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O que é Negligência:

O que é Negligência: Negligência significa uma falta de cuidado, descuido, desatenção, displicência, e pode ser

Negligência significa uma falta de cuidado, descuido, desatenção, displicência, e pode ser relacionado à uma situação específica, à uma pessoa, à um objeto, e etc, e é um termo oriundo do latim. Negligência também pode ser não intencional, quando alguém não a comete propositalmente

Neglicência, em termos jurídicos, é quando ocorre uma falta, com ou sem intenção, quando alguém omite o cumprimento dos seus deveres, não faz algo que deveria ter sido feito, principalmente na área da saúde, como medicina, enfermagem, por exemplo, um médico foi negligente por não ter ido verificar seu paciente durante a noite. Ser negligente com algo ou alguém, por exemplo, abandonar a vítima, em um acidente de trânsito, é ser negligente, e a pena está no Código Penal Brasileiro.

Imprudência x Negligência x Imperícia

Negligência não é sinônimo de imprudência e nem de imperícia, uma vez que imprudência é quando um indivíduo se precipita ao agir, consiste numa precipitação no agir, e negligência é a falta de atenção com seus próprios atos. Imprudência é quando a pessoa deveria ter previsto um fato, e não o fez, seja por preguiça, falta de atenção, e etc.

Já imperícia, é a falta de habilidade para praticar determinados atos que exigem certo conhecimento, por exemplo, quando pacientes que não tem nenhum ou pouco conhecimento na área, tomam medicações sem prescrição médica.

Negligencia

Temos como imprudente aquele que, através de uma conduta, afasta-se do mínimo que a apropriada execução exige. O exemplo clássico de excesso de velocidade por motorista em noite chuvosa é extremamente ilustrativo. Em contrapartida conceitua-se prudência como uma relutância de tomar riscos, que consiste em uma virtude de respeito aos riscos desnecessários. Ou seja, imprudente é aquele que faz quando não deveria fazer.

Configura-se a imperícia partir do despreparo do agente em exercer determinada função onde Conhecimentos técnicos são indispensáveis para o sucesso da actividade ou profissão. O leigo que exerce artes medicinais, culminando este proceder em prejuízo ou dano para alguém, demonstra-se como imperito. Ou seja, imperito é aquele que não sabe fazer.

Negligente demonstra-se o agente ao na prática de proceder, que revele e caracterize omissão, em prejuízo de uma atitude que deveria ser originalmente positiva. Em negligência incide, por exemplo, o enfermeiro que deveria realizar a troca diária de ataduras no ferido, e não o fazendo, agrava sua lesão, ou o edificador que, sabendo que um lote depauperado produto foi enviado junto com os demais, não providencia sua inutilização. Sintetiza, portanto, um proceder negativo, uma abstenção de procedimentos seguros fixados em norma ou regulamento. Ou seja, negligente é aquele que não faz quando tem que fazer.

Negligência (do latim "negligentia") é o termo que designa falta de cuidado ou de aplicação numa determinada situação, tarefa ou ocorrência. É frequentemente utilizado como sinónimo dos termos "descuido", "incúria", "desleixo", "desmazelo" ou "preguiça".

Negligência Para o Direito (Art. 18, C. Penal)

Do latim negligência (de neglegera), é a falta de diligência, implica desleixo, preguiça, ausência de reflexão necessária, caracterizando-se também pela inação, indolência, inércia e passividade.

É a omissão aos deveres que as circunstâncias exigem.

"uma forma de conduta humana que se caracteriza pela realização do tipo descrito em uma lei penal, através da lesão a um dever de cuidado, objetivamente necessário para proteger o bem jurídico e onde a culpabilidade do agente se assenta no fato de não haver ele evitado a realização do tipo, apesar de capaz e em condições de fazê-lo".

Assim, pode se configurar a negligência: abandono de doente, omissão de tratamento, esquecimento de corpo estranho em cirurgia, etc.