Amostras Grátis - Classificação Contábil Ações em tesouraria – Aquisição e alienação - Contabilização Adiantamento para futuro aumento de capital - Tratamento

Adiantamentos de despesas de viagens - Registro Adiantamentos recebidos de clientes - Registro Ajuste de exercícios anteriores - Conceito Ajuste de períodos anteriores – Ausência de reflexo no resultado Alienação Fiduciária - Considerações Aluguel recebido antecipadamente – Classificação contábil Amortização de programas para computador Aplicação do princípio da competência Aplicações financeiras de renda fixa - Tratamento Aquisição de ações próprias – Registro contábil Aquisição de bem novo para o imobilizado, dando um usado como parte do pagamento Aquisição de hardware e software - Tratamento Aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional - Registro Aquisição de imóvel para investimento - Tratamento Aquisição de semoventes - Registro Aquisições com cheques pré-datados - Classificação contábil Arrendamento mercantil – Registro contábil na arrendatária Aspectos Contábeis das Culturas Temporárias Aspectos contábeis do vale-transporte Assinatura de periódicos, jornais e revistas - Contabilização Assinatura em conjunto em Laudo Pericial Contábil – Interpretação Técnica NBC T 13 – IT - 03 Assinatura nos Termos de Abertura e Encerramento dos Livros Contábeis Atividade agrícola - Aspectos contábeis das culturas temporárias Atividade pecuária - Nascimento de bezerros Atividade rural - Criação de animais - Registro do rebanho existente Ativo Imobilizado - A identificação dos bens Ativo Imobilizado - Alienação e baixa de bens Ativo Imobilizado - Bem fabricado pela própria empresa - Custo de aquisição Ativo Imobilizado - Bens em construção Ativo imobilizado - Compra de bem novo, dando um usado como parte do pagamento Ativo Imobilizado - Controle Ativo imobilizado - Distinção entre manutenção, reparos e reformas Ativo Imobilizado - Fabricação de bem pela própria empresa - Custo Ativo Imobilizado - Fichas de controle de bens Ativos que podem ser reavaliados Auxílio-creche – Tratamento contábil Avaliação dos produtos acabados e em elaboração, nas empresas industriais, devem ser com base no custeio por absorção Avaliação na baixa do investimento Avalista de Empresa Concordatária Baixa de bens imprestáveis Baixa de bens sinistrados com perda total Baixa de créditos não liquidados Baixa de investimento avaliado pela equivalência patrimonial Baixa do registro no CRC - Procedimentos Balancete de verificação - Critérios de elaboração Balanço - Visto do juiz no balanço Balanço de abertura - Retorno ao lucro real Balanço de abertura pela PJ tributada pelo lucro presumido - Hipótese

Balanço e demais demonstrações contábeis – Transcrição no Diário Balanço Social Balanço Social - Informação sobre recursos humanos Balanço Social - Responsabilidade técnica pelas informações e revisão da demonstração Bem fabricado pela própria empresa – Custo de aquisição Bem não destinado à atividade da empresa - Classificação Benfeitorias realizadas pela locatária - Ativo Imobilizado Bens adquiridos por meio de consórcio - Registro Bens do Ativo Imobilizado - Identificação Bens do ativo imobilizado não podem ser transferidos para o ativo circulante para serem vendidos Bens do ativo imobilizado retirados de operação - Registro contábil Bens do Imobilizado em construção Bens registrados como custo ou despesa Bens registrados no Ativo Imobilizado - Características Bens totalmente depreciados - Permanência nos registros contábeis Bonificação de mercadorias - Conceito Bônus de adimplência fiscal - Registro Brindes - Aquisição e distribuição - Tratamento Brindes - Registro contábil desses gastos Capital de giro, capital de giro próprio e capital em giro – Diferenças Capital social - Subscrição e integralização - Conceituação Cestas básicas distribuídas a empregados - Classificação contábil Cestas de natal distribuídas a empregados – Exemplo de contabilização CFC - Contrato de prestação de serviços contábeis - Regulamentação CFC reafirma disposição em apoiar padronização de normas contábeis no Brasil CFC regulamenta Prêmio de Gestão Fiscal Responsável Cheque pré-datado - Classificação contábil Cheques devolvidos – Registro contábil Cide-Royalties - Aproveitamento de créditos Classificação - Contas contábeis Classificação Contábil – Procedimentos básicos Classificação contábil dos gastos com reparos, conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado Classificação das amostras grátis Codificação de contas contábeis - Graduação Codificação e abreviatura de históricos contábeis Comissões cuja liberação ao vendedor esteja condicionada ao recebimento da venda Tratamento Comodato de bens móveis entre empresas Composição do lançamento contábil Compra de bem novo, utilizando usado como parte de pagamento - Contabilização Compras com cheques pré-datados - Classificação contábil Comprovação da habilitação e registro do contador Comprovação de despesas por documentos idôneos Conciliação bancária - Objetivo Conselho fiscal x Comitês de auditoria Conservação de livros e documentos - Disposições Conservação ou substituição de partes e peças - Ativação dos gastos Consignação Mercantil - Tratamento Contábil Consórcio de empresas - Procedimentos a serem adotados a partir de 1º.01.2006 Constituição de empresas - Lançamentos contábeis Contabilidade - Despesas incorridas - Conceito

Contabilidade - Diário, Razão e Registros auxiliares Contabilidade - Notas explicativas - Indicações Contabilidade - Previsões Contabilidade ajuda pequenas empresas a vencerem a crise Contabilidade de custos - Custeio por Absorção – O que significa Contabilidade de Custos – Distinção entre custos e despesas Contabilidade descentralizada de empresas com filiais Contabilidade: Uma obrigação, uma necessidade ou uma aliada? Contabilista - Práticas vedadas Contabilista aposta na especialização Contabilização da remuneração de sócios ou dirigentes (pro-labore) Contabilização das doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Contabilização de bem novo, utilizando usado como parte de pagamento Contabilização de doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Contabilização de Exportações - Momento do reconhecimento da receita Contabilização de Marcas Contabilização de uma operação de ―Factoring‖ Contabilização do aluguel recebido antecipadamente Contabilização do arrendamento mercantil a partir de 2002 Contabilização do depósito judicial de tributos discutidos em juízo Contabilização durante o período de liquidação da empresa Contas de compensação - Características Contas de compensação - Registro de valores - Aspectos práticos Contas de luz, água e telefone não devem ser registradas como provisão Contas do Ativo - Conceito de liquidez Controle dos bens registrados no Ativo Imobilizado Convênio de Assistência Médica – Tratamento contábil Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário CPMF - Tratamento Cresce a preocupação das empresas com rigor contábil Critérios gerais de escrituração Critérios para elaboração de balancete de verificação CSL - Crédito sobre a depreciação dos bens do Ativo Imobilizado CSL/Cofins/PIS-Pasep retidos na fonte - Tratamento Culturas temporárias - Aspectos contábeis Custos diretos e indiretos - Conceituação Declaração de Habilitação Profissional (DHP) - Finalidade Decore - Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos - Documentos que fundamentam a emissão da declaração Decore - Emissão por meio eletrônico DECORE - Fornecimento por contabilista - Procedimentos Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental - Finalidade Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados - Conceito Demonstrações contábeis - Adoção de livro próprio Demonstrações contábeis no livro diário e periodicidade de elaboração Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) – Objetivo Demonstrações exigidas pelas legislações fiscal e comercial Demonstrações Financeiras – Notas explicativas Demonstrações Financeiras - Quem pode assinar? Demonstrações Financeiras - Responsáveis pela assinatura Demonstrações Financeiras - Transcrição em Livro Próprio Demonstrações Financeiras - Transcrição no Livro Diário

Demonstrações financeiras e a apuração do lucro real - Transcrição Demonstrações financeiras obrigatórias Depósitos judiciais em garantia - Tratamento Depreciação - A depreciação de bens não é obrigatória Depreciação – Adoção de taxas diferentes Depreciação - Ausência de reconhecimento da depreciação - Conseqüências Depreciação - Bens não depreciáveis Depreciação - Bens que podem ser depreciados Depreciação - Bens totalmente depreciados - Permanência nos registros contábeis Depreciação - Contabilização Depreciação - Falta de reconhecimento da depreciação - Conseqüências Depreciação - Periodicidade de registro Depreciação - Registro contábil – Periodicidade a ser observada Depreciação - Taxas diferentes das fixadas pela Receita Federal Depreciação acelerada - Coeficientes aplicáveis Depreciação acelerada de bens adquiridos por empresas rurais Depreciação de bens que operem em mais de um turno diário de oito horas Depreciação de semoventes - Registro Descentralização da contabilidade Desconto de duplicatas - Conceito Desconto de duplicatas – Contabilização Desconto de duplicatas - Registro contábil Desconto financeiro - Registro contábil Descontos Financeiros - Concessão e pagamento - Classificação contábil Despesas antecipadas – Conceito Despesas com convênio médico - Registro contábil Despesas com festas de confraternização - Contabilização Despesas de viagens – Adiantamento – Registro contábil Despesas incorridas - Conceito Despesas pagas antecipadamente e despesas pré-operacionais - Diferença Despesas pré-operacionais - Conceito Despesas pré-operacionais ou pré-industriais - Registro Determinação do valor contábil do investimento Deveres do contabilista Devolução de Capital em Bens - Avaliação dos bens entregues Devolução de cheques - Registro contábil Devolução de mercadorias efetuadas em período posterior ao da venda - Registro Devolução de mercadorias recebidas no próprio exercício - Registro Devolução não é Cancelamento de Vendas DHP - Emissão por meio eletrônico Dispensa de escrituração contábil para efeito do Imposto de Renda Dissolução de sociedade – Responsabilidade do liquidante Doações recebidas em mercadorias para revenda - Tratamento Documentação contábil Editores, distribuidores e livreiros - Constituição de provisão para perdas de estoque de livros Embalagens - Custo ou despesa? Empresa tributada pelo lucro presumido que não mantém escrituração contábil Empresas dispensadas de escrituração comercial Empresas industriais - Registro do ICMS incidente sobre o consumo de energia elétrica Empresas terão que guardar arquivos magnéticos Empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos - Juros e atualização monetária Classificação Contábil

Dispensa Escrituração Contábil .Livre escolha do contribuinte Escrituração do Livro Diário pode ser mensal Escrituração do Livro Registro de Inventário Escrituração eletrônica Escrituração eletrônica .Transcrição das Demonstrações Financeiras Escrituração por processamento eletrônico de dados Escrituração resumida do Livro Diário .Avaliação de estoques das empresas optantes pelo lucro presumido e pelo SIMPLES Estoques .Uso de códigos e abreviaturas Escrituração de livros comerciais Escrituração do Diário por partidas mensais Escrituração do Livro Diário .Abertura .Contabilização Fiança – Aspectos gerais Firma Individual .A escrituração faz prova a favor do contribuinte Escrituração .Classificação contábil Extinção de sociedades Extravio de documentos .Método das partidas dobradas Exaustão .Quebras ou Perdas de estoque – Imputação ao custo de produção Estoques .Documentos digitalizados Escrituração mecanizada ou eletrônica .Obrigatoriedade Entidades sem fins lucrativos .Divergências entre o estoque físico e o contábil .Avaliação de Estoque – Custeio por absorção Estoques .Momento da contabilização .Definição Fundos de Investimentos Regionais .Reconhecimento da receita Férias antecipadas .Levantamento e avaliação Estoques .Síntese dos métodos e critérios previstos legalmente Escrituração contábil .Registro contábil Erros de soma por inversão .Processamento eletrônico de dados Escrituração contábil .Publicação das demonstrações financeiras .Registro permanente .Critérios gerais de execução Escrituração contábil .Entidades desportivas .Procedimentos Fixação do valor dos serviços profissionais Forma de contabilização dos descontos financeiros Formas de classificação de documentos para fins de registro na contabilidade Função do contador na prevenção de fraudes Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil .Formalidades Escrituração contábil .Regularização Estoques .Como localizar Escrituração .Escrituração Estrutura do lançamento contábil .Critérios Gerais de Escrituração Contábil Escrituração – Novo Código Civil Escrituração .FIDES Fundo fixo de Caixa Fundos .Responsabilidade Escrituração comercial .Procedimentos para legalização Factoring – Registro contábil Falta de documentação idônea .Regras básicas Escrituração .Avaliação dos estoques de produtos com base em contabilidade de custos Estoques .Conservação de livros e documentos Escrituração comercial e fiscal .Permissão Estoques .Impossibilidade de registro contábil Falta de emissão de nota fiscal caracteriza omissão de receita Fatos contábeis – Classificação Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura .

Aplicação do imposto em investimentos regionais (Finor.Encadernação Livro Razão .Classificação Importação de bens destinados ao Ativo Imobilizado .Tratamento Luvas .Rasura pode desclassificar a escrita Livro Diário .12) Lucros apurados a partir de 1º.Admitida a escrituração mensal Livro Diário .02 Laudo pericial contábil .Aspectos formais Livro de Inventário .1996 – Tratamento contábil Lucros ou dividendos recebidos .Obrigatoriedade Livro Razão .Ganho ou Perda de Capital na alienação de bem .Transcrição das demonstrações Livro Razão .Utilização IPI incidente sobre vendas .Escrituração .Obrigatoriedade de escrituração Livro Registro de Duplicatas. Finam e Funres) Informações geradas pela contabilidade .Classificação contábil Gastos Gerais de Fabricação .Antecipação do valor residual .Acréscimo do valor da reavaliação de bens ao custo de aquisição Lucro real das sociedades em conta de participação Lucro real trimestral .Observações Livros exigidos das sociedades cooperativas Lucro Presumido .Padronização de históricos Laudo e Parecer de Leigos .Estimativa mensal .Classificação como custo ou despesa operacional IRPJ/CSL .Custo a ser atribuído Importação em andamento .IT .Esclarecimento Livro Diário .Lucro Presumido/Simples .Conceito Livro Caixa .A rasura pode desclassificar a escrita Livro Diário .Interpretação Técnica NBC T 13 .Classificação contábil .Aprovada normas de contabilidade Identificação dos bens do Ativo Imobilizado Imobilizado .Apuração Gastos com convênio de assistência médica .Dispensa de impressão e de encadernação .Formas de retificação Lançamentos contábeis .Registro Imóvel não destinado à atividade da empresa .01.Tratamento IPVA .Tratamento Liquidez .Estrutura Leasing .Tratamento Lançamentos contábeis . Livros Auxiliares e Livro Razão .Escrituração com data anterior ao seu registro e autenticação Livro Diário .Ajustes para efeito da legislação societária (Balanço de 31.Bens em construção Imobilizado em andamento .Registro contábil Gastos de implantação de sistemas e métodos .Dedutibilidade Gorjetas de fim de ano – Registro contábil Grupos do Passivo .Livre escolha da forma de escrituração Livro Diário – Local de registro e autenticação Livro Diário .Classificação contábil Incentivos fiscais .Autenticação após a entrega tempestiva da declaração Livro Diário .Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Livro Diário .Autenticação Livro Diário .Considerações Goodwill (Fundo de Comércio) .Conceito Gorjetas de fim de ano .Escrituração por partidas mensais Livro Diário – Lançamentos com data anterior ao seu registro e autenticação Livro Diário .Classificação das contas Hotelaria .Atividade imobiliária Livro Diário .

Registro Plano de Contas .Ausência de registro ou contabilização por valor menor que o devido .Normas aplicáveis Reavaliação de Ativos – Notas explicativas Recebimento antecipado de aluguéis .Conceito Quotas liberadas adquiridas pela sociedade .Registro PROUNI .Comunicação ao Fisco Perdas decorrentes de furtos praticados por empregados .Contabilização Mudança de opção do lucro presumido para o lucro real nos 3º e 4º trimestres/2004 Balanço de abertura Mutações patrimoniais . extravio ou deterioração de documentos .Decisão permite reduzir autuação Prêmio de seguro .Conceito Princípio Contábil da Competência Princípio da entidade .Contabilização Perguntas e Respostas sobre o Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação .Conceitos Receitas Financeiras .Falta da constituição Provisão para o Imposto de Renda .IASB prevê unificação mundial das normas contábeis em 2007 Notas Explicativas .Registro contábil Parcela de participação no PAT descontada dos empregados Patrimônio .Regularização Provisão para o Imposto de Renda .Conceito Principios Fundamentais da Contabilidade Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT) – Utilização de restaurante de terceiro – Tratamento contábil Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) .Registro Receita.Considerações Práticas vedadas ao contabilista Prejuízo apurado no exercício .Registro contábil Programas para computador – Amortização Pró-labore . Custo e Despesa .Conceito Patrimônio Líquido – Conceituação Perda.Conceito .Contabilização Prejuízos fiscais .Vale-refeição .Pagamento parcelado Prêmios de seguro .Registro contábil Mercadorias destinadas à revenda .Cálculo e Contabilização Provisão de Férias – Momento de sua constituição Provisão e classificação contábil do 13º salário Provisão do 13º salário .Registro contábil Normas Contábeis .Contabilização Previsões .Conteúdo Notas explicativas .Classificação Contábil Provisões .Elaboração por sociedades em geral Notas explicativas – O que deve ser indicado Novas regras para elaboração e publicação de balanços Novas Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade Opção pelo Lucro Presumido é definitiva Os gastos com cestas básicas podem ser deduzidos Pagamento de dívidas com cheques ou duplicatas de terceiros .Baixa por ocasião da contabilização da folha Provisão do 13º salário .Marcas e patentes .PER/DCOMP Peritos contra a abertura de atividades a outros setores Permuta de imóvel com recebimento de torna .Registro contábil Reavaliação de Ativo Imobilizado .

acionistas.Contabilização Registro contábil da aquisição de bens duráveis de valor irrelevante Registro contábil da provisão para perda de estoques de livros Registro contábil das Duplicatas Descontadas Registro contábil do ganho na alienação de bem do Ativo Imobilizado Registro contábil do ICMS sobre vendas Registro contábil do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) Registro das mutações patrimoniais Registro do imposto retido na fonte sobre aplicações financeiras Regras básicas para sabermos se uma despesa é dedutível Regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil Regularização de cópias ilegíveis dos registros contábeis Reservas .Operações realizadas com não associados Sócios. restaurante e atividades similares .Depósitos judiciais em garantia Tributação pelo Lucro Presumido – Obrigações acessórias Troca de mercadorias em garantia .Registro contábil Vendas recebidas por meio de cartão de crédito .Mudanças Títulos a receber e a pagar – Conceitos Transcrição de demonstrações financeiras em livro próprio Transformação de sociedades Tratamento contábil de IRPJ/CSL . mesa e banho SINCO (Sistema Integrado de Coleta) – Obrigatoriedade de utilização Sinistro de bens .Recibo . diretores e titulares de sociedade podem assinar as demonstrações financeiras Superávit das entidades sem fins lucrativos Tabela para localizar erros de soma por inversão Técnico em Contabilidade .Aquisição de louças e guarnições de cama.Arquivos Contábeis Sistema Integrado de Coleta (Sinco) – Obrigatoriedade de utilização Sociedades cooperativas .Documento hábil para contabilização como despesa Recolhimento estimado . IPI e ISS – Regra geral Tratamento contábil dos tributos e contribuições sub judice .Tratamento Uso de códigos e abreviaturas Usuários da contabilidade Vale-transporte – Apropriação como custo e/ou despesa operacional Venda de imóveis a prazo ou em prestações – Reconhecimento do lucro Vendas mediante recebimento de cheque pós-datado (ou pré-datado) .Indenização recebida de seguradora Sistema Integrado de Coleta (Sinco) .Registro em contas de compensação Troca de mercadorias em garantia .Indenização recebida da seguradora Tratamento Serviços contábeis .Composição Resolução do Conselho Federal de Contabilidade estabelece a revisão de trabalhos de auditoria pelos concorrentes Responsabilidade pela escrituração contábil Resultados de Exercícios Futuros Retificação de lançamentos Retirada pró-labore – Registro contábil Roubo ou furto de bem do Ativo Imobilizado .Obrigatoriedade de contrato Serviços de hotelaria.Registro contábil Vendas para entrega futura .Não concessão de registro profissional .Registro Vendas recebidas por meio de cheque pré-datado .Estimativa mensal Tratamento contábil do ICMS.Classificação .

Portanto.A. reembolso ou amortização dessas ações. pois permite à companhia adquirir suas próprias ações para futuro cancelamento ou mesmo para mantê-las em tesouraria e posteriormente aliená-las. desde que tenham reservas suficientes. que. Contabilização das ações em tesouraria – Aquisição e alienação Publicado em 24/11/2004 Uma companhia não pode. só que. a empresa deve registrar o recurso recebido. debitando-se ―Amostras Grátis‖ em despesas com vendas e creditando-se ―Estoque de Amostras Grátis‖. quando a empresa possui saldos de reservas em seu Patrimônio Líquido suficientes para suportar essas aquisições.Tratamento Publicado em 03/11/2005 Os adiantamentos para futuro aumento de capital são os recursos recebidos pela empresa. negociar com suas próprias ações. essa exceção acaba permitindo às companhias. nos recebimentos por doação. na verdade. no período da distribuição das amostras grátis.Adiantamento para Futuro Aumento de Capital (PC/ELP) AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante ELP = Exigível a Longo Prazo (Pareceres Normativos CST nºs 23/1981 e 28/1994) . Essa última exceção é. no ativo circulante.Amostras Grátis . a serem utilizados com a finalidade de aumentar o capital social. explicitamente o permita (art. negociar com suas próprias ações. e a crédito dessa conta específica ―Adiantamento para Futuro Aumento de Capital‖. 30 da Lei nº 6. com a observância do regime de competência. Observe-se. Na realidade.Adiantamento para futuro aumento de capital .404/1976): nas operações de resgate. finalmente. de seus acionistas ou quotistas. Exemplo: D . no caso das companhias abertas. normalmente no Ativo Circulante. No recebimento de tais recursos. subconta ―Amostras Grátis‖. a não ser nos casos em que a Lei das S. como regra normal. A apropriação dos custos ao resultado deve ser feita.Classificação Contábil Publicado em 15/07/2003 A distribuição de amostras grátis está diretamente relacionada à divulgação do produto. enquanto não for celebrada a alteração contratual e o respectivo registro perante os órgãos competentes. todavia. nas reduções do capital e. Contabilidade . no subgrupo de despesas com vendas. conta ―Propaganda e Publicidade‖. bem abrangente. os valores devem permanecer em contas do Passivo Circulante e/ou Exigível a Longo Prazo. há de se respeitar as normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). a melhor classificação das amostras grátis distribuídas é como despesa operacional.Bancos Conta Movimento (AC) C .

Contabilidade . que segreguem os adiantamentos concedidos a empregados. os valores efetivamente dispendidos durante a viagem serão. ainda. quando vencerem até o término do exercício seguinte. o que só se efetivará quando os bens ou os serviços forem fornecidos ao cliente. quando este prestar contas à empresa.Registro Publicado em 23/06/2005 As obrigações da empresa são classificadas: a) no Passivo Circulante. então.00 para suprir os gastos com viagem a ser realizada por um de seus vendedores e que este houvesse retornado em 05. da prestação de serviços ou do fornecimento de mercadorias devem ser classificados no Passivo Circulante ou. Exemplo: Consideremos que determinada empresa comercial tenha concedido.000. poderá intitular-se ―Adiantamentos para Viagens‖.20X1.10.00 II .10.Registro Publicado em 17/11/2005 Os valores correspondentes aos adiantamentos concedidos a empregados para suprir gastos com viagens. mas não se caracterizou. a título de sugestão. pela entrega de parte dos produtos encomendados). Nesse caso ocorreu o recebimento.Despesas com Viagens (CR) D .20X1. ou b) no Passivo Exigível a Longo Prazo.Adiantamentos de despesas de viagens .800. podem ser criadas. registrados na(s) conta(s) de despesa(s) correspondente(s). . Neste caso.Pela apropriação das despesas realizadas durante a viagem: D .000.000. em 1º . um adiantamento no valor de R$ 2. conforme o caso. teríamos os seguintes lançamentos: I . ainda. tendo como contrapartida a conta do Ativo supramencionada. daqueles concedidos a dirigentes.00 R$ 200. subcontas distintas. tendo dispendido R$ 1. ainda que parcialmente (por exemplo. no Exigível a Longo Prazo. a receita. Fizemos referência aqui ao tratamento aplicável aos adiantamentos recebidos de clientes porque estes representam os recebimentos mais comumente confundidos com Resultados de Exercícios Futuros. À opção da empresa.800.Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) C . devem ser lançados em conta do Ativo Circulante que.Adiantamentos recebidos de clientes . se tiverem vencimento em prazo maior. Somente a partir do momento em que for caracterizada a receita.00 R$ 2.00 na viagem. No retorno do empregado ou dirigente. os adiantamentos recebidos de clientes por conta da produção de bens. Por representarem uma obrigação que a empresa assume com o cliente. é que o valor do adiantamento registrado no Passivo será transferido para o resultado do período.Adiantamentos para Viagens (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado R$ 1.Pelo registro do adiantamento concedido: D C Adiantamentos para Viagens (AC) Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) R$ 2.00 Contabilidade .

em estabelecimento de crédito.Ajuste de exercícios anteriores – Conceito Publicado em 29/08/2005 Como ajustes de exercícios anteriores devem ser considerados apenas aqueles decorrentes de efeitos da mudança de critério contábil. Note-se que. isto é. que subsistirá entre o financiado ou adquirente e o credor fidejussório.404/1976). 66 da Lei nº 4. § 1º. na redação que lhe foi dada pelo Decreto-lei nº 911/1969. independentemente da tradição efetiva do bem. não sendo de competência do período da escrituração em que ocorrer a regularização. sem que haja a entrega da coisa faticamente. e que não possam ser atribuídos a fatos subseqüentes. a despesa ou a receita não deve afetar o lucro líquido desse período de apuração. para o adquirente. assim dispõe: "A alienação fiduciária em garantia transfere ao credor o domínio resolúvel e a posse indireta da coisa móvel alienada.Contabilidade .728/1965. determinada pessoa adquire um veículo em uma revendedora e. Assim. o adquirente original estará alienando fiduciariamente o bem adquirido sem que ocorra a tradição ao credor. (Art. ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior." Se. Concretizada a operação. Isto porque. financiamento capaz de satisfazer a obrigação. na operação de alienação fiduciária interferem três partes: a) o vendedor. mesmo que indicando a fonte da despesa ou receita objeto da regularização. uma linha de financiamento. . ao disciplinar que o credor fiduciário tem o domínio resolúvel da coisa. O adquirente propõe ao vendedor a aquisição do bem móvel de seu interesse e este diligencia com o agente de crédito de modo a obter. o ajuste lançado contra uma conta patrimonial do ativo ou passivo. § 1º. deverá ter como contrapartida a conta de lucros ou prejuízos acumulados (art. 186. da Lei no 6. e c) o adquirente.Considerações Publicado em 28/05/2004 Sinteticamente. da Lei nº 6. b) o emprestador do numerário (ou financiador). 186. por não dispor do capital necessário para o pagamento do preço pretendido pelo vendedor. tornando-se o alienante ou devedor em possuidor direto e depositário com todas as responsabilidades e encargos que lhe incumbem de acordo com a lei civil e penal. (Perguntas e Respostas IRPJ/2004 – Questão nº 322) Alienação Fiduciária . o vendedor desaparece totalmente da relação jurídica. por exemplo. O art.404/1976) Ajuste de períodos anteriores – Ausência de reflexo no resultado Publicado em 13/01/2005 A regularização como ajustes de períodos anteriores não provoca reflexo no resultado do período em que ocorre a sua escrituração. obtém. a legislação estipulou a existência do domínio enquanto não forem pagas as prestações e os encargos devidos pelo alienante.

Anteriormente. acrescentando que o prazo mínimo admitido para sua amortização é de cinco anos.... R$ 6. antes do Patrimônio Líquido. recebendo antecipadamente o valor de R$ 12.... desde que não haja compromisso. 1 . Exemplo: Empresa ―A‖ aluga um imóvel à empresa ―B‖ para a realização de um evento... Este grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial......20x3)..... 181 que.Receitas de Aluguel (RE) ..12.00 (Ref...000. R$ 12...Receitas de Aluguel (RE) .404/76 estabelece que ―a escrituração da companhia será mantida em registros permanentes.12.Por ocasião do fechamento do Balanço Patrimonial em 31..000.. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado. que o valor dos custos de aquisição de programas de computador deve ser registrado no ativo imobilizado.. Aplicação do princípio da competência Publicado em 20/08/2001 O art. por um período de 2 meses.00 (prazo de locação: 1º.... O Princípio de Competência é aplicado a situações concretas altamente variadas.....000...... R$ 6.... em resposta a consulta formulada por contribuinte....00 2 .Receita de Exercícios Futuros (REF)...404/1976 (S/A) determina em seu art.Receitas de Exercícios Futuros (REF) C ....000.. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes......... ao final do mês de Jan/20x3....No exercício seguinte. deverá ser apropriado o restante das receitas D ..Receitas de Exercícios Futuros (REF) C . pois .... não publicado no DOU).... podendo ser amortizados no prazo mínimo de cinco anos (IN SRF nº 4/85). com obediência aos preceitos da legislação comercial e desta lei e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos.20x2 a 31. O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro.. por parte da empresa locadora.00 Amortização de programas para computador Publicado em 25/07/2003 Os custos e as despesas de aquisição e desenvolvimento de logiciais (software) utilizados em processamento de dados...Por ocasião do recebimento do aluguel D ...Caixa/Banco (AC) C .... o Fisco afirmou (Parecer CST nº 957/83 – parecer interno.Aluguel recebido antecipadamente – Classificação contábil Publicado em 11/01/2005 A Lei nº 6. devem ser ativados. devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros.20x2 D ...... no grupo de Resultados de Exercícios Futuros.... Dezembro/20x2) 3 . 177 da Lei nº 6...... devendo observar métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo e registrar as mutações patrimoniais segundo o regime de competência....01..

00 R$ 130. como regra geral. com base no pedido de compra. em 1º.20X1.Aplicações Financeiras de Renda Fixa (AC) C . auferindo nessa operação um rendimento bruto de R$ 1.162.art.Bancos Conta Movimento (AC) 2) Pelo resgate da aplicação: D . Diante disso.07. ou da emissão da nota fiscal de serviços.500. sem vinculação a prazo predeterminado ou.Rendimentos de Aplicações Financeiras (CR) C . Nesse caso. por exemplo.500.Aplicações financeiras de renda fixa .são muito diferenciadas as transações que ocorrem nas empresas.00 R$ 130.07. caso este ocorra após o término do exercício social seguinte. por ocasião da compra. a aquisição de mercadorias. a despesa correspondente a prestação de serviços deve ser contabilizada quando o serviço for efetivamente prestado. AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Aquisição de ações próprias – Registro contábil Publicado em 26/11/2004 Quando a companhia adquire ações próprias não pode mantê-las no seu ativo .50* R$ 1.000.5% (alíquota para aplicações financeiras com prazo de até 180 dias .000.000.20X1 (30 dias). Da mesma forma.00. se resgatáveis em prazo determinado. da Lei nº 11. caso este ocorra até o término do exercício social seguinte.033/2004). teríamos os seguintes lançamentos: 1) Pelo registro da aplicação: D . deve ser registrada contabilmente. caso sejam resgatáveis a qualquer momento. Por esta razão é a Competência o Princípio que tende a suscitar o maior número de dúvidas na atividade profissional dos contabilistas.Bancos Conta Movimento (AC) D . efetuou uma aplicação financeira no valor de R$ 130.IRRF a Recuperar (AC) C .50 R$ 337.00 (*) R$ 1. Contabilidade .Tratamento Publicado em 26/10/2005 As aplicações financeiras de renda fixa são utilizadas principalmente para as empresas investirem folgas temporárias de caixa.Aplicações Financeiras de Renda Fixa (AC) R$ 131. independentemente da emissão da nota fiscal ou da entrada da mercadoria. As modalidades de aplicações financeiras de renda fixa mais comuns atualmente são os Fundos de Investimentos de Renda Fixa e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs). I. ou b) no Realizável a Longo Prazo.00 x 22. 1º. Essas aplicações financeiras são classificadas: a) no Ativo Circulante.500. independentemente do contrato firmado antes da prestação do serviço. caso sejam resgatáveis em prazo determinado. em função dos objetivos destas. de forma que o dinheiro não fique parado e seja remunerado pelos juros até o momento de sua utilização.00 para ser resgatada em 31. Exemplo: Consideremos determinada empresa que.

50 cada uma. se a empresa adquirir 100.Disponibilidades (Ativo Circulante) 50.000 ações próprias por R$ 0.circulante. Contabilidade . são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. Por essa razão. dentro do patrimônio líquido.000. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem.Aquisição de hardware e software . podendo ser respectivamente depreciada ou amortizada. valor patrimonial ou valor de cotação no mercado.00. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. Segue exemplo de contabilização dessa operação: 1. no caso de veículos. como retificação do Patrimônio Líquido.000. Note-se que o valor do lançamento corresponde ao valor pago pelas ações. e assim deve ser registrado. Pela aquisição de um computador: . 182. é obrigatório por força do art.Ações em Tesouraria (Patrimônio Líquido) 50. o que ocorre. poderá então fazer aparecer no seu Patrimônio Líquido: Reservas Estatutárias Ações em Tesouraria 1. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. A dedutibilidade da depreciação ou amortização está condicionada a que a utilização dos bens esteja relacionada à atividade desenvolvida pela empresa.404/1976. Essa avaliação. Para representar a verdadeira essência da operação. deverá registrar: D .Tratamento Publicado em 10/08/2005 A aquisição de computadores e periféricos (hardware) e software de aplicação deve ser contabilizada no Ativo Permanente. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. da Lei nº 6. Por exemplo.00 Esse destaque.00 C . se a empresa possuir reservas estatutárias com saldo de R$ 1.000. § 5º.00) 950.000. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa.000. dando um usado como parte do pagamento Publicado em 23/12/2004 Por ocasião da aquisição de um bem novo. ou outro semelhante. não importando seu valor nominal.000. no plano de contas deve haver uma conta com o título ―Ações em Tesouraria‖. sob o ponto de vista contábil. Essa compra corresponde a uma devolução de capital aos acionistas e assim deve ser tratada: como redução do patrimônio líquido. que funcione como retificadora.00 (50. Deve-se atentar que. mesmo que tenham grandes chances de negociação em mercado. apesar de a negociação ser de ―troca‖.000.00 Continuando com o exemplo. já que representam direitos contra seu próprio patrimônio líquido. subconta do Imobilizado.000. Aquisição de bem novo para o imobilizado.

Depreciação (CR) C . ou seja.Equipamentos de processamento eletrônico de dados (Ativo Permanente Imobilizado) C . quando houver a intenção de permanência. Contabilidade . no subgrupo Investimentos. Pela apropriação da despesa de amortização: D . sujeitando-se à taxa de depreciação usualmente aplicável a partir do início da sua efetiva utilização.Amortização (Conta de Resultado) C .404/1976 (Lei das S/A).Caixa/Bancos (Ativo Circulante) Pela apropriação da despesa de depreciação: D . devem ser registrados em conta do Ativo Permanente. o seu registro será feito no Ativo Permanente Imobilizado.Registro Publicado em 21/06/2005 Os dispêndios com a aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional deverão ser tratados como tal. do registro do valor do bem no Ativo Diferido. Pela aquisição de um programa de computador: D . 179 e 183 da Lei nº 6. os imóveis de propriedade da pessoa jurídica não destinados à manutenção das atividades da empresa. . 179 da Lei nº 6.Amortização acumulada de sistemas aplicativos . 305 do RIR/1999 e arts. não classificáveis no Ativo Circulante e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. classificamse como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de qualquer natureza. Contabilidade . Não se cogita.Aquisição de semoventes . Se.Registro Publicado em 06/09/2005 Classificam-se como semoventes os animais que a empresa adquira com a finalidade de prestar-lhe algum tipo de serviço (por exemplo: animais de tração destinados à produção). os encargos de depreciação desse período deverão ser registrados no Ativo Diferido e amortizados.Software (Ativo Permanente Imobilizado) (Art.Imobilizado) C . dessa forma.Imobilizado) 2.Caixa/Bancos (Ativo Circulante) 3.Depreciação acumulada de equipamentos de processamento eletrônico de dados (Ativo Permanente .Aquisição de imóvel para investimento .404/1976) Contabilidade .Software (Ativo Permanente .Aquisição de Imobilizado na fase pré-operacional .D . o início da efetiva utilização do bem ocorrer antes do início das atividades da empresa ou da implementação de novo projeto. todavia.Sistemas aplicativos .Tratamento Publicado em 22/03/2005 De acordo com o inciso III do art. Assim.

ou seja. devem ser registrados no Ativo Permanente (subgrupo Imobilizado) e podem.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) AP = Ativo Permanente AC = Ativo Circulante (Art. com cheque pré-datado: a) se houver fundos suficientes no banco sacado: D .Classificação contábil Publicado em 09/03/2005 O cheque é.Bancos Conta Movimento (AC) AC .Fornecedores (PC) C . o registro contábil dessa operação pode ser assim efetuado: D .Semoventes (AP) C . uma ordem de pagamento à vista. por definição. levando-se em conta opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico). inclusive. Na aquisição de um determinado animal. sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior. ser depreciados a partir do momento em que passem efetivamente a ser utilizados.Fornecedores (PC) C . 179.Passivo Circulante .Estoque ou Ativo Imobilizado (AC/AP) C .Os semoventes.Cheques a Pagar (PC) c) quando for providenciado fundo suficiente para a cobertura do cheque: D . como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa.Ativo Permanente PC . Todavia.Cheques a Pagar (PC) C . inciso IV da Lei nº 6. sugerimos os seguintes lançamentos contábeis: Pelo registro da compra efetuada: D . Dessa forma. por se enquadrarem nesse conceito. Embora inexista previsão legal para o cheque pré-datado e. é largamente adotada no comércio a prática de realizar compras e vendas mediante cheque prédatado. ainda.Ativo Circulante AP .Bancos Conta Movimento (AC) b) se não houver fundos suficientes no banco sacado: D .404/1976) Aquisições com cheques pré-datados . entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação.Fornecedores (PC) Pelo pagamento ao fornecedor. na hipótese de realização de compras por meio de cheques pré-datados.

que aprovou a NBC T 10.Imobilizado da arrendatária. adicionado do valor residual. da seguinte forma: a) o valor do bem arrendado integra o Ativo Permanente .000. 5º da Resolução Bacen nº 2.2 – Arrendamento Mercantil.Arrendamento mercantil – Registro contábil na arrendatária Publicado em 10/01/2005 De acordo com a Resolução CFC nº 921/2001. e o valor do bem arrendado. Exemplo Suponhamos que determinada empresa contratasse o arrendamento mercantil de um bem para o seu Ativo Imobilizado nas seguintes condições: Prazo do arrendamento: 24 meses Valor das contraprestações: R$ 671. c) a diferença entre o valor total das contraprestações. devendo ser identificado como objeto de arrendamento financeiro em contrapartida ao valor total das contraprestações e do valor residual que deve ser registrado no Passivo Circulante ou no Exigível a Longo Prazo. d) o encargo financeiro deve ser apropriado ao resultado. em função do prazo de vencimento das contraprestações pelo critério pro rata dia. de que trata a letra ―a‖. b) a depreciação desse bem deve ser consistente com a depreciação aplicável a outros ativos de natureza igual ou semelhante. e) o pagamento antecipado do valor residual deve ser considerado como uma contraprestação. entendemos que o registro contábil dos bens objeto de arrendamento mercantil financeiro. sendo-lhe atribuído tratamento semelhante.00 Neste caso.00 Valor residual a ser pago na opção de compra (final do contrato): R$ 130.66 Valor do bem: R$ 13. teríamos: . deve ser efetuado pela pessoa jurídica arrendatária.309/1996 (leasing financeiro). de que trata o art. mediante a utilização do método exponencial. observada a competência. deve ser registrada como encargo financeiro a apropriar em conta retificadora das contraprestações e do valor residual.

R$ 13.Encargos de Depreciação (CR) C .......Pela apropriação dos encargos financeiros incorridos D .1 .........84* *O cálculo dos encargos financeiros a apropriar foi assim efetuado: Valor total das contraprestações (24 x R$ 671.84 (-) Valor do bem ... R$ 3...............Arrendamento Mercantil a Pagar (PC/ELP) ....41** 4 ...00 Encargos financeiros a apropriar ..........119..84 3 ..........................249..Ativo Imobilizado (AP) C ..66) ......................Encargos a Apropriar (Conta Redutora do PC/ELP) ........ ..............R$ 150......Arrendamento Mercantil a Pagar (PC/ELP) ...........Encargos a Financeiros Apropriar (Conta Redutora do PC/ELP) C ..... R$ 16..Encargos Financeiros (CR) C .........000........ ....No recebimento do bem objeto de arrendamento D ......00 2 ..............Pelo registro dos encargos financeiros a apropriar D .00** ......Depreciação Acumulada (AP) ..R$ 135... R$ 130...Pela apropriação dos encargos de depreciação D ........00 Subtotal ...... R$ 13.... R$ 16.... R$ 3......84 Valor residual a ser pago no final do contrato ...249..........249....000.

. R$ 671. os custos são acumulados no Ativo Circulante. e com subconta com o tipo do produto. após a colheita. Aspectos contábeis do vale-transporte Publicado em 21/02/2005 09:32 A pessoa jurídica deve registrar as despesas efetivamente realizadas na aquisição de vale-transporte em contas específicas que possibilitem determiná-las... Após o término da colheita.. são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio.. que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida.. também do Ativo Circulante. Durante sua formação... na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como.... arroz. AP = Ativo Permanente PC = Passivo Circulante PC/ELP = Passivo Circulante/Exigível a Longo Prazo CR = Conta de Resultado Aspectos Contábeis das Culturas Temporárias Publicado em 08/09/2004 09:49 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem período de vida curta e normalmente. Pelo pagamento das contraprestações D .66 **Valores hipotéticos.Arrendamento Mercantil a pagar (PC) C .. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖. por exemplo. com clareza e ...Caixa/Bancos conta Movimento (AC) ..... trigo etc..5. essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖....

Por essa razão. e caso este ocorra até o término do exercício seguinte. ou a conta do Passivo Circulante que registrar a obrigação assumida pela contratação da assinatura. caso o pagamento da assinatura ocorra em . assinaturas destinadas ao departamento comercial serão registradas como despesas de vendas.Contabilização Publicado em 22/09/2005 09:07 O registro dos gastos com assinaturas de periódicos. na aquisição dos vales-transportes. reparos e depreciação dos veículos próprios. anual etc. jornais e revistas deve ser efetuado de acordo com a utilização destes. Assim. deverão ser comprovados os dispêndios e encargos com o transporte do beneficiário. tais como: aquisição de combustível. A despesa com o vale-transporte é dedutível no período-base de competência. Se proporcionar aos seus empregados o deslocamento residência-trabalho e viceversa por meios próprios ou contratados de terceiros. é recomendável que. observado o regime de competência. dependendo do prazo de vigência da assinatura (até ou após o término do exercício seguinte).Assinatura de periódicos. ou no Realizável a Longo Prazo. O valor do dispêndio será levado à conta de resultado somente por ocasião do fornecimento dos vales aos empregados. no Ativo Circulante ou no Realizável a Longo Prazo. jornais e revistas . Por sua vez. deve ser deduzida do montante das despesas efetuadas no período-base (trimestral ou anual) mediante lançamento a crédito das contas que registrem os custos relativos ao benefício. por exemplo. no caso de pagamento a vista. vales adquiridos em novembro para serem utilizados pelos empregados em dezembro somente nesse mês (dezembro) serão efetivamente despesa dedutível. manutenção. as assinaturas de jornais e revistas para a administração serão apropriadas como despesa administrativa. assim como as assinaturas de edições técnicas para o setor de engenharia industrial serão registradas como custo de produção. adotando-se os seguintes procedimentos: a) registra-se o gasto com assinaturas em conta ou subconta própria do subgrupo de despesas antecipadas. Contabilidade .exatidão. A vigência de uma assinatura pode ser mensal. que venha a ser recuperada pela empresa. A parcela equivalente a 6% do salário básico do empregado. cuja contrapartida poderá ser a conta de disponibilidade que sofrer o desembolso. trimestral. Portanto. torna-se necessário distribuir o gasto efetuado ao longo do período de vigência. destinados exclusivamente ao transporte dos empregados. o registro seja efetuado em conta de "Despesas pagas antecipadamente". caso esta tenha sido contratada para pagamento a prazo. semestral. Por exemplo. bem como os gastos com empresas contratadas para esse fim.

a fração correspondente ao período transcorrido.prazo superior. b) para a distribuição do gasto incorrido pelo período de vigência da assinatura. pelo peritocontador assistente.4.3.2. não deve emitir parecer pericial contábil contrário a esse laudo. mesmo sendo a perícia-contábil uma prova técnica.4.2. por parte do perito-contador assistente exclui a possibilidade da emissão de parecer pericial contábil contrário. as assinaturas com prazo de vigência superior a um ano terão o valor correspondente ao período que ultrapassar o término do exercício seguinte transferidos para o Realizável a Longo Prazo. em separado. ―13. visa a explicitar o item 13. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. em laudo pericial contábil. tomada em conjunto com a parte que o contratou.3 – O perito-contador assistente. ao apor a assinatura. O perito-contador assistente não tem obrigação de assinar conjuntamente o laudo pericial contábil. mensalmente. dividese o valor total do gasto pelo prazo contratado e apropria-se. 4. divulgada em 2002. resta analisando o laudo pericial contábil elaborado pelo perito-contador. optar pela forma que entenderem mais correta de se manifestarem. nem sempre a redação dada pelo perito contador é idêntica àquela entendida correta. assinará em conjunto o laudo pericial contábil que tiver acompanhado os procedimentos técnicos desenvolvidos para a elaboração do laudo pericial pelo perito-contador e/ou que tenha examinado todo o seu conteúdo e conclusões. A assinatura em conjunto no laudo pericial contábil. e terem-se valido os profissionais dos mesmos procedimentos. Ao perito-contador assistente. Cria-se. A opção por apresentar parecer pericial contábil em separado é de exclusiva responsabilidade do perito-contador assistente. pois. ou mais adequada. APLICABILIDADE E PROCEDIMENTO 5. item 13. creditando-se a conta de despesa antecipada e debitando-se a conta de despesa operacional ou custo de produção a que se referir à assinatura. entendendo estar de acordo com estas.‖ ASPECTOS CONCEITUAIS 1. correspondente aos Procedimentos. um impedimento à assinatura em conjunto do laudo pericial contábil. .03 Publicado em 18/02/2003 14:45 A Interpretação Técnica (IT) NBC T 13 – IT – 03. Assinatura em conjunto em Laudo Pericial Contábil – Interpretação Técnica NBC T 13 – IT . 3. em conjunto com o perito-contador.4. Lembra-se que. neste caso. não devendo entender o perito-contador que tal atitude constitua descrédito ao trabalho realizado ou ao profissional que o apresentou. 2. O perito-contador assistente. no caso de levantamento de balanços.

6. O perito-contador assistente, emitirá parecer pericial contábil em separado que, uma vez analisadas as conclusões trazidas pelo laudo pericial contábil, não concordar total ou parcialmente com elas ou discordar da forma como foram transmitidos os procedimentos utilizados para fundamentá-lo. 7. O perito-contador assistente, emitirá parecer pericial contábil em separado que assim entender cabível, tendo em vista a comprovação, de forma técnica, das teses levantadas pela parte que o contratou. 8. O perito-contador assistente poderá, ainda, assinar em conjunto com o peritocontador o laudo pericial contábil elaborado por este último e, também, apresentar, em separado, parecer pericial contábil, destacando e/ou desenvolvendo, de forma técnica, algum ponto relevante do trabalho, desde que não haja contrariedade com o contido no laudo pericial contábil. CONCLUSÃO 9. A participação de mais de um Contador, desempenhando as funções de peritocontador e de perito-contador assistente, no mesmo processo, deve ser entendida como reconhecimento e valorização da Profissão, motivo pelo qual o relacionamento ético e respeitoso entre eles é encarado como pressuposto do engrandecimento profissional.

Assinatura nos Termos de Abertura e Encerramento dos Livros Contábeis Publicado em 09/08/2001 13:08 Quando a empresa adotar a escrituração do Livro Diário Geral e do Razão por meio de processamento eletrônico de dados (computador), as folhas impressas devem ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente. Após o processamento, as folhas deverão ser destacadas e encadernadas em forma de livro, com a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e submetidos à autenticação da Junta Comercial. Essa encadernação deverá ser feita, no máximo, anualmente, para efeito de atender o regime fiscal e contábil. Esse procedimento deverá também ser adotado por todas as empresas obrigadas à escrituração contábil, ainda que tenham iniciado as suas atividades no 2º semestre/99. Os termos de abertura, de encerramento e o Balanço deverão ser datados e assinados por duas pessoas (art.268 do RIR/99): a) pelo sócio responsável tributário ou administrador da sociedade; e

b) pelo contabilista legalmente habilitado, com indicação do número de sua inscrição no CRC. Contudo, somente o sócio da sociedade poderá assinar os termos de abertura, de encerramento e o Balanço da empresa, também na qualidade de contabilista, e assumir a responsabilidade pela escrituração, desde que legalmente habilitado para o

exercício profissional, com registro no CRC (§ 2º do art. 268, do RIR/99).

Atividade agrícola - Aspectos contábeis das culturas temporárias Publicado em 24/01/2005 08:21 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem período de vida curta e normalmente, após a colheita, são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio. Durante sua formação, os custos são acumulados no Ativo Circulante, na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como, por exemplo, arroz, trigo etc. Após o término da colheita, essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖, também do Ativo Circulante, e com subconta com o tipo do produto. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖, que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida. Exemplo 1) D - Cultura Temporária (AC) Tipo de Plantação C - Disponível (AC) ou Contas a Pagar (PC) Pelo registro dos gastos com a formação e a colheita da cultura, tais como adubação, sementes, mão-de-obra, irrigação, produtos químicos etc. 2) D - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação C - Cultura Temporária (AC) Tipo de Plantação Pela baixa após o término da colheita. 3) D - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação C - Disponível (AC) ou Contas a Pagar (PC)

Pela agregação aos produtos colhidos dosgastos com beneficiamento, acondicionamento, armazenamento etc. 4) D - Custo do Produto Vendido (CR) C - Produtos Agrícolas (AC) Tipo de Plantação Pelo reconhecimento do custo no resultado, por ocasião da venda do produto. AC – Ativo Circulante PC – Passivo Circulante CR – Conta de Resultado

Contabilidade - Atividade pecuária - Nascimento de bezerros Publicado em 24/05/2004 10:52 Conforme entendimento do Fisco, por meio do Parecer Normativo CST nº 57/76, o nascimento de bezerros deverá ser contabilizado a débito de conta do ativo circulante e a crédito de superveniências ativas pelo valor real de custo ou pelo valor corrente no mercado. Superveniências ativas significam acréscimos ganhos em relação ao ativo da empresa. São acréscimos que ocorrem em virtude de nascimento de animais e ganhos decorrentes do crescimento natural do gado. São variações patrimoniais positivas. Mesmo que a empresa tenha a intenção de manter, total ou parcialmente, o rebanho emformação para produção, ele será classificado no ativo circulante, pois nem sempre épossível identificar se o bezerro ou a bezerra possui todos atributos genéticos necessários para a reprodução. Suponhamos que tenham nascido 50 bezerros(as) a um custo unitário de R$ 100,00.Teremos: D - Estoques Rebanho Bovino em Formação Bezerros de 0 a 12 meses C - Receita de Gado Bovino Variação Patrimonial Líquida Superveniências Ativas........................................... 5.000,00

(CD 45/1997)

Contabilidade - Atividade rural - Criação de animais - Registro do rebanho existente Publicado em 28/07/2005 09:51 Devem ser consideradas como integrantes do Ativo Imobilizado as contas a seguir indicadas, que podem atender à discriminação mais apropriada a cada tipo de criação: a) Rebanho reprodutor - indica o rebanho bovino, suíno, eqüino, ovino etc., destinado à reprodução, inclusive por inseminação artificial; b) Rebanho de renda - representa bovinos, suínos, ovinos e eqüinos que a empresa explora para produção de bens que constituem objeto de suas atividades; c) Animais de trabalho - compreende eqüinos, bovinos, muares, asininos destinados a trabalhos agrícolas, sela e transporte. Podem ser classificados no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo, em conta apropriada, aves, gado bovino, suínos, ovinos, eqüinos, caprinos, coelhos, peixes e pequenos animais, destinados a revenda, ou ao consumo na produção de bens para revenda. (PN CST nº 57/1976 e nº 7/1982)

A identificação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 11/09/2001 08:09 Na escrituração contábil, os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. No Razão Contábil temos, por exemplo, as contas ―Veículos‖, ―Móveis e Utensílios‖ etc., que registram bens de mesma natureza, adquiridos pela empresa ao longo dos anos. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem, pois, para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa, é necessário que se saiba, no mínimo, a data e o valor da aquisição do bem. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. Para tanto, além do controle exercido por meio dos registros contábeis, torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis, de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. Na maioria das empresas, o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação, às quais são atribuídos números que obedecem, tão-somente, à ordem cronológica de aquisição. Esse critério de identificação não é obrigatório, mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação, porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da

relacionados com a produção do bem. diretos e indiretos. no caso de bens adquiridos ou acréscimos registrados até 31. Se. do IPI incidente sobre os materiais consumidos. Lembra-se que: a) no caso de bens adquiridos até 1990. a correção monetária desses valores. amortização ou exaustão acumulada.1991. por outro lado. o custo de aquisição e os acréscimos posteriores e/ou as reavaliações. se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção. para eventual comprovação do valor imobilizado. acrescido.Custo de aquisição Publicado em 22/08/2005 10:25 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖.entidade.Ativo Imobilizado . porém. b) se o bem baixado foi submetido à correção monetária especial facultativa. se houver. Mesmo nesta segunda hipótese. tratando-se de empresa industrial. Contabilidade . composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. além da correção monetária normal. e c) demais custos.Alienação e baixa de bens do ativo imobilizado Publicado em 13/09/2004 08:26 Na alienação de um bem do ativo imobilizado devem ser baixados. Neste caso. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade .Bem fabricado pela própria empresa . e as respectivas depreciação. reportada à data de 1º. na escrituração contábil. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. Desse modo.01. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. o valor dessa correção também deverá ser baixado.1995. deverão ser baixadas a correção monetária complementar pela diferença IPC/BTNF de 1990 e as respectivas depreciação. amortização ou exaustão acumulada.12. que foi autorizada para ajustar defasagens nos índices de correção monetária utilizados. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor . o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da empresa. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. desde que no referido ano a empresa tenha sido tributada pelo Imposto de Renda com base no lucro real. b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais.

no caso de veículos. Ativo Imobilizado .Bens em construção Publicado em 24/07/2003 08:04 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. quando prontos. e assim deve ser registrado. em princípio. o que ocorre. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. os bens em construção.Controle do Ativo Imobilizado Publicado em 12/05/2005 08:38 . Ativo imobilizado . tenha havido o crédito na escrita fiscal. passando a construção a ser utilizada. Após a sua conclusão. Importa salientar que. dando um usado como parte do pagamento Publicado em 27/09/2004 08:36 Por ocasião da aquisição de um bem novo. por ocasião da aquisição. pois estes eram destinados. então. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. Essa avaliação. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. também. juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. deve-se. serão destinados à manutenção da atividade da empresa.Compra de bem novo. todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. Para representar a verdadeira essência da operação. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. sob o ponto de vista contábil. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. Contabilidade . que.correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. Deve-se atentar que. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. apesar de a negociação ser de ―troca‖. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação.

o que normalmente não envolve acréscimo da vida útil. para a análise dos gastos com reparos. que a empresa mantenha registros extracontábeis que permitam identificar os bens. faremos as seguintes distinções: 1. no mínimo.Manutenção . ―Móveis e Utensílios‖ etc. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. lubrificação. que integram o ativo imobilizado. pois. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. é indispensável. Todavia. as contas ―Veículos‖. que registram bens de mesma natureza. Na escrituração contábil. é necessário que se saiba. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. mas é necessário ao seu funcionamento normal. inclusive para efeitos fiscais. porém é necessário distingui-los dos kits de reposição ou manutenção que acompanham alguns equipamentos por ocasião de sua aquisição. .Distinção entre manutenção. além da escrituração contábil. reparos e reformas podem até ser vistos como sinônimos. normas de segurança etc..conserto ou substituição de parte ou peças em razão de quebra ou avaria do equipamento. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis.Pequenos reparos . manutenção. reparos e reformas Publicado em 13/10/2004 09:13 Em alguns casos. por exemplo. Para tanto. temos. Normalmente esse tipo de manutenção não está vinculado ao aumento de vida útil do bem. assim como posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. 2. necessários para que o bem retorne à sua condição normal de funcionamento. conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. na qual são feitas limpeza. por imperícia ou outro problema técnico qualquer. determinar a data e o custo de aquisição. Como na prática torna-se difícil obter os dados de determinado bem do Ativo Imobilizado diretamente da escrituração contábil. Ativo imobilizado .revisão sistemática e periódica do bem. dentro de padrões técnicos de qualidade. peças para substituição e materiais necessários para a manutenção são mantidos em almoxarifado. Em alguns casos.O controle do patrimônio da entidade é atribuição da contabilidade. a data e o valor da aquisição do bem. No Razão Contábil. tais como os dos bens do Ativo Imobilizado e da respectiva depreciação. substituição de peças desgastadas etc.

Agora. Desse modo. contado da data de sua aquisição. Essas são manutenções que devem ser feitas para o bom funcionamento do veículo. ou por ter sofrido uma pequena avaria. de discos de embreagem. como. acrescido. forem procedidas reformas completas de motor e funilaria. de amortecedores e de molas. mas que não aumentam sua vida útil. houve aumento da previsão do prazo de utilização desse bem. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. se após dois ou três anos de uso. ou mesmo a substituição do motor por outro novo. mas não traz nenhum acréscimo de vida útil. se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção. com a reforma. porém.por exemplo. ele certamente terá uma sobrevida que ultrapassará o prazo de vida útil restante. por outro lado. troca de um pára-choque ou de um pára-lama. o qual necessita periodicamente de trocas de óleo. O próprio Código Nacional de Trânsito prevê a necessidade de o veículo estar em bom estado para poder circular.substituição ou recuperação de partes e peças isoladas e/ou em conjunto em bens desgastados pelo tempo (totalmente depreciados ou não). de pastilhas e lonas de freio. não coberta por seguro.Ativo Imobilizado . tratando-se de empresa industrial.Fabricação de bem pela própria empresa . o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da . de pneus etc. composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. A peça substituída coloca o bem nas condições de uso que ele possuía antes da quebra ou da avaria. diretos e indiretos. Se. Ou seja.Custo Publicado em 10/09/2004 09:46 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖. o que contribuirá para o aumento de vida útil do equipamento. Admitamos agora que esse caminhão necessite de reparo por ter apresentado defeito em uma peça já fora da garantia . Contabilidade . e c) demais custos. relacionados com a produção do bem. uma bomba de combustível -. do IPI incidente sobre os materiais consumidos. Vejamos o exemplo de um caminhão adquirido novo (zero quilômetro). por exemplo.Grandes reparos e/ou reformas . b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais. em função de o caminhão apresentar um certo desgaste. de rolamentos diversos.3.

o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. as contas ―Veículos‖. Ativo Imobilizado . assim como os posteriores acréscimos e baixas parciais a eles referentes. determinar a data e o custo de aquisição. Mesmo nesta segunda hipótese.. no mínimo. dessa forma é indispensável. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo. tais como os dos bens do Ativo Imobilizado e da respectiva depreciação. § 3º. da Lei nº 6. Neste caso. em princípio. para eventual comprovação do valor imobilizado. temos. o que pode dar o entendimento de abranger não só itens do Imobilizado como também de Investimentos e do Ativo Diferido. Para tanto.404/1976 menciona que a reavaliação pode ser feita para os "elementos do Ativo". os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. Contabilidade .Ativos que podem ser reavaliados Publicado em 17/06/2005 08:43 O art. tenha havido o crédito na escrita fiscal porque destinados.Fichas de controle de bens Publicado em 09/12/2004 08:35 O controle do patrimônio da entidade é atribuição da contabilidade.empresa. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. a data e o valor da aquisição do bem. por ocasião da aquisição. inclusive para efeitos fiscais. que registram bens de mesma natureza. pois. Finalidade do controle Com na prática torna-se difícil obter os dados de determinado bem do Ativo Imobilizado diretamente da escrituração contábil. 182. além da escrituração contábil. Na escrituração contábil. à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. que a empresa mantenha registros extracontábeis que permitam identificar os bens. No Razão Contábil. por exemplo. . ―Móveis e Utensílios‖ etc. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. é necessário que se saiba. além de estoques.

Contabilmente. o entendimento do Ibracon e do CFC é de que a reavaliação seja restrita a bens tangíveis do Ativo Imobilizado. as respectivas reservas de reavaliação e a provisão dos tributos incidentes sobre a reavaliação. não abrangendo. Por sua vez. A descontinuidade operacional de bens reavaliados implica a necessidade de alteração do critério de avaliação para o registro pelo valor original.Salário a pagar (PC) D – IR Fonte a recolher (PC) . sugerimos os seguintes lançamentos: 1) pela apropriação da folha de pagamento: D .Salário a pagar (PC) 2) pela retenção do IR Fonte: D . os estoques ou outros Ativos constantes do Circulante ou Realizável a Longo Prazo. 434 do RIR/1999) é mais restritiva e refere-se somente aos bens do Ativo Permanente.Salário a pagar (PC) C – IR Fonte a recolher (PC) 3) pelo pagamento do salário e recolhimento do IR Fonte: D . desde que não esteja prevista sua descontinuidade operacional. Auxílio-creche – Tratamento contábil Publicado em 19/01/2005 08:43 O auxílio-creche pago aos empregados. portanto. No entanto.entre outros. a legislação do Imposto de Renda (caput do art. de acordo com a tabela progressiva do mês do pagamento dos salários. deve ser incorporado ao salário para efeito de incidência do IR Fonte. 43 do RIR/1999). estornando-se a parcela da reavaliação incluída no Ativo. por se tratar de um rendimento tributável (art.Auxílio-creche (CR) C .

A diferença entre o valor da equivalência patrimonial determinado na data da alienação ou liquidação do investimento e o valor pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade será lançada a débito (se positiva) ou a crédito (se negativa) da conta do investimento. quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente.C .Caixa/Bancos (AC) CR: Conta de Resultado (despesa) PC: Passivo Circulante AC: Ativo Circulante. Avaliação dos produtos acabados e em elaboração. Custeio por Absorção significa a apropriação aos produtos elaborados pela empresa de todos os custos incorridos no processo de fabricação. devem ser com base no custeio por absorção Publicado em 18/12/2001 09:12 As legislações societária e fiscal. mão-de-obra direta e materiais diretos ou componentes). exigem a avaliação do estoque de produtos (acabados e em elaboração). isto é. a qual não será computada na determinação do lucro real (art. assim como os princípios fundamentais de contabilidade. em contrapartida à conta de resultado (de receita ou despesa). Em síntese. 427 do RIR/99). 389 do RIR/99). com base em balanço patrimonial ou balancete de verificação da coligada ou controlada levantado na data da alienação ou liquidação ou até 30 (trinta) dias. Avaliação na baixa do investimento Publicado em 24/09/2001 09:09 A baixa de investimento relevante e influente em coligada ou controlada deverá ser precedida de avaliação pelo valor de patrimônio líquido. antes dessa data (art. no máximo. quer estejam diretamente vinculados ao produto (matérias-primas. nas empresas industriais. mediante rateios. nas empresas industriais. com base no chamado Custeio por Absorção. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Avalista de Empresa Concordatária . O segundo grupo de custos (custos indiretos) compreende os chamados gastos gerais de fabricação.

(PN CST nº 146/1975 e art. a perda total. isto é.Publicado em 25/02/2002 10:02 O aval é a garantia eminentemente cambial. se não restar ao bem nenhum valor econômico apurável. Autônomo por excelência. O processo de recebimento da indenização pode demorar um pouco. pode optar pela execução do devedor ou de seu avalista. a sua baixa contábil somente será admitida para efeitos fiscais. não se vincula à operação realizada. isto é. o que realmente ocorre é uma venda . 418 do RIR/1999) Baixa de bens sinistrados com perda total Publicado em 24/09/2004 08:43 No caso de bem sinistrado com perda total. o ganho ou perda de capital será apurado como numa venda qualquer. nesse caso. sujeitar-se-á às condições gerais da concordata. Isso significa que o credor. No caso de venda dos bens imprestáveis. não desconta a franquia (que corresponde a um valor mínimo não coberto). Entretanto. ainda que como sucata. a seu critério. O avalista na condição de credor. somente podem ser baixados do Ativo Imobilizado por ocasião da efetiva saída do patrimônio da empresa. sem qualquer benefício ou preferência em relação aos demais credores. ainda que antes de decorrido o prazo de vida útil previsto (em virtude de obsolescência anormal ou ocorrência de caso fortuito ou de força maior). Contabilidade – Baixa de bens imprestáveis Publicado em 26/09/2005 08:42 Os bens do Ativo Imobilizado que se tenham tornado imprestáveis. mas desde que a seguradora reconheça. como credor quirografário. Tal procedimento impõe-se porque. mas sim à obrigação consubstanciada no título creditício em que for dado. fato que deverá ser comprovado por documentos de idoneidade indiscutível. Importa salientar que não aproveita ao avalista o instituto do benefício de ordem. a companhia seguradora indeniza a empresa pelo valor total segurado. pois a Nota Fiscal de Venda será o documento hábil à comprovação de sua saída do patrimônio da empresa. saído em definitivo do patrimônio da empresa. formalmente. Nesse caso. há necessidade da baixa do bem com o concomitante reconhecimento do valor da indenização a ser pago pela seguradora. nenhuma dificuldade existe no tocante à sua baixa. se o bem tiver sido baixado fisicamente.

não sendo necessário aguardar o seu efetivo recebimento.do veículo sinistrado à seguradora. não há mais que cogitar a fluência no tempo do benefício da garantia oferecida pela seguradora. A comprovação da efetiva saída do bem do patrimônio da empresa. Essa parcela do prêmio. em substituição à provisão para créditos de liquidação duvidosa. Outra questão a considerar é com relação ao saldo do prêmio pago. em função da regra do conservadorismo ou da prudência.Baixa de créditos não liquidados Publicado em 05/10/2004 08:42 Desde o ano-calendário de 1997. admitida como despesa dedutível pela legislação do Imposto de Renda. embora ela não seja mais dedutível fiscalmente. . que restará na conta de despesa antecipada do ativo circulante. pois a apólice já oferece à empresa segurada. Contabilidade . não apropriada como custo ou despesa operacional. será produzida pela nota fiscal de venda emitida à companhia seguradora. podemos ter uma perda ou um ganho de capital. conforme a situação do valor contábil do bem. como tal. a constituição da provisão para créditos de liquidação duvidosa ainda pode ser necessária. como despesa operacional. Assim. tendo perecido o bem segurado. ser baixada contabilmente. devendo. visto que. Sob o ponto de vista da boa técnica contábil. Esse saldo deverá ser baixado. Todavia. no momento da baixa do bem. ao valor da indenização a receber contrapõe-se à soma do valor contábil do bem (custo corrigido menos depreciação acumulada) com o saldo do prêmio de seguro não apropriado como custo ou despesa operacional. desde que obedecidos os limites estabelecidos. que poderá vir a ser exigida pelo Fisco. condições para o registro da indenização a receber. tem a natureza de um custo da indenização a ser recebida. abaixo descrevemos o registro contábil da baixa dos créditos não liquidados. que deixou de ser dedutível para fins fiscais. ainda não apropriado como custo ou despesa operacional. Para efeito de apuração do resultado da baixa do bem sinistrado. a empresa tributada com base no lucro real pode considerar dedutíveis. os valores contabilizados como perdas de créditos não liquidados.

o registro contábil das perdas dedutíveis deve ser efetuado a débito da conta de resultado.4. b. que estejam em cobrança administrativa. b) a conta redutora do crédito.2) créditos sem garantia.000. de valor acima de R$ 5. b.00. vencidos há mais de um ano. observado o seguinte: b. alienação fiduciária ou outra garantia real). relativamente à parcela que exceder o valor que esta tenha se comprometido a pagar. Baixa de investimento avaliado pela equivalência patrimonial Publicado em 28/03/2002 09:03 A baixa de investimento relevante e influente em coligada ou controlada deverá ser precedida de avaliação pelo valor de patrimônio líquido. vencidos há mais de dois anos. tendo como contrapartida: a) a conta que registrou o crédito.1) a dedução da perda será admitida a partir da data da decretação da falência ou da concessão da concordata. desde que a credora tenha adotado os procedimentos judiciais necessários para o recebimento do crédito. A diferença entre o valor da equivalência patrimonial determinado na data da alienação ou liquidação do investimento e o valor pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade será lançada a débito (se positiva) ou a crédito (se negativa) da conta do .000. 427 do RIR/99). nas demais hipóteses previstas na lei fiscal. de valor superior a R$ 30.4. no máximo. desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para o seu recebimento.00 até R$ 30. com base em balanço patrimonial ou balancete de verificação da coligada ou controlada levantado na data da alienação ou liquidação ou até 30 (trinta) dias. antes dessa data (art. no caso de créditos.000.000. de valor até R$ 5. b. b. sem garantia.Registro contábil das perdas Conforme preconizado pela lei fiscal.00 por operação.00 (trinta mil reais). por operação.4) créditos contra devedor declarado falido ou pessoa jurídica declarada concordatária. desde que iniciados e mantidos os procedimentos judiciais para seu recebimento ou arresto das garantias.3) créditos com garantia (reserva de domínio do bem vendido.2) a parcela do crédito cujo compromisso de pagar não houver sido honrado pela empresa concordatária poderá também ser deduzida como perda.1) créditos sem garantia. vencidos há mais de seis meses. vencidos há mais de um ano. quais sejam: b.

extraída dos registros contábeis em determinada data. c) abrangência. Contabilista .Critérios de elaboração Publicado em 21/05/2004 14:03 Os critérios que devem ser observados pelas pessoas jurídicas para efeito de elaboração do balancete de verificação.Solicitação de baixa do registro no CRC .7.295/46).Do Balancete‖.2. Cumpre salientar que a inobservância da Norma Brasileira de Contabilidade aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade constitui infração ao exercício legal da profissão (alínea ―c‖ e caput do art. assim como infração ao Código de Ética Profissional do Contabilista. somente será concedida a baixa ao contabilista que estiver em dia com suas obrigações perante o CRC. Observe-se que. a anuidade será devida integralmente.investimento.2. os elementos mínimos que devem constar do balancete são: a) identificação da Entidade. mediante requerimento dirigido ao CRC. por meio da Resolução nº 685/90. a anuidade será devida proporcionalmente ao número de meses decorridos. aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). a qual não será computada na determinação do lucro real (art. com seus respectivos saldos. 31 a 34 da Resolução CFC nº 867/1999) Balancete de verificação . 27 do Decreto-lei nº 9. O grau de detalhamento do balancete deve ser adequado à sua finalidade. .7 . são regidos pela ―NBC T.Procedimentos Publicado em 10/11/2005 09:02 A baixa do registro profissional será concedida ao contabilista que interromper ou cessar suas atividades profissionais. contendo o motivo que originou a solicitação e acompanhado da carteira de identidade de contabilista. O balancete de verificação do razão é a relação de contas. De acordo com a NBC T. que será inutilizada. 389 do RIR/99). em contrapartida à conta de resultado (de receita ou despesa). (Arts. Caso a baixa seja solicitada até 31 de março. Após essa data. b) data a que se refere.

. confeccionada na forma de etiqueta autoadesiva. as empresas devem. deverá previamente ser recolhida uma taxa. que não poderá ser acusada. o interessado deverá fazer um requerimento ao Juiz em que exponha. 186. cujo valor e forma de recolhimento (guia) são fixados na legislação de cada Unidade da Federação. art.2. apor o seu visto após decorrido o referido prazo. levá-lo àpresença do Juiz de Direito sob cuja jurisdição estiver subordinado o seu estabelecimento principal. Lembramos que. este poderá. em princípio. indicando se são devedores ou credores. Para a obtenção do referido visto. pareceres. Esse requerimento pode ser firmado pelo próprio titular. dentro dos sessenta dias seguintes à data do encerramento do exercício social. de ter sua escrituração atrasada ou de não haver cumprido um dever que a lei lhe impõe.661/45. Se. f) soma dos saldos devedores e credores. o motivo do atraso e pedir para que seja rubricado o balanço. laudos. que o balancete de verificação deve ser elaborado. especialmente nas demonstrações contábeis.. e) saldos das contas. Declarações de Percepções de Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC.7. O balancete que se destinar a fins externos à Entidade deve conter nome e assinatura do contabilista responsável. em linhas gerais. deverá ser utilizada a Declaração de Habilitação Profissional (DHP). após a transcrição e a assinatura do balanço no livro Diário. em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica. no mínimo. A exigência é favorável à empresa. no caso de falência. Nesse caso. Estabelece ainda a NBC T.d) identificação das contas e dos respectivos grupos. VII). por motivo relevante. para que este aponha a sua rubrica. a seu critério. de acordo com a Resolução CFC nº 871/2000. sua categoria profissional e número de registro no CRC. mensalmente. Visto do juiz no balanço Publicado em 05/04/2004 08:29 Segundo dispositivo da Lei de Falências em vigor (Decreto-lei nº 7. sócio ou diretor da empresa. não tiver sido possível submeter o balanço à rubrica do Juiz dentro dos sessenta dias seguintes à data do encerramento do exercício social.

O levantamento patrimonial para início ou reinício da escrituração deverá reportar-se à data de 1º de janeiro do ano-calendário em que a empresa ficar sujeita à tributação com base no lucro real. Balanço de abertura . corrigidos monetariamente desde a data de aquisição e da integralização do capital até 31. se a empresa nunca efetuou registros contábeis nas condições exigidas para fins do Imposto de Renda. O valor dessas quotas constituirá o montante da depreciação.O não-cumprimento dessa formalidade poderá. bem como o valor do capital social. obrigatoriamente. se nunca manteve ou houver abandonado a escrituração contábil. efetuar um levantamento patrimonial a fim de proceder ao balanço de abertura e iniciar ou reiniciar a escrituração. dar lugar à caracterização de crime falimentar.Retorno ao lucro real Publicado em 25/03/2004 09:21 A empresa optante pela tributação do Imposto de Renda com base no lucro presumido que tiver de retornar à tributação com base no lucro real.95. por opção própria ou por não mais se enquadrar nos requisitos exigidos para adoção daquele regime. Segundo orientação fiscal contemplada no Parecer Normativo CST nº 33/78.12. deverá. amortização ou exaustão acumulada. b) considerar como utilizadas as quotas de depreciação. c) após as providências descritas nas letra "a" e "b". no balanço de abertura deverá: a) tomar o custo dos bens do ativo imobilizado e dos investimentos permanentes. efetuar os registros contábeis dos valores apurados no levantamento patrimonial. lançar a diferença entre o ativo e o passivo como lucros ou prejuízos acumulados e em seguida levantar o balanço de abertura. no caso de bens adquiridos ou capital integralizado até essa data. punível com a pena de detenção de 6 meses a 3 anos. em caso de falência. . amortização ou exaustão de bens do ativo permanente que seriam cabíveis no(s) período(s)-base anterior(es) àquele em que se realizar o balanço de abertura. a ser lançado na conta própria do ativo permanente. caso houvesse sido tributada pelo lucro real.

Observe-se que. de 28. ou seja. I. no qual demonstra se o custo-benefício da empresa é positivo.1. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questão nº 544) Balanço e demais demonstrações contábeis – Transcrição no Diário Publicado em 04/11/2004 09:43 O subitem 2. Balanço Social Publicado em 23/11/2001 09:11 O Balanço Social é um instrumento de informação da empresa para a sociedade. levantamento patrimonial.Contabilidade . se agrega valor à economia e à sociedade. do RIR/1999).1983. estiver escriturando apenas o livro Caixa. 274 do RIR/1999).10. se não estiver mantendo escrituração regular.00.Hipótese Publicado em 07/07/2005 09:25 Se a receita bruta total da pessoa jurídica tributada pelo lucro presumido em determinado ano-calendário for superior a R$ 48. ela estará automaticamente excluída do regime para o ano-calendário seguinte. aprovada pela Resolução nº 563. quando então deverá adotar a tributação com base no lucro real.000. determina que o balanço e demais demonstrações contábeis de encerramento de exercício devem ser transcritos no livro Diário. a fim de elaborar balanço de abertura e iniciar escrituração contábil. no dia 1º de janeiro do respectivo ano-calendário. deverá obrigatoriamente realizar. A legislação fiscal prevê que as demonstrações financeiras (contábeis) levantadas no encerramento de cada período de apuração do lucro real devem ser transcritas no livro Diário (IN SRF nº 77/1986. contratuais ou estatutárias. § 1º. permitindo aos usuários . complementará o sistema de informação contábil.1. Esse procedimento aplica-se a todas as demonstrações contábeis. Devem também ser transcritos no livro Diário os balanços ou balancetes mensais que servirem de base para a suspensão ou redução do pagamento do Imposto de Renda e da Contribuição Social por estimativa das pessoas jurídicas que apuram o lucro real anual (art.4 e § 2º do art.4 da Norma Brasileira de Contabilidade NBC-T 2. 230.Balanço de abertura pela PJ tributada pelo lucro presumido . Enfim. do Conselho Federal de Contabilidade. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da empresa.000. subitem 4. se respeita os direitos humanos de seus colaboradores e se desenvolve todo o seu processo operacional sem agredir o meio ambiente.

b) relação entre a maior e a menor remuneração da entidade. Com relação a remuneração e benefícios concedidos aos empregados. bem como o seu relacionamento com os empregados. d) gastos com alimentação.conhecer a atuação social da empresa. administradores. entende-se por informação de natureza social e ambiental: a) a geração e a distribuição de riqueza. d) a interação com o meio ambiente. considerando os empregados e os administradores. composição do corpo funcional e as contingências e os passivos trabalhistas da entidade. cujo objetivo é demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade social da entidade. terceirizados e autônomos. seu posicionamento perante a comunidade e o meio ambiente. administradores.Informação sobre recursos humanos Publicado em 12/07/2005 10:34 O Conselho Federal de Contabilidade. b) os recursos humanos. benefícios concedidos. devem constar: a) remuneração bruta segregada por empregados.Balanço Social . . c) gastos com encargos sociais. Na informação sobre recursos humanos devem constar dados referentes a remuneração. terceirizados e autônomos. c) a interação da entidade com o ambiente externo. que institui a Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. aprovou a NBC T 15. Contabilidade Ambiental .003/2004. por meio da Resolução nº 1. Para fins de aplicação das disposições estabelecidas nessa norma.

g) total de empregados por sexo. d) total de estagiários no final do exercício. Nas informações relativas à composição dos recursos humanos. b) total de admissões. . l) gastos com capacitação e desenvolvimento profissional. g) gastos com saúde. h) gastos com segurança e medicina do trabalho. devem ser evidenciados: a) total de empregados no final do exercício.e) gastos com transporte. c) total de demissões. autônomos. terceirizados e administradores beneficiados. f) total de prestadores de serviços terceirizados no final do exercício. Estas informações devem ser expressas monetariamente pelo valor total do gasto com cada item e a quantidade de empregados. n) participações nos lucros ou resultados. m) gastos com creches ou auxílios-creches. f) gastos com previdência privada. j) gastos com cultura. e) total de empregados portadores de necessidades especiais no final do exercício. i) gastos com educação (excluídos os de educação ambiental).

aprovou a NBC T 15. devem ser evidenciados: a) número de processos trabalhistas movidos contra a entidade. por sexo. que institui a Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. segregados por: i.Responsabilidade técnica pelas informações e revisão da demonstração Publicado em 20/07/2005 10:14 O Conselho Federal de Contabilidade. i. h.Balanço Social . c) número de processos trabalhistas julgados improcedentes.2) com ensino fundamental.3) de 36 a 60 anos.4) com ensino técnico.6) pós-graduados.003/2004. i. cujo objetivo é demonstrar à sociedade a participação e a responsabilidade social da . i) total de empregados por nível de escolaridade. h. i. por meio da Resolução nº 1. i.4) acima de 60 anos. j) percentual de ocupantes de cargos de chefia. nos seguintes intervalos: h. d) valor total de indenizações e multas pagas por determinação da justiça.1) analfabetos. i. Nas informações relativas às ações trabalhistas movidas pelos empregados contra a entidade.1) menores de 18 anos.2) de 18 a 35 anos. b) número de processos trabalhistas julgados procedentes. Contabilidade Ambiental .5) com ensino superior. h.3) com ensino médio.h) total de empregados por faixa etária.

composto pelos seguintes valores: a) custo dos materiais empregados na fabricação do bem. em princípio. tratando-se de empresa industrial. Se. diretos e indiretos. 179. seu custo corresponderá àquele apurado para os produtos da mesma linha. da Lei nº 6. contidas na Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. Mesmo nesta segunda hipótese. Contabilidade . A Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental deve ser objeto de revisão por auditor independente. o custo terá de ser apurado com base nos componentes citados nas letras ―a‖ a ―c‖. devendo ser indicadas aquelas cujos dados foram extraídos de fontes não-contábeis. acrescido. por outro lado. evidenciando o critério e o controle utilizados para garantir a integridade da informação. o bem fabricado não integrar a linha normal de produção da empresa. A responsabilidade por informações não-contábeis pode ser compartilhada com especialistas. para eventual comprovação do valor imobilizado. Nesse caso. tenha havido o crédito na escrita fiscal porque destinados. do IPI incidente sobre os materiais consumidos. é conveniente elaborar e manter arquivada planilha de custo.404/1976. e c) demais custos. b) custo da mão-de-obra utilizada na fabricação do bem e respectivos encargos sociais. Desse modo. deverá ser acrescido ao custo do bem o valor correspondente ao IPI incidente sobre materiais em relação aos quais. classificam-se como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de .entidade. porém. por ocasião da aquisição. relacionados com a produção do bem. e ser publicada com o relatório deste. inciso III.Classificação Publicado em 11/04/2005 09:34 De acordo com o art.Bem não destinado à atividade da empresa . se o bem a ser fabricado fizer parte da linha de produção. Bem fabricado pela própria empresa – Custo de aquisição Publicado em 28/02/2005 10:21 O ―custo de aquisição‖ a ser considerado no caso de bem do Ativo Imobilizado fabricado pela própria pessoa jurídica será o ―custo de produção‖. As informações contábeis. quando a entidade for submetida a esse procedimento. à fabricação dos produtos que a empresa comercializa. são de responsabilidade técnica de contabilista registrado em Conselho Regional de Contabilidade.

se esse tiver prazo determinado e estipular expressamente que as benfeitorias não serão indenizadas (art. podendo o respectivo valor ser: a) amortizado durante o prazo de vigência do contrato de locação ou arrendamento. do RIR/1999 e PN CST nº 210/1973). por ocasião do recebimento do bem. a critério exclusivo da pessoa jurídica. o registro no Circulante ou Realizável a Longo Prazo. I.Bens adquiridos por meio de consórcio . os desembolsos iniciais como adiantamento a fornecedores. as parcelas pagas antes do efetivo recebimento do bem. ou seja. ou b) depreciado à taxa normal. mas que implica desembolso efetivo do consorciado. Assim. quando a intenção for a de permanência.qualquer natureza. § 2º. considerando-se os princípios contábeis recomendados para cada caso específico. b) na segunda fase. alínea ―d‖.Benfeitorias realizadas pela locatária . sendo admissível. a segunda surge com o recebimento do bem. as aplicações em bens ou direitos não destinados à atividade da empresa. se o contrato de locação ou arrendamento for de prazo indeterminado ou. realizadas pela empresa em bens locados ou arrendados de terceiros. em conta específica e definitiva do Ativo Permanente. o custo de benfeitorias com prazo de vida útil superior a um ano (art. no grupo do Ativo Permanente. Contabilidade . de acordo com o prazo de vida útil admitido para a espécie de benfeitoria. são classificadas como investimento. do RIR/1999). não classificáveis no Ativo Circulante e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. 301. não vedar à empresa locatária o direito de pleitear indenização pelas benfeitorias realizadas (PN CST nº 104/1975). pelo valor constante na nota fiscal pela qual o bem foi faturado . 325.Ativo Imobilizado Publicado em 14/04/2005 11:31 Como regra. remanescendo ou não saldo devedor. deverá registrar: a) na primeira fase. Nessas condições. em conta do Ativo Imobilizado. mesmo tendo prazo certo. que refletem necessariamente procedimentos diversos: a primeira evidencia o período que antecede o recebimento do bem. Contabilidade . deve ser registrado em conta do Ativo Imobilizado. seja mediante sorteio ou antecipação de quotas (lance).Registro Publicado em 13/06/2005 10:14 A pessoa jurídica que adquirir bens por meio de consórcio poderá se defrontar com duas fases distintas.

Assim. Esse critério de identificação não é obrigatório. no mínimo. as contas ―Veículos‖.(PN CST nº 1/1983). Bens do ativo imobilizado não podem ser transferidos para o ativo circulante para serem vendidos Publicado em 14/03/2002 10:03 O Parecer Normativo CST nº 3/80 esclarece que o contribuinte não tem faculdade de classificar as contas ou reclassificá-las. segundo critérios subjetivos de sua conveniência. No Razão Contábil temos. os bens que se destinem à exploração do objeto social ou à manutenção das atividades da pessoa jurídica devem permanecer classificados em conta do ativo permanente até o momento de sua alienação. a data e o valor da aquisição do bem.Identificação Publicado em 14/07/2003 09:06 Na escrituração contábil. vedada sua transferência para o ativo circulante. sob a alegação de que se pretende aliená-los. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. à ordem cronológica de aquisição. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. baixa ou liquidação. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. às quais são atribuídos números que obedecem. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. ―Móveis e Utensílios‖ etc.404/76. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. . pois.Questão nº 257) Bens do Ativo Imobilizado . tão-somente. devendo observar rigorosamente os critérios da Lei nº 6. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. é necessário que se saiba. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. por exemplo. mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. que registram bens de mesma natureza. Na maioria das empresas.. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. Para tanto.

se existir mercado para esses bens e a intenção da empresa for vendê-los. sob o ponto de vista técnico. fato que precisa ser comprovado por documentação idônea. inclusive. cabe. esses bens não poderão mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. e mesmo que o bem tenha-se tornado totalmente imprestável e sem nenhum valor econômico apurável. amortização ou exaustão acumulada relativa a esses bens serão transferidas para conta própria ("Depreciação Acumulada de Bens Fora de Uso"). para a qual serão transferidos os valores relativos ao custo de aquisição e posteriores acréscimos. Mesmo que mantidos no ativo imobilizado. em virtude de implicações fiscais por ocasião da sua alienação. os bens em . Importa alertar que. A depreciação. Bens do Imobilizado em construção Publicado em 31/01/2002 08:01 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se. em virtude de obsolescência ou desativação parcial de linha de produção. ou seja.Bens do ativo imobilizado retirados de operação . Caso o valor realizável no mercado seja inferior ao valor contábil residual do bem. a qual. na prática observa-se a preferência pela manutenção desses bens no ativo imobilizado. a partir do instante em que saem de operação. Em qualquer hipótese. também. a constituição de uma provisão para ajuste ao valor de mercado. recomenda-se que os bens sejam mantidos em uma conta que indique tratar-se de bens que não estão mais em operação ("Bens Fora de Uso". o mais adequado. inclusive a correção monetária até 31. no caso de bens adquiridos até essa data. Todavia. o seu valor contábil residual somente poderá ser baixado por ocasião da sua baixa física. é a sua transferência para conta do ativo circulante.Registro contábil Publicado em 30/09/2004 10:03 No caso de bens retirados de operação por não estarem mais sendo utilizados. para que o seu saldo seja demonstrado como dedução do saldo da conta "Bens Fora de Uso". quando ele sair do patrimônio da empresa. tecnicamente. não será dedutível para efeitos fiscais. por exemplo).95.12. todavia.

tais como: • engradados. b. na aquisição de uma mesa para o escritório. observando-se que: b. é imprescindível que o bem. na aquisição de telhas. Por outro lado. tijolos e cimento para construção não pode ser tomado o valor unitário de cada um desses bens. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. Portanto. vasilhames e barris utilizados por empresas distribuidoras de águas . serão destinados à manutenção da atividade da empresa. que. deve-se. ou seja. Importa salientar que. mesmo que o prazo de vida útil seja superior a um ano.61.1) para efeito da dedução direta como custo ou despesa. o que significa que a permissão não abrange imobilizações relacionadas com atividades constitutivas do objeto da pessoa jurídica que requeiram o emprego simultâneo de uma certa quantidade de bens. pois cada um (em sentido econômico). somente atingem o objeto da atividade explorada em razão da pluralidade de seu uso. juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados. a construção deverá ser registrada no Ativo Imobilizado e poderá ser depreciada. todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. Após a sua conclusão. singularmente considerado. quando prontos. atende às necessidades a que se presta.construção. preste ou tenha condições de prestar utilidade. passando a construção a ser utilizada.2) a dedutibilidade do custo diretamente como custo ou despesa não se aplica se a atividade exercida pela empresa exigir utilização de um conjunto dos bens. não é necessário o registro do bem no Ativo Imobilizado para posterior depreciação): a) se o prazo de vida útil do bem adquirido não ultrapassar um ano. Assim. os quais. independentemente de seu custo de aquisição. então. Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação. ou b) se o bem adquirido tiver valor unitário não superior a R$ 326. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. não perfaz o critério de utilidade. individualmente. que resultará da construção. Bens registrados como custo ou despesa Publicado em 01/04/2004 09:18 O custo de aquisição de bens pode ser diretamente deduzido como custo ou despesa operacional nas seguintes hipóteses (observando-se que. o bem (a mesa). nestes casos. do conjunto de bens. por exemplo. por si só. embora cumpram individualmente a utilidade funcional.

que possuem expressão física. que são aqueles que. como. contabilmente. Assim. (Art. d) no caso de formas para calçados. imóveis. restaurantes e atividades similares. instalações etc. utilizadas pelas indústrias calçadistas.Permanência nos registros contábeis Publicado em 14/10/2005 08:29 . ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. no Ativo Imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis. direitos autorais etc. mesa e banho utilizadas por empresas que exploram serviços de hotelaria.Características Publicado em 18/04/2005 11:02 São registrados. inclusive os de propriedade industrial ou comercial. móveis.Bens totalmente depreciados . c) no caso de louças e guarnições de cama. máquinas. b) bens incorpóreos ou intangíveis. o que caracteriza o Imobilizado é a finalidade da aplicação. refrigerantes. patentes. no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade. facas e matrizes (moldes) para confecção de partes de calçados. ou seja. embora não possuam existência física. representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. • cadeiras que as empresas de diversões públicas utilizam em cinemas e teatros.minerais. Portanto. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. • botijões usados por distribuidoras de gás liqüefeito de petróleo. Contabilidade . 301 do RIR/1999) Bens registrados no Ativo Imobilizado . por exemplo. cervejas e chopes..

sair em definitivo do patrimônio da empresa.12. Lembra-se. ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava. No caso da mercadoria ser destinada ao ativo imobilizado.200 Kg). todo o valor obtido na sua venda constitui ganho de capital tributável. ainda. No caso da não comprovação em que essas bonificações estejam relacionadas com a . isto é. 305. não autoriza a sua baixa contábil. (Art. Caso as bonificações não constem do mesmo documento fiscal de compra das mercadorias. hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil para comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil. O custo da mercadoria será rateado pelo total recebido. corrigido monetariamente até 31. será substituída a conta Estoque para conta do Imobilizado. independentemente da forma de tributação pelo lucro real ou presumido.O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem. A baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente. Enquanto isso não ocorrer. Normalmente. Estando o bem totalmente depreciado. entendemos que somente poderá ser enquadrada como bonificação se realmente for comprovada que esta bonificação esta atrelada à compra das mercadorias para fins de rateio do custo de aquisição pela quantidade entregue pelo fornecedor. embora o seu valor contábil (custo corrigido menos depreciação acumulada) seja zero. do RIR/1999 e PN CST nº 146/1975) Bonificação de mercadorias . ainda que como sucata. inclusive as bonificadas pelo valor unitário pago por cada mercadoria. devem permanecer registrados na escrituração o custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada do bem.Conceito Publicado em 19/08/2003 09:57 Desconto comercial dado dentro do documento fiscal por meio de entrega de quantidade maior de mercadorias ao mesmo preço (chamada dúzia de 13 ou quilo de 1. § 3º.1995 (caso o bem tenha sido adquirido até essa data). portanto não tendo valores a serem incluídos na base de cálculo do PIS e da COFINS. não há lançamento em conta de receita operacional. Atente-se que nesta hipótese. os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do seu custo de aquisição não devem mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. que apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado. a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda. mas com nota fiscal separada com a mesma data da nota fiscal de compra. segundo entendemos.

pelo lucro Real ou presumido. Deverá classificar contabilmente na conta outras receitas operacionais. Contabilidade . adimplentes com os tributos e contribuições federais administrados pela Receita Federal do Brasil (RFB). b) débitos com exigibilidade suspensa.aquisição das mercadorias. d) recolhimentos ou pagamentos em atraso. inclusive aquele em relação ao qual dar-se-á o aproveitamento do bônus.01. Os valores dessa doação também deverão ser incluídos na base de cálculo das contribuições para o PIS e a COFINS (Lei 9. todavia. nos últimos 5 anoscalendário. conforme for à opção. o valor da doação será crescido a base de cálculo do IRPJ e CSL. não se enquadrou em qualquer das seguintes hipóteses. a) lançamento de ofício.Pela aquisição do direito ao bônus: D C - Bônus de Adimplência Compensar (AC) a Fiscal a Lucros ou Prejuízos Acumulados (PL) . determinada segundo as regras do lucro presumido (ainda que a pessoa jurídica beneficiária não esteja sujeita à esse regime de tributação).718/98) (MC2).Registro Publicado em 16/11/2005 08:38 Desde 1º. No caso de opção pelo lucro presumido. e) falta ou atraso no cumprimento de obrigação acessória.2003. Observe-se. entende-se que será caracterizada como doação.Bônus de adimplência fiscal . O referido bônus pode ser registrado da seguinte forma: I . que o período de 5 anos-calendário será computado por ano completo. Para esse efeito. considera-se adimplente a pessoa jurídica que. onde estará sujeita a tributação pelo IRPJ e CSL. em relação a tributos e contribuições administrados pela RFB. correspondente a 1% da base de cálculo da CSL. beneficiar-se do bônus de adimplência fiscal. c) inscrição em dívida ativa. passou a ser admitido às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real ou presumido.

onde permanecerão até sua efetiva distribuição. teríamos os seguintes lançamentos: 1 .Tratamento Publicado em 15/09/2005 08:59 Os valores relativos às aquisições de brindes para distribuição gratuita a clientes.00 R$ 246. 38 da Lei nº 10.00 com ICMS incluso de 18%. colaboradores etc.II . devem ser registradas em conta do subgrupo ―Estoques‖.00 . funcionários.00 R$ 300. por R$ 300. Exemplo Vamos supor que determinada empresa tenha adquirido 600 canetas para distribuição como brinde.00 R$ 54. 117 e 119 da IN SRF nº 390/2004) Contabilidade .Lançamento pela distribuição dos brindes: D . serão levados a débito da conta de despesa correspondente. então. 115.Brindes .00 R$ 54. 114.00 2 .Pela utilização do bônus: D C - Provisão para a CSL a Pagar (PC) Bônus de Adimplência Compensar (AC) Fiscal a (Art.Aquisição e distribuição .ICMS a Recolher (PC) C .Lançamento pela aquisição do brinde: D .637/2002. e arts. Neste caso.Estoques de Brindes (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante R$ 300.Fornecedores (PC) R$ 246.ICMS a Recuperar (AC) C . quando. no Ativo Circulante.Estoques de Brindes (AC) D .Despesas com Brindes (CR) C .

capital de giro próprio e capital em giro – Diferenças Publicado em 21/01/2005 10:15 Os cadastros bancários geralmente pedem para a empresa informar o valor do seu capital de giro. na qual permanecerão até a sua efetiva distribuição. é vedada a dedução das despesas com brindes (art. b) Capital de giro próprio: o capital de giro próprio ou capital circulante líquido corresponde à diferença positiva entre o Ativo Circulante e o Passivo Circulante. É importante salientar que. que compreendem. 13. por ocasião do levantamento de seus estoques. o qual será levado a débito da conta própria do Ativo Circulante e a crédito da conta de despesa operacional.1996. Estes quesitos podem ser diferenciados da seguinte forma: a) Capital de giro: o capital de giro ou capital circulante corresponde ao valor total do Ativo Circulante da empresa. Capital de giro. o Patrimônio Líquido.Brindes . apurar o estoque de brindes porventura remanescente.Registro contábil desses gastos Publicado em 07/12/2004 08:51 As aquisições de brindes para distribuição direta a consumidor ou usuário final devem ser registradas em conta do subgrupo ―Estoques‖. . o Passivo Circulante e o Exigível. da Lei nº 9. capital de giro próprio e/ou capital em giro.01. VII. desde 1º. poderá contabilizar o valor em conta de resultado (despesa operacional) e. quando os valores serão levados a débito da conta de despesa correspondente.249/1995). para efeito de determinação do lucro real (base de cálculo do IRPJ) e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. respectivamente. o que significa que os valores da espécie que forem levados a débito de conta de despesa operacional devem ser adicionados ao lucro líquido. c) Capital em giro: o capital em giro corresponde à soma dos capitais próprios mais os capitais de terceiros aplicados na empresa. no Ativo Circulante. Se a empresa não adotar registro permanente de estoques. para efeito do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro.

Contabilidade . Quando os sócios subscrevem o capital social. os sócios. vendas e de outros setores da empresa não ligados direta ou indiretamente à produção de bens ou serviços. a. a promessa do sócio de conferir determinado montante de fundos para a formação do capital social.Subscrição e integralização . Na prática. mas não o integralizam totalmente. b) nas demais empresas. assim. em dinheiro ou em bens. surgindo. que comprova a dívida do sócio para com a empresa. da promessa de entrega do montante com o qual se comprometeu para a formação do capital social. e b) a integralização.1) como custos da produção. que é a realização pelo sócio. relativamente às cestas distribuídas ao pessoal das áreas de administração. existem duas maneiras de caracterizar a formação do capital das sociedades: a) a subscrição. devem levar em conta a possibilidade econômica de formarem o capital social da empresa tendo em vista fatores como a necessidade financeira para o início do negócio e o retorno que o investimento poderá proporcionar. inclusive as comerciais. como despesa operacional.Classificação contábil Publicado em 10/10/2005 08:07 O encargo suportado pela empresa com a concessão de cestas básicas a todos os empregados é um gasto com pessoal que deve ser classificado: a) nas empresas industriais ou prestadoras de serviços: a.Conceituação Publicado em 24/10/2005 09:19 Ao decidirem constituir uma sociedade. ou seja.2) como despesa operacional.Cestas básicas distribuídas a empregados . quando relativo a cestas distribuídas ao pessoal dos setores de produção.Contabilidade . .Capital social . é ajustado um prazo para a integralização da parcela restante. a figura do ―capital a integralizar‖. O prazo para integralização é estipulado no contrato social ou em ata de assembléia.

Despesas Administrativas – Cestas de Natal (Conta de Resultado) 3.ICMS a Recolher (Passivo Circulante) 720.Cestas de Natal (Ativo Circulante) 3.00 D .280.Contabilidade – Cestas de natal distribuídas a empregados – Exemplo de contabilização Publicado em 03/12/2004 08:38 Para fins de contabilização de cestas de Natal adquiridas para distribuição aos empregados.00 C .00 CFC . ao custo total de R$ 4.00 c) distribuição das cestas de Natal D .ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 720.00 C .Contrato de prestação de serviços contábeis .Fornecedores (Passivo Circulante) 4.280.Cestas de Natal (Ativo Circulante) 3. Nesse caso.00 b) ICMS destacado na nota fiscal de saída D .00 C .000.000. . cujo objetivo é a comprovação dos limites e da extensão da responsabilidade técnica. o contabilista ou a organização contábil deve manter contrato por escrito de prestação de serviços. permitindo.00. sugerimos o seguinte: Vamos admitir que determinada empresa comercial adquirisse a prazo 100 cestas de Natal.00 (sem incidência de IPI). assim.Estoques . considerando tratar-se de empresa que adota registro permanente de estoques teríamos os seguintes lançamentos: a) aquisição das cestas de Natal D . para serem distribuídas gratuitamente aos seus empregados e que essa operação estivesse sujeita à incidência do ICMS (incluso no preço) no valor de R$ 720.Regulamentação Publicado em 24/03/2005 08:43 De acordo com a Resolução CFC nº 987/2004.Estoques .ICMS sobre Cestas de Natal (Conta de Resultado) 720.280.

independentemente. exemplificou Alcedino. de autoria do Poder Executivo. com o qual a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deverá celebrar convênio para a elaboração de normas de interesse específico do mercado de valores mobiliários. entidade sem fins lucrativos. após a denúncia do contrato. reafirmou. e do vice-presidente Técnico do CFC. "O próprio CFC não resiste ao convite de que todas as entidades que militam ao redor da . que tem por objeto social o estudo. CFC reafirma disposição em apoiar padronização de normas contábeis no Brasil Publicado em 26/08/2003 08:22 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC). eles participaram de um encontro promovido pela Comissão de Finanças e Tributação. Irineu De Mula. e) honorários profissionais. elaboração e divulgação dos princípios. também conhecido como Lei das S.As. No dia 20 de agosto. do tamanho da empresa. por meio do seu presidente. no mínimo. f) prazo para seu pagamento. o CFC sugere a criação do Comitê de Padrões Contábeis. os seguintes dados: a) identificação das partes contratantes. normas e padrões de Contabilidade e de Auditoria. A proposta cria condições para que haja um processo de harmonização entre os procedimentos de demonstrações contábeis adotados no Brasil e aqueles aceitos e praticados pelos principais mercados financeiros mundiais. Ainda no início deste ano. b) relação dos serviços a serem prestados. com regras claras de transparência que possam ser compreendidas e aceitas nos principais mercados de valores mobiliários. o CFC enviou ao relator da proposta. "O Brasil é um grande receptor de capitais externos e devemos estar preparados para enfrentar essas exigências". O contrato de prestação de serviços deve conter. deputado Armando Monteiro (PTB-PE). algo que já acontece em países com economia mais avançada. Em uma delas. h) foro para dirimir os conflitos. Aos membros da comissão.a segurança das partes e o regular desempenho das obrigações assumidas. g) responsabilidade das partes. a disposição da entidade em apoiar um projeto de harmonização das normas de contabilidade para sociedades comerciais. Alcedino Gomes Barbosa. c) duração do contrato. o presidente do CFC afirmou que a padronização das normas é uma necessidade natural. três sugestões de emenda para complementar a proposta. Essa nova entidade seria coordenada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC) e integrada por contadores. que discute o Projeto de Lei nº 3741/00. indicados pelo Conselho e pelas entidades representativas. durante audiência pública na Câmara dos Deputados. d) cláusula rescisória com a fixação de prazo para a assistência.

Estados e prefeituras que estiverem interessados em concorrer às premiações têm até o dia 10 de abril de 2003 para encaminhar ao CFC a documentação necessária.concedida às prefeituras que comprovarem comportamento evolutivo na adaptação à LRF .concedida às prefeituras que comprovarem comportamento evolutivo na sua arrecadação. O Prêmio CFC de Gestão Fiscal Responsável foi concebido com a finalidade de estimular administrações estaduais e prefeituras a se adaptarem a dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). "É sabido no mundo todo que as empresas auditadas são as que melhor recolhem seus impostos". "Mostramos aqui que não há espírito coorporativo e sim a busca por uma padronização das normas. afirmou que o Conselho Federal de Contabilidade é o órgão mais preparado para ser a referência no assunto no País se referindo à criação do Comitê de Padrões Contábeis. índice de endividamento.br). O vice-presidente também defendeu a obrigatoriedade da apresentação de contas por parte das grandes empresas.org.e ―Campeão de Arrecadação‖ . venham a participar dessas normas". deputado Armando Monteiro (PTB-PE). concluiu. aos membros da Comissão. realização de audiências públicas e atuação do controle interno. Armando Monteiro disse ainda que pretende finalizar o seu parecer sobre a matéria até meados de setembro para que o texto possa ser votado na comissão logo em seguida. O Certificado de Gestão Fiscal Responsável premia aquelas administrações públicas que melhor atingirem índices de despesa com pessoal.Contabilidade venham a estar presentes. Fonte: CFC CFC regulamenta Prêmio de Gestão Fiscal Responsável Publicado em 18/03/2003 09:49 Um novo regulamento do Prêmio CFC de Gestão Fiscal Responsável está disponível no site do CFC (www. Já o Certificado de Gestor Consciente vai para as prefeituras que melhor atingirem os índices de aplicação de recursos na área de saúde e na manutenção e desenvolvimento do ensino. Na avaliação do presidente Alcedino Barbosa. O relator da proposta. afirmou o vice-presidente do CFC. Irineu De Mula. a audiência foi bastante positiva.cfc. preservando a identidade brasileira". esforço para eliminação do déficit financeiro. (Conselho Federal de Contabilidade – CFC) . O presidente do CFC afirmou ainda que o Conselho está em sintonia com as demais entidades quanto à criação do Comitê de Padrões Contábeis. pois esclareceu aos deputados e demais presentes pontos altamente técnicos no que se refere aos procedimentos contábeis adotados no Brasil. disse se referindo ao processo de transparência que deve fazer parte de toda sociedade comercial. Um outro tipo de premiação são as menções honrosas ―Rumo à LRF‖ .

mas cuja obrigatoriedade de respeito. não cabe estorno do lançamento original que registrou o pagamento. em 31. Trata-se de ato de liberalidade entre as partes (o emitente e o beneficiário).05. não no ―Disponível‖. foi devolvido pela instituição financeira em 02. de cheque recebido em pagamento (de duplicata. Sublinhe-se que a conta ―Cheques em Cobrança‖ classifica-se no subgrupo ―Outros Créditos‖. uma vez que não houve desfazimento do negócio. Exemplo Vamos supor que determinada empresa recebeu.000. o mais adequado é o registro em conta do Passivo Circulante. Cheques devolvidos – Registro contábil Publicado em 22/11/2004 08:53 Quando a empresa recebe em pagamento cheques que venham a ser devolvidos pelo banco sacado. Como não são valores dos quais a empresa vá dispor a qualquer tempo (mas. . por exemplo) e a crédito da conta ―Bancos Conta Movimento‖. ao banco sacado). e que esse cheque. de sua emissão.20x1.00. apenas. que melhor caracterizará a obrigação assumida. o cheque nº 98765. Tratando-se de pagamentos feitos pela empresa com cheque pré-datado. em pagamento da duplicata nº 32456. deve registrar contabilmente esse fato conforme exemplificado a seguir. No caso de devolução. as importâncias recebidas nessa modalidade de pagamento não devem ser classificadas no subgrupo do "Disponível" e sim em conta distinta do "Ativo Circulante". pelo banco sacado. por falta ou insuficiência de fundos ou por qualquer outro motivo.Cheque pré-datado . O procedimento adequado é o registro do respectivo valor a débito de conta do Ativo Circulante (―Cheques em Cobrança‖. à data pactuada tem sido confirmada pela jurisprudência. de venda a vista ou de qualquer outra transação).06. pelo beneficiário. não oponível a terceiros (por exemplo. em que permanecerão até o efetivo recebimento.Classificação contábil Publicado em 03/05/2004 13:55 O cheque pré-datado não tem previsão legal.20x1. no valor de R$ 1. depositado na mesma data. na data combinada).

Dos valores recolhidos.000.000.Nesse caso teríamos os seguintes lançamentos: a) pelo recebimento da duplicata D .168/2000 e regulamentada pelo Decreto nº 4. tendo como contrapartida (a débito): a) ―Bancos Conta Movimento‖.00 1. entregues.00 C . à alíquota de 10%. instituída pela Lei nº 10.00 O valor registrado em ―Cheques em Cobrança‖ será baixado (mediante crédito). bem como pela signatária de contratos que impliquem transferência de tecnologia. utilizando-se o código 8741.Aproveitamento de créditos Publicado em 15/10/2004 08:37 A Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico (Cide).000.Cheques em cobrança (Ativo Circulante) 1.Comercial ―X‖ (Ativo Circulante) b) pelo registro da devolução do cheque D .Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1. creditadas.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1. por meio de Darf. é feito por orientação do próprio emitente). é devida pela pessoa jurídica detentora de licença de uso ou adquirente de conhecimentos tecnológicos.Cide-Royalties . firmados com residentes ou domiciliados no exterior. se o cliente quitar seu débito mediante novo pagamento. a título de royalties ou remuneração previstos nos respectivos contratos relativos a fornecimento de tecnologia.Clientes . Contabilidade . b) ―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖. cessão e licença de uso de marcas e cessão e licença de exploração de patentes. prestação de serviços de assistência técnica.000. se o cheque for novamente depositado (o que.195/2002. o responsável poderá tomar crédito para utilizá-lo como dedução . sobre as importâncias pagas. A Cide deve ser paga até o último dia útil da quinzena subseqüente ao mês de ocorrência do fato gerador. em geral. Essa contribuição incide. empregadas ou remetidas a cada mês a residentes ou domiciliados no exterior.00 C .

mas a partir de 1º. O título de uma conta deve expressar o significado adequado das operações nela registradas.Despesas com Cide-Royalties (CR) C . são também analisadas por auditores. I. para facilidade de seus acionistas em particular e do mercado em geral. A importância da adequada denominação das contas decorre do fato de que as demonstrações contábeis não são de utilização apenas da própria empresa. . 4º. as contas são classificadas segundo os elementos do patrimônio que registrem e agrupadas de modo a facilitar o conhecimento e a análise da situação financeira da empresa.00 Contas contábeis . segue exemplo de contabilização: D .Royalties a Recuperar (AC) D . é fundamental que suas demonstrações tenham uma linguagem precisa e. é claro.das futuras e subseqüentes operações semelhantes. tanto quanto possível.Cide . Até o ano de 2003.159-70/2001). Na hipótese de aproveitamento desses créditos. da MP nº 2.00 30.Cide . a recuperação (dedução) foi de 100%. § 1º. Além disso. fornecedores. se a empresa for uma sociedade anônima de capital aberto (com ações negociadas em bolsas de valores). clara.2004 esse crédito fica limitado a 70% do valor recolhido e os 30% restantes são considerados como despesas tributárias (art.404/76 (Lei das S/A). observados os requisitos gerais previstos na Lei nº 6.00 100.01.Classificação Publicado em 27/04/2004 08:24 No balanço. pelo Fisco. instituições financeiras e.Royalties a Recolher (PC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante 70.

. normalmente.) a que se refere o lançamento. as quais devem distinguir-se. f) conhecer os valores monetários a serem debitados e creditados em cada rubrica. a denominação de uma conta deve ser adaptada. assim. devem estar atentos a elementos básicos de classificação e registro contábil. b) ter pleno conhecimento do fato a ser registrado. tais como: a) identificação da entidade (empresa. que é a representação de fatos e valores. Classificação Contábil – Procedimentos básicos Publicado em 05/03/2004 08:51 Para uma adequada classificação contábil. assim como os programadores e operadores de sistemas descentralizados de registro. principalmente quando seu setor presta serviços internos a mais de uma empresa do grupo. Embora seja. em tese. dos diversos Planos de Contas das diversas empresas). c) ser capaz de identificar e interpretar a natureza do fato. e) estar de posse do documento que dá suporte ao lançamento. à atividade específica de cada empresa. Já vimos que as demonstrações contábeis são compostas de contas patrimoniais e de resultado. d) conhecer os elementos patrimoniais ou do resultado envolvidos no fato. quando necessário. deve ser preservado o respeito às peculiaridades dos vários ramos de atividade. desejável certa padronização geral das contas (e. Desse modo. pois geram o agrupamento em uma só conta de fatos diversos que deveriam estar registrados em contas específicas. por sua própria denominação. o classificador contábil. sociedade etc. Denominações do tipo ―Despesas Gerais‖ ou ―Despesas Diversas‖ devem ser evitadas tanto quanto possível.O conceito de conta é atrelado à sua finalidade.

Classificação contábil dos gastos com reparos.g) indicar local e data do lançamento. h) indicar a(s) conta(s) a ser(em) debitada(s). conforme mostrado nos itens seguintes. são obtidos mediante os seguintes procedimentos: a) aplicar sobre os custos de substituição das partes e peças o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem e escriturar o valor apurado a débito de conta de resultado. ou despesa operacional (se referentes a bens utilizados nos setores comercial e administrativo). j) descrever corretamente o fato no histórico. o qual terá seu novo valor contábil depreciado no novo prazo de vida útil previsto. Contabilidade . segundo prescreve a legislação do Imposto de Renda. na apuração do lucro real ou da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. i) indicar a(s) conta(s) a ser(em) creditada(s). que aumentem o prazo de vida útil do bem. serão contabilizados parte como ativo imobilizado e parte como despesa operacional ou custo de produção. . em custos de produção (se referentes a bens utilizados na produção de bens ou serviços). livre ou padronizado. b) apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado no cálculo descrito na letra "a" e escriturar o valor dessa diferença a débito da conta do ativo imobilizado que registra o bem. os gastos incorridos em reformas e/ou grandes reparos. O valor a ser ativado e a parcela a ser registrada como despesa ou custo. os gastos com manutenção e conservação de bens que estiverem intrinsecamente relacionados com a produção ou comercialização. Por sua vez. conservação e substituição de partes e peças de bens do ativo imobilizado Publicado em 11/10/2004 14:56 A manutenção de rotina e os pequenos reparos eventuais não contribuem para o aumento de vida útil do bem e devem ser registrados em conta de "Manutenção e Conservação". Somente são dedutíveis como custo ou despesa operacional.

Vale lembrar que a materialidade e a relevância dos valores . no período da distribuição das amostras grátis. corrigido monetariamente até 31. Contabilidade . menos a depreciação acumulada). o que se torna uma alternativa bastante útil diante das dificuldades. e até da impossibilidade. A apropriação dos custos ao resultado deve ser feita.12. debitando-se ―Amostras Grátis‖ em despesas com vendas e creditando-se ―Estoque de Amostras Grátis‖. é possível o registro de gastos dessa natureza no ativo diferido para a apropriação ao resultado em períodos subseqüentes por meio de amortização em prazo não superior a dez anos. Contabilmente. porque. Essa prática se caracteriza como atividade de desenvolvimento do produto. se admite registrar no ativo diferido os gastos dessa natureza. Esse procedimento também atende à aplicação da boa técnica contábil. no subgrupo de despesas com vendas. no ativo circulante. está se considerando a baixa da peça ou partes substituídas por estimativa. somente com muita ou total segurança quanto à capacidade de o produto em desenvolvimento gerar receitas é que.95 se adquirido anteriormente a essa data. Portanto. Registro no ativo diferido Podem ocorrer casos de distribuição gratuita de amostras para divulgação. tecnicamente. a melhor classificação das amostras grátis distribuídas é como despesa operacional. de atribuirlhes valores específicos. ao ser registrado no ativo imobilizado o valor proporcional à depreciação sofrida pelo bem. Todavia. com a observância do regime de competência. Observe-se que. conta ―Propaganda e Publicidade‖.Classificação das amostras grátis Publicado em 23/09/2004 15:32 A distribuição de amostras grátis está diretamente relacionada à divulgação do produto. o valor total da reforma será registrado no ativo imobilizado. subconta ―Amostras Grátis‖.É oportuno lembrar que a parte não depreciada do bem corresponde ao valor residual ou valor contábil (custo de aquisição. na hipótese de o bem estar totalmente depreciado. estudos e pesquisas de mercado de produtos ainda não lançados no mercado.

Codificação de contas contábeis . XXX.envolvidos também devem ser levadas em consideração na opção pelo diferimento. Contabilidade . = 1º grau (um dígito que indica a estrutura).Codificação e abreviatura de históricos contábeis Publicado em 08/06/2005 09:30 Na escrituração do livro Diário. as pessoas jurídicas que adotarem escrituração contábil codificada ou códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos ficam obrigadas à adoção de livro próprio.X. revestido das formalidades legais aplicáveis aos livros da escrituração mercantil. XX. todavia. é elemento indispensável para efeito do processamento de dados.XX. = 4º grau (dois dígitos que indicam a conta objeto de lançamento). exemplificamos um critério de graduação dos códigos: X. o trabalho de classificação de documentos. os históricos podem figurar por extenso. Onde: X. X.XXX. = 5º grau (três dígitos que indicam a conta objeto de lançamento). que . A seguir. = 3º grau (um dígito que indica o subgrupo). que. X. abreviadamente ou codificados. = 2º grau (um dígito que indica o grupo). É importante salientar. por exigência da legislação do Imposto de Renda.Graduação Publicado em 16/02/2005 08:03 A codificação das contas.X. na prática. além de agilizar.

não está vinculado à restrição ao seu pagamento eventualmente prevista em contrato. para as empresas em geral. previsto no art. como fecho do conjunto.1: ―. é admitida como comprovante hábil. no caso das empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados.contenha a descrição das contas e os códigos correspondentes. § 1º. 3ª edição. o Manual de Contabilidade das Sociedades por Ações (Editora Atlas. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos.. que deverá conter necessariamente. Anteriormente a esta Resolução. 269. para as empresas que empreguem escrituração manual. nos mesmos períodos em que forem registradas as receitas e rendimentos. perante a legislação do Imposto de Renda. no encerramento de cada período-base. .Tratamento Publicado em 26/07/2005 09:34 O reconhecimento de qualquer despesa de vendas é feito segundo o Princípio da Competência. cujo conjunto de fichas ou formulários contínuos contenha inscritas as demonstrações financeiras. quando utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. quaisquer que sejam os livros acima mencionados. desde que revestido das formalidades legais. que não incluam.Comissões cuja liberação ao vendedor esteja condicionada ao recebimento da venda . mais bem identificáveis com as receitas correspondentes. as demonstrações financeiras. a adoção de livro distinto daqueles. sendo as despesas de venda. com emprego de fichas soltas ou formulários contínuos. despesas. em geral. São Paulo. Esse livro poderá ser: a) o próprio livro Diário. segundo a boa técnica contábil. (Art. 1991) já recomendava em seu item 26. do RIR/1999 e item 7 do PN CST nº 11/1985) Contabilidade . 9º da Resolução CFC nº 750/1993. o reconhecimento da despesa de comissão. mas sim ao reconhecimento da receita que lhe deu origem. no caso das empresas com sistema de escrituração mecanizada ou por meio de processamento eletrônico de dados. encargos e riscos correspondentes àquelas receitas. a transcrição das demonstrações financeiras. como é o caso das comissões de vendas.‖ (grifos nossos) Como se observa. Alternativamente. deverão estar registrados todos os custos. b) o mesmo livro específico que for adotado para inscrição das demonstrações financeiras..2.

o débito em conta de resultado terá como contrapartida uma conta de provisão classificável no Passivo Circulante. • histórico (que é a descrição do fato registrado). no prazo. e • data.Quando se tratar de comissões cuja liberação esteja condicionada ao recebimento da venda. Comodato de bens móveis entre empresas Publicado em 04/06/2002 10:06 Comodato é o empréstimo para uso temporário. que pode intitular-se ―Bens Cedidos em Comodato‖.000. por meio de cheque no valor de R$ 1. integralmente. no qual a pessoa que empresta o bem é chamada de comodante e a pessoa que recebe é chamada de comodatária.. Por ocasião da entrega do bem à comodatária. o lançamento relativo ao pagamento da duplicata emitida pelo fornecedor Comercial "X" Ltda. os quais. Exemplo: vejamos como pode ser feito. • conta(s) credora(s). do Banco "Y" S/A: . por ocasião da sua aquisição. • valor(es). mediante contrato. Os bens objeto de contrato de comodato pertencem ao Ativo Imobilizado da empresa comodante. que deverá ser devolvido após o uso ou dentro de prazo predeterminado. tais como congeladores e geladeiras cedidos por fabricantes de bebidas e de sorvetes a estabelecimentos comerciais para exposição e acondicionamento de seus produtos. devem ser registrados em uma conta própria do Ativo Imobilizado.00. qualidade e quantidade). de bem infungível (que não pode ser substituído por outro de mesma espécie. a título gratuito. a comodante irá transferir o bem para conta própria do imobilizado em operação. Deve ser observado que essa provisão não é dedutível para fins de apuração do lucro real e da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro (CSL). que pode ser intitulada ―Bens Reservados para Comodato‖. Composição do lançamento contábil Publicado em 11/02/2005 09:37 Um lançamento completo deve conter: • conta(s) devedora(s). O comodato de bens móveis entre empresas é muito comum nos casos em que a utilização do bem pela comodatária traz benefícios a ela e à comodante.

sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. R$1. ou seja. Dessa forma. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. sob o ponto de vista contábil. utilizando usado como parte de pagamento .Contabilização Publicado em 12/05/2003 09:32 Por ocasião da aquisição de um bem novo. o que ocorre.Classificação contábil Publicado em 19/03/2004 09:26 O cheque é. entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. 10 de outubro de 200X Compra de bem novo. Deve-se atentar que. levando-se em conta opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico). no caso de veículos. sugerimos os seguintes lançamentos contábeis: Pelo registro da compra efetuada: . de Coml ―X‖ Ltda. Todavia. uma ordem de pagamento à vista.. e. e assim deve ser registrado. ainda. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa.000. por definição. Embora inexista previsão legal para o cheque pré-datado.Débito: FORNECEDORES Crédito: BANCOS CONTA MOVIMENTO Pagto.Duplicata 123. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem. do Banco ―Y‖ . por meio do cheque nº 102. Essa avaliação. como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa. é largamente adotada no comércio a prática de realizar compras e vendas mediante cheque prédatado. Compras com cheques pré-datados . Para representar a verdadeira essência da operação. na hipótese de realização de compras por meio de cheques pré-datados. apesar de a negociação ser de "troca"..00 São Paulo.

Bancos conta movimento (AC) b) se não houver fundos suficientes no banco sacado: D . com cheque pré-datado: a) se houver fundos suficientes no banco sacado: D .Fornecedores (PC) C . Contabilidade .Bancos conta movimento (AC) AC .Ativo Permanente PC . 15 do Decreto-lei nº 9.295/46. são habilitados e registrados na forma da lei. 10 do Decreto-lei nº 9.Passivo Circulante Comprovação da habilitação e registro do contador Publicado em 24/04/2003 08:18 A fiscalização do exercício da profissão de contador é uma das atribuições dos conselhos regionais de contabilidade.Comprovação de despesas por documentos idôneos .295/46.Cheques a Pagar (PC) C .Fornecedores (PC) Pelo pagamento ao fornecedor.D .Fornecedores (PC) C . de que seus profissionais. conferida pela norma da letra ―c‖ do art.Cheques a Pagar (PC) c) quando for providenciado fundo suficiente para a cobertura do cheque: D . de acordo com o art. perante os conselhos regionais de contabilidade. responsáveis pela execução dos serviços de contabilidade.Estoque ou Ativo Imobilizado (AC/AP) C .Ativo Circulante AP . As empresas que possuem contabilidade própria farão a prova.

independentemente de seu porte. desde que a lei (estadual ou municipal) não imponha forma especial. além de ser um controle interno eficiente para toda e qualquer empresa. Diante disso.Conciliação bancária . de sua movimentação bancária. tanto a nota fiscal como o conhecimento de transporte são documentos hábeis para comprovar a receita da pessoa jurídica.Publicado em 01/07/2005 08:22 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 10/1976. por intermédio do Razão. é mais usual. a comprovação de despesas e receitas. qualquer que seja a sua natureza. etc. Contabilidade . O importante é que os documentos sejam de idoneidade indiscutível. tem como objetivo principal apurar e explicar as eventuais diferenças encontradas entre o saldo apresentado pelo banco. notas fiscais. contratos. Trata-se de uma espécie de resposta do Congresso do país contra o impacto negativo causado pelos escândalos empresariais de manipulação de dados contábeis em gigantes como a Enron. há de ser feita com os documentos de praxe. recibos. a conferência dos registros contábeis com os extratos pode até ser diária. Basicamente. isto é. por meio do extrato bancário. e aquele apurado pela empresa. Dependendo do porte da empresa ou. para os efeitos do Imposto de Renda.. são duas as formas mais usuais de conciliação bancária: a) partindo do saldo do Razão e chegando ao saldo do extrato. no mesmo período. foi promulgada nos Estados Unidos da América a Lei Sarbanes-Oxley. b) partindo do saldo do extrato e chegando ao saldo do Razão.Objetivo Publicado em 20/06/2005 09:17 A conciliação bancária. conhecimentos. visando estabelecer normas mais rígidas de governança corporativa nas companhias com ações nas bolsas de valores de Nova Iorque. mais especificamente. fazê-la mensalmente. contudo. o Congresso norte-americano resolveu promulgar a Lei Sarbanes-Oxley instituindo maior transparência e confiabilidade . entendemos que. Preocupados com a saída de muitos investidores. Conselho fiscal x Comitês de auditoria Publicado em 28/08/2003 10:18 Em 2002. Tycon e WorldCom.

Para tanto. para que torne obrigatório o funcionamento permanente do conselho fiscal para determinadas companhias. 161. o conselho fiscal não será um instrumento tão poderoso quanto seria o comitê de auditoria. § 1º. Referido documento foi recebido pela SEC que. Nesse sentido. O Brasil possui cerca de 50 empresas com papéis negociados nos Estados Unidos. Cabe também mencionar que o conselho fiscal. no exercício de sua função de supervisão da gestão. Dentre os exemplos mencionados em referido parecer de órgãos similares ao comitê de auditoria. Trata-se da obrigatoriedade da existência de um comitê de auditoria (audit committee) permanente nas companhias que possuam American Depositary Receipts ("ADRs") listadas nos níveis 2 e 3 da Bolsa de Nova Iorque. Frise-se que os membros de tal órgão não devem ser eleitos pela administração e não devem ser diretores da companhia. caso as companhias optem por não adotar o comitê de auditoria.404/76 ("LSA"). ainda. dentre outros fatores. Portanto. enviaram documento à Securities and Exchange Commission ("SEC"). que vem gerando polêmica no mercado de capitais brasileiro. acompanhamento e avaliação dos controles internos da empresa e do trabalho dos auditores independentes. São funções que o conselho fiscal não pode desempenhar. e muito. ainda que parcialmente. Ainda assim. alguns especialistas brasileiros. no mínimo controversa. que a constituição do comitê de auditoria nas companhias brasileiras iria encarecer muito seu custo de capital. não podendo ser afiliado da companhia ou de qualquer de suas eventuais subsidiárias. emitiu parecer isentando as companhias estrangeiras de constituir o comitê de auditoria em sua estrutura interna. contestando referida determinação. por sua vez. pode contribuir para o controle de riscos e para a qualidade das informações fornecidas ao próprio conselho de administração e ao mercado. No início deste ano. por membros não-integrantes do conselho de administração. Desse modo. alegaram. como o fato de ser um órgão independente e contar com profissional especializado em finanças. iria suprir as funções principais do comitê de auditoria. já com as duas atribuições mencionadas pode-se notar que o comitê de auditoria difere. em 9 de abril deste ano.nas empresas com ações nas referidas bolsas de valores. foi solicitado que. há uma determinação. como é eleito pela assembléia geral (art. responde à própria assembléia e não . Alegaram. alguns especialistas que defendem a substituição do comitê de auditoria pelo conselho fiscal apontam por uma mudança no artigo 161 da Lei nº 6. sem prejudicar a atual estrutura das empresas. a SEC expressamente citou o conselho fiscal brasileiro. que a existência de um conselho fiscal permanente. O comitê de auditoria. Ainda que com algumas mudanças solicitadas pela SEC. devem ter um comitê de auditores ou órgão similar separado do conselho de administração ou composto. Nesse contexto. LSA). como o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa ("IBGC"): até que ponto a tolerância da SEC em relação ao conselho fiscal das companhias brasileiras foi benéfica para tais sociedades? O comitê de auditoria deve ser formado exclusivamente por membros do conselho de administração e deve ser independente. e mais da metade delas estão sujeitas às novas regras trazidas pela Sarbanes-Oxley. juntamente com a Comissão de Valores Mobiliários ("CVM"). órgão que regula o mercado de capitais norte-americano. do conselho fiscal. surge uma questão já abordada por alguns órgãos de notório conhecimento técnico no assunto.

as despesas correspondentes deverão ser capitalizadas.Conservação de livros e documentos . a pessoa jurídica fará publicar. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. b) ocorrendo extravio. livros.Disposições Publicado em 17/05/2005 09:23 Sobre a conservação de livros e documentos de escrituração comercial e fiscal. Não pode.Conservação ou substituição de partes e peças . ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou passam vir a modificar sua situação patrimonial. documentos e papéis relativos a sua atividade. do prazo de vida útil previsto no ato de aquisição do bem. portanto. a SEC prorrogou os prazos finais para a adoção dos procedimentos de controles internos para abril de 2005.ao conselho de administração. fichas. kicker: SEC prorrogou os prazos para adoção dos controles internos para abril de 2005 Fonte: Gazeta Mercantil Contabilidade . incorporadas ao valor do . c) a legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de cumprida a exigência referida na letra "b". isto é. o art. dentro de 48 horas. aviso concernente ao fato e deste fará minuciosa informação. deterioração ou destruição de livros. superior a um ano. Especificamente as companhias brasileiras. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. da conservação ou da substituição de partes e peças resultar aumento. Contabilidade . desempenhar muitas das funções de tal comitê. Ainda assim.Ativação dos gastos Publicado em 01/06/2005 09:19 Se dos reparos. como deve ser o comitê de auditoria. no último mês de abril. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição. relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros. d) os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica. terão de certificar tais procedimentos de controle interno a partir de junho de 2006. 264 do RIR/1999 dispõe que: a) a pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. documentos ou papéis de interesse da escrituração. Todas as companhias estrangeiras a qual a Lei Sarbanes-Oxley faz alusão tiveram até 30 de junho deste ano para a adequação àqueles dispositivos. ao órgão competente do Registro do Comércio.

este último somente quando se tratar de produtos fabricados pela própria empresa. 346. Ocorrendo a saída das mercadorias. a forma mais adequada de registrá-la (tanto na consignante quanto na consignatária) é por meio de contas de compensação. 346. e c) consignatário é aquele que recebe mercadorias de alguém para que as negocie. do RIR/1999). nesse caso.Tratamento Contábil Publicado em 08/06/2004 11:01 Conceitos a) consignação mercantil é a operação na qual o consignante envia ao consignatário mercadorias para que as negocie. na empresa consignante. entretanto. normalmente por conta própria e em seu próprio nome. § 2º. Registro contábil Como no momento em que se realiza a consignação mercantil não há a transferência da propriedade.bem. § 1º. mas apenas da posse das mercadorias. Consignação Mercantil . para servir de base a depreciações futuras (art. haverá. é admitido à empresa adotar os seguintes procedimentos (art. Observe-se. haverá o correspondente crédito fiscal dos referidos . b) consignante é aquele que envia ou confia mercadorias a alguém para que as negocie. ou no caso de esta ser equiparada a estabelecimento industrial pela legislação pertinente (e desde que as mercadorias e/ou produtos objeto de consignação estejam sujeitos a essa tributação). b) apurar a diferença entre o total dos custos de substituição e o valor determinado no cálculo descrito na letra ―a‖ e escriturar o valor dessa diferença a débito da conta do Ativo Imobilizado que registra o bem. Todavia. Na empresa consignatária. que tais operações não envolvem apenas o valor das mercadorias. do RIR/1999): a) aplicar sobre os custos de substituição das partes e peças o percentual de depreciação correspondente à parte não depreciada do bem e escriturar o valor apurado a débito de conta de resultado. o qual terá seu novo valor contábil depreciado no novo prazo de vida útil previsto. a incidência do ICMS e do IPI (débito fiscal do imposto).

Caso as empresas consorciadas forneçam ou adquiram materiais ou serviços em transações operacionais com o consórcio. a realização (integralização). a remessa ou o recebimento da mercadoria) é registrada em contas de compensação.Procedimentos a serem adotados a partir de 1º. 278 e 279 da Lei nº 6. desse capital. observar os critérios e procedimentos específicos de avaliação e registro contábil e de informações mínimas a serem divulgadas em notas explicativas.Lançamentos contábeis Publicado em 03/10/2005 08:10 Por ocasião da constituição de uma empresa. de acordo com o contrato entre as consorciadas. contabilmente.Consórcio de empresas . podendo as empresas consorciadas efetuarem os registros por operação ou saldo das contas. em seguida. b) o sócio ―B‖ integralizou a sua parte mediante incorporação à sociedade de um imóvel .00. estabelecidos pela Resolução CFC nº 1. se for o caso.053/2005.Constituição de empresas . com o capital social de R$ 800. subscrevendo cada uma 50% do capital e integralizando-o da seguinte forma: a) o sócio ―A‖ integralizou de sua parte R$ 200. a operação de consignação mercantil propriamente (ou seja. a partir de 1º. que aprovou a NBC T 10.2 da citada NBC T 10.2006 Publicado em 18/11/2005 08:45 Os consórcios de empresas. constituídos nos termos dos arts.00. Assim. estas devem ser tratadas. baixados ou liquidados.2006. como fornecedores ou clientes.Consórcio de Empresas De acordo com o subitem 10. tem-se como lançamento de abertura da escrita a subscrição do capital e. no ato.01.000. em contas patrimoniais.20. de imediato.000. total ou parcial.000.impostos. A realização do capital subscrito pode-se dar em dinheiro e/ou em bens suscetíveis de avaliação em dinheiro.404/1976 (Lei das S/A). devem. Para exemplificar.A. vamos admitir que duas pessoas (que designaremos como ―A‖ e ―B‖) resolvam constituir uma sociedade limitada. Contabilidade .01. mas os impostos incidentes são registrados. pois não se pode admitir que a empresa comece a funcionar sem que ao menos parte do capital subscrito pelos seus participantes seja realizada.‖ (compensado no mesmo dia) e os restantes R$ 200. o saldo apurado na demonstração de resultado do consórcio de empresas deve ser transferido às empresas consorciadas na proporção prevista no contrato. os ativos e os passivos remanescentes devem ser transferidos. Quando da liquidação do consórcio.20 . Contabilidade . mediante entrega de cheque de sua emissão contra o ―Banco X S.00 comprometeu-se a realizar no prazo de 60 dias.20.

00 R$ 400.00.00 AC = Ativo Circulante AP = Ativo Permanente PL = Patrimônio Líquido Após esses lançamentos.Terrenos (AP) D .Capital Social a Integralizar (PL) R$ 160.000.Capital Social a Integralizar (PL) C .00 para o terreno e R$ 240.00 2) Pela integralização em dinheiro do Sócio ―A‖: D .de sua propriedade.Capital Social a Integralizar (PL) R$ 200.Capital Social Subscrito (PL) R$ 800.000.000.000.000.Edifícios (AP) C .00 R$ 240. temos a seguinte posição patrimonial da sociedade: Ativo Passivo Ativo Circulante . Teríamos então os seguintes lançamentos: 1) Pela subscrição do capital dos Sócios ―A‖ e ―B‖: D . com destaque para as seguintes parcelas: R$ 160. avaliado conforme laudo pericial em R$ 400.000.00 3) Pela integralização em bens do Sócio ―B‖: D .000.00 para as edificações.Caixa (AC) C .000.

000. No Diário devem ser lançadas.00) a Integralizar 600. aquelas em relação às quais. ou seu vencimento.00 600.000.00 240.00 Contabilidade .000. vale dizer. embora nascida a obrigação correspondente.000. ou outra circunstância qualquer.Diário. Razão e Registros auxiliares Publicado em 30/06/2004 08:04 O Diário e o Razão constituem os registros permanentes das empresas e entidades em geral.Conceito Publicado em 04/08/2005 10:10 Despesas incorridas são aquelas de competência do período de apuração. quando adotados. (PN CST nº 58/1977) Contabilidade . Os registros auxiliares. devem obedecer aos preceitos gerais da escrituração comercial. A obrigação de pagar determinada despesa nasce quando. clareza e referência ao documento probante. inclusive as de . o momento ajustado para pagá-las. Despesas incorridas são.000. em face da relação jurídica que lhe deu causa.000. tenham sido pagas ou não. exigível independentemente de qualquer prestação por parte do respectivo credor. relativas a bens empregados ou serviços consumidos nas transações ou operações exigidas pela atividade da empresa. todas as operações ocorridas.00 Total 200.000.000.00 Patrimônio Líquido Capital Social Capital Subscrito Social 800. determinam que o respectivo pagamento venha a ocorrer em período subseqüente.Despesas incorridas .00 (-) Capital Social (200. em ordem cronológica. portanto. observadas as peculiaridades da sua função. com individuação. já se verificaram todos os pressupostos materiais que a tornaram incondicional.00 400.Disponibilidade Caixa Permanente Imobilizado Terrenos Edifícios Total 160.

. 258. De acordo com a legislação de regência (§ 5º do art.404/1976 (Lei das S/A). estas também deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados consolidados. as notas explicativas deverão indicar: a) os principais critérios: a. e Pareceres Normativos CST nºs 127/1975. amortização e exaustão. entre outros. 176 da Lei nº 6.1) de avaliação dos elementos patrimoniais. (Art. 06/1979 e 11/1985) Contabilidade . a. auditores. As sociedades limitadas também podem adotar as notas explicativas como forma de facilitar a análise de suas demonstrações financeiras por sócios. § 1º e art. mas somente com relação a contas para registro de operações numerosas ou para registro de operações realizadas fora do estabelecimento. as demonstrações financeiras da companhia devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício. 176 da Lei nº 6. Importa observar que a legislação do Imposto de Renda também admite a escrituração resumida do livro Diário.404/1976).3) de constituição de provisões para encargos ou riscos. ou a sua escrituração resumida ou sintética. a. com valores totais que não excedam a operações de um mês. 259 do RIR/1999. 97/1978.Indicações Publicado em 31/05/2005 09:42 De acordo com o § 4º do art. É admitida a escrituração do Diário por partidas mensais. por totais que não excedam ao período de um mês (partidas mensais).2) dos cálculos de depreciação. a.4) dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do ativo.natureza aleatória. Se a empresa elaborar demonstrações financeiras consolidadas. especialmente estoques.Notas explicativas . fornecedores e instituições financeiras. desde que haja escrituração analítica lançada em registros auxiliares. e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais.

tais como: i. c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avaliações. as espécies e as classes das ações do capital social. da Lei nº 6. 186.404/1976). g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. f) o número. h) os ajustes de exercícios anteriores.249/1995). o montante do Imposto de Renda incidente e.b) os investimentos em outras sociedades. . d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo. i. assim considerados os decorrentes de efeitos de mudança de critério contábil.3) modificações na política de comércio exterior ou cambial com influência significativa para a empresa. e) a taxa de juros. quando aplicável. § 1º. ou possam vir a ter. por meio das Resoluções nº 876 e 877. as políticas adotadas para sua distribuição.1) redução ou ampliação de atividades sociais. (2) As informações mínimas a serem incluídas nas notas explicativas das entidades financeiras e das entidades sem finalidade lucrativa foram objeto de normatização específica do Conselho Federal de Contabilidade. efeito relevante sobre a situação financeira e sobre os resultados futuros da empresa. quando relevantes. ou da retificação de erro imputável a determinado exercício anterior. 9º da Lei nº 9. os seus efeitos sobre os dividendos obrigatórios. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. i. e que não possa ser atribuído a fatos subseqüentes (art.2) ocorrência de sinistro em estabelecimento da empresa. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. Notas (1) Em nota explicativa às demonstrações financeiras das companhias abertas devem ser informados os critérios utilizados para determinação dos juros sobre o capital próprio (art.

ao cálculo estimado das provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo cujos valores não sejam líquidos e certos. é feitoextracontabilmente. De acordo com o administrador e conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade (CRC–SP). é pré-requisito‖. Portanto. Contabilidade ajuda pequenas empresas a vencerem a crise Publicado em 10/09/2003 08:50 Em tempos de crise. mas não o bolo‖. Raul Corrêa. Por isso. esse tipo de cálculo não é o mais eficiente. de vendas.50. Isso porque. quero 15% de lucro. de re-sultados etc. Como exemplos. Muitas micros e pequenas empresas já descobriram as vantagens da contabilidade estratégica. de compras. ―O preço de venda deve levar em conta quanto o consumidor está disposto a pagar‖. as previsões não fazem parte da terminologia contábil. Segundo ele. embora fundamentado na estrutura dos registros contábeis. No entanto.Previsões Publicado em 17/06/2004 10:50 O ato de prever. numa conjuntura econômico-administrativa. entre outras finalidades. a saída é reduzir custos sem perder qualidade: ―Vale. a contabilidade pode se tornar uma arma estratégica e dar à empresa um diferencial competitivo. por exemplo. de custo de fabricação. citamos as previsões de Caixa. pois hoje quem define é o mercado. ressalta. Formação de preços A técnica mais comum de formação de preços é aquela em que se coloca a margem de lucro sobre o custo: paguei R$ 10 na mercadoria. da RCS Consultores. mas servem. em períodos recessivos. explica. então vou vender por R$ 11.Contabilidade . trocar a matéria-prima por outra mais simples‖. o preço é quase o único determinante da compra para o consumidor. Para ele. os erros mais comuns dos micros e pequenos empresários na hora de . Fazendo análises e cálculos corretos é possível detectar espaço para redução de custos e adequação de seus preços ao mercado. empresas devem apostar também no atendimento para ganhar o consumidor. ―Ter qualidade não é mais argumento. na crise o consumidor ―dispensa o chantilly.

ele adota como custo variável o valor de R$ 10. consultor financeiro do Serviço de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae–SP). pois a empresa pode ficar sem lucro e não cobrirá o custo fixo. 20% do faturamento. por exemplo. Há ainda as despesas variáveis — como os impostos sobre vendas. é justo‖. relativo à aquisição de mercadorias. Ele varia de acordo com a produção. Para calcular o preço é preciso dividir o custo variável pelo mark-up. se o mercado estiver vendendo abaixo do preço calculado. ―Esse deveria ser o preço de venda. o preço é composto essencialmente por cinco itens. contador. para achar o ponto de equilíbrio. Para fazer o cálculo de um preço no comércio. telefone.calcular o preço de venda é. Lobrigatti diz que é mais fácil calcular o preço de venda com os valores anuais fechados. diz o consultor. mas ele deve ser adequado ao mercado‖. Assim. Ele alerta que não vale a pena reduzir aleatoriamente o preço. estimada em 12% sobre a venda. depreciações. a empresa terá de calcular que margem teria com o preço do mercado e qual a produção e o faturamento adequado. Como calcular ―Fazer preço é planejar a empresa‖. valorizar demais a opinião do vendedor. encargos trabalhistas. ―Eles sempre acham que está caro. . diz o contador. Também devem ser consideradas as despesas financeiras — que correspondem a cerca de 3% sobre valor da venda — e a previsão de lucro líquido. relativas às vendas a prazo e. propaganda. o que dá 57%. Segundo ele. da competitividade e das estratégias promocionais. o que resulta em um índice de 43%. pro labore. um custo estimado em R$ 10 dá um preço final de R$ 17. diz. que é o fator de formação do preço. insumos. em média. se o preço foi bem calculado. Segundo Lobrigatti. comissões em geral e a taxa de administração do cartão de crédito e tíquete —. ―O preço de venda é relacionado diretamente com o nicho de mercado atendido e depende do momento da compra‖. é preciso subtrair 43% de 100%.54. O empresário tem que ter ciência de que. manutenções. como aluguel. a expectativa de lucro líquido. matéria-prima e serviços. O primeiro é o custo variável. as despesas financeiras. que dependerá da concorrência. sintetiza Luís Alberto Lobrigatti. O segundo erro mais comum é não ter visão interna: ―Tem de olhar para o custo fixo‖. Para achar o mark-up. A despesa variável nesse setor corresponde a 8% do preço de venda e as despesas fixas são de. que é faturamento mínimo para cobrir as despesas. enfim. O segundo item são as despesas fixas. em primeiro lugar. etc. Para calcular o preço de venda é preciso somar os percentuais.

por meio de medições efetuadas (como no caso da matéria-prima.Corrêa conclui: ―Hoje não há mais atividades de alta lucratividade. e vai para o estoque. seguros. O que há é gerenciamento na ponta do lápis e a presença do dono‖. A totalidade desses custos de fabricação é atribuída a todos os produtos e só será descarregada para despesas. aos produtos elaborados pela empresa. inclusive. No Custeio por Absorção é como se a empresa estivesse separada em duas partes: a fábrica e a atividade comercial. depreciação. É atribuído aos produtos acabados. quando forem vendidos.Custeio por Absorção – O que significa Publicado em 05/11/2004 08:53 Custeio por Absorção significa a apropriação. no processo de produção. ao deduzi-la das receitas.) ou de rateios (mão-de-obra indireta. mediante rateio. Contabilidade de Custos – Distinção entre custos e despesas Publicado em 08/11/2004 08:14 Custo é o que se gasta na fábrica. e é como se esta última adquirisse da fábrica os produtos por ela elaborados por um valor tal que cobrisse tudo o que a fábrica tenha gasto para produzi-los. relacionando-se mais com a criação das condições de produção). isso é ficção. dos serviços de terceiros. quer estejam diretamente vinculados ao produto. materiais indiretos etc. afetando o resultado do período. isto é. Deriva dessa concepção. fazer aparecer o lucro ou prejuízo. de todos os custos incorridos no processo de fabricação. Fonte: FENACON Contabilidade de custos . quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente. a distinção entre custo e despesa na empresa industrial. Passam a integrar o valor contábil dos produtos acabados.). dos componentes etc. Despesa é o sacrifício feito para obter receitas que vai para o resultado exatamente para. da mão-de-obra direta. tanto os custos que são variáveis (que só existem quando cada unidade é feita) quanto os fixos (que independem de cada unidade. . nesse método de custeio.

a escrituração do Livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. 258. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Contabilidade: Uma obrigação. ao uso dos recursos de terceiros (financeiras) etc. fluxos de caixa. que são tributadas pelo imposto de renda com base no lucro real. . principalmente. Não há penalidade prevista para a falta de autenticação do Livro Diário. ao se vender o produto. ou. inciso I. é uma aliada do empresário e do administrador. no Registro Civil de Pessoas Jurídicas (art. 530. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da declaração de rendimentos do correspondente exercício financeiro (Instrução Normativa SRF nº 16/84). as filiais deverão manter Livro Diário Auxiliar devidamente autenticado no órgão competente do Registro do Comércio. do RIR/99). se a mesma não for mantida na forma das leis comerciais e fiscais (art. orçamentos. esse valor corresponde a uma despesa). § 4º. o que era o custo do estoque transformase numa despesa e é agora jogado para o resultado como valor a ser diminuído da receita de venda (apesar de ser chamado de custo dos produtos vendidos. ficando a critério do Fisco desclassificar a escrita e arbitrar o lucro. quando bem feita. para o controle do patrimônio. poderá ser aceita pelos órgãos da Secretaria da Receita Federal. portanto. análises de rentabilidade e de capacidade financeira são alguns exemplos de ferramentas contábeis. Logicamente. Métodos de avaliação e controles de estoques. ao final de cada mês deverão incorporar na escrituração da matriz os resultados apurados nos demais estabelecimentos (art. Ela serve. quando se tratar de sociedade civil. uma necessidade ou uma aliada? Publicado em 23/04/2003 08:49 As legislações fiscal e societária exigem a apresentação de escrituração contábil completa das sociedades anônimas e daquelas empresas. 252 do RIR/99). e mantêm contabilidade descentralizada. à administração. Nesta hipótese. do RIR/99). qualquer que seja o tipo de sociedade. e.No caso da indústria. Para fins de apuração do lucro real. A empresa com filiais pode manter contabilidade descentralizada Publicado em 21/08/2001 08:08 As pessoas jurídicas que tenham filiais. Veja que a contabilidade não serve apenas para o Fisco tributar a empresa ou para as sociedades anônimas informarem seus acionistas sobre suas condições econômicofinanceiras. há as demais despesas relacionadas às vendas.

conteúdo que resulte na diminuição do colega. quando impedido.Contabilista . i) solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita. trabalhos realizados e relação de clientes. comprovadamente. l) recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem. por qualquer meio. serviços de qualquer natureza. 3º do Código de Ética Profissional do Contabilista . n) aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. de empregador ou de terceiros. p) revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que. especializações. alheios a sua orientação. g) valer-se de agenciador de serviços.Contabilidade . e) exercer a profissão. ou facilitar. f) manter organização contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. h) concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. j) prejudicar. comprovadamente confiados à sua guarda. d) assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem. q) emitir referência que identifique o cliente ou empregador.Práticas vedadas Publicado em 26/08/2005 09:06 No desempenho de suas funções. m) reter abusivamente livros. direta ou indiretamente. salvo quando autorizado por eles. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. o ) exercer atividade ou ligar seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. b) assumir. com quebra de sigilo profissional. serviços oferecidos. comprovadamente. supervisão e fiscalização. tenha tido conhecimento. ato definido como crime ou contravenção. da organização contábil ou da classe. mediante participação deste nos honorários a receber. papéis ou documentos. confiadas. r) iludir ou tentar iludir a boa-fé de cliente. é vedado ao contabilista (art. sendo sempre admitida a indicação de títulos. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. c) auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita.CEPC): a) anunciar. culposa ou dolosamente. alterando ou deturpando o exato teor de documentos. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. no exercício da profissão. . interesse confiado a sua responsabilidade profissional.

em seu nome. deixará de ser uma prática isolada de vontade de cada contabilista para tornar-se quase uma obrigatoriedade. diz. na profissão contábil. de 27 de setembro de 2002. ―Todos os contadores que praticam a função têm como princípio fundamental se manterem atualizados. que fala sobre as normas para a educação profissional continuada. 14 deles dedicados à contabilidade. no prazo estabelecido. daqui para frente. Cursando o primeiro ano de direito na Universidade Nove de Julho . v) renunciar à liberdade profissional. Por enquanto. ―Dada a competição quase selvagem por um espaço no mercado. doutor em ciências contábeis. apenas os contadores que exercem a função de Auditores Independentes de forma individual ou como responsáveis por empresas do ramo. trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e a correção de seu trabalho. t) intitular-se com categoria profissional que não possua. afirma Olívio Koliver. com cadastro junto ao Conselho de Valores Mobiliários (CVM). ―Foi por isso que a educação continuada foi implementada inicialmente para os profissionais da área fiscal‖. principalmente em um País onde as transformações são constantes na legislação‖. Assi sabe que esse diploma será mais um diferencial na sua carreira. empresa americana que divulgou o balanço com informações fraudulentas. u) elaborar demonstrações contábeis sem observância dos Princípios Fundamentais e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. Conscientização . os Conselhos Regionais de Contabilidade e o Instituto Brasileiro dos Auditores Independentes (Ibracom) estão coordenando os procedimentos previstos nas normas para que a educação continuada seja obrigatória para todos. Contabilista aposta na especialização Publicado em 03/10/2003 08:21 A exigência do mercado por uma constante atualização fez com o que contabilista Glauco Martins Bou Assi tomasse uma importante decisão: com 32 anos de vida.s) não cumprir. A preocupação com a educação dos contabilistas tem motivos. x) publicar ou distribuir. determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade. presidente do Comitê de Investigação Contábil da Assessoria Interamericana Contábil . só os profissionais que se mantiverem sempre informados e procurando fazer cursos de especialização e atualização vão garantir um lugar ao sol‖. ele resolveu voltar à sala de aula. Um deles é o famoso escândalo da Enron . O caso de Assi reflete uma tendência nesse segmento: o estudo e a atualização contínua. ressalta Koliver. e diretor da Fundação Brasileira de Contabilidade . são obrigados a cumprir a contínua atualização. A novidade é que o CFC. de acordo com a Resolução CFC nº 45. depois de regularmente notificado.

compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. o País está bem distribuído em relação a cursos. Fonte: DCI Contabilização da remuneração de sócios ou dirigentes (pro-labore) Publicado em 19/04/2004 09:40 O valor da remuneração dos sócios ou dirigentes das pessoas jurídicas (pro labore) classifica-se como: a) custos da produção. No Estado de São Paulo. observando-se que essa segunda é facultativa.Mas nem todos os contabilistas têm noção da importância da atualização. nos demais casos. Contabilização de bem novo. Contabilização das doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Publicado em 23/07/2002 11:07 As mercadorias destinadas à revenda. De acordo com Nelson Rocha. b) despesa operacional. Igual classificação deve ser dada ao valor da contribuição previdenciária da empresa incidente sobre a remuneração dos dirigentes. 30% deles não sabem da importância de estar sempre estudando. qualquer que seja sua origem. Para atender a esta demanda. por não haver a obrigação de pagamento. utilizando usado como parte de pagamento . As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. deverão ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. superior completo. As mercadorias recebidas em doação. bem como ao valor da contribuição ao FGTS de dirigentes não-sócios. considerando que 52% têm nível técnico e o restante. presidente do Conselho Regional do Rio de Janeiro (CRC-RJ) . por compra ou doação. sendo que 130 mil têm curso superior. nas empresas industriais ou de prestação de serviços. São mais de 400 de graduação e outros 442 cursos técnicos. eles somam 92 mil profissionais. Atualmente são 340 mil contabilistas registrados no Brasil. no caso de dirigentes ligados diretamente à produção.

e assim deve ser registrado.Momento do reconhecimento da receita Publicado em 04/06/2004 10:49 Sob o aspecto contábil. Para representar a verdadeira essência da operação. cabendo nesse momento o registro contábil da respectiva receita. Contabilização de Exportações . Deve-se atentar que. apesar de a negociação ser de "troca". por não haver a obrigação de pagamento. deverão ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. Normalmente. o que ocorre. Contabilização de doações recebidas em mercadorias destinadas à revenda Publicado em 06/05/2002 09:05 As mercadorias destinadas à revenda. posteriormente. deve-se avaliar o bem dado como parte do pagamento. pela Portaria MF nº 356/88. É oportuno lembrar que o Fisco ratificou esse entendimento. As mercadorias recebidas em doação. é facilitada pela objetividade do valor de mercado existente para essa natureza de bem. Essa avaliação. no caso das exportações de mercadorias. As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. é quando se configura a transferência da propriedade. qualquer que seja sua origem. Esse entendimento praticado em nosso país é corroborado pelas normas internacionais de contabilidade ou práticas existentes em outros países. a transferência da propriedade de mercadorias exportadas ocorre por ocasião do embarque. no caso de veículos. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. máquinas e equipamentos pertencentes ao ativo imobilizado da empresa. de modo que se possa apurar o ganho ou a perda de capital decorrente da transação e a correta avaliação do novo bem.Publicado em 20/10/2003 15:30 Por ocasião da aquisição de um bem novo. o momento do reconhecimento da receita. sob o ponto de vista contábil. sendo . a qual determina que a receita bruta de vendas nas exportações deve ser aferida pela conversão em moeda nacional de seu valor expresso em moeda estrangeira à taxa cambial fixada pelo Banco Central do Brasil (para compra) na data do embarque dos produtos para o exterior. pode-se incluir na negociação um bem usado dado como parte do pagamento. Esse procedimento é comum na substituição de veículos. preliminarmente. são duas transações: uma de venda do bem usado e outra de compra do bem novo. pela Portaria MF nº 81/82 e. por compra ou doação. a exemplo do que ocorre com as vendas no mercado interno.

São registrados. Em todas essas hipóteses. II . podendo essa aquisição ser definitiva ou apenas referir-se ao direito de exploração da marca por determinado período. podendo também ser objeto de amortização. Contabilização de Marcas Publicado em 09/06/2003 09:18 Por ocasião do início das atividades da empresa ou em qualquer outra ocasião. máquinas. Pode ocorrer também a hipótese de a empresa adquirir de terceiros determinada marca. ou seja. o que caracteriza o imobilizado é a finalidade da aplicação. Assim. ou exercidos com essa finalidade. Portanto. o valor despendido será registrado em conta própria. deverá ser reconhecida. como. que possuem expressão física. para efeito de apuração do . se o direito ao uso ou à exploração da marca tiver duração limitada. inclusive os de propriedade industrial ou comercial. ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. definiu que na alienação de duplicatas à empresa de factoring deve ser observado o seguinte: I . representada pela diferença entre a quantia expressa no título de crédito adquirido e o valor pago. b) bens incorpóreos ou intangíveis. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. imóveis. no ativo imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis. poderão ser feitos gastos com o registro da marca do produto a ser fabricado. Contabilização de uma operação de ―Factoring‖ Publicado em 24/08/2001 10:08 O Ato Declaratório (Normativo) COSIT nº 51/94. por exemplo.a diferença entre o valor de face e o valor de venda do título de crédito à empresa de factoring será computada como despesa operacional na data da transação.a receita obtida pela empresa de factoring. embora não possuam existência física. que são aqueles que. representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. contabilmente.tratadas como variações monetárias as diferenças verificadas a partir dessa data em virtude de alterações na taxa cambial. classificável no ativo imobilizado. patentes. móveis. instalações etc. no ativo imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade. direitos autorais etc.

Essa determinação fiscal é tecnicamente correta. pelo valor recebido. através da Resolução nº 921. que poderá intitular-se deságio na alienação de duplicatas ou simplesmente despesa de ―faturização‖. Este grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial. no grupo de Resultados de Exercícios Futuros. A Lei nº 6. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilização do aluguel recebido antecipadamente Publicado em 04/07/2002 09:07 O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro.lucro líquido do período-base. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado.404/76 (S/A) determina em seu art. e as informações mínimas a serem incluídas nas notas explicativas de entidades que operam com arrendamento mercantil. no ativo circulante. pelo valor da diferença entre o valor facial e o valor recebido. . tanto como arrendatário como arrendadora. de 13. havendo ou não depósito judicial em garantia. antes do Patrimônio Líquido.2001. e uma conta de resultado. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes. 181 que. não poderá ser computado como despesa. Contabilização do arrendamento mercantil a partir de 2002 Publicado em 30/01/2002 09:01 O Conselho Federal de Contabilidade. quando não existir compromisso. no grupo de despesas e receitas financeiras. tendo como contrapartida conta de disponibilidade. aprovou a NBC T 10 estabelecendo critérios e procedimentos específicos de avaliação e registro contábil dos componentes patrimoniais. a empresa irá baixar de sua conta de duplicatas a receber. fica suspensa a exigibilidade do crédito tributário e. Ao alienar a sua carteira de duplicatas. por parte da empresa locadora.12. conseqüentemente. na data da operação. Contabilização do depósito judicial de tributos discutidos em juízo Publicado em 13/01/2004 10:45 Enquanto discute-se a questão em juízo. devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros. o valor facial dos títulos vendidos.

e arts. os índices de atualização utilizados. o valor do tributo discutido judicialmente deverá ser atualizado e contabilizado da seguinte forma: D C Depósito Judicial (AC Disponibilidades ou RLP) (AC) A atualização monetária ocorrerá à conta da Caixa Econômica Federal e será feita da data em que houver sido efetuado o depósito até a data da sua efetiva devolução ou transferência. as mutações patrimoniais . A pessoa jurídica deverá apropriar mensalmente as variações monetárias ativas destes depósitos pelo regime de competência. atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo). para a conta de Bancos Conta Movimento. será dedutível para fins de determinação do lucro real. que estava sendo discutido judicialmente (contabilizado no resultado. no período-base em que o processo foi julgado favoravelmente. ser baixado na parte "B". mediante conferência nos extratos emitidos mensalmente. devendo ser excluída na parte "A" do LALUR. De acordo com essa técnica.541/92. 8º da Lei nº 8. atualizado monetariamente (contabilizado no Realizável a Longo Prazo). Havendo depósito judicial. art. será transferido para uma conta do resultado da empresa. da seguinte maneira: D C Depósito Variação Judicial (AC Monetária ou Ativa RLP) (CR) No período-base que o processo for julgado desfavoravelmente. O valor do imposto. Esta receita será considerada não tributada. 7° do Decreto-lei nº 1. (Art.Se não houver depósito judicial. e controlado na parte "B").737/79. deverá. o valor total atualizado monetariamente. a pessoa jurídica deverá transferir o saldo do depósito judicial. adicionado na parte "A" do LALUR. Neste caso não haverá nenhum ajuste a ser feito na parte "A". e o valor registrado em obrigações. registrado no resultado no período-base em que o processo for julgado desfavorável. no Passivo Circulante. para efetuar a atualização. 344 e 375 do RIR/99) Contabilização durante o período de liquidação da empresa Publicado em 20/08/2003 09:36 Por ocasião do início da liquidação da empresa encerram-se todas as contas ativas e passivas e reabrem-se outras similares com o acréscimo da expressão "conta liquidação" ao título de cada uma. Assim. para a conta de obrigações no passivo circulante. a pessoa jurídica deverá transferir o saldo do depósito judicial. Contabilmente. a pessoa jurídica deverá verificar junto à instituição financeira onde está sendo efetuado o depósito.

principalmente de eventos que possam influenciar no patrimônio da empresa. cujos efeitos possam traduzir-se em modificações no patrimônio da entidade. os atos mencionados. Ainda de acordo com esse ato do Conselho Federal de Contabilidade (subitem 2. razão pela qual são também denominadas ―contas extrapatrimoniais‖ e se posicionam em separado. ainda que abranja período em que a empresa esteve em atividade normal. no ano da liquidação apura-se um único resultado.2. Posicionamento no Balanço Patrimonial As contas de compensação posicionam-se.decorrentes das operações de vendas de ativos e pagamento de passivos. Contas de compensação . Contas de compensação .Aspectos práticos Publicado em 26/01/2005 08:16 Conforme preconizado pela NBC T. O sistema de contas de compensação. aprovada pela Resolução CFC nº 612/1985. logo após a totalização do Ativo e do Passivo (pois não podem ser a estes somadas). Isso é o que determina a NBC T. Essas contas constituem um sistema que registra operações não modificadoras do patrimônio. ―a escrituração das contas de compensação será obrigatória nos casos que se obrigue especificamente‖. são refletidas nas contas de resultado (receitas e despesas da liquidação) de acordo com a sua natureza. ressalvada a hipótese de empresa que vinha sendo tributada com base no lucro real trimestral definitivo. aprovada pela Resolução CFC nº 612/1985.3). que poderá intitular-se "Resultado da Liquidação". Ou seja.Características Publicado em 02/05/2005 08:59 As contas de compensação constituem sistema próprio e devem conter o registro de atos relevantes cujos efeitos possam se traduzir em modificações no patrimônio da entidade. caracterizadores de expectativas. no Balanço Patrimonial.5. tem característica eminentemente de controle. Tais contas constituem um sistema que registra operações não modificadoras do . as contas de compensação constituem sistema próprio e devem conter o registro de atos relevantes. portanto. englobadamente.5. no Balanço Patrimonial. a débito e a crédito. apura-se o respectivo resultado numa conta similar à de resultado do exercício. Encerrada a liquidação. ainda que essa tenha se iniciado após o mês de janeiro. deverá apurar. realizadas durante a liquidação.2. observamos que. Entretanto.Registro de valores . A denominação ―contas de compensação‖ decorre do fato de registrarem por idêntico valor. se a empresa se submeter à tributação com base no lucro real no encerramento da liquidação. logo após as contas do Ativo e do Passivo e seus valores totais não podem ser adicionados aos totais destes. o resultado relativo ao período de 1º de janeiro do ano em curso até a data em que se encerrar a liquidação.5.

modificações no patrimônio da entidade.Contas de Compensação Passivas Contratos de Seguros 2.00 Lançamento nº 2 . mas seus valores totais não podem ser adicionados aos totais destes.patrimônio. tecnicamente. logo após a totalização do Ativo e do Passivo (pois não podem ser a estes somadas). art.00 .500.500. como já referido.Pela contratação de seguro. D .500. razão pela qual são também denominadas ―contas extrapatrimoniais‖ e se posicionam em separado. no Balanço. Registro e baixa de contratos e empenhos Lançamento nº 1 . D . logo após as contas do Ativo e do Passivo. no Balanço.Contas de Compensação Ativas Seguros Contratados C . o segundo registra fatos cujos efeitos ainda não causaram.Contas de Compensação Ativas Seguros Contratados 2. 176.00 2.404/1976. A obrigatoriedade legal de elaboração de notas explicativas (Lei nº 6. § 4º) não significa impedimento à adoção do sistema de compensação nem o substitui.Pela baixa de apólice de seguro por ocasião de seu vencimento.00 2. Para exemplificar. Não se recomenda a soma dos totais (do sistema patrimonial e do extrapatrimonial) porque.Contas de Compensação Passivas Contratos de Seguros C .500. efetivamente. As contas de compensação posicionam-se. com dados meramente ilustrativos. apresentamos a seguir o registro de alguns eventos em contas de compensação.

000.Pela remessa de matéria-prima a fornecedor para industrialização. D .Contas de Compensação Ativas Imóveis Hipotecados 1.00 Registro de valores relativos a operações com materiais próprios Lançamento nº 5 .Registro do levantamento da hipoteca.Contas de Compensação Passivas Hipotecas de Imóveis 1.00 1.00 Lançamento nº 4 .000.00 210.000. D .Contas de Compensação Ativas Matérias Remetidas para Industrialização C .Contas de Compensação Ativas Imóveis Hipotecados 1.000.000.000. D .00 Lançamento nº 6 .Registro de contrato de hipoteca.000. .Registro do retorno parcial da matéria-prima remetida para Industrialização.Contas de Compensação Passivas Remessas para Industrialização 210.Registro e baixa de valores constitutivos de riscos e ônus patrimoniais Lançamento nº 3 .Contas de Compensação Passivas Hipotecas de Imóveis C .000.00 C .000.000.

1) c. Circulante.000.3) Conceito Ativo Realizável a Permanente. nos seguintes grupos: a) b) c) c.2) c. Contas do Ativo .Contas de Compensação Passivas Remessas para Industrialização C .00 70. água. a primeira conta que aparece é sempre o . gás etc. Portanto. mas cujo valor ainda não está determinado. segundo o conceito contábil desse. Esses valores devem ser registrados como obrigações a pagar e não como provisões. Assim. telefone. Liquidez significa a condição que o bem tem de se transformar em moeda corrente.00 Contas de luz. Prazo. água e telefone não devem ser registradas como provisão Publicado em 13/08/2003 10:31 Provisão é uma estimativa de perdas de ativos ou de obrigações reconhecidas na apuração do resultado em virtude de observância do regime de competência.000. não devem ser registradas como provisão obrigações cujo valor efetivo já é conhecido.Conceito de liquidez Publicado em 14/08/2003 10:11 No Ativo as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados.Contas de Compensação Ativas Matérias Remetidos para Industrialização 70. como no Ativo "as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nela registrados". embora o seu pagamento deva ocorrer posteriormente como as contas de consumo de luz.D . e dividido em: Investimentos e Diferido liquidez: Ativo Ativo Longo Ativo Ativo de Imobilizado.

para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. no mínimo. 290 do RIR/1999. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. obrigatoriamente: . Convênio de Assistência Médica – Tratamento contábil Publicado em 22/02/2005 10:49 De acordo com o art. que registram bens de mesma natureza. porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade. Na maioria das empresas. ―Móveis e Utensílios‖ etc. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. o custo de produção de bens ou serviços vendidos compreende. No Razão Contábil temos. os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. Para tanto. às quais são atribuídos números que obedecem. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. que representa o dinheiro em poder da empresa. surgem os depósitos a vista em banco e assim por diante. Portanto.Caixa. por exemplo. a data e o valor da aquisição do bem..para as menos líquidas (por exemplo: um bem do Ativo Imobilizado. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. as da contas são mais relacionadas no líquida Ativo partindo-se: (Caixa) . mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. Esse critério de identificação não é obrigatório. Controle dos bens registrados no Ativo Imobilizado Publicado em 29/03/2004 11:15 Na escrituração contábil. tão-somente. pois. Em seguida. que se converte em moeda corrente somente se e quando a empresa o vender). à ordem cronológica de aquisição. é necessário que se saiba. as contas ―Veículos‖.

.. não deve ser computada na formação dos custos. tem a vantagem de viabilizar a dedução imediata dos dispêndios..como despesa operacional.. sem borrões..... Contabilidade ... mas.. tratando-se de empresa que ainda utilize na sua escrituração mercantil processo de reprodução. venho refazer os lançamentos nºs ...... Essa linha adotada pelo Fisco...Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Publicado em 29/07/2005 09:43 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração..... nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). Contudo... d) os encargos de amortização diretamente relacionados com a produção.... pois os valores registrados como custo somente são deduzidos por ocasião da venda do produto ao qual estão agregados... a classificação desses encargos . o contabilista deve efetuar ressalva.. cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados.. (contador ou técnico de contabilidade). o Parecer Normativo CST nº 183/1971 estabelece que a prestação de assistência social a empregados.... originalmente . ou seja.. Para a maioria das empresas. a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados... .. se a clareza e a nitidez dos lançamentos resultarem comprometidas. manutenção e guarda das instalações de produção.. emendas ou rasuras... sob qualquer forma.. a questão não tem relevância porque.em qualquer caso . autenticada por sua assinatura.... b) o custo do pessoal aplicado na produção.. manutenção e reparo e os encargos de depreciação dos bens aplicados na produção....a) o custo de aquisição de matérias-primas e quaisquer outros bens ou serviços aplicados ou consumidos na produção...... c) os custos de locação. Todavia. em geral......... via apuração do "Custo dos Produtos Vendidos".. contabilizada como despesa operacional. a ressalva poderá ter o seguinte teor: TERMO DE REGULARIZAÇÃO Eu. A título de sugestão.. inclusive de supervisão direta.. e) os encargos de exaustão dos recursos naturais utilizados na produção..... sim.. na melhor forma de direito......

na maioria das empresas (sobretudo nas de menor porte)...CPMF . agregar a CPMF ao custo de mercadorias. o caso serviu para deixar claro às empresas que um maior controle do sistema financeiro utilizado... para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais. empresa presente em 35 países e que fornece infra-estrutura de rede para o mercado corporativo. os encargos relativos à CPMF. do Livro Diário nº . Tal declaração poderá ser redigida como se segue: Efetuadas as devidas correções.. Segundo João Paulo Felix. em virtude das disposições contidas na Emenda Constitucional nº 42/2003. cujo pagamento deu ensejo à incidência da contribuição.Tratamento Publicado em 05/08/2005 09:09 Desde a sua instituição. Cresce a preocupação das empresas com rigor contábil Publicado em 02/02/2004 10:57 A recente crise da Parmalat elevou a procura por escritórios de advocacia e de contabilidade.. o contabilista fará outra declaração. inclusive. reinicia-se o registro das operações normais. devem ser alocados em contas da mesma natureza das que registraram o valor da transação que originou o fato gerador da contribuição. Isso significa.. o elevado custo de manutenção de controles internos para individualização das operações que deram origem à retenção da CPMF certamente conduzirá ao registro dessa contribuição diretamente como despesa operacional (subgrupo ―Despesas Tributárias‖).. .. diretor de planejamento da Enterasys .567/1969) Contabilidade . Como boa prática contábil. a nosso ver. por parte de empresas que buscam se adaptar às exigências da lei norteamericana Sarbanes-Oxley. como medida de simplificação de procedimentos. 4º do Decreto nº 64...escriturados nas fls. a Contribuição Provisória sobre Movimentação ou Transmissão de Valores e de Créditos e Direitos de Natureza Financeira (CPMF) teve sua vigência prorrogada inúmeras vezes.2007. Atualmente. A norma exige mais rigor no controle contábil das 15 mil empresas cujas ações estão listadas na Bolsa de Nova York.. matérias-primas e outros insumos adquiridos. existe a previsão legal de sua incidência sobre os fatos geradores ocorridos até 31. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) (Art.12. é bastante aceitável. nºs. o que. por estarem ilegíveis. Todavia. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) Em seguida ao último lançamento de correção. em princípio.

O prazo de adequação à norma para as norte-americanas termina no final desse ano. A lei foi flexibilizada e. Além deste caso. foi prorrogado a pedido das instituições financeiras.081 do Conselho Monetário Nacional. já foi resolvido. não haviam percebido a importância da lei. do Pinheiro Neto Advogados . conferir se ainda precisam ser feitas adaptações‖. é o confronto entre determinações da legislação nacional e da Sarbanes-Oxley. que tem função parecida ao Conselho Fiscal das empresas brasileiras. a preocupação com a adaptação se tornou geral‖.Critérios gerais de escrituração Publicado em 25/08/2005 09:09 Conforme dispõem as Resoluções CFC nº 563/1983 e nº 848/1999. para as estrangeiras. responsável por fiscalizar ou nomear fiscais locais para verificar as atividades das filias dos 35 países. De acordo com dados da Bolsa de Nova York. entendiam que a adequação era necessária apenas para aquelas localizadas nos Estados Unidos. o principal empecilho à adequação das empresas brasileiras. Além das filiais de empresas norte-americanas localizadas no Brasil. conta o diretor. a norma norte-americana teve outra influência na legislação brasileira. de maio de 2003. Como forma de garantir o cumprimento da lei. no final de 2005. agora. a competência era do Conselho Administrativo. a escrituração deve ser executada: . praticamente todos são atingidos. Fonte: DCI . Só no Brasil. como determina a lei. foram U$ 100 mil. no Brasil. A Enterasys também já escolheu um comitê de auditoria qualificado. é essencial até nas menores filiais. o faturamento mundial da empresa no último ano fiscal foi de U$ 450 milhões. em caso de condenação por descumprimento das determinações da norma. Pela lei norte-americana esta função cabia ao Comitê de Auditores. cerca de 40 brasileiras também estão sujeitas às exigências da norma por possuírem ações na Bolsa de Nova York. Entre os principais clientes da empresa no país estão o Bank Boston . ―Havia uma diferença nas duas leis sobre a quem cabe a competência de escolher o auditor externo que deve fiscalizar a empresa. As punições. a empresa criou um sistema financeiro unificado que permite à matriz norte-americana e a todas as filiais estarem cientes da contabilidade das demais unidades.como exige a lei. O Conselho ainda está estudando o pedido‖. Por enquanto. Os presidentes e diretores financeiros das empresas podem ser penalizados com detenção de 10 a 20 anos ou multas que vão de U$ 5 milhões a U$ 25 milhões. são pesadas. sendo que o Brasil é responsável por 4% deste total. O prazo inicial. diretor-financeiro da empresa. que também solicitaram ao Conselho um piso maior de patrimônio. ―Muitas empresas. ―Da forma como está. Segundo o advogado José Luiz Homem de Mello. Entretanto. até então. permite ao Fiscal sugerir o auditor externo ao Administrativo‖. dezembro passado.Clarice Chiquetto Contabilidade . A Resolução 3. ―Pretendemos estar adaptados à norma até o final de junho para. a Enterasys já investiu cerca de U$ 700 mil para adaptar-se à lei em todo o mundo. até setembro. a Embraer e a Bolsa de Mercados Futuros de São Paulo. conta o advogado. diz Mike Barry. Agora. exige que os bancos com patrimônio líquido acima de R$ 200 milhões possuam um conselho de auditores em pleno funcionamento até 31 de março deste ano. explica Homem de Mello.

183 da Lei nº 10. § 1º.Do Balancete‖. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos. de acordo com a legislação tributária (RIR/1999. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. mês e ano. b) o mesmo livro específico que for adotado para inscrição das demonstrações financeiras. a transcrição das demonstrações financeiras. que contenha a descrição das contas e dos códigos correspondentes. c) em ordem cronológica de dia. a adoção de livro distinto dos mencionados. desde que permanentes e uniformes. qualquer que seja o seu enquadramento nas letras acima.7 . 269. c) o próprio conjunto das fichas ou formulários contínuos. b) em forma contábil. para as empresas que empreguem escrituração manual. que poderá ser: a) o próprio livro Diário. e) com base em documentos de origem externa ou interna ou. art. 269. entrelinhas. as pessoas jurídicas que adotarem escrituração contábil codificada ou códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos ficam obrigadas à adoção de livro próprio. para as empresas em geral. 1. com emprego de fichas soltas ou formulários contínuos. borrões. Alternativamente. por meio da Resolução nº 685/1990. como fecho do conjunto. que não incluam. . no encerramento de cada período-base. d) sem espaços em branco. elenco identificador dos códigos/abreviaturas. deverá constar do livro Diário ou de registro especial revestido das formalidades extrínsecas. é admitida como meio de comprovação hábil. Nesse caso. É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. e Parecer Normativo CST nº 11/1985. emendas ou transporte para as margens.406/2002) Critérios para elaboração de balancete de verificação Publicado em 25/02/2005 10:03 Os critérios que devem ser observados pelas pessoas jurídicas para efeito de elaboração do balancete de verificação são regidos pela ―NBC T. desde que revestido das formalidades legais. que deverá conter necessariamente. Cabe assinalar que. no caso das empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada/maquinizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. no caso das empresas com sistema de escrituração mecanizada/maquinizada ou por meio de processamento eletrônico de dados. revestido das formalidades legais. 270 e 923 do RIR/1999. cujo conjunto de fichas ou formulários contínuos contenha inscritas as demonstrações financeiras. na sua falta. rasuras. item 7). as demonstrações financeiras. aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC). quando utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. PN CST nº 347/1970 e art.2.a) em idioma e moeda corrente nacionais. (Arts. perante a legislação do Imposto de Renda.

destinados ao Ativo Imobilizado e empregados no processo industrial do adquirente. Estabelece ainda a NBC T. em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica. à razão de 25% sobre a depreciação contábil de máquinas. laudos.295/1946). adquiridos no período de 1º. com seus respectivos saldos. os elementos mínimos que devem constar do balancete são: a) identificação da entidade.. c) abrangência. Lembramos que. novos.2.2004 a 31.Crédito sobre a depreciação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 13/07/2005 09:27 Conforme estabelecido no art.Cumpre salientar que a inobservância da Norma Brasileira de Contabilidade aprovada pelo Conselho Federal de Contabilidade constitui infração ao exercício legal da profissão (alínea ―c‖ e caput do art.10. extraída dos registros contábeis em determinada data. e) saldos das contas. assim como infração ao Código de Ética Profissional do Contabilista. De acordo com a NBC T. indicando se são devedores ou credores. b) data a que se refere. Declarações de Percepções de Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. d) identificação das contas e dos respectivos grupos. CSL . pareceres. 1º da Lei nº 11. confeccionada na forma de etiqueta auto-adesiva.2006.051/2004). f) soma dos saldos devedores e credores. 27 do Decreto-lei nº 9. Lembra-se que anteriormente o benefício era aplicável em relação aos bens adquiridos .7.12. mensalmente. sua categoria profissional e número de registro no CRC.222/2004. 34 da MP nº 252/2005 (que deu nova redação ao art. aparelhos. O balancete que se destinar a fins externos à entidade deve conter nome e assinatura do contabilista responsável. instrumentos e equipamentos. as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem utilizar crédito relativo à CSL. especialmente nas demonstrações contábeis.7. O balancete de verificação do Razão é a relação de contas. tratados no Decreto nº 5. no mínimo. que o balancete de verificação deve ser elaborado. O grau de detalhamento do balancete deve ser adequado à sua finalidade.2. deverá ser utilizada a Declaração de Habilitação Profissional (DHP). de acordo com a Resolução CFC nº 871/2000.

conservação. são arrancados do solo para que seja realizado novo plantio.Tratamento Publicado em 11/10/2005 09:48 As prestadoras de serviços de limpeza.Aspectos contábeis Publicado em 16/05/2005 08:56 Os vegetais provenientes de culturas temporárias possuem curto período de vida e normalmente. segurança. também do Ativo Circulante. Após o término da colheita. na semana subseqüente. Durante sua formação. individualizar as contribuições retidas. em contas do Ativo Circulante (CSL a Compensar. que será creditada por ocasião da retenção das contribuições e que será debitada. transporte de valores e locação de mão-de-obra.entre 1º.12. individualizadamente.10. . pela prestação de serviços de assessoria creditícia. os custos são acumulados no Ativo Circulante. registradas no Passivo Circulante (CSL a Recolher. manutenção. na conta ―Culturas Temporárias‖ e na subconta com o título específico da cultura em formação como. e com subconta com o tipo do produto. uma conta intitulada ―Contribuições Retidas na Fonte a Recolher‖. que será baixada para resultado na conta ―Custo do Produto Vendido‖ à medida que a produção agrícola for sendo vendida. por exemplo. administração de contas a pagar e a receber. por ocasião do seu efetivo recolhimento. Contabilidade . Pode ser utilizada. Cofins a Recolher e PIS a Recolher). Contabilidade .Culturas temporárias . PIS a Compensar e Cofins a Compensar). A tomadora dos serviços deve. mercadológica. após a colheita. essa conta será baixada pelo seu valor de custo e transferida para a conta ―Produtos Agrícolas‖. Os custos posteriores à colheita serão agregados à conta de ―Produtos Agrícolas‖. bem como pela remuneração de serviços profissionais devem registrar a CSL.CSL/Cofins/PIS-Pasep retidos na fonte . arroz. para posterior compensação das respectivas contribuições devidas. seleção e riscos.2004 e 31. por sua vez.2005. vigilância. trigo etc. gestão de crédito. por exemplo.833/2003. portanto. não sendo necessário. registrar essa obrigação em conta única no Passivo Circulante. a Cofins e o PIS-Pasep retidos na fonte na forma do art. 30 da Lei nº 10.

Contabilidade - Custos diretos e indiretos - Conceituação Publicado em 01/11/2005 09:32 Consideram-se custos diretos, aqueles que podemos identificar como pertencendo a este ou àquele produto, pois há como mensurar quanto pertence a cada um, de forma objetiva e direta. É o caso, por exemplo, das matérias-primas, das embalagens, da mão-de-obra direta (se de fato há verificação e medição de quanto se está gastando em cada produto), dos serviços executados por terceiros, da energia elétrica consumida (quando há medidores que identificam quanto se está consumindo em cada item) etc. Esses custos são apropriados aos produtos sem que seja necessário fazer rateios e não oferecem dúvidas quanto a serem deste ou daquele item que está sendo produzido. Os custos indiretos, por sua vez, também chamados de gastos gerais de fabricação, são aqueles incorridos dentro do processo de produção, mas que, para serem apropriados aos produtos, nos obrigam ao uso de rateios. Estes são artifícios que usamos para distribuir os custos que não conseguimos ver com objetividade e segurança a que produtos se referem. Com base neles, estimamos, por exemplo, o quanto dos encargos de depreciação, dos gastos com o pessoal que não trabalha diretamente sobre o produto, da energia elétrica (quando não há medidores específicos para a medição da energia consumida no processo industrial e nos demais departamentos da empresa) é consumida por item fabricado. Existem muitos custos que poderiam ser mensurados e identificados com cada produto, mas que, por sua irrelevância, pela dificuldade de fazer a medição ou, ainda, pelo quanto se gastaria para fazer todo o controle, acabam sendo considerados como indiretos e, por isso, rateados. É o caso do consumo de alguns materiais, como brocas, serras, produtos químicos, ou então a energia elétrica, entre outros. Às vezes até o custo com o pessoal direto da produção (que está de fato produzindo cada item) acaba, ou por ser de pequena monta em relação aos custos totais ou, até em virtude certa desorganização da empresa, por ser rateado em vez de medido, o que faz com que se esteja transferindo esse tipo de custo do grupo dos diretos para o dos indiretos. Fica claro que isso reduz a confiabilidade dos valores obtidos como custo final de fabricação de cada bem.

Declaração de Habilitação Profissional (DHP) - Finalidade Publicado em 23/02/2005 09:09 A Declaração de Habilitação Profissional (DHP) foi instituída por meio da Resolução CFC nº 871/2000 para comprovar a regularidade do contabilista perante os Conselhos Regionais de Contabilidade (CRCs) e, desde 1º.08.2000, é de utilização obrigatória em qualquer documento vinculado à responsabilidade técnica, especialmente nas demonstrações contábeis, laudos, pareceres, Declarações de Percepção de

Rendimentos (Decore) ou documentos oriundos de convênios firmados pelo CRC. A DHP será confeccionada pelo CFC sob a forma de etiquetas auto-adesivas, conforme modelo e especificações constantes do Anexo I da Resolução CFC nº 871/2000, e será distribuída aos CRCs, que, por sua vez, fornecerão essas etiquetas gratuitamente aos contabilistas, já impressas com os dados necessários, mediante requerimento elaborado segundo o Anexo II da citada Resolução. Por autorização do CFC, a DHP poderá ser confeccionada pelos próprios Conselhos Regionais. O fornecimento da DHP é limitado ao número de 50 por requerimento. Os fornecimentos subseqüentes, igualmente limitados a 50, estão condicionados à apresentação de demonstrativo que especifique a finalidade para a qual foram utilizadas as DHPs relativas ao fornecimento anterior, conforme modelo que consta do Anexo III da Resolução CFC nº 871/2000. Deverão ser devolvidas as etiquetas não utilizadas. Importa salientar que a DHP somente será fornecida se o requerente e a organização contábil da qual participe estiverem regulares perante o CRC, inclusive quanto a débito de qualquer natureza.

Decore - Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos - Documentos que fundamentam a emissão da declaração Publicado em 20/10/2004 08:56 Conforme consta da Resolução CFC nº 872/2000, são exemplos de documentos que poderão fundamentar a emissão da DECORE, de acordo com o tipo de rendimento a que se referir: I - retirada de pró-labore: escrituração no livro Diário; II - distribuição de lucros: a) escrituração no livro Diário; b) demonstrativo da distribuição; III - honorários (profissionais liberais/autônomos): a) escrituração no livro Caixa; b) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão) com recolhimento regular; ou

c) RPA ou recibo com o contrato de prestação de serviços; IV - atividades rurais, extrativistas etc.: a) escrituração no livro Caixa ou no livro Diário; b) nota de produtor; c) recibo e contrato de arrendamento; d) recibo e contrato de armazenagem; e) recibo e contrato de prestação de serviço de lavração, safra, pesqueira etc.; V - prestação de serviços diversos ou comissões: a) escrituração no livro Caixa; b) escrituração no livro ISSQN; c) RPA com contrato de prestação de serviço ou com declaração do pagador; d) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão), com recolhimento regular; VI - aluguéis ou arrendamentos diversos: a) contrato (particular ou público); b) escrituração no livro Caixa, se for o caso; c) DARF do Imposto de Renda pessoa física (carnê-leão), com o recolhimento regular; VII - rendimento de aplicações financeiras: a) extrato bancário; ou

b) resumo de aplicações; VIII - venda de bens imóveis, móveis, valores mobiliários etc.: a) contrato de compra e venda; b) nota fiscal; c) escritura etc.; IX - vencimentos de funcionários públicos, aposentados e pensionistas: documento da entidade pagadora

Contabilidade - Decore - Emissão por meio eletrônico Publicado em 04/10/2005 08:05 Por meio da Resolução nº 1.047/2005, que alterou a Resolução nº 872/2000, o Conselho Federal de Contabilidade (CFC) alterou as normas para a emissão da Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (DECORE), permitindo a emissão de Decore-Eletrônica por intermédio de serviço informatizado disponibilizado pelo CRC, autorizado pelo CFC, a ser emitido via Internet no site do CRC de cada Estado, com a possibilidade de uso da certificação digital. A 1ª via da Decore-Eletrônica será autenticada mediante Declaração de Habilitação Profissional - DHP-Eletrônica (cuja emissão passou a ser autorizada por meio da Resolução nº 1.046/2005, que alterou a Resolução nº 871/1000) e a 2ª via, que conterá o numero da DHP utilizado na 1ª via, deve ser arquiva pelo contabilista no prazo mínimo de 5 anos, acompanhada de cópia da base legal, memória de cálculo, quando o rendimento for decorrente de mais de uma fonte pagadora. Observe-se que o CRC não poderá desconsiderar a possibilidade da emissão convencional da Decore.

DECORE - Fornecimento por contabilista - Procedimentos Publicado em 07/10/2004 09:05 Declaração formalizada por contabilista A prova da percepção de rendimentos pagos ou creditados a sócios, gerentes ou administradores de pessoas jurídicas ou titulares de firmas individuais, bem como a pessoas físicas interessadas em comprovar rendas, constitui documento contábil

prescritos pela Resolução CFC nº 872/2000. 176 da Lei nº 6.08. a elaboração e publicação da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos somente é obrigatória para todas as companhias abertas e para as companhias fechadas cujo patrimônio líquido na data do balanço seja superior a R$ 1. a vigorar a partir de 1º. em situação regular. esse com a redação da Lei nº 9. contidas na Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental. entende-se por informações de natureza social e ambiental: a) a geração e a distribuição de riqueza.00 (um milhão de reais). b) os recursos humanos.000. inclusive quanto a débito de qualquer natureza.404/76 (caput e § 6º. cujos procedimentos para expedição.2000. poderá expedir a Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos (DECORE) por meio de sistema eletrônico.457/97). evidenciando o critério e o controle utilizados para garantir a . devendo ser indicadas aquelas cujos dados foram extraídos de fontes não contábeis. Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental . denominado ―Declaração Comprobatória de Percepção de Rendimentos‖ (DECORE).Finalidade Publicado em 01/11/2004 08:13 Para os efeitos da Demonstração de Informações Sociais e Ambientais. Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos Publicado em 18/03/2002 11:03 Segundo o disposto no art. são de responsabilidade técnica de contabilista registrado em Conselho Regional de Contabilidade. Expedição por meio de sistema eletrônico O contabilista.000. c) a interação da entidade com o ambiente externo.formalizado por declaração de contabilista. devendo preservar as informações e as características do modelo que consta do anexo à Resolução CFC nº 872/2000. As informações contábeis. e d) a interação com o meio ambiente.

2) ser efetuada como informação complementar às demonstrações contábeis. (Resolução CFC nº 1. a partir de 1º. indicava-se.1995. aprovada pela Resolução nº 686/1990 do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). não se confundindo com as notas explicativas. que aprovou a NBC T 15) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados .1996. 4º . A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados deve discriminar: a) o saldo do início do período e os ajustes de exercícios anteriores. com as informações do exercício atual e do exercício anterior.404/1976). também. extraídos ou não da contabilidade.Conceito Publicado em 15/12/2004 08:25 A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados é uma das demonstrações financeiras cuja elaboração é obrigatória para todas as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (caput do art. inclusive para fins societários. que a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados também está disciplinada pela NBC T 3. mas aplicam-se aos demais tipos societários. A correção monetária das demonstrações financeiras foi revogada. A responsabilidade por informações não contábeis pode ser compartilhada com especialistas. e 3) ser apresentada. Neste caso.003/2004.integridade da informação. pelo art. em relação aos períodos-base encerrados até 31. Observamos. 274 do RIR/1999).12.01.4. ainda. As normas de elaboração das demonstrações financeiras constam da Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6. para efeito de comparação. A Demonstração de Informações de Natureza Social e Ambiental deve: 1) evidenciar os dados e as informações de natureza social e ambiental da entidade. a correção monetária do saldo inicial.

aliás.Das formalidades da Escrituração Contábil. complementando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade. A legislação fiscal (caput do art.249/1995. assim como o balanço e as demais demonstrações contábeis de encerramento do exercício. os dividendos.1. deve ser transcrita no livro Diário. c) as transferências para reservas.404/1976) Demonstrações contábeis . Fica dispensada a adoção desse livro desde que. aprovada pela Resolução do Conselho Federal de Contabilidade nº 563/1983.da Lei nº 9. a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. a parcela dos lucros incorporada ao capital e o saldo ao fim do período. submetidos esses instrumentos à autenticação do órgão competente (PN CST nº 11/1985). (§ 2º e caput do art.4 da NBC T 2. 186 da Lei nº 6. que deverá ser autenticado no órgão de registro competente (§ 6º do art. 158 do RIR/1999). Igual procedimento. no encerramento do período de apuração do lucro real.Adoção de livro próprio Publicado em 23/03/2004 08:16 No sistema de escrituração por meio de fichas ou folhas soltas ou por processamento eletrônico de dados. contratuais ou estatutários.1 . b) as reversões de reservas e o lucro líquido do exercício. como fecho. A Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados também deverá indicar (quando for o caso) o montante do dividendo por ação do capital social. deve ser adotado livro próprio para inscrição das demonstrações contábeis obrigatórias. 274 do RIR/1999) estabelece que. ao fim de cada . sejam inseridas as demonstrações contábeis obrigatórias. nas próprias fichas ou folhas de escrituração ou nos formulários impressos por meio de processamento eletrônico de dados. deve ser adotado quanto às demais demonstrações contábeis elaboradas por força de dispositivos legais. Demonstrações contábeis no livro diário e periodicidade de elaboração Publicado em 14/01/2005 08:34 De acordo com o subitem 2.

das seguintes demonstrações financeiras (ou demonstrações contábeis): . e evidenciar as alterações na posição financeira da empresa. Todavia. como seu próprio nome indica. conforme disposto no seu art. Cabe esclarecer que a Lei nº 6. limite este já atualizado pela Lei nº 9. item IV. com observância das disposições da lei comercial. do Balanço Patrimonial.00.000. pois abrange um conceito mais amplo. Inclusão na demonstração das mutações do patrimônio líquido O § 2º do art. estará incluída naquela.457/1997.000. e os investimentos pelas aplicações de recursos. da Demonstração do Resultado do período e da Demonstração de Lucros ou Prejuízos acumulados.404/1976 tornou obrigatória essa demonstração para todas as companhias. que. representa capital de giro líquido que. dispensando. Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) – Objetivo Publicado em 26/08/2004 08:37 A Demonstrações das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR). é Capital Circulante Líquido. Demonstrações exigidas pelas legislações fiscal e comercial Publicado em 05/05/2003 09:11 As pessoas jurídicas (firmas individuais ou sociedades) devem apurar seu lucro líquido mediante a elaboração. as empresas que elaborarem e publicarem essa demonstração de apresentar em separado a Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados. obrigatoriamente. ou de disponibilidades. sendo que o significado de recursos aqui não é simplesmente o de dinheiro. 186 da Lei nº 6. o contribuinte deve apurar o lucro líquido mediante a elaboração. assim.período de incidência do Imposto de Renda (trimestral ou anual). Os financiamentos estão representados pelas origens de recursos. quando esta for elaborada e publicada pela companhia. 176. o § 6º do mesmo artigo elimina a obrigatoriedade de elaboração e publicação para as companhias fechadas com patrimônio líquido inferior a R$ 1. com observância das disposições da lei comercial. na denominação dada pela lei. tem por objetivo apresentar de forma ordenada e sumariada principalmente as informações relativas às operações de financiamento e investimento da empresa durante o exercício.404/1976 autoriza a inclusão da Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados na Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido.

Isto se estende para os titulares. sócios. atuários. embora a segunda seja mais apropriada. estas também deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados consolidados.404/76. Na prática. 274 do RIR/99). as Demonstrações do Resultado do período-base. I a III) quanto da legislação do Imposto de Renda (art. do Exercício (DRE). tratando-se de pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real (as quais ficam obrigadas a manter escrituração completa). acionistas ou diretores de sociedade. com indicação do número dos respectivos registros. as expressões ―demonstrações financeiras‖ e ―demonstrações contábeis‖ têm o mesmo significado. auditores. A elaboração dessas demonstrações é obrigatória tanto por determinação da legislação comercial (Lei nº 6. que sejam . fornecedores e instituições financeiras. Se a empresa elaborar demonstrações financeiras consolidadas. 176 da Lei nº 6.404/76. art. As sociedades por quotas de responsabilidade limitada também podem adotar as notas explicativas como forma de facilitar a análise de suas demonstrações financeiras por sócios. Demonstrações Financeiras – Notas explicativas Publicado em 20/05/2003 08:49 De acordo com o § 4º do art.404/76 (Leis das S/A). O conteúdo das notas explicativas consta do § 5º do art. Quem pode assinar as Demonstrações Financeiras Publicado em 04/07/2003 08:48 A legislação societária determina que as Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados. contadores. 176. 176 da Lei 6.a) b) c) Demonstrações Demonstrações Balanço do Resultado de Lucros ou Patrimonial. entre outros. e Prejuízos Acumulados (DLPA). as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. peritos-contadores. os extratos. A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas dispõe que o Balanço Patrimonial. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. as demonstrações financeiras da companhia devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício.

com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam. § 4º da Lei nº 6404/76. acionistas ou diretores de sociedade. e art. as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sis-tema eletrônico de processamento de dados. sócios. contadores. Porém. os extratos. empregando formulários contínuos. 274 do RIR/99. peritos-contadores.legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão. o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente. Isto se estende para os titulares. as Demonstrações do Resultado do período-base. atuários. esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional. 819 do RIR/99) Responsáveis pela assinatura das Demonstrações Financeiras Publicado em 10/12/2003 08:48 A legislação societária determina que as Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados. devidamente registrado e autenticado. e art. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis. (Art. § 4º da Lei nº 6404/76. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. item 6. que sejam legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão. A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas dispõe que o Balanço Patrimonial. folhas soltas ou cartões. após a escrituração. com indicação do número dos respectivos registros. cujas fichas são encerradas sem conter. Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados. sejam encadernadas em forma de livro. como fecho. se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas. satisfeitas as demais exigências . não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente. a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. (Art.177. com número de ordem e de folhas escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa. estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações. desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e. 819 do RIR/99) Transcrição de Demonstrações Financeiras em Livro Próprio Publicado em 10/10/2002 08:10 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/85. desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio.177.

e. As demonstrações financeiras.contidas na IN DNRC nº 65/97. e b) no Lalur.4). quando se tratar de sociedade civil. com observância da lei comercial. a pessoa jurídica deverá apurar o lucro líquido mediante a elaboração. do RIR/99). § 4º. item 4. 258. no Registro Civil de Pessoas Jurídicas ou no Cartório de Títulos e Documentos (art. Exercício. deverão ser transcritas: a) no livro Diário ou no Lalur.Demonstrações financeiras e a apuração do lucro real . a demonstração do lucro real (art. levantadas no encerramento de cada período-base de apuração do lucro real. 274 do RIR/99): a) b) c) Demonstração Demonstração de Balanço do Lucros Resultado ou do Prejuízos Patrimonial. Transcrição das Demonstrações Financeiras no Livro Diário Publicado em 31/08/2001 08:08 Ao final de cada período-base de apuração do lucro real. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Contabilidade . devem ser transcritas no Livro Diário (Instrução Normativa SRF nº 77/86. Demonstrações financeiras obrigatórias . 275 do RIR/1999). Acumulados. O Livro Diário deverá ser submetido à autenticação no órgão competente do Registro do Comércio. 274 do RIR/1999. das seguintes demonstrações financeiras ou contábeis (art.Transcrição Publicado em 04/01/2005 09:33 Ao final de cada período de incidência do imposto de renda (trimestral ou anual). as demonstrações financeiras previstas no § 2º do art.

a companhia é aberta ou fechada conforme os valores mobiliários de sua emissão estejam ou não admitidos à negociação em bolsa ou em mercado de balcão. 274 do RIR/1999.404/1976). o contribuinte pode ser obrigado a depositar o valor do tributo questionado. conforme determina a legislação comercial. das seguintes demonstrações financeiras: a) Balanço Patrimonial. Demonstração do Resultado do Exercício). Importa observar que a elaboração dessas demonstrações é obrigatória. com observância das disposições da lei comercial. em face da legislação comercial (art. Contabilidade . b) pelas companhias de capital fechado com Patrimônio Líquido superior a R$ 1. da Lei nº 6. também.Publicado em 02/03/2005 09:16 De acordo com o caput do art.00 na data do balanço.000. 4º da Lei nº 6. I a III. deve ser elaborada: a) por todas as companhias de capital aberto. De acordo com o art. . ficando a respectiva importância à disposição do juízo até a decisão final da ação.404/1976. b) Demonstração do Resultado do Período de Apuração (nos termos da legislação comercial. as pessoas jurídicas submetidas ao regime de tributação com base no lucro real devem apurar o lucro líquido mediante a elaboração.179 do Novo Código Civil e art. Além das demonstrações financeiras supramencionadas. que. 1.000. existe ainda a Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (Doar). c) Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados.Tratamento Publicado em 14/09/2005 09:37 Para contestar judicialmente a legalidade de alguma exigência tributária ou mesmo a constitucionalidade da disposição legal que exija o tributo. observando-se que somente os valores mobiliários de companhia registrada na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) podem ser distribuídos no mercado e negociados na bolsa ou no mercado de balcão. ao final de cada período-base de incidência do Imposto de Renda.Depósitos judiciais em garantia . 176.

305 do RIR/99. não há obrigatoriedade de se efetuar a depreciação em todos os exercícios financeiros de atividade da empresa. ou mesmo deixar de depreciar. pois.Variação Monetária Ativa (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante RLP = Realizável a Longo Prazo (Art.737/1979. as importâncias não apropriadas não poderão ser recuperadas posteriormente através da utilização de taxas superiores às máximas anualmente permitidas para cada exercício e cada bem em especial. a depreciação dos bens do ativo é uma faculdade.. O registro contábil da atualização monetária pode ser efetuado da seguinte maneira: D -Depósitos Judiciais (AC ou RLP) C . art. 8º da Lei nº 8. não proibindo a empresa de apropriar quotas inferiores às permitidas. Portanto. Todavia. em cada período de apuração.‖.Caixa ou Bancos Conta Movimento (CR) O montante depositado deve ser atualizado monetariamente e apropriado mensalmente pelo regime de competência. A legislação tributária fixa percentuais máximos e períodos mínimos de depreciação. ou mesmo deixar de depreciar.541/1992. dispõe que ― ―poderá‖ ser computada. se a empresa adotar qualquer taxa de depreciação inferior à permitida. o valor do tributo discutido judicialmente pode ser contabilizado da seguinte forma: D -Depósitos Judiciais (AC ou RLP) C . não uma obrigação. e arts. 7º do Decreto-lei nº 1.. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Depreciação – Adoção de taxas diferentes Publicado em 02/04/2003 08:51 . o art.Neste caso. como custo ou encargo. 344 e 375 do RIR/1999) A depreciação de bens não é obrigatória Publicado em 19/10/2001 08:10 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 79/76.

prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições.É assegurado à empresa o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens. pois o cômputo dos encargos de depreciação na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL é facultativo. os profissionais deverão refletir bastante antes de adotar determinado procedimento de avaliação a fim de haver a maior seqüência possível de exercícios com a utilização dos mesmos procedimentos de avaliação. 310 do RIR/99). não há nenhuma implicação de natureza fiscal quanto a deixar de efetuá-la. enquanto não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial. por outro lado. baseadas. Ausência de reconhecimento da depreciação . consideramos que a entidade poderá deixar de depreciar os bens pertencentes ao seu Ativo Imobilizado por um certo período. ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica. Diante dessas considerações. No caso de dúvida.Conseqüências Publicado em 22/12/2004 09:55 A diminuição de valor dos elementos do Ativo Imobilizado será registrada periodicamente nas contas de depreciação quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso. 310 doRIR/99). nesse sentido. a pessoa jurídica deverá efetuar a depreciação total dos bens do Ativo Imobilizado em todos os períodos. embora não seja o procedimento mais adequado. a empresa poderá pedir perícia da Divisão de Avaliação Tecnológica do Ministério da Ciência e Tecnologia. igualmente. mediante utilização de taxas diferentes das fixadas pelas SRFs. Entretanto. deve-se efetuar a depreciação de todos os bens pertencentes ao Ativo Imobilizado. . em atendimento à convenção da consistência e à legislação societária. ação da natureza ou obsolescência. tecnicamente. desde que faça prova dessa adequação (§ 1º do art. A convenção contábil da consistência (ou uniformidade) dispõe que todos os critérios utilizados contabilmente em determinado período contábil devem ser mantidos ao longo do tempo. porém devem observar que qualquer mudança de procedimento e seus efeitos decorrentes devem ser claramente evidenciados em notas explicativas. Isso não quer dizer que não possam adotar mudança de critérios com o intuito de introduzir melhoria para a entidade. de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear sua tendência com o menor grau de dificuldade possível. mas. não podendo deixar de realizá-la por determinados períodos. em laudo técnico idôneo (§ 2º do art. Neste caso. a legislação fiscal faculta à pessoa jurídica efetuar depreciação para fins de apuração do Imposto de Renda e. Podemos concluir que.

transações ou atividades da comodante e não mera liberalidade desta.1) o contrato de locação não tiver prazo determinado ou não proibir à empresa locatária o direito à indenização pelas benfeitorias realizadas.404/1976. por exemplo. admitindo-se. § 2º. os bens cedidos em comodato por . da Lei nº 6. ser salvo depreciados em (§ único aos do art.2) o imóvel for alugado de sócios.2) o valor das edificações deve estar destacado do valor do custo de aquisição do terreno. c) bens que normalmente aumentam de valor com o tempo.1) a quota de depreciação é dedutível a partir da época da conclusão das obras e do início da sua utilização. observando-se que: a. b) prédios e construções não alugados nem utilizados na produção dos rendimentos da empresa ou destinados à revenda. participantes nos lucros ou respectivos parentes ou dependentes. 307 ou do RIR/99): relação melhoramentos construções. a. desde que o empréstimo de tais bens seja usual nos tipos de operações.Bens que podem ser depreciados Publicado em 22/10/2003 08:37 Podem ser objeto de depreciação todos os bens físicos sujeitos a desgaste pelo uso ou por causas naturais ou obsolescência normal. 183.Bens não depreciáveis Publicado em 27/02/2003 09:42 Não a) podem terrenos. c) bens cedidos em comodato (empréstimo gratuito). d) bens para os quais sejam registradas quotas de exaustão (florestas destinadas ao corte e jazidas minerais). inclusive: a) edificações e construções. como obras de arte e antiguidades. e 305 do RIR/1999) Depreciação . Depreciação . dirigentes. o destaque baseado em laudo pericial. o que ocorre quando: b.(Arts. b) construções ou benfeitorias em imóvel alugado de terceiros. se o respectivo custo não puder ser amortizado durante o prazo da locação. b. no caso de imóvel adquirido construído. como. acionistas.

c) os bens que normalmente aumentam de valor com o tempo. Lembra-se. Normalmente. isto é. Estando o bem totalmente depreciado. Contabilidade .Bens totalmente depreciados . não autoriza a sua baixa contábil. em b) os prédio e as construções não alugados nem utilizados na produção dos rendimentos da empresa ou destinados à revenda.1995 (caso o bem tenha sido adquirido até essa data). devem permanecer registrados na escrituração o custo de aquisição e a respectiva depreciação acumulada do bem. do RIR/1999 e PN CST nº 146/1975) . corrigido monetariamente até 31. ainda. ainda que o bem tenha se tornado imprestável para a finalidade a que se destinava. projetos para florestais os destinados não à pode exploração ser ser relação aos melhoramentos ou dos respectivos a frutos. embora o seu valor contábil (custo corrigido menos depreciação acumulada) seja zero. sair em definitivo do patrimônio da empresa. que apesar de permanecerem registrados no Ativo Imobilizado. quais podem exceto registrada depreciação depreciados: construções. (Art. aos comerciantes revendedores de seus produto.fabricantes de bebidas ou sorvetes ou distribuidores de derivados de petróleo.Permanência nos registros contábeis Publicado em 13/10/2005 08:46 O simples fato de a depreciação acumulada de um bem do Ativo Imobilizado haver atingido 100% do custo do bem. ainda que como sucata. A baixa contábil só poderá ser efetuada quando o bem for baixado fisicamente. como as obras de arte e as antigüidades. d) bens para os quais sejam registradas quotas de exaustão (florestas destinadas ao corte e jazidas minerais). todo o valor obtido na sua venda constitui ganho de capital tributável. hipótese em que a nota fiscal de venda será o documento hábil a comprovar a baixa física e lastrear a baixa contábil. § 3º. a baixa física de um bem do Ativo Imobilizado decorre da sua venda. 305.12. os bens cuja depreciação acumulada já tenha atingido 100% do seu custo de aquisição não devem mais ser objeto de cálculo de quotas de depreciação. Enquanto isso não ocorrer. d) Bens Não a) os terrenos.

A contabilização da depreciação é feita: a) debitando-se a conta que registra a despesa (ou custo) relativa ao encargo. os profissionais deverão refletir bastante antes de adotar determinado procedimento de avaliação a fim de haver a maior seqüência possível de exercícios com a utilização dos mesmos procedimentos de avaliação. Neste caso. b) creditando-se uma conta denominada ―Depreciação Acumulada‖. Diante dessas considerações. pois o cômputo dos encargos de depreciação na determinação do lucro real e da base de cálculo da CSL é facultativo. creditaríamos essa conta pelo valor da depreciação.Falta de reconhecimento da depreciação .Conseqüências Publicado em 12/08/2005 10:00 A diminuição de valor dos elementos do Ativo Imobilizado será registrada periodicamente nas contas de depreciação quando corresponder à perda do valor dos direitos que têm por objeto bens físicos sujeitos a desgastes ou perda de utilidade por uso. Entretanto. Contabilidade .Contabilidade .Depreciação . não podendo deixar de realizá-la por determinados períodos. reduzindo-a. . Isso não quer dizer que não possam adotar mudança de critérios com o intuito de introduzir melhoria para a entidade. como o valor do bem está registrado a débito de conta do Ativo Permanente Imobilizado. por outro lado. Mas. a crédito. tecnicamente. consideramos que a entidade poderá deixar de depreciar os bens pertencentes ao seu Ativo Imobilizado por um certo período. a legislação fiscal faculta à pessoa jurídica efetuar depreciação para fins de apuração do Imposto de Renda e. em atendimento à convenção da consistência e à legislação societária. a depreciação registra a diminuição do valor do bem. ação da natureza ou obsolescência. A convenção contábil da consistência (ou uniformidade) dispõe que todos os critérios utilizados contabilmente em determinado período contábil devem ser mantidos ao longo do tempo. deve-se efetuar a depreciação de todos os bens pertencentes ao Ativo Imobilizado. a pessoa jurídica deverá efetuar a depreciação total dos bens do Ativo Imobilizado em todos os períodos. nesse sentido. Portanto. esse não é o procedimento que se adota. não há nenhuma implicação de natureza fiscal quanto a deixar de efetuá-la. Podemos concluir que. porém devem observar que qualquer mudança de procedimento e seus efeitos decorrentes devem ser claramente evidenciados em notas explicativas. que registrará. por uma questão de técnica contábil. de tal forma que os usuários das demonstrações contábeis tenham possibilidade de delinear sua tendência com o menor grau de dificuldade possível. Seria razoável admitir que seu registro fosse feito em contrapartida da conta que registra o valor do próprio bem. mas. o valor dos encargos de depreciação contabilizados ao longo dos exercícios. Nesse caso. embora não seja o procedimento mais adequado. ela é uma despesa (ou um custo).Contabilização Publicado em 17/05/2005 14:31 Na prática.

a manutenção do sistema de contabilidade de custos integrado e coordenado com o restante da escrituração exige que os encargos de depreciação dos bens empregados na produção sejam contabilizados mensalmente. em 31 de dezembro ou por ocasião de incorporação. ou . As pessoas jurídicas não enquadradas nessa hipótese: I . II . Registro contábil da depreciação – Periodicidade a ser observada Publicado em 14/07/2004 08:48 Nas empresas industriais. 183. poderão contabilizar o encargo mensalmente ou no encerramento de cada trimestre de apuração do lucro real.caso submetidas à apuração trimestral do lucro real. poderão contabilizar o encargo: a) mensalmente.caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa. II . As pessoas jurídicas não enquadradas nessa hipótese: I . fusão. ou c) por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do pagamento do imposto mensal. cisão ou encerramento de atividades.caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa. fusão. poderão contabilizar o encargo mensalmente ou no encerramento de cada trimestre de apuração do lucro real. da Lei nº 6.404/1976.Periodicidade de registro Publicado em 24/08/2005 10:05 Nas empresas industriais. e 305 do RIR/1999) Contabilidade . § 2º. cisão ou encerramento de atividades.caso submetidas à apuração trimestral do lucro real. em 31 de dezembro ou por ocasião de incorporação.Encargos de depreciação . poderão contabilizar o encargo: a) mensalmente.(Arts. b) no encerramento do período de apuração do lucro real. a manutenção de sistema de contabilidade de custos integrado e coordenado com o restante da escrituração exige que os encargos de depreciação dos bens empregados na produção sejam contabilizados mensalmente. b) no encerramento do período de apuração do lucro real.

do RIR/99). nos endereços. § 1º. Para tanto.Rio de Janeiro (RJ).br ou carloste@int. mediante utilização de taxas diferentes das fixadas pelas SRF. igualmente. desde que faça prova dessa adequação (art. na Av. emite parecer técnico sobre o uso de taxas de depreciação diferentes das admitidas. Taxas de depreciação diferentes das fixadas pela Receita Federal Publicado em 21/09/2001 09:09 É assegurado à empresa o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens. por escrito. ou fazê-la pelos telefones (0xx21) 206-1072 e 206-1100. a empresa interessada deve solicitar. O IPT localiza-se na Cidade Universitária. Venezuela. sala 209.br. devendo o interessado enviar sua consulta para a sede desse órgão. avatec@ int. ou pela Internet. vinculada ao Ministério da Ciência e Tecnologia. 82. CEP 20081-310 . em laudo técnico idôneo (§ 2 º do art. O Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT) também é uma entidade habilitada a atestar a adequação de taxas de depreciação em função das condições de uso dos bens. 310. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . instruindo a sua solicitação com a relação dos bens (essa relação deve conter a descrição dos bens e o setor em que são utilizados). em função do número de horas diárias de operação.Depreciação acelerada . e os pedidos de parecer sobre taxas de depreciação devem ser encaminhados à Divisão de Engenharia Mecânica. ou de outra entidade oficial de pesquisa científica ou tecnológica. em São Paulo. os seguintes coeficientes de depreciação acelerada sobre as taxas normalmente utilizáveis: . a empresa poderá pedir perícia da Divisão de Avaliação Tecnológica do Ministério da Ciência e Tecnologia. parecer técnico da mencionada entidade. enquanto não forem alterados por decisão administrativa superior ou por sentença judicial. 310 do RIR/99). pelo fax (0xx21) 206-1075. No caso de dúvida.Coeficientes aplicáveis Publicado em 08/09/2005 09:12 No que diz respeito a bens móveis podem ser adotados. baseadas.gov.c) por ocasião do levantamento de balanços ou balancetes de suspensão ou redução do pagamento do imposto mensal.gov. prevalecendo os prazos de vida útil recomendados por essas instituições. A Divisão de Avaliação Tecnológica.

Nessas condições. 314 do RIR/99). 312 do RIR/99): a) b) dois três turnos turnos de de oito oito horas: horas: 1. um bem cuja taxa normal de depreciação seja de 10% ao ano poderá ser depreciado em 15% ao ano se operar 16 horas por dia. b) 1. sob pena de ver glosado o excesso em relação à taxa normal. para um turno de 8 horas de operação. c) 2.0. se em regime de operação de 24 horas por dia. ou 20% ao ano. Por exemplo: um equipamento para o qual seja admitida a taxa normal de 10% ao ano poderá ser depreciado à taxa de 15% ao ano se operar regularmente dezesseis horas por dia. adquiridos para uso nessa atividade. ainda.0.5. para três turnos de 8 horas de operação. de taxa que. somada à taxa utilizada na depreciação anormal contabilizada. a justificar convenientemente tal procedimento. mediante aplicação. para dois turnos de 8 horas de operação. a qualquer tempo.0%. Se esse equipamento operar regularmente vinte e quatro horas por dia. Entretanto. exceto a terra nua. o contribuinte poderá ser solicitado. totalize 100% do custo de aquisição do bem (art. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Depreciação de bens que operem em mais de um turno diário de oito horas Publicado em 30/05/2003 14:50 Para a depreciação de bens móveis que operem em mais de um turno de oito horas diárias. 2. as taxas normais admitidas poderão ser majoradas mediante aplicação dos seguintes coeficientes (art. . cobrando-se o imposto com os acréscimos cabíveis. no ano da aquisição.a) 1. que não é necessária autorização prévia da autoridade competente para adoção do regime de depreciação acelerada.5%. Cabe observar. caso seja utilizada a depreciação acelerada. e Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questões nºs 375 e 376) Depreciação acelerada de bens adquiridos por empresas rurais Publicado em 02/10/2001 10:10 As pessoas jurídicas que explorem atividade rural poderão promover a depreciação acelerada dos bens do ativo imobilizado. (Art. 312 do RIR/1999. poderá ser depreciado à taxa de 20% ao ano.

000. Demonstramos a seguir o registro contábil da quota de depreciação de um cavalo de sela para a administração da fazenda.Registro Publicado em 28/11/2005 09:20 Classificam-se como semoventes os animais que a pessoa jurídica adquire com a finalidade de prestar-lhe algum tipo de serviço (por exemplo: animais de tração.). totalizem o valor de R$ 10. Podem ser computados diretamente como custo ou despesa operacional. ficando. do RIR/1999 e IN SRF nº 162/1998) .00. A legislação do Imposto de Renda leva em consideração. a ser utilizados. todavia.61. desde que faça a prova dessa adequação.Depreciação de Eqüinos (CR) C .00 AP = Ativo Permanente CR = Conta de Resultado (Art.000. e a vida útil do animal esteja estimada em 5 anos: D . os animais.Contabilidade . § 1º. quando adotar taxa diferente. na fixação do prazo de vida útil admissível para cada espécie de bem. Os semoventes devem ser registrados no Ativo Permanente (no subgrupo do Imobilizado) e podem. 310. inclusive. efetivamente.Depreciação Eqüinos (AP) Acumulada R$ 2. ainda que o prazo de vida útil seja superior a 1 ano. assegurado ao contribuinte o direito de computar a quota efetivamente adequada às condições de depreciação de seus bens. as condições normais ou médias de sua utilização. desde que sua aquisição esteja intrinsecamente relacionada com a produção ou a comercialização de bens e serviços. animais destinados à produção etc.Depreciação de semoventes . cujo custo unitário de aquisição não seja superior a R$ 326. ser depreciados a partir do momento em que passem. cujos gastos de criação até sua fase adulta (momento em que estiver apto para o trabalho).

Em caso de exercício dessa opção. e 791 do RIR/1999). Isso significa que. Caso haja mais de um estabelecimento no Brasil. com cobrança de despesas bancárias e de juros correspondentes (geralmente. o banco debita a duplicata na conta da empresa que fez o desconto. o banco fica com o valor pago pelo sacado. Não ocorrendo o pagamento no vencimento. a instituição financeira aplica uma taxa de desconto sobre o valor nominal do título. o qual ficará responsável pela apuração. No vencimento da duplicata. quando esta for liquidada em dia.Descentralização da contabilidade Publicado em 01/06/2004 08:30 As pessoas jurídicas que tenham filiais. e repassa à empresa tomadora os recursos pelo valor líquido (valor nominal dos títulos menos os encargos financeiros). a empresa (cedente) é responsável pelo pagamento do título. Desconto de duplicatas – Contabilização Publicado em 07/04/2004 09:01 O desconto de duplicatas é uma operação financeira de curto prazo.Desconto de duplicatas . enquanto a duplicata não for quitada. Nesse caso. Caso o devedor (sacado) não quite seu débito. obtendo as duplicatas de venda mercantil. ―b‖. desde que os resultados apurados individualmente. sucursais ou agências podem.Conceito Publicado em 16/06/2005 10:13 O desconto de duplicatas é uma das formas mais comuns de obtenção de capital de giro pela empresa e consiste basicamente na "compra" à vista de tais títulos pelo banco. caberá a opção pela descentralização contábil. Para sua efetivação. o valor será debitado na conta corrente da cedente. é preciso realizar vendas a prazo. e cobra novos . 252 do RIR/1999). Nessa operação. a empresa tem uma obrigação para com o banco. opcionalmente. em cada estabelecimento. 212. na qual a empresa obtém recursos perante os bancos. I. dois ou três dias após. sejam incorporados ao resultado de um deles. manter contabilidade descentralizada. Contabilidade . além de cobrar as tarifas de cobrança e o IOF. ao final de cada mês deverão ser incorporados na escrituração da matriz os resultados apurados nos demais estabelecimentos (art. pelo pagamento e pela declaraçãodo Imposto de Renda no seu domicílio fiscal (arts. os de mercado para esse tipo de operação).

00 200. decorrentes de títulos cujo vencimento ultrapasse a data de encerramento do período-base.Duplicatas Descontadas (AC) C .000.Despesas Financeiras a Apropriar (AC) C . devem ser apropriadas pro rata tempore.00 1. deve contabilizar o seu valor em conta específica.Clientes (AC) AC = Ativo Circulante 1. e apropriadas em contas de resultado a medida que forem sendo incorridos. de tais títulos. mediante a cobrança de despesas bancárias e dos juros correspondentes. geralmente os de mercado para esse tipo de operação. A propósito. segue exemplo de contabilização: Registro do desconto: D . pelo banco. Os encargos cobrados pelo banco representam despesas antecipadas. retificadora do saldo da conta de duplicatas a receber. inciso I. que devem ser registradas em conta própria. 374.000.Bancos conta Movimento (AC) D . em conformidade com o regime de competência.00 800. Quando uma empresa desconta duplicatas de sua emissão nos bancos. Desconto de duplicatas . nos períodos-base a que competirem (art.encargos financeiros da empresa cedente dos títulos pela mora da liquidação. também no ativo circulante. Com base em valores e dados meramente ilustrativos.00 . no ativo circulante.Duplicatas Descontadas (AC) Registro da baixa pelo recebimento: D . alertamos que a legislação do Imposto de Renda impõe que as despesas financeiras. do RIR/99).Registro contábil Publicado em 24/02/2005 09:20 A operação de desconto de duplicatas consiste basicamente na compra à vista.

em contrapartida.Registro contábil Publicado em 27/08/2004 08:37 O desconto financeiro tem como objetivo principal estimular o devedor a quitar o débito com antecedência. 2 . irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto ("Caixa" ou "Bancos Conta Movimento") e a conta de "Descontos Financeiros Concedidos" no resultado pelo valor do desconto. dessa forma.Concessão e pagamento . evitando. creditamos a conta "Clientes" ou "Duplicatas a Receber" pelo valor bruto da duplicata. que sofreu o desembolso. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Concedidos". por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão.Na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de "Receitas Financeiras". o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. pelo valor da duplicata líquido do desconto. no resultado. normalmente. Classificação contábil 1 .Desconto financeiro . debitando-se a conta de "Duplicatas a Pagar" ou "Fornecedores" pelo valor bruto das duplicatas e. O registro contábil do desconto. dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. transtornos para o credor. Normalmente. é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Obtidos".Na empresa que concede o desconto A empresa que concede o desconto financeiro. dentro do grupo de "Despesas Financeiras Líquidas". e a conta "Descontos Financeiros Obtidos" pelo valor do desconto. tanto no aspecto de "liquidez" quanto no burocrático. ou outro título de crédito qualquer. em contrapartida. Descontos Financeiros . e.Classificação contábil Publicado em 20/05/2004 08:46 Na empresa que concede o desconto . creditando-se a de disponibilidade.

Na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão. segundo o art. debitando-se a conta de ―Duplicatas a Pagar‖ ou ―Fornecedores‖ pelo valor bruto das duplicatas e. . 179 da Lei das S. que pode intitular-se ―Descontos Financeiros Obtidos‖. Despesas antecipadas – Conceito Publicado em 23/06/2003 09:30 As aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte são classificadas no Ativo Circulante e geralmente representam uma parcela não muito significativa. são normalmente apresentadas pelo seu valor total.A. cujos benefícios ou prestação de serviço à empresa se farão durante o exercício seguinte. pelo valor da duplicata líquido do desconto. Esses ativos representam pagamentos antecipados. no resultado. que sofreu o desembolso. materiais etc. e sim valores ainda a pagar a curto prazo. Há casos especiais em que as despesas antecipadas não significam desembolso imediato de recursos. em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto (―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖) e a conta de ―Descontos Financeiros Concedidos‖ no resultado pelo valor do desconto. motivo pelo qual.A empresa que concede o desconto financeiro. normalmente. se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de ―Receitas Financeiras‖. creditamos a conta ―Clientes‖ ou ―Duplicatas a Receber‖ pelo valor bruto da duplicata. e. Normalmente. dentro do grupo de ―Despesas Financeiras Líquidas‖. no Balanço. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. referem-se a ―aplicações de recursos em despesas do exercício seguinte‖ e. em contrapartida. não serão recebidos em dinheiro e nem representam bens fisicamente existentes como é o caso de pelas. e a conta ―Descontos Financeiros Obtidos‖ pelo valor do desconto. que pode intitular-se ―Descontos Financeiros Concedidos‖. dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. em contrapartida. normalmente. ou outro título de crédito qualquer. em comparação com os demais ativos.. De fato. o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. creditando-se a de disponibilidade. O registro contábil do desconto. é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata.

000.Empresa ―X‖ Ltda. exemplificaremos a seguir o registro contábil dos gastos com convênio de assistência médica. quando o empregado opta por plano diferenciado.Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100.Registro contábil Publicado em 20/05/2005 09:57 Os gastos realizados pelas empresas com serviços de assistência médica. sobretudo. Fonte: FIPECAFI Contabilidade .Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100. de padrão superior àquele oferecido pela empresa.Empresa ―X‖ Ltda. Isso ocorre. (Passivo Circulante) 100. Essa parcela representará uma redução da despesa e será registrada como se segue.Despesas com convênio médico . 360 do RIR/1999).Os prêmios de seguros. D . Com base em dados e valores meramente ilustrativos. representam exemplo prático dessa hipótese.00 C . quando parcelados ou financiados.Caixa/Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 100. D .00 .Salários e Ordenados a Pagar (Passivo Circulante) 100.000.00 Vejamos o registro do pagamento da mensalidade.000. destinados indistintamente a todos os seus empregados e dirigentes são considerados despesas operacionais (art. D .000. (Passivo Circulante) 100.000.00 C . farmacêutica e social.000.00 Valores descontados dos empregados Há empresas que descontam dos salários de seus empregados uma parcela a título de participação nos gastos com convênios de assistência médica. odontológica. Iniciaremos pelo registro da mensalidade devida pela empresa.00 C .

que tenha alguma relação com esse tipo de gasto...00.2003. pagando por isso R$ 2. Os valores entregues aos funcionários ou dirigentes são registrados na conta ―Adiantamento para Despesas de Viagens‖. normalmente. existente no plano. por tradição. no Ativo Circulante.00 Pagto. O registro contábil dos gastos com festas de confraternização é feito em conta de Despesas Operacionais.. podem enquadrar-se como despesa de relações públicas em geral. em contrapartida à conta de disponibilidade que sofreu o desembolso.2.000. desde que em nível moderado e compatível com o porte da empresa e comprovadas com documentação hábil. visto que. de despesa com festa de confraternização com os funcionários no dia 15. da entidade "X" Despesas de viagens – Adiantamento – Registro contábil Publicado em 29/11/2004 08:34 Normalmente. por exemplo "Outras Despesas Administrativas".. coquetéis e festas de congraçamento (Parecer Normativo CST nº 322/71). A dúvida maior que poderá surgir em relação à contabilização de gasto incorrido com a realização de festas de confraternização é em que conta lançá-lo. só ocorre uma vez por ano. no Resultado do Exercício. pode ser utilizada uma conta de despesa.. no dia 15. de acordo com a regra contábil da materialidade ou relevância. devidamente comprovados com documentação hábil.. Os gastos efetivos são baixados da conta ―Adiantamento para Despesas de Viagens‖. Nessas condições.. supondo-se que uma empresa contrate a realização de um evento de confraternização com os seus funcionários..000. trata-se de valor inexpressivo e que. Exemplificando. . Para efeitos fiscais (empresa tributada com base no lucro real). recepções. os funcionários ou dirigentes que viajam a serviço da empresa recebem adiantamento por conta de suas despesas. no mês de dezembro. promovem festas de congraçamento para seus empregados.12. as despesas com festas de congraçamento para empregados.Despesas com festas de confraternização .12.Contabilização Publicado em 21/11/2003 12:47 Ao final de cada ano. o lançamento contábil poderia ser: D C Outras Caixa Despesas ou Administrativas Bancos (Conta de Resultado) (Ativo Circulante). tais como almoços. sendo pouco provável que no plano de contas haja uma conta ou subconta específica para ele. as empresas. invariavelmente. conforme nota fiscal nº..2003.

efetuando-se lançamento inverso ao da concessão do adiantamento.00 e restitui R$ 200.com base nos relatórios de prestações de contas.00 • pela restituição do saldo.2004: D .00 Hipótese II Admitindo-se que o valor das despesas constantes do relatório apresentado foi de R$ .Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 1.Despesas de Viagens (Resultado) 800. em 31. em 21.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 200.000.00 C .01. debitando-se a conta ―Despesas de Viagens‖ no resultado. apresenta relatório e comprovantes de despesas no valor de R$ 800.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 800. simplesmente.2004.2004.000. em 31. Contabilização: • pelo registro do adiantamento. recebe um adiantamento de R$ 1.00 em dinheiro à empresa.00 C . Os saldos não utilizados são restituídos.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 200.01.00 para suas despesas.000. complementa-se o adiantamento ou.00 • pela prestação de contas.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 1. Nos casos de insuficiência do numerário adiantado. Exemplos Hipótese I O encarregado do setor de vendas da empresa ―Alfa‖ viaja para o norte do País a fim de resolver certas pendências com o representante e. registra-se o reembolso ao funcionário ou dirigente a débito da conta de despesa.2004: D .01. em 21.01.00 C .01. em 31. No seu regresso.2004: D .

00 Despesas incorridas . Exemplo clássico de despesa incorrida é a folha de pagamento de salários. despesas incorridas são aquelas que.1.Adiantamento para Despesas de Viagens (Ativo Circulante) 1. devida em determinado mês. seu valor será lançado a débito da conta de resultado que registra a despesa (―Salários e Ordenados‖) e a crédito da conta de Passivo Circulante (―Salários e Ordenados a Pagar‖) onde a obrigação ficará registrada até a baixa pelo pagamento. é determinada pelas legislações comercial e fiscal. serão efetuados os seguintes lançamentos contábeis: D .100. não são efetivamente provisões. aluguéis. independentemente de seu pagamento.00 C . na verdade. após o qual sobrevém tributação definitiva segundo a legislação do Imposto de Renda vigente no período-base competente . razão pela qual. Entendem-se como despesas incorridas as relacionadas a uma contraprestação de serviços ou obrigação contratual e que. no encerramento do mês a que ela se refere. devem ser reconhecidas na apuração do resultado.). . conforme antes mencionado.00 C . que é o regime de competência. que. energia elétrica e outras. se completa em determinado período de tempo. tendo a empresa reembolsado R$ 100. serviços prestados por terceiros etc. Importa observar que as impropriamente denominadas ―provisão para férias‖. contas de consumo de água.000. mas sim contas que registram despesas incorridas.100. embora caracterizadas e quantificadas no período-base.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 100. Obviamente. As despesas incorridas são parte integrante desse conjunto de fatos. nele não tenham sido pagas por isso o valor que corresponde à obrigação a ser paga figura no passivo da empresa. cuja observância.00 ao funcionário. por terem nascido as obrigações correspondentes. Portanto. telefone. como um todo. esse critério de reconhecimento é aplicável qualquer que seja o tipo da despesa (impostos e contribuições.Conceito Publicado em 28/06/2004 08:33 A apuração do resultado tem natureza complexiva e constitui um conjunto de fatos que . ―provisão para 13º salário‖ e outras de natureza semelhante. somente será paga até o quinto dia útil do mês seguinte.00. de acordo com um dos princípios básicos da contabilidade.Despesas de Viagens (Resultado) 1. por ocasião da prestação de contas.

honorários da administração. conforme o caso) representam a aplicação de recursos em despesas ainda não incorridas. honorários profissionais e despesas relacionadas com a constituição da empresa etc. Já as despesas pagas antecipadamente (que são classificadas no Ativo Circulante ou no Realizável a Longo Prazo. são despesas pré-operacionais.. portanto. e) gastos com estudos de viabilidade econômica. Despesas pré-operacionais . na fase inicial da operação. tais como ordenados. b) c) despesas de instalação encargos e de organização. por antecederem ao início das atividades sociais da empresa ou por serem relativas à ampliação de seus empreendimentos. encargos trabalhistas. viagens. utilizou apenas parcialmente o seu equipamento ou as suas instalações. podemos citar: a) juros eventualmente pagos ou creditados a acionistas na fase de implantação. publicidade. inclusive aquelas de cunho administrativo. f) parte dos custos. recrutamento e treinamento de pessoal. beneficiarão exercícios futuros e. encargos e despesas operacionais registrados como Ativo Diferido durante o período em que a empresa. A título de exemplo. É importante ficar claro que as despesas pré-operacionais ou pré-industriais são despesas já incorridas que.Conceito Publicado em 08/05/2003 09:27 Todas as despesas necessárias a organização ou ampliação de empresas. financeiros. d) gastos administrativos. . elaboração de projetos técnicos. devem ser registradas no Ativo Diferido e amortizadas.(Parecer Normativo CST nº 07/1976) Diferença entre despesas pagas antecipadamente e despesas pré-operacionais Publicado em 29/04/2003 09:44 As despesas pré-operacionais ou pré-industriais não devem ser confundidas com as despesas pagas antecipadamente. as quais serão computadas na apuração de resultados de exercícios futuros.

12. b) ágio ou deságio na aquisição do investimento. no período que antecede o início das atividades sociais da empresa ou relativos à ampliação de seus empreendimentos). da Lei nº 6. constituída até 31.Despesas pré-operacionais ou pré-industriais . será a soma algébrica dos seguintes valores (art. efetuados na fase préoperacional ou pré-industrial (ou seja. deverão ser classificados no Ativo Permanente Diferido. Determinação do valor contábil do investimento Publicado em 17/09/2001 09:09 O valor contábil. excluídos os computados na determinação do lucro real nos exercícios financeiros de 1979 e 1980.Contabilidade . todos os gastos com características de despesas. c) provisão para perdas prováveis na realização do investimento. que houver sido computada na determinação do lucro real.Registro Publicado em 27/06/2005 09:06 Nos termos do art. as aplicações de recursos em despesas que contribuirão para a formação do resultado de mais de um exercício social (inclusive os juros pagos ou creditados aos acionistas durante o período que anteceder o início das operações sociais) devem ser classificadas no Ativo Diferido (divisão do Ativo Permanente). V. 426 do RIR/99): a) valor do patrimônio líquido pelo qual o investimento estiver registrado na contabilidade da investidora.404/1976. Conheça a Consultoria Eletrônica Netiob Deveres do contabilista Publicado em 21/07/2004 08:22 São deveres do contabilista (art. ainda que tenha sido amortizado na escrituração comercial do contribuinte. 179. para efeito de determinar o ganho ou a perda na alienação ou liquidação do investimento.95. 2º do Código de Ética Profissional do Contabilista CEPC): . Portanto.

Avaliação dos bens entregues Publicado em 02/09/2004 11:01 A devolução de capital aos sócios ou acionistas pode ocorrer na dissolução da sociedade ou no caso de redução do seu capital social. . a qualquer tempo. contudo. c) zelar pela sua competência exclusiva na orientação técnica dos serviços a seu cargo. observado o que houver sido deliberado pelos sócios ou pela assembléia geral de acionistas. f) renunciar às funções que exerce. eventual circunstância adversa que possa influir na decisão daquele que lhe formular consulta ou lhe confiar trabalho. observada a legislação vigente e resguardados os interesses de seus clientes e/ou empregadores. em documento reservado. logo que se positive falta de confiança por parte do cliente ou empregador. antes de emitir opinião sobre qualquer caso. informar ao substituto sobre fatos que devam chegar ao conhecimento deste. a fim de habilitá-lo para o bom desempenho das funções a serem exercidas. i) ser solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional. e) inteirar-se de todas as circunstâncias. h) manifestar. diligência e honestidade. g) se substituído em suas funções. inclusive no âmbito do serviço público. entre estas os Conselhos Regionais de Contabilidade. a existência de impedimento para o exercício da profissão. seja zelando por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Contabilidade e seu aprimoramento técnico. sem prejuízo da dignidade e independência profissionais. b) guardar sigilo sobre o que souber em razão do exercício profissional lícito. a quem deverá notificar com trinta dias de antecedência.a) exercer a profissão com zelo. estendendo-se a obrigação a sócios e executores. ao cliente ou empregador. d) comunicar. ressalvados os casos previstos em lei ou quando solicitado por autoridades competentes. Devolução de Capital em Bens . para que os interesses daquelas pessoas não sejam prejudicados e evitando declarações públicas sobre os motivos da renúncia. desde logo. seja propugnando por remuneração condigna. zelando.

nem para a pessoa jurídica que efetuar a devolução de capital nem para o titular. Contabilidade . sócio ou acionista deverá registrar os bens recebidos (art. da Lei nº 9. o titular.Devolução de cheques .249/1995). a título de devolução de sua participação no capital social. sócio ou acionista que receber os bens. os bens ou direitos do ativo da pessoa jurídica. de cheque recebido em pagamento (de duplicata. da Lei nº 9. pelo valor contábil da participação societária extinta. Nesse caso. deverá (art. 22 da Lei nº 9. não cabe estorno do lançamento original que registrou o pagamento. por falta ou insuficiência de fundos ou por qualquer outro motivo. pelo valor contábil dos bens. 22.249/95): a) ser computada nos resultados da pessoa jurídica. Caso a devolução de capital não se dê em dinheiro. se pessoa física. 22. a diferença entre este e o valor contábil dos bens ou direitos será considerada ganho de capital e. ou b) adicionada à base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos pela pessoa jurídica tributada com base no lucro presumido ou arbitrado. uma vez que não houve desfazimento do . pelo banco sacado. que forem entregues ao titular ou ao sócio ou acionista. § 1º. §§ 2º e 3º.Registro contábil Publicado em 10/05/2005 09:43 Quando a empresa recebe em pagamento cheques que venham a ser devolvidos pelo banco sacado. se pessoa jurídica. Caso a devolução se realize pelo valor de mercado. se tributada pelo lucro real.Essa devolução de capital tanto pode ser feita em dinheiro ou em bens do ativo da sociedade em dissolução ou que teve o seu capital reduzido. Se a devolução de capital for realizada pelo valor contábil dos bens ou direitos não há nenhum efeito tributário. deve registrar contabilmente esse fato conforme exemplificado a seguir.249/1995): a) na sua escrituração. como tal. poderão ser avaliados pelo valor contábil ou de mercado (art. b) na sua declaração de bens correspondente ao ano-calendário da devolução. No caso de devolução. de venda a vista ou de qualquer outra transação).

se o cliente quitar seu débito mediante novo pagamento.00 O valor registrado em ―Cheques em Cobrança‖ será baixado (mediante crédito). em geral.05.00.20X1.000. O procedimento adequado é o registro do respectivo valor a débito de conta do Ativo Circulante (―Cheques em Cobrança‖.00 C . Contabilidade . teríamos os seguintes lançamentos: a) pelo recebimento da duplicata D .Comercial ―X‖ (Ativo Circulante) b) pelo registro da devolução do cheque D . em 31. de sua emissão.000.000. se o cheque for novamente depositado (o que. não no ―Disponível‖. foi devolvido pela instituição financeira em 02. é feito por orientação do próprio emitente). Sublinhe-se que a conta ―Cheques em Cobrança‖ classifica-se no subgrupo ―Outros Créditos‖. em pagamento da duplicata nº 32456.06. Nesse caso. por exemplo) e a crédito da conta ―Bancos Conta Movimento‖.Clientes .negócio.Devolução de mercadorias efetuadas em período posterior ao da venda Registro .000.20X1. no valor de R$ 1. depositado na mesma data. o cheque nº 98765.Cheques em Cobrança (Ativo Circulante) 1. Exemplo Vamos supor que determinada empresa recebeu. e que esse cheque.00 C .Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1.00 1.000.Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 1. b) ―Caixa‖ ou ―Bancos Conta Movimento‖. tendo como contrapartida (a débito): a) ―Bancos Conta Movimento‖.

Pela reentrada da mercadoria no estoque: D .Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) III . não sendo admissível.Pelo registro da devolução em período posterior ao da venda e do IPI incidente: D . que ora será tratado como uma despesa operacional.Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) D .ICMS a Recolher (PC) C . Nesses casos. podemos abrir uma conta especial para o registro da receita do exercício anterior perdida e outra para o registro do custo recuperado. totalizando-as em um único grupo de ―Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior‖. falarse em cancelamento da receita. Isso porque a conta que registrou a receita cor-respondente às vendas devolvidas foi encerrada por ocasião do balanço do período-base anterior.IPI a Recolher (PC) C .Estoques (AC) D . Desse modo. como ocorre na situação de devolução normal (devolução e venda dentro do mesmo exercício social). mas em ―Conta de Resultado‖.Clientes (AC) II .Publicado em 23/11/2005 08:36 As devoluções recebidas em período-base posterior ao da realização da venda não devem ser registradas como dedução das vendas relativas ao período em curso.PIS-Pasep a Recuperar (AC) . o registro deve ser feito na forma de cancelamento de um lucro bruto apurado no exercício anterior. a contabilização se dará da seguinte forma: I .Pelo registro do ICMS incidente sobre a devolução: D . Caso a empresa esteja no regime não cumulativo.

Estoques (AC) . e se a empresa estiver no regime não cumulativo.Pelo registro da devolução e do IPI incidente: D .Pela reentrada das mercadorias devolvidas no estoque: D . especificação técnica.IPI a Recolher (PC) C .Cofins a Recuperar (AC) C .Clientes (AC) II .Pelo registro do ICMS incidente sobre a devolução: D .ICMS a Recolher (PC) C .Registro Publicado em 21/11/2005 10:38 Há várias razões pela qual a empresa pode receber em devolução mercadorias anteriormente vendidas: problemas de qualidade. o registro contábil será assim efetuado: I .Mercadorias recebidas em devolução no próprio exercício . Para o caso de mercadorias devolvidas dentro do mesmo exercício social.ICMS Incidente sobre as Vendas (CR) III .D .Prejuízo na Devolução de Vendas de Exercício Anterior (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Contabilidade . demora na entrega etc.Devoluções de Vendas (CR) D .

como Prejuízo na Devolução de Vendas. o correto é registrar numa conta específica de resultados. passando a ser permitida a emissão de DHP-Eletrônica. entre outros. é o procedimento mais simples.046/2005. poderá desconsiderar a possibilidade da Dispensa de escrituração contábil para efeito do Imposto de Renda . devoluções de valor extremamente pequenos.D . não haverá limite quando for emitida por meio eletrônico. ou seja. c) se tiveram sua venda em exercício anterior. poderá ser aceito seu registro como abatimento da receita. poderá ser utilizada uma conta retificadora de vendas. O CFC limitou o fornecimento da DHP para 30 (anteriormente 50) por requerimento.Custo das Mercadorias Vendidas (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Devolução não é Cancelamento de Vendas Publicado em 16/09/2002 09:09 A reentrada de mercadorias anteriormente vendidas. tem para sua contabilização duas possibilidades: a) se tiverem sua venda no mesmo exercício. por meio de serviço informatizado disponibilizado pelo CRC e aprovado pelo CFC. foram modificadas as normas para a emissão da Declaração de Habilitação Profissional (DHP). por problemas de demora na entrega ou qualidade. Contabilidade .PIS-Pasep a Recuperar (AC) D . Todavia. válida tanto para a receita anterior perdida como para o custo recuperado. de que trata a Resolução CFC nº 871/2000. e seu valor for relevante.Emissão por meio eletrônico Publicado em 05/10/2005 08:50 Por meio da Resolução CFC nº 1. b) se tiverem sua venda em exercício anterior e o valor não for relevante.DHP . como citado anteriormente.Cofins a Recuperar (AC) C . Observe-se que o CRC não emissão convencional da DHP.

a legislação do Imposto de Renda faculta às empresas não obrigadas à apuração do lucro real. Segue exemplo de contabilização de mercadoria recebida em doação: D . além de se prestar ao atendimento de uma exigência da legislação do Imposto de Renda. ainda.Mercadorias Recebidas em Doação (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado . Contabilidade . a escrituração contábil de uma empresa.347 e 348 do Código Comercial Brasileiro. Dissolução de sociedade – Responsabilidade do liquidante Publicado em 23/01/2002 09:01 De acordo com os arts.Publicado em 14/01/2002 08:01 Conforme é sabido.Tratamento Publicado em 05/09/2005 09:38 As mercadorias destinadas à revenda. Todavia. cessa a responsabilidade do liquidante.Doações recebidas em mercadorias para revenda . devem ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de receitas. hipótese em que não fará jus a nenhuma retribuição). A propósito. poderá ser substituído judicialmente. as mercadorias recebidas em doação. Acabada a liquidação e proposta a forma de liquidação e partilha. é também exigida pela legislação comercial. o liquidante responde perante ao acervo patrimonial em virtude de negligência no desempenho de suas funções e por qualquer abuso dos efeitos da sociedade (no caso de omissão ou negligência culpável. que optarem pela tributação com base no lucro presumido. As mercadorias recebidas por compra devem ser contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos. qualquer que seja sua origem. por não haver a obrigação de pagamento.Estoque de Mercadorias (AC) C . por compra ou doação. individual ou coletiva. vale lembrar que. tendo em vista os interesses societários e creditícios envolvidos na atividade empresarial. manter escrituração contábil completa ou escriturar somente os livros Caixa e Registro de Inventário. Acrescente-se. que uma contabilidade bem planejada e bem executada constitui uma fonte segura de informações para tomada de decisões por empresários e administradores. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para venda. sendo ambas aprovadas pelos sócios.

definidas na legislação. distribuidores e livreiros . Os registros contábeis relativos à constituição da provisão para perdas de estoques. papéis.Editores. II – a documentação contábil é hábil.Provisão para Perdas de Estoque de . é aquele que comprova os atos ou fatos que originam lançamento(s) na escrituração contábil da Entidade. o Conselho Federal de Contabilidade aprovou a NBC T 2.2 – Da documentação contábil. à reversão dessa provisão.Documentação contábil Publicado em 30/10/2001 09:10 Através da Resolução nº CFC 597/85. quando proveniente de terceiros. com o seguinte teor: I – a documentação contábil compreende todos os documentos. ou externa. que apóiam ou compõem a escrituração contábil. correspondente a 1/3 do valor do estoque existente naquela data. distribuidor e livreiro. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . III – a documentação contábil pode ser de origem interna. podem constituir provisão para perdas de estoques.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CR) C . na técnica contábil ou aceitas pelos ―usos e costumes‖. quando gerada na própria Entidade. registros e outras peças.Constituição de provisão para perdas de estoque de livros Publicado em 30/09/2005 08:42 As pessoas jurídicas e aquelas que são equiparadas pela legislação do Imposto de Renda que exercem atividades de editor. IV – a Entidade é obrigada a manter em boa ordem a documentação contábil. calculada no último dia de cada período de apuração do Imposto de Renda e da Contribuição Social dobre o Lucro. livros. stricto sensu.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CRAC) 2) Pelo reconhecimento da perda no estoque de livros: D . à perda efetiva do estoque e à sua recuperação devem ser efetuados da seguinte forma: 1) Pela constituição da provisão: D . Documento contábil. quando revestida das características intrínsecas ou extrínsecas essenciais.

753/2003.Custo ou despesa? Publicado em 28/10/2005 08:32 Contabilmente. fazem parte do custo de produção.Estoque de Livros (AC) 3) Pela reversão da provisão: D . e arts.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CRAC) C . 85 da Lei nº 10.Embalagens . na teoria contábil. . A solução para essa dúvida é teoricamente simples.Livros (CRAC) C .833/2003. com redação dada pelo art. as embalagens são parte integrante do custo de produção ou são despesas de vendas? Essa dúvida é bastante comum na empresa industrial.Provisão para Perdas de Estoque de Livros (CR) 4) Pela recuperação da perda: D .Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C .Recuperação de Perdas de Estoque de Livros (CR) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado CRAC = Conta Redutora do Ativo Circulante (Arts. 5º e 8º da Lei nº 10. mas na prática costumam ocorrer situações em que se tem muita dificuldade para a aplicação da regra teórica. nas situações em que são utilizadas antes de o produto estar em condições de venda. 3º e 4º da IN SRF nº 412/2004) Contabilidade . por isso devem integrar o custo dos estoques e o custo dos produtos vendidos no momento da transação de venda. As embalagens.

Empresas dispensadas de escrituração comercial Publicado em 23/05/2003 14:41 As pessoas jurídicas que. ao sair da área de produção e se destinar à comercialização.Embalagens (CR) C . em 1º de janeiro do ano em que ficar sujeita à tributação pelo lucro real. como se segue: D . não estando obrigadas à apuração do lucro real. o produto já vai embalado.Custo de Produção . deverá proceder. que acaba sendo uma opção na hora da entrega.Despesas com Vendas (CR) C . Essa embalagem é parte integrante do custo de produção e precisa ser contabilizada no mês de sua utilização. optarem pela tributação com base no lucro presumido.Isso significa que.Estoque de Embalagens (AC) Se o produto já é considerado pronto para a venda sem a embalagem.Estoque de Embalagens (AC) AC = Ativo Circulante CR = Contas de Resultado Empresa tributada pelo lucro presumido que não mantém escrituração contábil Publicado em 07/01/2002 08:01 A empresa submetida à tributação com base no lucro presumido que não mantiver escrituração contábil na forma prevista nas leis comercial e fiscal. se tiver de passar para o regime do lucro real por ter-se desenquadrado das condições exigidas para se manter no lucro presumido ou por opção. bem como as microempresas e as empresas de . ao levantamento patrimonial e elaboração do balanço de abertura para início ou reinício da escrituração comercial. o procedimento indicado é considerar esse gasto como parte da despesa de venda e sua apropriação contábil dar-se-á no momento da sua utilização por meio do seguinte lançamento: D .

ainda. II. No caso das empresas que possuem sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração. 527 do RIR/99 e 7º da Lei nº 9. art. à idoneidade da documentação e à escrituração nos prazos e nas condições estabelecidos na legislação de cada Unidade de Federação. b) livro Registro de Inventário. e art. às pessoas jurídicas contribuintes do ICMS. com as alterações promovidas pela Lei Complementar nº 102/2000) .Contas a Pagar (PC) AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado (Art. O direito ao crédito está condicionado. desde que mantenham.Empresas industriais . ―b‖. caput. inclusive a realizada por via bancária. em boa ordem e guarda e enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes (arts. A parcela restante (cujo ICMS não gera direito ao crédito) deve ser contabilizada diretamente como despesa operacional.Registro do ICMS incidente sobre o consumo de energia elétrica Publicado em 28/09/2005 08:45 É assegurado. Contabilidade . no qual deverá ser registrada toda a movimentação financeira.317/96): a) livro Caixa. 20. o direito a creditar-se do imposto incidente sobre a energia elétrica consumida no processo de industrialização. 33 da Lei Complementar nº 87/1996. ficam dispensadas da manutenção de escrituração comercial. no qual deverão registrar os estoques existentes no término de cada ano-calendário.pequeno porte optantes pelo Simples. a energia elétrica consumida no setor industrial deve ser registrada como custo. O registro contábil da fatura de energia elétrica será assim efetuado: D . c) todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos livros referidos nas letras ―a‖ e ―b‖.Energia Elétrica (CR) D . 23.ICMS a Recuperar (AC) C .

b) ―Juros Ativos‖. Estas normas aplicam-se a partir de 1º de Janeiro de 2002. eventualmente. Os juros são calculados sobre o valor atualizado.Empresas terão que guardar arquivos magnéticos Publicado em 05/11/2001 09:11 As pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras.317/96. à taxa de 0. pelo reconhecimento de atualização monetária e juros calculados com base nos mesmos critérios de apuração dos rendimentos da caderneta de poupança com data de aniversário no primeiro dia de cada mês (art. pelo valor dos juros. As empresas optantes pelo Simples (Microempresas e Empresas de Pequeno Porte). Contabilidade . pelo valor da atualização monetária.Juros e atualização monetária . . em conta do Ativo Permanente . 16.Investimentos devem ser ajustados. mensalmente.Empréstimo compulsório sobre combustíveis e veículos .Obrigatoriedade Publicado em 20/12/2004 08:36 As ligas desportivas. tendo como contrapartida as seguintes contas de resultado do grupo de receitas financeiras: a) ―Variações Monetárias Ativas‖. de que trata a Lei nº 9.288/1986 e ADN CST nº 15/1992). escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal. as entidades de administração de desporto e as de prática desportiva envolvidas em qualquer competição de atletas profissionais.Publicação das demonstrações financeiras .Classificação Contábil Publicado em 07/10/2005 09:26 Os saldos dos empréstimos compulsórios sobre combustíveis e veículos existentes em conta do Ativo Realizável a Longo Prazo ou. O valor da atualização monetária e dos juros será contabilizado a débito da conta do ativo (―Empréstimos Compulsórios‖). ficam dispensadas do cumprimento desta obrigação.5% ao mês. do Decreto-lei nº 2. os respectivos arquivos digitais e sistemas. § 1º. ficam obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal. Entidades desportivas . pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária (IN-SRF nº 86 de 22/10/2001).

615/1998. a inelegibilidade. estão obrigadas a elaborar e publicar as suas demonstrações financeiras. em quaisquer das entidades ou dos órgãos referidos no parágrafo único do art. sem prejuízo da aplicação das penalidades previstas na legislação tributária. por 5 anos. devem ser aplicadas. no que couber. Por se tratar de entidades sujeitas aos mesmos procedimentos contábeis.18 - . e d) à nulidade de todos os atos praticados por seus dirigentes em nome da entidade após a prática da infração. Cabe alertar. Além da publicação das demonstrações contábeis. c) ao afastamento de seus dirigentes. de seus dirigentes para o desempenho de cargos ou funções eletivas ou de livre nomeação. de seus dirigentes para cargos ou funções eletivas ou de livre nomeação em qualquer entidade ou empresa direta ou indiretamente vinculada às competições profissionais da respectiva modalidade desportiva. por 10 anos. O prazo de elaboração e publicação é até o último dia útil do mês de abril do ano seguinte ao do ano-calendário em referência. e NBC T 10. 46-A da Lei nº 9.672/2003) Contabilidade . editados pelo Conselho Federal de Contabilidade.Registro contábil Publicado em 07/06/2005 09:23 Aplicam-se às entidades sem fins lucrativos os Princípios Fundamentais da Contabilidade. 13 da Lei nº 9.independentemente da forma jurídica adotada. ainda. trabalhista. bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos. (Art. previdenciária.Entidades sem fins lucrativos . cambial e das conseqüentes responsabilidades civil e penal. as entidades desportivas devem apresentar suas contas juntamente com os relatórios da auditoria ao Conselho Nacional do Esporte (CNE). com a redação dada pelo art. as diretrizes da NBC T 10. implicará: a) para as entidades de administração do desporto e ligas desportivas.615/1998. definidas pela Lei nº 6. b) para as entidades de prática desportiva. A publicação deve ocorrer somente após auditoria feita por auditores independentes contratados para esse fim. 2º pela Lei nº 10. a inelegibilidade.Fundações.4 .404/1976. que a infringência dessa obrigação. sempre que forem beneficiárias de recursos públicos.

e baixar os valores prescritos. As doações. pág. As doações. Para auxiliar na localização de tais diferenças. reproduzimos a tabela a seguir. inclusive as arrecadadas na constituição da entidade. com base em estimativas de seus prováveis valores de realização. em especial os Princípios da Oportunidade e da Competência. incobráveis e anistiados. 11. as subvenções e as contribuições para custeio são contabilizadas em contas de receita. Caderno Temática Contábil e Balanços: Números Invertidos 09 18 Valor da diferença 01/10 12/21 23/32 34/43 45/54 56/65 67/76 78/87 89/98 02/20 13/31 24/42 35/53 46/64 57/75 68/86 79/97 - . O valor do superávit ou do déficit do exercício deve ser registrado na conta Superávit ou Déficit do Exercício enquanto não aprovado pela assembléia dos associados e. subvenções e contribuições para custeio ou investimento devem ser registradas mediante documento hábil. deve ser transferido para a conta Patrimônio Social. as subvenções e as contribuições patrimoniais.Como localizar Publicado em 02/12/2004 08:34 Muitas daquelas pequenas diferenças que atormentam os profissionais de contabilidade na hora de conciliar o saldo de uma conta ou de fechar um balanço são originadas de erros de soma por inversão de números. As receitas e as despesas devem ser reconhecidas mensalmente. após a sua aprovação. As entidades sem fins lucrativos devem constituir provisão em montante suficiente para cobrir as perdas esperadas. são contabilizadas no patrimônio social. As receitas de doações. respeitando-se os Princípios Fundamentais de Contabilidade. Erros de soma por inversão .Entidades Sindicais e Associações de Classe. publicada no Boletim IOB nº 22/2000.

entrelinhas. caberá à autoridade administrativa a prova da inveracidade dos fatos nela registrados. a escrituração deve ser executada: • em idioma e moeda corrente nacionais. Se a escrituração estiver em conformidade com as regras que lhe são aplicáveis. atribua ao contribuinte o ônus da prova (arts.27 36 45 54 63 72 81 03/30 14/41 25/52 36/63 47/74 58/85 69/96 04/40 15/51 26/62 37/73 48/84 59/95 05/50 16/61 27/72 38/83 49/94 06/60 17/71 28/82 39/93 07/70 18/81 29/92 08/80 19/91 09/90 - - - A escrituração faz prova a favor do contribuinte Publicado em 09/07/2003 08:38 A escrituração mantida com observância das disposições legais faz prova a favor do contribuinte dos fatos nela registrados e comprovados por documentos hábeis. • em ordem cronológica de dia. Critérios Gerais de Escrituração Contábil Publicado em 27/10/2004 08:23 Conforme dispõem a Resolução nº 563/1983 (subitem 2. • em forma contábil. emendas ou transporte para as margens. exceto nos casos em que a lei. . 923 do RIR/99). borrões. rasuras.2) e a Resolução nº 848/1999. 924 e 925 do RIR/99). por disposição especial. segundo sua natureza ou assim definidos em preceitos legais (art.1. • sem espaços em branco. mês e ano.

É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. aos quais são assegurados tratamentos diferenciados14 (art. em correspondência com a documentação respectiva. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos. Dessa forma. São dispensados dessas exigências o pequeno empresário e o empresário rural. por ordem cronológica de dia. borrões. deverá constar. e será efetuada em idioma e moeda corrente nacionais e em forma contábil. Escrituração – Novo Código Civil Publicado em 02/03/2004 09:45 Determina o novo Código Civil que o empresário e a sociedade empresária são obrigados a seguir um sistema de contabilidade. 1. e a levantar anualmente o balanço patrimonial e o de resultado econômico (arts. mecanizado ou não. rasuras. na sua falta. sem intervalos em branco. salvo se nenhum houver na localidade. do livro Diário ou de registro especial re-vestido das formalidades extrínsecas. 970). nem entrelinhas. enquanto não ocorrer prescrição ou decadência no tocante aos atos neles consignados. A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. o empresário e a sociedade empresária são obrigados a conservar em boa guarda toda a escrituração. correspondência e mais papéis concernentes à sua atividade. com base na escrituração uniforme de seus livros.• com base em documentos de origem externa ou interna ou. desde que permanentes e uniformes. emendas ou transportes para as margens. A escrituração ficará sob a responsabilidade de contabilista legalmente habilitado.179 e seguintes). Nesse caso. . elenco identificador dos códigos/abreviaturas. mês e ano.

nas localidades em que não houver contabilista qualificado. 268 e 819 do RIR/99). Não cabe ao Fisco opinar sobre processos de escrituração. borraduras. emendas e transporte para as margens. os quais só ficarão sujeitos à impugnação quando estiverem em desacordo com as normas e os padrões de contabilidade geralmente aceitos ou se puderem levar a um resultado diferente do legítimo. Demonstração do Resultado do Exercício e Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados). a escrituração contábil pode ficar a cargo do próprio contribuinte ou de pessoa por ele designada.Conservação de livros e documentos Publicado em 07/04/2005 10:03 Sobre a conservação de livros e documentos de escrituração comercial e fiscal. a designação de pessoa não qualificada não eximirá o contribuinte da sua responsabilidade pela escrituração (arts. sem intervalos em branco nem entrelinhas. o art. sócios-gerentes ou administradores da pessoa jurídica. desde que obedecidos os princípios e as técnicas ditados pela contabilidade. junto com o titular da empresa individual. Para efeitos fiscais. Observe-se que: • os registros contábeis devem estar lastreados em documentos hábeis segundo a sua natureza ou assim definidos em preceitos legais. Todavia. 264 do RIR/1999 dispõe que: . nesse caso. mês e ano. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Escrituração comercial . • a forma de escriturar suas operações é de livre escolha de cada empresa. em idioma e moeda corrente nacionais. com individuação e clareza. rasuras. em forma mercantil. que deverá assinar. nos termos da legislação específica.Regras básicas da escrituração Publicado em 01/03/2004 10:17 A escrituração deve ser completa. Responsabilidade pela Escrituração Publicado em 13/09/2001 08:09 A escrituração da pessoa jurídica tributada com base no lucro real deve ficar sob a responsabilidade de profissional qualificado (contador ou técnico em contabilidade). por ordem cronológica de dia. as demonstrações financeiras obrigatórias (Balanço Patrimonial. com a indicação do seu número de registro no Conselho Regional de Contabilidade.

Escrituração contábil . serão conservados até que se opere a decadência do direito de a Fazenda Pública constituir os créditos tributários relativos a esses exercícios. documentos e papéis relativos a sua atividade. b) ocorrendo extravio. Escrituração comercial e fiscal . os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro. ao órgão competente do Registro do Comércio. documentos ou papéis de interesse da escrituração. d) os comprovantes da escrituração da pessoa jurídica. quando exigida essa formalidade. seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação. livros. b) após o processamento. enquanto não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. fichas. mecânica ou tipograficamente. dentro de 48 horas. ou que se refiram a atos ou operações que modifiquem ou passam vir a modificar sua situação patrimonial. relativos a fatos que repercutam em lançamentos contábeis de exercícios futuros. 255 e 263 do RIR/1999): a) as folhas impressas deverão ser numeradas.Critérios gerais de execução Publicado em 21/12/2004 08:47 . a pessoa jurídica fará publicar. em ordem seqüencial.Processamento eletrônico de dados Publicado em 18/08/2004 09:27 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. em formulários contínuos.a) a pessoa jurídica é obrigada a conservar em ordem. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurísdição. aviso concernente ao fato e deste fará minuciosa informação. c) a legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de cumprida a exigência referida na letra "b". observado o seguinte (arts. deterioração ou destruição de livros.

É admitido o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos. 263 e 269 do RIR/1999. os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro. desde que permanentes e uniformes. observando que: a) as folhas impressas deverão ser numeradas em ordem seqüencial.1. emendas ou transportes para as margens. em elementos que comprovem ou evidenciem os fatos e a prática de atos administrativos. Nesse caso. c) em ordem cronológica de dia. deve constar do livro Diário ou de registro especial revestido das formalidades extrínsecas elenco identificador dos códigos/abreviaturas. 255.A escrituração contábil deve ser executada: a) em idioma e moeda corrente nacionais. rasuras. (Arts. seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação. e e) com base em documentos de origem externa ou interna ou. quando exigida essa formalidade. subitem 2. d) com ausência de espaços em branco. com as alterações promovidas pelas Resoluções CFC nºs 790/1995 e 848/1999) SIMPLES – Dispensa da escrituração contábil . A terminologia utilizada deve expressar o verdadeiro significado das transações. mecânica ou tipograficamente. borrões. b) em forma contábil. entrelinhas. Nota O livro Diário. e b) após o processamento. mês e ano.2 da Resolução CFC nº 563/1983. na sua falta. assim como os demais livros comerciais e fiscais escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados deverá ser apresentado em formulários contínuos.

1 . d) com ausência de espaços em branco. com alterações promovidas pelas Resoluções CFC nº 790/1995 e nº 848/1999. b) em forma contábil. c) em ordem cronológica de dia. que aprovaram a NBC-T 2. optantes pelo SIMPLES. mecanizado ou eletrônico.A entidade deve manter um sistema de escrituração uniforme dos seus atos e fatos administrativos por meio de processo manual. 2. estão dispensadas da escrituração contábil desde que mantenham em boa ordem e guarda e enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes: a) Livro Caixa. entrelinhas.1 .Da Escrituração Contábil NBCT 2.1.A escrituração será executada: a) em idioma e moeda corrente nacionais. c) Todos os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração dos livros fiscais referidos nas letras ―a‖ e ―b‖ acima. inclusive bancária.2 . Segue teor da norma: ―NBC-T 2 . no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término de cada anocalendário.1. emendas ou . borrões. Formalidades da Escrituração Contábil Publicado em 23/07/2004 08:49 A escrituração contábil das empresas foi normatizada por meio da Resolução CFC nº 563/1983. mês e ano. no qual deverá estar escriturada toda a sua movimentação financeira.Das Formalidades da Escrituração Contábil 2.Publicado em 08/11/2001 08:11 A microempresa e a empresa de pequeno porte. rasuras. b) Livro de Registro de Inventário.

contratuais ou estatutárias.1. com valores totais que não excedam a operações de um mês.O Balanço e demais Demonstrações Contábeis de encerramento de exercício serão transcritos no ―Diário‖. admite-se: a) a escrituração do ―Diário‖ por meio de partidas mensais. análises e mapas demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e responsabilidade exclusivas de contabilista legalmente habilitado.1. em ordem cronológica.Quando o ―Diário‖ e o ―Razão‖ forem feitos por processo que utilize fichas ou folhas soltas.2 .A escrituração contábil e a emissão de relatórios. com individuação.5.O ―Diário‖ e o ―Razão‖ constituem os registros permanentes da entidade. desde que haja escrituração analítica lançada em registros auxiliares.1 .A terminologia utilizada deverá expressar o verdadeiro significado das transações. desde que permanentes e uniformes. em elenco identificador.1 . 2. peças. devem obedecer aos preceitos gerais da escrituração contábil.1. No ―Diário‖ serão lançadas. Os registros auxiliares quando adotados. b) a escrituração resumida ou sintética do ―Diário‖.3 . e) com base em documentos de origem externa ou interna.Admite-se o uso de códigos e/ou abreviaturas nos históricos dos lançamentos.2 . 2. observadas as peculiaridades da sua função. ou.Observado o disposto na caput. 2. na sua falta. todas as operações ocorridas. e quaisquer outros fatos que provoquem variações patrimoniais. 2.1. incluídas as de natureza aleatória. Igual procedimento será adotado quanto às Demonstrações Contábeis elaboradas por força de disposições legais.2. em elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos.1. clareza e referência ao documento probante.5.4 . devendo constar. . no ―Diário‖ ou em registro especial revestido das formalidades extrínsecas.1. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade. 2. 2. 2.1.5.2.transporte para as margens. deverá ser adotado o registro ―Balancetes Diários e Balanços‖.

5. revestidos das formalidades a que estão sujeitos os livros comerciais.1. sem intervalos em branco nem entrelinhas. borraduras. A individuação da escrituração compreende. a consignação expressa. das características principais dos documentos ou papéis que lhe deram origem. As mutações patrimoniais serão registradas segundo o regime de competência. desde que estes constem de livro próprio. 2º do Decreto-lei nº 486/1969. 251 a 274 do RIR/1999.3 . no lançamento. emendas ou transporte para as margens. e das . com obediência às disposições legais pertinentes e aos princípios de contabilidade geralmente aceitos (Princípios Fundamentais de Contabilidade). Os registros devem ser feitos com individuação e clareza. como elemento integrante. numerados mecânica ou tipograficamente. mês e ano. por sua natureza exclusivamente fiscal.1.4 . art. de acordo com a legislação vigente. em idioma e moeda corrente nacionais. relativos à determinação do lucro real.‖ Escrituração contábil . constar da escrituração comercial ou forem diferentes dos lançamentos dessa escrituração. rasuras. peças.O livro Diário será registrado no Registro Público competente.404/1976. quando não devam. 2. Na escrituração comercial é admitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas. os formulários contínuos. 2º do Decreto nº 64.5.Síntese dos métodos e critérios previstos legalmente Publicado em 03/11/2004 08:49 A escrituração contábil deverá ser mantida em registros permanentes. Os registros contábeis que forem necessários para a observância de preceitos da lei tributária. arts. A escrituração contábil e a emissão de relatórios. por ordem cronológica de dia.567/1969. em forma mercantil. devendo ser observados métodos e critérios contábeis uniformes no tempo. 177 da Lei nº 6. Os erros cometidos serão corrigidos por meio de lançamentos de estorno. Essas disposições a respeito de métodos e critérios de escrituração contábil constam dos seguintes dispositivos legais: art. análises e mapas demonstrativos e demonstrações contábeis são de atribuição e responsabilidade exclusiva de Contabilista legalmente habilitado. serão feitos apenas no Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). art.No caso de a entidade adotar para sua escrituração contábil o processo eletrônico.2. serão destacados e encadernados em forma de livro.

Escrituração de livros comerciais Publicado em 08/12/2003 09:07 A escrituração comercial deve seguir ordem uniforme. d) o livro utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados.Resoluções CFC nºs 563/1983. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos. as demonstrações contábeis. Nota O ―Razonete‖ (ou ―Conta T‖) é uma representação gráfica e resumida do livro Razão. os lançamentos efetuados no livro Diário. como fecho. que tratam da Norma Brasileira de Contabilidade . De acordo com o PN CST nº 11/1985. ou seja. b) o mesmo livro específico que for adotado para a inscrição das demonstrações contábeis. que mostra todos os valores lançados a débito (lado esquerdo do ―T‖) e/ou a crédito (lado direito) da conta num determinado período. o livro Razão reflete exatamente aquilo que foi lançado no livro Diário. Nele devem ser lançados.―Das Formalidades da Escrituração Contábil‖. mas de forma individualizada (por conta ou subconta). dia a dia. desde que revestido das formalidades legais (registro e autenticação). no fecho do conjunto. . a transcrição das demonstrações contábeis. no caso de empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. revestido das formalidades de registro e autenticação (art. cabendo observar que: a) o Livro Diário é o registro básico de toda a escrituração contábil. 790/1995 e 848/1999. com a utilização de livros e papéis adequados. por conta ou subconta. com o emprego de fichas soltas ou formulários contínuos que não incluam. quando neles estiverem incluídas. § 1º.Escrituração contábil . as demonstrações contábeis. todos os atos ou operações da atividade que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial da pessoa jurídica. no encerramento do período-base. b) o Livro Razão é o livro (ou fichas) utilizado para resumir e totalizar. necessariamente. utilizada basicamente para fins didáticos.Técnica (NBC T) 2. Contabilidade . cujos número e espécie ficam a critério da empresa. desde que estes constem de livro próprio. esse livro pode ser: a) o próprio livro Diário.1 . 269.Uso de códigos e abreviaturas Publicado em 21/10/2005 09:14 Na escrituração contábil é permitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas. que deverá conter. do RIR/1999).

se credor).1 da NBC-T-2 . c) Livro Registro de Duplicatas: a escrituração desse livro é obrigatória caso a empresa realize vendas a prazo com emissão de duplicatas.além do respectivo saldo (indicado no lado esquerdo.1. (Art. tais como os livros Caixa (que registra a movimentação de numerário – recebimentos e pagamentos – da empresa) e Conta-Corrente (que registra a movimentação bancária). 274 do RIR/99). Por outro lado.404/76.Livre escolha do contribuinte Publicado em 01/10/2003 15:28 É livre a forma de escrituração do livro diário. assim como a Legislação Comercial e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). conforme determinado pelo Decreto-lei nº 1. § 1º. e registre as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. desde que a mesma seja mantida em registros permanentes com obediência aos preceitos da legislação comercial e fiscal e aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. se for devedor. obrigação esta estendida a toda pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real. d) outros livros auxiliares: há outros livros auxiliares da escrituração mercantil utilizados de acordo com as necessidades de controle da empresa. com relação a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento. desde que utilizados livros auxiliares para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. Contabilidade . as demonstrações financeiras deverão ser elaboradas em conformidade com o que dispõe a Lei nº 6. Escrituração do Livro Diário pode ser mensal .Escrituração do Diário por partidas mensais Publicado em 23/03/2005 09:16 A legislação do Imposto de Renda. do RIR/1999.598/77 (Art. observando-se métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo. Todavia. admite a escrituração resumida do livro Diário por totais que não excedam ao período de um mês. por força da legislação em vigor. 258.5. ou no lado direito. a demonstração do lucro real a ser transcrita no Lalur deverá ser elaborada de acordo com o modelo aprovado pela IN SRF nº 28/78. Resolução CFC nº 563/1982 e item 2.Da Escrituração Contábil) Escrituração do Livro Diário .

Publicado em 23/08/2001 11:08 De acordo com o disposto nos §§ 1º e 2º do art. 258 do RIR/99, é admitida a escrituração resumida do Diário, por totais que não excedam o período de um mês, relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento, desde que utilizados livros auxiliares (devidamente autenticados na forma prevista para o Diário) para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. Neste caso, nos lançamentos resumidos Diário deverão ser feitas referências às páginas dos livros auxiliares (ou fichas que os substituírem) onde operações estejam registradas de forma individualizada.

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Escrituração do Livro Registro de Inventário Publicado em 01/08/2002 10:08 O Registro de Inventário destina-se ao arrolamento das mercadorias, dos produtos manufaturados, das matérias-primas, dos produtos em fabricação e dos bens em almoxarifado existentes na data do balanço patrimonial levantado ao fim de cada período de apuração. Deverão ser escriturados também nesse livro os estoques existentes no encerramento de período de apuração em virtude de fusão, incorporação ou cisão. Assim, as empresas tributadas com base no lucro real estão obrigadas a registrar no livro Registro de Inventário os estoques existentes ao final de cada trimestre (31 de março, 30 de junho, 30 de setembro e 31 de dezembro), se apurarem o lucro real trimestralmente, ou em 31 de dezembro, caso tenham optado pelo pagamento mensal do Imposto de Renda por estimativa (arts. 220 e 221 do RIR/99), observando-se que as empresas optantes pelo pagamento mensal do imposto por estimativa que levantarem balanços ou balancetes durante o ano, para efeito de suspensão ou redução do pagamento mensal do imposto, embora devam levantar e avaliar os estoques existentes na data desses balanços ou balancetes, estão dispensadas da escrituração do livro Registro de Inventário nessas ocasiões. As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido e as optantes pelo SIMPLES também estão obrigadas a registrar no livro Registro de Inventário os estoques existentes em 31 de dezembro de cada ano-calendário. (IN SRF nº 93/97, art. 12, § 3º, e arts. 190, parágrafo único, II, e 527, II, do RIR/99)

Escrituração eletrônica Publicado em 06/11/2003 09:10 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados, em formulários contínuos, observado o seguinte (arts. 255 e 263 do RIR/99):

a) as folhas impressas deverão ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente; b) após o processamento, os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro, seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação, quando exigida essa formalidade.

Contabilidade - Escrituração eletrônica - Documentos digitalizados Publicado em 30/06/2005 10:22 Os documentos em papel podem ser digitalizados e armazenados em meio eletrônico ou magnético, desde que assinados e autenticados, conforme segue: a) Os documentos digitalizados devem ser assinados pela pessoa física ou jurídica responsável pelo processo de digitalização, pelo contabilista responsável e pelo empresário ou sociedade empresária, que utilizarão certificado digital expedido por entidade devidamente credenciada pela ICP - Brasil; e b) Os documentos digitalizados, com assinatura digital de contabilista, do empresário ou da sociedade empresária e da pessoa física ou jurídica responsável pelo processo de digitalização, devem ser apresentados aos serviços notariais para autenticação nos termos da lei. (Resolução CFC nº 1.020/2005)

Escrituração mecanizada ou eletrônica - Transcrição das Demonstrações Financeiras Publicado em 17/09/2004 08:51 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/1985, item 6, as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sistema eletrônico de processamento de dados, empregando formulários contínuos, folhas soltas ou cartões, cujas fichas são encerradas sem conter, como fecho, a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. 274 do RIR/1999, estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações, devidamente registrado e autenticado, não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. Porém, se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas, devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente, com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam, com número de ordem e de folhas

escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa, esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional, desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio. Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados, desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e, após a escrituração, sejam encadernadas em forma de livro, o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente, satisfeitas as demais exigências contidas na IN DNRC nº 65/1997.

Escrituração por processamento eletrônico de dados Publicado em 16/06/2003 09:09 Os livros comerciais e fiscais poderão ser escriturados por sistema de processamento eletrônico de dados, em formulários contínuos, observado o seguinte (arts. 255 e 263 do RIR/99): a) as folhas impressas deverão ser numeradas, em ordem seqüencial, mecânica ou tipograficamente; b) após o processamento, os impressos deverão ser destacados e encadernados em forma de livro, seguindo-se a lavratura dos termos de abertura e de encerramento e a apresentação ao órgão competente para autenticação, quando exigida essa formalidade.

Contabilidade - Escrituração resumida do Livro Diário - Permissão Publicado em 12/04/2005 09:06 No Livro Diário deverão ser lançados, dia a dia, os atos ou operações da atividade mercantil, bem como os que modifiquem ou possam vir a modificar a situação patrimonial do contribuinte. Entretanto, relativamente a determinadas contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento, admite-se a escrituração do Livro Diário por totais que não excedam a um mês, desde que utilizados livros auxiliares para registro individual dessas operações, como, entre outros, os livros Caixa, Registros de Entrada e de Saída de Mercadorias, Registro de Duplicatas etc., os quais, nessa hipótese, tornamse obrigatórios. Nesses casos, transportar-se-ão para o livro Diário somente os totais mensais, fazendose referência às páginas em que as operações se encontrem lançadas nos livros auxiliares, que deverão encontrar-se devidamente registrados, permanecendo a obrigação de serem conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação,

observado, ainda, o regime de competência. (Art. 258, § 1º, do RIR/1999 e PN CST nº 127/1975)

Avaliação de Estoque – Custeio por absorção Publicado em 07/07/2003 10:26 As legislações societária e fiscal, assim como os princípios fundamentais de contabilidade, exigem a avaliação do estoque de produtos (acabados e em elaboração), nas empresas industriais, com base no chamado Custeio por Absorção. Em síntese, Custeio por Absorção significa a apropriação aos produtos elaborados pela empresa de todos os custos incorridos no processo de fabricação, quer estejam diretamente vinculados ao produto (matérias-primas, mão-de-obra direta e materiais diretos ou componentes), quer se refiram à tarefa de produção em geral e só possam ser alocados aos bens fabricados indiretamente, isto é, mediante rateios. O segundo grupo de custos (custos indiretos) compreende os chamados gastos gerais de fabricação.

Avaliação de estoques das empresas optantes pelo lucro presumido e pelo SIMPLES Publicado em 13/11/2001 08:11 As pessoas jurídicas tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro presumido, bem como as microempresas e as empresas de pequeno porte que optaram pelo regime tributário do SIMPLES ficam obrigadas a proceder, em 31 de dezembro de cada anocalendário, ao levantamento e à avaliação dos estoques, tendo em vista que a lei lhes impõe o dever de escriturar, nessa data, o livro Registro de Inventário (art. 190, II, e art. 527, II, do RIR/99).

Avaliação dos estoques de produtos com base em contabilidade de custos Publicado em 06/05/2003 08:25 O § 1º do art. 294 do RIR/99, dispõe que a empresa industrial que mantiver sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração poderá utilizar os custos apurados contabilmente para avaliação dos estoques de produtos acabados e em elaboração. Considera-se sistema de contabilidade de custo integrado e coordenado com o restante da escrituração aquele que, cumulativamente: a) seja apoiado em valores originados da escrituração contábil (matéria-prima, mão-de-

obra

direta

e

gastos

gerais

de

fabricação);

b) permita a determinação contábil, ao fim de cada mês, do valor dos estoques de matérias-primas e outros materiais, produtos em elaboração e produtos acabados; c) seja apoiado em livros auxiliares, ou fichas, ou formulários contínuos, ou mapas de apropriação ou rateio, tido em boa guarda e de registros coincidentes com aqueles constantes da escrituração principal; d) permita avaliar os estoques existentes na data de encerramento do período de apropriação de resultados segundo os custos efetivamente incorridos. Os lançamentos contábeis de custos poderão ser feitos mensalmente ou em períodos menores, desde que apoiados em comprovantes e demonstrativos adequados.

Contabilidade - Divergências entre o estoque físico e o contábil - Regularização Publicado em 30/03/2005 09:17 Eventualmente, pode ocorrer que o volume dos estoques registrados na escrituração contábil da pessoa jurídica e aquele apurado mediante inventário físico apresentem divergências. Na contabilidade, a regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil é efetuada mediante registro a débito ou a crédito da conta de Estoques, conforme sejam apuradas faltas ou sobras, respectivamente. Na maioria das vezes, tais divergências, além de serem pouco significativas, são decorrentes de erros no registro da movimentação dos estoques e, desse modo, o lançamento relativo ao ajuste terá como contrapartida a conta de Custo das Mercadorias Vendidas. Pode ocorrer, todavia, que sejam de grande monta as faltas detectadas no confronto entre os saldos apurados no inventário físico e aqueles registrados nas fichas de estoque (e conseqüentemente na escrituração contábil). Nesse caso, é de se supor que as divergências sejam decorrentes de eventos não relacionados com as operações normais da empresa, ou seja, que provenham de furto, roubo, desvio etc. Se confirmada tal suspeita, a contrapartida do ajuste dos saldos dos estoques deverá ser registrada como Despesa Não-Operacional (numa conta intitulada ―Perdas por Faltas no Inventário‖, por exemplo).

Levantamento e avaliação dos estoques Publicado em 05/11/2003 13:54 A pessoa jurídica deverá promover o levantamento e a avaliação dos seus estoques ao final de cada período-base de apuração do imposto (trimestral ou anual). Observe-se que a escrituração do livro de Inventário deverá obedecer à mesma

periodicidade (art. 292 do RIR/99).

do

levantamento

físico

dos

estoques.

Quebras ou Perdas de estoque – Imputação ao custo de produção Publicado em 09/05/2003 09:43 A legislação do Imposto de Renda dispõe que integrará também o custo de produção de bens ou serviços o valor: I – das quebras e perdas razoáveis, de acordo com a natureza dobem e da atividade, ocorridas na fabricação, no transporte e no manuseio; II – das quebras ou perdas de estoque por deterioração ou obsolescência ou pela ocorrência de riscos não cobertos por seguros, desde que comprovadas: a) por laudo ou certificado de autoridade sanitária ou de segurança que especifique e identifique as quantidades destruídas ou inutilizadas e as razões da providência; b) por certificado de autoridade competente, nos casos de incêndios, inundações ou outros eventos semelhantes; c) mediante laudo de autoridade fiscal chamada a certificar a destruição de bens obsoletos, invendáveis ou danificados, quando não houver valor residual apurável.

Registro permanente de estoques - Escrituração Publicado em 10/05/2004 09:18 O registro permanente de estoques pode ser feito em livros, fichas ou formulários contínuos emitidos por sistema de processamento de dados, cujos modelos são de livre escolha da empresa.

Para cada espécie de bem estocado deve ser aberta ficha própria (ou página do livro, se for o caso), na qual as entradas e as saídas serão registradas em ordem cronológica.

O custo das mercadorias vendidas ou das matérias-primas utilizadas na produção deverá corresponder à soma dos valores lançados durante o período de apuração de resultado na coluna ―Saídas‖. Sublinhe-se que:

a) no registro de estoque de matérias-primas, as saídas são lançadas com base nas requisições de materiais transferidos para a produção; b) nos casos de devolução de mercadorias ao fornecedor ou de recebimento de devolução de clientes, ocorridos após terem sido efetuados os registros de entrada ou de saída, respectivamente, na ficha de estoque, devem ser observados os seguintes procedimentos:

b.1) as devoluções ao fornecedor são lançadas na ficha de estoque na coluna ―Entradas‖, negativamente (entre parênteses), e não na coluna ―Saídas‖;

b.2) as devoluções recebidas de clientes são lançadas na coluna ―Saídas‖, também negativamente.

c) o valor da devolução ao fornecedor será o mesmo pelo qual houver sido registrada a compra das mercadorias devolvidas;

d) o valor da devolução de cliente será aquele pelo qual foi registrada a respectiva saída, sendo irrelevante o preço médio (se adotado esse critério de avaliação de estoque) vigente na data do registro da devolução;

e) o livro ou as fichas de estoque não necessitam ser autenticados, mas os respectivos registros deverão ser mantidos em boa guarda durante o prazo prescricional aplicável ao Imposto de Renda, para eventual exibição aos agentes do Fisco;

Estrutura do lançamento contábil - Método das partidas dobradas Publicado em 17/02/2005 07:41 Lançamento contábil é a forma como a Contabilidade registra os fatos que afetam (ou que possam vir a afetar) o patrimônio da empresa. A estrutura do lançamento tem por alicerce o secular método das "partidas dobradas", segundo o qual todo débito corresponde a um crédito de mesmo valor, ou seja: em todo lançamento contábil são utilizadas no mínimo duas contas - uma para débito, outra para crédito do mesmo valor. Dissemos "no mínimo" porque há inúmeros casos em que o lançamento contém, por exemplo, uma conta a débito e duas a crédito.

.100 Crédito na conta ―B‖ no valor de......Mas.70 (+) Crédito na conta ―C‖ no valor de. se em determinado período a diferença entre receitas e despesas for: .... as de receita...... As contas de despesa são debitadas...... No Ativo....... porque ela reduz o valor do Imobilizado ao qual se refere.. que são as chamadas "contas redutoras".. Por exemplo: a conta de depreciação acumulada é classificada no Ativo.... no Balanço Patrimonial............ Exemplificando 1) Uma conta a débito e uma conta a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de. E é também por isso que... no Passivo..100 Crédito na conta ―B‖ no valor de.100 2) Uma conta a débito e duas contas a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de...... creditadas. aquelas que têm saldo credor.80 Crédito na conta ―C‖ no valor de . classificam-se. o total do Ativo é sempre igual ao total do Passivo......... na Contabilidade..30 100 3) Duas contas a débito e uma conta a crédito: Débito na conta ―A‖ no valor de......20 (+) Débito na conta ―B‖ no valor de......... Há exceções............ a soma das duas contas creditadas será sempre exatamente igual ao valor lançado na conta debitada.. nesse caso..... contas que têm saldo devedor.. Conseqüentemente. mas seu saldo é credor........ a soma de todos os valores debitados é sempre igual à soma de todos os valores creditados. 100 100 O método das partidas dobradas é a razão pela qual.. basicamente............

183.Exaustão .Extinção de sociedades Publicado em 27/10/2005 08:32 Contabilmente. o resultado será lucro (saldo credor).geral. é necessário o levantamento de inventário e de um balanço de início de liquidação nos 15 dias imediatos à nomeação do liquidante (art. art. No balanço. decorrentes de sua exploração (extração ou aproveitamento). o resultado será prejuízo (saldo devedor). a exaustão se relaciona com a perda de valor dos bens ou direitos do ativo. Em termos contábeis.404/1976. de direitos cujo objeto sejam recursos minerais ou florestais. 1. 210.Novo Código Civil). do da Lei nº 6. V). "c"). O balanço levantado servirá de ponto de partida para a liquidação. da Lei nº 10. Para tanto.406/2002 . III.404/1976 (Lei das S/A. liquidar uma empresa é realizar (transformar em dinheiro) o Ativo. saldar as obrigações com terceiros (Passivo) e restituir aos sócios a parte que cabe a cada um no Patrimônio Líquido remanescente. ou pelo juiz.Classificação contábil Publicado em 06/04/2005 11:00 Exaurir significa esgotar completamente. § 2º. Contabilidade . no caso de a liquidação ser deliberada em assembléia. Contabilidade . ou bens aplicados nessa exploração (Lei nº 6. em prazo não superior ao fixado pela assembléia.) estabelece que o liquidante deve elaborar de imediato o balanço patrimonial da companhia. É preciso que os sócios tenham informações adequadas sobre a situação patrimonial da empresa no momento em que decidirem dissolver a sociedade. III.• credora (receitas maiores do que as despesas). o art. . deduzido do saldo da respectiva conta de exaustão acumulada (Lei nº 6.103. quando corresponder à perda do valor decorrente da sua exploração. os direitos serão classificados no ativo imobilizado e deverão ser avaliados pelo custo de aquisição. A diminuição de valor dos elementos do ativo imobilizado será registrada periodicamente nas contas de exaustão. Nas sociedades anônimas. ao longo do tempo. art.404/1976. • devedora (despesas maiores do que as receitas). 183.

representada pela diferença entre a importância expressa no título de crédito adquirido e o valor pago. do RIR/99). fichas. a pessoa jurídica fará publicar. na sua falta. do RIR/99 (pro rata tempore nos períodos-base a que competirem). 264. emendas ou transportes para as margens. a receita obtida pelas empresas de factoring. §§ 1º e 2º. remetendo cópia da comunicação ao órgão da Secretaria da Receita Federal de sua jurisdição. A legalização de novos livros ou fichas só será providenciada depois de observado o disposto acima. rasuras.Falta de documentação idônea .1): a) em idioma e moeda corrente nacionais. aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação. Desse modo. borrões. nas operações de factoring não se cogita da apropriação dos encargos correspondentes nos termos estabelecidos pelo art. b) em ordem cronológica de dia. (Art. Contabilidade . Factoring – Registro contábil Publicado em 05/06/2003 09:51 Nos termos do Ato Declaratório Normativo Cosit nº 51/94. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento. a diferença entre o valor de face e o valor de venda da duplicata à empresa de factoring deve ser computada pela empresa faturizada como despesa operacional na data da transação. também deve ser reconhecida na data da operação.Procedimentos para legalização Publicado em 06/07/2004 08:14 Ocorrendo extravio. I. ao órgão competente do Registro do Comércio. em . 374.Extravio de documentos . entrelinhas.Impossibilidade de registro contábil Publicado em 08/04/2005 09:52 Lembramos que a escrituração contábil será executada (Normas Brasileiras de Contabilidade T-2. c) com ausência de espaços em branco. dentro de 48 horas. mês e ano. Ainda de acordo com o citado Ato Declaratório. d) com base em documentos de origem externa ou interna ou. documentos ou papéis de interesse da escrituração. deterioração ou destruição de livros. para efeito de apuração do lucro líquido do período-base.

o estoque diminui em 80 (que representa o valor da mercadoria vendida) e há um lucro de 20 (diferença entre o valor da venda e o valor de custo da mercadoria). não forem emitidos nota fiscal. ao mesmo tempo. que podem ser: a) Modificativos: aqueles que efetivamente modificam o valor do patrimônio líquido. no momento da efetivação das operações de venda de mercadorias. 283 do RIR/99). tomando por base as receitas. o Caixa da empresa aumenta em 100 (pelo recebimento do valor correspondente ao preço). Por exemplo: venda à vista. há uma saída de dinheiro do Caixa. em decorrência da entrada da mercadoria. e c) Mistos: aqueles. Dessa forma. se. 284 do RIR/1999). mas não há a correspondente entrada de qualquer outro bem. a autoridade tributária poderá. se for verificada omissão de receita. Falta de emissão de nota fiscal caracteriza omissão de receita Publicado em 01/10/2001 09:10 Fica caracterizada a omissão de receita ou de rendimentos. diminuem suas disponibilidades em Caixa. prestação de serviços. . Por exemplo: quando a empresa paga uma despesa à vista. por 100. operações de alienação de bens móveis. inclusive ganhos de capital. mas aumenta o valor de seu estoque. Nesse caso. permutativos e modificativos. ou se forem emitidos com valor inferior ao da operação (art. Atente-se que. o que representa uma diminuição do patrimônio. da prestação de serviços e de quaisquer outras operações (art. recibo ou documento equivalente. pela mesma importância. arbitrar a receita do contribuinte. não será possível efetuar o registro contábil. na hipótese de a empresa não ter documentação idônea da operação. locação de bens móveis e imóveis ou quaisquer outras transações realizadas com bens ou serviços. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Fatos contábeis – Classificação Publicado em 31/03/2004 10:12 A Contabilidade registra uma série de fatos. sem alterar o valor do patrimônio. correspondentes ao movimento diário das vendas. Por exemplo: quando a empresa adquire mercadoria à vista. apuradas em procedimento fiscal. b) Permutativos: aqueles que apenas modificam os saldos das contas patrimoniais.elementos que comprovem ou evidenciem fatos e a prática de atos administrativos. de uma mercadoria adquirida por 80. para efeito de determinação da base de cálculo sujeita à incidência do imposto.

Por outro lado. aquela em que a empresa vendedora emite nota fiscal e fatura de mercadoria que ainda não produziu ou ainda não adquiriu de seu fornecedor. Férias antecipadas . continua em poder do vendedor. as férias antecipadas devem ser registradas a débito da conta ―Adiantamento de Férias‖ (Ativo Circulante) e a crédito de Disponibilidade (Ativo Circulante). Fiança – Aspectos gerais Publicado em 17/02/2003 16:26 Com o advento do novo Código Civil Brasileiro (Lei nº 10. a receita de venda será realizada para fins tributários. e não admite interpretação extensiva. por conveniência ou interesse do comprador. ou seja.406/2002).Reconhecimento da receita Publicado em 23/07/2003 08:39 Na operação considerada faturamento antecipado. no momento em que foi emitido o primeiro documento fiscal. até mesmo para a incidência das contribuições em questão. assim considerada aquela em que a empresa vende mercadoria já produzida ou adquirida (mercadoria em estoque). caso este não a cumpra. mas que. b) a fiança dar-se-á por escrito. na operação de venda para entrega futura. ainda que sem consentimento do devedor ou contra a sua vontade. quando ocorrer a entrega efetiva da mercadoria. inclusive para a incidência das contribuições para o PIS e COFINS.Contabilização Publicado em 28/01/2004 09:21 Considerando que a legislação trabalhista não prevê a concessão de férias antes do funcionário completar um ano de trabalho. 827 a 836): a) pelo contrato de fiança.Faturamento Antecipado e Venda para Entrega Futura . . a receita de vendas será reconhecida contabilmente em conta de resultado. uma pessoa garante satisfazer ao credor uma obrigação assumida pelo devedor. a fiança passa a ter os seguintes aspectos (arts. c) pode-se estipular a fiança.

o termo firma individual somente é pertinente a quem pratica atos de comércio. Inicialmente deverá ser procedido ao registro na Junta Comercial através do registro de empresário. e) não sendo limitada. conforme enunciado da Junta Comercial de São Paulo: 1 ASSINATURA NO REQUERIMENTO DO EMPRESÁRIO O Empresário deverá apresentar cópia autenticada do documento de identidade do signatário para verificação da autenticidade e veracidade da assinatura. observando-se o seguinte. neste caso. bem como as alterações do nome empresarial. g) as obrigações nulas não são suscetíveis de fiança. exceto se a nulidade resultar apenas de incapacidade pessoal do devedor. o credor não pode ser obrigado a aceitá-lo se não for pessoa idônea.Procedimentos Publicado em 11/08/2003 08:25 Esclarecemos que Firma Individual é a pessoa física registrada na Junta Comercial como empresário mercantil individual. f) a fiança pode ser de valor inferior ao da obrigação principal e contraída em condições menos onerosas. i) e o fiador se tornar insolvente ou incapaz. e. Portanto. 2 BUSCA DE NOME COMERCIAL A constituição de Empresário.Abertura . inclusive as despesas judiciais. 1153. mas o fiador. e não possua bens suficientes para cumprir a obrigação. Código Civil. desde a citação do fiador. h) quando alguém houver de oferecer fiador. A exceção estabelecida neste artigo não abrange o caso de mútuo feito a menor. art. domiciliada no município onde tenha de prestar a fiança. Firma Individual .d) as dívidas futuras podem ser objeto de fiança. poderá o credor exigir que seja substituído. a fiança compreenderá todos os acessórios da dívida principal. devem . ou for mais onerosa que ela. quando exceder o valor da dívida. não valerá senão até ao limite da obrigação afiançada. não será demandado senão depois que se fizer certa e líquida a obrigação do principal devedor.

Código Civil. b) o tempo que será consumido para a realização do trabalho. o empresário deverá assinar.br). aditando-lhe se quiser. Código Civil. a firma for constituída pelo nome civil abreviado ou à ele for acrescentada designação mais específica de sua pessoa ou atividade. o vulto. Contrato de Alienação ou arrendamento de estabelecimento. Contabilidade .Contabilista . .fazenda. Título de Legado de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. designação mais precisa da sua pessoa ou do gênero de atividade". por contrato escrito. a firma que usará na prática de atos jurídicos na condição de empresário e esta deverá ser diferente da assinatura de seu nome civil. art. 5 OUTROS ARQUIVAMENTOS – EMPRESÁRIO Também serão objeto de arquivamento o seguintes documentos do Empresário: Nomeação de Gerente por Representante ou Assistente. Código Civil. porém. Declaração Antenupcial.estar acompanhadas de Busca de Nome Comercial (Deliberação JUCESP 05/86).receita. Após a obtenção do registro de empresário. deverá ser providenciada a inscrição no CNPJ através do programa CNPJ que pode ser obtido no site da Receita Federal (www. d) o resultado lícito favorável que para o contratante advirá com o serviço prestado. 942 e 950/2002): a) a relevância. art. usará a sua assinatura. Título de Herança de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. habitual ou permanente. Pacto Antenupcial. c) a possibilidade de ficar impedido da realização de outros serviços.Fixação do valor dos serviços profissionais Publicado em 17/08/2005 09:03 O contabilista deve fixar previamente o valor dos serviços. 6 – FIRMA O empresário que adotar firma idêntica ao seu nome. Título de Doação de Bens Clausulados de Incomunicabilidade ou Inalienabilidade. Se. art. 1156. completo ou abreviado. 967. 4 DATA DE INÍCIO DAS ATIVIDADES A data de início de atividade não pode ser anterior à data da lavratura do requerimento. 3 COMPOSIÇÃO DO NOME EMPRESARIAL "O empresário opera sob a firma constituída por seu nome. a complexidade e a dificuldade do serviço a executar. considerados os seguintes elementos (Resoluções CFC nºs 803/1996. Emancipação. 967. e) a peculiaridade de tratar-se de cliente eventual.gov. Sentença de homologação do ato de reconciliação. com a sua caligrafia. Sentença de decretação ou homologação de separação judicial.

creditando-se a de disponibilidade. se beneficiando de um desconto financeiro irá registrar o desconto obtido em conta do subgrupo de "Receitas Financeiras". ou outro título de crédito qualquer. tanto no aspecto de "liquidez" quanto no burocrático. debitando-se a conta de "Duplicatas a Pagar" ou "Fornecedores" pelo valor bruto das duplicatas e. Forma de contabilização dos descontos financeiros Publicado em 02/04/2004 17:30 O desconto financeiro tem como objetivo principal estimular o devedor a quitar o débito com antecedência. sempre por escrito. dessa forma. creditamos a conta "Clientes" ou "Duplicatas a Receber" pelo valor bruto da duplicata. em contrapartida. A Contabilização na empresa que paga o título com desconto A empresa que paga uma duplicata. irá registrar esse desconto em conta própria do subgrupo de despesas financeiras. O contabilista pode transferir o contrato de serviços a seu cargo a outro contabilista. e. e a conta "Descontos Financeiros Obtidos" pelo valor do desc . que pode intitular-se "Descontos Financeiros Obtidos". é feito concomitantemente ao do pagamento e da baixa da duplicata. O registro contábil do desconto. mantendo sempre como sua a responsabilidade técnica. com a anuência do cliente. dentro do grupo de "Despesas Financeiras Líquidas". ainda. que sofreu o desembolso. evitando. transferir parcialmente a execução dos serviços a seu cargo a outro contabilista. que pode intitular-se "Descontos Financeiros Concedidos". pelo valor da duplicata líquido do desconto. A Contabilização na empresa que concede o desconto A empresa que concede o desconto financeiro. no resultado. por ocasião de sua efetivação em razão do recebimento da duplicata no prazo previsto para a sua concessão. É admitido. Normalmente. transtornos para o credor. É vedado ao Contabilista oferecer ou disputar serviços profissionais mediante aviltamento de honorários ou em concorrência desleal. em contrapartida.f) o local em que o serviço será prestado. dentro do grupo Despesas Financeiras Líquidas. em que debitamos a conta de disponibilidade que recebeu o numerário proveniente da liquidação do título pelo valor da duplicata líquido do desconto ("Caixa" ou "Bancos Conta Movimento") e a conta de "Descontos Financeiros Concedidos" no resultado pelo valor do desconto. o registro do desconto financeiro faz parte de um lançamento múltiplo. normalmente.

como categoria profissional. de Sociologia. uma vez que é a partir da classificação que se desenvolvem todas as demais tarefas pertinentes ao setor. Caso não o façam.3) relatório de consumo de materiais. a. Isto irá exigir conhecimento das Leis e Códigos Processuais. Promotores e Advogados para encontrar os meios necessários de identificar a ação de criminosos. de Criminologia.1) folha de pagamento de salários. a uma função reduzida na busca do objetivo proposto: garantir a legalidade nas transações entre as empresas e a sociedade. de modo a traduzir de fato as contas envolvidas. a de Contador Investigador de Fraudes. Função do contador na prevenção de fraudes Publicado em 12/09/2003 08:39 O crescente índice de fraudes dentro das empresas e as conseqüências penais e sociais decorrentes obrigam os Contadores a assumir a vanguarda desta discussão. a. Quanto aos documentos de termos variáveis. a classificação poderá ser efetuada mediante a aposição de carimbo. levando-se em conta a freqüência com que eles surgem no dia-a-dia da atividade empresarial: a) documentos de termos constantes. de acordo com o sistema de escrituração adotado. a classificação deve ser feita com absoluta clareza. tais como: a. de Psicologia e.Formas de classificação de documentos para fins de registro na contabilidade Publicado em 27/05/2004 15:00 O método pelo qual se procede à classificação dos documentos a serem registrados na contabilidade é de grande importância. Conhecer as Leis e Códigos é também subsidiar aqueles que buscam a verdade no sucesso de suas decisões. do constante aprendizado das ferramentas de Auditoria e Perícia Contábil. Podemos agrupar os documentos em duas categorias. Os estudos de Criminologia. Os documentos de termos constantes podem ser classificados em planilhas próprias. O Contador deve caminhar lado a lado com Juízes. O debate sobre o papel do contador e suas responsabilidades avança para a sua formação e aprimoramento profissional. da Sociologia e da Psicologia irão auxiliar o Contador na sua capacidade de identificar padrões de conduta alterada e indícios de distúrbios comuns aos fraudadores. principalmente. Há três anos. de modo geral. O atual contexto determina que este profissional agregue conhecimentos à sua formação com o objetivo de pensar em novos rumos para prevenção de fraudes contra as empresas. Isso servirá de elemento para que as áreas de Recursos Humanos preparem-se melhor para gerenciar colaboradores e para . como os demonstrados a seguir. os históricos a serem utilizados e os valores correspondentes. b) documentos de termos variáveis.2) folha de pagamento de pro labore. elaboradas previamente para atender às finalidades de classificação e de planilhamento simultaneamente. defendo uma nova especialização na atividade. A continuidade na legalidade delas levará à melhora da saúde para a sociedade. tais como os que correspondem ao movimento de caixa e ao movimento bancário. Para agilizar a informação a ser registrada. estarão correndo o risco.

menos justificativas terão para dizer que foram enganados pelos criminosos. autenticações etc. Referido Fundo é destinado ao apoio e desenvolvimento de projetos ou ações de interesse da profissão contábil. recomenda-se observar se o numerário existente em seu poder representa o saldo apontado no boletim de Caixa. previamente aprovados pelo comitê gestor do FIDES (COFIDES). Contabilidade . As instituições deveriam constituir centrais de inteligência capazes de capturar e analisar essas informações. as importâncias recebidas (em dinheiro ou em cheques) devem ser depositadas em conta bancária diariamente e. Por isso. reconhecimento contábil das . perito investigador de fraudes e sócio-diretor da GBE Peritos & Investigadores Contábeis) Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil . conduções. penalidades para se prevenir à ação de fraudadores. na busca de alternativas de combate e prevenção à fraude. Quanto mais souberem sobre fraude e como detectá-la. ao final do dia. de outro.Bancos Conta Movimento (AC) 2) Recomposição do fundo fixo de Caixa (e. gorjetas. Por ocasião da recomposição do fundo fixo.FIDES Publicado em 07/07/2003 13:45 O Conselho Federal de Contabilidade divulgou hoje (07.gerar informações aos bancos de dados de inteligência da empresa.Fundo Fixo (AC) C . mas apenas registrados no boletim de Caixa. na formação de dados estratégicos para o desenvolvimento dos seus negócios e. Contador. a Economia e com a Administração. Administração e Contabilidade (FEA) da Universidade de São Paulo com a tese "Uma Contribuição à Prevenção de Fraudes Contra as empresas". (Gazeta Mercantil) (Marcelo Alcides Carvalho Gomes . a Psicologia. Os pagamentos efetuados com recursos do fundo fixo de Caixa não são lançados diretamente na escrituração contábil. Periodicamente. a Sociologia. O valor da informação e a exposição da imagem da empresa estão distantes das demonstrações contábeis. dispondo sobre o Fundo de Integração e Desenvolvimento da Profissão Contábil – FIDES. a Resolução nº 968. Todo esse conhecimento dará ao Contador Investigador de Fraudes condições de propor alternativas. O sistema contábil que conhecemos hoje está preocupado com ativos tangíveis e resultados da variação patrimonial destes após algumas transações econômicas financeiras. o fundo fixo de Caixa deve ser recomposto.Doutor em Contabilidade pela Faculdade de Economia. assim como uma série de evidências que circulam ao largo da empresa. prevenindo-se da ação criminosa de seus colaboradores ou de terceiros. tais como refeições. correios. Os lançamentos contábeis relativos à movimentação do fundo fixo serão assim efetuados: 1) Constituição do fundo fixo de Caixa: D . advogo o início do relacionamento da Ciência Contábil com o Direito. O Contador Investigador de Fraudes será um profissional requisitado e procurado por todo o tipo de entidade. de 27 de junho de 2003. conseqüentemente.07) no Diário Oficial da União. Adotado o sistema. Conhecer e aprimorar cada vez mais as ferramentas de auditoria e perícia é uma necessidade que gerará uma contingência para os Contadores. seja ela privada ou pública. é necessário determinar como melhor documentar e localizar recursos que teriam sido apropriados indebitamente. trabalhando. de um lado. tais valores serão reconhecidos contabilmente de uma só vez. de cuja conclusão baseia-se este artigo.Caixa . Além disso. Isso ocorrerá quando os valores colocados à sua disposição chegarem a níveis mínimos que impossibilitem a cobertura de futuros gastos.Fundo fixo de Caixa Publicado em 27/09/2005 09:14 Muitas empresas mantêm um fundo fixo de Caixa destinado ao pagamento de pequenas despesas.

na conta Investimentos.Bancos Conta Movimento (AC) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Contabilidade .Reserva de Incentivos Fiscais.95) e creditada pela baixa da respectiva depreciação. deverão ser registrados no Ativo Permanente. no momento em que a pessoa jurídica fizer a respectiva indicação na declaração de informações correspondente. quando passíveis de movimentação imediata. Em caso de alienação do investimento objeto do referido incentivo.Apuração Publicado em 14/09/2004 08:47 O ganho ou a perda de capital na alienação do bem são apurados em uma conta de resultado.Questão nº 500) Contabilidade . relativos às aplicações nos Fundos de Investimentos Regionais. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . Os fundos também são constituídos por aplicações financeiras.Momento da contabilização Publicado em 18/05/2005 09:08 A contabilização dos incentivos fiscais. com relação aos valores relativos aos depósitos efetuados em Darf específico.Reserva de Incentivos Fiscais. para fins de apuração do lucro real. este será considerado indedutível. Os fundos são mais peculiares às entidades sem fins lucrativos e representam doações financeiras recebidas.Definição Publicado em 16/06/2004 13:17 Fundos são bens financeiros que figuram no Ativo da empresa e representam disponibilidades. se a pessoa jurídica incorrer em prejuízo. vinculadas à aquisição de determinado bem. Assim. amortização ou exaustão acumulada. quase sempre temporárias.Despesas Administrativas (CR) C . (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 .Ganho ou Perda de Capital na alienação de bem . Portanto. que pode intitular-se ―Ganhos ou Perdas de Capital‖. Esses valores costumam figurar no Ativo de suas demonstrações contábeis como fundos para finalidades específicas.Fundos .12. a nosso ver. é debitada pela baixa do custo do bem e seus acréscimos e/ou reavaliações (se houver). não é apropriada a utilização. cuja disponibilidade não é imediata. no momento do depósito de cada parcela.Fundos de Investimentos Regionais . a qual: a) em primeiro lugar. Contabilidade . na conta Investimentos. b) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real trimestral. é creditada pela contrapartida do registro do valor obtido na venda do bem (debitado em conta de disponibilidades ou de créditos a receber). . inclusive a correção monetária (no caso de bens adquiridos até 31. por exemplo. fundo tem a característica de Ativo e não de Passivo ou de retificador do Ativo.despesas): D . destinados aos fundos. Na prática. raramente as empresas (de finalidade lucrativa) se utilizam da classificação de valores a título de fundos. dos títulos: Fundo de Depreciação e Fundo de Reserva. e b) em seguida. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . será feita do seguinte modo: a) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real anual. no Ativo Permanente.

Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100.000. Por conseguinte.Registro contábil Publicado em 12/11/2004 09:30 De acordo com o art. (Passivo Circulante) 100. sobretudo.000. farmacêutica e social. de padrão superior àquele oferecido pela empresa.00 C . Nesse caso.Empresa ―X‖ Ltda. Com base em dados e valores meramente ilustrativos.00 Valores descontados dos empregados Há empresas que descontam dos salários de seus empregados uma parcela a título de participação nos gastos com convênios de assistência médica.Classificação contábil Publicado em 02/02/2005 09:40 Esses gastos são freqüentemente contabilizados como despesas operacionais.Assistência Médica e Social (Conta de Resultado) 100. para a organização da empresa. exemplificaremos a seguir o registro contábil dos gastos com convênio de assistência médica.00 Gastos de implantação de sistemas e métodos . em certas situações. tendo em vista o conservadorismo e sua grande dificuldade de conexão com os benefícios futuros. D . Isso ocorre.000.Implantação de Sistemas e Métodos (AD) AD = Ativo Diferido .00 C . Iniciaremos pelo registro da mensalidade devida pela empresa.Empresa ―X‖ Ltda.000. quando abrangerem exercícios futuros. os gastos relevantes realizados com a implantação de sistemas e métodos. representam um gasto que irá abranger diversos exercícios no futuro. D .Amortização Acumulada . destinados indistintamente a todos os seus empregados e dirigentes são considerados despesas operacionais.Caixa/Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) 100.00 Vejamos o registro do pagamento da mensalidade. odontológica.Caixa/Bancos/Fornecedores (AC) No momento da amortização: D . Essa parcela representará uma redução da despesa e será registrada como segue. Exemplo D .000.00 C . (Passivo Circulante) 100. quando o empregado opta por plano diferenciado. D .000.Gastos de Implantação de Sistemas e Métodos (CR) C . devem ser registrados no Ativo Diferido e amortizados durante o período em que a empresa espera produzir tais resultados.Salários e Ordenados a Pagar (Passivo Circulante) 100.Gastos com convênio de assistência médica . 360 do RIR/1999.Gastos de Implantação de Sistemas e Métodos (AD) C . os gastos realizados pelas empresas com serviços de assistência médica.

independentemente de serem ou não ativos no conceito contábil. esses materiais são tratados como gastos gerais de fabricação. parafusos etc. Departamento de Controle de Qualidade etc. Departamento de Almoxarifado. A segunda concepção é a que de fato coincide com o conceito de goodwill. depreciação.AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado Gastos Gerais de Fabricação . transporte. tecnologia de produção.Encontramos a expressão Fundo de Comércio representando apenas parte dos ativos de uma sociedade. entretanto. não faz parte fisicamente destes produtos ou. imposto predial. são: materiais de consumo..). aluguéis. Note que.Conceito Publicado em 12/03/2003 10:16 A expressão Fundo de Comércio tem sido utilizada para significar. nome. contratos de exclusividade. imóveis. muitas vezes um material é requisitado para atender a diversos produtos de natureza diferente (lubrificantes. em alguns casos. de forma resumida. parte esta composta pelos fatores intangíveis.Dedutibilidade . Abrange essa acepção todo o conjunto de fatores que o comerciante tem à sua disposição para exercer sua atividade. água.Encontramos a expressão algumas vezes abarcando o conjunto de ativos de um comerciante. Esses últimos representam a mão-de-obra indireta. a seguir exemplificada: . tintas. . localização.Considerações Publicado em 08/09/2003 09:55 Os gastos gerais de fabricação estão divididos em materiais indiretos. seguros. clientela.). incluindo seus estoques. Materiais indiretos Os materiais indiretos são comumente identificados com os produtos específicos com base no formulário de requisição de material. o custo do controle (maior grau de requinte do sistema de custeio) normalmente é bem superior aos benefícios. localização etc.empregados no nível de supervisão dos departamentos fabris. Nesses casos. dois conceitos diversos: 1º . então. ocorre de o valor envolvido ser pequeno. entre outros. Goodwill (Fundo de Comércio) . energia elétrica (luz e força) e fone. marcas. fidelidade de sua clientela. noutras vezes. tais como reputação. mão-de-obra indireta e outros gastos de fabricação. conquanto o seu trabalho seja de vital importância para industrialização dos produtos. alimentação. No entanto. Departamento de Laboratório.empregados dos departamentos que prestam serviços aos departamentos fabris (Departamento de Manutenção. e 2º . Gorjetas de fim de ano . marca etc. venda ou distribuição. Outros gastos de fabricação Outros gastos de fabricação que representam custos incorridos na industrialização dos produtos. Mão-de-obra indireta Em uma fábrica existem os operários que trabalham diretamente na transformação das matérias-primas em produtos acabados e os que não têm nenhuma interferência física nesse processo. a empresa poderia tornar esses materiais indiretos em diretos por meio de controles adicionais que possibilitassem a medição da sua utilização nos departamentos fabris. que a ajudam a obter lucros.

00 Contabilidade . água. aluguel a ser pago. .01. Gorjetas de fim de ano – Registro contábil Publicado em 30/11/2004 08:42 Recomenda-se que.Classificação das contas Publicado em 24/05/2005 10:39 No Passivo. Nesse caso. e o prêmio recebido na emissão de debêntures. vem sendo aceita pelo fisco as despesas realizadas pela empresa com gorjetas de fim de ano. Sr. carteiros. • as doações eventualmente recebidas pela empresa. inclusive financiamentos para aquisição de bens e direitos do Ativo Permanente. o qual deve ser assinado pelo beneficiário da gorjeta e do qual devem constar seu nome e o número de um documento (CPF ou RG).00 ao carteiro.00 C . emita um recibo simplificado. entregadores de jornais e revistas e outros. d. cujo vencimento ocorrerá após o término do exercício seguinte. gratificações ou semelhantes.2) as Reservas de Capital. e que tenha adotado a sugestão de fazer um recibo simples. bonificações. é recomendável que. a autorização para que as empresas façam a correção do balanço. como forma de proporcionar a identificação do beneficiário e a quantificação do valor pago.).. a parcela ainda não realizada pelos sócios ou acionistas). o registro da gratificação de fim de ano paga ao carteiro será contabilizado como segue: D . d) Patrimônio Líquido: d. ou seja.. inclusive financiamentos para aquisição de bens e direitos do Ativo Permanente. tributos a pagar.Grupos do Passivo . o produto da alienação de partes beneficiárias e os bônus de subscrição. b) Passivo Exigível a Longo Prazo: as obrigações da empresa. entregadores de jornais. quando não for indicada a operação ou a causa que deu origem ao rendimento e quando o comprovante do pagamento não individualizar o beneficiário do rendimento (art. etc. as contas são classificadas do seguinte modo: a) Passivo Circulante: as obrigações da empresa. por dedução. observando que foi revogada. que são contas que registram: • o resultado da correção monetária do capital realizado. Exemplo Admitamos que determinada empresa dê uma gratificação de R$ 20. 304 do RIR/99). o número do CPF e do RG do beneficiário.Publicado em 21/12/2001 08:12 A legislação do Imposto de Renda estabelece que não são dedutíveis as importâncias declaradas como pagas ou creditadas a título de comissões. quando a empresa pagar pequenas gratificações a coletores da limpeza pública. matérias-primas etc.1996. energia elétrica e telefone a pagar etc. Assim. José da Silva.Caixa (Ativo Circulante) 20. bem como as subvenções porventura concedidas pelo Governo. c) Resultados de Exercícios Futuros: as receitas de exercícios futuros. enquanto não-capitalizado. desde que o seu montante seja razoável. ao pagar essas gratificações a carteiros. • no caso de sociedades anônimas: o ágio na emissão de ações. a empresa emita um recibo no qual deverá constar a assinatura. cujo vencimento ocorrerá no exercício seguinte (aqui se incluem dívidas com fornecedores de mercadorias.1) a conta do Capital Social (que deve discriminar o montante subscrito e. o qual estará devidamente assinado pelo beneficiário.Gorjetas e Gratificações de Fim de Ano (Conta de Resultado) 20. enquanto não utilizado para aumento de capital (mediante alteração do Contrato Social). para fins de comprovação junto ao Imposto de Renda. a partir de 1º. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes. Todavia.

d.2003 . d. aos sócios ou ao acionista (no caso de lucros). d. hospedarias e albergues. no mínimo. de salas de reuniões e de auditórios para eventos. à ordem cronológica de aquisição. pois. que. Para tanto. pela NBC T 6 – Da Divulgação das Demonstrações Contábeis. que é a conta que registra os resultados acumulados pela empresa: • ainda não distribuídos ao titular. Elas podem assumir diversas formas ou denominações. serão destinados à manutenção da atividade da empresa. Bens do Imobilizado em construção Publicado em 03/07/2003 08:40 Dentre os bens classificados no ativo imobilizado incluem-se.5) Lucros ou Prejuízos Acumulados. ou • ainda não absorvidos por lucros posteriores (no caso de prejuízos). os registros dos bens do Ativo Imobilizado não figuram suficientemente individualizados. bem como as Normas Brasileiras de Contabilidade e suas Interpretações Técnicas e Comunicados Técnicos. bem como do aluguel de suas instalações para outras finalidades específicas. Quanto as Demonstrações Contábeis destas entidades. Na maioria das empresas. e a sua divulgação. .02. Esse critério de identificação não é obrigatório. alimentação de copa. observe a NBC T 3 – Conceito.DOU 11. turismo. A inconveniência dessa não-individualização surge no momento de efetuar-se a baixa de determinado bem. quando prontos. tão-somente.6 – que estabelece critérios e procedimentos específicos de avaliação.CFC aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade NBC T 10. pousadas. porém é de grande utilidade para o controle do patrimônio da entidade. Ao registrar os fatos contábeis.03. que são as contas constituídas pela apropriação de lucros da empresa. além do controle exercido por meio dos registros contábeis. elas devem observar aos Princípios Fundamentais de Contabilidade. para efeito de apuração do ganho ou da perda de capital em função da baixa.Aprovada normas de contabilidade Publicado em 12/03/2003 10:22 O Conselho Federal de Contabilidade . às quais são atribuídos números que obedecem. por exemplo. torna-se necessária a criação de alguns controles extracontábeis. Uma das principais atribuições da contabilidade é o controle do patrimônio da entidade. aluguel de equipamentos. flats.2 desta norma. de registro dos componentes e variações patrimoniais e de estruturação das demonstrações contábeis.6. os bens em construção. “Móveis e Utensílios” etc.3) as Reservas de Reavaliação. as contas “Veículos”. motéis. de modo a auxiliar a execução de tal tarefa. estão estabelecidos os procedimentos de registro dos fatos contábeis. Estrutura e Nomenclatura das Demonstrações Contábeis. dormitórios.4) as Reservas de Lucros.2003) Identificação dos bens do Ativo Imobilizado Publicado em 02/07/2003 14:30 Na escrituração contábil. spas. comunicações. é necessário que se saiba. lavanderia. A partir do item 10. tais como hotéis. o controle dos bens do Ativo Imobilizado é feito mediante a afixação de plaquetas de identificação. as quais registram os aumentos de valor atribuídos a elementos do Ativo em virtude de novas avaliações feitas pela empresa com base em laudo. Define-se como entidades hoteleiras as prestadoras de serviços cujas atividades principais são a hospedagem. Hotelaria .. (Resolução CFC nº 956 de 21. que registram bens de mesma natureza. adquiridos pela empresa ao longo dos anos. editados pelo Conselho Federal de Contabilidade. Conteúdo. No Razão Contábil temos. também. mesmo porque não há legislação que obrigue essa afixação. de restaurante e bar. e as informações mínimas a serem divulgadas em nota explicativa das entidades hoteleiras. a data e o valor da aquisição do bem. além de outras como lazer. dentre outras.

no grupo do Ativo Permanente. caput. mãode-obra e respectivos encargos sociais. serviços pagos a terceiros e outros gastos pagos ou incorridos. Após a sua conclusão. são classificadas como investimento. não classificáveis no Ativo Circulante. Com referência aos impostos e às contribuições incidentes na importação. e não destinados à manutenção da atividade da companhia ou da empresa. . alguns impostos e contribuições incidentes. tarifas aduaneiras etc. Contabilidade . deve-se. inciso III.404/76. cujo crédito será aproveitado em 48 parcelas mensais. o valor do tributo a ser aproveitado deve ser lançado na correspondente conta de impostos a recuperar. Assim. Importação de bens destinados ao Ativo Imobilizado . além do próprio valor dos bens. por todos os gastos incorridos (tais como fretes. III.) até a entrada no estabelecimento da empresa importadora. observa-se que: a) o IPI e o Imposto de Importação caracterizam-se como impostos não recuperáveis e compõem o custo de aquisição. calculadas à proporção das saídas tributadas da pessoa jurídica (Lei Complementar nº 87/1996. seguros. da Lei nº 6. Registro de gastos incorridos com a obra: DCConstruções em Andamento (AP) Caixa ou Bancos (AC) ou Fornecedores (PC) Concluída a obra. 179.Registro Publicado em 11/08/2005 11:03 Na conta que registra a imobilização em andamento serão lançados todos os gastos relativos a obra (materiais.Imobilizado em andamento . Segue exemplo de registro contábil dos gastos incorridos na construção de um determinado imóvel que comporá o Ativo Permanente.Classificação Publicado em 14/05/2004 15:45 De acordo com o art. com a nova redação dada pela Lei Complementar nº 102/2000).). juntamente com o custo de aquisição de materiais empregados.Custo a ser atribuído Publicado em 21/09/2004 09:13 O custo a ser atribuído aos bens do Ativo Imobilizado adquiridos no mercado externo é composto. no Ativo Circulante ou Ativo Realizável a Longo Prazo. arts. as aplicações em bens ou direitos não destinados à atividade da empresa. Importa salientar que. se na construção for utilizado pessoal contratado pela própria empresa proprietária da obra. quando a intenção for a de permanência. então. transferir o saldo da conta relativa ao imobilizado em andamento para a conta própria de imobilizado em operação. 20. o saldo da conta “Construções em Andamento” será transferido para a conta definitiva do Ativo Imobilizado. b) o ICMS caracteriza-se como um imposto recuperável e não compõe o custo de aquisição. AC = Ativo Circulante AP = Ativo Permanente PC = Passivo Circulante Contabilidade . e 33.Todos os recursos aplicados em construção com tal destinação deverão ser classificados em conta com intitulação que identifique a sua natureza de imobilizado em andamento e nesta permanecer enquanto o referido bem não entrar em operação.Imóvel não destinado à atividade da empresa . todos os dispêndios com esse pessoal (salários e encargos) devem integrar o custo da obra. etc. passando a construção a ser utilizada. classificam-se como investimentos as participações permanentes em outras sociedades e os direitos de qualquer natureza. Desse modo.

A. 6º e parágrafo único da IN nº 460/2004. inclusive aos valores cuja opção por aplicação em investimentos regionais tenha sido manifestada na Declaração de Informações Econômico-Fiscais da Pessoa Jurídica. para fins de apuração do lucro real. não podem ser objeto de restituição.Reserva de Incentivos Fiscais.Aplicação do imposto em investimentos regionais (Finor. Finam e Funres). no momento em que a pessoa jurídica fizer a respectiva indicação na declaração de informações correspondente. devem ser registrados no Ativo Permanente. incluído pelo art. são registrados em uma conta transitória. Os adiantamentos ao fornecedor estrangeiro. relativos às aplicações nos Fundos de investimentos regionais (Finor.865/2004. na Conta Investimentos.. Em caso de alienação do investimento objeto do referido incentivo. em face do inciso V do art. assim como os gastos pagos ou incorridos referentes à importação. Concluída a importação. Portanto. equipamentos e outros bens incorporados ao Ativo Imobilizado para fins de determinação dessas contribuições em relação às importações sujeitas ao pagamento da Cofins-Importação e do PIS-Pasep-Importação. que tenham sido efetuados até a data do desembaraço do bem. conforme § 6º do art. c) a contribuição para o PIS-Pasep e a Cofins incidentes sobre a importação compõem o custo de aquisição dos bens. este será considerado indedutível. Finam e Funres) Publicado em 02/08/2005 10:49 A contabilização dos incentivos fiscais. os adiantamentos realizados para aquisição de bens devem ser classificados segundo a destinação que se pretende dar aos bens que estão sendo adquiridos. De acordo com o disposto no art. no Ativo Permanente.Incentivos fiscais . as pessoas jurídicas sujeitas à modalidade não cumulativa da Cofins e da contribuição para o PIS-Pasep poderão descontar créditos apurados sobre a aquisição de máquinas.Importação em andamento . . que pode ser intitulada "Importação em Andamento". no momento do depósito de cada parcela. inciso IV. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . Contabilidade .981/1995. 32 da Lei nº 10. se a pessoa jurídica incorrer em prejuízo. Contabilidade . 179. Finam e Funres) será feita da seguinte forma: a) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real anual. os valores recolhidos em decorrência de opções de aplicação do imposto sobre a renda em investimentos regionais (Finor. Atualmente. com relação aos valores relativos aos depósitos efetuados em Darf específico destinados aos fundos.865/2004. b) para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real trimestral.Reserva de Incentivos Fiscais. em contrapartida à conta de Patrimônio Líquido . na conta Investimento. o saldo apurado nessa conta será transferido para a conta definitiva do bem. Informações geradas pela contabilidade . dentro do subgrupo do imobilizado.Classificação contábil Publicado em 08/07/2005 12:37 Conforme o art.Utilização Publicado em 03/05/2005 09:38 O objetivo da contabilidade é a geração de informações que serão utilizadas por determinados usuários em decisões que buscam a realização de interesses e objetivos próprios. da Lei das S. 41 da Lei nº 8.conforme o caso. são registrados no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da companhia e da empresa ou exercidos com essa finalidade. 15 da Lei nº 10.

00 Sob o ponto de vista técnico. a prática é não registrar o IPI em conta de Resultado.00 Caso seja adotado este procedimento para o registro das vendas com incidência do IPI. pois implica omitir na Demonstração do Resultado do Exercício. em virtude da conveniência de adotar procedimentos contábeis que facilitem a demonstração de valores que devam produzir efeitos fiscais. b) balanços. a receita bruta deve ser considerada sem o IPI e o valor desse imposto não deve constar da conta de Resultado. sem o IPI incidente. Assim. inclusive o IPI). e em seguida debitar o IPI em conta de resultado.Caixa/Bancos Conta Movimento ou Clientes (AC) C . tendo como contrapartidas: a) a conta de receita de vendas. ou seja. e d) outras demonstrações e relatórios.IPI incidente sobre vendas . Utilizando-se essa alternativa a contabilização da hipotética operação mencionada seria efetuada da seguinte forma: D .00 R$ 5.Essas informações são apresentadas geralmente sob a forma de: a) balancetes. para fins do Imposto de Renda (na Declaração de Rendimentos). b) a conta de IPI a Recolher (no Passivo Circulante).Clientes (AC) D .IPI a Recolher (PC) R$ 5. AC = Ativo Circulante . pode-se registrar a receita pelo valor total cobrado do cliente numa conta sob o título de “Faturamento Bruto”. pelo valor do imposto debitado.Tratamento Publicado em 06/10/2005 08:18 De acordo com a legislação do Imposto de Renda.00 R$ 500. c) demonstrações de resultados.500.000.Faturamento Bruto (CR) D . sob o título de “IPI Faturado”. pelo valor líquido da operação. sendo as vendas contabilizadas a débito de conta do Ativo Circulante (caixa/bancos ou clientes).000. Como forma alternativa. Por exemplo.00 R$ 500.IPI Faturado (CR) D . Contabilidade . a qualquer momento pode ser demonstrado contabilmente o valor da receita bruta segundo o conceito fiscal.IPI a Recolher (PC) R$ 5.500. essa forma usual pode ser vista com certas restrições.Receita de Vendas (CR) C .00 mais 10% de IPI seria contabilizada da seguinte forma: D . na receita bruta de vendas não deve ser incluído o valor do IPI. uma venda de mercadorias por R$ 5. que corresponde à diferença entre o saldo credor da conta “Faturamento Bruto” e o saldo devedor da conta “IPI Faturado”. o valor do faturamento bruto (entendido como tal o valor das vendas. Desse modo.

IRPJ/CSL . Exemplo Consideremos determinada pessoa jurídica tributada pelo lucro real e optante pela estimativa mensal. durante o período de competência. que. as contrapartidas dos valores correspondentes à estimativa devida devem ser registradas em conta do Passivo Circulante (em um grupo de “Obrigações Tributárias” “Impostos e Contribuições a Recolher” ou semelhante).000. ou b) como custo da produção. deve ser registrado: a) como despesa operacional. uniformemente. cujas parcelas de estimativa do IRPJ e da CSL. no caso de veículos utilizados nas áreas administrativas e de vendas. para que o dispêndio seja distribuído. mensalmente.Classificação como custo ou despesa operacional Publicado em 08/03/2005 08:58 O Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) é pago por ocasião da compra de veículo zero quilômetro e. a ser registrada no Ativo Circulante para. a título de exemplo. as parcelas de estimativa devem ser registradas em contas do Ativo Circulante. assim. a faculdade de redução ou suspensão da estimativa.Estimativa mensal . os veículos que compõem a frota das empresas transportadoras ou locadoras de veículos. e a obrigatoriedade de apuração do lucro real por ocasião do final do ano-calendário (lucro real anual). teríamos os seguintes lançamentos: 1) Pelo registro do IRPJ devido por estimativa devido no mês: D . Para que a estimativa devida fique evidenciada no Passivo. de acordo com a legislação de cada Estado.Tratamento Publicado em 18/10/2005 08:56 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem efetuar o pagamento do IRPJ a e da CSL devidos com base no resultado efetivamente apurado em balanços/balancetes trimestrais (lucro real trimestral) ou por estimativa mensal. totalizassem.00 e R$ 80. R$ 100.IR Devido por Estimativa a Recuperar (AC) . Adotada a sistemática de pagamento mensal. respectivamente. podem denominar-se “IR Devido por Estimativa” e “CSL Devida por Estimativa”.00. é que o IPVA se caracteriza como uma despesa antecipada. por exemplo. O IPVA pago constitui um gasto periódico necessário à manutenção do veículo em condições legais de uso e. ser apropriado como despesa operacional ou como custo de produção. observada nesse caso. Contabilidade . Nesse caso. relativas ao mês de setembro/20x1.PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado CR = Conta de Resultado IPVA .000. similarmente aos gastos com o seguro dos veículos. Pode-se argüir. Nesse caso. esse procedimento é imprescindível nos casos em que o IPVA deva ser imputado aos custos da produção (como nas empresas prestadoras de serviços de transportes ou locadoras de veículos). de forma que não distorça os custos. e com boa justificativa técnica. anualmente. Tecnicamente. recomenda-se que as parcelas sejam registradas no próprio mês a que se referirem e não somente por ocasião do efetivo pagamento. no caso de veículos utilizados na produção de bens ou serviços como.

complementar.Os lançamentos realizados fora da época devida deverão consignar.10. ou seja.O estorno consiste em lançamento inverso àquele feito erroneamente.20X1. que trata da retificação de lançamentos contábeis nos seguintes termos: I . o histórico do lançamento deverá precisar o motivo da retificação. a data efetiva das ocorrências e a razão do atraso.000. VI . em 31. Lançamentos contábeis .CSL Devida por Estimativa a Recolher (PC) C . por intermédio da Resolução nº 596/1985.Lançamento de complementação é aquele que vem. mediante transposição do valor para a conta adequada.000.000.IR Devido por Estimativa a Recolher (PC) R$ 100.Retificação de lançamento é o processo técnico de correção de um registro realizado com erro na escrituração contábil das entidades.NBC-T-2. então: D .000.Em qualquer das modalidades referidas no item II.00 R$ 180.Lançamento de transferência é aquele que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada.00 AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante Contabilidade .4. c) a complementação.CSL Devida por Estimativa a Recolher (PC) R$ 80. o valor anteriormente registrado.00 R$ 80. V . III .000.00 Considerando-se que o pagamento seja efetuado na data do vencimento. VII .Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) R$ 100. teremos.C .Formas de retificação Publicado em 23/05/2005 08:57 O Conselho Federal de Contabilidade.Lançamentos contábeis .São formas de retificação: a) o estorno. b) a transferência.00 2) Pelo registro da CSL devida por estimativa devida no mês: D . aumentando ou reduzindo.IR Devido por Estimativa a Recolher (PC) D .Padronização de históricos Publicado em 01/12/2004 08:42 . aprovou a Norma Brasileira de Contabilidade . nos seus históricos. IV .CSL Devida por Estimativa (AC) C . posteriormente. anulando-o totalmente. II . a data e a localização do lançamento de origem.

nesse caso. Com referência ao método mencionado na letra ―a‖. ao Conselho Regional de Contabilidade de s ua jurisdição e à parte contratante. b) síntese do objeto da perícia. sobretudo pela diversificação de expressões para um mesmo tipo de lançamento. os estudos.Estrutura Publicado em 04/07/2005 10:55 O laudo pericial contábil é a peça escrita na qual o perito-contador expressa. Laudo e Parecer de Leigos .” CONSIDERAÇÕES INICIAIS 1. ou b) após cada conta. O laudo pericial contábil deve conter. as observações e as diligências realizadas. 6.IT . podem acarretar grande desperdício de tempo. ao apresentar parecer pericial contábil.4. nos termos do artigo 3º . DESENVOLVIMENTO DOS TRABALHOS 4. no mínimo. deverá conter informações suficientes que atendam tanto à conta devedora quanto à conta credora.2. Em seu resguardo. devendo.2 – O perito-contador assistente não pode firmar em laudo ou emitir parecer sobre este. o histórico pode figurar de duas maneiras: a) no final do lançamento. O Decreto Lei nº 9. de forma circunstanciada. de forma reservada.4. 3. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. por vezes. Em que pese o trabalho que vem sendo desenvolvido pelos órgãos representativos da Classe Contábil. 2. clara e objetiva. ocorre.parágrafo V do Código de Ética Profissional do Contabilista – CEPC. Em conformidade com o item alvo desta Interpretação Técnica.Os históricos dos lançamentos contábeis.4. ou seja. Ao perito-contador assistente é vedado assinar em conjunto ou emitir parecer pericial contábil sobre laudo pericial contábil.Laudo pericial contábil . “13. a nomeação de profissionais de formação diversa. qualquer profissional que não seja o Contador. da NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL. ou seja. quando este não tiver sido elaborado por Contador habilitado perante o Conselho Regional de Contabilidade. na condição de perito-contador assistente. sendo o laudo pericial elaborado por leigo ou profissional não-habilitado. os seguintes itens: a) identificação do processo e das partes. quando o documento tiver sido elaborado por leigo ou profissional de outra área. o histórico utilizado deverá atender a ambas as contas envolvidas no lançamento.2. as sínteses do objeto da perícia. . quando não previamente definidos. habilitado perante Conselho Regional de Contabilidade. um histórico para cada conta. apresentar um parecer contábil da perícia.5 – LAUDO PERICIAL CONTÁBIL. 5. correspondente aos Procedimentos – item 13.02 Publicado em 01/07/2003 08:41 Esta Interpretação Técnica (IT) visa a explicitar o item 13. os critérios adotados e os resultados fundamentados e as suas conclusões. para a elaboração de Perícias Contábeis. deve o perito-contador assistente comunicar. o histórico poderá atender a cada uma das contas. sobre a matéria a ser periciada. deverá seguir os procedimentos contidos no item 13. a falta de habilitação profissional do perito nomeado.295/46 e a Norma Brasileira de Contabilidade NBC T 13 – DA PERÍCIA CONTÁBIL considera leigo ou profissional não-habilitado para a elaboração de laudos periciais contábeis e pareceres periciais contábeis.Interpretação Técnica NBC T 13 .2. deve o perito-contador assistente apresentar um parecer pericial contábil. (Conselho Federal de Contabilidade – CFC) Contabilidade . Em relação ao método citado na letra ―b‖. Nos registros contábeis. No caso.

Lucro Presumido/Simples . VII. as parcelas de antecipação do valor residual garantido ou do pagamento por opção de compra devem ser tratadas como Ativo da arrendatária.2003. do Regulamento anexo à Resolução Bacen nº 2. Nota Considera-se valor residual garantido o preço contratualmente estipulado para o exercício da opção de compra.Conceito Publicado em 15/06/2005 09:47 Liquidez significa a condição que o bem tem de se transformar em moeda corrente. Contabilidade .Laudo Pericial Contábil‖. f) respostas aos quesitos. de valor residual garantido em qualquer momento durante a vigência do contrato. ao final do prazo contratual do arrendamento. não caracterizando esse pagamento o exercício da opção de compra (art. a primeira conta que aparece é sempre o Caixa. surgem os depósitos a vista em banco e assim por diante. Portanto. um ―adiantamento a fornecedor‖ de bem classificável nesse grupo de contas. a arrendatária efetivamente tem a intenção de exercer a opção de compra. 7º. g) conclusão. a critério do perito-contador. somente se e quando a empresa o vender). (Resolução CFC nº 978/2003) Contabilidade .Liquidez . Assim.5.309/1996). Escrituração do livro caixa .09. d) identificação das diligências realizadas. as parcelas de antecipação do valor residual melhor se classificam no Ativo Permanente/Imobilizado. ou seja. ―a‖.Tratamento Publicado em 05/07/2005 10:26 É admitido que os contratos de arrendamento mercantil financeiro contenham previsão de pagamento.04 . e) transcrição dos quesitos. h) identificação do perito-contador. na prática. não podem ser computadas como custo ou despesa operacional. Na maioria dos casos. na venda a terceiros do bem arrendado. Isso fica mais claro quando examinamos a composição de cada grupo do Ativo. por representarem. ou o valor contratualmente garantido pela arrendatária como mínimo que será recebido pela arrendadora.c) metodologia adotada para os trabalhos periciais. que representa o dinheiro em poder da empresa.Leasing .IT . entendidas como importantes para melhor esclarecer ou apresentar o laudo pericial. contabilmente. de acordo com o item II da Portaria MF nº 140/1984. nos termos do item 13.3 da ―NBC T 13 . de 26. as contas são relacionadas no Ativo partindo-se: • da mais líquida (Caixa) • para as menos líquidas (por exemplo: um bem do Ativo Imobilizado que se converte em moeda corrente. Em seguida. pela arrendatária. Portanto. como no Ativo "as contas são dispostas em ordem decrescente de grau de liquidez dos elementos nelas registrados".Aspectos formais . e i) outras informações. na hipótese de não ser exercida a opção de compra (item 2 da Portaria MF nº 564/1978).Antecipação do valor residual . Todavia.

emendas ou transporte para as margens. um por um. se assim preferir o contribuinte. quando referentes a um mesmo empreendimento. entrelinhas ou escritos à margem. Observe-se que a manutenção do registro permanente de estoque. A critério da empresa poderão ser utilizados os modelos de livro Caixa comercializados pelas papelarias ou adotar modelo próprio que atenda às suas necessidades. emendas.Boletim Central nº 55/1997): a) não existe obrigatoriedade de registro do livro Caixa na Receita Federal ou em qualquer outro órgão ou repartição.Publicado em 25/06/2004 08:58 De acordo com esclarecimentos prestados pela Receita Federal à época sobre a Lei nº 8. Se a escrituração for feita por processamento de dados.Atividade imobiliária Publicado em 15/12/2003 09:24 No caso de empresa cuja atividade econômica seja compra e venda de imóveis. borrões. incorporação imobiliária ou construção de prédio para venda. A escrituração deve ser feita sem espaços em branco. principalmente no que se refere à determinação do custo e à discriminação dos imóveis em estoque por ocasião do balanço. d) os prédios construídos para venda e respectivos terrenos. os formulários deverão ser numerados seqüencialmente. Concluída a escrituração. os formulários deverão ser encadernados. conquanto se refiram a um mesmo empreendimento. do arbitramento do lucro tributável. linhas em branco. observando-se sempre a ordem cronológica dos fatos e seguindo-se um sistema de contabilização uniforme. 7º da Lei nº 9. c) as edificações resultantes de incorporação imobiliária. art. então.Perguntas e Respostas . Livro de Inventário . raspaduras ou borrões. inclusive respectivos terrenos. então. se assim preferir o contribuinte. Conheça a Consultoria Eletrônica Netiob Livro Diário . a escrituração do livro Diário não deve conter rasuras. ou. A rasura no Livro Diário pode desclassificar a escrita Publicado em 16/08/2001 14:08 De acordo com as normas legais pertinentes. b) o livro deverá conter termos de abertura e de encerramento e ser assinado pelo contabilista responsável e pelo representante legal da pessoa jurídica. unidade por unidade. nas condições exigidas pela IN SRF nº 84/79. A não-observância dessas normas torna a escrituração imprestável para dar suporte à tributação com base no lucro real. terreno por terreno. entrelinhas. não dispensa o contribuinte da obrigação de possuir e escriturar o livro Registro de Inventário. desmembramento ou loteamento de terrenos. rasuras. conseqüentemente. por conjunto de unidades autônomas com idêntica área de construção e mesmo padrão de acabamento. sendo função daquele subsidiar este.Admitida a escrituração mensal . prédio por prédio.541/1992 (com relação às empresas tributadas com base no lucro presumido) e sobre o Simples (art. mantida a obrigatoriedade de lavratura dos termos de abertura e de encerramento.317/1996. expondo a empresa ao risco de desclassificação da escrita pelo Fisco e. discriminadas do seguinte modo (IN SRF nº 84/79): a) os imóveis adquiridos para venda. 190 do RIR/1999 e questão 79 . por conjunto de lotes com idêntica dimensão ou por quadras. b) os terrenos oriundos de desmembramento ou loteamento. ou. no livro Registro de Inventário deverão constar todas as unidades existentes em estoque no final do períodobase.

. cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados. por estarem ilegíveis. a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados......... o Fisco aceita a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas.. emendas ou rasuras. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da Declaração de Rendimentos do correspondente período-base (Instrução Normativa SRF nº 16/84). se a clareza e a nitidez dos lançamentos resultarem comprometidas.. o contabilista fará outra declaração... é admitida a escrituração resumida do Diário.. ...Correção de cópias ilegíveis do Livro Diário Publicado em 01/08/2005 08:23 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração... Autenticação do Livro Diário após a entrega tempestiva da declaração Publicado em 08/07/2003 09:02 Para fins do Imposto de Renda.... reinicia-se o registro das operações normais.. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da Declaração de Rendimentos do correspondente período-base (Instrução Normativa SRF nº 16/84).. nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). venho refazer os lançamentos nºs ..... o Fisco poderá desclassificar a escrita da pessoa jurídica Contabilidade . Não sendo feita a autenticação até esse prazo. na melhor forma de direito.. tratando-se de empresa que ainda utilize na sua escrituração mercantil processo de reprodução..... Para a maioria das empresas. autenticada por sua assinatura.. o Fisco poderá desclassificar a escrita da pessoa jurídica. (contador ou técnico de contabilidade)... o contabilista deve efetuar ressalva. A título de sugestão..... o Fisco aceita a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas.... 258 do RIR/99. (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) . desde que utilizados livros auxiliares (devidamente autenticados na forma prevista para o Diário) para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação..Publicado em 02/09/2003 08:57 De acordo com o disposto nos §§ 1º e 2º do art. Tal declaração poderá ser redigida como se segue: Efetuadas as devidas correções... nos lançamentos resumidos Diário deverão ser feitas referências às páginas dos livros auxiliares (ou fichas que os substituírem) onde operações estejam registradas de forma individualizada...... independentemente de o regime de tributação ser pelo lucro real ou presumido.. independentemente de o regime de tributação ser pelo lucro real ou presumido.. Não sendo feita a autenticação até esse prazo... Contudo.. sem borrões.. a questão não tem relevância porque....... (Local e data) (Assinatura do contabilista e nº de registro no CRC) Em seguida ao último lançamento de correção.. a ressalva poderá ter o seguinte teor: TERMO DE REGULARIZAÇÃO Eu... em geral.. Autenticação do Livro Diário Publicado em 28/12/2001 08:12 Para fins do Imposto de Renda.... relativamente a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento. para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais.. do Livro Diário nº .... nºs...... Neste caso.... originalmente escriturados nas fls....... por totais que não excedam o período de um mês.

também. com relação a contas cujas operações sejam numerosas ou realizadas fora da sede do estabelecimento.12 . 258. 4º do Decreto nº 64. no art.1. correspondente ao respectivo período (IN SRF nº 16/1984). b) nas demandas judiciais que não envolvam questões tributárias.Escrituração do Diário por partidas mensais Publicado em 13/07/2005 10:11 A legislação do Imposto de Renda.Livro Diário Dispensa de impressão e de encadernação .que aprovou a NBC T 11. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data da entrega tempestiva da declaração.029/2005 . bem como efetue a demonstração do lucro real devidamente transcrita no Lalur. não basta o contribuinte atender somente à legislação do Imposto de Renda. a pessoa jurídica apure seus resultados com base em demonstrações financeiras transcritas no livro Diário. Lembra-se. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data da entrega tempestiva da declaração. Contabilidade .Livro Diário .Da Escrituração Contábil em forma eletrônica) Livro Diário – Lançamentos com data anterior ao seu registro e autenticação Publicado em 20/06/2003 08:59 Admite-se a autenticação do livro Diário em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. deve-se observar que a opção pela tributação com base no lucro real trimestral obriga que. correspondente ao respectivo período (IN SRF nº 16/1984). Lei nº 486/1969. 186 do Decreto-lei nº 7. Contabilidade . observando-se métodos ou critérios contábeis uniformes no tempo. bem como efetue a demonstração do lucro real devidamente transcrita no Lalur.Livre escolha da forma de escrituração Publicado em 01/12/2005 10:55 Desde que a escrituração seja mantida em registros permanentes com obediência aos preceitos da legislação comercial e fiscal e aos Princípios Fundamentais de Contabilidade.1 da NBC-T-2 . Resolução CFC nº 563/1983 e item 2. Como se vê. a pessoa jurídica apure seus resultados com base em demonstrações financeiras transcritas no livro Diário. (Art. desde que utilizados livros auxiliares para registro individualizado e conservados os documentos que permitam sua perfeita verificação. hoje.(Art. deve-se observar que a opção pela tributação com base no lucro real trimestral obriga que. assim como a Legislação Comercial e as Normas Brasileiras de Contabilidade (NBC). (Art. a .179 do Novo Código Civil e no art. que não se devem confundir determinações da legislação fiscal com as normas das leis comerciais e contábeis para a não-manutenção ou para o abandono dos registros contábeis.Esclarecimento Publicado em 06/09/2005 09:30 Convém esclarecer. 10 do Código Comercial Brasileiro. mesmo para aquelas optantes pelo regime de tributação com base no lucro presumido.661/1945) Escrituração do Diário com data anterior ao seu registro e autenticação Publicado em 14/10/2003 13:32 Admite-se a autenticação do livro Diário em data posterior ao movimento das operações nele lançadas.Da Escrituração Contábil e Resolução nº 1. ao final de cada trimestre. Entretanto. Entretanto. ao final de cada trimestre. 1. que: a) a dispensa de escrituração ocorre apenas para fins da legislação fiscal. deve. a obrigatoriedade da escrituração contábil vale para todas as empresas. e registre as mutações patrimoniais segundo o regime de competência. admite a escrituração resumida do Livro Diário por totais que não excedam ao período de um mês. § 1º do RIR/1999.567/1969) Contabilidade .Pessoas jurídicas tributadas com base no lucro presumido . Portanto. o poder judiciário aplica as disposições das leis comerciais e civil.5. observar a legislação comercial e a Lei de Falências. ainda.

As normas relativas à autenticação de livros e instrumentos de escrituração das empresas mercantis e dos agentes auxiliares do comércio estão previstas na IN DNRC nº 65/1997. Igual procedimento deve ser adotado quanto às demonstrações contábeis elaboradas por força de disposições legais. completando-se com as assinaturas do contabilista e do titular ou representante legal da entidade. a escrituração do Livro Diário não deve conter rasuras. Diário e Balanços‖. conseqüentemente.4 e 2. observando-se sempre a ordem cronológica dos fatos e seguindo-se um sistema de contabilização uniforme. para efeito de prova a favor do comerciante.598/1977 (art.5. infere-se que a “manutenção em boa ordem” do livro pressupõe a sua encadernação. contratuais ou estatutárias. respectivamente. Transcrição das demonstrações no Livro Diário Publicado em 13/07/2004 08:25 O balanço e demais demonstrações contábeis de encerramento de exercício serão transcritos no Diário. entrelinhas ou escritos à margem. mas deixa claro que este deve ser mantido em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. Todavia. deverá conter. 274 do RIR/1999). conforme determinado pelo Decreto-lei nº 1. (Perguntas e Respostas IRPJ/2004 – Questão nº 291) Contabilidade .Rasura no Diário pode desclassificar a escrita Publicado em 02/06/2005 10:18 Conforme estabelecem as normas legais pertinentes. atendidas as conveniências do serviço. as demonstrações financeiras deverão ser elaboradas em conformidade com o que dispõe a Lei nº 6. expondo a empresa ao risco de desclassificação da escrita pelo Fisco e.2 da Resolução CFC nº 563/1983) Contabilidade e IRPJ . raspaduras ou borrões. na primeira e na última página. do arbitramento do lucro tributável. Portanto. termos de abertura e de encerramento e ser registrado e autenticado pelas Juntas Comerciais ou repartições encarregadas do Registro do Comércio. Por outro lado.404/1976. 15.Livro Razão . (Subitens 2. A não-observância dessas normas torna a escrituração imprestável para dar suporte à tributação com base no lucro real. que as Juntas Comerciais poderão delegar competência à autoridade pública para autenticar instrumentos de escrituração mercantil. emendas. Se o diário e o Razão forem feitos por processo que utilize fichas ou folhas soltas. obrigação esta estendida a toda pessoa jurídica sujeita à tributação com base no lucro real.Encadernação Publicado em 04/11/2005 08:43 A legislação do Imposto de Renda não impõe taxativamente a obrigatoriedade de encadernação do Livro Razão. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . a demonstração do lucro real a ser transcrita no Lalur deverá ser elaborada de acordo com o modelo aprovado pela IN SRF nº 28/1978. linhas em branco. Essa mesma Instrução Normativa do DNRC dispõe.forma de escrituração das operações no Diário é de livre escolha do contribuinte. em seu art. por força da legislação em vigor.1.1.Questão nº 292) Livro Diário – Local de registro e autenticação Publicado em 05/05/2005 09:06 O livro Diário. deverá ser adotado o registro ―Balancetes. .

ainda que estejam sujeitos à autenticação em outros órgãos (como. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. deverá ser utilizado obrigatoriamente pela pessoa jurídica tributada com base no lucro real. pelos órgãos da Receita Federal. os livros Registro de Entradas e Registro de Saídas. devendo a sua escrituração ser individualizada e obedecer à ordem cronológica das operações. os lançamentos efetuados no Diário. mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação. ou fichas que o substituam. (Art. 259.Obrigatoriedade Publicado em 09/08/2001 13:08 O livro Razão.Observações Publicado em 17/01/2005 08:09 O Registro de Duplicatas. livro Razão ou fichas utilizados para resumir e totalizar. os lançamentos efetuados no Diário. em boa ordem e segundo as normas contábeis recomendadas. por conta ou sub-conta. os lançamentos efetuados no Diário. Vale lembrar que a pessoa jurídica tributada com base no lucro real deverá manter. a pessoa jurídica deverá manter. A escrituração deverá ser individualizada. observando-se que: a) a escrituração deverá ser individualizada. são obrigatórias. sob pena de arbitramento do lucro pelo Fisco. na hipótese de escrituração por partidas mensais. a escrituração e a manutenção do livro Razão ou das fichas utilizados para resumir e totalizar. poderá ser aceita. deverão ser autenticados nos órgãos do Registro do Comércio. 259 do RIR/1999) Livro Registro de Duplicatas. por conta ou subconta. Livros Auxiliares e Livro Razão . O livro ou as fichas do Razão são dispensados de autenticação (art. desde que o registro e a autenticação tenham sido promovidos até a data prevista para a entrega tempestiva da declaração de rendimentos (atualmente DIPJ) do correspondente exercício financeiro. por conta ou subconta. . Contabilidade .Livro Razão .Obrigatoriedade de escrituração Publicado em 03/08/2005 13:15 Desde 1º.1992. por exemplo. obedecendo-se a ordem cronológica das operações. do RIR/1999) Livro Razão . É importante salientar que os livros auxiliares utilizados para individuação dos registros lançados no Diário. admitida pela Receita Federal. não é demais lembrar que o referido livro está dispensado de registro ou autenticação. para os efeitos do Imposto de Renda constitui um livro facultativo. De acordo com a Instrução Normativa SRF nº 16/1984. excetuados os casos de sua utilização para fins de escrituração resumida do livro Diário. é extensiva aos livros auxiliares. a escrituração do livro Diário autenticado em data posterior ao movimento das operações nele lançadas. Dessa forma. Desse modo. § 3º e caput. embora seja um livro obrigatório perante a legislação comercial. utilizados para resumir e totalizar. exigidos pela legislação do ICMS e do IPI). embora a referida Instrução Normativa não faça menção aos livros auxiliares. entende-se que a data-limite para registro do livro Diário. livro Razão ou fichas. na falta de sua escrituração. para as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. para fins de apuração do lucro real.259 do RIR/99). (Art.A propósito. obedecendo à ordem cronológica das operações.01. mantidas as demais exigências e condições previstas na legislação.

258 e 260 do RIR/99): a) Livro Diário. 259 do RIR/99). conclui-se que as cooperativas devem possuir os seguintes livros comerciais e fiscais (arts. § 4º. b) Livro Registro de Inventário. e d) Livro de Apuração do Lucro Real (LALUR) Optando pela tributação com base no Lucro Real. (Art. nos termos do art. Lucro real das sociedades em conta de participação Publicado em 29/10/2001 11:10 O lucro real da sociedade em conta de participação – SCP será informado e tributado na mesma declaração de rendimentos do sócio ostensivo. despesas e encargos relativos aos atos não cooperativos (operações realizadas com não associados). este poderá ser acrescido ao custo de aquisição na apuração do ganho ou perda de capital (art. A escrituração das operações da SCP poderá. c) estão dispensados de registro ou autenticação o livro Razão ou fichas que o substituam. quando realizar a sua alienação. a fim de apurar o lucro a ser oferecido à tributação.404/76. Partindo dessa afirmativa.quando o montante da reavaliação não for acrescido ao lucro presumido para fins de determinação do Imposto de Renda devido. Lucro Presumido .quando o montante da reavaliação for acrescido ao lucro presumido para fins de determinação do Imposto de Renda devido. 22 da Lei nº 5. c) Livro Registro de Entradas (Compras). implicará o arbitramento do lucro da pessoa jurídica. . em cada período-base. deverá manter o Livro Razão (art. 8º da Lei nº 6. b) de Atas das Assembléias Gerais.764/71. Os resultados e o lucro real correspondentes à SCP deverão ser apurados e demonstrados destacadamente dos resultados e do lucro real do sócio ostensivo. Os resultados da SCP deverão ser apurados. com observância das normas fiscais aplicáveis às pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real. e e) de Presença dos Associados nas Assembléias Gerais. ainda que a escrituração seja feita nos mesmos livros (Instrução Normativa SRF nº 179/87).Acréscimo do valor da reavaliação de bens ao custo de aquisição Publicado em 01/04/2002 09:04 A pessoa jurídica que procedeu à reavaliação de bens pertencentes ao seu ativo imobilizado. ser efetuada nos livros deste ou em livros próprios da SCP. com base em laudo de avaliação. Em conformidade com o art. do RIR/99).b) a não-manutenção do livro Razão. II . 259 do RIR/1999) Livros exigidos das sociedades cooperativas Publicado em 21/03/2002 09:03 Conforme orientação contida no Parecer Normativo CST nº 73/75. c) de Atas dos Órgãos de Administração. Ressalte-se que os ganhos de capital apurados na venda de bens do ativo imobilizado pela pessoa jurídica optante pelo lucro presumido serão acrescidos à base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro. 521. as sociedades cooperativas devem destacar em sua escrituração contábil as receitas e os correspondentes custos. a quem compete a responsabilidade pela apuração dos resultados. nas condições determinadas. d) de Atas do Conselho Fiscal. à opção do sócio ostensivo. a sociedade cooperativa também deverá possuir os seguintes livros: a) de Matrícula. não poderá ser considerado como parte integrante do custo de aquisição para apuração do ganho ou perda de capital. deverá para fins de apuração do custo de aquisição do bem observar o seguinte: I .

12) Publicado em 27/12/2004 09:26 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem pagar o Imposto de Renda e a Contribuição Social sobre o Lucro com base nos resultados efetivamente apurados em balanços/balancetes trimestrais encerrados nos dias 31 de março. 30 de junho. Desse modo.404/1976 e arts. (Art.Ajustes para efeito da legislação societária (Balanço de 31. para fins societários. Nota O registro dos resultados apurados em cada trimestre em contas distintas possibilita. em 31 de dezembro). se a empresa optar pelo encerramento das Contas de Resultado somente por ocasião do encerramento do ano-calendário. 1º e 2º da Lei nº 9. em atendimento à legislação societária. as pessoas jurídicas não optantes pela estimativa ficam obrigadas ao levantamento de balanços/balancetes trimestrais como forma de apurar a base de cálculo do imposto e da contribuição.Lucro real trimestral . uma análise comparativa do desempenho da empresa no decorrer do ano-calendário. o exercício social permanece com duração de 1 ano (encerrando-se.Conheça a Consultoria Eletrônica IOB Contabilidade .430/1996) Tratamento dos resultados trimestrais Os resultados trimestrais apurados para fins de determinação da base de cálculo do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro podem ser alocados: a) em Conta Transitória do Patrimônio Líquido (tendo como contrapartida a conta de Apuração do Resultado do Exercício). se a empresa optar pelo encerramento trimestral das Contas de Resultado. normalmente. Encerramento das contas de resultado Embora caiba à pessoa jurídica adotar procedimentos que permitam ao Fisco constatar a veracidade do . ainda que sem muito rigor técnico. também transitória. 175 da Lei nº 6. Todavia. com o resultado que deve ser apurado anualmente. 30 de setembro e 31 de dezembro de cada ano-calendário. para fins fiscais. o que torna necessários alguns ajustes na contabilidade com a finalidade de compatibilizar os resultados apurados trimestralmente. ou b) numa Conta de Resultado.

01.1996 CRÉDITO: Ativo Circulante Disponível Caixa (ou Bancos Conta Movimento) Vr. registrados no subgrupo de outras receitas operacionais.00.Lucros ou Dividendos (Outras Despesas e Receitas Operacionais (CR)) Observe-se que.. .01.R$ 120.00 Contabilidade .12.12. por ocasião do seu recebimento. pagos ou creditados por pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real (assim como pelas empresas tributadas com base no lucro presumido ou arbitrado). ao lucro apurado em 31. tal operação seria assim contabilizada: DÉBITO: Patrimônio Líquido Lucros ou Prejuízos Acumulados Lucro de Períodos-Base Encerrados a Partir de 1º. a elaboração de balanços/balancetes trimestrais não representa obrigatoriedade de encerramento das Contas de Resultado a cada trimestre. em contrapartida à conta “Lucros ou Dividendos Propostos a Receber”. a investidora poderá reconhecer como receita o valor proporcional à parcela que tiver direito de receber. no Ativo Circulante. que será baixada por ocasião do recebimento.000. Considerando-se a não-incidência do Imposto de Renda na Fonte. não estão sujeitos à incidência do Imposto de Renda na Fonte nem integram a base de cálculo do Imposto de Renda do beneficiário.01. conforme demonstrado a seguir: D . relativos ao lucro apurado no balanço de 31. distribuído aos sócios nessa data..Tratamento Publicado em 22/11/2005 10:04 Os lucros ou dividendos decorrentes de participações societárias avaliadas pelo custo de aquisição devem ser.000.1996 – Tratamento contábil Publicado em 18/02/2005 07:24 Os lucros apurados a partir de 1º.1996. Lucros apurados a partir de 1º..1996. domiciliado no País ou no exterior (art.Disponibilidades (AC) C . pessoa física ou jurídica.resultado apurado. 654 do RIR/1999). sendo conhecido o valor dos lucros ou dividendos e estando esses contabilizados na empresa investida como dividendos propostos a pagar ou lucros a distribuir. Exemplo Admitamos uma sociedade por quotas de responsabilidade limitada que distribuísse aos sócios R$ 120.1996.Lucros ou dividendos recebidos . ref.

300. patentes. se o direito ao uso ou à exploração da marca tiver duração limitada.. Portanto. Vamos admitir que a empresa Alfa. do RIR/99 e ADN CST nº 21/76) Marcas e patentes .Marcas de Produtos (Ativo Permanente . por exemplo. poderá também ser objeto de amortização.Classificação contábil Publicado em 10/10/2003 08:38 Nas locações comerciais é muito comum o locatário pagar ao locador uma importância por ocasião da renovação do contrato de locação ("luvas”). no Ativo Imobilizado os direitos que tenham por objeto bens destinados à manutenção das atividades da entidade ou exercidos com essa finalidade. inclusive os de propriedade industrial ou comercial. D .300. teríamos o seguinte lançamento. “c”.00 de taxas e emolumentos. o que caracteriza o Imobilizado é a finalidade da aplicação. Contabilmente. Marcas Por ocasião do início das atividades da empresa ou em qualquer outra ocasião.00 12. deverá integrar o ativo imobilizado da pessoa jurídica e somente poderá ser amortizado durante o prazo da locação.Imobilizado) C . instalações etc. embora não possuam existência física. classificável no Ativo Imobilizado. b) bens incorpóreos ou intangíveis. assim como aquele pago pela cessão da locação "ponto comercial". I. representam uma aplicação de capital indispensável aos objetivos da empresa e cujo valor reside em direitos de propriedade que são legalmente conferidos aos seus possuidores. pagou à empresa Delta a importância de R$ 12. ser o bem ou o direito destinado à exploração do objeto social e à manutenção da atividade empresarial. imóveis. no Ativo Imobilizado incluem-se: a) bens corpóreos ou tangíveis.Registro contábil Publicado em 22/09/2004 08:27 São registrados. poderão ser feitos gastos com o registro da marca do produto a ser fabricado. conforme fatura. Em todas essas hipóteses. 325.300. Assim. sendo R$ 10. que possuem expressão física.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 12.Lucros ou Dividendos (Outras Despesas e Receitas Operacionais (CR)) AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado "Luvas" .00 de honorários e R$ 2. aqui se enquadram os direitos sobre marcas. para o registro de sua marca. podendo essa aquisição ser definitiva ou apenas referir-se ao direito de exploração da marca por determinado período. Pode ocorrer também a hipótese de a empresa adquirir de terceiros determinada marca. o valor despendido será registrado em conta própria.00. máquinas. o evento poderia ser registrado da seguinte forma: D . ou seja. como.Lucros ou Dividendos Propostos a Receber (AC) C .Nesse caso.00 . móveis. que são aqueles que. O valor pago a título de “luvas”. ou um valor pela cessão de locação comercial ("ponto comercial").300. contabilmente. direitos autorais etc. quando predeterminado.000. (art.

Registro contábil Publicado em 13/05/2005 08:41 As mutações patrimoniais devem ser registradas na escrituração comercial segundo o regime de competência. na determinação do lucro real. Contabilidade .00 Na prática. que a empresa Alfa desembolsou R$ 5. relativos ao patenteamento de determinado produto. O valor a ser contabilizado é o que foi gasto por ocasião do patenteamento ou. honorários e outras despesas. As patentes têm prazo limitado de duração. Vamos admitir. em relação aos 3º e 4º trimestres-calendário de 2004. a despesa não atender aos requisitos de dedutibilidade estabelecidos na lei tributária. compõem o montante das mercadorias em estoque à disposição para vendas. qualquer que seja sua origem.Patentes de Invenção Toda invenção suscetível de utilização industrial pode ser objeto de patente que garanta a propriedade e o uso exclusivo da invenção. ainda. ser amortizados dentro desse período. é mais usual utilizar uma única conta do Ativo Imobilizado para o registro dos dispêndios com registros de marcas de indústria ou comércio e de patentes de invenção. se a pessoa jurídica que optou pelo lucro presumido nos 1º e 2º trimestres-calendário de 2004. Posteriormente. arrolamento de todos os bens. por não haver a obrigação de pagamento.00 5. deverá efetuar levantamento patrimonial. o que foi pago pela aquisição a terceiros. As mercadorias recebidas por compra são contabilizadas no estoque em contrapartida à conta de fornecedores ou bancos.000.Mudança de opção do lucro presumido para o lucro real nos 3º e 4º trimestres/2004 . Os gastos com patentes podem.07.000.000.Caixa ou Bancos (Ativo Circulante) 5. apurar o Imposto de Renda com base no lucro real trimestral.2004. sob o título ―Marcas e Patentes Mercadorias destinadas à revenda . Lembramos ainda que a tributação pelo lucro presumido relativa aos dois primeiros trimestres-calendário de 2004 é definitiva. devendo a pessoa jurídica fazer as adições correspondentes ao lucro líquido quando. 7º da MP nº 206/2004. por compra ou doação. no período-base em que forem satisfeitas as exigências da lei fiscal. (PN CST nº 34/1981) .Imobilizado) C . data a partir da qual os resultados serão submetidos à tributação com base no lucro real trimestral. caberá a dedutibilidade. direitos e obrigações existentes no dia 1º.00 referentes a serviços.Contabilização Publicado em 30/12/2003 08:31 As mercadorias destinadas à revenda. observadas as normas estabelecidas pela Secretaria da Receita Federal. a pessoa jurídica que tenha optado pelo lucro presumido poderá.Balanço de abertura Publicado em 19/10/2004 08:34 De acordo com o art. ou seja. que também deverá ser feita na determinação do lucro real. portanto. As mercadorias recebidas em doação. em contrapartida a uma conta de receita. Esses gastos seriam assim contabilizados: D . como um novo produto ou um novo processo para se obter um produto. pretender alterar a forma de tributação de seus resultados. então. Dessa forma. findo o qual as invenções caem no domínio público.Patente de Invenção (Ativo Permanente . Contabilidade . excepcionalmente. e não mantiver escrituração contábil regular. encerrando o privilégio da exploração. devem ser contabilizadas a débito de estoques.Mutações patrimoniais .

Anteontem (16). disse Tweedie ontem durante encontro na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa). são seis companhias: Itaú. Fonte: Gazeta Mercantil Contabilidade . dos cálculos de depreciação. ele esteve em Brasília. segundo Tweedie. A empresa tem filiais em 14 países com padrões distintos e é obrigada a publicar a respeitar 16 padrões contábeis diferentes. Com os escândalos contábeis nos Estados Unidos. Pelas regras do FASB. amortização e exaustão. Com o acordo. em 1997. já o IASB contabiliza pelo valor de mercado. os valores são lançados baseando-se nos custos. A expectativa de Nelson Carvalho é que as modificações nas normas contábeis contidas na Lei das S. de constituição de provisões para encargos ou riscos. a empresa tem que fazê-lo segundo as normas brasileiras e dos Estados Unidos. "Já temos 91 países confirmados que usarão estas normas. destaca Tweedie. O IASB formalizou um acordo de cooperação com o FASB. Petrobras. ou como sua base principal na preparação das demonstrações financeiras ou como alternativa legalmente aceita". para todos os problemas contábeis relevantes. A idéia básica é buscar. o Brasil não terá como fugir da integração das normas contábeis mundiais. O próximo passo para a unificação contábil será em 2005. perto de 7 mil empresas vão aderir. disse. e dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do Ativo. os EUA devem adotar esta norma. Bradesco. quando relevantes. da Lei nº 6. "As normas contábeis brasileiras não conflitam com as do IASB. qual dos dois organismos tem a melhor solução e adotá-la. Além de publicar os relatórios em cada país. "É um meio de atrair mais investimentos". porque está listada na Bolsa de Nova York. Para ele.A. Um exemplo é o modo de contabilizar as trocas de ativos entre empresas.outros países. Sir David Tweedie. Ao todo. Na sua equipe estavam Roberto Teixeira da Costa e o professor Nelson Carvalho. necessários ao esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício (art. § 4º. A Petrobras já manifestou apoio. c) o aumento de valor de elementos do Ativo resultante de novas avaliações.Conteúdo Publicado em 22/07/2005 09:06 As demonstrações financeiras das sociedades por ações devem ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis. reunido com membros do Banco Central e do Ministério da Fazenda.IASB prevê unificação mundial das normas contábeis em 2007 Publicado em 18/07/2003 10:39 A unificação das normas contábeis mundiais avança e tem até uma data para acontecer: 2007. Brasil e o Mercosul Uma das propostas de Roberto Teixeira da Costa é que haja uma integração contábil entre os países do Mercosul.Notas Explicativas . No Brasil. a crise de confiança ganhou força e as discussões para um padrão contábil mundial avançaram. Esta é a previsão do presidente do International Accountig Standards Board (IASB). Nova Zelândia e Austrália. mas são tímidas e precisam ser expandidas". Vale do Rio Doce e Pão de Açúcar. quando os países membros da União Européia vão adotar a mesma norma. possam ser votadas no Congresso até outubro. além da União Européia . Mas. As notas explicativas devem indicar: a) os principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais. 176.404/1976). b) os investimentos em outras sociedades. que fazem parte do conselho do IASB. A crise de confiança nestas normas apareceu durante a crise da Ásia. . Crise de confiança "Não se trata de técnicas contábeis. que destinam US$ 18 milhões anuais para o organismo. como Rússia. Unibanco. mas de um conjunto de normas que permitam que os investidores identifiquem riscos".que daqui a dois anos vai incluir alguns países do Leste Europeu . especialmente estoques. disse. o órgão que cuida das normas contábeis dos Estados Unidos. Os investidores descobriram que muitas empresas com balanços saudáveis não estavam tão boas financeiramente quanto os números mostravam. já manifestaram o interesse de aderir às normas. O IASB tem 170 empresas associadas ao redor do mundo. que está no Brasil para falar com autoridades do governo e representantes do mercado de capitais.

e) a taxa de juros. É verdade que. Por outro lado. . necessários para esclarecimento da situação patrimonial e dos resultados do exercício (art. g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício.Notas explicativas . até mesmo para a empresa se destacar no mercado. Dessa forma. 176. amortização e exaustão. Por essa razão. São exemplos de eventos subseqüentes.404/1976) e às exigidas das companhias sujeitas às normas da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. (Lei nº 6. h) os ajustes de exercícios anteriores.d) os ônus reais constituídos sobre elementos do Ativo. f) o número. dos cálculos de depreciação. as notas explicativas são ferramentas bastante úteis para a interpretação de balanços e de outras demonstrações contábeis por trazerem informações complementares que auxiliam o usuário a esclarecer dúvidas sobre itens patrimoniais ou de resultado e até mesmo ajudam a quem elabora as demonstrações. Contabilidade . essas sociedades têm transações mais complexas que as demais e necessitam de maior controle. efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da companhia.A. rigor técnico e transparência nas suas demonstrações. logo vêm à cabeça do profissional aquelas previstas na Lei das S. bem como a legislação societária são mais rigorosas. quando relevantes. • compra ou venda de imóveis ou maquinários cujo preço corresponda a recursos substanciais em termos de capital de giro. § 4º. como memória de cálculo ou de procedimentos utilizados para a avaliação do patrimônio da entidade.404/76). da Lei nº 6. pelo Banco Central do Brasil e outros órgãos. a inclusão das notas explicativas nas demonstrações contábeis de entidades que não estejam obrigadas à sua elaboração pode ser de grande utilidade.Elaboração por sociedades em geral Publicado em 20/10/2005 08:28 Quando se fala de notas explicativas às demonstrações contábeis. as normatizações dos mercados financeiro e de capitais. de constituição de provisões para encargos ou riscos. • mudança na orientação das autoridades governamentais quanto à política cambial. Notas explicativas – O que deve ser indicado Publicado em 11/11/2004 08:41 As demonstrações financeiras das sociedades por ações deverão ser complementadas por notas explicativas e outros quadros analíticos ou demonstrações contábeis. • ampliação ou redução dos objetivos sociais. especialmente estoques. ou possam vir a ter. normalmente. b) os investimentos em outras sociedades. capazes de afetar as demonstrações financeiras de uma empresa ou entidade: •sinistro em estabelecimento da empresa ocorrido após a data do balanço. e dos ajustes para atender a perdas prováveis na realização de elementos do ativo. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. a espécie e a classe das ações do capital social. As notas explicativas deverão indicar: a) os principais critérios de avaliação dos elementos patrimoniais. de importação ou de exportação que possa afetar substancialmente os negócios sociais.

aprovada em 2001. O projeto tem como arcabouço teórico básico as recomendações do International Accounting Standards Committee (IASC) para a execução dos balanços e demonstrativos financeiros. possui uma melhor comunicação com a maioria dos usuários das demonstrações contábeis. afirmou. "Beneficia toda a sociedade e acaba com o suposto prejuízo concorrencial entre empresas abertas e fechadas".c) o aumento de valor de elementos do ativo resultante de novas avaliações. DOAR X DFC O argumento do relatório para a mudança na regra da elaboração dos balanços é que. Embora a DOAR seja considerada pelos especialistas como uma demonstração mais rica em termos de informação. Além disso. normas e padrões de contabilidade e auditoria. São exemplos de eventos subseqüentes. a espécie e a classe das ações do capital social. e para dinamizar o mercado de capitais no Brasil". seguindo uma tendência internacional e também em função das demandas internas. ao contrário.A. principalmente por parte dos analistas de mercado e investidores institucionais. mudança na orientação das autoridades governamentais quanto à política cambial. capazes de afetar as demonstrações financeiras de uma empresa ou entidade:     sinistro em estabelecimento da empresa ocorrido após a data do balanço. assim como ocorre com as abertas. inclusive multinacionais. o projeto também trata de requisitos de qualificação de entidades de estudo e divulgação de princípios. ou possam vir a ter. i) os eventos subseqüentes à data de encerramento do exercício que tenham. não são facilmente apreendidos. disse que a transparência ultrapassa os benefícios que a divulgação dos resultados dá para os minoritários. se transformam em limitadas para não precisar abrir seus dados". d) os ônus reais constituídos sobre elementos do ativo. disse. como. o Conselho Federal de Contabilidade é o órgão mais preparado para ser a referência no assunto no País. afirmou o presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). A DFC. "Grandes empresas. que cria novas regras para elaboração e publicação de demonstrações contábeis e balanços. Novas regras para elaboração e publicação de balanços Publicado em 25/08/2003 09:34 A Comissão de Finanças e Tributação da Câmara realizou dia 20/08 mais uma rodada de audiências sobre o projeto de lei 4. de importação ou de exportação que possa afetar substancialmente os negócios sociais. os conceitos nela contidos. A proposta complementa a Lei das Sociedades Anônimas. as datas de vencimento e as garantias das obrigações a longo prazo. Essa demonstração evidencia as modificações ocorridas no saldo de disponibilidades (caixa e equivalentes) da companhia em um determinado período.376. O projeto de lei ainda fixará as companhias de grande porte ou conjunto de empresas sob controle comum que possuam ativo total acima de R$ 120 milhões ou receita bruta anual superior a R$ 150 milhões. o projeto contempla a substituição da Demonstração das Origens e Aplicações de Recursos (DOAR) pela Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC). f) o número. as garantias prestadas a terceiros e outras responsabilidades eventuais ou contingentes. compra ou venda de imóveis ou maquinários cujo preço corresponda a recursos substanciais em termos de capital de giro. e) a taxa de juros. Alcedino Gomes Barbosa. efeito relevante sobre a situação financeira e os resultados futuros da companhia. g) as opções de compra de ações outorgadas e exercidas no exercício. as companhias limitadas estão livres da prestação de contas. "Mas sabemos que as empresas auditadas são as que mais recolhem impostos. Atualmente. por exemplo." A diretora do CVM. Segundo Armando Monteiro. Outro ponto que ainda está em aberto é a obrigatoriedade das grandes empresas fechadas e limitadas divulgarem seus balanços. por utilizar linguagem e conceitos mais simples. através de fluxos de recebimentos e pagamentos. de 2000. O deputado Armando Monteiro Neto (PTB-PE) espera finalizar o relatório em meados de setembro para que a matéria possa ser votada na comissão logo em seguida. "As novas regras são um instrumento importante para a Lei das S. embora a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) também esteja concorrendo ao posto. a variação do capital circulante líquido. ampliação ou redução dos objetivos sociais. também presente na audiência pública. . Norma Parente. h) os ajustes de exercícios anteriores.

a partir do ano-calendário de 1999. um "fato permutativo".718/98. que visa a proporcionar orientação adicional sobre as responsabilidades do auditor na auditoria de demonstrações contábeis quanto à propriedade do pressuposto de continuidade operacional como uma base para a preparação das demonstrações contábeis. de 30 de agosto de 2002.Registro contábil Publicado em 01/12/2003 08:30 O pagamento de dívidas mediante endosso de um cheque ou duplicata mercantil. depois de iniciado o pagamento do imposto com base no lucro presumido. do Conselho Federal de Contabilidade. da Lei nº 9.03.2003. contemplada no art.04.1. e 856 do RIR/99). A Resolução nº 958. que trata da Demonstração de Sobras e Perdas das Entidades Cooperativas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde. a todos os seus empregados. A dedução das despesas com alimentação.4 da Resolução CFC nº 944/02. publicada no DOU de 22. do Conselho Federal de Contabilidade. representa. no campo 04 do DARF. 13. A dedução dessas despesas aplica-se.Fonte: Gazeta Mercantil Novas Resoluções do Conselho Federal de Contabilidade Publicado em 28/04/2003 09:14 A Resolução nº 957. independentemente da existência de Programa de Alimentação do Trabalhador . não será mais admitida a mudança para o regime do lucro real. publicada no DOU de 22. aprovou a Interpretação Técnica NBC T 11 – IT . uma diminuição .04.21. de 14. ou seja. quando a pessoa jurídica tiver programa aprovado pelo Ministério do Trabalho.21 – Entidades Cooperativas Operadoras de Planos de Assistência à Saúde. 13.2003. vencível no último dia útil de abril (arts. inclusive. Pagamento de dívidas com cheques ou duplicatas de terceiros . de 14. fará jus ao benefício previsto para Programas de Alimentação do Trabalhador. publicada no DOU de 22. além da dedução como despesa. § 4º. de acordo com as normas que regem este benefício.2003. em relação ao mesmo ano-calendário.2003. 516. da Lei nº 9.21 – IT – 01. a opção pela tributação com base no lucro presumido passou a ser definitiva em relação a todo o anocalendário. indistintamente.PAT.03.2003. do Conselho Federal de Contabilidade. De acordo com os arts. do ponto de vista contábil. da Lei nº 9. que aprovou a Interpretação Técnica NBC T 10.21 – IT – 02 – Regulamenta o item 10. ou seja. de 14. aprova a NBC T 10. do código de receita próprio do imposto apurado no regime do lucro presumido (2089).21. § 1º e 17. A Resolução nº 959. permite a dedução das despesas com alimentação fornecida pela pessoa jurídica.249/95. desde que indistintamente a todos os seus empregados.08. 13. o qual estabelece em seu parágrafo único que.4. inciso II. às cestas básicas de alimentos fornecidos pela empresa. visa a explicar o item 10.2003.03. Opção pelo Lucro Presumido é definitiva Publicado em 05/09/2001 08:09 A opção pela tributação com base no lucro presumido será manifestada por ocasião do pagamento da primeira quota ou quota única do imposto devido no primeiro trimestre do ano-calendário.249/95. 369 do RIR/99. Considerar-se-á formalizada a opção mediante a indicação.04. Conheça o RIR Eletrônico Atualizável Os gastos com cestas básicas podem ser deduzidos Publicado em 06/05/2003 13:57 O art. que aprovou a NBC T 10. que é prática comercial não muito comum. § 1º. § 1º. está incorporada no art.

De acordo com a Lei nº 6. por exemplo. e que estão formalmente incorporados ao Capital. móveis e utensílios de uso da empresa. Conclui-se que receber ou quitar dívidas mediante endosso de títulos ou cheques a receber de terceiros requer muita cautela de ambas as partes envolvidas na operação. a diferença entre Ativo e Passivo Exigível é igual ao Patrimônio Líquido. na mesma proporção. essa equação também pode ser assim representada: Ativo – Passivo Exigível = Patrimônio Líquido. ou a diferença entre o que a empresa ―tem‖ e o que ela ―deve‖. b) pode ocorrer que o título dado em pagamento da dívida não seja quitado na data do vencimento. podemos dizer. Contabilidade . assim entendidos: a) bens: estoques de mercadorias. em folha de pagamento.Patrimônio . então. Considerando-se que: (Bens + Direitos) = ATIVO. Então. mediante a seguinte equação. b) direitos: valores a receber (de clientes ou não). aluguel a ser pago. tributos devidos. suas instalações. mas ainda a pagar etc..404/76. a diferença entre o valor dos ativos e o dos passivos e resultado de exercícios futuros representa o Patrimônio Líquido. estes podem não apresentar fundos. ―Passivo Exigível‖). Parcela de participação no PAT descontada dos empregados Publicado em 02/07/2002 09:07 O desconto. Assim. Vale registrar que esse tipo de operação apresenta alguns incovenientes. como por exemplo as duplicatas a receber. em conta ou subconta distinta dos grupos ou subgrupos correspondentes aos gastos com o PAT ou a crédito da conta transitória que for utilizada para registro dos gastos. do valor correspondente à participação no PAT cobrada dos trabalhadores deve ser registrado como recuperação de custos de produção ou despesas operacionais. considerada básica na Contabilidade: (Bens + Direitos) – (Obrigações) = Patrimônio Líquido. que representam valores recebidos que não transitaram por seu Resultado como . ou por ela gerados. b) Reservas de Capital. trata-se do conjunto de bens. podemos conceituar patrimônio como tudo o que a empresa possui.Conceito Publicado em 19/04/2005 10:23 Simplificadamente. na maioria das vezes. galpões. com seus fornecedores (aqueles de quem ela adquire mercadorias). energia elétrica e telefone já consumidos. Se o Ativo contém os bens e direitos e o Passivo Exigível contém as obrigações. Do Patrimônio deriva o conceito de Patrimônio Líquido. Num conceito mais técnico temos: • o conjunto de bens e direitos denomina-se ATIVO. prédios. Portanto. que representa valores recebidos pela empresa. tais como: a) o valor dos cheques ou duplicatas cedidos em pagamento. que é o valor contábil pertencente aos acionistas ou sócios. Patrimônio Líquido – Conceituação Publicado em 27/06/2003 10:23 No balanço patrimonial. água. c) obrigações: dívidas da empresa. veículos etc. que o Patrimônio Líquido é a situação líquida do patrimônio.do saldo de uma conta do Ativo correspondente a uma diminuição do saldo de uma conta do Passivo. o Patrimônio Líquido é dividido em: a) Capital Social. é diferente do valor da dívida que se deseja liquidar. direitos e obrigações. e que: Obrigações = PASSIVO Exigível. • o conjunto de obrigações denomina-se PASSIVO (mais precisamente. c) tratando-se de cheques.

.. a empresa terá de providenciar a baixa do ativo. extravio ou deterioração de documentos .. procede-se aos seguintes registros contábeis: . sabendo-se que o respectivo bem custou R$ 2...... e o PIS não-cumulativo a Recuperar. A legalização de novos livros só será providenciada depois de observada a determinação supracitada.00 Contribuição ao INSS...... com base em laudos técnicos.. a pessoa jurídica fará publicar. que forneceu um Boletim de Ocorrência... que foi demitido por justa causa. no valor de R$ 360. Contabilidade e IRPJ ..00. ocorrido o fato.. dentro de quarenta e oito horas.Perda...000.. §§ 1º e 2º do RIR/1999) Perdas decorrentes de furtos praticados por empregados .... remetendo cópia da comunicação ao órgão competente da receita federal de sua jurisdição.. no valor de R$ 33.. está registrado no estoque por R$ 1.. que representam lucros obtidos pela mesma empresa. R$ 1.00. aviso concernente ao fato e deste dará minuciosa informação..... aplicações financeiras) e materiais (estoques para produção e/ou revenda de itens do Ativo Permanente). foi identificado como responsável um funcionário da empresa. fichas. constatou-se que ele tinha um crédito líquido de apenas R$ 890...receitas.. em jornal de grande circulação do local de seu estabelecimento... 364 do RIR/1999).. d) Reservas de Lucros. Ao preparar a rescisão contratual do funcionário em questão.... todas as empresas necessitam de pessoal para administrar. documentos ou papéis de interesse da escrituração.... uma vez que ele deixou de incorporar o seu patrimônio. pode ocorrer a apropriação indébita desses bens pelos próprios funcionários incumbidos de sua guarda ou mesmo o furto deles por qualquer outro empregado. essas perdas somente serão dedutíveis como custo ou despesas operacionais quando houver inquérito instaurado nos termos da legislação trabalhista ou quando apresentada a queixa perante a autoridade policial (art.00..00.. que são também resultados obtidos. a saber: Valor bruto do saldo de salário ..... Verificada a ocorrência desse fato. retidos com finalidade específica.. ao órgão competente do registro do comércio.00) Crédito líquido.. 264... ressaltamos que.. o ICMS pago na aquisição. e) Lucros ou Prejuízos Acumulados... deterioração ou destruição de livros....607. para efeito de apuração do lucro real...000...00.. Exemplo Vejamos o exemplo do furto de uma mercadoria do estoque de revenda de uma empresa comercial.. c) Reservas de Reavaliação. Em algumas ocasiões.. sendo o caso noticiado na delegacia local... que representam acréscimo derivado da diferença entre o valor contábil e o valor de mercado. R$ 890.. Todavia..... ou à espera de absorção futura (quando prejuízos).. saldo em conta corrente bancária..Comunicação ao Fisco Publicado em 31/10/2005 10:00 Ocorrendo extravio. (Art... (R$ 110...... controlar ou simplesmente manusear seus recursos monetários (caixa. Suponha-se que. mas retidos sem finalidade específica (quando lucros)..00 Na hipótese exemplificada..Contabilização Publicado em 25/11/2004 08:27 Em geral.

no caso de existência de seguro que garanta à empresa o ressarcimento de prejuízos decorrentes de apropriação indébita.Estoques (Ativo Circulante) 890.00 C . relativos aos tributos e contribuições sob administração da SRF. a validação do conteúdo e a gravação do Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento .PER/DCOMP Publicado em 03/06/2003 15:37 O programa PER/DCOMP tem por finalidade permitir ao contribuinte o preenchimento. até o limite do crédito do empregado.pelo reconhecimento do prejuízo decorrente do furto (lembrando que somente a parcela não coberta pelo crédito do empregado pode ser apropriada como prejuízo): D . passível de restituição.00 C . ou crédito do IPI.00 III .Contribuições ao INSS a Recolher (Passivo Circulante) 110. naturalmente não cabe apropriação de perdas no resultado.PIS não-cumulativo a Recuperar (Ativo Circulante) 33.110.Salários a Pagar (Passivo Circulante) 2.00 C .pelo ressarcimento do valor do furto.000.DCOMP.00. não haveria nenhum prejuízo a ser registrado. utilizando-se o Programa Receitanet.receita.I . furto ou roubo.PER e da Declaração de Compensação .Salários (Resultado) C . para que referida quantia seja ressarcida ao estabelecimento detentor do crédito.00 C . O Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e a Declaração de Compensação deverão ser enviados à SRF por intermédio da Internet. Por exemplo.PIS não-cumulativo a Recuperar (Ativo Circulante) 33.ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 360. que está disponível no endereço www. registrado na conta de ―Salários a Pagar‖. indevidamente ou em valor maior que o devido. passível de ressarcimento.000. para compensação de débitos próprios.Salários a Pagar (Passivo Circulante) C . se o valor do crédito do funcionário fosse superior ao valor da mercadoria.br.00 Evidentemente.500.Estoques (Ativo Circulante) 717. Perguntas e Respostas sobre o Pedido Eletrônico de Restituição ou Ressarcimento e da Declaração de Compensação .ICMS a Recuperar (Ativo Circulante) 360. de R$ 2.Salários a Pagar (Passivo Circulante) 1. se ele tivesse um crédito líquido. .00 II . para envio à SRF (IN SRF nº 320/03) O Pedido Eletrônico de Restituição será apresentado pela pessoa física ou pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica que houver pago à União.Perdas por Apropriação Indébita e Furtos (Resultado) 1. para que referida quantia lhe seja restituída.gov. considerando que a hipótese de tal desconto está prevista no regulamento interno da empresa: D . quantia a título de tributo ou contribuição administrado pela SRF.607.00 C . o valor do furto seria integralmente ressarcido por meio do seguinte lançamento contábil: D . A Declaração de Compensação será apresentada pela pessoa física ou pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica que houver apurado crédito relativo a tributo ou contribuição administrado pela SRF.pela apropriação da despesa relativa ao salário e do desconto da contribuição previdenciária: D .Estoques (Ativo Circulante) 1.00 C .Salários a Pagar (Passivo Circulante) C .fazenda. O Pedido Eletrônico de Ressarcimento será apresentado pelo estabelecimento matriz da pessoa jurídica em nome do estabelecimento que houver apurado crédito do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).00 D . vencidos ou vincendos.00 Observe-se que. passível de ressarcimento.

Veja a íntegra (somente para assinantes Boletim IOB) Peritos contra a abertura de atividades a outros setores Publicado em 13/08/2003 11:00 Oito peritos judiciais contábeis em São Paulo enviaram ao presidente do Conselho Federal de Contabilidade (CFC). a medida resulta na revogação de toda a legislação profissional e unifica as profissões sem qualquer consulta aos contabilistas.A seguir. A alegação é de que os conselhos regionais não teriam competência legal para firmar o protocolo e o CRC-SP não poderia abdicar do dever de fiscalizar a atividade profissional (no caso. O documento é de autoria de Emir Paulin. Marcelo Romeiro Reis.Campo de Atuação dos Profissionais Liberais nas Áreas de Administração. aumentar as dos economistas e conceder aos administradores a possibilidade de realizarem perícias judiciais. como o disposto. que tira dos contadores a exclusividade das atividades de realização de perícias contábeis judiciais e extras judiciais.Legal & Jurisprudência1 Contabilidade . da perda de indicações e nomeações e.Considerações Publicado em 20/02/2004 14:36 O Plano de Contas é o instrumento que o profissional consulta quando vai fazer um lançamento contábil. a qualidade das perícias judiciais). pois indica qual conta deve ser debitada e qual conta deve ser creditada. A medida estabeleceu que estas atividades passem a ser realizadas também por economistas e administradores. Fonte: Gazeta Mercantil . Conselho Regional de Economistas de São Paulo e Conselho Regional de Administradores de São Paulo. afirmam os peritos. Hélvio de Oliveira.Imóveis (AP) C . principalmente. Marcelo Alcides Carvalho Gomes. O Plano tem por finalidade principal estabelecer normas de conduta para o registro das operações da organização. Os peritos requerem ainda que se alerte o CRC-SP para a "eventual necessidade de ressarcimento de prejuízos e perdas financeiras que eventualmente decorram do protocolo para todos os contadores peritos judiciais em face do estreitamento da área profissional. da possibilidade de perícias que tenham feito possam ter sua validade questionada".Permuta de imóvel com recebimento de torna . João Carlos Rocco. conforme exemplificado a seguir: D . Valder Luiz Palombo Alberto.Tornas Recebidas em Permutas de Imóveis (CR) AP = Ativo Permanente CR = Conta de Resultado Plano de Contas . se pretende restringir as prerrogativas dos contadores. podemos dizer que o Plano de Contas é um guia que norteia os trabalhos contábeis de registro de fatos e atos inerentes à empresa e serve de parâmetro para a elaboração das demonstrações financeiras (ou demonstrações contábeis). uma representação contra ato do Conselho Regional de Contabilidade de São Paulo (CRC-SP). Conceitualmente. Segundo eles. Alcedino Gomes Barbosa. Para eles é ilegal e equivocado o "Protocolo de Entendimentos . Vilder Francisco e Palombo Alberto. Martinho Maurício Gomes de Ornelas. Contabilidade e Economia no desempenho da atividade de Perícia Judiciais e Extra Judiciais". não previsto em lei". O objetivo da representação é que o CFC declare nulo o protocolo firmado entre o CRC-SP. . a unidade imobiliária recebida deve ser registrada no Ativo Permanente da pessoa jurídica enquanto a torna deve ser computada em conta de receita.Registro Publicado em 12/09/2005 09:34 Na permuta de imóvel com recebimento de torna. relacionamos as principais dúvidas sobre o PER/DECOMP. "Na prática.

adotando-se um Plano de Contas que. ainda. em qualquer modalidade ou veículo de comunicação. comprovadamente. l) recusar-se a prestar contas de quantias que lhe forem. não seja excessivamente ―diferente‖ dos modelos usualmente utilizados. o que deve conter e outras informações sobre critérios gerais de contabilização). m) reter abusivamente livros. tenha tido conhecimento. auditoria externa) e. no exercício da profissão. alheio à sua orientação. Na prática. o seu exercício aos não habilitados ou impedidos. trabalhos realizados e relação de clientes. p) revelar negociação confidenciada pelo cliente ou empregador para acordo ou transação que. Fisco. supervisão e fiscalização. conteúdo que resulte na diminuição do colega. quando impedido. a descrição do funcionamento de cada conta – o chamado Manual de Contas.CEPC): a) anunciar. por qualquer meio.404/76). o ) exerce atividade ou ligar seu nome a empreendimentos com finalidades ilícitas. f) manter organização contábil sob forma não autorizada pela legislação pertinente. devem ser levados em conta três objetivos fundamentais: a) atendimento às necessidades de informação da administração da empresa. às regras da legislação do Imposto de Renda. d) assinar documentos ou peças contábeis elaborados por outrem. mediante participação desse nos honorários a receber. ato definido como crime ou contravenção. particularmente. g) valer-se de agenciador de serviços. tanto quanto possível. e) exercer a profissão. n) aconselhar o cliente ou o empregador contra disposições expressas em lei ou contra os Princípios Fundamentais e as Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo Conselho Federal de Contabilidade. c) auferir qualquer provento em função do exercício profissional que não decorra exclusivamente de sua prática lícita. é vedado ao contabilista (art. j) prejudicar. constitui na verdade um conjunto de normas do qual deve fazer parte. especializações. às exigências dos agentes externos à empresa (fornecedores. i) solicitar ou receber do cliente ou empregador qualquer vantagem que saiba para aplicação ilícita.Na estruturação de um Plano de Contas. papéis ou documentos. com comentários e indicações gerais sobre a aplicação e o uso de cada uma das contas (para que serve. genericamente tido como um simples elenco de contas. interesse confiado a sua responsabilidade profissional. direta ou indiretamente. comprovadamente. culposa ou dolosamente. da Organização Contábil ou da classe. b) assumir. h) concorrer para a realização de ato contrário à legislação ou destinado a fraudá-la ou praticar. comprovadamente confiados à sua guarda. ou facilitar. Práticas vedadas ao contabilista Publicado em 20/07/2004 08:51 No desempenho de suas funções. sendo sempre admitida a indicação de títulos. com prejuízo moral ou desprestígio para a classe. . a Lei nº 6. bancos. serviços oferecidos. confiadas. 3º do Código de Ética Profissional do Contabilista . serviços de qualquer natureza. c) adaptação. b) adoção de formato compatível com os princípios de contabilidade e com a norma legal que regula a elaboração do balanço patrimonial e das demais demonstrações contábeis (ou seja. essa adaptação é feita quase que automaticamente. Importa observar que o Plano de Contas. embora atenda às exigências internas da empresa.

Na prática. A Lei nº 9. Vale lembrar que a compensação de prejuízos fiscais é uma solução prevista na legislação e defendida pelas empresas como forma de evitar o pagamento do Imposto de Renda (IR) sobre um valor que não represente acréscimo patrimonial. porém. na profissão contábil. em primeiro lugar. se houver. as despesas e os encargos do período deve. Assim. x) publicar ou distribuir. s) não cumprir. de acordo com a proposta dos administradores ad referendum da assembléia-geral ou a decisão dos sócios. O consultor diz. porém. No caso da Maza. a empresa foi autuada por ter compensado prejuízos fiscais acima do limite de 30% no ano-base de 1995. em seu nome. ser transferido para a conta de lucros ou prejuízos acumulados (classificável no patrimônio líquido) e. a fiscalização deve tratar o caso como postergação. estatutárias ou contratuais pertinentes. receber. Prejuízo apurado no exercício . como também aqueles gerados anteriormente à mudança das regras". trabalho científico ou técnico do qual não tenha participado. com quebra de sigilo profissional. quando for o caso.065/95. u) elaborar demonstrações contábeis sem observância dos Princípios Fundamentais e das Normas Brasileiras de Contabilidade editadas pelo CFC. devendo evitar quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficácia e correção de seu trabalho. Segundo ela. no prazo estabelecido. ao verificar num determinado ano-base a compensação de prejuízos acima do limite de 30%. Prejuízos fiscais . impôs uma forte restrição a essa compensação. "Esse julgamento desfavorável alcança não somente os prejuízos apurados de 1995 em diante. teve lucros suficientes para compensar a parcela excedente à trava de . Portanto. a Maza Administração e Participações S/C Ltda conseguiu decisão que lhe foi favorável. da ASPR Auditoria e Consultoria . t) intitular-se com categoria profissional que não possua. depois de regularmente notificado. o resultado líquido final apurado na confrontação entre as receitas e os custos. o Primeiro Conselho de Contribuintes tem decisões favoráveis às empresas em alguns aspectos dessa compensação.Contabilização Publicado em 21/08/2003 09:13 No encerramento do exercício social das empresas. A trava de 30% já foi validada em julgamento da Câmara Superior de Recursos Fiscais (CSRF). observadas as disposições legais. o tribunal administrativo já uniformizou seu entendimento de forma desfavorável aos contribuintes. alterando ou deturpando o exato teor de documentos. Se por acaso houve lucros e os ganhos foram suficientes para absorver os prejuízos compensados indevidamente. em publicação em que haja menção a trabalho que tenha realizado ou orientado. com as devidas multa e juros. diz ele. r) iludir ou tentar iludir a boa fé de cliente. Mas a companhia alegou que nos período entre 31 de dezembro de 1995 e a data da autuação. Assim. os prejuízos fiscais devem ser compensados no limite máximo de 30% do lucro líquido de cada período. a autuação lançará somente a diferença do valor do tributo. de empregador ou de terceiros. v) renunciar à liberdade profissional. determinação dos Conselhos Regionais de Contabilidade. salvo quando autorizado por eles. bem como fornecendo falsas informações ou elaborando peças contábeis inidôneas. que apesar de ter validado a restrição de 30% no uso de prejuízos fiscais.q) emitir referência que identifique o cliente ou empregador. instância máxima do Conselho de Contribuintes. a partir daí. a "trava" dos 30% acaba aumentando a carga tributária das empresas. uma empresa que acumulou prejuízos fiscais pode compensar as perdas anteriores com os lucros tributáveis. Os conselheiros concluíram que.Decisão permite reduzir autuação Publicado em 18/11/2003 09:25 O Primeiro Conselho de Contribuintes tem concedido decisões a respeito da compensação de prejuízos fiscais que podem ser especialmente interessantes para as empresas que são alvo de autuação fiscal por não ter respeitado a limitação de 30% do lucro. já que reduz o montante de abatimento do lucro via compensação de prejuízos. por exemplo. em fevereiro de 2000. Em julgamento recente da Sétima Câmara do Primeiro Conselho de Contribuintes. as destinações que lhe são próprias. explica o consultor Pedro César da Silva. a fiscalização deve averiguar se o contribuinte obteve lucros nos períodos posteriores ao ano verificado e anteriores à data da autuação.

em contrapartida ao registro da despesa antecipada em conta de ativo. classificável no Ativo Circulante (e no Realizável a Longo Prazo. Conforme a situação.Previsões . e a baixa do passivo se dá por ocasião dos pagamentos das parcelas. cujo prêmio é devido pela segurada à seguradora. de vendas. Nessas condições. Segundo a sistemática de classificação de contas implantada pela Lei das Sociedades por Ações. diz o consultor Silva. A apropriação do prêmio como despesa ou custo de produção é feita com base no regime de competência. cuja contrapartida é uma conta de passivo. por força de contrato.30%. e de ―Prêmio de Seguro a Pagar‖. . se eventualmente o prazo de cobertura do seguro ultrapassar a data de encerramento do exercício seguinte). Contabilidade . numa conjuntura econômico-administrativa. o procedimento contábil normalmente utilizado é o registro do valor total do respectivo prêmio em conta de ―Prêmio de Seguro a Apropriar‖. mas servem. ao cálculo estimado das provisões para as exigibilidades e perdas no Ativo cujos valores não sejam líquidos e certos. Isso é devido ao fato de que.Contabilização Publicado em 06/07/2005 09:26 A contratação de um seguro enseja o pagamento do prêmio. Fonte: Valor Econômico Contabilidade . pela parcela a pagar.Prêmio de seguro . se for o caso). citamos as previsões de Caixa. que corresponde. em despesas antecipadas. Portanto. portanto. Com base nisso. pela parcela paga. em virtude da ocorrência do evento estipulado na apólice. de compras. em contrapartida a contas de disponibilidades. embora fundamentado na estrutura dos registros contábeis. entre outras finalidades. Em seu relatório. as previsões não fazem parte da terminologia contábil. os prêmios de seguro pagos e ainda não incorridos devem ser mantidos em conta própria de "Despesas Antecipadas". que neste particular é extensiva às demais empresas tributadas pelo Imposto de Renda com base no lucro real.Prêmios de seguro . caso a empresa tenha tido lucros suficientes para compensar todos os prejuízos fiscais aproveitados. e portanto. durante o prazo de vigência do seguro. Contabilidade . com multa e juros. Como exemplos. Vê-se. em síntese.Pagamento parcelado Publicado em 28/07/2004 08:43 Na hipótese de o seguro ser contratado com o pagamento parcelado do prêmio. em contraprestação à garantia de cobertura de perdas que o segurado eventualmente venha a sofrer. o pagamento se restringirá à diferença. na fração que corresponde ao tempo transcorrido. está garantida a cobertura de sinistros sobre os bens objeto do seguro. de custo de fabricação. O argumento foi acolhido pelos conselheiros. que está sendo registrado em ―Despesas Antecipadas‖ uma parcela do prêmio que ainda não está paga. cuja apropriação no resultado deve ser feita na proporção do transcurso do prazo de cobertura do seguro. no ativo circulante (e realizável a longo prazo. é feito extracontabilmente. O tratamento será o do imposto pago em atraso". A decisão do conselho estende o entendimento para as bases negativas da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL). os prêmios pagos constituem despesas antecipadas. o conselheiro Carlos Alberto Gonçalves Nunes diz que as decisões administrativas "têm se posicionado no sentido de que a fiscalização deve recompor os resultados da pessoa jurídica para evitar cobrar tributos em um período para restitui-lo depois. é passível de registro no passivo exigível da segurada.Conceito Publicado em 09/11/2005 09:02 O ato de prever. se for o caso). com custos administrativos desnecessários para a administração" e para o contribuinte. de resultados etc. pediu o tratamento de postergação do tributo e não da simples falta de pagamento. no passivo circulante (e exigível a longo prazo. ao preço cobrado pela seguradora. "A decisão é interessante porque pode auxiliar muitas empresas a reduzir de forma sensível o valor da autuação fiscal.

uma sociedade ou instituição de qualquer natureza ou finalidade. Contabilidade . Portanto: • uma receita é considerada realizada no momento em que os bens ou serviços são fornecidos pela empresa a seu cliente. do valor correspondente à venda. sua própria declaração. pela empresa. c) princípio da continuidade. b) o aluguel do mês de novembro. com ou sem fins lucrativos. sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para o registro contábil.Conceito Publicado em 25/05/2005 11:19 O princípio da entidade reconhece o patrimônio como objeto da Contabilidade e afirma a autonomia patrimonial. • uma despesa é considerada incorrida no momento em que ocorra o consumo de bens ou a utilização de serviços. o patrimônio da empresa (entidade) não se confunde com o dos seus sócios ou proprietários. um conjunto de pessoas. que será pago somente em dezembro. independentemente do pagamento. segundo o qual o patrimônio da empresa (entidade) não se confunde com o dos seus sócios ou proprietários. Segundo esse princípio. por exemplo: a) numa venda feita em novembro para recebimento em dezembro. que determina a adoção do menor valor para os componentes do Ativo e do maior para os do Passivo.Contabilidade .Princípio da entidade . do valor devido. b) princípio da prudência (também conhecido como ―conservadorismo‖). independentemente de recebimento ou pagamento. Na prática. independentemente do recebimento. comprova-se a eficácia do princípio da entidade pelo fato de que a empresa apresenta sua declaração de Imposto de Renda e seus sócios apresentam. pela empresa.Princípio Contábil da Competência Publicado em 29/09/2005 10:18 De acordo com o Princípio Contábil da Competência as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa do período em que ocorrerem. a necessidade da diferenciação de um patrimônio particular no universo dos patrimônios existentes. ou seja. a receita de venda deverá ser contabilizada no mês de novembro. Principios Fundamentais da Contabilidade Publicado em 27/04/2005 13:01 São os seguintes os Princípios Fundamentais da Contabilidade: a) princípio da entidade. cada um. e não os relacionados com o patrimônio particular de seus sócios. independentemente de pertencer a uma pessoa. sempre simultaneamente quando se correlacionarem. Assim. deve ser contabilizado como despesa do mês de novembro. a Contabilidade da empresa registra somente os atos e os fatos ocorridos que se refiram ao patrimônio da empresa. Portanto. segundo o qual a empresa deve ser considerada como um organismo em movimento .

consumo.Adquirido de terceiros CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT) . direitos e obrigações). Ltda Pela participação dos funcionários no custo das refeições: D . sempre simultaneamente quando se correlacionarem. na sua essência.refeições adquiridas de terceiros C . Como a empresa terá atividades por um período indefinido. d) princípio do registro pelo valor original.Fornecedores (PC) Empresa ―X‖ Ltda Pelo fornecimento de vales-refeição aos funcionários D . f) princípio da atualização monetária. g) princípio da competência.Despesas Operacionais (PC) PAT .Registro contábil Publicado em 28/01/2005 08:28 As empresas que adquirem vales-refeição para distribuir aos seus funcionários devem contabilizar como segue sugestão: Pela aquisição de vales-refeição D . deve ser feito o registro das variações patrimoniais. que. É a ―entidade em marcha‖.96 foi revogada a correção monetária das demonstrações financeiras e vedada a utilização de qualquer sistema de correção. venda. que determina que as mudanças nos Ativos e no Passivo.249/95).Despesas Operacionais (CR) . independentemente de recebimento ou pagamento.01. ou seja. pelo valor de aquisição (valor de entrada dos bens. ainda que somente exista razoável certeza da ocorrência. Portanto. segundo o qual as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado da empresa do período em que ocorrerem. segundo o qual os efeitos da alteração do poder aquisitivo da moeda nacional devem ser reconhecidos nos registros contábeis por meio do ajustamento da expressão formal dos valores dos componentes patrimoniais. a qual deve concretizar seus objetivos continuamente. desde que devidamente estimável. Com. ou seja. Não obstante permaneça inalterado este princípio. e) princípio da oportunidade. todas as variações sofridas pelo patrimônio da empresa sejam contabilizadas logo que ocorrerem.Vale-refeição . inclusive para fins societários (art. e não pelo valor que poderia ser obtido quando forem vendidos.Despesas antecipadas (AC) Vales-refeição C . Programa de Alimentação ao Trabalhador (PAT) – Utilização de restaurante de terceiro – Tratamento contábil Publicado em 01/02/2005 08:14 Empresa que se utiliza de restaurante terceirizado para atender seus funcionários deve contabilizar as respectivas operações como segue sugestão: Pelo fornecimento das refeições da contratada: D .Obrigações com Pessoal (PC) Salários e ordenados a pagar C . É por isso que são feitas as chamadas ―provisões‖. compra. 4º da Lei nº 9.constante e contínuo de produção. investimentos etc.Fornecedores (PC) Empresa Restaurante Ind. determina que os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações. os bens serão sempre avaliados pelo custo de aquisição (custo histórico). ainda que seus valores sejam apenas razoavelmente estimados e que a respectiva documentação seja posteriormente complementada.Despesas Operacionais (CR) PAT . desde 1º.

do RIR/1999). diretores ou administradores da pessoa jurídica (art. Não se confunde. portanto. 357. na legislação do Imposto de Renda. 88. Assim.Despesas Operacionais (CR) Programa de Alimentação do Trabalhador AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante CR = Conta de Resultado Programas para computador – Amortização Publicado em 17/10/2001 09:10 Os custos e as despesas de aquisição e desenvolvimento de logiciais (software) utilizados em processamento de dados. podendo ser amortizados no prazo mínimo de cinco anos (IN SRF nº 4/85).INSS a Recolher (PC) . tanto para efeito da apuração do lucro real como para fins de determinação da base de cálculo da Contribuição Social sobre o Lucro. respondendo a consulta formulada por contribuinte. as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem deduzir a totalidade dos valores pagos a esse título como custo ou despesa operacional. 357 do RIR/1999). em face da revogação do art. mesmo escrituradas nessas contas. e as que. devem ser ativados. diretores ou administradores e titulares de empresas individuais (atualmente empresários) percebem pelo seu trabalho. Anteriormente. com valores correspondentes a lucros.1997. deixaram de existir quaisquer limites. Todavia.Programa de Alimentação do Trabalhador.IR Fonte a Recolher (PC) C .Obrigações c/o Pessoal (PC) Salários e Ordenados a pagar C . O registro contábil do pró-labore devido aos sócios. que o valor dos custos de aquisição de programas de computador deve ser registrado no ativo imobilizado. para a dedução da remuneração mensal dos sócios. diretores ou administradores e titulares de empresas individuais (atualmente empresário) e dos respectivos encargos sociais pode ser efetuado da seguinte forma: D .01. aos quais as pessoas citadas façam jus em decorrência da participação societária. parágrafo único. não publicado no DOU).Despesas Antecipadas (AC) Vales-refeição Pela participação dos funcionários no custo das refeições D . I. ou contas subsidiárias. Desde 1º. XIII). não correspondam à remuneração mensal fixa por prestação de serviços (art.Pró-Labore (CR) C ..341/1987 pela Lei nº 9. o Fisco afirmou (Parecer CST nº 957/83 – parecer interno. C . acrescentando que o prazo mínimo admitido para sua amortização é de cinco anos. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade .Pró-labore .430/1996 (art.Registro Publicado em 25/11/2005 08:37 O pró-labore é a remuneração que os sócios. 29 do Decreto-lei nº 2. cabe observar que não são dedutíveis as retiradas não debitadas em custos ou despesas operacionais.

PROUNI .Pró-Labore a Pagar Contabilidade . devem ser respeitadas. CSL. Doutorado e outros). COFINS e PIS-Pasep (2) O beneficio de isenção será aplicado sobre a receita de bruta dos serviços prestados na atividade de ensino superior de cursos de graduação. para que possam beneficiar-se da isenção de impostos e contribuições durante o período de vigência desse benefício (prazo de 10 anos). quando couber. ou cursos seqüenciais de formação especifica (Pós-Graduação. (3) Com referência às doações. as normas que disciplinam a atuação das entidades beneficentes de assistência social na área da saúde.Cálculo e Contabilização Publicado em 30/12/2004 09:16 As entidades de ensino. Mestrado. .C . entendemos que deverá proceder ao cálculo da gratuidade a ser contabilizado da seguinte forma: Receita Bruta da Venda de Serviços (+) Receita de Aplicações Financeiras (+) Receita de Locação de bens (+) Receita de venda de bens não integrantes do ativo imobilizado (+) Doações Particulares = Base de Cálculo x 20% = Aplicação permitida em gratuidade Notas (1) Os tributos isentos são: IRPJ.

000.00 Aluguel R$ 10.00 AC .00 Aplicação Financeira R$ 20.00 Doações recebidas R$ 30.00 2) Pelo registro da doação das mensalidades conforme registro no PROUNI: D – Bolsas de Estudo PROUNI (CR) C – Mensalidade escolares a receber (AC) 122.000.000.Ativo Circulante CR .00 Base de Cálculo R$ 610.00 Percentual 20% Valor a ser aplicado R$ 122.00 Venda de Bens R$ 50.000.000.Ensino (CR) 500.000.000.00 Registro Contábil: 1) Pelo registro das mensalidades a receber de todos os alunos: D – Mensalidade Escolares a Receber (AC) C – Receita de Prestação de Serviços .Contas de Resultado .Exemplo Receita Bruta R$ 500.000.000.

simplesmente. quando referentes ao pessoal de setores produtivos. para fins gerenciais. classificáveis no Passivo Circulante. Atente-se que a dedução da despesa registrada com a constituição dessa provisão é expressamente admitida pela legislação do Imposto de Renda (art. no mínimo.245/2004) Provisão de Férias – Momento de sua constituição Publicado em 27/02/2003 09:31 Sob o aspecto fiscal. quinze dias no mês. por todos os meses do ano. optou pelo pagamento mensal do imposto por estimativa e somente venha a apurar resultados em 31 de dezembro. para as companhias abertas. do Banco Central. quando referentes ao pessoal de setores de vendas ou administrativo. Contabilidade . para as instituições financeiras. cabendo ajuste do valor provisionado nos meses anteriores na ocorrência de reajustes salariais. exceto no caso de empresas industriais que tenham sistema de custos integrado e coordenado com a contabilidade geral. o que é indispensável nas empresas que levantam balanços ou balancetes durante o ano. na data do levantamento do balanço anual.(Medida Provisória nº 213/2004 e Decreto nº 5. a finalidades fiscais (apuração do lucro real). para atender fielmente ao regime de competência. hipótese em que a não-constituição mensal da provisão provoca distorções no custo da produção mensal. para as empresas de seguros e outras) ou. ou. se a empresa apura seus resultados trimestralmente (balanços/balancetes trimestrais).Provisão e classificação contábil Publicado em 30/11/2005 09:09 A provisão mensal para o 13o salário é uma prática pela qual são distribuídos. O registro mensal da provisão ocorre por meio dos seguintes lançamentos: DCDC13º Salário (CR) Provisão para 13º Salário (PC) Encargos sobre 13º Salário (CR) Provisão para 13º Salário e Encargos Sociais (PC) . da Susep. tendo como contrapartida contas de “Provisão para 13o Salário” e “Provisão para Encargos Sociais sobre o 13o Salário”. de maneira uniforme. já deverá ter quitado integralmente a gratificação natalina devida aos seus empregados no ano. em qualquer caso é recomendável a apropriação mensal da provisão. é importante a apropriação mensal (ou. mesmo estando sujeita a essa forma de tributação. é aceitável o registro da provisão somente no final do ano-calendário ou por ocasião do levantamento de balanços/balancetes de suspensão/redução da estimativa mensal. Portanto. ou como despesa operacional. à exigência de legislação específica (da CVM. em tal hipótese. 337 do RIR/99). os gastos incorridos com essa gratificação. todavia. No caso de empresa optante pela estimativa (balanço anual). normalmente.13º salário . A provisão para o 13o salário e os respectivos encargos incidentes devem ser registrados como custo de produção. o provisionamento mensal do 13o salário não tem efeitos fiscais. Cabe observar que. trimestral) das despesas com férias e respectivos encargos sociais. uma única conta de “Provisão para 13o Salário e Encargos Sociais”. Sob o aspecto contábil. alternativamente. ao menos. se a empresa não for tributada pelo Imposto de Renda com base no lucro real ou. O valor a ser provisionado é calculado na base de 1/12 da remuneração mensal dos empregados que tiverem trabalhado.

conforme tenha sido o montante do lucro realizado) do Passivo Exigível a Longo Prazo para a conta de Provisão para o Imposto de Renda. a contabilização é feita mediante a débito da conta de Apuração do Resultado do Exercício e a crédito de Provisão para o Imposto de Renda mo Passivo Circulante. Falta da constituição da provisão do 13º salário Publicado em 13/12/2004 08:23 Se a empresa não provisionou mensalmente o 13º salário.Lucros ou Prejuízos Acumulados (PL) C . Contabilidade . debitando-se à conta ―Adiantamento de 13º Salário‖. classificado no Passivo Circulante. regularizar sua situação contábil pelo registro do valor da provisão (ou da diferença a menor apurada). o saldo da provisão deve ser transferido (no todo ou em parte. alternativamente: DC13º Salário e Encargos Sociais (CR) Provisão para 13º Salário e Encargos Sociais (PC) Baixa da provisão do 13º salário por ocasião da contabilização da folha Publicado em 17/12/2004 09:08 Em função de a legislação previdenciária exigir que todas as verbas pagas. desse mesmo período de apuração (observado-se que o valor provisionado é indedutível para fins de apuração do lucro real). a saber: a) provisão para Imposto de Renda cujo montante deve ser pago no ano-calendário subseqüente. provisão para Imposto de Renda. b) provisão para Imposto de Renda sobre lucros deferidos. conforme demonstrado a seguir: D . por ocasião do seu pagamento irá contabilizar o valor da gratificação paga diretamente em conta de custo ou despesa.Provisão para o Imposto de Renda . no Passivo Exigível a Longo Prazo.Questão nº 493) Contabilidade .Provisão para o Imposto de Renda (PC) (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . a débito da conta de Lucros ou Prejuízos Acumulados. conforme o caso. Os pagamentos que caracterizam adiantamento usualmente são registrados em conta própria do Ativo Circulante e baixados por ocasião da quitação da gratificação (em dezembro ou no mês da rescisão do contrato de trabalho). . no Patrimônio Líquido. relativo ao imposto devido sobre o lucro real e sobre os lucros cuja tributação tenha sido diferida. devidas ou creditadas aos funcionários constem da folha de pagamento de salários.Provisão para o Imposto de Renda .ou.Ausência de registro ou contabilização por valor menor que o devido . os cheques ou as autorizações de débito em conta corrente bancária utilizados para o pagamento do 13º salário devem ser contabilizados. com efeitos retroativos ao início do período de apuração. À medida que se realize o lucro diferido. no curso do período de apuração seguinte. Nesse caso a provisão para Imposto de Renda receberá duas classificações contábeis. sua contabilização é feita mediante débito da conta de Apuração do Resultado do Exercício e crédito de Provisão para Imposto de Renda sobre Lucros Diferidos.Regularização Publicado em 19/09/2005 09:31 O contribuinte que deixou de contabilizar ou registrou a Provisão para o Imposto de Renda por valor menor que o devido deve. mediante lançamento de ajuste em contas próprias.Classificação Contábil Publicado em 21/09/2005 09:18 A pessoa jurídica deverá constituir obrigatoriamente em cada período de apuração. e os valores da gratificação paga e dos respectivos encargos sociais devem ser baixados da conta de provisão somente por ocasião da contabilização da folha de pagamento.

será uma reserva de lucro ou de capital (exceto a Reserva de Correção Monetária do Capital Social.5.1) provisão para perdas prováveis na realização de investimentos. Perguntas e Respostas IRPJ/2005 Questão nº 486) Contabilidade . Art.(Subitens 10. Contudo. b. b. é admitida a dedução apenas da provisão para férias e encargos e da provisão para 13º salário e encargos. estimadas ou não.2) provisão para férias e encargos.1) provisão para gratificações a empregados. Como se observa. Se não houver contas de reservas. b. cuja constituição é exigida pela legislação especial a elas aplicável (arts. . em geral. as quotas liberadas adquiridas pela sociedade devem ser destacadas como dedução da conta do Patrimônio Líquido que registrar a origem dos recursos aplicados em sua aquisição. Atualmente. b) provisões para exigibilidades: b. 339 e 409 do RIR/1999.5 e 10. para o reconhecimento de autênticas despesas incorridas (por exemplo: provisão para férias e provisão para 13º salário. Essa conta. no qual serão contabilizadas. na prática. para fins fiscais.4) provisão para contingências. além das provisões técnicas das companhias de seguro e de capitalização e das entidades de previdência privada. Contabilmente. porventura existente). a. temos: a) provisões estimativas de perdas no Ativo: a. Quotas liberadas adquiridas pela sociedade . correspondem a despesas e prováveis perdas (no Ativo) pertinentes a determinado período-base em que incorrerem. há restrições quanto à sua dedutibilidade.Conceito Publicado em 08/11/2005 09:08 As provisões. que serão pagas ou apuradas no próprio período-base ou no(s) período(s)-base subseqüente(s). a terminologia “provisão” é freqüentemente utilizada. as quotas liberadas serão redutoras da conta de Lucros Acumulados.Registro contábil Publicado em 11/03/2005 09:09 No balanço.1 do Parecer Normativo CST nº 108/1978. b.2) provisão para ajuste do custo dos bens do Ativo ao valor de mercado. entre outras).Provisões . 335 a 338 do RIR/1999).3) provisão para 13º salário e encargos.5) provisão para Imposto de Renda etc.

g) realização da reserva de reavaliação. b) periodicidade de reavaliação. somente no ano da reavaliação). b) o histórico e a data da reavaliação.000. e que a aquisição tenha sido efetuada por esse valor. amortização ou exaustão dos bens reavaliados.004/2004. c) o sumário das contas objeto da reavaliação e os respectivos valores. d) critérios de reavaliação. no valor nominal de R$ 1. por mera hipótese. entre outros aspectos.6 .Caixa ou Bancos c/ Movimento (AC) 10. (Resolução CFC nº 1. Considerando-se.00). por meio da Resolução CFC nº 1.Reavaliação de Ativo. . tal operação seria contabilizada como se segue. sobre: a) hipóteses de reavaliação.004/2004) Reavaliação de Ativos – Notas explicativas Publicado em 25/04/2005 10:25 Em notas explicativas devem ser divulgadas as informações sobre a reavaliação efetuada pela empresa.Reavaliação de Ativo Imobilizado . uma vez que os saldos relativos às contas que serviram de lastro para essa operação não serão alterados.00 (o que perfaz R$ 10.Normas aplicáveis Publicado em 09/09/2005 09:05 O Conselho Federal de Contabilidade (CFC) aprovou a NBC T 19.000 quotas.000. dispondo.O lançamento contábil relativo à aquisição das quotas liberadas deverá ser feito a débito de conta própria. Exemplo de registro contábil da aquisição das quotas liberadas. h) reavaliação de ativos por controladas e coligadas. destacando: a) as bases da reavaliação e os avaliadores (este item. amortizações ou exaustões e baixas posteriores. c) reavaliação parcial. que o sócio retirante participasse do capital social da referida sociedade com 10.Quotas em Tesouraria (PL) C . e) contabilização da reavaliação.00 PL= Patrimônio Líquido AC= Ativo Circulante Contabilidade . d) o efeito no resultado do exercício. D . f) cálculo dos encargos de depreciação. oriundo de depreciações. que estabelece os critérios e procedimentos a serem observados para o registro contábil e a divulgação da reavaliação de bens do Ativo Imobilizado.

..00 Receita. R$ 12. de devolver o valor recebido caso a locação seja rescindida antes do prazo avençado. por parte da empresa locadora..12....No exercício seguinte.... Essa matéria-prima. mas referente a 31. c) despesa é o gasto com as demais “utilidades”.. deverá ser apropriado o restante das receitas D . pela prestação de serviços etc. inicialmente.. Nota O art.. b) custo é o gasto relativo à aquisição ou produção de um bem de venda ou de uso ou................Recebimento antecipado de aluguéis ..Registro Publicado em 22/06/2005 09:36 No grupo de Resultados de Exercícios Futuros devem ser classificadas as receitas de exercícios futuros. 1 . quando consumida (utilizada no processo de produção). representará um custo com a elaboração do produto e.20x2 D .12. ou seja. ela primeiramente adquire essa mercadoria.Por ocasião do fechamento do Balanço Patrimonial em 31.000.Caixa/Banco (AC) C . desde que não haja compromisso. com os juros de empréstimos bancários (despesas financeiras) etc. b....00 (prazo de locação: 1º.. R$ 6.. em nível nacional... O valor do aluguel recebido antecipadamente pode caracterizar um exemplo típico de receita de exercício futuro.. Dezembro/20x2) 3 ...Receitas de Exercícios Futuros (REF) C . Essa correção (facultativa) pôde ser registrada até a data do balanço de encerramento do período-base de 1991.01.Receitas de Aluguel (RE) .Receitas de Exercícios Futuros (REF) C . 181 da Lei nº 6. o mesmo significado (gasto)... Contabilidade . telefone)...........20x3).... R$ 6. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes (art.000.... (quer receba os valores a vista ou não).. 2º da Lei nº 8.Por ocasião do recebimento do aluguel D .. os gastos com as vendas (comissões pagas a vendedores). A distinção que fazemos .Conceitos Publicado em 15/10/2003 09:56 Podemos dizer que: a) receita é a renda que a empresa obtém pelas vendas de mercadorias e produtos. recebendo antecipadamente o valor de R$ 12..... O gasto com a aquisição da mercadoria comercializada é classificado como “custo da mercadoria vendida” (ainda que..000.. Cabe observar que custo e despesa têm. variação geral de preços...20x2 a 31. luz.404/1976).000..00 2 .00 (Ref. 2º da Lei nº 8.1991. com base em índice que refletisse.Receita de Exercícios Futuros (REF).200/1991) eventualmente contida na reserva de reavaliação. assim..Receitas de Aluguel (RE) .2) para que uma empresa industrial fabrique determinado produto.1) para que uma empresa comercial venda uma mercadoria....... o gasto diretamente relacionado com a prestação de determinado serviço.. ao final do mês de Jan/20x3.200/1991 permitiu que as pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real efetuassem correção especial das contas do Ativo Permanente... antes do Patrimônio Líquido. Por exemplo: b..... água.. e f) o tratamento e os valores envolvidos quanto a impostos e contribuições e correção monetária especial (art.. por um período de dois meses. ela primeiramente adquire a respectiva matéria-prima. na prática..01. a mercadoria adquirida seja registrada em conta de Estoques). Custo e Despesa .. com a administração da empresa (aluguel. Esse grupo de contas figura no Passivo do Balanço Patrimonial. Exemplo Empresa “A” aluga um imóvel à empresa “B” para a realização de um evento. ainda. comporá o valor deste...e) o tratamento quanto a dividendos e participações......

isto é. Portanto. etc.. art. as variações monetárias dos direitos de crédito e das obrigações do contribuinte em função da taxa de câmbio ou de índices ou coeficientes aplicáveis por disposição legal ou contratual serão consideradas. os bens destinados à exploração do objeto social e à manutenção da atividade da empresa devem ser classificados e contabilizados no Ativo Permanente .entre ambos decorre da técnica de registro dos gastos e de sua apresentação na Demonstração do Resultado do Exercício. onceito de Receitas Financeiras Publicado em 27/08/2002 09:08 Os juros recebidos. O custo de aquisição desse bem pode ser debitado como despesa. O importante é serem de idoneidade indiscutível. notas fiscais.Imobilizado.00. o recibo fornecido. que são compensados com o Imposto de Renda apurado com base no lucro real em 31 de dezembro (e com a CSL). durante o curso do ano-calendário. desde que a lei (Estadual ou Municipal) não imponha forma especial. uma vez que está dentro do limite . O direito à dedução como despesa deverá ser exercido no momento em que se completar a aquisição do bem e exteriorizado pelo lançamento contábil correspondente. conhecimentos. em conta do Ativo Circulante representativa do valor antecipado (por exemplo. A partir de 1º de janeiro de 1999. Recibo . para efeitos da legislação do imposto de renda.01. endereço e número do CNPJ da pessoa jurídica.Recolhimento estimado . os descontos obtidos. contendo o nome. Quando referidas receitas forem derivadas de operações ou títulos com vencimento posterior ao encerramento do período-base poderão ser rateadas pelos períodos a que competirem (RIR/99. devem ser contabilizados. o lucro na operação de reporte e o prêmio de resgate de títulos ou debêntures e os rendimentos nominais relativos a aplicações financeiras de renda fixa. auferidos pelo contribuinte no período de apuração. desde que a despesa seja necessária às atividades da empresa. II). quando for o caso (Lei 9. desde que: a) esse custo unitário não seja superior a R$ 326. recibos. ou b) qualquer que seja o custo do bem.Documento hábil para contabilização como despesa Publicado em 24/03/2004 12:57 De acordo com a orientação contida no Parecer Normativo CST nº 10/76. a comprovação de despesas e receitas. art. (Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . compõem as receitas financeiras e como tal deverão ser incluídas no lucro operacional. poderá ser contabilizado como despesa dedutível.Contabilização Publicado em 14/06/2005 10:03 Os valores recolhidos com base na estimativa (tanto o IR como a CSL). como receitas financeiras. contratos. seu prazo de vida útil não ultrapasse um ano. 9º e 17. há de ser feita com os documentos de praxe.718/98. Exemplo Vamos admitir que a empresa ―Z‖ adquiriu em 15. 301 do RIR/1999) permite deduzir como despesa operacional o custo de aquisição de bens que por sua natureza seriam classificados no Ativo Imobilizado. Contabilidade .61. 373).20X1 uma calculadora cujo custo de aquisição foi de R$ 250. qualquer que seja a sua natureza. Entretanto.Questão nº 612) Registro contábil da aquisição de bens duráveis de valor irrelevante Publicado em 04/03/2005 09:22 Como regra. a legislação do Imposto de Renda (art. na subconta antecipações de Imposto de Renda).

. Contabilidade .00 Registro da baixa pelo recebimento: D C Duplicatas Descontadas (AC) Clientes (AC) 1. então.Banco Conta Movimento (Ativo Circulante) 250. em disponibilidades (Caixa ou Bancos) ou em créditos a receber (clientes. à perda efetiva do estoque e a sua recuperação serão efetuados da seguinte forma: a) a constituição da provisão será efetuada a débito da conta de resultado e a crédito da conta redutora do estoque.Registro contábil das Duplicatas Descontadas Publicado em 16/08/2005 09:49 A operação de desconto de duplicatas consiste basicamente na compra a vista.00 Registro contábil da provisão para perda de estoques de livros Publicado em 30/03/2004 10:57 As pessoas jurídicas e as que lhes são equiparadas pela legislação do imposto sobre a renda que exerçam as atividades de editor. Com base em valores e dados meramente ilustrativos.).03. correspondente a 1/3 (um terço) do valor do estoque existente naquela data (IN SRF nº 412/2004.61 e também por possuir utilidade por si mesmo.00 200. mediante a cobrança de despesas bancárias e dos juros correspondentes. Pode ser sugerida: ―Ganhos ou Perdas de Capital‖. e a crédito da conta de resultado. e o excesso. devedores por duplicatas etc.00 1.e a crédito da conta de estoque. Contábilmente. d) a recuperação das perdas que tenham impactado o resultado tributável. distribuidor e de livreiro poderão constituir provisão para perda de estoques. O seu registro contábil pode ser feito. no grupo Resultados NãoOperacionais. a débito da conta de resultado . b) a reversão da provisão será efetuada a débito da conta redutora do estoque. sem fazer parte de um conjunto.000. A titulação dessa conta é feita pelo contabilista para que melhor represente esses registros no seu universo de contas. calculada no último dia de cada período de apuração do imposto sobre a renda e da contribuição social sobre o lucro líquido (CSLL). à reversão dessa provisão. da seguinte forma: D .000. publicada no DOU de 30. até o seu valor. segue exemplo de contabilização: Registro do desconto: D D C Bancos conta Movimento (AC) Despesas Financeiras a Apropriar (AC) Duplicatas Descontadas (AC) 800. c) a perda efetiva será efetuada a débito da conta redutora do estoque. a que se refere a letra "a". pelo banco.00 AC = Ativo Circulante Registro contábil do ganho na alienação de bem do Ativo Imobilizado Publicado em 15/04/2005 16:41 Os resultados obtidos na alienação de bem do Ativo Imobilizado são apurados em uma conta de resultado.2004). os registros relativos à constituição da provisão para perda de estoques. de tais títulos.fiscal de R$ 326.Bens de Valores Irrelevantes (Conta de Resultado) C . geralmente os de mercado para esse tipo de operação. a débito da conta patrimonial e a crédito da conta de resultado.custos ou despesas . Seqüencialmente ela deve ser: a) creditada em contrapartida do registro do valor obtido pela venda do bem.

Deduções da Receita Bruta) C .ISS a Recolher (Passivo Circulante) R$ 5. será registrado a débito de conta retificadora da receita bruta de prestação de serviços. c) creditada. o valor a ser debitado em conta de Resultado. finalmente. Isso porque o valor do imposto recuperável deve ser excluído do respectivo custo e registrado em conta própria de ―ICMS a Recuperar‖ (no Ativo Circulante) ou diretamente a débito da conta de ―ICMS a Recolher‖ (no Passivo Circulante). inclusive acréscimos. teremos a seguinte disposição: Receita Bruta de Prestação de Serviços (–) Deduções da Receita Bruta Impostos e Contribuições . correção monetária ou reavaliações. Exemplo A contabilização de uma venda a prazo. no valor total de R$ 5.00 . após os lançamentos. Em ambos os casos será o resultado absorvido pela conta de Resultado do Exercício.00 AC = Ativo Circulante CR = Conta de Resultado PC = Passivo Circulante Registro contábil do Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS) Publicado em 04/02/2005 09:23 5. no resultado. Exemplo Admitindo-se uma empresa que. não afetando.00.ICMS sobre Vendas (CR .00 (alíquota de 5%).Clientes (AC) C . no mês de novembro/20X1.000. em seguida.b) debitada.00 Na DRE. se houver. se devedor.000. pela baixa do valor da depreciação acumulada. cujo ISS incidente seja de R$ 5.000. e a crédito de título próprio da conta ou subgrupo de impostos a recolher.000. de forma similar à do ICMS. que deva ser recolhido aos cofres do Estado.000.000.00) R$ 100.000. procede-se da seguinte forma: D . O saldo. se credor. tenha auferido receitas de prestação de serviços no valor de R$ 100. a crédito de conta do Passivo Circulante (ICMS a Recolher).ISS (R$ 5. Registro contábil do ICMS sobre vendas Publicado em 03/02/2005 08:16 No caso do ICMS.00. portanto. no Passivo Circulante. registrada na conta correspondente ao bem. ou perda de capital na alienação do bem.00 O Imposto Sobre Serviços de qualquer natureza (ISS). pela baixa do custo do bem. tendo o ICMS (incluso no preço) incidido à alíquota de 18%. o resultado do exercício.ISS sobre Serviços Prestados (Conta de Resultado . representará ganho de capital.ICMS a Recolher (PC) 900. o registro do imposto será: D . mediante a aplicação de alíquota prevista na legislação do município de ocorrência do fato gerador.Deduções da Receita Bruta) C . quando incidente proporcionalmente sobre a receita de prestação de serviços.Receita de Vendas (CR) e D . e não ao valor do imposto líquido no período. deve corresponder ao total destacado nas notas fiscais de vendas.

São necessárias as despesas pagas ou incorridas para a realização das transações ou operações exigidas pelas atividades da empresa e que sejam usuais ou normais no tipo de transações. recibos etc..). Pode ocorrer. e será registrado em conta do subgrupo de impostos a recuperar no ativo circulante. Registro do imposto retido na fonte sobre aplicações financeiras Publicado em 29/07/2003 08:57 O Imposto de Renda Retido na Fonte (IRRF) incidente sobre rendimentos de aplicação financeira é compensável com o imposto devido pela empresa com base no lucro real. presumido ou arbitrado. Posteriormente. 299. respectivamente. no período-base em que forem satisfeitas as exigências da lei fiscal. 299. O valor do imposto retido deve ser contabilizado em conta própria do subgrupo ou conta de impostos a recuperar. a despesa não atender aos requisitos de dedutibilidade estabelecidos na lei tributária. sendo devidamente identificadas (art. Regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil Publicado em 19/05/2004 09:59 Na contabilidade. inexiste um dispositivo legal que trate especificamente da maioria das despesas.São operacionais as despesas não computadas nos custos (art. 773 do RIR/99). Na maioria das vezes. são decorrentes de erros no registro da movimentação dos estoques e. c) estarem devidamente comprovadas e escrituradas. 251): a) quer pelos aspectos formais (faturas. caput). notas fiscais. b) serem necessárias. Regras básicas para sabermos se uma despesa é dedutível Publicado em 10/05/2002 09:05 Há alguns tipos de despesas que contam com vários dispositivos expressos definindo a sua indedutibilidade ou dedutibilidade condicionada. no ativo circulante (art. devendo a pessoa jurídica fazer as adições correspondentes ao lucro líquido quando.). 3 .PIS-Pasep . que sejam de grande monta as faltas detectadas no confronto entre os saldos apurados no inventário físico e aqueles registrados nas fichas de . O Regulamento do Imposto de Renda (RIR/99) dispõe que: 1 . desse modo. a saber: a) não constituírem inversões de capital. a regularização das divergências entre o estoque físico e o contábil é efetuada mediante registro a débito ou a crédito da conta ―Estoques‖.As despesas sejam registradas em escrita com forma contábil. todavia. Na maioria dos casos. partes envolvidas etc. 2 . quantidades. caberá a dedutibilidade. Nesses casos. que também deverá ser feita na determinação do lucro real. na determinação do lucro real. tais divergências. o lançamento relativo ao ajuste terá como contrapartida a conta de Custo das MercadoriasVendidas. §§ 1º e 2º). além de serem pouco significativas. valores. operações ou atividades da empresa (art. e b) quer pelos aspectos intrínsecos (identificação da operação. conforme sejam apuradas faltas ou sobras. a dedutibilidade das despesas é admitida se forem observadas as quatro regras gerais básicas.Cofins Registro das mutações patrimoniais … … Publicado em 31/08/2004 11:01 O Parecer Normativo CST nº 34/81 esclarece que as mutações patrimoniais devem ser registradas na escrituração comercial segundo o regime de competência. limitada ou incentivada.

Em seguida ao último lançamento de correção. (Art. a questão não tem relevância porque. por exemplo). cuja escrituração contábil é feita por processamento eletrônico de dados. Demonstram um aumento do Patrimônio Líquido. Reservas e Lucros ou Prejuízos Acumulados. no Balanço Patrimonial. o que levará à suposição de que as divergências sejam decorrentes de eventos não relacionados com as operações normais da empresa. que provenham de furto. 4º do Decreto nº 64. enquanto não capitalizado (lembrando que. recebidas de seus sócios ou acionistas ou. Reservas de Capital As Reservas de Capital não são oriundas da atividade operacional da empresa.Composição Publicado em 29/06/2004 08:51 O Patrimônio Líquido. o contabilista fará outra declaração. e) o saldo da correção monetária do capital realizado. no qual reconstituirá os lançamentos originariamente escriturados. pôr data. constituído por contribuições a o capital da empresa. a contrapartida do ajuste dos saldos dos estoques deverá ser registrada como despesa não-operacional (em uma conta intitulada ―Perdas por Faltas no Inventário‖. por sua vez. de terceiros.567/1969) Reservas . sua assinatura. São considerados Reservas de Capital: a) o ágio pago pelo subscritor de ações ou quotas. cuja capitalização não se formalizou juridicamente. c) o prêmio recebido na emissão de debêntures. a eventual ilegibilidade dos registros somente ocorre quando são utilizados métodos de escrituração menos sofisticados. ainda. a partir .Regularização de cópias ilegíveis dos registros contábeis Publicado em 09/05/2005 10:50 A legislação comercial determina que nos lançamentos só podem ser usados processos de reprodução que não prejudiquem a clareza e a nitidez da escrituração. Na hipótese de ilegibilidade das cópias dos registros. roubo.estoque (e conseqüentemente na escrituração contábil). Para a maioria das empresas. d) as doações e as subvenções para investimento. desvio etc. nome e número de registro no Conselho Regional de Contabilidade (CRC). sem borrões. Contabilidade . dividem-se em: a) Reservas de Capital. c) Reservas de Lucros. em regra. devem observar a clareza e a nitidez para não haver comprometimento dos lançamentos. As empresas. As Reservas. é dividido em Capital Social. que ainda utilizem em sua escrituração mercantil processo de reprodução. para esclarecer que serão reiniciados os registros contábeis normais. b) Reservas de Reavaliação. o contabilista deve efetuar termo de regularização. mencionando as folhas e o número do livro Diário em que se encontram ilegíveis. Se confirmada tal suspeita. emendas ou rasuras. b) o produto da alienação de partes beneficiárias e bônus de subscrição. ou seja.

ainda.404/1976) Reservas de Reavaliação As Reservas de Reavaliação. § 3º. depende da decisão dos sócios ou acionistas e não se refere à atualização monetária do custo de aquisição. e art. (Art. d) Reserva para Contingências. ● resgate. 4º da Lei nº 9. c) Reserva de Lucros a Realizar. da Lei nº 6. o Conselho Federal de Contabilidade – CFC. as empresas de auditoria contratem outra auditoria para avaliar se os procedimentos de qualidade aplicados em seus trabalhos estão adequados aos padrões estabelecidos pelo conselho.404/1976. 193 a 197. É interessante lembrar que as Reservas de Capital somente podem ser utilizadas para: ● absorção de prejuízos que ultrapassarem os lucros acumulados e as reservas de lucros. 182.U de 14/09/2001. 4º). em razão de reavaliação promovida por intermédio de laudo técnico preparado por três peritos ou por empresa especializada em avaliação de bens. exceto as reservas para contingências e as de lucros a realizar. § 5º.1996. Portanto. correspondem à contrapartida do aumento do valor atribuído a componente do Ativo.01. foi revogada a correção monetária das demonstrações financeiras. Lembra-se. Atingido esse limite. não se confunde com a extinta correção monetária das demonstrações financeiras. a saber: a) Reserva Legal. 202. através da publicação da Resolução nº 910 de 12/09/2001. O saldo das reservas de lucros. pois decorre de fatores econômicos. a assembléia deliberará sobre a aplicação do excesso na integralização ou no aumento do capital social. (Art. 199 e art. e art. quando essa vantagem lhes for assegurada. que também integram o Patrimônio Líquido. ou na distribuição de dividendos. A reavaliação é facultativa. ● resgate de partes beneficiárias. inclusive para fins societários — Lei nº 9. determina que no mínimo a cada quatro anos. (Arts. ● pagamento de dividendo a ações preferenciais. publicada no D.249/1995. §§ 1º e 2º. b) Reservas Estatutárias. Isso implica que a partir deste ano – até 31 de dezembro de 2001 – já começam as primeiras revisões .O.249/1995) Reservas de Lucros Essas reservas representam apropriações de lucros da pessoa jurídica. e f) Reserva Especial para Dividendo Obrigatório não Distribuído.de 1º. 182. 200 da Lei nº 6. f) os incentivos fiscais oriundos do valor do Imposto de Renda que deixou de ser pago em decorrência de isenção ou de redução do imposto. e) reservas oriundas de retenção de lucros (normalmente. denominadas ―Reserva de Lucros para Expansão‖). que a reserva constituída com o produto da venda de partes beneficiárias poderá ser destinada ao resgate desses títulos. art. não poderá ultrapassar o capital social. reembolso ou compra de ações.404/1976) Resolução do Conselho Federal de Contabilidade estabelece a revisão de trabalhos de auditoria pelos concorrentes Publicado em 15/10/2001 08:10 Com o intuito de propiciar maior transparência aos trabalhos dos auditores perante a sociedade. da Lei nº 6. ● incorporação ao capital social.

de acordo com a doutrina predominante. em alguns casos. Como se nota. por acordo entre as partes envolvidas na operação) nem estiver vinculado a futuro fornecimento de bens ou prestação de serviços (pois. contribuirá para a formação de resultado de exercício futuro. Conheça o Guia IOB de Contabilidade Contabilidade . Porém. devendo as demonstrações contábeis obrigatórias ser assinadas pelos sócios ou administradoras e pelo contabilista responsável pela escrituração. (Arts. São formas de retificação: .182 da Lei nº 10. Contabilidade . deverão apresentar seus trabalhos para serem revisados pela concorrente. efetivamente. diminuídas dos custos e das despesas a elas correspondentes.404/1976 e art. a definição de ―Resultados de Exercícios Futuros‖ dada pela Lei nº 6.externas. 1. uma receita é considerada como de exercício futuro quando: a) corresponder a recebimento antecipado que. representaria um adiantamento de clientes. 2. são contabilizados nesse grupo valores que. 268 do RIR/1999 e 177. é forçoso concluir que a utilização do grupo Resultados de Exercícios Futuros fica limitada a poucas situações e depende sempre de criteriosa análise da operação a ser contabilizada. a retificação de lançamento é o processo técnico de correção de um registro realizado com erro. muitas vezes.4. da seguinte forma: RESULTADOS DE EXERCÍCIOS FUTUROS Receitas de Exercícios Futuros (-) Custos e Despesas Vinculados às Receitas São contas de aplicação restrita a situações muito específicas. da Lei nº 6.Retificação de lançamentos Publicado em 19/08/2005 09:21 Segundo a NBC T. 181 da Lei nº 6. Assim. são classificadas no grupo de contas ―Resultados de Exercícios Futuros― as receitas de exercícios futuros. nesse caso. gera dúvidas sobre a sua utilização. Por isso. na escrituração contábil das empresas e entidades em geral. conforme o caso). b) o valor assim recebido não for passível de devolução pela empresa (obviamente.404/1976 é pouco esclarecedora. As dez empresas de auditoria ou auditores pessoas físicas. aprovada pela Resolução CFC nº 596/1985.Responsabilidade pela escrituração contábil Publicado em 18/08/2005 09:21 A escrituração contábil das pessoas jurídicas deve ficar sob a responsabilidade de contabilista legalmente habilitado nos temos da legislação específica. classificável no Passivo Circulante ou Exigível a Longo Prazo. com o maior número de clientes de capital aberto. o que. pertencem ao Passivo Circulante ou ao Passivo Exigível a Longo Prazo. § 4º.404/1976.Resultados de Exercícios Futuros Publicado em 21/07/2005 10:16 O grupo de contas denominado Resultados de Exercícios Futuros figura no Balanço Patrimonial entre o Passivo Exigível a Longo Prazo e o Patrimônio Líquido.406/2002) Contabilidade . Nos termos do art. na verdade. Nota-se que é relativamente remota a possibilidade de recebimento de uma receita com tais características. verifica-se que.

Desse modo. por meio da transposição do valor para a conta adequada. Os lançamentos realizados fora da época devida deverão consignar. além de ficar sujeita à incidência da contribuição previdenciária.Pró-labore a Pagar (PC) C . b) a transferência. anulando-o totalmente.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) g) Pelo pagamento do FGTS: D . em retribuição ao seu trabalho. c) a complementação. a retirada pró-labore gera uma despesa operacional para a empresa.Pró-labore a Pagar (PC) b) Pela provisão da Contribuição Previdenciária: D .INSS a Pagar (PC) c) Pela provisão do FGTS.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) f) Pelo pagamento do INSS: D .Honorários da Diretoria (CR) C . Em qualquer dessas modalidades.Pró-labore a Pagar (PC) C .INSS (CR) C . do lançamento de origem.INSS a pagar (PC) C . a data e a localização.FGTS (CR) C . o valor já registrado.a) o estorno. inclusive os membros do conselho de administração e os titulares das empresas individuais. diretores ou administradores da pessoa jurídica.FGTS a Pagar (PC) C . que é o lançamento inverso àquele feito erroneamente. sendo facultado o depósito do FGTS. A sua operacionalização contábil pode ser efetuada da seguinte forma: a) Pela provisão do pró-labore: D . que é o lançamento que promove a regularização de conta indevidamente debitada ou creditada.FGTS a Pagar (PC) d) Pela retenção do IRRF: D . posteriormente. que é o lançamento que complementa. as datas efetivas das ocorrências e a razão do atraso. em seus históricos.IRRF a Recolher (PC) e) Pelo pagamento do pró-labore: D . aumentando-o ou reduzindo-o. no livro Diário. quando houver opção pelos depósitos: D . o histórico do lançamento deverá precisar o motivo da retificação.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) h) Pelo pagamento do IRRF . Retirada pró-labore – Registro contábil Publicado em 20/01/2005 09:29 A retirada pró-labore é a remuneração paga ou creditada aos sócios.

Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C . será computado como receita não operacional na determinação do lucro real e na apuração da base de cálculo da CSL. as receitas não operacionais. § 3º. da Lei nº 10.Tratamento Publicado em 13/09/2005 09:07 O registro contábil do sinistro de bem do Ativo Imobilizado objeto de seguro pode ser efetuado da seguinte forma: 1) Pela baixa do bem sinistrado: D . o que permite a segurança das partes e o regular desempenho das obrigações. 1º. realizada em 11 de dezembro de 2003. será computada como despesa não operacional para a apuração do lucro real e da base de cálculo da CSL. decorrentes da venda de bens do Ativo Imobilizado. 418 do RIR/1999) Serviços contábeis .Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) C . 25 da . Da mesma forma. que torna obrigatório o contrato na prestação de serviços contábeis. portanto. prazo de duração da prestação de serviços e outros elementos inerentes ao contrato. na hipótese de a indenização recebida ser inferior ao valor contábil do bem. não afetam o valor a pagar das referidas contribuições. A norma define os limites e a extensão da responsabilidade técnica nos contratos. foi aprovada. a oferta de serviços poderá ser feita mediante proposta. condições de pagamento. o saldo credor que remanescer na conta “Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado”.Caixa ou Banco Conta Movimento (AC) CR – Conta de resultado PC – Passivo Circulante AC – Ativo Circulante Contabilidade .Depreciação Acumulada de Bens do Ativo Imobilizado (AP) C .Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) Se a indenização recebida for maior que o valor contábil do bem (custo de aquisição .637/2002. 2º da Lei nº 7. com todos os detalhes de especificação. O descumprimento da resolução sujeita o infrator a penalidades previstas no art.IRRF a Recolher (PC) C .Indenização recebida da seguradora . inciso VI. por unanimidade. bem como o valor dos honorários. ou seja.Roubo ou furto de bem do Ativo Imobilizado .689/1988 e art. ou seja. art. No que diz respeito à Cofins e ao PIS-Pasep. não compõem a base de cálculo. art. a perda de capital apurada. da Lei nº 10. inciso II.833/2003. o saldo devedor remanescente na conta “Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado”. § 3º.D . (Art. 1º.Obrigatoriedade de contrato Publicado em 12/04/2004 08:55 Em reunião plenária do Conselho Federal de Contabilidade (CFC).depreciação acumulada) o ganho de capital apurado.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado (CR) 3) Pelo recebimento da indenização: D . a Resolução nº 987/2003.Ativo Imobilizado (AP) 2) Pela baixa da depreciação acumulada do bem sinistrado: D . De acordo com a nova resolução.

mesa e banho utilizados por empresas que exploram serviços de hotelaria. apresentando os totais de compras e/ou vendas de cada arquivo ao qual o informante deverá confirmar. Contabilidade .Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) . disponíveis no site da SRF na Internet (www. quando o contribuinte não disponha ainda de um sistema em meio magnético que atenda adequadamente à legislação. Isso significa que o custo de aquisição dos mencionados bens não precisa ser registrado em conta do Ativo Imobilizado e ser depreciado durante o prazo de vida útil estimado.Sinistro de bens . alínea ―c‖. contendo inúmeras mensagens orientando a correta utilização do programa. antes de gravá-lo para transmiti-lo. 179 da Lei nº 6. bem como das tabelas relacionadas.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) C. o contribuinte gravará os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. se estiverem em desacordo com a legislação pertinente.Indenização recebida de seguradora Publicado em 21/10/2004 08:38 Na ocorrência de sinistro com bem do Ativo Imobilizado objeto de seguro a pessoa jurídica deve efetuar os seguintes lançamentos: 1.br): a) Programas Gerador Sinco . 12 do Código de Ética (Resolução CFC nº 803/1996).Pela baixa do bem sinistrado D. Por outro lado.Depreciação Acumulada de Bens do Ativo Imobilizado AP) C.404/1976) SINCO (Sistema Integrado de Coleta) – Obrigatoriedade de utilização Publicado em 06/01/2005 08:29 As pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal os arquivos digitais e os sistemas tratados neste texto deverão utilizar os programas geradores de dados do Sistema Integrado de Coleta (Sinco). restaurante e atividades similares. Contabilidade .Ativo Imobilizado (AP) 2. do Decreto-Lei nº 9. Contempla também a função de digitar os registros de um arquivo. 27. (IN SRF nº 122/1989 e art. mesa e colchão será contabilizada no Ativo Imobilizado.gov. no art.Serviços de hotelaria. entendemos que a aquisição de cama.Pela baixa da depreciação acumulada do bem sinistrado D.Aquisição de louças e guarnições de cama. b) Programa Gerador Sinco . restaurante e atividades similares . e faz as críticas dos campos a serem preenchidos e dos registros a serem importados. Uma vez importados e validados.295/1946.Resolução CFC nº 960/2003 . tendo em vista que são destinados à exploração do objeto social e à manutenção da atividade da pessoa jurídica.Arquivos Contábeis que possibilitam a importação e a validação dos arquivos contábeis. mesa e banho Publicado em 08/08/2005 10:41 Pode ser computado como custo ou despesa operacional o valor gasto na aquisição de louças e guarnições de cama.receita. a validação e a transmissão dos arquivos de notas fiscais de entrada e/ou de saída das pessoas jurídicas obrigadas pela legislação federal.Regulamento Geral dos Conselhos de Contabilidade. e no art.fazenda.Notas Fiscais que possibilitam a importação.

637/2002. a perda de capital apurada. estando dispensadas dessa obrigação as empresas optantes pelo Simples. por oportuno. os respectivos arquivos digitais e sistemas. o contribuinte deve gravar os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. § 3º.833/2003.receita. não afetam o valor a pagar das referidas contribuições.Arquivos Contábeis. ou seja. portanto. o saldo credor que remanescer na conta ―Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado‖.689/1988 e art. alterado pela Medida Provisória nº 2. Uma vez importados e validados.3.br): . 11 da Lei nº 8.Sistema Integrado de Coleta (Sinco) – Obrigatoriedade de utilização Publicado em 19/05/2005 09:47 As pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da Secretaria da Receita Federal os arquivos digitais e os sistemas tratados neste texto deverão utilizar os programas geradores de dados do Sistema Integrado de Coleta (Sinco). decorrentes da venda de bens do Ativo Imobilizado. art. possibilita importação e validação dos arquivos contábeis.gov. nos termos do art.fazenda. as receitas não operacionais. da Lei nº 10. escriturar livros ou elaborar documentos de natureza contábil ou fiscal. § 3º. ficam obrigadas a manter.br). as pessoas jurídicas que utilizarem sistemas de processamento eletrônico de dados para registrar negócios e atividades econômicas ou financeiras. será computada como despesa não operacional para apuração do lucro real e da base de cálculo da CSL. na hipótese de a indenização recebida ser inferior ao valor contábil do bem. pelo prazo decadencial previsto na legislação tributária.Pelo recebimento da indenização D. 1º. Lembra-se. 1º da IN SRF nº 86/2001.158-35/2001.receita. à disposição da RFB. inciso II. sempre que solicitados via intimação. disponível no site da RFB na Internet (www. inciso VI. No que diz respeito à Cofins e ao PIS-Pasep. AC= Ativo Circulante AP= Ativo Permanente CR= Conta de Resultado (art. Da mesma forma. da Portaria Cofis nº 13/1995.gov.Sistema Integrado de Coleta (Sinco) .fazenda. não compõem a base de cálculo das referidas contribuições e. O Sinco deve ser utilizado pelas pessoas jurídicas obrigadas a manter à disposição da RFB os arquivos digitais e os sistemas. o saldo devedor remanescente na conta ―Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo Imobilizado‖. Contabilidade . 2º da Lei nº 7. 1º. da Lei nº 10. das INs SRF nºs 68/1995 e 86/2001. 418 do RIR/1999) Contabilidade . ou seja. art. disponíveis no site da SRF na Internet (www. será computado como receita não operacional na determinação do lucro real e na apuração da base de cálculo da CSL.Ganhos ou Perdas com Sinistros de Bens do Ativo imobilizado (CR) Se a indenização recebida for maior que o valor contábil do bem (custo de aquisição depreciação acumulada) o ganho de capital apurado.Caixa ou Bancos Conta Movimento (AC) C.Arquivos Contábeis Publicado em 25/10/2005 09:49 O programa Sistema Integrado de Coleta (Sinco) . bem como das tabelas relacionadas. nos termos do art. e do ADE Cofis nº 15/2001.218/1991. que.

Conheça o Boletim Eletrônico IOB Contabilidade . apresentando os totais de compras e/ou vendas de cada arquivo ao qual o informante deverá confirmar.158-35/2001. quando o contribuinte não disponha ainda de um sistema em meio magnético que atenda adequadamente à legislação.a) Programa Gerador Sinco . Isto se estende para os titulares. bem como das tabelas relacionadas.Notas Fiscais que possibilitam a importação. dispõe que os valores excluídos da base de cálculo do PIS e da Cofins. A legislação do Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (art. o valor do superávit do exercício. previstas na Resolução CFC nº 877/2000. Uma vez importados e validados. relativos às operações com os associados. Contempla também a função de digitar os registros de um arquivo. devendo tais operações ser comprovadas mediante documentação hábil e idônea. as discriminações de contas ou lançamentos e quaisquer documentos de contabilidade devem ser assinados por bacharéis em ciências contábeis.Sociedades cooperativas . integrante do grupo Patrimônio Líquido. os extratos. sócios.19. deverão ser contabilizados destacadamente. atuários. O art. o contribuinte gravará os arquivos para posterior entrega ao próprio fiscal responsável pela intimação. com indicação do número dos respectivos registros. e faz as críticas dos campos a serem preenchidos e dos registros a serem importados. e a conta Lucros ou Prejuízos Acumulados por Superávit ou Déficit do Exercício. as Demonstrações do Resultado do período-base. que sejam legalmente habilitados para o exercício profissional da profissão (art. PN CST nº 73/1975. Superávit das entidades sem fins lucrativos Publicado em 25/10/2001 09:10 De acordo com o item 10. Contabilidade . a conta Capital deve ser substituída por Patrimônio Social. reproduzimos a tabela a seguir: Valor da diferença Números invertidos . § 4º da Lei nº 6404/76). 87 da Lei nº 5. acionistas. 15.2. acionistas ou diretores de sociedade. b) Programa Gerador Sinco . § 2º do RIR/99). pela cooperativa.177. 819. PN CST nº 38/1980 e Perguntas e Respostas IRPJ/2005 . diretores e titulares de sociedade podem assinar as demonstrações financeiras Publicado em 19/12/2001 09:12 As Demonstrações Financeiras devem ser assinadas pelos administradores da empresa e por contabilistas legalmente habilitados (art.Questão nº 646) Sócios. 819 do RIR/99) dispõe que o Balanço Patrimonial. guarda-livros ou técnicos de contabilidade legalmente registrados. Na aplicação das normas contábeis.Arquivos Contábeis que possibilitam a importação e a validação dos arquivos contábeis. com inúmeras mensagens que orietam a correta utilização do programa. peritos-contadores. das Normas Brasileiras de Contabilidade. das entidades sem fins lucrativos. contadores. da espécie de bem ou mercadoria e das quantidades vendidas. (Art. com identificação do adquirente. de forma a permitir o cálculo de tributos.Operações realizadas com não associados Publicado em 10/06/2005 09:08 As sociedades cooperativas devem contabilizar em separado os resultados das operações com não associados. deve ser registrado na conta Superávit do Exercício enquanto não aprovado pela assembléia dos associados e após a sua aprovação deve ser transferido para a conta Patrimônio Social. da MP nº 2. se estiverem em desacordo com a legislação pertinente. Para auxiliar na localização de tais diferenças. antes de gravá-lo para transmiti-lo. a validação e a transmissão dos arquivos de notas fiscais de entrada e/ou de saída das pessoas jurídicas obrigadas pela legislação federal. de seu valor.7.764/1971.Tabela para localizar erros de soma por inversão Publicado em 01/04/2005 09:11 Muitas daquelas pequenas diferenças que atormentam os profissionais de contabilidade na hora de conciliar o saldo de uma conta ou de fechar um balanço são originadas de erros de soma por inversão de números. § 2º.

o Parecer CNE/CEB nº 16. até o exercício de 2004. na área de Contabilidade (profissional de gestão). de 5 de agosto de 2003. Esta resolução dispõe sobre a não-concessão de registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade. no Curso Técnico em Contabilidade de que trata a Lei nº 9. conforme acordo entre as partes. e b) de empréstimos concedidos a terceiros. Esta resolução dá nova redação ao artigo 1º da Resolução CFC nº 948/02. no dia 11 de dezembro. porém. de 5 de outubro de 1999 e a Resolução nº 4. de 8 de dezembro de 1999. na maioria das vezes. A seguir.Mudanças Publicado em 07/01/2004 09:41 A Comissão MEC/CNE/CFC/Escolas . aos portadores de certificados e diplomas de nível técnico. 1º . instituiu-se a Resolução nº 991/03. ou estiveram cursando.apresentou relatório conclusivo sobre a Resolução CFC nº 948/02. de 17 abril de 1997. do Ministério da Educação . cujos valores renegociados passam a ser representados por notas promissórias ou por outro título equivalente com prazo de vencimento dilatado.Títulos a receber e a pagar – Conceitos Publicado em 28/12/2004 08:54 Títulos a receber Os créditos registrados na conta ―Títulos a Receber‖ são representados. Esses créditos podem ser originários de duplicatas não pagas no vencimento. O relatório foi aprovado em reunião plenária do CFC. Contabilidade .Não concessão de registro profissional . independentemente do ano de conclusão do curso. o Decreto nº 2. É comum.394. serem registrados na conta ―Títulos a Receber‖ os créditos não operacionais derivados: a) da alienação de bens patrimoniais ou de investimentos.208. Como resultado. a modificação no texto do referido artigo: Art.086. Títulos a pagar . de 20 de dezembro de 1996.instituída pela Portaria nº 2. por notas promissórias.Estabelecer que será concedido o registro profissional em Conselho Regional de Contabilidade na categoria de Técnico em Contabilidade aos que ingressarem.09 18 27 36 45 54 63 72 81 01/10 02/20 03/30 04/40 05/50 06/60 07/70 08/80 09/90 12/21 13/31 14/41 15/51 16/61 17/71 18/81 19/91 - 23/32 24/42 25/52 26/62 27/72 28/82 29/92 - 34/43 35/53 36/63 37/73 38/83 39/93 - 45/54 46/64 47/74 48/84 49/94 - 56/65 57/75 58/85 59/95 - 67/76 68/86 69/96 - 78/87 79/97 - 89/98 - Técnico em Contabilidade .

que abriga. No caso de empréstimos obtidos de instituições financeiras. devidamente registrado e autenticado. 180 da Lei nº 6. energia elétrica. esse conjunto de fichas substitui plenamente o livro Diário tradicional. na maioria das vezes. água. a transcrição das demonstrações financeiras referidas no art. Lembra-se que os valores lançados na conta ―Títulos a Pagar‖ não se confundem com aqueles registráveis em ―Contas a Pagar‖.A exemplo da conta ―Títulos a Receber‖. Porém. na conta ―Títulos a Pagar‖. se tiverem vencimento com prazo maior. ou no Passivo Exigível a Longo Prazo. no Passivo Circulante. quando vencerem até o término do exercício seguinte. Observe-se que a classificação contábil dos empréstimos obtidos de terceiros na conta ―Títulos a Pagar‖ se refere àqueles obtidos de empresas não financeiras. valores a pagar decorrentes da aquisição de mercadorias e de serviços de consumo próprio da empresa (aluguel. literalmente. Entretanto. pode conter valores representativos de débitos (obrigações) não quitados e renegociados com terceiros (fornecedores). não obstante a exigência de que as fichas sejam também submetidas à autenticação. de débitos não relacionados com a atividade principal da empresa. com número de ordem e de folhas escrituradas (incluindo demonstrações financeiras) e o nome completo da empresa. estão obrigadas a adotar livro próprio para transcrição das mencionadas demonstrações. (Art. por notas promissórias. . como fecho.). 274 do RIR/99. tais como os derivados: a) da aquisição de bens patrimoniais ou de investimentos. com termo de encerramento do conjunto de fichas escrituradas que indique o fim a que se destinam. devidamente submetidas à autenticação no órgão de registro competente. o valor será classificado na conta ―Empréstimos e Financiamentos Bancários‖ (ou equivalente). Essa conta representa. derivados das operações normais da empresa.404/1976) Transcrição de demonstrações financeiras em livro próprio Publicado em 12/07/2002 09:07 Para os efeitos da legislação do Imposto de Renda e conforme o Parecer Normativo CST nº 11/85. as empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou maquinizada ou o sistema eletrônico de processamento de dados. folhas soltas ou cartões. empregando formulários contínuos. cujas fichas são encerradas sem conter. desobrigando as pessoas jurídicas que assim procederem da adoção do livro próprio. o inverso da conta ―Títulos a Receber‖ e. se após a escrituração mecanizada ou maquinizada forem inscritas as demonstrações financeiras nas próprias fichas. item 6. em alguns casos. a conta ―Títulos a Pagar‖ é representada. na maioria das vezes. e b) dos empréstimos obtidos de terceiros. telefone etc. é mais comum a classificação.

satisfeitas as demais exigências contidas na IN DNRC nº 65/97. tais contas integrarão um grupo específico que registrará tributos recuperáveis ou compensáveis (―Outros Créditos‖. Observada a estrutura do Plano de Contas da empresa. Na transformação. o PIS- . após a escrituração. Transformação de sociedades Publicado em 26/05/2003 08:39 De acordo com o art. independentemente de dissolução ou liquidação. de períodos de apuração encerrados anteriormente à transformação. que poderão denominar-se ―IRPJ Devido por Estimativa‖ e ―CSL Devida por Estimativa‖. desde que. As parcelas de estimativa devidas devem ser registradas em contas do Ativo Circulante. 220 da Lei nº 6. Há quem entenda que as parcelas de estimativa devem ser registradas em contas redutoras da ―Provisão para o Imposto de Renda‖ e ―Provisão para a Contribuição Social sobre o Lucro‖.Estimativa mensal Publicado em 07/03/2005 09:49 As pessoas jurídicas tributadas com base no lucro real podem efetuar o pagamento do Imposto de Renda Pessoa Jurídica e da Contribuição Social sobre o Lucro devidos no ano-calendário por um dos seguintes modos: com base no resultado efetivamente apurado em balanços/balancetes trimestrais (lucro real trimestral) ou por estimativa mensal (balanço anual). Todavia. de um tipo para outro (exemplo: transformação de limitada em S/A ou vice-versa). transformação é a operação pela qual a sociedade passa. Por essa razão. IPI e ISS – Regra geral Publicado em 27/01/2005 08:16 Os tributos que incidem proporcionalmente sobre o faturamento da empresa (vendas de mercadorias e produtos e da prestação de serviços).404/76.Esclareça-se também que estão desobrigados da adoção do livro próprio referido os contribuintes cuja escrituração utilize o sistema de processamento eletrônico de dados. sejam encadernadas em forma de livro. não há qualquer restrição à compensação de prejuízos fiscais. As obrigações fiscais continuam a ser cumpridas sob a nova razão ou denominação social. o ISS. haja vista o disposto no inciso I do art. segundo o qual os direitos realizáveis no curso do exercício social subseqüente devem ser classificados no Ativo Circulante. o qual deverá ser submetido à autenticação no órgão de registro competente. desde que as demonstrações financeiras figurem nos próprios formulários contínuos e. ―Tributos a Recuperar/Compensar‖). não tenha ocorrido modificação do ramo de atividade e do controle societário. neste caso. no Passivo Circulante. 179 da Lei nº 6. observada. Tratamento contábil de IRPJ/CSL . recomenda-se que as parcelas de estimativa sejam registradas no próprio mês a que se referirem e não somente por ocasião do efetivo pagamento. entendemos não ser essa a melhor opção. como se nada houvesse ocorrido na vida da empresa. As contrapartidas dos valores correspondentes à estimativa devida deverão ser registradas em conta do Passivo Circulante (num grupo de ―Obrigações Tributárias‖ ―Impostos e Contribuições a Recolher‖ ou semelhante). obviamente. a faculdade de redução ou suspensão da estimativa com base em balanços ou balancetes periódicos. Para que a estimativa devida fique evidenciada no Passivo. Tratamento contábil do ICMS. por ocasião da transformação. tais como o ICMS. não ocorre nenhuma solução de continuidade da vida da sociedade.404/1976 (Lei das S/A). com lucro real de períodos de apuração encerrados posteriormente.

escrituração de livro Caixa. inclusive a bancária. ou da transferência para o Passivo Circulante. para efetuar a referida atualização. . caso a ação seja julgada procedente. atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo) para a conta de obrigações no Passivo Circulante. para a determinação da receita líquida. A contabilização dos referidos tributos deve ser feita concomitantemente ao registro das vendas e prestação de serviços. Contabilmente. opcionalmente. o valor total atualizado monetariamente. a pessoa jurídica deve transferir o saldo do depósito judicial. registrado no resultado no período-base em que o processo for julgado desfavorável. Neste caso não haverá nenhum ajuste a ser feito na parte "A". Tratamento contábil dos tributos e contribuições sub judice . para efeitos do Imposto de Renda. na hipótese de a ação ser julgada improcedente. mediante conferência nos extratos emitidos mensalmente. e o valor registrado em obrigações. que. RLP . a pessoa jurídica deve transferir o saldo do depósito judicial. o respectivo valor não poderá ser computado como despesa.Conta de Resultado Tributação pelo Lucro Presumido – Obrigações acessórias Publicado em 20/02/2002 10:02 As pessoas jurídicas que optarem pela tributação com base no lucro presumido deverão. de pronto. adicionado na parte "A" do Lalur e controlado na parte "B") deverá. no Passivo Circulante. a fim de apropriar mensalmente (pelo regime de competência) os respectivos valores.Depósito Judicial (RLP) C .Depósitos judiciais em garantia Publicado em 24/08/2004 09:02 Na hipótese de depósito judicial em garantia. manter (art. a pessoa jurídica deve verificar com a instituição financeira onde foi efetuado o depósito. Se não houver depósito judicial. no qual deverá ser escriturada toda a movimentação financeira ocorrida no decorrer do anocalendário abrangido por esse regime de tributação. Atualização monetária O montante depositado deve ser atualizado monetariamente a partir da data em que houver sido efetuado o depósito até a data da sua efetiva devolução. Assim.Variação Monetária Ativa (CR) No período-base em que o processo for julgado desfavoravelmente. ser baixado na parte "B".Depósitos Judiciais (RLP) C . no qual deverão constar registrados os estoques existentes no término do ano-calendário. Caso a ação seja julgada procedente. os índices de atualização utilizados. enquanto a questão estiver sendo discutida em juízo. o valor do tributo/contribuição discutido judicialmente pode ser contabilizado da seguinte forma: D . para a conta de ―Bancos Conta Movimento‖. atualizado monetariamente (contabilizado no Ativo Circulante ou Realizável a Longo Prazo). havendo ou não depósito judicial em garantia. devem ser registrados em contas próprias de resultado. Saliente-se que os tributos e as contribuições incidentes sobre vendas e prestação de serviços devem ser contabilizados pelo regime de competência.Realizável a Longo Prazo CR . será transferido para uma conta de resultado.Disponibilidades (AC) Esclareça-se. o valor do tributo ou contribuição que estava sendo discutido judicialmente (contabilizado em conta de resultado. classificáveis no Passivo Circulante. será dedutível para fins de determinação do lucro real. tendo como contrapartida contas próprias de tributos a recolher. 527 do RIR/99): a) escrituração contábil nos termos da legislação comercial ou. Esta receita será considerada não tributável e deve ser excluída na parte "A" do Lalur. O lançamento contábil da atualização monetária dos depósitos judiciais pode ser feito da seguinte maneira: D . fica suspensa a exigibilidade do crédito tributário e. no período-base em que o processo foi julgado favoravelmente. aparecem como parcelas redutoras da receita bruta. conseqüentemente. na demonstração do resultado. b) escrituração do livro Registro de Inventário.Pasep e a Cofins. cujos saldos.

conforme demonstrado a seguir: 1) Pela remessa da mercadoria para o fabricante: D -Remessa de bens em Garantia (CCA) C . enquanto não decorrido o prazo decadencial e não prescritas eventuais ações que lhes sejam pertinentes. Todavia. é recomendável que a loja revendedora registre essa operação em contas de compensação.c) em boa guarda e ordem. conforme demonstrado a seguir: 1) Pela remessa da mercadoria para o fabricante: D C Remessa de Bens em Garantia (CCA) Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) 2) Pelo retorno da mercadoria: D C Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) Remessa de Bens em Garantia (CCA) CCA = Conta de Compensação Ativa CCP = Conta de Compensação Passiva Contabilidade . é recomendável que a loja revendedora registre essa operação em contas de compensação. bem como os documentos e demais papéis que serviram de base para a escrituração comercial e fiscal.Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) 2) Pelo retorno da mercadoria: D . Contabilidade .Registro em contas de compensação Publicado em 09/08/2005 09:40 Nos casos de substituição de mercadoria em decorrência de garantia. desde que constem de .Troca de mercadorias em garantia . tendo em vista que o ônus pela substituição da mercadoria defeituosa é do fabricante. todos os livros de escrituração obrigatórios por legislação fiscal específica (do IPI/ICMS. do ISS e outras).Bens Garantidos pelo Fabricante (CCP) C . como o ônus pela substituição da mercadoria defeituosa é do fabricante. Todavia.Tratamento Publicado em 16/09/2005 08:28 Nas operações de troca de mercadorias em garantia. não é necessário nenhum registro contábil por parte da empresa revendedora do produto.Troca de mercadorias em garantia . não é necessário nenhum registro contábil por parte da empresa revendedora do produto.Remessa de bens em Garantia (CCA) CCA = Conta de Compensação Ativa CCP = Conta de Compensação Passiva Uso de códigos e abreviaturas Publicado em 15/03/2004 10:10 Na escrituração contábil é permitido o uso de códigos de números ou de abreviaturas.

. inciso II. Todavia. e d) o livro utilizado para registro do plano de contas e/ou históricos codificados. as demonstrações contábeis. b) os diretores. da Lei nº 9. as informações devem ser suficientes para a avaliação da situação patrimonial da empresa e das mutações sofridas pelo seu patrimônio. desde que revestido das formalidades legais (registro e autenticação). d) investidores do mercado de capital (no caso de sociedades anônimas de capital aberto). Usuários externos Os usuários externos concentram suas atenções. a transcrição das demonstrações contábeis. b) Governo (fiscalização). Segundo o PN CST nº 11/1985. de forma geral. para fins de administração da empresa de modo geral. com o emprego de fichas soltas ou formulários contínuos que não incluam. sua aquisição e respectiva distribuição aos funcionários é prática comum a todas as empresas que possuem empregados com direito a esse benefício. as demonstrações contábeis. revestido das formalidades de registro e autenticação (§ 1º do art. c) auditores externos.1998. Usuários internos Como usuários internos das informações produzidas pela Contabilidade. no caso de empresas que utilizam o sistema de escrituração mecanizada ou sistema de processamento eletrônico de dados. É comum e plenamente justificável que os usuários tenham interesses diversificados em relação à empresa.532/1997). necessariamente. as informações contábeis devem ser amplas e confiáveis. temos: a) o titular da firma individual (atualmente. os usuários da Contabilidade podem ser: a) internos (pessoas que fazem parte da empresa). em atendimento à legislação trabalhista. como fecho. b) o mesmo livro específico que for adotado para a inscrição das demonstrações contábeis. 82. desde 1º. Vale-transporte – Apropriação como custo e/ou despesa operacional Publicado em 09/11/2004 08:44 O vale-transporte.livro próprio. No mínimo. denominado ―empresário‖). ou b) externos. os gerentes e os administradores de todos os níveis. esse livro pode ser: a) o próprio livro Diário. em aspectos mais genéricos expressos nas demonstrações contábeis. Usuários da contabilidade Publicado em 26/02/2004 14:39 De modo geral. quando neles estiverem incluídas. que deverá conter. c) o próprio conjunto de fichas ou formulários contínuos.01. letra ―f‖. no encerramento do período-base. Por isso. no fecho do conjunto. 269 do RIR/1999). Como usuários externos das informações produzidas pela Contabilidade temos: a) bancos e fornecedores. deixou de ser objeto de incentivo fiscal pela legislação do Imposto de Renda (art. os sócios e os acionistas da sociedade.

inclusive o orçado. com pagamento após o término do ano-calendário da venda. relativamente ao VT concedido aos trabalhadores da área de produção. . nas empresas industriais e prestadoras de serviços. e subitem 22. para efeito de determinação do lucro real. b. nas empresas comerciais. para a qual serão transferidos a receita de venda e o custo do imóvel.1) aos trabalhadores das áreas administrativas e de vendas. se for o caso. que melhor caracterizará a obrigação assumida. Contabilidade – Venda de imóveis a prazo ou em prestações – Reconhecimento do lucro Publicado em 18/11/2004 08:37 Para as empresas que exploram a atividade de compra e venda. o mais adequado é o registro em conta do Passivo Circulante. ser registrado em conta de despesas antecipadas (no Ativo Circulante). do RIR/1999. caput e incisos I e II. b) despesa operacional. b) por ocasião da venda.O gasto efetivamente suportado pela empresa na concessão do vale-transporte (VT) aos trabalhadores a seu serviço classifica-se como: a) custo da produção. será determinada a relação entre o lucro bruto e a receita bruta de venda. relativamente ao VT concedido: b. o custo de aquisição dos VTs deve. na hipótese de venda a prazo ou prestação. Parcela descontada dos trabalhadores A parcela que venha a ser recuperada pela empresa. inicialmente. na venda a prazo ou em prestações.1 da IN SRF nº 84/1979) Vendas mediante recebimento de cheque pós-datado (ou pré-datado) . é vedada ao contribuinte. Tratando-se de pagamentos feitos pela empresa com cheque pré-datado. deve ser lançada a crédito da(s) conta(s) que registre(m) o valor bruto dos VTs fornecidos aos trabalhadores. as seguintes normas (por expressa disposição fiscal): a) o lucro bruto deve ser registrado em conta específica de Resultados de Exercícios Futuros. devem ser efetuados na escrita comercial. Todos os procedimentos. Para a preservação do regime de competência na apropriação do gasto. em que permanecerão até o efetivo recebimento. para esse fim. o lucro bruto. para ser apropriado. nas empresas referidas na letra ―a‖. apenas. inclusive o diferimento parcial ou total do reconhecimento do lucro bruto. (Art. entre outras.Registro contábil Publicado em 23/11/2004 08:14 Como não são valores dos quais a empresa vá dispor a qualquer tempo (mas. como custo e/ou despesa operacional. mediante desconto dos trabalhadores. incorporação e construção de imóveis. Para tanto. pode ser reconhecido nas contas de resultados de cada período de apuração proporcionalmente à receita de venda recebida.2) a todos os trabalhadores. na data combinada). e em cada período de apuração será transferida para as contas de resultado parte do lucro bruto proporcional à receita recebida no mesmo período. a utilização do Livro de Apuração do Lucro Real (Lalur). com pagamento restante ou pagamento total contratado para depois do período-base da venda. loteamento. deverão ser observadas. as importâncias recebidas na modalidade de cheque pós-datado (ou pré-datado) não devem ser classificadas no subgrupo do "Disponível" e sim em conta distinta do "Ativo Circulante". no mês em que os VTs devam ser utilizados pelos trabalhadores. 413. Portanto.

ainda. conforme acordado entre as partes.Cheques a Receber (Ativo Circulante) 2. prevaleça a essência sobre a forma Vendas para entrega futura . entendemos ser viável e necessário o registro desse tipo de operação. situação em que a empresa vendedora já esteja de posse dos bens a serem fornecidos ao seu cliente.03.02.Registro contábil Publicado em 05/07/2004 08:43 Conforme o princípio contábil da competência.Exemplo Suponhamos que em 10. independentemente de seu recebimento ou pagamento.000.00 II .00 Embora não exista previsão legal para o cheque pré-datado e.Venda mediante cheque pré-datado a ser contabilizada em 10.2004. ou seja. Exemplo No desenvolvimento do exemplo.00 que. como forma de melhor demonstrar a situação patrimonial da empresa. levando-se em conta ponderáveis opiniões no sentido de que ele não deve ser objeto de lançamento contábil (por ser figura estranha ao ordenamento jurídico).Venda de Mercadorias no Mercado Interno (Resultado) 2.000. As mercadorias objeto desse tipo de transação devem ser segregadas dos estoques da empresa vendedora e colocadas à disposição do cliente. Neste caso.02.2004 uma empresa efetue venda de mercadorias a determinado cliente mediante recebimento de cheque pré-datado no valor de R$ 2. na Contabilidade. as receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem. Trata-se de refletir uma realidade empresarial e de fazer com que. quando se correlacionarem.2004) D . sempre simultaneamente.Depósito do cheque na data combinada (10. No caso de vendas para entrega futura.2004 D . somente será depositado em 10. da .000. teríamos os seguintes registros contábeis: I .Bancos Conta Movimento (Ativo Circulante) C .Cheques a Receber (Ativo Circulante) C . já os tenha produzido ou adquirido de terceiros. deverá ser reconhecida a receita proveniente da venda assim que for emitida a nota fiscal de ―simples faturamento‖.03. consideremos ter sido emitida nota fiscal de ―simples faturamento‖.

.. a administradora liquida o crédito com a empresa vendedora..00 • Valor do IPI (R$ 10.20X1.Adm.00 II .Vendas recebidas por meio de cartão de crédito . I .00 R$ 50.00.X1: DCBancos Conta Movimento (AC) Clientes .. R$ 11..00.Pela venda ao cliente em 10. Sobre esta operação.Adm “X” (AC) R$ 950..20X1: D .00 R$ 1...Registro Publicado em 11/11/2005 09:23 As vendas de produtos ou serviços efetuadas por meio de cartões de crédito caracterizam-se como vendas a prazo. AC = Ativo Circulante CR= Contas de Resultado PC = Passivo Circulante Contabilidade . as administradoras de cartões de crédito cobram uma taxa sobre o valor da venda. por via bancária.08..00 Registro da venda para entrega futura e do IPI incidente. paga pelo cliente por meio do cartão de crédito da Administradora “X”. Em 05.Despesas com Vendas (CR) C ........Receita Bruta de Vendas (CR) R$ 950. D C C Clientes (AC) Receita Bruta de Vendas (CR) IPI a Recolher (PC) 11.00 Após esse lançamento.. após um certo prazo da entrega das autorizações de pagamentos... efetuou uma venda no valor de R$ 1..000..000.000.07.Pelo recebimento da administradora em 05.. Admitamos que uma empresa.00 • Valor total da nota fiscal de ―simples faturamento‖ . R$ 1...08..07. no valor de R$ 950..000... a título de taxa de administração.00 1.000.00 x 10%) ...000.00 10.20X1. R$ 10.. seria efetuado o de ―baixa‖ no estoque e o de reconhecimento do ―custo dos produtos vendidos‖. “X” (AC) D .......00 III .. no dia 10. via de regra. a qual cobra uma taxa de administração de 5%. pois as empresas administradoras de cartões de crédito somente efetuam o pagamento.000.000.Pelo valor do ICMS destacado na nota fiscal: DCICMS sobre Vendas (CR) ICMS a Recolher (PC) R$ 180.Clientes .000.00 AC = Ativo Circulante PC = Passivo Circulante .qual constaram os seguintes dados (meramente ilustrativos): • Valor das mercadorias .

o cheque recebido sob o compromisso de somente ser apresentado ao banco sacado em determinada data posterior. por exemplo. só o apresentando ao banco sacado na data ajustada. ou seja. por definição. . é largamente adotada no comércio a prática de realizar vendas mediante recebimento do chamado cheque pré-datado. Classificação contábil Embora a figura do cheque pré-datado não tenha previsão legal. Todavia. como a contabilidade deve registrar os fatos pela sua essência e não pela sua forma. os cheques prédatados recebidos não devem ser classificados como disponibilidades e sim em conta representativa de um crédito a receber. normalmente o comerciante que o recebe respeita o acordo feito com o emitente.Classificação Publicado em 10/07/2003 09:55 O cheque é. uma ordem de pagamento a vista. que pode ser intitulada. ou outro título equivalente. “Cheques a Apresentar”.CR = Conta de Resultado Vendas recebidas por meio de cheque pré-datado . Assim.

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