LEI DE FERRO DAS OLIGARQUIAS

Robert Michels, defende teoricamente que a Democracia como estabelecida para representar a vontade e o poder do povo, é de fato uma fantasia, afirma isso baseado no fato de que o poder de governar ou comandar sempre esteve e sempre estará nas mãos de um ou alguns pequenos grupos, quais podem chegar ao poder defendendo uma vontade de uma maioria, mas não seguindo com tal tarefa posteriormente. A Lei de Ferro da Oligarquia, mostra que em toda a organização se estendendo aos partidos políticos, necessitam de uma liderança para acontecer e se manter. Essa liderança é um número mínimo de indivíduos no comando de uma nação. Ficando esta dividida sempre em uma minoria dirigente e uma maioria dirigida. O primeiro fator a considerar, é que qualquer organização não existe sem líderes. É necessário alguém que tome partido e decisões, que tenha iniciativa e organize as pessoas. Ressaltando que essa liderança pode começar com objetivos de defender um bem coletivo, da organização em uma visão geral, porém, em algum momento, esses líderes deixam de defender objetivos alheios e passam a defender seus próprios objetivos, se transformando em uma Elite dominante, ou oligarquia. Assim, passando de organizações para um governo, sempre haverá um grupo com maior poder que outros, defendendo seus objetivos particulares, mesmo que simultaneamente, mantenham funcionando a máquina do governo. Dessa forma, os representados transferem o poder de decisão para seus líderes, e acabam por perder o controle desse poder. O segundo fator, é a permanência dos mesmos atores políticos no cenário. Em observação, Michel apresenta que, há uma continuidade dos mesmos grupos dominantes no poder, que há pouca rotatividade dos mesmos, e que a capacidade de organização desses, assim como outros fatores, os fazem firmar acordos a fim de permanecer no poder.

Marisa para que as coisas se viabilizem há a necessidade que um grupo tome iniciativa, portanto toda organização precisa de um grupo que organize e tome iniciativa, esse

Fazem-se acordos com partidos rivais. sua sustentação se da pelos programas. . mas definir quem fará e tomara decisões apenas. Toda organização tem objetivos de manutenção e para se manter vai ser necessário conservar. pois não é possível governar sozinho. Mas esses partidos não têm uma base sócia econômica definida qualquer um pode se filiar a um partido. por isso que o poder tem uma característica de conservar. No entanto os partidos se profissionalizam para vencer as eleições. Num dado momento desse processo. não para saber o que será feito. Entre os partidos há uma necessidade que exista uma oligarquia dirigente. isso por via eleitoral. estabelecendo um grupo de poder. vai existir uma relação entre funcionários e lideres. e com isso continuarem recebendo salário. porque todo poder é conservador e todo mundo que chega ao poder quer se mantiver nele. E essa burocracia vai transformar uma minoria em dirigentes. esse grupo dirigente passa a ser uma oligarquia com interesses próprios não mais da maioria. A elite entra em acordo ela pode competir por voto.grupo devera pegar a vontade coletiva e torná-las concretas. para tanto quando os partidos chegam ao poder eles formam uma oligarquia dirigente. Num dado momento esse grupo se transforma em uma oligarquia que passa a querer se manter no poder. Para se conservar vai ser necessário fazer opções ou sacrifícios. e fazendo de tudo para se manter no poder. esse grupo dirigente começa a tomar decisões. pois no momento que se profissionalizam vai existir trabalhadores lutando para que os partidos ganhem. Vai ocorrer que os interesses da maioria poderão não ser mais o interesse da minoria.

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