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GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios Célula

GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ

Secretaria da Educação Coordenadoria de Cooperação com os Municípios Célula de Programas e Projetos Estaduais

com os Municípios Célula de Programas e Projetos Estaduais MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO, EXECUÇÃO E

MANUAL DE ORIENTAÇÕES PARA ELABORAÇÃO, EXECUÇÃO E PRESTAÇÃO DE CONTAS DO PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ

FORTALEZA – CE

2010

FICHA TÉCNICA

Secretário da Educação:

Maria Izolda Cela de Arruda Coelho

Coordenadoria de Cooperação com os Municípios Márcia Oliveira Cavalcante Campos

Célula de Gestão dos Programas e Projetos Estaduais Lucidalva Pereira Bacelar

Coordenadoria Administrativo Financeira Luis Alberto Parente

Célula de Gestão Financeira Carlos Augusto da Costa Monteiro

Equipe de Elaboração Luisa da Costa Feitosa Paiva Roberta Moriconi Freire Schardong

Colaboradores Raimunda Costa Gomes (Prestação de Contas) Diana Cordeiro Sonford de Medeiros (Prestação de Contas) Genivaldo da Silva Sales (Prestação de Contas) Maria Glaucia Borges Monteiro (Contabilidade) Mary Coeli Bastos Sampaio (Licitação)

Revisão Ortográfica Marta Maria Braide Lima

APRESENTAÇÃO

O Governo do Estado do Ceará, através da Secretaria da Educação - SEDUC lançou, em 2007, o Programa Alfabetização na Idade Certa – PAIC, que tem como objetivo oferecer assessoria técnica aos municípios para o desenvolvimento de uma intervenção sistêmica de gestão, de modo que os recursos e esforços investidos cheguem à sala de aula e produzam a elevação dos resultados dos níveis de aprendizagem das crianças de 06 e 07 anos de idade, garantindo o sucesso da alfabetização das mesmas. Anualmente, a proficiência em leitura e escrita de todas as crianças matriculadas no segundo ano do ensino fundamental da rede pública de ensino é avaliada através do Sistema Permanente de Avaliação da Alfabetização do Estado do Ceará (SPAECE-Alfa). Em junho de 2009, com o objetivo de fortalecer, valorizar e ampliar o trabalho que vem sendo empreendido pelas escolas em relação à alfabetização, o Governo do Estado, através da SEDUC, instituiu o “Prêmio Escola Nota Dez”, por meio da Lei 14.371, de 19 de junho de 2009. O Prêmio é destinado a 150 (cento e cinquenta) escolas públicas que apresentarem Índice de Desempenho Escolar – Alfabetização/IDE-Alfa entre 8,5 e 10. Também prevê contribuição/auxílio financeiro e apoio técnico pedagógico das escolas premiadas para até 150 escolas com menores IDE-Alfa. Este é calculado utilizando como referência o resultado do SPAECE-Alfa do ano anterior à premiação. Os recursos financeiros recebidos, por intermédio da Lei que criou o Prêmio, deverão ser aplicados de acordo com as orientações constantes neste manual, que tem por finalidade apoiar as escolas na elaboração, execução e prestação de contas dos planos de aplicação dos recursos financeiros do Prêmio Escola Nota Dez. O presente material está estruturado em perguntas e respostas, composto por 7 capítulos, conforme os diferentes tipos de assuntos abordados. O primeiro capítulo aborda as características gerais da Lei que criou o Prêmio Escola Nota Dez; no 2º capítulo, questões práticas relacionadas a abertura de conta e ao cadastro do credor para viabilizar o recebimento do recurso financeiro; no 3º, orientações para a elaboração do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros, assim como, em que poderá ser aplicado o recurso das escolas premiadas; no 4º, o mesmo assunto mas referindo-se às escolas apoiadas; no 5º, assuntos relacionados ao recebimento e aplicação do recurso financeiro; no 6º, aborda as dúvidas mais frequentes quanto à execução das ações previstas no Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros, procedimentos para licitação e contratações e; finalmente, no 7º capítulo aborda-se questões pertinentes à Prestação de Contas. No final do documento foram acrescentados anexos, tais como, a legislação que criou o Prêmio Escola Nota Dez, assim como, alterações e regulamentações; modelo das planilhas do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros e um texto resumindo passo a passo a licitação. Espera-se que este material contribua para o pleno desenvolvimento das ações que visam ao sucesso da aprendizagem dos alunos.

SUMÁRIO

CAPÍTULO 1: PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ

CAPÍTULO 2: ABERTURA DE CONTA CORRENTE E CADASTRO DO CREDOR

CAPÍTULO 3: ESCOLA PREMIADA - PLANO PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS

PRIMEIRA PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

SEGUNDA PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

CAPÍTULO 4: ESCOLA APOIADA - PLANO PARA APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS

PRIMEIRA PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

SEGUNDA PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

CAPÍTULO 5: RECURSO FINANCEIRO

CAPÍTULO 6: EXECUÇÃO DO PLANO, LICITAÇÕES E CONTRATOS

CAPÍTULO 7: PRESTAÇÃO DE CONTAS

ANEXOS:

Anexo 1 - LEI 14.371, DE 19 DE JUNHO DE 2009, CRIA O PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ

Anexo 2 - LEI 14.580, DE 21 DE DEZEMBRO DE 2009, ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI 14.371 DE 19/06/09

Anexo 3 - DECRETO Nº 29.896, DE 19 DE SETEMBRO DE 2009, REGULAMENTA A LEI 14.371 DE 19/06/09 DEZ

Anexo 4 - PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS PARA O PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ

Anexo 5 - ANEXO DA ESPECIFICAÇÃO DOS PRODUTOS DAS AÇÕES DO PLANO DE APLICAÇÃO

Anexo 6 - PLANILHA DE BONIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS

Anexo 7 - DECLARAÇÃO DA LOTAÇÃO DOS PROFISSIONAIS BONIFICADOS

Anexo 8 – PASSO A PASSO DA LICITAÇÃO

Anexo 9 – RELATÓRIO DE APLICAÇÃO FÍSICO-FINANCEIRO

Anexo 10 – DEMONSTRATIVO DA RECEITA E DESPESA

Anexo 11 – RELAÇÃO DOS PAGAMENTOS EFETUADOS

Anexo 12 – RELAÇÃO DOS BENS ADQUIRIDOS

Anexo 13 – TERMO DE DOAÇÃO DOS BENS

Anexo 14 – CONCILIAÇÃO BANCÁRIA E EXTRATO DA APLICAÇÃO FINANCEIRA

Anexo 15 – ORIENTAÇÕES DE COMO APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS

CAPÍTULO 1: PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ

O Prêmio Escola Nota Dez foi criado para estimular e contribuir para a melhoria da aprendizagem dos alunos do ensino fundamental em relação à alfabetização na idade certa, sendo que os fundamentos do mesmo encontram-se discriminados na Lei 14.571, de junho de 2009, na Lei 14.580, de 21 de dezembro de 2009, e, no Decreto 29.896, de 16 de setembro de 2009. Para conhecer mais as legislações citadas, este capítulo aborda perguntas e respostas pertinentes aos aspectos gerais da funcionalidade do Prêmio.

QUAL O EMBASAMENTO LEGAL DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ?

Foi criado através da Lei 14.371, de 19 de junho de 2009, regulamentada pelo Decreto nº 29.896, de 16 de setembro de 2009, e, posteriormente, complementada pela Lei 14.580, de 21 de dezembro de 2009.

A QUEM SE DESTINA O PRÊMIO?

É destinado a premiar as escolas públicas com melhor resultado no Índice de Desempenho

Escolar – Alfabetização (IDE-Alfa) que tinham pelo menos 20 (vinte) alunos matriculados no 2º ano do ensino fundamental regular na época da avaliação do SPAECE-Alfa, conforme disciplinado na Lei 14.580, de 21 de dezembro de 2009.

QUEM FINANCIA O PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ?

O prêmio é financiado pelo Fundo Estadual de Combate à Pobreza/FECOP e administrado

pela Secretária da Educação do Estado do Ceará/SEDUC.

QUANTAS ESCOLAS PÚBLICAS DEVEM SER PREMIADAS E QUAL A PERIODICIDADE?

Serão premiadas 150 (cento e cinquenta) escolas públicas, anualmente.

O RECURSO FINANCEIRO SE DESTINA TAMBÉM AS ESCOLAS DE MENOR IDE-ALFA?

Sim, pois a Lei 14.371 estabelece que as escolas com menor IDE-Alfa receberão contribuição/auxílio financeiro. A quantidade de escolas apoiadas é correspondente ao número das escolas premiadas.

ESCOLA PREMIADA

QUAL O VALOR QUE A ESCOLA PREMIADA RECEBERÁ?

O valor é calculado considerando o índice per capita por aluno de R$ 2.500,00 (dois mil e

quinhentos reais), correspondente à multiplicação do número de alunos do 2º ano do ensino

fundamental avaliados pelo SPAECE-Alfa.

AS ESCOLAS PREMIADAS RECEBERÃO O RECURSO FINANCEIRO EM UMA ÚNICA PARCELA?

Não, o Prêmio será entregue em duas parcelas, sendo a primeira de 75% do valor total e a segunda de 25%.

QUANDO AS ESCOLAS PREMIADAS RECEBERÃO A 2ª PARCELA DO PRÊMIO?

O recebimento da 2ª parcela está condicionado à:

manutenção e ou elevação dos bons resultados de alfabetização, comprovados através do IDE-Alfa, subsequente ao do ano que constou como escola premiada;

melhoria dos resultados da escola apoiada, que deverá obter nota mínima de 5,0 no IDE- Alfa, subsequente ao do ano que constou como escola apoiada;

prestação de contas da 1ª parcela.

ESCOLA APOIADA

QUAL O VALOR QUE A ESCOLA APOIADA RECEBERÁ?

O valor equivalente à multiplicação do número de alunos do 2º ano do ensino fundamental

pelo valor de R$ 1.250,00 (hum mil e duzentos e cinquenta reais).

AS ESCOLAS APOIADAS RECEBERÃO O RECURSO FINANCEIRO EM UMA ÚNICA PARCELA?

Não, a contribuição/auxílio financeiro será entregue em duas parcelas, sendo cada uma 50% do valor total.

QUANDO

CONTRIBUIÇÃO/AUXÍLIO FINANCEIRO?

AS

ESCOLAS

APOIADAS

RECEBERÃO

A

PARCELA

DA

A escola deverá ter prestado contas do recurso financeiro correspondente à 1ª parcela da

contribuição/auxílio financeiro, além de estar condicionada à elevação do IDE-Alfa de no mínimo

5,0, subsequente ao do ano que constou como escola apoiada.

CAPÍTULO 2: ABERTURA DE CONTA CORRENTE E CADASTRO DO CREDOR

O presente capítulo aborda questões pertinentes ao Cadastro do Credor e à abertura de conta específica para o recebimento do recurso financeiro previsto na Lei. O Cadastro do Credor é uma forma de inserir a Unidade Executora da Escola junto ao Sistema Integrado de Contabilidade, à Secretaria da Fazenda do Estado/SEFAZ e, ainda, habilitar as escolas contempladas pela Lei 14.371, de 19 de junho de 2009, a receber o recurso financeiro. Para tanto, o recurso financeiro do Prêmio Escola Nota Dez será depositado em conta específica.

QUEM RECEBE O RECURSO FINANCEIRO: A PREFEITURA OU A ESCOLA?

A escola, através da sua Unidade Executora, deverá abrir conta corrente com o Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica/CNPJ (da Unidade Executora).

O QUE É UNIDADE EXECUTORA?

É uma sociedade civil com personalidade jurídica, sem fins lucrativos, que tem como função administrar recursos transferidos por órgãos federais, estaduais, municipais, advindo da comunidade, de entidades privadas e provenientes da promoção de campanhas escolares.

A CONTA PODE SER A MESMA DO PROGRAMA DINHEIRO DIRETO NA ESCOLA/PDDE?

Não. Deverá ser aberta uma conta específica para o Prêmio Escola Nota Dez.

EM QUAL BANCO DEVERÁ SER ABERTA A CONTA?

A conta deverá ser aberta de acordo com as orientações emanadas pela Secretaria da Educação do Ceará.

O RECURSO FINANCEIRO RECEBIDO NA CONTA DA UNIDADE EXECUTORA PODE SER

APLICADO?

Sim, deve ser aplicado, imediatamente, assim que o recurso for depositado na conta.

QUAL TIPO DE APLICAÇÃO DEVE SER FEITO?

Conforme a Instrução Normativa 01/2005 (SECON/SEFAZ/SEPLAN), no artigo 16:

“Parágrafo 1º - Enquanto não empregados na consecução do objeto de convênio, os recursos transferidos serão obrigatoriamente aplicados:

I – em caderneta de poupança de instituição financeira oficial, se a previsão do seu uso for igual ou superior a um mês;

II – em fundo de aplicação financeira de curto prazo, ou operação de mercado aberto, lastreada em

títulos da dívida pública federal, quando a utilização estiver prevista para prazo inferior a um mês.”

O RENDIMENTO DA POUPANÇA PODE SER UTILIZADO?

Poderá ser utilizado somente para a mesma finalidade do Plano de Aplicação do Recurso, elegendo uma das ações propostas do mesmo, sendo devidamente justificada. Essa justificativa deverá ser encaminhada junto com os documentos comprobatórios para prestação de contas.

CAPÍTULO

FINANCEIROS

3:

ESCOLA PREMIADA -

PLANO

PARA APLICAÇÃO

DOS

RECURSOS

As escolas premiadas contempladas pela Lei 14.371 deverão elaborar um plano elencando ações que visem à melhoria das condições das escolas e dos resultados de aprendizagem de seus alunos, com as devidas justificativas. Para tanto, o presente capítulo aborda a orientação para elaboração do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros das escolas premiadas, esclarecendo em que pode ser aplicado o recurso financeiro a ser recebido.

1ª PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

EM QUE A UNIDADE EXECUTORA APLICARÁ OS RECURSOS DA PRIMEIRA PARCELA?

A escola, em parceria com a Unidade Executora, deverá elaborar um Plano de Aplicação dos Recursos (Anexo 4 – Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros da Escola), conforme as seguintes orientações:

Os recursos recebidos pelas escolas em caráter de premiação, da 1ª parcela correspondente ao percentual de 75% do valor total, serão utilizados, exclusivamente, em ações que visem ao incentivo do desempenho dos profissionais da escola, à melhoria dos resultados de aprendizagem de seus alunos, à melhoria de suas instalações físicas e equipamentos e ao enriquecimento de seus acervos didático-pedagógicos, distribuídos na forma que segue:

I - até 20% (vinte por cento) do valor total para bonificar os professores do 2º ano do ensino fundamental; profissionais do núcleo gestor e demais profissionais lotados na escola, no ano de referência da premiação.

Observação: para aplicação dos recursos financeiros, nesta ação, a escola deverá: listar o nome dos profissionais contemplados com a bonificação, informar os documentos de identificação (CPF e RG) e justificar, individualmente, o benefício (Anexo 6 – Planilha de Bonificação dos Profissionais da Escola).

II - até 70% (setenta por cento) para aquisição de materiais de apoio pedagógico (jogos educativos, minidicionários, livros técnicos para uso do professor, etc), livros para a biblioteca, material permanente (computador, impressora, data show, mobiliários, etc), formação continuada (congressos, seminários e oficinas na área educacional), construções, ampliações, reformas, reparos e adequações dos ambientes físicos da escola, taxas bancárias (caso o banco, em que for aberta a conta, exigir); bem como, outras ações que contribuam para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem dos alunos.

Observação: para aplicação dos recursos financeiros em ampliações, reformas e adequação de ambientes físicos da escola deverá constar justificativa da necessidade do(s) mesmo(s), além disso, a escola deverá anexar a sua planta arquitetônica, planilha orçamentária elaborada pelo engenheiro da rede municipal (se a escola for do município) e estadual (se for do Estado). O mesmo deverá acompanhar e receber a obra (concluída).

III - até 20% (vinte por cento) destinados ao deslocamento, alimentação e hospedagem para a equipe escolar com o objetivo de desenvolver ações de cooperação técnico-pedagógicas junto à escola apoiada.

Os percentuais dos itens descritos, acima, deverão fechar ao todo em 100%.

PODEMOS REMANEJAR RECURSOS DE UM ITEM PARA O OUTRO?

Sim, com a devida justificativa. As Unidades Executoras:

Poderão remanejar dos itens I (bonificação) e III (cooperação pedagógica) para o item II.

Exemplo 1: no caso da escola ter um número reduzido de profissionais deverá utilizar o mínimo necessário para esta ação e remanejar o restante para o item II. Exemplo 2: no caso da escola estar localizada no mesmo município ou município vizinho da sua apoiada poderá utilizar o mínimo necessário para o item III e remanejar o restante para o item II.

Para os itens I e III não poderão destinar mais recursos do que os limites estipulados.

QUAIS PROFISSIONAIS PODERÃO SER BONIFICADOS?

Quem deve indicar o profissional a ser bonificado é a própria escola premiada, lembrando que os profissionais bonificados devem ter contribuído para premiação da escola, em relação à melhoria dos resultados dos alunos do 2º ano do ensino fundamental. A justificativa deverá ser individual para cada profissional, conforme planilha do anexo 2.

PODERÃO SER BONIFICADOS OS PROFISSIONAIS DO NÚCLEO GESTOR OU PROFESSORES QUE NÃO ESTIVEREM MAIS LOTADOS NA ESCOLA, MAS QUE CONTRIBUÍRAM PARA A PREMIAÇÃO?

Sim, mas deverá ser anexada uma declaração de que o profissional estava lotado, na escola, no ano da avaliação que serviu de referência para a premiação, assinado pelo Secretário de Educação do Município (Anexo 7 – Declaração).

PODERÃO SER BONIFICADOS OS PROFISSIONAIS DO NÚCLEO GESTOR OU PROFESSORES QUE NÃO ESTIVEREM MAIS NA REDE MUNICIPAL DE ENSINO, MAS QUE CONTRIBUÍRAM PARA A PREMIAÇÃO?

Sim, mas deverá ser anexada uma declaração de que o profissional estava lotado na escola no ano da avaliação que serviu de referência para a premiação, assinado pelo Secretário de Educação do Município (Anexo 7– Declaração).

2ª PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

QUANDO AS ESCOLAS PREMIADAS RECEBERÃO A 2ª PARCELA DO PRÊMIO?

O recebimento da 2ª parcela do Prêmio está condicionado à manutenção ou elevação dos bons resultados do IDE-Alfa e elevação, no mínimo para 5,0, da escola a qual está prestando apoio, através de cooperação técnico-pedagógica. Além disso, a escola deverá prestar conta do que executou, referente à 1ª parcela.

EM QUE A UNIDADE EXECUTORA APLICARÁ OS RECURSOS DA 2ª PARCELA?

A escola, em parceria com a Unidade Executora, deverá elaborar um Plano de Aplicação dos Recursos (Anexo 4), conforme as seguintes orientações:

parcela

correspondente ao percentual de 25% do valor total, serão utilizados, exclusivamente, em ações que visem à melhoria dos resultados de aprendizagem de seus alunos, à melhoria de suas instalações

Os

recursos

recebidos

pelas

escolas,

em

caráter

de

premiação,

da

físicas e equipamentos e ao enriquecimento de seus acervos didático-pedagógicos, distribuídos na forma que segue:

I – até 30% (trinta por cento) para bonificar os professores do 2º ano do ensino fundamental, profissionais do núcleo gestor e demais profissionais lotados na escola, os quais sejam identificados como responsáveis por contribuir com a aprendizagem dos alunos do 2º ano do ensino fundamental, no ano de referência da avaliação do SPAECE-Alfa, referente ao recebimento da 2ª parcela.

Observação: para aplicação dos recursos financeiros, nesta ação, a escola deverá: listar o nome dos profissionais contemplados com a bonificação, informar os documentos de identificação (CPF e RG) e justificar, individualmente, o benefício (Anexo 6 – Planilha de Bonificação dos Profissionais da Escola).

II – Até 100% (cem por cento) para aquisição de materiais de apoio pedagógico (jogos educativos, mini-dicionários, livros técnicos para uso do professor, etc), livros para a biblioteca, material permanente (computador, impressora, data show, mobiliários, etc), formação continuada

(congressos, seminários e oficinas na área educacional), construções, ampliações, reformas, reparos

e adequações dos ambientes físicos da escola, taxas bancárias (caso o banco, em que for aberta a

conta, cobrar taxas bancárias), deslocamento, alimentação e hospedagem para a equipe escolar, com

o objetivo de desenvolver ações de cooperação técnico-pedagógicas junto à escola apoiada; bem

como, outras ações que contribuam para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem dos alunos.

Observação: para aplicação dos recursos financeiros em ampliações, reformas e adequação de ambientes físicos da escola deverá constar justificativa da necessidade do(s) mesmo(s), além disso,

a escola deverá anexar a sua planta arquitetônica, planilha orçamentária elaborada pelo engenheiro da rede municipal (se a escola for do município) e estadual (se for do Estado). O mesmo deverá acompanhar e receber a obra (concluída).

PERGUNTAS RELACIONADAS ÀS DUAS PARCELAS

AS TAXAS BANCÁRIAS PODEM SER PAGAS COM O RECURSO DO PRÊMIO?

Sim. O recurso, para pagar taxas bancárias, deve ser previsto no plano de aplicação dos recursos financeiros caso o banco, em que for aberta a conta, cobrá-lo.

QUAIS

RECURSOS FINANCEIROS?

DOCUMENTOS

DEVEM

SER

ELABORADOS

PARA

A

APLICAÇÃO

DOS

O Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros (Anexo 4), a Planilha de Bonificação dos Profissionais da Escola (Anexo 6), com as devidas declarações dos profissionais (Anexo 7), que estavam lotados na escola, no ano de referência da aplicação do SPAECE-Alfa, e as Especificações dos Produtos das Ações do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros (Anexo 5).

OS DOCUMENTOS DEVERÃO SER ENVIADOS PARA QUEM?

Para a Coordenadoria de Cooperação com os Municípios – COPEM da Secretaria da Educação, via Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação – CREDE, para análise, aprovação e acompanhamento.

CAPÍTULO

FINANCEIROS

4:

ESCOLA

APOIADA

-

PLANO

PARA

APLICAÇÃO

DOS

RECURSOS

As escolas apoiadas contempladas pela Lei 14.371 deverão elaborar um plano de melhoria dos resultados de alfabetização dos seus alunos, com as devidas justificativas. Para tanto, o presente capítulo aborda a orientação para elaboração do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros das escolas apoiadas, esclarecendo em que pode ser aplicado o recurso financeiro a ser recebido.

1ª PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

ATRAVÉS DA UNIDADE EXECUTORA, EM QUE A ESCOLA APOIADA APLICARÁ OS RECURSOS DA 1ª PARCELA?

Os recursos recebidos pelas escolas, em caráter de contribuição/auxílio, da 1ª parcela correspondente a 50% do valor total, serão utilizados para implementação de plano de melhoria dos resultados de alfabetização de seus alunos, distribuídos na forma que segue:

I - até 90% (noventa por cento) para aquisição de materiais de apoio pedagógico (jogos educativos, mini-dicionários, livros técnicos para uso do professor, etc), livros para a biblioteca, material permanente (computador, impressora, data show, mobiliários, etc), formação continuada (congressos, seminários e oficinas na área educacional), construções, ampliações, reformas, reparos e adequações dos ambientes físicos da escola, taxas bancárias (caso o banco, em que for aberta a conta, cobrar taxas bancárias); bem como, outras ações que contribuam para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem dos alunos.

Observação: para aplicação dos recursos financeiros em ampliações, reformas e adequação de ambientes físicos da escola deverá constar justificativa da necessidade do(s) mesmo(s), além disso, a escola deverá anexar a sua planta arquitetônica, planilha orçamentária elaborada pelo engenheiro da rede municipal (se a escola for do município) e estadual (se for do Estado). O mesmo deverá acompanhar e receber a obra (concluída).

II- Até 20% (vinte por cento) destinados ao deslocamento, alimentação e hospedagem para a equipe escolar com o objetivo de desenvolver ações de cooperação técnico-pedagógica junto à escola apoiada.

Os percentuais dos itens descritos acima deverão fechar ao todo 100%.

PODEMOS REMANEJAR RECURSOS DE UM ITEM PARA O OUTRO?

Sim, com a devida justificativa. As escolas:

Poderão remanejar recursos do item II para o item I. Exemplo: no caso da escola estar

localizada no mesmo município ou município vizinho da sua apoiadora poderá utilizar o mínimo necessário para o item II e remanejar o restante para o item I.

No item II, não poderão ultrapassar os 20%.

2ª PARCELA DOS RECURSOS FINANCEIROS

ATRAVÉS DA UNIDADE EXECUTORA, EM QUE A ESCOLA APOIADA APLICARÁ OS RECURSOS DA 2ª PARCELA?

Os recursos recebidos pelas escolas, em caráter de contribuição/auxílio, da 2ª parcela correspondente a 50% do valor total, serão utilizados para implementação de plano de melhoria dos resultados de alfabetização de seus alunos, distribuídos na forma que segue:

I - até 30% (trinta por cento) para bonificar os professores do 2º ano do ensino fundamental, profissionais do núcleo gestor e demais profissionais lotados na escola, os quais sejam identificados como responsáveis por contribuir com a aprendizagem dos alunos do 2º ano do ensino fundamental, no ano de referência da avaliação do SPAECE-Alfa, referente ao recebimento da 2ª parcela.

Observação: para aplicação dos recursos financeiros, nesta ação, a escola deverá: listar o nome dos profissionais contemplados com a bonificação, informar os documentos de identificação (CPF e RG) e justificar, individualmente, o benefício (Anexo 6 – Planilha de Bonificação dos Profissionais da Escola).

II – Até 100% (cem por cento) para aquisição de materiais de apoio pedagógico (jogos educativos, mini-dicionários, livros técnicos para uso do professor, etc), livros para a biblioteca, material permanente (computador, impressora, data show, mobiliários, etc), formação continuada (congressos, seminários e oficinas na área educacional), construções, ampliações, reformas, reparos

e adequações dos ambientes físicos da escola, taxas bancárias (caso o banco, em que for aberta a

conta, cobrar taxas bancárias), deslocamento, alimentação e hospedagem para a equipe escolar com

o objetivo de desenvolver ações de cooperação técnico-pedagógicas junto à escola apoiada; bem

como, outras ações que contribuam para a melhoria da qualidade do ensino e da aprendizagem dos

alunos.

Observação: para aplicação dos recursos financeiros em ampliações, reformas e adequação de

ambientes físicos da escola deverá constar justificativa da necessidade do(s) mesmo(s), além disso,

a escola deverá anexar a sua planta arquitetônica, planilha orçamentária elaborada pelo engenheiro da rede municipal (se a escola for do município) e estadual (se for do Estado). O mesmo deverá acompanhar e receber a obra (concluída).

PERGUNTAS RELACIONADAS ÀS DUAS PARCELAS

AS TAXAS BANCÁRIAS PODEM SER PAGAS COM O RECURSO DO PRÊMIO?

Sim. O recurso para pagar taxas bancárias deve ser previsto no plano de aplicação dos recursos financeiros caso o banco, em que for aberta a conta, cobrá-las.

QUAIS

RECURSOS FINANCEIROS?

DOCUMENTOS

DEVEM

SER

ELABORADOS

PARA

A

APLICAÇÃO

DOS

O Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros (Anexo 4), Planilha de Bonificação dos Profissionais da Escola (Anexo 6 - apenas para a 2ª parcela, com as devidas declarações dos profissionais/Anexo 7, que estavam lotados na escola e contribuíram com os resultados positivos do SPAECE-Alfa) e as Especificações dos Produtos das Ações do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros (Anexo 5).

OS DOCUMENTOS DEVERÃO SER ENVIADOS PARA QUEM?

Para a Coordenadoria de Cooperação com os Municípios – COPEM - Secretaria da Educação, via Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação – CREDE, para análise, aprovação e acompanhamento.

CAPÍTULO 5: RECURSO FINANCEIRO

O Governo do Estado do Ceará, a partir de 2009, a cada ano disponibilizará um recurso financeiro por intermédio do Fundo Estadual de Combate à Pobreza/FECOP em caráter de premiação ou contribuição/auxílio financeiro para as escolas com maior e menor IDE-Alfa, respectivamente. O valor será repassado em conta específica para este fim, aberto com o CNPJ da Unidade Executora da escola. Desta forma, este capítulo aborda questões pertinentes a forma de recebimento do recurso financeiro e os procedimentos iniciais quanto ao recebimento do mesmo, assim como, a forma de pagamento das atividades previstas no Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros.

DE QUE FORMA A UNIDADE EXECUTORA RECEBERÁ O RECURSO DO GOVERNO DO ESTADO?

O Recurso será repassado em duas parcelas, depositado em conta específica, para o Prêmio ou a Contribuição/Auxílio Financeiro aberto pela Unidade Executora.

O QUE

FINANCEIROS?

DEVERÁ

SER

FEITO

PARA

PODEREM

SER

UTILIZADOS

OS

RECURSOS

Além da conta específica aberta no nome da Unidade Executora da escola, devem ter sido entregues e aprovados o Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros (Anexo 4); a Planilha de Bonificação (Anexo 6), se necessário, as declarações (Anexo 7) e; a Especificação dos produtos da Ações do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros (Anexo 6).

QUAIS OS PROCEDIMENTOS PARA A EXECUÇÃO DO PLANO DE APLICAÇÃO?

Ao receber o recurso a Unidade Executora deve fazer a aplicação financeira em caderneta de

poupança, se a previsão do seu uso for igual ou superior a um mês. Quando a utilização dos mesmos

for inferior a um mês, deve ser aplicado em fundo de aplicação financeira de curto prazo. Em

seguida, deverá iniciar o planejamento para a execução das ações em conformidade com o Plano de

Aplicação dos Recursos Financeiros, aprovado pela SEDUC.

É importante lembrar que todas as fases devem estar registradas em ata.

COMO DEVERÃO SER REALIZADOS OS PAGAMENTOS PARA A EXECUÇÃO DAS AÇÕES?

Por meio de cheque nominal, assinados pelo presidente e pelo tesoureiro, da Unidade Executora.

CAPÍTULO 6: EXECUÇÃO DO PLANO, LICITAÇÕES E CONTRATOS

A execução do plano de aplicação do recurso do Prêmio deverá considerar as questões legais. É importante lembrar que os recursos financeiros transferidos às escolas, através da Unidade Executora, por serem de origem pública, exigem um cuidado maior, necessitando a observância aos preceitos legais para dar maior transparência quanto ao seu uso. Para esclarecer melhor estas questões são abordados, neste capítulo, temas pertinentes ao processo licitatório e formas de contratação de serviços e pessoas.

O QUE É LICITAÇÃO?

Licitação é o procedimento administrativo que se destina a garantir o princípio constitucional de isonomia e a selecionar a proposta mais vantajosa para a administração.

A ESCOLA ATRAVÉS DA UNIDADE EXECUTORA TEM QUE LICITAR PARA A AQUISIÇÃO DE BENS OU SERVIÇOS?

Sim, a escola, através da Unidade Executora, deve utilizar os recursos do Prêmio seguindo as orientações pertinentes à realização de licitações e contratos, conforme a seguinte fundamentação legal:

Constituição Federal de 1988, artigo 37;

Lei Federal nº. 8.666/93;

Lei Complementar 123/2006;

Lei Estadual 14.371, de 19/06/09 (cria o Prêmio Escola Nota Dez);

Decreto nº 29.896 de 16/09/09 (Regulamentação da Lei 14.371/2009);

Lei nº 14.580 de 21/12/09 (Alteração de dispositivos da Lei 14.371/2009).

QUAIS OS PROCEDIMENTOS BÁSICOS PARA A LICITAÇÃO?

O procedimento inicial comum a qualquer modalidade de licitação previsto na Lei 8.666/93, deve verificar os seguintes passos:

1. O primeiro passo verifica-se quando o agente da Administração Pública constata a

existência da necessidade do objeto a ser adquirido.

2. Elaboração da especificação do objeto, de forma precisa, suficiente e clara, que

permita a aquisição com qualidade e que possa ser aferida facilmente.

3. Realizar pesquisa de mercado dos produtos a serem licitados, a fim de nortear o

julgamento das propostas (art 26 inc III, art 40 inc X, art 43 inc IV, da lei 8.666/93). A pesquisa de mercado deverá ser composta com no mínimo três propostas, refletindo a realidade de mercado. Nos casos de obras e serviços de engenharia, com orçamento padrão, deverá ser expresso o valor global máximo do orçamento admitido pelo Estado/Município no edital.

4. Escolha da modalidade (art. 22).

5. Elaboração do edital (art. 40).

6. Publicação do edital (art 21 c/c art 22§ 3º).

7. Abertura da sessão pública (art. 43, art.44 e art. 45) dividida em duas fases:

7.1. Habilitação: a) se todos os concorrentes forem inabilitados (art. 48);

b) divulgação da fase de habilitação (ver prazo recursal no art. 109);

c) devolução dos envelopes (ainda fechados) contendo as propostas

dos licitantes inabilitados.

7.2. Propostas: a) se todos os concorrentes forem desclassificados (art.48);

b) divulgação da fase de classificação das propostas (ver prazo recursal no art. 109).

7.3. Para as duas fases, será lavrada ata a ser assinada pelos licitantes e pelos membros da comissão.

8. Adjudicação/homologação.

9. Contrato.

Em anexo, será detalhado o passo a passo da licitação para ajudar a compreensão de todas as atividades que precisam ser realizadas para ser possível executar um processo licitatório.

A UNIDADE EXECUTORA DEVE CONSTITUIR A COMISSÃO DE LICITAÇÃO?

Sim, a Unidade Executora, conforme Decreto 29.896, de 16 de setembro de 2009, deve seguir a Lei 8.666/93, a qual afirma que deve ser constituída a comissão de licitação, com no mínimo três pessoas, para realização do procedimento licitatório.

A Comissão é o órgão julgador da licitação, e, por isso mesmo, nenhuma autoridade pode substituí-la na sua função decisória. Havendo erro no julgamento, a autoridade competente poderá anular a decisão, através de recurso ou ex officio, determinando que a Comissão corrija o erro ou proceda a novo julgamento.

Competência da comissão: A Comissão de Julgamento de Licitação tem competência para habilitar ou inabilitar os licitantes, classificar ou desclassificar proposta e classificar as propostas apresentadas, anular suas decisões.

QUEM PODE FAZER PARTE DA COMISSÃO DE LICITAÇÃO?

Qualquer membro da Unidade Executora, exceto o presidente e o tesoureiro.

ONDE

LICITATÓRIO?

DEVERÃO

SER

ESCLARECIDAS

DÚVIDAS

EM

RELAÇÃO

AO

PROCESSO

Na legislação citada, anteriormente, e também, sugere-se que a escola peça apoio e orientação da comissão de licitação da prefeitura do seu município.

AS COMISSÕES DE LICITAÇÃO DAS UNIDADES EXECUTORAS DE DUAS OU MAIS ESCOLAS PODEM FAZER UM EDITAL DE LICITAÇÃO JUNTAS?

Não. Cada Unidade Executora deverá fazer o seu edital (processo licitatório), pois prestará conta do montante do recurso recebido apenas na sua conta.

É NECESSÁRIO LICITAR SEMPRE?

A regra geral é sempre licitar, mas em casos eventuais de necessidade a Lei 8.666/93 diz que

é dispensável quando o valor da aquisição ou da contratação de serviços não for superior à R$

8.000,00 ou quando as obras e serviços de engenharia forem até R$ 15.000,00 (art. 24, incisos I e II).

O VALOR MÍNIMO OBRIGATÓRIO PARA LICITAR É PELO VALOR DE CADA AÇÃO DO

PLANO?

Não. Os valores propostos nas ações devem ser considerados por categoria (objeto) de aplicação e não por ação. Exemplo: um Plano de Aplicação do Recurso Financeiro tem seis (06) ações, destas quatro (04) são para aquisição de equipamento. Portanto, o valor a ser considerado para licitação deverá ser a somatória dessas quatro (04) ações.

QUANDO NÃO FOR REALIZADA LICITAÇÃO, COMO DEVE SER FEITA A COMPRA?

A dispensa de licitação não se configura como licitação, mas traz uma responsabilidade, pois

a mesma impõe a responsabilidade da Unidade Executora de bem escolher a melhor opção. O procedimento mais simples deve seguir alguns passos:

Iniciar o processo formalizando um Termo de Referência ou Projeto Básico, especificando

os

produtos a serem adquiridos para que as propostas sejam padronizadas;

Realizar, por meio de pesquisa de mercado de preço, a consulta diretamente com o

fornecedor do ramo com as orientações padronizadas;

A Unidade Executora deve fazer uma pesquisa de preço com no mínimo três empresas;

Após verificação do menor preço, emitir ordem de compras para a empresa em que os

preços e a qualidade dos produtos forem constatados como melhores.

QUAIS AS MODALIDADES DE LICITAÇÃO A SEREM ADOTADAS?

Depende do montante de recurso para cada objeto, podendo ser adotadas as modalidades

de licitação: convite e tomada de preço (art. 23, incisos I e II).

COMO É A MODALIDADE CONVITE E QUAIS OS VALORES LIMITES?

Convite é a modalidade de licitação entre interessados do ramo, pertinente ao seu objeto, cadastrados ou não, escolhidos e convidados em número mínimo de 3(três), pela unidade administrativa, a qual afixará, em local apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados, na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas (art.22 da Lei 8.666/93). Valores Limites: até R$ 80.000,00 – para compras e serviços, até R$ 150.000,00 – para obras e serviços de engenharia.

COMO É A MODALIDADE TOMADA DE PREÇO E QUAIS OS VALORES LIMITES?

Tomada de preço é a modalidade de licitação entre interessados, devidamente cadastrados ou que atenderem a todas as condições exigidas para cadastramento, até o terceiro dia anterior à data do recebimento das propostas, observada a necessária qualificação. Valores Limites: até 650.000,00 – para compras e serviços; até 1.500.000,00 – para obras e serviços de engenharia. Observar os artigos 27 a 31 da Lei 8.666/93.

O

INSTRUMENTO

CONVOCATÓRIO

DO

PROCESSO

LICITATÓRIO

PRECISA

SER

ASSINADO PELO PRESIDENTE DA UNIDADE EXECUTORA?

Não, o processo licitatório é realizado através da Comissão de Licitação constituída pela Unidade Executora, que adotará todos os procedimentos licitatórios. E deve ser assinado pelo presidente e membros da comissão.

O QUE É E QUEM ASSINA A ADJUDICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DOS PROCESSOS LICITATÓRIOS? É A COMISSÃO DE LICITAÇÃO?

A adjudicação

(presidente).

indica

o

licitante

vencedor

e

é

assinada

pela

comissão

de

licitação

Homologação confirma a validade de todos os atos praticados no curso da licitação, é o ato que encerra a licitação, abrindo espaço para a contratação, deve ser assinado pela autoridade administrativa (presidente da Unidade Executora)

QUANDO OCORRE A CONTRATAÇÃO?

O contrato é realizado nos seguintes casos: entrega futura ou parcelada das aquisições ou assistência técnica.

O contrato pode ser dispensado nas compras com entrega imediata e integral, dos bens

adquiridos, dos quais não resultem obrigações futuras. Podendo ser substituídos pela autorização de

compras, ordem de execução de serviços.

OBRA OU SERVIÇOS DE ENGENHARIA, QUANDO NÃO FOR O CASO DE SER LICITADO, PODE SER FEITO CONTRATO SEM CONSTITUIR A COMISSÃO?

Não, pois a dispensa de licitação deve ser realizada pela comissão de licitação da Unidade Executora.

SE NÃO CONSEGUIR UMA PROPOSTA DENTRO DO VALOR PREVISTO NO PLANO

O QUE DEVE SER FEITO?

Deve ser repetido o processo. Se não conseguir valores dentro do previsto, estes valores devem ser revistos para saber se estão de acordo com os parâmetros do mercado.

QUEM PODERÁ SER CONTRATADO PARA MINISTRAR CURSOS DE FORMAÇÕES AOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO?

Pessoa física ou jurídica desde que os mesmos tenham qualificação comprovada para ministrar as formações. A contratação poderá ser feita tanto para pessoa jurídica quanto para pessoa física. Deverão ser especificadas as características e o perfil desejado do profissional que desenvolverá o serviço.

SE FOR CONTRATADA PESSOA FÍSICA PRECISA PAGAR ALGUM ENCARGO SOCIAL?

Sim, faz-se necessário recolher 20% do valor bruto do contrato para Instituto Nacional de Seguridade Social/INSS referente à parte patronal do serviço contratado. O valor para repassar para o INSS deve ter sido previsto no plano. Além disso, a UEx deve reter no contratado, 11% para o INSS e Imposto Sobre Serviço/ISS, conforme alíquota estabelecida em cada município e em conformidade com sua legislação e para o Imposto de Renda Retido na Fonte/IRRF, conforme tabela do mesmo.

Exemplo de Tributos a serem pagos, quando é realizada contratação de Pessoa Física

1. Retenção dos tributos do prestador de serviço quando for Pessoa Física e não tiver dependente:

Valor Contrato Bruto:

R$ 2.000,00

1.1 INSS

11%

R$ 220,00

1.2 ISS

5%

R$ 100,00

1.3 IRRF

7,5%

R$ 150,00

Líquido a receber

R$ 1.530,00

2. Repasse patronal da Unidade Executora para o INSS do prestador de serviço quando for Pessoa Física:

Valor Contrato Bruto:

2.1 Valor patronal 20% da Unidade Executora sobre o valor bruto do contrato

R$ 2.000,00

R$

400,00

* Valor total da guia de recolhimento para o INSS dos itens 1.1 e 2.1:

1.1

Retenção de 11% do prestador de serviço, quando pessoa físcia

R$ 220,00

2.1

Valor patronal 20% da Unidade Executora sobre o valor bruto do contrato

R$ 400,00

Total a recolher

R$ 620,00

** Os tributos dos itens 1.2 (ISS) e 1.3 (IRRF) devem ser recolhidos para a Prefeitura e Receita Federal, respectivamente.

CAPÍTULO 7: PRESTAÇÃO DE CONTAS

Conforme o artigo 70 da Constituição Federal: “Prestará contas qualquer pessoa física ou jurídica, pública ou privada, que utilize e arrecade, guarde, gerencie ou administre dinheiros, bens e valores públicos ou pelos quais a União responda, ou que, em nome desta, assuma obrigações de natureza pecuniária.” Visto a seriedade e importância da Prestação de Contas foi reservado, este capítulo, para esclarecer melhor a documentação necessária e os documentos comprobatórios para a mesma, assim como, prazos, sobras de recursos, entre outras dúvidas mais frequentes.

SERÁ NECESSÁRIO PRESTAR CONTAS?

Sim, a prestação de contas constitui norma elementar de conduta de quem utiliza recursos públicos, estando sujeito ao acompanhamento e fiscalização dos órgãos externos (Tribunais de Contas, Ministério Público, Assembléias, Câmara de Vereadores, etc).

COMO SERÁ A PRESTAÇÃO DE CONTAS?

As unidades executoras que receberem recursos, na forma estabelecida pela Lei 14.371/09, ficarão sujeitas a apresentar prestação de contas dos recursos recebidos no final da execução de cada parcela do Prêmio ou contribuição/auxílio financeiro. Para a comprovação do bom e regular uso dos recursos públicos, mediante apresentação de um conjunto de documentos, legalmente reconhecidos, para efeito de prestação de contas a serem encaminhados à Coordenadoria Administrativa Financeira/COAFI/SEDUC, constando de:

Ofício de encaminhamento, constando o nome do programa, ano e valor recebido;

Cópia da ata de eleição e posse dos membros da Unidade Executora;

Cópia de ato designando a Comissão de Licitação;

Cópia da ata de abertura do Processo Licitatório;

Mapa comparativo de preço;

Cópia do despacho adjudicatório e da homologação das licitações realizadas ou justificativa

para sua dispensa ou inexigibilidade, quando o convenente pertencer à Administração Pública.

Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros - Anexo 4;

Relatório de Execução Físico-Financeiro - Anexo 9;

Demonstrativo da Execução da Receita e Despesa, evidenciando os recursos recebidos em

transferência, a contrapartida, os rendimentos auferidos da aplicação dos recursos no mercado financeiro, quando for o caso e os saldos - Anexo 10;

Relação dos pagamentos efetuados - Anexo 11;

Relação dos bens adquiridos, produzidos ou construídos com os recursos do convênio e da

contrapartida – Anexo 12;

Termo de Doação dos Bens – Anexo 13;

Conciliação Bancária – Anexo 14;

Extrato da conta bancária específica, cobrindo desde o período de recebimento da primeira

parcela até a data do último pagamento;

Extrato de rendimento da aplicação financeira da conta bancária específica, cobrindo desde

o período de recebimento da primeira parcela até a data do último resgate;

Comprovante de recolhimento do saldo de recursos à conta do concedente ou DAE relativo

ao recolhimento ao Tesouro Estadual.

QUAIS DOCUMENTOS DEVEM SER APRESENTADOS PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS DE OBRAS E SERVIÇOS:

Os documentos comprobatórios são os seguintes:

Ofício de encaminhamento da prestação de contas

Cópia da Ata de eleição e posse dos membros da Unidade Executora

Projeto Básico

Declaração de Regularidade emitido pelo Conselho Fiscal da Unidade Executora

Declaração da divulgação da licitação

Portaria designando a Comissão de Licitação

Convite – Edital

Comprovante da entrega do Convite

Pesquisa de Mercado

Original das propostas apresentadas pela empresa (mínimo três)

Original da proposta (mínimo três)

Mapa Comparativo de Preços

Cópia da Ata de Licitação

Ato de Adjudicação

Ato de Homologação

Ordem de Compras/Serviços

Relação de Pagamentos Efetuados

Relação de Bens Adquiridos ou Produzidos

Anexo – Execução da Receita e Despesa

Relatório da Execução Físico-Financeiro

Termo de doação dos bens

Conciliação Bancária

Extrato da conta bancária específica, cobrindo desde o período de recebimento da

primeira parcela até a data do último pagamento

Cópias dos cheques emitidos

Planilha de justificativa para bonificação dos Profissionais da Educação

Comprovante de devolução do saldo

ART – Responsabilidade Técnica do CREA do engenheiro da construtora

Matrícula da obra no INSS/CEI quando o valor for superior a 20 vezes o maior salário

de contribuição do INSS (consultar tabela vigente no site www.receita.fazenda.gov.br)

Cópia da folha de pagamento da obra; cópia da GFIP emitida pela SEFIP; cópia da

relação dos trabalhadores constantes na SEFIP (Tomador); cópia do INSS e FGTS

Nota Fiscal Pessoa Jurídica e Pessoa Física com o devido atesto no corpo da nota, do

recebimento do material/serviço e a indicação do Prêmio Escola Nota Dez

Recibo de pagamento de Pessoa Jurídica dando quitação a nota fiscal

 

Retenção de 11% do INSS

 

Retenção de ISS conforme legislação municipal

 

Certidão Negativa de Débitos Estadual

Certidão Negativa de Débitos relativos às contribuições previdenciárias e às de terceiros

- RFB

Certidão de regularidade do FGTS – CRF

 

COMO

SERÃO

COMPROVADAS

AS

DESPESAS

DO

PLANO

DE

APLICAÇÃO

DO

RECURSO?

As despesas serão comprovadas, mediante documentos fiscais originais, devendo as faturas, recibos, notas fiscais e quaisquer outros documentos comprobatórios serem emitidos em nome do executor, devidamente, identificados com o nome do programa PRÊMIO ESCOLA NOTA 10.

COMO SERÁ A PRESTAÇÃO DE CONTAS DA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA?

Se dará através do recibo de pagamento, conforme especificações da resposta anterior, discriminando o serviço prestado, evidenciando os impostos descontados e os dados pessoais do contratado, tais como, CPF,

RG, comprovante de endereço, nº de inscrição no PIS/PASEP ou NIT ou Cartão do Cidadão.

OS BENS ADQUIRIDOS COM O RECURSO DO PRÊMIO E CONTRIBUIÇÃO/AUXÍLIO FINANCEIRO FICARÃO SOB A RESPONSABILIDADE DE QUEM?

Conforme o Decreto nº 29.896/09, art. 8º: “Os bens adquiridos, com os recursos financeiros oriundos da Lei nº 14.371, de 19 de junho de 2009, devem ser incorporados e tombados como patrimônio do município, quando a escola premiada ou apoiada for escola municipal, e como patrimônio estadual, quando se tratar de escola da Rede Pública do Estado”.

QUAL O PRAZO PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS?

A prestação de contas final será apresentada ao concedente, no prazo de até 30 (trinta) dias, após encerrado o prazo de vigência do Plano.

QUAL A VIGÊNCIA DO PLANO?

O Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros, da escola, disciplina o início e o término de cada ação e, consequentemente, do Plano.

O QUE

DESPESAS?

DEVERÁ

SER

FEITO

COM

OS

DOCUMENTOS

COMPROBATÓRIOS

DAS

Os originais deverão ser encaminhados para prestação de contas e as 2ª vias autenticadas dos documentos comprobatórios das despesas serão mantidos em arquivo, de forma bem ordenada, no próprio local em que forem contabilizados, à disposição dos órgãos de controle interno e externo, pelo prazo de cinco anos, contados da aprovação a partir da prestação ou tomada de contas do gestor do órgão ou entidade concedente, relativa ao exercício da concessão.

PODERÁ SER UTILIZADO O RECURSO FINANCEIRO PARA PAGAMENTO DE TARIFAS BANCÁRIAS E IMPOSTOS?

Sim, devem ser previstos no Plano de Aplicação dos Recursos.

O QUE ACONTECERÁ

COOPERAÇÃO PEDAGÓGICA?

COM AS

ESCOLAS

QUE

NÃO

REALIZAREM A AÇÃO

DE

Todas as ações previstas no plano de aplicação devem ser realizadas, principalmente o intercâmbio, pois nessa ação ficou disciplinada o apoio técnico pedagógico, escola parceira, com o intuito da elevação do IDE-Alfa, com vistas ao recebimento da segunda parcela do Prêmio ou

auxílio/contribuição

QUANDO SOBRAR RECURSO OU TIVER RENDIMENTO, PODERÁ SER UTILIZADO? EM QUÊ? PRECISARÁ DE AUTORIZAÇÃO? DE QUEM? COMO?

No caso do procedimento para utilização da sobra de recurso, existem dois casos:

1º caso: SOBRA DE RECURSO DA LICITAÇÃO Consultar o anexo 8 – Passo a passo da licitação, além do artigo 65 parágrafo 1º da Lei

8.666/93.

2º caso: SOBRA DE RECURSO DO RENDIMENTO DA CADENETA DE POUPANÇA

a) encaminhe ofício para COPEM/SEDUC (Prêmio Escola Nota Dez), por intermédio da CREDE da sua jurisdição, justificando a ação a qual vê a necessidade de aplicar o recurso e o valor da mesma, especificando os produtos da ação;

b) aguardar a resposta e, se deferida, aplicar o recurso. c) para prestação de contas, encaminhar a justificativa da nova ação solicitada e a autorização da COPEM/SEDUC para a execução da mesma, assim como, toda a documentação pertinente aos gastos.

O PAGAMENTO DE BONIFICAÇÃO PARA OS PROFISSIONAIS DA ESCOLA INCIDE

DESCONTO DE ALGUM TRIBUTO?

De acordo com a legislação federal, Lei 8.212/91 (artigo 28) e o Decreto 3.048/99 (artigo 214), disciplina que, não está sujeito à incidência da contribuição previdenciária por não integrar salário de contribuição do servidor. Portanto, consiste em ganhos eventuais totalmente desvinculados do salário, ficando desobrigado, por força de lei, à contribuição para o INSS.

da

de

Quanto à detenção do Imposto de Rendas Retido na Fonte Pessoa Física-IRRF, caso o limite isenção seja ultrapassado, conforme tabela das alíquotas, deve ser retido, pois segundo o Decreto 3.000, de 26 de março de 1999, artigo 2, diz que, os valores recebidos provenientes de avaliação desempenho assumem o aspecto de remuneração do trabalho, assalariado ou não assalariado,

provenientes de avaliação desempenho assumem o aspecto de remuneração do trabalho, assalariado ou não assalariado,
provenientes de avaliação desempenho assumem o aspecto de remuneração do trabalho, assalariado ou não assalariado,

conforme haja, ou não, vínculo empregatício entre a pessoa física e a fonte pagadora. Portanto, a bonificação sujeita-se ao recolhimento na fonte.

* Quando for o caso de retenção do Imposto de Renda, a Unidade Executora deverá fazer o recolhimento à Receita Federal.

ALTERAÇÃO NO PLANO PODE SER FEITA? DEVERÁ SER NOVAMENTE APROVADO?

NO CASO DE PRECISAR MUDAR ALGUMA AÇÃO OU O TEMPO NÃO FOR SUFICIENTE,

O QUE DEVERÁ SER FEITO?

O plano deve ser executado conforme sua aprovação, qualquer alteração no que diz respeito à mudança de objeto deve ser submetida à nova apreciação. Quanto ao prazo para execução de alguma ação, caso não seja suficiente, deve ser justificado quando da apresentação da prestação de contas, desde que não ultrapasse o que determina a lei.

PARA QUE A PRESTAÇÃO DE CONTAS SE DÊ DE MODO SATISFATÓRIO É IMPORTANTE OBSERVAR:

Os documentos comprobatórios de despesas (notas fiscais, recibos etc) deverão conter, além do

nome da UEx, a identificação do programa, atesto do material/serviço;

Não serão admitidas despesas com datas anteriores ao recebimento do recurso;

Para contratação de serviços de pessoa física, deverá ser exigido, no ato da pesquisa/proposta de

preço, cópia de CPF, RG, NIT/PIS/PASEP e comprovante de endereço;

Pagamento com cheque nominal à empresa ou ao prestador de serviço;

Instrumento legal designando a comissão de licitação;

Extrato bancário demonstrando a movimentação, desde o depósito até a emissão do último

cheque.

QUAIS AS DESPESAS QUE NÃO PODERÃO SER PAGAS COM O RECURSO DO PRÊMIO?

Embora o recurso do Prêmio reforce a descentralização dos recursos públicos para as escolas e que as mesmas possam apontar suas prioridades, faz-se necessário observar as despesas que não poderão ser contempladas pelo recurso do Prêmio, tais como:

Pagamento de água, luz, telefone e gás de cozinha;

Gêneros alimentícios para complementação da merenda escolar;

Festividades e comemorações (coquetéis, aniversários, recepções, etc);

Pagamento de diárias, ou ressarcimento de despesas do servidor público em qualquer

circunstância;

Realização de construção, ampliação, reforma ou qualquer tipo de reparo em prédio que não

seja público.

CONTATO PARA ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS

Quanto ao Plano de Aplicação de Recursos com o Eixo Gestão da Coordenadoria de Cooperação com os Municípios/COPEM:

(85) 3101-3944 e (85)3101-3986

Quanto à licitação:

coeli@seduc.ce.gov.br ou (85) 3101-3974

Quanto à prestação de contas:

ANEXOS

Anexo 1 - LEI N° 14.371, DE 19.06.09 (Diário Oficial do Estado de 19.06.09)

CRIA O PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ, DESTINADO A PREMIAR AS ESCOLAS PÚBLICAS COM MELHOR RESULTADO NO ÍNDICE DE DESEMPENHO ESCOLAR- ALFABETIZAÇÃO (IDE-ALFA), E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ

Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte

Lei:

Art. 1º Fica criado o Prêmio Escola Nota Dez, destinado às escolas públicas que tenham obtido os melhores resultados de alfabetização, expressos pelo Índice de Desempenho Escolar – Alfabetização (IDE-Alfa).

Art. 2º A cada ano, serão premiadas até 150 (cento e cinquenta) escolas, dentre as que atendam às seguintes condições:

I – ter pelo menos 20 (vinte) alunos matriculados no 2º ano do ensino fundamental

regular;

II – ter obtido média de Índice de Desempenho Escolar-Alfabetização (IDE-Alfa) situada no intervalo entre 8,5 e 10,0, inclusive.

Art. 3º As escolas receberão o Prêmio em dinheiro, mediante depósito em conta da respectiva unidade gestora, no montante correspondente à multiplicação do número de alunos do 2º. ano do ensino fundamental regular avaliados pelo SPAECE-Alfa, pelo valor de R$ 2.500,00 (dois mil e quinhentos reais).

Parágrafo único. O Prêmio será entregue em duas parcelas, sendo a primeira correspondente a 75% (setenta e cinco por cento) do valor total devido à escola, e a segunda correspondente ao restante do valor.

Art. 4º As escolas premiadas ficam responsáveis por desenvolver, pelo período de um ano, ações de cooperação técnico-pedagógicas com uma das 150 (cento e cinquenta) escolas que tenham obtido os menores resultados de alfabetização, expressos pelo IDE-Alfa.

Art. 5º Além da cooperação técnico-pedagógica de uma escola premiada, as 150 (cento e cinquenta) escolas com menores IDE-Alfa receberão contribuição/ auxílio financeiro do Estado, para implementação de plano de melhoria dos resultados de alfabetização de seus alunos.

Parágrafo único. Somente poderão ser beneficiadas com a contribuição/ auxílio para melhoria dos resultados de alfabetização, as escolas que tenham, pelo menos, 20 (vinte) alunos matriculados no 2º ano do ensino fundamental regular e que tiveram, no ano anterior, um mínimo de 50% (cinquenta por cento) de alunos avaliados pelo SPAECE-Alfa.

Art. 6º A contribuição/auxílio financeiro, de que trata o art. 5º, será em dinheiro, no montante correspondente à multiplicação do número de alunos do 2º. ano do ensino fundamental regular avaliados pelo SPAECE-Alfa, pelo valor de R$ 1.250,00 (hum mil duzentos e cinquenta reais).

Parágrafo único. A contribuição/auxílio financeiro será entregue em duas parcelas, sendo a primeira correspondente a 50% (cinquenta por cento) do valor total a ser transferido para a escola, e a segunda parcela correspondente ao restante.

Art. 7º Os recursos recebidos pelas escolas, em caráter de premiação, serão utilizados, exclusivamente, em ações que visem à melhoria das condições das escolas e dos resultados de aprendizagem de seus alunos.

Art. 8º A transferência da segunda parcela do Prêmio e da contribuição/auxílio financeiro, de que trata esta Lei, está condicionada à manutenção dos bons resultados das escolas premiadas e ao atingimento das metas de melhoria dos resultados das escolas com baixo desempenho, respectivamente, definidas em Decreto.

Art. 9º As diretrizes, critérios e procedimentos para acompanhamento das ações de cooperação técnico-pedagógicas entre as escolas e monitoramento dos processos que visam à melhoria dos resultados de alfabetização das escolas com baixo IDE-Alfa, serão estabelecidos em Decreto.

Art. 10. Fica criado ao vigente Orçamento Fiscal do Estado do Ceará (Lei

Educação, crédito especial no valor de R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais), na forma do anexo I desta Lei.

Art. 11. Para os fins desta Lei, fica o Chefe do Poder Executivo autorizado, em

o

101, de 4 de maio de 2000

(LRF), a transferir recursos financeiros, no âmbito do programa Qualidade da Educação Básica

do Plano Plurianual 2008-2011, para as unidades gestoras das escolas públicas.

Parágrafo único. Os recursos financeiros necessários e suficientes para a cobertura da despesa autorizada por esta Lei são procedentes do superávit financeiro apurado da diferença positiva entre o ativo financeiro e o passivo financeiro do Balanço Geral do Estado do exercício de 2008, fonte FECOP.

consonância com o disposto no art. 26 da Lei Complementar n

Art. 12. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 13. Ficam revogadas as disposições em contrário.

PALÁCIO IRACEMA, DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, em Fortaleza, 19 de junho de 2009.

Cid Ferreira Gomes

GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ

Anexo 2 - LEI Nº 14.580, 21 de dezembro de 2009 (Diário Oficial do Estado de 28.12.09)

ALTERA DISPOSITIVOS DA LEI Nº 14.371, DE 19 DE JUNHO DE 2009.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ. Faço saber que a Assembleia Legislativa decretou e eu sanciono a seguinte Lei:

Art. 1º O inciso II do art. 2º da Lei Estadual nº 14.371, de 19 de junho de 2009 passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 2º I – ter, no momento da avaliação, pelo menos 20 (vinte) alunos matriculados no 2º ano do ensino fundamental regular;” (NR).

Art. 2º O parágrafo único, do art. 5º da Lei Estadual nº 14.371, de 19 de junho de 2009, passa a vigorar com a seguinte redação:

“Art. 5º Parágrafo único. Somente poderão ser beneficiadas, com a contribuição/auxílio para melhoria dos resultados de alfabetização, as escolas que tenham, no momento da avaliação, pelo menos 20 (vinte) alunos matriculados no 2º ano do ensino fundamental regular com no mínimo 50% (cinquenta por cento) desses alunos avaliados pelo SPAECE-Alfa.” (NR).

Art. 3º Fica acrescido o art. 9º – A Lei Estadual nº 14.371, de 19 de junho de 2009 com a seguinte redação:

“Art. 9º-A O Prêmio ou contribuição/auxílio conferido a unidades escolares que tenham sido objeto de nucleação, nos termos da Resolução nº 396/2005, do Conselho de Educação do Ceará, será destinado à Escola-Pólo respectiva, que deverá atender a todos os requisitos e condições desta Lei.” (NR).

Art. 4º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 5º Ficam revogadas as disposições em contrário.

PALÁCIO IRACEMA, DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, em Fortaleza, 21 de dezembro de 2009.

Cid Ferreira Gomes GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ

Anexo 3 - DECRETO Nº 29.896, de 16 de setembro de 2009 (Diário Oficial do Estado de

17.09.09)

REGULAMENTA A LEI Nº 14.371, DE 19 DE JUNHO DE 2009, QUE CRIA O PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ, DESTINADO A PREMIAR AS ESCOLAS PÚBLICAS COM MELHOR RESULTADO NO ÍNDICE DE DESEMPENHO ESCOLAR-ALFABETIZAÇÃO (IDE-ALFA), E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ, no uso das atribuições que lhe confere o Art. 88, incisos IV e VI, da Constituição Estadual, e CONSIDERANDO os Artigos 205 e 214 da Constituição Federal, que trata dos Princípios e Fins da Educação Nacional; CONSIDERANDO a Lei Federal nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as Normas e Diretrizes da Educação Nacional; CONSIDERANDO, ainda, a necessidade de disciplinar os Artigos 8º e 9º da Lei Estadual nº 14.371, de 19 de junho de 2009, DECRETA:

Art. 1º A premiação das escolas públicas com melhores resultados no Índice de Desempenho Escolar (IDE-ALFA) dar-se-á na forma prevista neste Decreto e alterações posteriores.

Art. 2º Para o recebimento dos recursos financeiros referentes à primeira parcela de sua premiação ou auxílio, a escola deverá ter conta bancária específica para o Prêmio Escola Nota Dez.

Art. 3º Para aplicação dos recursos financeiros a escola deverá elaborar um Plano de Aplicação dos Recursos, assinado pelo Diretor da Escola e, em se tratando de escola municipal, também deverá ser chancelado pelo Secretário de Educação do Município, em conformidade com as orientações definidas neste Decreto.

Art. 4º O recebimento dos recursos financeiros referentes à segunda parcela da premiação ou contribuição/auxílio, contida no Art. 8º, da referida Lei, está condicionado:

I – à manutenção ou elevação dos bons resultados de alfabetização, comprovados através do IDE-Alfa, subsequente ao do ano que constou como escola premiada.

II – à melhoria dos resultados da escola apoiada, que deverá obter nota mínima de 5,0 no IDE-Alfa, subsequente ao do ano que constou com escola apoiada.

Parágrafo Único. A escola premiada deverá atender aos incisos I e II deste Artigo, cumulativamente, para fazer jus ao recebimento da segunda parcela de que trata o Parágrafo Único do Art. 3º da Lei nº 14.371, de 19 de junho de 2009.

Art. 5º Os recursos recebidos pelas escolas, em caráter de premiação ou contribuição/auxílio financeiro, serão utilizados exclusivamente em ações que visem à melhoria das condições das escolas e dos resultados de aprendizagem de seus alunos, tais como, o incentivo ao bom desempenho dos profissionais da escola, apoio logístico em capacitações e treinamentos, bonificação, formação continuada, a melhoria de suas instalações físicas, e equipamentos e o enriquecimento de seus acervos didático-pedagógicos.

Art. 6º O Plano de Aplicação dos Recursos voltado para a cooperação técnico pedagógica deverá ser encaminhado para a Coordenadoria de Cooperação com os Municípios – COPEM da Secretaria da Educação, via Coordenadoria Regional de Desenvolvimento da Educação – CREDE, para análise, aprovação e acompanhamento.

Parágrafo Único. O modelo do Plano de Aplicação dos Recursos estará disponível no

endereço eletrônico www.seduc.ce.gov.br.

Art. 7º A Secretaria da Educação – SEDUC instituirá um Comitê para acompanhamento das ações estabelecidas com recursos oriundos de premiação ou contribuição/auxílio da Lei nº 14.371, de 19 de junho de 2009.

Art. 8º Os bens adquiridos com os recursos financeiros oriundos da Lei nº 14.371, de 19 de junho de 2009, devem ser incorporados e tombados como patrimônio do município, quando a escola premiada ou apoiada for escola municipal, e como patrimônio estadual, quando se tratar de escola da Rede Pública do Estado.

Art. 9º As escolas deverão prestar, conta junto à SEDUC, dos recursos financeiros empregados, mediante apresentação de relatório físico-financeiro, acompanhado dos documentos comprobatórios dos gastos realizados.

Parágrafo Único. Para obras, serviços, compras e locações, deverá ser observado o regime da Lei Federal nº 8.666, de 21 de junho de 1993, e alterações posteriores.

Art. 10 Caberá a SEDUC emitir regulamentações específicas e complementares para a operacionalização do prêmio ou contribuição/auxílio.

Art. 11 Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação.

Art. 12 Revogam-se as disposições em contrário.

PALÁCIO IRACEMA, DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ, em Fortaleza, aos 16 de setembro de 2009.

Cid Ferreira Gomes

GOVERNADOR DO ESTADO DO CEARÁ

Desirée Custódio Mota Gondim

SECRETÁRIA DO PLANEJAMENTO E GESTÃO,

RESPONDENDO

Maria Izolda Cela de Arruda Coelho

SECRETÁRIA DA EDUCAÇÃO

Anexo 4 – PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS

PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS DA LEI 14.371 (19/06/2009)

DADOS CADASTRAIS

1.1 Dados da Secretaria Municipal de Educação Município: Nome do Secretário(a) de Educação: CPF: RG:
1.1
Dados da Secretaria Municipal de Educação
Município:
Nome do Secretário(a) de Educação:
CPF:
RG:
Nº de telefones para contato:
1.2
Dados da Escola
Nome da Escola:
Código
Endereço:
Município:
Nº de telefones:
A Escola está na condição de:
o
Apoiada
o
Premiada
Nome da Escola parceira:
Município que está localizada a Escola parceira:
1.3
Dados do(a) Diretor(a) da Escola
Nome do(a) Diretor(a):
CPF:
RG:
Telefones:
E-mail:
1.4
Dados da Unidade Executora
Nome da Unidade Executora:
CNPJ:
Nome do Presidente:
CPF do Presidente:
RG do Presidente:
Representatividade do Presidente:
o
Diretor da
escola
o
Professora da escola
o
Pai de aluno
o
Funcionário
o
Outro:

PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS FINANCEIROS DA LEI 14.371 (19/06/2009)

2. DIAGNÓSTICO DA ESCOLA

2.1 ESTRUTURA FÍSICA DA ESCOLA

2.1.1 Prédio escolar:

o Municipal

o Alugado

o Cedido

oOutro

2.1.2 A escola possui salas de aula em anexo:

o Não

o Sim, quantas:

   

2.1.3 Informe as dependências existentes na escola, bem como as condições de uso e quantidade de cada uma delas.

 

Para cada item abaixo, por favor, marque uma alternativa na parte (A). Se a resposta foi “Sim” na parte (A), então marque uma alternativa na parte (B) para indicar as condições físicas e na parte (C) informe a quantidade.

 

(A)

   

(B)

 

(C)

Existe

Condição de uso da maioria dessas dependências

Quantidade de

dependências

       

sita

Em bom

necessita de

de

Sim

Não

estado

pequenos

uma

reparos

refor

 

ma

   

a) Sala de aula

o

o

o

o

o

 
 

b) Banheiro feminino

o

o

o

o

o

 
 

c) Banheiro masculino

o

o

o

o

o

 
 

d) Banheiro de funcionários

o

o

o

o

o

 
 

e) Sala de Direção

o

o

o

o

o

 
 

f) Sala de Coordenação

o

o

o

o

o

 
 

g) Sala de professores

o

o

o

o

o

 

h) Secretaria

 

o

o

o

o

o

 

i) Auditório

 

o

o

o

o

o

 
 

j) Sala de leitura

o

o

o

o

o

 
 

k) Quadra coberta

o

o

o

o

o

 
 

l) Quadra descoberta

o

o

o

o

o

 
 

m) Área de recreação

o

o

o

o

o

 
 

n) Parque Infantil

o

o

o

o

o

 

o) Cozinha

 

o

o

o

o

o

 

p) Despensa

 

o

o

o

o

o

 

q) Refeitório

 

o

o

o

o

o

 

r) Outros:

   

o

o

o

 

2.2 OFERTA DE ENSINO

2.2.1 Informe a(s) modalidade(s) de ensino oferecidas pela escola.

 
 

Para cada item abaixo, por favor, marque uma alternativa na parte (A). Se a resposta foi “Sim” na parte (A), então marque uma alternativa na parte (B) para indicar o turno e na parte (C) informe a quantidade de alunos.

 

(A)

   

(B)

   

(C)

   

Quantidade de

Existe

 

Turno

 

alunos

Sim

Não

Manhã

Tarde

Noite

 
 

a) Creche

 

o

o

o

o

o

 

b) Educação Infantil

o

o

o

o

o

 
 

c) Ensino Fundamental I

o

o

o

o

o

 
 

d) Ensino Fundamental II

o

o

o

o

o

 

e) Outros:

   

o

o

o

 

2.2.2

2º ano do Ensino Fundamental

 

Quantidade de

         
 

alunos:

Nº de turmas:

2.3.

PROFISSIONAIS DA ESCOLA

2.3.1

Informe a formação e o vínculo empregatício dos professores da escola

 

Para cada item abaixo, por favor, marque uma alternativa na parte (A). Se a resposta foi “Sim” na parte (A), então marque uma alternativa na parte (B) para indicar a quantidade de professores efetivos e contratados

 

(A)

   

(B)

 

Existe

 

Vínculo empregatício/Nº de professores

Sim

Não

 

Efetivo

Contratado

   

a) Pós-graduação

o

o

     

b) Graduação

 

o

o

     
 

c) Cursando nível superior

o

o

     
 

d) Nível Médio Pedagógico

o

o

     
 

e) Nível Médio

o

o

     

f) Outro:

         

2.3.2

Para os profº do 2º ano informe a formação, o vínculo empregatício e se participam de fomração continuada

Para cada item abaixo, por favor, marque uma alternativa na parte (A). Se a resposta foi “Sim” na parte (A), então marque uma alternativa na parte (B) para indicar a quantidade de professores efetivos e contratados, na parte (C) quantos professores participam de formação continuada no corrente ano.

 

(A)

 

(B)

 

(C)

 
     

Participa de

Nº de profº por vínculo emrpegatício

Formação no

Existe

corrente

ano/Nº de

 

profº

Sim

Não

Efetivo

Contratado

 

Sim

Não

   

a) Pós-graduação

o

o

         

b) Graduação

 

o

o

         
 

c) Cursando nível superior

o

o

         
 

d) Nível Médio Pedagógico

o

o

         
 

e) Nível Médio

o

o

         

f) Outro:

             

2.3.3

Informe a formação e o vínculo empregatício dos outros profissionais da escola

 

Para cada item abaixo, por favor, marque uma alternativa na parte (A). Se a resposta foi “Sim” na parte (A), então escreva a quantidade de profissionais na parte (B) de acordo com o vínculo empregatício (efetivo e contratado)

 

(A)

   

(B)

Quantidade

Nº de profissionais por vínculo empregatício

 

Sim

Não

Efetivo

Contratado

 

a) Diretor

 

o

o

   
 

b) Vice-diretor

o

o

   
 

c) Coordenador

o

o

   

d) Secretário

 

o

o

   
 

e) Agente administrativo

o

o

   

f) Vigia

 

o

o

   

g) Porteiro

 

o

o

   

h) Cozinheira

 

o

o

   
 

i) Merendeira

o

o

   
 

j) Auxiliar de serviços

o

o

   
 

k) Monitor de esportes

o

o

   

l) Outros:

       

2.3.4 Informe a composição, forma de seleção e quantidade de profissionais do Núcleo Gestor.

Para cada item abaixo, por favor, marque uma alternativa na parte (A). Se a resposta foi “Sim” na parte (A), então marque uma alternativa na parte (B) para indicar a forma de seleção.

 

(A)

 

(B)

Existe

Forma de seleção

 
       

Indica

 

Sim

Não

Indicado pelo

gestor

Indicado

pelo gestor

do

por

Concurs

o

municipal

da escola

seleçã

o

a) Diretor

 

o

o

o

o

o

o

 

b) Vice-diretor

o

o

o

o

o

o

 

c) Coordenador

o

o

o

o

o

o

d) Secretrário

 

o

o

o

o

o

o

e) Outros:

 

o

o

o

o

2.4. RESULTADOS DO SPAECE-ALFA

2.4.1

A

partir da análise dos resultados do SPAECE-Alfa constantes do Boletim Pedagógico e do Boletim de Resultados

(disponível na escola), é possível identificar as dificuldades dos alunos do 2º ano do ensino fundamental ?

 

o

Sim (então, indique as dificuldades a seguir)

o

Não

 

2.4.1.1

Liste as dificuldades

2.4.2

A

partir da análise dos resultados do SPAECE-Alfa constantes do Boletim Pedagógico e do Boletim de Resultados

(disponível na escola), é possível identificar as habilidades em que os alunos do 2º ano do ensino fundamental

apresentaram melhor desempenho?

 
 

o

Sim (então, indique as facilidades a seguir)

o

Não

 

2.4.2.1

Liste as habilidades em que os alunos do 2º ano do ensino fundamental apresentaram melhor desempenho.

 

3. AÇÕES PARA APLICAÇÃO DO RECURSO FINANCEIRO DA 1ª PARCELA – VALOR

R$

DO RECURSO FINANCEIRO DA 1ª PARCELA – VALOR R$ Nº ord. Ação Valor % Início Término

Nº ord.

Ação

Valor

%

Início

Término

Comprovante

1

Obra: construção, ampliação

       

Planilha orçamentária, recibo, nota fiscal

2

Equipamento

       

Nota fiscal

3

Mobiliário

       

Nota fiscal

4

Livros para biblioteca

       

Nota fiscal

5

Bonificação (para as escolas apoiadas, apenas para a 2ª parcela)

       

Planilha de bonificação, xerox do cheque nominal e recibo

6

Ação de cooperação técnico pedagógcia

       

Nota fiscal, recibo, Relatório de

(transporte, hospedagem e alimentação)

7

Material didático pedagógico

       

Viagem Nota fiscal

6

Material de expediente

       

Nota fiscal

7

Formação continuada, oficina, seminário

       

Nota fiscal, recibo

8

INSS patronal de contratação de pessoa física

       

Guia de recolhimento

9

Outra ação:

         

10

Outra ação:

         

11

Outra ação:

         

12

Outra ação:

         

13

Outra ação:

         

14

Outra ação:

         

15

Outra ação:

         

14

Outra ação:

         
 

TOTAL

         

4. JUSTIFICATIVA PARA AS AÇÕES PROPOSTAS

Nº ord

Justificativa

1

 

2

 

3

 

4

 

5

 

6

 

7

 

8

 

9

 

10

 

11

 

12

 

13

 

14

 

Anexo 5 – ANEXO DO PLANO DE APLICAÇÃO DOS RECURSOS DO PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ

Nº da Ação Descrição do(s) produto(s) da Ação Preço R$ Unidade Quantidade Unitário Total 0,00
Nº da
Ação
Descrição do(s) produto(s)
da Ação
Preço R$
Unidade
Quantidade
Unitário
Total
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00
0,00

Anexo 6 – PLANILHA DE JUSTIFICATIVA PARA BONIFICAÇÃO DOS PROFISSIONAIS DA EDUCAÇÃO

Valor da RG Cargo/ Nome completo CPF Lotação Matrícula bonificação Justificativa Nº e Órgão expedidor
Valor da
RG
Cargo/
Nome completo
CPF
Lotação
Matrícula
bonificação
Justificativa
Nº e Órgão
expedidor
Função
(R$)

Observação: Caso o profissional não esteja lotado na escola deverá anexar declaração da Secretaria de Educação que estava lotado, no ano da avaliação, na devida escola.

Anexo 7 – DECLARAÇÃO DA LOTAÇÃO DOS PROFISSIONAIS BONIFICADOS

Declaro que a(o) profissional

Nome completo

no ano de

ano em curso

estava lotado na escola

Nome da escola

atuando como

função que exercia na escola, se for professor o ano e a turma que estava lotado

,

Município

de

dia

mês/ano

Assinatura do Secretário de Educação do Município e carimbo

Anexo 8 – PASSO A PASSO DA LICITAÇÃO

1º PASSO: FORMAÇÃO DA COMISSÃO DE LICITAÇÃO

Constatação da necessidade de aquisição dos produtos das ações do Plano de Aplicação dos Recursos Financeiros e constituição da comissão de licitação da Unidade Executora. A comissão deve ser constituída com, no mínimo, 3 (três) pessoas. Não podem constituir a comissão o Presidente e o tesoureiro da Unidade Executora. E a nomeação dos 3 (três) membros deve ser registrado em ata.

2º PASSO: ESPECIFICAÇÃO DO OBJETO A SER ADQUIRIDO

Elaboração da especificação do objeto ou produto de forma precisa, suficiente e clara, que permitam a aquisição com qualidade e que possa ser aferida facilmente.

3º PASSO: PESQUISA DE MERCADO DE PREÇOS

A comissão de licitação deve realizar pesquisa de mercado dos produtos a serem licitados, a

fim de servir de referência para o julgamento das propostas (art. 26 inc. III, art. 40, inc. X, art. 43

inc IV, da lei 8.666/93). A pesquisa de mercado deverá ser composta com no mínimo três propostas refletindo a realidade do mercado. No caso de obras e serviços de engenharia, com orçamento padrão, deverá ser expresso o valor global máximo do orçamento admitido pelo Estado/Município no edital.

4º PASSO: ESCOLHA DA MODALIDADE DA LICITAÇÃO

A Lei 8.666/93 no artigo 22 conceitua os tipos de modalidades de licitação, no caso para a

Unidade Executora a modalidade mais indicada é o Convite por ser mais simples, destinado à

contratação de pequeno valor, que consiste na convocação de no mínimo 03 (três) empresas, cadastradas ou não, para que apresentem suas propostas, no prazo mínimo de 05 (cinco) dias.

5º

PASSO:

ELABORAÇÃO

DO

EDITAL DE

CONVOCAÇÃO

(art.

40

da

Lei

8.666/93)

O edital é o instrumento através do qual a Administração leva ao conhecimento público a

abertura da concorrência, tomada de preços, convite ou pregão, fixa as condições de sua realização e convoca os interessados a apresentarem suas propostas. É a matriz da licitação e do contrato, mas não é exaustivo, porque as normas superiores e anteriores do órgão licitante o complementam, embora não reproduzidos no seu texto.

As indicações do edital e seus anexos (projetos, plantas, desenhos, especificações técnicas,

planilhas, etc

alienação, e orientam os interessados no preparo de suas propostas. Por isso mesmo, não podem ser alteradas em pontos essenciais no curso do prazo estabelecido.

consubstanciam a vontade da Administração sobre a obra, serviço, compra, a

)

As cláusulas do edital é que indicarão os requisitos para habilitação dos licitantes, os documentos a serem apresentados, a forma e as bases das propostas, o critério de julgamento, os fatores a serem considerados e as condições do futuro contrato.

A Administração não pode levar em consideração vantagens ou desvantagens não previstas no edital, como não poderão os licitantes suprir omissões ou corrigir dados técnicos ou econômicos após a entrega das propostas, salvo erro de contas ou equívocos evidentes e irrelevantes para o julgamento.

Conteúdo

e

requisitos

do

edital:

O

edital,

como

é

norma

interna

da

licitação, tem a semelhança da lei, preâmbulo, texto e fecho. (art.40)

 

Preâmbulo:

- licitação, identificar o órgão que a promove, e deverá constar:

é

a

parte

introdutória

do

edital,

destinada

a

apresentar

a

Nome da repartição interessada.(Unidade Executora da Escola)

Número do Edital.

Finalidade da licitação.

Número do Processo.

Indicação da legislação que a rege.

Local, dia e hora para recebimento e abertura dos documentos e propostas.

- Texto: O texto é o corpo do edital e sua parte fundamental deve constar:

Condições para participar da licitação

Objeto da licitação

Fonte do Recurso

Prazo e Condições para assinatura do contrato

Garantia “caução”

Pagamento e Condições de Reajuste de Preço.

Condição para Recebimento do Objeto da licitação

Critério de Julgamento.

Recursos admissíveis.

Informações sobre a licitação

Outras indicações.

- Fecho: O fecho é o encerramento do edital e deve constar:

Disposições finais.

Telefone, nºde fax, e e-mail para esclarecimentos.

Forma de divulgação dos resultados do certame.

Local e data.

Assinatura da autoridade competente, responsável pela

licitação

O Edital de Convocação deve ser afixado no flanelógrafo

da escola e em locais públicos.

6º PASSO: PUBLICAÇÃO DO EDITAL (art. 21 com art. 45 da Lei 8.666/09)

Na modalidade convite para a publicação do edital a Unidade Executora afixará, em local

apropriado, cópia do instrumento convocatório e o estenderá aos demais cadastrados na correspondente especialidade que manifestarem seu interesse com antecedência de até 24 (vinte e quatro) horas da apresentação das propostas.

7º PASSO: ABERTURA DA SESSÃO PÚBLICA (art. 43, art.44 e art. 45)

No dia, hora e local da licitação identificados no Edital, a Comissão de Licitação efetuará a chamada dos licitantes, na sessão para os representantes apresentarem suas identidades, entregarem os envelopes separados e lacrados, o envelope 1 constando os documento para a habilitação fase 1 é o envelope 2 constando as propostas de preço para a classificação, fase 2

FASE 1 – Habilitação:

Após o recebimento dos envelopes a Comissão procederá à abertura dos envelopes que contam os documentos para habilitação.

1º Verificação dos documentos conforme o art. 48.

2º Informar no ato da verificação os concorrentes habilitadas e os não habilitados.

3ª A Comissão de Licitação informará na frente de todos, quem são os inabilitados, oferecendo, na ocasião, o direito de recurso para quem se achar insatisfeito, artigo 109;

4ª se todos os concorrentes forem inabilitados deve ser aplicado o disposto no artigo 48 da Lei

8.666/93.

5ª devolução dos envelopes (ainda fechados) contendo as propostas dos licitantes inabilitado

6ª Encerrando o período total do julgamento da documentação, a Comissão deverá passar para Fase seguinte, a do julgamento dos preços.

FASE 2 –Classificação, procedimento para a análise das Propostas:

1º Verificação das especificações de cada proposta, declarando-as adequadas ou não ao Edital;

2º Verificação dos preços, se não estão mais altos que os praticados no mercado(exorbitante) ou bem menor( indicação de produto ruim ou futuro descumprimento da oferta);

3ºA Comissão fará a declaração das propostas classificadas, ou seja, as que estão de acordo com as

especificações e preços do Edital.

Caso tenha alguma proposta inadequada será desclassificada.

IMPORTANTE: Para as duas fases, será lavrada ata a ser assinada pelos licitantes e pelos membros da comissão.

8º PASSO: FORMA DE APRESENTAÇÃO DA DOCUMENTAÇÃO E PROPOSTA PELAS EMPRESAS

Forma de Apresentação: A documentação e a proposta devem ser apresentadas em envelopes fechados e rubricados, separadamente, até o último momento fixado no edital para seu recebimento.

Propostas: são as ofertas feitas pelos licitantes para execução do objeto da licitação, indicando cada qual a forma de realização e o preço, na forma e condições pedidas ou facultadas no convite.

9º PASSO: PROCEDIMENTO PARA ABERTURA E JULGAMENTO DA DOCUMENTAÇÃO E PROPOSTA

Abertura da SESSÃO LICITATÓRIA

a

comissão efetuará a chamada dos licitantes, na sessão, para os representantes exibirem suas identidades, entregarem os envelopes separados e lacrados, os documentos para a fase de habilitação e o da proposta para a fase de classificação.

No

dia,

hora

e

local

da

abertura

da

licitação,

identificados

no

edital,

Vinculação do Proponente: A proposta em licitação, é oferta de contrato, obrigando o proponente desde o momento em que se torna conhecida pela Administração até que se expire seu prazo de validade. O proponente não poderá modificar sua proposta, mas poderá retirá-la antes da abertura do respectivo envelope. (art.46, §6º, Lei 8.666/93).

Abertura do Envelope da Documentação: Sua abertura é feita pela comissão de licitação, no dia, hora e local indicados no edital, devendo os licitantes presentes e a comissão rubricar os documentos e os envelopes das propostas.

Julgamento dos Documentos: Após apresentação aos licitantes e à comissão, dos documentos apresentados por todos os interessados, passa-se ao exame dos documentos para habilitação ou inabilitação, levando-se em consideração seu teor, sua regularidade e as impugnações dos interessados presentes ou representados.

Abertura do Envelope da Proposta: Decorrido o prazo de recurso contra o julgamento dos documentos de habilitação, ou após decisão sobre os recursos recebidos, em ato público serão abertos os envelopes propostas, cujo formalização se processa nos mesmos moldes da abertura dos envelopes documentação.

Julgamento das Propostas: O julgamento das propostas é o ato pelo qual se confrontam as ofertas, classificam-se os proponentes e escolhe-se o vencedor, a que deve ser adjudicado o objeto da licitação. Esse julgamento não é discricionário, é vinculado ao critério que foi fixado pela Administração, levando- se em conta, no interesse do serviço público, os fatores de qualidade, rendimento, preço, prazos, indicados no edital. Não se pode considerar vantagens não previstas no edital. O julgamento da proposta deve ser objetivo.

No julgamento das propostas examina-se, preliminarmente, sua regularidade formal, a fim de verificar-se a conformidade com o pedido no edital. Este exame ensejará a rejeição liminar das propostas que não estiverem de acordo com o pedido pela Administração. Essa rejeição denomina-se desclassificação.

10º PASSO: DIVULGAÇÃO

DO RESULTADO DO JULGAMENTO

O resultado do julgamento dos documentos será publicado (através da afixação em recinto aberto ao público). Após a publicação do resultado, em não havendo desistência formal de recurso por todos os licitantes, o procedimento licitatório ficará suspenso por 02 (dois) dias úteis no aguardo de interposição de recurso.

11º PASSO: HOMOLOGAÇÃOHOMOLOGAÇÃO EE ADJUDICAÇÃOADJUDICAÇÃO

Homologação: é o ato de controle pelo qual a autoridade competente, a quem incumbir a deliberação final sobre o julgamento, confirma a classificação das propostas e adjudica o objeto da licitação ao proponente vencedor.

Adjudicação: é o ato pelo qual se atribui ao vencedor o objeto da licitação, para a subsequente efetivação do contrato administrativo. É o ato constitutivo do direito do licitante a contratar com a Administração, quando esta se dispuser a firmar o ajuste.

Efeitos jurídicos da Adjudicação: Os efeitos jurídicos da Adjudicação são:

A aquisição do direito de contratar com a Administração nos termos em que o adjudicatário venceu a licitação.

A vinculação do adjudicatário a todos os encargos estabelecidos no edital e aos prometidos em sua

proposta.

A sujeição do adjudicatário às penalidades previstas, no edital, e à perda de eventuais garantias

oferecidas, se não assinar o contrato no prazo estabelecido ou não cumprir as condições estabelecidas.

O impedimento da Administração em contratar o objeto licitado com qualquer outro que não seja o

adjudicatário

A liberação dos demais licitantes dos encargos da licitação.

Com a Adjudicação o procedimento licitatório se conclui.

12º12º PASSO:PASSO: ANULAÇÃOANULAÇÃO EE REVOGAÇÃOREVOGAÇÃO DADA LICITAÇÃOLICITAÇÃO

Anulação:Anulação: é a invalidação da licitação ou do julgamento por motivo de ilegalidade.

Revogação: é a invalidação da licitação por interesse público.

A competência de ANULAR ou REVOGAR é, em princípio, da autoridade superior

(presidente da Unidade Executora), mas tratando-se de ilegalidade no julgamento, a comissão que o proferiu poderá anulá-la.

Tanto

para

a

Anulação,

quanto

para

a

Revogação,

a

invalidação

do

procedimento licitatório deverá ser, exaustivamente, justificada.

13º PASSO: CONTRATO DO(S) VENCEDOR(ES) DA LICITAÇÃO

O contrato é realizado nos seguintes casos: entrega futura ou parcelada das aquisições ou

assistência técnica.

O contrato pode ser dispensado nas compras com entrega imediata e integral,

dos bens adquiridos, dos quais não resultem obrigações futuras. Podendo ser substituídos pela autorização de compras, ordem de execução de serviços.

Anexo 9 – Relatório de Execução Físico-Financeiro

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO FÍSICO-FINANCEIRO

ANEXO II

Executor

Convênio nº PRÊMIO NOTA DEZ

 

Período:

 

Etapa

   

Físico (%)

 

Meta

Descrição

Unidade

No período

 

Até o Período

Fase

Programado

Executado

Programado

Executado

Total

     

0,00%

0,00%

0,00%

0,00%

 

Financeiro (R$ 1.000,00)

 

Meta

Etapa

 

Realizado no período

   

Realizado até período

 

Fase

Concedente

Executor

Outros

Total

Conced.

Executor

Outros

Total

Total

 

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

0,00

Executor

Responsável pela execução

 
 

Reservado à Unidade Concedente

 

Parecer Técnico

 

Parecer Financeiro

 

Aprovação do Ordenador de Despesa

 

Assinatura

Anexo 10 – Demonstrativo da Receita e Despesa

 

ANEXO III

 

EXECUÇÃO DA RECEITA E DESPESA

Executor

 

RECEITA

DESPESA

SALDO ANTERIOR

 

DESPESAS CFE. REL.PAGTOS.

REPASSE

CONTRAPARTIDA

SALDO

RENDIMENTOS

Executor

Responsável pela Execução

 

ASSINATURA

ASSINATURA

Anexo 11 – Relação dos pagamentos efetuados

 

RELAÇÃO DE PAGAMENTO

 

ANEXO IV

RECURSOS:

UNIDADE EXECUTORA:

 

1 - CONCEDENTE: SECRETARIA DA EDUCAÇÃO

Convênio / Contrato

2 - EXECUTOR:

 

PRÊMIO NOTA DEZ

3 - OUTROS:

Rec.

Item

Credor

CGF / CPF

Nat. Desp.

CH/ OB

Data

Tit. Crédito/Nº

Data

Valor

 

TOTAL

-

FORTALEZA, XX DE XXXXX DE XXXX

   
 

UNIDADE EXECUTORA

 

RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO

 

Anexo 12 – Relação dos bens adquiridos

ANEXO V RELAÇÃO DE BENS (Adquiridos, Produzidos ou Construídos com recursos do Premio Nota Dez)
ANEXO V
RELAÇÃO DE BENS
(Adquiridos, Produzidos ou Construídos com recursos do Premio Nota Dez)
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ
CONVÊNIO Nº
Prêmio Nota Dez
DOC. Nº
DATA
ESPECIFICAÇÃO
QUANT.
VALOR UNITÁRIO
TOTAL
Notas Fiscais ou
data emissão
espécie do bem
Quantidade do
valor de cada item
valor total
TOTAL GERAL
-
FORTALEZA, XX
DE XXXXX DE XXXX
UNIDADE EXECUTORA
RESPONSÁVEL PELA EXECUÇÃO

Anexo 13 – Termo de doação dos bens

TERMO DE DOAÇÃO

ANEXO VII

Pelo presente instrumento a UNIDADE EXECUTORA XXXXXXXX da ESCOLA DE ENSINO XXXXX faz em conformidade com a legislação aplicável ao Programa ESCOLA NOTA 10 , e demais normas pertinentes à matéria, a doação dos bens, conforme discriminados abaixo, adquiridos ou produzidos com recursos do referido Programa à SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ, para que sejam tombados e incorporados ao seu patrimônio público e destinados à escola acima identificada, à qual cabe responsabilidade pela guarda e conservação dos mesmos.

Nº DE NOTA FISCAL VALOR r$ DESCRIÇÃO DO BEM QUANT. ORDEM Nº DATA UNITÁRIO TOTAL
Nº DE
NOTA FISCAL
VALOR r$
DESCRIÇÃO DO BEM
QUANT.
ORDEM
DATA
UNITÁRIO
TOTAL
TOTAL
,00
FORTALEZA
XX
DE XXXXX DE XXXX
COLOCA O NOME DA(O) PRESIDENTE
PRESIDENTE DO CONSELHO ESCOLAR
ASSINATURA

Anexo 14 – Conciliação Bancária e extrato da aplicação financeira

ANEXO VI

 

CONCILIAÇÃO BANCÁRIA

Empreendimento:

Nº do Convênio: PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ

 

Órgão Responsável:

SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DO CEARÁ

Entidade Executora:

Banco:

Agência:

Nº da Conta:

Saldo em:

   
CHEQUES EMITIDOS NÃO CONSTANTES DO EXTRATO BANCÁRIO Nº DO CHEQUE DATA VALOR R$ OBSERVAÇÃO TOTAL
CHEQUES EMITIDOS NÃO CONSTANTES DO EXTRATO BANCÁRIO
Nº DO CHEQUE
DATA
VALOR R$
OBSERVAÇÃO
TOTAL
-
IMPORTÂNCIAS DEBITADAS NÃO CORRESPONDENTES À DESPESAS DO CONVÊNIO
TOTAL
-
SALDO DISPONÍVEL
-

(Local e data)

Responsável pelo preenchimento (cargo/nome legível/assinatura)

Unidade executora (cargo/nome legível/assinatura)

Anexo 15 – ORIENTAÇÕES DE COMO APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS

COMO APRESENTAR A PRESTAÇÃO DE CONTAS (SERVIÇO/CONSUMO/EQUIPAMENTO)

e

Financeira/NÚCLEO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS;

Cópia da Nota de Empenho (DOCUMENTO DA INTERNET);

Portaria designando a comissão de licitação, quando for convite;

Processo de licitação completo ou dispensa;

Certidão Negativa de Débito do INSS;

Certificado de Regularidade do FGTS;

Certidão Negativa de Débito da Fazenda Estadual (Quando a empresa for

contribuinte do ICMS);

Certidão Negativa de Débito da Fazenda Municipal (Quando a empresa for

contribuinte do ISSQN);

Extrato bancário de conta corrente e aplicação financeira, demonstrando os

créditos e débitos realizados no período de execução do Programa;

Comprovante de recolhimento do saldo de recursos, se houver, à conta

indicada no empenho;

Ordem de Compra/Serviço;

Notas Fiscais e Recibos, com o devido atesto e a identificação do convênio;

ANEXO - Relação de Pagamentos Efetuados;

ANEXO - Demonstrativo da Execução Financeira (Receita e Despesa);

ANEXO - Relação de Bens Adquiridos e produzidos com Tombamento, quando for

o caso;

Declaração de Regularidade do Conselho Escolar;

Ofício

de

Encaminhamento

à

Coordenadoria

Administrativa

PROJETO ESCOLA NOTA DEZ Unidade Escolar Endereço CNPJ DECLARAÇÃO DE REGULARIDADE Declaramos, para fins de

PROJETO ESCOLA NOTA DEZ

Unidade Escolar

Endereço

CNPJ

DECLARAÇÃO DE REGULARIDADE

Declaramos, para fins de prova junto à Coordenadoria Administrativa e

Financeira/COAFI, da Secretaria da Educação do Estado do Ceará – SEDUC que a

/2009 por

conta do PRÊMIO ESCOLA NOTA DEZ , não apresenta nenhuma irregularidade e que os

documentos comprobatórios das despesas são fidedignos e autênticos.

Prestação de Contas dos recursos recebidos referente ao empenho nº

,

de

de 2009.

Representante de Pais (Nome, Assinatura e Identidade)

Representante de Funcionários (Nome, Assinatura e Identidade)

Representante de Professores (Nome, Assinatura e Identidade)

Representante de Alunos (Nome, Assinatura e Identidade)

ORDEM DE COMPRA/SERVIÇO PESQUISA Nº N.E. Nº CONTRATANTE: PROPONENTE VENCEDOR: , conforme a planilha abaixo,

ORDEM DE COMPRA/SERVIÇO

PESQUISA Nº

N.E. Nº

CONTRATANTE:

PROPONENTE VENCEDOR:

, conforme

a planilha abaixo, em razão de o proponente, acima, ter apresentado uma proposta

adequada a de menor preço. O fornecimento/execução, obedecerá às condições

formuladas no contrato/planilha de preço. O prazo de entrega é

Autorizamos o (a)

Item. Especificação. Unid. Quant. Preço Unitário do item (R$). Preço Total do item (R$). Nome
Item.
Especificação.
Unid.
Quant.
Preço Unitário
do item (R$).
Preço Total do
item (R$).
Nome
Cargo
Local e Data
Assinatura