Amostras Grátis - Classificação Contábil Ações em tesouraria – Aquisição e alienação - Contabilização Adiantamento para futuro aumento de capital - Tratamento

Adiantamentos de despesas de viagens - Registro Adiantamentos recebidos de clientes - Registro Ajuste de exercícios anteriores - Conceito Ajuste de períodos anteriores – Ausência de reflexo no resultado Alienação Fiduciária - Considerações Aluguel recebido antecipadamente – Classificação contábil Amortização de programas para computador Aplicação do princípio da competência Aplicações financeiras de renda fixa - Tratamento Aquisição de ações próprias – Registro contábil Aquisição de bem novo para o imobilizado, dando um usado como parte do pagamento Aquisição de hardware e software - Tratamento Aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional - Registro Aquisição de imóvel para investimento - Tratamento Aquisição de semoventes - Registro Aquisições com cheques pré-datados - Classificação contábil Arrendamento mercantil – Registro contábil na arrendatária Aspectos Contábeis das Culturas Temporárias Aspectos contábeis do vale-transporte Assinatura de periódicos, jornais e revistas - Contabilização Assinatura em conjunto em Laudo Pericial Contábil – Interpretação Técnica NBC T 13 – IT - 03 Assinatura nos Termos de Abertura e Encerramento dos Livros Contábeis Atividade agrícola - Aspectos contábeis das culturas temporárias Atividade pecuária - Nascimento de bezerros Atividade rural - Criação de animais - Registro do rebanho existente Ativo Imobilizado - A identificação dos bens Ativo Imobilizado - Alienação e baixa de bens Ativo Imobilizado - Bem fabricado pela própria empresa - Custo de aquisição Ativo Imobilizado - Bens em construção Ativo imobilizado - Compra de bem novo, dando um usado como parte do pagamento Ativo Imobilizado - Controle Ativo imobilizado - Distinção entre manutenção, reparos e reformas Ativo Imobilizado - Fabricação de bem pela própria empresa - Custo Ativo Imobilizado - Fichas de controle de bens Ativos que podem ser reavaliados Auxílio-creche – Tratamento contábil Avaliação dos produtos acabados e em elaboração, nas empresas industriais, devem ser com base no custeio por absorção Avaliação na baixa do investimento Avalista de Empresa Concordatária Baixa de bens imprestáveis Baixa de bens sinistrados com perda total Baixa de créditos não liquidados Baixa de investimento avaliado pela equivalência patrimonial Baixa do registro no CRC - Procedimentos Balancete de verificação - Critérios de elaboração Balanço - Visto do juiz no balanço Balanço de abertura - Retorno ao lucro real Balanço de abertura pela PJ tributada pelo lucro presumido - Hipótese

Balanço e demais demonstrações contábeis – Transcrição no Diário Balanço Social Balanço Social - Informação sobre recursos humanos Balanço Social - Responsabilidade técnica pelas informações e revisão da demonstração Bem fabricado pela própria empresa – Custo de aquisição Bem não destinado à atividade da empresa - Classificação Benfeitorias realizadas pela locatária - Ativo Imobilizado Bens adquiridos por meio de consórcio - Registro Bens do Ativo Imobilizado - Identificação Bens do ativo imobilizado não podem ser transferidos para o ativo circulante para serem vendidos Bens do ativo imobilizado retirados de operação - Registro contábil Bens do Imobilizado em construção Bens registrados como custo ou despesa Bens registrados no Ativo Imobilizado - Características Bens totalmente depreciados - Permanência nos registros contábeis Bonificação de mercadorias - Conceito Bônus de adimplência fiscal - Registro Brindes - Aquisição e distribuição - Tratamento Brindes - Registro contábil desses gastos Capital de giro, capital de giro próprio e capital em giro – Diferenças Capital social - Subscrição e integralização - Conceituação Cestas básicas distribuídas a empregados - Classificação contábil Cestas de natal distribuídas a empregados – Exemplo de contabilização CFC - Contrato de prestação de serviços contábeis - Regulamentação CFC reafirma disposição em apoiar padronização de normas contábeis no Brasil CFC regulamenta Prêmio de Gestão Fiscal Responsável Cheque pré-datado - Classificação contábil Cheques devolvidos – Registro contábil Cide-Royalties - Aproveitamento de créditos Classificação - Contas contábeis Classificação Contábil – Procedimentos básicos Classificação contábil dos gastos com reparos, conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado Classificação das amostras grátis Codificação de contas contábeis - Graduação Codificação e abreviatura de históricos contábeis Comissões cuja liberação ao vendedor esteja condicionada ao recebimento da venda Tratamento Comodato de bens móveis entre empresas Composição do lançamento contábil Compra de bem novo, utilizando usado como parte de pagamento - Contabilização Compras com cheques pré-datados - Classificação contábil Comprovação da habilitação e registro do contador Comprovação de despesas por documentos idôneos Conciliação bancária - Objetivo Conselho fiscal x Comitês de auditoria Conservação de livros e documentos - Disposições Conservação ou substituição de partes e peças - Ativação dos gastos Consignação Mercantil - Tratamento Contábil Consórcio de empresas - Procedimentos a serem adotados a partir de 1º.01.2006 Constituição de empresas - Lançamentos contábeis Contabilidade - Despesas incorridas - Conceito

Contabilidade - Diário, Razão e Registros auxiliares Contabilidade - Notas explicativas - Indicações Contabilidade - Previsões Contabilidade ajuda pequenas empresas a vencerem a crise Contabilidade de custos - Custeio por Absorção – O que significa Contabilidade de Custos – Distinção entre custos e despesas Contabilidade descentralizada de empresas com filiais Contabilidade: Uma obrigação, uma necessidade ou uma aliada? Contabilista - Práticas vedadas Contabilista aposta na especialização Contabilização da remuneração de sócios ou dirigentes (pro-labore) Contabilização das doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Contabilização de bem novo, utilizando usado como parte de pagamento Contabilização de doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Contabilização de Exportações - Momento do reconhecimento da receita Contabilização de Marcas Contabilização de uma operação de ―Factoring‖ Contabilização do aluguel recebido antecipadamente Contabilização do arrendamento mercantil a partir de 2002 Contabilização do depósito judicial de tributos discutidos em juízo Contabilização durante o período de liquidação da empresa Contas de compensação - Características Contas de compensação - Registro de valores - Aspectos práticos Contas de luz, água e telefone não devem ser registradas como provisão Contas do Ativo - Conceito de liquidez Controle dos bens registrados no Ativo Imobilizado Convênio de Assistência Médica – Tratamento contábil Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário CPMF - Tratamento Cresce a preocupação das empresas com rigor contábil Critérios gerais de escrituração Critérios para elaboração de balancete de verificação CSL - Crédito sobre a depreciação dos bens do Ativo Imobilizado CSL/Cofins/PIS-Pasep retidos na fonte - Tratamento Culturas temporárias - Aspectos contábeis Custos diretos e indiretos - Conceituação Declaração de Habilitação Profissional (DHP) - Finalidade Decore - Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos - Documentos que fundamentam a emissão da declaração Decore - Emissão por meio eletrônico DECORE - Fornecimento por contabilista - Procedimentos Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental - Finalidade Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados - Conceito Demonstrações contábeis - Adoção de livro próprio Demonstrações contábeis no livro diário e periodicidade de elaboração Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) – Objetivo Demonstrações exigidas pelas legislações fiscal e comercial Demonstrações Financeiras – Notas explicativas Demonstrações Financeiras - Quem pode assinar? Demonstrações Financeiras - Responsáveis pela assinatura Demonstrações Financeiras - Transcrição em Livro Próprio Demonstrações Financeiras - Transcrição no Livro Diário

Demonstrações financeiras e a apuração do lucro real - Transcrição Demonstrações financeiras obrigatórias Depósitos judiciais em garantia - Tratamento Depreciação - A depreciação de bens não é obrigatória Depreciação – Adoção de taxas diferentes Depreciação - Ausência de reconhecimento da depreciação - Conseqüências Depreciação - Bens não depreciáveis Depreciação - Bens que podem ser depreciados Depreciação - Bens totalmente depreciados - Permanência nos registros contábeis Depreciação - Contabilização Depreciação - Falta de reconhecimento da depreciação - Conseqüências Depreciação - Periodicidade de registro Depreciação - Registro contábil – Periodicidade a ser observada Depreciação - Taxas diferentes das fixadas pela Receita Federal Depreciação acelerada - Coeficientes aplicáveis Depreciação acelerada de bens adquiridos por empresas rurais Depreciação de bens que operem em mais de um turno diário de oito horas Depreciação de semoventes - Registro Descentralização da contabilidade Desconto de duplicatas - Conceito Desconto de duplicatas – Contabilização Desconto de duplicatas - Registro contábil Desconto financeiro - Registro contábil Descontos Financeiros - Concessão e pagamento - Classificação contábil Despesas antecipadas – Conceito Despesas com convênio médico - Registro contábil Despesas com festas de confraternização - Contabilização Despesas de viagens – Adiantamento – Registro contábil Despesas incorridas - Conceito Despesas pagas antecipadamente e despesas pré-operacionais - Diferença Despesas pré-operacionais - Conceito Despesas pré-operacionais ou pré-industriais - Registro Determinação do valor contábil do investimento Deveres do contabilista Devolução de Capital em Bens - Avaliação dos bens entregues Devolução de cheques - Registro contábil Devolução de mercadorias efetuadas em período posterior ao da venda - Registro Devolução de mercadorias recebidas no próprio exercício - Registro Devolução não é Cancelamento de Vendas DHP - Emissão por meio eletrônico Dispensa de escrituração contábil para efeito do Imposto de Renda Dissolução de sociedade – Responsabilidade do liquidante Doações recebidas em mercadorias para revenda - Tratamento Documentação contábil Editores, distribuidores e livreiros - Constituição de provisão para perdas de estoque de livros Embalagens - Custo ou despesa? Empresa tributada pelo lucro presumido que não mantém escrituração contábil Empresas dispensadas de escrituração comercial Empresas industriais - Registro do ICMS incidente sobre o consumo de energia elétrica Empresas terão que guardar arquivos magnéticos Empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos - Juros e atualização monetária Classificação Contábil

Regras básicas Escrituração .Permissão Estoques .Classificação contábil Extinção de sociedades Extravio de documentos .Contabilização Fiança – Aspectos gerais Firma Individual .Avaliação dos estoques de produtos com base em contabilidade de custos Estoques .Uso de códigos e abreviaturas Escrituração de livros comerciais Escrituração do Diário por partidas mensais Escrituração do Livro Diário .Reconhecimento da receita Férias antecipadas .Documentos digitalizados Escrituração mecanizada ou eletrônica .Transcrição das Demonstrações Financeiras Escrituração por processamento eletrônico de dados Escrituração resumida do Livro Diário .Livre escolha do contribuinte Escrituração do Livro Diário pode ser mensal Escrituração do Livro Registro de Inventário Escrituração eletrônica Escrituração eletrônica .Critérios gerais de execução Escrituração contábil .Responsabilidade Escrituração comercial .Formalidades Escrituração contábil .Abertura .Avaliação de Estoque – Custeio por absorção Estoques .Síntese dos métodos e critérios previstos legalmente Escrituração contábil .Procedimentos para legalização Factoring – Registro contábil Falta de documentação idônea .Procedimentos Fixação do valor dos serviços profissionais Forma de contabilização dos descontos financeiros Formas de classificação de documentos para fins de registro na contabilidade Função do contador na prevenção de fraudes Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil .Quebras ou Perdas de estoque – Imputação ao custo de produção Estoques .Conservação de livros e documentos Escrituração comercial e fiscal .Impossibilidade de registro contábil Falta de emissão de nota fiscal caracteriza omissão de receita Fatos contábeis – Classificação Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura .Entidades desportivas .Regularização Estoques .Escrituração Estrutura do lançamento contábil .Divergências entre o estoque físico e o contábil .Processamento eletrônico de dados Escrituração contábil .Momento da contabilização .Publicação das demonstrações financeiras .Registro permanente .Definição Fundos de Investimentos Regionais .Método das partidas dobradas Exaustão .FIDES Fundo fixo de Caixa Fundos .Avaliação de estoques das empresas optantes pelo lucro presumido e pelo SIMPLES Estoques .Como localizar Escrituração .Registro contábil Erros de soma por inversão .Dispensa Escrituração Contábil .Levantamento e avaliação Estoques .A escrituração faz prova a favor do contribuinte Escrituração .Obrigatoriedade Entidades sem fins lucrativos .Critérios Gerais de Escrituração Contábil Escrituração – Novo Código Civil Escrituração .

Ganho ou Perda de Capital na alienação de bem .Tratamento Luvas .01.Interpretação Técnica NBC T 13 .Conceito Gorjetas de fim de ano .Escrituração .Apuração Gastos com convênio de assistência médica .Antecipação do valor residual .Obrigatoriedade de escrituração Livro Registro de Duplicatas.Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Livro Diário .Dedutibilidade Gorjetas de fim de ano – Registro contábil Grupos do Passivo .Aprovada normas de contabilidade Identificação dos bens do Ativo Imobilizado Imobilizado .Classificação Importação de bens destinados ao Ativo Imobilizado .Padronização de históricos Laudo e Parecer de Leigos .Autenticação Livro Diário .Obrigatoriedade Livro Razão .Registro Imóvel não destinado à atividade da empresa .Esclarecimento Livro Diário .Tratamento Liquidez .Acréscimo do valor da reavaliação de bens ao custo de aquisição Lucro real das sociedades em conta de participação Lucro real trimestral .Rasura pode desclassificar a escrita Livro Diário .Utilização IPI incidente sobre vendas .Aplicação do imposto em investimentos regionais (Finor.Registro contábil Gastos de implantação de sistemas e métodos .Estrutura Leasing .Transcrição das demonstrações Livro Razão .Escrituração por partidas mensais Livro Diário – Lançamentos com data anterior ao seu registro e autenticação Livro Diário .02 Laudo pericial contábil .Formas de retificação Lançamentos contábeis .Classificação contábil Incentivos fiscais .1996 – Tratamento contábil Lucros ou dividendos recebidos .12) Lucros apurados a partir de 1º.Bens em construção Imobilizado em andamento .IT .Encadernação Livro Razão .Custo a ser atribuído Importação em andamento . Livros Auxiliares e Livro Razão .Ajustes para efeito da legislação societária (Balanço de 31. Finam e Funres) Informações geradas pela contabilidade .Autenticação após a entrega tempestiva da declaração Livro Diário .Dispensa de impressão e de encadernação .Classificação contábil .Atividade imobiliária Livro Diário .Classificação contábil Gastos Gerais de Fabricação .Admitida a escrituração mensal Livro Diário .Escrituração com data anterior ao seu registro e autenticação Livro Diário .Aspectos formais Livro de Inventário .Livre escolha da forma de escrituração Livro Diário – Local de registro e autenticação Livro Diário .Considerações Goodwill (Fundo de Comércio) .A rasura pode desclassificar a escrita Livro Diário .Observações Livros exigidos das sociedades cooperativas Lucro Presumido .Tratamento Lançamentos contábeis .Lucro Presumido/Simples .Conceito Livro Caixa .Classificação das contas Hotelaria .Classificação como custo ou despesa operacional IRPJ/CSL .Estimativa mensal .Tratamento IPVA .

Baixa por ocasião da contabilização da folha Provisão do 13º salário .Regularização Provisão para o Imposto de Renda .Conceito Patrimônio Líquido – Conceituação Perda.Registro contábil Reavaliação de Ativo Imobilizado .Conceito Princípio Contábil da Competência Princípio da entidade .Considerações Práticas vedadas ao contabilista Prejuízo apurado no exercício .Vale-refeição .PER/DCOMP Peritos contra a abertura de atividades a outros setores Permuta de imóvel com recebimento de torna . Custo e Despesa .Registro PROUNI .Falta da constituição Provisão para o Imposto de Renda .Contabilização Perguntas e Respostas sobre o Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação .Normas aplicáveis Reavaliação de Ativos – Notas explicativas Recebimento antecipado de aluguéis . extravio ou deterioração de documentos .Ausência de registro ou contabilização por valor menor que o devido .Marcas e patentes .Comunicação ao Fisco Perdas decorrentes de furtos praticados por empregados .Contabilização Prejuízos fiscais .Elaboração por sociedades em geral Notas explicativas – O que deve ser indicado Novas regras para elaboração e publicação de balanços Novas Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade Opção pelo Lucro Presumido é definitiva Os gastos com cestas básicas podem ser deduzidos Pagamento de dívidas com cheques ou duplicatas de terceiros .Pagamento parcelado Prêmios de seguro .Classificação Contábil Provisões .Decisão permite reduzir autuação Prêmio de seguro .Registro contábil Normas Contábeis .Conceito Quotas liberadas adquiridas pela sociedade .Registro contábil Programas para computador – Amortização Pró-labore .Conceito .Conceitos Receitas Financeiras .Registro Plano de Contas .Registro contábil Parcela de participação no PAT descontada dos empregados Patrimônio .Contabilização Previsões .Contabilização Mudança de opção do lucro presumido para o lucro real nos 3º e 4º trimestres/2004 Balanço de abertura Mutações patrimoniais .Conteúdo Notas explicativas .Registro contábil Mercadorias destinadas à revenda .Registro Receita.Cálculo e Contabilização Provisão de Férias – Momento de sua constituição Provisão e classificação contábil do 13º salário Provisão do 13º salário .IASB prevê unificação mundial das normas contábeis em 2007 Notas Explicativas .Conceito Principios Fundamentais da Contabilidade Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT) – Utilização de restaurante de terceiro – Tratamento contábil Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) .

acionistas.Obrigatoriedade de contrato Serviços de hotelaria.Estimativa mensal Tratamento contábil do ICMS.Operações realizadas com não associados Sócios. IPI e ISS – Regra geral Tratamento contábil dos tributos e contribuições sub judice . restaurante e atividades similares .Registro contábil Vendas para entrega futura .Contabilização Registro contábil da aquisição de bens duráveis de valor irrelevante Registro contábil da provisão para perda de estoques de livros Registro contábil das Duplicatas Descontadas Registro contábil do ganho na alienação de bem do Ativo Imobilizado Registro contábil do ICMS sobre vendas Registro contábil do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) Registro das mutações patrimoniais Registro do imposto retido na fonte sobre aplicações financeiras Regras básicas para sabermos se uma despesa é dedutível Regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil Regularização de cópias ilegíveis dos registros contábeis Reservas .Registro em contas de compensação Troca de mercadorias em garantia .Aquisição de louças e guarnições de cama.Documento hábil para contabilização como despesa Recolhimento estimado .Depósitos judiciais em garantia Tributação pelo Lucro Presumido – Obrigações acessórias Troca de mercadorias em garantia .Registro Vendas recebidas por meio de cheque pré-datado . mesa e banho SINCO (Sistema Integrado de Coleta) – Obrigatoriedade de utilização Sinistro de bens .Tratamento Uso de códigos e abreviaturas Usuários da contabilidade Vale-transporte – Apropriação como custo e/ou despesa operacional Venda de imóveis a prazo ou em prestações – Reconhecimento do lucro Vendas mediante recebimento de cheque pós-datado (ou pré-datado) . diretores e titulares de sociedade podem assinar as demonstrações financeiras Superávit das entidades sem fins lucrativos Tabela para localizar erros de soma por inversão Técnico em Contabilidade .Classificação .Indenização recebida de seguradora Sistema Integrado de Coleta (Sinco) .Mudanças Títulos a receber e a pagar – Conceitos Transcrição de demonstrações financeiras em livro próprio Transformação de sociedades Tratamento contábil de IRPJ/CSL .Registro contábil Vendas recebidas por meio de cartão de crédito .Recibo .Indenização recebida da seguradora Tratamento Serviços contábeis .Arquivos Contábeis Sistema Integrado de Coleta (Sinco) – Obrigatoriedade de utilização Sociedades cooperativas .Composição Resolução do Conselho Federal de Contabilidade estabelece a revisão de trabalhos de auditoria pelos concorrentes Responsabilidade pela escrituração contábil Resultados de Exercícios Futuros Retificação de lançamentos Retirada pró-labore – Registro contábil Roubo ou furto de bem do Ativo Imobilizado .Não concessão de registro profissional .

Contabilidade . normalmente no Ativo Circulante. reembolso ou amortização dessas ações. Na realidade. Essa última exceção é. no ativo circulante. nos recebimentos por doação. 30 da Lei nº 6. explicitamente o permita (art. pois permite à companhia adquirir suas próprias ações para futuro cancelamento ou mesmo para mantê-las em tesouraria e posteriormente aliená-las.Amostras Grátis . Observe-se.Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (PC/ELP) AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante ELP = Exigível a Longo Prazo (Pareceres Normativos CST nºs 23/1981 e 28/1994) .Bancos Conta Movimento (AC) C . todavia. no período da distribuição das amostras grátis. Contabilização das ações em tesouraria – Aquisição e alienação Publicado em 24/11/2004 Uma companhia não pode. enquanto não for celebrada a alteração contratual e o respectivo registro perante os órgãos competentes. na verdade. e a crédito dessa conta específica ―Adiantamento para Futuro Aumento de Capital‖. A apropriação dos custos ao resultado deve ser feita.404/1976): nas operações de resgate.Tratamento Publicado em 03/11/2005 Os adiantamentos para futuro aumento de capital são os recursos recebidos pela empresa. a não ser nos casos em que a Lei das S.Adiantamento para futuro aumento de capital . debitando-se ―Amostras Grátis‖ em despesas com vendas e creditando-se ―Estoque de Amostras Grátis‖. a melhor classificação das amostras grátis distribuídas é como despesa operacional. negociar com suas próprias ações. negociar com suas próprias ações. conta ―Propaganda e Publicidade‖. bem abrangente. nas reduções do capital e. de seus acionistas ou quotistas. há de se respeitar as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). que. quando a empresa possui saldos de reservas em seu Patrimônio Líquido suficientes para suportar essas aquisições. a empresa deve registrar o recurso recebido. desde que tenham reservas suficientes. no caso das companhias abertas. com a observância do regime de competência.A. Exemplo: D . subconta ―Amostras Grátis‖. essa exceção acaba permitindo às companhias. os valores devem permanecer em contas do Passivo Circulante e/ou Exigível a Longo Prazo. só que.Classificação Contábil Publicado em 15/07/2003 A distribuição de amostras grátis está diretamente relacionada à divulgação do produto. No recebimento de tais recursos. a serem utilizados com a finalidade de aumentar o capital social. como regra normal. finalmente. no subgrupo de despesas com vendas. Portanto.

00 R$ 2. ou b) no Passivo Exigível a Longo Prazo.10. Nesse caso ocorreu o recebimento.Registro Publicado em 23/06/2005 As obrigações da empresa são classificadas: a) no Passivo Circulante.20X1. o que só se efetivará quando os bens ou os serviços forem fornecidos ao cliente.00 para suprir os gastos com viagem a ser realizada por um de seus vendedores e que este houvesse retornado em 05. . tendo como contrapartida a conta do Ativo supramencionada. poderá intitular-se ―Adiantamentos para Viagens‖. À opção da empresa.20X1.Pela apropriação das despesas realizadas durante a viagem: D . Neste caso.Despesas com Viagens (CR) D . devem ser lançados em conta do Ativo Circulante que. conforme o caso. subcontas distintas.00 na viagem. pela entrega de parte dos produtos encomendados). teríamos os seguintes lançamentos: I . mas não se caracterizou.800.Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) C . No retorno do empregado ou dirigente.00 R$ 200. registrados na(s) conta(s) de despesa(s) correspondente(s).Adiantamentos para Viagens (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado R$ 1. a receita. então. a título de sugestão.800. ainda.00 Contabilidade . se tiverem vencimento em prazo maior. Por representarem uma obrigação que a empresa assume com o cliente.000. um adiantamento no valor de R$ 2. quando vencerem até o término do exercício seguinte. da prestação de serviços ou do fornecimento de mercadorias devem ser classificados no Passivo Circulante ou. no Exigível a Longo Prazo. Exemplo: Consideremos que determinada empresa comercial tenha concedido.10. tendo dispendido R$ 1. quando este prestar contas à empresa. é que o valor do adiantamento registrado no Passivo será transferido para o resultado do período. daqueles concedidos a dirigentes. ainda. que segreguem os adiantamentos concedidos a empregados.00 II .Adiantamentos recebidos de clientes .000.Adiantamentos de despesas de viagens . os valores efetivamente dispendidos durante a viagem serão. podem ser criadas. Fizemos referência aqui ao tratamento aplicável aos adiantamentos recebidos de clientes porque estes representam os recebimentos mais comumente confundidos com Resultados de Exercícios Futuros.Contabilidade . ainda que parcialmente (por exemplo.Pelo registro do adiantamento concedido: D C Adiantamentos para Viagens (AC) Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) R$ 2. em 1º .Registro Publicado em 17/11/2005 Os valores correspondentes aos adiantamentos concedidos a empregados para suprir gastos com viagens.000. Somente a partir do momento em que for caracterizada a receita. os adiantamentos recebidos de clientes por conta da produção de bens.

da Lei no 6.404/1976). Concretizada a operação. b) o emprestador do numerário (ou financiador). a despesa ou a receita não deve afetar o lucro líquido desse período de apuração. (Art. por não dispor do capital necessário para o pagamento do preço pretendido pelo vendedor. e que não possam ser atribuídos a fatos subseqüentes. § 1º. Isto porque. o vendedor desaparece totalmente da relação jurídica. o ajuste lançado contra uma conta patrimonial do ativo ou passivo. para o adquirente. obtém.Considerações Publicado em 28/05/2004 Sinteticamente.404/1976) Ajuste de períodos anteriores – Ausência de reflexo no resultado Publicado em 13/01/2005 A regularização como ajustes de períodos anteriores não provoca reflexo no resultado do período em que ocorre a sua escrituração. mesmo que indicando a fonte da despesa ou receita objeto da regularização. sem que haja a entrega da coisa faticamente. da Lei nº 6. 186.728/1965. a legislação estipulou a existência do domínio enquanto não forem pagas as prestações e os encargos devidos pelo alienante.Ajuste de exercícios anteriores – Conceito Publicado em 29/08/2005 Como ajustes de exercícios anteriores devem ser considerados apenas aqueles decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil. Assim. e c) o adquirente. O art. tornando-se o alienante ou devedor em possuidor direto e depositário com todas as responsabilidades e encargos que lhe incumbem de acordo com a lei civil e penal. deverá ter como contrapartida a conta de lucros ou prejuízos acumulados (art. determinada pessoa adquire um veículo em uma revendedora e. ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior. 186. o adquirente original estará alienando fiduciariamente o bem adquirido sem que ocorra a tradição ao credor. por exemplo. em estabelecimento de crédito. § 1º. não sendo de competência do período da escrituração em que ocorrer a regularização. independentemente da tradição efetiva do bem. Note-se que. uma linha de financiamento. ao disciplinar que o credor fiduciário tem o domínio resolúvel da coisa. na operação de alienação fiduciária interferem três partes: a) o vendedor. . que subsistirá entre o financiado ou adquirente e o credor fidejussório. (Perguntas e Respostas IRPJ/2004 – Questão nº 322) Alienação Fiduciária .Contabilidade . na redação que lhe foi dada pelo Decreto-lei nº 911/1969. isto é." Se. O adquirente propõe ao vendedor a aquisição do bem móvel de seu interesse e este diligencia com o agente de crédito de modo a obter. assim dispõe: "A alienação fiduciária em garantia transfere ao credor o domínio resolúvel e a posse indireta da coisa móvel alienada. financiamento capaz de satisfazer a obrigação. 66 da Lei nº 4.

..20x2 D ...01..Receitas de Aluguel (RE) ..Aluguel recebido antecipadamente – Classificação contábil Publicado em 11/01/2005 A Lei nº 6.20x2 a 31....000. deverá ser apropriado o restante das receitas D .000.........Receitas de Exercícios Futuros (REF) C ... Este grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial. o Fisco afirmou (Parecer CST nº 957/83 – parecer interno.....00 Amortização de programas para computador Publicado em 25/07/2003 Os custos e as despesas de aquisição e desenvolvimento de logiciais (software) utilizados em processamento de dados. R$ 12.. antes do Patrimônio Líquido..Por ocasião do fechamento do Balanço Patrimonial em 31. ao final do mês de Jan/20x3.12. 181 que.. Exemplo: Empresa ―A‖ aluga um imóvel à empresa ―B‖ para a realização de um evento.00 (Ref. Dezembro/20x2) 3 .. R$ 6.....Caixa/Banco (AC) C . desde que não haja compromisso..... R$ 6.. podendo ser amortizados no prazo mínimo de cinco anos (IN SRF nº 4/85).00 (prazo de locação: 1º. no grupo de Resultados de Exercícios Futuros. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado......Receitas de Aluguel (RE) . pois .. por um período de 2 meses..12.... 177 da Lei nº 6.. acrescentando que o prazo mínimo admitido para sua amortização é de cinco anos.. O Princípio de Competência é aplicado a situações concretas altamente variadas... O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro......20x3)... Aplicação do princípio da competência Publicado em 20/08/2001 O art... devem ser ativados.. que o valor dos custos de aquisição de programas de computador deve ser registrado no ativo imobilizado. por parte da empresa locadora......Por ocasião do recebimento do aluguel D . diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes.... devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros..404/1976 (S/A) determina em seu art... Anteriormente... não publicado no DOU)......... recebendo antecipadamente o valor de R$ 12.Receita de Exercícios Futuros (REF).404/76 estabelece que ―a escrituração da companhia será mantida em registros permanentes... 1 . com obediência aos preceitos da legislação comercial e desta lei e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos.Receitas de Exercícios Futuros (REF) C .No exercício seguinte.. em resposta a consulta formulada por contribuinte.000.000.. devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência..00 2 .......

auferindo nessa operação um rendimento bruto de R$ 1. Essas aplicações financeiras são classificadas: a) no Ativo Circulante. 1º. AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Aquisição de ações próprias – Registro contábil Publicado em 26/11/2004 Quando a companhia adquire ações próprias não pode mantê-las no seu ativo . por exemplo.500.Rendimentos de Aplicações Financeiras (CR) C .07.00 para ser resgatada em 31.07. Exemplo: Consideremos determinada empresa que. ou da emissão da nota fiscal de serviços. caso este ocorra até o término do exercício social seguinte.500. ou b) no Realizável a Longo Prazo.000.art.5% (alíquota para aplicações financeiras com prazo de até 180 dias .Bancos Conta Movimento (AC) D . Diante disso. Por esta razão é a Competência o Princípio que tende a suscitar o maior número de dúvidas na atividade profissional dos contabilistas.000. efetuou uma aplicação financeira no valor de R$ 130.Aplicações Financeiras de Renda Fixa (AC) R$ 131.00.00 (*) R$ 1. deve ser registrada contabilmente.20X1.Aplicações financeiras de renda fixa . Contabilidade .são muito diferenciadas as transações que ocorrem nas empresas. As modalidades de aplicações financeiras de renda fixa mais comuns atualmente são os Fundos de Investimentos de Renda Fixa e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs).50 R$ 337. de forma que o dinheiro não fique parado e seja remunerado pelos juros até o momento de sua utilização. independentemente do contrato firmado antes da prestação do serviço.000.00 R$ 130. como regra geral. por ocasião da compra. com base no pedido de compra.20X1 (30 dias).033/2004). em função dos objetivos destas.00 R$ 130. se resgatáveis em prazo determinado. Da mesma forma. a despesa correspondente a prestação de serviços deve ser contabilizada quando o serviço for efetivamente prestado.00 x 22.Aplicações Financeiras de Renda Fixa (AC) C .50* R$ 1. teríamos os seguintes lançamentos: 1) Pelo registro da aplicação: D . caso este ocorra após o término do exercício social seguinte. independentemente da emissão da nota fiscal ou da entrada da mercadoria. Nesse caso. caso sejam resgatáveis em prazo determinado.Tratamento Publicado em 26/10/2005 As aplicações financeiras de renda fixa são utilizadas principalmente para as empresas investirem folgas temporárias de caixa.162. em 1º. sem vinculação a prazo predeterminado ou.IRRF a Recuperar (AC) C . a aquisição de mercadorias.500. da Lei nº 11. I.Bancos Conta Movimento (AC) 2) Pelo resgate da aplicação: D . caso sejam resgatáveis a qualquer momento.

Note-se que o valor do lançamento corresponde ao valor pago pelas ações. poderá então fazer aparecer no seu Patrimônio Líquido: Reservas Estatutárias Ações em Tesouraria 1.000. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem.000.000. se a empresa adquirir 100.Aquisição de hardware e software .00 Esse destaque. valor patrimonial ou valor de cotação no mercado. podendo ser respectivamente depreciada ou amortizada. já que representam direitos contra seu próprio patrimônio líquido. o que ocorre.000.00 Continuando com o exemplo.000 ações próprias por R$ 0. subconta do Imobilizado. Contabilidade .50 cada uma. no plano de contas deve haver uma conta com o título ―Ações em Tesouraria‖.000.000. sob o ponto de vista contábil. se a empresa possuir reservas estatutárias com saldo de R$ 1. e assim deve ser registrado. não importando seu valor nominal. dando um usado como parte do pagamento Publicado em 23/12/2004 Por ocasião da aquisição de um bem novo. Essa compra corresponde a uma devolução de capital aos acionistas e assim deve ser tratada: como redução do patrimônio líquido. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. da Lei nº 6. como retificação do Patrimônio Líquido. dentro do patrimônio líquido. § 5º. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. é obrigatório por força do art.404/1976.000.circulante.Tratamento Publicado em 10/08/2005 A aquisição de computadores e periféricos (hardware) e software de aplicação deve ser contabilizada no Ativo Permanente. 182.00) 950. mesmo que tenham grandes chances de negociação em mercado. A dedutibilidade da depreciação ou amortização está condicionada a que a utilização dos bens esteja relacionada à atividade desenvolvida pela empresa.Disponibilidades (Ativo Circulante) 50. Essa avaliação. Por exemplo. Por essa razão. Pela aquisição de um computador: .00.00 C . no caso de veículos. Para representar a verdadeira essência da operação.00 (50. Segue exemplo de contabilização dessa operação: 1.000. que funcione como retificadora. ou outro semelhante. deverá registrar: D . máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. Deve-se atentar que.Ações em Tesouraria (Patrimônio Líquido) 50. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. Aquisição de bem novo para o imobilizado. apesar de a negociação ser de ―troca‖.

Amortização acumulada de sistemas aplicativos .Aquisição de semoventes .Amortização (Conta de Resultado) C . Contabilidade . ou seja. no subgrupo Investimentos. o início da efetiva utilização do bem ocorrer antes do início das atividades da empresa ou da implementação de novo projeto. não classificáveis no Ativo Circulante e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa.Depreciação acumulada de equipamentos de processamento eletrônico de dados (Ativo Permanente .Aquisição de imóvel para investimento . devem ser registrados em conta do Ativo Permanente.Imobilizado) C .404/1976) Contabilidade . 305 do RIR/1999 e arts.Equipamentos de processamento eletrônico de dados (Ativo Permanente Imobilizado) C . Se.Software (Ativo Permanente Imobilizado) (Art.Software (Ativo Permanente . . todavia. Pela aquisição de um programa de computador: D .Registro Publicado em 21/06/2005 Os dispêndios com a aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional deverão ser tratados como tal. os imóveis de propriedade da pessoa jurídica não destinados à manutenção das atividades da empresa.Imobilizado) 2.Registro Publicado em 06/09/2005 Classificam-se como semoventes os animais que a empresa adquira com a finalidade de prestar-lhe algum tipo de serviço (por exemplo: animais de tração destinados à produção). quando houver a intenção de permanência.D . os encargos de depreciação desse período deverão ser registrados no Ativo Diferido e amortizados. dessa forma. 179 da Lei nº 6. Contabilidade . classificamse como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de qualquer natureza.Aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional .Caixa/Bancos (Ativo Circulante) Pela apropriação da despesa de depreciação: D . Pela apropriação da despesa de amortização: D . 179 e 183 da Lei nº 6.404/1976 (Lei das S/A). Assim. sujeitando-se à taxa de depreciação usualmente aplicável a partir do início da sua efetiva utilização.Tratamento Publicado em 22/03/2005 De acordo com o inciso III do art.Caixa/Bancos (Ativo Circulante) 3.Depreciação (CR) C .Sistemas aplicativos . do registro do valor do bem no Ativo Diferido. o seu registro será feito no Ativo Permanente Imobilizado. Não se cogita.

na hipótese de realização de compras por meio de cheques pré-datados.Os semoventes.Bancos Conta Movimento (AC) b) se não houver fundos suficientes no banco sacado: D . é largamente adotada no comércio a prática de realizar compras e vendas mediante cheque prédatado. Todavia. 179. inciso IV da Lei nº 6. Dessa forma. sugerimos os seguintes lançamentos contábeis: Pelo registro da compra efetuada: D . entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação.Classificação contábil Publicado em 09/03/2005 O cheque é. por definição.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) AP = Ativo Permanente AC = Ativo Circulante (Art. levando-se em conta opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico). Na aquisição de um determinado animal. ainda. por se enquadrarem nesse conceito.Semoventes (AP) C . com cheque pré-datado: a) se houver fundos suficientes no banco sacado: D . como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa.Passivo Circulante . uma ordem de pagamento à vista. devem ser registrados no Ativo Permanente (subgrupo Imobilizado) e podem.Bancos Conta Movimento (AC) AC . Embora inexista previsão legal para o cheque pré-datado e. sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior.Fornecedores (PC) Pelo pagamento ao fornecedor.Ativo Circulante AP . o registro contábil dessa operação pode ser assim efetuado: D . inclusive. ser depreciados a partir do momento em que passem efetivamente a ser utilizados.Fornecedores (PC) C .Cheques a Pagar (PC) C .Fornecedores (PC) C . ou seja.Ativo Permanente PC .404/1976) Aquisições com cheques pré-datados .Estoque ou Ativo Imobilizado (AC/AP) C .Cheques a Pagar (PC) c) quando for providenciado fundo suficiente para a cobertura do cheque: D .

66 Valor do bem: R$ 13. observada a competência. da seguinte forma: a) o valor do bem arrendado integra o Ativo Permanente . deve ser efetuado pela pessoa jurídica arrendatária.2 – Arrendamento Mercantil. de que trata a letra ―a‖.Imobilizado da arrendatária. d) o encargo financeiro deve ser apropriado ao resultado. de que trata o art.00 Neste caso. Exemplo Suponhamos que determinada empresa contratasse o arrendamento mercantil de um bem para o seu Ativo Imobilizado nas seguintes condições: Prazo do arrendamento: 24 meses Valor das contraprestações: R$ 671. sendo-lhe atribuído tratamento semelhante. em função do prazo de vencimento das contraprestações pelo critério pro rata dia. teríamos: . deve ser registrada como encargo financeiro a apropriar em conta retificadora das contraprestações e do valor residual. b) a depreciação desse bem deve ser consistente com a depreciação aplicável a outros ativos de natureza igual ou semelhante.00 Valor residual a ser pago na opção de compra (final do contrato): R$ 130. devendo ser identificado como objeto de arrendamento financeiro em contrapartida ao valor total das contraprestações e do valor residual que deve ser registrado no Passivo Circulante ou no Exigível a Longo Prazo. e) o pagamento antecipado do valor residual deve ser considerado como uma contraprestação. entendemos que o registro contábil dos bens objeto de arrendamento mercantil financeiro. que aprovou a NBC T 10.000. c) a diferença entre o valor total das contraprestações.309/1996 (leasing financeiro). e o valor do bem arrendado.Arrendamento mercantil – Registro contábil na arrendatária Publicado em 10/01/2005 De acordo com a Resolução CFC nº 921/2001. adicionado do valor residual. 5º da Resolução Bacen nº 2. mediante a utilização do método exponencial.

.Arrendamento Mercantil a Pagar (PC/ELP) .00** ...........00 Subtotal .....66) .... ... R$ 130..Encargos Financeiros (CR) C .. R$ 3.....119.............Encargos de Depreciação (CR) C . R$ 3.....................Pela apropriação dos encargos de depreciação D ...No recebimento do bem objeto de arrendamento D .R$ 135.....41** 4 ......Pelo registro dos encargos financeiros a apropriar D .....000..249.......... R$ 13........ ....................00 2 ......249.........Arrendamento Mercantil a Pagar (PC/ELP) .......... R$ 16.....Ativo Imobilizado (AP) C .....84 3 ...R$ 150..Encargos a Financeiros Apropriar (Conta Redutora do PC/ELP) C ........1 ...84 (-) Valor do bem ......84* *O cálculo dos encargos financeiros a apropriar foi assim efetuado: Valor total das contraprestações (24 x R$ 671..................Pela apropriação dos encargos financeiros incorridos D .249.Encargos a Apropriar (Conta Redutora do PC/ELP) ....Depreciação Acumulada (AP) .......... R$ 13...000......00 Encargos financeiros a apropriar ..........84 Valor residual a ser pago no final do contrato . R$ 16................

.... na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como. são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio.. após a colheita. Após o término da colheita.. e com subconta com o tipo do produto.. por exemplo..66 **Valores hipotéticos.... trigo etc. AP = Ativo Permanente PC = Passivo Circulante PC/ELP = Passivo Circulante/Exigível a Longo Prazo CR = Conta de Resultado Aspectos Contábeis das Culturas Temporárias Publicado em 08/09/2004 09:49 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem período de vida curta e normalmente. também do Ativo Circulante. os custos são acumulados no Ativo Circulante....Arrendamento Mercantil a pagar (PC) C . essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖. R$ 671.. Pelo pagamento das contraprestações D .Caixa/Bancos conta Movimento (AC) . que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida.. Durante sua formação. Aspectos contábeis do vale-transporte Publicado em 21/02/2005 09:32 A pessoa jurídica deve registrar as despesas efetivamente realizadas na aquisição de vale-transporte em contas específicas que possibilitem determiná-las. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖. com clareza e ...5.. arroz....

Assim. é recomendável que. caso o pagamento da assinatura ocorra em .Assinatura de periódicos. cuja contrapartida poderá ser a conta de disponibilidade que sofrer o desembolso. caso esta tenha sido contratada para pagamento a prazo. tais como: aquisição de combustível. anual etc. no Ativo Circulante ou no Realizável a Longo Prazo. bem como os gastos com empresas contratadas para esse fim. Contabilidade . assim como as assinaturas de edições técnicas para o setor de engenharia industrial serão registradas como custo de produção. semestral. deve ser deduzida do montante das despesas efetuadas no período-base (trimestral ou anual) mediante lançamento a crédito das contas que registrem os custos relativos ao benefício. vales adquiridos em novembro para serem utilizados pelos empregados em dezembro somente nesse mês (dezembro) serão efetivamente despesa dedutível. ou no Realizável a Longo Prazo. o registro seja efetuado em conta de "Despesas pagas antecipadamente". que venha a ser recuperada pela empresa. Por essa razão. adotando-se os seguintes procedimentos: a) registra-se o gasto com assinaturas em conta ou subconta própria do subgrupo de despesas antecipadas.exatidão. jornais e revistas . Se proporcionar aos seus empregados o deslocamento residência-trabalho e viceversa por meios próprios ou contratados de terceiros. por exemplo. dependendo do prazo de vigência da assinatura (até ou após o término do exercício seguinte). Por exemplo. assinaturas destinadas ao departamento comercial serão registradas como despesas de vendas. manutenção. jornais e revistas deve ser efetuado de acordo com a utilização destes.Contabilização Publicado em 22/09/2005 09:07 O registro dos gastos com assinaturas de periódicos. Portanto. trimestral. Por sua vez. ou a conta do Passivo Circulante que registrar a obrigação assumida pela contratação da assinatura. O valor do dispêndio será levado à conta de resultado somente por ocasião do fornecimento dos vales aos empregados. observado o regime de competência. na aquisição dos vales-transportes. torna-se necessário distribuir o gasto efetuado ao longo do período de vigência. e caso este ocorra até o término do exercício seguinte. as assinaturas de jornais e revistas para a administração serão apropriadas como despesa administrativa. A parcela equivalente a 6% do salário básico do empregado. reparos e depreciação dos veículos próprios. no caso de pagamento a vista. destinados exclusivamente ao transporte dos empregados. A vigência de uma assinatura pode ser mensal. deverão ser comprovados os dispêndios e encargos com o transporte do beneficiário. A despesa com o vale-transporte é dedutível no período-base de competência.

e terem-se valido os profissionais dos mesmos procedimentos. O perito-contador assistente não tem obrigação de assinar conjuntamente o laudo pericial contábil. visa a explicitar o item 13.4. pelo peritocontador assistente. as assinaturas com prazo de vigência superior a um ano terão o valor correspondente ao período que ultrapassar o término do exercício seguinte transferidos para o Realizável a Longo Prazo. por parte do perito-contador assistente exclui a possibilidade da emissão de parecer pericial contábil contrário. em laudo pericial contábil.‖ ASPECTOS CONCEITUAIS 1. a fração correspondente ao período transcorrido.2. neste caso. creditando-se a conta de despesa antecipada e debitando-se a conta de despesa operacional ou custo de produção a que se referir à assinatura.3. .03 Publicado em 18/02/2003 14:45 A Interpretação Técnica (IT) NBC T 13 – IT – 03. 2. Assinatura em conjunto em Laudo Pericial Contábil – Interpretação Técnica NBC T 13 – IT . correspondente aos Procedimentos.4. mesmo sendo a perícia-contábil uma prova técnica. pois. Lembra-se que. Ao perito-contador assistente. entendendo estar de acordo com estas. não deve emitir parecer pericial contábil contrário a esse laudo. dividese o valor total do gasto pelo prazo contratado e apropria-se. assinará em conjunto o laudo pericial contábil que tiver acompanhado os procedimentos técnicos desenvolvidos para a elaboração do laudo pericial pelo perito-contador e/ou que tenha examinado todo o seu conteúdo e conclusões. resta analisando o laudo pericial contábil elaborado pelo perito-contador. 3. A opção por apresentar parecer pericial contábil em separado é de exclusiva responsabilidade do perito-contador assistente. divulgada em 2002. A assinatura em conjunto no laudo pericial contábil. item 13.2. O perito-contador assistente. tomada em conjunto com a parte que o contratou. b) para a distribuição do gasto incorrido pelo período de vigência da assinatura. Cria-se. ao apor a assinatura. nem sempre a redação dada pelo perito contador é idêntica àquela entendida correta.4. APLICABILIDADE E PROCEDIMENTO 5.prazo superior. em separado. em conjunto com o perito-contador. ou mais adequada. mensalmente. ―13. no caso de levantamento de balanços. um impedimento à assinatura em conjunto do laudo pericial contábil. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. 4. optar pela forma que entenderem mais correta de se manifestarem. não devendo entender o perito-contador que tal atitude constitua descrédito ao trabalho realizado ou ao profissional que o apresentou.3 – O perito-contador assistente.

6. O perito-contador assistente, emitirá parecer pericial contábil em separado que, uma vez analisadas as conclusões trazidas pelo laudo pericial contábil, não concordar total ou parcialmente com elas ou discordar da forma como foram transmitidos os procedimentos utilizados para fundamentá-lo. 7. O perito-contador assistente, emitirá parecer pericial contábil em separado que assim entender cabível, tendo em vista a comprovação, de forma técnica, das teses levantadas pela parte que o contratou. 8. O perito-contador assistente poderá, ainda, assinar em conjunto com o peritocontador o laudo pericial contábil elaborado por este último e, também, apresentar, em separado, parecer pericial contábil, destacando e/ou desenvolvendo, de forma técnica, algum ponto relevante do trabalho, desde que não haja contrariedade com o contido no laudo pericial contábil. CONCLUSÃO 9. A participação de mais de um Contador, desempenhando as funções de peritocontador e de perito-contador assistente, no mesmo processo, deve ser entendida como reconhecimento e valorização da Profissão, motivo pelo qual o relacionamento ético e respeitoso entre eles é encarado como pressuposto do engrandecimento profissional.

Assinatura nos Termos de Abertura e Encerramento dos Livros Contábeis Publicado em 09/08/2001 13:08 Quando a empresa adotar a escrituração do Livro Diário Geral e do Razão por meio de processamento eletrônico de dados (computador), as folhas impressas devem ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente. Após o processamento, as folhas deverão ser destacadas e encadernadas em forma de livro, com a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e submetidos à autenticação da Junta Comercial. Essa encadernação deverá ser feita, no máximo, anualmente, para efeito de atender o regime fiscal e contábil. Esse procedimento deverá também ser adotado por todas as empresas obrigadas à escrituração contábil, ainda que tenham iniciado as suas atividades no 2º semestre/99. Os termos de abertura, de encerramento e o Balanço deverão ser datados e assinados por duas pessoas (art.268 do RIR/99): a) pelo sócio responsável tributário ou administrador da sociedade; e

b) pelo contabilista legalmente habilitado, com indicação do número de sua inscrição no CRC. Contudo, somente o sócio da sociedade poderá assinar os termos de abertura, de encerramento e o Balanço da empresa, também na qualidade de contabilista, e assumir a responsabilidade pela escrituração, desde que legalmente habilitado para o

exercício profissional, com registro no CRC (§ 2º do art. 268, do RIR/99).

Atividade agrícola - Aspectos contábeis das culturas temporárias Publicado em 24/01/2005 08:21 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem período de vida curta e normalmente, após a colheita, são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio. Durante sua formação, os custos são acumulados no Ativo Circulante, na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como, por exemplo, arroz, trigo etc. Após o término da colheita, essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖, também do Ativo Circulante, e com subconta com o tipo do produto. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖, que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida. Exemplo 1) D - Cultura Temporária (AC) Tipo de Plantação C - Disponível (AC) ou Contas a Pagar (PC) Pelo registro dos gastos com a formação e a colheita da cultura, tais como adubação, sementes, mão-de-obra, irrigação, produtos químicos etc. 2) D - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação C - Cultura Temporária (AC) Tipo de Plantação Pela baixa após o término da colheita. 3) D - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação C - Disponível (AC) ou Contas a Pagar (PC)

Pela agregação aos produtos colhidos dosgastos com beneficiamento, acondicionamento, armazenamento etc. 4) D - Custo do Produto Vendido (CR) C - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação Pelo reconhecimento do custo no resultado, por ocasião da venda do produto. AC – Ativo Circulante PC – Passivo Circulante CR – Conta de Resultado

Contabilidade - Atividade pecuária - Nascimento de bezerros Publicado em 24/05/2004 10:52 Conforme entendimento do Fisco, por meio do Parecer Normativo CST nº 57/76, o nascimento de bezerros deverá ser contabilizado a débito de conta do ativo circulante e a crédito de superveniências ativas pelo valor real de custo ou pelo valor corrente no mercado. Superveniências ativas significam acréscimos ganhos em relação ao ativo da empresa. São acréscimos que ocorrem em virtude de nascimento de animais e ganhos decorrentes do crescimento natural do gado. São variações patrimoniais positivas. Mesmo que a empresa tenha a intenção de manter, total ou parcialmente, o rebanho emformação para produção, ele será classificado no ativo circulante, pois nem sempre épossível identificar se o bezerro ou a bezerra possui todos atributos genéticos necessários para a reprodução. Suponhamos que tenham nascido 50 bezerros(as) a um custo unitário de R$ 100,00.Teremos: D - Estoques Rebanho Bovino em Formação Bezerros de 0 a 12 meses C - Receita de Gado Bovino Variação Patrimonial Líquida Superveniências Ativas........................................... 5.000,00

(CD 45/1997)

Contabilidade - Atividade rural - Criação de animais - Registro do rebanho existente Publicado em 28/07/2005 09:51 Devem ser consideradas como integrantes do Ativo Imobilizado as contas a seguir indicadas, que podem atender à discriminação mais apropriada a cada tipo de criação: a) Rebanho reprodutor - indica o rebanho bovino, suíno, eqüino, ovino etc., destinado à reprodução, inclusive por inseminação artificial; b) Rebanho de renda - representa bovinos, suínos, ovinos e eqüinos que a empresa explora para produção de bens que constituem objeto de suas atividades; c) Animais de trabalho - compreende eqüinos, bovinos, muares, asininos destinados a trabalhos agrícolas, sela e transporte. Podem ser classificados no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo, em conta apropriada, aves, gado bovino, suínos, ovinos, eqüinos, caprinos, coelhos, peixes e pequenos animais, destinados a revenda, ou ao consumo na produção de bens para revenda. (PN CST nº 57/1976 e nº 7/1982)

A identificação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 11/09/2001 08:09 Na escrituração contábil, os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. No Razão Contábil temos, por exemplo, as contas ―Veículos‖, ―Móveis e Utensílios‖ etc., que registram bens de mesma natureza, adquiridos pela empresa ao longo dos anos. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem, pois, para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa, é necessário que se saiba, no mínimo, a data e o valor da aquisição do bem. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. Para tanto, além do controle exercido por meio dos registros contábeis, torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis, de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. Na maioria das empresas, o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação, às quais são atribuídos números que obedecem, tão-somente, à ordem cronológica de aquisição. Esse critério de identificação não é obrigatório, mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação, porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da

entidade. Neste caso.1995. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor . deverão ser baixadas a correção monetária complementar pela diferença IPC/BTNF de 1990 e as respectivas depreciação. para eventual comprovação do valor imobilizado. porém. se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção.Alienação e baixa de bens do ativo imobilizado Publicado em 13/09/2004 08:26 Na alienação de um bem do ativo imobilizado devem ser baixados. b) se o bem baixado foi submetido à correção monetária especial facultativa. Se. e c) demais custos. acrescido. e as respectivas depreciação. composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. amortização ou exaustão acumulada. além da correção monetária normal. que foi autorizada para ajustar defasagens nos índices de correção monetária utilizados. amortização ou exaustão acumulada. do IPI incidente sobre os materiais consumidos. o valor dessa correção também deverá ser baixado. Desse modo. reportada à data de 1º. Contabilidade . relacionados com a produção do bem. desde que no referido ano a empresa tenha sido tributada pelo Imposto de Renda com base no lucro real. na escrituração contábil. o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da empresa. b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais. diretos e indiretos. no caso de bens adquiridos ou acréscimos registrados até 31.Bem fabricado pela própria empresa .01. por outro lado.1991. Mesmo nesta segunda hipótese. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖.12. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha.Ativo Imobilizado . a correção monetária desses valores. tratando-se de empresa industrial. se houver. o custo de aquisição e os acréscimos posteriores e/ou as reavaliações. Lembra-se que: a) no caso de bens adquiridos até 1990.Custo de aquisição Publicado em 22/08/2005 10:25 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade .

os bens em construção. e assim deve ser registrado.Bens em construção Publicado em 24/07/2003 08:04 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. passando a construção a ser utilizada. apesar de a negociação ser de ―troca‖. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. por ocasião da aquisição. Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação. todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra.Compra de bem novo.Controle do Ativo Imobilizado Publicado em 12/05/2005 08:38 . tenha havido o crédito na escrita fiscal. Ativo Imobilizado . Para representar a verdadeira essência da operação. Deve-se atentar que. Contabilidade . também. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. dando um usado como parte do pagamento Publicado em 27/09/2004 08:36 Por ocasião da aquisição de um bem novo. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. sob o ponto de vista contábil. Após a sua conclusão. Ativo imobilizado . serão destinados à manutenção da atividade da empresa. juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. o que ocorre. Essa avaliação. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. pois estes eram destinados. então. deve-se. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra. em princípio. Importa salientar que. quando prontos.correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. no caso de veículos. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. que. Esse procedimento é comum na substituição de veículos.

Todavia. . o que normalmente não envolve acréscimo da vida útil. na qual são feitas limpeza.O controle do patrimônio da entidade é atribuição da contabilidade. mas é necessário ao seu funcionamento normal. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. pois. substituição de peças desgastadas etc. é necessário que se saiba. reparos e reformas podem até ser vistos como sinônimos.revisão sistemática e periódica do bem. dentro de padrões técnicos de qualidade. que integram o ativo imobilizado.Pequenos reparos .conserto ou substituição de parte ou peças em razão de quebra ou avaria do equipamento. tais como os dos bens do Ativo Imobilizado e da respectiva depreciação. manutenção. no mínimo. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. por exemplo. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. Em alguns casos. No Razão Contábil. inclusive para efeitos fiscais. Para tanto. que registram bens de mesma natureza. conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado. que a empresa mantenha registros extracontábeis que permitam identificar os bens. reparos e reformas Publicado em 13/10/2004 09:13 Em alguns casos.Distinção entre manutenção. determinar a data e o custo de aquisição. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. necessários para que o bem retorne à sua condição normal de funcionamento. lubrificação. 2. ―Móveis e Utensílios‖ etc. Ativo imobilizado . Na escrituração contábil. Normalmente esse tipo de manutenção não está vinculado ao aumento de vida útil do bem. Como na prática torna-se difícil obter os dados de determinado bem do Ativo Imobilizado diretamente da escrituração contábil. por imperícia ou outro problema técnico qualquer. a data e o valor da aquisição do bem. temos. é indispensável. assim como posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. peças para substituição e materiais necessários para a manutenção são mantidos em almoxarifado.Manutenção . para a análise dos gastos com reparos. normas de segurança etc. as contas ―Veículos‖. faremos as seguintes distinções: 1.. porém é necessário distingui-los dos kits de reposição ou manutenção que acompanham alguns equipamentos por ocasião de sua aquisição. além da escrituração contábil.

relacionados com a produção do bem. por outro lado. mas não traz nenhum acréscimo de vida útil. O próprio Código Nacional de Trânsito prevê a necessidade de o veículo estar em bom estado para poder circular. Desse modo. ou por ter sofrido uma pequena avaria. o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da . porém. por exemplo. o que contribuirá para o aumento de vida útil do equipamento. composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. tratando-se de empresa industrial. o qual necessita periodicamente de trocas de óleo. se após dois ou três anos de uso. mas que não aumentam sua vida útil. A peça substituída coloca o bem nas condições de uso que ele possuía antes da quebra ou da avaria.Ativo Imobilizado . ou mesmo a substituição do motor por outro novo.3. troca de um pára-choque ou de um pára-lama. Contabilidade . se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção. b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais.por exemplo.Custo Publicado em 10/09/2004 09:46 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖. acrescido. com a reforma. de rolamentos diversos. e c) demais custos. Essas são manutenções que devem ser feitas para o bom funcionamento do veículo. do IPI incidente sobre os materiais consumidos.Fabricação de bem pela própria empresa . Admitamos agora que esse caminhão necessite de reparo por ter apresentado defeito em uma peça já fora da garantia . Se. de pastilhas e lonas de freio. forem procedidas reformas completas de motor e funilaria. Agora. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. contado da data de sua aquisição. diretos e indiretos. não coberta por seguro.substituição ou recuperação de partes e peças isoladas e/ou em conjunto em bens desgastados pelo tempo (totalmente depreciados ou não). Vejamos o exemplo de um caminhão adquirido novo (zero quilômetro). em função de o caminhão apresentar um certo desgaste. de discos de embreagem. de pneus etc. de amortecedores e de molas.Grandes reparos e/ou reformas . houve aumento da previsão do prazo de utilização desse bem. como. Ou seja. ele certamente terá uma sobrevida que ultrapassará o prazo de vida útil restante. uma bomba de combustível -.

§ 3º. por ocasião da aquisição. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. o que pode dar o entendimento de abranger não só itens do Imobilizado como também de Investimentos e do Ativo Diferido. que registram bens de mesma natureza. Neste caso. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. Ativo Imobilizado . . Na escrituração contábil. Contabilidade . inclusive para efeitos fiscais. em princípio. tais como os dos bens do Ativo Imobilizado e da respectiva depreciação. que a empresa mantenha registros extracontábeis que permitam identificar os bens.. as contas ―Veículos‖. pois. Finalidade do controle Com na prática torna-se difícil obter os dados de determinado bem do Ativo Imobilizado diretamente da escrituração contábil. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. temos.404/1976 menciona que a reavaliação pode ser feita para os "elementos do Ativo". à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. assim como os posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. ―Móveis e Utensílios‖ etc. no mínimo. a data e o valor da aquisição do bem. Mesmo nesta segunda hipótese. da Lei nº 6. além de estoques.empresa.Ativos que podem ser reavaliados Publicado em 17/06/2005 08:43 O art. 182. além da escrituração contábil. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. tenha havido o crédito na escrita fiscal porque destinados. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. No Razão Contábil. determinar a data e o custo de aquisição. por exemplo. é necessário que se saiba. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. Para tanto. dessa forma é indispensável.Fichas de controle de bens Publicado em 09/12/2004 08:35 O controle do patrimônio da entidade é atribuição da contabilidade. para eventual comprovação do valor imobilizado.

entre outros. Por sua vez.Auxílio-creche (CR) C . de acordo com a tabela progressiva do mês do pagamento dos salários. deve ser incorporado ao salário para efeito de incidência do IR Fonte. A descontinuidade operacional de bens reavaliados implica a necessidade de alteração do critério de avaliação para o registro pelo valor original. os estoques ou outros Ativos constantes do Circulante ou Realizável a Longo Prazo. Contabilmente. sugerimos os seguintes lançamentos: 1) pela apropriação da folha de pagamento: D . portanto. desde que não esteja prevista sua descontinuidade operacional. Auxílio-creche – Tratamento contábil Publicado em 19/01/2005 08:43 O auxílio-creche pago aos empregados. as respectivas reservas de reavaliação e a provisão dos tributos incidentes sobre a reavaliação. No entanto.Salário a pagar (PC) D – IR Fonte a recolher (PC) . o entendimento do Ibracon e do CFC é de que a reavaliação seja restrita a bens tangíveis do Ativo Imobilizado. 434 do RIR/1999) é mais restritiva e refere-se somente aos bens do Ativo Permanente. 43 do RIR/1999). a legislação do Imposto de Renda (caput do art. por se tratar de um rendimento tributável (art. estornando-se a parcela da reavaliação incluída no Ativo. não abrangendo.Salário a pagar (PC) 2) pela retenção do IR Fonte: D .Salário a pagar (PC) C – IR Fonte a recolher (PC) 3) pelo pagamento do salário e recolhimento do IR Fonte: D .

Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Avalista de Empresa Concordatária . a qual não será computada na determinação do lucro real (art. isto é. devem ser com base no custeio por absorção Publicado em 18/12/2001 09:12 As legislações societária e fiscal. Avaliação dos produtos acabados e em elaboração. Em síntese. mão-de-obra direta e materiais diretos ou componentes). com base no chamado Custeio por Absorção. no máximo. em contrapartida à conta de resultado (de receita ou despesa).C . nas empresas industriais. com base em balanço patrimonial ou balancete de verificação da coligada ou controlada levantado na data da alienação ou liquidação ou até 30 (trinta) dias. O segundo grupo de custos (custos indiretos) compreende os chamados gastos gerais de fabricação. exigem a avaliação do estoque de produtos (acabados e em elaboração). A diferença entre o valor da equivalência patrimonial determinado na data da alienação ou liquidação do investimento e o valor pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade será lançada a débito (se positiva) ou a crédito (se negativa) da conta do investimento.Caixa/Bancos (AC) CR: Conta de Resultado (despesa) PC: Passivo Circulante AC: Ativo Circulante. antes dessa data (art. quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente. Avaliação na baixa do investimento Publicado em 24/09/2001 09:09 A baixa de investimento relevante e influente em coligada ou controlada deverá ser precedida de avaliação pelo valor de patrimônio líquido. nas empresas industriais. mediante rateios. 389 do RIR/99). Custeio por Absorção significa a apropriação aos produtos elaborados pela empresa de todos os custos incorridos no processo de fabricação. assim como os princípios fundamentais de contabilidade. quer estejam diretamente vinculados ao produto (matérias-primas. 427 do RIR/99).

O avalista na condição de credor. Entretanto. saído em definitivo do patrimônio da empresa. Autônomo por excelência. sujeitar-se-á às condições gerais da concordata. não se vincula à operação realizada. não desconta a franquia (que corresponde a um valor mínimo não coberto). somente podem ser baixados do Ativo Imobilizado por ocasião da efetiva saída do patrimônio da empresa. (PN CST nº 146/1975 e art. pois a Nota Fiscal de Venda será o documento hábil à comprovação de sua saída do patrimônio da empresa. a sua baixa contábil somente será admitida para efeitos fiscais. a perda total. isto é. o que realmente ocorre é uma venda . Tal procedimento impõe-se porque. No caso de venda dos bens imprestáveis. Importa salientar que não aproveita ao avalista o instituto do benefício de ordem. formalmente. sem qualquer benefício ou preferência em relação aos demais credores. 418 do RIR/1999) Baixa de bens sinistrados com perda total Publicado em 24/09/2004 08:43 No caso de bem sinistrado com perda total. nenhuma dificuldade existe no tocante à sua baixa.Publicado em 25/02/2002 10:02 O aval é a garantia eminentemente cambial. pode optar pela execução do devedor ou de seu avalista. se o bem tiver sido baixado fisicamente. ainda que antes de decorrido o prazo de vida útil previsto (em virtude de obsolescência anormal ou ocorrência de caso fortuito ou de força maior). ainda que como sucata. a seu critério. O processo de recebimento da indenização pode demorar um pouco. Nesse caso. se não restar ao bem nenhum valor econômico apurável. como credor quirografário. mas desde que a seguradora reconheça. o ganho ou perda de capital será apurado como numa venda qualquer. mas sim à obrigação consubstanciada no título creditício em que for dado. Isso significa que o credor. isto é. há necessidade da baixa do bem com o concomitante reconhecimento do valor da indenização a ser pago pela seguradora. Contabilidade – Baixa de bens imprestáveis Publicado em 26/09/2005 08:42 Os bens do Ativo Imobilizado que se tenham tornado imprestáveis. fato que deverá ser comprovado por documentos de idoneidade indiscutível. nesse caso. a companhia seguradora indeniza a empresa pelo valor total segurado.

como despesa operacional. Contabilidade . conforme a situação do valor contábil do bem. no momento da baixa do bem. a empresa tributada com base no lucro real pode considerar dedutíveis. não apropriada como custo ou despesa operacional. A comprovação da efetiva saída do bem do patrimônio da empresa. que deixou de ser dedutível para fins fiscais. Esse saldo deverá ser baixado. Assim. devendo.do veículo sinistrado à seguradora. os valores contabilizados como perdas de créditos não liquidados. que poderá vir a ser exigida pelo Fisco. pois a apólice já oferece à empresa segurada. tem a natureza de um custo da indenização a ser recebida. visto que. Para efeito de apuração do resultado da baixa do bem sinistrado. como tal. tendo perecido o bem segurado. embora ela não seja mais dedutível fiscalmente.Baixa de créditos não liquidados Publicado em 05/10/2004 08:42 Desde o ano-calendário de 1997. não há mais que cogitar a fluência no tempo do benefício da garantia oferecida pela seguradora. que restará na conta de despesa antecipada do ativo circulante. condições para o registro da indenização a receber. desde que obedecidos os limites estabelecidos. não sendo necessário aguardar o seu efetivo recebimento. podemos ter uma perda ou um ganho de capital. admitida como despesa dedutível pela legislação do Imposto de Renda. a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa ainda pode ser necessária. abaixo descrevemos o registro contábil da baixa dos créditos não liquidados. em função da regra do conservadorismo ou da prudência. ao valor da indenização a receber contrapõe-se à soma do valor contábil do bem (custo corrigido menos depreciação acumulada) com o saldo do prêmio de seguro não apropriado como custo ou despesa operacional. será produzida pela nota fiscal de venda emitida à companhia seguradora. Outra questão a considerar é com relação ao saldo do prêmio pago. Essa parcela do prêmio. ainda não apropriado como custo ou despesa operacional. . Sob o ponto de vista da boa técnica contábil. em substituição à provisão para créditos de liquidação duvidosa. Todavia. ser baixada contabilmente.

Baixa de investimento avaliado pela equivalência patrimonial Publicado em 28/03/2002 09:03 A baixa de investimento relevante e influente em coligada ou controlada deverá ser precedida de avaliação pelo valor de patrimônio líquido. b. vencidos há mais de seis meses. com base em balanço patrimonial ou balancete de verificação da coligada ou controlada levantado na data da alienação ou liquidação ou até 30 (trinta) dias.3) créditos com garantia (reserva de domínio do bem vendido. antes dessa data (art. b) a conta redutora do crédito. de valor até R$ 5.00 até R$ 30. relativamente à parcela que exceder o valor que esta tenha se comprometido a pagar. nas demais hipóteses previstas na lei fiscal. A diferença entre o valor da equivalência patrimonial determinado na data da alienação ou liquidação do investimento e o valor pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade será lançada a débito (se positiva) ou a crédito (se negativa) da conta do .1) créditos sem garantia.000. vencidos há mais de dois anos.00 por operação. observado o seguinte: b.2) a parcela do crédito cujo compromisso de pagar não houver sido honrado pela empresa concordatária poderá também ser deduzida como perda. b. sem garantia. vencidos há mais de um ano. desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para seu recebimento ou arresto das garantias. de valor superior a R$ 30. alienação fiduciária ou outra garantia real). b. de valor acima de R$ 5.00. desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento.4) créditos contra devedor declarado falido ou pessoa jurídica declarada concordatária.000.00 (trinta mil reais). desde que a credora tenha adotado os procedimentos judiciais necessários para o recebimento do crédito. o registro contábil das perdas dedutíveis deve ser efetuado a débito da conta de resultado. no caso de créditos.4.2) créditos sem garantia. no máximo.000.Registro contábil das perdas Conforme preconizado pela lei fiscal. b. vencidos há mais de um ano. por operação.1) a dedução da perda será admitida a partir da data da decretação da falência ou da concessão da concordata. 427 do RIR/99). quais sejam: b.4. tendo como contrapartida: a) a conta que registrou o crédito. que estejam em cobrança administrativa.000.

b) data a que se refere.Procedimentos Publicado em 10/11/2005 09:02 A baixa do registro profissional será concedida ao contabilista que interromper ou cessar suas atividades profissionais.Solicitação de baixa do registro no CRC . por meio da Resolução nº 685/90. Após essa data. O grau de detalhamento do balancete deve ser adequado à sua finalidade. Caso a baixa seja solicitada até 31 de março. aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). extraída dos registros contábeis em determinada data. a anuidade será devida integralmente.investimento. De acordo com a NBC T.7 . 31 a 34 da Resolução CFC nº 867/1999) Balancete de verificação . os elementos mínimos que devem constar do balancete são: a) identificação da Entidade. contendo o motivo que originou a solicitação e acompanhado da carteira de identidade de contabilista. Cumpre salientar que a inobservância da Norma Brasileira de Contabilidade aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade constitui infração ao exercício legal da profissão (alínea ―c‖ e caput do art. Observe-se que. 389 do RIR/99).Critérios de elaboração Publicado em 21/05/2004 14:03 Os critérios que devem ser observados pelas pessoas jurídicas para efeito de elaboração do balancete de verificação.7. são regidos pela ―NBC T. assim como infração ao Código de Ética Profissional do Contabilista. a qual não será computada na determinação do lucro real (art. somente será concedida a baixa ao contabilista que estiver em dia com suas obrigações perante o CRC. . que será inutilizada. a anuidade será devida proporcionalmente ao número de meses decorridos. O balancete de verificação do razão é a relação de contas. Contabilista . c) abrangência.2. 27 do Decreto-lei nº 9.2. mediante requerimento dirigido ao CRC. com seus respectivos saldos.295/46). (Arts.Do Balancete‖. em contrapartida à conta de resultado (de receita ou despesa).

pareceres. em princípio. sócio ou diretor da empresa. que não poderá ser acusada.2. deverá ser utilizada a Declaração de Habilitação Profissional (DHP). f) soma dos saldos devedores e credores. VII). no mínimo. apor o seu visto após decorrido o referido prazo.7. Declarações de Percepções de Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. Se. A exigência é favorável à empresa. para que este aponha a sua rubrica. 186. o motivo do atraso e pedir para que seja rubricado o balanço. Esse requerimento pode ser firmado pelo próprio titular. o interessado deverá fazer um requerimento ao Juiz em que exponha. após a transcrição e a assinatura do balanço no livro Diário. no caso de falência. as empresas devem. dentro dos sessenta dias seguintes à data do encerramento do exercício social. de ter sua escrituração atrasada ou de não haver cumprido um dever que a lei lhe impõe. em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica. que o balancete de verificação deve ser elaborado. . por motivo relevante. art. em linhas gerais.d) identificação das contas e dos respectivos grupos. indicando se são devedores ou credores. e) saldos das contas. deverá previamente ser recolhida uma taxa.661/45. mensalmente. Para a obtenção do referido visto.. levá-lo àpresença do Juiz de Direito sob cuja jurisdição estiver subordinado o seu estabelecimento principal. Estabelece ainda a NBC T. laudos. confeccionada na forma de etiqueta autoadesiva. este poderá. sua categoria profissional e número de registro no CRC. não tiver sido possível submeter o balanço à rubrica do Juiz dentro dos sessenta dias seguintes à data do encerramento do exercício social. Nesse caso. Lembramos que. especialmente nas demonstrações contábeis. O balancete que se destinar a fins externos à Entidade deve conter nome e assinatura do contabilista responsável. a seu critério. de acordo com a Resolução CFC nº 871/2000. Visto do juiz no balanço Publicado em 05/04/2004 08:29 Segundo dispositivo da Lei de Falências em vigor (Decreto-lei nº 7. cujo valor e forma de recolhimento (guia) são fixados na legislação de cada Unidade da Federação.

b) considerar como utilizadas as quotas de depreciação. se nunca manteve ou houver abandonado a escrituração contábil. Balanço de abertura . punível com a pena de detenção de 6 meses a 3 anos. bem como o valor do capital social. por opção própria ou por não mais se enquadrar nos requisitos exigidos para adoção daquele regime.O não-cumprimento dessa formalidade poderá. dar lugar à caracterização de crime falimentar.12. a ser lançado na conta própria do ativo permanente. c) após as providências descritas nas letra "a" e "b". . efetuar os registros contábeis dos valores apurados no levantamento patrimonial. amortização ou exaustão de bens do ativo permanente que seriam cabíveis no(s) período(s)-base anterior(es) àquele em que se realizar o balanço de abertura. O levantamento patrimonial para início ou reinício da escrituração deverá reportar-se à data de 1º de janeiro do ano-calendário em que a empresa ficar sujeita à tributação com base no lucro real.95. corrigidos monetariamente desde a data de aquisição e da integralização do capital até 31.Retorno ao lucro real Publicado em 25/03/2004 09:21 A empresa optante pela tributação do Imposto de Renda com base no lucro presumido que tiver de retornar à tributação com base no lucro real. deverá. caso houvesse sido tributada pelo lucro real. se a empresa nunca efetuou registros contábeis nas condições exigidas para fins do Imposto de Renda. em caso de falência. no balanço de abertura deverá: a) tomar o custo dos bens do ativo imobilizado e dos investimentos permanentes. efetuar um levantamento patrimonial a fim de proceder ao balanço de abertura e iniciar ou reiniciar a escrituração. Segundo orientação fiscal contemplada no Parecer Normativo CST nº 33/78. lançar a diferença entre o ativo e o passivo como lucros ou prejuízos acumulados e em seguida levantar o balanço de abertura. obrigatoriamente. O valor dessas quotas constituirá o montante da depreciação. no caso de bens adquiridos ou capital integralizado até essa data. amortização ou exaustão acumulada.

274 do RIR/1999).000. permitindo aos usuários . a fim de elaborar balanço de abertura e iniciar escrituração contábil. no dia 1º de janeiro do respectivo ano-calendário. Esse procedimento aplica-se a todas as demonstrações contábeis. estiver escriturando apenas o livro Caixa.1983.Balanço de abertura pela PJ tributada pelo lucro presumido .000. Enfim. de 28. ou seja.1. determina que o balanço e demais demonstrações contábeis de encerramento de exercício devem ser transcritos no livro Diário. contratuais ou estatutárias. aprovada pela Resolução nº 563. Devem também ser transcritos no livro Diário os balanços ou balancetes mensais que servirem de base para a suspensão ou redução do pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social por estimativa das pessoas jurídicas que apuram o lucro real anual (art. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questão nº 544) Balanço e demais demonstrações contábeis – Transcrição no Diário Publicado em 04/11/2004 09:43 O subitem 2. quando então deverá adotar a tributação com base no lucro real. § 1º.Hipótese Publicado em 07/07/2005 09:25 Se a receita bruta total da pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido em determinado ano-calendário for superior a R$ 48. no qual demonstra se o custo-benefício da empresa é positivo. complementará o sistema de informação contábil.Contabilidade . se respeita os direitos humanos de seus colaboradores e se desenvolve todo o seu processo operacional sem agredir o meio ambiente.4 e § 2º do art. A legislação fiscal prevê que as demonstrações financeiras (contábeis) levantadas no encerramento de cada período de apuração do lucro real devem ser transcritas no livro Diário (IN SRF nº 77/1986.1. do RIR/1999). Observe-se que. deverá obrigatoriamente realizar.00. Balanço Social Publicado em 23/11/2001 09:11 O Balanço Social é um instrumento de informação da empresa para a sociedade. ela estará automaticamente excluída do regime para o ano-calendário seguinte. se não estiver mantendo escrituração regular. I. levantamento patrimonial. se agrega valor à economia e à sociedade. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da empresa.4 da Norma Brasileira de Contabilidade NBC-T 2.10. subitem 4. do Conselho Federal de Contabilidade. 230.

entende-se por informação de natureza social e ambiental: a) a geração e a distribuição de riqueza. devem constar: a) remuneração bruta segregada por empregados. . Na informação sobre recursos humanos devem constar dados referentes a remuneração. por meio da Resolução nº 1. terceirizados e autônomos. bem como o seu relacionamento com os empregados.003/2004. c) a interação da entidade com o ambiente externo. que institui a Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. considerando os empregados e os administradores. terceirizados e autônomos. d) gastos com alimentação. benefícios concedidos. composição do corpo funcional e as contingências e os passivos trabalhistas da entidade. Para fins de aplicação das disposições estabelecidas nessa norma. cujo objetivo é demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade social da entidade. b) os recursos humanos. seu posicionamento perante a comunidade e o meio ambiente. b) relação entre a maior e a menor remuneração da entidade.conhecer a atuação social da empresa. aprovou a NBC T 15. Contabilidade Ambiental .Informação sobre recursos humanos Publicado em 12/07/2005 10:34 O Conselho Federal de Contabilidade. c) gastos com encargos sociais. administradores. Com relação a remuneração e benefícios concedidos aos empregados. d) a interação com o meio ambiente. administradores.Balanço Social .

g) gastos com saúde. f) gastos com previdência privada. g) total de empregados por sexo. f) total de prestadores de serviços terceirizados no final do exercício. terceirizados e administradores beneficiados.e) gastos com transporte. . j) gastos com cultura. i) gastos com educação (excluídos os de educação ambiental). Nas informações relativas à composição dos recursos humanos. autônomos. e) total de empregados portadores de necessidades especiais no final do exercício. l) gastos com capacitação e desenvolvimento profissional. n) participações nos lucros ou resultados. b) total de admissões. m) gastos com creches ou auxílios-creches. h) gastos com segurança e medicina do trabalho. c) total de demissões. devem ser evidenciados: a) total de empregados no final do exercício. Estas informações devem ser expressas monetariamente pelo valor total do gasto com cada item e a quantidade de empregados. d) total de estagiários no final do exercício.

h. por meio da Resolução nº 1. i.Balanço Social . por sexo. que institui a Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental.5) com ensino superior.2) de 18 a 35 anos. Contabilidade Ambiental .3) com ensino médio. nos seguintes intervalos: h. j) percentual de ocupantes de cargos de chefia.4) acima de 60 anos. h.h) total de empregados por faixa etária. d) valor total de indenizações e multas pagas por determinação da justiça. aprovou a NBC T 15.1) analfabetos.1) menores de 18 anos. i) total de empregados por nível de escolaridade. Nas informações relativas às ações trabalhistas movidas pelos empregados contra a entidade.3) de 36 a 60 anos. devem ser evidenciados: a) número de processos trabalhistas movidos contra a entidade. c) número de processos trabalhistas julgados improcedentes.003/2004.2) com ensino fundamental. i. i. b) número de processos trabalhistas julgados procedentes. i.6) pós-graduados. cujo objetivo é demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade social da . i.4) com ensino técnico. segregados por: i.Responsabilidade técnica pelas informações e revisão da demonstração Publicado em 20/07/2005 10:14 O Conselho Federal de Contabilidade. h.

e c) demais custos.entidade. acrescido. devendo ser indicadas aquelas cujos dados foram extraídos de fontes não-contábeis. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. evidenciando o critério e o controle utilizados para garantir a integridade da informação. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. Nesse caso. e ser publicada com o relatório deste. relacionados com a produção do bem. em princípio. o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da empresa. 179. por ocasião da aquisição. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. porém.Bem não destinado à atividade da empresa . se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção. A responsabilidade por informações não-contábeis pode ser compartilhada com especialistas. Mesmo nesta segunda hipótese. classificam-se como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de . à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. Bem fabricado pela própria empresa – Custo de aquisição Publicado em 28/02/2005 10:21 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖. inciso III. b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais. Contabilidade .404/1976. por outro lado. quando a entidade for submetida a esse procedimento. As informações contábeis. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. contidas na Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. da Lei nº 6. do IPI incidente sobre os materiais consumidos. são de responsabilidade técnica de contabilista registrado em Conselho Regional de Contabilidade. Se.Classificação Publicado em 11/04/2005 09:34 De acordo com o art. tenha havido o crédito na escrita fiscal porque destinados. para eventual comprovação do valor imobilizado. diretos e indiretos. A Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental deve ser objeto de revisão por auditor independente. tratando-se de empresa industrial. Desse modo.

mesmo tendo prazo certo. no grupo do Ativo Permanente. podendo o respectivo valor ser: a) amortizado durante o prazo de vigência do contrato de locação ou arrendamento. não classificáveis no Ativo Circulante e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. se esse tiver prazo determinado e estipular expressamente que as benfeitorias não serão indenizadas (art. remanescendo ou não saldo devedor. os desembolsos iniciais como adiantamento a fornecedores. são classificadas como investimento. a critério exclusivo da pessoa jurídica. alínea ―d‖. Contabilidade . em conta do Ativo Imobilizado. b) na segunda fase. pelo valor constante na nota fiscal pela qual o bem foi faturado . não vedar à empresa locatária o direito de pleitear indenização pelas benfeitorias realizadas (PN CST nº 104/1975). que refletem necessariamente procedimentos diversos: a primeira evidencia o período que antecede o recebimento do bem. seja mediante sorteio ou antecipação de quotas (lance). o registro no Circulante ou Realizável a Longo Prazo. § 2º. quando a intenção for a de permanência. ou b) depreciado à taxa normal. de acordo com o prazo de vida útil admitido para a espécie de benfeitoria. o custo de benfeitorias com prazo de vida útil superior a um ano (art. mas que implica desembolso efetivo do consorciado. do RIR/1999 e PN CST nº 210/1973). realizadas pela empresa em bens locados ou arrendados de terceiros. em conta específica e definitiva do Ativo Permanente. se o contrato de locação ou arrendamento for de prazo indeterminado ou. deve ser registrado em conta do Ativo Imobilizado. 301. Contabilidade . deverá registrar: a) na primeira fase.Bens adquiridos por meio de consórcio . as parcelas pagas antes do efetivo recebimento do bem.Ativo Imobilizado Publicado em 14/04/2005 11:31 Como regra.qualquer natureza.Registro Publicado em 13/06/2005 10:14 A pessoa jurídica que adquirir bens por meio de consórcio poderá se defrontar com duas fases distintas.Benfeitorias realizadas pela locatária . considerando-se os princípios contábeis recomendados para cada caso específico. ou seja. Nessas condições. 325. sendo admissível. I. as aplicações em bens ou direitos não destinados à atividade da empresa. Assim. do RIR/1999). a segunda surge com o recebimento do bem. por ocasião do recebimento do bem.

(Perguntas e Respostas IRPJ/2005 .Questão nº 257) Bens do Ativo Imobilizado . porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade. segundo critérios subjetivos de sua conveniência.. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. sob a alegação de que se pretende aliená-los. . No Razão Contábil temos. os bens que se destinem à exploração do objeto social ou à manutenção das atividades da pessoa jurídica devem permanecer classificados em conta do ativo permanente até o momento de sua alienação. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. devendo observar rigorosamente os critérios da Lei nº 6. Para tanto. pois. por exemplo. tão-somente. a data e o valor da aquisição do bem. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação.Identificação Publicado em 14/07/2003 09:06 Na escrituração contábil. Na maioria das empresas. que registram bens de mesma natureza. ―Móveis e Utensílios‖ etc.(PN CST nº 1/1983). mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. é necessário que se saiba. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. às quais são atribuídos números que obedecem. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade.404/76. as contas ―Veículos‖. à ordem cronológica de aquisição. Assim. Bens do ativo imobilizado não podem ser transferidos para o ativo circulante para serem vendidos Publicado em 14/03/2002 10:03 O Parecer Normativo CST nº 3/80 esclarece que o contribuinte não tem faculdade de classificar as contas ou reclassificá-las. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. no mínimo. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. vedada sua transferência para o ativo circulante. baixa ou liquidação. Esse critério de identificação não é obrigatório. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa.

o seu valor contábil residual somente poderá ser baixado por ocasião da sua baixa física.Bens do ativo imobilizado retirados de operação . os bens em . na prática observa-se a preferência pela manutenção desses bens no ativo imobilizado. inclusive. no caso de bens adquiridos até essa data. Importa alertar que.Registro contábil Publicado em 30/09/2004 10:03 No caso de bens retirados de operação por não estarem mais sendo utilizados. é a sua transferência para conta do ativo circulante. Em qualquer hipótese. a constituição de uma provisão para ajuste ao valor de mercado. todavia. Bens do Imobilizado em construção Publicado em 31/01/2002 08:01 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. e mesmo que o bem tenha-se tornado totalmente imprestável e sem nenhum valor econômico apurável. também. Mesmo que mantidos no ativo imobilizado. por exemplo). Caso o valor realizável no mercado seja inferior ao valor contábil residual do bem. para a qual serão transferidos os valores relativos ao custo de aquisição e posteriores acréscimos. inclusive a correção monetária até 31. a partir do instante em que saem de operação. Todavia. recomenda-se que os bens sejam mantidos em uma conta que indique tratar-se de bens que não estão mais em operação ("Bens Fora de Uso".12. A depreciação. sob o ponto de vista técnico. quando ele sair do patrimônio da empresa. tecnicamente. cabe. ou seja. para que o seu saldo seja demonstrado como dedução do saldo da conta "Bens Fora de Uso". em virtude de implicações fiscais por ocasião da sua alienação.95. o mais adequado. fato que precisa ser comprovado por documentação idônea. em virtude de obsolescência ou desativação parcial de linha de produção. esses bens não poderão mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. não será dedutível para efeitos fiscais. amortização ou exaustão acumulada relativa a esses bens serão transferidas para conta própria ("Depreciação Acumulada de Bens Fora de Uso"). se existir mercado para esses bens e a intenção da empresa for vendê-los. a qual.

Portanto. preste ou tenha condições de prestar utilidade. os quais. na aquisição de uma mesa para o escritório. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. tais como: • engradados. atende às necessidades a que se presta. independentemente de seu custo de aquisição. observando-se que: b. nestes casos. o que significa que a permissão não abrange imobilizações relacionadas com atividades constitutivas do objeto da pessoa jurídica que requeiram o emprego simultâneo de uma certa quantidade de bens. ou seja. pois cada um (em sentido econômico). singularmente considerado. Após a sua conclusão. somente atingem o objeto da atividade explorada em razão da pluralidade de seu uso. tijolos e cimento para construção não pode ser tomado o valor unitário de cada um desses bens. Por outro lado. na aquisição de telhas. quando prontos. serão destinados à manutenção da atividade da empresa. que resultará da construção. individualmente. que. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra. Assim.2) a dedutibilidade do custo diretamente como custo ou despesa não se aplica se a atividade exercida pela empresa exigir utilização de um conjunto dos bens. ou b) se o bem adquirido tiver valor unitário não superior a R$ 326. por si só. não é necessário o registro do bem no Ativo Imobilizado para posterior depreciação): a) se o prazo de vida útil do bem adquirido não ultrapassar um ano. não perfaz o critério de utilidade. mesmo que o prazo de vida útil seja superior a um ano. deve-se. o bem (a mesa). por exemplo. Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação.1) para efeito da dedução direta como custo ou despesa. embora cumpram individualmente a utilidade funcional. a construção deverá ser registrada no Ativo Imobilizado e poderá ser depreciada.construção.61. vasilhames e barris utilizados por empresas distribuidoras de águas . Bens registrados como custo ou despesa Publicado em 01/04/2004 09:18 O custo de aquisição de bens pode ser diretamente deduzido como custo ou despesa operacional nas seguintes hipóteses (observando-se que. então. passando a construção a ser utilizada. do conjunto de bens. é imprescindível que o bem. Importa salientar que. juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. b.

• botijões usados por distribuidoras de gás liqüefeito de petróleo. cervejas e chopes.minerais. mesa e banho utilizadas por empresas que exploram serviços de hotelaria. inclusive os de propriedade industrial ou comercial. ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. ou seja. no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade.Bens totalmente depreciados . (Art. imóveis. Assim. facas e matrizes (moldes) para confecção de partes de calçados. como. por exemplo. no Ativo Imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis. c) no caso de louças e guarnições de cama.. direitos autorais etc. que são aqueles que. Portanto. • cadeiras que as empresas de diversões públicas utilizam em cinemas e teatros. patentes. b) bens incorpóreos ou intangíveis. refrigerantes. representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. 301 do RIR/1999) Bens registrados no Ativo Imobilizado . restaurantes e atividades similares. Contabilidade . aqui se enquadram os direitos sobre marcas. d) no caso de formas para calçados. utilizadas pelas indústrias calçadistas.Permanência nos registros contábeis Publicado em 14/10/2005 08:29 . o que caracteriza o Imobilizado é a finalidade da aplicação. máquinas. instalações etc. contabilmente. que possuem expressão física. móveis.Características Publicado em 18/04/2005 11:02 São registrados. embora não possuam existência física.

corrigido monetariamente até 31. sair em definitivo do patrimônio da empresa. Lembra-se. No caso da não comprovação em que essas bonificações estejam relacionadas com a . hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil para comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil. portanto não tendo valores a serem incluídos na base de cálculo do PIS e da COFINS. não há lançamento em conta de receita operacional. O custo da mercadoria será rateado pelo total recebido. ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava. No caso da mercadoria ser destinada ao ativo imobilizado. será substituída a conta Estoque para conta do Imobilizado. todo o valor obtido na sua venda constitui ganho de capital tributável. inclusive as bonificadas pelo valor unitário pago por cada mercadoria. segundo entendemos. que apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado. § 3º. do RIR/1999 e PN CST nº 146/1975) Bonificação de mercadorias .1995 (caso o bem tenha sido adquirido até essa data). Normalmente. ainda. Enquanto isso não ocorrer. ainda que como sucata. embora o seu valor contábil (custo corrigido menos depreciação acumulada) seja zero. não autoriza a sua baixa contábil. devem permanecer registrados na escrituração o custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada do bem. Estando o bem totalmente depreciado. independentemente da forma de tributação pelo lucro real ou presumido. isto é.Conceito Publicado em 19/08/2003 09:57 Desconto comercial dado dentro do documento fiscal por meio de entrega de quantidade maior de mercadorias ao mesmo preço (chamada dúzia de 13 ou quilo de 1. os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do seu custo de aquisição não devem mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. A baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente. 305. (Art. a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda. Atente-se que nesta hipótese.200 Kg). mas com nota fiscal separada com a mesma data da nota fiscal de compra. Caso as bonificações não constem do mesmo documento fiscal de compra das mercadorias. entendemos que somente poderá ser enquadrada como bonificação se realmente for comprovada que esta bonificação esta atrelada à compra das mercadorias para fins de rateio do custo de aquisição pela quantidade entregue pelo fornecedor.12.O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem.

onde estará sujeita a tributação pelo IRPJ e CSL.718/98) (MC2).2003. não se enquadrou em qualquer das seguintes hipóteses. o valor da doação será crescido a base de cálculo do IRPJ e CSL. correspondente a 1% da base de cálculo da CSL. Observe-se. Os valores dessa doação também deverão ser incluídos na base de cálculo das contribuições para o PIS e a COFINS (Lei 9.Bônus de adimplência fiscal . conforme for à opção. passou a ser admitido às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real ou presumido. b) débitos com exigibilidade suspensa. e) falta ou atraso no cumprimento de obrigação acessória. que o período de 5 anos-calendário será computado por ano completo.aquisição das mercadorias. c) inscrição em dívida ativa. entende-se que será caracterizada como doação.01. No caso de opção pelo lucro presumido. Deverá classificar contabilmente na conta outras receitas operacionais. nos últimos 5 anoscalendário.Pela aquisição do direito ao bônus: D C - Bônus de Adimplência Compensar (AC) a Fiscal a Lucros ou Prejuízos Acumulados (PL) . adimplentes com os tributos e contribuições federais administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB). inclusive aquele em relação ao qual dar-se-á o aproveitamento do bônus. Contabilidade . a) lançamento de ofício. beneficiar-se do bônus de adimplência fiscal. considera-se adimplente a pessoa jurídica que. todavia. O referido bônus pode ser registrado da seguinte forma: I . Para esse efeito. d) recolhimentos ou pagamentos em atraso. em relação a tributos e contribuições administrados pela RFB. determinada segundo as regras do lucro presumido (ainda que a pessoa jurídica beneficiária não esteja sujeita à esse regime de tributação). pelo lucro Real ou presumido.Registro Publicado em 16/11/2005 08:38 Desde 1º.

00 R$ 300. teríamos os seguintes lançamentos: 1 . 115.ICMS a Recolher (PC) C .II .Estoques de Brindes (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante R$ 300.Brindes .00 com ICMS incluso de 18%.ICMS a Recuperar (AC) C . funcionários.Tratamento Publicado em 15/09/2005 08:59 Os valores relativos às aquisições de brindes para distribuição gratuita a clientes. colaboradores etc.Lançamento pela distribuição dos brindes: D .00 2 . 117 e 119 da IN SRF nº 390/2004) Contabilidade .Lançamento pela aquisição do brinde: D . 114. onde permanecerão até sua efetiva distribuição. Exemplo Vamos supor que determinada empresa tenha adquirido 600 canetas para distribuição como brinde.00 R$ 246.Pela utilização do bônus: D C - Provisão para a CSL a Pagar (PC) Bônus de Adimplência Compensar (AC) Fiscal a (Art.Fornecedores (PC) R$ 246.00 .Aquisição e distribuição .Despesas com Brindes (CR) C . Neste caso. 38 da Lei nº 10. no Ativo Circulante.00 R$ 54. então.637/2002.Estoques de Brindes (AC) D . quando. serão levados a débito da conta de despesa correspondente.00 R$ 54. por R$ 300. devem ser registradas em conta do subgrupo ―Estoques‖. e arts.

apurar o estoque de brindes porventura remanescente. .Registro contábil desses gastos Publicado em 07/12/2004 08:51 As aquisições de brindes para distribuição direta a consumidor ou usuário final devem ser registradas em conta do subgrupo ―Estoques‖. o que significa que os valores da espécie que forem levados a débito de conta de despesa operacional devem ser adicionados ao lucro líquido. por ocasião do levantamento de seus estoques. poderá contabilizar o valor em conta de resultado (despesa operacional) e. Capital de giro. para efeito de determinação do lucro real (base de cálculo do IRPJ) e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. VII. capital de giro próprio e capital em giro – Diferenças Publicado em 21/01/2005 10:15 Os cadastros bancários geralmente pedem para a empresa informar o valor do seu capital de giro. desde 1º.1996. na qual permanecerão até a sua efetiva distribuição.Brindes .249/1995). 13. respectivamente. capital de giro próprio e/ou capital em giro. o Passivo Circulante e o Exigível. Se a empresa não adotar registro permanente de estoques. no Ativo Circulante. para efeito do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. b) Capital de giro próprio: o capital de giro próprio ou capital circulante líquido corresponde à diferença positiva entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante. da Lei nº 9. que compreendem. o qual será levado a débito da conta própria do Ativo Circulante e a crédito da conta de despesa operacional.01. É importante salientar que. c) Capital em giro: o capital em giro corresponde à soma dos capitais próprios mais os capitais de terceiros aplicados na empresa. o Patrimônio Líquido. Estes quesitos podem ser diferenciados da seguinte forma: a) Capital de giro: o capital de giro ou capital circulante corresponde ao valor total do Ativo Circulante da empresa. quando os valores serão levados a débito da conta de despesa correspondente. é vedada a dedução das despesas com brindes (art.

e b) a integralização. .Subscrição e integralização . é ajustado um prazo para a integralização da parcela restante.Contabilidade . a figura do ―capital a integralizar‖. a.1) como custos da produção. da promessa de entrega do montante com o qual se comprometeu para a formação do capital social. os sócios. em dinheiro ou em bens. ou seja.Capital social .Classificação contábil Publicado em 10/10/2005 08:07 O encargo suportado pela empresa com a concessão de cestas básicas a todos os empregados é um gasto com pessoal que deve ser classificado: a) nas empresas industriais ou prestadoras de serviços: a. como despesa operacional. existem duas maneiras de caracterizar a formação do capital das sociedades: a) a subscrição. relativamente às cestas distribuídas ao pessoal das áreas de administração. surgindo. vendas e de outros setores da empresa não ligados direta ou indiretamente à produção de bens ou serviços. b) nas demais empresas. inclusive as comerciais. Na prática. mas não o integralizam totalmente. a promessa do sócio de conferir determinado montante de fundos para a formação do capital social. Contabilidade .2) como despesa operacional. O prazo para integralização é estipulado no contrato social ou em ata de assembléia. que é a realização pelo sócio. devem levar em conta a possibilidade econômica de formarem o capital social da empresa tendo em vista fatores como a necessidade financeira para o início do negócio e o retorno que o investimento poderá proporcionar.Cestas básicas distribuídas a empregados . que comprova a dívida do sócio para com a empresa. assim.Conceituação Publicado em 24/10/2005 09:19 Ao decidirem constituir uma sociedade. quando relativo a cestas distribuídas ao pessoal dos setores de produção. Quando os sócios subscrevem o capital social.

ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 720.Regulamentação Publicado em 24/03/2005 08:43 De acordo com a Resolução CFC nº 987/2004.00 C .Estoques . o contabilista ou a organização contábil deve manter contrato por escrito de prestação de serviços. assim.Estoques .00 (sem incidência de IPI).000.00 C . Nesse caso.00 c) distribuição das cestas de Natal D .00 C . ao custo total de R$ 4.00 D .Fornecedores (Passivo Circulante) 4. sugerimos o seguinte: Vamos admitir que determinada empresa comercial adquirisse a prazo 100 cestas de Natal.00 CFC .000.280.Cestas de Natal (Ativo Circulante) 3.Cestas de Natal (Ativo Circulante) 3.ICMS sobre Cestas de Natal (Conta de Resultado) 720.280. .Contabilidade – Cestas de natal distribuídas a empregados – Exemplo de contabilização Publicado em 03/12/2004 08:38 Para fins de contabilização de cestas de Natal adquiridas para distribuição aos empregados. para serem distribuídas gratuitamente aos seus empregados e que essa operação estivesse sujeita à incidência do ICMS (incluso no preço) no valor de R$ 720. permitindo.Despesas Administrativas – Cestas de Natal (Conta de Resultado) 3.Contrato de prestação de serviços contábeis .00 b) ICMS destacado na nota fiscal de saída D . considerando tratar-se de empresa que adota registro permanente de estoques teríamos os seguintes lançamentos: a) aquisição das cestas de Natal D .00.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) 720.280. cujo objetivo é a comprovação dos limites e da extensão da responsabilidade técnica.

o presidente do CFC afirmou que a padronização das normas é uma necessidade natural. os seguintes dados: a) identificação das partes contratantes. reafirmou. Ainda no início deste ano. a disposição da entidade em apoiar um projeto de harmonização das normas de contabilidade para sociedades comerciais. b) relação dos serviços a serem prestados. o CFC enviou ao relator da proposta. deputado Armando Monteiro (PTB-PE). Aos membros da comissão.As. "O Brasil é um grande receptor de capitais externos e devemos estar preparados para enfrentar essas exigências". eles participaram de um encontro promovido pela Comissão de Finanças e Tributação. CFC reafirma disposição em apoiar padronização de normas contábeis no Brasil Publicado em 26/08/2003 08:22 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC). g) responsabilidade das partes. Em uma delas. entidade sem fins lucrativos. que discute o Projeto de Lei nº 3741/00. e) honorários profissionais. também conhecido como Lei das S. após a denúncia do contrato. No dia 20 de agosto. "O próprio CFC não resiste ao convite de que todas as entidades que militam ao redor da . do tamanho da empresa. f) prazo para seu pagamento. com o qual a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deverá celebrar convênio para a elaboração de normas de interesse específico do mercado de valores mobiliários. e do vice-presidente Técnico do CFC. d) cláusula rescisória com a fixação de prazo para a assistência. de autoria do Poder Executivo. A proposta cria condições para que haja um processo de harmonização entre os procedimentos de demonstrações contábeis adotados no Brasil e aqueles aceitos e praticados pelos principais mercados financeiros mundiais. Alcedino Gomes Barbosa. por meio do seu presidente. Irineu De Mula. Essa nova entidade seria coordenada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e integrada por contadores. o CFC sugere a criação do Comitê de Padrões Contábeis. indicados pelo Conselho e pelas entidades representativas. durante audiência pública na Câmara dos Deputados. que tem por objeto social o estudo.a segurança das partes e o regular desempenho das obrigações assumidas. exemplificou Alcedino. com regras claras de transparência que possam ser compreendidas e aceitas nos principais mercados de valores mobiliários. elaboração e divulgação dos princípios. no mínimo. O contrato de prestação de serviços deve conter. algo que já acontece em países com economia mais avançada. três sugestões de emenda para complementar a proposta. independentemente. normas e padrões de Contabilidade e de Auditoria. h) foro para dirimir os conflitos. c) duração do contrato.

O Certificado de Gestão Fiscal Responsável premia aquelas administrações públicas que melhor atingirem índices de despesa com pessoal. "É sabido no mundo todo que as empresas auditadas são as que melhor recolhem seus impostos". deputado Armando Monteiro (PTB-PE). aos membros da Comissão. esforço para eliminação do déficit financeiro. Na avaliação do presidente Alcedino Barbosa. afirmou que o Conselho Federal de Contabilidade é o órgão mais preparado para ser a referência no assunto no País se referindo à criação do Comitê de Padrões Contábeis. (Conselho Federal de Contabilidade – CFC) .concedida às prefeituras que comprovarem comportamento evolutivo na adaptação à LRF . Já o Certificado de Gestor Consciente vai para as prefeituras que melhor atingirem os índices de aplicação de recursos na área de saúde e na manutenção e desenvolvimento do ensino. venham a participar dessas normas". preservando a identidade brasileira". O vice-presidente também defendeu a obrigatoriedade da apresentação de contas por parte das grandes empresas. Estados e prefeituras que estiverem interessados em concorrer às premiações têm até o dia 10 de abril de 2003 para encaminhar ao CFC a documentação necessária. pois esclareceu aos deputados e demais presentes pontos altamente técnicos no que se refere aos procedimentos contábeis adotados no Brasil. índice de endividamento.org. realização de audiências públicas e atuação do controle interno. afirmou o vice-presidente do CFC. concluiu. Um outro tipo de premiação são as menções honrosas ―Rumo à LRF‖ . O relator da proposta. Armando Monteiro disse ainda que pretende finalizar o seu parecer sobre a matéria até meados de setembro para que o texto possa ser votado na comissão logo em seguida. disse se referindo ao processo de transparência que deve fazer parte de toda sociedade comercial. O Prêmio CFC de Gestão Fiscal Responsável foi concebido com a finalidade de estimular administrações estaduais e prefeituras a se adaptarem a dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). "Mostramos aqui que não há espírito coorporativo e sim a busca por uma padronização das normas. O presidente do CFC afirmou ainda que o Conselho está em sintonia com as demais entidades quanto à criação do Comitê de Padrões Contábeis. Fonte: CFC CFC regulamenta Prêmio de Gestão Fiscal Responsável Publicado em 18/03/2003 09:49 Um novo regulamento do Prêmio CFC de Gestão Fiscal Responsável está disponível no site do CFC (www.Contabilidade venham a estar presentes.concedida às prefeituras que comprovarem comportamento evolutivo na sua arrecadação.br).e ―Campeão de Arrecadação‖ . a audiência foi bastante positiva. Irineu De Mula.cfc.

20x1. mas cuja obrigatoriedade de respeito.Cheque pré-datado . o cheque nº 98765. deve registrar contabilmente esse fato conforme exemplificado a seguir.06.05. não oponível a terceiros (por exemplo. Exemplo Vamos supor que determinada empresa recebeu. pelo beneficiário. em pagamento da duplicata nº 32456. Sublinhe-se que a conta ―Cheques em Cobrança‖ classifica-se no subgrupo ―Outros Créditos‖.20x1. em 31. Tratando-se de pagamentos feitos pela empresa com cheque pré-datado. as importâncias recebidas nessa modalidade de pagamento não devem ser classificadas no subgrupo do "Disponível" e sim em conta distinta do "Ativo Circulante". uma vez que não houve desfazimento do negócio. depositado na mesma data. e que esse cheque. não cabe estorno do lançamento original que registrou o pagamento. não no ―Disponível‖. Cheques devolvidos – Registro contábil Publicado em 22/11/2004 08:53 Quando a empresa recebe em pagamento cheques que venham a ser devolvidos pelo banco sacado. .00. apenas. o mais adequado é o registro em conta do Passivo Circulante. de venda a vista ou de qualquer outra transação). ao banco sacado). No caso de devolução.Classificação contábil Publicado em 03/05/2004 13:55 O cheque pré-datado não tem previsão legal. por falta ou insuficiência de fundos ou por qualquer outro motivo. no valor de R$ 1. de sua emissão. na data combinada). por exemplo) e a crédito da conta ―Bancos Conta Movimento‖.000. foi devolvido pela instituição financeira em 02. em que permanecerão até o efetivo recebimento. à data pactuada tem sido confirmada pela jurisprudência. que melhor caracterizará a obrigação assumida. Como não são valores dos quais a empresa vá dispor a qualquer tempo (mas. Trata-se de ato de liberalidade entre as partes (o emitente e o beneficiário). O procedimento adequado é o registro do respectivo valor a débito de conta do Ativo Circulante (―Cheques em Cobrança‖. pelo banco sacado. de cheque recebido em pagamento (de duplicata.

00 O valor registrado em ―Cheques em Cobrança‖ será baixado (mediante crédito). é devida pela pessoa jurídica detentora de licença de uso ou adquirente de conhecimentos tecnológicos.00 C . instituída pela Lei nº 10. sobre as importâncias pagas. o responsável poderá tomar crédito para utilizá-lo como dedução .000.000. Contabilidade .Aproveitamento de créditos Publicado em 15/10/2004 08:37 A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide). bem como pela signatária de contratos que impliquem transferência de tecnologia.Comercial ―X‖ (Ativo Circulante) b) pelo registro da devolução do cheque D . se o cliente quitar seu débito mediante novo pagamento.Nesse caso teríamos os seguintes lançamentos: a) pelo recebimento da duplicata D .195/2002.000.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1. cessão e licença de uso de marcas e cessão e licença de exploração de patentes. por meio de Darf.00 C . firmados com residentes ou domiciliados no exterior. empregadas ou remetidas a cada mês a residentes ou domiciliados no exterior.Cheques em cobrança (Ativo Circulante) 1. prestação de serviços de assistência técnica. creditadas. utilizando-se o código 8741. tendo como contrapartida (a débito): a) ―Bancos Conta Movimento‖. é feito por orientação do próprio emitente).000. Essa contribuição incide. a título de royalties ou remuneração previstos nos respectivos contratos relativos a fornecimento de tecnologia. em geral. A Cide deve ser paga até o último dia útil da quinzena subseqüente ao mês de ocorrência do fato gerador. à alíquota de 10%. entregues. Dos valores recolhidos. se o cheque for novamente depositado (o que.00 1.Cide-Royalties .Clientes .168/2000 e regulamentada pelo Decreto nº 4. b) ―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖.

00 100. se a empresa for uma sociedade anônima de capital aberto (com ações negociadas em bolsas de valores).00 30.2004 esse crédito fica limitado a 70% do valor recolhido e os 30% restantes são considerados como despesas tributárias (art. a recuperação (dedução) foi de 100%.01. .Classificação Publicado em 27/04/2004 08:24 No balanço. mas a partir de 1º.Royalties a Recuperar (AC) D . é fundamental que suas demonstrações tenham uma linguagem precisa e.00 Contas contábeis .Royalties a Recolher (PC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante 70. 4º. observados os requisitos gerais previstos na Lei nº 6. Na hipótese de aproveitamento desses créditos.das futuras e subseqüentes operações semelhantes. é claro. A importância da adequada denominação das contas decorre do fato de que as demonstrações contábeis não são de utilização apenas da própria empresa. são também analisadas por auditores.Cide .404/76 (Lei das S/A). para facilidade de seus acionistas em particular e do mercado em geral. § 1º. da MP nº 2. tanto quanto possível. Além disso. as contas são classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da empresa. segue exemplo de contabilização: D . O título de uma conta deve expressar o significado adequado das operações nela registradas. clara.Despesas com Cide-Royalties (CR) C . I. Até o ano de 2003. instituições financeiras e.159-70/2001). fornecedores. pelo Fisco.Cide .

Classificação Contábil – Procedimentos básicos Publicado em 05/03/2004 08:51 Para uma adequada classificação contábil. sociedade etc. as quais devem distinguir-se. à atividade específica de cada empresa. o classificador contábil. pois geram o agrupamento em uma só conta de fatos diversos que deveriam estar registrados em contas específicas. tais como: a) identificação da entidade (empresa. Já vimos que as demonstrações contábeis são compostas de contas patrimoniais e de resultado.) a que se refere o lançamento. . por sua própria denominação. desejável certa padronização geral das contas (e. f) conhecer os valores monetários a serem debitados e creditados em cada rubrica. assim como os programadores e operadores de sistemas descentralizados de registro. principalmente quando seu setor presta serviços internos a mais de uma empresa do grupo. normalmente. em tese. b) ter pleno conhecimento do fato a ser registrado. a denominação de uma conta deve ser adaptada. quando necessário. d) conhecer os elementos patrimoniais ou do resultado envolvidos no fato. devem estar atentos a elementos básicos de classificação e registro contábil. dos diversos Planos de Contas das diversas empresas). Embora seja. assim. Desse modo. c) ser capaz de identificar e interpretar a natureza do fato. Denominações do tipo ―Despesas Gerais‖ ou ―Despesas Diversas‖ devem ser evitadas tanto quanto possível. e) estar de posse do documento que dá suporte ao lançamento. que é a representação de fatos e valores. deve ser preservado o respeito às peculiaridades dos vários ramos de atividade.O conceito de conta é atrelado à sua finalidade.

j) descrever corretamente o fato no histórico. ou despesa operacional (se referentes a bens utilizados nos setores comercial e administrativo). Por sua vez. conforme mostrado nos itens seguintes. h) indicar a(s) conta(s) a ser(em) debitada(s). o qual terá seu novo valor contábil depreciado no novo prazo de vida útil previsto. b) apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado no cálculo descrito na letra "a" e escriturar o valor dessa diferença a débito da conta do ativo imobilizado que registra o bem. os gastos com manutenção e conservação de bens que estiverem intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização. Somente são dedutíveis como custo ou despesa operacional. segundo prescreve a legislação do Imposto de Renda.g) indicar local e data do lançamento. i) indicar a(s) conta(s) a ser(em) creditada(s). serão contabilizados parte como ativo imobilizado e parte como despesa operacional ou custo de produção.Classificação contábil dos gastos com reparos. conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado Publicado em 11/10/2004 14:56 A manutenção de rotina e os pequenos reparos eventuais não contribuem para o aumento de vida útil do bem e devem ser registrados em conta de "Manutenção e Conservação". O valor a ser ativado e a parcela a ser registrada como despesa ou custo. na apuração do lucro real ou da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. são obtidos mediante os seguintes procedimentos: a) aplicar sobre os custos de substituição das partes e peças o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem e escriturar o valor apurado a débito de conta de resultado. livre ou padronizado. os gastos incorridos em reformas e/ou grandes reparos. Contabilidade . que aumentem o prazo de vida útil do bem. . em custos de produção (se referentes a bens utilizados na produção de bens ou serviços).

e até da impossibilidade. no subgrupo de despesas com vendas. no ativo circulante. Essa prática se caracteriza como atividade de desenvolvimento do produto. A apropriação dos custos ao resultado deve ser feita. ao ser registrado no ativo imobilizado o valor proporcional à depreciação sofrida pelo bem. o que se torna uma alternativa bastante útil diante das dificuldades. porque. Registro no ativo diferido Podem ocorrer casos de distribuição gratuita de amostras para divulgação. é possível o registro de gastos dessa natureza no ativo diferido para a apropriação ao resultado em períodos subseqüentes por meio de amortização em prazo não superior a dez anos. corrigido monetariamente até 31. se admite registrar no ativo diferido os gastos dessa natureza. de atribuirlhes valores específicos. está se considerando a baixa da peça ou partes substituídas por estimativa. menos a depreciação acumulada). subconta ―Amostras Grátis‖. Observe-se que. a melhor classificação das amostras grátis distribuídas é como despesa operacional.12. conta ―Propaganda e Publicidade‖. Portanto. Esse procedimento também atende à aplicação da boa técnica contábil.É oportuno lembrar que a parte não depreciada do bem corresponde ao valor residual ou valor contábil (custo de aquisição.95 se adquirido anteriormente a essa data. debitando-se ―Amostras Grátis‖ em despesas com vendas e creditando-se ―Estoque de Amostras Grátis‖. no período da distribuição das amostras grátis. o valor total da reforma será registrado no ativo imobilizado. na hipótese de o bem estar totalmente depreciado.Classificação das amostras grátis Publicado em 23/09/2004 15:32 A distribuição de amostras grátis está diretamente relacionada à divulgação do produto. Vale lembrar que a materialidade e a relevância dos valores . Contabilidade . somente com muita ou total segurança quanto à capacidade de o produto em desenvolvimento gerar receitas é que. Todavia. com a observância do regime de competência. Contabilmente. tecnicamente. estudos e pesquisas de mercado de produtos ainda não lançados no mercado.

na prática. X. que . além de agilizar. por exigência da legislação do Imposto de Renda.XX. abreviadamente ou codificados.envolvidos também devem ser levadas em consideração na opção pelo diferimento. É importante salientar. os históricos podem figurar por extenso. é elemento indispensável para efeito do processamento de dados. o trabalho de classificação de documentos. Codificação de contas contábeis . X.XXX. XXX.Codificação e abreviatura de históricos contábeis Publicado em 08/06/2005 09:30 Na escrituração do livro Diário. = 1º grau (um dígito que indica a estrutura). = 3º grau (um dígito que indica o subgrupo). as pessoas jurídicas que adotarem escrituração contábil codificada ou códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos ficam obrigadas à adoção de livro próprio. revestido das formalidades legais aplicáveis aos livros da escrituração mercantil. = 4º grau (dois dígitos que indicam a conta objeto de lançamento). Contabilidade .X. todavia.X. XX. exemplificamos um critério de graduação dos códigos: X. Onde: X. = 2º grau (um dígito que indica o grupo). = 5º grau (três dígitos que indicam a conta objeto de lançamento).Graduação Publicado em 16/02/2005 08:03 A codificação das contas. que. A seguir.

é admitida como comprovante hábil. deverão estar registrados todos os custos. Alternativamente. (Art. 3ª edição. a adoção de livro distinto daqueles. a transcrição das demonstrações financeiras. em geral. como fecho do conjunto. no caso das empresas com sistema de escrituração mecanizada ou por meio de processamento eletrônico de dados.. quando utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. que não incluam. quaisquer que sejam os livros acima mencionados. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos. encargos e riscos correspondentes àquelas receitas. mas sim ao reconhecimento da receita que lhe deu origem.‖ (grifos nossos) Como se observa. 269.Tratamento Publicado em 26/07/2005 09:34 O reconhecimento de qualquer despesa de vendas é feito segundo o Princípio da Competência. 1991) já recomendava em seu item 26. Esse livro poderá ser: a) o próprio livro Diário. São Paulo. cujo conjunto de fichas ou formulários contínuos contenha inscritas as demonstrações financeiras. não está vinculado à restrição ao seu pagamento eventualmente prevista em contrato. perante a legislação do Imposto de Renda.Comissões cuja liberação ao vendedor esteja condicionada ao recebimento da venda . o Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações (Editora Atlas. do RIR/1999 e item 7 do PN CST nº 11/1985) Contabilidade . no caso das empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados.2.1: ―. sendo as despesas de venda. § 1º. mais bem identificáveis com as receitas correspondentes. no encerramento de cada período-base. . b) o mesmo livro específico que for adotado para inscrição das demonstrações financeiras. para as empresas que empreguem escrituração manual.. previsto no art. segundo a boa técnica contábil. desde que revestido das formalidades legais. Anteriormente a esta Resolução. nos mesmos períodos em que forem registradas as receitas e rendimentos. com emprego de fichas soltas ou formulários contínuos. para as empresas em geral. 9º da Resolução CFC nº 750/1993. despesas. como é o caso das comissões de vendas. que deverá conter necessariamente. o reconhecimento da despesa de comissão. as demonstrações financeiras.contenha a descrição das contas e os códigos correspondentes.

a comodante irá transferir o bem para conta própria do imobilizado em operação.Quando se tratar de comissões cuja liberação esteja condicionada ao recebimento da venda. O comodato de bens móveis entre empresas é muito comum nos casos em que a utilização do bem pela comodatária traz benefícios a ela e à comodante. que deverá ser devolvido após o uso ou dentro de prazo predeterminado. por meio de cheque no valor de R$ 1. Comodato de bens móveis entre empresas Publicado em 04/06/2002 10:06 Comodato é o empréstimo para uso temporário. devem ser registrados em uma conta própria do Ativo Imobilizado. • histórico (que é a descrição do fato registrado). o débito em conta de resultado terá como contrapartida uma conta de provisão classificável no Passivo Circulante. qualidade e quantidade). Os bens objeto de contrato de comodato pertencem ao Ativo Imobilizado da empresa comodante. do Banco "Y" S/A: . • conta(s) credora(s). no prazo. os quais. por ocasião da sua aquisição. o lançamento relativo ao pagamento da duplicata emitida pelo fornecedor Comercial "X" Ltda.000. Por ocasião da entrega do bem à comodatária. Exemplo: vejamos como pode ser feito.00. Composição do lançamento contábil Publicado em 11/02/2005 09:37 Um lançamento completo deve conter: • conta(s) devedora(s). que pode intitular-se ―Bens Cedidos em Comodato‖. que pode ser intitulada ―Bens Reservados para Comodato‖. integralmente. no qual a pessoa que empresta o bem é chamada de comodante e a pessoa que recebe é chamada de comodatária.. tais como congeladores e geladeiras cedidos por fabricantes de bebidas e de sorvetes a estabelecimentos comerciais para exposição e acondicionamento de seus produtos. mediante contrato. Deve ser observado que essa provisão não é dedutível para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). e • data. • valor(es). de bem infungível (que não pode ser substituído por outro de mesma espécie. a título gratuito.

utilizando usado como parte de pagamento . e. sob o ponto de vista contábil. de Coml ―X‖ Ltda. Compras com cheques pré-datados . Dessa forma. R$1. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. do Banco ―Y‖ .Duplicata 123. Embora inexista previsão legal para o cheque pré-datado.00 São Paulo. Essa avaliação. Para representar a verdadeira essência da operação. ou seja. na hipótese de realização de compras por meio de cheques pré-datados.. é largamente adotada no comércio a prática de realizar compras e vendas mediante cheque prédatado. uma ordem de pagamento à vista. entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação. por definição. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. Esse procedimento é comum na substituição de veículos.. e assim deve ser registrado. Deve-se atentar que.Contabilização Publicado em 12/05/2003 09:32 Por ocasião da aquisição de um bem novo. no caso de veículos. sugerimos os seguintes lançamentos contábeis: Pelo registro da compra efetuada: . por meio do cheque nº 102. sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior. como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. ainda.Débito: FORNECEDORES Crédito: BANCOS CONTA MOVIMENTO Pagto. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. Todavia.000. o que ocorre. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. apesar de a negociação ser de "troca".Classificação contábil Publicado em 19/03/2004 09:26 O cheque é. levando-se em conta opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico). 10 de outubro de 200X Compra de bem novo.

são habilitados e registrados na forma da lei.Bancos conta movimento (AC) AC . com cheque pré-datado: a) se houver fundos suficientes no banco sacado: D .Passivo Circulante Comprovação da habilitação e registro do contador Publicado em 24/04/2003 08:18 A fiscalização do exercício da profissão de contador é uma das atribuições dos conselhos regionais de contabilidade.Fornecedores (PC) C .Ativo Circulante AP .D . conferida pela norma da letra ―c‖ do art. As empresas que possuem contabilidade própria farão a prova.Fornecedores (PC) Pelo pagamento ao fornecedor.295/46. responsáveis pela execução dos serviços de contabilidade.Estoque ou Ativo Imobilizado (AC/AP) C .Cheques a Pagar (PC) C .Ativo Permanente PC .295/46.Cheques a Pagar (PC) c) quando for providenciado fundo suficiente para a cobertura do cheque: D . de acordo com o art.Comprovação de despesas por documentos idôneos .Bancos conta movimento (AC) b) se não houver fundos suficientes no banco sacado: D . de que seus profissionais.Fornecedores (PC) C . Contabilidade . 10 do Decreto-lei nº 9. 15 do Decreto-lei nº 9. perante os conselhos regionais de contabilidade.

fazê-la mensalmente.Objetivo Publicado em 20/06/2005 09:17 A conciliação bancária. o Congresso norte-americano resolveu promulgar a Lei Sarbanes-Oxley instituindo maior transparência e confiabilidade . conhecimentos. tanto a nota fiscal como o conhecimento de transporte são documentos hábeis para comprovar a receita da pessoa jurídica. b) partindo do saldo do extrato e chegando ao saldo do Razão. O importante é que os documentos sejam de idoneidade indiscutível. Basicamente. Contabilidade . para os efeitos do Imposto de Renda. no mesmo período. há de ser feita com os documentos de praxe. notas fiscais. Conselho fiscal x Comitês de auditoria Publicado em 28/08/2003 10:18 Em 2002. Dependendo do porte da empresa ou. por meio do extrato bancário. de sua movimentação bancária. e aquele apurado pela empresa. independentemente de seu porte. é mais usual. desde que a lei (estadual ou municipal) não imponha forma especial. entendemos que. contratos. foi promulgada nos Estados Unidos da América a Lei Sarbanes-Oxley. qualquer que seja a sua natureza. visando estabelecer normas mais rígidas de governança corporativa nas companhias com ações nas bolsas de valores de Nova Iorque.Publicado em 01/07/2005 08:22 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 10/1976. a conferência dos registros contábeis com os extratos pode até ser diária.. isto é. mais especificamente. Trata-se de uma espécie de resposta do Congresso do país contra o impacto negativo causado pelos escândalos empresariais de manipulação de dados contábeis em gigantes como a Enron. Diante disso. são duas as formas mais usuais de conciliação bancária: a) partindo do saldo do Razão e chegando ao saldo do extrato. recibos. por intermédio do Razão. etc. tem como objetivo principal apurar e explicar as eventuais diferenças encontradas entre o saldo apresentado pelo banco. contudo.Conciliação bancária . a comprovação de despesas e receitas. Tycon e WorldCom. Preocupados com a saída de muitos investidores. além de ser um controle interno eficiente para toda e qualquer empresa.

caso as companhias optem por não adotar o comitê de auditoria. devem ter um comitê de auditores ou órgão similar separado do conselho de administração ou composto. já com as duas atribuições mencionadas pode-se notar que o comitê de auditoria difere. há uma determinação. acompanhamento e avaliação dos controles internos da empresa e do trabalho dos auditores independentes. ainda que parcialmente. Desse modo.nas empresas com ações nas referidas bolsas de valores. pode contribuir para o controle de riscos e para a qualidade das informações fornecidas ao próprio conselho de administração e ao mercado. enviaram documento à Securities and Exchange Commission ("SEC"). Ainda assim. Ainda que com algumas mudanças solicitadas pela SEC. por membros não-integrantes do conselho de administração. § 1º. ainda. responde à própria assembléia e não . órgão que regula o mercado de capitais norte-americano. não podendo ser afiliado da companhia ou de qualquer de suas eventuais subsidiárias. e muito. no exercício de sua função de supervisão da gestão. 161. que vem gerando polêmica no mercado de capitais brasileiro. LSA). como o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa ("IBGC"): até que ponto a tolerância da SEC em relação ao conselho fiscal das companhias brasileiras foi benéfica para tais sociedades? O comitê de auditoria deve ser formado exclusivamente por membros do conselho de administração e deve ser independente. Alegaram. juntamente com a Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"). do conselho fiscal. Referido documento foi recebido pela SEC que. iria suprir as funções principais do comitê de auditoria. O comitê de auditoria. sem prejudicar a atual estrutura das empresas. alguns especialistas que defendem a substituição do comitê de auditoria pelo conselho fiscal apontam por uma mudança no artigo 161 da Lei nº 6. para que torne obrigatório o funcionamento permanente do conselho fiscal para determinadas companhias. emitiu parecer isentando as companhias estrangeiras de constituir o comitê de auditoria em sua estrutura interna. Nesse sentido. Dentre os exemplos mencionados em referido parecer de órgãos similares ao comitê de auditoria. Nesse contexto. Frise-se que os membros de tal órgão não devem ser eleitos pela administração e não devem ser diretores da companhia. Trata-se da obrigatoriedade da existência de um comitê de auditoria (audit committee) permanente nas companhias que possuam American Depositary Receipts ("ADRs") listadas nos níveis 2 e 3 da Bolsa de Nova Iorque. como é eleito pela assembléia geral (art. dentre outros fatores.404/76 ("LSA"). a SEC expressamente citou o conselho fiscal brasileiro. Para tanto. em 9 de abril deste ano. alguns especialistas brasileiros. O Brasil possui cerca de 50 empresas com papéis negociados nos Estados Unidos. alegaram. o conselho fiscal não será um instrumento tão poderoso quanto seria o comitê de auditoria. e mais da metade delas estão sujeitas às novas regras trazidas pela Sarbanes-Oxley. surge uma questão já abordada por alguns órgãos de notório conhecimento técnico no assunto. no mínimo controversa. Portanto. Cabe também mencionar que o conselho fiscal. que a constituição do comitê de auditoria nas companhias brasileiras iria encarecer muito seu custo de capital. foi solicitado que. como o fato de ser um órgão independente e contar com profissional especializado em finanças. São funções que o conselho fiscal não pode desempenhar. por sua vez. No início deste ano. contestando referida determinação. que a existência de um conselho fiscal permanente.

dentro de 48 horas. no último mês de abril. Ainda assim. d) os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica. Contabilidade . livros. b) ocorrendo extravio. da conservação ou da substituição de partes e peças resultar aumento. portanto. terão de certificar tais procedimentos de controle interno a partir de junho de 2006. Especificamente as companhias brasileiras. Não pode.Conservação de livros e documentos . a pessoa jurídica fará publicar. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição. fichas. kicker: SEC prorrogou os prazos para adoção dos controles internos para abril de 2005 Fonte: Gazeta Mercantil Contabilidade . do prazo de vida útil previsto no ato de aquisição do bem. a SEC prorrogou os prazos finais para a adoção dos procedimentos de controles internos para abril de 2005.Conservação ou substituição de partes e peças . desempenhar muitas das funções de tal comitê. o art. ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou passam vir a modificar sua situação patrimonial. deterioração ou destruição de livros. 264 do RIR/1999 dispõe que: a) a pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. c) a legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de cumprida a exigência referida na letra "b". aviso concernente ao fato e deste fará minuciosa informação. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. documentos e papéis relativos a sua atividade. superior a um ano. incorporadas ao valor do . as despesas correspondentes deverão ser capitalizadas. Todas as companhias estrangeiras a qual a Lei Sarbanes-Oxley faz alusão tiveram até 30 de junho deste ano para a adequação àqueles dispositivos. como deve ser o comitê de auditoria.Ativação dos gastos Publicado em 01/06/2005 09:19 Se dos reparos.ao conselho de administração. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. isto é. documentos ou papéis de interesse da escrituração. ao órgão competente do Registro do Comércio.Disposições Publicado em 17/05/2005 09:23 Sobre a conservação de livros e documentos de escrituração comercial e fiscal. serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros.

entretanto. b) consignante é aquele que envia ou confia mercadorias a alguém para que as negocie.Tratamento Contábil Publicado em 08/06/2004 11:01 Conceitos a) consignação mercantil é a operação na qual o consignante envia ao consignatário mercadorias para que as negocie. do RIR/1999): a) aplicar sobre os custos de substituição das partes e peças o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem e escriturar o valor apurado a débito de conta de resultado. 346. Observe-se. § 2º. que tais operações não envolvem apenas o valor das mercadorias. Na empresa consignatária. normalmente por conta própria e em seu próprio nome. nesse caso. o qual terá seu novo valor contábil depreciado no novo prazo de vida útil previsto.bem. na empresa consignante. Todavia. Consignação Mercantil . este último somente quando se tratar de produtos fabricados pela própria empresa. é admitido à empresa adotar os seguintes procedimentos (art. 346. ou no caso de esta ser equiparada a estabelecimento industrial pela legislação pertinente (e desde que as mercadorias e/ou produtos objeto de consignação estejam sujeitos a essa tributação). haverá o correspondente crédito fiscal dos referidos . para servir de base a depreciações futuras (art. mas apenas da posse das mercadorias. § 1º. a incidência do ICMS e do IPI (débito fiscal do imposto). haverá. a forma mais adequada de registrá-la (tanto na consignante quanto na consignatária) é por meio de contas de compensação. b) apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado no cálculo descrito na letra ―a‖ e escriturar o valor dessa diferença a débito da conta do Ativo Imobilizado que registra o bem. Ocorrendo a saída das mercadorias. do RIR/1999). Registro contábil Como no momento em que se realiza a consignação mercantil não há a transferência da propriedade. e c) consignatário é aquele que recebe mercadorias de alguém para que as negocie.

baixados ou liquidados. a remessa ou o recebimento da mercadoria) é registrada em contas de compensação. com o capital social de R$ 800. a partir de 1º.20. a operação de consignação mercantil propriamente (ou seja.053/2005. no ato. estabelecidos pela Resolução CFC nº 1. total ou parcial. a realização (integralização).01. podendo as empresas consorciadas efetuarem os registros por operação ou saldo das contas. Assim.01.20. pois não se pode admitir que a empresa comece a funcionar sem que ao menos parte do capital subscrito pelos seus participantes seja realizada. A realização do capital subscrito pode-se dar em dinheiro e/ou em bens suscetíveis de avaliação em dinheiro.2006 Publicado em 18/11/2005 08:45 Os consórcios de empresas.00. mas os impostos incidentes são registrados. mediante entrega de cheque de sua emissão contra o ―Banco X S. contabilmente.A.Procedimentos a serem adotados a partir de 1º.000. se for o caso. 278 e 279 da Lei nº 6.impostos.2006. Para exemplificar.Consórcio de Empresas De acordo com o subitem 10.Consórcio de empresas . estas devem ser tratadas.2 da citada NBC T 10. desse capital. Quando da liquidação do consórcio.Constituição de empresas .000. Contabilidade . os ativos e os passivos remanescentes devem ser transferidos. devem. tem-se como lançamento de abertura da escrita a subscrição do capital e. b) o sócio ―B‖ integralizou a sua parte mediante incorporação à sociedade de um imóvel .20 .Lançamentos contábeis Publicado em 03/10/2005 08:10 Por ocasião da constituição de uma empresa. em contas patrimoniais. subscrevendo cada uma 50% do capital e integralizando-o da seguinte forma: a) o sócio ―A‖ integralizou de sua parte R$ 200. constituídos nos termos dos arts. em seguida.00 comprometeu-se a realizar no prazo de 60 dias. como fornecedores ou clientes. Caso as empresas consorciadas forneçam ou adquiram materiais ou serviços em transações operacionais com o consórcio.404/1976 (Lei das S/A). o saldo apurado na demonstração de resultado do consórcio de empresas deve ser transferido às empresas consorciadas na proporção prevista no contrato. que aprovou a NBC T 10. observar os critérios e procedimentos específicos de avaliação e registro contábil e de informações mínimas a serem divulgadas em notas explicativas. Contabilidade .000. de imediato.00.‖ (compensado no mesmo dia) e os restantes R$ 200. vamos admitir que duas pessoas (que designaremos como ―A‖ e ―B‖) resolvam constituir uma sociedade limitada. de acordo com o contrato entre as consorciadas.

000. Teríamos então os seguintes lançamentos: 1) Pela subscrição do capital dos Sócios ―A‖ e ―B‖: D .00 AC = Ativo Circulante AP = Ativo Permanente PL = Patrimônio Líquido Após esses lançamentos.00 R$ 400.00.Capital Social Subscrito (PL) R$ 800.Edifícios (AP) C .000.000. avaliado conforme laudo pericial em R$ 400. temos a seguinte posição patrimonial da sociedade: Ativo Passivo Ativo Circulante .000.Capital Social a Integralizar (PL) C .00 R$ 240.de sua propriedade.Capital Social a Integralizar (PL) R$ 160.Terrenos (AP) D .Caixa (AC) C .00 2) Pela integralização em dinheiro do Sócio ―A‖: D .000.00 para o terreno e R$ 240.00 para as edificações.00 3) Pela integralização em bens do Sócio ―B‖: D .Capital Social a Integralizar (PL) R$ 200. com destaque para as seguintes parcelas: R$ 160.000.000.000.

o momento ajustado para pagá-las.000.Despesas incorridas .00 Contabilidade .00 Patrimônio Líquido Capital Social Capital Subscrito Social 800. relativas a bens empregados ou serviços consumidos nas transações ou operações exigidas pela atividade da empresa.000. exigível independentemente de qualquer prestação por parte do respectivo credor.00 600. em ordem cronológica. aquelas em relação às quais. todas as operações ocorridas. portanto.000. inclusive as de .000. Os registros auxiliares.Conceito Publicado em 04/08/2005 10:10 Despesas incorridas são aquelas de competência do período de apuração. já se verificaram todos os pressupostos materiais que a tornaram incondicional. ou outra circunstância qualquer.00 400.00 240. Despesas incorridas são. determinam que o respectivo pagamento venha a ocorrer em período subseqüente.Diário. tenham sido pagas ou não. No Diário devem ser lançadas. quando adotados. ou seu vencimento. vale dizer.Disponibilidade Caixa Permanente Imobilizado Terrenos Edifícios Total 160.000. com individuação.000. embora nascida a obrigação correspondente. clareza e referência ao documento probante.000. (PN CST nº 58/1977) Contabilidade .00) a Integralizar 600. devem obedecer aos preceitos gerais da escrituração comercial.00 (-) Capital Social (200. Razão e Registros auxiliares Publicado em 30/06/2004 08:04 O Diário e o Razão constituem os registros permanentes das empresas e entidades em geral. observadas as peculiaridades da sua função.00 Total 200. em face da relação jurídica que lhe deu causa. A obrigação de pagar determinada despesa nasce quando.000.

mas somente com relação a contas para registro de operações numerosas ou para registro de operações realizadas fora do estabelecimento. 259 do RIR/1999.4) dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do ativo. fornecedores e instituições financeiras. Se a empresa elaborar demonstrações financeiras consolidadas. por totais que não excedam ao período de um mês (partidas mensais). estas também deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados consolidados. As sociedades limitadas também podem adotar as notas explicativas como forma de facilitar a análise de suas demonstrações financeiras por sócios.3) de constituição de provisões para encargos ou riscos.404/1976 (Lei das S/A). e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais. amortização e exaustão.1) de avaliação dos elementos patrimoniais. 176 da Lei nº 6.2) dos cálculos de depreciação. 258. Importa observar que a legislação do Imposto de Renda também admite a escrituração resumida do livro Diário. É admitida a escrituração do Diário por partidas mensais. § 1º e art. entre outros. 97/1978. 06/1979 e 11/1985) Contabilidade .404/1976). as demonstrações financeiras da companhia devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. (Art. com valores totais que não excedam a operações de um mês. 176 da Lei nº 6. a. auditores. as notas explicativas deverão indicar: a) os principais critérios: a.natureza aleatória. desde que haja escrituração analítica lançada em registros auxiliares. especialmente estoques. De acordo com a legislação de regência (§ 5º do art. ou a sua escrituração resumida ou sintética.Indicações Publicado em 31/05/2005 09:42 De acordo com o § 4º do art. . a. e Pareceres Normativos CST nºs 127/1975. a.Notas explicativas .

efeito relevante sobre a situação financeira e sobre os resultados futuros da empresa. ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior. i. as políticas adotadas para sua distribuição.3) modificações na política de comércio exterior ou cambial com influência significativa para a empresa. d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo. as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. o montante do Imposto de Renda incidente e. (2) As informações mínimas a serem incluídas nas notas explicativas das entidades financeiras e das entidades sem finalidade lucrativa foram objeto de normatização específica do Conselho Federal de Contabilidade.249/1995). e) a taxa de juros. quando relevantes. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. da Lei nº 6. f) o número. i. ou possam vir a ter. h) os ajustes de exercícios anteriores.1) redução ou ampliação de atividades sociais. quando aplicável. os seus efeitos sobre os dividendos obrigatórios. § 1º. 186. por meio das Resoluções nº 876 e 877. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. assim considerados os decorrentes de efeitos de mudança de critério contábil. tais como: i. 9º da Lei nº 9. Notas (1) Em nota explicativa às demonstrações financeiras das companhias abertas devem ser informados os critérios utilizados para determinação dos juros sobre o capital próprio (art. e que não possa ser atribuído a fatos subseqüentes (art. as espécies e as classes das ações do capital social.b) os investimentos em outras sociedades. c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avaliações. g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. .404/1976).2) ocorrência de sinistro em estabelecimento da empresa.

mas servem. então vou vender por R$ 11. ao cálculo estimado das provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo cujos valores não sejam líquidos e certos. os erros mais comuns dos micros e pequenos empresários na hora de . as previsões não fazem parte da terminologia contábil. embora fundamentado na estrutura dos registros contábeis.Previsões Publicado em 17/06/2004 10:50 O ato de prever. é pré-requisito‖. de re-sultados etc. Segundo ele. o preço é quase o único determinante da compra para o consumidor. ―O preço de venda deve levar em conta quanto o consumidor está disposto a pagar‖. Como exemplos. Portanto. trocar a matéria-prima por outra mais simples‖. Isso porque. No entanto. Raul Corrêa. de compras. a saída é reduzir custos sem perder qualidade: ―Vale. citamos as previsões de Caixa. entre outras finalidades. ressalta. por exemplo. de vendas. Para ele. é feitoextracontabilmente. pois hoje quem define é o mercado. De acordo com o administrador e conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade (CRC–SP).50. esse tipo de cálculo não é o mais eficiente. ―Ter qualidade não é mais argumento.Contabilidade . em períodos recessivos. Fazendo análises e cálculos corretos é possível detectar espaço para redução de custos e adequação de seus preços ao mercado. explica. empresas devem apostar também no atendimento para ganhar o consumidor. Por isso. na crise o consumidor ―dispensa o chantilly. Formação de preços A técnica mais comum de formação de preços é aquela em que se coloca a margem de lucro sobre o custo: paguei R$ 10 na mercadoria. numa conjuntura econômico-administrativa. da RCS Consultores. mas não o bolo‖. quero 15% de lucro. Contabilidade ajuda pequenas empresas a vencerem a crise Publicado em 10/09/2003 08:50 Em tempos de crise. de custo de fabricação. a contabilidade pode se tornar uma arma estratégica e dar à empresa um diferencial competitivo. Muitas micros e pequenas empresas já descobriram as vantagens da contabilidade estratégica.

Como calcular ―Fazer preço é planejar a empresa‖. O segundo item são as despesas fixas. diz. pro labore. diz o consultor. depreciações. Assim. da competitividade e das estratégias promocionais. as despesas financeiras. Para calcular o preço é preciso dividir o custo variável pelo mark-up. Também devem ser consideradas as despesas financeiras — que correspondem a cerca de 3% sobre valor da venda — e a previsão de lucro líquido. a expectativa de lucro líquido. contador. sintetiza Luís Alberto Lobrigatti. relativas às vendas a prazo e. estimada em 12% sobre a venda. diz o contador. O segundo erro mais comum é não ter visão interna: ―Tem de olhar para o custo fixo‖. Para fazer o cálculo de um preço no comércio. a empresa terá de calcular que margem teria com o preço do mercado e qual a produção e o faturamento adequado. é preciso subtrair 43% de 100%. 20% do faturamento. que é o fator de formação do preço. se o mercado estiver vendendo abaixo do preço calculado. é justo‖. enfim. o que dá 57%. etc. Lobrigatti diz que é mais fácil calcular o preço de venda com os valores anuais fechados.calcular o preço de venda é. insumos. se o preço foi bem calculado. Segundo Lobrigatti. o preço é composto essencialmente por cinco itens. comissões em geral e a taxa de administração do cartão de crédito e tíquete —. Segundo ele. valorizar demais a opinião do vendedor. Ele varia de acordo com a produção. consultor financeiro do Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae–SP). ―Esse deveria ser o preço de venda. matéria-prima e serviços. pois a empresa pode ficar sem lucro e não cobrirá o custo fixo. como aluguel. encargos trabalhistas. A despesa variável nesse setor corresponde a 8% do preço de venda e as despesas fixas são de. que dependerá da concorrência. o que resulta em um índice de 43%. manutenções. ele adota como custo variável o valor de R$ 10. relativo à aquisição de mercadorias. propaganda. em primeiro lugar. O empresário tem que ter ciência de que.54. O primeiro é o custo variável. Ele alerta que não vale a pena reduzir aleatoriamente o preço. Para achar o mark-up. para achar o ponto de equilíbrio. Para calcular o preço de venda é preciso somar os percentuais. um custo estimado em R$ 10 dá um preço final de R$ 17. por exemplo. . mas ele deve ser adequado ao mercado‖. em média. que é faturamento mínimo para cobrir as despesas. Há ainda as despesas variáveis — como os impostos sobre vendas. telefone. ―O preço de venda é relacionado diretamente com o nicho de mercado atendido e depende do momento da compra‖. ―Eles sempre acham que está caro.

Custeio por Absorção – O que significa Publicado em 05/11/2004 08:53 Custeio por Absorção significa a apropriação.). ao deduzi-la das receitas. Deriva dessa concepção. Contabilidade de Custos – Distinção entre custos e despesas Publicado em 08/11/2004 08:14 Custo é o que se gasta na fábrica.Corrêa conclui: ―Hoje não há mais atividades de alta lucratividade. Fonte: FENACON Contabilidade de custos . Despesa é o sacrifício feito para obter receitas que vai para o resultado exatamente para. É atribuído aos produtos acabados. .) ou de rateios (mão-de-obra indireta. a distinção entre custo e despesa na empresa industrial. e é como se esta última adquirisse da fábrica os produtos por ela elaborados por um valor tal que cobrisse tudo o que a fábrica tenha gasto para produzi-los. mediante rateio. aos produtos elaborados pela empresa. dos serviços de terceiros. materiais indiretos etc. tanto os custos que são variáveis (que só existem quando cada unidade é feita) quanto os fixos (que independem de cada unidade. seguros. por meio de medições efetuadas (como no caso da matéria-prima. isto é. fazer aparecer o lucro ou prejuízo. relacionando-se mais com a criação das condições de produção). Passam a integrar o valor contábil dos produtos acabados. afetando o resultado do período. O que há é gerenciamento na ponta do lápis e a presença do dono‖. no processo de produção. isso é ficção. depreciação. nesse método de custeio. de todos os custos incorridos no processo de fabricação. A totalidade desses custos de fabricação é atribuída a todos os produtos e só será descarregada para despesas. da mão-de-obra direta. dos componentes etc. e vai para o estoque. quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente. quer estejam diretamente vinculados ao produto. inclusive. No Custeio por Absorção é como se a empresa estivesse separada em duas partes: a fábrica e a atividade comercial. quando forem vendidos.

o que era o custo do estoque transformase numa despesa e é agora jogado para o resultado como valor a ser diminuído da receita de venda (apesar de ser chamado de custo dos produtos vendidos. ao uso dos recursos de terceiros (financeiras) etc. ou. 530. quando se tratar de sociedade civil. poderá ser aceita pelos órgãos da Secretaria da Receita Federal. e mantêm contabilidade descentralizada. fluxos de caixa. quando bem feita. inciso I. principalmente. A empresa com filiais pode manter contabilidade descentralizada Publicado em 21/08/2001 08:08 As pessoas jurídicas que tenham filiais. Veja que a contabilidade não serve apenas para o Fisco tributar a empresa ou para as sociedades anônimas informarem seus acionistas sobre suas condições econômicofinanceiras. as filiais deverão manter Livro Diário Auxiliar devidamente autenticado no órgão competente do Registro do Comércio. a escrituração do Livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. § 4º. Para fins de apuração do lucro real. orçamentos. no Registro Civil de Pessoas Jurídicas (art. há as demais despesas relacionadas às vendas. e. Métodos de avaliação e controles de estoques. ficando a critério do Fisco desclassificar a escrita e arbitrar o lucro. é uma aliada do empresário e do administrador. Não há penalidade prevista para a falta de autenticação do Livro Diário. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da declaração de rendimentos do correspondente exercício financeiro (Instrução Normativa SRF nº 16/84). do RIR/99). uma necessidade ou uma aliada? Publicado em 23/04/2003 08:49 As legislações fiscal e societária exigem a apresentação de escrituração contábil completa das sociedades anônimas e daquelas empresas. análises de rentabilidade e de capacidade financeira são alguns exemplos de ferramentas contábeis. do RIR/99). que são tributadas pelo imposto de renda com base no lucro real. 258. se a mesma não for mantida na forma das leis comerciais e fiscais (art. Nesta hipótese. à administração. qualquer que seja o tipo de sociedade. ao se vender o produto. portanto. para o controle do patrimônio. ao final de cada mês deverão incorporar na escrituração da matriz os resultados apurados nos demais estabelecimentos (art. Logicamente. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Contabilidade: Uma obrigação. 252 do RIR/99).No caso da indústria. esse valor corresponde a uma despesa). . Ela serve.

supervisão e fiscalização.Práticas vedadas Publicado em 26/08/2005 09:06 No desempenho de suas funções. conteúdo que resulte na diminuição do colega. o ) exercer atividade ou ligar seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. b) assumir. m) reter abusivamente livros. trabalhos realizados e relação de clientes. quando impedido. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. d) assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem.CEPC): a) anunciar. alterando ou deturpando o exato teor de documentos. mediante participação deste nos honorários a receber. serviços oferecidos. ou facilitar. p) revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que. direta ou indiretamente. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. g) valer-se de agenciador de serviços. e) exercer a profissão. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. ato definido como crime ou contravenção. sendo sempre admitida a indicação de títulos. serviços de qualquer natureza.Contabilidade . r) iludir ou tentar iludir a boa-fé de cliente. comprovadamente confiados à sua guarda. j) prejudicar. salvo quando autorizado por eles. comprovadamente. . 3º do Código de Ética Profissional do Contabilista . l) recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem. com quebra de sigilo profissional. por qualquer meio. c) auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. é vedado ao contabilista (art. h) concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar. f) manter organização contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. i) solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita. no exercício da profissão. n) aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. alheios a sua orientação. culposa ou dolosamente. o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. de empregador ou de terceiros. tenha tido conhecimento. q) emitir referência que identifique o cliente ou empregador. papéis ou documentos. interesse confiado a sua responsabilidade profissional.Contabilista . especializações. da organização contábil ou da classe. confiadas. comprovadamente.

A novidade é que o CFC. de 27 de setembro de 2002. os Conselhos Regionais de Contabilidade e o Instituto Brasileiro dos Auditores Independentes (Ibracom) estão coordenando os procedimentos previstos nas normas para que a educação continuada seja obrigatória para todos. doutor em ciências contábeis. u) elaborar demonstrações contábeis sem observância dos Princípios Fundamentais e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. daqui para frente. depois de regularmente notificado. presidente do Comitê de Investigação Contábil da Assessoria Interamericana Contábil . 14 deles dedicados à contabilidade. deixará de ser uma prática isolada de vontade de cada contabilista para tornar-se quase uma obrigatoriedade. Cursando o primeiro ano de direito na Universidade Nove de Julho . determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade. apenas os contadores que exercem a função de Auditores Independentes de forma individual ou como responsáveis por empresas do ramo. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e a correção de seu trabalho. ―Foi por isso que a educação continuada foi implementada inicialmente para os profissionais da área fiscal‖. v) renunciar à liberdade profissional.s) não cumprir. diz. O caso de Assi reflete uma tendência nesse segmento: o estudo e a atualização contínua. Por enquanto. afirma Olívio Koliver. ele resolveu voltar à sala de aula. empresa americana que divulgou o balanço com informações fraudulentas. na profissão contábil. Um deles é o famoso escândalo da Enron . no prazo estabelecido. ressalta Koliver. que fala sobre as normas para a educação profissional continuada. em seu nome. Contabilista aposta na especialização Publicado em 03/10/2003 08:21 A exigência do mercado por uma constante atualização fez com o que contabilista Glauco Martins Bou Assi tomasse uma importante decisão: com 32 anos de vida. só os profissionais que se mantiverem sempre informados e procurando fazer cursos de especialização e atualização vão garantir um lugar ao sol‖. trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. de acordo com a Resolução CFC nº 45. ―Dada a competição quase selvagem por um espaço no mercado. são obrigados a cumprir a contínua atualização. x) publicar ou distribuir. principalmente em um País onde as transformações são constantes na legislação‖. A preocupação com a educação dos contabilistas tem motivos. e diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade . ―Todos os contadores que praticam a função têm como princípio fundamental se manterem atualizados. Conscientização . Assi sabe que esse diploma será mais um diferencial na sua carreira. com cadastro junto ao Conselho de Valores Mobiliários (CVM). t) intitular-se com categoria profissional que não possua.

Para atender a esta demanda. presidente do Conselho Regional do Rio de Janeiro (CRC-RJ) . Contabilização de bem novo. De acordo com Nelson Rocha. Contabilização das doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Publicado em 23/07/2002 11:07 As mercadorias destinadas à revenda. nas empresas industriais ou de prestação de serviços. qualquer que seja sua origem. b) despesa operacional. Fonte: DCI Contabilização da remuneração de sócios ou dirigentes (pro-labore) Publicado em 19/04/2004 09:40 O valor da remuneração dos sócios ou dirigentes das pessoas jurídicas (pro labore) classifica-se como: a) custos da produção. eles somam 92 mil profissionais. As mercadorias recebidas em doação. Atualmente são 340 mil contabilistas registrados no Brasil. considerando que 52% têm nível técnico e o restante. por não haver a obrigação de pagamento. bem como ao valor da contribuição ao FGTS de dirigentes não-sócios. o País está bem distribuído em relação a cursos. nos demais casos. deverão ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. No Estado de São Paulo.Mas nem todos os contabilistas têm noção da importância da atualização. Igual classificação deve ser dada ao valor da contribuição previdenciária da empresa incidente sobre a remuneração dos dirigentes. 30% deles não sabem da importância de estar sempre estudando. sendo que 130 mil têm curso superior. por compra ou doação. São mais de 400 de graduação e outros 442 cursos técnicos. superior completo. no caso de dirigentes ligados diretamente à produção. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. utilizando usado como parte de pagamento . observando-se que essa segunda é facultativa. As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos.

no caso de veículos. Contabilização de Exportações . a qual determina que a receita bruta de vendas nas exportações deve ser aferida pela conversão em moeda nacional de seu valor expresso em moeda estrangeira à taxa cambial fixada pelo Banco Central do Brasil (para compra) na data do embarque dos produtos para o exterior. o momento do reconhecimento da receita. deverão ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. Normalmente. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. qualquer que seja sua origem. posteriormente. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. a exemplo do que ocorre com as vendas no mercado interno. As mercadorias recebidas em doação. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. apesar de a negociação ser de "troca". máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. pela Portaria MF nº 81/82 e. e assim deve ser registrado. É oportuno lembrar que o Fisco ratificou esse entendimento. Deve-se atentar que. sendo . Esse entendimento praticado em nosso país é corroborado pelas normas internacionais de contabilidade ou práticas existentes em outros países.Momento do reconhecimento da receita Publicado em 04/06/2004 10:49 Sob o aspecto contábil. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. cabendo nesse momento o registro contábil da respectiva receita. o que ocorre. por não haver a obrigação de pagamento. pela Portaria MF nº 356/88. a transferência da propriedade de mercadorias exportadas ocorre por ocasião do embarque. Contabilização de doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Publicado em 06/05/2002 09:05 As mercadorias destinadas à revenda. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. é quando se configura a transferência da propriedade. Essa avaliação. no caso das exportações de mercadorias. sob o ponto de vista contábil. por compra ou doação.Publicado em 20/10/2003 15:30 Por ocasião da aquisição de um bem novo. preliminarmente. Para representar a verdadeira essência da operação.

direitos autorais etc. deverá ser reconhecida. Em todas essas hipóteses. Contabilização de uma operação de ―Factoring‖ Publicado em 24/08/2001 10:08 O Ato Declaratório (Normativo) COSIT nº 51/94. no ativo imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade. instalações etc. Pode ocorrer também a hipótese de a empresa adquirir de terceiros determinada marca. contabilmente. embora não possuam existência física. podendo essa aquisição ser definitiva ou apenas referir-se ao direito de exploração da marca por determinado período. inclusive os de propriedade industrial ou comercial.tratadas como variações monetárias as diferenças verificadas a partir dessa data em virtude de alterações na taxa cambial. definiu que na alienação de duplicatas à empresa de factoring deve ser observado o seguinte: I .a diferença entre o valor de face e o valor de venda do título de crédito à empresa de factoring será computada como despesa operacional na data da transação. Portanto. representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. São registrados. b) bens incorpóreos ou intangíveis. Contabilização de Marcas Publicado em 09/06/2003 09:18 Por ocasião do início das atividades da empresa ou em qualquer outra ocasião. para efeito de apuração do . que possuem expressão física. no ativo imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis. ou seja. Assim. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. patentes. II . ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. como. por exemplo. o que caracteriza o imobilizado é a finalidade da aplicação. máquinas. imóveis. representada pela diferença entre a quantia expressa no título de crédito adquirido e o valor pago. classificável no ativo imobilizado. poderão ser feitos gastos com o registro da marca do produto a ser fabricado. ou exercidos com essa finalidade. o valor despendido será registrado em conta própria. que são aqueles que. podendo também ser objeto de amortização. móveis.a receita obtida pela empresa de factoring. se o direito ao uso ou à exploração da marca tiver duração limitada.

no grupo de despesas e receitas financeiras. pelo valor recebido. através da Resolução nº 921. e as informações mínimas a serem incluídas nas notas explicativas de entidades que operam com arrendamento mercantil. Este grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial. tanto como arrendatário como arrendadora. não poderá ser computado como despesa. antes do Patrimônio Líquido. pelo valor da diferença entre o valor facial e o valor recebido. devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros.lucro líquido do período-base. havendo ou não depósito judicial em garantia. conseqüentemente.2001.404/76 (S/A) determina em seu art. . Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilização do aluguel recebido antecipadamente Publicado em 04/07/2002 09:07 O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro. Contabilização do arrendamento mercantil a partir de 2002 Publicado em 30/01/2002 09:01 O Conselho Federal de Contabilidade.12. quando não existir compromisso. o valor facial dos títulos vendidos. Contabilização do depósito judicial de tributos discutidos em juízo Publicado em 13/01/2004 10:45 Enquanto discute-se a questão em juízo. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes. no grupo de Resultados de Exercícios Futuros. Ao alienar a sua carteira de duplicatas. A Lei nº 6. na data da operação. que poderá intitular-se deságio na alienação de duplicatas ou simplesmente despesa de ―faturização‖. fica suspensa a exigibilidade do crédito tributário e. de 13. no ativo circulante. aprovou a NBC T 10 estabelecendo critérios e procedimentos específicos de avaliação e registro contábil dos componentes patrimoniais. Essa determinação fiscal é tecnicamente correta. a empresa irá baixar de sua conta de duplicatas a receber. por parte da empresa locadora. tendo como contrapartida conta de disponibilidade. e uma conta de resultado. 181 que.

será dedutível para fins de determinação do lucro real. será transferido para uma conta do resultado da empresa. Esta receita será considerada não tributada. a pessoa jurídica deverá transferir o saldo do depósito judicial. Contabilmente. e arts. no Passivo Circulante. as mutações patrimoniais . para efetuar a atualização. (Art. Assim. adicionado na parte "A" do LALUR. para a conta de obrigações no passivo circulante. De acordo com essa técnica. atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo). 344 e 375 do RIR/99) Contabilização durante o período de liquidação da empresa Publicado em 20/08/2003 09:36 Por ocasião do início da liquidação da empresa encerram-se todas as contas ativas e passivas e reabrem-se outras similares com o acréscimo da expressão "conta liquidação" ao título de cada uma. devendo ser excluída na parte "A" do LALUR.541/92. Neste caso não haverá nenhum ajuste a ser feito na parte "A". da seguinte maneira: D C Depósito Variação Judicial (AC Monetária ou Ativa RLP) (CR) No período-base que o processo for julgado desfavoravelmente. ser baixado na parte "B". e controlado na parte "B"). o valor total atualizado monetariamente. e o valor registrado em obrigações. registrado no resultado no período-base em que o processo for julgado desfavorável.Se não houver depósito judicial. que estava sendo discutido judicialmente (contabilizado no resultado. os índices de atualização utilizados. O valor do imposto. Havendo depósito judicial. a pessoa jurídica deverá transferir o saldo do depósito judicial.737/79. a pessoa jurídica deverá verificar junto à instituição financeira onde está sendo efetuado o depósito. atualizado monetariamente (contabilizado no Realizável a Longo Prazo). para a conta de Bancos Conta Movimento. o valor do tributo discutido judicialmente deverá ser atualizado e contabilizado da seguinte forma: D C Depósito Judicial (AC Disponibilidades ou RLP) (AC) A atualização monetária ocorrerá à conta da Caixa Econômica Federal e será feita da data em que houver sido efetuado o depósito até a data da sua efetiva devolução ou transferência. A pessoa jurídica deverá apropriar mensalmente as variações monetárias ativas destes depósitos pelo regime de competência. 7° do Decreto-lei nº 1. mediante conferência nos extratos emitidos mensalmente. no período-base em que o processo foi julgado favoravelmente. deverá. art. 8º da Lei nº 8.

5. no Balanço Patrimonial. Tais contas constituem um sistema que registra operações não modificadoras do .Características Publicado em 02/05/2005 08:59 As contas de compensação constituem sistema próprio e devem conter o registro de atos relevantes cujos efeitos possam se traduzir em modificações no patrimônio da entidade. cujos efeitos possam traduzir-se em modificações no patrimônio da entidade.3).Aspectos práticos Publicado em 26/01/2005 08:16 Conforme preconizado pela NBC T. Posicionamento no Balanço Patrimonial As contas de compensação posicionam-se. a débito e a crédito. ainda que abranja período em que a empresa esteve em atividade normal. ressalvada a hipótese de empresa que vinha sendo tributada com base no lucro real trimestral definitivo. Ainda de acordo com esse ato do Conselho Federal de Contabilidade (subitem 2. portanto. observamos que.Registro de valores . apura-se o respectivo resultado numa conta similar à de resultado do exercício. no ano da liquidação apura-se um único resultado. tem característica eminentemente de controle. Encerrada a liquidação. Ou seja. os atos mencionados. A denominação ―contas de compensação‖ decorre do fato de registrarem por idêntico valor. que poderá intitular-se "Resultado da Liquidação".5. se a empresa se submeter à tributação com base no lucro real no encerramento da liquidação. aprovada pela Resolução CFC nº 612/1985.5. o resultado relativo ao período de 1º de janeiro do ano em curso até a data em que se encerrar a liquidação. aprovada pela Resolução CFC nº 612/1985. Isso é o que determina a NBC T. realizadas durante a liquidação. Contas de compensação .2. principalmente de eventos que possam influenciar no patrimônio da empresa. englobadamente. razão pela qual são também denominadas ―contas extrapatrimoniais‖ e se posicionam em separado. no Balanço Patrimonial. logo após a totalização do Ativo e do Passivo (pois não podem ser a estes somadas). logo após as contas do Ativo e do Passivo e seus valores totais não podem ser adicionados aos totais destes. caracterizadores de expectativas. Contas de compensação . ainda que essa tenha se iniciado após o mês de janeiro. são refletidas nas contas de resultado (receitas e despesas da liquidação) de acordo com a sua natureza.2. as contas de compensação constituem sistema próprio e devem conter o registro de atos relevantes. O sistema de contas de compensação. ―a escrituração das contas de compensação será obrigatória nos casos que se obrigue especificamente‖. Essas contas constituem um sistema que registra operações não modificadoras do patrimônio. Entretanto.decorrentes das operações de vendas de ativos e pagamento de passivos. deverá apurar.

efetivamente. no Balanço.00 . o segundo registra fatos cujos efeitos ainda não causaram.500.Pela contratação de seguro. logo após as contas do Ativo e do Passivo. tecnicamente. 176. A obrigatoriedade legal de elaboração de notas explicativas (Lei nº 6.Contas de Compensação Ativas Seguros Contratados C .00 2. logo após a totalização do Ativo e do Passivo (pois não podem ser a estes somadas). mas seus valores totais não podem ser adicionados aos totais destes. razão pela qual são também denominadas ―contas extrapatrimoniais‖ e se posicionam em separado. com dados meramente ilustrativos.Pela baixa de apólice de seguro por ocasião de seu vencimento.500.Contas de Compensação Ativas Seguros Contratados 2. Para exemplificar. apresentamos a seguir o registro de alguns eventos em contas de compensação.Contas de Compensação Passivas Contratos de Seguros 2.00 2. modificações no patrimônio da entidade. art.404/1976. como já referido.patrimônio. no Balanço. Registro e baixa de contratos e empenhos Lançamento nº 1 . § 4º) não significa impedimento à adoção do sistema de compensação nem o substitui.500. D . Não se recomenda a soma dos totais (do sistema patrimonial e do extrapatrimonial) porque.Contas de Compensação Passivas Contratos de Seguros C .500.00 Lançamento nº 2 . D . As contas de compensação posicionam-se.

D .Pela remessa de matéria-prima a fornecedor para industrialização.00 Lançamento nº 6 .00 C .00 Registro de valores relativos a operações com materiais próprios Lançamento nº 5 .Registro do retorno parcial da matéria-prima remetida para Industrialização. . D .000.Registro de contrato de hipoteca.Contas de Compensação Passivas Hipotecas de Imóveis C .Contas de Compensação Ativas Imóveis Hipotecados 1.00 1.Registro e baixa de valores constitutivos de riscos e ônus patrimoniais Lançamento nº 3 .Contas de Compensação Ativas Imóveis Hipotecados 1.000.00 210.Contas de Compensação Passivas Hipotecas de Imóveis 1.00 Lançamento nº 4 .000. D .000.Contas de Compensação Ativas Matérias Remetidas para Industrialização C .Registro do levantamento da hipoteca.000.000.000.000.Contas de Compensação Passivas Remessas para Industrialização 210.000.000.

não devem ser registradas como provisão obrigações cujo valor efetivo já é conhecido.Contas de Compensação Ativas Matérias Remetidos para Industrialização 70.Conceito de liquidez Publicado em 14/08/2003 10:11 No Ativo as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados. Portanto. a primeira conta que aparece é sempre o .Contas de Compensação Passivas Remessas para Industrialização C . nos seguintes grupos: a) b) c) c. Liquidez significa a condição que o bem tem de se transformar em moeda corrente. Esses valores devem ser registrados como obrigações a pagar e não como provisões. como no Ativo "as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nela registrados". telefone.D .000.00 Contas de luz. água. Assim. Prazo.2) c. e dividido em: Investimentos e Diferido liquidez: Ativo Ativo Longo Ativo Ativo de Imobilizado.00 70.1) c. mas cujo valor ainda não está determinado. gás etc. Contas do Ativo . água e telefone não devem ser registradas como provisão Publicado em 13/08/2003 10:31 Provisão é uma estimativa de perdas de ativos ou de obrigações reconhecidas na apuração do resultado em virtude de observância do regime de competência. embora o seu pagamento deva ocorrer posteriormente como as contas de consumo de luz. Circulante.3) Conceito Ativo Realizável a Permanente.000. segundo o conceito contábil desse.

tão-somente. que se converte em moeda corrente somente se e quando a empresa o vender). ―Móveis e Utensílios‖ etc. o custo de produção de bens ou serviços vendidos compreende. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. Para tanto. a data e o valor da aquisição do bem. é necessário que se saiba. que registram bens de mesma natureza. Esse critério de identificação não é obrigatório.Caixa. Em seguida. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. obrigatoriamente: . Na maioria das empresas. Convênio de Assistência Médica – Tratamento contábil Publicado em 22/02/2005 10:49 De acordo com o art. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. por exemplo. Portanto.. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. as contas ―Veículos‖. que representa o dinheiro em poder da empresa. porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. 290 do RIR/1999. as da contas são mais relacionadas no líquida Ativo partindo-se: (Caixa) . pois. No Razão Contábil temos. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. Controle dos bens registrados no Ativo Imobilizado Publicado em 29/03/2004 11:15 Na escrituração contábil. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. às quais são atribuídos números que obedecem. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. no mínimo. surgem os depósitos a vista em banco e assim por diante.para as menos líquidas (por exemplo: um bem do Ativo Imobilizado. à ordem cronológica de aquisição. mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação.

. a questão não tem relevância porque. sem borrões. d) os encargos de amortização diretamente relacionados com a produção. não deve ser computada na formação dos custos....Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Publicado em 29/07/2005 09:43 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração. Todavia.a) o custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção... c) os custos de locação.. e) os encargos de exaustão dos recursos naturais utilizados na produção. mas.. tratando-se de empresa que ainda utilize na sua escrituração mercantil processo de reprodução.. o Parecer Normativo CST nº 183/1971 estabelece que a prestação de assistência social a empregados. manutenção e reparo e os encargos de depreciação dos bens aplicados na produção... Contudo.... pois os valores registrados como custo somente são deduzidos por ocasião da venda do produto ao qual estão agregados. cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados.. sob qualquer forma. venho refazer os lançamentos nºs .. Para a maioria das empresas. manutenção e guarda das instalações de produção.. autenticada por sua assinatura...... Essa linha adotada pelo Fisco. A título de sugestão. a classificação desses encargos .... inclusive de supervisão direta.. nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). ....... b) o custo do pessoal aplicado na produção......... sim.....em qualquer caso ... o contabilista deve efetuar ressalva.. a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados. ou seja.. tem a vantagem de viabilizar a dedução imediata dos dispêndios... contabilizada como despesa operacional.. se a clareza e a nitidez dos lançamentos resultarem comprometidas....... (contador ou técnico de contabilidade)... emendas ou rasuras..... Contabilidade .como despesa operacional.. originalmente .. em geral.. via apuração do "Custo dos Produtos Vendidos". a ressalva poderá ter o seguinte teor: TERMO DE REGULARIZAÇÃO Eu...... na melhor forma de direito.....

o que. . Segundo João Paulo Felix. 4º do Decreto nº 64.. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) Em seguida ao último lançamento de correção.. Como boa prática contábil. é bastante aceitável. a nosso ver. matérias-primas e outros insumos adquiridos.. do Livro Diário nº ... (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) (Art. a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF) teve sua vigência prorrogada inúmeras vezes.12. o caso serviu para deixar claro às empresas que um maior controle do sistema financeiro utilizado. por estarem ilegíveis... o elevado custo de manutenção de controles internos para individualização das operações que deram origem à retenção da CPMF certamente conduzirá ao registro dessa contribuição diretamente como despesa operacional (subgrupo ―Despesas Tributárias‖). agregar a CPMF ao custo de mercadorias.. inclusive.567/1969) Contabilidade . Atualmente. os encargos relativos à CPMF.CPMF . para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais. como medida de simplificação de procedimentos.. Todavia. devem ser alocados em contas da mesma natureza das que registraram o valor da transação que originou o fato gerador da contribuição. cujo pagamento deu ensejo à incidência da contribuição. nºs. reinicia-se o registro das operações normais. em princípio. o contabilista fará outra declaração. por parte de empresas que buscam se adaptar às exigências da lei norteamericana Sarbanes-Oxley. A norma exige mais rigor no controle contábil das 15 mil empresas cujas ações estão listadas na Bolsa de Nova York..escriturados nas fls. na maioria das empresas (sobretudo nas de menor porte). Isso significa. Tal declaração poderá ser redigida como se segue: Efetuadas as devidas correções. empresa presente em 35 países e que fornece infra-estrutura de rede para o mercado corporativo..Tratamento Publicado em 05/08/2005 09:09 Desde a sua instituição. existe a previsão legal de sua incidência sobre os fatos geradores ocorridos até 31.. Cresce a preocupação das empresas com rigor contábil Publicado em 02/02/2004 10:57 A recente crise da Parmalat elevou a procura por escritórios de advocacia e de contabilidade. diretor de planejamento da Enterasys .2007. em virtude das disposições contidas na Emenda Constitucional nº 42/2003.

A lei foi flexibilizada e. de maio de 2003. ―Muitas empresas. até setembro. do Pinheiro Neto Advogados . como determina a lei. diz Mike Barry. sendo que o Brasil é responsável por 4% deste total. exige que os bancos com patrimônio líquido acima de R$ 200 milhões possuam um conselho de auditores em pleno funcionamento até 31 de março deste ano. para as estrangeiras. Como forma de garantir o cumprimento da lei. Agora. a norma norte-americana teve outra influência na legislação brasileira. entendiam que a adequação era necessária apenas para aquelas localizadas nos Estados Unidos. diretor-financeiro da empresa. Fonte: DCI . O Conselho ainda está estudando o pedido‖. é o confronto entre determinações da legislação nacional e da Sarbanes-Oxley. As punições. Só no Brasil. não haviam percebido a importância da lei. Entretanto.como exige a lei. o principal empecilho à adequação das empresas brasileiras. praticamente todos são atingidos.Critérios gerais de escrituração Publicado em 25/08/2005 09:09 Conforme dispõem as Resoluções CFC nº 563/1983 e nº 848/1999. foram U$ 100 mil. ―Havia uma diferença nas duas leis sobre a quem cabe a competência de escolher o auditor externo que deve fiscalizar a empresa. ―Pretendemos estar adaptados à norma até o final de junho para. a empresa criou um sistema financeiro unificado que permite à matriz norte-americana e a todas as filiais estarem cientes da contabilidade das demais unidades. Segundo o advogado José Luiz Homem de Mello. em caso de condenação por descumprimento das determinações da norma. Pela lei norte-americana esta função cabia ao Comitê de Auditores.081 do Conselho Monetário Nacional. conferir se ainda precisam ser feitas adaptações‖. A Resolução 3. ―Da forma como está. que tem função parecida ao Conselho Fiscal das empresas brasileiras. Além das filiais de empresas norte-americanas localizadas no Brasil. O prazo inicial. Entre os principais clientes da empresa no país estão o Bank Boston . que também solicitaram ao Conselho um piso maior de patrimônio. já foi resolvido. De acordo com dados da Bolsa de Nova York. dezembro passado. no final de 2005. permite ao Fiscal sugerir o auditor externo ao Administrativo‖. conta o diretor. a preocupação com a adaptação se tornou geral‖. a competência era do Conselho Administrativo. é essencial até nas menores filiais. O prazo de adequação à norma para as norte-americanas termina no final desse ano. agora. foi prorrogado a pedido das instituições financeiras. a escrituração deve ser executada: . o faturamento mundial da empresa no último ano fiscal foi de U$ 450 milhões. explica Homem de Mello. a Embraer e a Bolsa de Mercados Futuros de São Paulo. são pesadas. Por enquanto. a Enterasys já investiu cerca de U$ 700 mil para adaptar-se à lei em todo o mundo. responsável por fiscalizar ou nomear fiscais locais para verificar as atividades das filias dos 35 países. A Enterasys também já escolheu um comitê de auditoria qualificado. conta o advogado. Além deste caso.Clarice Chiquetto Contabilidade . cerca de 40 brasileiras também estão sujeitas às exigências da norma por possuírem ações na Bolsa de Nova York. até então. Os presidentes e diretores financeiros das empresas podem ser penalizados com detenção de 10 a 20 anos ou multas que vão de U$ 5 milhões a U$ 25 milhões. no Brasil.

d) sem espaços em branco. item 7). c) o próprio conjunto das fichas ou formulários contínuos. emendas ou transporte para as margens. para as empresas em geral.a) em idioma e moeda corrente nacionais. mês e ano. na sua falta. como fecho do conjunto. desde que permanentes e uniformes. c) em ordem cronológica de dia. Nesse caso. de acordo com a legislação tributária (RIR/1999. por meio da Resolução nº 685/1990.7 .406/2002) Critérios para elaboração de balancete de verificação Publicado em 25/02/2005 10:03 Os critérios que devem ser observados pelas pessoas jurídicas para efeito de elaboração do balancete de verificação são regidos pela ―NBC T. . as pessoas jurídicas que adotarem escrituração contábil codificada ou códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos ficam obrigadas à adoção de livro próprio. rasuras. aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). PN CST nº 347/1970 e art. 269. que não incluam. com emprego de fichas soltas ou formulários contínuos. no caso das empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada/maquinizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. b) em forma contábil. perante a legislação do Imposto de Renda. no caso das empresas com sistema de escrituração mecanizada/maquinizada ou por meio de processamento eletrônico de dados. as demonstrações financeiras. b) o mesmo livro específico que for adotado para inscrição das demonstrações financeiras. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. a adoção de livro distinto dos mencionados. Alternativamente. elenco identificador dos códigos/abreviaturas. cujo conjunto de fichas ou formulários contínuos contenha inscritas as demonstrações financeiras.Do Balancete‖. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos. 269. 1. no encerramento de cada período-base. revestido das formalidades legais. 270 e 923 do RIR/1999. (Arts. para as empresas que empreguem escrituração manual. a transcrição das demonstrações financeiras. art.183 da Lei nº 10. entrelinhas. é admitida como meio de comprovação hábil. quando utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. que deverá conter necessariamente. É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. que poderá ser: a) o próprio livro Diário. borrões. deverá constar do livro Diário ou de registro especial revestido das formalidades extrínsecas. e Parecer Normativo CST nº 11/1985. desde que revestido das formalidades legais. que contenha a descrição das contas e dos códigos correspondentes.2. e) com base em documentos de origem externa ou interna ou. Cabe assinalar que. qualquer que seja o seu enquadramento nas letras acima. § 1º.

de acordo com a Resolução CFC nº 871/2000. O balancete que se destinar a fins externos à entidade deve conter nome e assinatura do contabilista responsável. Declarações de Percepções de Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. CSL . mensalmente. sua categoria profissional e número de registro no CRC. instrumentos e equipamentos. O grau de detalhamento do balancete deve ser adequado à sua finalidade. Lembramos que. d) identificação das contas e dos respectivos grupos. laudos. Lembra-se que anteriormente o benefício era aplicável em relação aos bens adquiridos . adquiridos no período de 1º.2. 27 do Decreto-lei nº 9. b) data a que se refere. deverá ser utilizada a Declaração de Habilitação Profissional (DHP). De acordo com a NBC T. destinados ao Ativo Imobilizado e empregados no processo industrial do adquirente.222/2004.2006. f) soma dos saldos devedores e credores.7. extraída dos registros contábeis em determinada data.7. os elementos mínimos que devem constar do balancete são: a) identificação da entidade.Cumpre salientar que a inobservância da Norma Brasileira de Contabilidade aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade constitui infração ao exercício legal da profissão (alínea ―c‖ e caput do art. novos. assim como infração ao Código de Ética Profissional do Contabilista.Crédito sobre a depreciação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 13/07/2005 09:27 Conforme estabelecido no art.12. aparelhos. c) abrangência. O balancete de verificação do Razão é a relação de contas. pareceres.2.2004 a 31.051/2004). especialmente nas demonstrações contábeis. as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem utilizar crédito relativo à CSL. 1º da Lei nº 11.. à razão de 25% sobre a depreciação contábil de máquinas. Estabelece ainda a NBC T. confeccionada na forma de etiqueta auto-adesiva. indicando se são devedores ou credores. 34 da MP nº 252/2005 (que deu nova redação ao art. tratados no Decreto nº 5. que o balancete de verificação deve ser elaborado.295/1946). com seus respectivos saldos. no mínimo.10. e) saldos das contas. em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica.

PIS a Compensar e Cofins a Compensar). 30 da Lei nº 10. arroz.Culturas temporárias . individualizar as contribuições retidas. Durante sua formação. na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como.Tratamento Publicado em 11/10/2005 09:48 As prestadoras de serviços de limpeza.2004 e 31. por exemplo. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖. administração de contas a pagar e a receber.2005.CSL/Cofins/PIS-Pasep retidos na fonte . Após o término da colheita. por exemplo. seleção e riscos. por ocasião do seu efetivo recolhimento. segurança. Cofins a Recolher e PIS a Recolher). e com subconta com o tipo do produto. os custos são acumulados no Ativo Circulante.Aspectos contábeis Publicado em 16/05/2005 08:56 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem curto período de vida e normalmente. bem como pela remuneração de serviços profissionais devem registrar a CSL.entre 1º. essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖. em contas do Ativo Circulante (CSL a Compensar.12. na semana subseqüente. . Pode ser utilizada.833/2003. Contabilidade . gestão de crédito. conservação. trigo etc. registrar essa obrigação em conta única no Passivo Circulante. para posterior compensação das respectivas contribuições devidas. transporte de valores e locação de mão-de-obra. portanto. por sua vez. também do Ativo Circulante. que será creditada por ocasião da retenção das contribuições e que será debitada. vigilância. individualizadamente. não sendo necessário. mercadológica. após a colheita. pela prestação de serviços de assessoria creditícia. manutenção. a Cofins e o PIS-Pasep retidos na fonte na forma do art. que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida. Contabilidade .10. A tomadora dos serviços deve. registradas no Passivo Circulante (CSL a Recolher. são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio. uma conta intitulada ―Contribuições Retidas na Fonte a Recolher‖.

Contabilidade - Custos diretos e indiretos - Conceituação Publicado em 01/11/2005 09:32 Consideram-se custos diretos, aqueles que podemos identificar como pertencendo a este ou àquele produto, pois há como mensurar quanto pertence a cada um, de forma objetiva e direta. É o caso, por exemplo, das matérias-primas, das embalagens, da mão-de-obra direta (se de fato há verificação e medição de quanto se está gastando em cada produto), dos serviços executados por terceiros, da energia elétrica consumida (quando há medidores que identificam quanto se está consumindo em cada item) etc. Esses custos são apropriados aos produtos sem que seja necessário fazer rateios e não oferecem dúvidas quanto a serem deste ou daquele item que está sendo produzido. Os custos indiretos, por sua vez, também chamados de gastos gerais de fabricação, são aqueles incorridos dentro do processo de produção, mas que, para serem apropriados aos produtos, nos obrigam ao uso de rateios. Estes são artifícios que usamos para distribuir os custos que não conseguimos ver com objetividade e segurança a que produtos se referem. Com base neles, estimamos, por exemplo, o quanto dos encargos de depreciação, dos gastos com o pessoal que não trabalha diretamente sobre o produto, da energia elétrica (quando não há medidores específicos para a medição da energia consumida no processo industrial e nos demais departamentos da empresa) é consumida por item fabricado. Existem muitos custos que poderiam ser mensurados e identificados com cada produto, mas que, por sua irrelevância, pela dificuldade de fazer a medição ou, ainda, pelo quanto se gastaria para fazer todo o controle, acabam sendo considerados como indiretos e, por isso, rateados. É o caso do consumo de alguns materiais, como brocas, serras, produtos químicos, ou então a energia elétrica, entre outros. Às vezes até o custo com o pessoal direto da produção (que está de fato produzindo cada item) acaba, ou por ser de pequena monta em relação aos custos totais ou, até em virtude certa desorganização da empresa, por ser rateado em vez de medido, o que faz com que se esteja transferindo esse tipo de custo do grupo dos diretos para o dos indiretos. Fica claro que isso reduz a confiabilidade dos valores obtidos como custo final de fabricação de cada bem.

Declaração de Habilitação Profissional (DHP) - Finalidade Publicado em 23/02/2005 09:09 A Declaração de Habilitação Profissional (DHP) foi instituída por meio da Resolução CFC nº 871/2000 para comprovar a regularidade do contabilista perante os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) e, desde 1º.08.2000, é de utilização obrigatória em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica, especialmente nas demonstrações contábeis, laudos, pareceres, Declarações de Percepção de

Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. A DHP será confeccionada pelo CFC sob a forma de etiquetas auto-adesivas, conforme modelo e especificações constantes do Anexo I da Resolução CFC nº 871/2000, e será distribuída aos CRCs, que, por sua vez, fornecerão essas etiquetas gratuitamente aos contabilistas, já impressas com os dados necessários, mediante requerimento elaborado segundo o Anexo II da citada Resolução. Por autorização do CFC, a DHP poderá ser confeccionada pelos próprios Conselhos Regionais. O fornecimento da DHP é limitado ao número de 50 por requerimento. Os fornecimentos subseqüentes, igualmente limitados a 50, estão condicionados à apresentação de demonstrativo que especifique a finalidade para a qual foram utilizadas as DHPs relativas ao fornecimento anterior, conforme modelo que consta do Anexo III da Resolução CFC nº 871/2000. Deverão ser devolvidas as etiquetas não utilizadas. Importa salientar que a DHP somente será fornecida se o requerente e a organização contábil da qual participe estiverem regulares perante o CRC, inclusive quanto a débito de qualquer natureza.

Decore - Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos - Documentos que fundamentam a emissão da declaração Publicado em 20/10/2004 08:56 Conforme consta da Resolução CFC nº 872/2000, são exemplos de documentos que poderão fundamentar a emissão da DECORE, de acordo com o tipo de rendimento a que se referir: I - retirada de pró-labore: escrituração no livro Diário; II - distribuição de lucros: a) escrituração no livro Diário; b) demonstrativo da distribuição; III - honorários (profissionais liberais/autônomos): a) escrituração no livro Caixa; b) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão) com recolhimento regular; ou

c) RPA ou recibo com o contrato de prestação de serviços; IV - atividades rurais, extrativistas etc.: a) escrituração no livro Caixa ou no livro Diário; b) nota de produtor; c) recibo e contrato de arrendamento; d) recibo e contrato de armazenagem; e) recibo e contrato de prestação de serviço de lavração, safra, pesqueira etc.; V - prestação de serviços diversos ou comissões: a) escrituração no livro Caixa; b) escrituração no livro ISSQN; c) RPA com contrato de prestação de serviço ou com declaração do pagador; d) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão), com recolhimento regular; VI - aluguéis ou arrendamentos diversos: a) contrato (particular ou público); b) escrituração no livro Caixa, se for o caso; c) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão), com o recolhimento regular; VII - rendimento de aplicações financeiras: a) extrato bancário; ou

b) resumo de aplicações; VIII - venda de bens imóveis, móveis, valores mobiliários etc.: a) contrato de compra e venda; b) nota fiscal; c) escritura etc.; IX - vencimentos de funcionários públicos, aposentados e pensionistas: documento da entidade pagadora

Contabilidade - Decore - Emissão por meio eletrônico Publicado em 04/10/2005 08:05 Por meio da Resolução nº 1.047/2005, que alterou a Resolução nº 872/2000, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) alterou as normas para a emissão da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (DECORE), permitindo a emissão de Decore-Eletrônica por intermédio de serviço informatizado disponibilizado pelo CRC, autorizado pelo CFC, a ser emitido via Internet no site do CRC de cada Estado, com a possibilidade de uso da certificação digital. A 1ª via da Decore-Eletrônica será autenticada mediante Declaração de Habilitação Profissional - DHP-Eletrônica (cuja emissão passou a ser autorizada por meio da Resolução nº 1.046/2005, que alterou a Resolução nº 871/1000) e a 2ª via, que conterá o numero da DHP utilizado na 1ª via, deve ser arquiva pelo contabilista no prazo mínimo de 5 anos, acompanhada de cópia da base legal, memória de cálculo, quando o rendimento for decorrente de mais de uma fonte pagadora. Observe-se que o CRC não poderá desconsiderar a possibilidade da emissão convencional da Decore.

DECORE - Fornecimento por contabilista - Procedimentos Publicado em 07/10/2004 09:05 Declaração formalizada por contabilista A prova da percepção de rendimentos pagos ou creditados a sócios, gerentes ou administradores de pessoas jurídicas ou titulares de firmas individuais, bem como a pessoas físicas interessadas em comprovar rendas, constitui documento contábil

457/97).Finalidade Publicado em 01/11/2004 08:13 Para os efeitos da Demonstração de Informações Sociais e Ambientais. inclusive quanto a débito de qualquer natureza. b) os recursos humanos. a elaboração e publicação da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos somente é obrigatória para todas as companhias abertas e para as companhias fechadas cujo patrimônio líquido na data do balanço seja superior a R$ 1. 176 da Lei nº 6. devendo preservar as informações e as características do modelo que consta do anexo à Resolução CFC nº 872/2000. As informações contábeis.000. Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental . cujos procedimentos para expedição.404/76 (caput e § 6º.000. contidas na Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. poderá expedir a Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (DECORE) por meio de sistema eletrônico. e d) a interação com o meio ambiente. denominado ―Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos‖ (DECORE). são de responsabilidade técnica de contabilista registrado em Conselho Regional de Contabilidade. c) a interação da entidade com o ambiente externo. prescritos pela Resolução CFC nº 872/2000. Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Publicado em 18/03/2002 11:03 Segundo o disposto no art. esse com a redação da Lei nº 9.00 (um milhão de reais). evidenciando o critério e o controle utilizados para garantir a . em situação regular.2000.formalizado por declaração de contabilista. Expedição por meio de sistema eletrônico O contabilista. a vigorar a partir de 1º. devendo ser indicadas aquelas cujos dados foram extraídos de fontes não contábeis. entende-se por informações de natureza social e ambiental: a) a geração e a distribuição de riqueza.08.

a partir de 1º. A responsabilidade por informações não contábeis pode ser compartilhada com especialistas. (Resolução CFC nº 1. Observamos. Neste caso.1995. a correção monetária do saldo inicial.1996. com as informações do exercício atual e do exercício anterior. As normas de elaboração das demonstrações financeiras constam da Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/1976).Conceito Publicado em 15/12/2004 08:25 A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados é uma das demonstrações financeiras cuja elaboração é obrigatória para todas as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (caput do art. também.12. aprovada pela Resolução nº 686/1990 do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).003/2004. em relação aos períodos-base encerrados até 31.integridade da informação. e 3) ser apresentada. para efeito de comparação. A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados deve discriminar: a) o saldo do início do período e os ajustes de exercícios anteriores. pelo art. 2) ser efetuada como informação complementar às demonstrações contábeis. ainda. inclusive para fins societários. indicava-se.4. A Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental deve: 1) evidenciar os dados e as informações de natureza social e ambiental da entidade. mas aplicam-se aos demais tipos societários. que aprovou a NBC T 15) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados . A correção monetária das demonstrações financeiras foi revogada.01. 274 do RIR/1999). que a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados também está disciplinada pela NBC T 3. não se confundindo com as notas explicativas. extraídos ou não da contabilidade. 4º .

Fica dispensada a adoção desse livro desde que. A legislação fiscal (caput do art.Das formalidades da Escrituração Contábil. sejam inseridas as demonstrações contábeis obrigatórias. 186 da Lei nº 6. ao fim de cada . deve ser transcrita no livro Diário.da Lei nº 9. (§ 2º e caput do art. Igual procedimento. como fecho. nas próprias fichas ou folhas de escrituração ou nos formulários impressos por meio de processamento eletrônico de dados. deve ser adotado livro próprio para inscrição das demonstrações contábeis obrigatórias.249/1995. c) as transferências para reservas. A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados também deverá indicar (quando for o caso) o montante do dividendo por ação do capital social. a parcela dos lucros incorporada ao capital e o saldo ao fim do período. assim como o balanço e as demais demonstrações contábeis de encerramento do exercício.1. b) as reversões de reservas e o lucro líquido do exercício. os dividendos.1 . deve ser adotado quanto às demais demonstrações contábeis elaboradas por força de dispositivos legais. submetidos esses instrumentos à autenticação do órgão competente (PN CST nº 11/1985). no encerramento do período de apuração do lucro real.Adoção de livro próprio Publicado em 23/03/2004 08:16 No sistema de escrituração por meio de fichas ou folhas soltas ou por processamento eletrônico de dados. 274 do RIR/1999) estabelece que.404/1976) Demonstrações contábeis . Demonstrações contábeis no livro diário e periodicidade de elaboração Publicado em 14/01/2005 08:34 De acordo com o subitem 2. a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. que deverá ser autenticado no órgão de registro competente (§ 6º do art. complementando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade.4 da NBC T 2. aliás. aprovada pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº 563/1983. contratuais ou estatutários. 158 do RIR/1999).

item IV. 186 da Lei nº 6. ou de disponibilidades. das seguintes demonstrações financeiras (ou demonstrações contábeis): . Demonstrações exigidas pelas legislações fiscal e comercial Publicado em 05/05/2003 09:11 As pessoas jurídicas (firmas individuais ou sociedades) devem apurar seu lucro líquido mediante a elaboração.457/1997. Cabe esclarecer que a Lei nº 6. o § 6º do mesmo artigo elimina a obrigatoriedade de elaboração e publicação para as companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a R$ 1. do Balanço Patrimonial.00. da Demonstração do Resultado do período e da Demonstração de Lucros ou Prejuízos acumulados. e evidenciar as alterações na posição financeira da empresa. as empresas que elaborarem e publicarem essa demonstração de apresentar em separado a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. representa capital de giro líquido que. sendo que o significado de recursos aqui não é simplesmente o de dinheiro. limite este já atualizado pela Lei nº 9.000. 176. estará incluída naquela. conforme disposto no seu art. como seu próprio nome indica.404/1976 autoriza a inclusão da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido. o contribuinte deve apurar o lucro líquido mediante a elaboração. que. com observância das disposições da lei comercial. quando esta for elaborada e publicada pela companhia. obrigatoriamente. tem por objetivo apresentar de forma ordenada e sumariada principalmente as informações relativas às operações de financiamento e investimento da empresa durante o exercício. assim. Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) – Objetivo Publicado em 26/08/2004 08:37 A Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR).404/1976 tornou obrigatória essa demonstração para todas as companhias. dispensando. com observância das disposições da lei comercial. Inclusão na demonstração das mutações do patrimônio líquido O § 2º do art.000. na denominação dada pela lei.período de incidência do Imposto de Renda (trimestral ou anual). Os financiamentos estão representados pelas origens de recursos. é Capital Circulante Líquido. Todavia. pois abrange um conceito mais amplo. e os investimentos pelas aplicações de recursos.

404/76 (Leis das S/A). Demonstrações Financeiras – Notas explicativas Publicado em 20/05/2003 08:49 De acordo com o § 4º do art. com indicação do número dos respectivos registros. embora a segunda seja mais apropriada.a) b) c) Demonstrações Demonstrações Balanço do Resultado de Lucros ou Patrimonial. tratando-se de pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real (as quais ficam obrigadas a manter escrituração completa). as Demonstrações do Resultado do período-base. as demonstrações financeiras da companhia devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. Se a empresa elaborar demonstrações financeiras consolidadas. As sociedades por quotas de responsabilidade limitada também podem adotar as notas explicativas como forma de facilitar a análise de suas demonstrações financeiras por sócios. atuários. acionistas ou diretores de sociedade. Na prática. art. e Prejuízos Acumulados (DLPA). 176 da Lei 6. contadores. as expressões ―demonstrações financeiras‖ e ―demonstrações contábeis‖ têm o mesmo significado. 176. estas também deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados consolidados. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. que sejam . 176 da Lei nº 6. auditores. Isto se estende para os titulares. O conteúdo das notas explicativas consta do § 5º do art. A elaboração dessas demonstrações é obrigatória tanto por determinação da legislação comercial (Lei nº 6. do Exercício (DRE). guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. Quem pode assinar as Demonstrações Financeiras Publicado em 04/07/2003 08:48 A legislação societária determina que as Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados. A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas dispõe que o Balanço Patrimonial. sócios. entre outros. I a III) quanto da legislação do Imposto de Renda (art. os extratos. fornecedores e instituições financeiras. 274 do RIR/99).404/76.404/76. peritos-contadores.

devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente. A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas dispõe que o Balanço Patrimonial. após a escrituração. 819 do RIR/99) Responsáveis pela assinatura das Demonstrações Financeiras Publicado em 10/12/2003 08:48 A legislação societária determina que as Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados. folhas soltas ou cartões. as Demonstrações do Resultado do período-base. esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional. o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente. 274 do RIR/99. sócios. item 6. (Art. as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sis-tema eletrônico de processamento de dados. a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. atuários.177. § 4º da Lei nº 6404/76. com número de ordem e de folhas escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa. acionistas ou diretores de sociedade. satisfeitas as demais exigências . contadores. não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas. desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e. que sejam legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão. sejam encadernadas em forma de livro. Isto se estende para os titulares. e art. (Art. Porém. § 4º da Lei nº 6404/76. Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados. os extratos. estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações. empregando formulários contínuos. com indicação do número dos respectivos registros. com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam.legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão.177. e art. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. peritos-contadores. como fecho. devidamente registrado e autenticado. cujas fichas são encerradas sem conter. 819 do RIR/99) Transcrição de Demonstrações Financeiras em Livro Próprio Publicado em 10/10/2002 08:10 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/85. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio.

levantadas no encerramento de cada período-base de apuração do lucro real. As demonstrações financeiras. a pessoa jurídica deverá apurar o lucro líquido mediante a elaboração. 275 do RIR/1999). do RIR/99).Demonstrações financeiras e a apuração do lucro real . deverão ser transcritas: a) no livro Diário ou no Lalur. 274 do RIR/1999. e. Transcrição das Demonstrações Financeiras no Livro Diário Publicado em 31/08/2001 08:08 Ao final de cada período-base de apuração do lucro real. Exercício. Demonstrações financeiras obrigatórias . no Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou no Cartório de Títulos e Documentos (art. devem ser transcritas no Livro Diário (Instrução Normativa SRF nº 77/86. a demonstração do lucro real (art.Transcrição Publicado em 04/01/2005 09:33 Ao final de cada período de incidência do imposto de renda (trimestral ou anual). quando se tratar de sociedade civil.4). 274 do RIR/99): a) b) c) Demonstração Demonstração de Balanço do Lucros Resultado ou do Prejuízos Patrimonial. Acumulados. com observância da lei comercial. e b) no Lalur. O Livro Diário deverá ser submetido à autenticação no órgão competente do Registro do Comércio. das seguintes demonstrações financeiras ou contábeis (art.contidas na IN DNRC nº 65/97. 258. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Contabilidade . as demonstrações financeiras previstas no § 2º do art. § 4º. item 4.

176. existe ainda a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). ao final de cada período-base de incidência do Imposto de Renda.404/1976).000. Além das demonstrações financeiras supramencionadas. as pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real devem apurar o lucro líquido mediante a elaboração. em face da legislação comercial (art. das seguintes demonstrações financeiras: a) Balanço Patrimonial. ficando a respectiva importância à disposição do juízo até a decisão final da ação. I a III. deve ser elaborada: a) por todas as companhias de capital aberto. o contribuinte pode ser obrigado a depositar o valor do tributo questionado. Contabilidade . Importa observar que a elaboração dessas demonstrações é obrigatória. conforme determina a legislação comercial. c) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados.Tratamento Publicado em 14/09/2005 09:37 Para contestar judicialmente a legalidade de alguma exigência tributária ou mesmo a constitucionalidade da disposição legal que exija o tributo. 4º da Lei nº 6. Demonstração do Resultado do Exercício). 1.Depósitos judiciais em garantia .000. b) Demonstração do Resultado do Período de Apuração (nos termos da legislação comercial. De acordo com o art. da Lei nº 6. b) pelas companhias de capital fechado com Patrimônio Líquido superior a R$ 1.179 do Novo Código Civil e art. com observância das disposições da lei comercial. que.00 na data do balanço.404/1976. a companhia é aberta ou fechada conforme os valores mobiliários de sua emissão estejam ou não admitidos à negociação em bolsa ou em mercado de balcão. .Publicado em 02/03/2005 09:16 De acordo com o caput do art. observando-se que somente os valores mobiliários de companhia registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) podem ser distribuídos no mercado e negociados na bolsa ou no mercado de balcão. 274 do RIR/1999. também.

Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Depreciação – Adoção de taxas diferentes Publicado em 02/04/2003 08:51 . o art. o valor do tributo discutido judicialmente pode ser contabilizado da seguinte forma: D -Depósitos Judiciais (AC ou RLP) C . as importâncias não apropriadas não poderão ser recuperadas posteriormente através da utilização de taxas superiores às máximas anualmente permitidas para cada exercício e cada bem em especial. O registro contábil da atualização monetária pode ser efetuado da seguinte maneira: D -Depósitos Judiciais (AC ou RLP) C . não há obrigatoriedade de se efetuar a depreciação em todos os exercícios financeiros de atividade da empresa. 7º do Decreto-lei nº 1. não proibindo a empresa de apropriar quotas inferiores às permitidas.Neste caso.. 8º da Lei nº 8. Todavia. art.541/1992.Variação Monetária Ativa (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante RLP = Realizável a Longo Prazo (Art. ou mesmo deixar de depreciar. e arts.Caixa ou Bancos Conta Movimento (CR) O montante depositado deve ser atualizado monetariamente e apropriado mensalmente pelo regime de competência.737/1979. como custo ou encargo. A legislação tributária fixa percentuais máximos e períodos mínimos de depreciação. em cada período de apuração. 344 e 375 do RIR/1999) A depreciação de bens não é obrigatória Publicado em 19/10/2001 08:10 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 79/76. se a empresa adotar qualquer taxa de depreciação inferior à permitida. 305 do RIR/99..‖. Portanto. não uma obrigação. a depreciação dos bens do ativo é uma faculdade. pois. dispõe que ― ―poderá‖ ser computada. ou mesmo deixar de depreciar.

embora não seja o procedimento mais adequado. No caso de dúvida. nesse sentido. Entretanto. tecnicamente. pois o cômputo dos encargos de depreciação na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL é facultativo. porém devem observar que qualquer mudança de procedimento e seus efeitos decorrentes devem ser claramente evidenciados em notas explicativas. mediante utilização de taxas diferentes das fixadas pelas SRFs. de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear sua tendência com o menor grau de dificuldade possível. prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições. ação da natureza ou obsolescência. em laudo técnico idôneo (§ 2º do art. igualmente. ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica. a empresa poderá pedir perícia da Divisão de Avaliação Tecnológica do Ministério da Ciência e Tecnologia. 310 do RIR/99). por outro lado. deve-se efetuar a depreciação de todos os bens pertencentes ao Ativo Imobilizado. Ausência de reconhecimento da depreciação . .Conseqüências Publicado em 22/12/2004 09:55 A diminuição de valor dos elementos do Ativo Imobilizado será registrada periodicamente nas contas de depreciação quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso. não podendo deixar de realizá-la por determinados períodos. os profissionais deverão refletir bastante antes de adotar determinado procedimento de avaliação a fim de haver a maior seqüência possível de exercícios com a utilização dos mesmos procedimentos de avaliação. Isso não quer dizer que não possam adotar mudança de critérios com o intuito de introduzir melhoria para a entidade. Podemos concluir que. baseadas. desde que faça prova dessa adequação (§ 1º do art. 310 doRIR/99). A convenção contábil da consistência (ou uniformidade) dispõe que todos os critérios utilizados contabilmente em determinado período contábil devem ser mantidos ao longo do tempo. a pessoa jurídica deverá efetuar a depreciação total dos bens do Ativo Imobilizado em todos os períodos. consideramos que a entidade poderá deixar de depreciar os bens pertencentes ao seu Ativo Imobilizado por um certo período. em atendimento à convenção da consistência e à legislação societária. a legislação fiscal faculta à pessoa jurídica efetuar depreciação para fins de apuração do Imposto de Renda e. mas. Diante dessas considerações. Neste caso. enquanto não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial. não há nenhuma implicação de natureza fiscal quanto a deixar de efetuá-la.É assegurado à empresa o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens.

e 305 do RIR/1999) Depreciação . participantes nos lucros ou respectivos parentes ou dependentes.2) o imóvel for alugado de sócios. da Lei nº 6.1) o contrato de locação não tiver prazo determinado ou não proibir à empresa locatária o direito à indenização pelas benfeitorias realizadas.(Arts.404/1976. no caso de imóvel adquirido construído.2) o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. transações ou atividades da comodante e não mera liberalidade desta. a. 183. acionistas. b) construções ou benfeitorias em imóvel alugado de terceiros. como obras de arte e antiguidades. o que ocorre quando: b. ser salvo depreciados em (§ único aos do art.1) a quota de depreciação é dedutível a partir da época da conclusão das obras e do início da sua utilização. como. por exemplo. Depreciação . admitindo-se. se o respectivo custo não puder ser amortizado durante o prazo da locação. os bens cedidos em comodato por . dirigentes. b) prédios e construções não alugados nem utilizados na produção dos rendimentos da empresa ou destinados à revenda.Bens não depreciáveis Publicado em 27/02/2003 09:42 Não a) podem terrenos. c) bens que normalmente aumentam de valor com o tempo. d) bens para os quais sejam registradas quotas de exaustão (florestas destinadas ao corte e jazidas minerais). inclusive: a) edificações e construções. 307 ou do RIR/99): relação melhoramentos construções. c) bens cedidos em comodato (empréstimo gratuito). desde que o empréstimo de tais bens seja usual nos tipos de operações. o destaque baseado em laudo pericial. observando-se que: a. b. § 2º.Bens que podem ser depreciados Publicado em 22/10/2003 08:37 Podem ser objeto de depreciação todos os bens físicos sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal.

aos comerciantes revendedores de seus produto. a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda. sair em definitivo do patrimônio da empresa. c) os bens que normalmente aumentam de valor com o tempo.fabricantes de bebidas ou sorvetes ou distribuidores de derivados de petróleo. que apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado. todo o valor obtido na sua venda constitui ganho de capital tributável. hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil a comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil. § 3º.12. Lembra-se. Normalmente. os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do seu custo de aquisição não devem mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. isto é. devem permanecer registrados na escrituração o custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada do bem. ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava. 305. (Art. d) bens para os quais sejam registradas quotas de exaustão (florestas destinadas ao corte e jazidas minerais). quais podem exceto registrada depreciação depreciados: construções. embora o seu valor contábil (custo corrigido menos depreciação acumulada) seja zero. não autoriza a sua baixa contábil. corrigido monetariamente até 31. ainda. Estando o bem totalmente depreciado. como as obras de arte e as antigüidades. Enquanto isso não ocorrer. projetos para florestais os destinados não à pode exploração ser ser relação aos melhoramentos ou dos respectivos a frutos. em b) os prédio e as construções não alugados nem utilizados na produção dos rendimentos da empresa ou destinados à revenda. d) Bens Não a) os terrenos. Contabilidade .Permanência nos registros contábeis Publicado em 13/10/2005 08:46 O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem.Bens totalmente depreciados . do RIR/1999 e PN CST nº 146/1975) . ainda que como sucata.1995 (caso o bem tenha sido adquirido até essa data). A baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente.

nesse sentido. a depreciação registra a diminuição do valor do bem. o valor dos encargos de depreciação contabilizados ao longo dos exercícios. não podendo deixar de realizá-la por determinados períodos. de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear sua tendência com o menor grau de dificuldade possível. b) creditando-se uma conta denominada ―Depreciação Acumulada‖. ela é uma despesa (ou um custo). deve-se efetuar a depreciação de todos os bens pertencentes ao Ativo Imobilizado.Contabilidade . por outro lado. . por uma questão de técnica contábil.Contabilização Publicado em 17/05/2005 14:31 Na prática. embora não seja o procedimento mais adequado. os profissionais deverão refletir bastante antes de adotar determinado procedimento de avaliação a fim de haver a maior seqüência possível de exercícios com a utilização dos mesmos procedimentos de avaliação. em atendimento à convenção da consistência e à legislação societária. A convenção contábil da consistência (ou uniformidade) dispõe que todos os critérios utilizados contabilmente em determinado período contábil devem ser mantidos ao longo do tempo. Diante dessas considerações. Portanto. reduzindo-a. a crédito. não há nenhuma implicação de natureza fiscal quanto a deixar de efetuá-la. Podemos concluir que. mas. a legislação fiscal faculta à pessoa jurídica efetuar depreciação para fins de apuração do Imposto de Renda e.Conseqüências Publicado em 12/08/2005 10:00 A diminuição de valor dos elementos do Ativo Imobilizado será registrada periodicamente nas contas de depreciação quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso. porém devem observar que qualquer mudança de procedimento e seus efeitos decorrentes devem ser claramente evidenciados em notas explicativas. Entretanto. esse não é o procedimento que se adota. a pessoa jurídica deverá efetuar a depreciação total dos bens do Ativo Imobilizado em todos os períodos. Contabilidade .Depreciação . A contabilização da depreciação é feita: a) debitando-se a conta que registra a despesa (ou custo) relativa ao encargo. como o valor do bem está registrado a débito de conta do Ativo Permanente Imobilizado. creditaríamos essa conta pelo valor da depreciação. Nesse caso. ação da natureza ou obsolescência. Seria razoável admitir que seu registro fosse feito em contrapartida da conta que registra o valor do próprio bem. que registrará. consideramos que a entidade poderá deixar de depreciar os bens pertencentes ao seu Ativo Imobilizado por um certo período.Falta de reconhecimento da depreciação . tecnicamente. Isso não quer dizer que não possam adotar mudança de critérios com o intuito de introduzir melhoria para a entidade. Mas. pois o cômputo dos encargos de depreciação na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL é facultativo. Neste caso.

em 31 de dezembro ou por ocasião de incorporação. a manutenção do sistema de contabilidade de custos integrado e coordenado com o restante da escrituração exige que os encargos de depreciação dos bens empregados na produção sejam contabilizados mensalmente. cisão ou encerramento de atividades. poderão contabilizar o encargo: a) mensalmente. ou .404/1976. da Lei nº 6. b) no encerramento do período de apuração do lucro real. poderão contabilizar o encargo mensalmente ou no encerramento de cada trimestre de apuração do lucro real.caso submetidas à apuração trimestral do lucro real. cisão ou encerramento de atividades. poderão contabilizar o encargo: a) mensalmente. § 2º.caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa. II .caso submetidas à apuração trimestral do lucro real. b) no encerramento do período de apuração do lucro real. Registro contábil da depreciação – Periodicidade a ser observada Publicado em 14/07/2004 08:48 Nas empresas industriais. As pessoas jurídicas não enquadradas nessa hipótese: I . em 31 de dezembro ou por ocasião de incorporação.(Arts. II .Encargos de depreciação . fusão.Periodicidade de registro Publicado em 24/08/2005 10:05 Nas empresas industriais. 183. a manutenção de sistema de contabilidade de custos integrado e coordenado com o restante da escrituração exige que os encargos de depreciação dos bens empregados na produção sejam contabilizados mensalmente. e 305 do RIR/1999) Contabilidade . As pessoas jurídicas não enquadradas nessa hipótese: I . ou c) por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do pagamento do imposto mensal. fusão.caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa. poderão contabilizar o encargo mensalmente ou no encerramento de cada trimestre de apuração do lucro real.

por escrito. em função do número de horas diárias de operação. ou fazê-la pelos telefones (0xx21) 206-1072 e 206-1100. sala 209. § 1º. ou pela Internet. Venezuela. emite parecer técnico sobre o uso de taxas de depreciação diferentes das admitidas. CEP 20081-310 . parecer técnico da mencionada entidade. nos endereços.Depreciação acelerada . O Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) também é uma entidade habilitada a atestar a adequação de taxas de depreciação em função das condições de uso dos bens. enquanto não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial. em laudo técnico idôneo (§ 2 º do art.gov. desde que faça prova dessa adequação (art. prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições. mediante utilização de taxas diferentes das fixadas pelas SRF. os seguintes coeficientes de depreciação acelerada sobre as taxas normalmente utilizáveis: .gov. do RIR/99). Para tanto. vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia.c) por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do pagamento do imposto mensal. pelo fax (0xx21) 206-1075. 310. devendo o interessado enviar sua consulta para a sede desse órgão. baseadas. na Av. O IPT localiza-se na Cidade Universitária. Taxas de depreciação diferentes das fixadas pela Receita Federal Publicado em 21/09/2001 09:09 É assegurado à empresa o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens.br. e os pedidos de parecer sobre taxas de depreciação devem ser encaminhados à Divisão de Engenharia Mecânica. ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica. em São Paulo.Coeficientes aplicáveis Publicado em 08/09/2005 09:12 No que diz respeito a bens móveis podem ser adotados. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . No caso de dúvida. a empresa poderá pedir perícia da Divisão de Avaliação Tecnológica do Ministério da Ciência e Tecnologia.Rio de Janeiro (RJ). igualmente.br ou carloste@int. avatec@ int. a empresa interessada deve solicitar. 310 do RIR/99). instruindo a sua solicitação com a relação dos bens (essa relação deve conter a descrição dos bens e o setor em que são utilizados). A Divisão de Avaliação Tecnológica. 82.

as taxas normais admitidas poderão ser majoradas mediante aplicação dos seguintes coeficientes (art. exceto a terra nua. b) 1. sob pena de ver glosado o excesso em relação à taxa normal. c) 2. 314 do RIR/99). .5. e Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questões nºs 375 e 376) Depreciação acelerada de bens adquiridos por empresas rurais Publicado em 02/10/2001 10:10 As pessoas jurídicas que explorem atividade rural poderão promover a depreciação acelerada dos bens do ativo imobilizado. ainda. que não é necessária autorização prévia da autoridade competente para adoção do regime de depreciação acelerada. a qualquer tempo. adquiridos para uso nessa atividade. o contribuinte poderá ser solicitado.0. 2. (Art. caso seja utilizada a depreciação acelerada. 312 do RIR/1999. um bem cuja taxa normal de depreciação seja de 10% ao ano poderá ser depreciado em 15% ao ano se operar 16 horas por dia. para três turnos de 8 horas de operação.0. de taxa que. 312 do RIR/99): a) b) dois três turnos turnos de de oito oito horas: horas: 1. Nessas condições. Entretanto. ou 20% ao ano. somada à taxa utilizada na depreciação anormal contabilizada. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Depreciação de bens que operem em mais de um turno diário de oito horas Publicado em 30/05/2003 14:50 Para a depreciação de bens móveis que operem em mais de um turno de oito horas diárias. Cabe observar. cobrando-se o imposto com os acréscimos cabíveis. mediante aplicação.0%. totalize 100% do custo de aquisição do bem (art. para um turno de 8 horas de operação. Se esse equipamento operar regularmente vinte e quatro horas por dia. no ano da aquisição. poderá ser depreciado à taxa de 20% ao ano. se em regime de operação de 24 horas por dia. Por exemplo: um equipamento para o qual seja admitida a taxa normal de 10% ao ano poderá ser depreciado à taxa de 15% ao ano se operar regularmente dezesseis horas por dia. para dois turnos de 8 horas de operação. a justificar convenientemente tal procedimento.5%.a) 1.

todavia. Podem ser computados diretamente como custo ou despesa operacional. cujo custo unitário de aquisição não seja superior a R$ 326.000. Os semoventes devem ser registrados no Ativo Permanente (no subgrupo do Imobilizado) e podem. e a vida útil do animal esteja estimada em 5 anos: D . animais destinados à produção etc.Contabilidade .61. ficando. § 1º. cujos gastos de criação até sua fase adulta (momento em que estiver apto para o trabalho). efetivamente. assegurado ao contribuinte o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens. inclusive. as condições normais ou médias de sua utilização.Depreciação de semoventes .00. os animais.Registro Publicado em 28/11/2005 09:20 Classificam-se como semoventes os animais que a pessoa jurídica adquire com a finalidade de prestar-lhe algum tipo de serviço (por exemplo: animais de tração.). ainda que o prazo de vida útil seja superior a 1 ano. desde que faça a prova dessa adequação. na fixação do prazo de vida útil admissível para cada espécie de bem.000. Demonstramos a seguir o registro contábil da quota de depreciação de um cavalo de sela para a administração da fazenda.Depreciação Eqüinos (AP) Acumulada R$ 2. a ser utilizados. quando adotar taxa diferente. totalizem o valor de R$ 10. A legislação do Imposto de Renda leva em consideração. do RIR/1999 e IN SRF nº 162/1998) . ser depreciados a partir do momento em que passem.Depreciação de Eqüinos (CR) C . desde que sua aquisição esteja intrinsecamente relacionada com a produção ou a comercialização de bens e serviços. 310.00 AP = Ativo Permanente CR = Conta de Resultado (Art.

ao final de cada mês deverão ser incorporados na escrituração da matriz os resultados apurados nos demais estabelecimentos (art. Desconto de duplicatas – Contabilização Publicado em 07/04/2004 09:01 O desconto de duplicatas é uma operação financeira de curto prazo. o valor será debitado na conta corrente da cedente. 212. Nesse caso. I. é preciso realizar vendas a prazo. além de cobrar as tarifas de cobrança e o IOF. ―b‖.Desconto de duplicatas . desde que os resultados apurados individualmente. Contabilidade .Conceito Publicado em 16/06/2005 10:13 O desconto de duplicatas é uma das formas mais comuns de obtenção de capital de giro pela empresa e consiste basicamente na "compra" à vista de tais títulos pelo banco. o qual ficará responsável pela apuração. o banco debita a duplicata na conta da empresa que fez o desconto. e repassa à empresa tomadora os recursos pelo valor líquido (valor nominal dos títulos menos os encargos financeiros). Nessa operação. Para sua efetivação. caberá a opção pela descentralização contábil. Não ocorrendo o pagamento no vencimento. sucursais ou agências podem. a empresa (cedente) é responsável pelo pagamento do título. com cobrança de despesas bancárias e de juros correspondentes (geralmente. 252 do RIR/1999). quando esta for liquidada em dia. Em caso de exercício dessa opção. e cobra novos . manter contabilidade descentralizada. dois ou três dias após. enquanto a duplicata não for quitada. a empresa tem uma obrigação para com o banco. sejam incorporados ao resultado de um deles. opcionalmente. obtendo as duplicatas de venda mercantil. na qual a empresa obtém recursos perante os bancos. a instituição financeira aplica uma taxa de desconto sobre o valor nominal do título. em cada estabelecimento. os de mercado para esse tipo de operação). Caso o devedor (sacado) não quite seu débito. Isso significa que. e 791 do RIR/1999). o banco fica com o valor pago pelo sacado. pelo pagamento e pela declaraçãodo Imposto de Renda no seu domicílio fiscal (arts. No vencimento da duplicata. Caso haja mais de um estabelecimento no Brasil.Descentralização da contabilidade Publicado em 01/06/2004 08:30 As pessoas jurídicas que tenham filiais.

deve contabilizar o seu valor em conta específica. devem ser apropriadas pro rata tempore. decorrentes de títulos cujo vencimento ultrapasse a data de encerramento do período-base. nos períodos-base a que competirem (art. segue exemplo de contabilização: Registro do desconto: D . 374. geralmente os de mercado para esse tipo de operação.Registro contábil Publicado em 24/02/2005 09:20 A operação de desconto de duplicatas consiste basicamente na compra à vista. também no ativo circulante. inciso I.00 1. retificadora do saldo da conta de duplicatas a receber. de tais títulos. que devem ser registradas em conta própria. mediante a cobrança de despesas bancárias e dos juros correspondentes. do RIR/99). A propósito. Os encargos cobrados pelo banco representam despesas antecipadas.encargos financeiros da empresa cedente dos títulos pela mora da liquidação.00 200.Duplicatas Descontadas (AC) C . Desconto de duplicatas .Bancos conta Movimento (AC) D . no ativo circulante. Quando uma empresa desconta duplicatas de sua emissão nos bancos. pelo banco.000.Despesas Financeiras a Apropriar (AC) C .000.00 800. alertamos que a legislação do Imposto de Renda impõe que as despesas financeiras. em conformidade com o regime de competência.00 .Clientes (AC) AC = Ativo Circulante 1.Duplicatas Descontadas (AC) Registro da baixa pelo recebimento: D . e apropriadas em contas de resultado a medida que forem sendo incorridos. Com base em valores e dados meramente ilustrativos.

2 . que pode intitular-se "Descontos Financeiros Concedidos". creditando-se a de disponibilidade.Na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. O registro contábil do desconto. dentro do grupo de "Despesas Financeiras Líquidas". por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão. dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. ou outro título de crédito qualquer. no resultado. tanto no aspecto de "liquidez" quanto no burocrático. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Obtidos". e. é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata.Classificação contábil Publicado em 20/05/2004 08:46 Na empresa que concede o desconto .Registro contábil Publicado em 27/08/2004 08:37 O desconto financeiro tem como objetivo principal estimular o devedor a quitar o débito com antecedência. que sofreu o desembolso. creditamos a conta "Clientes" ou "Duplicatas a Receber" pelo valor bruto da duplicata. em contrapartida. em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto ("Caixa" ou "Bancos Conta Movimento") e a conta de "Descontos Financeiros Concedidos" no resultado pelo valor do desconto.Desconto financeiro . debitando-se a conta de "Duplicatas a Pagar" ou "Fornecedores" pelo valor bruto das duplicatas e. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. em contrapartida.Na empresa que concede o desconto A empresa que concede o desconto financeiro. Descontos Financeiros . se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de "Receitas Financeiras". evitando. normalmente.Concessão e pagamento . o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. transtornos para o credor. Classificação contábil 1 . e a conta "Descontos Financeiros Obtidos" pelo valor do desconto. dessa forma. pelo valor da duplicata líquido do desconto. Normalmente.

Despesas antecipadas – Conceito Publicado em 23/06/2003 09:30 As aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte são classificadas no Ativo Circulante e geralmente representam uma parcela não muito significativa. o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. em contrapartida. creditando-se a de disponibilidade. normalmente. creditamos a conta ―Clientes‖ ou ―Duplicatas a Receber‖ pelo valor bruto da duplicata. O registro contábil do desconto. cujos benefícios ou prestação de serviço à empresa se farão durante o exercício seguinte. são normalmente apresentadas pelo seu valor total. no resultado. ou outro título de crédito qualquer.A empresa que concede o desconto financeiro. motivo pelo qual.A. por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão. e a conta ―Descontos Financeiros Obtidos‖ pelo valor do desconto. se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de ―Receitas Financeiras‖. debitando-se a conta de ―Duplicatas a Pagar‖ ou ―Fornecedores‖ pelo valor bruto das duplicatas e. e sim valores ainda a pagar a curto prazo. que pode intitular-se ―Descontos Financeiros Concedidos‖. em contrapartida. em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto (―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖) e a conta de ―Descontos Financeiros Concedidos‖ no resultado pelo valor do desconto. em comparação com os demais ativos. dentro do grupo de ―Despesas Financeiras Líquidas‖. que pode intitular-se ―Descontos Financeiros Obtidos‖. no Balanço. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. não serão recebidos em dinheiro e nem representam bens fisicamente existentes como é o caso de pelas. . dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. 179 da Lei das S. De fato. pelo valor da duplicata líquido do desconto. que sofreu o desembolso. é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata. e. materiais etc. referem-se a ―aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte‖ e. segundo o art.. Na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. Esses ativos representam pagamentos antecipados. Normalmente. Há casos especiais em que as despesas antecipadas não significam desembolso imediato de recursos. normalmente.

(Passivo Circulante) 100. representam exemplo prático dessa hipótese.Despesas com convênio médico .000.Salários e Ordenados a Pagar (Passivo Circulante) 100. Iniciaremos pelo registro da mensalidade devida pela empresa. quando o empregado opta por plano diferenciado.000.00 C .00 Valores descontados dos empregados Há empresas que descontam dos salários de seus empregados uma parcela a título de participação nos gastos com convênios de assistência médica.Caixa/Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 100.Os prêmios de seguros. farmacêutica e social. odontológica.Registro contábil Publicado em 20/05/2005 09:57 Os gastos realizados pelas empresas com serviços de assistência médica. quando parcelados ou financiados.00 Vejamos o registro do pagamento da mensalidade. de padrão superior àquele oferecido pela empresa.000.00 . 360 do RIR/1999).Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100.00 C . D .Empresa ―X‖ Ltda.000. destinados indistintamente a todos os seus empregados e dirigentes são considerados despesas operacionais (art.Empresa ―X‖ Ltda. Com base em dados e valores meramente ilustrativos.000. sobretudo. Essa parcela representará uma redução da despesa e será registrada como se segue. D . (Passivo Circulante) 100. Isso ocorre.Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100. Fonte: FIPECAFI Contabilidade .00 C . D .000. exemplificaremos a seguir o registro contábil dos gastos com convênio de assistência médica.

. podem enquadrar-se como despesa de relações públicas em geral.Despesas com festas de confraternização . só ocorre uma vez por ano. coquetéis e festas de congraçamento (Parecer Normativo CST nº 322/71). em contrapartida à conta de disponibilidade que sofreu o desembolso. devidamente comprovados com documentação hábil.. que tenha alguma relação com esse tipo de gasto. de acordo com a regra contábil da materialidade ou relevância. os funcionários ou dirigentes que viajam a serviço da empresa recebem adiantamento por conta de suas despesas. desde que em nível moderado e compatível com o porte da empresa e comprovadas com documentação hábil. Para efeitos fiscais (empresa tributada com base no lucro real).. existente no plano. visto que. no dia 15. da entidade "X" Despesas de viagens – Adiantamento – Registro contábil Publicado em 29/11/2004 08:34 Normalmente.2..00 Pagto. invariavelmente.000. as despesas com festas de congraçamento para empregados. normalmente. conforme nota fiscal nº. supondo-se que uma empresa contrate a realização de um evento de confraternização com os seus funcionários..000. promovem festas de congraçamento para seus empregados. pode ser utilizada uma conta de despesa.. trata-se de valor inexpressivo e que. de despesa com festa de confraternização com os funcionários no dia 15. sendo pouco provável que no plano de contas haja uma conta ou subconta específica para ele.12. as empresas.. por tradição.12.. Nessas condições. por exemplo "Outras Despesas Administrativas". no mês de dezembro. O registro contábil dos gastos com festas de confraternização é feito em conta de Despesas Operacionais. pagando por isso R$ 2.Contabilização Publicado em 21/11/2003 12:47 Ao final de cada ano. o lançamento contábil poderia ser: D C Outras Caixa Despesas ou Administrativas Bancos (Conta de Resultado) (Ativo Circulante). Exemplificando.2003. A dúvida maior que poderá surgir em relação à contabilização de gasto incorrido com a realização de festas de confraternização é em que conta lançá-lo.2003. tais como almoços. no Ativo Circulante. Os valores entregues aos funcionários ou dirigentes são registrados na conta ―Adiantamento para Despesas de Viagens‖. . Os gastos efetivos são baixados da conta ―Adiantamento para Despesas de Viagens‖.00.. no Resultado do Exercício. recepções.

00 C .00 Hipótese II Admitindo-se que o valor das despesas constantes do relatório apresentado foi de R$ .Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 200. efetuando-se lançamento inverso ao da concessão do adiantamento.2004.com base nos relatórios de prestações de contas. em 31.000.Despesas de Viagens (Resultado) 800. recebe um adiantamento de R$ 1. simplesmente.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 800.01.2004: D . em 31. Exemplos Hipótese I O encarregado do setor de vendas da empresa ―Alfa‖ viaja para o norte do País a fim de resolver certas pendências com o representante e.000.00 e restitui R$ 200. em 21.01.2004: D . registra-se o reembolso ao funcionário ou dirigente a débito da conta de despesa.00 • pela prestação de contas.00 para suas despesas.01.00 • pela restituição do saldo.00 C .01.00 em dinheiro à empresa. apresenta relatório e comprovantes de despesas no valor de R$ 800. Os saldos não utilizados são restituídos.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 200. em 31. Nos casos de insuficiência do numerário adiantado. complementa-se o adiantamento ou. em 21.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 1. Contabilização: • pelo registro do adiantamento.2004.000.2004: D .01. debitando-se a conta ―Despesas de Viagens‖ no resultado. No seu regresso.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 1.00 C .

―provisão para 13º salário‖ e outras de natureza semelhante.100. Entendem-se como despesas incorridas as relacionadas a uma contraprestação de serviços ou obrigação contratual e que. não são efetivamente provisões.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 100.100. Portanto. se completa em determinado período de tempo.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 1. é determinada pelas legislações comercial e fiscal. no encerramento do mês a que ela se refere. razão pela qual. independentemente de seu pagamento. despesas incorridas são aquelas que. . devem ser reconhecidas na apuração do resultado. seu valor será lançado a débito da conta de resultado que registra a despesa (―Salários e Ordenados‖) e a crédito da conta de Passivo Circulante (―Salários e Ordenados a Pagar‖) onde a obrigação ficará registrada até a baixa pelo pagamento. esse critério de reconhecimento é aplicável qualquer que seja o tipo da despesa (impostos e contribuições. na verdade. contas de consumo de água. serviços prestados por terceiros etc. cuja observância. Importa observar que as impropriamente denominadas ―provisão para férias‖. embora caracterizadas e quantificadas no período-base. após o qual sobrevém tributação definitiva segundo a legislação do Imposto de Renda vigente no período-base competente .Conceito Publicado em 28/06/2004 08:33 A apuração do resultado tem natureza complexiva e constitui um conjunto de fatos que .Despesas de Viagens (Resultado) 1. tendo a empresa reembolsado R$ 100. por terem nascido as obrigações correspondentes. como um todo. Obviamente. de acordo com um dos princípios básicos da contabilidade.00 ao funcionário. conforme antes mencionado.1. As despesas incorridas são parte integrante desse conjunto de fatos. que é o regime de competência. nele não tenham sido pagas por isso o valor que corresponde à obrigação a ser paga figura no passivo da empresa. serão efetuados os seguintes lançamentos contábeis: D . telefone. que.00 C . por ocasião da prestação de contas.00.). energia elétrica e outras. aluguéis. somente será paga até o quinto dia útil do mês seguinte. devida em determinado mês. Exemplo clássico de despesa incorrida é a folha de pagamento de salários. mas sim contas que registram despesas incorridas.000.00 C .00 Despesas incorridas .

conforme o caso) representam a aplicação de recursos em despesas ainda não incorridas. financeiros.Conceito Publicado em 08/05/2003 09:27 Todas as despesas necessárias a organização ou ampliação de empresas. recrutamento e treinamento de pessoal. honorários da administração. elaboração de projetos técnicos. beneficiarão exercícios futuros e. utilizou apenas parcialmente o seu equipamento ou as suas instalações. encargos e despesas operacionais registrados como Ativo Diferido durante o período em que a empresa. d) gastos administrativos. por antecederem ao início das atividades sociais da empresa ou por serem relativas à ampliação de seus empreendimentos. b) c) despesas de instalação encargos e de organização. viagens. publicidade. tais como ordenados. e) gastos com estudos de viabilidade econômica. as quais serão computadas na apuração de resultados de exercícios futuros. são despesas pré-operacionais.. . A título de exemplo. inclusive aquelas de cunho administrativo. Já as despesas pagas antecipadamente (que são classificadas no Ativo Circulante ou no Realizável a Longo Prazo. podemos citar: a) juros eventualmente pagos ou creditados a acionistas na fase de implantação. f) parte dos custos.(Parecer Normativo CST nº 07/1976) Diferença entre despesas pagas antecipadamente e despesas pré-operacionais Publicado em 29/04/2003 09:44 As despesas pré-operacionais ou pré-industriais não devem ser confundidas com as despesas pagas antecipadamente. É importante ficar claro que as despesas pré-operacionais ou pré-industriais são despesas já incorridas que. honorários profissionais e despesas relacionadas com a constituição da empresa etc. encargos trabalhistas. devem ser registradas no Ativo Diferido e amortizadas. Despesas pré-operacionais . na fase inicial da operação. portanto.

2º do Código de Ética Profissional do Contabilista CEPC): .Despesas pré-operacionais ou pré-industriais .95. Determinação do valor contábil do investimento Publicado em 17/09/2001 09:09 O valor contábil.Registro Publicado em 27/06/2005 09:06 Nos termos do art. deverão ser classificados no Ativo Permanente Diferido. no período que antecede o início das atividades sociais da empresa ou relativos à ampliação de seus empreendimentos). que houver sido computada na determinação do lucro real.12. ainda que tenha sido amortizado na escrituração comercial do contribuinte. para efeito de determinar o ganho ou a perda na alienação ou liquidação do investimento. da Lei nº 6. V. efetuados na fase préoperacional ou pré-industrial (ou seja. as aplicações de recursos em despesas que contribuirão para a formação do resultado de mais de um exercício social (inclusive os juros pagos ou creditados aos acionistas durante o período que anteceder o início das operações sociais) devem ser classificadas no Ativo Diferido (divisão do Ativo Permanente).404/1976. constituída até 31. 426 do RIR/99): a) valor do patrimônio líquido pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade da investidora. b) ágio ou deságio na aquisição do investimento. Conheça a Consultoria Eletrônica Netiob Deveres do contabilista Publicado em 21/07/2004 08:22 São deveres do contabilista (art. Portanto. todos os gastos com características de despesas.Contabilidade . c) provisão para perdas prováveis na realização do investimento. 179. será a soma algébrica dos seguintes valores (art. excluídos os computados na determinação do lucro real nos exercícios financeiros de 1979 e 1980.

para que os interesses daquelas pessoas não sejam prejudicados e evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia. g) se substituído em suas funções. i) ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional. seja zelando por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Contabilidade e seu aprimoramento técnico. b) guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional lícito. entre estas os Conselhos Regionais de Contabilidade. Devolução de Capital em Bens . a quem deverá notificar com trinta dias de antecedência. sem prejuízo da dignidade e independência profissionais.Avaliação dos bens entregues Publicado em 02/09/2004 11:01 A devolução de capital aos sócios ou acionistas pode ocorrer na dissolução da sociedade ou no caso de redução do seu capital social. d) comunicar. zelando. contudo. f) renunciar às funções que exerce. . observada a legislação vigente e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores. ressalvados os casos previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes. a qualquer tempo. a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas. desde logo. seja propugnando por remuneração condigna. observado o que houver sido deliberado pelos sócios ou pela assembléia geral de acionistas. c) zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica dos serviços a seu cargo. diligência e honestidade. eventual circunstância adversa que possa influir na decisão daquele que lhe formular consulta ou lhe confiar trabalho. a existência de impedimento para o exercício da profissão. estendendo-se a obrigação a sócios e executores.a) exercer a profissão com zelo. em documento reservado. informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento deste. h) manifestar. logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou empregador. e) inteirar-se de todas as circunstâncias. antes de emitir opinião sobre qualquer caso. inclusive no âmbito do serviço público. ao cliente ou empregador.

pelo valor contábil dos bens. Caso a devolução de capital não se dê em dinheiro. o titular. de venda a vista ou de qualquer outra transação).Devolução de cheques . Se a devolução de capital for realizada pelo valor contábil dos bens ou direitos não há nenhum efeito tributário. poderão ser avaliados pelo valor contábil ou de mercado (art. ou b) adicionada à base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos pela pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido ou arbitrado. Nesse caso. por falta ou insuficiência de fundos ou por qualquer outro motivo. nem para a pessoa jurídica que efetuar a devolução de capital nem para o titular. os bens ou direitos do ativo da pessoa jurídica. § 1º. uma vez que não houve desfazimento do . a diferença entre este e o valor contábil dos bens ou direitos será considerada ganho de capital e. a título de devolução de sua participação no capital social. da Lei nº 9. Contabilidade . de cheque recebido em pagamento (de duplicata.Essa devolução de capital tanto pode ser feita em dinheiro ou em bens do ativo da sociedade em dissolução ou que teve o seu capital reduzido. pelo valor contábil da participação societária extinta.249/1995): a) na sua escrituração. que forem entregues ao titular ou ao sócio ou acionista. §§ 2º e 3º. deverá (art. 22 da Lei nº 9. se tributada pelo lucro real. sócio ou acionista que receber os bens. 22. se pessoa física. deve registrar contabilmente esse fato conforme exemplificado a seguir. 22.249/95): a) ser computada nos resultados da pessoa jurídica. Caso a devolução se realize pelo valor de mercado. b) na sua declaração de bens correspondente ao ano-calendário da devolução. se pessoa jurídica. No caso de devolução. pelo banco sacado. da Lei nº 9. não cabe estorno do lançamento original que registrou o pagamento. sócio ou acionista deverá registrar os bens recebidos (art.Registro contábil Publicado em 10/05/2005 09:43 Quando a empresa recebe em pagamento cheques que venham a ser devolvidos pelo banco sacado. como tal.249/1995).

em 31.20X1.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1.000. é feito por orientação do próprio emitente).00.05. o cheque nº 98765.Cheques em Cobrança (Ativo Circulante) 1. tendo como contrapartida (a débito): a) ―Bancos Conta Movimento‖.000. Contabilidade .00 C . de sua emissão.000. Nesse caso. no valor de R$ 1.20X1. Sublinhe-se que a conta ―Cheques em Cobrança‖ classifica-se no subgrupo ―Outros Créditos‖. teríamos os seguintes lançamentos: a) pelo recebimento da duplicata D . Exemplo Vamos supor que determinada empresa recebeu.06. não no ―Disponível‖.00 C .Devolução de mercadorias efetuadas em período posterior ao da venda Registro . b) ―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖.00 1. foi devolvido pela instituição financeira em 02.00 O valor registrado em ―Cheques em Cobrança‖ será baixado (mediante crédito).000. se o cliente quitar seu débito mediante novo pagamento. em pagamento da duplicata nº 32456.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1. e que esse cheque.negócio. O procedimento adequado é o registro do respectivo valor a débito de conta do Ativo Circulante (―Cheques em Cobrança‖.000.Comercial ―X‖ (Ativo Circulante) b) pelo registro da devolução do cheque D . por exemplo) e a crédito da conta ―Bancos Conta Movimento‖. em geral. depositado na mesma data.Clientes . se o cheque for novamente depositado (o que.

Publicado em 23/11/2005 08:36 As devoluções recebidas em período-base posterior ao da realização da venda não devem ser registradas como dedução das vendas relativas ao período em curso. que ora será tratado como uma despesa operacional. Caso a empresa esteja no regime não cumulativo.Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) III .ICMS a Recolher (PC) C . podemos abrir uma conta especial para o registro da receita do exercício anterior perdida e outra para o registro do custo recuperado.Pela reentrada da mercadoria no estoque: D . não sendo admissível. totalizando-as em um único grupo de ―Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior‖.PIS-Pasep a Recuperar (AC) .Pelo registro da devolução em período posterior ao da venda e do IPI incidente: D .Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) D . o registro deve ser feito na forma de cancelamento de um lucro bruto apurado no exercício anterior. Isso porque a conta que registrou a receita cor-respondente às vendas devolvidas foi encerrada por ocasião do balanço do período-base anterior.Estoques (AC) D .IPI a Recolher (PC) C .Clientes (AC) II . mas em ―Conta de Resultado‖. Nesses casos. Desse modo. falarse em cancelamento da receita. a contabilização se dará da seguinte forma: I . como ocorre na situação de devolução normal (devolução e venda dentro do mesmo exercício social).Pelo registro do ICMS incidente sobre a devolução: D .

Devoluções de Vendas (CR) D .Registro Publicado em 21/11/2005 10:38 Há várias razões pela qual a empresa pode receber em devolução mercadorias anteriormente vendidas: problemas de qualidade. e se a empresa estiver no regime não cumulativo. Para o caso de mercadorias devolvidas dentro do mesmo exercício social.D .Pelo registro do ICMS incidente sobre a devolução: D .Pelo registro da devolução e do IPI incidente: D .ICMS a Recolher (PC) C .Estoques (AC) . o registro contábil será assim efetuado: I .ICMS Incidente sobre as Vendas (CR) III .IPI a Recolher (PC) C .Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Contabilidade .Pela reentrada das mercadorias devolvidas no estoque: D . especificação técnica.Cofins a Recuperar (AC) C .Mercadorias recebidas em devolução no próprio exercício . demora na entrega etc.Clientes (AC) II .

como Prejuízo na Devolução de Vendas. é o procedimento mais simples. b) se tiverem sua venda em exercício anterior e o valor não for relevante. c) se tiveram sua venda em exercício anterior. Contabilidade . poderá ser utilizada uma conta retificadora de vendas. de que trata a Resolução CFC nº 871/2000. como citado anteriormente.Emissão por meio eletrônico Publicado em 05/10/2005 08:50 Por meio da Resolução CFC nº 1. por meio de serviço informatizado disponibilizado pelo CRC e aprovado pelo CFC. e seu valor for relevante. Observe-se que o CRC não emissão convencional da DHP. tem para sua contabilização duas possibilidades: a) se tiverem sua venda no mesmo exercício. O CFC limitou o fornecimento da DHP para 30 (anteriormente 50) por requerimento.046/2005. poderá ser aceito seu registro como abatimento da receita. Todavia.Cofins a Recuperar (AC) C . o correto é registrar numa conta específica de resultados. entre outros.D . devoluções de valor extremamente pequenos. foram modificadas as normas para a emissão da Declaração de Habilitação Profissional (DHP).PIS-Pasep a Recuperar (AC) D . poderá desconsiderar a possibilidade da Dispensa de escrituração contábil para efeito do Imposto de Renda .DHP . passando a ser permitida a emissão de DHP-Eletrônica. por problemas de demora na entrega ou qualidade. válida tanto para a receita anterior perdida como para o custo recuperado. não haverá limite quando for emitida por meio eletrônico. ou seja.Custo das Mercadorias Vendidas (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Devolução não é Cancelamento de Vendas Publicado em 16/09/2002 09:09 A reentrada de mercadorias anteriormente vendidas.

que optarem pela tributação com base no lucro presumido. por não haver a obrigação de pagamento.Mercadorias Recebidas em Doação (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado . qualquer que seja sua origem. Segue exemplo de contabilização de mercadoria recebida em doação: D . cessa a responsabilidade do liquidante. ainda. as mercadorias recebidas em doação.347 e 348 do Código Comercial Brasileiro.Doações recebidas em mercadorias para revenda . manter escrituração contábil completa ou escriturar somente os livros Caixa e Registro de Inventário. Contabilidade . a legislação do Imposto de Renda faculta às empresas não obrigadas à apuração do lucro real. Acabada a liquidação e proposta a forma de liquidação e partilha. a escrituração contábil de uma empresa. Dissolução de sociedade – Responsabilidade do liquidante Publicado em 23/01/2002 09:01 De acordo com os arts. é também exigida pela legislação comercial. devem ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para venda.Estoque de Mercadorias (AC) C . que uma contabilidade bem planejada e bem executada constitui uma fonte segura de informações para tomada de decisões por empresários e administradores. por compra ou doação. Acrescente-se. individual ou coletiva. As mercadorias recebidas por compra devem ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. A propósito. o liquidante responde perante ao acervo patrimonial em virtude de negligência no desempenho de suas funções e por qualquer abuso dos efeitos da sociedade (no caso de omissão ou negligência culpável. além de se prestar ao atendimento de uma exigência da legislação do Imposto de Renda. sendo ambas aprovadas pelos sócios.Tratamento Publicado em 05/09/2005 09:38 As mercadorias destinadas à revenda. Todavia.Publicado em 14/01/2002 08:01 Conforme é sabido. tendo em vista os interesses societários e creditícios envolvidos na atividade empresarial. hipótese em que não fará jus a nenhuma retribuição). poderá ser substituído judicialmente. vale lembrar que.

distribuidores e livreiros .Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CR) C . correspondente a 1/3 do valor do estoque existente naquela data. quando revestida das características intrínsecas ou extrínsecas essenciais. que apóiam ou compõem a escrituração contábil.2 – Da documentação contábil. à reversão dessa provisão. definidas na legislação. podem constituir provisão para perdas de estoques. o Conselho Federal de Contabilidade aprovou a NBC T 2. com o seguinte teor: I – a documentação contábil compreende todos os documentos. é aquele que comprova os atos ou fatos que originam lançamento(s) na escrituração contábil da Entidade. quando proveniente de terceiros. Documento contábil. quando gerada na própria Entidade. livros. ou externa.Documentação contábil Publicado em 30/10/2001 09:10 Através da Resolução nº CFC 597/85. papéis.Editores. stricto sensu.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CRAC) 2) Pelo reconhecimento da perda no estoque de livros: D .Provisão para Perdas de Estoque de . Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . II – a documentação contábil é hábil. calculada no último dia de cada período de apuração do Imposto de Renda e da Contribuição Social dobre o Lucro. à perda efetiva do estoque e à sua recuperação devem ser efetuados da seguinte forma: 1) Pela constituição da provisão: D . Os registros contábeis relativos à constituição da provisão para perdas de estoques. III – a documentação contábil pode ser de origem interna. na técnica contábil ou aceitas pelos ―usos e costumes‖. IV – a Entidade é obrigada a manter em boa ordem a documentação contábil. distribuidor e livreiro.Constituição de provisão para perdas de estoque de livros Publicado em 30/09/2005 08:42 As pessoas jurídicas e aquelas que são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda que exercem atividades de editor. registros e outras peças.

as embalagens são parte integrante do custo de produção ou são despesas de vendas? Essa dúvida é bastante comum na empresa industrial.833/2003.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CRAC) C . com redação dada pelo art. na teoria contábil.Embalagens . 5º e 8º da Lei nº 10. 85 da Lei nº 10.Custo ou despesa? Publicado em 28/10/2005 08:32 Contabilmente. As embalagens. .Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C . 3º e 4º da IN SRF nº 412/2004) Contabilidade . mas na prática costumam ocorrer situações em que se tem muita dificuldade para a aplicação da regra teórica.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CR) 4) Pela recuperação da perda: D . A solução para essa dúvida é teoricamente simples. nas situações em que são utilizadas antes de o produto estar em condições de venda. por isso devem integrar o custo dos estoques e o custo dos produtos vendidos no momento da transação de venda.Estoque de Livros (AC) 3) Pela reversão da provisão: D . fazem parte do custo de produção. e arts.Livros (CRAC) C .753/2003.Recuperação de Perdas de Estoque de Livros (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado CRAC = Conta Redutora do Ativo Circulante (Arts.

ao sair da área de produção e se destinar à comercialização. como se segue: D .Despesas com Vendas (CR) C . se tiver de passar para o regime do lucro real por ter-se desenquadrado das condições exigidas para se manter no lucro presumido ou por opção. em 1º de janeiro do ano em que ficar sujeita à tributação pelo lucro real. Empresas dispensadas de escrituração comercial Publicado em 23/05/2003 14:41 As pessoas jurídicas que. deverá proceder.Estoque de Embalagens (AC) Se o produto já é considerado pronto para a venda sem a embalagem. o procedimento indicado é considerar esse gasto como parte da despesa de venda e sua apropriação contábil dar-se-á no momento da sua utilização por meio do seguinte lançamento: D . ao levantamento patrimonial e elaboração do balanço de abertura para início ou reinício da escrituração comercial. bem como as microempresas e as empresas de . não estando obrigadas à apuração do lucro real.Custo de Produção .Isso significa que.Estoque de Embalagens (AC) AC = Ativo Circulante CR = Contas de Resultado Empresa tributada pelo lucro presumido que não mantém escrituração contábil Publicado em 07/01/2002 08:01 A empresa submetida à tributação com base no lucro presumido que não mantiver escrituração contábil na forma prevista nas leis comercial e fiscal. optarem pela tributação com base no lucro presumido. que acaba sendo uma opção na hora da entrega. Essa embalagem é parte integrante do custo de produção e precisa ser contabilizada no mês de sua utilização. o produto já vai embalado.Embalagens (CR) C .

O direito ao crédito está condicionado. a energia elétrica consumida no setor industrial deve ser registrada como custo. 33 da Lei Complementar nº 87/1996.pequeno porte optantes pelo Simples.ICMS a Recuperar (AC) C . 23. II. 20. c) todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos livros referidos nas letras ―a‖ e ―b‖.Registro do ICMS incidente sobre o consumo de energia elétrica Publicado em 28/09/2005 08:45 É assegurado.Contas a Pagar (PC) AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado (Art. ainda. em boa ordem e guarda e enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes (arts. e art. ficam dispensadas da manutenção de escrituração comercial. com as alterações promovidas pela Lei Complementar nº 102/2000) . b) livro Registro de Inventário. no qual deverá ser registrada toda a movimentação financeira. desde que mantenham. o direito a creditar-se do imposto incidente sobre a energia elétrica consumida no processo de industrialização.317/96): a) livro Caixa. à idoneidade da documentação e à escrituração nos prazos e nas condições estabelecidos na legislação de cada Unidade de Federação. caput. no qual deverão registrar os estoques existentes no término de cada ano-calendário.Empresas industriais . A parcela restante (cujo ICMS não gera direito ao crédito) deve ser contabilizada diretamente como despesa operacional. art. às pessoas jurídicas contribuintes do ICMS. O registro contábil da fatura de energia elétrica será assim efetuado: D . inclusive a realizada por via bancária. No caso das empresas que possuem sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração. 527 do RIR/99 e 7º da Lei nº 9. ―b‖. Contabilidade .Energia Elétrica (CR) D .

Classificação Contábil Publicado em 07/10/2005 09:26 Os saldos dos empréstimos compulsórios sobre combustíveis e veículos existentes em conta do Ativo Realizável a Longo Prazo ou. do Decreto-lei nº 2. ficam obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal. escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal. mensalmente.Empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos .5% ao mês.Juros e atualização monetária . pelo reconhecimento de atualização monetária e juros calculados com base nos mesmos critérios de apuração dos rendimentos da caderneta de poupança com data de aniversário no primeiro dia de cada mês (art. as entidades de administração de desporto e as de prática desportiva envolvidas em qualquer competição de atletas profissionais.Investimentos devem ser ajustados.317/96.288/1986 e ADN CST nº 15/1992). pelo valor dos juros. 16. § 1º. eventualmente. os respectivos arquivos digitais e sistemas. As empresas optantes pelo Simples (Microempresas e Empresas de Pequeno Porte).Empresas terão que guardar arquivos magnéticos Publicado em 05/11/2001 09:11 As pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras. à taxa de 0. Estas normas aplicam-se a partir de 1º de Janeiro de 2002. Os juros são calculados sobre o valor atualizado. Entidades desportivas .Publicação das demonstrações financeiras . pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária (IN-SRF nº 86 de 22/10/2001). ficam dispensadas do cumprimento desta obrigação. Contabilidade . tendo como contrapartida as seguintes contas de resultado do grupo de receitas financeiras: a) ―Variações Monetárias Ativas‖. b) ―Juros Ativos‖. em conta do Ativo Permanente .Obrigatoriedade Publicado em 20/12/2004 08:36 As ligas desportivas. pelo valor da atualização monetária. . O valor da atualização monetária e dos juros será contabilizado a débito da conta do ativo (―Empréstimos Compulsórios‖). de que trata a Lei nº 9.

615/1998. com a redação dada pelo art. de seus dirigentes para o desempenho de cargos ou funções eletivas ou de livre nomeação. no que couber. em quaisquer das entidades ou dos órgãos referidos no parágrafo único do art. as diretrizes da NBC T 10. previdenciária. cambial e das conseqüentes responsabilidades civil e penal. sempre que forem beneficiárias de recursos públicos. 2º pela Lei nº 10. estão obrigadas a elaborar e publicar as suas demonstrações financeiras. definidas pela Lei nº 6. sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na legislação tributária. 13 da Lei nº 9. bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos. a inelegibilidade. trabalhista. 46-A da Lei nº 9. ainda. e NBC T 10.independentemente da forma jurídica adotada.18 - .615/1998. c) ao afastamento de seus dirigentes. Além da publicação das demonstrações contábeis. O prazo de elaboração e publicação é até o último dia útil do mês de abril do ano seguinte ao do ano-calendário em referência. que a infringência dessa obrigação. b) para as entidades de prática desportiva.Registro contábil Publicado em 07/06/2005 09:23 Aplicam-se às entidades sem fins lucrativos os Princípios Fundamentais da Contabilidade.672/2003) Contabilidade . editados pelo Conselho Federal de Contabilidade. por 5 anos.Entidades sem fins lucrativos .4 . de seus dirigentes para cargos ou funções eletivas ou de livre nomeação em qualquer entidade ou empresa direta ou indiretamente vinculada às competições profissionais da respectiva modalidade desportiva.Fundações. Cabe alertar. a inelegibilidade.404/1976. por 10 anos. devem ser aplicadas. e d) à nulidade de todos os atos praticados por seus dirigentes em nome da entidade após a prática da infração. Por se tratar de entidades sujeitas aos mesmos procedimentos contábeis. as entidades desportivas devem apresentar suas contas juntamente com os relatórios da auditoria ao Conselho Nacional do Esporte (CNE). (Art. implicará: a) para as entidades de administração do desporto e ligas desportivas. A publicação deve ocorrer somente após auditoria feita por auditores independentes contratados para esse fim.

em especial os Princípios da Oportunidade e da Competência. O valor do superávit ou do déficit do exercício deve ser registrado na conta Superávit ou Déficit do Exercício enquanto não aprovado pela assembléia dos associados e. inclusive as arrecadadas na constituição da entidade. após a sua aprovação. As doações. incobráveis e anistiados. As receitas de doações. deve ser transferido para a conta Patrimônio Social. Erros de soma por inversão . As doações. publicada no Boletim IOB nº 22/2000. com base em estimativas de seus prováveis valores de realização. Para auxiliar na localização de tais diferenças.Entidades Sindicais e Associações de Classe. as subvenções e as contribuições para custeio são contabilizadas em contas de receita. As receitas e as despesas devem ser reconhecidas mensalmente. são contabilizadas no patrimônio social. e baixar os valores prescritos. As entidades sem fins lucrativos devem constituir provisão em montante suficiente para cobrir as perdas esperadas. as subvenções e as contribuições patrimoniais. subvenções e contribuições para custeio ou investimento devem ser registradas mediante documento hábil. 11. pág. reproduzimos a tabela a seguir.Como localizar Publicado em 02/12/2004 08:34 Muitas daquelas pequenas diferenças que atormentam os profissionais de contabilidade na hora de conciliar o saldo de uma conta ou de fechar um balanço são originadas de erros de soma por inversão de números. respeitando-se os Princípios Fundamentais de Contabilidade. Caderno Temática Contábil e Balanços: Números Invertidos 09 18 Valor da diferença 01/10 12/21 23/32 34/43 45/54 56/65 67/76 78/87 89/98 02/20 13/31 24/42 35/53 46/64 57/75 68/86 79/97 - .

emendas ou transporte para as margens. 924 e 925 do RIR/99). . por disposição especial. atribua ao contribuinte o ônus da prova (arts.2) e a Resolução nº 848/1999. Critérios Gerais de Escrituração Contábil Publicado em 27/10/2004 08:23 Conforme dispõem a Resolução nº 563/1983 (subitem 2. • sem espaços em branco. • em forma contábil. segundo sua natureza ou assim definidos em preceitos legais (art. rasuras. mês e ano. • em ordem cronológica de dia. a escrituração deve ser executada: • em idioma e moeda corrente nacionais.1. 923 do RIR/99). caberá à autoridade administrativa a prova da inveracidade dos fatos nela registrados. exceto nos casos em que a lei. borrões.27 36 45 54 63 72 81 03/30 14/41 25/52 36/63 47/74 58/85 69/96 04/40 15/51 26/62 37/73 48/84 59/95 05/50 16/61 27/72 38/83 49/94 06/60 17/71 28/82 39/93 07/70 18/81 29/92 08/80 19/91 09/90 - - - A escrituração faz prova a favor do contribuinte Publicado em 09/07/2003 08:38 A escrituração mantida com observância das disposições legais faz prova a favor do contribuinte dos fatos nela registrados e comprovados por documentos hábeis. Se a escrituração estiver em conformidade com as regras que lhe são aplicáveis. entrelinhas.

o empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração. 1. por ordem cronológica de dia. borrões. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. A escrituração ficará sob a responsabilidade de contabilista legalmente habilitado. aos quais são assegurados tratamentos diferenciados14 (art. e será efetuada em idioma e moeda corrente nacionais e em forma contábil. mês e ano. salvo se nenhum houver na localidade. mecanizado ou não. É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. com base na escrituração uniforme de seus livros. Escrituração – Novo Código Civil Publicado em 02/03/2004 09:45 Determina o novo Código Civil que o empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade. em correspondência com a documentação respectiva. correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade. emendas ou transportes para as margens. .• com base em documentos de origem externa ou interna ou. do livro Diário ou de registro especial re-vestido das formalidades extrínsecas. enquanto não ocorrer prescrição ou decadência no tocante aos atos neles consignados. desde que permanentes e uniformes. rasuras. na sua falta. elenco identificador dos códigos/abreviaturas. 970). Dessa forma. Nesse caso. sem intervalos em branco. deverá constar. e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico (arts.179 e seguintes). São dispensados dessas exigências o pequeno empresário e o empresário rural. nem entrelinhas. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos.

Conservação de livros e documentos Publicado em 07/04/2005 10:03 Sobre a conservação de livros e documentos de escrituração comercial e fiscal. por ordem cronológica de dia. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Escrituração comercial . com a indicação do seu número de registro no Conselho Regional de Contabilidade. sem intervalos em branco nem entrelinhas. • a forma de escriturar suas operações é de livre escolha de cada empresa. nas localidades em que não houver contabilista qualificado. sócios-gerentes ou administradores da pessoa jurídica. Não cabe ao Fisco opinar sobre processos de escrituração. as demonstrações financeiras obrigatórias (Balanço Patrimonial. a designação de pessoa não qualificada não eximirá o contribuinte da sua responsabilidade pela escrituração (arts. nos termos da legislação específica. borraduras. mês e ano. Todavia. Demonstração do Resultado do Exercício e Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados). o art. Para efeitos fiscais. Observe-se que: • os registros contábeis devem estar lastreados em documentos hábeis segundo a sua natureza ou assim definidos em preceitos legais. rasuras.Regras básicas da escrituração Publicado em 01/03/2004 10:17 A escrituração deve ser completa. nesse caso. desde que obedecidos os princípios e as técnicas ditados pela contabilidade. Responsabilidade pela Escrituração Publicado em 13/09/2001 08:09 A escrituração da pessoa jurídica tributada com base no lucro real deve ficar sob a responsabilidade de profissional qualificado (contador ou técnico em contabilidade). que deverá assinar. os quais só ficarão sujeitos à impugnação quando estiverem em desacordo com as normas e os padrões de contabilidade geralmente aceitos ou se puderem levar a um resultado diferente do legítimo. junto com o titular da empresa individual. a escrituração contábil pode ficar a cargo do próprio contribuinte ou de pessoa por ele designada. com individuação e clareza. 268 e 819 do RIR/99). emendas e transporte para as margens. em idioma e moeda corrente nacionais. em forma mercantil. 264 do RIR/1999 dispõe que: .

Critérios gerais de execução Publicado em 21/12/2004 08:47 . deterioração ou destruição de livros. d) os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica.a) a pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. b) ocorrendo extravio. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurísdição. a pessoa jurídica fará publicar. fichas. quando exigida essa formalidade. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. observado o seguinte (arts. seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação. em formulários contínuos. Escrituração contábil . aviso concernente ao fato e deste fará minuciosa informação. livros. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. c) a legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de cumprida a exigência referida na letra "b". ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou passam vir a modificar sua situação patrimonial. dentro de 48 horas. documentos ou papéis de interesse da escrituração. em ordem seqüencial. mecânica ou tipograficamente. serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. Escrituração comercial e fiscal . b) após o processamento. os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro. ao órgão competente do Registro do Comércio. 255 e 263 do RIR/1999): a) as folhas impressas deverão ser numeradas. relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros.Processamento eletrônico de dados Publicado em 18/08/2004 09:27 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados. documentos e papéis relativos a sua atividade.

c) em ordem cronológica de dia. subitem 2. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos. d) com ausência de espaços em branco. 255. Nota O livro Diário. e b) após o processamento. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações.A escrituração contábil deve ser executada: a) em idioma e moeda corrente nacionais. rasuras. b) em forma contábil. borrões. seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação. desde que permanentes e uniformes. emendas ou transportes para as margens. mecânica ou tipograficamente. quando exigida essa formalidade. entrelinhas. Nesse caso. com as alterações promovidas pelas Resoluções CFC nºs 790/1995 e 848/1999) SIMPLES – Dispensa da escrituração contábil . na sua falta. observando que: a) as folhas impressas deverão ser numeradas em ordem seqüencial. mês e ano. 263 e 269 do RIR/1999. assim como os demais livros comerciais e fiscais escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados deverá ser apresentado em formulários contínuos. os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro. É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. e e) com base em documentos de origem externa ou interna ou.2 da Resolução CFC nº 563/1983. deve constar do livro Diário ou de registro especial revestido das formalidades extrínsecas elenco identificador dos códigos/abreviaturas.1. (Arts.

Da Escrituração Contábil NBCT 2.1.A entidade deve manter um sistema de escrituração uniforme dos seus atos e fatos administrativos por meio de processo manual. borrões. d) com ausência de espaços em branco. c) Todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos livros fiscais referidos nas letras ―a‖ e ―b‖ acima. entrelinhas.A escrituração será executada: a) em idioma e moeda corrente nacionais. rasuras.1. mecanizado ou eletrônico.2 . com alterações promovidas pelas Resoluções CFC nº 790/1995 e nº 848/1999. inclusive bancária. estão dispensadas da escrituração contábil desde que mantenham em boa ordem e guarda e enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes: a) Livro Caixa. b) em forma contábil.1 . Segue teor da norma: ―NBC-T 2 . emendas ou . c) em ordem cronológica de dia. no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término de cada anocalendário. optantes pelo SIMPLES.1 . b) Livro de Registro de Inventário. Formalidades da Escrituração Contábil Publicado em 23/07/2004 08:49 A escrituração contábil das empresas foi normatizada por meio da Resolução CFC nº 563/1983.Das Formalidades da Escrituração Contábil 2. que aprovaram a NBC-T 2. no qual deverá estar escriturada toda a sua movimentação financeira.Publicado em 08/11/2001 08:11 A microempresa e a empresa de pequeno porte. mês e ano. 2.

2. e) com base em documentos de origem externa ou interna.1.1 .Quando o ―Diário‖ e o ―Razão‖ forem feitos por processo que utilize fichas ou folhas soltas.5.5.2.1. peças. deverá ser adotado o registro ―Balancetes Diários e Balanços‖.1.Admite-se o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. 2. com individuação. 2. em elenco identificador. em ordem cronológica. b) a escrituração resumida ou sintética do ―Diário‖. análises e mapas demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e responsabilidade exclusivas de contabilista legalmente habilitado. devendo constar.2 . devem obedecer aos preceitos gerais da escrituração contábil. na sua falta.3 . 2. incluídas as de natureza aleatória. em elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos. observadas as peculiaridades da sua função. desde que permanentes e uniformes. 2. Os registros auxiliares quando adotados. 2.O ―Diário‖ e o ―Razão‖ constituem os registros permanentes da entidade. 2. no ―Diário‖ ou em registro especial revestido das formalidades extrínsecas.1. e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais. Igual procedimento será adotado quanto às Demonstrações Contábeis elaboradas por força de disposições legais.2 . todas as operações ocorridas.A escrituração contábil e a emissão de relatórios.1 .4 .A terminologia utilizada deverá expressar o verdadeiro significado das transações. ou.1. . com valores totais que não excedam a operações de um mês. No ―Diário‖ serão lançadas. clareza e referência ao documento probante. contratuais ou estatutárias.1.transporte para as margens.2.1. admite-se: a) a escrituração do ―Diário‖ por meio de partidas mensais.5. desde que haja escrituração analítica lançada em registros auxiliares.O Balanço e demais Demonstrações Contábeis de encerramento de exercício serão transcritos no ―Diário‖.Observado o disposto na caput. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade.

a consignação expressa. como elemento integrante. e das . numerados mecânica ou tipograficamente. 251 a 274 do RIR/1999. art.1.2.3 . Essas disposições a respeito de métodos e critérios de escrituração contábil constam dos seguintes dispositivos legais: art. por sua natureza exclusivamente fiscal. devendo ser observados métodos e critérios contábeis uniformes no tempo. 177 da Lei nº 6. mês e ano. das características principais dos documentos ou papéis que lhe deram origem. por ordem cronológica de dia. em forma mercantil.O livro Diário será registrado no Registro Público competente. rasuras. relativos à determinação do lucro real. As mutações patrimoniais serão registradas segundo o regime de competência. de acordo com a legislação vigente. serão destacados e encadernados em forma de livro.4 . peças.567/1969. Os registros contábeis que forem necessários para a observância de preceitos da lei tributária. com obediência às disposições legais pertinentes e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos (Princípios Fundamentais de Contabilidade).‖ Escrituração contábil . os formulários contínuos. sem intervalos em branco nem entrelinhas. Os erros cometidos serão corrigidos por meio de lançamentos de estorno. análises e mapas demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e responsabilidade exclusiva de Contabilista legalmente habilitado.5.1. emendas ou transporte para as margens.5. constar da escrituração comercial ou forem diferentes dos lançamentos dessa escrituração. em idioma e moeda corrente nacionais. A escrituração contábil e a emissão de relatórios.No caso de a entidade adotar para sua escrituração contábil o processo eletrônico. 2. quando não devam. A individuação da escrituração compreende. 2º do Decreto nº 64. revestidos das formalidades a que estão sujeitos os livros comerciais.404/1976. no lançamento. 2º do Decreto-lei nº 486/1969. serão feitos apenas no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). desde que estes constem de livro próprio.Síntese dos métodos e critérios previstos legalmente Publicado em 03/11/2004 08:49 A escrituração contábil deverá ser mantida em registros permanentes. borraduras. Os registros devem ser feitos com individuação e clareza. art. Na escrituração comercial é admitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas. arts.

d) o livro utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. desde que revestido das formalidades legais (registro e autenticação). § 1º. no encerramento do período-base. do RIR/1999). no caso de empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. a transcrição das demonstrações contábeis. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos. os lançamentos efetuados no livro Diário. que mostra todos os valores lançados a débito (lado esquerdo do ―T‖) e/ou a crédito (lado direito) da conta num determinado período. como fecho. Nota O ―Razonete‖ (ou ―Conta T‖) é uma representação gráfica e resumida do livro Razão. revestido das formalidades de registro e autenticação (art.Escrituração contábil .Técnica (NBC T) 2. quando neles estiverem incluídas.1 . com a utilização de livros e papéis adequados. desde que estes constem de livro próprio. que deverá conter. as demonstrações contábeis. esse livro pode ser: a) o próprio livro Diário.Uso de códigos e abreviaturas Publicado em 21/10/2005 09:14 Na escrituração contábil é permitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas. b) o mesmo livro específico que for adotado para a inscrição das demonstrações contábeis. cabendo observar que: a) o Livro Diário é o registro básico de toda a escrituração contábil. ou seja. que tratam da Norma Brasileira de Contabilidade . dia a dia. 269.Resoluções CFC nºs 563/1983. b) o Livro Razão é o livro (ou fichas) utilizado para resumir e totalizar. cujos número e espécie ficam a critério da empresa. Escrituração de livros comerciais Publicado em 08/12/2003 09:07 A escrituração comercial deve seguir ordem uniforme. Contabilidade . o livro Razão reflete exatamente aquilo que foi lançado no livro Diário. . Nele devem ser lançados.―Das Formalidades da Escrituração Contábil‖. todos os atos ou operações da atividade que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. por conta ou subconta. necessariamente. as demonstrações contábeis. De acordo com o PN CST nº 11/1985. com o emprego de fichas soltas ou formulários contínuos que não incluam. 790/1995 e 848/1999. mas de forma individualizada (por conta ou subconta). no fecho do conjunto. utilizada basicamente para fins didáticos.

e registre as mutações patrimoniais segundo o regime de competência.5. (Art. Por outro lado. c) Livro Registro de Duplicatas: a escrituração desse livro é obrigatória caso a empresa realize vendas a prazo com emissão de duplicatas. se for devedor. a demonstração do lucro real a ser transcrita no Lalur deverá ser elaborada de acordo com o modelo aprovado pela IN SRF nº 28/78.além do respectivo saldo (indicado no lado esquerdo. conforme determinado pelo Decreto-lei nº 1. § 1º. com relação a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento. Contabilidade .404/76. assim como a Legislação Comercial e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).Da Escrituração Contábil) Escrituração do Livro Diário . se credor). Escrituração do Livro Diário pode ser mensal . por força da legislação em vigor. do RIR/1999. observando-se métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo.Livre escolha do contribuinte Publicado em 01/10/2003 15:28 É livre a forma de escrituração do livro diário. desde que utilizados livros auxiliares para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. d) outros livros auxiliares: há outros livros auxiliares da escrituração mercantil utilizados de acordo com as necessidades de controle da empresa. tais como os livros Caixa (que registra a movimentação de numerário – recebimentos e pagamentos – da empresa) e Conta-Corrente (que registra a movimentação bancária). Todavia. admite a escrituração resumida do livro Diário por totais que não excedam ao período de um mês.1. Resolução CFC nº 563/1982 e item 2. 258.Escrituração do Diário por partidas mensais Publicado em 23/03/2005 09:16 A legislação do Imposto de Renda. desde que a mesma seja mantida em registros permanentes com obediência aos preceitos da legislação comercial e fiscal e aos Princípios Fundamentais de Contabilidade.1 da NBC-T-2 . ou no lado direito. as demonstrações financeiras deverão ser elaboradas em conformidade com o que dispõe a Lei nº 6. 274 do RIR/99).598/77 (Art. obrigação esta estendida a toda pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real.

Publicado em 23/08/2001 11:08 De acordo com o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 258 do RIR/99, é admitida a escrituração resumida do Diário, por totais que não excedam o período de um mês, relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento, desde que utilizados livros auxiliares (devidamente autenticados na forma prevista para o Diário) para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. Neste caso, nos lançamentos resumidos Diário deverão ser feitas referências às páginas dos livros auxiliares (ou fichas que os substituírem) onde operações estejam registradas de forma individualizada.

Conheça o RIR Eletrônico Atualizável

Escrituração do Livro Registro de Inventário Publicado em 01/08/2002 10:08 O Registro de Inventário destina-se ao arrolamento das mercadorias, dos produtos manufaturados, das matérias-primas, dos produtos em fabricação e dos bens em almoxarifado existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração. Deverão ser escriturados também nesse livro os estoques existentes no encerramento de período de apuração em virtude de fusão, incorporação ou cisão. Assim, as empresas tributadas com base no lucro real estão obrigadas a registrar no livro Registro de Inventário os estoques existentes ao final de cada trimestre (31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro), se apurarem o lucro real trimestralmente, ou em 31 de dezembro, caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa (arts. 220 e 221 do RIR/99), observando-se que as empresas optantes pelo pagamento mensal do imposto por estimativa que levantarem balanços ou balancetes durante o ano, para efeito de suspensão ou redução do pagamento mensal do imposto, embora devam levantar e avaliar os estoques existentes na data desses balanços ou balancetes, estão dispensadas da escrituração do livro Registro de Inventário nessas ocasiões. As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido e as optantes pelo SIMPLES também estão obrigadas a registrar no livro Registro de Inventário os estoques existentes em 31 de dezembro de cada ano-calendário. (IN SRF nº 93/97, art. 12, § 3º, e arts. 190, parágrafo único, II, e 527, II, do RIR/99)

Escrituração eletrônica Publicado em 06/11/2003 09:10 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados, em formulários contínuos, observado o seguinte (arts. 255 e 263 do RIR/99):

a) as folhas impressas deverão ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente; b) após o processamento, os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro, seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação, quando exigida essa formalidade.

Contabilidade - Escrituração eletrônica - Documentos digitalizados Publicado em 30/06/2005 10:22 Os documentos em papel podem ser digitalizados e armazenados em meio eletrônico ou magnético, desde que assinados e autenticados, conforme segue: a) Os documentos digitalizados devem ser assinados pela pessoa física ou jurídica responsável pelo processo de digitalização, pelo contabilista responsável e pelo empresário ou sociedade empresária, que utilizarão certificado digital expedido por entidade devidamente credenciada pela ICP - Brasil; e b) Os documentos digitalizados, com assinatura digital de contabilista, do empresário ou da sociedade empresária e da pessoa física ou jurídica responsável pelo processo de digitalização, devem ser apresentados aos serviços notariais para autenticação nos termos da lei. (Resolução CFC nº 1.020/2005)

Escrituração mecanizada ou eletrônica - Transcrição das Demonstrações Financeiras Publicado em 17/09/2004 08:51 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/1985, item 6, as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sistema eletrônico de processamento de dados, empregando formulários contínuos, folhas soltas ou cartões, cujas fichas são encerradas sem conter, como fecho, a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. 274 do RIR/1999, estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações, devidamente registrado e autenticado, não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. Porém, se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas, devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente, com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam, com número de ordem e de folhas

escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa, esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional, desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio. Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados, desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e, após a escrituração, sejam encadernadas em forma de livro, o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente, satisfeitas as demais exigências contidas na IN DNRC nº 65/1997.

Escrituração por processamento eletrônico de dados Publicado em 16/06/2003 09:09 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados, em formulários contínuos, observado o seguinte (arts. 255 e 263 do RIR/99): a) as folhas impressas deverão ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente; b) após o processamento, os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro, seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação, quando exigida essa formalidade.

Contabilidade - Escrituração resumida do Livro Diário - Permissão Publicado em 12/04/2005 09:06 No Livro Diário deverão ser lançados, dia a dia, os atos ou operações da atividade mercantil, bem como os que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial do contribuinte. Entretanto, relativamente a determinadas contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento, admite-se a escrituração do Livro Diário por totais que não excedam a um mês, desde que utilizados livros auxiliares para registro individual dessas operações, como, entre outros, os livros Caixa, Registros de Entrada e de Saída de Mercadorias, Registro de Duplicatas etc., os quais, nessa hipótese, tornamse obrigatórios. Nesses casos, transportar-se-ão para o livro Diário somente os totais mensais, fazendose referência às páginas em que as operações se encontrem lançadas nos livros auxiliares, que deverão encontrar-se devidamente registrados, permanecendo a obrigação de serem conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação,

observado, ainda, o regime de competência. (Art. 258, § 1º, do RIR/1999 e PN CST nº 127/1975)

Avaliação de Estoque – Custeio por absorção Publicado em 07/07/2003 10:26 As legislações societária e fiscal, assim como os princípios fundamentais de contabilidade, exigem a avaliação do estoque de produtos (acabados e em elaboração), nas empresas industriais, com base no chamado Custeio por Absorção. Em síntese, Custeio por Absorção significa a apropriação aos produtos elaborados pela empresa de todos os custos incorridos no processo de fabricação, quer estejam diretamente vinculados ao produto (matérias-primas, mão-de-obra direta e materiais diretos ou componentes), quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente, isto é, mediante rateios. O segundo grupo de custos (custos indiretos) compreende os chamados gastos gerais de fabricação.

Avaliação de estoques das empresas optantes pelo lucro presumido e pelo SIMPLES Publicado em 13/11/2001 08:11 As pessoas jurídicas tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro presumido, bem como as microempresas e as empresas de pequeno porte que optaram pelo regime tributário do SIMPLES ficam obrigadas a proceder, em 31 de dezembro de cada anocalendário, ao levantamento e à avaliação dos estoques, tendo em vista que a lei lhes impõe o dever de escriturar, nessa data, o livro Registro de Inventário (art. 190, II, e art. 527, II, do RIR/99).

Avaliação dos estoques de produtos com base em contabilidade de custos Publicado em 06/05/2003 08:25 O § 1º do art. 294 do RIR/99, dispõe que a empresa industrial que mantiver sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração poderá utilizar os custos apurados contabilmente para avaliação dos estoques de produtos acabados e em elaboração. Considera-se sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração aquele que, cumulativamente: a) seja apoiado em valores originados da escrituração contábil (matéria-prima, mão-de-

obra

direta

e

gastos

gerais

de

fabricação);

b) permita a determinação contábil, ao fim de cada mês, do valor dos estoques de matérias-primas e outros materiais, produtos em elaboração e produtos acabados; c) seja apoiado em livros auxiliares, ou fichas, ou formulários contínuos, ou mapas de apropriação ou rateio, tido em boa guarda e de registros coincidentes com aqueles constantes da escrituração principal; d) permita avaliar os estoques existentes na data de encerramento do período de apropriação de resultados segundo os custos efetivamente incorridos. Os lançamentos contábeis de custos poderão ser feitos mensalmente ou em períodos menores, desde que apoiados em comprovantes e demonstrativos adequados.

Contabilidade - Divergências entre o estoque físico e o contábil - Regularização Publicado em 30/03/2005 09:17 Eventualmente, pode ocorrer que o volume dos estoques registrados na escrituração contábil da pessoa jurídica e aquele apurado mediante inventário físico apresentem divergências. Na contabilidade, a regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil é efetuada mediante registro a débito ou a crédito da conta de Estoques, conforme sejam apuradas faltas ou sobras, respectivamente. Na maioria das vezes, tais divergências, além de serem pouco significativas, são decorrentes de erros no registro da movimentação dos estoques e, desse modo, o lançamento relativo ao ajuste terá como contrapartida a conta de Custo das Mercadorias Vendidas. Pode ocorrer, todavia, que sejam de grande monta as faltas detectadas no confronto entre os saldos apurados no inventário físico e aqueles registrados nas fichas de estoque (e conseqüentemente na escrituração contábil). Nesse caso, é de se supor que as divergências sejam decorrentes de eventos não relacionados com as operações normais da empresa, ou seja, que provenham de furto, roubo, desvio etc. Se confirmada tal suspeita, a contrapartida do ajuste dos saldos dos estoques deverá ser registrada como Despesa Não-Operacional (numa conta intitulada ―Perdas por Faltas no Inventário‖, por exemplo).

Levantamento e avaliação dos estoques Publicado em 05/11/2003 13:54 A pessoa jurídica deverá promover o levantamento e a avaliação dos seus estoques ao final de cada período-base de apuração do imposto (trimestral ou anual). Observe-se que a escrituração do livro de Inventário deverá obedecer à mesma

periodicidade (art. 292 do RIR/99).

do

levantamento

físico

dos

estoques.

Quebras ou Perdas de estoque – Imputação ao custo de produção Publicado em 09/05/2003 09:43 A legislação do Imposto de Renda dispõe que integrará também o custo de produção de bens ou serviços o valor: I – das quebras e perdas razoáveis, de acordo com a natureza dobem e da atividade, ocorridas na fabricação, no transporte e no manuseio; II – das quebras ou perdas de estoque por deterioração ou obsolescência ou pela ocorrência de riscos não cobertos por seguros, desde que comprovadas: a) por laudo ou certificado de autoridade sanitária ou de segurança que especifique e identifique as quantidades destruídas ou inutilizadas e as razões da providência; b) por certificado de autoridade competente, nos casos de incêndios, inundações ou outros eventos semelhantes; c) mediante laudo de autoridade fiscal chamada a certificar a destruição de bens obsoletos, invendáveis ou danificados, quando não houver valor residual apurável.

Registro permanente de estoques - Escrituração Publicado em 10/05/2004 09:18 O registro permanente de estoques pode ser feito em livros, fichas ou formulários contínuos emitidos por sistema de processamento de dados, cujos modelos são de livre escolha da empresa.

Para cada espécie de bem estocado deve ser aberta ficha própria (ou página do livro, se for o caso), na qual as entradas e as saídas serão registradas em ordem cronológica.

O custo das mercadorias vendidas ou das matérias-primas utilizadas na produção deverá corresponder à soma dos valores lançados durante o período de apuração de resultado na coluna ―Saídas‖. Sublinhe-se que:

a) no registro de estoque de matérias-primas, as saídas são lançadas com base nas requisições de materiais transferidos para a produção; b) nos casos de devolução de mercadorias ao fornecedor ou de recebimento de devolução de clientes, ocorridos após terem sido efetuados os registros de entrada ou de saída, respectivamente, na ficha de estoque, devem ser observados os seguintes procedimentos:

b.1) as devoluções ao fornecedor são lançadas na ficha de estoque na coluna ―Entradas‖, negativamente (entre parênteses), e não na coluna ―Saídas‖;

b.2) as devoluções recebidas de clientes são lançadas na coluna ―Saídas‖, também negativamente.

c) o valor da devolução ao fornecedor será o mesmo pelo qual houver sido registrada a compra das mercadorias devolvidas;

d) o valor da devolução de cliente será aquele pelo qual foi registrada a respectiva saída, sendo irrelevante o preço médio (se adotado esse critério de avaliação de estoque) vigente na data do registro da devolução;

e) o livro ou as fichas de estoque não necessitam ser autenticados, mas os respectivos registros deverão ser mantidos em boa guarda durante o prazo prescricional aplicável ao Imposto de Renda, para eventual exibição aos agentes do Fisco;

Estrutura do lançamento contábil - Método das partidas dobradas Publicado em 17/02/2005 07:41 Lançamento contábil é a forma como a Contabilidade registra os fatos que afetam (ou que possam vir a afetar) o patrimônio da empresa. A estrutura do lançamento tem por alicerce o secular método das "partidas dobradas", segundo o qual todo débito corresponde a um crédito de mesmo valor, ou seja: em todo lançamento contábil são utilizadas no mínimo duas contas - uma para débito, outra para crédito do mesmo valor. Dissemos "no mínimo" porque há inúmeros casos em que o lançamento contém, por exemplo, uma conta a débito e duas a crédito.

.........20 (+) Débito na conta ―B‖ no valor de........ Há exceções. As contas de despesa são debitadas............. no Passivo.80 Crédito na conta ―C‖ no valor de . Conseqüentemente..... No Ativo.... aquelas que têm saldo credor.. porque ela reduz o valor do Imobilizado ao qual se refere...... no Balanço Patrimonial.......70 (+) Crédito na conta ―C‖ no valor de...... nesse caso... contas que têm saldo devedor.. o total do Ativo é sempre igual ao total do Passivo..... que são as chamadas "contas redutoras"..... na Contabilidade... a soma das duas contas creditadas será sempre exatamente igual ao valor lançado na conta debitada.......... Exemplificando 1) Uma conta a débito e uma conta a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de.Mas..... mas seu saldo é credor. as de receita.... se em determinado período a diferença entre receitas e despesas for: .... classificam-se..... Por exemplo: a conta de depreciação acumulada é classificada no Ativo..... a soma de todos os valores debitados é sempre igual à soma de todos os valores creditados. 100 100 O método das partidas dobradas é a razão pela qual.100 Crédito na conta ―B‖ no valor de....... basicamente...100 2) Uma conta a débito e duas contas a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de..100 Crédito na conta ―B‖ no valor de.30 100 3) Duas contas a débito e uma conta a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de. creditadas..... E é também por isso que...

• devedora (despesas maiores do que as receitas).• credora (receitas maiores do que as despesas). art.Novo Código Civil). em prazo não superior ao fixado pela assembléia. Nas sociedades anônimas. 183. § 2º. ao longo do tempo.404/1976. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. "c"). III. ou bens aplicados nessa exploração (Lei nº 6. V).103. o resultado será prejuízo (saldo devedor). decorrentes de sua exploração (extração ou aproveitamento).404/1976 (Lei das S/A. saldar as obrigações com terceiros (Passivo) e restituir aos sócios a parte que cabe a cada um no Patrimônio Líquido remanescente. Contabilidade . Contabilidade . art. deduzido do saldo da respectiva conta de exaustão acumulada (Lei nº 6. da Lei nº 10.Extinção de sociedades Publicado em 27/10/2005 08:32 Contabilmente. 210. no caso de a liquidação ser deliberada em assembléia. os direitos serão classificados no ativo imobilizado e deverão ser avaliados pelo custo de aquisição. No balanço. 183. quando corresponder à perda do valor decorrente da sua exploração.404/1976. a exaustão se relaciona com a perda de valor dos bens ou direitos do ativo. Em termos contábeis. Para tanto. ou pelo juiz. é necessário o levantamento de inventário e de um balanço de início de liquidação nos 15 dias imediatos à nomeação do liquidante (art.Exaustão .Classificação contábil Publicado em 06/04/2005 11:00 Exaurir significa esgotar completamente. A diminuição de valor dos elementos do ativo imobilizado será registrada periodicamente nas contas de exaustão. O balanço levantado servirá de ponto de partida para a liquidação. o resultado será lucro (saldo credor). do da Lei nº 6. o art. . III. É preciso que os sócios tenham informações adequadas sobre a situação patrimonial da empresa no momento em que decidirem dissolver a sociedade.geral. 1. liquidar uma empresa é realizar (transformar em dinheiro) o Ativo.406/2002 .) estabelece que o liquidante deve elaborar de imediato o balanço patrimonial da companhia.

(Art. ao órgão competente do Registro do Comércio. b) em ordem cronológica de dia. c) com ausência de espaços em branco.Falta de documentação idônea . representada pela diferença entre a importância expressa no título de crédito adquirido e o valor pago.Impossibilidade de registro contábil Publicado em 08/04/2005 09:52 Lembramos que a escrituração contábil será executada (Normas Brasileiras de Contabilidade T-2. Contabilidade . a receita obtida pelas empresas de factoring. Factoring – Registro contábil Publicado em 05/06/2003 09:51 Nos termos do Ato Declaratório Normativo Cosit nº 51/94. também deve ser reconhecida na data da operação. dentro de 48 horas. Desse modo. fichas. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição. borrões. §§ 1º e 2º. I. nas operações de factoring não se cogita da apropriação dos encargos correspondentes nos termos estabelecidos pelo art. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. em . emendas ou transportes para as margens. deterioração ou destruição de livros. aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação. a pessoa jurídica fará publicar. para efeito de apuração do lucro líquido do período-base. 264. a diferença entre o valor de face e o valor de venda da duplicata à empresa de factoring deve ser computada pela empresa faturizada como despesa operacional na data da transação. A legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de observado o disposto acima. na sua falta.Procedimentos para legalização Publicado em 06/07/2004 08:14 Ocorrendo extravio.1): a) em idioma e moeda corrente nacionais. do RIR/99 (pro rata tempore nos períodos-base a que competirem). entrelinhas. Ainda de acordo com o citado Ato Declaratório. 374. d) com base em documentos de origem externa ou interna ou.Extravio de documentos . mês e ano. do RIR/99). rasuras. documentos ou papéis de interesse da escrituração.

o Caixa da empresa aumenta em 100 (pelo recebimento do valor correspondente ao preço). Por exemplo: quando a empresa paga uma despesa à vista. 283 do RIR/99). recibo ou documento equivalente. e c) Mistos: aqueles. mas não há a correspondente entrada de qualquer outro bem. Falta de emissão de nota fiscal caracteriza omissão de receita Publicado em 01/10/2001 09:10 Fica caracterizada a omissão de receita ou de rendimentos. locação de bens móveis e imóveis ou quaisquer outras transações realizadas com bens ou serviços. não será possível efetuar o registro contábil. permutativos e modificativos. Dessa forma. que podem ser: a) Modificativos: aqueles que efetivamente modificam o valor do patrimônio líquido. de uma mercadoria adquirida por 80. ao mesmo tempo. não forem emitidos nota fiscal. ou se forem emitidos com valor inferior ao da operação (art. 284 do RIR/1999). b) Permutativos: aqueles que apenas modificam os saldos das contas patrimoniais. se for verificada omissão de receita. correspondentes ao movimento diário das vendas. o que representa uma diminuição do patrimônio. Por exemplo: venda à vista. apuradas em procedimento fiscal. inclusive ganhos de capital. por 100. . o estoque diminui em 80 (que representa o valor da mercadoria vendida) e há um lucro de 20 (diferença entre o valor da venda e o valor de custo da mercadoria). em decorrência da entrada da mercadoria. se. Por exemplo: quando a empresa adquire mercadoria à vista. diminuem suas disponibilidades em Caixa.elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos. operações de alienação de bens móveis. pela mesma importância. da prestação de serviços e de quaisquer outras operações (art. no momento da efetivação das operações de venda de mercadorias. tomando por base as receitas. a autoridade tributária poderá. arbitrar a receita do contribuinte. na hipótese de a empresa não ter documentação idônea da operação. Nesse caso. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Fatos contábeis – Classificação Publicado em 31/03/2004 10:12 A Contabilidade registra uma série de fatos. prestação de serviços. sem alterar o valor do patrimônio. mas aumenta o valor de seu estoque. Atente-se que. para efeito de determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto. há uma saída de dinheiro do Caixa.

a receita de vendas será reconhecida contabilmente em conta de resultado. por conveniência ou interesse do comprador. 827 a 836): a) pelo contrato de fiança. na operação de venda para entrega futura. as férias antecipadas devem ser registradas a débito da conta ―Adiantamento de Férias‖ (Ativo Circulante) e a crédito de Disponibilidade (Ativo Circulante). . a receita de venda será realizada para fins tributários. quando ocorrer a entrega efetiva da mercadoria. Fiança – Aspectos gerais Publicado em 17/02/2003 16:26 Com o advento do novo Código Civil Brasileiro (Lei nº 10.Contabilização Publicado em 28/01/2004 09:21 Considerando que a legislação trabalhista não prevê a concessão de férias antes do funcionário completar um ano de trabalho.406/2002). Férias antecipadas . c) pode-se estipular a fiança. ainda que sem consentimento do devedor ou contra a sua vontade. assim considerada aquela em que a empresa vende mercadoria já produzida ou adquirida (mercadoria em estoque).Reconhecimento da receita Publicado em 23/07/2003 08:39 Na operação considerada faturamento antecipado. caso este não a cumpra. e não admite interpretação extensiva. continua em poder do vendedor. Por outro lado. no momento em que foi emitido o primeiro documento fiscal. inclusive para a incidência das contribuições para o PIS e COFINS. aquela em que a empresa vendedora emite nota fiscal e fatura de mercadoria que ainda não produziu ou ainda não adquiriu de seu fornecedor. uma pessoa garante satisfazer ao credor uma obrigação assumida pelo devedor.Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura . b) a fiança dar-se-á por escrito. até mesmo para a incidência das contribuições em questão. a fiança passa a ter os seguintes aspectos (arts. ou seja. mas que.

quando exceder o valor da dívida. não valerá senão até ao limite da obrigação afiançada. ou for mais onerosa que ela. e) não sendo limitada. o termo firma individual somente é pertinente a quem pratica atos de comércio. 1153. f) a fiança pode ser de valor inferior ao da obrigação principal e contraída em condições menos onerosas.Procedimentos Publicado em 11/08/2003 08:25 Esclarecemos que Firma Individual é a pessoa física registrada na Junta Comercial como empresário mercantil individual. não será demandado senão depois que se fizer certa e líquida a obrigação do principal devedor. e não possua bens suficientes para cumprir a obrigação. g) as obrigações nulas não são suscetíveis de fiança. Código Civil. e. Portanto. 2 BUSCA DE NOME COMERCIAL A constituição de Empresário. A exceção estabelecida neste artigo não abrange o caso de mútuo feito a menor. bem como as alterações do nome empresarial.d) as dívidas futuras podem ser objeto de fiança. observando-se o seguinte. inclusive as despesas judiciais. mas o fiador. o credor não pode ser obrigado a aceitá-lo se não for pessoa idônea. Inicialmente deverá ser procedido ao registro na Junta Comercial através do registro de empresário. devem . a fiança compreenderá todos os acessórios da dívida principal. conforme enunciado da Junta Comercial de São Paulo: 1 ASSINATURA NO REQUERIMENTO DO EMPRESÁRIO O Empresário deverá apresentar cópia autenticada do documento de identidade do signatário para verificação da autenticidade e veracidade da assinatura. Firma Individual . desde a citação do fiador. exceto se a nulidade resultar apenas de incapacidade pessoal do devedor. h) quando alguém houver de oferecer fiador.Abertura . art. poderá o credor exigir que seja substituído. neste caso. i) e o fiador se tornar insolvente ou incapaz. domiciliada no município onde tenha de prestar a fiança.

Título de Herança de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. art. 4 DATA DE INÍCIO DAS ATIVIDADES A data de início de atividade não pode ser anterior à data da lavratura do requerimento. usará a sua assinatura. Pacto Antenupcial. completo ou abreviado. Contrato de Alienação ou arrendamento de estabelecimento. art.br). e) a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual. a complexidade e a dificuldade do serviço a executar. Sentença de homologação do ato de reconciliação. Se. Sentença de decretação ou homologação de separação judicial. b) o tempo que será consumido para a realização do trabalho. 6 – FIRMA O empresário que adotar firma idêntica ao seu nome. 1156. . considerados os seguintes elementos (Resoluções CFC nºs 803/1996. Contabilidade . o vulto. designação mais precisa da sua pessoa ou do gênero de atividade". c) a possibilidade de ficar impedido da realização de outros serviços. aditando-lhe se quiser. 3 COMPOSIÇÃO DO NOME EMPRESARIAL "O empresário opera sob a firma constituída por seu nome. d) o resultado lícito favorável que para o contratante advirá com o serviço prestado. Código Civil.receita. 5 OUTROS ARQUIVAMENTOS – EMPRESÁRIO Também serão objeto de arquivamento o seguintes documentos do Empresário: Nomeação de Gerente por Representante ou Assistente.gov. Após a obtenção do registro de empresário. Título de Legado de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. Código Civil. a firma for constituída pelo nome civil abreviado ou à ele for acrescentada designação mais específica de sua pessoa ou atividade. Código Civil. com a sua caligrafia. habitual ou permanente. o empresário deverá assinar. 967. a firma que usará na prática de atos jurídicos na condição de empresário e esta deverá ser diferente da assinatura de seu nome civil. porém. 942 e 950/2002): a) a relevância. Emancipação. 967.fazenda. Título de Doação de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade.Fixação do valor dos serviços profissionais Publicado em 17/08/2005 09:03 O contabilista deve fixar previamente o valor dos serviços.estar acompanhadas de Busca de Nome Comercial (Deliberação JUCESP 05/86). deverá ser providenciada a inscrição no CNPJ através do programa CNPJ que pode ser obtido no site da Receita Federal (www. art. Declaração Antenupcial. por contrato escrito.Contabilista .

ou outro título de crédito qualquer. no resultado. mantendo sempre como sua a responsabilidade técnica. É vedado ao Contabilista oferecer ou disputar serviços profissionais mediante aviltamento de honorários ou em concorrência desleal. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Concedidos". sempre por escrito. transtornos para o credor. com a anuência do cliente.f) o local em que o serviço será prestado. o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. O contabilista pode transferir o contrato de serviços a seu cargo a outro contabilista. debitando-se a conta de "Duplicatas a Pagar" ou "Fornecedores" pelo valor bruto das duplicatas e. ainda. Forma de contabilização dos descontos financeiros Publicado em 02/04/2004 17:30 O desconto financeiro tem como objetivo principal estimular o devedor a quitar o débito com antecedência. é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata. por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão. dentro do grupo de "Despesas Financeiras Líquidas". É admitido. tanto no aspecto de "liquidez" quanto no burocrático. e a conta "Descontos Financeiros Obtidos" pelo valor do desc . em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto ("Caixa" ou "Bancos Conta Movimento") e a conta de "Descontos Financeiros Concedidos" no resultado pelo valor do desconto. que sofreu o desembolso. A Contabilização na empresa que concede o desconto A empresa que concede o desconto financeiro. se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de "Receitas Financeiras". e. evitando. creditando-se a de disponibilidade. dessa forma. creditamos a conta "Clientes" ou "Duplicatas a Receber" pelo valor bruto da duplicata. pelo valor da duplicata líquido do desconto. dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Obtidos". O registro contábil do desconto. normalmente. Normalmente. transferir parcialmente a execução dos serviços a seu cargo a outro contabilista. A Contabilização na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. em contrapartida. em contrapartida.

estarão correndo o risco. de Criminologia.Formas de classificação de documentos para fins de registro na contabilidade Publicado em 27/05/2004 15:00 O método pelo qual se procede à classificação dos documentos a serem registrados na contabilidade é de grande importância.2) folha de pagamento de pro labore. a de Contador Investigador de Fraudes. Para agilizar a informação a ser registrada. uma vez que é a partir da classificação que se desenvolvem todas as demais tarefas pertinentes ao setor. Promotores e Advogados para encontrar os meios necessários de identificar a ação de criminosos. de Psicologia e. defendo uma nova especialização na atividade. principalmente. Quanto aos documentos de termos variáveis. tais como os que correspondem ao movimento de caixa e ao movimento bancário. Conhecer as Leis e Códigos é também subsidiar aqueles que buscam a verdade no sucesso de suas decisões.1) folha de pagamento de salários. de modo a traduzir de fato as contas envolvidas. Isto irá exigir conhecimento das Leis e Códigos Processuais. a uma função reduzida na busca do objetivo proposto: garantir a legalidade nas transações entre as empresas e a sociedade. de Sociologia. como categoria profissional. a. b) documentos de termos variáveis. Caso não o façam. de acordo com o sistema de escrituração adotado. da Sociologia e da Psicologia irão auxiliar o Contador na sua capacidade de identificar padrões de conduta alterada e indícios de distúrbios comuns aos fraudadores.3) relatório de consumo de materiais. Há três anos. elaboradas previamente para atender às finalidades de classificação e de planilhamento simultaneamente. os históricos a serem utilizados e os valores correspondentes. Os estudos de Criminologia. O debate sobre o papel do contador e suas responsabilidades avança para a sua formação e aprimoramento profissional. do constante aprendizado das ferramentas de Auditoria e Perícia Contábil. como os demonstrados a seguir. Podemos agrupar os documentos em duas categorias. O atual contexto determina que este profissional agregue conhecimentos à sua formação com o objetivo de pensar em novos rumos para prevenção de fraudes contra as empresas. a classificação deve ser feita com absoluta clareza. a. tais como: a. Isso servirá de elemento para que as áreas de Recursos Humanos preparem-se melhor para gerenciar colaboradores e para . Os documentos de termos constantes podem ser classificados em planilhas próprias. a classificação poderá ser efetuada mediante a aposição de carimbo. A continuidade na legalidade delas levará à melhora da saúde para a sociedade. levando-se em conta a freqüência com que eles surgem no dia-a-dia da atividade empresarial: a) documentos de termos constantes. de modo geral. O Contador deve caminhar lado a lado com Juízes. Função do contador na prevenção de fraudes Publicado em 12/09/2003 08:39 O crescente índice de fraudes dentro das empresas e as conseqüências penais e sociais decorrentes obrigam os Contadores a assumir a vanguarda desta discussão.

Contabilidade . a Sociologia.gerar informações aos bancos de dados de inteligência da empresa. a Economia e com a Administração. dispondo sobre o Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil – FIDES. recomenda-se observar se o numerário existente em seu poder representa o saldo apontado no boletim de Caixa. Conhecer e aprimorar cada vez mais as ferramentas de auditoria e perícia é uma necessidade que gerará uma contingência para os Contadores. O valor da informação e a exposição da imagem da empresa estão distantes das demonstrações contábeis. reconhecimento contábil das . a Resolução nº 968.Fundo Fixo (AC) C . na busca de alternativas de combate e prevenção à fraude. Referido Fundo é destinado ao apoio e desenvolvimento de projetos ou ações de interesse da profissão contábil. a Psicologia. de 27 de junho de 2003. ao final do dia. perito investigador de fraudes e sócio-diretor da GBE Peritos & Investigadores Contábeis) Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil . As instituições deveriam constituir centrais de inteligência capazes de capturar e analisar essas informações. tais como refeições. na formação de dados estratégicos para o desenvolvimento dos seus negócios e.Doutor em Contabilidade pela Faculdade de Economia. Periodicamente. Isso ocorrerá quando os valores colocados à sua disposição chegarem a níveis mínimos que impossibilitem a cobertura de futuros gastos. gorjetas. as importâncias recebidas (em dinheiro ou em cheques) devem ser depositadas em conta bancária diariamente e. Contador. Os pagamentos efetuados com recursos do fundo fixo de Caixa não são lançados diretamente na escrituração contábil. de um lado. Por ocasião da recomposição do fundo fixo. previamente aprovados pelo comitê gestor do FIDES (COFIDES). Além disso. autenticações etc. mas apenas registrados no boletim de Caixa. O sistema contábil que conhecemos hoje está preocupado com ativos tangíveis e resultados da variação patrimonial destes após algumas transações econômicas financeiras. Adotado o sistema. prevenindo-se da ação criminosa de seus colaboradores ou de terceiros. conduções. tais valores serão reconhecidos contabilmente de uma só vez. assim como uma série de evidências que circulam ao largo da empresa.07) no Diário Oficial da União. seja ela privada ou pública. é necessário determinar como melhor documentar e localizar recursos que teriam sido apropriados indebitamente.FIDES Publicado em 07/07/2003 13:45 O Conselho Federal de Contabilidade divulgou hoje (07. o fundo fixo de Caixa deve ser recomposto. menos justificativas terão para dizer que foram enganados pelos criminosos.Fundo fixo de Caixa Publicado em 27/09/2005 09:14 Muitas empresas mantêm um fundo fixo de Caixa destinado ao pagamento de pequenas despesas. trabalhando. Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo com a tese "Uma Contribuição à Prevenção de Fraudes Contra as empresas". (Gazeta Mercantil) (Marcelo Alcides Carvalho Gomes .Caixa . de cuja conclusão baseia-se este artigo. penalidades para se prevenir à ação de fraudadores. de outro. O Contador Investigador de Fraudes será um profissional requisitado e procurado por todo o tipo de entidade.Bancos Conta Movimento (AC) 2) Recomposição do fundo fixo de Caixa (e. Por isso. Os lançamentos contábeis relativos à movimentação do fundo fixo serão assim efetuados: 1) Constituição do fundo fixo de Caixa: D . advogo o início do relacionamento da Ciência Contábil com o Direito. correios. Quanto mais souberem sobre fraude e como detectá-la. conseqüentemente. Todo esse conhecimento dará ao Contador Investigador de Fraudes condições de propor alternativas.

relativos às aplicações nos Fundos de Investimentos Regionais.Reserva de Incentivos Fiscais. se a pessoa jurídica incorrer em prejuízo. deverão ser registrados no Ativo Permanente. para fins de apuração do lucro real. que pode intitular-se ―Ganhos ou Perdas de Capital‖. será feita do seguinte modo: a) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real anual.Questão nº 500) Contabilidade . no momento em que a pessoa jurídica fizer a respectiva indicação na declaração de informações correspondente. Em caso de alienação do investimento objeto do referido incentivo. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido .Reserva de Incentivos Fiscais. b) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real trimestral.Momento da contabilização Publicado em 18/05/2005 09:08 A contabilização dos incentivos fiscais. Contabilidade . Esses valores costumam figurar no Ativo de suas demonstrações contábeis como fundos para finalidades específicas. a qual: a) em primeiro lugar. quase sempre temporárias. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . Na prática. na conta Investimentos.Bancos Conta Movimento (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Contabilidade . Assim. Os fundos também são constituídos por aplicações financeiras. por exemplo. vinculadas à aquisição de determinado bem. é creditada pela contrapartida do registro do valor obtido na venda do bem (debitado em conta de disponibilidades ou de créditos a receber). a nosso ver. no Ativo Permanente. raramente as empresas (de finalidade lucrativa) se utilizam da classificação de valores a título de fundos.Definição Publicado em 16/06/2004 13:17 Fundos são bens financeiros que figuram no Ativo da empresa e representam disponibilidades. não é apropriada a utilização. este será considerado indedutível. Portanto.95) e creditada pela baixa da respectiva depreciação. cuja disponibilidade não é imediata.Apuração Publicado em 14/09/2004 08:47 O ganho ou a perda de capital na alienação do bem são apurados em uma conta de resultado. com relação aos valores relativos aos depósitos efetuados em Darf específico. dos títulos: Fundo de Depreciação e Fundo de Reserva. é debitada pela baixa do custo do bem e seus acréscimos e/ou reavaliações (se houver). e b) em seguida.Ganho ou Perda de Capital na alienação de bem . . amortização ou exaustão acumulada. Os fundos são mais peculiares às entidades sem fins lucrativos e representam doações financeiras recebidas.Despesas Administrativas (CR) C . quando passíveis de movimentação imediata.12.despesas): D .Fundos . destinados aos fundos. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . fundo tem a característica de Ativo e não de Passivo ou de retificador do Ativo.Fundos de Investimentos Regionais . inclusive a correção monetária (no caso de bens adquiridos até 31. na conta Investimentos. no momento do depósito de cada parcela.

exemplificaremos a seguir o registro contábil dos gastos com convênio de assistência médica.000. (Passivo Circulante) 100. D .Salários e Ordenados a Pagar (Passivo Circulante) 100.Classificação contábil Publicado em 02/02/2005 09:40 Esses gastos são freqüentemente contabilizados como despesas operacionais. os gastos relevantes realizados com a implantação de sistemas e métodos.Gastos de Implantação de Sistemas e Métodos (AD) C .Implantação de Sistemas e Métodos (AD) AD = Ativo Diferido . D .00 Valores descontados dos empregados Há empresas que descontam dos salários de seus empregados uma parcela a título de participação nos gastos com convênios de assistência médica. Essa parcela representará uma redução da despesa e será registrada como segue.Gastos com convênio de assistência médica .Empresa ―X‖ Ltda. para a organização da empresa. (Passivo Circulante) 100.000. representam um gasto que irá abranger diversos exercícios no futuro. os gastos realizados pelas empresas com serviços de assistência médica.00 C .000. Iniciaremos pelo registro da mensalidade devida pela empresa. Nesse caso. Por conseguinte.Caixa/Bancos/Fornecedores (AC) No momento da amortização: D .00 C .000. quando o empregado opta por plano diferenciado. Isso ocorre.000.Caixa/Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 100. quando abrangerem exercícios futuros.Amortização Acumulada .00 Vejamos o registro do pagamento da mensalidade.Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100.Gastos de Implantação de Sistemas e Métodos (CR) C . destinados indistintamente a todos os seus empregados e dirigentes são considerados despesas operacionais. Com base em dados e valores meramente ilustrativos. em certas situações. D . sobretudo. de padrão superior àquele oferecido pela empresa.00 C .Empresa ―X‖ Ltda. devem ser registrados no Ativo Diferido e amortizados durante o período em que a empresa espera produzir tais resultados.000. tendo em vista o conservadorismo e sua grande dificuldade de conexão com os benefícios futuros.Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100.Registro contábil Publicado em 12/11/2004 09:30 De acordo com o art. farmacêutica e social.00 Gastos de implantação de sistemas e métodos . Exemplo D . odontológica. 360 do RIR/1999.

marcas. muitas vezes um material é requisitado para atender a diversos produtos de natureza diferente (lubrificantes. são: materiais de consumo. nome. parte esta composta pelos fatores intangíveis. transporte. em alguns casos. depreciação. e 2º . contratos de exclusividade. não faz parte fisicamente destes produtos ou.Considerações Publicado em 08/09/2003 09:55 Os gastos gerais de fabricação estão divididos em materiais indiretos. ocorre de o valor envolvido ser pequeno. marca etc. A segunda concepção é a que de fato coincide com o conceito de goodwill. clientela. localização etc. Departamento de Almoxarifado. No entanto. noutras vezes. que a ajudam a obter lucros. Mão-de-obra indireta Em uma fábrica existem os operários que trabalham diretamente na transformação das matérias-primas em produtos acabados e os que não têm nenhuma interferência física nesse processo.Encontramos a expressão algumas vezes abarcando o conjunto de ativos de um comerciante. conquanto o seu trabalho seja de vital importância para industrialização dos produtos. mão-de-obra indireta e outros gastos de fabricação.Dedutibilidade .). Departamento de Laboratório. entretanto. a seguir exemplificada: . Departamento de Controle de Qualidade etc. fidelidade de sua clientela. seguros. água. . então. venda ou distribuição. energia elétrica (luz e força) e fone. Materiais indiretos Os materiais indiretos são comumente identificados com os produtos específicos com base no formulário de requisição de material.. parafusos etc.). entre outros. incluindo seus estoques. localização. tecnologia de produção. Esses últimos representam a mão-de-obra indireta. Outros gastos de fabricação Outros gastos de fabricação que representam custos incorridos na industrialização dos produtos. esses materiais são tratados como gastos gerais de fabricação.empregados no nível de supervisão dos departamentos fabris. Note que. aluguéis.Conceito Publicado em 12/03/2003 10:16 A expressão Fundo de Comércio tem sido utilizada para significar. Abrange essa acepção todo o conjunto de fatores que o comerciante tem à sua disposição para exercer sua atividade. imóveis.AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Gastos Gerais de Fabricação .empregados dos departamentos que prestam serviços aos departamentos fabris (Departamento de Manutenção. alimentação.Encontramos a expressão Fundo de Comércio representando apenas parte dos ativos de uma sociedade. tintas. imposto predial. a empresa poderia tornar esses materiais indiretos em diretos por meio de controles adicionais que possibilitassem a medição da sua utilização nos departamentos fabris. tais como reputação. o custo do controle (maior grau de requinte do sistema de custeio) normalmente é bem superior aos benefícios. Goodwill (Fundo de Comércio) . independentemente de serem ou não ativos no conceito contábil. Nesses casos. Gorjetas de fim de ano . dois conceitos diversos: 1º . de forma resumida.

desde que o seu montante seja razoável. aluguel a ser pago. o número do CPF e do RG do beneficiário. Nesse caso. quando a empresa pagar pequenas gratificações a coletores da limpeza pública. d.Caixa (Ativo Circulante) 20. água. bem como as subvenções porventura concedidas pelo Governo. energia elétrica e telefone a pagar etc.Publicado em 21/12/2001 08:12 A legislação do Imposto de Renda estabelece que não são dedutíveis as importâncias declaradas como pagas ou creditadas a título de comissões. a empresa emita um recibo no qual deverá constar a assinatura. Assim. para fins de comprovação junto ao Imposto de Renda. a parcela ainda não realizada pelos sócios ou acionistas).. cujo vencimento ocorrerá no exercício seguinte (aqui se incluem dívidas com fornecedores de mercadorias. • no caso de sociedades anônimas: o ágio na emissão de ações. o produto da alienação de partes beneficiárias e os bônus de subscrição. bonificações.00 Contabilidade . matérias-primas etc. Sr. Gorjetas de fim de ano – Registro contábil Publicado em 30/11/2004 08:42 Recomenda-se que. e o prêmio recebido na emissão de debêntures. gratificações ou semelhantes. é recomendável que. carteiros. 304 do RIR/99). como forma de proporcionar a identificação do beneficiário e a quantificação do valor pago. c) Resultados de Exercícios Futuros: as receitas de exercícios futuros. d) Patrimônio Líquido: d. por dedução..). que são contas que registram: • o resultado da correção monetária do capital realizado. • as doações eventualmente recebidas pela empresa. . ou seja. observando que foi revogada. enquanto não-capitalizado. as contas são classificadas do seguinte modo: a) Passivo Circulante: as obrigações da empresa.2) as Reservas de Capital.Gorjetas e Gratificações de Fim de Ano (Conta de Resultado) 20. quando não for indicada a operação ou a causa que deu origem ao rendimento e quando o comprovante do pagamento não individualizar o beneficiário do rendimento (art. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes. o qual estará devidamente assinado pelo beneficiário. cujo vencimento ocorrerá após o término do exercício seguinte. etc. enquanto não utilizado para aumento de capital (mediante alteração do Contrato Social). entregadores de jornais.1) a conta do Capital Social (que deve discriminar o montante subscrito e. a partir de 1º. entregadores de jornais e revistas e outros. tributos a pagar. e que tenha adotado a sugestão de fazer um recibo simples. José da Silva. o qual deve ser assinado pelo beneficiário da gorjeta e do qual devem constar seu nome e o número de um documento (CPF ou RG).Grupos do Passivo .1996. inclusive financiamentos para aquisição de bens e direitos do Ativo Permanente. a autorização para que as empresas façam a correção do balanço. inclusive financiamentos para aquisição de bens e direitos do Ativo Permanente. emita um recibo simplificado.01. vem sendo aceita pelo fisco as despesas realizadas pela empresa com gorjetas de fim de ano.00 C . ao pagar essas gratificações a carteiros.00 ao carteiro. b) Passivo Exigível a Longo Prazo: as obrigações da empresa. Todavia. Exemplo Admitamos que determinada empresa dê uma gratificação de R$ 20.Classificação das contas Publicado em 24/05/2005 10:39 No Passivo. o registro da gratificação de fim de ano paga ao carteiro será contabilizado como segue: D .

5) Lucros ou Prejuízos Acumulados. aos sócios ou ao acionista (no caso de lucros). ou • ainda não absorvidos por lucros posteriores (no caso de prejuízos).2003 . hospedarias e albergues. é necessário que se saiba. dentre outras. estão estabelecidos os procedimentos de registro dos fatos contábeis. no mínimo. Para tanto.6 – que estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação. comunicações. A partir do item 10.d. que são as contas constituídas pela apropriação de lucros da empresa. à ordem cronológica de aquisição. bem como do aluguel de suas instalações para outras finalidades específicas. que registram bens de mesma natureza.2 desta norma. Esse critério de identificação não é obrigatório. e a sua divulgação. as contas “Veículos”. de registro dos componentes e variações patrimoniais e de estruturação das demonstrações contábeis. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. Quanto as Demonstrações Contábeis destas entidades. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. quando prontos. lavanderia. e as informações mínimas a serem divulgadas em nota explicativa das entidades hoteleiras. (Resolução CFC nº 956 de 21. mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. editados pelo Conselho Federal de Contabilidade. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. d. No Razão Contábil temos.CFC aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade NBC T 10.6. bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos. Elas podem assumir diversas formas ou denominações. spas. alimentação de copa. as quais registram os aumentos de valor atribuídos a elementos do Ativo em virtude de novas avaliações feitas pela empresa com base em laudo. Bens do Imobilizado em construção Publicado em 03/07/2003 08:40 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. além de outras como lazer. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis.03. Define-se como entidades hoteleiras as prestadoras de serviços cujas atividades principais são a hospedagem. porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade. dormitórios. a data e o valor da aquisição do bem. por exemplo. de restaurante e bar. Conteúdo. Na maioria das empresas. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. . que é a conta que registra os resultados acumulados pela empresa: • ainda não distribuídos ao titular.3) as Reservas de Reavaliação. serão destinados à manutenção da atividade da empresa.02. os bens em construção. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. de salas de reuniões e de auditórios para eventos. tais como hotéis. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. d. turismo. que.. motéis. flats. elas devem observar aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis. também. Ao registrar os fatos contábeis.DOU 11. às quais são atribuídos números que obedecem. pela NBC T 6 – Da Divulgação das Demonstrações Contábeis.4) as Reservas de Lucros. pois. aluguel de equipamentos.2003) Identificação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 02/07/2003 14:30 Na escrituração contábil. tão-somente. “Móveis e Utensílios” etc. Hotelaria . pousadas. observe a NBC T 3 – Conceito.Aprovada normas de contabilidade Publicado em 12/03/2003 10:22 O Conselho Federal de Contabilidade .

III. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. e 33. 179.Imóvel não destinado à atividade da empresa . arts. quando a intenção for a de permanência.Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação. mãode-obra e respectivos encargos sociais. Registro de gastos incorridos com a obra: DCConstruções em Andamento (AP) Caixa ou Bancos (AC) ou Fornecedores (PC) Concluída a obra. da Lei nº 6. caput.Custo a ser atribuído Publicado em 21/09/2004 09:13 O custo a ser atribuído aos bens do Ativo Imobilizado adquiridos no mercado externo é composto. Assim. tarifas aduaneiras etc. passando a construção a ser utilizada. por todos os gastos incorridos (tais como fretes.) até a entrada no estabelecimento da empresa importadora. Após a sua conclusão. o valor do tributo a ser aproveitado deve ser lançado na correspondente conta de impostos a recuperar. deve-se. não classificáveis no Ativo Circulante. inciso III. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra. etc. então. alguns impostos e contribuições incidentes. e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. Com referência aos impostos e às contribuições incidentes na importação. classificam-se como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de qualquer natureza. Segue exemplo de registro contábil dos gastos incorridos na construção de um determinado imóvel que comporá o Ativo Permanente. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. Importação de bens destinados ao Ativo Imobilizado . com a nova redação dada pela Lei Complementar nº 102/2000). além do próprio valor dos bens.). todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. Contabilidade .Registro Publicado em 11/08/2005 11:03 Na conta que registra a imobilização em andamento serão lançados todos os gastos relativos a obra (materiais. as aplicações em bens ou direitos não destinados à atividade da empresa. Importa salientar que. cujo crédito será aproveitado em 48 parcelas mensais. no Ativo Circulante ou Ativo Realizável a Longo Prazo. no grupo do Ativo Permanente. . observa-se que: a) o IPI e o Imposto de Importação caracterizam-se como impostos não recuperáveis e compõem o custo de aquisição. seguros. são classificadas como investimento. b) o ICMS caracteriza-se como um imposto recuperável e não compõe o custo de aquisição. Desse modo. 20. o saldo da conta “Construções em Andamento” será transferido para a conta definitiva do Ativo Imobilizado. AC = Ativo Circulante AP = Ativo Permanente PC = Passivo Circulante Contabilidade . juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. calculadas à proporção das saídas tributadas da pessoa jurídica (Lei Complementar nº 87/1996.Classificação Publicado em 14/05/2004 15:45 De acordo com o art.404/76.Imobilizado em andamento .

Reserva de Incentivos Fiscais. assim como os gastos pagos ou incorridos referentes à importação. inciso IV.Importação em andamento . com relação aos valores relativos aos depósitos efetuados em Darf específico destinados aos fundos. Concluída a importação. as pessoas jurídicas sujeitas à modalidade não cumulativa da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep poderão descontar créditos apurados sobre a aquisição de máquinas.conforme o caso. De acordo com o disposto no art. Os adiantamentos ao fornecedor estrangeiro. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . incluído pelo art.. no momento em que a pessoa jurídica fizer a respectiva indicação na declaração de informações correspondente. Informações geradas pela contabilidade .A. os valores recolhidos em decorrência de opções de aplicação do imposto sobre a renda em investimentos regionais (Finor. para fins de apuração do lucro real. este será considerado indedutível. b) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real trimestral. que tenham sido efetuados até a data do desembaraço do bem.865/2004. devem ser registrados no Ativo Permanente. Atualmente. Contabilidade . na Conta Investimentos. que pode ser intitulada "Importação em Andamento". Finam e Funres) será feita da seguinte forma: a) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real anual. 41 da Lei nº 8.Utilização Publicado em 03/05/2005 09:38 O objetivo da contabilidade é a geração de informações que serão utilizadas por determinados usuários em decisões que buscam a realização de interesses e objetivos próprios. inclusive aos valores cuja opção por aplicação em investimentos regionais tenha sido manifestada na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica. na conta Investimento. 15 da Lei nº 10.Incentivos fiscais .Aplicação do imposto em investimentos regionais (Finor. o saldo apurado nessa conta será transferido para a conta definitiva do bem. no momento do depósito de cada parcela. não podem ser objeto de restituição. equipamentos e outros bens incorporados ao Ativo Imobilizado para fins de determinação dessas contribuições em relação às importações sujeitas ao pagamento da Cofins-Importação e do PIS-Pasep-Importação. em face do inciso V do art.981/1995. se a pessoa jurídica incorrer em prejuízo. Em caso de alienação do investimento objeto do referido incentivo. da Lei das S. . em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . Portanto.865/2004. os adiantamentos realizados para aquisição de bens devem ser classificados segundo a destinação que se pretende dar aos bens que estão sendo adquiridos. são registrados em uma conta transitória. 6º e parágrafo único da IN nº 460/2004. relativos às aplicações nos Fundos de investimentos regionais (Finor.Reserva de Incentivos Fiscais. Finam e Funres) Publicado em 02/08/2005 10:49 A contabilização dos incentivos fiscais. 32 da Lei nº 10. dentro do subgrupo do imobilizado. conforme § 6º do art.Classificação contábil Publicado em 08/07/2005 12:37 Conforme o art. Finam e Funres). 179. no Ativo Permanente. Contabilidade . são registrados no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da companhia e da empresa ou exercidos com essa finalidade. c) a contribuição para o PIS-Pasep e a Cofins incidentes sobre a importação compõem o custo de aquisição dos bens.

000.Receita de Vendas (CR) C . c) demonstrações de resultados.00 mais 10% de IPI seria contabilizada da seguinte forma: D .500. pois implica omitir na Demonstração do Resultado do Exercício. em virtude da conveniência de adotar procedimentos contábeis que facilitem a demonstração de valores que devam produzir efeitos fiscais.Tratamento Publicado em 06/10/2005 08:18 De acordo com a legislação do Imposto de Renda. pode-se registrar a receita pelo valor total cobrado do cliente numa conta sob o título de “Faturamento Bruto”. Utilizando-se essa alternativa a contabilização da hipotética operação mencionada seria efetuada da seguinte forma: D . sendo as vendas contabilizadas a débito de conta do Ativo Circulante (caixa/bancos ou clientes). sob o título de “IPI Faturado”. na receita bruta de vendas não deve ser incluído o valor do IPI.500.IPI Faturado (CR) D . Contabilidade .Caixa/Bancos Conta Movimento ou Clientes (AC) C . b) balanços. ou seja. a prática é não registrar o IPI em conta de Resultado.Faturamento Bruto (CR) D . b) a conta de IPI a Recolher (no Passivo Circulante). essa forma usual pode ser vista com certas restrições. inclusive o IPI).IPI incidente sobre vendas . tendo como contrapartidas: a) a conta de receita de vendas. a qualquer momento pode ser demonstrado contabilmente o valor da receita bruta segundo o conceito fiscal. Desse modo.IPI a Recolher (PC) R$ 5.00 R$ 500. sem o IPI incidente. AC = Ativo Circulante .IPI a Recolher (PC) R$ 5.00 R$ 500.00 R$ 5. Assim. e em seguida debitar o IPI em conta de resultado. Como forma alternativa. pelo valor líquido da operação. pelo valor do imposto debitado. o valor do faturamento bruto (entendido como tal o valor das vendas.Clientes (AC) D . que corresponde à diferença entre o saldo credor da conta “Faturamento Bruto” e o saldo devedor da conta “IPI Faturado”. para fins do Imposto de Renda (na Declaração de Rendimentos).00 Caso seja adotado este procedimento para o registro das vendas com incidência do IPI.00 Sob o ponto de vista técnico. uma venda de mercadorias por R$ 5. e d) outras demonstrações e relatórios. Por exemplo. a receita bruta deve ser considerada sem o IPI e o valor desse imposto não deve constar da conta de Resultado.Essas informações são apresentadas geralmente sob a forma de: a) balancetes.000.

as contrapartidas dos valores correspondentes à estimativa devida devem ser registradas em conta do Passivo Circulante (em um grupo de “Obrigações Tributárias” “Impostos e Contribuições a Recolher” ou semelhante). observada nesse caso. O IPVA pago constitui um gasto periódico necessário à manutenção do veículo em condições legais de uso e. Para que a estimativa devida fique evidenciada no Passivo. por exemplo. recomenda-se que as parcelas sejam registradas no próprio mês a que se referirem e não somente por ocasião do efetivo pagamento. esse procedimento é imprescindível nos casos em que o IPVA deva ser imputado aos custos da produção (como nas empresas prestadoras de serviços de transportes ou locadoras de veículos). a ser registrada no Ativo Circulante para. cujas parcelas de estimativa do IRPJ e da CSL.Estimativa mensal . no caso de veículos utilizados nas áreas administrativas e de vendas. durante o período de competência. as parcelas de estimativa devem ser registradas em contas do Ativo Circulante. Nesse caso.00. que. relativas ao mês de setembro/20x1. Tecnicamente. é que o IPVA se caracteriza como uma despesa antecipada.00 e R$ 80. no caso de veículos utilizados na produção de bens ou serviços como. e a obrigatoriedade de apuração do lucro real por ocasião do final do ano-calendário (lucro real anual). para que o dispêndio seja distribuído. similarmente aos gastos com o seguro dos veículos.Classificação como custo ou despesa operacional Publicado em 08/03/2005 08:58 O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é pago por ocasião da compra de veículo zero quilômetro e.Tratamento Publicado em 18/10/2005 08:56 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem efetuar o pagamento do IRPJ a e da CSL devidos com base no resultado efetivamente apurado em balanços/balancetes trimestrais (lucro real trimestral) ou por estimativa mensal. uniformemente. respectivamente. Adotada a sistemática de pagamento mensal. a faculdade de redução ou suspensão da estimativa. ser apropriado como despesa operacional ou como custo de produção. mensalmente.PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado CR = Conta de Resultado IPVA . e com boa justificativa técnica. de forma que não distorça os custos. R$ 100.000. podem denominar-se “IR Devido por Estimativa” e “CSL Devida por Estimativa”.IR Devido por Estimativa a Recuperar (AC) . Nesse caso. assim. teríamos os seguintes lançamentos: 1) Pelo registro do IRPJ devido por estimativa devido no mês: D . de acordo com a legislação de cada Estado. a título de exemplo. deve ser registrado: a) como despesa operacional. totalizassem. Pode-se argüir. ou b) como custo da produção. anualmente.000. os veículos que compõem a frota das empresas transportadoras ou locadoras de veículos. Exemplo Consideremos determinada pessoa jurídica tributada pelo lucro real e optante pela estimativa mensal. Contabilidade .IRPJ/CSL .

000.Padronização de históricos Publicado em 01/12/2004 08:42 . III .O estorno consiste em lançamento inverso àquele feito erroneamente.Formas de retificação Publicado em 23/05/2005 08:57 O Conselho Federal de Contabilidade.00 Considerando-se que o pagamento seja efetuado na data do vencimento.Retificação de lançamento é o processo técnico de correção de um registro realizado com erro na escrituração contábil das entidades. VII .4. o valor anteriormente registrado. Lançamentos contábeis . por intermédio da Resolução nº 596/1985.00 AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante Contabilidade .C . c) a complementação.Em qualquer das modalidades referidas no item II.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) R$ 100. o histórico do lançamento deverá precisar o motivo da retificação. anulando-o totalmente.00 R$ 80.CSL Devida por Estimativa a Recolher (PC) C .CSL Devida por Estimativa a Recolher (PC) R$ 80. aumentando ou reduzindo.000. mediante transposição do valor para a conta adequada. b) a transferência. II .NBC-T-2.CSL Devida por Estimativa (AC) C .000. nos seus históricos.00 R$ 180.Lançamento de transferência é aquele que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada. que trata da retificação de lançamentos contábeis nos seguintes termos: I .IR Devido por Estimativa a Recolher (PC) R$ 100.Lançamentos contábeis .IR Devido por Estimativa a Recolher (PC) D .Os lançamentos realizados fora da época devida deverão consignar. aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade .10. complementar.000. a data efetiva das ocorrências e a razão do atraso. IV .Lançamento de complementação é aquele que vem. posteriormente.20X1. então: D . VI .000. teremos. a data e a localização do lançamento de origem. em 31.São formas de retificação: a) o estorno. V .00 2) Pelo registro da CSL devida por estimativa devida no mês: D . ou seja.

4. nos termos do artigo 3º . quando não previamente definidos. Em relação ao método citado na letra ―b‖. os estudos.parágrafo V do Código de Ética Profissional do Contabilista – CEPC. ou seja.2. deve o perito-contador assistente comunicar. um histórico para cada conta. ao Conselho Regional de Contabilidade de s ua jurisdição e à parte contratante.2. quando o documento tiver sido elaborado por leigo ou profissional de outra área. sobre a matéria a ser periciada. para a elaboração de Perícias Contábeis. deve o perito-contador assistente apresentar um parecer pericial contábil. deverá seguir os procedimentos contidos no item 13. Ao perito-contador assistente é vedado assinar em conjunto ou emitir parecer pericial contábil sobre laudo pericial contábil. ao apresentar parecer pericial contábil.295/46 e a Norma Brasileira de Contabilidade NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL considera leigo ou profissional não-habilitado para a elaboração de laudos periciais contábeis e pareceres periciais contábeis.IT . nesse caso. os critérios adotados e os resultados fundamentados e as suas conclusões. 6. por vezes. na condição de perito-contador assistente. O Decreto Lei nº 9. clara e objetiva.4.02 Publicado em 01/07/2003 08:41 Esta Interpretação Técnica (IT) visa a explicitar o item 13. sendo o laudo pericial elaborado por leigo ou profissional não-habilitado. a nomeação de profissionais de formação diversa. no mínimo. Com referência ao método mencionado na letra ―a‖. os seguintes itens: a) identificação do processo e das partes. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. as observações e as diligências realizadas. Nos registros contábeis. devendo.4. No caso. as sínteses do objeto da perícia. Em que pese o trabalho que vem sendo desenvolvido pelos órgãos representativos da Classe Contábil. 5. 2. Laudo e Parecer de Leigos .5 – LAUDO PERICIAL CONTÁBIL. ocorre.Estrutura Publicado em 04/07/2005 10:55 O laudo pericial contábil é a peça escrita na qual o perito-contador expressa. o histórico pode figurar de duas maneiras: a) no final do lançamento.Interpretação Técnica NBC T 13 . b) síntese do objeto da perícia. . o histórico poderá atender a cada uma das contas. qualquer profissional que não seja o Contador. correspondente aos Procedimentos – item 13. Em seu resguardo. apresentar um parecer contábil da perícia. o histórico utilizado deverá atender a ambas as contas envolvidas no lançamento.2 – O perito-contador assistente não pode firmar em laudo ou emitir parecer sobre este. 3. a falta de habilitação profissional do perito nomeado. ou b) após cada conta. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. de forma reservada.Laudo pericial contábil . Em conformidade com o item alvo desta Interpretação Técnica.” CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1. ou seja. habilitado perante Conselho Regional de Contabilidade.2. de forma circunstanciada. podem acarretar grande desperdício de tempo. (Conselho Federal de Contabilidade – CFC) Contabilidade . quando este não tiver sido elaborado por Contador habilitado perante o Conselho Regional de Contabilidade. “13. O laudo pericial contábil deve conter.Os históricos dos lançamentos contábeis. sobretudo pela diversificação de expressões para um mesmo tipo de lançamento. DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS 4. deverá conter informações suficientes que atendam tanto à conta devedora quanto à conta credora.

não caracterizando esse pagamento o exercício da opção de compra (art. contabilmente. na venda a terceiros do bem arrendado. ao final do prazo contratual do arrendamento. um ―adiantamento a fornecedor‖ de bem classificável nesse grupo de contas. 7º. somente se e quando a empresa o vender). por representarem. Na maioria dos casos.Leasing . Contabilidade . não podem ser computadas como custo ou despesa operacional. na hipótese de não ser exercida a opção de compra (item 2 da Portaria MF nº 564/1978). a arrendatária efetivamente tem a intenção de exercer a opção de compra. Nota Considera-se valor residual garantido o preço contratualmente estipulado para o exercício da opção de compra. Assim.09. VII. surgem os depósitos a vista em banco e assim por diante. de acordo com o item II da Portaria MF nº 140/1984.3 da ―NBC T 13 . de valor residual garantido em qualquer momento durante a vigência do contrato. (Resolução CFC nº 978/2003) Contabilidade .Aspectos formais . h) identificação do perito-contador.5. nos termos do item 13.Tratamento Publicado em 05/07/2005 10:26 É admitido que os contratos de arrendamento mercantil financeiro contenham previsão de pagamento.Liquidez . do Regulamento anexo à Resolução Bacen nº 2. a primeira conta que aparece é sempre o Caixa. g) conclusão. as parcelas de antecipação do valor residual melhor se classificam no Ativo Permanente/Imobilizado.Lucro Presumido/Simples . como no Ativo "as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados". f) respostas aos quesitos. Todavia. e i) outras informações. entendidas como importantes para melhor esclarecer ou apresentar o laudo pericial. ―a‖.Antecipação do valor residual . Escrituração do livro caixa .Conceito Publicado em 15/06/2005 09:47 Liquidez significa a condição que o bem tem de se transformar em moeda corrente. as contas são relacionadas no Ativo partindo-se: • da mais líquida (Caixa) • para as menos líquidas (por exemplo: um bem do Ativo Imobilizado que se converte em moeda corrente. d) identificação das diligências realizadas. Portanto. de 26. que representa o dinheiro em poder da empresa. a critério do perito-contador. na prática.309/1996).2003.c) metodologia adotada para os trabalhos periciais.IT . Portanto. e) transcrição dos quesitos.04 . pela arrendatária. as parcelas de antecipação do valor residual garantido ou do pagamento por opção de compra devem ser tratadas como Ativo da arrendatária. Em seguida. Isso fica mais claro quando examinamos a composição de cada grupo do Ativo. ou o valor contratualmente garantido pela arrendatária como mínimo que será recebido pela arrendadora. ou seja.Laudo Pericial Contábil‖.

se assim preferir o contribuinte. prédio por prédio.317/1996. 190 do RIR/1999 e questão 79 . incorporação imobiliária ou construção de prédio para venda. A não-observância dessas normas torna a escrituração imprestável para dar suporte à tributação com base no lucro real. c) as edificações resultantes de incorporação imobiliária. art. conquanto se refiram a um mesmo empreendimento. ou. expondo a empresa ao risco de desclassificação da escrita pelo Fisco e. emendas.Perguntas e Respostas . A escrituração deve ser feita sem espaços em branco. b) o livro deverá conter termos de abertura e de encerramento e ser assinado pelo contabilista responsável e pelo representante legal da pessoa jurídica. unidade por unidade. 7º da Lei nº 9. nas condições exigidas pela IN SRF nº 84/79. mantida a obrigatoriedade de lavratura dos termos de abertura e de encerramento. a escrituração do livro Diário não deve conter rasuras.Atividade imobiliária Publicado em 15/12/2003 09:24 No caso de empresa cuja atividade econômica seja compra e venda de imóveis. raspaduras ou borrões. borrões. Conheça a Consultoria Eletrônica Netiob Livro Diário . Observe-se que a manutenção do registro permanente de estoque. ou. então. por conjunto de unidades autônomas com idêntica área de construção e mesmo padrão de acabamento. do arbitramento do lucro tributável. desmembramento ou loteamento de terrenos.541/1992 (com relação às empresas tributadas com base no lucro presumido) e sobre o Simples (art. discriminadas do seguinte modo (IN SRF nº 84/79): a) os imóveis adquiridos para venda. não dispensa o contribuinte da obrigação de possuir e escriturar o livro Registro de Inventário. entrelinhas ou escritos à margem. linhas em branco. observando-se sempre a ordem cronológica dos fatos e seguindo-se um sistema de contabilização uniforme. os formulários deverão ser encadernados. A rasura no Livro Diário pode desclassificar a escrita Publicado em 16/08/2001 14:08 De acordo com as normas legais pertinentes. entrelinhas. quando referentes a um mesmo empreendimento. um por um. b) os terrenos oriundos de desmembramento ou loteamento. se assim preferir o contribuinte. conseqüentemente. Concluída a escrituração.Publicado em 25/06/2004 08:58 De acordo com esclarecimentos prestados pela Receita Federal à época sobre a Lei nº 8. no livro Registro de Inventário deverão constar todas as unidades existentes em estoque no final do períodobase. Livro de Inventário . então.Admitida a escrituração mensal . principalmente no que se refere à determinação do custo e à discriminação dos imóveis em estoque por ocasião do balanço. rasuras. os formulários deverão ser numerados seqüencialmente. inclusive respectivos terrenos. sendo função daquele subsidiar este. A critério da empresa poderão ser utilizados os modelos de livro Caixa comercializados pelas papelarias ou adotar modelo próprio que atenda às suas necessidades. terreno por terreno. por conjunto de lotes com idêntica dimensão ou por quadras. Se a escrituração for feita por processamento de dados.Boletim Central nº 55/1997): a) não existe obrigatoriedade de registro do livro Caixa na Receita Federal ou em qualquer outro órgão ou repartição. d) os prédios construídos para venda e respectivos terrenos. emendas ou transporte para as margens.

.. o contabilista deve efetuar ressalva. Contudo. o Fisco poderá desclassificar a escrita da pessoa jurídica..Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Publicado em 01/08/2005 08:23 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração. originalmente escriturados nas fls. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) Em seguida ao último lançamento de correção..... reinicia-se o registro das operações normais.... 258 do RIR/99.... nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados. autenticada por sua assinatura.. o contabilista fará outra declaração... venho refazer os lançamentos nºs ... nos lançamentos resumidos Diário deverão ser feitas referências às páginas dos livros auxiliares (ou fichas que os substituírem) onde operações estejam registradas de forma individualizada... Neste caso.... para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais... é admitida a escrituração resumida do Diário. Não sendo feita a autenticação até esse prazo.......... a ressalva poderá ter o seguinte teor: TERMO DE REGULARIZAÇÃO Eu. do Livro Diário nº .. Autenticação do Livro Diário após a entrega tempestiva da declaração Publicado em 08/07/2003 09:02 Para fins do Imposto de Renda. (contador ou técnico de contabilidade).. desde que utilizados livros auxiliares (devidamente autenticados na forma prevista para o Diário) para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação....Publicado em 02/09/2003 08:57 De acordo com o disposto nos §§ 1º e 2º do art.... emendas ou rasuras. sem borrões.... tratando-se de empresa que ainda utilize na sua escrituração mercantil processo de reprodução.. por totais que não excedam o período de um mês.... A título de sugestão...... Não sendo feita a autenticação até esse prazo...... desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da Declaração de Rendimentos do correspondente período-base (Instrução Normativa SRF nº 16/84). em geral.. o Fisco aceita a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas...... independentemente de o regime de tributação ser pelo lucro real ou presumido... o Fisco aceita a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas.. ... a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados. Autenticação do Livro Diário Publicado em 28/12/2001 08:12 Para fins do Imposto de Renda. se a clareza e a nitidez dos lançamentos resultarem comprometidas... a questão não tem relevância porque.... por estarem ilegíveis... Tal declaração poderá ser redigida como se segue: Efetuadas as devidas correções. relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento. independentemente de o regime de tributação ser pelo lucro real ou presumido.. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da Declaração de Rendimentos do correspondente período-base (Instrução Normativa SRF nº 16/84)..... Para a maioria das empresas. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) . o Fisco poderá desclassificar a escrita da pessoa jurídica Contabilidade ... na melhor forma de direito. nºs....

Livro Diário Dispensa de impressão e de encadernação . deve-se observar que a opção pela tributação com base no lucro real trimestral obriga que. correspondente ao respectivo período (IN SRF nº 16/1984). desde que utilizados livros auxiliares para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. a pessoa jurídica apure seus resultados com base em demonstrações financeiras transcritas no livro Diário. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data da entrega tempestiva da declaração. bem como efetue a demonstração do lucro real devidamente transcrita no Lalur. deve.Escrituração do Diário por partidas mensais Publicado em 13/07/2005 10:11 A legislação do Imposto de Renda. mesmo para aquelas optantes pelo regime de tributação com base no lucro presumido. observar a legislação comercial e a Lei de Falências. 186 do Decreto-lei nº 7.5.Pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido .Livro Diário .Da Escrituração Contábil em forma eletrônica) Livro Diário – Lançamentos com data anterior ao seu registro e autenticação Publicado em 20/06/2003 08:59 Admite-se a autenticação do livro Diário em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. que não se devem confundir determinações da legislação fiscal com as normas das leis comerciais e contábeis para a não-manutenção ou para o abandono dos registros contábeis. Como se vê.1. bem como efetue a demonstração do lucro real devidamente transcrita no Lalur. com relação a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento. § 1º do RIR/1999.que aprovou a NBC T 11. Resolução CFC nº 563/1983 e item 2. ao final de cada trimestre. ao final de cada trimestre.12 . e registre as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. observando-se métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo. 10 do Código Comercial Brasileiro. não basta o contribuinte atender somente à legislação do Imposto de Renda.Livre escolha da forma de escrituração Publicado em 01/12/2005 10:55 Desde que a escrituração seja mantida em registros permanentes com obediência aos preceitos da legislação comercial e fiscal e aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. 1. b) nas demandas judiciais que não envolvam questões tributárias. admite a escrituração resumida do Livro Diário por totais que não excedam ao período de um mês.Esclarecimento Publicado em 06/09/2005 09:30 Convém esclarecer. Lei nº 486/1969. a . Entretanto. Lembra-se.(Art. Portanto. no art.1 da NBC-T-2 . assim como a Legislação Comercial e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC).029/2005 . que: a) a dispensa de escrituração ocorre apenas para fins da legislação fiscal.179 do Novo Código Civil e no art. a pessoa jurídica apure seus resultados com base em demonstrações financeiras transcritas no livro Diário. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data da entrega tempestiva da declaração.Da Escrituração Contábil e Resolução nº 1. deve-se observar que a opção pela tributação com base no lucro real trimestral obriga que. (Art. 258. também. hoje. ainda. a obrigatoriedade da escrituração contábil vale para todas as empresas. (Art. Entretanto. 4º do Decreto nº 64. o poder judiciário aplica as disposições das leis comerciais e civil.661/1945) Escrituração do Diário com data anterior ao seu registro e autenticação Publicado em 14/10/2003 13:32 Admite-se a autenticação do livro Diário em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. correspondente ao respectivo período (IN SRF nº 16/1984).567/1969) Contabilidade . Contabilidade . Contabilidade .

conseqüentemente. do arbitramento do lucro tributável. mas deixa claro que este deve ser mantido em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas.598/1977 (art. Portanto. termos de abertura e de encerramento e ser registrado e autenticado pelas Juntas Comerciais ou repartições encarregadas do Registro do Comércio. infere-se que a “manutenção em boa ordem” do livro pressupõe a sua encadernação.1. Todavia.Encadernação Publicado em 04/11/2005 08:43 A legislação do Imposto de Renda não impõe taxativamente a obrigatoriedade de encadernação do Livro Razão. observando-se sempre a ordem cronológica dos fatos e seguindo-se um sistema de contabilização uniforme. As normas relativas à autenticação de livros e instrumentos de escrituração das empresas mercantis e dos agentes auxiliares do comércio estão previstas na IN DNRC nº 65/1997. Se o diário e o Razão forem feitos por processo que utilize fichas ou folhas soltas. (Subitens 2.1. que as Juntas Comerciais poderão delegar competência à autoridade pública para autenticar instrumentos de escrituração mercantil. para efeito de prova a favor do comerciante. . as demonstrações financeiras deverão ser elaboradas em conformidade com o que dispõe a Lei nº 6. deverá ser adotado o registro ―Balancetes. Igual procedimento deve ser adotado quanto às demonstrações contábeis elaboradas por força de disposições legais. Diário e Balanços‖. por força da legislação em vigor. atendidas as conveniências do serviço. expondo a empresa ao risco de desclassificação da escrita pelo Fisco e.Questão nº 292) Livro Diário – Local de registro e autenticação Publicado em 05/05/2005 09:06 O livro Diário. entrelinhas ou escritos à margem.Rasura no Diário pode desclassificar a escrita Publicado em 02/06/2005 10:18 Conforme estabelecem as normas legais pertinentes.404/1976. 15. a escrituração do Livro Diário não deve conter rasuras. a demonstração do lucro real a ser transcrita no Lalur deverá ser elaborada de acordo com o modelo aprovado pela IN SRF nº 28/1978.5. Essa mesma Instrução Normativa do DNRC dispõe. deverá conter. (Perguntas e Respostas IRPJ/2004 – Questão nº 291) Contabilidade .2 da Resolução CFC nº 563/1983) Contabilidade e IRPJ . contratuais ou estatutárias.4 e 2. respectivamente. em seu art. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade. obrigação esta estendida a toda pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real. Transcrição das demonstrações no Livro Diário Publicado em 13/07/2004 08:25 O balanço e demais demonstrações contábeis de encerramento de exercício serão transcritos no Diário. raspaduras ou borrões. Por outro lado. A não-observância dessas normas torna a escrituração imprestável para dar suporte à tributação com base no lucro real. emendas. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 .forma de escrituração das operações no Diário é de livre escolha do contribuinte.Livro Razão . na primeira e na última página. conforme determinado pelo Decreto-lei nº 1. linhas em branco. 274 do RIR/1999).

livro Razão ou fichas. 259 do RIR/1999) Livro Registro de Duplicatas. por conta ou sub-conta. na falta de sua escrituração. livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar. Contabilidade . utilizados para resumir e totalizar. a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. . por exemplo. mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação. os lançamentos efetuados no Diário.Observações Publicado em 17/01/2005 08:09 O Registro de Duplicatas. (Art. observando-se que: a) a escrituração deverá ser individualizada. mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação. Vale lembrar que a pessoa jurídica tributada com base no lucro real deverá manter. Livros Auxiliares e Livro Razão . deverão ser autenticados nos órgãos do Registro do Comércio. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da declaração de rendimentos (atualmente DIPJ) do correspondente exercício financeiro. obedecendo à ordem cronológica das operações. é extensiva aos livros auxiliares. exigidos pela legislação do ICMS e do IPI). devendo a sua escrituração ser individualizada e obedecer à ordem cronológica das operações. os lançamentos efetuados no Diário. poderá ser aceita.01. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas.Livro Razão . ainda que estejam sujeitos à autenticação em outros órgãos (como.1992. admitida pela Receita Federal. na hipótese de escrituração por partidas mensais. embora seja um livro obrigatório perante a legislação comercial. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. sob pena de arbitramento do lucro pelo Fisco. De acordo com a Instrução Normativa SRF nº 16/1984. ou fichas que o substituam. obedecendo-se a ordem cronológica das operações. embora a referida Instrução Normativa não faça menção aos livros auxiliares. os livros Registro de Entradas e Registro de Saídas. a pessoa jurídica deverá manter. excetuados os casos de sua utilização para fins de escrituração resumida do livro Diário. são obrigatórias. É importante salientar que os livros auxiliares utilizados para individuação dos registros lançados no Diário. 259. do RIR/1999) Livro Razão . entende-se que a data-limite para registro do livro Diário. não é demais lembrar que o referido livro está dispensado de registro ou autenticação.A propósito. os lançamentos efetuados no Diário. pelos órgãos da Receita Federal. O livro ou as fichas do Razão são dispensados de autenticação (art. Dessa forma. (Art. para os efeitos do Imposto de Renda constitui um livro facultativo. a escrituração e a manutenção do livro Razão ou das fichas utilizados para resumir e totalizar. A escrituração deverá ser individualizada.Obrigatoriedade de escrituração Publicado em 03/08/2005 13:15 Desde 1º.Obrigatoriedade Publicado em 09/08/2001 13:08 O livro Razão. § 3º e caput.259 do RIR/99). Desse modo. para fins de apuração do lucro real. deverá ser utilizado obrigatoriamente pela pessoa jurídica tributada com base no lucro real. por conta ou subconta. por conta ou subconta.

a quem compete a responsabilidade pela apuração dos resultados. deverá para fins de apuração do custo de aquisição do bem observar o seguinte: I . as sociedades cooperativas devem destacar em sua escrituração contábil as receitas e os correspondentes custos. a sociedade cooperativa também deverá possuir os seguintes livros: a) de Matrícula. c) estão dispensados de registro ou autenticação o livro Razão ou fichas que o substituam. não poderá ser considerado como parte integrante do custo de aquisição para apuração do ganho ou perda de capital.404/76. Partindo dessa afirmativa. ainda que a escrituração seja feita nos mesmos livros (Instrução Normativa SRF nº 179/87). e e) de Presença dos Associados nas Assembléias Gerais. conclui-se que as cooperativas devem possuir os seguintes livros comerciais e fiscais (arts.764/71.quando o montante da reavaliação não for acrescido ao lucro presumido para fins de determinação do Imposto de Renda devido. Ressalte-se que os ganhos de capital apurados na venda de bens do ativo imobilizado pela pessoa jurídica optante pelo lucro presumido serão acrescidos à base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. Em conformidade com o art.Acréscimo do valor da reavaliação de bens ao custo de aquisição Publicado em 01/04/2002 09:04 A pessoa jurídica que procedeu à reavaliação de bens pertencentes ao seu ativo imobilizado. 22 da Lei nº 5. implicará o arbitramento do lucro da pessoa jurídica. e d) Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) Optando pela tributação com base no Lucro Real. 258 e 260 do RIR/99): a) Livro Diário. (Art. Lucro Presumido . b) de Atas das Assembléias Gerais. c) Livro Registro de Entradas (Compras). b) Livro Registro de Inventário. com base em laudo de avaliação. 259 do RIR/99). Os resultados da SCP deverão ser apurados. II .b) a não-manutenção do livro Razão. . nos termos do art. 259 do RIR/1999) Livros exigidos das sociedades cooperativas Publicado em 21/03/2002 09:03 Conforme orientação contida no Parecer Normativo CST nº 73/75. quando realizar a sua alienação. § 4º. 8º da Lei nº 6. em cada período-base. A escrituração das operações da SCP poderá.quando o montante da reavaliação for acrescido ao lucro presumido para fins de determinação do Imposto de Renda devido. ser efetuada nos livros deste ou em livros próprios da SCP. nas condições determinadas. este poderá ser acrescido ao custo de aquisição na apuração do ganho ou perda de capital (art. despesas e encargos relativos aos atos não cooperativos (operações realizadas com não associados). a fim de apurar o lucro a ser oferecido à tributação. do RIR/99). Lucro real das sociedades em conta de participação Publicado em 29/10/2001 11:10 O lucro real da sociedade em conta de participação – SCP será informado e tributado na mesma declaração de rendimentos do sócio ostensivo. deverá manter o Livro Razão (art. d) de Atas do Conselho Fiscal. c) de Atas dos Órgãos de Administração. 521. Os resultados e o lucro real correspondentes à SCP deverão ser apurados e demonstrados destacadamente dos resultados e do lucro real do sócio ostensivo. com observância das normas fiscais aplicáveis às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. à opção do sócio ostensivo.

normalmente.Conheça a Consultoria Eletrônica IOB Contabilidade . ou b) numa Conta de Resultado. para fins societários. também transitória. Todavia. o exercício social permanece com duração de 1 ano (encerrando-se. se a empresa optar pelo encerramento das Contas de Resultado somente por ocasião do encerramento do ano-calendário.430/1996) Tratamento dos resultados trimestrais Os resultados trimestrais apurados para fins de determinação da base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro podem ser alocados: a) em Conta Transitória do Patrimônio Líquido (tendo como contrapartida a conta de Apuração do Resultado do Exercício).404/1976 e arts. 1º e 2º da Lei nº 9. o que torna necessários alguns ajustes na contabilidade com a finalidade de compatibilizar os resultados apurados trimestralmente. com o resultado que deve ser apurado anualmente. 175 da Lei nº 6. em 31 de dezembro). ainda que sem muito rigor técnico. para fins fiscais. se a empresa optar pelo encerramento trimestral das Contas de Resultado. Encerramento das contas de resultado Embora caiba à pessoa jurídica adotar procedimentos que permitam ao Fisco constatar a veracidade do . 30 de junho. uma análise comparativa do desempenho da empresa no decorrer do ano-calendário.12) Publicado em 27/12/2004 09:26 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem pagar o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro com base nos resultados efetivamente apurados em balanços/balancetes trimestrais encerrados nos dias 31 de março. Nota O registro dos resultados apurados em cada trimestre em contas distintas possibilita. (Art.Ajustes para efeito da legislação societária (Balanço de 31. Desse modo. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. as pessoas jurídicas não optantes pela estimativa ficam obrigadas ao levantamento de balanços/balancetes trimestrais como forma de apurar a base de cálculo do imposto e da contribuição.Lucro real trimestral . em atendimento à legislação societária.

sendo conhecido o valor dos lucros ou dividendos e estando esses contabilizados na empresa investida como dividendos propostos a pagar ou lucros a distribuir. pessoa física ou jurídica. ref.00.Lucros ou Dividendos (Outras Despesas e Receitas Operacionais (CR)) Observe-se que. distribuído aos sócios nessa data.01. a investidora poderá reconhecer como receita o valor proporcional à parcela que tiver direito de receber.01.1996. em contrapartida à conta “Lucros ou Dividendos Propostos a Receber”.. 654 do RIR/1999).resultado apurado.1996.R$ 120. domiciliado no País ou no exterior (art.1996 – Tratamento contábil Publicado em 18/02/2005 07:24 Os lucros apurados a partir de 1º. Considerando-se a não-incidência do Imposto de Renda na Fonte. no Ativo Circulante. ao lucro apurado em 31. registrados no subgrupo de outras receitas operacionais.. que será baixada por ocasião do recebimento. . Lucros apurados a partir de 1º. conforme demonstrado a seguir: D . pagos ou creditados por pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (assim como pelas empresas tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado). a elaboração de balanços/balancetes trimestrais não representa obrigatoriedade de encerramento das Contas de Resultado a cada trimestre. tal operação seria assim contabilizada: DÉBITO: Patrimônio Líquido Lucros ou Prejuízos Acumulados Lucro de Períodos-Base Encerrados a Partir de 1º.Tratamento Publicado em 22/11/2005 10:04 Os lucros ou dividendos decorrentes de participações societárias avaliadas pelo custo de aquisição devem ser.12.1996 CRÉDITO: Ativo Circulante Disponível Caixa (ou Bancos Conta Movimento) Vr. relativos ao lucro apurado no balanço de 31.00 Contabilidade .Lucros ou dividendos recebidos . Exemplo Admitamos uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada que distribuísse aos sócios R$ 120..1996. não estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na Fonte nem integram a base de cálculo do Imposto de Renda do beneficiário. por ocasião do seu recebimento.000.12.Disponibilidades (AC) C .01.000.

O valor pago a título de “luvas”. poderá também ser objeto de amortização.Classificação contábil Publicado em 10/10/2003 08:38 Nas locações comerciais é muito comum o locatário pagar ao locador uma importância por ocasião da renovação do contrato de locação ("luvas”). sendo R$ 10. o evento poderia ser registrado da seguinte forma: D . quando predeterminado.00 de honorários e R$ 2. patentes.300.300. Em todas essas hipóteses. inclusive os de propriedade industrial ou comercial. poderão ser feitos gastos com o registro da marca do produto a ser fabricado. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. podendo essa aquisição ser definitiva ou apenas referir-se ao direito de exploração da marca por determinado período.Nesse caso.00 de taxas e emolumentos. Assim.Marcas de Produtos (Ativo Permanente .300.300. deverá integrar o ativo imobilizado da pessoa jurídica e somente poderá ser amortizado durante o prazo da locação. “c”. D .Imobilizado) C . móveis.00 12. pagou à empresa Delta a importância de R$ 12. Marcas Por ocasião do início das atividades da empresa ou em qualquer outra ocasião. se o direito ao uso ou à exploração da marca tiver duração limitada. classificável no Ativo Imobilizado. que possuem expressão física. como. teríamos o seguinte lançamento. instalações etc. para o registro de sua marca. ou seja. que são aqueles que. o que caracteriza o Imobilizado é a finalidade da aplicação.Lucros ou Dividendos Propostos a Receber (AC) C . Portanto. I. 325. no Ativo Imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis. Contabilmente. (art. b) bens incorpóreos ou intangíveis. Vamos admitir que a empresa Alfa. assim como aquele pago pela cessão da locação "ponto comercial".00. por exemplo. no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade. imóveis.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 12. contabilmente. embora não possuam existência física. ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. ou um valor pela cessão de locação comercial ("ponto comercial"). máquinas. direitos autorais etc. conforme fatura. do RIR/99 e ADN CST nº 21/76) Marcas e patentes . Pode ocorrer também a hipótese de a empresa adquirir de terceiros determinada marca. representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores.Registro contábil Publicado em 22/09/2004 08:27 São registrados.00 .. o valor despendido será registrado em conta própria.000.Lucros ou Dividendos (Outras Despesas e Receitas Operacionais (CR)) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado "Luvas" .

deverá efetuar levantamento patrimonial.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 5.Registro contábil Publicado em 13/05/2005 08:41 As mutações patrimoniais devem ser registradas na escrituração comercial segundo o regime de competência. ou seja. direitos e obrigações existentes no dia 1º.00 Na prática.Patente de Invenção (Ativo Permanente . a despesa não atender aos requisitos de dedutibilidade estabelecidos na lei tributária. Vamos admitir. excepcionalmente.Imobilizado) C . que também deverá ser feita na determinação do lucro real.Mutações patrimoniais .Mudança de opção do lucro presumido para o lucro real nos 3º e 4º trimestres/2004 . Os gastos com patentes podem. Dessa forma. o que foi pago pela aquisição a terceiros.Contabilização Publicado em 30/12/2003 08:31 As mercadorias destinadas à revenda. por compra ou doação. O valor a ser contabilizado é o que foi gasto por ocasião do patenteamento ou. no período-base em que forem satisfeitas as exigências da lei fiscal. e não mantiver escrituração contábil regular.07. encerrando o privilégio da exploração.000.Patentes de Invenção Toda invenção suscetível de utilização industrial pode ser objeto de patente que garanta a propriedade e o uso exclusivo da invenção. As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. na determinação do lucro real.000. que a empresa Alfa desembolsou R$ 5.00 5.Balanço de abertura Publicado em 19/10/2004 08:34 De acordo com o art. como um novo produto ou um novo processo para se obter um produto. Contabilidade . devendo a pessoa jurídica fazer as adições correspondentes ao lucro líquido quando. devem ser contabilizadas a débito de estoques. sob o título ―Marcas e Patentes Mercadorias destinadas à revenda . Contabilidade . pretender alterar a forma de tributação de seus resultados. ainda. relativos ao patenteamento de determinado produto. ser amortizados dentro desse período. então. Esses gastos seriam assim contabilizados: D . é mais usual utilizar uma única conta do Ativo Imobilizado para o registro dos dispêndios com registros de marcas de indústria ou comércio e de patentes de invenção. (PN CST nº 34/1981) . portanto. 7º da MP nº 206/2004. As patentes têm prazo limitado de duração. As mercadorias recebidas em doação. por não haver a obrigação de pagamento. data a partir da qual os resultados serão submetidos à tributação com base no lucro real trimestral. em contrapartida a uma conta de receita. se a pessoa jurídica que optou pelo lucro presumido nos 1º e 2º trimestres-calendário de 2004. apurar o Imposto de Renda com base no lucro real trimestral. a pessoa jurídica que tenha optado pelo lucro presumido poderá.00 referentes a serviços.2004. qualquer que seja sua origem. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. observadas as normas estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal.000. Posteriormente. em relação aos 3º e 4º trimestres-calendário de 2004. caberá a dedutibilidade. arrolamento de todos os bens. Lembramos ainda que a tributação pelo lucro presumido relativa aos dois primeiros trimestres-calendário de 2004 é definitiva. honorários e outras despesas. findo o qual as invenções caem no domínio público.

mas são tímidas e precisam ser expandidas".Conteúdo Publicado em 22/07/2005 09:06 As demonstrações financeiras das sociedades por ações devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis. da Lei nº 6. o órgão que cuida das normas contábeis dos Estados Unidos. Para ele. Pelas regras do FASB. necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício (art. dos cálculos de depreciação. "As normas contábeis brasileiras não conflitam com as do IASB. Petrobras. em 1997. amortização e exaustão.Notas Explicativas . são seis companhias: Itaú.que daqui a dois anos vai incluir alguns países do Leste Europeu . perto de 7 mil empresas vão aderir. porque está listada na Bolsa de Nova York.404/1976). quando os países membros da União Européia vão adotar a mesma norma. Na sua equipe estavam Roberto Teixeira da Costa e o professor Nelson Carvalho. Um exemplo é o modo de contabilizar as trocas de ativos entre empresas. a crise de confiança ganhou força e as discussões para um padrão contábil mundial avançaram. Esta é a previsão do presidente do International Accountig Standards Board (IASB). destaca Tweedie. qual dos dois organismos tem a melhor solução e adotá-la. ou como sua base principal na preparação das demonstrações financeiras ou como alternativa legalmente aceita".A. como Rússia. Sir David Tweedie. quando relevantes. O IASB tem 170 empresas associadas ao redor do mundo. A empresa tem filiais em 14 países com padrões distintos e é obrigada a publicar a respeitar 16 padrões contábeis diferentes. segundo Tweedie. 176. Bradesco. Mas. A expectativa de Nelson Carvalho é que as modificações nas normas contábeis contidas na Lei das S. de constituição de provisões para encargos ou riscos. § 4º. O IASB formalizou um acordo de cooperação com o FASB. Com o acordo. c) o aumento de valor de elementos do Ativo resultante de novas avaliações. Fonte: Gazeta Mercantil Contabilidade . Com os escândalos contábeis nos Estados Unidos. disse. ele esteve em Brasília. que está no Brasil para falar com autoridades do governo e representantes do mercado de capitais. b) os investimentos em outras sociedades. Nova Zelândia e Austrália. As notas explicativas devem indicar: a) os principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais. "É um meio de atrair mais investimentos". já o IASB contabiliza pelo valor de mercado. e dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do Ativo. Ao todo. A Petrobras já manifestou apoio. No Brasil. disse Tweedie ontem durante encontro na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). além da União Européia . Crise de confiança "Não se trata de técnicas contábeis. os valores são lançados baseando-se nos custos. que fazem parte do conselho do IASB. Brasil e o Mercosul Uma das propostas de Roberto Teixeira da Costa é que haja uma integração contábil entre os países do Mercosul. Anteontem (16). Os investidores descobriram que muitas empresas com balanços saudáveis não estavam tão boas financeiramente quanto os números mostravam. para todos os problemas contábeis relevantes. A crise de confiança nestas normas apareceu durante a crise da Ásia. os EUA devem adotar esta norma. Além de publicar os relatórios em cada país. disse. já manifestaram o interesse de aderir às normas. mas de um conjunto de normas que permitam que os investidores identifiquem riscos". . "Já temos 91 países confirmados que usarão estas normas. reunido com membros do Banco Central e do Ministério da Fazenda. especialmente estoques.outros países. o Brasil não terá como fugir da integração das normas contábeis mundiais. que destinam US$ 18 milhões anuais para o organismo. Vale do Rio Doce e Pão de Açúcar. a empresa tem que fazê-lo segundo as normas brasileiras e dos Estados Unidos. possam ser votadas no Congresso até outubro. Unibanco. A idéia básica é buscar. O próximo passo para a unificação contábil será em 2005.IASB prevê unificação mundial das normas contábeis em 2007 Publicado em 18/07/2003 10:39 A unificação das normas contábeis mundiais avança e tem até uma data para acontecer: 2007.

a espécie e a classe das ações do capital social. especialmente estoques. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. Notas explicativas – O que deve ser indicado Publicado em 11/11/2004 08:41 As demonstrações financeiras das sociedades por ações deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis. e) a taxa de juros. Por outro lado.404/76). • mudança na orientação das autoridades governamentais quanto à política cambial. • compra ou venda de imóveis ou maquinários cujo preço corresponda a recursos substanciais em termos de capital de giro. Por essa razão. § 4º. . • ampliação ou redução dos objetivos sociais. de importação ou de exportação que possa afetar substancialmente os negócios sociais. (Lei nº 6. pelo Banco Central do Brasil e outros órgãos. 176. É verdade que.d) os ônus reais constituídos sobre elementos do Ativo. normalmente. Contabilidade . As notas explicativas deverão indicar: a) os principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. a inclusão das notas explicativas nas demonstrações contábeis de entidades que não estejam obrigadas à sua elaboração pode ser de grande utilidade. e dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do ativo. São exemplos de eventos subseqüentes. as normatizações dos mercados financeiro e de capitais. as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo.Elaboração por sociedades em geral Publicado em 20/10/2005 08:28 Quando se fala de notas explicativas às demonstrações contábeis. efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da companhia. da Lei nº 6. h) os ajustes de exercícios anteriores. amortização e exaustão. necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício (art. quando relevantes.Notas explicativas . como memória de cálculo ou de procedimentos utilizados para a avaliação do patrimônio da entidade. essas sociedades têm transações mais complexas que as demais e necessitam de maior controle. b) os investimentos em outras sociedades.404/1976) e às exigidas das companhias sujeitas às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).A. até mesmo para a empresa se destacar no mercado. logo vêm à cabeça do profissional aquelas previstas na Lei das S. f) o número. g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. bem como a legislação societária são mais rigorosas. Dessa forma. capazes de afetar as demonstrações financeiras de uma empresa ou entidade: •sinistro em estabelecimento da empresa ocorrido após a data do balanço. ou possam vir a ter. dos cálculos de depreciação. rigor técnico e transparência nas suas demonstrações. de constituição de provisões para encargos ou riscos. as notas explicativas são ferramentas bastante úteis para a interpretação de balanços e de outras demonstrações contábeis por trazerem informações complementares que auxiliam o usuário a esclarecer dúvidas sobre itens patrimoniais ou de resultado e até mesmo ajudam a quem elabora as demonstrações.

376. Essa demonstração evidencia as modificações ocorridas no saldo de disponibilidades (caixa e equivalentes) da companhia em um determinado período. f) o número. Atualmente. os conceitos nela contidos. compra ou venda de imóveis ou maquinários cujo preço corresponda a recursos substanciais em termos de capital de giro. A proposta complementa a Lei das Sociedades Anônimas. embora a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também esteja concorrendo ao posto. ampliação ou redução dos objetivos sociais. a variação do capital circulante líquido. aprovada em 2001. Norma Parente. afirmou o presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da companhia. por exemplo. "As novas regras são um instrumento importante para a Lei das S. mudança na orientação das autoridades governamentais quanto à política cambial. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. inclusive multinacionais. normas e padrões de contabilidade e auditoria. disse que a transparência ultrapassa os benefícios que a divulgação dos resultados dá para os minoritários. DOAR X DFC O argumento do relatório para a mudança na regra da elaboração dos balanços é que. o Conselho Federal de Contabilidade é o órgão mais preparado para ser a referência no assunto no País. de importação ou de exportação que possa afetar substancialmente os negócios sociais. Segundo Armando Monteiro. Além disso. d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo. Outro ponto que ainda está em aberto é a obrigatoriedade das grandes empresas fechadas e limitadas divulgarem seus balanços. Alcedino Gomes Barbosa.A. se transformam em limitadas para não precisar abrir seus dados". "Mas sabemos que as empresas auditadas são as que mais recolhem impostos. não são facilmente apreendidos. O projeto tem como arcabouço teórico básico as recomendações do International Accounting Standards Committee (IASC) para a execução dos balanços e demonstrativos financeiros. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. h) os ajustes de exercícios anteriores. São exemplos de eventos subseqüentes. "Grandes empresas. o projeto também trata de requisitos de qualificação de entidades de estudo e divulgação de princípios. o projeto contempla a substituição da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) pela Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC). "Beneficia toda a sociedade e acaba com o suposto prejuízo concorrencial entre empresas abertas e fechadas". as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. a espécie e a classe das ações do capital social. ou possam vir a ter. O projeto de lei ainda fixará as companhias de grande porte ou conjunto de empresas sob controle comum que possuam ativo total acima de R$ 120 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 150 milhões. as companhias limitadas estão livres da prestação de contas. e) a taxa de juros. afirmou. seguindo uma tendência internacional e também em função das demandas internas. através de fluxos de recebimentos e pagamentos.c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avaliações. Novas regras para elaboração e publicação de balanços Publicado em 25/08/2003 09:34 A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara realizou dia 20/08 mais uma rodada de audiências sobre o projeto de lei 4. também presente na audiência pública. ao contrário. e para dinamizar o mercado de capitais no Brasil". capazes de afetar as demonstrações financeiras de uma empresa ou entidade:     sinistro em estabelecimento da empresa ocorrido após a data do balanço. por utilizar linguagem e conceitos mais simples. disse. principalmente por parte dos analistas de mercado e investidores institucionais. g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. O deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE) espera finalizar o relatório em meados de setembro para que a matéria possa ser votada na comissão logo em seguida. Embora a DOAR seja considerada pelos especialistas como uma demonstração mais rica em termos de informação. assim como ocorre com as abertas. A DFC. como. que cria novas regras para elaboração e publicação de demonstrações contábeis e balanços. possui uma melhor comunicação com a maioria dos usuários das demonstrações contábeis. . de 2000." A diretora do CVM.

a partir do ano-calendário de 1999. fará jus ao benefício previsto para Programas de Alimentação do Trabalhador. visa a explicar o item 10. Pagamento de dívidas com cheques ou duplicatas de terceiros .21 – IT – 02 – Regulamenta o item 10.2003. a todos os seus empregados. inclusive. às cestas básicas de alimentos fornecidos pela empresa. De acordo com os arts. ou seja.04. A dedução das despesas com alimentação. contemplada no art.4 da Resolução CFC nº 944/02. 13. Opção pelo Lucro Presumido é definitiva Publicado em 05/09/2001 08:09 A opção pela tributação com base no lucro presumido será manifestada por ocasião do pagamento da primeira quota ou quota única do imposto devido no primeiro trimestre do ano-calendário. A dedução dessas despesas aplica-se. inciso II. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Os gastos com cestas básicas podem ser deduzidos Publicado em 06/05/2003 13:57 O art.21 – Entidades Cooperativas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde. A Resolução nº 958. da Lei nº 9.04.Fonte: Gazeta Mercantil Novas Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade Publicado em 28/04/2003 09:14 A Resolução nº 957. do código de receita próprio do imposto apurado no regime do lucro presumido (2089). quando a pessoa jurídica tiver programa aprovado pelo Ministério do Trabalho.03. de 14. do Conselho Federal de Contabilidade. da Lei nº 9.08. Considerar-se-á formalizada a opção mediante a indicação. independentemente da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador .03. vencível no último dia útil de abril (arts. no campo 04 do DARF.1. a opção pela tributação com base no lucro presumido passou a ser definitiva em relação a todo o anocalendário. além da dedução como despesa.04. § 1º. § 1º e 17. publicada no DOU de 22. ou seja. não será mais admitida a mudança para o regime do lucro real. que é prática comercial não muito comum.03. § 1º.249/95.2003. 13. de acordo com as normas que regem este benefício. depois de iniciado o pagamento do imposto com base no lucro presumido. de 14. aprova a NBC T 10.4. uma diminuição .21. da Lei nº 9. de 30 de agosto de 2002. permite a dedução das despesas com alimentação fornecida pela pessoa jurídica. o qual estabelece em seu parágrafo único que. e 856 do RIR/99).249/95.21.2003. § 4º.PAT. desde que indistintamente a todos os seus empregados.2003.Registro contábil Publicado em 01/12/2003 08:30 O pagamento de dívidas mediante endosso de um cheque ou duplicata mercantil. que trata da Demonstração de Sobras e Perdas das Entidades Cooperativas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde.2003. está incorporada no art. do ponto de vista contábil. representa. do Conselho Federal de Contabilidade. do Conselho Federal de Contabilidade. 13. A Resolução nº 959. indistintamente. 516. em relação ao mesmo ano-calendário.2003. que visa a proporcionar orientação adicional sobre as responsabilidades do auditor na auditoria de demonstrações contábeis quanto à propriedade do pressuposto de continuidade operacional como uma base para a preparação das demonstrações contábeis.718/98. que aprovou a NBC T 10.21 – IT – 01. de 14. um "fato permutativo". 369 do RIR/99. publicada no DOU de 22. aprovou a Interpretação Técnica NBC T 11 – IT . que aprovou a Interpretação Técnica NBC T 10. publicada no DOU de 22.

e que estão formalmente incorporados ao Capital. é diferente do valor da dívida que se deseja liquidar. Se o Ativo contém os bens e direitos e o Passivo Exigível contém as obrigações. Num conceito mais técnico temos: • o conjunto de bens e direitos denomina-se ATIVO. prédios. em folha de pagamento. que é o valor contábil pertencente aos acionistas ou sócios. podemos conceituar patrimônio como tudo o que a empresa possui. na mesma proporção. ou a diferença entre o que a empresa ―tem‖ e o que ela ―deve‖. c) obrigações: dívidas da empresa. com seus fornecedores (aqueles de quem ela adquire mercadorias). assim entendidos: a) bens: estoques de mercadorias. essa equação também pode ser assim representada: Ativo – Passivo Exigível = Patrimônio Líquido. b) Reservas de Capital. e que: Obrigações = PASSIVO Exigível. trata-se do conjunto de bens. • o conjunto de obrigações denomina-se PASSIVO (mais precisamente.Patrimônio . então. veículos etc. Parcela de participação no PAT descontada dos empregados Publicado em 02/07/2002 09:07 O desconto. b) pode ocorrer que o título dado em pagamento da dívida não seja quitado na data do vencimento. Patrimônio Líquido – Conceituação Publicado em 27/06/2003 10:23 No balanço patrimonial. a diferença entre Ativo e Passivo Exigível é igual ao Patrimônio Líquido. tributos devidos. estes podem não apresentar fundos. ou por ela gerados. ―Passivo Exigível‖). que representa valores recebidos pela empresa. galpões. aluguel a ser pago.. podemos dizer. o Patrimônio Líquido é dividido em: a) Capital Social. móveis e utensílios de uso da empresa. que representam valores recebidos que não transitaram por seu Resultado como . tais como: a) o valor dos cheques ou duplicatas cedidos em pagamento. mediante a seguinte equação. Então. Considerando-se que: (Bens + Direitos) = ATIVO. Assim. De acordo com a Lei nº 6. a diferença entre o valor dos ativos e o dos passivos e resultado de exercícios futuros representa o Patrimônio Líquido. que o Patrimônio Líquido é a situação líquida do patrimônio. como por exemplo as duplicatas a receber. Contabilidade . em conta ou subconta distinta dos grupos ou subgrupos correspondentes aos gastos com o PAT ou a crédito da conta transitória que for utilizada para registro dos gastos. Vale registrar que esse tipo de operação apresenta alguns incovenientes. Conclui-se que receber ou quitar dívidas mediante endosso de títulos ou cheques a receber de terceiros requer muita cautela de ambas as partes envolvidas na operação. b) direitos: valores a receber (de clientes ou não). mas ainda a pagar etc. considerada básica na Contabilidade: (Bens + Direitos) – (Obrigações) = Patrimônio Líquido. na maioria das vezes. c) tratando-se de cheques. Portanto.do saldo de uma conta do Ativo correspondente a uma diminuição do saldo de uma conta do Passivo. do valor correspondente à participação no PAT cobrada dos trabalhadores deve ser registrado como recuperação de custos de produção ou despesas operacionais. por exemplo. suas instalações. Do Patrimônio deriva o conceito de Patrimônio Líquido. água. direitos e obrigações.Conceito Publicado em 19/04/2005 10:23 Simplificadamente.404/76. energia elétrica e telefone já consumidos.

...... no valor de R$ 33. R$ 890..... Em algumas ocasiões.00.....00. controlar ou simplesmente manusear seus recursos monetários (caixa. a saber: Valor bruto do saldo de salário ... a pessoa jurídica fará publicar. aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação... Ao preparar a rescisão contratual do funcionário em questão. deterioração ou destruição de livros.. essas perdas somente serão dedutíveis como custo ou despesas operacionais quando houver inquérito instaurado nos termos da legislação trabalhista ou quando apresentada a queixa perante a autoridade policial (art. 364 do RIR/1999).. uma vez que ele deixou de incorporar o seu patrimônio..... documentos ou papéis de interesse da escrituração.. dentro de quarenta e oito horas..... foi identificado como responsável um funcionário da empresa.. está registrado no estoque por R$ 1. extravio ou deterioração de documentos .Contabilização Publicado em 25/11/2004 08:27 Em geral.. que representam acréscimo derivado da diferença entre o valor contábil e o valor de mercado..00 Contribuição ao INSS..00) Crédito líquido.. para efeito de apuração do lucro real.00.. R$ 1... a empresa terá de providenciar a baixa do ativo......... Suponha-se que. que são também resultados obtidos... e o PIS não-cumulativo a Recuperar. 264. retidos com finalidade específica.. (R$ 110.. ressaltamos que..receitas. aplicações financeiras) e materiais (estoques para produção e/ou revenda de itens do Ativo Permanente).. procede-se aos seguintes registros contábeis: . sendo o caso noticiado na delegacia local. c) Reservas de Reavaliação. e) Lucros ou Prejuízos Acumulados. A legalização de novos livros só será providenciada depois de observada a determinação supracitada.Comunicação ao Fisco Publicado em 31/10/2005 10:00 Ocorrendo extravio...... pode ocorrer a apropriação indébita desses bens pelos próprios funcionários incumbidos de sua guarda ou mesmo o furto deles por qualquer outro empregado... Exemplo Vejamos o exemplo do furto de uma mercadoria do estoque de revenda de uma empresa comercial. (Art. ou à espera de absorção futura (quando prejuízos). §§ 1º e 2º do RIR/1999) Perdas decorrentes de furtos praticados por empregados . Contabilidade e IRPJ . Verificada a ocorrência desse fato.....607.. que representam lucros obtidos pela mesma empresa.. Todavia..... constatou-se que ele tinha um crédito líquido de apenas R$ 890.00 Na hipótese exemplificada. com base em laudos técnicos.. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. d) Reservas de Lucros.... remetendo cópia da comunicação ao órgão competente da receita federal de sua jurisdição. saldo em conta corrente bancária... o ICMS pago na aquisição.Perda.. no valor de R$ 360... que forneceu um Boletim de Ocorrência. ao órgão competente do registro do comércio. fichas.00.000...00.000. sabendo-se que o respectivo bem custou R$ 2. todas as empresas necessitam de pessoal para administrar..... mas retidos sem finalidade específica (quando lucros). ocorrido o fato. que foi demitido por justa causa..

utilizando-se o Programa Receitanet.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 360. Por exemplo.00 C . passível de restituição.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 360. para que referida quantia seja ressarcida ao estabelecimento detentor do crédito.000. indevidamente ou em valor maior que o devido.Salários a Pagar (Passivo Circulante) C .br.000.00 C .I . o valor do furto seria integralmente ressarcido por meio do seguinte lançamento contábil: D . O Pedido Eletrônico de Ressarcimento será apresentado pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica em nome do estabelecimento que houver apurado crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).00 C .PER/DCOMP Publicado em 03/06/2003 15:37 O programa PER/DCOMP tem por finalidade permitir ao contribuinte o preenchimento.gov. se o valor do crédito do funcionário fosse superior ao valor da mercadoria.PER e da Declaração de Compensação . para que referida quantia lhe seja restituída.00 C . para compensação de débitos próprios.Contribuições ao INSS a Recolher (Passivo Circulante) 110. até o limite do crédito do empregado. A Declaração de Compensação será apresentada pela pessoa física ou pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica que houver apurado crédito relativo a tributo ou contribuição administrado pela SRF. passível de ressarcimento.Salários a Pagar (Passivo Circulante) 2. que está disponível no endereço www.607. naturalmente não cabe apropriação de perdas no resultado.fazenda. considerando que a hipótese de tal desconto está prevista no regulamento interno da empresa: D . no caso de existência de seguro que garanta à empresa o ressarcimento de prejuízos decorrentes de apropriação indébita.DCOMP.Salários (Resultado) C . passível de ressarcimento.500. relativos aos tributos e contribuições sob administração da SRF.00 D .110. registrado na conta de ―Salários a Pagar‖. não haveria nenhum prejuízo a ser registrado.pela apropriação da despesa relativa ao salário e do desconto da contribuição previdenciária: D .Estoques (Ativo Circulante) 1.00 III . furto ou roubo. de R$ 2.00 Evidentemente.Estoques (Ativo Circulante) 890.Estoques (Ativo Circulante) 717. .Salários a Pagar (Passivo Circulante) 1.00 C .PIS não-cumulativo a Recuperar (Ativo Circulante) 33. quantia a título de tributo ou contribuição administrado pela SRF. ou crédito do IPI. O Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e a Declaração de Compensação deverão ser enviados à SRF por intermédio da Internet.00.00 II .Salários a Pagar (Passivo Circulante) C .receita. para envio à SRF (IN SRF nº 320/03) O Pedido Eletrônico de Restituição será apresentado pela pessoa física ou pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica que houver pago à União.PIS não-cumulativo a Recuperar (Ativo Circulante) 33. se ele tivesse um crédito líquido. Perguntas e Respostas sobre o Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação .Perdas por Apropriação Indébita e Furtos (Resultado) 1.pelo ressarcimento do valor do furto.pelo reconhecimento do prejuízo decorrente do furto (lembrando que somente a parcela não coberta pelo crédito do empregado pode ser apropriada como prejuízo): D . vencidos ou vincendos.00 Observe-se que. a validação do conteúdo e a gravação do Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento .00 C .

Marcelo Romeiro Reis. se pretende restringir as prerrogativas dos contadores. Os peritos requerem ainda que se alerte o CRC-SP para a "eventual necessidade de ressarcimento de prejuízos e perdas financeiras que eventualmente decorram do protocolo para todos os contadores peritos judiciais em face do estreitamento da área profissional. como o disposto.Considerações Publicado em 20/02/2004 14:36 O Plano de Contas é o instrumento que o profissional consulta quando vai fazer um lançamento contábil. aumentar as dos economistas e conceder aos administradores a possibilidade de realizarem perícias judiciais. relacionamos as principais dúvidas sobre o PER/DECOMP. A medida estabeleceu que estas atividades passem a ser realizadas também por economistas e administradores. a qualidade das perícias judiciais). da perda de indicações e nomeações e. podemos dizer que o Plano de Contas é um guia que norteia os trabalhos contábeis de registro de fatos e atos inerentes à empresa e serve de parâmetro para a elaboração das demonstrações financeiras (ou demonstrações contábeis). a unidade imobiliária recebida deve ser registrada no Ativo Permanente da pessoa jurídica enquanto a torna deve ser computada em conta de receita. principalmente. afirmam os peritos. Marcelo Alcides Carvalho Gomes. Para eles é ilegal e equivocado o "Protocolo de Entendimentos . Conselho Regional de Economistas de São Paulo e Conselho Regional de Administradores de São Paulo. não previsto em lei".Imóveis (AP) C . . O Plano tem por finalidade principal estabelecer normas de conduta para o registro das operações da organização. conforme exemplificado a seguir: D . O documento é de autoria de Emir Paulin.Campo de Atuação dos Profissionais Liberais nas Áreas de Administração.Tornas Recebidas em Permutas de Imóveis (CR) AP = Ativo Permanente CR = Conta de Resultado Plano de Contas . Segundo eles. João Carlos Rocco. Fonte: Gazeta Mercantil . que tira dos contadores a exclusividade das atividades de realização de perícias contábeis judiciais e extras judiciais. O objetivo da representação é que o CFC declare nulo o protocolo firmado entre o CRC-SP.Registro Publicado em 12/09/2005 09:34 Na permuta de imóvel com recebimento de torna. a medida resulta na revogação de toda a legislação profissional e unifica as profissões sem qualquer consulta aos contabilistas. Martinho Maurício Gomes de Ornelas. Conceitualmente. "Na prática. Alcedino Gomes Barbosa. Valder Luiz Palombo Alberto. A alegação é de que os conselhos regionais não teriam competência legal para firmar o protocolo e o CRC-SP não poderia abdicar do dever de fiscalizar a atividade profissional (no caso.Permuta de imóvel com recebimento de torna . Contabilidade e Economia no desempenho da atividade de Perícia Judiciais e Extra Judiciais". Veja a íntegra (somente para assinantes Boletim IOB) Peritos contra a abertura de atividades a outros setores Publicado em 13/08/2003 11:00 Oito peritos judiciais contábeis em São Paulo enviaram ao presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).Legal & Jurisprudência1 Contabilidade . Vilder Francisco e Palombo Alberto. pois indica qual conta deve ser debitada e qual conta deve ser creditada.A seguir. Hélvio de Oliveira. uma representação contra ato do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP). da possibilidade de perícias que tenham feito possam ter sua validade questionada".

interesse confiado a sua responsabilidade profissional. devem ser levados em conta três objetivos fundamentais: a) atendimento às necessidades de informação da administração da empresa. o que deve conter e outras informações sobre critérios gerais de contabilização). serviços de qualquer natureza.CEPC): a) anunciar. comprovadamente. culposa ou dolosamente. ainda. b) adoção de formato compatível com os princípios de contabilidade e com a norma legal que regula a elaboração do balanço patrimonial e das demais demonstrações contábeis (ou seja. especializações. f) manter organização contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. Importa observar que o Plano de Contas. i) solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita. . e) exercer a profissão. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. no exercício da profissão. b) assumir. quando impedido. c) adaptação. às exigências dos agentes externos à empresa (fornecedores. tanto quanto possível.Na estruturação de um Plano de Contas. mediante participação desse nos honorários a receber. n) aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. comprovadamente confiados à sua guarda. por qualquer meio. direta ou indiretamente. d) assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem. ou facilitar. sendo sempre admitida a indicação de títulos. comprovadamente. p) revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que. constitui na verdade um conjunto de normas do qual deve fazer parte. m) reter abusivamente livros. h) concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar. essa adaptação é feita quase que automaticamente. l) recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem. Na prática. alheio à sua orientação. não seja excessivamente ―diferente‖ dos modelos usualmente utilizados. conteúdo que resulte na diminuição do colega. embora atenda às exigências internas da empresa. genericamente tido como um simples elenco de contas. c) auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita. bancos. auditoria externa) e. às regras da legislação do Imposto de Renda. com comentários e indicações gerais sobre a aplicação e o uso de cada uma das contas (para que serve. supervisão e fiscalização. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. a Lei nº 6. particularmente. confiadas. ato definido como crime ou contravenção. a descrição do funcionamento de cada conta – o chamado Manual de Contas. tenha tido conhecimento. o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. trabalhos realizados e relação de clientes. Práticas vedadas ao contabilista Publicado em 20/07/2004 08:51 No desempenho de suas funções. 3º do Código de Ética Profissional do Contabilista . adotando-se um Plano de Contas que. Fisco. é vedado ao contabilista (art. da Organização Contábil ou da classe. papéis ou documentos. serviços oferecidos. j) prejudicar.404/76). g) valer-se de agenciador de serviços. o ) exerce atividade ou ligar seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas.

r) iludir ou tentar iludir a boa fé de cliente. x) publicar ou distribuir.065/95. da ASPR Auditoria e Consultoria . o Primeiro Conselho de Contribuintes tem decisões favoráveis às empresas em alguns aspectos dessa compensação. as destinações que lhe são próprias. a empresa foi autuada por ter compensado prejuízos fiscais acima do limite de 30% no ano-base de 1995. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. Em julgamento recente da Sétima Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes. o resultado líquido final apurado na confrontação entre as receitas e os custos. ao verificar num determinado ano-base a compensação de prejuízos acima do limite de 30%. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho. Segundo ela. porém. a fiscalização deve averiguar se o contribuinte obteve lucros nos períodos posteriores ao ano verificado e anteriores à data da autuação. t) intitular-se com categoria profissional que não possua. com as devidas multa e juros. impôs uma forte restrição a essa compensação. os prejuízos fiscais devem ser compensados no limite máximo de 30% do lucro líquido de cada período. Prejuízos fiscais . que apesar de ter validado a restrição de 30% no uso de prejuízos fiscais. observadas as disposições legais. Os conselheiros concluíram que. diz ele. a Maza Administração e Participações S/C Ltda conseguiu decisão que lhe foi favorável. Na prática. na profissão contábil. quando for o caso. de acordo com a proposta dos administradores ad referendum da assembléia-geral ou a decisão dos sócios.Contabilização Publicado em 21/08/2003 09:13 No encerramento do exercício social das empresas. a "trava" dos 30% acaba aumentando a carga tributária das empresas. em seu nome. trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. de empregador ou de terceiros. porém. No caso da Maza. Assim. Vale lembrar que a compensação de prejuízos fiscais é uma solução prevista na legislação e defendida pelas empresas como forma de evitar o pagamento do Imposto de Renda (IR) sobre um valor que não represente acréscimo patrimonial. u) elaborar demonstrações contábeis sem observância dos Princípios Fundamentais e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade. v) renunciar à liberdade profissional. o tribunal administrativo já uniformizou seu entendimento de forma desfavorável aos contribuintes. a fiscalização deve tratar o caso como postergação. as despesas e os encargos do período deve. em fevereiro de 2000. A Lei nº 9. como também aqueles gerados anteriormente à mudança das regras". Mas a companhia alegou que nos período entre 31 de dezembro de 1995 e a data da autuação. se houver. s) não cumprir.Decisão permite reduzir autuação Publicado em 18/11/2003 09:25 O Primeiro Conselho de Contribuintes tem concedido decisões a respeito da compensação de prejuízos fiscais que podem ser especialmente interessantes para as empresas que são alvo de autuação fiscal por não ter respeitado a limitação de 30% do lucro.q) emitir referência que identifique o cliente ou empregador. A trava de 30% já foi validada em julgamento da Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF). O consultor diz. instância máxima do Conselho de Contribuintes. Portanto. em primeiro lugar. já que reduz o montante de abatimento do lucro via compensação de prejuízos. explica o consultor Pedro César da Silva. no prazo estabelecido. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. com quebra de sigilo profissional. estatutárias ou contratuais pertinentes. depois de regularmente notificado. a partir daí. teve lucros suficientes para compensar a parcela excedente à trava de . alterando ou deturpando o exato teor de documentos. "Esse julgamento desfavorável alcança não somente os prejuízos apurados de 1995 em diante. a autuação lançará somente a diferença do valor do tributo. Assim. ser transferido para a conta de lucros ou prejuízos acumulados (classificável no patrimônio líquido) e. Prejuízo apurado no exercício . uma empresa que acumulou prejuízos fiscais pode compensar as perdas anteriores com os lucros tributáveis. receber. Se por acaso houve lucros e os ganhos foram suficientes para absorver os prejuízos compensados indevidamente. por exemplo. salvo quando autorizado por eles.

em síntese. em contraprestação à garantia de cobertura de perdas que o segurado eventualmente venha a sofrer. caso a empresa tenha tido lucros suficientes para compensar todos os prejuízos fiscais aproveitados. é passível de registro no passivo exigível da segurada. é feito extracontabilmente. o procedimento contábil normalmente utilizado é o registro do valor total do respectivo prêmio em conta de ―Prêmio de Seguro a Apropriar‖. ao preço cobrado pela seguradora. pela parcela paga. no ativo circulante (e realizável a longo prazo. entre outras finalidades. Como exemplos. A decisão do conselho estende o entendimento para as bases negativas da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). o pagamento se restringirá à diferença.Pagamento parcelado Publicado em 28/07/2004 08:43 Na hipótese de o seguro ser contratado com o pagamento parcelado do prêmio. mas servem. e de ―Prêmio de Seguro a Pagar‖. e a baixa do passivo se dá por ocasião dos pagamentos das parcelas. o conselheiro Carlos Alberto Gonçalves Nunes diz que as decisões administrativas "têm se posicionado no sentido de que a fiscalização deve recompor os resultados da pessoa jurídica para evitar cobrar tributos em um período para restitui-lo depois. Contabilidade . . que corresponde.Previsões . que neste particular é extensiva às demais empresas tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro real. cuja contrapartida é uma conta de passivo.30%. Vê-se. numa conjuntura econômico-administrativa. cuja apropriação no resultado deve ser feita na proporção do transcurso do prazo de cobertura do seguro. classificável no Ativo Circulante (e no Realizável a Longo Prazo.Conceito Publicado em 09/11/2005 09:02 O ato de prever. A apropriação do prêmio como despesa ou custo de produção é feita com base no regime de competência. durante o prazo de vigência do seguro. cujo prêmio é devido pela segurada à seguradora. se for o caso).Prêmios de seguro . e portanto. no passivo circulante (e exigível a longo prazo. as previsões não fazem parte da terminologia contábil. está garantida a cobertura de sinistros sobre os bens objeto do seguro.Prêmio de seguro . na fração que corresponde ao tempo transcorrido. que está sendo registrado em ―Despesas Antecipadas‖ uma parcela do prêmio que ainda não está paga. O tratamento será o do imposto pago em atraso". em contrapartida ao registro da despesa antecipada em conta de ativo. se for o caso). Conforme a situação. Isso é devido ao fato de que. com custos administrativos desnecessários para a administração" e para o contribuinte. com multa e juros. Com base nisso. se eventualmente o prazo de cobertura do seguro ultrapassar a data de encerramento do exercício seguinte). O argumento foi acolhido pelos conselheiros. diz o consultor Silva. os prêmios de seguro pagos e ainda não incorridos devem ser mantidos em conta própria de "Despesas Antecipadas". ao cálculo estimado das provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo cujos valores não sejam líquidos e certos. de compras. portanto. Segundo a sistemática de classificação de contas implantada pela Lei das Sociedades por Ações. de resultados etc. os prêmios pagos constituem despesas antecipadas. em contrapartida a contas de disponibilidades. citamos as previsões de Caixa. embora fundamentado na estrutura dos registros contábeis.Contabilização Publicado em 06/07/2005 09:26 A contratação de um seguro enseja o pagamento do prêmio. Nessas condições. em virtude da ocorrência do evento estipulado na apólice. por força de contrato. pediu o tratamento de postergação do tributo e não da simples falta de pagamento. Fonte: Valor Econômico Contabilidade . de custo de fabricação. Contabilidade . Portanto. "A decisão é interessante porque pode auxiliar muitas empresas a reduzir de forma sensível o valor da autuação fiscal. Em seu relatório. em despesas antecipadas. de vendas. pela parcela a pagar.

c) princípio da continuidade. comprova-se a eficácia do princípio da entidade pelo fato de que a empresa apresenta sua declaração de Imposto de Renda e seus sócios apresentam. Assim. independentemente do pagamento. pela empresa. do valor devido. ou seja. que será pago somente em dezembro. pela empresa.Contabilidade . deve ser contabilizado como despesa do mês de novembro. Principios Fundamentais da Contabilidade Publicado em 27/04/2005 13:01 São os seguintes os Princípios Fundamentais da Contabilidade: a) princípio da entidade. sua própria declaração. Portanto: • uma receita é considerada realizada no momento em que os bens ou serviços são fornecidos pela empresa a seu cliente. a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes. independentemente do recebimento. • uma despesa é considerada incorrida no momento em que ocorra o consumo de bens ou a utilização de serviços. cada um. Contabilidade . Portanto. a receita de venda deverá ser contabilizada no mês de novembro. a Contabilidade da empresa registra somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa. que determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior para os do Passivo. segundo o qual a empresa deve ser considerada como um organismo em movimento . por exemplo: a) numa venda feita em novembro para recebimento em dezembro. independentemente de pertencer a uma pessoa. do valor correspondente à venda.Princípio da entidade .Princípio Contábil da Competência Publicado em 29/09/2005 10:18 De acordo com o Princípio Contábil da Competência as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa do período em que ocorrerem. um conjunto de pessoas. uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade. b) o aluguel do mês de novembro. Segundo esse princípio. e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios. Na prática. segundo o qual o patrimônio da empresa (entidade) não se confunde com o dos seus sócios ou proprietários.Conceito Publicado em 25/05/2005 11:19 O princípio da entidade reconhece o patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial. sempre simultaneamente quando se correlacionarem. independentemente de recebimento ou pagamento. sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para o registro contábil. com ou sem fins lucrativos. b) princípio da prudência (também conhecido como ―conservadorismo‖). o patrimônio da empresa (entidade) não se confunde com o dos seus sócios ou proprietários.

na sua essência. f) princípio da atualização monetária.Despesas antecipadas (AC) Vales-refeição C . inclusive para fins societários (art. g) princípio da competência.Obrigações com Pessoal (PC) Salários e ordenados a pagar C .Registro contábil Publicado em 28/01/2005 08:28 As empresas que adquirem vales-refeição para distribuir aos seus funcionários devem contabilizar como segue sugestão: Pela aquisição de vales-refeição D . a qual deve concretizar seus objetivos continuamente. É a ―entidade em marcha‖. independentemente de recebimento ou pagamento. que.Despesas Operacionais (PC) PAT .Despesas Operacionais (CR) . direitos e obrigações). venda. ainda que somente exista razoável certeza da ocorrência.Fornecedores (PC) Empresa Restaurante Ind. investimentos etc. deve ser feito o registro das variações patrimoniais. ou seja. d) princípio do registro pelo valor original. Não obstante permaneça inalterado este princípio.refeições adquiridas de terceiros C . pelo valor de aquisição (valor de entrada dos bens.249/95). 4º da Lei nº 9. Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT) – Utilização de restaurante de terceiro – Tratamento contábil Publicado em 01/02/2005 08:14 Empresa que se utiliza de restaurante terceirizado para atender seus funcionários deve contabilizar as respectivas operações como segue sugestão: Pelo fornecimento das refeições da contratada: D . segundo o qual as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa do período em que ocorrerem. determina que os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações. e não pelo valor que poderia ser obtido quando forem vendidos. sempre simultaneamente quando se correlacionarem.Fornecedores (PC) Empresa ―X‖ Ltda Pelo fornecimento de vales-refeição aos funcionários D . consumo.constante e contínuo de produção. os bens serão sempre avaliados pelo custo de aquisição (custo histórico). que determina que as mudanças nos Ativos e no Passivo. É por isso que são feitas as chamadas ―provisões‖. todas as variações sofridas pelo patrimônio da empresa sejam contabilizadas logo que ocorrerem. compra.96 foi revogada a correção monetária das demonstrações financeiras e vedada a utilização de qualquer sistema de correção. desde 1º. desde que devidamente estimável. ainda que seus valores sejam apenas razoavelmente estimados e que a respectiva documentação seja posteriormente complementada. Com. Portanto.Vale-refeição . e) princípio da oportunidade.01.Adquirido de terceiros CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) . segundo o qual os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis por meio do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais.Despesas Operacionais (CR) PAT . ou seja. Ltda Pela participação dos funcionários no custo das refeições: D . Como a empresa terá atividades por um período indefinido.

357. 29 do Decreto-lei nº 2. Assim. em face da revogação do art. parágrafo único. Não se confunde.1997. deixaram de existir quaisquer limites.. O registro contábil do pró-labore devido aos sócios. respondendo a consulta formulada por contribuinte. 357 do RIR/1999). as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem deduzir a totalidade dos valores pagos a esse título como custo ou despesa operacional. diretores ou administradores da pessoa jurídica (art. que o valor dos custos de aquisição de programas de computador deve ser registrado no ativo imobilizado. diretores ou administradores e titulares de empresas individuais (atualmente empresário) e dos respectivos encargos sociais pode ser efetuado da seguinte forma: D . tanto para efeito da apuração do lucro real como para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. com valores correspondentes a lucros. diretores ou administradores e titulares de empresas individuais (atualmente empresários) percebem pelo seu trabalho.IR Fonte a Recolher (PC) C . e as que.01.Programa de Alimentação do Trabalhador.Registro Publicado em 25/11/2005 08:37 O pró-labore é a remuneração que os sócios. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . Anteriormente. do RIR/1999).Despesas Operacionais (CR) Programa de Alimentação do Trabalhador AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado Programas para computador – Amortização Publicado em 17/10/2001 09:10 Os custos e as despesas de aquisição e desenvolvimento de logiciais (software) utilizados em processamento de dados.430/1996 (art. portanto. Desde 1º. não publicado no DOU).Despesas Antecipadas (AC) Vales-refeição Pela participação dos funcionários no custo das refeições D . C .341/1987 pela Lei nº 9. cabe observar que não são dedutíveis as retiradas não debitadas em custos ou despesas operacionais. aos quais as pessoas citadas façam jus em decorrência da participação societária. devem ser ativados.INSS a Recolher (PC) . mesmo escrituradas nessas contas. ou contas subsidiárias. o Fisco afirmou (Parecer CST nº 957/83 – parecer interno.Obrigações c/o Pessoal (PC) Salários e Ordenados a pagar C . na legislação do Imposto de Renda. Todavia.Pró-Labore (CR) C . podendo ser amortizados no prazo mínimo de cinco anos (IN SRF nº 4/85). acrescentando que o prazo mínimo admitido para sua amortização é de cinco anos. I. não correspondam à remuneração mensal fixa por prestação de serviços (art. XIII). 88.Pró-labore . para a dedução da remuneração mensal dos sócios.

quando couber.Cálculo e Contabilização Publicado em 30/12/2004 09:16 As entidades de ensino. Mestrado.C .PROUNI . para que possam beneficiar-se da isenção de impostos e contribuições durante o período de vigência desse benefício (prazo de 10 anos). (3) Com referência às doações. Doutorado e outros). devem ser respeitadas. COFINS e PIS-Pasep (2) O beneficio de isenção será aplicado sobre a receita de bruta dos serviços prestados na atividade de ensino superior de cursos de graduação.Pró-Labore a Pagar Contabilidade . ou cursos seqüenciais de formação especifica (Pós-Graduação. as normas que disciplinam a atuação das entidades beneficentes de assistência social na área da saúde. CSL. entendemos que deverá proceder ao cálculo da gratuidade a ser contabilizado da seguinte forma: Receita Bruta da Venda de Serviços (+) Receita de Aplicações Financeiras (+) Receita de Locação de bens (+) Receita de venda de bens não integrantes do ativo imobilizado (+) Doações Particulares = Base de Cálculo x 20% = Aplicação permitida em gratuidade Notas (1) Os tributos isentos são: IRPJ. .

Exemplo Receita Bruta R$ 500.000.00 Doações recebidas R$ 30.00 2) Pelo registro da doação das mensalidades conforme registro no PROUNI: D – Bolsas de Estudo PROUNI (CR) C – Mensalidade escolares a receber (AC) 122.000.00 Aplicação Financeira R$ 20.00 AC .000.000.00 Base de Cálculo R$ 610.000.000.Ensino (CR) 500.Ativo Circulante CR .000.00 Venda de Bens R$ 50.Contas de Resultado .000.000.00 Aluguel R$ 10.00 Registro Contábil: 1) Pelo registro das mensalidades a receber de todos os alunos: D – Mensalidade Escolares a Receber (AC) C – Receita de Prestação de Serviços .00 Percentual 20% Valor a ser aplicado R$ 122.

é aceitável o registro da provisão somente no final do ano-calendário ou por ocasião do levantamento de balanços/balancetes de suspensão/redução da estimativa mensal. na data do levantamento do balanço anual. hipótese em que a não-constituição mensal da provisão provoca distorções no custo da produção mensal. 337 do RIR/99). O registro mensal da provisão ocorre por meio dos seguintes lançamentos: DCDC13º Salário (CR) Provisão para 13º Salário (PC) Encargos sobre 13º Salário (CR) Provisão para 13º Salário e Encargos Sociais (PC) . se a empresa apura seus resultados trimestralmente (balanços/balancetes trimestrais). é importante a apropriação mensal (ou. No caso de empresa optante pela estimativa (balanço anual). para as empresas de seguros e outras) ou. a finalidades fiscais (apuração do lucro real). os gastos incorridos com essa gratificação.13º salário . por todos os meses do ano. Cabe observar que. Atente-se que a dedução da despesa registrada com a constituição dessa provisão é expressamente admitida pela legislação do Imposto de Renda (art. Contabilidade . optou pelo pagamento mensal do imposto por estimativa e somente venha a apurar resultados em 31 de dezembro. para as companhias abertas. do Banco Central. Sob o aspecto contábil. em qualquer caso é recomendável a apropriação mensal da provisão. normalmente. para as instituições financeiras. mesmo estando sujeita a essa forma de tributação. alternativamente. classificáveis no Passivo Circulante. para atender fielmente ao regime de competência. O valor a ser provisionado é calculado na base de 1/12 da remuneração mensal dos empregados que tiverem trabalhado. o provisionamento mensal do 13o salário não tem efeitos fiscais. de maneira uniforme. no mínimo. quando referentes ao pessoal de setores de vendas ou administrativo.245/2004) Provisão de Férias – Momento de sua constituição Publicado em 27/02/2003 09:31 Sob o aspecto fiscal. à exigência de legislação específica (da CVM. cabendo ajuste do valor provisionado nos meses anteriores na ocorrência de reajustes salariais.(Medida Provisória nº 213/2004 e Decreto nº 5. da Susep. o que é indispensável nas empresas que levantam balanços ou balancetes durante o ano. tendo como contrapartida contas de “Provisão para 13o Salário” e “Provisão para Encargos Sociais sobre o 13o Salário”. em tal hipótese. A provisão para o 13o salário e os respectivos encargos incidentes devem ser registrados como custo de produção. uma única conta de “Provisão para 13o Salário e Encargos Sociais”. todavia. quando referentes ao pessoal de setores produtivos.Provisão e classificação contábil Publicado em 30/11/2005 09:09 A provisão mensal para o 13o salário é uma prática pela qual são distribuídos. quinze dias no mês. ou. Portanto. se a empresa não for tributada pelo Imposto de Renda com base no lucro real ou. para fins gerenciais. ou como despesa operacional. trimestral) das despesas com férias e respectivos encargos sociais. exceto no caso de empresas industriais que tenham sistema de custos integrado e coordenado com a contabilidade geral. já deverá ter quitado integralmente a gratificação natalina devida aos seus empregados no ano. simplesmente. ao menos.

Lucros ou Prejuízos Acumulados (PL) C . o saldo da provisão deve ser transferido (no todo ou em parte. a contabilização é feita mediante a débito da conta de Apuração do Resultado do Exercício e a crédito de Provisão para o Imposto de Renda mo Passivo Circulante.Provisão para o Imposto de Renda (PC) (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 .Regularização Publicado em 19/09/2005 09:31 O contribuinte que deixou de contabilizar ou registrou a Provisão para o Imposto de Renda por valor menor que o devido deve. no Passivo Exigível a Longo Prazo. regularizar sua situação contábil pelo registro do valor da provisão (ou da diferença a menor apurada). por ocasião do seu pagamento irá contabilizar o valor da gratificação paga diretamente em conta de custo ou despesa. no curso do período de apuração seguinte. À medida que se realize o lucro diferido.ou. conforme tenha sido o montante do lucro realizado) do Passivo Exigível a Longo Prazo para a conta de Provisão para o Imposto de Renda. a débito da conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados. Os pagamentos que caracterizam adiantamento usualmente são registrados em conta própria do Ativo Circulante e baixados por ocasião da quitação da gratificação (em dezembro ou no mês da rescisão do contrato de trabalho). conforme demonstrado a seguir: D . sua contabilização é feita mediante débito da conta de Apuração do Resultado do Exercício e crédito de Provisão para Imposto de Renda sobre Lucros Diferidos.Provisão para o Imposto de Renda . provisão para Imposto de Renda. no Patrimônio Líquido. devidas ou creditadas aos funcionários constem da folha de pagamento de salários.Provisão para o Imposto de Renda . os cheques ou as autorizações de débito em conta corrente bancária utilizados para o pagamento do 13º salário devem ser contabilizados. b) provisão para Imposto de Renda sobre lucros deferidos. classificado no Passivo Circulante.Classificação Contábil Publicado em 21/09/2005 09:18 A pessoa jurídica deverá constituir obrigatoriamente em cada período de apuração. relativo ao imposto devido sobre o lucro real e sobre os lucros cuja tributação tenha sido diferida. com efeitos retroativos ao início do período de apuração. debitando-se à conta ―Adiantamento de 13º Salário‖. Falta da constituição da provisão do 13º salário Publicado em 13/12/2004 08:23 Se a empresa não provisionou mensalmente o 13º salário. . a saber: a) provisão para Imposto de Renda cujo montante deve ser pago no ano-calendário subseqüente. conforme o caso. alternativamente: DC13º Salário e Encargos Sociais (CR) Provisão para 13º Salário e Encargos Sociais (PC) Baixa da provisão do 13º salário por ocasião da contabilização da folha Publicado em 17/12/2004 09:08 Em função de a legislação previdenciária exigir que todas as verbas pagas. desse mesmo período de apuração (observado-se que o valor provisionado é indedutível para fins de apuração do lucro real). Nesse caso a provisão para Imposto de Renda receberá duas classificações contábeis.Ausência de registro ou contabilização por valor menor que o devido .Questão nº 493) Contabilidade . e os valores da gratificação paga e dos respectivos encargos sociais devem ser baixados da conta de provisão somente por ocasião da contabilização da folha de pagamento. Contabilidade . mediante lançamento de ajuste em contas próprias.

Conceito Publicado em 08/11/2005 09:08 As provisões. para fins fiscais. há restrições quanto à sua dedutibilidade. as quotas liberadas adquiridas pela sociedade devem ser destacadas como dedução da conta do Patrimônio Líquido que registrar a origem dos recursos aplicados em sua aquisição. temos: a) provisões estimativas de perdas no Ativo: a.5 e 10. Quotas liberadas adquiridas pela sociedade . Essa conta. b. Atualmente. Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questão nº 486) Contabilidade . b.2) provisão para ajuste do custo dos bens do Ativo ao valor de mercado. Contudo. porventura existente).5.5) provisão para Imposto de Renda etc. as quotas liberadas serão redutoras da conta de Lucros Acumulados. Se não houver contas de reservas. para o reconhecimento de autênticas despesas incorridas (por exemplo: provisão para férias e provisão para 13º salário.2) provisão para férias e encargos. Contabilmente. que serão pagas ou apuradas no próprio período-base ou no(s) período(s)-base subseqüente(s). além das provisões técnicas das companhias de seguro e de capitalização e das entidades de previdência privada. Como se observa.3) provisão para 13º salário e encargos.1) provisão para perdas prováveis na realização de investimentos. b) provisões para exigibilidades: b. a. no qual serão contabilizadas.4) provisão para contingências.Provisões . entre outras). Art. será uma reserva de lucro ou de capital (exceto a Reserva de Correção Monetária do Capital Social. a terminologia “provisão” é freqüentemente utilizada. cuja constituição é exigida pela legislação especial a elas aplicável (arts. b. na prática. é admitida a dedução apenas da provisão para férias e encargos e da provisão para 13º salário e encargos. 335 a 338 do RIR/1999). b.1) provisão para gratificações a empregados. em geral. estimadas ou não. . correspondem a despesas e prováveis perdas (no Ativo) pertinentes a determinado período-base em que incorrerem.(Subitens 10. 339 e 409 do RIR/1999.Registro contábil Publicado em 11/03/2005 09:09 No balanço.1 do Parecer Normativo CST nº 108/1978.

004/2004. .00 PL= Patrimônio Líquido AC= Ativo Circulante Contabilidade . b) periodicidade de reavaliação. Considerando-se.6 . entre outros aspectos. d) critérios de reavaliação. que o sócio retirante participasse do capital social da referida sociedade com 10. por mera hipótese.000. g) realização da reserva de reavaliação. uma vez que os saldos relativos às contas que serviram de lastro para essa operação não serão alterados. Exemplo de registro contábil da aquisição das quotas liberadas.00). que estabelece os critérios e procedimentos a serem observados para o registro contábil e a divulgação da reavaliação de bens do Ativo Imobilizado.000 quotas. (Resolução CFC nº 1.Reavaliação de Ativo Imobilizado . d) o efeito no resultado do exercício. h) reavaliação de ativos por controladas e coligadas.004/2004) Reavaliação de Ativos – Notas explicativas Publicado em 25/04/2005 10:25 Em notas explicativas devem ser divulgadas as informações sobre a reavaliação efetuada pela empresa.Quotas em Tesouraria (PL) C . amortização ou exaustão dos bens reavaliados. oriundo de depreciações. b) o histórico e a data da reavaliação.00 (o que perfaz R$ 10.Normas aplicáveis Publicado em 09/09/2005 09:05 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou a NBC T 19. no valor nominal de R$ 1. por meio da Resolução CFC nº 1. somente no ano da reavaliação). e que a aquisição tenha sido efetuada por esse valor. e) contabilização da reavaliação. tal operação seria contabilizada como se segue. dispondo. D .O lançamento contábil relativo à aquisição das quotas liberadas deverá ser feito a débito de conta própria.Reavaliação de Ativo. destacando: a) as bases da reavaliação e os avaliadores (este item. amortizações ou exaustões e baixas posteriores. f) cálculo dos encargos de depreciação. c) reavaliação parcial. sobre: a) hipóteses de reavaliação.Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) 10. c) o sumário das contas objeto da reavaliação e os respectivos valores.000.

A distinção que fazemos .... com base em índice que refletisse... pela prestação de serviços etc.000.. variação geral de preços.Conceitos Publicado em 15/10/2003 09:56 Podemos dizer que: a) receita é a renda que a empresa obtém pelas vendas de mercadorias e produtos..2) para que uma empresa industrial fabrique determinado produto. inicialmente... 2º da Lei nº 8..000.12... Nota O art... Cabe observar que custo e despesa têm....000. representará um custo com a elaboração do produto e..Receitas de Exercícios Futuros (REF) C . a mercadoria adquirida seja registrada em conta de Estoques). e f) o tratamento e os valores envolvidos quanto a impostos e contribuições e correção monetária especial (art. ou seja..404/1976).No exercício seguinte. deverá ser apropriado o restante das receitas D .. 181 da Lei nº 6. mas referente a 31.20x2 D ...Por ocasião do recebimento do aluguel D .. (quer receba os valores a vista ou não).........200/1991) eventualmente contida na reserva de reavaliação. O gasto com a aquisição da mercadoria comercializada é classificado como “custo da mercadoria vendida” (ainda que. b.. Essa correção (facultativa) pôde ser registrada até a data do balanço de encerramento do período-base de 1991.Caixa/Banco (AC) C .. R$ 6. Custo e Despesa ....00 (prazo de locação: 1º.. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado.00 Receita..12.20x2 a 31. por parte da empresa locadora..Receita de Exercícios Futuros (REF)....... R$ 12...1991.Registro Publicado em 22/06/2005 09:36 No grupo de Resultados de Exercícios Futuros devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros. ainda..... Por exemplo: b...Por ocasião do fechamento do Balanço Patrimonial em 31. luz.00 2 ....... Exemplo Empresa “A” aluga um imóvel à empresa “B” para a realização de um evento. ela primeiramente adquire essa mercadoria. 2º da Lei nº 8.Receitas de Aluguel (RE) .. na prática. antes do Patrimônio Líquido.000. O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro. Contabilidade . comporá o valor deste.. com os juros de empréstimos bancários (despesas financeiras) etc.... assim..... os gastos com as vendas (comissões pagas a vendedores).200/1991 permitiu que as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real efetuassem correção especial das contas do Ativo Permanente. recebendo antecipadamente o valor de R$ 12..... diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes (art.. c) despesa é o gasto com as demais “utilidades”. ao final do mês de Jan/20x3.. R$ 6...1) para que uma empresa comercial venda uma mercadoria... com a administração da empresa (aluguel.Recebimento antecipado de aluguéis . água... Esse grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial.. Essa matéria-prima. telefone)..20x3). ela primeiramente adquire a respectiva matéria-prima. em nível nacional..Receitas de Aluguel (RE) .01..... o gasto diretamente relacionado com a prestação de determinado serviço.. desde que não haja compromisso..Receitas de Exercícios Futuros (REF) C . quando consumida (utilizada no processo de produção). b) custo é o gasto relativo à aquisição ou produção de um bem de venda ou de uso ou.01. por um período de dois meses. Dezembro/20x2) 3 ..e) o tratamento quanto a dividendos e participações..00 (Ref.. o mesmo significado (gasto). 1 .

O direito à dedução como despesa deverá ser exercido no momento em que se completar a aquisição do bem e exteriorizado pelo lançamento contábil correspondente.. em conta do Ativo Circulante representativa do valor antecipado (por exemplo. na subconta antecipações de Imposto de Renda). ou b) qualquer que seja o custo do bem.Documento hábil para contabilização como despesa Publicado em 24/03/2004 12:57 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 10/76. a legislação do Imposto de Renda (art. Contabilidade . conhecimentos. os descontos obtidos. há de ser feita com os documentos de praxe. uma vez que está dentro do limite .entre ambos decorre da técnica de registro dos gastos e de sua apresentação na Demonstração do Resultado do Exercício.20X1 uma calculadora cujo custo de aquisição foi de R$ 250. O importante é serem de idoneidade indiscutível. auferidos pelo contribuinte no período de apuração. Portanto. art. seu prazo de vida útil não ultrapasse um ano. desde que: a) esse custo unitário não seja superior a R$ 326. contratos. II). durante o curso do ano-calendário. o lucro na operação de reporte e o prêmio de resgate de títulos ou debêntures e os rendimentos nominais relativos a aplicações financeiras de renda fixa. etc. quando for o caso (Lei 9.Questão nº 612) Registro contábil da aquisição de bens duráveis de valor irrelevante Publicado em 04/03/2005 09:22 Como regra.718/98. Recibo . isto é. O custo de aquisição desse bem pode ser debitado como despesa.01. notas fiscais. recibos. Quando referidas receitas forem derivadas de operações ou títulos com vencimento posterior ao encerramento do período-base poderão ser rateadas pelos períodos a que competirem (RIR/99. que são compensados com o Imposto de Renda apurado com base no lucro real em 31 de dezembro (e com a CSL). endereço e número do CNPJ da pessoa jurídica. 9º e 17.00. desde que a lei (Estadual ou Municipal) não imponha forma especial. Entretanto. 301 do RIR/1999) permite deduzir como despesa operacional o custo de aquisição de bens que por sua natureza seriam classificados no Ativo Imobilizado.Contabilização Publicado em 14/06/2005 10:03 Os valores recolhidos com base na estimativa (tanto o IR como a CSL).61. como receitas financeiras. a comprovação de despesas e receitas. as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte em função da taxa de câmbio ou de índices ou coeficientes aplicáveis por disposição legal ou contratual serão consideradas.Imobilizado. Exemplo Vamos admitir que a empresa ―Z‖ adquiriu em 15. o recibo fornecido. A partir de 1º de janeiro de 1999. poderá ser contabilizado como despesa dedutível. os bens destinados à exploração do objeto social e à manutenção da atividade da empresa devem ser classificados e contabilizados no Ativo Permanente . contendo o nome. desde que a despesa seja necessária às atividades da empresa. compõem as receitas financeiras e como tal deverão ser incluídas no lucro operacional. 373). devem ser contabilizados. art. qualquer que seja a sua natureza. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . onceito de Receitas Financeiras Publicado em 27/08/2002 09:08 Os juros recebidos. para efeitos da legislação do imposto de renda.Recolhimento estimado .

00 Registro contábil da provisão para perda de estoques de livros Publicado em 30/03/2004 10:57 As pessoas jurídicas e as que lhes são equiparadas pela legislação do imposto sobre a renda que exerçam as atividades de editor. até o seu valor. os registros relativos à constituição da provisão para perda de estoques. então.000. distribuidor e de livreiro poderão constituir provisão para perda de estoques. . sem fazer parte de um conjunto. c) a perda efetiva será efetuada a débito da conta redutora do estoque. à reversão dessa provisão.). à perda efetiva do estoque e a sua recuperação serão efetuados da seguinte forma: a) a constituição da provisão será efetuada a débito da conta de resultado e a crédito da conta redutora do estoque. devedores por duplicatas etc. b) a reversão da provisão será efetuada a débito da conta redutora do estoque. d) a recuperação das perdas que tenham impactado o resultado tributável. A titulação dessa conta é feita pelo contabilista para que melhor represente esses registros no seu universo de contas. a que se refere a letra "a".Banco Conta Movimento (Ativo Circulante) 250.e a crédito da conta de estoque. Seqüencialmente ela deve ser: a) creditada em contrapartida do registro do valor obtido pela venda do bem. da seguinte forma: D .custos ou despesas . segue exemplo de contabilização: Registro do desconto: D D C Bancos conta Movimento (AC) Despesas Financeiras a Apropriar (AC) Duplicatas Descontadas (AC) 800.00 AC = Ativo Circulante Registro contábil do ganho na alienação de bem do Ativo Imobilizado Publicado em 15/04/2005 16:41 Os resultados obtidos na alienação de bem do Ativo Imobilizado são apurados em uma conta de resultado. e a crédito da conta de resultado.Bens de Valores Irrelevantes (Conta de Resultado) C .00 1. Com base em valores e dados meramente ilustrativos. correspondente a 1/3 (um terço) do valor do estoque existente naquela data (IN SRF nº 412/2004. O seu registro contábil pode ser feito. a débito da conta de resultado .2004).00 200.000. de tais títulos. pelo banco. publicada no DOU de 30. em disponibilidades (Caixa ou Bancos) ou em créditos a receber (clientes. geralmente os de mercado para esse tipo de operação. e o excesso. a débito da conta patrimonial e a crédito da conta de resultado. mediante a cobrança de despesas bancárias e dos juros correspondentes.Registro contábil das Duplicatas Descontadas Publicado em 16/08/2005 09:49 A operação de desconto de duplicatas consiste basicamente na compra a vista. Contabilidade . Contábilmente.03.00 Registro da baixa pelo recebimento: D C Duplicatas Descontadas (AC) Clientes (AC) 1.61 e também por possuir utilidade por si mesmo.fiscal de R$ 326. Pode ser sugerida: ―Ganhos ou Perdas de Capital‖. calculada no último dia de cada período de apuração do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL). no grupo Resultados NãoOperacionais.

e não ao valor do imposto líquido no período.00 Na DRE. finalmente. se credor. a crédito de conta do Passivo Circulante (ICMS a Recolher). ou perda de capital na alienação do bem.000. e a crédito de título próprio da conta ou subgrupo de impostos a recolher.00) R$ 100. se houver. Exemplo Admitindo-se uma empresa que.000. correção monetária ou reavaliações.00. em seguida. não afetando.Deduções da Receita Bruta) C . que deva ser recolhido aos cofres do Estado. o registro do imposto será: D .Deduções da Receita Bruta) C . Exemplo A contabilização de uma venda a prazo. c) creditada. Em ambos os casos será o resultado absorvido pela conta de Resultado do Exercício.00. no valor total de R$ 5. representará ganho de capital. pela baixa do valor da depreciação acumulada. de forma similar à do ICMS. cujo ISS incidente seja de R$ 5.ISS (R$ 5. O saldo.00 (alíquota de 5%).Receita de Vendas (CR) e D . portanto.ISS a Recolher (Passivo Circulante) R$ 5. Registro contábil do ICMS sobre vendas Publicado em 03/02/2005 08:16 No caso do ICMS. o valor a ser debitado em conta de Resultado. será registrado a débito de conta retificadora da receita bruta de prestação de serviços. no Passivo Circulante.ICMS a Recolher (PC) 900.000. registrada na conta correspondente ao bem.00 AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Registro contábil do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) Publicado em 04/02/2005 09:23 5.b) debitada. no mês de novembro/20X1. o resultado do exercício. tenha auferido receitas de prestação de serviços no valor de R$ 100.000. inclusive acréscimos.000.00 .Clientes (AC) C . Isso porque o valor do imposto recuperável deve ser excluído do respectivo custo e registrado em conta própria de ―ICMS a Recuperar‖ (no Ativo Circulante) ou diretamente a débito da conta de ―ICMS a Recolher‖ (no Passivo Circulante). tendo o ICMS (incluso no preço) incidido à alíquota de 18%.ISS sobre Serviços Prestados (Conta de Resultado .00 O Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS). procede-se da seguinte forma: D . teremos a seguinte disposição: Receita Bruta de Prestação de Serviços (–) Deduções da Receita Bruta Impostos e Contribuições . pela baixa do custo do bem.000. no resultado. mediante a aplicação de alíquota prevista na legislação do município de ocorrência do fato gerador. quando incidente proporcionalmente sobre a receita de prestação de serviços. se devedor. após os lançamentos. deve corresponder ao total destacado nas notas fiscais de vendas.000.ICMS sobre Vendas (CR .

no ativo circulante (art. são decorrentes de erros no registro da movimentação dos estoques e. na determinação do lucro real. desse modo. Posteriormente. Na maioria das vezes. a despesa não atender aos requisitos de dedutibilidade estabelecidos na lei tributária. O Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99) dispõe que: 1 . partes envolvidas etc. recibos etc. todavia. e será registrado em conta do subgrupo de impostos a recuperar no ativo circulante. Regras básicas para sabermos se uma despesa é dedutível Publicado em 10/05/2002 09:05 Há alguns tipos de despesas que contam com vários dispositivos expressos definindo a sua indedutibilidade ou dedutibilidade condicionada. b) serem necessárias. conforme sejam apuradas faltas ou sobras. quantidades..). O valor do imposto retido deve ser contabilizado em conta própria do subgrupo ou conta de impostos a recuperar. operações ou atividades da empresa (art. Na maioria dos casos. sendo devidamente identificadas (art.São operacionais as despesas não computadas nos custos (art. c) estarem devidamente comprovadas e escrituradas. caput). e b) quer pelos aspectos intrínsecos (identificação da operação. a regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil é efetuada mediante registro a débito ou a crédito da conta ―Estoques‖. presumido ou arbitrado. no período-base em que forem satisfeitas as exigências da lei fiscal. 299. 773 do RIR/99). devendo a pessoa jurídica fazer as adições correspondentes ao lucro líquido quando. o lançamento relativo ao ajuste terá como contrapartida a conta de Custo das MercadoriasVendidas.). a saber: a) não constituírem inversões de capital. Pode ocorrer. 251): a) quer pelos aspectos formais (faturas. valores. limitada ou incentivada.Cofins Registro das mutações patrimoniais … … Publicado em 31/08/2004 11:01 O Parecer Normativo CST nº 34/81 esclarece que as mutações patrimoniais devem ser registradas na escrituração comercial segundo o regime de competência. 2 .São necessárias as despesas pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pelas atividades da empresa e que sejam usuais ou normais no tipo de transações. que também deverá ser feita na determinação do lucro real. Nesses casos. notas fiscais. §§ 1º e 2º). respectivamente. caberá a dedutibilidade. 3 .As despesas sejam registradas em escrita com forma contábil. além de serem pouco significativas. inexiste um dispositivo legal que trate especificamente da maioria das despesas. tais divergências. que sejam de grande monta as faltas detectadas no confronto entre os saldos apurados no inventário físico e aqueles registrados nas fichas de . a dedutibilidade das despesas é admitida se forem observadas as quatro regras gerais básicas.PIS-Pasep . Regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil Publicado em 19/05/2004 09:59 Na contabilidade. 299. Registro do imposto retido na fonte sobre aplicações financeiras Publicado em 29/07/2003 08:57 O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre rendimentos de aplicação financeira é compensável com o imposto devido pela empresa com base no lucro real.

ou seja. c) o prêmio recebido na emissão de debêntures. 4º do Decreto nº 64. nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Demonstram um aumento do Patrimônio Líquido. As Reservas. mencionando as folhas e o número do livro Diário em que se encontram ilegíveis. d) as doações e as subvenções para investimento. que ainda utilizem em sua escrituração mercantil processo de reprodução. Em seguida ao último lançamento de correção. pôr data. cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados. que provenham de furto. a contrapartida do ajuste dos saldos dos estoques deverá ser registrada como despesa não-operacional (em uma conta intitulada ―Perdas por Faltas no Inventário‖. devem observar a clareza e a nitidez para não haver comprometimento dos lançamentos. dividem-se em: a) Reservas de Capital. por exemplo). no qual reconstituirá os lançamentos originariamente escriturados. Reservas e Lucros ou Prejuízos Acumulados. (Art. o contabilista fará outra declaração. de terceiros.567/1969) Reservas . a questão não tem relevância porque. é dividido em Capital Social. enquanto não capitalizado (lembrando que. no Balanço Patrimonial. cuja capitalização não se formalizou juridicamente. por sua vez. roubo. Na hipótese de ilegibilidade das cópias dos registros. Contabilidade . a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados. em regra. emendas ou rasuras. b) Reservas de Reavaliação.Composição Publicado em 29/06/2004 08:51 O Patrimônio Líquido. o que levará à suposição de que as divergências sejam decorrentes de eventos não relacionados com as operações normais da empresa. recebidas de seus sócios ou acionistas ou. b) o produto da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição.estoque (e conseqüentemente na escrituração contábil).Regularização de cópias ilegíveis dos registros contábeis Publicado em 09/05/2005 10:50 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração. São considerados Reservas de Capital: a) o ágio pago pelo subscritor de ações ou quotas. constituído por contribuições a o capital da empresa. o contabilista deve efetuar termo de regularização. As empresas. Reservas de Capital As Reservas de Capital não são oriundas da atividade operacional da empresa. c) Reservas de Lucros. e) o saldo da correção monetária do capital realizado. desvio etc. ainda. Se confirmada tal suspeita. sua assinatura. a partir . Para a maioria das empresas. para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais. sem borrões.

e art. através da publicação da Resolução nº 910 de 12/09/2001. inclusive para fins societários — Lei nº 9. exceto as reservas para contingências e as de lucros a realizar. determina que no mínimo a cada quatro anos. Isso implica que a partir deste ano – até 31 de dezembro de 2001 – já começam as primeiras revisões .de 1º. (Art. Portanto. quando essa vantagem lhes for assegurada. o Conselho Federal de Contabilidade – CFC. 4º). ou na distribuição de dividendos.01. ● resgate de partes beneficiárias. art. não se confunde com a extinta correção monetária das demonstrações financeiras. ainda.404/1976) Resolução do Conselho Federal de Contabilidade estabelece a revisão de trabalhos de auditoria pelos concorrentes Publicado em 15/10/2001 08:10 Com o intuito de propiciar maior transparência aos trabalhos dos auditores perante a sociedade. pois decorre de fatores econômicos. que também integram o Patrimônio Líquido. ● incorporação ao capital social. (Art. 4º da Lei nº 9. 199 e art. em razão de reavaliação promovida por intermédio de laudo técnico preparado por três peritos ou por empresa especializada em avaliação de bens. O saldo das reservas de lucros. depende da decisão dos sócios ou acionistas e não se refere à atualização monetária do custo de aquisição. 200 da Lei nº 6. e f) Reserva Especial para Dividendo Obrigatório não Distribuído. a assembléia deliberará sobre a aplicação do excesso na integralização ou no aumento do capital social. Atingido esse limite. que a reserva constituída com o produto da venda de partes beneficiárias poderá ser destinada ao resgate desses títulos. da Lei nº 6. A reavaliação é facultativa. f) os incentivos fiscais oriundos do valor do Imposto de Renda que deixou de ser pago em decorrência de isenção ou de redução do imposto. d) Reserva para Contingências. É interessante lembrar que as Reservas de Capital somente podem ser utilizadas para: ● absorção de prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros. § 3º. não poderá ultrapassar o capital social.404/1976) Reservas de Reavaliação As Reservas de Reavaliação. e art.1996. b) Reservas Estatutárias.U de 14/09/2001. § 5º.249/1995) Reservas de Lucros Essas reservas representam apropriações de lucros da pessoa jurídica. 182. ● resgate. da Lei nº 6. reembolso ou compra de ações. §§ 1º e 2º. publicada no D. denominadas ―Reserva de Lucros para Expansão‖). a saber: a) Reserva Legal. e) reservas oriundas de retenção de lucros (normalmente.O. 193 a 197. 182. 202. as empresas de auditoria contratem outra auditoria para avaliar se os procedimentos de qualidade aplicados em seus trabalhos estão adequados aos padrões estabelecidos pelo conselho. Lembra-se. foi revogada a correção monetária das demonstrações financeiras.404/1976. correspondem à contrapartida do aumento do valor atribuído a componente do Ativo. (Arts.249/1995. ● pagamento de dividendo a ações preferenciais. c) Reserva de Lucros a Realizar.

por acordo entre as partes envolvidas na operação) nem estiver vinculado a futuro fornecimento de bens ou prestação de serviços (pois. 268 do RIR/1999 e 177. conforme o caso). da seguinte forma: RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS Receitas de Exercícios Futuros (-) Custos e Despesas Vinculados às Receitas São contas de aplicação restrita a situações muito específicas. efetivamente. com o maior número de clientes de capital aberto. classificável no Passivo Circulante ou Exigível a Longo Prazo. verifica-se que. a retificação de lançamento é o processo técnico de correção de um registro realizado com erro. representaria um adiantamento de clientes.182 da Lei nº 10. Porém.404/1976.externas. Nota-se que é relativamente remota a possibilidade de recebimento de uma receita com tais características.404/1976 e art. Assim. o que. na escrituração contábil das empresas e entidades em geral. As dez empresas de auditoria ou auditores pessoas físicas. b) o valor assim recebido não for passível de devolução pela empresa (obviamente.406/2002) Contabilidade . aprovada pela Resolução CFC nº 596/1985.Resultados de Exercícios Futuros Publicado em 21/07/2005 10:16 O grupo de contas denominado Resultados de Exercícios Futuros figura no Balanço Patrimonial entre o Passivo Exigível a Longo Prazo e o Patrimônio Líquido. § 4º.4. Nos termos do art. São formas de retificação: . em alguns casos. (Arts. contribuirá para a formação de resultado de exercício futuro. da Lei nº 6. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes. pertencem ao Passivo Circulante ou ao Passivo Exigível a Longo Prazo. são contabilizados nesse grupo valores que. gera dúvidas sobre a sua utilização. é forçoso concluir que a utilização do grupo Resultados de Exercícios Futuros fica limitada a poucas situações e depende sempre de criteriosa análise da operação a ser contabilizada. na verdade. 1.404/1976 é pouco esclarecedora. são classificadas no grupo de contas ―Resultados de Exercícios Futuros― as receitas de exercícios futuros. de acordo com a doutrina predominante.Responsabilidade pela escrituração contábil Publicado em 18/08/2005 09:21 A escrituração contábil das pessoas jurídicas deve ficar sob a responsabilidade de contabilista legalmente habilitado nos temos da legislação específica.Retificação de lançamentos Publicado em 19/08/2005 09:21 Segundo a NBC T. Contabilidade . 2. a definição de ―Resultados de Exercícios Futuros‖ dada pela Lei nº 6. nesse caso. Como se nota. muitas vezes. uma receita é considerada como de exercício futuro quando: a) corresponder a recebimento antecipado que. Por isso. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . devendo as demonstrações contábeis obrigatórias ser assinadas pelos sócios ou administradoras e pelo contabilista responsável pela escrituração. deverão apresentar seus trabalhos para serem revisados pela concorrente. 181 da Lei nº 6.

diretores ou administradores da pessoa jurídica. no livro Diário. em retribuição ao seu trabalho. o valor já registrado.Pró-labore a Pagar (PC) b) Pela provisão da Contribuição Previdenciária: D . A sua operacionalização contábil pode ser efetuada da seguinte forma: a) Pela provisão do pró-labore: D . a retirada pró-labore gera uma despesa operacional para a empresa.FGTS a Pagar (PC) d) Pela retenção do IRRF: D .Pró-labore a Pagar (PC) C .Honorários da Diretoria (CR) C . a data e a localização. o histórico do lançamento deverá precisar o motivo da retificação.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) h) Pelo pagamento do IRRF . posteriormente. por meio da transposição do valor para a conta adequada. em seus históricos. quando houver opção pelos depósitos: D .INSS a Pagar (PC) c) Pela provisão do FGTS.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) g) Pelo pagamento do FGTS: D .INSS (CR) C .Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) f) Pelo pagamento do INSS: D . que é o lançamento inverso àquele feito erroneamente.FGTS a Pagar (PC) C .a) o estorno. Retirada pró-labore – Registro contábil Publicado em 20/01/2005 09:29 A retirada pró-labore é a remuneração paga ou creditada aos sócios. aumentando-o ou reduzindo-o. que é o lançamento que complementa.IRRF a Recolher (PC) e) Pelo pagamento do pró-labore: D . do lançamento de origem.Pró-labore a Pagar (PC) C . que é o lançamento que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada. c) a complementação. anulando-o totalmente. as datas efetivas das ocorrências e a razão do atraso. b) a transferência. Desse modo. Em qualquer dessas modalidades.INSS a pagar (PC) C . além de ficar sujeita à incidência da contribuição previdenciária. Os lançamentos realizados fora da época devida deverão consignar.FGTS (CR) C . sendo facultado o depósito do FGTS. inclusive os membros do conselho de administração e os titulares das empresas individuais.

o que permite a segurança das partes e o regular desempenho das obrigações. ou seja. 1º. que torna obrigatório o contrato na prestação de serviços contábeis.D . inciso VI.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C . não afetam o valor a pagar das referidas contribuições.Tratamento Publicado em 13/09/2005 09:07 O registro contábil do sinistro de bem do Ativo Imobilizado objeto de seguro pode ser efetuado da seguinte forma: 1) Pela baixa do bem sinistrado: D . A norma define os limites e a extensão da responsabilidade técnica nos contratos. No que diz respeito à Cofins e ao PIS-Pasep. 2º da Lei nº 7. foi aprovada. 418 do RIR/1999) Serviços contábeis .Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) CR – Conta de resultado PC – Passivo Circulante AC – Ativo Circulante Contabilidade . § 3º.Depreciação Acumulada de Bens do Ativo Imobilizado (AP) C . De acordo com a nova resolução. o saldo credor que remanescer na conta “Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado”. decorrentes da venda de bens do Ativo Imobilizado.Roubo ou furto de bem do Ativo Imobilizado . portanto. 1º.Indenização recebida da seguradora . a perda de capital apurada. bem como o valor dos honorários. § 3º.833/2003.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) C . art. Da mesma forma. ou seja. o saldo devedor remanescente na conta “Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado”.Ativo Imobilizado (AP) 2) Pela baixa da depreciação acumulada do bem sinistrado: D .689/1988 e art. da Lei nº 10. será computada como despesa não operacional para a apuração do lucro real e da base de cálculo da CSL.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) 3) Pelo recebimento da indenização: D . a oferta de serviços poderá ser feita mediante proposta.637/2002. a Resolução nº 987/2003. inciso II. será computado como receita não operacional na determinação do lucro real e na apuração da base de cálculo da CSL. realizada em 11 de dezembro de 2003. na hipótese de a indenização recebida ser inferior ao valor contábil do bem. as receitas não operacionais. por unanimidade. (Art. com todos os detalhes de especificação. da Lei nº 10. não compõem a base de cálculo.Obrigatoriedade de contrato Publicado em 12/04/2004 08:55 Em reunião plenária do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). prazo de duração da prestação de serviços e outros elementos inerentes ao contrato. art.IRRF a Recolher (PC) C . 25 da .Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) Se a indenização recebida for maior que o valor contábil do bem (custo de aquisição . condições de pagamento.depreciação acumulada) o ganho de capital apurado. O descumprimento da resolução sujeita o infrator a penalidades previstas no art.

Serviços de hotelaria.br): a) Programas Gerador Sinco .Pela baixa do bem sinistrado D.Arquivos Contábeis que possibilitam a importação e a validação dos arquivos contábeis.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) C. o contribuinte gravará os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. no art. Por outro lado. mesa e banho utilizados por empresas que exploram serviços de hotelaria. Uma vez importados e validados. disponíveis no site da SRF na Internet (www. e faz as críticas dos campos a serem preenchidos e dos registros a serem importados. (IN SRF nº 122/1989 e art. Contabilidade . bem como das tabelas relacionadas. alínea ―c‖.Ativo Imobilizado (AP) 2.Aquisição de louças e guarnições de cama. restaurante e atividades similares . 12 do Código de Ética (Resolução CFC nº 803/1996).295/1946.receita. tendo em vista que são destinados à exploração do objeto social e à manutenção da atividade da pessoa jurídica.Resolução CFC nº 960/2003 .Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) .Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade. entendemos que a aquisição de cama.Sinistro de bens .Depreciação Acumulada de Bens do Ativo Imobilizado AP) C. a validação e a transmissão dos arquivos de notas fiscais de entrada e/ou de saída das pessoas jurídicas obrigadas pela legislação federal. do Decreto-Lei nº 9. restaurante e atividades similares.Notas Fiscais que possibilitam a importação. quando o contribuinte não disponha ainda de um sistema em meio magnético que atenda adequadamente à legislação. apresentando os totais de compras e/ou vendas de cada arquivo ao qual o informante deverá confirmar. e no art. 179 da Lei nº 6. mesa e colchão será contabilizada no Ativo Imobilizado. mesa e banho Publicado em 08/08/2005 10:41 Pode ser computado como custo ou despesa operacional o valor gasto na aquisição de louças e guarnições de cama. se estiverem em desacordo com a legislação pertinente. 27. antes de gravá-lo para transmiti-lo. b) Programa Gerador Sinco . Isso significa que o custo de aquisição dos mencionados bens não precisa ser registrado em conta do Ativo Imobilizado e ser depreciado durante o prazo de vida útil estimado.Pela baixa da depreciação acumulada do bem sinistrado D.fazenda.404/1976) SINCO (Sistema Integrado de Coleta) – Obrigatoriedade de utilização Publicado em 06/01/2005 08:29 As pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal os arquivos digitais e os sistemas tratados neste texto deverão utilizar os programas geradores de dados do Sistema Integrado de Coleta (Sinco). Contabilidade . Contempla também a função de digitar os registros de um arquivo. contendo inúmeras mensagens orientando a correta utilização do programa.Indenização recebida de seguradora Publicado em 21/10/2004 08:38 Na ocorrência de sinistro com bem do Ativo Imobilizado objeto de seguro a pessoa jurídica deve efetuar os seguintes lançamentos: 1.gov.

das INs SRF nºs 68/1995 e 86/2001. à disposição da RFB. inciso VI. possibilita importação e validação dos arquivos contábeis. inciso II. disponíveis no site da SRF na Internet (www. da Lei nº 10. art. será computada como despesa não operacional para apuração do lucro real e da base de cálculo da CSL. ou seja. 11 da Lei nº 8.637/2002.Arquivos Contábeis Publicado em 25/10/2005 09:49 O programa Sistema Integrado de Coleta (Sinco) . 1º. Contabilidade . não compõem a base de cálculo das referidas contribuições e.Sistema Integrado de Coleta (Sinco) . que. o saldo credor que remanescer na conta ―Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado‖.fazenda. Lembra-se. § 3º. e do ADE Cofis nº 15/2001.gov. escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal.Arquivos Contábeis.receita. as receitas não operacionais. a perda de capital apurada. ficam obrigadas a manter. disponível no site da RFB na Internet (www.689/1988 e art. estando dispensadas dessa obrigação as empresas optantes pelo Simples. por oportuno. será computado como receita não operacional na determinação do lucro real e na apuração da base de cálculo da CSL.gov. 418 do RIR/1999) Contabilidade . art. Uma vez importados e validados. portanto. No que diz respeito à Cofins e ao PIS-Pasep.receita. 2º da Lei nº 7.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) Se a indenização recebida for maior que o valor contábil do bem (custo de aquisição depreciação acumulada) o ganho de capital apurado.Pelo recebimento da indenização D. § 3º. na hipótese de a indenização recebida ser inferior ao valor contábil do bem. O Sinco deve ser utilizado pelas pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da RFB os arquivos digitais e os sistemas. Da mesma forma. sempre que solicitados via intimação. nos termos do art.br): .br). as pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras. o saldo devedor remanescente na conta ―Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado‖. da Portaria Cofis nº 13/1995. AC= Ativo Circulante AP= Ativo Permanente CR= Conta de Resultado (art. pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária. da Lei nº 10.3. ou seja. 1º. 1º da IN SRF nº 86/2001. bem como das tabelas relacionadas. os respectivos arquivos digitais e sistemas. nos termos do art.833/2003. decorrentes da venda de bens do Ativo Imobilizado. não afetam o valor a pagar das referidas contribuições.158-35/2001. alterado pela Medida Provisória nº 2.218/1991.Sistema Integrado de Coleta (Sinco) – Obrigatoriedade de utilização Publicado em 19/05/2005 09:47 As pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal os arquivos digitais e os sistemas tratados neste texto deverão utilizar os programas geradores de dados do Sistema Integrado de Coleta (Sinco). o contribuinte deve gravar os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C.fazenda.

diretores e titulares de sociedade podem assinar as demonstrações financeiras Publicado em 19/12/2001 09:12 As Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados (art. Contempla também a função de digitar os registros de um arquivo. apresentando os totais de compras e/ou vendas de cada arquivo ao qual o informante deverá confirmar. as Demonstrações do Resultado do período-base. relativos às operações com os associados. § 4º da Lei nº 6404/76).Questão nº 646) Sócios. das entidades sem fins lucrativos. com inúmeras mensagens que orietam a correta utilização do programa. devendo tais operações ser comprovadas mediante documentação hábil e idônea. bem como das tabelas relacionadas. O art. que sejam legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão (art. integrante do grupo Patrimônio Líquido. quando o contribuinte não disponha ainda de um sistema em meio magnético que atenda adequadamente à legislação. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. peritos-contadores.7.764/1971. previstas na Resolução CFC nº 877/2000. PN CST nº 38/1980 e Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . (Art. b) Programa Gerador Sinco . e faz as críticas dos campos a serem preenchidos e dos registros a serem importados. 87 da Lei nº 5. 819 do RIR/99) dispõe que o Balanço Patrimonial. o contribuinte gravará os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. contadores. 15.Tabela para localizar erros de soma por inversão Publicado em 01/04/2005 09:11 Muitas daquelas pequenas diferenças que atormentam os profissionais de contabilidade na hora de conciliar o saldo de uma conta ou de fechar um balanço são originadas de erros de soma por inversão de números. PN CST nº 73/1975. reproduzimos a tabela a seguir: Valor da diferença Números invertidos .177. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. § 2º. Superávit das entidades sem fins lucrativos Publicado em 25/10/2001 09:10 De acordo com o item 10. de seu valor. com identificação do adquirente. acionistas.19. a conta Capital deve ser substituída por Patrimônio Social. se estiverem em desacordo com a legislação pertinente.158-35/2001.Operações realizadas com não associados Publicado em 10/06/2005 09:08 As sociedades cooperativas devem contabilizar em separado os resultados das operações com não associados.2. 819.Notas Fiscais que possibilitam a importação. atuários. a validação e a transmissão dos arquivos de notas fiscais de entrada e/ou de saída das pessoas jurídicas obrigadas pela legislação federal.Sociedades cooperativas . os extratos. antes de gravá-lo para transmiti-lo. com indicação do número dos respectivos registros. das Normas Brasileiras de Contabilidade. e a conta Lucros ou Prejuízos Acumulados por Superávit ou Déficit do Exercício. da espécie de bem ou mercadoria e das quantidades vendidas. da MP nº 2. Para auxiliar na localização de tais diferenças. deverão ser contabilizados destacadamente. deve ser registrado na conta Superávit do Exercício enquanto não aprovado pela assembléia dos associados e após a sua aprovação deve ser transferido para a conta Patrimônio Social. acionistas ou diretores de sociedade. A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (art. Na aplicação das normas contábeis. § 2º do RIR/99). o valor do superávit do exercício.Arquivos Contábeis que possibilitam a importação e a validação dos arquivos contábeis. Uma vez importados e validados.a) Programa Gerador Sinco . pela cooperativa. dispõe que os valores excluídos da base de cálculo do PIS e da Cofins. sócios. Contabilidade . Isto se estende para os titulares. de forma a permitir o cálculo de tributos. Conheça o Boletim Eletrônico IOB Contabilidade .

de 20 de dezembro de 1996. por notas promissórias. independentemente do ano de conclusão do curso. conforme acordo entre as partes. instituiu-se a Resolução nº 991/03. o Parecer CNE/CEB nº 16. serem registrados na conta ―Títulos a Receber‖ os créditos não operacionais derivados: a) da alienação de bens patrimoniais ou de investimentos. de 8 de dezembro de 1999. a modificação no texto do referido artigo: Art. do Ministério da Educação .394.Não concessão de registro profissional . e b) de empréstimos concedidos a terceiros. Contabilidade . Títulos a pagar . na área de Contabilidade (profissional de gestão). aos portadores de certificados e diplomas de nível técnico. no Curso Técnico em Contabilidade de que trata a Lei nº 9. Como resultado. ou estiveram cursando. de 5 de outubro de 1999 e a Resolução nº 4. 1º . na maioria das vezes. no dia 11 de dezembro. de 5 de agosto de 2003. É comum. A seguir. O relatório foi aprovado em reunião plenária do CFC. cujos valores renegociados passam a ser representados por notas promissórias ou por outro título equivalente com prazo de vencimento dilatado.Títulos a receber e a pagar – Conceitos Publicado em 28/12/2004 08:54 Títulos a receber Os créditos registrados na conta ―Títulos a Receber‖ são representados.208.apresentou relatório conclusivo sobre a Resolução CFC nº 948/02. de 17 abril de 1997. Esses créditos podem ser originários de duplicatas não pagas no vencimento. o Decreto nº 2.Mudanças Publicado em 07/01/2004 09:41 A Comissão MEC/CNE/CFC/Escolas . porém.09 18 27 36 45 54 63 72 81 01/10 02/20 03/30 04/40 05/50 06/60 07/70 08/80 09/90 12/21 13/31 14/41 15/51 16/61 17/71 18/81 19/91 - 23/32 24/42 25/52 26/62 27/72 28/82 29/92 - 34/43 35/53 36/63 37/73 38/83 39/93 - 45/54 46/64 47/74 48/84 49/94 - 56/65 57/75 58/85 59/95 - 67/76 68/86 69/96 - 78/87 79/97 - 89/98 - Técnico em Contabilidade . Esta resolução dispõe sobre a não-concessão de registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade.instituída pela Portaria nº 2. até o exercício de 2004.Estabelecer que será concedido o registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade na categoria de Técnico em Contabilidade aos que ingressarem.086. Esta resolução dá nova redação ao artigo 1º da Resolução CFC nº 948/02.

com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam. no Passivo Circulante. item 6. Entretanto. se tiverem vencimento com prazo maior. empregando formulários contínuos. a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. . a conta ―Títulos a Pagar‖ é representada. o inverso da conta ―Títulos a Receber‖ e. é mais comum a classificação. na maioria das vezes. de débitos não relacionados com a atividade principal da empresa. devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente. No caso de empréstimos obtidos de instituições financeiras. Porém. 180 da Lei nº 6. o valor será classificado na conta ―Empréstimos e Financiamentos Bancários‖ (ou equivalente). desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio. tais como os derivados: a) da aquisição de bens patrimoniais ou de investimentos. devidamente registrado e autenticado.404/1976) Transcrição de demonstrações financeiras em livro próprio Publicado em 12/07/2002 09:07 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/85. telefone etc. valores a pagar decorrentes da aquisição de mercadorias e de serviços de consumo próprio da empresa (aluguel. ou no Passivo Exigível a Longo Prazo. (Art. energia elétrica. que abriga. com número de ordem e de folhas escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa. estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações. Lembra-se que os valores lançados na conta ―Títulos a Pagar‖ não se confundem com aqueles registráveis em ―Contas a Pagar‖. água. na conta ―Títulos a Pagar‖. 274 do RIR/99. esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional. cujas fichas são encerradas sem conter. Essa conta representa. literalmente. derivados das operações normais da empresa. como fecho. em alguns casos. as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sistema eletrônico de processamento de dados. pode conter valores representativos de débitos (obrigações) não quitados e renegociados com terceiros (fornecedores). Observe-se que a classificação contábil dos empréstimos obtidos de terceiros na conta ―Títulos a Pagar‖ se refere àqueles obtidos de empresas não financeiras.). quando vencerem até o término do exercício seguinte.A exemplo da conta ―Títulos a Receber‖. se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas. na maioria das vezes. por notas promissórias. e b) dos empréstimos obtidos de terceiros. folhas soltas ou cartões.

haja vista o disposto no inciso I do art.Estimativa mensal Publicado em 07/03/2005 09:49 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem efetuar o pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos no ano-calendário por um dos seguintes modos: com base no resultado efetivamente apurado em balanços/balancetes trimestrais (lucro real trimestral) ou por estimativa mensal (balanço anual). Por essa razão. com lucro real de períodos de apuração encerrados posteriormente. independentemente de dissolução ou liquidação. recomenda-se que as parcelas de estimativa sejam registradas no próprio mês a que se referirem e não somente por ocasião do efetivo pagamento. IPI e ISS – Regra geral Publicado em 27/01/2005 08:16 Os tributos que incidem proporcionalmente sobre o faturamento da empresa (vendas de mercadorias e produtos e da prestação de serviços). o PIS- . neste caso. não ocorre nenhuma solução de continuidade da vida da sociedade. Tratamento contábil de IRPJ/CSL . desde que. 220 da Lei nº 6.404/1976 (Lei das S/A). tais contas integrarão um grupo específico que registrará tributos recuperáveis ou compensáveis (―Outros Créditos‖. Observada a estrutura do Plano de Contas da empresa. segundo o qual os direitos realizáveis no curso do exercício social subseqüente devem ser classificados no Ativo Circulante. 179 da Lei nº 6.404/76. obviamente. que poderão denominar-se ―IRPJ Devido por Estimativa‖ e ―CSL Devida por Estimativa‖. Todavia. As obrigações fiscais continuam a ser cumpridas sob a nova razão ou denominação social. no Passivo Circulante.Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados. Há quem entenda que as parcelas de estimativa devem ser registradas em contas redutoras da ―Provisão para o Imposto de Renda‖ e ―Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro‖. Tratamento contábil do ICMS. As contrapartidas dos valores correspondentes à estimativa devida deverão ser registradas em conta do Passivo Circulante (num grupo de ―Obrigações Tributárias‖ ―Impostos e Contribuições a Recolher‖ ou semelhante). ―Tributos a Recuperar/Compensar‖). Na transformação. o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente. sejam encadernadas em forma de livro. tais como o ICMS. a faculdade de redução ou suspensão da estimativa com base em balanços ou balancetes periódicos. transformação é a operação pela qual a sociedade passa. o ISS. Para que a estimativa devida fique evidenciada no Passivo. de períodos de apuração encerrados anteriormente à transformação. satisfeitas as demais exigências contidas na IN DNRC nº 65/97. entendemos não ser essa a melhor opção. de um tipo para outro (exemplo: transformação de limitada em S/A ou vice-versa). observada. As parcelas de estimativa devidas devem ser registradas em contas do Ativo Circulante. por ocasião da transformação. desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e. não há qualquer restrição à compensação de prejuízos fiscais. não tenha ocorrido modificação do ramo de atividade e do controle societário. Transformação de sociedades Publicado em 26/05/2003 08:39 De acordo com o art. após a escrituração. como se nada houvesse ocorrido na vida da empresa.

e o valor registrado em obrigações. . Saliente-se que os tributos e as contribuições incidentes sobre vendas e prestação de serviços devem ser contabilizados pelo regime de competência. cujos saldos. o respectivo valor não poderá ser computado como despesa. Neste caso não haverá nenhum ajuste a ser feito na parte "A". classificáveis no Passivo Circulante. a pessoa jurídica deve transferir o saldo do depósito judicial. Se não houver depósito judicial.Conta de Resultado Tributação pelo Lucro Presumido – Obrigações acessórias Publicado em 20/02/2002 10:02 As pessoas jurídicas que optarem pela tributação com base no lucro presumido deverão. será dedutível para fins de determinação do lucro real. na demonstração do resultado. no Passivo Circulante. de pronto. a pessoa jurídica deve transferir o saldo do depósito judicial. escrituração de livro Caixa. Contabilmente. opcionalmente.Depósitos judiciais em garantia Publicado em 24/08/2004 09:02 Na hipótese de depósito judicial em garantia. mediante conferência nos extratos emitidos mensalmente. para a conta de ―Bancos Conta Movimento‖. no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término do ano-calendário. Caso a ação seja julgada procedente. no período-base em que o processo foi julgado favoravelmente. os índices de atualização utilizados. que. registrado no resultado no período-base em que o processo for julgado desfavorável.Variação Monetária Ativa (CR) No período-base em que o processo for julgado desfavoravelmente.Depósitos Judiciais (RLP) C . na hipótese de a ação ser julgada improcedente. inclusive a bancária. ser baixado na parte "B". atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo). O lançamento contábil da atualização monetária dos depósitos judiciais pode ser feito da seguinte maneira: D .Depósito Judicial (RLP) C . para a determinação da receita líquida.Disponibilidades (AC) Esclareça-se. atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo) para a conta de obrigações no Passivo Circulante. b) escrituração do livro Registro de Inventário. 527 do RIR/99): a) escrituração contábil nos termos da legislação comercial ou. Atualização monetária O montante depositado deve ser atualizado monetariamente a partir da data em que houver sido efetuado o depósito até a data da sua efetiva devolução. a fim de apropriar mensalmente (pelo regime de competência) os respectivos valores. Esta receita será considerada não tributável e deve ser excluída na parte "A" do Lalur. a pessoa jurídica deve verificar com a instituição financeira onde foi efetuado o depósito. o valor total atualizado monetariamente. adicionado na parte "A" do Lalur e controlado na parte "B") deverá. no qual deverá ser escriturada toda a movimentação financeira ocorrida no decorrer do anocalendário abrangido por esse regime de tributação. será transferido para uma conta de resultado. aparecem como parcelas redutoras da receita bruta. para efetuar a referida atualização.Pasep e a Cofins. para efeitos do Imposto de Renda. Tratamento contábil dos tributos e contribuições sub judice . o valor do tributo/contribuição discutido judicialmente pode ser contabilizado da seguinte forma: D . A contabilização dos referidos tributos deve ser feita concomitantemente ao registro das vendas e prestação de serviços. conseqüentemente. enquanto a questão estiver sendo discutida em juízo. caso a ação seja julgada procedente. ou da transferência para o Passivo Circulante.Realizável a Longo Prazo CR . havendo ou não depósito judicial em garantia. devem ser registrados em contas próprias de resultado. tendo como contrapartida contas próprias de tributos a recolher. manter (art. fica suspensa a exigibilidade do crédito tributário e. Assim. o valor do tributo ou contribuição que estava sendo discutido judicialmente (contabilizado em conta de resultado. RLP .

Contabilidade . conforme demonstrado a seguir: 1) Pela remessa da mercadoria para o fabricante: D C Remessa de Bens em Garantia (CCA) Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) 2) Pelo retorno da mercadoria: D C Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) Remessa de Bens em Garantia (CCA) CCA = Conta de Compensação Ativa CCP = Conta de Compensação Passiva Contabilidade . não é necessário nenhum registro contábil por parte da empresa revendedora do produto.Troca de mercadorias em garantia . é recomendável que a loja revendedora registre essa operação em contas de compensação.Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) 2) Pelo retorno da mercadoria: D . como o ônus pela substituição da mercadoria defeituosa é do fabricante. tendo em vista que o ônus pela substituição da mercadoria defeituosa é do fabricante. Todavia. não é necessário nenhum registro contábil por parte da empresa revendedora do produto. é recomendável que a loja revendedora registre essa operação em contas de compensação.c) em boa guarda e ordem. conforme demonstrado a seguir: 1) Pela remessa da mercadoria para o fabricante: D -Remessa de bens em Garantia (CCA) C . Todavia. todos os livros de escrituração obrigatórios por legislação fiscal específica (do IPI/ICMS.Registro em contas de compensação Publicado em 09/08/2005 09:40 Nos casos de substituição de mercadoria em decorrência de garantia.Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) C . do ISS e outras).Tratamento Publicado em 16/09/2005 08:28 Nas operações de troca de mercadorias em garantia. enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes.Troca de mercadorias em garantia .Remessa de bens em Garantia (CCA) CCA = Conta de Compensação Ativa CCP = Conta de Compensação Passiva Uso de códigos e abreviaturas Publicado em 15/03/2004 10:10 Na escrituração contábil é permitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas. desde que constem de . bem como os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração comercial e fiscal.

c) auditores externos. as informações contábeis devem ser amplas e confiáveis. no encerramento do período-base. Usuários da contabilidade Publicado em 26/02/2004 14:39 De modo geral. de forma geral. b) os diretores. as demonstrações contábeis.livro próprio. Usuários externos Os usuários externos concentram suas atenções.532/1997). as demonstrações contábeis. os sócios e os acionistas da sociedade. denominado ―empresário‖). c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos. no fecho do conjunto. deixou de ser objeto de incentivo fiscal pela legislação do Imposto de Renda (art. Todavia. desde 1º. esse livro pode ser: a) o próprio livro Diário. revestido das formalidades de registro e autenticação (§ 1º do art. a transcrição das demonstrações contábeis. para fins de administração da empresa de modo geral. . b) o mesmo livro específico que for adotado para a inscrição das demonstrações contábeis. e d) o livro utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. Usuários internos Como usuários internos das informações produzidas pela Contabilidade.01. 269 do RIR/1999). Como usuários externos das informações produzidas pela Contabilidade temos: a) bancos e fornecedores. ou b) externos. Vale-transporte – Apropriação como custo e/ou despesa operacional Publicado em 09/11/2004 08:44 O vale-transporte. que deverá conter. da Lei nº 9. em aspectos mais genéricos expressos nas demonstrações contábeis. como fecho. No mínimo. b) Governo (fiscalização). sua aquisição e respectiva distribuição aos funcionários é prática comum a todas as empresas que possuem empregados com direito a esse benefício. temos: a) o titular da firma individual (atualmente. d) investidores do mercado de capital (no caso de sociedades anônimas de capital aberto). no caso de empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. inciso II. com o emprego de fichas soltas ou formulários contínuos que não incluam. 82. Por isso. os gerentes e os administradores de todos os níveis. É comum e plenamente justificável que os usuários tenham interesses diversificados em relação à empresa.1998. os usuários da Contabilidade podem ser: a) internos (pessoas que fazem parte da empresa). quando neles estiverem incluídas. necessariamente. desde que revestido das formalidades legais (registro e autenticação). em atendimento à legislação trabalhista. Segundo o PN CST nº 11/1985. letra ―f‖. as informações devem ser suficientes para a avaliação da situação patrimonial da empresa e das mutações sofridas pelo seu patrimônio.

para efeito de determinação do lucro real. as seguintes normas (por expressa disposição fiscal): a) o lucro bruto deve ser registrado em conta específica de Resultados de Exercícios Futuros. (Art. na hipótese de venda a prazo ou prestação. Todos os procedimentos. Para tanto. para esse fim. será determinada a relação entre o lucro bruto e a receita bruta de venda. para ser apropriado. Parcela descontada dos trabalhadores A parcela que venha a ser recuperada pela empresa. mediante desconto dos trabalhadores. b) despesa operacional. Portanto. apenas. o lucro bruto. caput e incisos I e II. 413. b) por ocasião da venda.1 da IN SRF nº 84/1979) Vendas mediante recebimento de cheque pós-datado (ou pré-datado) . o custo de aquisição dos VTs deve.1) aos trabalhadores das áreas administrativas e de vendas. inclusive o diferimento parcial ou total do reconhecimento do lucro bruto. nas empresas industriais e prestadoras de serviços. ser registrado em conta de despesas antecipadas (no Ativo Circulante). inicialmente. devem ser efetuados na escrita comercial. se for o caso. e subitem 22. b. inclusive o orçado. nas empresas comerciais. e em cada período de apuração será transferida para as contas de resultado parte do lucro bruto proporcional à receita recebida no mesmo período. Tratando-se de pagamentos feitos pela empresa com cheque pré-datado. o mais adequado é o registro em conta do Passivo Circulante. Para a preservação do regime de competência na apropriação do gasto. loteamento. na data combinada). pode ser reconhecido nas contas de resultados de cada período de apuração proporcionalmente à receita de venda recebida. que melhor caracterizará a obrigação assumida. em que permanecerão até o efetivo recebimento. Contabilidade – Venda de imóveis a prazo ou em prestações – Reconhecimento do lucro Publicado em 18/11/2004 08:37 Para as empresas que exploram a atividade de compra e venda. no mês em que os VTs devam ser utilizados pelos trabalhadores. do RIR/1999. é vedada ao contribuinte. para a qual serão transferidos a receita de venda e o custo do imóvel. . como custo e/ou despesa operacional. na venda a prazo ou em prestações. nas empresas referidas na letra ―a‖. com pagamento restante ou pagamento total contratado para depois do período-base da venda. incorporação e construção de imóveis. deve ser lançada a crédito da(s) conta(s) que registre(m) o valor bruto dos VTs fornecidos aos trabalhadores.O gasto efetivamente suportado pela empresa na concessão do vale-transporte (VT) aos trabalhadores a seu serviço classifica-se como: a) custo da produção. as importâncias recebidas na modalidade de cheque pós-datado (ou pré-datado) não devem ser classificadas no subgrupo do "Disponível" e sim em conta distinta do "Ativo Circulante". relativamente ao VT concedido aos trabalhadores da área de produção. entre outras. relativamente ao VT concedido: b. com pagamento após o término do ano-calendário da venda. a utilização do Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). deverão ser observadas.2) a todos os trabalhadores.Registro contábil Publicado em 23/11/2004 08:14 Como não são valores dos quais a empresa vá dispor a qualquer tempo (mas.

na Contabilidade.2004 D .Venda de Mercadorias no Mercado Interno (Resultado) 2.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) C . teríamos os seguintes registros contábeis: I .Cheques a Receber (Ativo Circulante) 2.02. conforme acordado entre as partes. levando-se em conta ponderáveis opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico). Exemplo No desenvolvimento do exemplo. somente será depositado em 10. da . As mercadorias objeto desse tipo de transação devem ser segregadas dos estoques da empresa vendedora e colocadas à disposição do cliente.000.Depósito do cheque na data combinada (10.Venda mediante cheque pré-datado a ser contabilizada em 10. independentemente de seu recebimento ou pagamento. ainda. como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa.Registro contábil Publicado em 05/07/2004 08:43 Conforme o princípio contábil da competência. deverá ser reconhecida a receita proveniente da venda assim que for emitida a nota fiscal de ―simples faturamento‖.00 Embora não exista previsão legal para o cheque pré-datado e.000.00 II . Trata-se de refletir uma realidade empresarial e de fazer com que.2004) D . situação em que a empresa vendedora já esteja de posse dos bens a serem fornecidos ao seu cliente.03.2004 uma empresa efetue venda de mercadorias a determinado cliente mediante recebimento de cheque pré-datado no valor de R$ 2. quando se correlacionarem. consideremos ter sido emitida nota fiscal de ―simples faturamento‖. sempre simultaneamente. Neste caso. prevaleça a essência sobre a forma Vendas para entrega futura . No caso de vendas para entrega futura.02.2004. já os tenha produzido ou adquirido de terceiros.00 que.03. entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação.Exemplo Suponhamos que em 10.000. as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem. ou seja.Cheques a Receber (Ativo Circulante) C .

. Em 05..Pelo valor do ICMS destacado na nota fiscal: DCICMS sobre Vendas (CR) ICMS a Recolher (PC) R$ 180..20X1: D . no dia 10...00. AC = Ativo Circulante CR= Contas de Resultado PC = Passivo Circulante Contabilidade .000.Adm..Pela venda ao cliente em 10. Sobre esta operação.Clientes .20X1. pois as empresas administradoras de cartões de crédito somente efetuam o pagamento..00.00 • Valor total da nota fiscal de ―simples faturamento‖ . I . as administradoras de cartões de crédito cobram uma taxa sobre o valor da venda.Vendas recebidas por meio de cartão de crédito .00 Registro da venda para entrega futura e do IPI incidente...07.. a administradora liquida o crédito com a empresa vendedora. via de regra.000.Adm “X” (AC) R$ 950.000.. por via bancária.. no valor de R$ 950. paga pelo cliente por meio do cartão de crédito da Administradora “X”. R$ 11.00 III .08.20X1.000. R$ 10... R$ 1.00 II ..00 10.Despesas com Vendas (CR) C .00 • Valor do IPI (R$ 10.00 1.00 R$ 1.000.. “X” (AC) D ..000.07... após um certo prazo da entrega das autorizações de pagamentos..000..08....00 R$ 50...qual constaram os seguintes dados (meramente ilustrativos): • Valor das mercadorias ... a título de taxa de administração. seria efetuado o de ―baixa‖ no estoque e o de reconhecimento do ―custo dos produtos vendidos‖. efetuou uma venda no valor de R$ 1...Receita Bruta de Vendas (CR) R$ 950.X1: DCBancos Conta Movimento (AC) Clientes .... Admitamos que uma empresa. D C C Clientes (AC) Receita Bruta de Vendas (CR) IPI a Recolher (PC) 11...00 Após esse lançamento.000.000.Pelo recebimento da administradora em 05..00 AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante .Registro Publicado em 11/11/2005 09:23 As vendas de produtos ou serviços efetuadas por meio de cartões de crédito caracterizam-se como vendas a prazo. a qual cobra uma taxa de administração de 5%..00 x 10%) ..

normalmente o comerciante que o recebe respeita o acordo feito com o emitente. uma ordem de pagamento a vista. os cheques prédatados recebidos não devem ser classificados como disponibilidades e sim em conta representativa de um crédito a receber. ou seja. que pode ser intitulada. por exemplo. só o apresentando ao banco sacado na data ajustada. .CR = Conta de Resultado Vendas recebidas por meio de cheque pré-datado . ou outro título equivalente.Classificação Publicado em 10/07/2003 09:55 O cheque é. “Cheques a Apresentar”. Assim. Todavia. é largamente adotada no comércio a prática de realizar vendas mediante recebimento do chamado cheque pré-datado. o cheque recebido sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior. Classificação contábil Embora a figura do cheque pré-datado não tenha previsão legal. por definição. como a contabilidade deve registrar os fatos pela sua essência e não pela sua forma.

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