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RESULTADO DO 4 º TRIMESTRE E ANO DE 2009
RESULTADO DO 4 º TRIMESTRE
E ANO DE 2009

DASA ON

(Bovespa: DASA3)

última cotação

(11/03/10)

R$ 15,12

Negociação média diária:

R$ 11,6 MM em 2009

Valor de Mercado:

R$ 3,47 Bilhões US$ 1,96 Bilhão

Free Float: 99,9%

Teleconferências:

Português Data: 12/03/10 Hora: 10h00 (Brasília) Tel.: 11 2188-0188 Senha: DASA

Inglês Data: 12/03/10 Hora: 12h00 (Brasília) Tel: 1 (973) 935 8893 Senha: 59436359

12h00 (Brasília) Tel: 1 (973) 935 8893 Senha: 59436359 Felipe Rodrigues Diretor de Relações com Investidores
12h00 (Brasília) Tel: 1 (973) 935 8893 Senha: 59436359 Felipe Rodrigues Diretor de Relações com Investidores

Felipe Rodrigues

Diretor de Relações com Investidores

ir@dasa.com.br Tel: (011) 4197-5410 Fax: (011) 4197-5516

www.dasa3.com.br

DASA divulga receita bruta de R$ 1.508 milhões com crescimento de Ebitda de 29% DESTAQUES
DASA divulga receita bruta de R$ 1.508 milhões com
crescimento de Ebitda de 29%
DESTAQUES OPERACIONAIS E FINANCEIROS

Em 2009 a DASA consolidou sua posição de líder do mercado de medicina diagnóstica no Brasil. Com a consolidação dos investimentos realizados no últimos anos em expansão orgânica e aquisições atingimos uma receita bruta de R$ 1.508 milhões, representando um crescimento de 21,9% ano contra ano.

No segmento Ambulatorial & Hospitalar encerramos o ano com um crescimento de 21,5% e uma sólida atuação nacional. Os esforços concentrados na otimização da performance das unidades com especial atenção a melhor utilização da capacidade instalada já começou a render frutos esse ano e deverá continuar a ser nosso foco de atenção em 2010.

No negócio de apoio, com o Laboratório Alvaro encerramos o ano com a marca de mais de 3.600 clientes atendidos em todas as regiões do Brasil. Somente no último trimestre de 2009, obtivemos um crescimento expressivo de 35,9% comprovando que nosso investimento nesse setor está gerando resultados.

O setor público expandiu os serviços com seus maiores contratos e atingiu o faturamento de R$ 171,7 milhões no ano de 2009. No ano iniciamos contratos de Imagem para o Estado do Rio de Janeiro com destaque para a inauguração do serviço de tomografia móvel que possibilitará um atendimento eficiente aos municípios que não dispõe desse exame ou que o serviço não atenda a demanda.

No ano de 2009 realizamos 19 incorporações das empresas adquiridas ao longo dos últimos anos. Essa ação trará benefícios administrativos e econômicos, permitindo a racionalização e unificação das atividades atualmente exercidas, resultando na simplificação operacional, redução de custos com otimização da estrutura administrativa hoje existente.

O Ebitda recorrente obteve um crescimento de 29%, atingindo o valor de R$ 318,9 milhões e uma margem de 23% no ano, representando uma expansão de 130 p.p se comparada ao ano anterior.

O ano de 2009 representou o primeiro ano de fluxo de caixa livre desde a abertura de capital da empresa em 2004. Já descontados os montantes gastos em Capex (R$ 93,1 milhões) e Aquisições (R$ 22,7 milhões) geramos R$ 66 milhões, o que possibilitou a redução da nossa dívida líquida para R$ 474,9 milhões.

No primeiro trimestre de 2010 aprovamos o desdobramento de ações na razão de 4 ações para 1. Entendemos que essa medida ajudará a promover a liquidez de negociação das ações.

Chegamos ao final do ano com uma posição de caixa de R$ 278,3 milhões o que se destinará para investimentos que se fazem necessários na melhoria da operação, expansões orgânicas e aquisições.

Barueri, 11 de Março de 2010: A Diagnósticos da América S.A. - DASA (BOVESPA: DASA3) anunciou hoje os resultados referentes ao quarto trimestre e ano de 2009. As informações operacionais e financeiras da Companhia são apresentadas com base em números consolidados e em milhões de Reais, elaboradas com base nas práticas contábeis emanadas da Legislação Societária Brasileira, exceto se indicado de outra forma. As informações apresentadas neste relatório referem-se ao desempenho do quarto trimestre e ano de 2009, comparado ao quarto trimestre e ano de 2008, exceto quando especificado em contrário.

DESEMPENHO FINANCEIRO
DESEMPENHO FINANCEIRO

RECEITA BRUTA

No ano de 2009 a DASA consolidou sua posição de líder no mercado de medicina diagnóstica no Brasil. A companhia obteve crescimento significativo em todos seus segmentos de atuação mesmo em um ano de baixo crescimento do Produto Interno Bruto. Encerramos a ano de 2009 com um volume de R$ 1.508 milhões de Receita Bruta e um crescimento de 21,9% em comparação ao ano anterior. No trimestre, atingimos R$ 374,3 milhões de Receita Bruta representando um crescimento de 16,3% sobre o 4T08.

O destaque de crescimento esse ano, e também do trimestre, em relação ao crescimento ficou por conta da

operação de apoio a laboratórios. Este segmento cresceu 35,9% no último trimestre do ano passado em relação ao 4T08 e em 2009 obteve uma performance de +36,1%, montando a R$ 143,5 milhões. No segmento Ambulatorial & Hospitalar a maturação das unidades abertas nos últimos anos, abertura de 7 novas unidades, a aquisição do Unimagem no início do ano e um foco em melhor utilização dos ativos de imagem, fizeram com que o segmento observasse um crescimento de 21,5% no ano, atingindo R$ 1.192,8 milhões de Receita Bruta no ano. No trimestre o crescimento foi de 13,9% comparado ao 4T08. No segmento público, a receita bruta do CientificaLab atingiu a marca de R$ 171,7 milhões, aumentando 14,3% em relação a 2008. No 4T09 o setor público cresceu 17,4% contra o último trimestre do ano anterior. O resultado do CientificaLab é fruto da adição de novos pontos de coleta no ano e iniciativas inovadoras como a introdução do serviço de tomografia móvel para o Estado do Rio de Janeiro.

O crescimento da receita das mesmas unidades atingiu 12,9% ano contra ano e 11,3% no trimestre. Continuamos

a observar um crescimento nas unidades maduras (> 3 anos) dada a uma continua procura pelos serviços

diagnósticos. O aumento da demanda se dá no curto prazo por um maior acesso por parte da população a serviços de saúde e uma maior preocupação com a prevenção de doenças dada a disseminação de conhecimento na área. No médio prazo, vemos que o envelhecimento natural da população brasileira aliada a uma taxa de natalidade por casal mais baixa vem causando uma mudança na pirâmide etária da população. Como observamos uma utilização de serviços diagnósticos maior por parte da população em idades mais avançadas, certamente seremos impactados por este efeito.

Encerramos o ano de 2009 com 321 unidades. Abrimos 3 Unidades Mega este ano com destaque para a mega unidade de Salvador. Ao longo do ano, intensificamos nosso processo de melhoria de performance das unidades o que gerou o fechamento de 10 unidades. No setor de apoio a laboratórios fechamos 2009 com 3.643 clientes no setor público atingimos ao final do 4T09 745 pontos de coleta.

Receita por Linha de Serviço (R$ milhões) 374,3 16,3% 321,9 43,4 11,6% 17,4% 39,0 10,4%
Receita por Linha de Serviço (R$ milhões)
374,3
16,3%
321,9
43,4
11,6%
17,4%
39,0
10,4%
11,5%
37,0
28,7
8,9%
35,9%
13,9%
78,0%
291,9
79,6%
256,2
4T08
4T09
Setor Público
Apoio a Laboratórios
Ambulatorial & Hospitalar

Analisando os dados de Receita Bruta por pagador podemos observar os maiores ganhadores da participação no ano de 2009. O segmento de Apoio a Laboratórios e o segmento de Hospitais foram os segmentos que tiveram maior crescimento no share total aumentando 1,0% e 1,6% respectivamente. Destacamos também o crescimento da participação do segmento particular para 8,1% do total que reflete a

excelente performance do segmento de baixa renda. As fontes pagadoras que tiveram maior diluição foram a Autogestão que diminuiu sua participação em 2,3% e as Seguradoras que diminuíram 1,3% em relação a 2008.

Entendemos como positiva a mudança de distribuição nas fontes pagadoras já diminuem nossa dependência em segmentos específicos.

Receita Bruta por pagador (2008)

Receita Bruta por pagador (2009)

Seguradoras Autogestão 22,3% 18,1% Outros 0,5% Medicina Hospitais de Grupo 6,8% 14,0% Particulares 7,5% Setor
Seguradoras
Autogestão
22,3%
18,1%
Outros 0,5%
Medicina
Hospitais
de Grupo
6,8%
14,0%
Particulares
7,5%
Setor
Apoio 8,5%
Público
Cooperativa
12,1%
Médica

10,0%

Outros: inclui Pesquisa Clínica, Medicina Ocupacional e OGM.

Autogestão

Seguradoras 15,9% 21,0% Medicina de Grupo Outros 1,3% 13,8% Hospitais 8,4% Setor Público Particulares 11,4%
Seguradoras
15,9%
21,0%
Medicina de
Grupo
Outros 1,3%
13,8%
Hospitais
8,4%
Setor
Público
Particulares
11,4%
8,1%
Apoio 9,5%
Cooperativas

Médicas

10,5%

2/16

Setor Privado

Mercado Ambulatorial & Hospitalar

No ano de 2009 atingimos um faturamento de R$ 1.192,8

milhões no segmento Ambulatorial e Hospitalar, representando um aumento de 21,5% ano contra ano. Este crescimento é fruto dos investimentos feitos nas aberturas de novas unidades nos últimos 18 meses, da aquisição da Unimagem no primeiro trimestre, de um foco em maior utilização da capacidade instalada de equipamentos de imagem e do forte desempenho das lojas existentes. No 4T09 obtivemos um crescimento de 13,9% comparado ao 4T08.

A receita bruta de análise clínicas atingiu R$ 645,8

milhões no ano, com um aumento de 13,6% ano contra 2008. Este aumento reflete a maturação das unidades

inauguradas nos últimos 18 meses e também da maior utilização das unidades existentes, compatível com o nosso crescimento de same-store-sales de 12,9% para o

ano.

Os serviços de imagem apresentaram um crescimento expressivo de 32,4% ano contra ano anterior com um

faturamento total de R$ 547,0 milhões. Este crescimento é fruto de três projetos da DASA: (i) maturação dos investimentos feitos nos últimos anos em novas unidades; (ii) introdução de serviços de imagem, através da implementação de novos serviços nas unidades existentes, novas unidades e aquisições (Unimagem) e (iii) uma resposta a nossa estratégia de aumentar a utilização dos ativos, principalmente dos equipamentos de imagem

localizados nas unidades de atendimentos, através de ações ativas da central de relacionamento que minimizam

o “no-show” dos pacientes. No 4T09 os serviços de imagem cresceram 18,7% em comparação ao último trimestre de 2008.

A participação dos serviços de imagem cresceu de forma significativa no mix aumentando 1,9 p.p., saindo de 44,5% ao final de 2008 contra 46,4% no final do 4T09. É importante ressaltar que essa melhora não se deu somente pela introdução de novos equipamentos em unidades existentes ou novas, mas principalmente pelo esforço de aumentar a utilização da capacidade instalada.

Atingimos mais de 10,6 milhões de requisições no ano de 2009, com um crescimento de 17,6% em relação ao ano anterior. No 4T09 atendemos 2,5 milhões de requisições um crescimento de 10,7% comparados ao 4T08.

Em relação ao valor médio por requisição, este apresentou um aumento de 3,4% em relação ao final do ano de 2008. A variação do valor médio por requisição ao longo dos trimestres é influenciada, para cima, pelo aumento dos serviços de imagem e, para baixo, com o aumento de participação de receita das marcas do segmento Standard (onde a receita por exame é menor) e pelo aumento de atendimento em hospitais (onde por atendimento existe um menor número de exames). Este valor também foi afetado pelos nossos esforços de negociação de preço com as fontes pagadoras que já começaram a mostrar resultado no 4T09 e devem continuar impactando nosso preço médio nos próximos períodos.

Receita por Linha de Serviço (R$ milhões) 13,9% 291,9 256,2 18,7% 46,4% 44,5% 135,3 114,0
Receita por Linha de Serviço (R$ milhões)
13,9%
291,9
256,2
18,7%
46,4%
44,5%
135,3
114,0
10,1%
55,5%
156,6
53,6%
142,2
4T08
4T09
Serviços de Imagem
Análises Clínicas

Valor Médio por Requisição (R$) e Volume de Requisições (milhões)

112,4 110,4 108,7 109,9 104,7 114,5 111,3 111,3 112,9 110,9 10,6 9,0 7,7 6,1 5,2
112,4
110,4
108,7
109,9 104,7
114,5
111,3
111,3 112,9
110,9
10,6
9,0
7,7
6,1
5,2
2,7
2,8
2,5
2,5
2,3
2005
2006
2007
2008
2009
4T08
1T09
2T09
3T09
4T09

Em relação a segmentação de mercado continuamos observando um crescimento mais acentuado das marcas Standard que se justifica pelo maior acesso da população de baixa renda a serviços diagnósticos, pela adição de novas marcas nos últimos 18 meses e principalmente pela expansão de receita do Laboratório Popular. Este projeto de baixa renda esta atualmente sendo praticado em 120 unidades do segmento e visa atingir pacientes que não possuem planos de saúde, por meio da oferta de exames a preços populares. O faturamento desse projeto atingiu R$ 48,6 milhões no ano de 2009, um crescimento significativo de 75,2% comparado ao ano anterior. Em conseqüência, as marcas do segmento Standard cresceram 23,4% ano contra ano atingindo uma participação de 36,3% do mix. No trimestre o crescimento foi de 16,1%.

As marcas do segmento premium e executivos apresentaram um aumento de 20,5 % em comparação a 2008 e de 12,7% no trimestre. Esperamos para 2010 o mesmo tipo de dinâmica, com marcas Standards crescendo mais vigorosa dada a nossa expectativa de uma maior criação de empregos formais e seu acesso aos planos de saúde.

Segmentação das Marcas Receita por Segmento de Marca (R$ milhões) Executive e Standard 1192,8 Premium
Segmentação das Marcas
Receita por Segmento de Marca
(R$ milhões)
Executive e
Standard
1192,8
Premium
981,4
36,3%
433,4
Marcas
existentes
351,2
35,8%
Marcas
63,7%
759,4
64,2%
630,3
adquiridas
Adquirida
Últimos 18 meses
2008
2009
Standard
Premium e Executivo

Mercado de apoio a Laboratórios

O laboratório Alvaro fechou o ano de 2009 com um faturamento bruto de R$ 143,5 milhões e um crescimento expressivo de 36,1% em relação ao ano anterior. Somente no 4T09, o segmento de apoio cresceu 35,9%, atingindo a marca de R$ 39,0 milhões.

Este desempenho reflete o crescimento de 32,6% do número de requisições no ano e 21,7% no trimestre. A receita média por laboratório também cresceu 18,5%. Esse número comprova que não só estamos atraindo um maior número de clientes, mas também estamos conseguindo uma participação maior da carteira de exames dos laboratórios. A expansão da cobertura geográfica também contribui para aumentar o número de laboratórios clientes.

Receita Operacional Bruta – Alvaro (R$ milhões) Evolução do # Laboratórios e Receita Média por
Receita Operacional Bruta – Alvaro
(R$ milhões)
Evolução do # Laboratórios e Receita Média
por Requisição - Alvaro
143,5
10.808
10.716
10.332
9.665
9.040
CAGR = 39,5%
105,4
76,4
60,4
3.537 3.643
3.382
3.180
3.233
35 ,9%
40,5
39,0
27,2
28,7
4T08
1T09
2T09
3T09
4T09
# de laboratórios
Receita média/laboratório (em R$ Mil)
2004
2005
2006
2007
2008
2009
4T08
4T09

4/16

No ano de 2009 o Alvaro adicionou 463 novos clientes, sendo 105 somente no último trimestre. Estamos servindo a um total de 3.643 laboratórios em todo o país, comprovando nosso acerto na estratégia deste mercado.

           

4T08 vs. 4T09

2008 vs. 2009

 

4T07

1T08

2T08

3T08

4T08

1T09

2T09

3T09

4T09

Var.%

Var.%

Receita Total (em R$ Milhões)

20,7

22,2

25,2

29,3

28,7

31,2

34,9

38,2

39,0

35,9%

36,1%

# de laboratórios

2.511

2.650

2.869

3.044

3.180

3.233

3.382

3.537

3.643

14,6%

17,5%

Receita média/laboratório (em R$ Mil)

8,231

8,382

8,768

9.616

9.040

9.665

10.332

10.808

10.716

18,5%

122,4%

# Requisições/laboratório

480

507

519

574

539

589

617

642

572

6,2%

13,2%

Receita média/requisição (em R$)

17,1

16,5

16,9

16,8

16,8

16,4

16,8

16,8

18,7

11,6%

2,6%

Apesar de a Região Sul continuar a representar a maior parcela de receita de clientes (35,8%), sua participação em relação ao total caiu 1,9 p.p. em relação ao ano de 2008. As regiões que mais avançaram no ano foram o Sudeste e o Nordeste que combinados adicionaram 268 clientes.

4T08
4T08

NORDESTE Nº Labs: 729

NORTE Nº Labs: 200 SUL
NORTE
Nº Labs: 200
SUL

CENTRO-OESTE

Nº Labs: 376

SUDESTE Nº Labs: 674

Nº Labs: 1.201

4T09
4T09

NORDESTE Nº Labs: 859

NORTE Nº Labs: 248
NORTE
Nº Labs: 248

CENTRO-OESTE Nº Labs: 418

SUL Nº Labs: 1.306

SUDESTE Labs: 812

Setor Público

Receita Científica (R$ milhões) 17,4% 43,4 37,0 4T08 4T09
Receita Científica (R$ milhões)
17,4%
43,4
37,0
4T08
4T09

Atingimos a marca de R$ 171,7 milhões de faturamento em 2009 no Cientifica, marca que atua exclusivamente para o setor público. Este número representou um crescimento de 14,3% em comparação ao ano anterior. Somente no 4T09, crescemos 17,4% comparado ao 4T08. Este segmento representava no final de 2009 11,4% do total da DASA.

Ao longo de 2009, o laboratório Científica tem feito estudos para renovações de contratos, tendo base em rentabilidade, situação econômica e aspectos estratégicos.

Por tal motivo, não foi feita a renovação de alguns contratos, dando prioridade a contratos de grande porte, que apresentam maior escala de exames. Fechamos 2009 e atendemos 745 pontos de coleta (80 unidades Hospitalares e 665 de Rede Ambulatorial). Apesar deste número se apresentar praticamente estável em

relação ao final de 2008, como focamos em contratos com maior escala e rentabilidade, aumentamos o número de requisições em 19,3% ano contra ano.

No mês de agosto de 2009, o laboratório Científica deu início ao projeto Tomografia Móvel no Estado do RJ. O serviço tem como objetivo atender os moradores de municípios nos quais a rede pública não realiza este tipo de exame ou o serviço não consegue suprir a demanda. São previstos cerca de 750 exames realizados por mês. A equipe que acompanha o Tomógrafo Móvel é composta por um médico radiologista, um especialista líder, um técnico de radiologia, um técnico de enfermagem, duas recepcionistas um auxiliar de limpeza. Para operacionalizar o atendimento, uma recepção será montada em cada cidade com capacidade para a espera de vinte pessoas. Este projeto, primeiro da América Latina, deverá trazer uma grande visibilidade a DASA, além de solidificar a parceria com o Estado.

5/16

         

4T09 vs. 4T08

2008 vs. 2009

 

1T08

2T08

3T08

4T08

1T09

2T09

3T09

4T09

Var.%

Var.%

Receita Total (em R$ Milhões)

35,0

37,5

40,8

37,0

38,8

42,0

47,4

43,4

17,4%

14,2%

# de Clientes

47

50

46

45

43

48

43

37

-17,8%

-9,0%

# de Unidades atendidas - Hospitalar

50

61

65

74

79

86

88

80

8,1%

33,2%

# de Unidades atendidas - Rede Ambulatorial

667

713

706

673

628

682

708

665

-1,2%

-2,8%

# de requisições (em Mil)

1.197

1.394

1.346

1.189

1.270

1.283

1.390

1.419

19,3%

4,6%

Impostos sobre Serviços Prestados

No ano de 2009 foram contabilizados R$ 90,4 milhões em impostos recolhidos sobre os serviços prestados, o que representa 6,0% da receita operacional bruta, em linha com os impostos contabilizados em 2008 de 5,9% (R$ 73,3 milhões).

Descontos e Deduções

Os descontos atingiram R$ 29,2 milhões no ano, representando 1,9% da receita bruta, abaixo dos 2,2% verificados em 2008. Esta diferença reflete o menor nível de glosa no período a qual foi compensada pela adição de provisão para devedores duvidosos (PDD).

Receita Operacional Líquida

A receita operacional líquida atingiu R$ 1.388,3 milhões, representando um crescimento de 22,0% em relação aos R$ 1.137,5 milhões em 2008, em linha com o crescimento da Receita Bruta de 21,9%.

Custo dos Serviços Prestados

O custo dos serviços prestados inclui gastos relativos à operação das unidades de atendimento, custos de produção de exames de análises clínicas e de diagnósticos por imagem.

Os custos das unidades de atendimento dividem-se entre fixos – pessoal, serviços gerais e serviços públicos, aluguéis e manutenção predial; e variáveis - materiais utilizados na coleta e produção de exames de análises clínicas e de diagnósticos por imagem, que oscilam de acordo com o volume de requisições processadas. Os custos do processamento de exames de análises clínicas incluem reagentes, pessoal e gastos operacionais dos laboratórios centrais. Os custos de processamento de exames de diagnósticos por imagem consistem em gastos de manutenção dos equipamentos, gastos com as centrais de laudos de exames e com as clínicas médicas especializadas, contratadas para emissão dos laudos destes exames.

As variações nas linhas de pessoal, materiais, serviços e utilidades e gastos gerais são conseqüência da evolução de cada segmento e da diferença existente entre suas estruturas de custos. A principal diferença encontra-se na forma de atendimento, onde o segmento B2C possui unidades de coleta e todos os custos relacionados a esta operação, fazendo com que seus principais custos sejam de pessoal, serviços e utilidades. Já no segmento B2B, parcialmente, por não possuir unidades de coleta e somente o processamento dos exames, seu principal custo é material.

Em 2009 os custos de serviços prestados totalizaram R$ 863,4 milhões, equivalente a 62,2% da receita liquida. Este percentual representa uma diluição de 0,8 p.p. se comparado aos custos de 2008. Este resultado demonstra nossa capacidade de ganhar escala nos segmentos de atuação.

Custos dos Serviços Prestados – 2009 versus 2008

 

Em milhões de R$

% da Receita Líquida

2009 x 2008

           

Diluição

2009

2008

2009

2008

%%%%

(p.p)

Custos com Pessoal Custos de Material Serviços e Utilidades Gastos Gerais

287,3

240,7

20,7%

21,2%

19,4%

-0,5

260,7

217,5

18,8%

19,1%

19,9%

-0,3

308,0

250,4

22,2%

22,0%

23,0%

0,2

7,4

8,0

0,5%

0,7%

-6,9%

-0,2

Custo dos Serviços Prestados

863,4

716,5

62,2%

63,0%

20,5%

-0,8

Fonte: DASA

6/16

Evolução dos Custos Caixa – 2009 versus 2008

Evolução dos Custos Caixa – 4T08 versus 4T09

63,0% - 0,5% - 0,3% 0,2% 62,2% -0,2%
63,0%
- 0,5%
- 0,3%
0,2%
62,2%
-0,2%

65,9%

-1,7%

- 0,5% - 0,3% 0,2% 62,2% -0,2% 65,9% - 1 , 7 % - 1,9% 0

- 1,9%

0,5% - 0,3% 0,2% 62,2% -0,2% 65,9% - 1 , 7 % - 1,9% 0 ,

0,4%

62,9%

0,3%

Custos

Pessoal

Materiais

Serviços e

Gastos

Custos

Custos

Pessoal

Materiais

Serviços e

Gastos

Custos

Caixa 2008

Utilidades

Gerais

Caixa 2009

Caixa 4T08

Utilidades

Gerais

Caixa 4T09

Fonte: DASA

Abaixo, apresentamos as variações das principais linhas de custos dos serviços prestados como parcela da receita líquida em relação ao mesmo período do ano anterior:

1) Os custos de pessoal apresentaram uma diluição de 0,5 p.p. no ano, fruto dos nossos esforços na consolidação da produção de análise clínica e também do avanço da curva de maturação das unidades abertas nos últimos 24 meses.

O nosso

crescente volume de exames (+116 milhões de exames por ano) nos possibilita renegociações com fornecedores. O processo de consolidação da análise clínica em andamento nos possibilita uma utilização mais racional dos kits de

reagentes.

3) A linha de serviços e utilidades aumentou 0,2 p.p. em comparação ao ano anterior. Nesta registram-se os custos de ocupação das unidades de atendimento, dos serviços médicos de elaboração dos laudos de exames de imagem e de custos iniciais de migração de produção. O avanço de serviços de imagem no mix impacta negativamente os custos de serviços e utilidades.

2) Os custos de material também apresentaram uma diluição em relação ao ano anterior de 0,3 p.p

4) A linha de gastos gerais diminuiu em 0,2 p.p. a sua participação com relação à receita líquida, se comparado a 2008. Nesta linha são contabilizados gastos com taxas diversas, seguros e gastos com representações.

Custos dos Serviços Prestados – 4T08 versus 4T09

 

Em milhões de R$

% da Receita Líquida

4T09 vs 4T08

           

Diluição

4T09

4T08

4T09

4T08

%%%%

(p.p)

Custos com Pessoal Custos de Material Serviços e Utilidades Gastos Gerais

71,3

66,7

20,8%

22,5%

7,0%

-1,7

63,3

60,4

18,4%

20,4%

4,8%

-1,9

80,0

67,8

23,3%

22,8%

18,0%

0,4

1,6

0,5

0,5%

0,2%

220,0%

0,3

Custo dos Serviços Prestados

216,2

195,3

62,9%

65,9%

10,7%

-2,9

Fonte: DASA

No 4T09 conseguimos um excelente resultado comparado ao mesmo trimestre do ano anterior. Este resultado se deu por conta de uma adequação maior aos custos dado o cenário de maior sazonalidade comum nessa época do ano para o nosso tipo de negócio. Conseguimos uma forte diluição na linha de pessoal de 1,7 p.p. ao adequarmos nosso atendimento para um volume menor. Na linha de materiais, a diluição de 1,9 p.p. ano contra ano já reflete em parte nossos esforços na consolidação da produção de análise clínica, mas também de um cenário de câmbio mais favorável que impacta na compra de reagentes.

Lucro Bruto Caixa

No ano de 2009, o lucro bruto caixa foi de R$ 524,9 milhões, um crescimento de 24,7% em relação ao ano anterior, sendo que a margem bruta do período atingiu 37,8%, com crescimento de 26,9% em relação a 2008.

7/16

Despesas operacionais “Caixa”

As despesas operacionais somaram R$ 206,0 milhões no ano de 2009, comparada ao percentual sobre a Receita Líquida de 2008 houve uma queda de 0,5p.p. nas despesas operacionais.

Abertura das Despesas Operacionais “Caixa” – 2009 versus 2008

 

Em milhões de R$

% da Receita Líquida

2009 vs 2008

 

2009

2008

2009

2008

 

%

Diluição

(p.p)

Administrativas e Gerais

(191,7)

(173,1)

13,8%

15,2%

10,7%

-1,4

Provisão de Devedores Duvidosos

(10,8)

-

0,8%

0,0%

0,8

PPLR

(7,1)

(6,2)

0,5%

0,5%

15,0%

0,0

Outras receitas/despesas Operacionais

3,6

5,3

-0,3%

-0,5%

-31,5%

0,2

Despesas Operacionais Caixa

(206,0)

(174,0)

14,8%

15,3%

18,4%

-0,5

Fonte: DASA

Abaixo, estão descritas as principais variações nas linhas de despesas operacionais caixa como parcela da receita líquida em relação ao ano anterior:

1) As despesas administrativas e gerais (G&A) atingiram R$ 191,7 milhões para o ano de 2009, representando uma diluição de 1,4 p.p

2) Adicionamos no ano em valores recorrentes R$ 10,8 milhões de provisão de devedores duvidosos (PDD) seguindo nossa nova política criada no segundo trimestre de 2009, adicionamos nesse trimestre R$ 5,1 milhões em provisões nessa linha.

3) Na linha de PPLR foram contabilizados no ano R$ 7,1 milhões a título de provisão para distribuição de resultado entre os funcionários da empresa em linha com os 0,5 p.p. da Receita Líquida observados no ano anterior.

4) No ano foram contabilizados R$ 3,6 milhões na linha de outras receitas operacionais, relacionadas à

recuperação de despesas diversas e incorporações.

processo de

a reversão de

provisões de aquisições decorrente do

Abertura das Despesas Operacionais “Caixa” – 4T09 versus 4T08

 

Em milhões de R$

% da Receita Líquida

4T09 vs 4T08

 

4T09

4T08

4T09

4T08

 

%

Diluição

(p.p)

Administrativas e Gerais

(45,0)

(49,0)

13,1%

16,5%

-8,0%

-3,4

Provisão de Devedores Duvidosos PPLR Outras receitas/despesas Operacionais

(5,1)

-

1,5%

0,0%

1,5

(0,0)

-

0,0%

0,0%

0,0

0,2

1,7

-0,1%

-0,6%

-88,5%

0,5

Despesas Operacionais Caixa

(50,0)

(47,3)

14,6%

15,9%

5,8%

-1,4

Fonte: DASA

No 4T09 foi observada uma diluição de 1,4 p.p. nas despesas operacionais caixa comparada ao 4T08. Este resultado decorre principalmente de uma redução nominal nas despesas de suporte da operação como pode ser observada na linha de despesas Administrativas e Gerais. Mesmo com uma constituição de PDD de R$ 5,1 milhões conseguimos obter uma diluição relevante.

Ajuste de Provisão para Devedores Duvidosos (PDD)

A Dasa encerrou o trimestre do 4T09 com uma necessidade de PDD adicional de R$ 5,1 milhões de acordo com a política definida no segundo trimestre. A Dasa está revendo seus processos de administração de recebíveis e risco com o objetivo de uma redução gradativa de suas necessidades de provisão.

8/16

 

Períodos

Aging 4T09

Política de

PDD Ajustado*

(Dias)

(R$ MM)

PDD (%)

(R$ MM)

91 a 120

10,8

25%

2,2

121

a 180

14,1

50%

4,3

181

a 360

24,4

75%

14,5

> 360

45,1

100%

40,4

TOTAL

94,4

 

61,4

EBITDA

* Ajustado por grandes clientes

Em 2009, o EBITDA recorrente atingiu R$ 298,1 milhões, ante R$ 247,1 milhões em 2008, representando um crescimento de 20,6%, e uma margem de 21,5%.

O EBITDA não-recorrente, o qual exclui as despesas não-recorrentes, somou R$ 318,9 milhões neste ano,

representando um crescimento de 29,1% e uma margem de 23,0% em relação ao ano anterior.

EBITDA (R$ milhões)

318,9 CAGR =31,9% 247,1 164,8 131,0 43,1 % 115,5 80,0 77,3 54,0 2004 2005 2006
318,9
CAGR =31,9%
247,1
164,8
131,0
43,1 %
115,5
80,0
77,3
54,0
2004
2005
2006
2007
2008
2009
4T08
4T09
2004
2005
2006
2007
2008
2009
4T08
4T09
Margem EBITDA
17,9%
21,9%
19,5%
19,2%
21,7%
23,0%
18,2%
22,5%

Fonte: DASA

Despesas Não- Recorrentes

No 4T09 foram realizadas despesas não-recorrentes referentes ao processo de reestruturação no valor de R$ 20,8

milhões. Neste processo estão inclusos gastos incorridos no valor de R$ 8,7 milhões que estão relacionados ao fechamento de unidades no trimestre e ao desligamento de cerca de 600 funcionários no trimestre. Também foram inclusas nos gastos de reestruturação gastos provisionados no valor de R$ 12,1 milhões referente ao processo de otimização do portfólio de unidades, indenizações trabalhistas e rescisão de contrato com fornecedores.

Depreciação e Amortização

Os custos e despesas com depreciação e amortização totalizaram R$ 104,8 milhões, ou 7,5% da receita líquida no

ano, contra R$ 166,2 milhões (14,6% da receita líquida) em 2008. Este menor nível de depreciação e amortização em relação à receita líquida, refere-se à exclusão da amortização do ágio a partir do 1T09. Ressaltamos que já estamos nos beneficiando do efeito do crédito fiscal nas amortizações de ágio das empresas incorporadas.

Despesas Financeiras Líquidas

No ano de 2009 foram contabilizados R$ 41,3 milhões de despesas financeiras líquidas frente a R$ 85,4 milhões de

2008, representando uma redução de 51,7% ano contra ano.

9/16

R$ Milhões

4T09

2009

Despesas Financeiras Líquidas

17,8

41,3

Variação Cambial Leasing / Financiamentos

(4,9)

(73,0)

Notas Internacionais

9,5

57,2

Receita/ Despesa Financeira

6,2

11,8

Hedge Result (swap)¹

3,3

34,2

Debentures

2,9

15,6

Outros 2

10,2

41,5

1 – Inclui marcação a mercado dos derivativos

2 - Juros do leasing de equipamentos em moeda nacional, capital de giro e conta garantida e contingências de ICMS.

Variação cambial dos Leasings e Financiamentos: refere-se à atualização do saldo das dívidas em dólar que, durante o ano, não possuíam hedge. Estas despesas não representam uma saída de caixa no primeiro momento, uma vez que 79,8% das dívidas que resultaram desta variação são dívidas de longo prazo. No 4T09, a posição exposta à variação cambial era de US$ 110,0 milhões, dos quais US$ 34,0 milhões referem-se a leasing de equipamentos.

Notas Internacionais: em maio de 2008, a DASA fez uma emissão de Notas Internacionais de 10 anos no valor de US$ 250 milhões. A Emissão visou captar recursos que serão utilizados para financiar a expansão das atividades da DASA.

Hedge (Swap): refere-se às receitas e despesas provenientes dos instrumentos financeiros, inclusive a marcação a mercado destes instrumentos. Como a Companhia possui receitas denominadas em reais, estes instrumentos visam

a proteção contra variação cambial, principalmente, dos juros dos primeiros 5 anos da operação das Notas

Internacionais. Além disso, a DASA não possui qualquer derivativo ou outros ativos ou passivos de risco em caráter especulativo.

Imposto de Renda e Contribuição Social

O total de imposto de renda e contribuição social apresentou no ano um débito de R$ 21,4 milhões.

Lucro Líquido Ajustado

Em 2009, o lucro líquido foi de R$ 129,5 milhões ante um prejuízo reportado em 2008 de R$ 13,0 milhões.

10/16

ENDIVIDAMENTO
ENDIVIDAMENTO

A dívida líquida da DASA somou R$ 474,9 milhões no final de 2009. Do endividamento bruto total da DASA, 79,8% estão alocados no longo prazo e cerca de 61,7% são relativos a dívidas tomadas em moeda estrangeira. A maior parte da dívida em moeda estrangeira se refere as nossas Notas Internacionais, mas também englobam financiamentos de equipamentos. As dívidas em moeda nacional são, em grande parte, relativas à operação de debêntures.

Demonstrativo do Endividamento Líquido

R$ Milhões

4T09

%

4T08

%

Curto Prazo

(164,7)

20,2%

(204,0)

18,4%

Moeda Nacional Moeda Estrangeira

145,9

169,0

18,8

35,0

Longo Prazo

(651,4)

79,8%

(903,7)

81,6%

Moeda Nacional Moeda Estrangeira

166,9

266,5

484,5

637,2

Total CP + LP

(816,1) 100,0%

(1.107,7)

100,0%

Disponibilidades

278,3

502,7

Moeda Nacional

20,3

39,4

Moeda Estrangeira

258,0

463,3

(+) Depósitos Vinculados

62,8

63,2

Caixa / Dívida Líquida (o)

(474,9)

(541,7)

Obs.: Moeda Nacional (Curto e Longo Prazo) – inclui depósitos vinculados (escrow) no valor total de R$ 62,8 milhões.

Fonte: DASA

INVESTIMENTOS
INVESTIMENTOS

Os investimentos em CAPEX no ano de 2009 somaram R$ 93,1 milhões. Os investimentos de 2009 foram direcionados, na sua maioria, para: (i) na reforma e ampliação de unidade de atendimento existentes, (ii) compra de equipamentos de imagem e (iii) implantação e desenvolvimento dos sistemas de produção e atendimento operação.

CAPEX (R$ milhões) Abertura CAPEX 2009 215,0 Outros 11,3% 149,0 129,9 Obras 93,1 36,3% 71,0
CAPEX (R$ milhões)
Abertura CAPEX 2009
215,0
Outros
11,3%
149,0
129,9
Obras
93,1
36,3%
71,0
65,0
Equipamentos
40,0
Médicos
31,7
29,9
27,1%
2003
2004
2005
2006
2007
2008
2009
4T08
4T09
Tecnologia da
Informação
25,2%

Fonte: DASA

11/16

MERCADO DE CAPITAIS
MERCADO DE CAPITAIS

As ações da DASA encerraram o ano cotadas a R$ 56,99, acumulando alta de 151,1%% neste ano, comparada a 82,7% de alta no Ibovespa. Entre janeiro e dezembro de 2009, as ações da DASA foram negociadas em 100% dos pregões realizados na Bovespa, envolvendo um volume financeiro de R$ 2,9 bilhões (média diária de R$ 11,6 milhões).

Performance em Bolsa (DASA ON versus IBOVESPA) Novembro de 2004 = 100

350,0

300,0

250,0

200,0

150,0

100,0

50,0

-

nov-04 jan-05 mar-05 mai-05 jul-05 set-05 nov-05 jan-06 mar-06 mai-06 jul-06 set-06 nov-06 jan-07 mar-07
nov-04
jan-05
mar-05
mai-05
jul-05
set-05
nov-05
jan-06
mar-06
mai-06
jul-06
set-06
nov-06
jan-07
mar-07
mai-07
jul-07
set-07
nov-07
jan-08
mar-08
mai-08
jul-08
set-08
nov-08
jan-09
mar-09
mai-09
jul-09
set-09
nov-09
 
  VOLUME EM R$ DASA 3 IBOVESPA

VOLUME EM R$

DASA 3

IBOVESPA

Fonte: Agência Estado

Informações Bovespa

 
   

Destaques Bovespa - DASA ON

 

Fechamento (30/12/2009)

 

56,99

Máxima em 2009 (R$ por Ação)

 

59,00

Mínima em 2009 (R$ por Ação)

 

22,05

Var.% em 2009

151,1%

Capitalização de Mercado (R$ milhões)

 

3.271.393

Capitalização de Mercado (US$ milhões)

 

1.878.815

Free Float

93,87%

Total de Ações (mil)

 

57.402.935

Fonte: DASA e Bovespa

12/16

EVENTOS RELEVANTES DO ANO
EVENTOS RELEVANTES DO ANO

Mudança do Conselho de Administração

Em 1º de Setembro de 2009 foi realizada na sede social da Diagnósticos da América S.A., a Assembléia Geral Extraordinária com a presença de 38,6% do capital social da Companhia. Entre outros assuntos foi definida, por unanimidade, a nova formação do Conselho de Administração da empresa. Foram eleitos 6 (seis) membros no Conselho de Administração, com mandato até a Assembléia Geral Ordinária que examinar o balanço de encerramento do exercício de 2010.

Foram confirmados os seguintes membros na composição do Conselho de Administração da Companhia: 1) Sr. Luis Terepins (Presidente); 2) José Lucas Ferreira de Mello (Vice-Presidente); 3) Sr. Marcelo Marques Moreira Filho; 4) Sr. Luis Guilherme Ronchel Soares; 5) Sr. Giovanni Guido Cerri; e 6) Sr. Alvaro Largura.

Incorporações

No ano de 2009 a DASA incorporou as seguintes sociedades controladas: Laboratório Imuno Ltda;Clínica Médica Vita Ltda; Laboratório Louis Pasteur Patologia Clínica Ltda; Maxidiagnósticos Participações Ltda; Cedimax Diagnósticos Médicos Ltda; Clínica Radiológica Clira Ltda; Digirad Diagnósticos Médicos Ltda; e Clínica Radiológica Brafer Ltda., que juntas, formam as marcas: MedLabor, Vita, LabPasteur e MaxImagem. Também foram incorporadas as empresas Exame Laboratório de Patologia Clínica Ltda, Laboratório Alvaro Ltda., Laboratório Frischmann Aisengart Ltda., Laboratório Atalaia Ltda., Image Memorial Ltda., Med Imagem Ultra-Sonografia e Radiologia Ltda., CEDIC – Centro de Diagnósticos por Imagem de Cuiabá Ltda., Centro Médico de Diagnóstico Laboratorial Ltda. e Unidade Cearense de Imagem Ltda.

Estas incorporações trarão benefícios administrativos e econômicos, permitindo a racionalização e unificação das atividades atualmente exercidas, resultando na simplificação operacional, redução de custos e ganhos administrativos, com otimização da estrutura administrativa hoje existente, atendendo aos interesses da DASA e das incorporadas, bem como de seus sócios. A união de esforços e patrimônios permitirá um melhor aproveitamento dos recursos das incorporadas envolvidas na operação e uma perspectiva de expansão dos negócios sociais.

DASA renova participação no Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bovespa (ISE)

Pelo quinto ano consecutivo a DASA entrou no Índice de Sustentabilidade Empresarial 2009/2010 reforçando nosso comprometimento com responsabilidade social aliada a sustentabilidade no longo prazo. A DASA está presente no índice desde o seu lançamento, em novembro de 2005.

Aquisição: Unimagem

Em 20 de Janeiro de 2009, a Diagnósticos da América S.A. (“DASA”) concretizou a aquisição da sociedade Unidade Cearense de Imagem Ltda. (“Unimagem”), uma das maiores prestadoras de serviços de diagnósticos por imagem da cidade de Fortaleza. Com mais esta aquisição, a DASA fortalece sua posição no estado do Ceará, onde já oferece os serviços de análises clínicas por meio da marca LabPasteur, complementando sua participação com serviços de diagnósticos por imagem.

Desdobramento de Ações

Em AGE realizada em 1º de fevereiro de 2010, foi aprovada, por unanimidade dos presentes, nos termos do Artigo 12, inciso IV do Estatuto Social da Companhia, a proposta da administração de desdobramento de ações ordinárias de emissão da Companhia, passando cada 1 (uma) ação ordinária a ser representada por 4 (quatro) ações ordinárias, recebendo os acionistas 3 (três) novas ações ordinárias para cada 1 (uma) ação ordinária detida pelos acionistas nesta data, sendo certo que as ações advindas do desdobramento participarão em igualdades de condições de todos os benefícios, inclusive dos dividendos e de quaisquer remunerações de capital que vierem a ser distribuídas pela Companhia a partir de 28 de dezembro de 2009, inclusive.

Entendemos que o desdobramento de ações irá contribuir para o aumento de liquidez na negociação dos ações da DASA uma vez que o custo unitário do lote é menor possibilitando assim um acesso a um maior número de investidores.

13/16

Destaques Financeiros
Destaques Financeiros
 

Em milhões de R$

   

Margem %

 
   

4T09

4T09

Margem %

4T09

4T08

Receita Bruta

374,3

321,9

16,3%

109,0%

108,6%

Receita Líquida

343,6

296,5

15,9%

100,0%

100,0%

Custo Serviços Prestados

(239,4)

(208,5)

14,8%

-69,7%

-70,3%

Lucro Bruto

104,1

88,0

18,3%

30,3%

29,7%

EBITDA

56,5

54,0

4,8%

16,5%

18,2%

EBITDA Ajustado Lucro (Prejuízo) Líquido

77,3

54,0

43,3%

22,5%

18,2%

9,9

(4,2)

-333,4%

2,9%

-1,4%

Ajustes IR Diferido

-

-

Lucro (Prejuízo) Líquido Ajustado

9,9

(4,2)

-333,4%

2,9%

-1,4%

Patrimônio Líquido

539,2

478,9

12,6%

156,9%

161,5%

Caixa (Dívida) Líquida

(474,9)

(541,7)

-12,3%

 

Fonte: DASA

 

Em milhões de R$

   

Margem %

 
 

2009

 

2008

 

Margem %

2009

 

2008

Receita Bruta

1.508,0

1.237,0

21,9%

438,9%

417,1%

Receita Líquida

1.388,3

1.137,5

22,0%

404,1%

383,6%

 

Custo Serviços Prestados

(943,4)

(787,0)

19,9%

-274,6%

-265,4%

Lucro Bruto

444,9

350,5

26,9%

129,5%

118,2%

 

EBITDA

298,1

247,1

20,6%

86,8%

83,3%

EBITDA Ajustado

318,9

247,1

29,1%

92,8%

83,3%

 

Margem EBITDA Ajustada (%)

23,0%

21,7%

Lucro (Prejuízo) Líquido

129,5

(13,0)

-1097,6%

37,7%

-4,4%

 

Ajustes IR Diferido

23,2

-

Lucro (Prejuízo) Líquido Ajustado

152,7

(13,0)

-1276,4%

44,4%

-4,4%

 

Patrimônio Líquido

539,2

16,2

3232,6%

156,9%

5,5%

Caixa (Dívida) Líquida

(474,9)

(541,7)

-12,3%

 

Fonte: DASA

 

14/16

DEMONSTRATIVO DO EBITDA E LUCRO LÍQUIDO
DEMONSTRATIVO DO EBITDA E LUCRO LÍQUIDO
 

4T09

Em milhões de R$

Total

4T08 Total
4T08
Total

Receita Bruta (-) Deduções Receita Líquida (-) COGS Caixa Lucro Bruto Caixa (-) Despesas Caixa EBITDA Ajustado (-) Não Recorrente EBITDA (-) Depreciação e Amortização (Ágio) (-) Resultado Financeiro/Não Operacional (-) IR/CSLL (-) Participação Minoritária

374,3

321,9

(30,8)

(25,4)

343,6

296,5

(216,2)

(195,3)

127,3

101,2

(50,0)

(47,3)

77,3

54,0

(20,8)

-

56,5

54,0

(31,6)

(38,4)

(17,8)

(20,6)

2,9

0,8

(0,2)

(0,0)

Lucro Líquido (Prejuízo)

9,9

(4,2)

IR Diferido

23,2

-

Lucro Líquido (Prejuízo) Ajustado

33,1

(4,2)

 

4T09

% da Receita Líquida

Total

4T08 Total
4T08
Total

Receita Bruta (-) Deduções Receita Líquida (-) COGS Caixa Lucro Bruto Caixa (-) Despesas Caixa EBITDA Ajustado (-) Não Recorrente EBITDA (-) Depreciação e Amortização (Ágio) (-) Resultado Financeiro/Não Operacional (-) IR/CSLL (-) Participação Minoritária

109,0%

108,6%

-9,0%

-8,6%

100,0%

100,0%

-62,9%

-65,9%

37,1%

34,1%

-14,6%

-15,9%

22,5%

18,2%

-6,1%

0,0%

16,5%

18,2%

-9,2%

-13,0%

-5,2%

-6,9%

0,8%

0,3%

0,0%

0,0%

Lucro Líquido (Prejuízo)

2,9%

-1,4%

15/16

Demonstração de Resultado do Período

Em milhões de R$

4T09

4T08

%

2009

2008

%

Receita operacional bruta Deduções Impostos sobre serviços prestados Descontos Receita operacional líquida Custo dos serviços prestados Lucro bruto Despesas operacionais Administrativas e gerais Financeiras líquidas Amortização de ágio Outras receitas operacionais Resultado Operacional Resultado não operacional Resultado antes do IR e CSSL Imposto de renda e contribuição social Participações Minoritárias

374,3

321,9

16,3%

1.508,0

1.237,0

21,9%

(30,8)

(25,4)

21,3%

(119,7)

(99,5)

20,3%

(22,4)

(19,1)

17,8%

(90,4)

(73,3)

23,4%

(8,3)

(6,3)

31,7%

(29,2)

(26,2)

11,4%

343,6

296,5

15,9%

1.388,3

1.137,5

22,0%

(239,4)

(208,5)

14,8%

(943,4)

(787,0)

19,9%

104,1

88,0

18,3%

444,9

350,5

26,9%

(96,9)

(93,1)

4,2%

(292,8)

(355,0)

-17,5%

(77,8)

(56,2)

38,4%

(255,6)

(201,8)

26,7%

(17,8)

(20,6)

-13,6%

(41,3)

(85,4)

-51,7%

(1,6)

(19,2)

-91,9%

0,4

(73,2)

-100,5%

0,2

2,9

-93,3%

3,6

5,3

-31,5%

7,2

(5,0)

-242,6%

152,1

(4,5)

-3452,1%

-

-

NA

-

-

NA

7,2

(5,0)

-242,6%

152,1

(4,5)

-3452,1%

2,9

0,8

252,2%

(21,4)

(7,5)

NA

(0,2)

(0,0)

364,4%

(1,2)

(0,9)

27,8%

Resultado líquido do período

9,9

(4,2)

-333,4%

129,5

(13,0)

-1097,6%

Ajustes IR diferido

-

-

23,2

-

Resultado líquido do período Ajustado

9,9

(4,2)

-333,4%

152,7

(13,0)

-1276,4%

Balanço Patrimonial Consolidado (R$ milhões)

ATIVO

4T09

4T08

PASSIVO

4T09

4T08

CIRCULANTE

712,6

911,5

CIRCULANTE

358,3

357,6

Disponibilidades Aplicações Financeiras Contas a Receber de Clientes Estoques Impostos a Recuperar Impostos Diferidos Adiantamento a Fornecedores Despesas Antecipadas Instrumentos Financeiros Outras Contas a Receber

17,6

45,6

Fornecedores Empréstimos Bancários e Financiamentos Impostos e Contribuições a Recolher Impostos diferidos Salários, Encargos Sociais e Férias a Pagar Impostos a Pagar Impostos Parcelados Contas a Pagar por Aquisições de Controladas Debêntures Dividendos Propostos Adiantamento de Clientes Outras Contas a Pagar

50,2

58,9

269,2

476,4

82,5

117,5

268,8

263,7

0,3

1,3

46,8

38,9

3,1

0,9

42,7

48,5

47,1

47,1

46,3

-

14,4

18,7

3,1

20,4

11,2

6,1

1,4

5,0

14,0

8,2

4,5

-

69,5

74,5

12,2

12,9

0,0

 

0,1

66,0

24,3

REALIZÁVEL A LONGO PRAZO

159,3

174,8

EXIGÍVEL A LONGO PRAZO

721,2

1.038,0

Aplicações Financeiras Impostos a Recuperar Impostos Diferidos Depósitos Judiciais Instrumentos Financeiros Outros Créditos Despesas Antecipadas

54,3

73,7

Empréstimos Bancários e Financiamentos Impostos Parcelados Impostos diferidos Provisão para Contingências Contas a Pagar por Aquisições de Controladas Debêntures Outros Contas a Pagar

477,6

712,2

-

-

13,1

16,2

97,5

74,8

8,2

8,4

7,4

3,3

87,8

98,5

-

-

60,2

67,8

0,0

-

67,2

135,0

23,0

7,1

 

PARTICIPAÇÕES MINORITÁRIAS

-

1,6

PERMANENTE

746,7

789,9

PATRIMÔNIO LÍQUIDO

539,2

478,9

Investimentos

0,3

0,2

Capital Social

402,1

402,1

Imobilizado

425,1

473,6

Reservas

81,0

76,8

Intangível

321,3

316,1

Lucros Acumulados

56,1

-

Diferido

-

TOTAL DO ATIVO

1.618,7

1.876,2

TOTAL DO PASSIVO

1.618,7

1.876,2

16/16