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Diálogo Universitário

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A religião enfrenta o fundamentalismo ateu
Roy Adams
Enquanto estava pregando em Alberta, Canadá, fiz uma referência de passagem sobre o ateu britânico Richard Dawkins. Não esperava que o nome fosse registrado por alguém na plateia. Fiquei surpreso quando uma jovem mulher me abordou sobre minhas observações no final da pregação. “Há uma pessoa no escritório onde trabalho, um amigo meu. Ele está lendo Dawkins e está muito impressionado. Você sabe de alguém que responda para ele – qualquer livro que eu possa recomendar?” “Alister McGrath”, disse, enquanto ela escrevia: “O nome de seu livro é O Delírio de Dawkins.” O subtítulo do livro é: “Uma resposta ao fundamentalismo ateísta de Richard Dawkins.”1 McGrath, um ateu que se tornou cristão, fez doutorado em biofísica molecular em Oxford. Ele apresenta, em seu livro, uma resposta magistral a Dawkins. Este artigo está centrado na resposta de McGrath a Dawkins, com minha própria posição crítica. A ideia inicial para este artigo surgiu quando ouvi McGrath dar uma poderosa resposta a Dawkins durante uma conferência em Cambridge, Inglaterra, em abril de 2007. Assim, do que trata Dawkins?

Vomitando veneno
O título do livro de Dawkins, Deus, um Delírio,2 diz tudo – não necessita de subtítulo. Já no prefácio, ele coloca as cartas na mesa: “Se este livro funcionar do modo como espero”, diz ele, “os leitores religiosos que o abrirem serão ateus quando o terminarem” (Dawkins, p. 23). A arrogante previsão pode fazer alguém estremecer um pouco. De que material quebradiço é a fé que tenho? Mas então, como se ele próprio se apoiasse para um completo nocaute em menor grau, Dawkins joga uma irrisória advertência na mistura: “É claro”, ele diz, “que fiéis radicais são imunes a qualquer argumentação, com a resistência erguida por anos de doutrinação” (Dawkins, p. 23). Aprofundando-se mais no tema no capítulo 2, este professor de ciências de Oxford se transporta rapidamente a seu alvo principal: “O Deus do Antigo Testamento é talvez o personagem mais desagradável da ficção [as palavras são carregadas]: ciumento e com orgulho; controlador mesquinho, injusto e intransigente; genocida étnico e vingativo, sedento de sangue; perseguidor misógino, homofóbico, racista, infanticida, filicida, pestilento, megalomaníaco, sadomasoquista, malévolo” (Dawkins, p. 43). Tal como Dawkins vê, muitos dos problemas do mundo vêm por seguirmos cegamente a esse ou a outros caprichosos deuses – ficções da mente humana. Semelhantemente ao famoso Beatles John Lennon, ele ousa sonhar com “um mundo sem religião”. Seria um lugar “sem ataques suicidas, sem o 11/9, [...] sem as Cruzadas, sem caça às bruxas, [...] sem as guerras entre israelenses e palestinos, sem massacres sérvios/croatas/muçulmanos, sem a perseguição a judeus como ‘assassinos de Cristo’, [...] sem evangélicos televisivos de terno brilhante e cabelo bufante tirando dinheiro dos ingênuos” (Dawkins, p. 18, 19). Convenientemente, Dawkins ignora os massacres de incalculáveis milhões por ateus tais como Adolf Hitler e Joseph Stalin. As pessoas inteligentes não se interessam por religião – e especialmente os cientistas! “Grandes cientistas que professam religião”, diz Dawkins, “se destacam por sua raridade e são objeto de uma perplexidade divertida por parte de seus pares da comunidade acadêmica” .3 Dawkins diz que certa vez perguntou a Jim Watson, “gênio fundador do projeto Genoma Humano”, “se ele conhecia muitos cientistas religiosos naquela época”. Watson respondeu: “Virtualmente, nenhum” (Dawkins, p. 112). Em resposta a essa reinvindicação, no entanto, McGrath destacou que naquele mesmo ano em que Deus, um Delírio foi publicado (2006), “Owen Gingerich, um notável astrônomo de Harvard, produziu um livro intitulado God’s Universe, declarando que ‘o universo foi criado com intenção e finalidade e que esta crença não interfere na iniciativa científica.’ Francis Collins publicou seu Language of God, no qual argumenta que a maravilha e a ordem da

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Dawkins oferece algo parecido a uma garantia espiritual: “É possível ser um ateu feliz. é como se apelar para a geração vindoura. [. tornando uma resposta detalhada impossível. avançadas e pensantes”. Mas Dawkins diz confiante: “A descoberta por Darwin. Ou. O leigo tentaria fabricar um exemplo de design inteligente sugerindo que “você nunca verá uma ferradura fazendo um ferreiro” ou “um vaso fazendo um ceramista”. ao passar por um ferro-velho e ter a sorte de construir um Boeing 747” (Dawkins. mas por seleção natural (Dawkins. Dennett e Dawkins é que contrária à intuição. Com isso em mente. “A base do itinerário de Deus. é ficção. 123). com certeza! E como isso acontece? Não por acaso (Dawkins odeia esta palavra). 131). 24). muito mais na linha da tradicional concepção cristã. de um processo viável que faz uma coisa tão contrária à nossa intuição. diz Dawkins. No entanto. 33). Em um resumo dos seis pontos do capítulo “Por que quase com certeza Deus não existe”5 (penso que é o capítulo pivô do livro). é “a destruição intelectual e cultural da religião” (McGrath. 33. 66). Tal lógica confunde a cabeça e exige que as pessoas abandonem o senso comum.4 A experiência religiosa está “associada com a atividade patológica do cérebro” (McGrath. tais argumentos aparentemente convincentes. p. 18). ferraduras fazem ferreiros! Um pensamento extraordinário. para acabar com o cristianismo de uma vez por todas. Popularizado por Michael J. intelectualmente realizado” (Dawkins. é que “o ateísmo é a única opção para as pessoas sérias. a complexidade irredutível sugere que as formas de vida que hoje conhecemos – mesmo as mais 2 de 5 15/10/2012 21:38 . a quem ele descreve como o “filósofo cientificamente esclarecido”. 1. “é o maior guindaste de todos os tempos. Suas 420 páginas contêm uma multidão de reivindicações e acusações. calculado da parte de Dawkins – uma “batalha épica contra a religião”..] E o cosmólogo Paul Davies publicou seu Goldilocks Enigma. p. O evangelho.adventist. equilibrado. 124). ao longo dos séculos. 51). É um esforço consciente. O tendão de Aquiles de Dawkins Deus. por si só.” 6 Como Dawkins lida com esse desafio básico? Esse é o problema aqui.”7 Incrível! O que está sendo defendido aqui por Darwin. p. ético.Diálogo Universitário http://dialogue. Ela elevou a vida da simplicidade primeva a altitudes estonteantes de complexidade. O objetivo de Dawkins. É como McGrath o define (McGrath. p. p. beleza e aparente desígnio que hoje nos deslumbram” (Dawkins. Behe em A caixa preta de Darwin8. e (2) o argumento da irredutível complexidade. Dawkins argumenta que não tem como “uma coisa superinteligente fazer uma coisa menor”. p. Em termos simples. Para ele. 46). uma vez que a seleção natural é responsável por tudo o que vemos ao nosso redor. diz McGrath. quero destacar aquilo que considero o tendão de Aquiles de Dawkins: toda a estrutura. o argumento da improbabilidade sugere que a complexidade que vemos no interior e ao nosso redor exige que haja uma inteligência superior por trás de tudo. 87). Ele golpeia para matar. são feitos somente por aqueles que não sabem nada sobre o processo de seleção natural (Dawkins. Dois argumentos criacionistas o preocupam neste contexto: (1) o argumento da improbabilidade.htm natureza apontam para um Deus Criador. diz Dawkins. diz Dawkins.org/articles/21_1_adams_pp.. Um Delírio”. é equivalente à “chance de um furacão. Dawkins vê a ciência e a religião como “travadas em uma batalha de morte. diz McGrath. “Deus é um delírio”. p. Citando Daniel Dennett. Complexidade irredutível. é o que torna sua contribuição ao pensamento humano tão revolucionária. o primeiro ponto de Dawkins talvez encerre o ponto central do livro: “Um dos grandes desafios para o intelecto humano. 2. Somente uma pode emergir vitoriosa – e deve ser a ciência” (McGrath. Improbabilidade. vem sendo como explicar de onde vem a aparência complexa e improvável de design no universo. p. “A seleção natural”. para parafrasear o modo como o próprio Dawkins descreve (citando Fred Hoyle): A probabilidade de a vida ter surgido na Terra. discutindo a existência de ‘delicados ajustes’ no universo” (McGrath. p. um Delírio não é um livro pequeno. O resultado final do seu argumento é que. p.

muitos de nós (eu mesmo em primeiro lugar) não somos cientistas. espontaneamente”10. Contudo. pois não é o caminho apropriado.]: ‘Não julgue o restante de nós por este baboso pseudointelectual’” (p. ARA). ela é a realidade. penso. É fácil desocuparmos a área. Assim. veterano ateu.Diálogo Universitário http://dialogue. isso arruinará a teoria de Darwin” (Dawkins. como um olho. Além do mais. substituindo a retórica turbopropulsora e a manipulação altamente seletiva dos fatos para o pensamento cuidadoso. para admitir várias quantidades de luz e para corrigir aberrações esféricas e cromáticas. descreve Dawkins como o ateu que “equivale ao astuto discurso do fogo do inferno. 11). foi meramente um “dispositivo retórico” para seduzir seus oponentes para mais perto dele. Cada unidade particular. intitulado Away With All Gods!14 É uma verdadeira epidemia anti-Deus. Mas a complexidade irredutível não necessita de demonstração. entregou-me uma propaganda de um livro de um certo Bob Avakian. p. Darwin apontou para seu próprio olho como suscitando um problema particularmente difícil – e Dawkins repete as palavras de seu mestre. “No topo. Esse golpe. Mills (2006)12 e God Is Not Great. de componentes interdependentes. de D. Um colega cientista. 133). vigorosas entidades que funcionam! Talvez impressionado pela fantasia de tudo. o quadro que Dawkins descreve é de uma vasta quantidade de materiais primordiais (como se nós soubéssemos de onde tais coisas vieram!) lentamente ascendendo o “Monte Improvável”. tenha sido formado pela seleção natural parece. de Christopher Hitchen (2007). temos o direito. 134). Dawkins representa essa intolerância.adventist. apresento dois pontos: 3 de 5 15/10/2012 21:38 . mas é uma “ideia absurda”. “era a explicação simples de Darwin sobre como de fato o olho evoluiu gradativamente” (p.” Os proponentes de design inteligente sugeririam que tal complexidade “possa se montar sozinha. Onde me apoio O período contemporâneo tem visto uma onda de ataques a Deus.13 Ao subir em um ônibus em Chicago no início de novembro. conversei com um companheiro que participava de uma conferência. A opinião de Darwin. está um dispositivo complexo. Mas “o outro lado é uma encosta de subida amena até o topo”. Após uma série de Dawkins na BBC. E é difícil ver por que qualquer um substituiria a especulação irracional de Dawkins pela simples seriedade da afirmação bíblica: “No princípio criou Deus [. em algum momento. 136). Bennett (2006)11. Para finalizar. chega ao estado máximo de complexidade. p. Mas Dawkins sugere que a evolução. confesso abertamente. grande parte dela relacionada à filosofia pseudocientífica. ele argumenta. baseado na evidência”.. Neste contexto. 134). de acordo com Dawkins. à Bíblia e a todas as coisas religiosas – em trabalhos tais como Breaking the Spell. Então. disse-me em Oxford [. p. de não nos curvarmos a um fundamentalismo ateu.. McGrath.. “impossível de escalar”. diz Dawkins. enroscando o rabo entre as pernas como cães assustados. com cada pitada tão intolerante quanto o seu oposto religioso. É um “abuso das ciências naturais no interesse do fundamentalismo ateu”.. o Atheist Universe. do pé do penhasco até o cume” (Dawkins. com todos os seus inimitáveis artifícios para ajustar o foco a várias distâncias. “vai por trás da montanha e pega a subida amena até o topo: fácil!” Assim. sendo por demais complexas para terem evoluído pouco a pouco através do acaso ou pela seleção natural.9 Ele imagina uma montanha com um despenhadeiro em um lado. Dawkins diz que “se a complexidade irredutível puder ser adequadamente demonstrada. em vez de tomar o lado íngreme da montanha. como seres humanos livre-pensantes. terá hesitação para adentrar os portões da comunidade científica sem permissão. vejamos uma parábola que ele usou no livro A Escalada do Monte Improvável. sendo ele mesmo um cientista. liga-se com outras complexidades para formar discretas.]” (Gênesis 1:1.org/articles/21_1_adams_pp. de alguma forma. poderia administrar um golpe mais forte. pois seria como “por um pulo só.htm simples – são compostas de integração. C. Darwin disse: “Supor que o olho. 51). de D. diz McGrath (p. o grau mais elevado de absurdo” (Dawkins. Se você é como eu. McGrath disse: “Esta é uma série designada para deixar os espectadores com a impressão de que a religião é a raiz de todo o mal. Antes de nos separarmos. Mas Darwin (com Dawkins o apoiando) encontraria uma forma em torno disso. É uma observação extremamente irrefutável. Para se ter a explicação de Dawkins para tal proeza.

.htm 1. que de Deus descia do céu. e uma nova terra. toda a inspiração. ele é capaz de convincentemente apontar os flagrantes abusos de crianças cometidos dentro do âmbito da educação religiosa cristã. todo o meio-dia de brilho do gênio humano estão destinados à extinção na vasta morte do sistema solar”. e não haverá mais morte. e que nenhum avanço concebível da ciência a autorizaria a responder”.adventist. e eles serão o seu povo! [. 4 de 5 15/10/2012 21:38 .16 O que aconteceria se os que colocaram aqueles anúncios cristãos tivessem se preocupado em permanecer fiéis às Escrituras nesse ponto sensível? 2. 2007. toda a devoção. Roy Adams (Ph. “e transfira esse disparate supersticioso para a lata de lixo da história!”15 O mais preocupante que encontrei em tudo isso foi que a campanha surgiu em reação às propagandas cristãs naqueles mesmos ônibus.] E Deus limpará de seus olhos toda lágrima. “E uma das característas da polêmica antirreligiosa de Dawkins é apresentar o patológico como se fosse o normal. com endereço de Web para um site que condenava o não convertido a uma “eternidade em um ‘tormento no inferno’”. “Há [. Ainda assim. O imunologista de Oxford. The Dawkins Delusion? Downers Grove. Como McGrath.] E o que estava assentado sobre o trono disse: ‘Eis que faço novas todas as coisas. Aqui notamos o vazio de sua escatologia – o que ele mesmo chama de “o destino final de nosso universo”. ganhador do prêmio Nobel. adereçada como uma esposa ataviada para o seu marido. Tem havido uma resposta entusiástica de certos setores do público britânico. “Dependendo dos valores [de certos números]. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram. 22). vi a Santa Cidade.. Illinois: IVP Books. Universidade de Andrews) é editor associado da Adventist Review.000 dólares americanos. momentaneamente nos ocupou na seção anterior: “O tendão de Aquiles de Dawkins. um dos mentores filosóficos de Dawkins... Não obstante a co-autoria do livro. Que quadro desolador! Mais desolador ainda se o pusermos nas palavras de Bertrand Russell. pois com eles habitará. E ouvi uma grande voz do céu. João. REFERÊNCIAS 1. Russell previu que “o trabalho de todas as gerações. ou pode se estabilizar num equilíbrio. A protologia.D. os ateus britânicos estão levantando fundos para afixar cartazes nos ônibus de Londres. 158). porque estas palavras são verdadeiras e fiéis’” (Apocalipse 21:1-4. É aqui onde me apoio. o profeta de Patmos afirma: “E vi um novo céu. Peter Medawar.18 Por que alguém aceitaria esse desanimado prognóstico no lugar do que a Bíblia oferece? Em toda a sua elegância. o grupo periférico como se fosse o centro. Este artigo foi adaptado da publicação inicial na Adventist Review.).” E vimos um pouco da tortuosa tentativa de Dawkins para lidar com ela. nem pranto. expondo a agenda deles. todas as referências neste artigo são de Alister McGrath.” Dawkins se comprometeu a fazer doações de mais de 9. Escreve.. e Joanna Collicutt McGrath. os loucos como se fossem o comportamento dominante” (p. The Message* ).org/articles/21_1_adams_pp. a nova Jerusalém. nem dor’ [. que dizia: ‘Eis aqui o tabernáculo de Deus com os homens. por exemplo. No Brasil. pessoas de todas as religiões. McGrath sugere. culminando no chamado ‘big crunch’” (Dawkins. não estou impressionado pelo uso seletivo de Dawkins de instituições religiosas e de pessoas para expressar o que ele quer dizer.] um grupo lunático para cada movimento”. um procedimento que eles mesmos seguem no livro. o nosso universo pode estar destinado a se expandir indefinidamente. E eu. acho lamentável que cristãos. São Paulo: Mundo Cristão.Diálogo Universitário http://dialogue. ou a expansão pode se reverter e virar contração.. o título é O Delírio de Dawkins. E disse-me: Escreve. 2007. tenham fornecido a Dawkins e a outros ateus tanta munição para seus ataques. Que vergonha para nós! Para citar outro exemplo. p. Os anúncios dizem: “Provavelmente não existe Deus. aponta que há questões “transcendentes” que “a ciência não pode responder.. disse alegremente um contribuinte. o estudo das origens (como chegamos aqui etc. 22:4. “Dissemine a palavra”. Questões como: “De que maneira tudo começou? Para que estamos todos aqui? Qual o sentido da vida?”17 Tais questões têm a ver com protologia e escatologia. Pare de se preocupar agora e aproveite a sua vida. e o mar já não existe. Usado com permissão. como se ele fosse o único autor. Alister E. Quando Dawkins maldiz a educação religiosa das crianças.

14. 5. 2008. Casualmente. 4. Grifos do autor. Richard Dawkins.Diálogo Universitário http://dialogue. A escalada do monte improvável. 16. Deus. 1997. os proponentes do design inteligente não sugerem que a complexidade “possa se montar sozinha. © Adventist Ministry to College and University Students (AMiCUS) Sitio de Diálogo: www. Disponível em: <http://afp. Ibid.drew. 2007. 2006. Chicago: Insight Press. 7. Ibid. mas de preferência que uma inteligência seja responsável pela montagem. São Paulo: Companhia das Letras.com/article/ALeqM5jJJPnbeIqCvhvmnSPVvqOdUGbSAA>. 8. espontaneamente. 171. Rio de Janeiro.adventist. Id. Disponível em: <http://users. Citado em McGrath. Nova York: Twelve Hachette Book Group. 128. 18. CA: Ulysses Press.” como sugere Dawkins. 2006.. Michael J Behe.. 2006. Ibid. Ibid.html>. A caixa preta de Darwin. 112. Grifos do autor. atual. 3.adventist. 10. *The Message foi escrita em uma linguagem contemporânea.org/articles/21_1_adams_pp. p. 11. 12.org/education/dialogue/ 5 de 5 15/10/2012 21:38 .htm 2. p. 6.edu/~jlenz/brtexts. p. um delírio. 2006. Grifos do autor. Nova York: Penguin. Ibid. 17. Richard Dawkins. 9. p. 13.123. recente e compreensível.. Berkeley. Zahar. p. São Paulo: Companhia das Letras..google. 15. 39.