. e a facilitação do acesso aos bens e serviços coletivos. § 8° O Estado assegurará a assistência à famí- § 5° São indisponíveis as terras devolutas ou lia na pessoa de cada um dos que a integram. DO ADOLESCENTE. à liberdade e à convivência familiar e comunitária. vedada qualquer § 2° A lei disporá sobre normas de construção dos logradouros e dos edifícios de uso público e de fabricação de veículos de transporte 240 . bem como de integração social do adolescente e do jovem portador de deficiência. § 1° O Estado promoverá programas de assistência integral à saúde da criança. I – aplicação de percentual dos recursos públicos destinados à saúde na assistência materno-infantil. à educação. É dever da família. sensorial ou mental. necessárias à proteção dos ecossistemas naturais. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. § 4° Entende-se. o planejamento familiar é livre decisão do casal. ao respeito. 227. § 6° O casamento civil pode ser dissolvido pelo divórcio. § 3° Para efeito da proteção do Estado. com a eliminação de obstáculos arquitetônicos e de todas as formas de discriminação. mediante políticas específicas e obedecendo aos seguintes preceitos: ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. o direito à vida. nos termos da lei. DA CRIANÇA. mediante o treinamento para o trabalho e a convivência. à alimentação. familiar a comunidade formada por qualquer dos pais e seus descendentes. § 7° Fundado nos princípios da dignidade da pessoa humana e da paternidade responsável. DO JOVEM E DO IDOSO ƒƒ Capítulo VII com denominação dada pelo art. 2° da EC n° 65/2010.Art. do adolescente e do jovem. Art. ƒƒ Parágrafo 6° com redação dada pelo art. exploração. além de colocá-los a salvo de toda forma de negligência. CONSTITUIÇÃO FEDERAL forma coercitiva por parte de instituições oficiais ou privadas.

II – o plano nacional de juventude. 228. proteger e fazer respeitar todos os seus bens. ƒƒ Inciso III com redação dada pelo art. 2° da EC n° 65/2010. defendendo sua dignidade e bem-estar e garantindo-lhes o direito à vida. § 7° No atendimento dos direitos da criança e do adolescente levar-se-á em consideração o disposto no art. ou por adoção. Art.CONSTITUIÇÃO FEDERAL coletivo. 2° da EC n° 65/2010. quando da aplicação de qualquer medida privativa da liberdade. sob a forma de guarda. visando à articulação das várias esferas do poder público para a execução de políticas públicas. igualdade na relação processual e defesa técnica por profissional habilitado. que estabelecerá casos e condições de sua efetivação por parte de estrangeiros. Art. ao acolhimento. § 1° Os programas de amparo aos idosos serão executados preferencialmente em seus lares. § 2° Aos maiores de sessenta e cinco anos § 4° A lei punirá severamente o abuso. havidos ou não da relação do casamento. § 5° A adoção será assistida pelo Poder Público. Os pais têm o dever de assistir. através de assistência jurídica. I – idade mínima de quatorze anos para Constituição da República Federativa do Brasil II – garantia de direitos previdenciários e III – garantia de acesso do trabalhador adolescente e jovem à escola. ƒƒ Parágrafo 8° e incisos I e II acrescidos pelo art. a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência. V – obediência aos princípios de brevidade. na forma da lei. trabalhistas. São penalmente inimputáveis os menores de dezoito anos. línguas. carência ou enfermidade. crenças e tradições. a sociedade e o Estado têm o dever de amparar as pessoas idosas. segundo dispuser a legislação tutelar específica. Art. 204. e os filhos maiores têm o dever de ajudar e amparar os pais na velhice. ao adolescente e ao jovem dependente de entorpecentes e drogas afins. terão os mesmos direitos e qualificações. A família. e os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam. 230. 229. a violência e a exploração sexual da criança e do adolescente. sujeitos às normas da legislação especial. competindo à União demarcá-las. ƒƒ Inciso VII com redação dada pelo art. é garantida a gratuidade dos transportes coletivos urbanos. assegurando sua participação na comunidade. São reconhecidos aos índios sua organização social. VI – estímulo do Poder Público. XXXIII. observado o disposto no art. destinado a regular os direitos dos jovens. nos termos da lei. excepcionalidade e respeito à condição peculiar de pessoa em desenvolvimento. de criança ou adolescente órfão ou abandonado. costumes. VII – programas de prevenção e atendimento especializado à criança. 231 § 6° Os filhos. 241 Constituição Federal . Art. 2° da EC n° 65/2010. incentivos fiscais e subsídios. § 8° A lei estabelecerá: I – o estatuto da juventude. de duração decenal. § 3° O direito a proteção especial abrangerá os seguintes aspectos: admissão ao trabalho. CAPÍtULO VIII DOs ÍndiOs Art. 231. 7°. criar e educar os filhos menores. proibidas quaisquer designações discriminatórias relativas à filiação. IV – garantia de pleno e formal conhecimen- to da atribuição de ato infracional.

garantido.Art. Art. b) dois dentre promotores. § 2° As terras tradicionalmente ocupadas Das DispOsiÇÕEs COnstitUCiOnais GERais TÍtULO IX n° 28/2000). 235. Os índios. serão observadas as seguintes normas básicas: I – a Assembléia Legislativa será composta de dezessete Deputados se a população do Estado for inferior a seiscentos mil habitantes. os atos que tenham por objeto a ocupação. em caso de catástrofe ou epidemia que ponha em risco sua população. não produzindo efeitos jurídicos. em qualquer hipótese. o domínio e a posse das terras a que se refere este artigo. nas mesmas condições. dos rios e dos lagos nelas existentes. ou no interesse da soberania do País. Art. encargos referentes a despesas com pessoal inativo e com encargos e amortizações da dívida interna ou externa da administração pública. 234. quanto às benfeitorias derivadas da ocupação de boa fé. não gerando a nulidade e a extinção direito a indenização ou a ações contra a União. e de vinte e quatro se igual ou superior a esse número. IV – o Tribunal de Justiça terá sete Desembargadores. segundo o que dispuser lei complementar. § 7° Não se aplica às terras indígenas o disposto no art. 233. imprescritíveis. 242 . tamente. pelo Governador eleito. direta ou indire- incluídos os potenciais energéticos. na forma da lei. ou a exploração das riquezas naturais do solo. com dez anos. II – o Governo terá no máximo dez Secretarias. §§ 3° e 4°. § 4° As terras de que trata este artigo são inalienáveis e indisponíveis. segundo seus usos. após deliberação do Congresso Nacional. assumir. pelos índios destinam-se a sua posse permanente. 2° da EC Art. 232. § 6° São nulos e extintos. dos rios e dos lagos nelas existentes. suas comunidades pelos índios as por eles habitadas em caráter permanente. de exercício profissional. Nos dez primeiros anos da criação de Estado. V – os primeiros Desembargadores serão nomeados pelo Governador eleito. e organizações são partes legítimas para ingressar em juízo em defesa de seus direitos e interesses. costumes e tradições. as imprescindíveis à preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessárias a sua reprodução física e cultural. § 3° O aproveitamento dos recursos hídricos. 232 § 1° São terras tradicionalmente ocupadas CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. salvo. É vedado à União. § 5° É vedada a remoção dos grupos indígenas de suas terras. as utilizadas para suas atividades produtivas. (Revogado pelo art. e advogados de comprovada idoneidade e saber jurídico. na forma da lei. III – o Tribunal de Contas terá três membros. o retorno imediato logo que cesse o risco. a pesquisa e a lavra das riquezas minerais em terras indígenas só podem ser efetivados com autorização do Congresso Nacional. cabendo-lhes o usufruto exclusivo das riquezas do solo. obedecido o procedimento fixado na Constituição. em exercício na área do novo Estado ou do Estado originário. e os direitos sobre elas. nomeados. dentre brasileiros de comprovada idoneidade e notório saber. intervindo o Ministério Público em todos os atos do processo. até um milhão e quinhentos mil. ficando-lhes assegurada participação nos resultados da lavra. ressalvado relevante interesse público da União. salvo. escolhidos da seguinte forma: a) cinco dentre os magistrados com mais de trinta e cinco anos de idade. ad referendum do Congresso Nacional. no mínimo. em decorrência da criação de Estado. 174. ouvidas as comunidades afetadas. inclusive da indireta.

e definirá a fiscalização de seus atos pelo Poder Judiciário. de 7 de setembro de 1970. VIII – até a promulgação da Constituição Estadual. VII – em cada Comarca. dos restantes cinqüenta por cento. Art. ficando vedada a distribuição da arrecadação de que trata o caput deste artigo.CONSTITUIÇÃO FEDERAL VI – no caso de Estado proveniente de Território Federal. Art. com trinta e cinco anos de idade. no mínimo. os encargos do Estado serão acrescidos de trinta por cento e. passa. por mais de seis meses. ficando ainda o restante sob a responsabilidade da União. 237. A lei ordenará a venda e revenda de combustíveis de petróleo. álcool carburante e outros combustíveis derivados de matériasprimas renováveis. Art. com critérios de remuneração que lhes preservem o valor. b) no sétimo ano. 236. nomeados pelo Governador eleito e demissíveis ad nutum. 239 § 2° Lei federal estabelecerá normas gerais Constituição da República Federativa do Brasil para fixação de emolumentos relativos aos atos praticados pelos serviços notariais e de registro. através do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. Art. o primeiro Juiz de Direito. XI – as despesas orçamentárias com pessoal não poderão ultrapassar cinqüenta por cento da receita do Estado. pela Advocacia-Geral e pela Defensoria-Geral do Estado advogados de notório saber. os cinco primeiros Desembargadores poderão ser escolhidos dentre juízes de direito de qualquer parte do País. sem abertura de concurso de provimento ou de remoção. serão disciplinadas na Constituição Estadual. criado pela Lei Complementar n° 7. responderão pela Procuradoria-Geral. não se permitindo que qualquer serventia fique vaga. o Estado assumirá vinte por cento dos encargos financeiros para fazer face ao pagamento dos servidores públicos. A fiscalização e o controle sobre o comércio exterior. de 3 de dezembro de 1970. com exceção da retirada por motivo de casamento. exercidos em caráter privado. § 1° Dos recursos mencionados no caput deste artigo. nos termos que a lei dispuser. disciplinará a responsabilidade civil e criminal dos notários. IX – se o novo Estado for resultado de transformação de Território Federal. o primeiro Promotor de Justiça e o primeiro Defensor Público serão nomeados pelo Governador eleito após concurso público de provas e títulos. § 2° Os patrimônios acumulados do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público são preservados. o programa do seguro-desemprego e o abono de que trata o § 3° deste artigo. § 3° O ingresso na atividade notarial e de registro depende de concurso público de provas e títulos. 239. mantendo-se os critérios de saque nas situações previstas nas leis específicas. para depósito nas contas individuais dos participantes. serão exercidos pelo Ministério da Fazenda. a financiar. essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais. para os cargos mencionados neste artigo. a transferência de encargos financeiros da União para pagamento dos servidores optantes que pertenciam à Administração Federal ocorrerá da seguinte forma: a) no sexto ano de instalação. 238. A arrecadação decorrente das contribuições para o Programa de Integração Social. Art. respeitados os princípios desta Constituição. pelo menos quarenta por cento serão destinados a financiar programas de desenvolvimento econômico. X – as nomeações que se seguirem às primei- ras. Os serviços notariais e de registro são § 1° Lei regulará as atividades. 243 Constituição Federal . no oitavo. a partir da promulgação desta Constituição. dos oficiais de registro e de seus prepostos. criado pela Lei Complementar n° 8. e para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. por delegação do Poder Público.

A lei disporá sobre a adaptação dos logradouros. 227. pessoal e bens essenciais à continuidade dos serviços transferidos. A lei disporá sobre as hipóteses e condições em que o Poder Público dará assistência aos herdeiros e dependentes carentes de pessoas vitimadas por crime doloso. Art. 195 as atuais contribuições compulsórias dos empregadores sobre a folha de salários. controle. 244 . que não sejam total ou preponderantemente mantidas com recursos públicos. destinadas às entidades privadas de serviço social e de formação profissional vinculadas ao sistema sindical. pregadores que contribuem para o Programa de Integração Social ou para o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Art. conforme o disposto no art. § 2°. 241 com redação dada pelo art. será mantido na órbita federal. bem como a transferência total ou parcial de encargos. As leis previstas no inciso III do § 1° do art. § 2° O Colégio Pedro II. 24 da EC n° 19/1998. ƒƒ Art. Art. As glebas de qualquer região do País onde forem localizadas culturas ilegais de Parágrafo único. a perda do cargo somente ocorrerá mediante processo administrativo em que lhe sejam assegurados o contraditório e a ampla defesa.Art. no caso daqueles que já participavam dos referidos programas. sem prejuízo da responsabilidade civil do autor do ilícito. 206. Parágrafo único. localizado na cidade do Rio de Janeiro. § 1° O ensino da História do Brasil levará em conta as contribuições das diferentes culturas e etnias para a formação do povo brasileiro. para o cultivo de produtos alimentícios e medicamentosos. Na hipótese de insuficiência de desempenho. serviços. 246. até dois salários mínimos de remuneração mensal. inclusive. IV. 246 com redação dada pelo art. 240. desenvolva atividades exclusivas de Estado. art. Art. 1° da EC n° 32/2001. não se aplica às instituições educacionais oficiais criadas por lei estadual ou municipal e existentes na data da promulgação desta Constituição. autorizando a gestão associada de serviços públicos. ƒƒ Art. os Estados. 245. 241. o Distrito Federal Art. 240 § 3° Aos empregados que percebam de em- CONSTITUIÇÃO FEDERAL plantas psicotrópicas serão imediatamente expropriadas e especificamente destinadas ao assentamento de colonos. 41 e no § 7° do art. prevenção e repressão do crime de tráfico dessas substâncias. Ficam ressalvadas do disposto no e os Municípios disciplinarão por meio de lei os consórcios públicos e os convênios de cooperação entre os entes federados. Art. 243. O princípio do art. § 4° O financiamento do seguro-desemprego receberá uma contribuição adicional da empresa cujo índice de rotatividade da força de trabalho superar o índice médio da rotatividade do setor. É vedada a adoção de medida provisória na regulamentação de artigo da Constituição cuja redação tenha sido alterada por meio de emenda promulgada entre 1° de janeiro de 1995 até a promulgação desta emenda. 244. 242. A União. 169 estabelecerão critérios e garantias especiais para a perda do cargo pelo servidor público estável que. Art. é assegurado o pagamento de um salário mínimo anual. sem qualquer indenização ao proprietário e sem prejuízo de outras sanções previstas em lei. na forma estabelecida por lei. Todo e qualquer bem de valor econômico apreendido em decorrência do tráfico ilícito de entorpecentes e drogas afins será confiscado e reverterá em benefício de instituições e pessoal especializados no tratamento e recuperação de viciados e no aparelhamento e custeio de atividades de fiscalização. dos edifícios de uso público e dos veículos de transporte coletivo atualmente existentes a fim de garantir acesso adequado às pessoas portadoras de deficiência. 247. em decorrência das atribuições de seu cargo efetivo. até a data da promulgação desta Constituição. computado neste valor o rendimento das contas individuais. Art.

o Distrito Federal e os Municípios poderão constituir fundos integrados pelos recursos provenientes de contribuições e por bens. e os não sujeitos ao limite máximo de valor fixado para os benefícios concedidos por esse regime observarão os limites fixados no art. Art. do Supremo Tribunal Federal e os membros do Congresso Nacional prestarão o compromisso de manter. pelo voto da maioria absoluta dos membros do Congresso Nacional. Art. o Ac. 249 acrescido pelo art. 248. AtO das DispOsiÇÕEs COnstitUCiOnais TRansitÓRias TÍtULO X § 3° Os mandatos dos Governadores e Art. 2° da EC n° 20/1998. ƒƒ Art. Art. em adição aos recursos de sua arrecadação. contados da promulgação da Constituição. após cinco anos. passou a ser o mínimo. 245 Constituição Federal Art. o número [de deputados federais por estado] então existente. 77 da Constituição. mediante lei que disporá sobre a natureza e administração desses fundos. a forma e o sistema de governo que devem vigorar no País. em adição aos recursos dos respectivos tesouros. 32 da EC n° 19/1998. externa entendimento do STF no sentido de que este dispositivo não se endereçava apenas àquela legislatura em cuja vigência se deu a edição da norma. 4° O mandato do atual Presidente da República terminará em 15 de março de 1990. ƒƒ Art. com a posse dos eleitos. no MI n° 233.1990. 5° § 1° Será assegurada gratuidade na livre diConstituição da República Federativa do Brasil Art. 2° da EC n° 20/1998. 2° da EC n° 20/1998. 250 acrescido pelo art. o Presidente dos Vice-Governadores eleitos em 15 de novembro de 1986 terminarão em 15 de março de 1991. a União poderá constituir fundo integrado por bens. 247 e parágrafo único acrescidos pelo art.1988. 37. através dos meios de comunicação de massa cessionários de serviço público. mas que “na verdade. não se lhe aplicando o disposto no art. ainda que à conta do Tesouro Nacional. expedirá as normas regulamentadoras deste artigo. § 1° A primeira eleição para Presidente da Re- pública após a promulgação da Constituição será realizada no dia 15 de novembro de 1989. vulgação dessas formas e sistemas. no ato e na data de sua promulgação. direitos e ativos de qualquer natureza. defender e cumprir a Constituição. 1° O Presidente da República. Art. ƒƒ Res. Art. Art. XI. 3° A revisão constitucional será realizada ƒƒ Art.-STF.235/1994: segundo essa resolução. Os benefícios pagos. 249. a qualquer título.8. 16 da Constituição. 5° Não se aplicam às eleições previstas para 15 de novembro de 1988 o disposto no art.10. pelo órgão responsável pelo regime geral de previdência social. Com o objetivo de assegurar recursos § 2° É assegurada a irredutibilidade da atual representação dos Estados e do Distrito Federal na Câmara dos Deputados.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Art.-TSE n° 14. VicePrefeitos e Vereadores terminarão no dia 1° de janeiro de 1989. . através de plebiscito. § 4° Os mandatos dos atuais Prefeitos. para o pagamento dos benefícios concedidos pelo regime geral de previdência social. 250. Com o objetivo de assegurar recursos para o pagamento de proventos de aposentadoria e pensões concedidas aos respectivos servidores e seus dependentes. os Estados. de 2. podendo ser feitos cálculos proporcionais depois de respeitado tal limite”. __________ Publicada no DOU de 5. § 2° O Tribunal Superior Eleitoral. e que é o atual. promulgada a Constituição. 2° No dia 7 de setembro de 1993 o eleitorado definirá. direitos e ativos de qualquer natureza. em sessão unicameral. a União. 16 e as regras do art. mediante lei que disporá sobre a natureza e administração desse fundo. 248 acrescido pelo art.

no prazo de vinte e quatro meses. demitidos ou compelidos ao afastamento das atividades remuneradas que exerciam. ressalvados os que já exercem mandato eletivo. são inelegíveis para qualquer cargo. de um tribunal internacional dos direitos humanos. Art. aos que foram abrangidos pelo Decreto Legislativo n° 18. na inatividade. 6° Nos seis meses posteriores à § 2° Ficam assegurados os benefícios esta- § 1° O registro provisório. § 4° O número de vereadores por município será fixado. 8° É concedida anistia aos que. ao cargo.Art. bem como aos que foram impedidos de exercer atividades profissionais em virtude de pressões ostensivas ou expedientes oficiais sigilosos. na forma que a lei dispuser. emprego. § 3° Os atuais parlamentares federais e estaduais eleitos Vice-Prefeitos. § 1° O disposto neste artigo somente gerará efeitos financeiros a partir da promulgação da Constituição. por motivos exclusivamente políticos. § 5° Para as eleições de 15 de novembro de 1988. posto ou graduação a que teriam direito se estivessem em serviço ativo. e aos atingidos pelo Decreto-Lei n° 864. Art. podendo os candidatos que preencham este requisito. de 19 de junho de 1964. para a representação a ser eleita em 1988. promulgação da Constituição. no território de jurisdição do titular. no período de 18 de setembro de 1946 até a data da promulgação da Constituição. da Constituição. vedada a remuneração de qualquer espécie em caráter retroativo. atividade profissional específica. ter seu registro efetivado pela Justiça Eleitoral após a promulgação da Constituição. em decorrência das Portarias Reservadas do Ministério da Aeronáutica n° S-50-GM5. de 12 de setembro de 1969. foram atingidos. obedecidos os prazos de permanência em atividade previstos nas leis e regulamentos vigentes. ou por adoção. belecidos neste artigo aos trabalhadores do setor privado. § 3° Aos cidadãos que foram impedidos de exercer. das eleições que vierem a ser realizadas nos doze meses seguintes a sua formação. dirigentes e representantes sindicais que. não perderão o mandato parlamentar. Art. atendidas as demais exigências da lei. que será concedido de plano pelo Tribunal Superior Eleitoral. deveres e prerrogativas dos atuais. nos termos deste artigo. respeitadas as características e peculiaridades das carreiras dos servidores públicos civis e militares e observados os respectivos regimes jurídicos. 29. institucionais ou complementares. na vida civil. caberá ao Tribunal Superior Eleitoral editar as normas necessárias à realização das eleições de 1988. na forma que dispuser lei 246 . IV. de 15 de dezembro de 1961. não obtiver registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral. parlamentares federais. respeitada a legislação vigente. do Governador de Estado. reunidos em número não inferior a trinta. respeitados os limites estipulados no art. poderão requerer ao Tribunal Superior Eleitoral o registro de novo partido político. do Presidente da República. por atos de exceção. do Governador do Distrito Federal e do Prefeito que tenham exercido mais da metade do mandato. em decorrência de motivação exclusivamente política. contados de sua formação. 6° § 1° Para as eleições de 15 de novembro de CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° O novo partido perderá automaticamente seu registro provisório se. 7° O Brasil propugnará pela formação § 2° Na ausência de norma legal específica. entre eles o de participar. defere ao novo partido todos os direitos. 1988 será exigido domicílio eleitoral na circunscrição pelo menos durante os quatro meses anteriores ao pleito. o estatuto e o programa devidamente assinados pelos requerentes. se convocados a exercer a função de Prefeito. até o segundo grau. pelo respectivo Tribunal Regional Eleitoral. o cônjuge e os parentes por consangüinidade ou afinidade. tenham sido punidos. e n° S-285-GM5 será concedida reparação de natureza econômica. sob legenda própria. asseguradas as promoções. juntando ao requerimento o manifesto.

assegurada a readmissão dos que foram atingidos a partir de 1979. que tenham sido punidos ou demitidos por atividades profissionais interrompidas em virtude de decisão de seus trabalhadores. Até que seja promulgada a lei complementar a que se refere o art. exceto nos Ministérios militares. Cada Assembléia Legislativa. de 13 de setembro de 1966. justa causa: II – fica vedada a dispensa arbitrária ou sem § 1° No prazo de um ano. a cobrança das contribuições para o custeio das atividades dos sindicatos rurais será feita juntamente com a do imposto territorial rural. § 1° Até que a lei venha a disciplinar o disposto no art. O Supremo Tribunal Federal proferirá a decisão no prazo de cento e vinte dias. por força de atos institucionais. 10. empresas públicas ou empresas mistas sob controle estatal. nos termos da Constitui- 247 247 Constituição ADCT Federal . da porcentagem prevista no art. em dois turnos de discussão e votação. Parágrafo único. desde que comprovem terem sido estes eivados de vício grave. caberá à Câmara Municipal. 11. para efeito de aposentadoria no serviço público e previdência social. da Lei n° 5. da Constituição: Art. Art.632. foram cassados ou tiveram seus direitos políticos suspensos no período de 15 de julho a 31 de dezembro de 1969. desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. pelo mesmo órgão arrecadador. da Constituição. na forma do art. a contar do pedido do interessado. ou por motivos exclusivamente políticos.107. b) da empregada gestante. por motivos exclusivamente políticos. após a promulgação da Constituição. § 4° Aos que. I. 9° Os que. obedecidos os princípios desta. Art. notadamente na Amazônia Legal e em áreas pendentes de solução. tenham exercido gratuitamente mandato eletivo de vereador serão computados. por ato do então Presidente da República. da promulgação da Constituição. Comissão de Estudos Territoriais. contado da promulgação da Constituição Federal. votar a Lei Orgânica respectiva. 7°. no prazo de um ano. Art. será certificada perante a Justiça do Trabalho a regularidade do contrato e das atualizações das obrigações trabalhistas de todo o período. com poderes constituintes. poderão requerer ao Supremo Tribunal Federal o reconhecimento dos direitos e vantagens interrompidos pelos atos punitivos. observado o disposto no § 1°. para quatro vezes. o prazo da licença-paternidade a que se refere o inciso é de cinco dias. os respectivos períodos. Art. Parágrafo único. XIX. elaborará a Constituição do Estado. § 3° Na primeira comprovação do cumprimento das obrigações trabalhistas pelo empregador rural. 7°. 6°. 233. respeitado o disposto na Constituição Federal e na Constituição Estadual. 12 a) do empregado eleito para cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes. a Comissão submeterá ao Congresso Nacional os resultados de seus estudos para. dentro de noventa dias I – fica limitada a proteção nele referida ao aumento. desde o registro de sua candidatura até um ano após o final de seu mandato. Promulgada a Constituição do Estado. Será criada. caput e § 1°. § 2° Até ulterior disposição legal. 12. bem como em decorrência do DecretoLei n° 1. com a finalidade de apresentar estudos sobre o território nacional e anteprojetos relativos a novas unidades territoriais. no prazo de seis meses.CONSTITUIÇÃO FEDERAL de iniciativa do Congresso Nacional e a entrar em vigor no prazo de doze meses a contar da promulgação da Constituição. com dez membros indicados pelo Congresso Nacional e cinco pelo Poder Executivo. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 5° A anistia concedida nos termos deste artigo aplica-se aos servidores públicos civis e aos empregados em todos os níveis de governo ou em suas fundações. de 4 de agosto de 1978.

§ 5° A Assembléia Estadual Constituinte será instalada no quadragésimo sexto dia da eleição de seus integrantes. mas não antes de 1° de janeiro de 1989. conservando a leste. nos termos e para os fins previstos na lei. II – as datas das convenções regionais partidárias destinadas a deliberar sobre coligações e escolha de candidatos. de apresentação de requerimento de registro dos candidatos escolhidos e dos demais procedimentos legais serão fixadas. Minaçu. conforme levantamentos cartográficos e geodésicos realizados pela Comissão Tripartite integrada por representantes dos Estados e dos serviços técnico-especializados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. serem apreciados nos doze meses subseqüentes. pelo desmembramento da área descrita neste artigo. 248 . mediante acordo ou arbitramento. mas não antes de 1° de janeiro de 1989. a critério do Tribunal Superior Eleitoral. a con- § 5° Ficam reconhecidos e homologados os atuais limites do Estado do Acre com os Estados do Amazonas e de Rondônia. caberá à União determinar os limites das áreas litigiosas. decorrido o prazo de três anos.Art. em caráter definitivo. em um único turno. dando-se sua instalação no quadragésimo sexto dia após a eleição prevista no § 3°. ao Governador e ao Vice-Governador eleitos. até setenta e cinco dias após a promulgação da Constituição. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 3° O Governador. dos Deputados Federais e Estaduais eleitos na forma do parágrafo anterior extinguir-se-ão concomitantemente aos das demais unidades da Federação. o Vice-Governador. e os dos outros dois. 13. Cavalcante. extinguindo-se logo após. Maranhão. IV – ficam mantidos os atuais diretórios regionais dos partidos políticos do Estado de Goiás. o mandato do Senador eleito menos votado extinguir-se-á nessa mesma oportunidade. podendo para isso fazer alterações e compensações de área que atendam aos acidentes naturais. 13 ção. conveniências administrativas e comodidade das populações limítrofes. § 3° Havendo solicitação dos Estados e Municípios interessados. norte e oeste as divisas atuais de Goiás com os Estados da Bahia. pela Justiça Eleitoral. sob a presidência do Presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Estado de Goiás. entre outras. em calendário especial. § 1° O Estado do Tocantins integra a Região Norte e limita-se com o Estado de Goiás pelas divisas norte dos Municípios de São Miguel do Araguaia. na mesma data. os § 2° Os Estados e os Municípios deverão. setenta e cinco dias antes da data das eleições previstas neste parágrafo. mas não antes de 15 de novembro de 1988. § 4° Se. a contar da promulgação da Constituição. a União poderá encarregar-se dos trabalhos demarcatórios. Porangatu. § 2° O Poder Executivo designará uma das cidades do Estado para sua Capital provisória até a aprovação da sede definitiva do governo pela Assembléia Constituinte. Monte Alegre de Goiás e Campos Belos. os Deputados Federais e os Deputados Estaduais serão eleitos. tar da promulgação da Constituição. Senadores. Art. Pará e Mato Grosso. É criado o Estado do Tocantins. as seguintes normas: I – o prazo de filiação partidária dos candidatos será encerrado setenta e cinco dias antes da data das eleições. cabendo às comissões executivas nacionais designar comissões provisórias no Estado do Tocantins. III – são inelegíveis os ocupantes de cargos estaduais ou municipais que não se tenham deles afastado. Formoso. os trabalhos demarcatórios não tiverem sido concluídos. a demarcação de suas linhas divisórias atualmente litigiosas. do ViceGovernador. juntamente com os dos Senadores eleitos em 1986 nos demais Estados. critérios históricos. no prazo de três anos. promover. § 4° Os mandatos do Governador. Piauí. obedecidas. e dará posse.

financeira. nos termos deste artigo. 249 Constituição ADCT Federal orçamentária. Os servidores públicos civis da União. 37. § 7° Fica o Estado de Goiás liberado dos débitos e encargos decorrentes de empreendimentos no território do novo Estado. § 3° Incluem-se entre os bens do Distrito Federal aqueles que lhe vierem a ser atribuídos pela União na forma da lei. da administração direta. bem como os proventos de aposentadoria que estejam sendo percebidos em desacordo com a Constituição serão imediatamente reduzidos aos limites dela decorrentes. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias tado do Tocantins. autárquica e das fundações públicas. § 2° Aplicam-se à transformação e instalação dos Estados de Roraima e Amapá as normas e critérios seguidos na criação do Estado de Rondônia. que tenha por objeto a concessão de estabilidade a servidor admitido sem concurso público. com o auxílio do Tribunal de Contas do Distrito Federal. 14. Fica extinto o Território Federal de Fernando de Noronha. será exercida pelo Senado Federal. 234 da Constituição. 15. § 3° O Presidente da República. Os vencimentos. § 2° É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de profissionais de saúde que estejam sendo exercidos na administração pública direta ou indireta. do Distrito Federal e dos Municípios. não se admitindo. enquanto não for instalada a Câmara Legislativa. há pelo menos cinco anos continuados. invocação de direito adquirido ou percepção de excesso a qualquer título. indicar o Governador e o Vice-Governador do Distrito Federal. a seu critério. mantidos seus atuais limites geográficos. caberá ao Presidente da República. as normas legais disciplinadoras da divisão do Estado de Mato Grosso. respeitado o disposto na Constituição e neste Ato. 16. § 2°. 19 § 2° A fiscalização contábil. dos Estados. Os Territórios Federais de Roraima e do Amapá são transformados em Estados Federados. deste Ato. § 4° Enquanto não concretizada a transformação em Estados. e 34. da Constituição. Art. Art. Art. a remuneração. Art. Art. 72 da Constituição. da administração direta ou indireta. lavrado a partir da instalação da Assembléia Nacional Constituinte. 17. 19.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 6° Aplicam-se à criação e instalação do Es- Art. da Constituição. em exercício na data da promulgação da Constituição. são considerados estáveis no serviço público. 18. I. sendo sua área reincorporada ao Estado de Pernambuco. Ficam extintos os efeitos jurídicos art. de qualquer ato legislativo ou administrativo. § 2°. a. e autorizada a União. da Constituição. os Territórios Federais de Roraima e do Amapá serão beneficiados pela transferência de recursos prevista nos arts. será exercida pelo Senado Federal. a assumir os referidos débitos. Até que se efetive o disposto no § 1° A competência da Câmara Legislativa do Distrito Federal. § 1° A instalação dos Estados dar-se-á com a posse dos governadores eleitos em 1990. as vantagens e os adicionais. encaminhará à apreciação do Senado Federal os nomes dos governadores dos Estados de Roraima e do Amapá que exercerão o Poder Executivo até a instalação dos novos Estados com a posse dos governadores eleitos. e que não tenham sido admitidos na forma regulada no art. . até que se instale. com a aprovação do Senado Federal. neste caso. mediante controle externo. § 1° É assegurado o exercício cumulativo de dois cargos ou empregos privativos de médico que estejam sendo exercidos por médico militar na administração pública direta ou indireta. inclusive das fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. 32. observado o disposto no art. Art. 159. II. no que couber. observado o disposto no art. operacional e patrimonial do Distrito Federal. até quarenta e cinco dias após a promulgação da Constituição.

nem aos que a lei declare de livre exoneração. terão plena validade os atos praticados na vigência dos respectivos decretos-leis. e passam a compor quadro em extinção. proceder-se-á à revisão dos direitos dos servidores públicos inativos e pensionistas e à atualização dos proventos e pensões a eles devidos. adquirem estabilidade. os decretos-leis ali mencionados serão considerados rejeitados. exceto se se tratar de servidor. parágrafo único. 21. § 2° O disposto neste artigo não se aplica aos ocupantes de cargos. admitidos mediante concurso público de provas e títulos e que estejam em exercício na data da promulgação da Constituição. salvo as inerentes à transitoriedade da investidura. no Departamento de Polícia Federal. nos termos deste artigo. nos termos da lei. 250 . 24. § 2° Os decretos-leis editados entre 3 de setembro de 1988 e a promulgação da Constituição serão convertidos. 62. os Estados. cujo tempo de serviço não será computado para os fins do caput deste artigo. na forma da lei. Parágrafo único. 21. prerrogativas e restrições da legislação a que se achavam submetidos. serão apreciados pelo Congresso Nacional no prazo de até cento e oitenta dias a contar da promulgação da Constituição. professores de nível superior. observadas as disposições constitucionais. e II. os atuais ocupantes do cargo de censor federal continuarão exercendo funções com este compatíveis. nesta data. É assegurado aos defensores públicos e não havendo apreciação. aplicando-se-lhes as regras estabelecidas no art. 23. tada no tempo. 22. não computado o recesso parlamentar. em medidas provisórias.Art. com a observância das garantias e vedações previstas no art. 20 § 1° O tempo de serviço dos servidores referidos neste artigo será contado como título quando se submeterem a concurso para fins de efetivação. parágrafo único. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Parágrafo único. Art. 20. II – alocação ou transferência de recursos de qualquer espécie. da Constituição. a fim de ajustá-los ao disposto na Constituição. XVI. legislar sobre os efeitos deles remanescentes. se necessário. a partir de cento e oitenta dias da promulgação da Constituição. o Distrito Federal e os Municípios editarão leis que estabeleçam critérios para a compatibilização de seus quadros de pessoal ao disposto no art. A aposentadoria dos juízes de que trata este artigo regular-se-á pelas normas fixadas para os demais juízes estaduais. sujeito este prazo a prorrogação por lei. da Constituição. II – decorrido o prazo definido no inciso anterior. 39 da Constituição e à reforma administrativa dela decorrente. observado o estágio probatório. podendo o Congresso Nacional. 25. A União. 134. Até que se edite a regulamentação do art. funções e empregos de confiança ou em comissão. contados da sua promulgação. Os juízes togados de investidura limi- § 1° Os decretos-leis em tramitação no Congresso Nacional e por este não apreciados até a promulgação da Constituição terão seus efeitos regulados da seguinte forma: I – se editados até 2 de setembro de 1988. Ficam revogados. § 3° O disposto neste artigo não se aplica aos Art. no prazo de dezoito meses. Dentro de cento e oitenta dias. mantidas as competências. Art. III – nas hipóteses definidas nos incisos I Art. todos os dispositivos legais que atribuam ou deleguem a órgão do Poder Executivo competência assinalada pela Constituição ao Congresso Nacional. Art. A lei referida disporá sobre o aproveitamento dos Censores Federais. especialmente no que tange a: I – ação normativa. investidos na função até a data de instalação da Assembléia Nacional Constituinte o direito de opção pela carreira. Art.

exame analítico e pericial dos atos e fatos geradores do endividamento externo brasileiro.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. na inexistência de vagas. que formalizará. Art. II. Enquanto não aprovadas as leis complementares relativas ao Ministério Público e à § 5° Os Ministros a que se refere o § 2°. No prazo de um ano a contar da promulgação da Constituição. da Constituição de 1967. da Constituição. § 1° A Comissão terá a força legal de Comissão parlamentar de inquérito para os fins de requisição e convocação. mediante lista tríplice. o Supremo Tribunal Federal exercerá as atribuições e competências definidas na ordem constitucional precedente. o tempo de serviço desses juízes será computado a partir do dia de sua posse. e aos Tribunais Regionais Federais bem como ao Superior Tribunal de Justiça julgar as ações rescisórias das decisões até então proferidas pela Justiça Federal. O Superior Tribunal de Justiça será § 8° É vedado. podendo desta constar juízes federais de qualquer região. os atuais Ministros do Tribunal Federal de Recursos serão considerados pertencentes à classe de que provieram. parágrafo único. 28. proceder-se-á ao desdobramento das varas existentes. de 1977. cabendo-lhe promover sua instalação e indicar os candidatos a todos os cargos da composição inicial. ção. da Constituição. no prazo de sessenta dias. inclusive daquelas cuja matéria tenha passado à competência de outro ramo do Judiciário. o Tribunal Federal de Recursos exercerá a competência a eles atribuída em todo o território nacional. 104. com a redação dada pela Emenda Constitucional n° 7. § 3° Para os efeitos do disposto na Constitui- § 4° Instalado o Tribunal. 107. Art. ficam investidos na titularidade de varas na Seção Judiciária para a qual tenham sido nomeados ou designados. II – pela nomeação dos Ministros que sejam necessários para completar o número estabelecido na Constituição. 29 § 6° Ficam criados cinco Tribunais Regionais Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 7° Até que se instalem os Tribunais Regio- § 2° Apurada irregularidade. através de Comissão mista. observado o disposto no art. Os juízes federais de que trata o art. com a jurisdição e sede que lhes fixar o Tribunal Federal de Recursos. nais Federais. II. 123. 251 Constituição ADCT Federal Federais. a ação cabível. Art. a promoção poderá contemplar juiz com menos de cinco anos no exercício do cargo. § 2° A composição inicial do Superior Tribunal de Justiça far-se-á: I – pelo aproveitamento dos Ministros do Tribunal Federal de Recursos. automaticamente. tendo em conta o número de processos e sua localização geográfica. . Constituição. quando de sua nomeação. o Congresso Nacional promoverá. instalado sob a Presidência do Supremo Tribunal Federal. § 9° Quando não houver juiz federal que conte o tempo mínimo previsto no art. o Congresso Nacional proporá ao Poder Executivo a declaração de nulidade do ato e encaminhará o processo ao Ministério Público Federal. a partir da promulgação da § 1° Até que se instale o Superior Tribunal de Justiça. a serem instalados no prazo de seis meses a contar da promulgação da Constituição. observado o disposto no § 9°. 29. e atuará com o auxílio do Tribunal de Contas da União. § 2°. Parágrafo único. 27. 26. Para efeito de promoção por antigüidade. os Ministros apo- sentados do Tribunal Federal de Recursos tornar-se-ão. se- rão indicados em lista tríplice pelo Tribunal Federal de Recursos. Compete à Justiça Federal julgar as ações nela propostas até a data da promulgação da Constituição. § 10. Art. o provimento de vagas de Ministros do Tribunal Federal de Recursos. Ministros aposentados do Superior Tribunal de Justiça.

-TSE. nos termos do art. 252 . Ac. o Ministério Público Federal. respeitados os direitos dos atuais titulares. 281 da Lei Complementar n° 75/1993 não se aplica aos membros do MP Estadual. a opção de que trata o § 3° do art. com a redação dada pela Emenda n° 1. respeitando-se o direito de seus servidores. as Consultorias Jurídicas dos Ministérios. 236 não se aplica aos serviços notariais e de registro que já tenham sido oficializados pelo Poder Público. o membro do Ministério Público admitido antes da promulgação da Constituição. de 20. representar judicialmente a União nas causas de natureza fiscal. 29 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 34. 32. a partir de 1° de julho de 1989. em cada ano. no prazo máximo de oito anos. no RO n° 1. da Constituição. de 19. para o cumprimento do disposto neste artigo.9. Art. Serão estatizadas as serventias do § 3° Poderá optar pelo regime anterior. será facultada a opção. emitir. Poderão as entidades devedoras. nos termos da lei complementar. ƒƒ Ac. 30 Advocacia-Geral da União.2006. 30. no exato montante do dispêndio. assentou que a norma do parágrafo único do art. Art. em prestações anuais. 33.-TSE. no que respeita às garantias e vantagens. Parágrafo único. o art. até a promulgação das leis complementares previstas neste artigo. o da Constituição de 1967. e pelas posteriores. por decisão editada pelo Poder Executivo até cento e oitenta dias da promulgação da Constituição. encaminhará ao Congresso Nacional projeto de lei complementar dispondo sobre a organização e o funcionamento da Advocacia-Geral da União. mesmo após a EC n° 45/2004.070: “O Supremo Tribunal Federal. e designará o dia para a eleição prevista no art. entre as carreiras do Ministério Público Federal e da Advocacia-Geral da União.c. Art.Art. por ocasião do julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade n° 2. observandose.836/RJ. Art. do ADCT c. que pode ser ao Ministério Público Estadual. as Procuradorias e Departamentos Jurídicos de autarquias federais com representação própria e os membros das Procuradorias das Universidades fundacionais públicas continuarão a exercer suas atividades na área das respectivas atribuições. mantido. a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. Sendo assim. a situação jurídica na data desta. no REspe n° 26.9. até então.768: permissão de atividade político-partidária. foro judicial. CONSTITUIÇÃO FEDERAL e Militar que tenham adquirido estabilidade nessas funções passam a integrar o quadro da respectiva carreira. O sistema tributário nacional entra- § 4° Os atuais integrantes do quadro suplementar dos Ministérios Públicos do Trabalho rá em vigor a partir do primeiro dia do quinto mês seguinte ao da promulgação da Constituição.2006. com atualização. § 1° O Presidente da República. títulos de dívida pública não computáveis para efeito do limite global de endividamento. Ressalvados os créditos de natureza alimentar. 31. de 12. poderá ser pago em moeda corrente. A legislação que criar a justiça de paz manterá os atuais juízes de paz até a posse dos novos titulares. no prazo de cento e vinte dias. II. 29. § 3°. 281. § 5° Cabe à atual Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. de 1969. aos membros do Ministério Público da União que ingressaram na carreira antes da Constituição Federal de 1988 e que tenham. quanto às vedações.12. o valor dos precatórios judiciais pendentes de pagamento na data da promulgação da Constituição. 98. O disposto no art. parágrafo único. da LC n° 75/1993.2006. é formalizável a qualquer tempo”. de forma irretratável. incluído o remanescente de juros e correção monetária. na área da respectiva competência. optado pelo regime anterior no prazo de 2 anos da promulgação da lei complementar. no âmbito do Ministério Público dos Estados. iguais e sucessivas. § 2° Aos atuais Procuradores da República. no RO n° 999 e. assegurando-lhes os direitos e atribuições conferidos a estes. assim definidas em lei. Art. diretamente ou por delegação.

Ato das Disposições Constitucionais Transitórias . 153. as empresas distribuidoras de energia elétrica. § 5° Vigente o novo sistema tributário nacional. respectivamente. c.A. I. atingindo em 1993 o percentual estabelecido no art. será elevado à razão de meio ponto percentual por exercício financeiro. o Banco de Desenvolvimento do Centro-Oeste. b. a e b. 150. III – o percentual relativo ao Fundo de Par- § 3° Promulgada a Constituição. III. não se aplica aos impostos de que tratam os arts. até atingir o estabelecido no art. a. através do Banco do Nordeste do Brasil S. § 4° As leis editadas nos termos do parágrafo anterior produzirão efeitos a partir da entrada em vigor do sistema tributário nacional previsto na Constituição. b. I. no prazo de sessenta dias contados da promulgação da Constituição. os Estados e o Distrito Federal. 25. I. 159. b. de 7 de janeiro de 1975. I. § 6° Até 31 de dezembro de 1989. pelo pagamento do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias incidente sobre energia elétrica. especialmente de seu art. ticipação dos Municípios. 155. e 159. Enquanto não entrar em vigor a lei prevista no art. inclusive. as alíquotas máximas do imposto municipal sobre vendas a varejo de combustíveis líquidos e gasosos não excederão a três por cento. por ocasião da saída do produto de seus estabelecimentos. os Estados. a partir de 1989. inclusive. o Distrito Federal e os Municípios poderão editar as leis necessárias à aplicação do sistema tributário nacional nela previsto. 159. calculado o imposto sobre o preço então praticado na operação final e assegurado seu recolhimento ao Estado ou ao Distrito Federal. I. c. nos termos da lei. e 156. § 9° Até que lei complementar disponha sobre a matéria. II. conforme o local onde deva ocorrer essa operação. mediante convênio celebrado nos termos da Lei Complementar n° 24. não for editada a lei complementar necessária à instituição do imposto de que trata o art. 161. até 1992. a partir de 1990. 148. é assegurada a aplicação dos recursos previstos naquele dispositivo da seguinte maneira: I – seis décimos por cento na Região Norte. Fica criado. II e § 11. 159. II – o percentual relativo ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal será acrescido de um ponto percentual no exercício financeiro de 1989 e.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° Entrarão em vigor com a promulgação da Constituição os arts. no que não seja incompatível com ele e com a legislação referida nos §§ 3° e 4°. inclusive. a União. II – um inteiro e oito décimos por cento na Região Nordeste. desde a produção ou importação até a última operação. 155. 154. 34 III. através do Banco do Brasil S. I. cuja promulgação se fará até 31 de dezembro de 1989. os percentuais serão.A. revogadas as disposições em contrário da Constituição de 1967 e das Emendas que a modificaram. que podem ser cobrados trinta dias após a publicação da lei que os tenha instituído ou aumentado. § 10.A. serão as responsáveis. fixarão normas para regular provisoriamente a matéria. 149. na condição de contribuintes ou de substitutos tributários. 156. fica assegurada a aplicação da legislação anterior. calculados sobre o produto da arrecadação dos impostos referidos no art. § 8° Se. I.. III e IV. III – seis décimos por cento na Região CentroOeste. à razão de meio ponto por exercício. 150. Art. de dezoito por cento e de vinte por cento. mantidos os atuais critérios de rateio até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o art. ainda que destinado a outra unidade da Federação. o disposto no art. III. § 2° O Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e o Fundo de Participação dos Municípios obedecerão às seguintes determinações: I – a partir da promulgação da Constituição. para 253 Constituição ADCT Federal § 7° Até que sejam fixadas em lei complementar. III. através do Banco da Amazônia S..

c. III. Para efeito do cumprimento das I – o projeto do plano plurianual. 148. 40. 38. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público federal. em benefício das Centrais Elétricas Brasileiras S. Art. Art. não III – o projeto de lei orçamentária da União prejudica a cobrança do empréstimo compulsório instituído. será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa. de 28 de novembro de 1962. CONSTITUIÇÃO FEDERAL devolvido para sanção até o encerramento do primeiro período da sessão legislativa. reduzindo o percentual excedente à razão de um quinto por ano.A. § 9°. um quinto por ano. e 192. 165. Art. A urgência prevista no art.Art. trito Federal e os Municípios. será encaminhado até quatro meses antes do encerramento do primeiro exercício financeiro e devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa. excluem-se das despesas totais as relativas: plano plurianual. após a promulgação da Constituição. 35 dar cumprimento. § 2°. Art. e de incentivos fiscais. III – à manutenção dos órgãos federais no Distrito Federal. 159. Parágrafo único. se não forem ratificados pelo Congresso Nacional no prazo de dois anos. distribuindo-se os recursos entre as regiões macroeconômicas em razão proporcional à população. com suas características de área livre de comércio. 37. os Estados. ao que determinam os arts. 36. o Poder Executivo deverá elaborar e o Poder Legislativo apreciar projeto de revisão da lei orçamentária referente ao exercício financeiro de 1989. 167. É mantida a Zona Franca de Manaus. I – aos projetos considerados prioritários no II – à segurança e defesa nacional. § 12. 165. IV – ao Congresso Nacional. extinguir-se-ão. a partir da situação verificada no biênio 1986-87. Art. 39. 169.156. I e II. Até a promulgação da lei complementar referida no art. com as alterações posteriores. o Dis- V – ao serviço da dívida da administração direta e indireta da União. § 7°. Art. de exportação e importação. deverão retornar àquele limite. Contas da União e ao Poder Judiciário. O disposto no art. 35. para vigência disposições constitucionais que impliquem variações de despesas e receitas da União. § 1° Para aplicação dos critérios de que trata este artigo. A adaptação ao que estabelece o art. A União. (Eletrobrás). da Constituição. pela Lei n° 4. quando a respectiva despesa de pessoal exceder o limite previsto neste artigo. os Estados. a União. Os fundos existentes na data da prido de forma progressiva. no prazo de até dez anos. II. pelo menos. deverá processar-se no prazo de cinco anos. II. será cum- promulgação da Constituição. na referida região. 161. pelo prazo de vinte II – o projeto de lei de diretrizes orçamentárias será encaminhado até oito meses e meio antes do encerramento do exercício financeiro e 254 . serão obedecidas as seguintes normas: até o final do primeiro exercício financeiro do mandato presidencial subseqüente. § 2° Até a entrada em vigor da lei complementar a que se refere o art. O Congresso Nacional deverá votar no prazo de doze meses a lei complementar prevista no art. reduzindo-se o excesso à base de. I. o Distrito Federal e os Municípios não poderão despender com pessoal mais do que sessenta e cinco por cento do valor das respectivas receitas correntes. excetuados os resultantes de isenções fiscais que passem a integrar patrimônio privado e os que interessem à defesa nacional. ao Tribunal de Parágrafo único.

com a redação da Emenda Constitucional n° 1. Art. em relação a incentivos concedidos sob condição e com prazo certo. até seu efetivo pagamento. caso os trabalhos de pesquisa ou de lavra não hajam sido Parágrafo único. 176. desde que a energia e o produto da lavra sejam utilizados nos respectivos processos industriais. tenham o produto de sua lavra e beneficiamento destinado a industrialização no território nacional. a partir da promulgação da Constituição. propondo aos Poderes Legislativos respectivos as medidas cabíveis. celebrados nos termos do art. àquela data. a União aplicará. Art. Art. 45 da Lei n° 2. 23. 43 e nas condições do art. também deverão ser reavaliados e reconfirmados nos prazos deste artigo. do Distrito Federal e dos Municípios reavaliarão todos os incentivos fiscais de natureza setorial ora em vigor. II – cinqüenta por cento na Região Nordeste. Ficam excluídas do monopólio estabelecido pelo art. dos recursos destinados à irrigação: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 46. § 3° Os incentivos concedidos por convênio entre Estados. a partir da promulgação da Constituição. que estejam em vigor na data da promulgação da Constituição. § 2° Ficarão também dispensadas do cumprimento do disposto no art. Art. a contar da promulgação da Constituição. 177. Na data da promulgação da lei que disciplinar a pesquisa e a lavra de recursos e jazidas minerais. 1° da EC n° 43/2004. Durante 25 (vinte e cinco) anos. Art. Os Poderes Executivos da União. os incentivos que não forem confirmados por lei.A. a partir da data da promulgação da Constituição. 177. Art. os contratos de risco feitos com a Petróleo Brasileiro S. de 3 de outubro de 1953. Ficam ressalvados da vedação do art. 46 nos prazos Parágrafo único. preferencialmente no semi-árido.CONSTITUIÇÃO FEDERAL e cinco anos. § 1°. concessões e demais títulos atributivos de direitos minerários. II. § 3° As empresas brasileiras referidas no § 1° somente poderão ter autorizações de pesquisa e concessões de lavra ou potenciais de energia hidráulica. em seus próprios estabelecimentos ou em empresa industrial controladora ou controlada. § 1°. I – vinte por cento na Região Centro-Oeste. ou no prazo de um ano. 41. as empresas brasileiras ficarão dispensadas do cumprimento do disposto no art. São sujeitos à correção monetária desde o vencimento. 176. desde que. as empresas brasileiras titulares de concessão de energia hidráulica para uso em seu processo de industrialização. Somente por lei federal podem ser modificados os critérios que disciplinaram ou venham a disciplinar a aprovação dos projetos na Zona Franca de Manaus. para cumprir os requisitos do art. comprovadamente iniciados legais ou estejam inativos. 42. (Petrobrás). 43. § 6°. da Constituição as refinarias em funcionamento no País amparadas pelo art. § 1°. concessão de lavra de recursos minerais e de aproveitamento dos potenciais de energia hidráulica em vigor terão quatro anos. sem interrupção ou suspensão. 44. tornar-se-ão sem efeito as autorizações. nacional previstas no texto constitucional. 176. da Constituição de 1967. Art. 45. os 255 Constituição ADCT Federal . § 2° A revogação não prejudicará os direitos que já tiverem sido adquiridos.004. As atuais empresas brasileiras titulares de autorização de pesquisa. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 1° Ressalvadas as disposições de interesse § 1° Considerar-se-ão revogados após dois anos. § 1°. dos Estados. no prazo de até quatro anos da data da promulgação da Constituição. para pesquisa de petróleo. de 17 de outubro de 1969.

ainda que através de refinanciamento e repasse de recursos pelo banco central. II – se a aplicação dos recursos não contrariar a finalidade do financiamento. IV – aos créditos das entidades da administração pública anteriores à promulgação da Constituição. 47 créditos junto a entidades submetidas aos regimes de intervenção ou liquidação extrajudicial. por instrumento próprio. ainda que ajuizados. aplica-se também: CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 2° A classificação de mini. a contar da data da promulgação da Constituição. inclusive as realizadas com recursos de fundos que tenham essas destinações. cessão ou subrogação de créditos ou cédulas hipotecárias. desde que relativos a crédito rural. 256 . O disposto neste artigo I – às operações realizadas posteriormente à decretação dos regimes referidos no caput deste artigo. alteração nas condições contratuais originais de forma a ajustá-las ao presente benefício. acrescido de juros legais e taxas judiciais. decorrentes de quaisquer empréstimos concedidos por bancos e por instituições financeiras. e pequenas empresas as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receita anual de até vinte e cinco mil Obrigações do Tesouro Nacional. o ônus recairá sobre a fonte de recursos originária. III – se não for demonstrado pela instituição credora que o mutuário dispõe de meios para o pagamento de seu débito. mais de cinco módulos rurais. § 1° Consideram-se. pequenos e médios produtores rurais no período de 28 de fevereiro de 1986 a 31 de dezembro de 1987. microempresas as pessoas jurídicas e as firmas individuais com receitas anuais de até dez mil Obrigações do Tesouro Nacional. Na liquidação dos débitos. Art. pequeno e médio produtor rural será feita obedecendo-se às normas de crédito rural vigentes à época do contrato. assistência financeira de liquidez. para efeito deste artigo. 47. § 6° A concessão do presente benefício por bancos comerciais privados em nenhuma hipótese acarretará ônus para o Poder Público. vier a ser efetivada no prazo de noventa dias. mesmo quando esses regimes sejam convertidos em falência. os bancos e as instituições financeiras promoverão. havendo interesse do mutuário. financiamento. suas renegociações e composições posteriores.Art. inclusive V – se o beneficiário não for proprietário de § 4° Os benefícios de que trata este artigo não se estendem aos débitos já quitados e aos devedores que sejam constituintes. § 7° No caso de repasse a agentes financeiros oficiais ou cooperativas de crédito. refinanciamento. II – às operações de empréstimo. § 3° A isenção da correção monetária a que se refere este artigo só será concedida nos seguintes casos: Parágrafo único. excluído desta demonstração seu estabelecimento. a casa de moradia e os instrumentos de trabalho e produção. estabelecimentos no período de 28 de fevereiro de 1986 a 28 de fevereiro de 1987. I – aos micro e pequenos empresários ou seus II – aos mini. efetivação de garantia de depósitos do público ou de compra de obrigações passivas. cabendo o ônus da prova à instituição credora. não existirá correção monetária desde que o empréstimo tenha sido concedido: I – se a liquidação do débito inicial. § 5° No caso de operações com prazos de vencimento posteriores à data-limite de liquidação da dívida. IV – se o financiamento inicial não ultrapassar o limite de cinco mil Obrigações do Tesouro Nacional. III – aos créditos anteriores à promulgação da Constituição. não liquidados até 1° de janeiro de 1988.

§ 2° Os direitos dos atuais ocupantes inscri- I – a instalação. situados na faixa de segurança. no caso de sua extinção. § 4° Remido o foro. sob pena de responsabilidade. § 1° No tocante às vendas. ou havendo interesse público. Art. Lei agrícola a ser promulgada no prazo de um ano disporá. elaborará código de defesa do consumidor. prioridades. a remição dos aforamentos mediante aquisição do domínio direto. Art. Art. dos Estados. no País. comercialização. pensão à viúva ou companheira ou dependente. fiteuse em imóveis urbanos. serão adotados os critérios e bases hoje vigentes na legislação especial dos imóveis da União.315. serão assegurados os seguintes direitos: I – aproveitamento no serviço público. 51. sendo inacumulável com quaisquer rendimentos recebidos dos cofres públicos. planejamento de safras. Art. ou de interesse do Governo brasileiro. nos termos da Constituição. no prazo de noventa dias. na conformidade do que dispuserem os respectivos contratos. a partir da orla marítima. tos ficam assegurados pela aplicação de outra modalidade de contrato. 50. de pessoas físicas ou jurídicas residentes ou domiciliadas no exterior. II – o aumento do percentual de participação. A vedação a que se refere este artigo não se aplica às autorizações resultantes de acordos internacionais. de valor igual à do inciso anterior. que poderá ser requerida a qualquer tempo. nos termos da Lei n° 5. confiar à guarda do registro de imóveis competente toda a documentação a ele relativa. 257 Constituição ADCT Federal . 48. 53. com base exclusivamente no critério de legalidade da operação. de forma proporcional. abastecimento interno. de novas agências de instituições financeiras domiciliadas no exterior. de 12 de setembro de 1967. 52. do Distrito Federal ou dos Municípios. ressalvado o direito de opção. no capital de instituições financeiras com sede no País. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 1° Quando não existir cláusula contratual. 192. a revisão obedecerá aos critérios de legalidade e de conveniência do interesse público. sobre os objetivos e instrumentos de política agrícola. Art. II – pensão especial correspondente à deixada por segundo-tenente das Forças Armadas. 49. realizadas no período de 1° de janeiro de 1962 a 31 de dezembro de 1987. 53 99 Depreende-se do contexto que a aludida revisão será feita com base exclusivamente no critério de legalidade da operação. Até que sejam fixadas as condições do art. Ao ex-combatente que tenha efetivamente participado de operações bélicas durante a Segunda Guerra Mundial. Serão revistos pelo Congresso Nacional. sendo facultada aos foreiros. através de Comissão mista. todas as doações. Parágrafo único. nos três anos a contar da data da promulgação da Constituição. sem a exigência de concurso. a revisão será feito III – em caso de morte. o antigo titular do domínio direto deverá. são vedados: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. comprovada a ilegalidade. mercado externo e instituição de crédito fundiário. de reciprocidade. § 3° Nas hipóteses previstas nos parágrafos anteriores. Art. 3° da EC n° 40/2003.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. O Congresso Nacional. vendas e concessões de terras públicas com área superior a três mil hectares. as terras reverterão ao patrimônio da União. com estabilidade. dentro de cento e vinte dias da promulgação da Constituição. A lei disporá sobre o instituto da en- § 2° No caso de concessões e doações. exceto os benefícios previdenciários. § 3° A enfiteuse continuará sendo aplicada aos terrenos de marinha e seus acrescidos.

extensiva aos dependentes. e amparados pelo DecretoLei n° 9. § 2° A liquidação poderá incluir pagamentos na forma de cessão de bens e prestação de serviços. Art. destinada aos Estados e Municípios devedores. de 23 de dezembro de 1986. em qualquer regime jurídico. terão seus valores revistos. expresso em número de salários mínimos. Até que seja aprovada a lei de diretrizes orçamentárias. do orçamento da seguridade social. lamento. § 2° Os benefícios estabelecidos neste artigo § 3° A concessão do benefício far-se-á conforme lei a ser proposta pelo Poder Executivo dentro de cento e cinqüenta dias da promulgação da Constituição. hospitalar e educacional gratuita. e pela Lei n° 7. dispensados os juros e multas sobre eles incidentes. 54 IV – assistência médica. passa Art. art. contribuíram para o esforço de guerra. obedecendo-se a esse critério de atualização até a implantação do plano de custeio e benefícios referidos no artigo seguinte. em cento e vinte parcelas mensais. Até que a lei disponha sobre o 258 . I.813. § 1° O benefício é estendido aos seringueiros que.Art. será bloqueada e repassada à previdência social para pagamento de seus débitos. sendo o restante dividido em parcelas mensais de igual valor. mantidos pela previdência social na data da promulgação da Constituição. para os que não a possuam ou para suas viúvas ou companheiras. Os benefícios de prestação continuada. CONSTITUIÇÃO FEDERAL a integrar a receita da seguridade social. de 8 de maio de 1985. de 8 de julho de 1987. o débito será considerado vencido em sua totalidade. receberão. Art. 195. a fim de que seja restabelecido o poder aquisitivo. de 25 de maio de 1982. a arrecadação decorrente de. VI – prioridade na aquisição da casa própria. pensão mensal vitalícia no valor de dois salários mínimos. nesta hipótese. atendendo a apelo do Governo brasileiro. 54. para todos os efeitos legais. com correção monetária. parcela dos recursos correspondentes aos Fundos de Participação. V – aposentadoria com proventos integrais aos vinte e cinco anos de serviço efetivo. exclusivamente no exercício de 1988. 58. nos termos da Lei n° 7. os Estados e os Municípios consignarão.049. 57.578.882. Os débitos dos Estados e dos Parágrafo único. quando carentes. Art. no mínimo. 56. ressalvados. de 1° de agosto de 1983. excluído o seguro-desemprego.236. Art. § 4° Descumprida qualquer das condições estabelecidas para concessão do parcelamento. serão destinados ao setor de saúde. desde que os devedores requeiram o parcelamento e iniciem seu pagamento no prazo de cento e oitenta dias a contar da promulgação da Constituição. durante a Segunda Guerra Mundial. alterada pelo Decreto-Lei n° 2. qualquer outra pensão já concedida ao ex-combatente. § 1° O montante a ser pago em cada um dos dois primeiros anos não será inferior a cinco por cento do total do débito consolidado e atualizado. de 16 de setembro de 1946. A concessão da pensão especial do inciso II substitui. trinta por cento. § 3° Em garantia do cumprimento do parce- são transferíveis aos dependentes reconhecidamente carentes. anualmente.940. nos respectivos orçamentos as dotações necessárias ao pagamento de seus débitos. os compromissos assumidos com programas e projetos em andamento. que tinham na data de sua concessão. sobre ele incidindo juros de mora. pelo Decreto n° 91. 55. trabalhando na produção de borracha. de 14 de setembro de 1943. Municípios relativos às contribuições previdenciárias até 30 de junho de 1988 serão liquidados. na Região Amazônica. no mínimo. cinco dos seis décimos percentuais correspondentes à alíquota da contribuição de que trata o Decreto-Lei n° 1.611. Os seringueiros recrutados nos termos do Decreto-Lei n° 5.

no Distrito Federal e em cada Estado. Aprovados pelo Congresso Nacional. de um Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. os planos serão implantados progressivamente nos dezoito meses seguintes. a distribuição proporcional de seus recursos.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Parágrafo único. b) a forma de cálculo do valor anual mínimo por aluno. conforme estabelecido nos §§ 2° e 3° do art. e) prazo para fixar. o valor por aluno não alcançar o mínimo definido nacionalmente. nos respectivos âmbitos de atuação prioritária estabelecidos nos §§ 2° e 3° do art. 259 Constituição ADCT Federal . respeitadas as seguintes disposições: ƒƒ Caput com redação dada pelo art. na forma da lei a que se refere o inciso III do caput deste artigo. 2° da EC n° 53/2006. Art. II e III do art. o inciso II do caput do art. o Distrito Federal e os Municípios destinarão parte dos recursos a que se refere o caput do art. e distribuídos entre cada Estado e seus Municípios. Art. no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal. 59. V – a União complementará os recursos dos Fundos a que se refere o inciso II do caput deste artigo sempre que. 212 da Constituição Federal à manutenção e desenvolvimento da educação básica e à remuneração condigna dos trabalhadores da educação. 208 da Constituição Federal e as metas de universalização da educação básica estabelecidas no Plano Nacional de Educação. III e IV do caput do art. Os projetos de lei relativos à organização da seguridade social e aos planos de custeio e de benefício serão apresentados no prazo máximo de seis meses da promulgação da Constituição ao Congresso Nacional. em lei específica. c) os percentuais máximos de apropriação dos recursos dos Fundos pelas diversas etapas e modalidades da educação básica. as diferenças e as ponderações quanto ao valor anual por aluno entre etapas e modalidades da educação básica e tipos de estabelecimento de ensino. todos da Constituição Federal. VI – até 10% (dez por cento) da complementação da União prevista no inciso V do caput deste artigo poderá ser distribuída para os Fundos por meio de programas direcionados para a melhoria da qualidade da educação. bem como as metas do Plano Nacional de Educação. 212 da Constituição Federal. 60 III – observadas as garantias estabelecidas nos incisos I. os incisos II. 211 da Constituição Federal. vedada a utilização dos recursos a que se refere o § 5° do art. II – os Fundos referidos no inciso I do caput deste artigo serão constituídos por 20% (vinte por cento) dos recursos a que se referem os incisos I. proporcionalmente ao número de alunos das diversas etapas e modalidades da educação básica presencial. 211 da Constituição Federal. Art. d) a fiscalização e o controle dos Fundos. I – a distribuição dos recursos e de responsa- IV – os recursos recebidos à conta dos Fundos instituídos nos termos do inciso I do caput deste artigo serão aplicados pelos Estados e Municípios exclusivamente nos respectivos âmbitos de atuação prioritária. 158. 208 e 214 da Constituição Federal. 159. As prestações mensais dos benefícios atualizadas de acordo com este artigo serão devidas e pagas a partir do sétimo mês a contar da promulgação da Constituição. fixado em observância ao disposto no inciso VII do caput deste artigo. observados os arts. 60. que terá seis meses para apreciá-los. Parágrafo único. de natureza contábil. II. a lei disporá sobre: a) a organização dos Fundos. os Estados. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias bilidades entre o Distrito Federal. piso salarial profissional nacional para os profissionais do magistério público da educação básica. 157. Até o 14° (décimo quarto) ano a partir da promulgação desta Emenda Constitucional. 155. III e IV do caput do art. os Estados e seus Municípios é assegurada mediante a criação. matriculados nas respectivas redes. e as alíneas a e b do inciso I e o inciso II do caput do art.

a melhoria 260 . da seguinte forma: ƒƒ Parágrafos 1° a 5° com redação dada pelo art. 159 da Constituição Federal: a) 16. b) 18. será alcançada gradativamente nos primeiros 3 (três) anos de vigência dos Fundos.000. § 5° A porcentagem dos recursos de constituição dos Fundos. c) R$ 4.000.000.000.000. de forma a garantir padrão mínimo definido nacionalmente. b.500. IX – os valores a que se referem as alíneas a. c) 20% (vinte por cento).000. no segundo ano. os Estados. b) R$ 3. no mínimo: a) R$ 2. no terceiro ano de vigência dos Fundos. conforme o inciso II do caput deste artigo. no Fundo de cada Estado e do Distrito Federal. 2/3 (dois terços) no segundo ano e sua totalidade a partir do terceiro ano. XI – o não-cumprimento do disposto nos incisos V e VII do caput deste artigo importará crime de responsabilidade da autoridade competente.Art. X – aplica-se à complementação da União o disposto no art. 212 da Constituição Federal suportará. § 4° Para efeito de distribuição de recursos dos Fundos a que se refere o inciso I do caput deste artigo. I – no caso dos impostos e transferências constantes do inciso II do caput do art. 2° da EC n° 53/2006. o Distrito Federal e os Municípios deverão assegurar. a partir do quarto ano de vigência dos Fundos.000.00 (três bilhões de reais). no financiamento da educação básica. e das alíneas a e b do inciso I e do inciso II do caput do art. 2° da EC n° 53/2006. § 2° O valor por aluno do ensino fundamen- tal. no primeiro ano. 30% (trinta por cento) da complementação da União. em caráter permanente. trata o inciso V do caput deste artigo será de.00 (dois bilhões de reais). não poderá ser inferior ao valor mínimo fixado nacionalmente no ano anterior ao da vigência desta Emenda Constitucional. levar-se-á em conta a totalidade das matrículas no ensino fundamental e considerar-se-á para a educação infantil. 155. anualmente. o valor real da complementação da União. 160 da Constituição Federal. a partir do terceiro ano. § 3° O valor anual mínimo por aluno do VIII – a vinculação de recursos à manuten- ção e desenvolvimento do ensino estabelecida no art. de forma a preservar.00 (quatro bilhões e quinhentos milhões de reais). 60 VII – a complementação da União de que CONSTITUIÇÃO FEDERAL da qualidade de ensino. ƒƒ Incisos I a XII acrescidos pelo art.66% (dezesseis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento). considerando-se para os fins deste inciso os valores previstos no inciso VII do caput deste artigo. 158. ensino fundamental. a partir da promulgação desta Emenda Constitucional. no ano anterior à vigência desta Emenda Constitucional.000. e c do inciso VII do caput deste artigo serão atualizados. no máximo. no primeiro ano de vigência dos Fundos. do inciso IV do caput do art. § 1° A União. não poderá ser inferior ao praticado no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério – FUNDEF. no âmbito do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – FUNDEB. para o ensino médio e para a educação de jovens e adultos 1/3 (um terço) das matrículas no primeiro ano. d) 10% (dez por cento) do total dos recursos a que se refere o inciso II do caput deste artigo. XII – proporção não inferior a 60% (sessenta por cento) de cada Fundo referido no inciso I do caput deste artigo será destinada ao pagamento dos profissionais do magistério da educação básica em efetivo exercício. no segundo ano de vigência dos Fundos.33% (dezoito inteiros e trinta e três centésimos por cento).

Art. se refere o art. nos últimos três anos. desdobrar-se em tantas subcomissões quantas forem necessárias. nos exercícios financeiros de 1994 e 1995. com o objetivo de saneamento financeiro da 261 Constituição ADCT Federal . econômica e cultural do País. 65. 213. 68. promoverão edição popular do texto integral da Constituição. para promover as comemorações do centenário da proclamação da República e da promulgação da primeira Constituição republicana do País. que será posta à disposição das escolas e dos cartórios. a seu critério. Art. o Fundo Social de Emergência. 67. o art. 71. 2° da EC n° 53/2006). poderão continuar a recebê-los. No desenvolvimento de suas atribuições. § 4°. As entidades educacionais a que Art. 63. ƒƒ Inciso II e alíneas a a c acrescidos pelo art. tenham recebido recursos públicos. devendo o Estado emitir-lhes os títulos respectivos. nos termos do art. na data da promulgação da Constituição. a Comissão promoverá estudos. debates e avaliações sobre a evolução política. A lei criará o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR) nos moldes da legislação relativa ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e ao Serviço Nacional de Aprendizagem do Comércio (SENAC). 69.CONSTITUIÇÃO FEDERAL ƒƒ Inciso I e alíneas a a c acrescidos pelo art. de modo que cada cidadão brasileiro possa receber do Estado um exemplar da Constituição do Brasil. Art. A União concluirá a demarcação das terras indígenas no prazo de cinco anos a partir da promulgação da Constituição. Será permitido aos Estados manter consultorias jurídicas separadas de suas Procuradorias-Gerais ou Advocacias-Gerais. b) 13. gratuitamente. dos sindicatos. 2° da EC n° 53/2006). II – no caso dos impostos e transferências constantes dos incisos I e III do caput do art. Art. no prazo de doze meses. bem como as fundações de ensino e pesquisa cuja criação tenha sido autorizada por lei. da administração direta ou indireta. 158 da Constituição Federal: a) 6. São mantidas as concessões de serviços públicos de telecomunicações atualmente em vigor. É instituído. § 7° (Revogado pelo art. e dos incisos II e III do caput do art. dos Estados. podendo. do Distrito Federal e dos Municípios. Art. da Constituição. das igrejas e de outras instituições representativas da comunidade. Fica mantida a atual competência dos tribunais estaduais até que a mesma seja definida na Constituição do Estado.33% (treze inteiros e trinta e três centésimos por cento). sendo três do Poder Legislativo. c) 20% (vinte por cento). É criada uma Comissão composta de nove membros. 220. três do Poder Judiciário e três do Poder Executivo. inclusive fundações instituídas e mantidas pelo Poder Público. 61. Aos remanescentes das comunidades dos quilombos que estejam ocupando suas terras é reconhecida a propriedade definitiva. O Poder Legislativo regulamentará. a partir do terceiro ano. 62. 71 social. Art. Art. Parágrafo único. 125. que preencham os requisitos dos incisos I e II do referido artigo e que. 70. bem assim nos períodos de 1° de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997 e 1° de julho de 1997 a 31 de dezembro de 1999. podendo articular-se com os governos estaduais e municipais e com instituições públicas e privadas que desejem participar dos eventos. tenham órgãos distintos para as respectivas funções.66% (seis inteiros e sessenta e seis centésimos por cento). 66. dos quartéis. no primeiro ano. nos termos da lei. 2° da EC n° 53/2006. Art. 2° da EC n° 53/2006. 155. Art. desde que. sem prejuízo das atribuições dos órgãos públicos que atuam na área. 157. no segundo ano. § 1°. salvo disposição legal em contrário. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 6° (Revogado pelo art. Art. A Imprensa Nacional e demais gráficas da União. 64. do inciso II do caput do art. Art.

V – a parcela do produto da arrecadação da contribuição de que trata a Lei Complementar n° 7. nos exercícios financeiros de 1994 e 1995. e despesas orçamentárias associadas a programas de relevante interesse econômico e social. ƒƒ Inciso V com redação dada pelo art. ƒƒ Parágrafo 1° acrescido pelo art. previamente deduzida da base de cálculo das vinculações ou participações constitucionais previstas nos arts. § 2° As parcelas de que tratam os incisos I. II e III. ƒƒ Inciso I acrescido pelo art. II. e modificações posteriores. não se lhes aplicando o disposto nos arts. 1° da ECR n° 1/1994. a qual será calculada.848.Art. § 5°. III III – a parcela do produto da arrecadação e V serão previamente deduzidas da base de cálculo de qualquer vinculação ou participação constitucional ou legal. II. ƒƒ Inciso VI acrescido pelo art. pela União. 60 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. cujos recursos serão aplicados prioritariamente no custeio das ações dos sistemas de saúde e educação. 1° da ECR n° 1/1994.212. de 21 de junho de 1994. Art. 72. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. § 3° A parcela de que trata o inciso IV será IV – vinte por cento do produto da arrecadação de todos os impostos e contribuições da União. 1° da ECR n° 1/1994. de 15 de dezembro de 1988. mantidas as demais normas da Lei n° 7. resultante da elevação da alíquota da contribuição social sobre o lucro dos contribuintes a que se refere o § 1° do art. 1° da EC n° 17/1997. 262 . devida pelas pessoas jurídicas a que se refere o inciso III deste artigo. 159. ou relativas a títulos e valores mobiliários. Integram o Fundo Social de Emergência: ƒƒ Caput acrescido pelo art. bem assim nos períodos de 1° de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997 e de 1° de julho de 1997 a 31 de dezembro de 1999. 72 Fazenda Pública Federal e de estabilização econômica. como definida na legislação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza.894. de 7 de setembro de 1970. benefícios previdenciários e auxílios assistenciais de prestação continuada. 2° da EC n° 17/1997. sujeita a alteração por lei ordinária.849 e 8. II – a parcela do produto da arrecadação do § 1° As alíquotas e a base de cálculo previstas nos incisos III e V aplicar-se-ão a partir do primeiro dia do mês seguinte aos noventa dias posteriores à promulgação desta Emenda. a qualquer título. imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza e do imposto sobre operações de crédito. câmbio e seguro. e 159 da Constituição. ambas de 28 de janeiro de 1994. observado o disposto nos §§ 3° e 4°. mediante a aplicação da alíquota de setenta e cinco centésimos por cento. 212 e 239 da Constituição. CONSTITUIÇÃO FEDERAL previsto nos incisos I. de 24 de julho de 1991. 2° da EC n° 10/1996. passa a ser de trinta por cento. 22 da Lei n° 8. VI – outras receitas previstas em lei específica. I – o produto da arrecadação do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza incidente na fonte sobre pagamentos efetuados. nos exercícios financeiros de 1994 a 1995. 157. excetuado o § 4° O disposto no parágrafo anterior não se aplica aos recursos previstos nos arts. inclusive suas autarquias e fundações. incluindo a complementação de recursos de que trata o § 3° do art.689. sobre a receita bruta operacional. ƒƒ Incisos II a IV com redação dada pelo art. já instituídos ou a serem criados. inclusive liquidação de passivo previdenciário. e pelas Leis nos 8. sujeita a alteração por lei ordinária posterior. bem assim no período de 1° de janeiro de 1996 a 30 de junho de 1997. 153. 158. a qual. 1° da ECR n° 1/1994. II. decorrente das alterações produzidas pela Lei n° 8. 212 e 239 da Constituição.

Ato das Disposições Constitucionais Transitórias . § 2° A contribuição de que trata este artigo não se aplica o disposto nos arts. I. 76. § 4° A contribuição de que trata este artigo § 1° O disposto no caput não reduzirá a base de cálculo das transferências a Estados. não poderá exceder a cinco inteiros e seis décimos por cento do total do produto da sua arrecadação. § 3° O produto da arrecadação da contribuição de que trata este artigo será destinado integralmente ao Fundo Nacional de Saúde. 76 no art. a cinco inteiros e seis décimos por cento do total do produto da sua arrecadação. terá sua exigibilidade subordinada ao disposto Art. cujos recursos serão destinados ao custeio da saúde e da previdência social. vida pública interna. por trinta e seis meses. a alíquota da contribuição será de trinta e oito centésimos por cento. II – no caso do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza. ƒƒ Incisos I e II acrescidos pelo art. decorrente da alteração da alíquota. ƒƒ Art. § 2° O resultado do aumento da arrecadação. § 1° Observado o disposto no § 6° do art. § 6°. ƒƒ Parágrafos 2° a 5° com redação dada pelo art. 2000 e 2001. fundo ou despesa. da Constituição. Art. 1° da EC n° 21/1999. I – no caso do imposto sobre propriedade territorial rural. e não poderá ser cobrada por prazo superior a dois anos. ƒƒ Art. da Constituição. prevista e não realizada em 1999. modificada pela Lei n° 9. É prorrogada. a oitenta e seis inteiros e dois décimos por cento do total do produto da sua arrecadação. 73. 74 e §§ 1° a 4° acrescidos pelo artigo único da EC n° 12/1996. total ou parcialmente. § 3° É a União autorizada a emitir títulos da dí- Art. de 24 de outubro de 1996. nos limites aqui definidos. até 31 de dezembro de 2015. 75. e 154. será destinado ao custeio da previdência social. destinada ao Fundo Social de Emergência. 195 da Constituição Federal. Art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. 20% (vinte por cento) da arrecadação da União de impostos. 74. nos termos do inciso II deste artigo. 1° da ECR n° 1/1994. 75 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. facultado ao Poder Executivo reduzi-la ou restabelecê-la. contribuições sociais e de intervenção no domínio econômico. facultado ao Poder Executivo reduzi-la total ou parcialmente. em montante equivalente ao produto da arrecadação da contribuição. nos meses subseqüentes. § 5°. de 12 de dezembro de 1997. já instituídos ou que vierem a ser criados até a referida data. São desvinculados de órgão. nos primeiros doze meses. Na regulação do Fundo Social de Emergência não poderá ser utilizado o instrumento previsto no inciso V do art. na forma do § 5º 263 Constituição ADCT Federal do imposto sobre renda e proventos de qualquer natureza. para financiamento das ações e serviços de saúde. e de trinta centésimos. seus adicionais e respectivos acréscimos legais. nas condições e limites fixados em lei. 74. ƒƒ Art. Distrito Federal e Municípios. § 1° A alíquota da contribuição de que trata este artigo não excederá a vinte e cinco centésimos por cento. 153. 59 da Constituição.311. 1° da EC n° 68/2011. instituída pela Lei n° 9. nos exercícios financeiros de 1999. cuja vigência é também prorrogada por idêntico prazo.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° A parcela dos recursos provenientes Art. 195. 1° da ECR n° 1/1994.539. A União poderá instituir contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. 2° da EC n° 10/1996. 73 acrescido pelo art. a cobrança da contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira de que trata o art.

1° da EC n° 68/2011. do Distrito Federal e dos Municípios destinados às ações e serviços públicos de saúde e os transferidos pela União para a mesma finalidade serão aplicados por meio de Fundo de Saúde que será acompanhado e fiscalizado por Conselho de Saúde. acrescido de juros legais. 74 da Constituição Federal. os precatórios pendentes na data de promulgação desta Emenda e os que decorram de ações iniciais ajuizadas até 31 de dezembro de 1999 serão liquidados pelo seu valor real. a partir de 2000. em moeda corrente. o percentual referido no caput será nulo. do inciso I do art. nem a base de cálculo das destinações a que se refere a alínea c do inciso I do art. 159 da Constituição Federal. deduzidas as parcelas que forem transferidas aos respectivos Municípios. sem prejuízo do disposto no art. a aplicação será de pelo menos sete por cento. até o exercício financeiro de 2004. 157 e 159. ƒƒ Parágrafo 2° com redação dada pelo art.Art. Art. no mínimo. quinze por cento. 77. inciso I. doze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. 158 e das alíneas a. ƒƒ Parágrafo 3° com redação dada pelo art. e III – no caso dos Municípios e do Distrito Federal. ƒƒ Art. Até o exercício financeiro de 2004. iguais e sucessivas. aplicar-se-á à União. ao Distrito Federal e aos Municípios o disposto neste artigo. § 3°. 77 do art. 212 da Constituição Federal. Ressalvados os créditos definidos em lei como de pequeno valor. se não liquidadas até 264 . incisos I a III. 155 e dos recursos de que tratam os arts. b e d do inciso I e do inciso II do art. 1° da EC n° 68/2011. o Distrito Federal e os Municípios que apliquem percentuais inferiores aos fixados nos incisos II e III deverão elevá-los gradualmente. em ações e serviços básicos de saúde. a critério do credor. aos Estados. reduzida a diferença à razão de. 212 da Constituição Federal. b) do ano 2001 ao ano 2004. corrigido pela variação nominal do Produto Interno Bruto – PIB. 78. § 2° As prestações anuais a que se refere o caput deste artigo terão. 153. 157. quinze por cento do produto da arrecadação dos impostos a que se refere o art. em prestações anuais. 77. a partir do exercício financeiro de 2005. os recursos mínimos aplicados nas ações e serviços públicos de saúde serão equivalentes: I – no caso da União: a) no ano 2000. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. § 2° Dos recursos da União apurados nos termos deste artigo. um quinto por ano. § 4° Na ausência da lei complementar a que se refere o art. o montante empenhado em ações e serviços públicos de saúde no exercício financeiro de 1999 acrescido de. 159 da Constituição Federal. inciso I. serão aplicados nos Municípios. na forma da lei. Art. II – no caso dos Estados e do Distrito Federal. § 3° Os recursos dos Estados. pelo menos. os de natureza alimentícia. segundo o critério populacional. 1° da EC n° 68/2011. 198. 7° da EC n° 29/2000. alínea b e § 3°. no prazo máximo de dez anos. os de que trata o art. e inciso II. sendo que. § 2° Excetua-se da desvinculação de que trata § 3° Para efeito do cálculo dos recursos para manutenção e desenvolvimento do ensino de que trata o art. e §§ 1° a 4° acrescidos pelo art. o caput a arrecadação da contribuição social do salário-educação a que se refere o § 5º do art. o valor apurado no ano anterior. no mínimo. 156 e dos recursos de que tratam os arts. permitida a cessão dos créditos. 33 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e suas complementações e os que já tiverem os seus respectivos recursos liberados ou depositados em juízo. dos incisos I e II do art. alínea a. cinco por cento. § 1° É permitida a decomposição de parcelas. 158 e 159. CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 1° Os Estados.

requisitar ou determinar o seqüestro de recursos financeiros da entidade executada. incidente sobre produtos supérfluos e aplicável até a extinção do Fundo. na alíquota da contribuição social de que trata o art. a ser regulado por lei complementar com o objetivo de viabilizar a todos os brasileiros acesso a níveis dignos de subsistência. 81. a serem definidas na regulamentação do referido Fundo. de qualquer natureza. o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. educação. ou de participação societária remanescente após a alienação. saúde. Art. 79. Art. 1° da EC n° 67/2010. na forma da lei. 81 II – a parcela do produto da arrecadação correspondente a um adicional de cinco pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados – IPI. pelos recursos recebidos pela União em decorrência da desestatização de sociedades de economia mista ou empresas públicas por ela controladas. ƒƒ Art. 1° da EC n° 31/2000. poder liberatório do pagamento de tributos da entidade devedora. III – o produto da arrecadação do imposto de que trata o art. progressivamente resgatáveis após 18 de junho de 2002. desde que comprovadamente único à época da imissão na posse. suficientes à satisfação da prestação. § 1° Aos recursos integrantes do Fundo de que trata este artigo não se aplica o disposto nos arts. inciso IV. 79. Art. ƒƒ Art. 80. será integralmente repassada ao Fundo. 80 e incisos I a VI acrescidos pelo art. para vigorar até o ano de 2010. nos termos da lei. da Constituição. inciso VII. V – doações. quando a operação envolver a alienação do respectivo controle acionário a pessoa ou entidade não integrante da Administração Pública. 2° da EC n° 30/2000. 1° da EC n° 31/2000. em títulos públicos federais. É instituído. reforço de renda familiar e outros programas de relevante interesse social voltados para melhoria da qualidade de vida. 79 e parágrafo único acrescidos pelo art. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 4° O Presidente do Tribunal competente deverá. ou do imposto que vier a substituí-lo. cujos recursos serão aplicados em ações suplementares de nutrição. É instituído Fundo constituído Art. Compõem o Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza: I – a parcela do produto da arrecadação correspondente a um adicional de oito centésimos por cento. preservado o seu valor real. 153. Parágrafo único. gerados a partir de 18 de junho 265 Constituição ADCT Federal . habitação. direta ou indiretamente. § 2° A arrecadação decorrente do disposto no inciso I deste artigo. 159 e 167. da Constituição. 99 Prazo de vigência prorrogado por tempo indeterminado pelo art. aplicável de 18 de junho de 2000 a 17 de junho de 2002. de pessoas físicas ou jurídicas do País ou do exterior. VI – outras receitas. cujos rendimentos. vencido o prazo ou em caso de omissão no orçamento. § 3° O prazo referido no caput deste artigo fica reduzido para dois anos. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. no âmbito do Poder Executivo Federal. IV – dotações orçamentárias. 78 e §§ 1° a 4° acrescidos pelo art. no período compreendido entre 18 de junho de 2000 e o início da vigência da lei complementar a que se refere a art. 1° da EC n° 31/2000. 75 do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. O Fundo previsto neste artigo terá Conselho Consultivo e de Acompanhamento que conte com a participação de representantes da sociedade civil.CONSTITUIÇÃO FEDERAL o final do exercício a que se referem. a requerimento do credor. ou preterição ao direito de precedência. assim como qualquer desvinculação de recursos orçamentários. nos casos de precatórios judiciais originários de desapropriação de imóvel residencial do credor. ƒƒ Art.

sobre este percentual. ƒƒ Caput acrescido pelo art. 82. Art. poderá ser criado adicional de até dois pontos percentuais na alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços – ICMS. devendo os referidos Fundos ser geridos por entidades que contem com a participação da sociedade civil. deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 83. ƒƒ Parágrafo 2° acrescido pelo art. duais e Distrital. Art. 1° da EC n° 31/2000. não alcance o valor de quatro bilhões de reais. II – dez centésimos por cento ao custeio da previdência social.Art. 158. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. § 2°. sobre serviços supérfluos. 80. com os recursos de que trata este artigo e outros que vierem a destinar. na forma deste artigo. IV. 80. da Constituição. a vigência da Lei n° 9. 74. 3° da EC n° 37/2002. inciso II. Os Estados. não se aplicando o disposto no art. 84. § 3° A constituição do Fundo a que se refere o caput. 84 e § 1° acrescido pelo art. § 9°.311. de 24 de outubro de 1996. 155. da Constituição. e suas alterações. Lei federal definirá os produtos e ser- viços supérfluos a que se referem os arts. § 1° Fica prorrogada até a data referida no caput deste artigo. § 2° Para o financiamento dos Fundos Municipais. § 2° Do produto da arrecadação da con- tribuição social de que trata este artigo será destinada a parcela correspondente à alíquota de: I – vinte centésimos por cento ao Fundo Nacional de Saúde. 81 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. sobre os produtos e serviços supérfluos e nas condições definidas na lei complementar de que trata o art. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I a III acrescidos pelo art. Art. de que tratam os arts. XII. I. A contribuição provisória sobre movimentação ou transmissão de valores e de créditos e direitos de natureza financeira. 165. § 1° Caso o montante anual previsto nos rendimentos transferidos ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. ƒƒ Parágrafo 1° com redação dada pelo art. será cobrada até 31 de dezembro de 2004. 1° da EC n° 31/2000. far-se-á complementação na forma do art. 3° da EC n° 37/2002. 75 e 80. e 82. não se aplicando. § 3° A alíquota da contribuição de que trata este artigo será de: ƒƒ Parágrafo 3° acrescido pelo art. ƒƒ Art. § 1° Para o financiamento dos Fundos Esta- III – oito centésimos por cento ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza. II. CONSTITUIÇÃO FEDERAL ponto percentual na alíquota do Imposto sobre serviços ou do imposto que vier a substituí-lo. o Distrito Federal e os Municípios devem instituir Fundos de Combate á Pobreza. o Poder Executivo poderá destinar ao Fundo a que se refere este artigo outras receitas decorrentes da alienação de bens da União. ƒƒ Art. 3° da EC n° 37/2002. § 2° Sem prejuízo do disposto no § 1°. poderá ser criado adicional de até meio 266 . o disposto no art. § 2°. 83 com redação dada pelo art. reverterão ao Fundo de Combate e Erradicação de Pobreza. 80 e 81 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 2° da EC n° 42/2003. 2° da EC n° 42/2003. ƒƒ Art. prevista nos arts. a transferência de recursos ao Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza e as demais disposições referentes ao § 1° deste artigo serão disciplinadas em lei. inciso IV. da Constituição. 82 de 2002. para financiamento das ações e serviços de saúde. 1° da EC n° 31/2000.

Estadual. 86. poderão ser pagos em duas parcelas anuais. os débitos da Fazenda Federal. 100 da Constituição Federal ou pelo art. b) contratos referenciados em ações ou índices de ações. 6° da EC n° 42/2003). sociedades corretoras de títulos e valores mobiliários. exclusivamente. Distrital ou Municipal oriundos de sentenças transitadas em julgado. nos termos do art. Art. dentre aquelas que constituam o objeto social das referidas entidades. cialmente abertas e exclusivamente utilizadas para operações de: a) câmaras e prestadoras de serviços de compensação e de liquidação de que trata o parágrafo único do art. 3° da EC n° 37/2002. Serão pagos conforme disposto no art. relativos a: a) operações de compra e venda de ações. de 27 de março de 2001. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias não incidirá. realizadas em recintos ou sistemas de negociação de bolsas de valores e no mercado de balcão organizado. 3° da EC n° 37/2002. Art. que preencham. § 2° O disposto no inciso I deste artigo aplica-se somente às operações relacionadas em ato do 267 Constituição ADCT Federal § 3° O disposto no inciso II deste artigo aplica-se somente a operações e contratos efetuados por intermédio de instituições financeiras. II – (Revogado pelo art. § 2° Os débitos a que se refere o caput deste artigo. 85 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. 87 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. nos exercícios financeiros de 2002 e 2003. cumulativamente. nos lançamentos: I – em contas correntes de depósito espe- ƒƒ Art. sociedades distribuidoras de títulos e valores mobiliários e sociedades corretoras de mercadorias. § 3° Observada a ordem cronológica de sua apresentação. II – em contas correntes de depósito. negociados em bolsas de valores. 85. III – em contas de investidores estrangeiros. em suas diversas modalidades. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias . A contribuição a que se refere o art. 2° da Lei n° 10. total ou parcialmente. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. c) sociedades anônimas que tenham por objeto exclusivo a aquisição de créditos oriundos de operações praticadas no mercado financeiro. se ainda não tiverem sido objeto de pagamento parcial. a partir do trigésimo dia da data de publicação desta Emenda Constitucional.514. de mercadorias e de futuros. Art. os débitos de natureza alimentícia previstos neste artigo terão precedência para pagamento sobre todos os demais. II – ter sido definidos como de pequeno valor pela lei de que trata o § 3° do art. relativos a entradas no País e a remessas para o exterior de recursos financeiros empregados. ou os respectivos saldos. § 1° Os débitos a que se refere o caput deste artigo. com precedência sobre os de maior valor. de 20 de novembro de 1997.214. serão pagos na ordem cronológica de apresentação dos respectivos precatórios. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. as seguintes condições: I – ter sido objeto de emissão de precatórios judiciários. pendentes de pagamento na data da publicação desta Emenda Constitucional. 100 da Constituição Federal. § 1° O Poder Executivo disciplinará o disposto neste artigo no prazo de trinta dias da data de publicação desta Emenda Constitucional.CONSTITUIÇÃO FEDERAL I – trinta e oito centésimos por cento. b) companhias securitizadoras de que trata a Lei n° 9. 86 Poder Executivo. se assim dispuser a lei. não se lhes aplicando a regra de parcelamento estabelecida no caput do art. em operações e contratos referidos no inciso II deste artigo. ƒƒ Inciso I acrescido pelo art. III – estar.

156 da Constituição Federal. a alíquota da contribuição de que trata o art. 87 ƒƒ Art. 100 da Constituição Federal. se encontravam no exercício regular de suas funções prestando serviço àquele ex-Território na data em que foi transformado em Estado. de diferenças remuneratórias. e suas alterações.Art. ƒƒ Art. 84 I – terá alíquota mínima de dois por cento. O prazo previsto no caput do art. até seu aproveitamento em órgão ou entidade da administração federal direta. 1° da EC n° 60/2009.311. a qualquer título. constituirão. Para efeito do que dispõem o § 3° do art. bem como os servidores e os policiais militares alcançados pelo disposto no art. ƒƒ Parágrafos 1° e 2° acrescidos pelo art. o pagamento far-se-á. Se o valor da execução § 1° Os membros da Polícia Militar continuarão prestando serviços ao Estado de Rondônia. observadas as atribuições de função compatíveis com o grau hierárquico. Art. de 31 de dezembro de 1968. os débitos ou obrigações consignados em precatório judiciário. a vigência da Lei n° 9. de 24 de outubro de 1996. 100 da Constituição Federal e o art. 3° da EC n° 37/2002. continuarão prestando serviços ao Estado de Rondônia na condição de cedidos. direta ou indiretamente. 3° da EC n° 42/2003. ultrapassar o estabelecido neste artigo. § 1° Fica prorrogada. incentivos e benefícios fiscais. para que possa optar pelo pagamento do saldo sem o precatório. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias será de trinta e oito centésimos por cento. CONSTITUIÇÃO FEDERAL Federal de Rondônia que. § 2° Até a data referida no caput deste artigo. 3° da EC n° 37/2002. que resulte. sendo facultada à parte exeqüente a renúncia ao crédito do valor excedente. em 15 de março de 1987. ƒƒ Art. § 2° Os servidores a que se refere o caput Art. ƒƒ Art. sempre. 89. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias serão considerados de pequeno valor. até a data referida no II – não será objeto de concessão de isenções. o imposto a que se refere o inciso III do caput do mesmo artigo: exceto para os serviços a que se referem os itens 32. observado o disposto no § 4° do art. ƒƒ Caput com redação dada pelo art. que tenham valor igual ou inferior a: I – quarenta salários-mínimos. mediante opção. II – trinta salários-mínimos. de 22 de dezembro de 1981. Art. 3° da EC n° 37/2002. 86 e §§ 1° a 3° acrescidos pelo art. 33 e 34 da Lista de Serviços anexa ao Decreto-Lei n° 406. comprovadamente. 90 e §§ 1° e 2° acrescidos pelo art. Parágrafo único. por meio de precatório. caput deste artigo. 87. Os integrantes da carreira policial militar e os servidores municipais do ex-Território 268 . deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias fica prorrogado até 31 de dezembro de 2007. na redução da alíquota mínima estabelecida no inciso I. 36 da Lei Complementar n° 41. e aqueles admitidos regularmente nos quadros do Estado de Rondônia até a data de posse do primeiro Governador eleito. vedado o pagamento. até que se dê a publicação oficial das respectivas leis definidoras pelos entes da Federação. Enquanto lei complementar não disciplinar o disposto nos incisos I e III do § 3° do art. perante a Fazenda dos Municípios. perante a Fazenda dos Estados e do Distrito Federal. da forma prevista no § 3° do art. 88. 1° da EC n° 60/2009. 100. na condição de cedidos. quadro em extinção da administração federal. autárquica ou fundacional. 88 e incisos I e II acrescidos pelo art. Art. submetidos às corporações da Polícia Militar. 90. assegurados os direitos e as vantagens a eles inerentes. 87 e parágrafo único acrescidos pelo art.

incorporação e desmembramento de Municípios. iniciará somente após a edição da lei de que trata o referido inciso III. ƒƒ Art. ƒƒ Art. na data de publicação desta Emenda Constitucional. 269 Constituição ADCT Federal . A vigência do disposto no art. estejam em mora na quitação de precatórios vencidos. tenha o produto de sua arrecadação destinado predominantemente. declaradas pelos contribuintes que realizarem operações ou prestações com destino ao exterior. 94 acrescido pelo art. ƒƒ Caput acrescido pelo art. Art. e sem prejuízo dos acordos de juízos conciliatórios já formalizados na data de promulgação desta Emenda Constitucional. 13 e 14. permanecerá vigente o sistema de entrega de recursos previsto no art. aos seus Municípios. 155. bens ou serviços. 100 desta Constituição Federal. e vinte e cinco por cento. Art. os créditos decorrentes de aquisições destinadas ao ativo permanente e a efetiva manutenção e aproveitamento do crédito do imposto a que se refere o art. d. 1° da EC n° 57/2008. 95 acrescido pelo art. a. ƒƒ Art. 2° da EC n° 54/2007. 3° da EC n° 42/2003. prazos e condições nela determinados. III. Ficam convalidados os atos de criação. de 13 de setembro de 1996. 93 acrescido pelo art. distribuídos segundo os critérios a que se refere o art. 3° da EC n° 42/2003. atendidos os requisitos estabelecidos na legislação do respectivo Estado à época de sua criação. 93. 91 e §§ 1° a 4° acrescidos pelo art. 159. § 2°. II. ƒƒ Art. 3° da EC n° 42/2003. o Distrito Federal e os Municípios que. parágrafo único. 10. Art. São acrescidos dez anos ao prazo fixado no art. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 2° A entrega de recursos prevista neste artigo perdurará. filhos de pai brasileiro ou mãe brasileira. e § 4°. 146. sendo inaplicável o disposto no art. Art. 94. 40 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. § 3° Enquanto não for editada a lei complementar de que trata o caput. do Distrito Federal e dos Municípios cessarão a partir da entrada em vigor do regime previsto no art. farão esses pagamentos de acordo com as normas a seguir estabelecidas. 96. Art. da Constituição. a relação entre as exportações e as importações. 95. as informações relativas ao imposto de que trata o art. 155. ao Estado onde ocorrer o consumo das mercadorias. inclusive os emitidos durante o período de vigência do regime especial instituído por este artigo. 158. 3°. cuja lei tenha sido publicada até 31 de dezembro de 2006. 2° da EC n° 62/2009. de 26 de dezembro de 2002. ƒƒ Art. 9°. os Estados.CONSTITUIÇÃO FEDERAL Art. exceto em seus §§ 2°. nos termos das instruções baixadas pelo Ministério da Fazenda. III. § 4° Os Estados e o Distrito Federal deverão apresentar à União. Art. 97 Art. 12. em substituição ao sistema de entrega de recursos nele previsto. setenta e cinco por cento pertencem ao próprio Estado. se vierem a residir na República Federativa do Brasil. 100 da Constituição Federal. com a redação dada pela Lei Complementar n° 115. relativos às suas administrações direta e indireta. Os nascidos no estrangeiro entre 7 de junho de 1994 e a data da promulgação desta Emenda Constitucional. fusão. até que o imposto a que se refere o art. 91. 31 e Anexo da Lei Complementar n° 87. 3° da EC n° 42/2003. ƒƒ Art. Até que seja editada a lei complementar de que trata o § 15 do art. A União entregará aos Estados e ao Distrito Federal o montante definido em lei complementar. Os regimes especiais de tributação para microempresas e empresas de pequeno porte próprios da União. 96 acrescido pelo art. 92. em proporção não inferior a oitenta por cento. 155. dos Estados. poderão ser registrados em repartição diplomática ou consular brasileira competente ou em ofício de registro. 97. podendo considerar as exportações para o exterior de produtos primários e semi-elaborados. § 1° Do montante de recursos que cabe a cada Estado. X. 11. de acordo com critérios. conforme definido em lei complementar. da Constituição. II. 92 acrescido pelo art.

II – para Municípios: a) de.5% (um inteiro e cinco décimos por cento). incluindo as oriundas do § 1° do art. 20 da Constituição Federal. para os fins de que trata este artigo. b) de. para Municípios das regiões Sul e Sudeste. será: § 3° Entende-se como receita corrente líquida. 1. para pagamento de precatórios expedidos pelos tribunais. os Estados. calculado no momento de opção pelo regime e mantido fixo até o final do prazo a que se refere o § 14 deste artigo. ƒƒ Parágrafo 3° e incisos I e II acrescidos pelo art. ao saldo total dos precatórios devidos. no mínimo. no Distrito Federal e nos Municípios. em conta especial criada para tal fim. b) de. de contribuições e de serviços. ou CONSTITUIÇÃO FEDERAL administrações direta e indireta corresponder a mais de 35% (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. verificado no período compreendido pelo mês de referência e os 11 (onze) meses anteriores.Art. para Municípios das regiões Norte. II – nos Estados. por meio de ato do Poder Executivo: referido pelo § 2° deste artigo. pelo regime especial. 270 . 201 da Constituição Federal. diminuído das amortizações e dividido pelo número de anos restantes no regime especial de pagamento. apuradas no segundo mês anterior ao mês de pagamento. excluída a incidência de juros compensatórios. industriais. I – para os Estados e para o Distrito Federal: a) de. e deduzidas: I – nos Estados. vencidos e a vencer. patrimoniais. caso em que o percentual a ser depositado na conta especial a que se refere o § 2° deste artigo corresponderá. 2° da EC n° 62/2009. transferências correntes e outras receitas correntes. cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a mais de 35 % (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. para os Estados das regiões Sul e Sudeste. para os Estados das regiões Norte. além do Distrito Federal. 1/12 (um doze avos) do valor calculado percentualmente sobre as respectivas receitas correntes líquidas. no mínimo. I – pelo depósito em conta especial do valor II – pela adoção do regime especial pelo prazo de até 15 (quinze) anos. § 2° Para saldar os precatórios. 2° da EC n° 62/2009. anualmente. as parcelas entregues aos Municípios por determinação constitucional. o somatório das receitas tributárias. o Distrito Federal e os Municípios sujeitos ao regime especial de que trata este artigo optarão.1. agropecuárias. o Distrito Federal e os Municípios devedores depositarão mensalmente. no mínimo. cujo estoque de precatórios pendentes das suas § 4° As contas especiais de que tratam os §§ 1° e 2° serão administradas pelo Tribunal de Justiça local. acrescido do índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança e de juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança para fins de compensação da mora. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. ƒƒ Parágrafo 2° e incisos I e II acrescidos pelo art. ou cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a até 35% (trinta e cinco por cento) do total da receita corrente líquida. no mínimo. Nordeste e Centro-Oeste. 2% (dois por cento). excluídas as duplicidades. a contribuição dos servidores para custeio do seu sistema de previdência e assistência social e as receitas provenientes da compensação financeira referida no § 9° do art. 2° da EC n° 62/2009. ƒƒ Parágrafo 1° e incisos I e II acrescidos pelo art. Nordeste e Centro-Oeste. 1% (um por cento). sendo que esse percentual. ou cujo estoque de precatórios pendentes das suas administrações direta e indireta corresponder a até 35% (trinta e cinco por cento) da receita corrente líquida. 2° da EC n° 62/2009. 97 § 1° Os Estados.5% (um inteiro e cinco décimos por cento).

com deságio sobre o valor desta. ou parcela de cada precatório indicada pelo seu detentor. § 8° A aplicação dos recursos restantes dependerá de opção a ser exercida por Estados. pelo maior percentual de deságio. ƒƒ Parágrafo 1° e incisos I a IX acrescidos pelo art. 2° da EC n° 62/2009. ou por outro critério a ser definido em edital. recurso ou impugnação de qualquer natureza. deste artigo: § 9° Os leilões de que trata o inciso I do § 8° 271 Constituição ADCT Federal . para requisitórios de todos os anos. IV – considerarão automaticamente habilitado o credor que satisfaça o que consta no inciso II. ƒƒ Parágrafo 7° acrescido pelo art. I – destinados ao pagamento dos precatórios por meio do leilão. 97 I – serão realizados por meio de sistema eletrônico administrado por entidade autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários ou pelo Banco Central do Brasil. para os requisitórios do mesmo ano e no § 2° do art. § 7° Nos casos em que não se possa estabelecer a precedência cronológica entre 2 (dois) precatórios. 2° da EC n° 62/2009. cessário em função do valor disponível. inscritos ou não em dívida ativa e constituídos contra devedor originário pela Fazenda Pública devedora até a data da expedição do precatório. associado ao maior volume ofertado cumulado ou não com o maior percentual de deságio. 2° da EC n° 62/2009. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art. no âmbito do Poder Judiciário. especiais de que tratam os §§ 1° e 2° deste artigo não poderão retornar para Estados. na forma estabelecida por lei própria da entidade devedora. ou que já tenham sido objeto de abatimento nos termos do § 9° do art. que poderá ser aplicada isoladamente ou simultaneamente: V – serão realizados tantas vezes quanto neVI – a competição por parcela do valor total ocorrerá a critério do credor. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 6° Pelo menos 50% (cinquenta por cento) dos recursos de que tratam os §§ 1° e 2° deste artigo serão utilizados para pagamento de precatórios em ordem cronológica de apresentação. III – ocorrerão por meio de oferta pública a todos os credores habilitados pelo respectivo ente federativo devedor. II – destinados a pagamento a vista de precatórios não quitados na forma do § 6° e do inciso I. VIII – o mecanismo de formação de preço constará nos editais publicados para cada leilão. por ato do Poder Executivo. 2° da EC n° 62/2009. obedecendo à seguinte forma. 100 da Constituição Federal. permitida por iniciativa do Poder Executivo a compensação com débitos líquidos e certos. 100. respeitadas as preferências definidas no § 1°. IX – a quitação parcial dos precatórios será homologada pelo respectivo Tribunal que o expediu. podendo ser fixado valor máximo por credor. em relação aos quais não esteja pendente. pagar-se-á primeiramente o precatório de menor valor. ressalvados aqueles cuja exigibilidade esteja suspensa nos termos da legislação.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 5° Os recursos depositados nas contas Art. Distrito Federal e Municípios devedores. VII – ocorrerão na modalidade deságio. Distrito Federal e Municípios devedores. ƒƒ Parágrafo 8° e incisos I a III acrescidos pelo art. III – destinados a pagamento por acordo direto com os credores. que poderá prever criação e forma de funcionamento de câmara de conciliação. em ordem única e crescente de valor por precatório. 2° da EC n° 62/2009. II – admitirão a habilitação de precatórios. ƒƒ Parágrafo 6° acrescido pelo art.

272 . por credor. b) ficará impedida de receber transferências voluntárias. Se a lei a que se refere o § 4° do art. 2° da EC n° 62/2009. § 15. 2° da EC n° 62/2009. 2° da EC n° 62/2009. contra Estados. § 14. V – a União reterá os repasses relativos ao Fundo de Participação dos Estados e do Distrito Federal e ao Fundo de Participação dos Municípios. no caso da opção prevista no inciso II do § 1°. nos termos do § 2°. Distrito Federal e Municípios devedores estiverem realizando pagamentos de precatórios pelo regime especial.Art. não poderão sofrer sequestro de valores. omissos na regulamentação. por ordem do Presidente do Tribunal requerido. e os depositará nas contas especiais referidas no § 1°. 33 ou do art. autoaplicável e independentemente de regulamentação. à compensação automática com débitos líquidos lançados por esta contra aqueles. Os precatórios parcelados na forma do § 11. Enquanto Estados. Distrito Federal e Municípios devedores. havendo saldo em favor do credor. e. será considerado. na forma da legislação de responsabilidade fiscal e de improbidade administrativa. a habilitação do valor total a que art. 2° da EC n° 62/2009. 100 da Constituição Federal. por ordem do Presidente do Tribunal referido no § 4°. ou pelo prazo fixo de até 15 (quinze) anos. Distrito Federal e Municípios devedores. ƒƒ Parágrafo 11 acrescido pelo art. § 13. a regra do § 3° do art. em litisconsórcio. ƒƒ Parágrafo 15 acrescido pelo art. ƒƒ Parágrafo 13 acrescido pelo art. ambos deste artigo. No caso de não liberação tempestiva dos recursos de que tratam o inciso II do § 1° e os §§ 2° e 6° deste artigo: I – haverá o sequestro de quantia nas contas de Estados. No caso de precatórios relativos a diversos credores. contados da data de publicação desta Emenda Constitucional. ƒƒ Parágrafo 10 e incisos I a V acrescidos pelo art. 2° da EC n° 62/2009. Distrito Federal e Municípios devedores. devendo sua utilização obedecer ao que prescreve o § 5°. e. até onde se compensarem. ambos deste artigo. exceto no caso de não liberação tempestiva dos recursos de que tratam o inciso II do § 1° e o § 2° deste artigo. II – 30 (trinta) salários mínimos para Municípios. § 12. o valor de: I – 40 (quarenta) salários mínimos para Estados e para o Distrito Federal. neste caso. para os fins referidos. em favor dos credores de precatórios. ƒƒ Parágrafo 12 e incisos I e II acrescidos pelo art. Distrito Federal e Municípios devedores. O regime especial de pagamento de precatório previsto no inciso I do § 1° vigorará enquanto o valor dos precatórios devidos for superior ao valor dos recursos vinculados. III – o chefe do Poder Executivo responderá IV – enquanto perdurar a omissão. 97 § 10. em relação a Estados. por este. o valor terá automaticamente poder liberatório do pagamento de tributos de Estados. 78 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias e ainda pendentes de pagamento ingressarão no regime especial com o valor atualizado das parcelas não pagas relativas a cada precatório. CONSTITUIÇÃO FEDERAL tem direito. direito líquido e certo. admite-se o desmembramento do valor. 2° da EC n° 62/2009. bem como o saldo dos acordos judiciais e extrajudiciais. 100 não estiver publicada em até 180 (cento e oitenta) dias. II – constituir-se-á. até o limite do valor não liberado. alternativamente. ƒƒ Parágrafo 14 acrescido pelo art. não se aplicando. realizado pelo Tribunal de origem do precatório. a entidade devedora: a) não poderá contrair empréstimo externo ou interno.

Durante a vigência do regime especial a que se refere este artigo. 2° da EC n° 62/2009. 2° da EC n° 62/2009.CONSTITUIÇÃO FEDERAL § 16. devendo __________ Publicado no DOU de 5. ƒƒ Parágrafo 17 acrescido pelo art. 273 Constituição ADCT Federal .1988. será feita pelo índice oficial de remuneração básica da caderneta de poupança. § 17.10. II e III do § 8° deste artigo. ƒƒ Parágrafo 16 acrescido pelo art. ƒƒ Parágrafo 18 acrescido pelo art. Constitucional. 100 da Constituição Federal será pago. O valor que exceder o limite previsto no § 2° do art. e. independentemente de sua natureza. A partir da promulgação desta Emenda Art. Ato das Disposições Constitucionais Transitórias § 18. incidirão juros simples no mesmo percentual de juros incidentes sobre a caderneta de poupança. na forma prevista nos §§ 6° e 7° ou nos incisos I. durante a vigência do regime especial. gozarão também da preferência a que se refere o § 6° os titulares originais de precatórios que tenham completado 60 (sessenta) anos de idade até a data da promulgação desta Emenda Constitucional. ficando excluída a incidência de juros compensatórios. 2° da EC n° 62/2009. a atualização de valores de requisitórios. 97 os valores dispendidos para o atendimento do disposto no § 2° do art. 100 da Constituição Federal serem computados para efeito do § 6° deste artigo. até o efetivo pagamento. para fins de compensação da mora.

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Lei de Inelegibilidade .

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2011. na QO-RO n° 409047: realização de juízo de retratação das decisões do TSE pelo Colegiado. apesar de não ser coletivo. determinar-se a reforma de decisão mediante a qual o candidato foi considerado analfabeto”. de 26. 21. pendente de publicação até o fechamento desta edição: inaplicabilidade da LC n° 135/2010 às eleições de 2010 com fundamento no art. não restringe o direito de votar.-TSE. prazos de cessação e determina outras providências.-TSE n° 15/1996: “O exercício de cargo eletivo não é circunstância suficiente para. ƒƒ Ac. de 18 de maio de 1990 Estabelece. 22. de 23. ƒƒ Alínea b com redação dada pelo art. a aferição da alfabetização se fará individualmente.Lei Complementar n° 64. para as eleições que se realizarem durante o período remanescente e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término do mandato para o qual tenham sido eleitos. art. casos de inelegibilidade.349/2002: aplicabilidade do novo prazo também àqueles cujo mandato foi cassado anteriormente à vigência da LC n° 81/1994. 2° da LC n° 135/2010.2011. das Assembléias Legislativas. por meio de questão de ordem. sem constrangimentos.-TSE n° 20. dos dispositivos equivalentes sobre perda de mandato das Constituições Estaduais e Leis Orgânicas dos Municípios e do Distrito Federal. para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos oito anos subseqüentes ao término da legislatura. em processo de apuração de abuso do poder econômico ou político. 2° da LC b) os membros do Congresso Nacional.371/1992 e 22. 16 da CF/88. hajam perdido os respectivos mandatos por infringência do disposto nos incisos I e II do art. § 9°. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado. ƒƒ Alínea d com redação dada pelo art. da Câmara Legislativa e das Câmaras Municipais que 277 Lei de Inelegibilidade . o exame ou teste não pode ser realizado em audiência pública por afrontar a dignidade humana.-TSE n° 24. d) os que tenham contra sua pessoa representação julgada procedente pela Justiça Eleitoral. ƒƒ Ac. da Constituição Federal. 1° da LC n° 81/1994. dentre outros: nas hipóteses de dúvida fundada.-TSE nos 12. bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes. ƒƒ V. no RE n° 633703. Ac.5. traz constrangimento ao candidato.707/2004 e 21. ƒƒ Súm. XIV. em recurso especial. 1° São inelegíveis: ƒƒ Ac. ƒƒ Alínea c com redação dada pelo art. da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município. segunda nota à parte introdutória da LC n° 135/2010. O Presidente da República. c) o Governador e o Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal e o Prefeito e o VicePrefeito que perderem seus cargos eletivos por infringência a dispositivo da Constituição Estadual. para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados. 2° da LC n° 135/2010. Ac.920/2004.-STF.014/2004: a inelegibilidade atinge somente a capacidade eleitoral passiva. desta lei complementar. ƒƒ Ac.3. de acordo com o art. 55 da Constituição Federal.-TSE nos 318/2004.343/2004: ilegitimidade do teste de alfabetização quando. 14. cujo prazo de inelegibilidade foi alterado pelo art. tendo em vista a decisão do STF que considerou inaplicável às eleições de 2010 a LC n° 135/2010. I – para qualquer cargo: a) os inalistáveis e os analfabetos. Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte lei: Art. ƒƒ V.

§ 9°. de 30. da Lei Complementar n° 64/1990”. desde a condenação até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena.-TSE. 2° da LC n° 135/2010. isto é. 5. salvo se esta houver sido suspensa ou anulada pelo Poder Judiciário. 71 da Constituição Federal. para os quais a lei comine pena privativa de liberdade. racismo. 4. ƒƒ Ac. 15. contra o meio ambiente e a saúde pública. 7. de lavagem ou ocultação de bens. de 12. no REspe n° 30. que tem apoio no art. g) os que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável que configure ato doloso de improbidade administrativa. e) os que forem condenados. contra o patrimônio privado. praticados por organização criminosa. 1° n° 135/2010. quadrilha ou bando. no REspe n° 28. de 3.4. terrorismo e hediondos. ou com ele incompatíveis.9. III: suspensão dos direitos políticos enquanto durarem os efeitos da condenação criminal transitada em julgado. ƒƒ Ac. em edifício público.9. de 29. o sistema financeiro. I. no AgR-RO n° 63913: a ressalva final constante desta alínea de que se aplica o disposto no art. 71. 9.2011. de abuso de autoridade. seus efeitos no processo penal ante a pendência de recurso da acusação. 2° da LC n° 135/2010.390: ainda que reconhecida a prescrição da pretensão executória. aplicando-se o disposto no inciso II do art. no processo de registro de candidatura. nos casos em que houver condenação à perda do cargo ou à inabilitação para o exercício de função pública. e por decisão irrecorrível do órgão competente. a administração pública e o patrimônio público. 3. 2. 2° da LC n° 135/2010. Ac. eleitorais.2009. decidir a prescrição da pretensão punitiva. e. 15.Art. f) os que forem declarados indignos do oficialato. cujo termo inicial será a data em que declarada a extinção da punibilidade. art. contados a partir da data da decisão.742/2000 e 22. 8.-TSE n° 19/2000 (editada antes da vigência da LC n° 135/2010): a contagem do prazo de inelegibilidade começa a partir da data da eleição em que se verificou. incide a inelegibilidade prevista neste dispositivo. direitos e valores. não alcança os chefes do Poder Executivo. LEI DE INELEGIBILIDADE ƒƒ Ac. ƒƒ CF/88. tortura. para as eleições que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes.-TSE nos 16.11. a fé pública. sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição. contra a vida e a dignidade sexual.148/2004: o art. a circunstância de ter sido cometido no fórum da cidade. e 10.-TSE. Súm.-TSE. contra a economia popular.2008. pelo prazo de 8 (oito) anos.-TSE. III.252: “Embora o delito de incêndio esteja inserido no Título VIII – Dos Crimes contra a Incolumidade Pública – do Código Penal. ƒƒ Alínea f com redação dada pelo art.-TSE. pelos crimes: 1. de 28. da Constituição não torna inconstitucional este dispositivo. ƒƒ Alínea e com redação dada pelo art.4. principalmente quando exauridos ainda na vigência da norma antiga. bem como aferir o acerto ou desacerto da decisão da Justiça Comum Criminal que a declarou. ƒƒ Alínea g com redação dada pelo art. de tráfico de entorpecentes e drogas afins. II. o mercado de capitais e os previstos na lei que regula a falência.2010. sem exclusão de mandatários que houverem agido nessa condição. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado.2008. 278 . 99 Ac. da Constituição. o inclui entre os crimes contra o patrimônio público a que faz referência o art. 6. ƒƒ Ac. da CF/88 a todos os ordenadores de despesa. no AgR-RO n° 160446: incompetência da Justiça Eleitoral para. a todos os ordenadores de despesa. 14. 1°. de redução à condição análoga à de escravo. no RO n° 86514: não incidência da lei nova (LC n° 135/2010) sobre os efeitos produzidos pela lei anterior.

71.2008.510 (não recolhimento de contribuições previdenciárias).111: impossibilidade de aprovação do parecer da Corte de Contas pelo mero decurso do prazo conferido à Câmara Municipal para julgamento. no RO n° 1. art. 29-A da CF/88). de 24. pois o dispositivo aplica-se às eleições que vierem a se realizar. fica suspensa a inelegibilidade. II). 15. de 25.942: o recurso de revisão ou de rescisão do TCU não afasta o caráter definitivo da decisão que rejeita as contas.-TSE. Lei Complementar n° 64.280 e. Ac. à proclamação dos eleitos e às vésperas da diplomação. no REspe n° 29.2006.2009.10. não suspende a inelegibilidade.11. no REspe n° 33. nos termos do art. Ac. ocorrida após a realização do pleito. II). no REspe n° 29.2010. Ac.9.174/1996: as contas de todos os demais responsáveis por dinheiros e bens públicos são julgadas pelo Tribunal de Contas e suas decisões a respeito geram inelegibilidade (CF/88. a competência dos tribunais de contas é de julgamento. no AgR-RO n° 452298: irrelevância da natureza do procedimento utilizado pelo órgão competente para aferir irregularidades em convênio com a União.-TSE.2006. de 17. 99 V. e não às já realizadas. ƒƒ Ac. de 8.-TSE.637: “A ausência de intimação da decisão do TCE que rejeitou as contas do candidato configura cerceamento de defesa e justifica a propositura de pedido de reconsideração e obtenção de provimento liminar após o pedido de registro de candidatura”. não tem o condão de alterar a situação do candidato que concorreu na eleição já respaldado pela referida tutela”.10.8. Ac.-STF.8.10. de 29.942 e.11.-TSE.516. de 16.. de 31. de 20.-TSE. Ac. no REspe n° 31. no RO n° 965 e no REspe n° 26. e não opinativa (CF/88.10.6. de 11.4. no RO n° 963. também. de 6.-TSE.92. Ac. sem a obtenção de provimento liminar ou tutela antecipada.316: não incidência da cláusula de inelegibilidade na hipótese de rejeição de contas supervenientes ao registro de candidatura.104: transitada em julgado a sentença.2006.2008. no RO n° 1.2008. no REspe n° 28. I).208/1999 e Ac.2006. de 17.-TSE.239: “A revogação de tutela antecipada que suspendeu os efeitos de decisão de rejeição de contas. persistindo a inelegibilidade pelo tempo que faltar.-TSE nos 237/1998. necessidade tão somente da confirmação da irregularidade insanável por decisão irrecorrível do órgão competente que não tenha sido suspensa por decisão judicial.199/2004 e Ac. 1° pedido.11. de 14. no RO n° 252356: “a interpretação teleológica direciona à conclusão de não se exigir que o pronunciamento do Tribunal de Contas tenha sido implementado em prestação de contas”. da CF/88). de 19.563 (não pagamento de precatórios.2007. no RO n° 912. no REspe n° 30. 212. 71. ainda. Ac.2008.9. § 1°. de 28. de 18 de maio de 1990 279 Lei de Inelegibilidade .11. Ac. ainda que se trate de reeleição. ƒƒ Ac. 29-A. Ac.2011. de 10. 99 Súm.3.-TSE.11. no Ag n° 6. a glosa parcial. no REspe n° 30. art.2006. 99 Ac.2011.169 (não aplicação do percentual mínimo destinado à educação.791 e. de 6. 15. ƒƒ Ac.314 (despesa de Câmara Municipal com folha de pagamento em percentual superior a 70% de sua receita. alcança.2006. não acolhendo o Art. de 26.-TSE n os 15.2009. volta a correr o prazo. V. 71.-TSE. Ac. de 1°.148/1997. no REspe n° 35.2008.11.-TSE. de 16.-TSE. 24. no REspe n° 1108395: os embargos de declaração relativos aos recursos do TCU também não afastam o aludido caráter definitivo da decisão que rejeita as contas.TSE. conforme art. da CF/88).012 (não observância dos limites de gastos previstos nos incisos do art.12.-TSE.204/1998. ƒƒ Ac.2009.2008.-TSE.11. no REspe n° 32. atuando o Tribunal de Contas como órgão auxiliar.2006.12.6. de 19.. no REspe n° 31.067.9.209/1998.9. 815/2004.LEI DE INELEGIBILIDADE 99 Caracterização de irregularidade insanável.-TSE. ainda. de 17.-TSE. dentre outros: a mera propositura da ação anulatória. ƒƒ Ac.-TSE. Ac. apta a autorizar a rejeição das contas: Ac.747: compete ao Poder Legislativo o julgamento das contas do chefe do Executivo.-TSE n° 13.2008. na esfera opinativa (CF/88. mesmo diante da comprovada existência de recursos) e Ac.2008.247: a rejeição de contas de prefeito em razão do decurso do prazo conferido à Câmara Municipal para apreciar o parecer do Tribunal de Contas não atrai a inelegibilidade cominada neste dispositivo.-TSE n° 1/1992: proposta a ação para desconstituir a decisão que rejeitou as contas antes da impugnação. Irregularidade sanável: Ac. de 13. 15. caput. art. no RE n° 132.11. de 28. no RO n° 1.944: na apreciação das contas do chefe do Executivo relativas a convênio.-TSE.2008. no REspe n° 31. no RO n° 1. de 12. no REspe n° 36.

ƒƒ Alínea j acrescida pelo art. em estabelecimento de crédito. considera-se o lapso de tempo correspondente a um ano e não o ano civil.12. 91: envio ao Ministério Público Eleitoral. ou Eleitoral.Art.-TSE. hajam exercido. 11. de 13. primeira nota ao art. pelo abuso do poder econômico ou político.11.2008. de 14. no REspe n° 32. de 1°. ƒƒ Alínea k acrescida pelo art. pelo TCU. enquanto não forem exonerados de qualquer responsabilidade.-TSE nos 19. 2° da LC n° 135/2010. das Câmaras Municipais.443/1992. da Lei Orgânica do Distrito Federal ou da Lei Orgânica do Município.504/1997. ƒƒ Ac. das Assembléias Legislativas.2008.-TSE n° 22.138/1996: o abuso deve vincular-se a finalidades eleitorais. ƒƒ Lei n° 9. § 10 da Lei n° 9. desde a condenação ou o trânsito em julgado 280 . ƒƒ Ac. para a eleição na qual concorrem ou tenham sido diplomados.347/2004: exigência de finalidade eleitoral para incidência da inelegibilidade prevista neste dispositivo.739/2004: este dispositivo não é inconstitucional ao condicionar a duração da inelegibilidade à exoneração de responsabilidade. 31. que renunciarem a seus mandatos desde o oferecimento de representação ou petição capaz de autorizar a abertura de processo por infringência a dispositivo da Constituição Federal. o Prefeito. no REspe n° 29. pelo prazo de 8 (oito) anos a contar da eleição. sem fixação de prazo.-TSE. LEI DE INELEGIBILIDADE i) os que.984. da Constituição Estadual. por corrupção eleitoral. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral.504/1997. § 5°: disponibilização à Justiça Eleitoral. começando a fluir tão logo findo o mandato. por se tratar de procedimento meramente informativo. bem como para as que se realizarem nos 8 (oito) anos seguintes. financiamento ou seguro. 1° ƒƒ V. no ED-RO n° 60283: a incidência da inelegibilidade desta alínea independe do órgão prolator da condenação – se Justiça Comum apenas. Lei n° 8. por captação ilícita de sufrágio. os membros do Congresso Nacional. 2° da LC n° 135/2010. de 12. art.12. Ac. o que corresponde à previsão da letra d deste inciso. da CF/88. no REspe n° 34.10. 2° da LC n° 135/2010. no AgR-RO n° 303704: imposição de multa por propaganda eleitoral antecipada. j) os que forem condenados. 11. § 2°. art. art. ƒƒ Ac. embora não a um concreto processo eleitoral em curso. o Governador de Estado e do Distrito Federal. l) os que forem condenados à suspensão dos direitos políticos. ƒƒ Ac.316 e Res. não implica inelegibilidade desta alínea.533/2002 e 23.-TSE n° 21. por ato doloso de improbidade administrativa que importe lesão ao patrimônio público e enriquecimento ilícito.627. dos nomes dos responsáveis cujas contas houverem sido julgadas irregulares nos cinco anos imediatamente anteriores à realização de cada eleição. pelos tribunais e conselhos de contas.-TSE. Ac.2010. cargo ou função de direção. h) os detentores de cargo na administração pública direta. administração ou representação.2008. por doação. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado. k) o Presidente da República. captação ou gastos ilícitos de recursos de campanha ou por conduta vedada aos agentes públicos em campanhas eleitorais que impliquem cassação do registro ou do diploma. da relação dos que tiveram suas contas rejeitadas.9. da Câmara Legislativa. para o cômputo do prazo de três anos.2010.563/2003: a mera inclusão do nome do administrador público na lista remetida à Justiça Eleitoral por tribunal ou conselho de contas não gera inelegibilidade. que tenham sido ou estejam sendo objeto de processo de liquidação judicial ou extrajudicial. de 2. indireta ou fundacional. que forem condenados em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado. nos 12 (doze) meses anteriores à respectiva decretação.-TSE n° 13. para as eleições que se realizarem durante o período remanescente do mandato para o qual foram eleitos e nos 8 (oito) anos subsequentes ao término da legislatura. ƒƒ V. que beneficiarem a si ou a terceiros. ƒƒ Alínea h com redação dada pelo art. reconhecida em publicidade institucional.

99 Ac. pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão. 9 – os Presidentes. que tenham perdido o cargo por sentença ou que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar. sociedades de economia mista.2010.-TSE. ƒƒ Alínea l acrescida pelo art. salvo se o ato houver sido anulado ou suspenso pelo Poder Judiciário. no REspe n° 30. 7 – os Comandantes do Exército. ƒƒ Alíneas m a q acrescidas pelo art. no RO n° 442592: as entidades mantidas pelo poder público são aquelas cuja soma das verbas públicas totaliza mais da metade de suas receitas. do Exército e da Aeronáutica. empresas públicas.539 e Ac. do Distrito Federal e de Territórios. Diretores e Superintendentes de autarquias. ƒƒ Res.LEI DE INELEGIBILIDADE até o transcurso do prazo de 8 (oito) anos após o cumprimento da pena.11. p) a pessoa física e os dirigentes de pessoas jurídicas responsáveis por doações eleitorais tidas por ilegais por decisão transitada em julgado ou proferida por órgão colegiado da Justiça Eleitoral. em decorrência de infração ético-profissional.10. Lei Complementar n° 64.2008. de 18 de maio de 1990 .-TSE.9. 99 Ac.-TSE.-TSE. em decisão transitada em julgado ou proferida por órgão judicial colegiado. 281 Lei de Inelegibilidade m) os que forem excluídos do exercício da profissão.793/2008: “O professor de carreira em instituição federal de ensino que exerça o cargo de reitor e venha a se candidatar ao cargo de prefeito ou de vice-prefeito. 1° a) até 6 (seis) meses depois de afastados definitivamente de seus cargos e funções: 1 – os Ministros de Estado. no RO n° 442592 (presidente de fundo social municipal). de 7. de 25. 6 – os Chefes do Estado-Maior da Marinha.2010. por decisão sancionatória do órgão profissional competente. 2° da LC n° 135/2010. 4 – o Chefe do Estado-Maior das Forças Armadas. de 8. bem como licenciar-se das funções de magistério até três meses antes do pleito”. e fundações públicas e as mantidas pelo Poder Público. II – para Presidente e Vice-Presidente da República: 10 – os Governadores de Estado. q) os magistrados e os membros do Ministério Público que forem aposentados compulsoriamente por decisão sancionatória. n) os que forem condenados. salvo se o ato houver sido suspenso ou anulado pelo Poder Judiciário. no REspe n° 30.11. de 25. 2° da LC n° 135/2010. Art. pelo prazo de 8 (oito) anos. em razão de terem desfeito ou simulado desfazer vínculo conjugal ou de união estável para evitar caracterização de inelegibilidade. civil e militar.2008. 22.-TSE n° 22.10. de 7.539 (dirigente de entidade privada sem fins lucrativos que receba recursos públicos) e Ac. 99 Não incidência da inelegibilidade deste item: Ac. Marinha e Aeronáutica. 8 – os Magistrados. pelo prazo de 8 (oito) anos após a decisão que reconhecer a fraude.2010. da Presidência da República. observando-se o procedimento previsto no art. 3 – o Chefe do órgão de assessoramento de informações da Presidência da República. o) os que forem demitidos do serviço público em decorrência de processo administrativo ou judicial. contado da decisão. 5 – o Advogado-Geral da União e o Consultor-Geral da República. deverá afastar-se definitivamente do cargo de reitor quatro meses antes do pleito. no REspe n° 420382: inaplicabilidade da LC n° 135/2010 em caso de condenação de candidato à suspensão de direitos políticos apenas por juiz singular. pelo prazo de 8 (oito) anos. pelo prazo de 8 (oito) anos.-TSE. 2 – os Chefes dos órgãos de assessoramento direto.

salvo no caso de contrato que obedeça a cláusulas uniformes. pelo âmbito e natureza de suas atividades. total ou parcialmente. o controle de referidas empresas ou grupo de empresas. inclusive parafiscais. administração ou representação nas empresas de que tratam os arts. livre concorrência. função social da propriedade.. nos 6 (seis) meses anteriores à eleição. de nomeação pelo Presidente da República. j) os que. do poder econômico. ƒƒ Res. até 6 (seis) meses antes da eleição tiverem competência ou interesse. dentro dos 4 (quatro) meses anteriores ao pleito. ou de que transferiram. 12 – os Secretários de Estado. membros do Ministério Público. os Secretários Executivos.. até 6 (seis) meses antes do pleito. sujeito à aprovação prévia do Senado Federal. hajam exercido cargo ou função de direção. ou para aplicar multas relacionadas com essas atividades. V. 13 – os Prefeitos Municipais. Diretor ou Superintendente de sociedades com objetivos exclusivos de operações financeiras e façam publicamente apelo à poupança e ao crédito. b) os que tenham exercido.-TSE n os 19.627/2007: afastamento não remunerado dos servidores que se enquadrarem neste dispositivo.. de 10 de setembro de 1962. quando.137. direta. orientada pelos ditames 282 . 99 A lei citada foi revogada pelo art. i) os que.232/2010: desincompatibilização de dirigentes de serviços sociais e de formação profissional autônomos. de prestação de serviços ou de fornecimento de bens com órgão de Poder Público ou sob seu controle. 3° e 5° da Lei n° 4. sob qualquer forma. de vantagens asseguradas pelo Poder Público. no Distrito Federal. Territórios e em qualquer dos Poderes da União. 92 da Lei n° 8. nos Estados. 1° 11 – os Interventores Federais. e) os que. cargo ou função. no lançamento. inclusive através de cooperativas e da empresa ou estabelecimentos que gozem. dentro de 6 (seis) meses anteriores ao pleito. indireta ou eventual. g) os que tenham. possam tais empresas influir na economia nacional. até 6 (seis) meses depois de afastados das funções. não apresentarem à Justiça Eleitoral.Art. por força regular. os Secretários Nacionais. tenham exercido cargo de Presidente.) d) os que. 16 – os Secretários-Gerais. 15 – o Diretor-Geral do Departamento de Polícia Federal. em sentido diverso. nas condições monopolísticas previstas no parágrafo único do art. Res. f) os que.] prevenção e a repressão às infrações contra a ordem econômica. até 6 (seis) meses antes da eleição tenham exercido cargo ou função de direção. salvo se decorrentes de contratos que obedeçam a cláusulas uniformes.-TSE n° 23. c) (Vetado.-TSE n° 18. a prova de que fizeram cessar o abuso apurado. ocupado cargo ou função de direção. dos Estados e do Distrito Federal. por contribuições impostas pelo poder público ou com recursos arrecadados e repassados pela Previdência Social. 14 – os membros do Tribunal de Contas da União. defesa dos consumidores e repressão ao abuso do poder econômico”. não se tenham afastado das suas funções até 6 (seis) meses anteriores ao pleito. administração ou representação em pessoa jurídica ou em empresa que mantenha contrato de execução de obras. LEI DE INELEGIBILIDADE constitucionais de liberdade de iniciativa.884/1994. administração ou representação em entidades representativas de classe. à míngua de previsão legal de remuneração nos primeiros 3 meses de afastamento. mantidas. taxas e contribuições de caráter obrigatório. os Secretários Federais dos Ministérios e as pessoas que ocupem cargos equivalentes. arrecadação ou fiscalização de impostos. h) os que. 5° da Lei citada na alínea anterior. ƒƒ Res.136/1992: remuneração assegurada apenas durante o trimestre imediatamente anterior ao pleito. que dispõe sobre a “[. detendo o controle de empresas ou grupo de empresas que atuem no Brasil.506/1996 e 22.

377: “Ao estudante estagiário não se aplica a regra do art. durante o período que mediar entre a sua escolha em convenção partidária. 3 – os Diretores de órgãos estaduais ou sociedades de assistência aos Municípios.835/1996. 1°. quando se tratar de repartição pública. nota ao art.11. chefia.2010. ƒƒ Ac-TSE. arrecadação ou fiscalização de impostos.112/1990 (regime jurídico dos servidores públicos federais): “Art.2008. de 25. observados os mesmos prazos. ƒƒ Res. inciso II. 2 – os Comandantes do Distrito Naval. os inelegíveis para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República. garantido o direito à percepção dos seus vencimentos integrais. observado o prazo de 4 (quatro) meses para a desincompatibilização. e a véspera do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. somente pelo período de três meses”.734/2000 e 22. de 12.11. nos 4 (quatro) meses anteriores ao pleito. dos Municípios e dos Territórios. com exercício no Município. Região Militar e Zona Aérea. no AgR-RO n° 161574: tempestividade de pedido de afastamento de cargo público realizado no primeiro dia útil subsequente ao fim do prazo. por identidade de situações. no Ag-RO n° 132527: comunicação feita à direção da unidade em que o servidor exerce suas funções pode ser suficiente como prova de desincompatibilização.135/1998. O servidor terá direito a licença. sem prejuízo dos vencimentos integrais. II. no tocante às demais alíneas. 99 Res. dos Estados. se este recair em dia não útil. desta lei complementar. 16. b) os membros do Ministério Público e Defensoria Pública em exercício na Comarca. sem remuneração. e Ac. de 18 de maio de 1990 IV – para Prefeito e Vice-Prefeito: a) no que lhes for aplicável. d. do Distrito Federal. § 1° O servidor candidato a cargo eletivo na localidade onde desempenha suas funções e que exerça cargo de direção.LEI DE INELEGIBILIDADE l) os que. no REspe n° 32.-TSE nos 12. inclusive das fundações mantidas pelo Poder Público. associação ou empresas que operem no território do Estado ou do Distrito Federal. até o décimo dia seguinte ao do pleito. 1° III – para Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal: a) os inelegíveis para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República especificados na alínea a do inciso II deste artigo e. ƒƒ Lei n° 8. inclusive parafiscais.286/2004: incidência do art. servidores públicos. taxas e contribuições de caráter obrigatório. como candidato a cargo eletivo. b) até 6 (seis) meses depois de afastados definitivamente de seus cargos ou funções: 1 – os Chefes dos Gabinetes Civil e Militar do Governador do Estado ou do Distrito Federal. V – para o Senado Federal: 283 Lei de Inelegibilidade . candidato a vereador. dos órgãos ou entidades da administração direta ou indireta da União.2010. não se afastarem até 3 (três) meses anteriores ao pleito. 1°. estatutários ou não.-TSE n° 22. Art.-TSE. arrecadação ou fiscalização. 86. alínea l. 1°.506/1996 e 20. a partir do dia imediato ao do registro de sua candidatura perante a Justiça Eleitoral. II.-TSE nos 19. nos 4 (quatro) meses anteriores ao pleito. d. deverá ser analisado à luz da LC n° 80/1994 e das leis orgânicas das defensorias públicas estaduais. ou para aplicar multas relacionadas com essas atividades.-TSE. ƒƒ Ac. 4 – os Secretários da administração municipal ou membros de órgãos congêneres. assegurados os vencimentos do cargo efetivo. dele será afastado. Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal. o servidor fará jus à licença. civis ou militares. c) as autoridades policiais. § 2° A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição. aos servidores públicos que tenham competência ou interesse no lançamento. de 25.141/2006: o direito à percepção dos vencimentos ou remuneração do defensor público estadual. ƒƒ Ac. assessoramento. Lei Complementar n° 64. ƒƒ V.11. da Lei Complementar n° 64/1990”.

4. 14. art. Res. o Presidente da República. observados os mesmos prazos. quando este for reelegível e tiver se afastado definitivamente do cargo até seis meses antes da eleição. da CF/88. ƒƒ V. § 1° Para concorrência a outros cargos. CC/2002.-TSE n° 193/1998. candidatarem-se aos cargos de prefeito e vice-prefeito.723 a 1.087/2009: possibilidade de cônjuges. 14. associação ou empresa que opere no território do Estado. para um único período subsequente. quando se tratar de repartição pública.591 a 1. 14. § 7°.727 (união estável e concubinato). também do vice-presidente da República. § 5°: possibilidade de reeleição para um único período subsequente. nas mesmas condições estabelecidas. no RE n° 344. arts. o cônjuge e os parentes consangüíneos ou afins. dos vice-governadores e dos vice-prefeitos. da Constituição Federal”. do Presidente da República. observados os mesmos prazos. de Governador de Estado ou Território.-TSE n° 24. ƒƒ Súv. b) em cada Estado e no Distrito Federal. 1.043/2001.Art.-TSE n os 3. aos vice-governadores e aos vice-prefeitos. preservando os seus mandatos respectivos.564/2004: “Os sujeitos de uma relação estável homossexual. LEI DE INELEGIBILIDADE outros cargos. de Prefeito ou de quem os haja substituído dentro dos 6 (seis) meses anteriores ao pleito. § 2° O Vice-Presidente.442/2001 e Ac. no território de VI – para a Câmara dos Deputados.952/1997: reelegibilidade. sem que tal situação configure a inelegibilidade do art.595 (relações de parentesco).2003.508/2003. nas mesmas condições estabelecidas. 14. no tocante às demais alíneas. observado o prazo de 6 (seis) meses para a desincompatibilização. não tenham sucedido ou substituído o titular.-TSE n° 19. 14 da Constituição Federal”. Assembléia Legislativa e Câmara Legislativa. desde que. nos últimos 6 (seis) meses anteriores ao pleito. submetem-se à regra de inelegibilidade prevista no art. no curso do mandato. e Ac. no que lhes for aplicável. o Vice-Governador e o Vice-Prefeito poderão candidatar-se a 284 . 1° a) os inelegíveis para os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República especificados na alínea a do inciso II deste artigo e. os inelegíveis para o Senado Federal. ƒƒ CF/88. até o segundo grau ou por adoção. inexigibilidade de desincompatibilização dos titulares para disputarem a reeleição.120/1989 e 21. não afasta a inelegibilidade prevista no § 7° do art. § 7°. b) em cada Município.882. por identidade de situações. os inelegíveis para os cargos de Prefeito e Vice-Prefeito. VII – para a Câmara Municipal: a) no que lhes for aplicável. de concubinato e de casamento. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac. desde que este se afaste definitivamente até seis meses antes da eleição. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes do chefe do Executivo para o mesmo cargo do titular. ƒƒ CF/88. por identidade de situações. dentre outros: elegibilidade de cônjuge e parentes do chefe do Executivo para cargo diverso. à semelhança do que ocorre com os de relação estável. solução que se estende ao vice-presidente da República. § 7°. os Governadores de Estado e do Distrito Federal e os Prefeitos devem renunciar aos respectivos mandatos até 6 (seis) meses antes do pleito.-TSE n os 15. § 3° São inelegíveis. do Distrito Federal. ƒƒ Res. jurisdição do titular. que diz respeito à hipótese em que um dos cônjuges ocupa cargo eletivo. os inelegíveis para o Senado Federal e para a Câmara dos Deputados. observado o prazo de 6 (seis) meses para a desincompatibilização. segunda nota ao parágrafo anterior. 1. Res. observados os mesmos prazos.-STF n° 18/2009: “A dissolução da sociedade ou do vínculo conjugal. não detentores de mandato eletivo. 19. de 7. art.-STF. salvo se já titular de mandato eletivo e candidato à reeleição.-TSE n° 23. os inelegíveis para os cargos de Governador e Vice-Governador.

possibilidade.-TSE n os 23. a menos que a Justiça Eleitoral reconheça fraude ao disposto nesta Lei Complementar. de 20. Governador e Vice-Governador de Estado e do Distrito Federal. ƒƒ Parágrafo 4° acrescido pelo art. § 1° As testemunhas do impugnante e do impugnado serão ouvidas em uma só assentada. inclusive documentais. no REspe n° 34. ou administrativos. contudo. § 1° A impugnação. Deputado Estadual e Deputado Distrital. indicar rol de testemunhas e requerer a produção de outras provas. 2° Compete à Justiça Eleitoral conhecer e decidir as argüições de inelegibilidade. ou o Relator. de apresentação de notícia de inelegibilidade). Ac. § 2° Nos 5 (cinco) dias subseqüentes.2008. de 29. não se impondo que seja aferida em processo próprio.807/1996 e 12. § 3° O impugnante especificará. no REspe n° 31. Art. partido político ou coligação possa contestá-la. ƒƒ Ilegitimidade para impugnar registro de candidatura: Ac. 19. Ac. 549/2002. nos 4 (quatro) anos anteriores. desde logo.-TSE. o prazo de 7 (sete) dias para que o candidato. de 17. Deputado Federal.375/1992 (eleitor. A argüição de inelegibilidade será feita perante: I – o Tribunal Superior Eleitoral. Lei Complementar n° 64. 14. no REspe n° 30. que se encontrarem em poder de terceiros. arrolando testemunhas. quando se tratar de candidato a Senador. procederá a todas as diligências 285 Lei de Inelegibilidade § 5° A renúncia para atender à desincompatibilização com vistas a candidatura a cargo eletivo ou para assunção de mandato não gerará a inelegibilidade prevista na alínea k.-TSE. 2° da LC n° 135/2010. os meios de prova com que pretende demonstrar a veracidade do alegado. quando se tratar de candidato a Prefeito. 5° Decorrido o prazo para contestação. integrado Diretório de partido ou exercido atividade político-partidária. Art. impugnálo em petição fundamentada.LEI DE INELEGIBILIDADE § 4° A inelegibilidade prevista na alínea e do inciso I deste artigo não se aplica aos crimes culposos e àqueles definidos em lei como de menor potencial ofensivo. no máximo de 6 (seis). Ac.556/2004.267/2002. 5° municipal em eleição federal e estadual). após devida notificação. juntar documentos.12. Ac. de 13.861 (diretório Art. 4° A partir da data em que terminar o prazo para impugnação. 3° Caberá a qualquer candidato. se for o caso. salvo os processos em tramitação em segredo de Justiça. contados da publicação do pedido de registro de candidato. Parágrafo único. com notificação judicial.532: a duplicidade de filiação partidária pode ser conhecida de ofício no curso do processo de registro de candidatura.162 (partido político ou coligação partidária em virtude de irregularidade em convenção de agremiação adversária). II – os Tribunais Regionais Eleitorais. Art. o Juiz. serão designados os 4 (quatro) dias seguintes para inquirição das testemunhas do impugnante e do impugnado. 16. de 18 de maio de 1990 .2008.578/2004.9. não impede a ação do Ministério Público no mesmo sentido. tenha disputado cargo eletivo. coligação ou ao Ministério Público.2006. a partido político. III – os Juízes Eleitorais. quando se tratar de candidato a Presidente ou VicePresidente da República.-TSE.10.-TSE. 2° da LC n° 135/2010. as quais comparecerão por iniciativa das partes que as tiverem arrolado. ƒƒ Ac. passará a correr.867/2000 e 345/1998 (partido político coligado isoladamente). de repartições públicas ou em procedimentos judiciais. no prazo de 5 (cinco) dias. nem aos crimes de ação penal privada. partido político ou coligação.2008. 20. por parte do candidato.842. Vice-Prefeito e Vereador. § 2° Não poderá impugnar o registro de candidato o representante do Ministério Público que. Art.9. ƒƒ Parágrafo 5° acrescido pelo art.960/2002.-TSE n os 23. se não se tratar apenas de matéria de direito e a prova protestada for relevante. no REspe n° 26.

a abertura de prazo para alegações finais é opcional. 5°)”. Art. o Juiz Eleitoral 286 . salvo se cuidar de matéria constitucional. ou o Relator. a aplicação da penalidade cabível. § 5° Se o terceiro. os que motivaram seu convencimento. que. ainda que não alegados pelas partes. ser juntado com o recurso ordinário. § 4° Quando qualquer documento necessário à formação da prova se achar em poder de terceiro. sem justa causa. fluindo o prazo independentemente de intimação ou vista. Súm. 9° Se o Juiz Eleitoral não apresentar a sentença no prazo do artigo anterior.. § 1° A partir da data em que for protocolizada a petição de recurso.-TSE n° 11/1992: ilegitimidade do partido que não impugnou o registro de candidato para recorrer da sentença que o deferiu.] ou ao término da dilação probatória ou a uma decisão do juiz indeferindo-a por não ser relevante ‘a prova protestada’ ou requerida (art. Findo o prazo. nos termos do artigo anterior. o prazo para recurso só começará a correr após a publicação da mesma por edital. passará a correr o prazo de 3 (três) dias para a apresentação de contrarazões. ƒƒ Ac. poderá ainda. cuja falta houver motivado o indeferimento. ƒƒ Súm. em Cartório. de ofício ou a requerimento das partes. decorrente da exigüidade de prazo. Ocorrendo a hipótese prevista neste artigo. o Juiz. a iniciativa para a apresentação de alegações finais é das partes e do Ministério Público. autos imediatamente remetidos ao Tribunal Regional Eleitoral. inclusive o Ministério Público. de 21. também na mesma data. correndo as despesas do transporte por conta do recorrente..-TSE n° 22. serão os Art.-TSE. como conhecedores dos fatos e circunstâncias que possam influir na decisão da causa. o Juiz. de ofício. mencionando. atendendo aos fatos e às circunstâncias constantes dos autos. ou o Tribunal. no REspe n° 26. com ou sem parecer. passando a correr deste momento o prazo de 3 (três) dias para a interposição de recurso para o Tribunal Regional Eleitoral. ou ao Relator. 8° Nos pedidos de registro de candidatos a eleições municipais. poderão apresentar alegações no prazo comum de 5 (cinco) dias. ou testemunhas. ƒƒ Ac. Recebidos os autos na Secretaria do Tribunal Regional Eleitoral. § 3° No prazo do parágrafo anterior. Art. os distribuirá a um Relator e mandará abrir vistas ao Procurador Regional pelo prazo de 2 (dois) dias. Parágrafo único.-TSE n° 10/1992: a contagem do prazo de recurso não se altera quando a sentença é entregue antes dos 3 (três) dias previstos. no dia imediato.Art. se for o caso. § 2° Apresentadas as contra-razões. 10. apurará o motivo do retardamento e proporá ao Tribunal Regional Eleitoral. cujo termo inicial está vinculado “[. 7° Encerrado o prazo para alegações. LEI DE INELEGIBILIDADE apresentará a sentença em Cartório 3 (três) dias após a conclusão dos autos. não exibir o documento. na decisão. referidos pelas partes. inclusive por portador. poderá o Juiz contra ele expedir mandado de prisão e instaurar processo por crime de desobediência. 6° que determinar. O Juiz. as partes. Art.-TSE n° 3/1992: não tendo o juiz aberto prazo para o suprimento de defeito da instrução do pedido.8. se tiver condições de pagá-las. estes serão autuados e apresentados no mesmo dia ao Presidente.785/2004: no processo de registro de candidatura. se houver necessidade. os autos serão enviados ao Relator. para sentença ou julgamento pelo Tribunal. o Corregedor Regional. poderá ouvir terceiros. ou não comparecer a Juízo.2007. Art.100: na ação de impugnação de mandato eletivo. ƒƒ Súm. ou o Relator. Parágrafo único. formará sua convicção pela livre apreciação da prova. 6° Encerrado o prazo da dilação probatória. no mesmo prazo. Parágrafo único. ordenar o respectivo depósito. pode o documento. os autos serão conclusos ao Juiz. a critério do juiz.

13. contudo. Parágrafo único. o recurso se a decisão recorrida estiver na situação descrita por último. o Tribunal se reunirá para lavratura do acórdão. manifestamente inadmissível. independentemente da apresentação de recurso. Na sessão do julgamento. ƒƒ Res. de prover. 287 Lei de Inelegibilidade .. 12. 8°. Art. 15. possibilidade.447/2000 e da a decisão proferida por órgão colegiado que declarar a inelegibilidade do candidato. Tratando-se de registro a ser julgado originariamente por Tribunal Regional Eleitoral. 22. observar-se-á o disposto no artigo anterior. ou declarado nulo o diploma. prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do TSE. A decisão a que se refere o caput. ƒƒ V.693/1992.249/2006 e 22. proferirá o Relator o seu voto e serão tomados os dos demais Juízes. Transitada em julgado ou publica- Art. terceira nota ao inciso I do art. com redação dada pela Res. Art. feito o relatório. Proceder-se-á ao julgamento na forma estabelecida no art. 11. 276 do CE/65. os fatos e as circunstâncias com base nos fundamentos do Relator ou do voto vencedor. com ou sem impugnação. Art.074/1991. a partir da data em que for protocolizada a petição passará a correr o prazo de 3 (três) dias para a apresentação de contra-razões. 21. 13.923/2004: recurso especial em processo de registro de candidato não está sujeito a juízo de admissibilidade pelo presidente do TRE. se já expedido. que poderá se realizar em até 2 (duas) reuniões seguidas. 6° desta Lei Complementar. caput . de imediato. os recursos sobre registro de candidatos serão processados e julgados na forma prevista nos arts. ƒƒ V. §§ 6° e 7°. salvo prestação de contas de campanha. ao Ministério Público Eleitoral e ao órgão da Justiça Eleitoral competente para o registro de candidatura e expedição de diploma do réu. 2. da decisão cabe agravo regimental. passando a correr dessa data o prazo de 3 (três) dias. 12. Em qualquer hipótese. art.595/2000: possibilidade de o relator negar seguimento a pedido ou recurso intempestivo. notificado por telegrama o recorrido. no qual serão indicados o direito.265/1994. ƒƒ Ac. deverá ser comunicada. desta lei complementar. 15 21. havendo recurso para o Tribunal Superior Eleitoral. Res. Art. ser-lhe-á negado registro.089/2009 (calendário eleitoral para as eleições de 2010): data limite a partir da qual as decisões não mais são publicadas em sessão coincidente com a data da diplomação dos eleitos.890/2001.579/2007 (calendários eleitorais): a data limite para proclamação dos candidatos eleitos tem sido considerada também a data a partir da qual as decisões não mais serão publicadas em sessão.-TSE n° 20. se já tiver sido feito. para a interposição de recurso para o Tribunal Superior Eleitoral. ou cancelado. far-se-á a leitura e a publicação do acórdão. desde logo. do STF ou de Tribunal Superior. Lei Complementar n° 64. independentemente de publicação em pauta. No Tribunal Superior Eleitoral. será julgado em 3 (três) dias. observado o disposto no art. também.-TSE n os 12. de 18 de maio de 1990 § 2° Terminada a sessão.518/2003. improcedente. conforme previsto no § 8° do mesmo artigo. 2° da LC n° 135/2010. Apresentadas as contra-razões. 14. independentemente de publicação em pauta.-TSE n os 20. 10 e 11 desta Lei Complementar. facultada a palavra às partes e ouvido o Procurador Regional. Art. V. Parágrafo único.007/1992. § 1° Proclamado o resultado. com redação dada pelo art.-TSE n° 23. primeira nota ao art. 12. ƒƒ RITSE. 11 desta Lei Complementar e. o pedido de registro. caput. 15.LEI DE INELEGIBILIDADE que os apresentará em mesa para julgamento em 3 (três) dias. ƒƒ Art. Havendo recurso para o Tribunal Superior Eleitoral. em petição fundamentada. serão os autos imediatamente remetidos ao Tribunal Superior Eleitoral. 36. Parágrafo único.

A apuração e a punição das Art. cargo ou emprego na administração direta. 13. e Lei n° 9. sob pena de crime funcional.2006. relatando fatos e indicando provas. A declaração de inelegibilidade do candidato à Presidência da República. inclusive de autarquias. LEI DE INELEGIBILIDADE econômico ou político.8.586: “[. pois. no REspe n° 28. o seu diploma. 22. [. mesmo que a decisão passada em julgado tenha sido proferida após o termo final do prazo de registro. a nenhum servidor público. aplica-se apenas às hipóteses em que se discute inelegibilidade”. em detrimento da liberdade de voto.. transgressões mencionadas no caput deste artigo terão o objetivo de proteger a normalidade e legitimidade das eleições contra a influência do poder econômico ou do abuso do exercício de função. indireta e fundacional da União. Art.5.. não se suspendem aos sábados. também.504/1997. nos processos de registro de candidatura. 17.181 e. na MC n° 2.504/1997. Entretanto. abuso do poder 288 . ƒƒ Ac. de 18 de março de 1952. a candidata a prefeita teve seu registro indeferido posteriormente às eleições”.410. art. domingos e feriados.2007.. a partir da data do encerramento do prazo para registro de candidatos. realizada pelo CorregedorGeral e Corregedores Regionais Eleitorais. 22. art. diretamente ao Corregedor-Geral ou Regional. 3° e seguintes desta Lei Complementar são peremptórios e contínuos e correm em Secretaria ou Cartório e.Art. § 5°. serão apuradas mediante investigações jurisdicionais realizadas pelo Corregedor-Geral e Corregedores Regionais Eleitorais. Vice-Governador ou VicePrefeito.]. 21.-TSE. o partido tem a faculdade de substituir o titular. assim como a destes não atingirá aqueles.. Art. Art. art. 18 da LC n° 64/1990 é aplicável aos casos em que o titular da chapa majoritária teve seu registro indeferido antes das eleições. Art. Isso com fundamento no princípio da indivisibilidade da chapa única majoritária [.2007. As transgressões a que se refere o art. 30-A: investigação judicial para apurar condutas relativas à arrecadação e gastos de recursos de campanha. 19. no caso dos autos. 2° da LC n° 135/2010. de 24 de setembro de 1964. ƒƒ Ac. 1° da Lei n° 11. partido político ou co- ligação são parte legítima para denunciar os culpados e promover-lhes a responsabilidade. sem qualquer prejuízo ao vice. caso em que a respectiva Comissão Executiva do partido fará a escolha do candidato. Art. art. 20. Qualquer partido político. nos termos das Leis nos 1. Desse modo. Governador de Estado e do Distrito Federal e Prefeito Municipal não atingirá o candidato a Vice-Presidente. do Distrito Federal e dos Municípios.300/2006: remessa de cópia do processo em que rejeitadas as contas de campanha ao Ministério Público Eleitoral para os fins do art. dos Estados. porquanto maculada restou a chapa. 101. Parágrafo único. acrescidos pelo art. 15 da Lei Complementar n° 64/1990. Assim. no REspe n° 25.10.116: “O art. 16. O candidato.] incabível a aplicação do art. 18. §§ 3° e 4°. 25: caracterização de abuso do poder econômico pelo descumprimento das normas referentes à arrecadação e aplicação de recursos nas campanhas eleitorais. coligação.. Os prazos a que se referem os arts.. É facultado ao partido político ou coligação que requerer o registro de candidato considerado inelegível dar-lhe substituto. 19 desta Lei Complementar serão apuradas mediante procedimento sumaríssimo de investigação judicial.579. 18 da LC n° 64/1990. indícios e circunstâncias e pedir abertura de investigação judicial para Art. atinge o seu vice. 22 desta lei complementar. ƒƒ Lei n° 9. 4. após o pleito. art. de entidade paraestatal e de sociedade de economia mista será lícito negar ou retardar ato de ofício tendente a esse fim. com as modificações desta Lei Complementar. candidato ou Ministério Público Eleitoral poderá representar à Justiça Eleitoral. de 2. ƒƒ CE/65.] o art. de 10. As transgressões pertinentes a ori- gem de valores pecuniários. 16 ƒƒ Parágrafo único acrescido pelo art. perdendo este.-TSE. a cassação do registro ou diploma do titular. de 26.

Lei Complementar n° 64. de 18. no REspe n° 433079: “a concessão de uma única entrevista não caracteriza uso indevido dos meios de comunicação social”.-TSE.012 (partido político que não tenha participado das eleições.-TSE. na espécie.-TSE. V.-TSE.2006.8. que terá as mesmas atribuições do Relator em processos judiciais.-TSE. em benefício de candidato ou de partido político. de 17. e 73. de 25.015/2005 e 24. 30-A da Lei n° 9.-TSE.4.2008. Ac. RCED e AIME). 74: abuso de autoridade. tenha sido registrado para o pleito e os fatos motivadores da Art.2011.-TSE nos 717/2003..504/1997”. no AgR-REspe n° 36020: declaração de inelegibilidade e cassação do registro de candidatura refogem à competência da Justiça Comum.530: possibilidade de propositura de ação de investigação judicial eleitoral antes de iniciado o período eleitoral. no AgR-REspe n° 28. diploma ou mandato (AIJE.2010. ao despachar a inicial. 73 da Lei n° 9. Ac.-TSE n° 22. de 19.-TSE.2008.8. ƒƒ Ac.315: a adoção do rito deste artigo para a representação prevista no art.-TSE.251 (eleitor).2011. no MS n° 3. Ilegitimidade ativa: Ac.706: “A condenação pela prática de abuso não está condicionada à limitação temporal das condutas vedadas descritas no art. Ac. no AgR-REspe n° 34693: a intimação para o vice-prefeito integrar a lide na fase recursal não afasta o defeito de citação.5.834: inexigência de formação de litisconsórcio passivo necessário entre o beneficiado e os que contribuíram para a realização da conduta abusiva. ƒƒ V. de 19. no REspe n° 28. não indicando candidatos). 782/2004 e 373/2005: ilegitimidade de pessoa jurídica para figurar no polo passivo da investigação judicial eleitoral..485/2005 (nulidade da investigação judicial suscitada sem aprovação de todos os partidos coligados).504/1997 pode ser ajuizada até a data da diplomação.504/1997 não implica o deslocamento da competência para o corregedor.2011. ƒƒ Ac. de 6. terceira nota ao inciso XIV deste artigo. Res. de 18 de maio de 1990 I – o Corregedor.3. de 17.2011.2006. impossibilidade de emenda à inicial e consequente extinção do feito sem resolução de mérito se o prazo para a propositura de AIME tiver decorrido sem inclusão do vice no polo passivo da demanda. ƒƒ Legitimidade ativa: Ac. de 1°. no AI n° 11.11. ƒƒ V. arts. no RO n° 1.9. de 19. 22 pretensão se relacionem à mesma eleição.3. Ac. na Rp n° 963 e. ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social.982/2005 (partido coligado atuando isoladamente). desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade. 41-A. § 3°.034/2009: as representações fundadas em captação de sufrágio e condutas vedadas a agentes públicos em campanha eleitoral podem ser ajuizadas até a data da diplomação. 41-A da Lei n° 9.2. no Ag n° 6.8.504/1997..721 e Ac. no AgR-AI n° 254928: existência de litisconsórcio passivo necessário entre o titular e o vice. ƒƒ Ac. nas ações eleitorais em que é prevista a pena de cassação de registro. não incidindo. § 12.960/2001: possibilidade de convocação ou designação de juízes de direito pelo corregedor para realização de atos relativos à instrução processual. ainda.002/2005 e 5.821: possibilidade de propositura de ação de investigação judicial eleitoral fundada em abuso do poder político após a data do pleito.-TSE.935/2006. nota ao caput do art. sendo desnecessária a repercussão direta na esfera política do autor”). na Rp n° 1.504/1997. 99 Ac. ƒƒ Ac. 19 desta lei complementar.-TSE nos 25.2008.11. ƒƒ Ac. no AgR-REspe n° 35. no REspe n° 26.2006. Lei n° 9.-TSE n° 20.8.469: a AIJE proposta com base no art. o entendimento consubstanciado em questão de ordem no REspe n° 25. adotará as seguintes providências: ƒƒ Res. de 21. de 29.8. Ac.6.2008.-TSE nos 25.694/2008: inexistência de previsão legal específica quanto à forma de remuneração.-TSE.-TSE.2010. no RO n° 1. de 25. de 30. 289 Lei de Inelegibilidade . ƒƒ Ac. ƒƒ Ac.] pertença à circunscrição do réu. de 2.8. acrescidos pela Lei n° 12.-TSE. representação.-TSE. obedecido o seguinte rito: 99 Ac.-TSE. da Lei n° 9.2010.2006.LEI DE INELEGIBILIDADE apurar uso indevido. art. de 8.537: (candidato que “[. que deve ocorrer no prazo assinado para formalização da investigação eleitoral.

entregando-se-lhe a segunda via apresentada pelo representante com as cópias dos documentos.727/2005 e 6. a fim de que. no HC n° 131: inexistência de previsão legal quanto à obrigatoriedade de depoimento pessoal de prefeito e vice-prefeito que figuram no polo passivo de ação de investigação judicial eleitoral.2011. V – findo o prazo da notificação. de 4.022/2005: inaplicabilidade deste inciso quando se tratar de eleições municipais.2010. a Secretaria do Tribunal juntará aos autos cópia autêntica do ofício endereçado ao representado. que resolverá dentro de 24 (vinte e quatro) horas.5. VII – no prazo da alínea anterior. no REspe n° 272506: irrelevância de o requerimento objetivando a diligência ter sido veiculado fora dos três dias previstos neste inciso. juntada de documentos e rol de testemunhas. presente a possibilidade de o próprio Estado julgador implementar a providência.502/2005. a invocação do inciso III deste artigo. II – no caso do Corregedor indeferir a reclamação ou representação. 22 Art.151: extrapolação do número de testemunhas em virtude da diversidade de fatos suscitados num mesmo processo. ou testemunhas.6. a) ordenará que se notifique o representado do conteúdo da petição. cabendo recurso no caso de indeferimento da petição inicial ou.2006.5.-TSE. perante o TRE. 5. no REspe n° 36. poderá levar o fato ao conhecimento do Tribunal Superior Eleitoral. ƒƒ Ac. III – o interessado. referidos pelas partes.2009. poderá o interessado renová-la perante o Tribunal.419/2001. no REspe n° 26.-TSE. quando não for caso de representação ou lhe faltar algum requisito desta Lei Complementar. na hipótese de anterior indeferimento.-TSE n° 22. ofereça ampla defesa. ƒƒ Ac. quando for atendido ou ocorrer demora. excetuando-se essa regra quando o corregedor retardar a solução da investigação judicial. de 1°. ƒƒ Res. com ou sem defesa.241/2005: impossibilidade de julgamento antecipado da lide na representação por abuso de poder ou captação ilícita de sufrágio..6. LEI DE INELEGIBILIDADE prova da entrega ou da sua recusa em aceitá-la ou dar recibo.5. circunstâncias e fundamentos novos em relação aos que já foram apresentados e analisados pela corregedoria regional. 99 Depreende-se do contexto que o vocábulo “não” foi omitido por engano da expressão “quando for atendido”. abrir-se-á prazo de 5 (cinco) dias para inquirição. no prazo de 5 (cinco) dias. de testemunhas arroladas pelo representante e pelo representado. b) determinará que se suspenda o ato que deu motivo à representação. de 18. notas ao inciso anterior.148: “[. gedor poderá ouvir terceiros.-TSE. a fim de que sejam tomadas as providências necessárias. caso seja julgada procedente. de 4. as quais comparecerão independentemente de intimação. até o máximo de 6 (seis) para cada um. ƒƒ V.. ƒƒ Ac. o Corre- IV – feita a notificação.2006. de 26. 1. requer a apresentação de fatos. em uma só assentada. ex officio ou a requerimento das partes. no caso de demora. quando for relevante o fundamento e do ato impugnado puder resultar a ineficiência da medida. o Corregedor procederá a todas as diligências que determinar. como conhecedores dos fatos e circunstâncias que possam influir na decisão do feito. ou retardar-lhe a solução. no RO n° 714: a renovação da representação. se cabível. c) indeferirá desde logo a inicial.-TSE. bem como a VIII – quando qualquer documento necessário à formação da prova se achar em poder 290 . indícios. VI – nos 3 (três) dias subseqüentes. ƒƒ Ac. ƒƒ Ac.] a apresentação do rol de testemunhas deve ocorrer no momento da inicial ajuizada pelo representante e da defesa protocolada pelo representado”.-TSE n os 19.-TSE. ƒƒ Ac.

as partes.. art. ƒƒ Ac. por abuso de poder político [. e de ação penal. no dia imediato. o Procurador-Geral ou Regional Eleitoral terá vista dos autos por 48 (quarenta e oito) horas. no dia imediato.2008. não se aplicando à hipótese os §§ 6° e 7° do art.2009..-TSE. que será assentado em 3 (três) dias. ou não comparecer a Juízo. Lei Complementar n° 64. o represen- 291 Lei de Inelegibilidade X – encerrado o prazo da dilação probatória. cominando-lhes sanção de inelegibilidade para as eleições a se realizarem nos 8 (oito) anos subsequentes à eleição em que se verificou. no mesmo prazo. para se pronunciar sobre as imputações e conclusões do relatório..10. mas antes da diplomação do candidato eleito. poderão apresentar alegações no prazo comum de 2 (dois) dias. capaz de gerar a cassação de registro. de 18 de maio de 1990 . ƒƒ Ac.2009. no RO n° 749: o prazo comum para alegações finais previsto neste dispositivo não caracteriza cerceamento de defesa. mesmo após o dia da votação.2009. I.] imposição da pena de cassação de registro e de inelegibilidade. 22. não exibir o documento. ainda que após a proclamação dos eleitos. de 10. ainda.2006. ƒƒ Inciso XIV com redação dada pelo art. de 23. ƒƒ V. o Tribunal declarará a inelegibilidade do representado e de quantos hajam contribuído para a prática do ato. IX – se o terceiro.-TSE. no RO n° 1. XIII e 24 da citada lei complementar”.5.2. XI – terminado o prazo para alegações.-TSE n° 19/2000: “O prazo de inelegibilidade de três anos. Ac. no REspe n° 25.-TSE n° 4. Interpretação dos arts. 41-A da Lei n° 9.-TSE. XII – o relatório do Corregedor. 22 tante do Ministério Público tem o prazo de 48 horas para emitir seu parecer nas representações processadas mediante as regras da Lei Complementar n° 64/1990.476. no RO n° 1.443. Súm. de 16. 1°. Interpretação que visa a excluir um vácuo jurisdicional (do dia da votação até a diplomação dos eleitos) durante o qual não existiria qualquer provimento jurisdicional efetivo. de 12.5. XIII – no Tribunal. o Juiz poderá expedir contra ele mandado de prisão e instaurar processo por crime de desobediência. de 13. no RO n° 1.3.3.469: ultrapassado o período ƒƒ Ac.-TSE.. hábil a afastar do processo eleitoral e a impedir que venha a ser diplomado o candidato que abusou do seu poder econômico ou político”.2009.-TSE n° 404/2002: impossibilidade de o corregedor julgar monocraticamente a representação.LEI DE INELEGIBILIDADE de terceiro.6. no REspe n° 28. com pedido de inclusão incontinenti do feito em pauta. ƒƒ Ac. inclusive estabelecimento de crédito. ƒƒ Ac. XIV – julgada procedente a representação. para apresentação de relatório conclusivo sobre o que houver sido apurado. de 25. é contado a partir da data da eleição em que se verificou”.] é necessário que o candidato tenha praticado o ato na condição de detentor de cargo na administração pública”.  Art. para julgamento na primeira sessão subseqüente. ordenar o respectivo depósito ou requisitar cópias.504/1997 nas eleições estaduais e federais. 36 do RITSE. inclusive o Ministério Público. sem justa causa. terceira nota ao inciso V deste artigo. determinando a remessa dos autos ao Ministério Público Eleitoral. e os autos da representação serão encaminhados ao Tribunal competente. no REspe n° 25. ƒƒ V. de 15.934: “No juízo eleitoral de primeiro grau. ƒƒ Ac.362: possibilidade de “[. 2° da LC n° 135/2010.413: “Para a incidência da inelegibilidade. para instauração de processo disciplinar. o Corregedor poderá. oficial ou privado. os autos serão conclusos ao Corregedor. 22 deste artigo. desta lei complementar. por abuso de poder econômico ou político. ordenando quaisquer outras providências que a espécie comportar.029/2003: impossibilidade de o juiz auxiliar julgar monocraticamente a representação fundada no art.-TSE. em razão da adoção do procedimento do art. se for o caso. d.2007. além da cassação do registro ou diploma do candidato diretamente beneficiado pela interferência do poder econômico ou pelo desvio ou abuso do poder de autoridade ou dos meios de comunicação.

não será considerada a potencialidade de o fato alterar o resultado da eleição. exercendo todas as funções atribuídas ao Corregedor-Geral ou Regional. O Ministério Público e a Justiça Eleitoral darão prioridade. no caso de sua extinção. 26-A acrescido pelo art. 26-A. constantes dos incisos I a XV do art. 3° da Lei n° 8. O Tribunal formará sua convicção pela livre apreciação dos fatos públicos e notórios. quanto ao registro de candidatura. 23 de três anos da realização do pleito. Art. Constitui crime eleitoral a argüição de inelegibilidade. cabendo ao representante do Ministério Público Eleitoral em função da Zona Eleitoral as atribuições deferidas ao Procurador-Geral e Regional Eleitoral. da receita federal. XV – (Inciso revogado pelo art. no RHC n° 97: impossibilidade de imediato trancamento de investigação criminal contra candidato a prefeito. e multa de 20 (vinte) a 50 (cinqüenta) vezes o valor do Bônus do Tesouro Nacional – BTN e. desvio ou abuso do poder de autoridade. 25. deduzida de forma temerária ou de manifesta má-fé: § 2° Além das polícias judiciárias. 2° da LC n° 135/2010.177/1991. Os prazos de desincompatibilização Art. LEI DE INELEGIBILIDADE ƒƒ Ac. com prioridade sobre as suas atribuições regulares. estadual e municipal. o Banco Central do Brasil e o Conselho de Controle de Atividade Financeira auxiliarão a Justiça Eleitoral e o Ministério Público Eleitoral na apuração dos delitos eleitorais. 26-B.-TSE. dos indícios e presunções e prova produzida. ƒƒ Art. 22 desta Lei Complementar. o Conselho Nacional do Ministério Público e as Corregedorias Eleitorais manterão acompanhamento dos relatórios mensais de atividades fornecidos pelas unidades da 292 . Nas eleições municipais. opera-se a perda de objeto da ação de investigação judicial eleitoral na parte em que decreta a inelegibilidade. Art. os tribunais e órgãos de contas.). ainda que não indicados ou alegados pelas partes. 4° da LC n° 135/2010. Afastada pelo órgão competente a inelegibilidade prevista nesta Lei Complementar.2006. de 10. 26. a coligação a que pertence e os advogados que a representam judicialmente na hipótese de indícios de manifesta má-fé na proposição de ação de investigação judicial eleitoral contra adversário político. Eleitoral será competente para conhecer e processar a representação prevista nesta Lei Complementar. Art. mas que preservem o interesse público de lisura eleitoral. § 1° É defeso às autoridades mencionadas neste artigo deixar de cumprir qualquer prazo previsto nesta Lei Complementar sob alegação de acúmulo de serviço no exercício das funções regulares. ƒƒ Inciso XVI acrescido pelo art. 24. 23.10. mas apenas a gravidade das circunstâncias que o caracterizam. de título público que o substitua. previstos nesta Lei Complementar que já estiverem ultrapassados na data de sua vigência considerar-se-ão atendidos desde que a desincompatibilização ocorra até 2 (dois) dias após a publicação desta Lei Complementar. Art. XVI – para a configuração do ato abusivo. 2° da LC n° 135/2010. o disposto na lei que estabelece normas para as eleições. ressalvados os de habeas corpus e mandado de segurança. aos processos de