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Apostila de Cálculo Zero

Este material visa auxiliar os estudos em Matemática promovendo a revisão de seu conteúdo básico, de forma a facilitar o aprendizado nas disciplinas de cálculo e também melhorar o aproveitamento nas disciplinas que envolvam o raciocínio lógico.

Autora: Eloisa Márcia da Silva Março de 2012
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Prezado(a) Aluno(a),

Faça uma leitura atenciosa do conteúdo e das situações problemas propostas para compreensão e interpretação. Participe das discussões das idéias matemáticas em sala e busque manter presença regular às aulas para que seu raciocínio e compreensão do conteúdo seja contínuo. Leia a situação problema, formule hipóteses e estime resultados. Elabore estratégia para resolve-los e siga os passos:
• • • • • • •

Anote os dados mais importantes; verifique o que se deseja descobrir no problema; faça um esquema ou desenho que o auxilie a visualizar e interpretar a situação; anote o raciocínio que você usou na resolução; registre os cálculos; analise a solução obtida, verificando se ela é coerente com os dados do problema; anote a resposta completa.

Através da leitura do problema, utilizando os passos acima, você irá identificar qual conteúdo, método, propriedade e/ou fórmula que será(ão) necessário(s) para a solução da situação proposta. Tente identificar como se dá sua aprendizagem: gosto de estudar sozinho ou em grupo; sua aprendizagem depende de você e de sua dedicação. Busque resolver os exercícios propostos antes de pedir ajuda. Não copie uma resolução sem compreendê-la, esclareça a dúvida e depois refaça o exercício para verificar se realmente aprendeu. As respostas dos exercícios servem como uma forma de conferir seu raciocínio. Se não estiver conseguindo resolver um exercício, uma situação problema, procure esclarecimento antes de desistir. Enfim, participe das aulas de forma efetiva e com atenção. Sempre que necessário recorra às anotações, ao livro e/ou apostila e esclareça suas dúvidas com o(a) professor(a). Organize um horário de estudos para criar o hábito de estudar todos os dias. Lembre-se: a dúvida só aparece quando nos exercitamos através da resolução de exercícios diferentes. Para seu sucesso realize as tarefas com organização clareza e pontualidade. Sucesso! É o que desejamos. Instituto de Engenharias e Tecnologias

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Conteúdo
1. CONJUNTOS ................................................................................................................................ 5 1.1 Notação de conjuntos .................................................................................................................. 5 1.2 Tipos de conjuntos ...................................................................................................................... 5 1.3 2. 2.1. 2.2 2.3 3. 3.1 3.2 3.3 3.4 3.5 4 5 6 7 8 9 10 11 11.1 11.2 12 13 14 15 16 16.1 17 17.1 17.2 18 19 19.1 19.2 19.3 19.4 19.5 4.1 5.1 Operações com conjuntos ..................................................................................................... 6 N → Naturais ......................................................................................................................... 8 Z → Inteiros ........................................................................................................................... 8 Expressões numéricas .......................................................................................................... 9 Números Primos e Compostos ........................................................................................... 11 Decomposição de um número em um produto de fatores primos ...................................... 12 Mínimo múltiplo comum (m.m.c.) ........................................................................................ 12 Máximo Divisor Comum (m.d.c.) ......................................................................................... 12 Q → Racionais: ................................................................................................................... 12 Redução de frações ao mesmo denominador .................................................................... 13 Operações com números decimais ..................................................................................... 14 CONJUNTOS NUMÉRICOS ......................................................................................................... 7

POTÊNCIAS .................................................................................................................................. 9

OPERAÇÕES ENTRE FRAÇÕES .............................................................................................. 13 NÚMEROS DECIMAIS ................................................................................................................ 13 PORCENTAGEM ........................................................................................................................ 15 I → IRRACIONAIS....................................................................................................................... 15 R → REAIS .................................................................................................................................. 15 RADICAIS .................................................................................................................................... 17 PRODUTOS NOTÁVEIS ......................................................................................................... 18 OPERAÇÕES ALGÉBRICAS .................................................................................................. 20 Expressões algébricas ........................................................................................................ 20 Operações com expressões algébricas .............................................................................. 20 EQUAÇÕES DO 1º GRAU ...................................................................................................... 20 EQUAÇÕES DO 2º GRAU ...................................................................................................... 21 INEQUAÇÕES......................................................................................................................... 25 INEQUAÇÃO DO 2º GRAU ..................................................................................................... 27 FUNÇÕES ............................................................................................................................... 29 Tipos de funções ................................................................................................................. 30 FUNÇÃO DO 1º GRAU OU FUNÇÃO AFIM ........................................................................... 37 Zero da função de 1º grau ................................................................................................... 38 Crescimento e decrescimento ............................................................................................. 39 FUNÇÃO DO 2º GRAU ........................................................................................................... 41 FUNÇÃO MODULAR .............................................................................................................. 45 Módulo (ou valor absoluto) de um número: ........................................................................ 45 Equações modulares ........................................................................................................... 45 Inequações modulares ........................................................................................................ 46 Módulo e raiz quadrada ....................................................................................................... 47 Função modular................................................................................................................... 47

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..................................................................................................................................................................................................................................................................... 53 TRIGONOMETRIA .......................................................5 22...................................... 57 Arcos com mais de uma volta ..........................................................2 22.................................................................................................3 22... 66 4 ..................................................................................................................................................................2 22 22............................................................... 58 Seno e cosseno ........................................................................................................ 54 Funções trigonométricas básicas ........................................................................................................... 53 Inequação logarítmica ..........................................4 22............. 57 Arcos Côngruos .................................................................... 58 BIBLIOGRAFIA..... 55 Unidades de Medidas de arcos: ........................................................................................................................ 56 Arcos de uma volta ................................................................................................. 56 Mudança de unidades ...20 21 21............................................................. 49 FUNÇÃO LOGARÍTMICA ........ 56 Círculo Trigonométrico .............8 FUNÇÃO EXPONENCIAL .....................1 22..................... 52 Equação logarítmica ....1 21.............................7 22..6 22.........................................

6 } e F={56} 5) Conjunto Finito e Conjunto Infinito 5..4. Exemplo: A.6 } E = { 5. Exemplos: A={ 1.branco} 2) Representação descrevendo a propriedade que é comum a todos os elementos que pertencem a esse conjunto. Conjunto Finito é aquele que possui um número finito de elementos..} U={ x/x é um número} 1.3. Exemplos: A={ 5 } B={ x/x é capital de Minas Gerais C={ x / 3+x=5 } Subconjunto é o conjunto A que está contido no conjunto B. Conjunto Infinito é aquele que possui uma infinidade de elementos. portanto é lido como “não é elemento de” ou “não pertence a”. B.1 Notação de conjuntos Representamos de três modos distintos os elementos de um conjunto. b.3. .2...6...2 Tipos de conjuntos 1) Conjunto Unitário: Aquele que possui um único elemento.. c) Pertinência: quando se quer relacionar elementos que pertencem a um conjunto.u} b) B={1. Exemplos: A = { 0. ..2. Lembre-se: { ∅ } não representa conjunto vazio.0. 3} é subconjunto de B={ 1.4 } e B={ 5. a”. c. 2. b) Os elementos serão indicados por letras minúsculas do alfabeto. Exemplos: A={ 3. 5.Apostila de Cálculo Zero 1.. 1. 9 } B = { x/x é rio do Brasil } 5. . CONJUNTOS As seguintes convenções serão utilizadas nas teorias dos conjuntos: a) Os conjuntos serão indicados por letras maiúsculas do alfabeto. z} U={ . ou seja... 2) Conjunto Vazio: É aquele que não possui elementos..1. .} c) C={0.4 } D={ x/x é capital brasileira} é subconjunto de F = { x/x é cidade do Brasil } 5 .azul.2.-2.. Exemplos: a) A={ x / x é consoante } b) B={ x / x é negativo e par } c) C={ x / x é país da Ásia} d) D={ x / x é cor da bandeira do Flamengo Flamengo} 3) Representação Gráfica 4) Conjuntos Disjuntos: São os conjuntos que não possuem nenhum elemento em comum. Pode ser representado por { } ou ∅.. Exemplos: a) A={a.-1.amarelo.. 3 } B = { x/x é ímpar e negativo } C 6) Subconjunto 1.1.5.. que é lido como “é elemento de” ou “pertence . Exemplos: A = { 1.e. 1) Representação Tabular: Essa notação consiste em citar os elementos do conjunto separados por vírgulas e entre chaves.. Exemplos: U={ a.2. todo elemento de A também pertence ao conjunto B. utiliza utiliza-se o símbolo ∈.. O símbolo ∈ é a negação do símbolo de pertinência.i. C.o. 3) Conjunto Universo: É aquele conjunto que o contém todos os elementos possíveis em um dado universo de discurso. b. c.} d) D={verde. Exemplo: a.

e o número de elementos da interseção: 1. então A – B = ∁ (Lê-se: Complementar de B em relação a A A). o conjunto vazio por definição sempre é subconjunto de qualquer conjunto.3 Operações com conjuntos 1) Interseção Na interseção entre dois (ou mais) conjuntos tomamos os elementos comuns aos conjuntos dado dados. Quantas pessoas foram consultadas? a) 250 6 . Simbolicamente: A ∩ B = { x/x ∈ A e x ∈ B }.: Todo e qualquer conjunto é sempre subconjunto do conjunto universo (dentro de um dado universo de discurso). 9} 3) Diferença Na diferença entre dois conjuntos tomamos os elementos pertencentes ao primeiro conjunto e não pertencente ao segundo. A – B = {1. 2. 3. 5} e B = {3. 20 liam os dois jornais A e B e 110 não liam nenhum dos jornais. 9 }. 5. 4. a) A ∩ B b) A ∪ B c) A – B d) B – A Solução: A ∩ B = {3. Simbolicamente: A . 2) Se B ⊂ A. Além disso. verificou verificou-se que. 2. Exemplos: 1) Conjunto os conjuntos A = {1. 3) A ∩ ∅ = ∅ A∩A=A A∩B=B∩A 4) A ∪ ∅ = ∅ A∪A=A A∪B=B∪A 5) O número de elementos da união de dois conjuntos é igual a diferença entre a soma do número de elementos de cada um desses conjuntos. n(A) = número de elementos de A n(B) = número de elementos de B 2) União Na união entre dois (ou mais) conjuntos reunimos os elementos dos conjuntos dados em um único conjunto. 7. 4} B – A = {7. 7. 150 liam o jornal B. determine. 5} A ∪ B = {1.Apostila de Cálculo Zero 7) Simbologia: Observações: Obs. Onde: n(A ∪ B) = número de elementos de A ∪ B n (A ∩ B) = número de elementos de A ∩ B. . 9} . 3. A – B ≠ B – A. 2. 4. a) b) c) d) 2) Numa pesquisa realizada. das pessoas consultadas 100 liam o jornal A. Simbolicamente: A ∪ B = { x/x ∈ A ou x ∈ B }. 1) Em geral. 5.B = { x/x ∈ A e x ∈ B }.

Sabe-se que 13% dos candidatos de nível superior efetuaram 2 inscrições.e} b) (A ∪ B)∩ C = {b. Inscreveram-se num concurso público 700 candidatos se para 3 cargos . e. respectivamente e dados os conjuntos A = { a. g. d. 0. segue que.c. d.Apostila de Cálculo Zero b) 230 c) 340 d) 380 Solução: A solução deste problema só pode ser realizada com a utilização de diagramas uma vez que existem pessoas que GOSTAM DE DUAS COISAS AO MESMO TEMPO.13 = 300 . f} por isto este item está certo. implicando em S = 39 Assim. Logo. C = { e. B e C o que é um absurdo.74 = 150 e S S∩M = 150 . Observe o diagrama de Venn Venn-Euler com a quantidade de elementos. S o número de candidatos ao nível superior.13S = 39. = Então.exatamente: 17% têm casa própria. é como se afirmássemos que não existem elementos nos conjuntos A. Dos candidatos de nível médio.111 = 39 . 111 candidatos efetuaram uma só inscrição. 0.um de nível superior.vem que 31% + x = 100%.74M = 111.d. Qual é então o número de candidatos ao nível fundamental? Solução: Sejam: M o número de candidatos de nível médio.b. somente podem efetuar uma inscrição. o percentual dos que não têm casa própria nem automóvel é x =100% .f} d) A ∪ (B ∪ C) = { } Temos: 150 . CONJUNTOS NUMÉRICOS 7 . Resolvendo a operação da letra c (B I C) U A temos B que os elementos que são comuns aos conjuntos B e C unidos ao conjunto A resultam nos elementos {a. f} novamente nos deparamos com uma afirmação errada.(A U C) I B este item deseja unir os elementos do conjunto A e C e a partir desta união separar os elementos comuns com o conjunto B tendo como resposta o conjunto {c. Os candidatos ao nível fund fundamental Como a soma das parcelas percentuais resulta em 100%. Solução: Neste tipo de questão teremos que resolver todas as letras para perceber qual destas é a correta. / 0. d. f }.b. então 9% + 8% + 14% + x = 100 %.h} por isto esta letra está errada. B e C e dizer que estes conjuntos representam uma operação vazia. começando sempre pelo número de elementos da interseção. Logo. ou seja. 8% têm casa própria e automóvel.(A I B) U C este A conjunto é formado a partir dos elementos que são comuns aos conjuntos A e B em união a todos os elementos do conjunto C tendo como resposta o conjunto {c. f. Tomemos a afirmação da letra a .411 = 289.Assim. Toda vez que o problema trouxer tal informação iremos utilizar deste recurso de diagrama. d. h } analise os itens abaixo e assinale o CORRETO: xo a) (A ∩ B)∪ C = {a. É permitido aos candidatos efetuarem uma inscrição para nível superior e uma para nível médio. S∩M o número de candidatos aos níveis M superior e médio. dos conjuntos.39 = 261. um de nível médio e um de nível fundamental. correspondendo a 74% dos candidatos desse nível. Só para concluirmos o item d está errado porque não tem sentido unir três conjuntos A. 3) Sabendo que os símbolos U e I significam união e interseção. e.d} c) (B ∩ C)∪ A = {a. B = { c. b. Conseqüentemente. Da Matemática Financeira sabemos que: 74% = 74/100 ica = 0.74 e 13% = 13/100= 0. f. 261 + 39 + 111 + F = 700.c.e. fazemos um diagrama de Venn-Euler. e. colocando a quantidade de elementos Euler. F número de candidatos ao nível fundamental. M = 111 / 0.31% = 69% 2. (PUC) Um levantamento sócio sócio-econômico entre os habitantes de uma cidade revelou que. F = 700 . c. Daí.d.b. lementos. d }. 22% têm automóvel. c. e.13. Qual o percentual dos que não têm casa própria nem automóvel? Solução: Com base nos dados.g. Vamos observar a afirmação da letra b .

tais que a = bq + r. 4. os números são chamados de dividendo (a parte que está sendo dividida) e divisor (a quantia de vezes que esta parte está sendo dividida).2 Z → Inteiros O conjunto dos números inteiros relativos é a reunião dos números negativos. -2.3. 2. 2) O maior resto possível é uma unidade menor que o divisor.4.-2. sendo a operação a subtração.} (é um conjunto infinito) N*= {1. onde a e b são fatores e P é o produto. sendo a operação aditiva.. sendo a operação multiplicativa e o resultado é o produto..-4. e é subconjunto de N) 1) Operações em N a) Adição Na adição os números são chamados de parcelas..2. 3.-3.. 2.2. Nesse caso. N = {0.. Qual o valor da soma de todos os possíveis valores do quociente? Solução: Temos que a 2 q 2 2.-1.3.. o zero e os número positivos. temos que os possíveis valores naturais de q são ). b ∈ N e a b. 3. b ∈ N e a b.4. 0... Sendo a. b é o subtraendo e D é a diferença.} 1.4. a divisão aproximada de a por b. Não há números naturais negativos. números Ou. . onde a.. b ∈ N e b 0. e o resultado é a soma.3. e o resultado é o minuendo.-4.} Conjuntos dos inteiros negativos: Z*-={-1. d) Divisão Na divisão.4. consiste em encontrar dois números q. o que se pode chamar de resto. Isto é. (b – 1). b são parcelas e o S é a soma.Apostila de Cálculo Zero 3) Se o resto é zero. b ∈ N. b) Subtração Na subtração os números são chamados de subtraendo.} 8 . c) Multiplicação Na multiplicação os números são chamados de fatores..1. o conjunto dos números naturais e seus opostos – negativos. 3. o divisor é 17 e o resto é o quadrado do quociente. 5..1. Dessa forma a sua soma é 0 + 1 + 2 + 3 + 4 = 10 Observações: Casos particulares da multiplicação e divisão Multiplicação Entenda-se N como Número qualquer se N*1=N N*0=0 Divisão N/1=N N/N=1 0 / N = 0 (N ≠ 0) N / 0 = Não existe!!!! 2. ..} =N Conjuntos dos inteiros não positivos: Z-={0....1.. -3.. a diferença D = a – b ∈ N. ou seja..4. Observação: O número zero não é positivo nem negativo. quando uma divisão não é exata irá sempre sobrar um determinado valor.. e o resultado é o quociente. 2..3. Sendo a.-3. 4.. temos que a = bq e dizemos que a é múltiplo de b ou que b é divisor de a.-2. veja no exemplo a seguir: 843 / 5 = 168 34 43 3 resto (r) Observações: 1) O resto é sempre menor que o divisor (r < b).. 1. dizemos que a divisão é exata.. a operação é a divisão. 1. -1. r ∈ N. a diferença D = a – b ∈ N. Não há números inteiros em fração ou decimal.-2. 17 q Como q < 17.-3. Sendo a. N → Naturais O conjunto dos números naturais é indicado por N e representado pelos números positivos inclusive o zero. onde a é o minuendo.2. Exemplo: Numa divisão de números natur naturais. Sendo a..1.. Exemplo: Existe na divisão. 1.. o produto P = ab ∈ N. os que representem uma contagem inteira.} (exclui o zero...} Conjuntos dos inteiros não nulos: Z*={. Z = {.} Conjuntos dos inteiros positivos: Z*+={1.2. Subconjuntos: Conjuntos dos inteiros não negativos: Z+={0.

B) Multiplicação e divisão algébrica Sinais iguais → resposta positiva Sinais diferentes → resposta negativa 3. na ordem em que estas estiverem indicadas. Exemplos: | 9| 9 | 2| 2 |0| 0 |7| 7 Para resolver expressões numéricas realizamos primeiro as operações de multiplicação e divisão. Sendo assim. que determina seu grau. O oposto de 6 é -6.1) ³ = -1 (Casos Particulares: a) A potência de expoente 1 (1º grau) é igual à base: 2 2 b) Toda potência de 1 é igual a 1: 1² = 1 1³ = 1 c) Toda potência de 0 é igual a 0: 0² = 0 0³ = 0 d) Toda potência de expoente par é positiva: 9 . efetuam-se as operações eliminando eliminando-se. e depois adições e subtrações.1) * ( 1) = 1 ∴ (.1) ³ = (. por representar distância. [ ]: colchetes e { }: chaves. Assim: 2³ = 2 * 2 * 2 = 8 ∴ 2³ = 8 (. Indica. o valor absoluto que esse número possui. POTÊNCIAS Definição: Potência de grau n de um número A é o produto de n fatores igua a A. iguais ∗ ∗ ∗ … ∗ (n vezes) A é a base da potência e n é o expoente da potência. também. colchetes e chaves. os números opostos estão a uma mesma distância do zero. dos sinais interiores para os exteriores. a) 12 * 3 = 36 d) -2 * 3 = -6 g) 4 b) (-12) * ( 12) (-3) = 36 e) 2 h) 4 c) 2 * (-2) = .1) * (. na ordem: parênteses. subtrai-se o de menor valor absoluto do de se maior valor absoluto e conserva-se o sinal do de maior se valor absoluto. isto é. Exemplos: a) 2 + [2 – (3+2) -1] = 2 + [2 – (5) -1] = 2 + [2 – 5 -1] = 2 1] + [2 . b) Valor absoluto ou Módulo Representa a distância de um número até o zero (ou origem).Apostila de Cálculo Zero Exemplos: a) Valor absoluto ou Módulo Números opostos ou simétricos Na reta numerada.4 f) 4 2. o módulo.3 Expressões numéricas Exemplos: O oposto de 1 é -1. trocam-se todos os sinais dos termos internos. Quando à frente do sinal da reunião eliminado estiver o sinal negativo. Exemplos: a) 2 + 4 = 6 b) – 2 – 4 = – 6 c) 5 – 3 = 2 d) – 5 + 3 = – 2 e) 2 + 3 – 1 – 2 = 5 – 3 = 2 f) – 1 – 3 + 2 – 4 + 21 – 5 – 32 = 23 – 45 = – 22 g) (-15) + (-6) = -15 – 6 = -21 Na adição de dois números inteiros com sinais contrários. Sinais diferentes: Subtraem-se os valores absolutos e se dá-se o sinal do maior.6] = 2 + [-4] = 2 – 4 = -2 b) 2 + {3 – [1 + (2 – 5 + 4)] + 8} = 2 + {3 – [1 + (-3 + 4)] + 8} = 2 + {3 – [1 + (1)] + 8} = 2 + {3 – [2] + 8} = 2 + {3 – 2 + 8} = 2 + {9} = 11 c) {2 – [3 * 4 : 2 – 2 ( 3 – 1 )]} + 1 = {2 – [12 : 2 – 2 ( 2 )]} + 1 = {2 – [12 : 2 – 2 ( 2 )]} +1 = {2 – [6 – 4 ]} +1 = {2 – [2 ]} +1 = {2 – 2 } + 1 = { 0 } + 1 = 1 c) Operações com números inteiros: A) Soma e subtração algébrica Sinais iguais: Somam-se os valores absolutos e dá se dá-se o sinal comum. Em expressões que aparecem sinais de reunião: ( ): parênteses. é sempre positivo e representado por | |.

se b) 2 2 2 c) Esse exemplo nos leva a concluir que. em geral. c) Potência de potência de mesmo grau (semelhantes) Multiplicam-se as bases e conserva se conserva-se o expoente comum.Apostila de Cálculo Zero (. .2) = 16 2 = 16 9 3² = 9 4 4 (. 10 . os g) Expoente negativo Qualquer número diferente de zero. para todo a 0 Observação: d) Divisão de potências de mesmo grau (semelhantes) Dividem-se as bases e conserva-se o expoente comum. e) Potenciação de potência Eleva-se a base ao produto dos expoentes. 1.2) = . 0. o resultado será positivo. . para . se h) Sinal da Base Observe os seguintes exemplos Observação: 1) Exemplo: a) 2 2 .27 5 5 2 = 32 (.3)² = e) Toda potência de expoente ímpar tem o sinal da base: 3³ = 27 (.32 Propriedades: a) Produto de potências de mesma base Mantém-se a base comum e soma-se os expoentes.3)³ = . elevado a expoente negativo é igual a uma fração cujo numerador é a unidade e cujo denominador é a mesma base da potência elevada ao mesmo expoente com o sinal positivo. − . 2 3 9 : Se a base for positiva o resultado é sempre positivo 2) 3 9 : Se a base for negativa e o expoente par. f) Expoente nulo Toda potência de base diferente de zero e expoente zero é igual a unidade. Potências de 10 Efetuam-se as potências de 10 escrevendo à direita da se unidade tantos zeros quantas forem as unidades do expoente. Observação: 1 Logo b) Divisão de potências de mesma base Mantém-se a base comum e diminuem se diminuem-se expoentes.

7. O número 2 é o único número primo par.672 é divisível por 8 Divisibilidade por 9: Um número é divisível por 9 qu quando a soma dos valores absolutos dos seus algarismos forma um número divisível por 9.Apostila de Cálculo Zero 3) 3 27 : Se a base for negativa e o expoente ímpar. 4. Exemplo: 720 é divisível por 12. Exemplos: 2. 15. ou em outras palavras. Observação: O número 1. Número Composto: É todo número que não é primo. 2. porque é divisível por 3 (soma = 6) e por 5 (termina em 5) Divisibilidade por 25: Um número é divisível por 25 quando os dois algarismos finais forem 00. porque é divisível por 2 e por 3. Divisibilidade por 11: Um número é divisível por 11 quando a diferença entre as somas dos valores absolutos dos algarismos de ordem ímpar e a dos de ordem par é divisível por 11. Exemplos: 11 . Exemplos: 200. possui mais de dois divisores.000 é divisível por 8 (termina em três zeros) 1. isto é. 47. Divisibilidade por 4: Um número é divisível por 4 quando termina em dois zeros ou quando o número formado pelos dois últimos algarismos da direita for divisível por 4. o das centenas de 3ª ordem. 25. Exemplos: 1) 87549 Si (soma das ordens ímpares) = 9 + 5 + 8 = 22 Sp (soma das ordens pares) = 4 + 7 = 11 Si – Sp = 22 – 11 Como 11 é divisível por 11. Divisibilidade por 8: Um número é divisível por 8 quando termina em três zeros ou quando o número formado pelos três últimos algarismos da direita for divisível por 8. Exemplos: 12. 50 ou 75. porque é divisível por 3 (soma = 9) e por 4 (dois últimos algarismos. 850 e 975 são divisíveis por 25. 28. outros. 17. 43. ao mesmo tempo. 3. para que a subtração possa ser realizada: 10 + 11 = 21. Exemplos: 1. e 15 é divisível por 3. 37. o das dezenas de 2ª ordem. Exemplo: 627 é divisível por 3. por definição. 36.230 é divisível por 5 (termina em 0). 2. ou 5. 5. 41. quando termina em zero. não é primo. Como zero é divisível por 11. Exemplo: 1. 13. porque a soma 6+2+7 é igual a 15. 29. 23.320 é divisível por 10 (termina em 0). Exemplo: 912 é divisível por 6. porque a soma 6+4+8 = 18 é divisível por 9. Então temos a subtração 21 – 21 = 0. o resultado será negativo. 564 é divisível por 4 (64 é divisível por 4). admite apenas dois divisores. 11. 6 ou 8. 420. 3. outros 1) Critérios de divisibilidade Divisibilidade por 2: Um número é divisível por 2 quando termina em 0. en então o número 87549 é divisível por 11 2) 439087 Si (soma das ordens ímpares) = 7 + 0 + 3 = 10 Sp (soma das ordens pares) = 8 + 9 + 4 = 21 Si – Sp = 10 – 21 Como a subtração não pode ser realizada. Exemplo: 648 é divisível por 9. 525. Divisibilidade por 6: Um número é divisível por 6 quando é divisível por 2 e por 3. Exemplo: 105 é divisível por 15. e assim sucessivamente.600 é divisível por 4 (termina em dois zeros). 31. 4. o número 439087 é divisível por 11. Divisibilidade por 10: Um número é divisível por 10. 19.935 é divisível por 5 (termina em 5). Exemplos: 1. 60. quando é par. 20) Divisibilidade por 15: Um número é divisível por 15 quando é divisível por 3 e 5. acrescenta-se o menor múltiplo de 11 (diferente de se zero) ao minuendo. Exemplo: 314 é divisível por 2 (termina em 4) Divisibilidade por 3: Um número é divisível por 3 quando a soma dos seus algarismos é um número divisível por 3.1 Números Primos e Compostos Números Primos: São aqueles números divisíveis somente por eles mesmos e por 1. Divisibilidade por 5: Um número é divisível por 2 quando termina em 0. Ou seja. O algarismo das unidades de 1ª ordem. Divisibilidade por 12: Um número é divisível por 12 quando é divisível por 3 e 4.

3.m.c. Fatorando cada um dos números em fatores primos. 12) = 60 02) Determinar o m. a vários números é o maior número que os divide.3 2.c. 0.3 Agora tomemos os fatores comuns com os menores expoentes apresentados acima: m. 4.c. 5. Exemplos: 30 2 21 3 15 3 7 7 5 5 1 / 21 21 = 3 * 7 1 / 30 30 = 2 * 3 * 5 12 18 36 2 .m. 8. 16 e 45 é 720 01) Confirme os resultados abaixo. 3. .23232323 … 10. 1. .(12. entre 12 80 120. 45) = 9 d) m. 5 5 1. 80 60.1 e 9 = 3 . (60. 18. (4. 1 / 720 O m. 1.) O m. . 45 2 3. 2. São todos os números na forma decimal exata.5 Q → Racionais Racionais: Chama-se número racional todo número de pode ser se escrito em forma de fração. (20.m.c. 16 e 45 12. …} Números fracionários negativos: { . Números decimais na forma periódica: 2. 45 2 6. Exemplo: Encontrar o m.c.d. 3 3. 5 1. 36) = 2 * 3 = 6. 1 é 240 2 2 2 2 3 3 / 2 .02 10. sendo 1 o único fator comum a estes números. entre 12. o conjunto formado pel números inteiros pelos e pelos números fracionários. entre 12.1. 20.3 Mínimo múltiplo comum (m. Exemplo: 5 e 9 são relativamente primos. 18 e 36.c..c de 120 e 80 120.c.m. 40 30. 45 3 1. 64) = 4 e) m.5 3.c. Exemplo: a) Calcular o m.2 .m. 10 15.02222 … 3.00005 . 1. temos: 12 .c. 1. (8. 6) = 3 c) m.m.4 Máximo Divisor Comum (m. } 240 O m. .m. 4) = 8 d) m. 15 3 1. (3. 8) = 120 c) m. periódica ou na forma de fração.c.m.c. 0.d. 5 5. } Números decimais na forma exata: {1. pois 5 = 5.27272}.. . 35.d. 45 2 3.c.m. Ou também. 3) = 12 b) m.Apostila de Cálculo Zero 3.m.) O mínimo múltiplo comum a vários números é o menor número divisível por todos eles.2 Decomposição de um número em ecomposição um produto de fatores primos A decomposição de um número em um produto de posição fatores primos é feita por meio do dispositivo prático que será mostrado nos exemplos a seguir.3333333 … 2.c. 15. dizemos que eles são relativamente primos. 20 15.d. .m. 3.c. (12. 45) = 5 3.. 16. entre 12.c. 23 As raízes exatas: {√9 3 2 2 √ 8 1 Exemplos: Números fracionários positivos: { . Confirme os resultados abaixo: b) m.m. . (9. . Quando o m.c. . entre dois números é igual a 1. Q= {. 3 2 . 105.654 .d. (36. a) m.c. 45 2 3.m.

3) Divisão Multiplica-se a primeira fração pelo inverso da segunda.1 Redução de frações ao mesmo denominador 1) Adição e Subtração Caso A) Mesmo denominador: Conserva Conserva-se o denominador e efetua-se a operação com os se numeradores. Transformação de um número decimal em fração decimal: 1) O numerador é o número decimal sem a vírgula 2) O denominador é o número 1 acompanhado de tantos zeros quantos forem os algarismos da parte decimal. = Exemplos: x = .25 – parte decimal E.047 = Exemplos: . Nos números decimais a vírgula separa a parte inteira da parte decimal: 31 – parte inteira . basta efetuar a divisão entre numerador e denominador.3)=12 2) Multiplicação se numerador com Multiplica-se denominador com denominador. 0. . x = . 0e 0. 0 e 0. . Exemplo: 2 1 3 7 7 7 1 5 4 9 9 9 x = = Observação: Podemos representar o inverso de uma fração através da potência com expoente -1: Caso B) Denominadores diferentes: Reduz Reduz-se ao mesmo denominador e efetua-se a operação com os se numeradores. = x = . para transformar uma fração em um número decimal. x = = .65 = 0. 13 .36 = 0.25 MMC(3.2)=6 1 4 MMC(4.Apostila de Cálculo Zero 4 OPERAÇÕES ENTRE FRAÇÕES 4. O número 31. Exemplo: 2 1 4 3 3 2 6 7 3 3 28 12 7 6 25 12 5 NÚMEROS DECIMAIS Observe o resultado da divisão de 125 por 4: 125 05 10 20 0 numerador e 4 31. 5.25 é um exemplo de número decimal.

o de cima pelo de cima e o de baixo pelo de baixo). Pode-se representar a multiplicação por: *. contamos sete casas. . dividendo com dividendo (ou simplesmente. Exemplo: 7 43. portanto podemos utilizar os mesmos exemplos apenas alterando a operação. e o resultado é o minuendo. Exemplos: As regras para a subtração são as mesmas da adição. a operação é a divisão.1 Operações com números decimais vezes que esta parte está sendo dividida). este número nos fornece o expoente negativo da potência de base 10.3 + 1.429 8. Numa subtração do tipo 4-7 temos que o minuendo é menor 7 que o subtraendo. 6) Divisão por potências de 10: Para dividir um número decimal qualquer por uma potência de 10. 1 2 ∗ ∗ 8 2 3 16 6 8 ≅ 2. o que se pode chamar de resto.6 3 Todo número decimal equivalente a um produto do qual um fator é o número escrito como inteiro. sendo a operação multiplicativa. ou 5) Potência de números decimais ia 1) Adição Na adição os números são chamados de parcelas.51 Um número qualquer pode ser expresso como o r produto de um número compreendido entre 1 e 10.5 3660 1464 + 732 91. sendo a operação a subtração.32 + 2. sendo a operação aditiva.429 = 8. e o resultado é o quociente. por uma potência de 10 adequada.33 x 10 De zero até entre 4 e 3. e outro é uma potência de dez com expoente negativo. os números são chamados de dividendo( a parte que está sendo dividida) e divisor (a quantia de 14 .000 = 4. 2) Conta-se o número de casas decimais que a se vírgula deve ser deslocada para a direita.049 .500 7. se Exemplo: 7. quando uma divisão não é exata irá sempre sobrar um determinado valor.300. .049 4. basta deslocar a vírgula para a esquerda um número de casas decimais equivalente ao expoente da potência. x ou . e o resultado é a soma. este número nos fornece o expoente positivo da potência de base 10.1166 2) Subtração Na subtração os números são chamados de subtraendo. ≅ 1. e o resultado é o produto.3 + 1.500 Na multiplicação de frações multiplica multiplica-se divisor com divisor.32 x 12. Exemplos: 3 379.Apostila de Cálculo Zero 5. veja no exemplo a seguir: 843 / 5 = 168 34 43 3 resto (r) Se o resto for igual a zero a divisão é chamada exata. 3) Multiplicação Na multiplicação os números são chamados de fatores. Exemplo: Existe na divisão.5 = 91.32 2. com tantas unidades no expoente quantas são as ordens decimais.4 10 = 0. sendo assim a diferença será aendo. Isto é. ditiva. 1) Conta-se o número de casas decimais que a se vírgula deve ser deslocada para a esquerda. 4) Divisão Na divisão. negativa e igual a -3.1166 ≅ 1.32 * 12.3794 2 4251 10 = 42. Exemplos: 4.

Z..b[ c) 0. Exemplificando. maneira : Um número real diz-se irracional qu se quando não pode exprimir-se por uma dízima finita ou periódica. √2 1. representados na reta numérica.003. ..Apostila de Cálculo Zero Exemplo: -6 0.∞+[ Um número será irracional quando não se pode traduzir por uma fração do tipo a/b inteiros Dito de outra inteiros. ∞+[ {x Є R / x < a} ]-∞. contamos 6 casas. seja N. aproximações se tornam números racionais 2) também é irracional ( é 3. Q ou I é um número R (real). Exemplos: √5 3. Observe ainda que todo número decimal pode ser a escrito como uma fração centesimal.b] Notação de intervalo 7 I → IRRACIONAIS [a.25 125% = 0. o número pode ser escrito como x%.2√3 √12 3 √12 31 6 PORCENTAGEM A porcentagem é toda fração com denominador igual a 100. Observação: Racionais ∪ Irracionais = Reais N ⊂ Z ⊂ Q ⊂ R e irracionais ⊂ R = 1. 8 R → REAIS É a união dos conjuntos numéricos citados acima. com a aproximação de um décimo de milésimo Essas milésimo.) Expressões irracionais: .1415926535. 1500 180 264 ]a.b[ [a.. Dessa forma. Uma expressão irracional é um polinômio que contém um ou mais números irracionais. são todas as decimais não exatas e não ão periódicas.a] 1) √2 é um número irracional por que não pode ser expresso como uma fração cujos termos sejam números inteiros. geometricamente. a) 2 -2 3 15 .a[ Exercícios: 1) Escreva na forma de intervalo cada representação geométrica dada abaixo. … } {x Є R / x > a} ]a.000008 = 8.4142.3% de 88000 = 0.0 x 10 Da vírgula até depois de oito. Exemplos: 25% = = 0. Portanto. todo número. Intervalos Finitos Intervalo aberto Intervalo fechado Intervalo semi-aberto à direita Intervalo semi-aberto à esquerda Intervalos Infinitos Intervalo fechado indo para o infinito positivo Intervalo fechado indo para o infinito negativo Intervalo aberto indo para o infinito positivo Intervalo aberto indo para o infinito negativo Representação Gráfica Representação Gráfica Notação de Conjuntos {x Є R / a < x < b} {x Є R / a ≤ x ≤ b} {x Є R / a ≤ x < b} {x Є R / a < x ≤ b} Notação de Conjuntos {x Є R / x ≥ a} Notação de intervalo ]a. podemos aproximar √2 com o número de casas decimais que desejarmos. Entretanto. . onde o símbolo % indica a divisão por 100. 400 20 Intervalos Os intervalos são subconjuntos de números reais. √3.25 = 0. I= {...25% = .88000 . √ {x Є R / x ≤ a} ]-∞.0025 Exercícios: 01) Determine o valor das seguintes expressões: a) 5% de 400 b) 12% de 1500 c) 0.b] [a. Ou se então.3% de 88000 Solução: a) 5% de 400 = b) 12% de 1500 = . podendo ser abertos ou fechados. ou representados algebricamente.

6[. é só utilizar a definição de união. 0) 2) Dados os conjuntos abaixo. E a maneira mais fácil e intuitiva de realizar essas operações é através da representação gr gráfica dos intervalos envolvidos. E. determine: a) A ∩ B b) A ∪ B c) C ∩ D d) C ∪ D Resolução: a) [0. E = ] –2. 3) d) [−6. calcule: a) (B ∪ E) – A b) E – (A ∩ B) 5) Considere os intervalos: A={ x ∈ R / –2 < x ≤ 4}. expresse expresse-os na forma geométrica: a)[½ . marcamos todos os pontos que são extremos ou origens dos intervalos em uma mesma reta. Exemplos: Dados A = {x ∈ R / – 1 < x < 1} e B = [0. 11} e B={números primos} b) A={x ∈ Ν / x+2 < 7} e B={x ∈ Ν / 1 < x < 4} 2 c) A={x ∈ Ν / x –11x+18=0} e B={x ∈ Ν / x < 10} 11x+18=0} b) (-1. trata-se de um procedimento muito comum na se resolução de alguns problemas. quando: a) A = {x ∈ R / x < 3} e B = {x ∈ R / 1 < x < 4} b) A = {x ∈ R / –3 ≤ x < 1} e B = {x ∈ R / 0 ≤ x ≤ 3} c) A = {x ∈ R / x ≤ 5} e B = {x ∈ R / x ≤ 2} 2) Determine A ∪ B. traçamos os intervalos que representam graficamente os conjuntos dados. 7. Interseção e diferença Como intervalos são conjuntos é natural que as operações mencionadas possam ser realizadas. abaixo dessa reta. Para encontrarmos um intervalo primeiramente. 2]. por juntos fim. 4[. calcule: a) A – B B b) B – A c) A – E d) E – 4) Sejam os conjuntos A = [ [–1.5] e E = [3. Vamos à um exemplo prático de como efetuar tais operações. 5) d) {x ∈ ℜ/ x < 1} 3) Dados os intervalos abaixo. 9[. 5) 16 . B = [ [–1. 5). 7] c)(-∞. intersecção e diferença para determinar os trechos.Apostila de Cálculo Zero b) 4 c) -5 d) 0 1 c) (-1. determine: a) A ∩ B b) A ∪ B d) B – A c) A – B Exercícios 1) Determine A ∩ B. quando: a) A = {x ∈ R / 0 < x <3} e B = {x ∈ R / 1 < x < 5} b) A = {x ∈ R / –4 < x ≤ 1} e B = {x ∈ R / 2 ≤ x ≤ 3} c) A = {x ∈ R / –2 ≤ x <2} e B = {x ∈ R / x ≥ 0} 3) Dados A = [2. +∞) Operações com intervalos: União. C={ x ∈ R / 1 < x ≤ 3} e D={ x ∈ R / 2 ≤ x ≤ 5}. 7]. expresse expresse-os na forma de intervalo e na forma geométrica: a) b) c) {x ∈ ℜ / 6 ≤ x ≤ 10} {x ∈ ℜ / − 1 < x ≤ 5} {x ∈ ℜ / x ≥ −4} d) [1. B = ] –4. Em seguida. +∞) ) b) (0. B={ x ∈ R / –2 ≤ x ≤ 6}. E. 1) 6) Verifique se A ⊂ B ou A ⊃ B nos seguintes casos: a) A={5.

mas não que Q+. podemos afirmar que o resultado obtido: a)pode ser fracionário. 5] 6) a) A ⊂ B b) A ⊂ B Radicais de mesmo índice e mesmo radicando são semelhantes.7] b) [–1. à potência n reproduz A. e) a medida do lado de um triângulo é um elemento de Q. em reais. e) depende do número considerado. mas não de Ν . por um sorvete é um elemento de Q+. multiplica-se o expoente do fator pelo índice do radical.5 2 2 4 2√3 2. –1[ b) { x ∈ R / –4 c) {x∈ R / x ≥ -2} c) [2. 2 1) Adição e subtração de radicais semelhantes [ b) ] –2. ro multiplicarmos esse resultado por 3. 2. 7[ 2 5 c) ] –2. Q. } c) S={2.os coeficientes e conserva-se se o radical. subtrairmos 15 e dividirmos pelo próprio número. d) o valor pago. Exemplos: a) √4 2 ⟺ 4 22 3 b) √ 8 2 ⟺ 8 c) √ 25 Ã Propriedades 2 3 10) Se ao dobro de um número real somarmos 5. } 8) Resolva a equação 5x2 –12x+4=0. 9[ É possível retirar um fator do radical. para introduzir um fator no radical. 8 8 4 22 . Q+.Apostila de Cálculo Zero 7) Dados os conjuntos A={ x ∈ R /1 < x < 5} e B={ x ∈ R / 2 < x < 7}. 4] b) [ –2. se Assim: √2 3√ 3 3 33 . operam. Exemplos: a) 3√2 5√2 10 10√2 2√2 3 3 3 3 3 3 3 b) 3√2 6√2 5 5√2 √2 9√2 6√2 3√2 c) A⊂ B 17 . 5 . elevado .3√5 6√5 3 8:4 3 . dos números naturais. b) a medida da altura de uma pessoa é um elemento edida de Ν. dos números reais. 3 2 2 . 6] d) ]1.2[ 4) a) ] –4. Na adição e subtração de radicais semelhantes. c) é sempre 2. determine: a) A ∩ B D b) A ∪ B c) C ∩ D d) C ∪ 7) a) ]2.3[ d) ]5. sendo: 12x+4=0. Exemplos: b) √180 4 4 a) √12 3 c) d) 3 . 5[ d) R 8) a) S={2} 9) d 10) d b) ]1. C={ x ∈ R / x < –1} e D={ x ∈ R /–2 < x < 5}. 5[ ]2. c) a velocidade média de um veículo é um elemento de Q. –1[ ∪ ] 2. bastante que se divida o expoente do radicando pelo índice do radical. 5√2 32 Reciprocamente. negativos. O que não expressa: a) a quantidade de habitantes de uma cidade é um elemento de Q+. ao número ou expressão que.3 . ésima) de A. dos números racionais. √ ⟺ Observações: Representa-se a raiz pelo símbolo √ se As raízes em que o radicando seja negativo e o índice par não são reais. dos números racionais não-negativos.4 [ c) [2. d) é sempre 6. b) pode ser negativo. a) U= Ζ b) U = Q c) U= R 9 RADICAIS Definição: Denomina-se raiz de índice n (ou raiz nse 9) Considere os conjuntos: Ν . Gabarito b) { x ∈ R / 0 ≤ 1) a) {x ∈ R / 1< x < 3} x < 1} c) { x ∈ R / x ≤ 2} 2) a) { x∈ R / 0 < x< 5} < x ≤ 1 ou 2 ≤ x ≤ 3} 3) a) ]5. –1[ ∪ 2 5 b) S={2. 3] 5) a) ] –2. R.

3. que. √5 √2 5.9 2 √3 10 5√3 b) 1 10 5√3 . 2.6 2√12 30 √12 15 2√3. √3 4 √2 4 4 √15 4 √3 √2 √3. 2 √3 2 √3 2 √3 . Exemplos: a) √2 2√12 2 5. Na racionalização aparecerá no denominador um produto do tipo: (a + b) * (a – b) = a² . √5 √2 √5 √5 √2 2 √2 2 5 4) Radiciação de radicais √144 √3 √3 3 4 2 .2. 3 2 6 25 9 10 Neste caso multiplica-se pelo próprio radical o se numerador e o denominador da fração. devem ser conhecidos desde logo. Exemplos: / a) 1/2 b) 2 c) 22/3 4 √ √2 3 3 22 3 6) Racionalização de denominadores 1º Caso: O denominador é um radical do 2º grau. d) 63 64 e) √5 51/2 √4 5 5 2. √2 2 4 √6 √2 6 d) √5. são radicais do 2º grau. Exemplos: a) b) c) d) √2 1 1 2√3 √2 √3 2√2 5√6 1 √2 √2 1 . 2 Exemplos: a) 3 b) Multiplicam-se os índices e conserva. √5. .3 4 2 5 √16.3 2 33 5 4 2 2 . -se Exemplos: a) 3 2.b² Assim: (5 + 3) * (5 – 3) = 5² .√2 1. 2 √3 5. √3 √2. √3 √2. sendo o numerador o expoente do radicando.o radicando. Exemplos: a) √2.6 5√6. .√3 √2 √4 √2 2 √3 √3 √3 6 2) Produto da soma de dois termos por sua diferença: O produto da soma de dois termos por sua diferença é igual ao quadrado do primeiro menos o quadrado do segundo.√6 5√6. Neste caso multiplica multiplica-se o numerador e o denominador pela expressão umerador conjugada do denominador.Apostila de Cálculo Zero 2) Multiplicação e divisão de radicais de mesmo índice 2º Caso: O denominador é uma soma ou diferença de dois termos em que um deles.3² = 25 – 9 = 16 Exemplos: a) √5 √2 5 2 5 √5 √2 1 √5 √2 3 2 √3 5 √5 √2 1 Multiplicam-se (dividem-se) os radicandos e dá se) dá-se ao produto (quociente) o índice comum.√2 1. OBS: A expressão conjugada de a + b é a – b.5. 2 √3 10 5√3 4 3 10 PRODUTOS NOTÁVEIS Há certos produtos de polinômios. o índice é o denominador do expoente. √2 √5 √ √2 √5 √ √5 √2 .√3 √2. Vejamos alguns deles: 1) Quadrado da soma de dois termos (Ou diferença): O quadrado da soma de dois termos é igual ao quadrado do primeiro mais duas vezes o produto do primeiro pelo segundo mais o quadrado do segundo. cujo radicando é a base. por sua importância.2 b) 4 5) Expoente fracionário √3 √3 4 3.3 2 √27 2 5 2 .2 4 15 2 √30 3) Potenciação de radicais Eleva-se o radicando se conserva-se o índice.5 . √2 √2 √3 √3 √3 2√3 √3 2√2 √6 5√6 √6 .√6 √6 √9 2√9 √6 3 2√2.4 √3 √3 24 √3 Uma potência com expoente fracionário pode ser convertida numa raiz.6 2.3 √2 √2 2 b) 2√12 5√36 18 .√3 2√2.√3 √3.3 √6 b) c) √3. Exemplos: a) b) 4 5 à potência indicada e . ou ambos. 2 √3 2 2 √3 2 1.

(a+b) Exemplos: 2 a) 3 b) 2 2 3 3 3 3 2x 3y |__________| | 2.(a+b) Ou seja: ax + ay + bx + by = (x+y). o polinômio pode ser escrito como o produto de dois fatores: o 1º é o fator crito comum e o 2º é obtido dividindo-se o polinômio original se pelo fator comum. √2.(x+y) Este novo polinômio possui o termo (x+y) em comum. b. Assim: 2 12 b) Exemplos: a) 2 2 4) Fatoração Fatorar um polinômio é escrevê-lo sob a forma de um produto de fatores de grau menor. 2 4 1 25 3 1 2 9) Outros casos de fatoração: 3 2 2 1) 19 . os trinômios ( ) e ( ) são quadrados perfeitos porque são obtidos quando se eleva (a+b) e (a (a-b) ao quadrado. Apresentando um fator comum. 1 3 √4 3 2 3 √2 3. Assim colocando-o em evidência: (x+y). 1 1 Exemplos: 2 a) 2 b) 16 c) 1 16 9 3 3 1 8) Fatoração do trinômio quadrado perfeito: O trinômio que se obtém quando se eleva um binômio ao quadrado chama-se trinômio quadrado perfeito. Para fatorar um polinômio. 1 4 4 1 4 1 4 1 Assim: 6) Agrupamento Consiste em aplicar duas vezes o caso do fator comum em alguns polinômios especiais.2x. respectivamente. Como por exemplo: ax + ay + bx + by Os dois primeiros termos possuem em comum o fator a. 1 √2 3 1 2 3 √2 . Exemplos: a) b) c) 2 2 3 √4 √2 8 1 3.(x+y) + b. se Por exemplo. simplesmente extraindo a raiz quadrada de cada quadrado. os dois últimos termos possuem em comum o fator . se = Logo: fatorada = » forma fatorada » forma Exemplos: a) 3 6 2 2 2 b) 25 2 3 100 3 3 25 . a.Apostila de Cálculo Zero 3) Cubo da Soma (ou diferença) 3 3 3 3 2 6 7) Fatoração por diferença de quadrados: Consiste em transformar as expressões em produtos da soma pela diferença. destacaremos alguns casos: 5) Fator comum em evidência Fator comum dos termos de um polinômio é o monômio cujo coeficiente numérico é o máximo divisor comum dos coeficientes dos termos do polinômio e cuja parte literal é formada pelas letras comuns com os menores expoentes.3y = 12xy » note que é igual ao segundo termo de Portanto trata-se de um trinômio quadrado perfeito. Colocando esses termos em evidência: . √2.

com . Para verificar se um número é raiz de uma equação. o conjunto {3} é o conjunto verdade dessa equação.2. ∈ e 0 A solução. toda equação que. temos um monômio em é é ² é . onde não aparece indicação de soma ou de diferença.1. Exemplos: a) 2 8 0 b) 5 4 6 c) 3 8 se Chama-se equação de 1º grau de incógnita x. Exemplo: (42a³bx4) : (7ax²) = 6a²bx² 20 . observando-se as regras para divisão de se potências de mesma base. 2º Caso: Divisão de polinômio por monômio: Dividese cada termo do dividendo pelo monômio divisor. se reduz à forma 0.Apostila de Cálculo Zero 2) 3) 2 3 2 3 2 2 11 OPERAÇÕES ALGÉBRICAS 11. Daí concluímos que: Conjunto universo: é o conjunto de todos os valores : que a variável pode assumir. que em latim quer dizer “igual”. também chamada raiz. Exemplo: (3a²y) * (2ay) = 6a³y² 3) Divisão 1º Caso: Divisão de monômios: Divide Divide-se o coeficiente numérico do dividendo pelo 1º coeficiente do divisor. sendo uma sentença verdadeira.5} e a equação 2 5. o número considerado é raiz da equação. • Verificar a igualdade.1 Expressões algébricas São indicações de operações envolvendo letras ou letras e números. equação. 2) Multiplicação Multiplica-se cada termo do primeiro fator por todos os se termos do segundo fator e reproduzem reproduzem-se os termos semelhantes.3. se Exemplo: 3x²y – 4xy² + 7xy² + 5x²y = 8x²y + 3xy² 1) Conjunto verdade e conjunto universo de uma njunto equação Considere o conjunto A={0. Indica Indica-se por V. que : tornam verdadeira a equação. devemos obedecer à seguinte sequência: • Substituir a incógnita por esse número. A palavra equação tem o prefixo equa. e a parte literal do dividendo pela do divisor. logo. Não sendo citado o conjunto universo. Para somar ou subtrair termos semelhantes (reduzir termos semelhantes) repete-se a parte literal e opera-se com os coeficientes. de uma equação de 1º grau é única e dada por: 0 ⟹ ⟹ 0 11. Exemplos: a) 5ax – 4b b) ax² + bx + c c) 7a²b OBS: No exemplo 3. indicado 2) Raizes da equação Os elementos do conjunto verdade de uma equação são chamados de raízes da equação. √2 2 2 2 √2 2 2 12 EQUAÇÕES DO 1º GRAU 2 Equação é toda sentença matemática ab aberta que exprime uma relação de igualdade. após simplificada. devemos considerar V ⊂ U como conjunto universo o conjunto dos números racionais: U = Q O conjunto verdade é também conhecido por conjunto solução e pode ser indicad por S. Indica Indica-se por U. • Determinar o valor de cada membro da equação. Observe que o número 3 do conjunto A.2 Operações com expressões algébricas 1) Soma algébrica Somente é possível somar ou subtrair termos semelhantes (monômios que possuem a mesma parte literal). Conjunto verdade: é o conjunto dos valores de U. Observações: O conjunto verdade é subconjunto do conjunto universo.4. que é denominado conjunto universo é solução da universo.

V = ∅. como resultado -7=1 – (F) 5 1 sendo U={ U={-1. Exemplos: 1) Sendo U = Q. são denominadas identidades. é toda igualdade do tipo: onde a. b e c.2}. em que qualquer valor atribuído à variável torna a equação verdadeira.1 21 . considere a seguinte equação e resolva: 10 3 8 2 3 .6 Solução: 3) Sendo U = Q. dentro do conjunto universo considerado. 2 3 4 3 2 8 2 3 2 8 4 3 3 1 1 3 Resposta: Como . ∈ . 2 10 16 0.4 3 4 3. b. 1) Sendo U = Q. 0 é impossível quando 3) Resolução da equação Resolver uma equação significa determinar o seu conjunto verdade. dizemos que a equação é impossível e. c são números reais e a é não nulo (a ≠ 0). Se tivermos b = 0 ou c = 0 teremos uma equação incompleta. Exemplos: 36 0 → b=0 4 2 0 → (b=c=0) 10 0 → c=0 Resposta: Como Solução: 2 2 3 1 2 4 2 4 3 3 2 8. Se tivermos b ≠ 0 e c ≠ 0 teremos uma equação completa. temos como . resolva a equação 2 3 1 2 4 . 12 12 0 8 12 3 12 3 8 5 Para 0. então V= .6) = 12 9 10 →Devemos multiplicar por -1 1 10 . . substituindo na equação dada. resultado -3=1 – (F) Para 2. 4 2. substituindo na equação dada. 9 13 EQUAÇÕES DO 2º GRAU Equação do 2º grau na incógnita x. 2 10 3 0 Solução: 0 Como Toto número multiplicado por zero é igual a zero. 2 6 2. temos como . Equações desse tipo. substituindo na equação dada.1.0. temos como . Resposta: A equação 10 3 8 2 3 é uma equação identidade. considere a seguinte equação e resolva: 2 6 4 3 4 1 . portanto. não tem solução. resultado -1=1 – (F) Resposta: A equação 2 logo V = ∅. 3 3 8 2 2 8 3 10 0e 0. resultado -5=1 – (F) Para 1.Apostila de Cálculo Zero Exemplo: Resolva a equação 2 Para 1. Exemplos: 9 20 0. logo possui infinitas soluções. ∈ . Uma equação do tipo Resposta: Como nenhum número multiplicado por zero é igual a 5. dizemos que a equação possui infinitas soluções. A equação é chamada de 2º grau ou quadrática devido à incógnita x apresentar o maior expoente igual a 2. então V= 2) Sendo U = Q. Logo. resolva a equação Solução: MMC(4. temos . substituindo na equação dada.4 1 3. 5 1 não possui raiz em U. e outras equações de segundo grau em que possamos identificar os coeficientes a.

transforma-a numa sentença verdadeira. Raiz é o número real que. ⇒ S = {0} 2º caso: Equações do tipo c = 0 e b ≠ 0. 0 1º caso: Equações do tipo b = 0 e c = 0. temos: ∆ > 0 a equação possui duas raízes reais e diferentes ∆ = 0 a equação possui duas raízes reais e iguais ∆ < 0 a equação não possui raízes reais. ± 4 ⇒ x’ = 2 e x’’ = -2 3) Resolução de equações completas: A resolução da equação completa de 2º grau é obtida através de uma fórmula que foi demonstrada por Bhaskara.1}. Utilizamos na resolução de uma equação incompleta as técnicas da fatoração e duas importantes propriedades dos números reais: 1ª propriedade: Se ou 0. Discriminante ∆ Dada a equação 0. quando ∆ 0. então. x’ e x’’. 4} 3º caso: Equações do tipo b = 0 e c ≠ 0. da seguinte equação do 2º grau: x² + 4x – 5 = 0. (3 x – 12) = 0 ⇒ x = 0 ou 3 x – 12 =0 ⇒ 3 x = 12 ⇒ x = 4 ⇒ S = {0. se existirem.ao substituir a incógnita de uma equação. Ela possui duas raízes imaginárias. a equação não tem . se O número 4 chama-se discriminante da equação e é representado pela letra grega (delta). e . ∈ e ∈ 0. matemático hindu nascido em 1114. a O conjunto formado pelas raízes de uma equação denomina-se conjunto verdade ou conjunto solução. pertencentes ao conjunto dos números complexos. ou seja. Teremos então: ∆ 4 √∆ As raízes reais. temos então: Exemplo: 3 x² . Exemplos: 1) Calcule as raízes. logo.4 = 0 ⇒ x² = 4 ⇒ x = ⇒ S = {-2. por meio dela sabemos que o valor da incógnita satisfaz a lor igualdade: √ 2 4 Observação: Lembramos que nem sempre o valor do discriminante será um número quadrado perfeito. soluções que pertençam ao conjunto dos número reais. então.2} Resposta: O conjunto solução é S={ S={-5. serão encontradas por: Observação: A fórmula de Bháskara só se aplica quanto ∆ 0. temos então: Exemplo: x² . Encontraremos o seu conjunto verdade. Solução: Temos que: a = 1 b = 4 c = -5 2) Resolução de equações incompletas: Quando a equação de 2º grau for incompleta sua resolução é bastante simples.Apostila de Cálculo Zero 1) Resolvendo Equações de 2º Grau – Raízes Resolver uma equação do 2ª grau significa determinar suas raízes. 22 . suas raízes. ∈ . ∈ . temos então: Exemplo: 3 x² = 0 ⇒ x² = 0 ⇒ x = 0 2ª propriedade: Se ou .12 x = 0 ⇒ x .

os valor que 3. a equação procurada é: x – (– 12)x + 11 = 0 2 x + 12x + 11 = 0 2 Para que a equação não admita nenhuma raiz real real. x2) = 9 ⟹ 27 ⟹ 9 ⟹ 1 3 ⟹ 9 ⟹ . não existirá a equação de segundo grau visto que o x² seria anulado. para que a equação 1 2 0 possua raizes reais e iguais.3. temos que: S = – 1 + (– 11) = – 12 = (– 1)(– 11) = 11 Dessa forma. o valor de 3) Para quais valores de m a equação 3 Solução: 0 não admite nenhuma raiz real? 3. podemos constatar que a = 1. pela 0 Resposta: ⟹ 2) deve ser igual a . Exemplos: 1) Para quais valores de k a equação 2 2 0 admite raízes reais e desiguais? 36 4 12 0 ⟹ 6 4. 2 Resposta: Logo. pois se houv : houver. Solução: Através da equação. devem ser maiores Solução: Para que a equação admita raízes reais e desiguais. Assim. devemos ter ∆ = 0. pela 4. Temos: a = 1. 9 0 2 Qual equação do 2º grau possui – 1 e – 11 como raízes e coeficiente a = 1? Solução: Como a equação procurada é do 2º grau e apresenta coeficiente a = 1. Temos: a = 3. Para que o produto das raízes seja igual à – 9. os valores devem ser menores que três. b = Usando a fórmula de Bháskara Δ definição teremos: 4 0 ⟹ ⟹ 3 1 6 1 e c= 2 4 Produto das raízes: (x1 . 2 0 ⟹4 4 8 4 12 0 4 12 12 0 ∗ 1 ⟹ 4 12 12 0 ⟹4 12 ⟹ ⟹ 3 4 Resposta: Concluímos que para que a equação admita raízes reais e desiguais os valores de 3. 2 6 As raízes da equação foram fornecidas pelo problema. Veja: Soma das raízes: (x1 + x2) = Produto das raízes: (x1 .1. 2) Determine o valor de p. b = -2 e c = Usando a fórmula de Bháskara Δ definição teremos: 4 0 ⟹ 2 0⟹ 0 ⟹ 4 2 4 4) Soma e produto de raízes de uma equação de 2º grau: Nos casos em que equação possui raízes reais algumas relações são observadas. devemos ter ∆ < 0. 0 ⟹ 3 4. Temos: a = 1. b = 8 e c = – 27k.Apostila de Cálculo Zero Observação: Nunca teremos a = 0. ⟹ 36 12 0 ⟹ 12 0 ⟹ 36 12 0∗ 1 36 36 ⟹ ⟹ 12 0 3 valores de Resposta: Logo. x2) = Exemplos: 1) Determine o valor de k para que o produto das 2 raízes da equação x + 8x – 27k = 0 seja igual à – 9. b = 6 e c = 23 . ou seja. Como temos: 6 9 0 é um trinômio quadrado perfeito. deve-se ter: . ela pode ser escrita da seguinte forma: x -Sx+P=0 Onde S é a soma das raízes e P o produto. devemos ter ∆ > 0. Solução: Para que a equação admita raízes reais e iguais.1.

Apostila de Cálculo Zero
Resposta: A equação que possui – 1 e – 11 como 2 raízes e coeficiente a = 1 é x + 12x + 11 = 0. 5) Sistemas de equações Para a resolução de problemas que apresenta duas incógnitas desconhecidas, utilizamos um sistema de equações. Vejamos agora os métodos para a resolução de sistema de equações: a) Método da adição: Basta eliminar uma das variáveis, através de termos opostos, recaindo numa equação do 1º grau com uma variável. Exemplos: 12 1) 4 Notamos que as duas equações possuem termos opostos (y e -y), com isso basta somar as duas om equações: b) Método da substituição: Consiste em eliminarmos uma das variáveis isolando seu valor numa das equações do sistema, para em seguida substituí-la na outra. Exemplos: 1) x+y=12 ... I x-y=4 .... II Escolhemos uma das variáveis na primeira equação, para determinarmos o seu valor: x+y=12 » x=12-y Substituímos na outra equação - II: (12-y) - y = 4 12-2y = 4 -2y = -8 y=4 Substituindo o valor encontrado em uma das equações: x+4=12 » x=12-4 » x=8 Resposta: Logo a solução do sistema é S = {(8,4)}. 2) ... I ... II

Solução:

→ A seguir, basta substituir o valor encontrado para x em uma das equações. 8+y=12 ou 8-y=4 y=12-8 ou -y=4-8 y=4 ou y=4 Resposta: O par ordenado (x,y)=(8,4) é a solução do sistema. 2) Solução: 2 4 3 6 3 12

Escolhemos a variável y da equação II: ... II Substituindo na equação I :

Substituindo o valor de x encontrado em II:

Resposta: Logo a solução do sistema é S = {( 10,4 )}

Note que as equações não possuem coeficientes opostos, logo se somarmos membro a membro, não eliminaremos nenhuma variável. Para a resolução deste sistema, devemos escolher uma variável para ser eliminada. Para isso, multiplicamos a equação I (a primeira) por 2: I II 0x + 0y = 6 III Observe que a equação III não possui solução logo a solução, solução do sistema será vazio. Resposta: S= { }

c) Método da comparação: Consiste em comparar armos as duas equações do sistema, após termos isolado a mesma variável (x ou y) nas duas equações. Exemplo: x+2y=2 » x=2-2y x+y = 3 » x=3-y Comparando as duas equações: 2-2y=3-y -2y+y=3-2 -y = 1 y = -1

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Apostila de Cálculo Zero
Substituindo o valor de y encontrado: x = 2-2.(-1) » x=2+2=4 Resposta: Portanto S= {(4,-1)} Resposta:

14 INEQUAÇÕES
1) Símbolos de desigualdades

b) 2x – 6 < 0

/

Solução:
São símbolos que permitem uma comparação entre duas grandezas.
Exemplos: , , . 2x – 6 = 0 x=3

2) Inequação do 1º grau

Inequações do 1º grau são desigualdades condicionadas em que a incógnita é de 1º grau Elas grau. podem apresentar-se nas seguintes formas: se 0 0 0 0

Resposta: c) 2 -4x ≥ x + 17

/

3

Solução:
0

Lembrando que todas possuem

A solução de uma dessas inequações do 1º grau, exposta acima, é dada da seguinte maneira: 1. Iguala-se a expressão ax + b a zero; se 2. Localiza-se a raiz no eixo x; 3. Estuda-se o sinal conforme o caso.

0⟹

0,

0, ∈

çã

çã

á:

Resposta:

á:

d) 3(x + 4) < 4(2 –x)

/

3

Solução:

E o conjunto solução será dado por:

0 ⟹

0 ⟹

/

/

Exemplos: 1) Resolva as inequações: a) -2x + 7 > 0 Resposta:

Solução:
-2x + 7 = 0 x = 7/2

/

2) Encontrar o conjunto solução do sistema de inequações:

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Apostila de Cálculo Zero
as funções, a solução seria a intersecção do estudo dos sinais das funções que pertencem à inequação. Exemplos: Chamaremos de inequação A e de inequação B: Inequação A: Solução: Primeiro o estudo do sinal de cada função: I) -3x + 6 = 0 -3x = -6 -x = - 6 : (3) -x = - 2 x=2 1) Ache o conjunto sol solução da equação produto (-3x + 6) (5x -7) < 0 :

Observe que o conjunto solução que satisfaz a A é junto definido por { } Inequação b: Oobserve que multiplicaremos ambos os termos da inequação por um número negativo, sendo assim inverteremos o sinal da desigualdade, assim o aldade, resultado será:

II) 5x – 7 = 0 5x = 7 x=7 5

Fazendo o jogo de sinal com o estudo de sinal em cada coluna formada por uma função: O conjunto solução que satisfaz b é { Solução do Sistema: A solução do sistema é obtida fazendo a i intersecção (∩) das soluções individuais, ou seja, das soluções da inequação A e B: Como a inequação quer valores que sejam menores que 0, escrevemos que o conj conjunto solução da 7 inequação será S = {x R / x < ou x > 2}.
5

}.

Resposta: S = {x Analisando o intersecção dos resultados de cada inequação do intervalo real temos que a solução da desigualdade é S = { } Resposta: S = { 3) Inequação Produto Algumas inequações apresentam, no 1º membro, produto de funções que para obter a resolução dessas inequações é preciso fazer o estudo do sinal de todas }

R / x < ou x > 2}
5

7

2) Ache o conjunto solução da equação produto x . (x – 1) (-x + 2) ≤ 0 : I) x = 0

II) x – 1 = 0 → x = 1

III) -x + 2 = 0 → -x = -2 → x = 2

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Exemplos: 1) Resolva a inequação . a função que estiver no denominador da inequação deverá ser diferente de zero. (x – 1) (-x + 2) ≤ 0. Resposta: 15 INEQUAÇÃO DO 2º GRAU As inequações do 2º grau são resolvidas utilizando o teorema de Bháskara. Exemplo: 3 2 5 Veja que ao fazer a intersecção das funções deve ser feito também o jogo de sinal. Sendo assim. O resultado deve ser comparado ao sinal da inequação. valor maior que zero. 1) Resolver a inequação 3x² + 10x + 7 < 0. de modo que produto. será S={x R / 0 ≤ x ≤ 1 ou x ≥ 2}. Como a inequação quer valores que sejam menores ou iguais a 0 escrevemos que o conjunto solução da inequação x . 4) Inequação Quociente Inequações do tipo 0 ou 2 são exemplos 2 2 de inequações quociente. ou ainda.Apostila de Cálculo Zero Sinal do coeficiente a a=1. Com isso. a: portanto é uma função crescente. Diante disso. Solução: Solução: Como o denominador deve ser diferente de zero. analisando os sinais dessa função. Na inequação-quociente. assim como na equação produto. Resposta: S={x R / 0 ≤ x ≤ 1 ou x ≥ 2}. Vamos estudar os sinais das funções. ferente podemos afirmar que o valor de x não poderá ser igual a 2. nalisando temos: Função: g(x)=x-2 • Zero da função: x=2 Sinal do coeficiente a a=1. pois não existe divisão por zero. devemos analisar o sinal das funções e realizar a intersecção do sinal dessas funções. lembrando que o ponto 2 é um valor aberto. com o objetivo de formular o conjunto solução. de duas funções na qual uma está dividindo a outra. pois não pertence ao domínio da desigualdade. Função f(x)=x+5 • Zero da função: x=-5 27 . pois representam a divisão entre polinômios de 1º grau. valor maior que zero. podemos esboçar o conjunto solução . a: portanto é uma função crescente. Agora devemos realizar a intersecção dos intervalos das duas funções. O método de resolução se assemelha muito à resolução de uma inequação-produto. Fazendo o estudo de sinal em cada coluna: Sendo assim. tem-se uma desigualdade de se funções fracionárias. deveremos e nos atentar ao domínio da função que se encontra no denominador.

28 . Solução: II) x –2x –8 <0 x´= x’’ = 1 2 3º passo) Determinadas as raízes. que é dada p pela interseção dos intervalos das soluções de I e II II. I) x – 2x > 0 x´ = 0 x’’ = 2 2 2 2 2 Resposta: S = {x ∈ R / x ≤ –1 ou x ≥ 1/2} 3) Determine a solução da inequação x² – 4x ≥ 0. Temos: I) x – 2x –8 > -8 e II) x –2x –8 <0 2º passo) Determinar as raízes ou zeros de cada uma das funções obtidas pela separação. Solução: Resposta: S = {x ∈ R / x < 3 e x > 3} 1) Inequações simultâneas Exemplo: -8 < x –2x –8 < 0 8 Solução: 1º passo) Separar as inequações obedecendo o inequações. fazer o estudo do sinal para cada função. I) x<0 ou x>2 II) x diferente de 1 4º passo) Calcular a solução S. intervalo dado.Apostila de Cálculo Zero Solução: Resposta: S = {x ∈ R / –7/3 < x < –1} 2) Determine a solução da inequação –2x² – x + 1 ≤ 0. Obs: o quadro de resposta será preenchido pelo intervalo achado. S = {x ∈ R / x ≤ 0 ou x ≥ 4} 4) Calcule a solução da inequação x² – 6x + 9 > 0.

4. se os o intervalos forem em: f(x) positivo e g(x)positivo o h(x) será +. 1) Paridade das Funções 29 . isto é e intervalo positivo e bolinha fechada > intervalo positivo e bolinha aberta intervalo negativo e bolinha fechada < intervalo negativo e bolinha aberta Observação: 1) No quadro de respostas (ou soluções). x’’ = 10 (II) Raíozes: x´= x’’ = 2 3º passo) Fazer o estudo do sinal para cada função: Dados os conjuntos A e B. que influenciará o resultado nos intervalos.10.-e-=+ 2) Na inequação quociente observar a CE (condição de existência) do denominador.= . as únicas regiões positivas (maiores que zero) são em x<-1 e x>10 Resposta: {x ∈ R | x<-1 ou x>10} 1 16 FUNÇÕES Solução: 1º passo) Trabalhar f(x) e g(x) separadamente: 2 x –9x –10 = 0 (I) 2 x – 4x +4 = 0 (II) 2º passo) Determinar as raízes das funções: (I) Raízes: x´= -1.2.4. + e .6. que é dad pelo sinal de dada desigualdade da função de origem. assim temos: + e + = + .8.y) ∈ A x B / → 4º passo) Calcular a solução.5.2. Domínio (D): Conjunto A (conjunto de partida) Contradomínio (CD): Conjunto B (conjunto de chegada) Imagem (Im): Conjunto formado pelos elementos que possuem correspondentes x no domínio.3. uma função : → é uma lei que associa cada elemento x ∈ A a um único elemento ∈ .Apostila de Cálculo Zero Resposta: {x ∈ R| x<0 ou x>2} 2) Inequação produto e inequação quociente Exemplo: 1) (x –9x –10) (x – 4x +4) > 0 2 2 Assim. = 2x} Seja A um conjunto tal que x ∈ A ⇒ -x ∈ A e a função : → .6} B = {0. I) x<-1 ou x>10 II) x´= x’’ = 2 Gráfico de uma função : A = {1. no que diz respeito a intervalo fechado ou aberto aberto.12} {(x.-e+=-.

teremos f( f(x) = . 3 3 Por exemplo. para todo x.f( x) = . não é simétrica em relação à origem.Apostila de Cálculo Zero f é par ⇔ f(-x) = f(x). pois (x. f(2) = 2 + 1 = 17 e f(. ∀ x ∈ A → o gráfico é simétrico em relação ao eixo Ou.2) = . dizemos que ela não possui paridade. Exemplo: 3 y = x é uma função ímpar pois para todo x. quando a imagem é igual ao contradomínio. pois a curva não é simétrica em relação ao eixo dos x e. 2 São funções pares f(x) = x .2) = ( (-2) + 1 = 17 O gráfico abaixo é de uma função par. 2 A função f(x) = x + x – 1 não é par nem ímpar.8 e . f(x) = cos x. 4 4 Observação: Se uma função não é par nem ímpar.f(x). retas horizontais traçadas no contradomínio interceptam o ais gráfico em pelo menos um ponto. se A e B forem finitos. O gráfico abaixo é de uma função ímpar: Exemplo: 4 y = x + 1 é uma função par. 16.-y) ∈ f. 3 São funções ímpares f(x) = x . n(A) n(B). ou seja. pois (x.y) ão ao eixo Oy.y) ∈ f ⇔ (-x.y) ∈ f ⇔ (-x. No gráfico. f é ímpar ⇔ f(-x) = -f(x). e outras. pois f(x) = f( f(-x).y) ⇔ f. f( . No diagrama. Exemplo: O gráfico abaixo. Por exemplo. representa uma função que não possui paridade.( 2 ) = . f(x) = sen x. todo elemento recebe seta. ∀ x ∈ A → o gráfico é simétrico em relação à origem.2) = (. e outras. pois (x. 30 .1 Tipos de funções Sejam a função : → 1) Função Sobrejetora f é sobrejetora quando todo elemento de B está associado por f a pelo menos um elemento de A.8.

igualando: a(2x + 1) 2 + b = . 2 . se f(u) = 4u + 20.5 = u \ x = u + 5 Substituindo agora (x . tais que: A função f atribui a cada pessoa do mundo. como a = -1.2x + 2 Exemplos: 1 . pois duas pessoas distintas podem ter a mesma idade.conjunto dos números reais . o valor procurado a/b será a/b = -1 / 3 . pois não existem dois países distintos com a mesma capital. 31 .5) = 4x. Logo. são injetoras: a) f. Solução: Vamos fazer uma mudança de variável em f(x . podemos concluir que: f não é injetora. pode-se afirmar que b/a é igual a: se a) 2 b) 3/2 c) 1/2 d) -1/3 e) -3 Solução: 2 2 Ora. n(A) n(B). o seu dobro. a sua idade. 2 2 2 2) Função Injetora f é injetora quando elementos distintos de A estão associados a elementos distintos de B. também. e somente se.2x + 2. Nestas condições. for sobrejetora e injetora. Podemos afirmar que. vem. retas horizontais cruzam seu gráfico em no máximo um ponto.Apostila de Cálculo Zero e) nenhuma delas Solução: Sabemos que numa função injetora. g e h b) f e h c) g e h d) apenas h Efetuando o produto indicado no primeiro membro. entã f(2x + 1) = a(2x + 1) + b então Como f(2x + 1) = . se f(x) = ax + b. fica: 2 2 2ax + a + b = -2x + 2 Então. No gráfico. a sua capital A função h atribui a cada número natural. não há elemento em B que receba mais de uma seta. elementos distintos do domínio. A função g atribui a cada país. Concluímos que a alternativa correta é a de letra C. da seguinte forma: x . vem: f(u) = 4(u + 5) \ f(u) = 4u + 20 Ora. possuem imagens distintas. retas horizontais traçadas pelo contradomínio cruzam o gráfico em exatamente omínio um ponto.Seja f uma função definida em R . pede-se determinar f(x + 5) se 5). vem substituindo: (1) + b = 2 \ b = 2 + 1 = 3 Logo. 3) Função Bijetora f é bijetora se. Todo elemento de B está associado por f a um único elemento de A. No diagrama.Considere três funções f.5) = 4x. pois dois nú números naturais distintos possuem os seus dobros também distintos. ou seja: x1 ¹ x2 Þ f(x1) ¹ f(x2) . No gráfico. para todo x / R. teremos: f(x + 5) = 4(x+5) + 20 \ f(x+5) = 4x + 40 3 – (UEFS 2005-1) Sabendo ) Sabendo-se que a função real f(x) = 2 2 ax + b é tal que f(2x + 1) = .5) pela nova variável u e x por (u + 5). das funções dadas. g e h. h é injetora. o que nos leva tranquilamente à alternativa D.tal quef(x . se A e B forem fin finitos. No diagrama. se A e B forem finitos.2x + 2. todo elemento de B recebe uma seta. a + b = 2 . poderemos escrever: 2a = -2 \ a = -2 /2 = -1 E. g é injetora. n(A) = n(B).

denominada função constante. descobrir quais os números que a função não pode assumir para que a sua condição de existência não seja afetada. que neste nosso exemplo é o ponto (0. o radicando de uma raiz de índice úmeros não pode ser negativo. o domínio será a sua condição de existência. pois n não existe divisão por zero na Matemática. Exemplos: Nesse caso o denominador não pode ser nulo. 5) Domínio da função Quando a função é dada em forma de equação. Através de alguns exemplos demonstraremos como determinar o domínio de uma função. ou seja. assim todo conteúdo no denominador terá que ser diferente de zero. 4x – 6 ≥ 0 4x ≥6 x ≥ 6/4 x ≥ 3/2 Diagrama de flechas da função constante Portanto. -3). -3) e (4. que passa pelo ponto .Apostila de Cálculo Zero Toda função : → na forma f(x) = k com k ∈ R é k. Observe os pontos (-2. D(f) = {x Є R / x ≥ 3/2} 3º Caso: Exemplo: 32 . -3). no entanto todos os três possuem a mesma ordenada. já que y não depende de x. assim todo conteúdo dentro do radical terá que ser maior ou igual a zero. -3) que 3) destacamos no gráfico da função. Em cada um destes pontos distintos temos uma ada abscissa diferente. Todas as flechas lançadas do conjunto de partida acertam o mesmo elemento do conjunto de chegada. Isto vale para qualquer ponto do gráfico desta função. 2º Caso: Não existe raiz quadrada de um número negativo. x–1≠0 x≠1 Portanto. pois y não faz parte da lei de formação da função. o valor de y sempre será igual a -3. (0. ao variarmos x encontramos sempre o mesmo valor k. Exemplo: Nos números reais. 3 representada graficamente no plano cartesiano: 4) Função Constante Domínio Contradomínio Imagem: Constante. Para exemplificar vamos observar a função constante : → . Em uma função constante qualquer que seja o elemento do domínio eles sempre terão a mesma imagem. (0. sempre a mesma. Assim como este gráfico é. D(f) = {x Є R / x ≠ 1} ou R – {1}. o gráfico de qualquer função constante definida de R em R sempre será uma reta paralela ao eixo x. que é meramente a constante -3. pois qualquer que seja o valor de x. isto é. 1º Caso: Não existe denominador igual a zero. Exemplo: Neste exemplo a constante k possui o valor -3. k).

a função dada está definida para todos os valores de x tais que . .1 . obtemos x Assim. nulo ou positivo. Resolvendo para x.1 0. Assim. o domínio da função é D = { } : c) Solução: Como a raiz quadrada nos reais só é definida para valores não negativos e a divisão por zero não é permitida. não é necessário nenhuma restrição para x-1. Resolvendo a desigualdade 1. assim tod conteúdo no todo denominador que estivem também dentro de um radical terá que ser apenas maior que zero. 33 . vemos que a função é definida para x 1. definida por: Z = (gof)(x) = g(f(x)) b) Solução: Como nenhum domínio foi explicitado. de zero por estar no denominador. 2]. ou seja. 3x – 9 pode assumir qualquer valor real. isto é. a equação x . o domínio . a função dada está definida para todos os valores de x tais que x 0 e x . Observe que o denominador da fração tem que ser diferente de zero. Exercícios Resolvidos: 1)Encontre o domínio das funções abaixo: a) Solução: Como nenhum domínio foi explicitado. o domínio de f é o conjunto de todos os valores que podem ser atribuídos à variável independente x. B e C e as funções : → definida por y = f(x) e g → definida por z = g(y). Observe que a expressão é definida (como um número real) para todo x tal que x–1 seja não não-negativo. como a raiz cúbica está definida para qualquer número real. Exemplo: Como a raiz quadrada nos reais só é definida para valores não negativos. As restrições podem ser calculadas da seguinte maneira: I) 2 – x ≥ 0 → – x ≥ – 2 x (-1) → x ≤ 2 1) II) x+1>0→x>–1 Executando a intersecção entre I e II. Assim. 4º Caso:Não existe denominador igual a zero.Apostila de Cálculo Zero O radicando de uma raiz de índice ímpar pode ser um número negativo. o domínio da função é D={ :x 1} ou [1. obtemos: Portanto. além do fato de ter que ser diferente . Portanto. g: chama-se função composta de g com f a função h = se (gof) : → . 1. obtemos: . D(f) = R. Nesse caso temos restrições tanto no numerador quanto no denominador.+∞[ em x. D(f) = {x Є R / –1 < x ≤ 2} ou ] –1. Portanto. o domínio de f é o conjunto de todos os valores que podem ser atribuídos à variável independente x. obtemos x Observe que. Resolvendo a desigualdade. da função 0ex é 6) Função Composta Dados os conjuntos A. Portanto. vemos que a função é definida para x > 2 e para -2 < x -1. nem raiz quadrada de número negativo. 0.

2 pois o conjunto imagem da função f(x) = x é o conjunto + R dos números reais não negativos.x então f(x) é: a) 2 . Observe que as curvas representativas de f e de f são simétricas em relação à reta y = x.a) b) a(1 . -1 b) o domínio de f é igual ao conjunto imagem de f .1). Observe também que a função dada não é so sobrejetora. fica: f(u) = 2(2 .Sendo f e g duas funções tais que fog(x) = 2x + 1 e g(x) = 2 . Ora. a função não é bijetora e.2x e) uma função par.2u Portanto.2x b) 3 . definida em R . O gráfico abaixo representa uma função e a sua presenta inversa. SOLUÇÃO: Sendo fog(x) = 2x + 1.1) = b(c .3 \ y = (x 3) / 2. Por exemplo.b → d(a . 2 É óbvio então que: a) para obter a função inversa. SOLUÇÃO: Permutando as variáveis x e y. 2 . o qual não coincide com o contradomínio dado que é igual a R. então defineB ent -1 se a função inversa f como sendo a função de B em -1 A .b) = d(1 . ou seja . Podemos afirmar que a igualdade gof(x) = fog(x) ocorrerá se e somente se: a) b(1 . a 2 função f(x) = x .x = u. temos: f[g(x)] = 2x + 1 Substituindo g(x) pelo seu valor. fica: f(2 .1). sendo u a nova variável. o que nos leva à alternativa D. não é inversível.d = cb . pois elementos distintos possuem a mesma imagem.1) = b(c .5 d) 5 .u. Veja a representação a seguir: 34 . Exemplos: 1 Determine a INVERSA da função definida por y = 2x + 3.Sendo f e g duas funções tais que: f(x) = ax + b e g(x) = cx + d .Apostila de Cálculo Zero Exemplos: 1 . 2 A função f: R → R . tal que f (y) = x .3x c) 2x .c) = d(1 . -1 Função Inversa Dada uma função f:A→B . o que nos leva a concluir que a alternativa correta é a letra A. basta permutar as variáveis x e y. f(3) = f( f(-3) = 9.2x . definida por f(x) = x : -1 a) é inversível e sua inversa é f (x) = Ox -1 b) é inversível e sua inversa é f (x) = -Ox c) não é inversível d) é injetora e) é bijetora SOLUÇÃO: Já sabemos que somente as funções bijetoras são inversíveis. -1 c) o conjunto imagem de f é igual ao domínio de f . Portanto. fica: acx + ad + b = cax + cb + d Simplificando. que define a função inversa da função dada. Substituindo. vem: 2y = x . à bissetriz do primeiro quadrante . se f é bijetora . Somente por este motivo. f(x) = 5 . -1 d) os gráficos de f e de f são curvas simétricas em relação à reta y = x. em consequência.não é injetora. admitem função inversa. que é equivalente a d(a . podemos escrever 2 . vem:ad + b = cb + d ad . fica: x = 2y + 3 Explicitando y em função de x.u) + 1 \ f(u) = 5 .conjunto dos números reais . ou seja.c) c) ab = cd d) ad = bc e) a = bc SOLUÇÃO: Teremos: fog(x) = f[g(x)] = f(cx + d) = a(cx + d) + b → fog(x) = acx + ad + b gof(x) = g[f(x)] = g(ax + b) = c(ax + b) + d → gof(x) = cax + cb + d Como o problema exige que gof = fog. x = 2 .x) = 2x + 1 Fazendo uma mudança de variável. bissetriz do primeiro e terceiro quadrantes.

(MACK) Os gráficos das funções reais definidas por x f(x) = x² . Exercícios 3 4 1) Se f(x) = x e g(x) = x . de R em R. (ANGLO) Sendo f(x) = x . o valor de x se tal que f(f(x+2)) = 3 é: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 10. O valor de g(g (-1)) + f(g(3)) é: 2 2 6. (UFV) Se f e g são funções reais tais que f(x) = 2x 2 e f(g(x)) = x + 2. então o valor de k tal que g(f(k)) = 4 é: a) 1/4 b) 4/5 c) 2 d) 3 e) 7/6 16. então : a) g(x) = 9x .4x + 4 e f(x .1 e g(x) = x + 2.4 e f(g(x)) = x + 4. mostre que fog(x) = gof(x).1) é igual a: 2 2 2 2 a) y . Definimos a função composta de f e g como sendo gof(x) = g(f(x)). então f(f(18)) é igual: 10. (UEL) A função de R em R é definida por f(x) = mx + p. (CESGRANRIO) Para cada inteiro x > 0.n 19.2y + 1 b) (y .1 e g(x) = x . f(x) é o número de divisores de x e g(x) é o resto da divisão de x por 5. com m ≠ 0 e n ≠ 0. 1 ≠ k > 0. então f(m) é um número: a) primo b) negativo c) cubo perfeito d) menor que 18 e)múltiplo de 12 9. o valor de f(g(f(1))) é: a) 10 b) 11 c) 12 d) 13 e) 14 14. Se f(g(x)) = g(f(x)). -3} d) {-1. (FGV) Considere as funções f(x) = 2x + 1 e g(x) = x .Apostila de Cálculo Zero A alternativa correta é a letra C. (MACK) Dadas as funções reais definidas por f(x) = 4x + 1 e f(g(x)) = 3x. (FCG) As funções f e g. (PUC-SP) Se f(x) = 3x . -3} 3} c) {1. tais que 2 f(x) = 3x . então o valor de g(2) é: a) -2 b) 2 c) 0 d) 3 e) 5 12. temos os esboços dos gráficos x das funções f e g. se interceptam num ponto de abscissa 3. f(1) = 2 e f(3) = 0.1 duas funções reais. para todo x x∈R. (METODISTA) O domínio da função real f(g(x)).2.1) + 1 c) y + 2y . 3} b) {-1. (MACK) Na figura. então g(f(2)) é igual a: a) 4 b) 1 c) 0 d) 2 e) 3 20. (MACK) Seja f: R → R uma função definida por y = f(x). Então g(f(45)) é: a) 4 b) 3 c) 2 d) 1 e) 0 5. (MACK) Se f(x) = mx + n e f(f(x)) = 4x + 9.1.15 b) g(x) = 9x + 15 c) g(x) = 15x . Se f(2) = -5 e f(-3) = -10. (ANGLO) Sendo f e g funções de R em R. Então gof(y . 2.2) = x + 2. Então o valor de f(g(k)) é: a) 3 b) 9 c) 12 d) 15 e) 18 15. Então as raízes da equação f(g(x)) = 0 são: ) a) inteiras b)negativas c)racionais d)inversas e)opostas 2 2 11. são definidas por f(x) = 2x + 3 e g(x) = 3x + m.1 e g(x) = k . (ITA) Sejam f(x) = x + 1 e g(x) = x . então f(f(x + 1)) é igual a: a) x + 1 b) 1 / (x – 1) c) x – 1 d) x / (x – 1) e) (x + 1) / (x – 1) 18. (METODISTA) Sabendo que f(g(x)) = 3x .2 d) y 2 2y + 3 e) y – 1 7. então a soma das raízes de fog é a) m b) – m c) n d) – n e) m. a soma dos possíveis valores de n é: a) 6 b) –12 c) –6 d) –18 e) 12 17 (MACK-02) Se x >1 e f (x) = x / (x – 1). a) -2 b) -1 c) 1 d) 4 e) 5 8. então o conjunto solução da equação f(g(x)) = 0 é: a) {1. 3} e) { } 13. sendo f(x) = a .7 e f( x ) = x/3 . (PUC) Se f e g são funções definidas por f ( x ) = x e g ( x ) = x² + m x + n. (MACK) Se f(g(x)) = 2x . 1/2 2 -1 sabendo-se que f(x) = x e g(x) = (x + x)(x + 2) é: 1/2 a) D = {x ∈ R / x ≠ -2} b) D = {x ∈ R/ x ≥ 0 e x ≠ -2} c) D = {x ∈ R / -2 < x ≤ -1 ou x ≥ 0} d) D = {x ∈ R / 2 ≤ x ≤ -1 ou x ≥ 0 } e) D = {x ∈ R / -2 < x < -1 ou x≥ 0} 4. então g(1) vale: a) -2 b) 0 c) 1 d) 3 e) 5 35 . Sabendo-se que f(0) = 3.9 d) g(x) = 15x + 9 e) g(x) = 9x – 5 3.

(PUC-SP) Sejam f e g funções de R em R definidas SP) por f(x) = x + 1 e g(x) = 1 .2. (MACK)Na figura. em partes por milhão. Determine os valores de x para os quais g(x) > 0. O valor de α é: a) 1 b) 2 c) 3 d) 4 31. com uma a população p. é correto afirmar que: a) tangencia o eixo das abscissas. Se g (k) é o menor possível. (UFMG) Para um número real fixo α .2 é tal que f(f(1)) = -3. c) contém o ponto (-2. (UFV) Sejam as funções reais f e g tais que f(x) = 2x + 1 e (fog)(x) = 2x³ . d) tem concavidade voltada para cima. então g(x) é igual a: a) 2x² + 1 b) (x/2) . temos os esboços dos gráficos das funções f e g.1 c) x²/2 d) x + 1 e) x + (1/2) 28.6x + 8 e f(x . Deste modo. o valor de f(f(2)) é: 26. cujo gráfico está representado abaixo. 36 . o valor de g( g(-1) é: Então: a) g(x) = 6x + 5 = 3x + 2 d) f(x) = 8x + 6 b) f(x) = 6x + 5 e) g(x) = (x .C. f e g. 3. respectivamente. (MACK) As funções reais f e g são tais que f(g(x)) = x² . tem-se f(f(b)) = . 6] conforme indicado no gráfico. de A em B e de B em C.1 t . Relativamente ao gráfico da função dada por g(f(x)). são tais que f(x) = 3x 1 e f[g(x)] = 2 .5 p + 1. Em relação à taxa C: a) expresse-a como uma função do tempo. a) (f o f)(-2) = 1 d) (f o f)(-1) = 0 f)(-2) = -1 b) (f o f)(-1) = 2 e) f(-2) = 1 c) (f o 24.2 partes por milhão. 0).Apostila de Cálculo Zero a) 1 e) 5/2 21. (PUCPR) Seja y = f(x) uma função definida no intervalo [-3. O valor de b é: a) -1 b) -4/5 c) -17/25 d) -1/5 30. 22.3) = x + 5. então k vale: a) 0 b) 1 c) 2 d) 3 e) 4 b) 2 c) 3 d) 3/2 a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 a) 3 e) 1 b) 0 c) -3 d) -1/2 23. a b) calcule em quantos anos essa taxa será de 13.4x+1. 27. a taxa média diária de monóxido de carbono no ar.x². e) intercepta o eixo das ordenadas no ponto (0.6x. 2. em anos. p será igual a 2 p(t) = 10 + 0. em milhares de habitantes: . (UEL) Se f e g são funções de R em R tais que f(x) = 2x . . -1). (MACK) No esquema. f e g são funções. 25. (UEL) Com respeito à função f: R → R. (UERJ) Admita os seguintes dados sobre as condições ambientais de uma comunidade.1. (UFMG) Duas funções. corresponde a C(p) = 0.1 e f(g(x)) = x² . (UFMG) Para função f(x) = 5x + 3 e um número b.em um determinado tempo t.1)/2 c) g(x) 32. a função f(x) = αx . Nessas condições. é correto afirmar: 29. b) não intercepta o eixo das abscissas.

Nesse caso. Nesse caso. É um caso particular da função afim e suas principais características são: Domínio: D = R Imagem: Im = R O gráfico da função identidade é a bissetriz dos quadrantes ímpares. f(. f: IR → IR definida por f(x) = b para todo x ∈ IR. (a =1/5. a = 1 e b ≠ 0. Logo.Apostila de Cálculo Zero Exemplos: f(x) = -2x f(x) =1/5x f(x) = √3x (a= -2.= -14. Nesse caso. 1° e 3° . b=0) (a = 3 . a = 0. → . tal que f(x)=ax+b. f(-3)=5(-3) + 1 = -15 + 1 = -14. b = 0) 2. b = 0) Gráfico: reta que passa pela origem (0. b = 5) 4) f(x) = 4x (a = 4. -3) Casos particulares importantes da função afim 1ª) Função linear f: R → R definida por f(x) = ax para todo x ∈ R. a = 1 e b = 0. 4ª) Translação f: IR → IR definida por f(x) = x + b para todo x ∈ IR. Exemplos: f(x) = x + 2 37 . podemos determinar: f(1) = 5 • 1 +1 = 5 + 1 = 6. b = 4) 3) f(x) = 1/3x + 5 (a = 1/3 . Exemplos: 1) f(x) = 2x + 1 (a = 2. Nesse caso. Exemplos: f(x) = 3 f(x) = -2 f(x) = 2 f(x) = ¾ Observação: Foi dedicado um tópico somente para a função constante. b = 0) Valor de uma função afim Na função afim f(x) = 5x + 1. em que a: coeficiente angular b: coeficiente linear Gráfico: reta que cruza o eixo y no valor de b e o eixo x no valor de . : a e b ≠ 0. f(1) = 6. isto é. 3ª) Função identidade f: IR → IR definida por f(x) = x para todo x ∈ IR. b = 1) 2) f(x) = -x + 4 (a = -1.05 t² b) 12 anos 25) A 26) C 27) C 28) D 29) B 30) A 31) C 32) B ) 2ª) Função constante 17 FUNÇÃO DO 1º GRAU OU FUNÇÃO AFIM Função de 1º grau. Logo.0) A soma f(g(1)) + g(f (–1)) é igual a: a) –1 b) 2 c) 0 e) 1 d) 3 Resposta: 2) A 3) C 4) D 5) E 6) A 7) D 8) D 9) B 10) D 11) C 12) B 13) B 14) D 15) E 16) C 17) A 18) B 19) E 20) C 21) 21/2 22) E 23) B 24) a) C(p(t)) = 6 + 0. b = 0.

calcule f(0). identidade. Sabendo que f(x+1) = 2x. calcule f . f(x) = x/2+1/3 j. determine os valores reais de x para que se tenha f(x) < g(x). é dado por: 6) Dada a função afim f(x) = 2x + 3. dizendo em cada caso se a função é crescente ou decrescente: a.00 mais um custo variável de R$ 0. determine os valores reais de x para que: a. o zero da função é x = 0. calcule f(4). bendo b. Dada a função f(5x -1) = x . f(x) = . 8) Uma pessoa tinha no banco um saldo positivo de R$ 560. f(0) b.x calcule.Apostila de Cálculo Zero f(x) = x . 13) Construa.5 e. No caso da função linear. f(x) = x + 2 b. A função constante não possui zero da função ( a reta não cruza o eixo x). f(x) = 7 d. 16) Escreva a função f(x) = ax + b cujo gráfico. f(x) = x + 5 g.00.1 Zero da função de 1º grau Zero da função é o valor de x para o qual a função é igual a zero. f(x) = 0. constante e translação a. o zero da função é dado por ax + b =0⇒x= .75 7) Na produção de peças. o gráfico das seguintes funções.. f(x) = 2 – 3x 2x 2) Dada a função f(x) = -2x + 3. f(x) = x e. Calcule o custo de 100 peças. f(x) = -x + 3 x c. x = 1. Sendo x o número de unidades produzidas: a. f(x) = 1 + 2x 14) Faça o gráfico das funções f(x) = x. 15) Construa o gráfico das funções f(x) = x e g(x) = -x nstrua no mesmo plano cartesiano. f(2) = -2 e f(1) = 1 11) Dada a função f(x) = ax + b e sabendo que f(3) = 5 e f(-2) = -5. num sistema ortogonal. c. x = 1 b. num sistema cartesiano ortogonal. f( ) d)f( ) 3) Dada a função afim f(x) = 1 . Após um saque no caixa eletrônico que fornece apenas notas de R$ 50.50 por unidade produzida. f(x) = 1 b. f(x) = -3 h. a.00. f(x) = 5x + 2 b.x + 2 c. y = f(x) = 0 Observações Para a função afim. x = k +1 f. f(x) = 1/7x i. 10) Escreva a função af f(x) = ax + b. devemos fazer à função igual a zero: 38 . Escreva a lei da função que fornece o custo total de x peças. g(x) = x + 1 e h(x) = x – 2. a. Obtenção do zero da função f(x) = 2x – 5. expresse a lei da função que fornece o novo saldo. sabendo que: afim a. x = 0 d. f(x) = d. determine o valor de a para que se tenha f(4) = 22. que é dado em função do número x de notas retiradas. f(-1) 4) Determine o que se pede.3 f(x) = x + 1/2 f(x) = x – 3/5 Exercícios 1) Classifique as funções abaixo em afim. enção Para encontrarmos o zero (raiz). f(x) = 0 c. f(x) = 3x f. 5) Sendo f(x) = 3x – 4 e g(x) = 2x + 1. f(0) c. determine: a. Escreva a taxa de crescimento da função. x = c. f(-1) = 7 e f(2) = 1 b. x = a + b 17. 9) Determine o valor da função afim f(x) = -3x + 4 para: a. b. linear. 12) Dada a função f(x) = ax + 2. f(1) b. Exemplos: 1. uma indústria tem um custo fixo de R$ 8.

2. a raiz da função é igual a . f(x) será igual a 0 quando x=1 *-x+1<0 » -x<-1 » x>1 1 Logo. f(x) = 0 e f(x)<0. 1) Obtenha a lei das funções de 1º grau que passam pelos pares de pontos abaixo: a) (-1. inverte-se o sinal da 17. f(x) será maior que 0 quando x<1 -x+1=0 » x=1 Logo.2 Crescimento e decrescimento As funções afim e a linear podem ser crescentes ou decrescentes. Para x< b/a. Logo. 2) c) (3. Consideremos uma função afim y = f(x) = ax + b. ou zero. Se a > 0: a função é crescente Se a < 0: a função é decrescente Resumo: Estudo do sinal Seja . 2) e (2. f(x) será menor que 0 quando x< x<-1 3. 0) e (3. g(x) = 0 ⇒ 3x + 6 = 0 ⇒ x = ⇒ x = -2 Logo. o valor de x para que a função toque o eixo das abscissas é igual a 5. então: h(x) = 0 ⇒ -2x + 10 = 0 ⇒ x = 5 Logo. b) y=f(x)=-x+1 *-x+1>0 » -x>-1 » x<1 1 Logo. os de x para os quais y é zero e o valores de x para os quais y é negativo negativo. b/a. -1) b) (-1. Exercícios Note que para x=-b/a.2. f(x) tem o mesmo sinal de a. é igual a . Para x>-b/a. f(x) será maior que 0 quando x> x>-1 x+1=0 » x=-1 Logo. f(x) será igual a 0 quando x= x=-1 x+1<0 » x<-1 Logo. f(x)=0 (zero da função). a) y=f(x)=x+1 x+1>0 » x>-1 Logo. Cálculo da abscissa do ponto em que o gráfico de h(x) = -2x + 10 corta o eixo das abscissas: 2x O ponto em que o gráfico corta o eixo dos x é aquele em que h(x) = 0. Cálculo da raiz da função g(x) = 3x + 6: Exemplos: 1) Determine o intervalo das seguintes funções para que f(x)>0. a raiz da função. vamos estudar seu sinal. f(x) tem o sinal contrário ao de a. estudar o sinal de uma função qualquer é determinar os valores de x para os quais y é positivo.0) 39 ..Apostila de Cálculo Zero f(x) = 0 ⇒ 2x – 5 = 0 ⇒ x = .2) e (-1. f(x) será menor que 0 quando x>1 (*ao multiplicar desigualdade) por -1. x<-b/a.

a) Expresse a temperatura em F em função de C e faça o gráfico desta função. Qual é esta temperatura em graus Fahrenheit? 3) Determine a lei da função do 1º grau cujo gráfico passa pelo ponto (2. R$ 1. A temperatura em graus Fahrenheit (F) varia linearmente com a temperatura em graus Celsius (C). 1) e (1. calcule os valores de x para os quais g(x) < f(x). pede-se: a) a expressão que fornece o volume (V) de água na piscina em função do tempo (t) que a bomba fica ligada.. c) o tempo necessário para que a piscina seja esvaziada. 6) Dada a função y = 2/3x + 10. 14) Determinar a lei da função do 1º grau que passa pelo ponto (-2. Determine o valor de b 3x para que a reta corte o eixo as ordenadas no ponto (0. 10) Para cada um das retas abaixo. Sabendo que em média é consumido.4 . b) Quantas unidades ele deve vender para receber um salário de R$ 700.5 édia kg de gás: a) Expresse a massa (m) de gás no botijão. 2) e (1.Encontre os interceptos.3x + 9 11) Resolva as inequações: a) 3x − 4 ≤ x + 5 b) 12) O preço a pagar por uma corrida de táxi depende da distância percorrida. A tarifa P é composta por duas partes: uma parte fixa. b) Esboce o gráfico desta função.00. 4) Dada a função y = 3x – 2. 13) Uma piscina de 30 mil litros. 9) Dadas as funções f (x) = x + 2 e g(x) = x  4. 15) Dadas as funções f(x) = . -4.5).00. b) a expressão que fornece o volume de água que sai da piscina (VS) em função do tempo (t) que a bomba fica ligada. 16) Determine a lei da função do 1º grau que passa pelos pares de pontos abaixo: a) (0.00 e o quilômetro rodado. 1) e cujo coeficiente angular é 2. b) Quanto se pagará por uma corrida em que o táxi rodou 10 km? c) Sabendo que a corrida custou R$ 20.5) e tem coeficiente angular igual a 20. a) Expresse o preço P em função da distância d percorrida.20. 8) Seja a reta dada por y = -3x + b. 3) e cujo coeficiente linear vale 5. ele recebe R$ 12. a) Expresse o ganho men mensal (S) desse vendedor em função do número (u) de unidades vendidas.00 por unidade vendida. Além disso. encontre os interceptos. o salário mensal fixo de um vendedor é de R$ 240. ferv e a 100° C e 212° F. 0.00 ? c) Determine o domínio e a imagem desta função. 4) b) (-1. precisa ser esvaziada para limpeza e para isso 40 . faça a análise de sinal: a) y = 8x – 2 c) b) y = -0. Suponha que a bandeirada esteja custando R$ 6. -1) 17) Faça os gráficos das seguintes funções: a) y = 2x + 3 b) y = d) y = –x 18) Em uma determinada loja. por dia. b) A temperatura do corpo humano não febril é de 37° C. c) Depois de quantos dias o botijão estará vazio ? 20) A água congela a 0° C e a 32° F.x + e g(x) = 2x . 7) Determine a equação da reta que passa por (1. em função do número (t) de dias de consumo.Apostila de Cálculo Zero 2) Determine a equação da reta cujo gráfico está representado abaixo: uma bomba que retira água à razão de 100 litros por minuto foi acionada. Baseado nessas informações. calcule a distância percorrida pelo táxi. denominada bandeirada e uma parte variável que depende do número d de quilômetros rodados. encontre ) os valores de x para os quais g(x) = f (x). totalmente cheia. 19) Um botijão de cozinha contém 13 kg de gás. 2x 5) Dada a função y = –2x + 1. d) quanto de água ainda terá na piscina após 3 horas de funcionamento da bomba? e) o esboço do gráfico que representa o volume de água na piscina em função do tempo em que a bomba fica ligada. encontre o valores de x em que a ordenada y é o seu dobro.

20 por unidade produzida. Se a < 0. onde c=0 a = 2. onde 2. ou função polinomial do se 2º grau. b) Para que distâncias é vantajoso tomar cada táxi ? 22) De modo geral . 21) Dois táxis têm preços dados por: Táxi A: bandeirada a R$ 4. mais R$ 0. Exemplo: 2 Vamos construir o gráfico da função y = x + x: Primeiro atribuímos a x alguns valores.4 e a = 1.Apostila de Cálculo Zero c) A que temperatura. a 0.0. a parábola tem a concavidade voltada para 18 FUNÇÃO DO 2º GRAU Chama-se função quadrática.00 número mínimo de unidades a partir do qual a firma começa a ter lucro? Respostas: 14) y = -4x – 7 15) x < 16) a) y = 3x + 1 b) y = 18) a) S = 240 + 12u b) 39 unidades c) D(f) = [0.8C + 32 b) F = 98.00. b = 0 e c Chama-se zeros ou raízes da função polinomial do 2º se 2 grau f(x) = ax + bx + c . c=1 2 f(x) = x -1.4x + 1. a) Obtenha a expressão que fornece o preço de cada táxi (PA e PB) em função da distância percorrida.00. 5.6º c) C = -6. b = 0 e 1) Gráfico 2 O gráfico de uma função polinomial do 2º grau. independente da quantidade produzida. em seguida.90d b) Táxi A: a partir de 6. ∞) 19) a) m = 13 . f(x) = 3x2 .7 km 22) 5000 0 1 2 0 2 6 3. x -3 -2 -1 y 6 2 0 Observação: 2 Ao construir o gráfico de uma função quadrática y = ax + bx + c. a lei que rege as transações comerciais é dada por: V =C +L Onde V = preço total de venda C é o custo total do produto L é o lucro total Para produzir um objeto. y = ax + bx + c. onde a. depois calculamos o valor correspondente de y e. b = . =5 2 f(x) = .00. f(x) = 2x2 + 3x + 5. qualquer função f de R em R dada por uma lei 2 de forma f(x) = ax + bx + c.00 por unidade. 1. mais R$ 0. Táxi B: bandeirada a R$ 3.90 por quilômetro rodado.75d PB = 3 + 0. onde =0 2 f(x) = -4x . ligamos os pontos assim obtidos.75 por quilômetro rodado.x + 8x. onde = -1 41 . em graus Celsius. é uma curva chamada parábola. b = 8 e c a = . uma firma gasta R$1.7º 21) a) PA = 4 + 0. os números reais x tais que f(x) = 0. O preço de venda é de R$2.5t c) 26 dias 20) a) F = 1. b e c são números reais ≠ 0. b = 3 e c a = 1. notaremos sempre que: Se a > 0. corresponde 20° F. 2) Zero da função a = 3. com a 0.4. onde 4. Qual é o . a parábola tem a concavidade voltada para baixo.7 km Táxi B: Até 6. Exemplos: cima. Além disso. ∞) Im(f) = [240. há uma despesa fixa de R$4000.

as estradas ficam representadas pelas partes dos gráficos da parábola y= y=-x²+10x e da reta y=4x+5. então m deve ser igual a : a) -14 b) -10 c) 2 d) 4 e) 6 (VUNESP) 8-(VUNESP) O gráfico da função quadrática definida por y = x² . o valor de y que essa função associa a x = 2 é : a)-2 b)-1 c)0 d)1 e)2 9-(UFPE) Planeja-se construir duas estradas em uma se região plana.11) 1. onde m ∈R.mx + ( m .1 ). o valor de f(1) é: Vértice: V= . a) -10 b)-8 c)-6 d)-1/2 e)-1/8 6-(ANGLO) A parábola definida por y = x + mx + 9 (ANGLO) x² será tangente aos eixos das abscissas se. Para que a abscissa e a ordenada do vértice dessa parábola sejam iguais. . Qual a soma das coordenadas do ponto 8. 0) e (2.k). Se a abscissa do vértice da parábola é negativa.( VUNESP) A parábola de equação y = ax² passa pelo vértice da parábola y = 4x .11) d) 2-(ANGLO) A função f(x) = x². 11 ) c) (-1. ∆ O vértice da parábola é ponto máximo quando a < 0. Colocando coordenadas cartesianas na região. representando a interseção das estradas? a) 20 b) 25 c) 30 d) 35 e) 40 10-(FATEC) A distância do vértice da parábola y= x²+8x-17 ao eixo das abscissas é : 17 a)1 b)4 c)8 d)17 e)34 11-(MACK-99) O gráfico da função real definida por y 99) = x² + mx + ( 15-m ) tangencia o eixo das abscissas e m corta o eixo das ordenadas no ponto (0. O vértice da parábola é ponto mínimo quando a >0. Então. O mínimo de f é assumido no ponto de abscissa x = . quando é zero (∆ 0 .1/ 4 . chamado discriminante. 1) estão no gráfico de uma função quadrática f.4x + k tem o valor mínimo igual a 8. e somente se : a) m = 6 ou m = -6 b) -6< m < 6 c) d) Observação: A quantidade de raízes reais de uma função quadrática depende do valor obtido para o radicando quando é positivo (∆ 0 . O valor de k. Exercícios: 1-(ANGLO) O vértice da parábola y= 2x 4x + 5 é o (ANGLO) 2x²ponto a) (2. então o valor de m é : a) 0 b) 5 c) -5 d) 9 e) -9 4. sabendo que k<0 é : 1.x².Apostila de Cálculo Zero Então as raízes da função f(x) = ax + bx + c são as 2 soluções da equação do 2º grau ax + bx + c = 0. k vale : bscissa a)25 b) 18 c) 12 d) 9 e) 6 12-(FUVEST-02) Os pontos (0. Temos: 2 (ANGLO) x² 3-(ANGLO) Se o vértice da parábola dada por y = x 4x + m é o ponto ( 2 . a função tem dois zeros reais e iguais e a parábola corta o eixo x em um único ponto. 3) e) (1. Ache o valor de a: a) 1 b) 2 c) 3 d) -1 e) nda 5-(METODISTA) O valor mínimo da função f(x) x (METODISTA) x²-kx + 15 é -1. quando é negativo (∆ 0 .3) ( − 1. a função tem duas raízes reais e distintas e a parábola corta o eixo x nesses dois pontos.5) b) (1. tem um único ponto em comum com o eixo das abscissas. O valor de k é : a) 8 b) 10 c)12 d) 14 e) 16 42 . a saber: • • • −6≤m≤ 6 m≥6 e) m ≤ −6 3) Estudo do sinal 7-(ANGLO) Considere a parábola de equação y = x (ANGLO) x² 4x + m . as quais são dadas pela chamada fórmula de Bhaskara. a função não tem nenhum zero real e a parábola não corta o eixo x. com 2≤x≤8. Logo. 5).

x² . 30 e 0 c) . d) Determine x para que f(x) seja a maior possível. e) 2. igual a 16.10] →R definida po f(x) = x² .Apostila de Cálculo Zero a) 1/10 e) 5/10 13-(FATEC)O gráfico de uma função f. corta o eixo das abcissas para x=1 e x=5. onde b e c são constantes. respectivamente: a) 1.x² . dada por (UEL) f(x)=-x² +12x+20. Determine o o valor de 8a+b+c. definida por g(x)=(2/9)x²g(x)=(2/9)x² (4/3)x+6.10x c) y = x² + 10x d) y = (x²/5) .5x + 9? R por (FUVEST) 24-(FUVEST) O gráfico de f(x)=x²+bx+c. a) – 4 b) 1/2 c) 2 d) 1 e) 4 15-(UEL) A função real f.6x + 5 c) y = . para x = 6 d) máximo. A função f pode ser definida por .6x + 5 14-(UFPE) O gráfico da função quadrática y=ax²+bx+c. A ordenada do vértice da parábola. dada por f(x)=ax² (GV) f(x)=ax²-4x+a tem um valor máximo e admite duas raízes reais e iguais.1. igual a -16. igual a 56. d) 1. a) y = . do segundo (FATEC)O grau. para x = 6 b) mínimo. e) y = -2x – 2 c) y = 2x + 1 d)y = 21-(MACK) Se a função real definida por f(x) = . gráfico de f(x). 2x + 2.1/2 e) – 2 23-(UFPE) Qual o maior valor assumido pela função (UFPE) f:[-7. Nessas condições. então a soma dos possíveis valores inteiros do real k é: a) . a) y = (x² /5) .2. b) Determine a equação dessa parábola. para x = 12 e) máximo.(UFPE) O gráfico da função y=ax²+bx+c é a parábola da figura a seguir Os valores de a. f( f(-2) é igual a a) 4 b) 2 c) 0 d) . A equação da reta r é: a) y = -2x + 2 b) y = x + 2. é simétrico ao gráfico da parábola y=2 y=2-x² com relação à reta de equação cartesiana y= -2.1.6x . tem um valor a) mínimo. igual a 240.2). b e c são.5 d) y = . O ponto de máximo de f coincide com o ponto de mínimo da função g. gráfico da função de segundo grau cuja expressão é b) 2/10 c) 3/10 d) 4/10 a) Determine a equação da reta r.10x e) y = (x² /5) + 10x (UFMG) 17-(UFMG) A função f(x) do segundo grau tem raízes 3 e 1. (UFPE) x real.6 e 0 b) .x² + 6x + 5 b) y = . está representada a parábola (UFMG) de vértice V.x² + 6x – 5 e) y = x² .2.x²+ (4 (MACK) – k²) possui um máximo positivo. passa pelos pontos (0.2x b) y = x² . c) 0. para x = -12 c) máximo. b) . 22-(GV) A função f. para x = 20 16-(UFMG) Nessa figura.5. 20-(UFSC) A figura a seguir representa o gráfico de (UFSC) uma parábola cujo vértice é o ponto V. 0). de variável real. . 19. nesta ordem: um sobre a parábola e o outro sobre a reta r. -24) e (2. seguir. 9 e 0 d) . é igual a 8. Então f( f(2/3) vale 43 .0) e (1. igual a 72. 3 e 0 6 e 0 e) . a reta r intercepta a parábola (UFMG) nos pontos (-4. de R em R. A única afirmativa VERDADEIRA sobre f(x) é a) f(x) = -2(x-1)(x+3) b) f(x) = -(x-1)(x+3) ) c) f(x) = -2(x+1)(x-3) d) f(x) = (x-1)(x+3) e) f(x) = 2(x+1)(x 2(x+1)(x-3) 18-(UFMG) Nessa figura. c) Seja f(x) a diferença entre as ordenadas de pontos ja de mesma abscissas x. de R em R.1.

e) f(x) > g(x) para qualquer valor de x. A abscissa do vértice dessa parábola é: a) 1/2 b) 1 c) 3/2 d) 2 grau. e) 4.-3) e (1. 38-(UFAL) O gráfico da função quad (UFAL) quadrática definida por f(x)=4x²+5x+1 é uma parábola de vértice V e intercepta o eixo das abscissas nos pontos A e B.1/4 d) 1/4 33-( UFMG-01) Nessa figura. O valor de b é: a) -2.2/9 e) 4 25-(PUCMG) Na parábola y = 2x² . b. b) intercepta o eixo das abscissas em exatamente 2 pontos negativos. d) f(x) > g(x) para x > 10. no instante t. respectivamente. Assim sendo.Apostila de Cálculo Zero a) . Considere os segmentos paralelos ao eixo y. e) o móvel se encontra no ponto mais distante da origem. d) 1 e) 2. ponto a) (3. e) (-4. na qual y representa a altura. c) 0. pertence ao gráfico da função real definida por f(x) = (2x . em metros. (0. admite as raízes 1/3 e 2 e seu gráfico intercepta o eixo y no ponto (0. b) a velocidade assume valor máximo. A área do triângulo AVB é 44 .4) pertence à (UFMG) parábola de equação y = ax² + bx + 4. Então a . de um 6t+24. em segundos. É correto afirmar que o valor a) mínimo de f é -5/6 b) máximo de f é -5/6 c) mínimo de f é -13/3 d) máximo de f é -49/9 e) mínimo de f é -49/6 28-(CESGRANRIO) O ponto de maior ordenada (CESGRANRIO) ordenada. b) f(x) = g(x) para x = 4. na qual y representa a altura. é o par ordenado (a.(m .5).5. o comprimento do segmento S é a) 1/2 b) 3/4 c) 1 d) 5/4 34-(UNIFESP-02) O gráfico da função f(x) = ax² + bx + 02) c (a. Logo o conjunto de todos os valores possíveis de b é: a) {b ∈IR | b ≤ -4} b) {b ∈ IR | b < -5} c) {b ∈ IR | b ≤ -3} d) {b ∈IR | b ≤-2} IR e) {b ∈ IR | b ≤ -1} b) 2/9 c) . 27-(UEL) Uma função f. então seu vértice é o 4. -4) c) (0. c) 2. (0.-4). com a < 0. 6t+24. 37-(PUCPR-01) O gráfico da função definida por f(x) = 01) x² + bx + cos 8π /7:. seja S o que tem o menor comprimento. o vértice tem abscissa 1. 6) 31-(PUCRIO) O número de pontos de intersecção das (PUCRIO) duas parábolas y=x² e y=2x² -1 é: a) 0. 32-(UFV) O gráfico da função real f definida por (UFV) f(x)=ax²+bx+c. estão representados os 01) gráficos das funçõ funções f(x) = x²/2 e g(x) = 3x . Entre esses segmentos. ( -1). de um móvel.10) e (0. c números reais) contém os pontos (-1.x). O valor mínimo dessa função ocorre para t igual a a) -2 b) -1 c) 0 d) 1 e) 2 36-(PUCCAMP-01) (Considere a funç 01) função dada por y=3t²-6t+24. passa pelos pontos ( s (-1. A ordenada do vértice é: a) 3 b) 4 c) 5 d) 6 e) 7 26-(UFMG) O ponto de coordenadas (3. c) intercepta o eixo das abscissas em 2 pontos de sinais diferentes. d) intercepta o eixo das abscissas na origem. -4) 4) d) ( 3) (-4. c) a aceleração é nula.b). 30-(PUCCAMP)A soma e o produto das raízes de uma (PUCCAMP)A função do 2° grau são. -1). com uma das extremidades sobre o gráfico da função f e a outra extremidade sobre o gráfico da função g. -4) b) (11/2. no instante t. móvel.b é igual a: a) -39/8 b) -11/8 c) 3/8 d) 11/8 e) 39/8 (UEL) 29-(UEL) Seja x um número real estritamente positivo. b) -1. d) a aceleração assume valor máximo.1) (3 .3)x + 5. 6 e 5. Nessas condições. é verdade que a) f(x) > g(x) para 0 < x < 2. 35-(PUCCAMP-01) Considere a função dada por y=3t² 01) -6t+24. d) 3. b) 1. O ponto de mínimo da função corresponde ao instante em que a) a velocidade do móvel é nula. c) g(x) > f(x) para 0 < x < 1. do 2°grau. x ∈ R a) intercepta o eixo das abscissas em exatamente 2 pontos positivos. Se o valor mínimo dessa função é -4. e) não intercepta o eixo das abscissas. em segundos. em metros. Sejam as funções f e g tais que f associa a cada x o comprimento da circunferência de raio x centímetros e g associa a cada x a área do círculo de raio x centímetros.

+ 3)² . b) | -2 | = -(-2) = 2. termos de uma PG c) números inteiros. tem uma raiz igual a 1 e corta o eixo dos y em y = 25. Representando geometricamente. Se y = g(x) for outra função quadrática cujas raízes sejam as mesmas de f e se o vértice do gráfico dessa g for simétrico ao vértice de P com relação ao eixo 0x. à se x é positivo ou zero. o número x ao ponto 0 de origem. na reta real. então seu conjunto imagem é: a) [-20. 20] e) ]. termos de uma PA b) nessa ordem. Exemplos: a) | 2 | = 2.x² + 2x c) x = -1 19)D 20)D 21)C 22)E 23) 93 24)A 25)A 26)C 27)E 28)B 29) 19. isto é.∞ . ou seja: |x| > a Û x > a ou x <-a. então g( g(-1) vale A 30)A 31)C 32)B 33) A 34)C 35)D 36)A 37)C 38)E 39)B 40)A 41)D 42)A 43)B 19 FUNÇÃO MODULAR Revisão: 19.| -20 | = -(-20) = 20 2) O módulo de um número real é sempre positivo ou lo nulo.1 Módulo (ou valor absoluto) de um número: O módulo (ou valor absoluto) de um número real x.3)² . isto é. então os números a. é refletido em torno do eixo x.∞ . GABARITO 1) E 2) C 3) D 4) A 5)B 6) A 7) E 8)D 9)C 10)A 11)D 12) C 13)D 14)C 15)C 16)A 17)A 18) a) 4x + y+8=0 b) y = . 0 Então. 25] 41-(UFMG-04) O intervalo no qual a função f(x) = x£ 04) 6x + 5 é crescente é: a) x < 5 b) 1 < x < 5 c) x > 1 d) x > 3 42-(UFSM-03) A parábola P representada na figura é o ntada gráfico de uma função quadrática f. -20] d) ]. d) tais que a < b < c. Em seguida.∞ . que se indica por |x| é definido da seguinte maneira: .2 e) y = (x + 3)² 40-(PUCPR-04) O gráfico de uma função do segundo 04) grau tem seu eixo de simetria na reta x = 3. 0 . Assim: a) – 8 e) 8 b) – 6 c) 0 d) 6 • Se |x| < a (coma > 0) significa que a distância a entre x e a origem é menor que a. ∞ [ c) ]. Exemplos: 2 a)| x -5x | = 1 2 b)| x+8 | = | x -3 | Algumas equações modulares resolvidas: 45 . | x | é igual ao próprio x.2 -(x d) y = (x . e) tais que a > b > c.| 15 | = 15 Então. . | x | é igual a -x. O módulo de um número real nunca é negativo. deve estar à direita de a ou à esquerda de –a na reta real. b e c sempre são: • Se |x| > a (com a > 0) significa que a distância entre x e a origem é maior que a. 43-(MACK-03) Se a figura mostra o esboço do gráfico 03) de f(x)= ax² + 2bx + c. o módulo de um número real x é igual a distância do ponto que representa. ∞ [ b) [20.Apostila de Cálculo Zero a) 27/8 b) 27/16 c) 27/32 d) 27/64 e) 27/128 39-(UFES-00) O gráfico da função y = x² .| 1/2 | = ½ . ou seja. a) nessa ordem.2 Equações modulares Toda equação que contiver a incógnita em um módulo num dos membros será chamada equação modular.1 é 00) transladado de 3 unidades na direção e sentido do eixo es x e de 1 unidade na direção e sentido do eixo y. à se x é negativo. x deve estar entre –a e a. A figura resultante é o gráfico da função a) y = -(x + 3)² b) y = -(x . |x|< a Û –a < x < a.3)² c) y = .

x = 7 ou x = -7 x + 3 .2x + 3 =4.x + 2 = 4 ⇔ 0x = -1 ⇔ impossível . .2x => -7 = x .2x + 3|=4 ⇔ -4= x .3 = 4 ⇔ 2x = 4 + 3 ⇔ x = 7/2 .2x 3 + 7 = 0=> sem raízes reais. logo teremos: S = {8} 8: | x + 3 + x – 2 = 4 ⇔ 2x = 3 ⇔ x = 1. Resolvendo o caso 2: x2-5x+6 = 0=>x’=3 e x’’=2. 19. pois o resultado de um módulo.3 Inequações modulares Chamamos de inequações modulares as inequações nos quais aparecem módulos de expressões que contém a incógnita.2.Apostila de Cálculo Zero 1)Resolver a equação | x -5x | = 6.2: 2 x -2x+3 = 4 2 4: |5 5: | =∅ 4 1| = .1: 2 2 2 2 -4= x . retornamos em | |.5 ⇔ 3x = 5 – 3 ⇔ x = 2/3 (esta solução não serve. no caso 2x – 5. Resposta: S={-1. pois x deve ser menor que -3) Solução vazia. campo dos números reais.2x => x . 1/2.6} 2 Poderia também fazer: – 3 = -13 ou ainda = -10.3 = 13 ⇔ = 13 + 3 ⇔ = 16 ⇔ x = ± = -10 ⇔ S - + 3 = 13 ⇔ = -13 + 3 ⇔ 46 .3 ⇔ x = -1/2 ou então fazendo 2 x – 3 = -4. deve ser maior ou igual a zero ⇔ 2x – 5 0 ⇔ x 5 / 2 ).x – 3 – x + 2 = 4 ⇔ -2x = 5 ⇔ x = -2. para encontramos o valor de .5 (não serve.1: -4= x -2x+3 2 Eq. Resolvendo a Eq.x .3.2x + 3 = 4 ⇔ -2x = 4 . pois x deve ser maior que 2) Outros exemplos: 2: | 1: | | = 7 ⇔ 1| = 5 x+1=5⇔ x=5–1⇔x=4 -x-1=5⇔x=-5-1⇔x=-6 Observação: Esta segunda parte poderia também ser resolvida como: x + 1 = -5 ou x = -6. que gera 2x = -1 ou x = 4.2x + 3 => -4-3 = x . | |=2⇔x=±2 | |=3⇔x=±3 3| + | 2| = 4 3| = 2x .2: x -2x+3=4 Resolvendo a Eq. Algumas inequações modulares resolvidas: 1) Dê o conjunto solução da equação |x .8 Esta equação não possui solução uma vez que não é possível que o módulo resulte num número negativo (-8).5 x + 3 = 2x – 5 ⇔ x = 5 + 3 ⇔ x = 8 . Solução: 2 2 | x .3} 7: | | .3 = 2x . Solução: Temos que analisar dois casos: caso 1:x2-5x = 6 caso 2:x2-5x = -6 Resolvendo o caso 1: x2-5x-6 = 0=>x’=6 e x’’=-1.5| | + 6 = 0 2 Troca-se | | por y: y – 5y + 6 = 0 ⇔ y = 2 ou y=3 Assim que encontramos os valores para y. o que acarreta em solução vazia. 6: | 2)Resolver a equação | x-6 | = | 3-2x |. 3| = 13 .5 (não serve. 4= Então temos duas inequações (que devem ser satisfeitas ao mesmo tempo): 2 Eq. 3: |2 3| = 4 2x .2x + 3|=4. no 10. Solução: Temos que analisar os dois casos: caso 1:x-6 = 3-2x caso 2:x-6 = -(3-2x) Resolvendo o caso 1: x-6 = 3-2x=>x+2x = 3+6=>3x=9=>x=3 Resolvendo o caso 2: -3 x-6 = -(3-2x)=>x-2x = -3+6=>-x=3=>x=Resposta: S={-3.

5 Observe que a função que estava dentro do módulo (no caso a função identidade y = x) foi mantida para valores de y positivos (acima do eixo x).5 < 6 ⇔ 2x < 11 ⇔ x < 5. y =x. S= 3: |2 5| < 6 2x .5 5. não podemos afirmar que √ pois isso contradiz a definição. Essa idéia valerá para todas as funções modulares. o gráfico da função modular será construído usando tal idéia.9 0 ⇔ x -3 ou x .+2 7⇔.Apostila de Cálculo Zero Aplicando Bháskara encontramos as raízes x’= 1 o 1-√2 e x’’= 1+√2 Solução: S= ∈ /1 √2 x 1 √2 Por exemplo. se x=-3. Se tivermos x<0. Já para valores negativos de y (abaixo do eixo x) a função foi rebatida em relação ao eixo x. 47 . . 3|. Temos por 2 definição que √ . definição podemos escrever: | | o que é verdadeiro para todo x real.4 Módulo e raiz quadrada Consideremos os números reais x e y. Usando a definiçã de módulo. a função modular será desmembrada em duas: .5 Função modular Chamamos de função modular a função f(x)=|x| definida por: . 3 3 o que é um absurdo. 3 S= ∈ / 3 3 D=R Im= R+ Resumindo: a parte da função que estava “em baixo” do eixo x foi refletida para cima do eixo x. se e somente se. então. . Devemos proceder da mesma forma em relação a todas raízes de índice par: Outros exemplos: 1: | | > 3 x>3 -x > 3 ⇔ x < -3 A solução será a união desses dois intervalos: 2: | | S= 3 x 3 -x 3 ⇔ x -3 A solução será a interseção desses dois intervalos: ∈ / 3 3 19. 3. que a função modular é uma função definida por duas sentenças. Daí podemos concluir que √ . Foi obtida uma nova função (y = -x) simétrica à anterior em y relação ao eixo x. 0 0 4: | S= 7 -2 7⇔ . 0 .–5 0⇔x∈∅ A solução será a união desses dois intervalos: ∈ 2| / 0. Daqui em diante. Exemplos: 1: f(x) = | |. teríamos: 3. As funções equivalentes serão: 3 3 19. pois o primeiro membro é positivo e o segundo negativo. 2: f(x) = | 3. 0 Observe.5 -2x + 5 < 6 ⇔ -2x > 1 ⇔ x > -1/2 1/2 A solução será a interseção desses dois intervalos: ∈ / 3 3 Para ser efetuada a construção gráfica.

3) simétrica à anterior em D ) = R relação ao eixo x. 6: f(x) = | 2 serão: 5. 2 6. D=R e Im= R+ Observe também que esta função foi deslocada de 3 unidades para esquerda em relação à função anterior y = | |. | | | | As partes da parábola y = 4 à direita do 2 e à esquerda do -2 foram mantidas uma vez que tinham y 2 não negativo (“acima” ou no próprio eixo x). uma reta constante para x entre -3 e 2 e uma reta decrescente ( < 0) para valores de x (a menores que -3. 2 D=R e Im= R+ 3| | 1. | . Já a parte da parábola que estava situada entre -2 < x < 2 foi rebatida para cima. a ra função foi rebatida em relação ao eixo x. As funções equivalentes serão: 2 2 2 2 |. 5. Com isso a imagem passa a incluir números reais negativos. D=R e Im= R+ 48 . 3 1. As funções equivalentes 2 2 3 D = R e Im= [2. 4. Foi obtida uma nova função (y = -x . Uma reta crescente (a > 0 para valores de x maiores a 0) ou iguais a 2. As funções equivalentes serão: 3 3 e Im= R+ 3: f(x) = | 1. Comparando com a função anterior y = | constata-se um deslocamento para baixo de 2 se unidades. Já para valores menores que 3 (abaixo do eixo x). 4: f(x) = |2 2 6. visto que tinham sinal negativo de y (abaixo do eixo x). 2|.2 . 4| . As funções equivalentes serão: 3 3 ∞[ Note que agora a função foi dividida em três partes. 6|. D=R 5: f(x) = | 4.Apostila de Cálculo Zero A função que estava dentro do módulo ( = x + 3) foi (y mantida para valores de x maiores que 3 (acima do eixo x). O gráfico mudou de inclinação uma vez que o coeficiente angular (a = 2) da função de primeiro grau ) que está dentro do módulo foi aumentado em relação às anteriores.

1 . Para resolvê resolvê-la devemos 49 . 2) Construa o | 3 2|. 2 da 2 2 2 1) gráfico gráfico 2. 2. 13 3 6. função da função | 4| 4) Construa o gráfico da função | 2| a) |3 b) |2 c) | 1| 3| 4 1| 2 1 5| 2 2) 5) Resolver as seguintes equações em R: 6) Resolver em R as seguintes equações: a) |4 b) | |2 3| 0 5| |4 1| 1 3| 3) a) |2 b) |2 a) |4 b) |4 7) Resolver as seguintes equações em R: 5| 15 2 3 8) Resolver em R as inequações abaixo: 3 | 7| 5 1 4) 5) a) S= 6) a) S= 7) a) S= 2.2 / b) S= ∅ b) S= b) S= a) | b) | a) | b) | a) | 5 5| 1 b) 2 10) Resolver em R as seguintes inequações: 1| 3 7 0 4 | 3 6 0 | | 4| 3| 1 9) Resolver em R as inequações abaixo: 11) Resolver as seguintes inequações em R: 2| 2| 4 3 9) a) S= ∈ /1 b) S= ∩ ∈ 10) a) S= ∈ / b) S= ∈ /3 11) a) S= b) S= ∅ ∈ / ∈ 3 6 / 5 2 3 6. . 3) Construa | 2 | o 2.4 a) S= 1.1.3 b) S= R 1 4 Respostas: 3 7 20 FUNÇÃO EXPONENCIAL Função exponencial é toda equação que contém variáveis no expoente.Apostila de Cálculo Zero Exercícios 1) Construir o gráfico da função definida em R.4 8) a) S= . 1.

1) Propriedades de potenciação . a função é crescente. b) o gráfico corta o eixo vertical no ponto (0. logo 0 < a < 1. 0 1 Se a>1. x=4. Atribuindo alguns valores a x e calculando os correspondentes valores de y. 3) Solução: x √ 1 . 2) y=(1/2) CE: Nesse caso. 0 50 . 2) 9 = 1 Solução: x x 0 9 = 1 → 9 = 9 → Logo x = 0. obtemos a tabela e o gráfico: 2) Equação exponencial É toda equação cuja incógnita está no expoente de uma potência: Exemplos: x 1) 3 =81 Solução: 4 x 4 Como 81=3 . devemos realizar dois passos importantes: 1º) redução dos dois membros da equação a potências o de mesma base. c) os valores de y são sempre positivos (potência de base positiva é positiva). 2º) aplicação da propriedade: ⇒ 0 0 Condição de existência da função exponencial: : → ∗ ∈ . a = ½. logo a > 1. a função não tem raízes.Apostila de Cálculo Zero transformar a equação em uma igualdade de mesma base. obtemos a tabela e o gráfico: x Se 0 < a < 1. a função é decrescente. . portanto o conjunto imagem é Im = ∗ . 0 Domínio: D = R Imagem: Im = ∗ Observações: a) o gráfico nunca intercepta o eixo horizontal. Gráfico: Temos dois casos a considerar: 1) quando a>1 2) quando 0 < a < 1 Exemplos: x 1) y=2 Condição de Existência (CE) :Nesse caso a=2. . Para resolver equações exponenciais.1). podemos escrever 3 = 3 E dai. Atribuindo alguns valores a x e calculando os correspondentes valores de y.

Descrita como e (onde e é a constante matemática neperiana. Pode-se afirmar A inequação pode ser escrita 4 4 . como uma série infinita. 16 11. a segunda. S = R (Reais negativos) Observação: A função exponencial é uma das mais importantes x funções da matemática. de onde x = 1º) 6) Resolva a equação Solução: Vamos resolver esta transformação: x Portanto. é: 1 3 8 7 a) 0 b) –1 c) 1 d) 7 4) (UFMG) Seja ( x + 2) -3/2 que x vale: a) 0. ou seja: 11 4 1 4 16 11 → 4 . 3) Inequação exponencial É toda desigualdade cuja incógnita está no expoente de uma potência: (Note que o sentido da desigualdade se mantém) (Note que o sentido da desigualdade é invertido) Exemplos: = 3.A ordenada do ponto P de abscissa (a + b)/2 é: a) cd b) (c + d) 1/2 c) (cd) 2 d) (cd) 1/2 51 .A figura é um esboço do gráfico da função x f(x)= 2 .Apostila de Cálculo Zero Logo: x = 4 4) 3 √27 Solução: 32 5) 2 Solução: Daí: 3x – 1 = 10. 4 4 . x> 0. 4 1 Porém. devemos voltar os valores para a x equação auxiliar 3 =y. 4 1 → 4 4 . estão representados os gráficos das funções 2 e 2 A afirmativa correta é: a) b<a<0 b) a<b<0 c) a<0<b d) b<0<a 3) (UFMG) A soma das raízes da equação abaixo.025 d) 0. base do logaritmo neperiano). 11 E daí. logo: Exercícios: 1) (UFMG) O conjunto de todos os valores de x que satisfazem a equação abaixo é : 1 10 3 3 3 a) vazio b) zero c) –1 e 1 d) 3 e 1/3 2) (UFMG) Na figura. obtemos: 4 4 → 0 5) 4 4 Solução: 4 5) (UFMG). Como a base 4 é maior que 1. obtemos: Aplicamos Bhaskara encontramos y’=-3 e y’’=9.008 c) 0.4 Multiplicando ambos lados por 4 temos: 4 4. pode ser definida de duas maneiras equivalentes: a primeira.125 1/3 Portanto a solução é x = 2. 3 Para achar o x. como limite de uma seqüência: ∑∞ ! - equação através de uma 2º) lim →∞ 1 1 ! ! ! ⋯ Fazendo 3 =y.002 b) 0.

qual o valor de 1/2 a) 2 b) 32 c) 20 d) 64 x 2 c) 2 d) 3 15)Determine o valor de x – y . sendo: 2 2 8 5 n GABARITO 1-c 2-a 8-d 14-d 15-a 3-b 9-a 4-b 10-a 5-d 11-b 6-c 12-d 7-d 13-d 21 FUNÇÃO LOGARÍTMICA Definição: log ⇔ . Indicamos por: a) –1 b) 1 c) 0 d) 2 14) Determine a solução da equação : a) 0 b) 1 4) Mudança de base 5) Função Logarítmica : ∗ → . para b>0. é um número: a) menor que –3 b) entre –2 e –1 c) entre 0 e 1 d) entre 2 e 3 7) (PUC) Se a=16 e x = 1.Apostila de Cálculo Zero 6) (UFMG) A solução da equação 2 2 50 . 6 então o valor de k é : a) 15 b) 8 c) 6 d) 3 13) (FGV) O conjunto solução da equação abaixo é : 3) Cologaritmo Cologaritmo de um número b na base (a>0.25 . 2 = 4. 10 . o valor de n é: a) 6 b) 5 c) – 1 d) 2 11) (MACK) Determine o valor de A – B . 5 = 0.x e y são as soluções do sistema abaixo: ? a) –2 b) –2 c) 0 d) 1 y 8) (UFES) Se x e y são números tais que 2 = m e 2 = n x-y então 4 é igual a: a) 2(m – n) b) (m – n) / 2 c) – m/n 2 d) ( m/n) 3/2 1/2 5/6 9) (UFRN) 2 . a > 0 e a ≠ 1 (condição de existência de um logaritmo) 1) Conseqüências da definição: log 1 0 log 1 log log log ⇔ 2) Propriedades operatórias a) 0 b) 1 c) –1 d) – 2 3 5 k 12) (PUC) Se 3 . b<0 e a ≠ 1) é o logaritmo do inverso do número b na base a.8 . log 0 1 52 . 4 : 8 é igual a : a) 1 b) 2 1/2 c) 4 3/4 d) 8 10) (PUC) se 2 .

x > -2 (S2) Como a base (2) e maior que 1. temos: x+2 > 8 e. f é crescente Como x=4 satisfaz a condição de existência. 6) log2 (log4 x) = 1 Solução: Condição de existência: x > 0 log4 x >0 ição log2 (log4 x) = 1.1 Equação logarítmica É toda equação cuja incógnita está no logaritmando.log x – 2. 10 )}. 3) Resolva o sistema: log log 7 3 log 2 log 1 Solução: Condições de existência: x > 0 e y > 0 Da primeira equação temos: log x + log y = 7 → log y = 7 .Apostila de Cálculo Zero Se a > 1. então o conjunto solução é S={4}.2 Inequação logarítmica É toda inequação cuja incógnita está no logaritmando. ou seja. então o conjunto solução é S={(10 . 3) log2 (log3 x) ≥ 0 Solução: Condições de existência: X > 0 e log3 > 0 53 . na base ou em ambos. dai. Exemplos: 1) log3x = 5 (a solução é x = 243) 2) log(x -1) = log 3 (as soluções são x’= e x’’=2) 1) x’=-2 3) log2(x+3) + log2(x-3) = log27 (a solução é x=4) 4) log x+1(x -x)=2 (a solução é x=-1/3) 5) log3(x+5) = 2 Solução: Condição de existência: x+5 > 0 → x > -5 log3(x+5) = 2 → x+5 = 32 → x=9-5 → x=4 2 2 O conjunto solução é S=S1 S=S1∩S2 = {x R| x > 6}. x > 6 Portanto a solução final é a intersecção de S1 e S2: 21.(7-log x)=1 → 3. Exemplos: 1) log2 x > 0 (a solução é x > 1) 2) log2(x+2) > log2 8 Solução: Condições de existência: (S1) x+2 > 0.log x Substituindo log y na segunda equação temos: 3. 21.log x-14+2. que é f =a -1 x Como essas raízes satisfazem as condições de 3 4 existência. na base ou em ambos.log 3 x = 15 → log x = 3 → x = 10 log Substituindo x = 10 em log y = 7 .log x temos: 3 4 log y = 7. então log2 2 (log4 x) = log2 (2) → log4 x = 2 → 4 = x → x=16 Como x=16 satisfaz as condições de existência.log 10 → log y = 7 → log y = 4 → y = 10 .log x = 1 → 5. f é decrescente A função admite a inversa. então o conjunto solução é S={16}. sabemos que 1 = log2 (2). 7-3 3 Se 0 < a < 1.

V . então log105 é igual a: R: 0. portanto S={x E R| x ≥ 3} Exercícios 1)(F.48 e log b = 0. Como (log33 = 1. 2 2 log2(a – b ) é igual a: R: 7 8) (PUC-SP-79) Se log a + log b = p. cujo logaritmo na base a é 4 e na base a/3 é 8. é: R: 6561 3) (U. As condições de existência estão satisfeitas. dai. etc. Desde a antiguidade já se usava da trigonometria para obter distâncias impossíveis de serem calculadas por métodos comuns. Ângulo reto: ângulo de medida 90º.3. 85) então log a/b é: R: 0.8 10) (PUC-SP-79) Se log102 = 0. Algumas aplicações da trigonometria são: Determinação da altura de um certo prédio. determinar 75) o valor da expressão log 25 R: 1. então o log x 81) e: R: 1.3 e se log103 = 0.22 Um engenheiro precisa saber a largura de um rio para construir uma ponte. O produto desses números é: R: 3 22 TRIGONOMETRIA A trigonometria possui uma infinidade de aplicações práticas.75. Sem a trigonometria ele demoraria anos para desenhar um mapa. a inequação pode ser escrita assim log2 (log3x) ≥ log21 Sendo a base (2) maior que 1. então log 1/a + 79) log1/b vale: R: .72) Seja x o numero cujo logaritmo na base 3 2 √9 vale 0.6 é igual a: R: – 0. então.Apostila de Cálculo Zero Como log21=0. Ângulo é uma figura plana formada por duas semirretas de mesma origem. então log100.5.7 11) (CESCEA-75) Sabendo que log 2 = 0. então. Ângulo raso: ângulo de medida 180º (seus lados formam uma reta). 2 loga3√x y é igual a: R: 2/3.n + 1/3. temos: (log3x ≥ 1. então.-77) O valor de A tal que 4 77) é: R: √3 – 1 log A 2 2 13) (CESGRANRIO-85) Se log a = 0. o comprimento de um rio. 54 .4 12) (EAESP-FGV-80) Sabendo-se que log102 = 0. então log10(x 2 – y ) é igual a: R: 2 5) (U.G.48. Um cartógrafo (desenhista de mapas) precisa saber a altura de uma montanha. Então x – 1 vale: R: 2 77) 2)(PUC-SP-77) O numero. + 2A – 2 = 0 6) (PUC-SP-77) Se loga x = n e loga y = 6n.3. x ≥ 3.p 9) (UFBA-81) Sendo log 2 = 0. As semirretas chamamse lados do ângulo e o ponto de origem chama chama-se vértice.18 66) 14) (FEI-66) A soma dos logaritmos de dois números na base 9 e 0. (log3x ≥ (log33 e. Tudo isto é possível calcular com o uso d da trigonometria do triângulo retângulo.MAC.3. o trabalho dele é mais fáci fácil quando ele usa dos recursos trigonométricos.-75) O logaritmo de 144 no sistema de base 75) 2√3 é igual a: R: 4 4) (PUC-SP-80) Se x + y = 20 e x – y = 5.3 e x = 64. porque a base (3) é maior que 1.MACK.n 7) (EPUSP-67) Se log2 (a – b) = 16 e (a + b) = 8.

Ângulos Complementares: par de ângulos cuja soma Tomando um ângulo “a” como referência neste triângulo. Por isso seus valores trigonométricos ersos correspondentes são organizados em uma tabela. As definições dos valores de seno. Simplificando: Ângulos adjacentes: ângulos que possuem um lado comum e as regiões determinadas por eles não tem Agora. ou seja. cujo lado está junto desse ângulo. Ângulo obtuso: ângulo cuja medida está entre 90º e 180º. um triângulo No triângulo. O lado que fica oposto ao ângulo de 90º é chamado de hipotenusa. veja: 55 . é chamado de cateto adjacente. As três funções básicas mais importantes da trigonometria são: seno. enquanto os lados que f formam o ângulo de 90º são os catetos.Apostila de Cálculo Zero Ângulo agudo: ângulo cuja medida está entre 0º e 90º. tomando como referência. considerados notáveis. os ângulos de 30° 45° e 60° são . cosseno e tangente. pois o lado “c” passa a ser o cateto oposto e o lado “b” o cateto adjacente ao ângulo . os valores de seno. Para facilitar as demonstrações chamamos de: “a” a medida da hipotenusa “b” a medida do cateto oposto ao ângulo “c” a medida do cateto adjacente ao ângulo das medidas é 90º Ângulos suplementares: par de ângulos cuja soma das medidas é 180º. 22. pois estão presentes em diversos cálculos. Ângulos congruentes: ângulos de mesma medida (símbolo ). mais pontos comuns. enquanto o outro cateto. cosseno e tangente mudam. cosseno e tangente tomam como referência a relação entre as medidas dos lados de um triângulo retângulo. e é chamado de cateto oposto. em que um dos ângulos mede 90º. nota-se que um dos catetos ficará na frente se desse ângulo.1 Funções trigonométricas básicas As Funções trigonométricas básicas são relações entre as medidas dos lados do triângulo retângulo e seus ângulos.

fazemos.5 radianos = 8 12 Se AB é o arco correspondente à volta completa de uma circunferência.2 Unidades de Medidas de arcos: Grau: é a unidade usada quando dividimos uma : circunferência em 360 partes congruentes. que dispõe das teclas sen (seno). 56 .5000 Ângulo central: todo arco de circunferência tem um : ângulo central relacionado. Exemplo: Para determinar a medida em radianos de um arco de comprimento igual a 12 cm. cos (cosseno) e tan (tangente). Um arco de 180º e raio unitário tem comprimento de radianos. Sendo assim podemos afirmar que um arco de 180º equivale a rad. sen 120º = sen (180º – 120º) → sen 120 = sen 60º = 120º 0. ou ainda. 2 rad …………… 360 graus R rad …………… G graus Assim. isto é.3 Arcos de uma volta 22. esta medida corresponde a G graus. 22. Podemos estabelecer os resultados seguintes Desenho Grau Radiano 90 /2 180 270 3 /2 360 2 0 graus = 0 radianos 22.8660 cos 120º = – cos (180º – 120º) → cos 120 = – cos 60º 120º = – 0. : Radiano: um arco de um radiano (1 rad) é aquele cujo comprimento é igual ao raio da circunferência. então: comprimento do arco(AB) 2 r m(AB)= = =2 comprimento do raio r Assim a medida em radianos de um arco de uma volta é 2 rad. 2 rad = 360 graus. Outra opção seria dispor de uma tabela trigonométrica. Para o cálculo dos valores trigonométricos envolvendo ângulos obtusos podemos utilizar das seguintes definições: sen x = sen (180º – x) cos x = – cos (180º – x) Exemplo: Obtenha o valor de seno de 120º e cosseno de 120º.Apostila de Cálculo Zero Arco geométrico: é uma das partes da circunferência : delimitada por dois pontos.4 Mudança de unidades Consideremos um arco AB de medida R em radianos. comprimento do arco(AB) to m(AB)= comprimento do raio Portanto m(AB)=1. temos a igualdade R/2 = G/360. em uma circunferência de raio medindo 8 cm. A relação entre estas medidas é obtida pela seguinte proporção. incluindo-os incluindo Nas situações envolvendo outros ângulos. Cada parte é um arco de um grau (1º). a medida do arco é igual a C=2 r. os valores trigonométricos podem ser obtidos através do uso de uma calculadora científica.

fazemos: 1 G = 180 Assim: 1 rad = 180/ graus. os pontos situados sobre os eixos não pertencem a qualquer um dos quadrantes. fazemos R 60 = 180 Assim: R= /3 ou 60 graus= /3 rad Para determinar a medida em graus de um arco de medida 1 radiano. realizando o seguinte cálculo: dividir a medida do guinte arco em graus por 360º (volta completa) o resto da completa). → 30° rad. logo é 1/3 de Como 30º é 1/6 de 180º. A região horário. Inserindo os eixos x e y nesse círculo: Os eixos OX e OY decompõem o círculo trigonométrico em quatro quadrantes que são enumerados como segue: 57 . é denominada círculo trigonométrico .0). O ponto A será tomado como a origem dos arcos orientados nesta circunferência e o sentido positivo considerado será o anti-horário.y) pertencente à circunferência unitária. 22. temos: −1 x 1 e −1 y 1. quadrante: Abscissa: negativa Ordenada: negativa 180º<ângulo<270º 1o. Como 120º é o dobro de 60º. isto é. logo é o dobro de /3 rad. a determinação principal do arco em um dos quadrantes fica mais fácil. Exemplo 1 Determinar a localização principal do arco de 4380º zação utilizando a regra prática. divisão será a menor determinação positiva do arco.5 Círculo Trigonométrico Considere uma circunferência de raio unitário com centro na origem de um sistema cartesiano ortogonal e o ponto A=(1. Dessa forma. logo é 1/4 de rad. Como 60º é 1/3 de 180º. com base nessa informação podemos reduzi reduzi-lo à primeira volta. Para todo ponto(x.Apostila de Cálculo Zero R = 180 Exemplos Para determinar a medida em radianos de um arco de medida 60 graus. quadrante: Abscissa:positiva Ordenada: positiva 0º<ângulo<90º 4o. quadrante: Abscissa: negativa Ordenada: positiva 90º<ângulo<180º 3o. → 120° 22. logo é 1/6 de Como 45º é 1/4 de 180º. → 60° rad. → 45° Por convenção. quadrante: Abscissa: positiva Ordenada: negativa 270º<ângulo<360º Os quadrantes são usados para localizar pontos e a caracterização de ângulos trigonométricos.6 Arcos com mais de uma volta Nos estudos trigonométricos existem arcos que possuem medidas maiores que 360º. G 2o. eles possuem mais de uma volta. Sabemos que uma volta completa equivale a 360º ou 2 π rad. contendo esta circunferência e todos os seus pontos interiores.

Portanto. dessa forma. denotado por cos(AM) ou cos(a). 22. Cosseno: O cosseno do arco AM correspondente ao ângulo a.t').0). escreveremos sen(x) para denotar o seno do arco de medida x radianos.7 Arcos Côngruos Dois arcos são côngruos quando possuem a mesma origem e a mesma extremidade.0) e a projeção ortogonal do ponto M sobre o eixo OY determina outro ponto B=(0. denotado por sen(AM) ou sen(a). que coincide com a abscissa x' do ponto M. é definida como a tangente do arco AM correspondente ao ângulo a. Seja M=(x'. Tal reta é perpendi perpendicular ao eixo OX. este ponto determina um arco AM que corresponde ao ângulo central a. portanto. Uma regra prática eficiente para determinar se dois arcos são côngruos consiste em verificar se a diferença entre eles é um número divisível ou múltiplo de 360º. 8390º – 6230º = 2160 160º / 360º = 6 e resto igual a zero.Apostila de Cálculo Zero 4380º:360º é correspondente a 4320º + 60º.0) e raio unitário. os arcos medindo 6230º e 8390º são côngruos. os arcos não são côngruos.0) e um número real x. sua extremidade pertence ao 1º quadrante. ca 58 . Seno: No plano cartesiano. 2010º – 900º = 1110º 1110º / 360º = 3 e resto igual a 30. localizado no primeiro quadrante. concluímos que o arco possui três voltas completas e extremidade no ângulo de 110º. cuja medida algébrica corresponde a x radianos. A ordenada deste ponto T.y') um ponto desta circunferência. Exemplo 2 Qual a determinação principal do arco com medida igual a 1190º? 1190º:360º. Exemplo 3 Verifique se os arcos de medidas 6230º e 8390º são côngruos. A co projeção ortogonal do ponto M sobre o eixo OX determina um ponto C=(x'. 22. é a medida do segmento 0C. o resto da divisão é igual a 60º que é a determinação principal do arco. Para simplificar os enunciados e definições seguintes.y'). A reta que passa pelo ponto M e pelo centro da circunferência intersecta a reta tangente t no ponto T=(1. consideremos uma circunferência trigonométrica. a divisão possui resultado igual a 3 e resto 110. Portanto. isto é. a dif diferença entre as medidas dos arcos dividida por 360º precisa ter resto igual a zero. pertencendo ao 2º quadrante.8 Seno e cosseno Dada uma circunferência trigonométrica contendo o ponto A=(1. existe sempre um arco orientado AM sobre esta circunferência. Tangente Seja a reta t tangente à circunferência trigonométrica no ponto A=(1. Exemplo 4 Confira se os arcos de medidas 2010º e 900º são côngruos. de centro em (0. A medida do segmento OB coincide com a ordenada y' do ponto M e é definida como o seno do arco AM que onto corresponde ao ângulo a.

59 . e seja M' simétrico de M em relação a origem. pois elas são paralelas. a o ângulo correspondente ao arco AM e b o ângulo correspondente ao arco AM'. o cosseno do ângulo a é negativo e a tangente do ativo ângulo a é negativa. se a= radianos.y) está localizado no terceiro quadrante. Outro caso particular importante é quando o ponto M está sobre o eixo vertical OY e neste caso: cos( /2)=0 e sen( /2)=1 A tangente não está definida.0) um ponto da circunferência. sen( )=0 e tan( )=0 Sejam A=(1. estes pontos M e M' possuem ordenadas e abscissas simétricas. Como o ponto M=(x. Do mesmo modo que no primeiro quadrante. estes pontos M e M' possuem a mesma ordenada e as abscissa são simétricas. Desse modo: sen(a) = sen(b) cos(a) = -cos(b) tan(a) = -tan(b) Simetria em relação à origem Seja M um ponto da circunferência trigonométrica localizado no primeiro quadrante. o cosseno está relacionado com a abscissa do ponto M e o seno com a ordenada deste ponto. se M é um ponto no primeiro quadrante e M' o simétrico de M em relação ao eixo OX. O seno de ângulos no quarto quadrante é negativo. estes pontos M e M' possuem a mesma abscissa e as ordenadas possuem sinais opostos. o cosseno é positivo e a tangente é negativa. O seno e o cosseno de um ângulo no terceiro quadrante são negativos e a tangente é positiva. estas são paralelas. o que significa que o ângulo pertence ao intervalo: < a <3 /2. obtemos: sen(a) = -sen(b) cos(a) = cos(b) tan(a) = -tan(b) Simetria em relação ao eixo OY Seja M um ponto da circunferência trigonométrica localizado no primeiro quadrante. Sejam A=(1. Em particular. a tangente não está definida pois a reta OP não intercepta a reta t. Este ponto M=(x. temos que cos( )=-1. e seja M' simétrico a M em relação ao eixo OY.y) é simétrico ao ponto M'=( M'=(x. pois a reta OM não intercepta a reta t.y) possui abscissa negativa e ordenada positiva. Ângulos no terceiro quadrante O ponto M=(x. Quando a = 3 /2. indicando que tanto a sua abscissa como a sua ordenada são negativos.Apostila de Cálculo Zero Ampliaremos estas noções para âng ângulos nos outros quadrantes Ângulos no segundo quadrante Se na circunferência trigonométrica. o sinal do seno do ângulo a no segundo quadrante é positivo. Quando o ângulo mede 3 /2. temos: cos(3 /2)=0. a o ângulo correspondente ao arco AM e b o ângulo correspondente ao arco AM'.0) um ponto da circunferência. tomamos o ponto M no segundo quadrante. sen(3 /2)= /2)=-1 Simetria em relação ao eixo OX Em uma circunferência trigonométrica.-y) do primeiro quadrante. 3 /2 < a < 2 . em relação à origem do y) sistema. então o ângulo a entre o eixo OX e o segmento OM pertence ao intervalo /2< a < . Ângulos no quarto quadrante O ponto M está no quarto quadrante.

1ª) O domínio de f(x) = sen x é R. R. pois para valores va. 4ª) O período é o mesmo: p = 2 5ª) A função cosseno não é nem injetiva nem subjetiva.1] isto é. Estudo do sinal na Função Seno A função é positiva para valores do 1º e 2º quadrantes e negativa para valores do 3º e 4º quadrantes. temos sen x = -sen (-x). isto é. sua imagem não é igual ao contradomínio. Estudo do sinal na Função Seno 4ª) A função seno não é injetiva. 2ª) O conjunto imagem de f(x) = sen x é o intervalo [ [1.0) um ponto da circunferência. e sim uma senoide transladada /2 unidades para a direita. 6ª) A função cosseno é par. a o ângulo correspondente ao arco AM e b o ângulo correspondente ao arco AM'.Apostila de Cálculo Zero Sejam A=(1. pois temos cosx = cos( cos(-x).1]. Função Cosseno Estudos das funções seno. qualquer que seja x∈ D(f) = R. diferentes de x temos o mesmo f(x). 60 . pois para qualquer valor real de x existe um e apenas um valor para sen x. Desse modo: sen(a) = -sen(b) cos(a) = -cos(b) tan(a) = tan(b) Relações Trigonométricas Fundamentais 5ª) A função seno é função ímpar. 2ª) O domínio é o mesmo: D = R 3ª) A imagem é a mesma: Im= [ [-1. cosseno Função Seno 1ª) A cossenoide não é uma nova curva. A maioria dos aspectos relevantes da função cosseno são os mesmos da função seno. pois [ [-1.1]. 3ª) A função seno não é sobrejetora.

k ∈ Z}. Funções complementares Função Tangente Gráfico de y = tgx Função Secante: 1º Domínio: D=R – { 1ª) Domínio: D=R – {x ∈ R / x = + k . 2ª) Imagem: Im = R. 4ª) A função tangente é função ímpar. isto é. n ∈ Z}.tg (-x). . 3ª) A função tangente não é injetiva. em cada um dos quadrantes.Apostila de Cálculo Zero Funções Secante. 1. pois sec( = sec(x) sec(-x) Estudo do sinal na Função Tangente A função secante tem os sinais da função cosseno iguais. 3º A função y = secx é par. Cossecante e Cotangente A função é positiva para valores do 1º e 4º quadrantes e negativa para valores do 2º e 3º quadrantes. 61 . 5ª) Período: p = . tg x = . Estudo do sinal na Função Tangente 2º Imagem: Im= {y ∈ R / y n. ou y -1}. Função Cossecante A função é positiva para valores do 1º e 3º quadrantes e negativa para valores do 2º e 4º quadrantes. mas é sobrejetiva.

2º Imagem: Im= R 3º A função y = cotgx é ímpar. ou y 1}. Funções Trigonométricas Inversas Fórmulas do arco metade 62 .cotgx cotg(-x) Estudo do sinal na Função Tangente Fórmulas do arco duplo A função cotangente tem os mesmos sinais da tangente.Apostila de Cálculo Zero 1º Domínio: D=R – {n. . n ∈ Z}. 3º A função y = cossecx é ímpar. em cada um dos quadrantes. pois cossec( cossec(-x) = cossec(x) Estudo do sinal na Função Tangente Fórmulas de adição e subtração A função cossecante tem os sinais da função seno iguais. em cada um dos quadrantes. 2º Imagem: Im= {y ∈ R / y -1. n ∈ Z}. . Função Cotangente 1º Domínio: D=R – {n. pois cotg( = .

temos: cos( x + y ) cos y + sen( x + y ) seny = (cos x cos y − senxseny ). fica: A = 2 . sabemos que sen 2x = 2 . cosx A = 2 + (2senxcosx . seny A = 1 + 1 .seny = = cos x cos 2 y − senxseny cos y + senx cos yseny + sen 2 y cos x = cos x(cos 2 y + sen 2 y ) = cos x. cosx .(1) ⇒ ⇒ cos( x + y ) cos y + sen( x + y ) seny = cos x Solução: Desenvolvendo os quadrados. e portanto a alternativa correta é a letra E.2senxcosx) = 2 + 0 = 2 . vem: A = (cos2 x + sen2 x) + (sen2 y + cos2 y) . temos: 63 . cosx . Substituindo. pois sabemos que o seno de um arco é igual ao cosseno do seu complemento e o cosseno de um arco é igual ao seno do seu complemento. portanto. Fórmulas de transformação em produto Logo. vem: Exercícios resolvidos de Trigonometria Daí. cosy + 2 . vem: 1 = 3 . Desenvolvendo as operações de acordo com . seny 4) Calcule o valor: a) cos 105º b) tg 75º Solução. senx . cosx e portanto senx . cosx . cosx . então podemos afirmar que A = (cosx . senx . senx . Aplicando as fórmulas da soma e diferenças . isto significa que x + y = 90º  y = 90º . vem: A = cos2 x . cosy + 2 . senx + 2 .2 .x) Mas.cos y + sen(x + y). (UNESP) Se x e y são dois arcos complementares. de arcos. seny A = 2 . Ora. cosx = (sen 2x) / 2 . cos(90º . que substituindo vem: (sen 2x) / 2 = 1 / 3 e.x) = cosx. senx . Solução: Escrevendo a tgx e cotgx em função de senx e cosx .2 . senx . seny + sen2 y Organizando convenientemente a expressão.2 . cosx . cosx  senx . sen 2x = 2 / 3. cosy + cos2 y + sen2 x + 2 .2 . senx .x.x) = senx e sen(90º . cos y + (senx cos y + seny cos x ). senx . cosy + 2 . senx .2 .2 . vem: A = 2 . sen(90º . o 2) Calcule sen2x sabendo sabendo-se que tg x + cotg x = 3.x) + 2 . cos(90º .cosy)2 + (senx + seny)2 é igual a: a) 0 b) ½ c) 3/2 d) 1 e) 2 1) Resposta: 2 / 3 3) Simplifique a expressão: cos(x + y).sen y Solução. as relações fundamentais e simplificando. substituindo. cosx .Apostila de Cálculo Zero Como os arcos são complementares. cosx = 1 / 3.

7) Calcule sen2x sabendo-se que tg x + cotg x = 3 3. = 2 2 2 2 2− 6 4 Temos: tgx + ctgx = 3 ⇒ senx cos x + = 3 ⇒ sen 2 x + cos 2 x = 3senx cos x cos x senx b) tg 30º +tg 45º tg (75º ) = tg (30º +45º ) = = 1 − tg 30º. ⇒ sen 2 x = . Qual é a medida do ângulo que o ponteiro das horas de um relógio descreve em um minuto? Calcule o ângulo em graus e em radianos. i) cos x = 1 − sen x = 1 − 2 16 = 25 9 3 = 25 5 2) Em uma circunferência de raio R. − . sendo que a soma das medidas do primeiro com o segundo é 14 graus.(1) 1−   3  3  1 = 3senx cos x 1 1 2 senx cos x = ⇒ 2 senx cos x = 2. 4) Em uma pista de atletismo circular com quatro raias. Em poem que momento os dois ponteiros 64 . Se o raio da circunferência mede 4 cm. + . A cotangente é o inverso da tangente. = = 5 13 13 5 65 65 33 sen ( x − y ) 65 33 65 33 b) tg ( x − y ) = = = . a do segundo com o terceiro é 12 graus e a soma das medidas do primeiro com o terceiro é 8 graus. determine: a) sen (x + y) b) tg (x – y) 2 2 Trigonometria: Exercícios sobre elementos gerais 1) Um arco AB de uma circunferência tem comprimento L. em 0 ≤ x ≤ π/2 . calculamos as raízes positivas de cosx e seny. = cos( x − y ) 56 65 56 56 65 6) Se x e y são dois arcos complementares. Sabendo que sen x + cos x = 1. quantos metros cada um dos atletas correria? 5) Qual é a medida (em graus) de três ângulos. Se todos os atletas corressem até completar uma volta inteira.tg 45º 3 3+ 3 +1 3+ 3 9+ 6 3 +3 3 = = 3+2 = 3 . 6) Os dois ponteiros de um relógio se sobrepoem à 0 horas. calcule a medida de um arco em radianos. podemos escrever sen2x = 2senxcosx 2senxcosx. se: (a) L=6cm (b) L=16cm (c) L=22cm (d) L=30cm Solução. a medida do raio da circunferência até o meio da primeira raia (onde o atleta corre) é 100 metros e a distância entre ca cada raia é de 2 metros. Qual é a medida obre do arco percorrido em graus? E em radianos? a) 4 12 5 3 48 + 15 63 sen( x + y ) = senx cos y + seny cos x = . que tem o triplo do comprimento do raio. correndo sobre uma única raia. calcule 2 2 A = (cosx . 3 3 3 5) Sendo senx = 4/5 e cosy = 12/13. 9−3  3 3− 3 3+ 3    . e 0 ≤ y ≤ π/2.cosy) + (senx + seny) Solução. qual a medida em radianos do arco AB. Solução. E . A = cos 2 x − 2 cos x cos y + cos 2 y + sen 2 x + 2 senxseny + sen 2 y A = (cos 2 x + sen 2 x) + ( sen 2 y + cos 2 y ) − 2(cos x cos y − senxseny) A = 1 + 1 − 2. cos( x + y ) = 2 − 2 cos 90º = 2 − 2(0) ⇒ A = 2. 2 ii) seny = 1 − cos y = 1 − 144 25 5 = = 169 169 13 3) Um atleta percorre 1/3 de uma pista circular.Apostila de Cálculo Zero a) cos(105º ) = cos(60º +45º ) = cos 60º cos 45º − sen60º sen 45º = 1 2 3 2 .

2) Determine sen(3555° ).. onde k é um número inteiro.2.37 /3 (c)A=-600° (d) A=125 /11 5) Unindo as extremidades dos arcos da forma (3n+2) /6. 3) Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco de medida 38 /3. qual é o valor de sen(x)? 14) Em uma circunferência.1. AB=1. 3) Determine o valor de sen( sen(-17 4) Determine o valor de cos(9 /6).25412rad. 8) Marcar no círculo trigonométrico as extremidades dos arcos de medidas x= /4+2k /3.16296 cm r=12. 7) Se x está no segundo quadrante e cos(x)= cos(x)=-12/13. 6) Verifique se os arcos de medidas 7 são arcos côngruos? 11) Dados os ângulos x=0.. 7) Calcular o menor ângulo formado pelos ponteiros de um relógio que marca 12h e 20minutos. b. 10) Escreva o ângulo a=36°12'58" em radianos. AB=0. escreva-os em graus. para qualquer a real. cosseno e tangente 1) Determine o valor de sen(4290° ). obtém obtém-se qual dos polígonos regulares? (a) Quadrado (b) Hexágono (c) Octógono 8) Em um polígono regular um ângulo externo mede pi/14 rad. Quantos lados tem esse polígono? se 9) Escreva o ângulo a=12°28' em radianos. /4). cos(-a)=cos(a). A=0° 17'48" r=6. a)=cos(a).47623rad e y=0..Apostila de Cálculo Zero coincidem pela primeira vez novamente? 2) Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco A de medida A= A=-2000 graus. calcule a medida do ângulo AÔB subtendido pelo arco AB nos seguintes casos. minutos e segundos. os valores de cos(3555° ) e de 12) Em uma circunferência de raio r. Trigonometria: Exercícios sobre seno. f(x)=cos(x) isto é.032592cm 8) Quais são os valores d y que satisfazem a ambas de as igualdades: sen(x)=(y+2)/y e cos(x)=(y+1)/y 9) Quais são os valores de m que satisfazem à igualdade cos(x)=2m cos(x)=2m-1? 10) Quais são os valores de m que satisfazem à igualdade sen(x)=2m sen(x)=2m-5? 11) Mostre que a função definida por f(x)=cos é par. calcule a medida do raio..2978cm.2163cm 13) Em uma circunferência de centro O e raio r. os /3 e 19 /3 7) Marcar no círculo trigonométrico as extremidades dos arcos de medidas x=2k /3. Trigonometria: Exercícios sobre o círculo trigonométrico 1) Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco A de medida: A= 810 graus. 5) Determine o valor de tan(510° ). 6) Determine o valor de tan( tan(-35 /4). calcular a medida do arco subtendido pelo ângulo A em cada caso: a. AÔB=0°44'30" AB=0. 4) Calcule a primeira determinação positiva do conjunto de arcos de mesma extremidade que o arco de medida: (a) A=1620° (b) A=. A=121° 6'18" r=0. dado o comprimento do arco AB e o ângulo AÔB subtendido a este arco. a. 65 . para n=0. a.2935cm b.587cm.3672cm r=1. onde k é um número inteiro.

sen(-a)=-sen(a). real.somatematica. real. tal que cos(a) 0.cos²(x) 66 . Fazendo a substituição x=2 tan(t). Joselias S.brasilescola. para qualquer a rea tan(a).2 e 3 –Editora Positivo 1 + 1+cos²(x) 1+sec²(x) + 1+csc²(x) 1 =2 sobre secante. isto é. Editora Scipione Ensino CD Projeto ECO –Ensino Médio Volume 1. Editora Ática e Editora Scipione 3) Verifique a igualdade: 1 + 1+sen²(x) 1 Apostila de Matemática .tioheraclito. demonstre que (25-x²)1/2 = 5 sen(t) 8.br/ /3) CD Ensino Médio Digital.com. 15) Se x pertence ao segundo quadrante e sen(x)=1/ . com t no quarto quadrante. calcular o valor de tan(x).Álvaro Zimmermann Aranha Apostila de Matemática – Prof.br/matematica/trigonom/t rigon1/mod114.Fascículo 04 .Apostila de Cálculo Zero 12) Mostre que a função definida por f(x)=sen(x) é ímpar. 13) Mostre que a função definida por f(x)=tan(x) é ímpar. Verifique que sen4(x)-cos4(x) = sen²(x) . Fazendo a substituição x=5 cos(t).htm http://www. calcular o valor de cos(x).com/ os So matemática www.sercomtel. isto é. 14) Se x está no terceiro quadrante e tan(x)=3/4. com t no primeiro quadrante.com.br/ 4) Mostre que: sen²(x)+2 cos²(x) = tan(x)+2cot(x) sen(x)cos(x) Site Brasil Escola http://www.mat. tan(-a)=-tan(a). da Silva Exercicios Tio Heraclito http://www. para qualquer a sen(a). 7. Matemática Essencial: http://pessoal. demonstre que 1/(4+x²)1/2 = cos(t)/2 BIBLIOGRAFIA Trigonometria: Exercícios cossecante e cotangente 1) Calcular: (a) sec(405° (b) csc(-150°) (c) cot(19 ) 2) Calcule: (a) sec(-15 /6) (b) csc(300°) (c) cot(15 /4) CD Assessoria Pedagógica Digital –Ensino Médio.exatas.com/matematica 5) Mostre que: csc(x) tan(x)+cot(x) = cos(x) 6.