EXERCÍCIOS DE MEDICINA LEGAL = 1º + 2º + 3º ESTÁGIOS 1º ESTÁGIO 1.

Entende-se por Perícia Contraditória: C - aquela em que os peritos chegaram a conclusão conflitantes. 2. Corpo de Delito deve ser definido como o exame: B - de elementos materiais resultantes de um delito. 3. O sinal de funil de Bonnet ocorre em ferimento por instrumento: A - perfurante. 4. Ferimento cortante encontrado na parte posterior do pescoço é denominado: B - esgorjamento. 5. O instrumento vulnerante, que age por pressão e deslizamento sobre uma linha é: D - inciso. 6. Os projeteis de arma de fogo produzem habitualmente orifícios de entrada: A – maiores do que a da saída. 7. Ao exame de cabeça, observa-se entre a pele e o osso frontal uma grande coleção de sangue parcialmente coagulado: C – uma bossa sanguinea. 8. Não de pode estimar o ângulo de trajetória do projétil de arma de fogo, em relação ao corpo da vitima pela: A – trajetória do projeto dentro do corpo. 9. Hematoma é um tipo de ferimento produzido habitualmente, por instrumento: A – contundente. 10. Denominam-se “lesões de defesa” as que se localizam: B – no antebraço. 11. Em ferimentos por projétil de arma de fogo a fumaça produzida pela queima da pólvora é responsável pela formação de: B – zona de chamuscamento. 12. A chamada Câmara de Mina de Hoffman e o Sinal de Benassissao encontrados nas feridas produzidas por projéteis de arma de fogo disparados a que distancia: D – tiro encostado. 13. Num ferimento pérfuro-contuso o projétil de arma de fogo produz: D – orlas e zonas. 14. Um periciando ao exame médico apresenta uma equimose esverdiada na região orbita esquerda. Qual o instrumento ou o meio causador da ofensa: C – contundente. 15. O aspecto equimótico de lesões contusas apresenta as seguintes sequências cromáticas: D – avermelhado, azulado, esverdeado, amarelado. 16. Instrumento mecânico ativo é aquele que: D – por movimentação ativa ou passiva vai de encontro a vitima. 17. Ao arrancamento da epiderme e desnudamento da derme provocado por atrito, concorrendo formações de crostas sero-hemática, denominados: B – escoriações. 18. Vermelho,violáceo azul, verde e amarelo, são cores que se sucedem durante a evolução de: C – equimose. 19. Cai a Bastilha e com ela a Monarquia Francesa, ocasião em que Maria Antonieta é submetida a guilhotina, um instrumento basicamente: C – corto-contuso. 20. Uma criança que apresenta equimoses múltiplas com cores diferentes, de azul e amarelo, cujas radiografias mostram vários sinais de fraturas de idades diferentes e que tem escoriações diversas, algumas recentes e outras em cicatrização provavelmente é uma vitima de: D – maus tratos. 21. Bordas irregulares, escoriações, equimosadas, fundo irregular e pouco sangramento, lesão: B – contusa.

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22. Uma equimose típica desaparece em cerca de: B – vinte dias. 23. Não é produzida pela ação de projétil de arma de fogo: C – escoriação. 24. Verifica-se a formação de zona de tatuagem ao redor do ferimento pérfuro-contuso, quando o tiro, em relação ao alvo, é disparado: A – a curta distância. 25. A dentição completa de um homem é formada de: B – 32 dentes. 26. Identificação é: D – definir algumas características individualizantes cientificamente. 27. Radiografia de punhos são utilizados em pericias médico-legal, entre outra finalidades: A – avaliar a idade do individuo. 28. Todo processo identificatório deve basear-se em características: A – imutáveis. 29. Constitui comunicação compulsória feita por médio as autoridades competentes de fato profissional, por necessidade social ou sanitária: B – notificação. 30. Constituem características da ferida contusa, exceto: C – causa de escoriação. 31. Quando os dois peritos não chegam a um ponto de vista comum, cada um apresentará a parte do seu próprio relatório. Chama-se isso de perícia: B – contraditória. 32. Perícia médico-legal baseada exclusivamente em prontuário médico de pronto socorro: C – documental. 01) Perícia médica legal é todo exame realizado nas pessoas, animais e coisas com finalidades de contribuir com a justiça. Entende-se por perícia contraditória: A- Dois laudos do mesmo perito com conclusões de sentido dúbio. B- Dois laudos, de peritos diferentes, com conclusões divergentes. C- Quando o juiz, em dúvida, requer nova perícia. D- Quando as respostas aos quesitos estão em contradição com estes. E- Quando o laudo encontra-se eivado de erros. Letra (B) – Perícia contraditória são as perícias que provocam divergências inconciliáveis entre os peritos, obrigando a elaboração de laudos diferentes e independentes. 02) Um cadáver de uma vítima de raça negroide foi encontrado totalmente sujo por areia e lama. O perito-legista pôde deduzir que o tiro foi disparado com a boca do cano da arma encostada na cabeça, quando atentamente observou: A- Zona de tatuagem sobre o couro cabeludo. B- Zona de esfumaçamento sobre a pele. C- Zona de enxugo motivada pelo ricochete do projétil. D- Esfumaçamento na superfície óssea. E- Orla subcutânea de coloração enegrecida. Letra (D) – Trata-se de uma lesão perfuro contundente do tipo tiro encostado, pois este tipo de lesão quando encostado no crânio, costelas e escápulas deixam um halo fuliginoso na parte externa óssea, denominado de Sinal de Benassi. 03) Depois do incêndio gigantesco acontecido na favela da periferia da capital, o médico perito examinou vários acidentados portadores de queimaduras de características diferentes denominadas de quarto, terceiro, segundo e primeiro graus. Assinale a alternativa incorreta: A- As queimaduras pelas chamas são sempre de baixo para cima. B- As queimaduras por líquidos são sempre de cima para baixo. C- O sinal de Chambert é encontrado nas queimaduras por radiação. D- O sinal de Muntalti é encontrado nos carbonizados. E- As queimaduras pelos cáusticos deixam cicatrizes indeléveis. 2

Nitrato de Prata. por fim. E.O chamado arco senil está presente em 100% dos quadragenários. D. 05) Próximo a uma usina nuclear um casal foi encontrado morto. são aquelas decorrentes de lesões externas ou radiodermites. a cor dos pêlos do couro cabeludo e do tórax. assinale a alternativa incorreta. Letra (C) – Em se tratando de um cadáver desconhecido deve-se observar. assinale a alternativa correta.Morte súbita por eletroplessão ou radiação ou fulminação. as rugas. os peritos pesquisaram as lesões de Jellineck.A radiodermite é uma lesão endurecida denominada úlcera de Röentgen.As necroses dos pés pelo frio são conhecidas por geladuras de quarto grau. por raios. Letra (D) – Tratam-se de substâncias químicas coagulantes. Ácido Nítrico. as lesões causadas com Ácido Clorídrico. B. a provável causa mortis: A.A determinação da 3ª idade é feita através do apagamento das suturas cranianas. extensas áreas da pele com escaras secas endurecidas e de tonalidade escura.Os únicos parâmetros para identificação do sexo masculino estão nos ossos da bacia.Substância lacrimejante. C. B. ou seja. E. em que raios provocaram circuitos na rede elétrica da cidade. ver os detalhes das suturas cranianas. O exame externo de um cadáver revelou na face anterior do pescoço e tórax. deve-se ainda.A queimadura de segundo grau produz na pele um eritema fugaz.Morte súbita por fulminação ou eletroplessão ou radiação. Considerando as lesões produzidas por estes agentes. pelo menos. Letra (B) – As queimaduras de 2º grau provocam bolhas ou flictemas cheias de liquido sero hemático (Sinais de Chambert). etc. C. de Lichtemberg. Diante de uma ossada desgastada pelo decorrer dos tempos. pois elas deixam uma crosta de consistência endurecida.Substância coagulante.A identificação da espécie humana só pode ser feita pelo estudo dos ossos longos. aproximadamente a idade.Substância vesicante. C.Substância polassica. elas se caracterizam por ser arboriformes ou em zigue-zague. como por exemplo. cautelosamente. Assinale. E. C. destruição e morte celular.Letra (C) – Os sinais de Chambert são flictemas cheias de liquido sero hemático e são encontradas nas queimaduras de 2º grau. Ácido Sulfúrico. mais larga na face e mais estreita no pescoço e tórax. temos as Úlceras de Röentgen. e de Roentgeen. depois dos acontecimentos eventuais de uma tempestade. A. E. E.Morte súbita por fulminação ou radiação ou eletroplessão.A escala de Brocas é um método para a identificação médico-legal do sexo. D. essas lesões são de difícil cicatrização. 07) A identificação é o conjunto de meios científicos e técnicos utilizados pela ciência para identificar as pessoas ou separá-las das demais espécies dos animais. que são as provocadas por radioatividades do tipo energia atômica ou nuclear. 3 . B.Morte súbita por radiação ou eletroplessão ou fulminação. D. O perito legista suspeita de ação química por: A. destruição e morte celular. pela ordem. No IML. Letra (C) – As marcas de Jellineck ou saca bocado.Morte súbita por eletroplessão ou fulminação ou radiação. A. bem como.Substância liquefaciente. a distribuição dos dentes e fazer o estudo dos ossos e cartilagens. Quanto as lesões de Lichtenberg temos que elas são lesões provocadas por eletricidade natural ou cósmica. B. D.A lesão de Lichtenberg é motivada por energia elétrica natural.A diminuição da pressão atmosférica provoca rarefação e hematose. 06) Agentes físicos são aqueles que modificam a estrutura dos tecidos provocando alteração. 04) Energia química é toda aquela que provoca alteração. são lesões de entrada provocadas por choque elétrico do tipo eletricidade industrial ou artificial. visualizar e estudar o arco senil e muitas outras particularidades que determinem.

feito de trás para a frente e de cima para baixo na região lateral direita do pescoço. habitualmente. 4 . por instrumento? R: Cortante. 13) Utilizando a lâmina de um facão você não poderá produzir um ferimento? R: Punctório. 4) Num ferimento produzido por um instrumento cortante. que é uma reação vital. 2) Ao exame de um cadáver com um ferimento inciso oblíquo.Agentes Perfurantes: 1) Os instrumentos perfurantes produzem ferimentos de diâmetro? R: Menor que o do próprio instrumento. Ferimento punctório é aquele provocado por instrumento vulnerante que age por pressão sobre um ponto. os quais produzem lesões? R: Punctórias. a agulha provoca um ferimento? R: Punctório. 8) Um ferimento punctório. recebe o nome de instrumento? R: Perfurante. 12) Utilizando-se de um machado. o agente não conseguirá produzir ferimento? R: Punctório. 9) As leis de Langer e Filhós? R: São responsáveis pela deformação dos ferimentos punctórios. 3) A faca é um instrumento cortante? R: Apenas quando seu gume atua por deslizamento e pressão sobre uma linha. produzido por um objeto cilíndrico de ponta cônica. é classificado como? R: Cortante. o médico-legista? R: Pode fazer um confronto entre a forma de um ferimento punctório e a do instrumento que a produziu. a cauda da saída é. que age por pressão e por deslizamento sobre uma linha. Tem como exemplo aquele produzido por agulha ao se aplicar uma injeção. 5) O Esgorjamento é produzido. 6) O instrumento vulnerante que age por pressão sobre um ponto. a mais? R: Rasa. 3) Um instrumento perfurante? R: Atua sempre por pressão sobre um ponto. obedece às leis de? R: Langer e Filhós. 7) Instrumento vulnerante que age por pressão sobre um ponto provoca ferimento? R: Punctório. 5) Uma agulha ou um estilete são instrumentos chamados perfurantes. 11) Utilizando-se as leis de Langer e Filhos. Tal fenômeno. tem a forma elíptica. Agentes Cortantes: 1) O instrumento vulnerante. 2) O instrumento mais competente para provocar ferimento punctório é? R: Uma agulha de tricô. superfícies interno liso e fundo regular recebe o nome de ferimento? R: Inciso. 10) As leis de Langer e Filhos se aplicam a lesões produzidas por? R: Instrumentos mecânicos. profundo. usualmente. 6) O seccionamento da parte anterior do pescoço por instrumento cortante recebe a denominação de? R: Esgorjamento. e é penetrante. 8) Ferimento com bordas lineares. 7) Ferimento cortante encontrado na parte posterior do pescoço é denominado? Degola. 4) Ao se aplicar uma injeção. pode-se concluir que? R: O instrumento vulnerante atuou por pressão e deslizamento sobre uma linha.

um instrumento vulnerante é identificado e classificado de acordo com? R: Sua ação. algumas recentes e outras em cicatrização. Esverdeado. provavelmente é uma vítima de? R: Maus tratos. 8) Num ferimento inciso. 10) Um facão com lâmina pesada e ponta é classificado como instrumento vulnerante? R: De acordo com sua ação. onde termina a ação do instrumento. que atua por pressão sobre uma superfície. é classificado como? R: Contundente. Feridas Contusas – Hematomas. a cauda? R: Mais longa e mais afilada. a equimose passa pela seguinte seqüência cromática: R. 5) Na seqüência de cores do espectro equimótico. Vermelho violáceo. a ação de um instrumento? R: Contundente. Escoriações e equimoses. no caso. 6) Instrumento vulnerante. com cores diferentes. resultante de agressão por arma branca. 11) Em perícia médico-legal. 5) Um instrumento contundente.9) Em ferimentos incisos. geralmente. em terceiro lugar aparece a: R. Verde. Azul. Instrumentos Contundentes 1) O instrumento contundente? R: Pode ser flexível. de azul a amarelo. 9) Geralmente a extensão é maior que a profundidade nos ferimentos? R: Incisos. Amarelo). Tal lesão corresponde a? R: Uma escoriação. Azulado. 8) Normalmente são incapazes de provocar fraturas ósseas os instrumentos? R: Cortantes. 2) Hematoma é um tipo de ferimento produzido. 4) A ação que caracteriza o instrumento contundente é? R: A pressão sobre uma superfície do corpo da vítima. Verde. Verde (ou VAVA – Vermelho-Violáceo. 5 . habitualmente. e que tem escoriações diversas. por instrumento? R: Contundente. a cauda de saída é. (ou VAVA – Vermelho-Violáceo. 2) Em Medicina Legal. cujas radiografias mostram vários sinais de fraturas de idades diferentes. 4) Do início até o desaparecimento. obrigatoriamente? R: Atua por pressão sobre uma superfície. são consideradas escoriações? R: Áreas de peles desprovidas de camada superficial. Amarelado. 2) Uma criança que apresenta equimoses múltiplas. aponta-se como extremidade. observa-se na região frontal direita uma área irregular desprovida da epiderme e coberta por uma fina crosta de sangue ressecado. 3) Os instrumentos contundentes produzem os seguintes ferimentos? R. Feridas Contusas e Escoriações 1) Não se pode classificar entre os processos hemorrágicos? R: A escoriação. Amarelo). geralmente? R: Mais alongada e superficial. Azul. 7) As fraturas indicam. 9) As fraturas cranianas produzidas por um instrumento contundente costumam ser? R: Radiadas. 3) Uma equimose típica desaparece em cerca de? R: Vinte dias. 3) Ao exame da cabeça. Bossas e Equimoses 1) A equimose? R: Resulta da ruptura dos vasos sanguíneos.

R. Iago cravou o punhal no peito de Desdêmona. originando? R: Uma equimose. A infeliz “Yasmin” sofreu ação de instrumento? R: Pérfuro-cortante. gravidade terrestre e asfixia. 6) Os ferimentos pérfuro-incisos são produzidos por instrumentos? R: Pérfuro-cortantes. A seqüência de cores do espectro em questão é? R: Violáceo. o sangue se infiltrou nas malhas do tecido da pele. 3) Sabendo-se que a vítima sofreu ferimento pérfuro-inciso no tórax. hemorragia e hemorragia. 12) Equimose.6) Vermelho violáceo. verde e amarelo são cores que se sucedem durante a evolução de uma? R: Equimose. Feridas pérfuro-incisas e cortocontusas 1) Denominam-se “lesões de defesa” as que se localizam? R: No antebraço. hipóstases e cianose estão relacionadas. que lhe atingiram o coração. equimose e hematoma constituem. 18) Em decorrência de uma hemorragia. 16) O hematoma? R: É uma modalidade de hemorragia interna. esverdeado e amarelado (VAVA). 9) Hematoma é um elemento típico de ferimento? R: Contuso. 14) Escoriações. transfixando-lhe o coração com um instrumento? R: Pérfuro-cortante. Trata-se de? R: Uma bossa sanguínea. verde. a golpes de adaga. 11) A equimose? R: Pode localizar-se. azul. azul. 7) O ferimento pérfuro-inciso? R: Não pode ter duas caudas. também. 7) Dentro do espectro equimótico observa-se a seguinte sucessão cromática? R: Violáceo. 2) Ensandecido pelo ciúme. Pode ter profundidade maior do que o comprimento da lâmina que o produziu. respectivamente? R: Perda de epiderme. • O ferimento pérfuro-inciso: (questão formulada também no DP 4/93). 6 . 8) O espectro equimótico permite estimar o tempo decorrido entre o momento em que se produziu um ferimento contuso e o de seu exame pericial. provavelmente. em terceiro lugar aparece a? R: Verde. parcialmente coagulado. (VAVA). 17) Confrontando-se equimose com hematoma. conclui-se que? R: O ferimento era pérfuro-cortante. 5) Uma jovem atriz foi morta. respectivamente com? R: Hemorragias. Pode ter número de caudas maior do que o de gumes do instrumento que o produziu. 10) Na seqüência de cores do espectro equimótico. observa-se entre a pele e o osso frontal uma grande coleção de sangue. • O ferimento pérfuro-inciso: (questão formulada também no DP 3/92). 15) Ao exame da cabeça. R. azulado. pode-se afirmar que? R: Aquela é constituída de sangue infiltrado entre as malhas do tecido. 4) Secção das estruturas da região anterior do pescoço por instrumento cortante recebe a denominação de? R: Guilhotinamento. nas vísceras. 13) As equimoses e os hematomas? R: Diferenciam-se pela gravidade das lesões. enquanto esta é formada de sangue coletado em uma cavidade.

então ferimento: (questão formulada também no DP 2/90). Sinais de mordeduras são elementos importantes na tentativa de se identificar autor de crime sexual. Cortocontusos. Degola. A apresentação de duas caudas. eles produzem ferimento: R. Cortocontundente. Um instrumento que. aplica-lhe certeira navalhada no baixo-ventre. O rufião. • • • • • R. Atua. De acordo com a maneira com que ela foi usada. basicamente. Ferimento pérfurocontuso (ORLAS DE CONTUSÃO E ENXUGO). Uma criança teve os dedos da mão amputados pelas pás de um ventilador em funcionamento. então. As duas personagens do “bas-fond” foram feridas. atua exclusivamente por pressão provocando solução de continuidade dos tecidos é: R. 7 . Cortocontusos.• Em um ferimento pérfuro-inciso. • Uma ferida incisa ou cortocontusa situada na região cervical (nuca) é denominada de: (questão parecida foi formulada no DP 5/93). através de seu gume. Pode não ser igual ao número de gumes do instrumento que o produziu. num caso considerado. como instrumento vulnerante. ocasião em que Maria Antonieta é submetida à guilhotina. por pressão sobre uma linha. de: R. Contundente e cortante. Cortocontuso. por tratar-se. é classificada: R. • As unhas e os dentes são considerados instrumentos: (questão formulada também no DP 5/93). insatisfeito com o lucro obtido. R. o número de caudas: R. respectivamente. por instrumentos: R. Numa briga. tirando-lhe um pedaço com uma violenta dentada. Em qualquer órgão ou tecido em que ela penetrar. um dos contendores mutilou a orelha de outro. embora não obrigatórios caracterizam ferimentos: • R. o médico-legista refere-se ao “anel de Fish”. Cortocontundente. um instrumento. De acordo com a maneira como é utilizada. • Uma faca. basicamente: R. Cortocontuso. R. • Em seu laudo. • Um instrumento cortocontundente: R. R. Cortocontundentes. Cai a Bastilha e com ela a monarquia francesa. ferimentos: R. Feridas Pérfuro-Contusas • Um projétil de arma de fogo provoca ferimento pérfurocontuso: (questão parecida foi também formulada no DP 1/94). desfere violento tapa no rosto da prostituta que. Verificaram-se. • • • • É característico da ferida incisa: R. • Uma faca de açougueiro com ponta e um gume deve ser classificada: R. Quando os dentes incisivos de uma pessoa chegam a cortar a pele. revidando à agressão. • Escoriações e equimoses nas bordas podem ser consideradas elementos que. produzindo-se. evidentemente.

o agressor não poderia provocar ferimentos: R. circundando por um grande número de grânulos escuros incrustados na pele. Zonas. em tiro à curta distância. O ferimento descrito corresponde ao de: R. evidentemente. com o instrumento que o produziu. escoriadas e equimóticas. pelos seguintes objetos: R. Diferente do punctório. o projétil de um fuzil-metralhadora. Entrada de projétil de arma de fogo. de: R. • Em uma briga de bar. os únicos absolutamente incompatíveis com o acidente automobilístico do tipo descrito são: R. orifícios de entrada: R. cercado por uma borda deprimida. R. observamos: (questão foi também formulada no DP 1/94). incisos e punctórios. Circundando o orifício de entrada de bala observamos uma estreita faixa desprovida de camada epidérmica. • Não é elemento indicativo de tiro à distância: R. Orlas e zonas. devido à elasticidade da pele da vítima. habitualmente. um ferimento circular de bordas invertidas. Menor. que o diâmetro daquela em relação ao deste é: R. no hemisfério esquerdo. Em ferimento de entrada de projétil de arma de fogo. pérfurocontusos. • • • • • 8 . é permitido concluir-se que se trata de um ferimento: R. retirado de um automóvel caído no fundo de uma ribanceira. • Os projéteis de arma de fogo produzem. • • No exame de um cadáver. canivete e bala calibre 22. escoriada e equimótica e por uma área anular com vestígios de material estranho. Orla de contusão. provoca um ferimento: R. • O sinal de funil de Bonnet ocorre em ferimento produzido por instrumento: R. Com a mencionada arma. verifica-se geralmente. respectivamente. ao atravessar o baço. Destes. Comparando-se o orifício de entrada de projétil de arma de fogo. cortocontusos. em tiro a qualquer distância. • No ferimento de entrada de projétil de arma de fogo sempre se observa: R. Orla de escoriação. um indivíduo. em tiro à distância. espalhados por uma área de cerca de 20 cm de diâmetro. Trata-se. agrediu várias pessoas. Menores que o de saída. Observa-se. pérfurocontuso. pérfuro-contuso. algo acinzentado. pérfuro-inciso e pérfurocontuso podem ser produzidos. Penetrando no abdômen da vítima. Arame. armado com uma garrafa. • • O ferimento pérfurocontuso é: R. o médico-legista identificou ferimentos contusos. Os pérfurocontusos. em tiro à curta distância. • Orla de contusão e enxugo: R.Observando-se na pele um ferimento com a forma de um orifício mais ou menos circular. É encontrado em redor do orifício de entrada de bala. Ferimentos punctório. Pérfurocontusos. Pérfurocontundente.

• A falsa tatuagem. recoberto por um induto cinzento enegrecido. em ferimentos por projéteis de arma de fogo. orla equimótica e orla de enxugo. • Nos ferimentos por projéteis de arma de fogo. é disparado: (questão formulada também no DP 2/90). Orla de contusão. À curta distância. • Observou-se ao redor do orifício de entrada do projétil uma área aproximadamente circular. é produzida pelo próprio projétil a: R. Fumaça resultante da queima da pólvora. R. da: R. quando o tiro. Tratava-se evidentemente. Levando-se em conta a distância do disparo por arma de fogo. Orifício. • A zona de tatuagem ao redor de um orifício de entrada de projétil de arma de fogo denuncia tiro: R. • A zona de esfumaçamento costuma ser encontrada nos ferimentos produzidos por projétil de arma de fogo disparado: R. Em ferimentos produzidos por projéteis de arma de fogo em tiros à distância ou à queima-roupa observa-se: R. Orla de contusão. • Falsa tatuagem. pérfurocontuso. Zona de esfumaçamento. com uma esponja embebecida em água com sabão. Zona de esfumaçamento. • As zonas de contusão e enxugo produzidas por instrumento pérfurocontundente são encontradas: R. R. que foi removido. • Num ferimento por projétil de arma de fogo. Em disparos a qualquer distância. em relação ao alvo. é produzida por: (questão parecida foi formulada no DP 1/94 que veio a ser anulado). • Não é produzida diretamente pela ação do instrumento pérfurocontundente a: R. Um ferimento produzido por projétil de arma de fogo disparado à distância é caracterizado por: R. corresponde à: (questão formulada também no DP 2 e 3/92). obrigatoriamente: R. À curta distância. Zona de tatuagem. nos ferimentos por projétil de arma de fogo. Zona de esfumaçamento. Verifica-se a formação de zona de tatuagem ao redor do ferimento pérfurocontuso. podemos observar nas lesões por tiro próximo: R. permite afirmar que o ferimento certamente foi praticado por: R. • Em ferimento provocado pela entrada de projétil de arma de fogo. R. pode-se eliminar. Instrumento pérfurocontundente. com cerca de dez centímetros de diâmetro. Orla de contusão. com água e sabão: R. Orla de contusão. Tiro a qualquer distância. • • Orla de contusão e enxugo é característica de ferimento: R.• Ferimentos pérfurocontusos têm. ao redor de um orifício mais ou menos circular na pele. • A presença de orla de contusão e de enxugo. • Não é produzido (a) diretamente pelo projétil de arma de fogo: R. a orla de contusão e enxugo: R. Caracteriza o ferimento pérfurocontuso. com certa facilidade. À curta distância. 9 • • • . Zona de esfumaçamento. orlas e zonas de tatuagem e esfumaçamento. • A orla de contusão e de enxugo é observada em ferimento provocado por: R.

• A área de grânulos incrustadas. Flictena. queimaduras de: R. Externamente. R. As lesões mencionadas caracterizam. descrita na questão anterior. nos tiros encostados. • Não é produzida pela ação de projétil de arma de fogo: • R. • Uma queimadura de 4º grau. R. Segundo grau. deve ser classificada como sendo de: (questão formulada também no DP 2/92). Pode ser menos grave que outra de 2º grau. em queimaduras: R. no local afetado. aspecto estrelado. Eritema e escara. • Em ferimento provocado por tiro à curta distância ou à queima-roupa. caracterizada pela carbonização de tecidos: R. O desenho da boca da arma e da alça de mira impresso na pele. é classificada no: R. • Flictena é. • O que se encontra nos ferimentos produzidos por arma de fogo encostada: R. chama-se: • R. • Para caracterizar uma queimadura de segundo grau. a câmara de mina de Hoffmann costuma ter aspecto: (questão formulada também no DP 2/91). Câmara de mina de Hoffmann (pois esta apresenta. Uma bolha com líquido. A existência de câmara de mina de Hoffmann. 3 /91 e 1/93). • A presença de escara caracteriza uma queimadura de: R. Uma queimadura de terceiro grau. Estrelado. Agentes de Ordem Física Em um caso de queimadura. que é uma bolha com líquido. pela ordem. • Em vítima de queimadura por azeite fervente observam-se lesões bolhosas na face. • Queimaduras de primeiro e de terceiro graus são caracterizadas. Terceiro grau. • Não se pode estimar o ângulo de trajetória do projétil de arma de fogo. Zona de tatuagem. observa-se na região afetada a presença de bolhas contendo líquido amarelado. apresenta na palma da mão direita uma escara (úlcera) de cerca de 0. • Uma queimadura. a presença de: R. Encostado. tendo flictenas como elementos característicos. Forma do orifício de saída. deve-se observar. Conclui-se que a queimadura atingiu o: (questão parecida foi formulada no DP 1/94 que veio a ser anulado). é característica evidente de tiro encostado). 10 • • • • . • Flictena é: R. Lesão produzida por água quente. caracterizada pela morte de tecidos até a camada subcutânea. 2º grau. • Uma criança submetida a maus-tratos. • É conhecido como sinal de Werkgaertner: R. não se observa: R. R. • R. pela: R. A zona de chamuscamento.1 cm de diâmetro. em relação ao corpo da vítima. como regra geral. indica que o disparo foi: (questão formulada nos DP 2. Câmara de mina de Hoffmann. Quando constatada. respectivamente. produzido pela entrada de projétil de arma de fogo.Em relação aos ferimentos por projéteis de arma de fogo. • Ferimento pérfurocontuso de aspecto estrelado. primeiro e terceiro graus. 3º grau. rubor nas mãos e escaras nas coxas. pode-se dizer que a característica mais evidente de tiro encostado é: R. segundo. por: R. Uma bolha com líquido amarelado. externamente. Esta lesão caracteriza: R. produzida pela ponta de um cigarro aceso.

Eletroplessão. um operador de forno de fundição de ferro teve a extremidade do pé esquerdo carbonizada. assim. Eletroplessão. fundamentalmente. • A marca de Jellineck é produzida por: (questão parecida foi formulada no DP 6/93). R. vítima de fulguração ou fulminação. pousa sobre fios de alta tensão. Extensão e da intensidade. • Ao tentar recuperar um “papagaio”.000 volts. • Fulguração ou fulminação significa: R. Figuras de Lichtenberg.000 volts. Afetada pela eletricidade industrial. • Um eletricista morreu. em relação à sobrevivência da vítima. um rapaz subiu em uma torre de sustentação de cabos de eletricidade. R. • Um indivíduo morreu carbonizado ao receber uma descarga elétrica de alta voltagem. Natural (fulguração ou fulminação). sofre: R. são denominadas: R. • A marca elétrica de Jellineck pode ser encontrada: R. • A gravidade das queimaduras. • A morte ou lesão em conseqüência do contato do indivíduo com um raio decorre de eletricidade: R. • Comprova-se que a vítima sofreu eletroplessão pela marca de: R. Diz-se que ele foi vítima de: R. 11 • • • . • Durante uma tempestade. Eletroplessão. Jellineck. com aspecto dendrítico ou arborescente em cadáver. sofrendo: (questão formulada no DP 1/93). é avaliada em função da: R. • A marca de Jellineck indica que a vítima sofreu: R. Efeito produzido no corpo humano pela eletricidade atmosférica. R. antes de se estabelecer o perfeito contato entre esta e aquele. Eletroplessão. Jellineck. que a vítima sofreu eletroplessão. falecendo em conseqüência da ação de descarga elétrica decorrente do “efeito-terra” produzido pelo velame do equipamento de salto. • A fulguração ou fulminação é produzida por: R. pela marca de: (questão formulada também no DP 1/93). qualquer que seja a voltagem da corrente que a atingiu. falecendo em conseqüência do choque elétrico. ao levar um choque de fios de alta tensão da ordem de 6. A vítima sofreu: R. Eletroplessão.Em acidente de trabalho. Ele foi vítima de: R.000 volts. Em vítimas de eletroplessão. R. recebendo uma descarga elétrica da ordem de 60. produz uma lesão cutânea típica. à: R. • A marca de Jellineck denuncia que a vítima foi: (questão formulada também no DP 1 e 3/90). Verifica-se. • No caso de eletroplessão. conhecida como: (questão parecida foi formulada no DP1/94 que foi anulado). Marca de Jellineck. • A faísca elétrica que salta do condutor para a pele. instantaneamente. R. R. Pára-quedista que. • A marca de Jellineck é observada nos casos de: (questão formulada também no DP 3/89 e 01/90). Eletricidade. • Lesões cutâneas. Quarto grau. Raio. uma queimadura de: R. Eletroplessão. Intensidade da corrente (amperagem). • A fulguração ou fulminação é provocada por: (questão formulada também no DP 4/89 e 6/93). a vítima foi atingida por um raio. os efeitos deletérios da corrente elétrica se devem. em dia chuvoso. da ordem de 440. sofrendo. Eletricidade atmosférica. visualmente.

com certeza uma morte por envenenamento. Absorção. 6. • Durante uma tempestade. Cianureto de potássio. é indispensável que se demonstre: R. odor de amêndoas amargas e sinais de asfixia observados em um cadáver que revelam que a morte foi produzida por intoxicação exógena aguda por: R. 4. • Livores violáceos claros da pele. rigidez cadavérica precoce e intensa. Ácido cianídrico. • O ciclo toxicológico seguido por um veneno. A esganadura. sofrendo: R. O enforcamento e o estrangulamento. • A eletricidade natural. Fulminação ou fulguração. Envenenamento. • Forte odor de amêndoas amargas. Tipo de asfixia sem acumulo de gás carbônico. 12 . Fulminação ou fulguração As figuras características chamadas de arboriformes ou de Lichtenberg. distribuição. fixação. • As figuras arborescentes de Lichtenberg são típicas de: R. A concentração do veneno. é sinal indicativo de envenenamento por: R. 2. Fulguração ou fulminação. fase respiratória e fase cardíaca. • O conceito do veneno está vinculado. A sufocação direta e indireta. quando age sobre o homem de maneira letal. • O exemplo mais característico de homicídio com emprego de meio insidioso é aquele provocado por: R. • Um indivíduo sofre fulminação ou fulguração quando: R. conhecida como “mal das montanhas”: RHipercarpinéia. Quais? R – fase cerebral. Tipo de asfixia com a presença de gás carbônico. Fulminação ou fulguração. fase de excitação cortical e medular. É atingido por um raio. classificam-se com sendo: R – Asfixias Puras. é denominada: R. principalmente. na ausência de morte. classificam-se como sendo: R – Asfixias Complexas. caracterizada pela equimose visceral: R – Manchas de Tardie. é necessário: (questão parecida foi formulada no DP 2/93). 3. além da identificação de uma substância química tóxica no corpo da vítima. José foi atingido por uma descarga elétrica atmosférica. transformação e eliminação. o afogamento e o soterramento. à: R. são encontradas nas mortes por: R. de formatos dendríticos.R. Que se verifique a concentração da referida substância. Para caracterizar. • • 2º ESTÁGIO ASFIXIAS EM GERAL: 1. Dose. Chumbo. 5. no cadáver. R. enquadrando-se nas asfixias mecânicas: R – Acapnéia. Sinal interno presente na asfixia. 7. O cronograma nas asfixias é estabelecido pela presença de 4 fases. em local de suicídio. • Saturnismo é envenenamento por: R. • Para se comprovar que a morte foi provocada por envenenamento. Fulminação ou fulguração. apresenta as seguintes fases: R. classifica-se como sendo: R – Asfixia Mista.

que permaneceu suspenso por tempo prolongado. Quais? R – fase de luta. sugere: R – Asfixia por Confinamento. CIANOSE: 1. (não. fase de apnéia voluntária e fase de aspiração. 17. como um AVC.verdadeiro.Da concentração excessiva de gás carbônico nos glóbulos vermelhos. Em cadáver de vítima de asfixia mecânica sempre se observa: R . 4. É praticamente impossível ter suicídio) c) O sulco no estrangulamento geralmente é transversal e de profundidade uniforme. 16. indivíduo que é introduzido em meio líquido e ocorre a penetração deste líquido nas vias respiratórias. decorre: R . sinal comum a todas as modalidades de asfixia. hermético. 9. como lesões tipo escoriações e equimoses. d) As “manchas de Paltauf são geralmente encontradas na superfície pulmonar de afogados.Do acúmulo de gás carbônico no sangue. Estrangulamento. Esganadura.Afogado Azul. estão corretas as alternativas. 5. c) Sevícias são energias mistas. e) Na asfixia por monóxido de carbono a rigidez e a putrefação são tardias. com sinais gerais de asfixia.Do acúmulo de gás carbônico no sangue. A cianose. Esse tipo de afogamento é chamado de: R – Afogamento Branco. A cianose é conseqüência: R .Cianose. apresenta manchas de hipóstases: R – nos membros inferiores. Indivíduo encontrado morto em ambiente fechado. 13. a Tríade Asfíxica é um sinal interno encontrado nas mortes causadas por: R – Sufocação Indireta. encontradas nas asfixias mecânicas em geral. 2. congestão poli-visceral e equimose de Tardieu. 13 . Enforcamento e Afogamento. porém não ocorre a aspiração deste meio. Quanto as energias ou meios que podem causar lesões corporais. a face é rósea e as manchas de hipóstase são claras. 10. 11. formam a: R – Tríade Asfíxica. 3. tonalidade azulada da pele e das mucosas. A cianose é um sinal comum a todos os tipos de asfixia: R . 14. caracterizado pela presença de equimoses de cor vermelho clara no parênquima pulmonar por ruptura de paredes alveoláres e o início da putrefação: R – Manchas de Paultauf. A morte ocorreu por outra razão. b) A esganadura pode ser homicida e suicida. e) Um corte ou ferida incisa é um tipo de lesão por energia mecânica. d) Desidratação e inanição são exemplos de energias bioquímicas. Sinal interno encontrado na asfixia por afogamento. b) Os cáusticos são energias químicas. ENFORCAMENTO: 1. Soterramento.8. resulta: R . Indivíduo encontrado morto em meio líquido. 15. O cadáver de um enforcamento típico. 12. O afogamento verdadeiro é conhecido como: R . marque a alternativa falsa: a) Asfixia é uma energia biodinâmica (não. é físico-química). sugere uma morte por: Asfixia por Afogamento. A cianose. exceto: a) As “manchas de Tardieu” são pequenas equimoses na superfície de alguns órgãos. A Asfixia por Afogamento apresenta uma cronologia estabelecida em 3 fases. Em asfixiologia. Sangue fluído escuro.

em que houve um enforcamento típico. é característica das mortes por: R – Enforcamento. 9. 2. 3. Um sulco no pescoço com a borda superior visivelmente mais saliente do que a inferior e obliquo em relação ao eixo longitudinal sugere: R – Enforcamento. c) Quatro horas post mortem. 6. é sinal valioso para diagnóstico de: R – Estrangulamento. 11. um sulco oblíquo. 7. 14 . a força que a corda na contrição do pescoço: R – pode ser até de uma máquina. Isadora Duncan. Manchas equimóticas situadas na metade inferior do corpo. 7. de que a vítima morreu de: R – Estrangulamento. Configurou-se. que é assinada pela força muscular da própria vítima ou de outrem. ou objeto similar. A bailarina e atriz de Hollywood. No estrangulamento. em que há embaraço à livre entrada de ar no aparelho respiratório. dirigia seu automóvel conversível quando uma das pontas da “encharpe” que usava ao redor do pescoço enroscou-se na roda traseira do veículo em movimento. um caso de: R . o instrumento que constringe o pescoço da vítima é acionado: R – por qualquer força que não seja o próprio peso da vítima. com rigidez cadavérica mais tardia. b) Duas horas post mortem. A presença de sulco contínuo e horizontal encontrado no pescoço de um cadáver. o que provoca a contrição do laço é: R – O pescoço da vitima. deve-se suspeitar. impedindo a passagem do ar. (DELEGADO-MG-2006) A fixação definitiva das hipóstases cadavéricas ocorre em torno de: a) Oito horas post mortem. Pode-se deduzir que o indivíduo foi vítima de: R – Enforcamento. transversalmente disposta na câmara íntima da carótida.Estrangulamento. membros inferiores e superiores. d) Seis horas post mortem. O efeito gerado pelo brusco e violento estiramento daquela faixa de tecido provocou a morte por: R – Estrangulamento. 10. ESTRANGULAMENTO: 1. A formação de manchas hipostáticas se da: R – à deposição do sangue nas regiões mais baixas do cadáver. única ou múltipla. é denominada: R – Estrangulamento. portanto. 8. logo atrás da orelha direita. foi encontrado no pescoço. No indivíduo morto por asfixia. interrompido na parte mais alta de seu trajeto. A asfixia mecânica. A solução de continuidade. No desabamento de uma construção. produzido pela contrição do pescoço por um laço. Fratura do osso hióide (contrição no pescoço) sugere morte por: R – Enforcamento. Observando-se um cadáver com cianose e com sulco ininterrupto e perpendicular ao eixo do pescoço. 4. consideramos: R – Corda acionada pelo agressor. As manchas hipostáticas no cadáver. Como instrumento constritor do pescoço no estrangulamento. junto a sua bifurcação nas asfixias mecânicas por enforcamento é denominada sinal de: R – Amussat. 6. encontram-se: R – nas pernas e mãos. 4.2. 5. um indivíduo morreu por asfixia porque um pesado cano de ferro comprimiu fortemente seu pescoço. 8. 5. em 1º lugar. O sulco serviçal do enforcamento é classificado como ferimento: R – contuso. No enforcamento. 3. A morte por estrangulamento com corda.

15 . Incapacidade para as ocupações habituais por mais de 30 dias. exceto: a) Deformidade permanente. Horas depois.Da sufocação indireta. A modalidade de asfixia. 2. A sufocação direta e a indireta estão associadas ao: R . um caso de: R . Os estigmas ungueais. 3. 2. quando presentes. É praticamente impossível cometer-se um suicídio por: R . b) Enfermidade incurável.Compressão do tórax.Sufocação indireta. Examinando-se o pescoço de uma vítima de esganadura. c) Perda ou inutilização de membro. matou-a por asfixia. por: R . 5. 4. A sufocação indireta é uma modalidade de asfixia que se verifica: R . Em conseqüência de um desabamento.Esganadura. 2. 4.ESGANADURA: 1. um indivíduo morreu asfixiado porque uma viga de madeira manteve seu tórax comprimido. sentido ou função. em que a intervenção por força muscular humana é imprescindível. que.Soterramento. SUFOCAÇÃO DIRETA: 1. e aceleração de parto. também denominada máscara equimótica da face.Sufocação direta.Sufocação direta. Para conter um assaltante. São circunstâncias que. e as equimoses produzidas pelas polpas digitais são características das asfixias produzidas por: R . pressionando-lhe o pescoço com o antebraço.Ausência de sulco. foi enchido de areia cobrindo-se todo o seu corpo até o pescoço. num verdadeiro caso de: R . debilidade permanente de membro. verificando-se. Trata-se de: R .Freqüentemente em acidentes. produzindo asfixia em caso típico de: R .Sufocação indireta. 5. observa-se: R . A asfixia se processou pelo mecanismo: R . o vigilante deu-lhe uma „gravata”. LESÕES CORPORAIS: 1. verifica-se que o indivíduo havia morrido. A máscara equimótica de Morestin.Esganadura. 2. o agressor introduziu-lhe na boca uma peça de roupa. em sentido amplo ocorre: R . em seguida. alcançando a faringe. então. A sufocação indireta é produzida por: R . 3. ensejam lesões corporais “gravíssimas”. são consideradas lesões do tipo: R – Grave. sentido ou função. SUFOCAÇÃO INDIRETA 1. Caracteriza-se como sufocação direta à asfixia provocada por: R .Esganadura.Pedaço de carne na traquéia. A asfixia se deu. Ao estuprar uma moça. No soterramento. denomina-se: R . 2. vindo a falecer. SOTERRAMENTO: 1. 3. portanto. Uma criança teve o nariz e a boca tapados pelas mãos de um delinqüente. deixando-se apenas a cabeça ao ar livre. é um dos sinais mais importantes para o diagnóstico das mortes produzidas por: R . Uma criança morreu asfixiada por um caramelo que lhe obstruiu a traquéia.Sufocação direta. lesões produzidas pelas unhas de um agressor. Um indivíduo foi colocado de pé dentro de um grande buraco no solo que.Sempre a substituição do ar por partículas sólidas. 4.Esganadura. perigo de vida.

4. tórax. o médico legista não pode afirmar que: a) Pode ter ocorrido conjunção sexual. b) Saliva. abdome e coxa. c) Para caracterizar-se o estupro é necessário comprovar-se a ocorrência de conjunção carnal. b) Escoriações e equimoses nas raízes das coxas e na vulva são sugestivas de violência sexual. 16 . 3. deformidade permanente. d) Às vezes por traumatismos perineais. d) Esperma. 9. Os cristais de Florence são encontrados nas perícias médico-legais de: a) Leite. c) Nunca por problemas patológicos. c) Leite. (antes da reforma) d) A integridade do hímen é prova de que não houve conjunção carnal. 7. c) Tem ferimentos variados no pescoço. c) Urina. c) Secreção vaginal. 3. b) Tem rotura recente do hímen. Quais são crimes sexuais descritos pelo código penal? R – Estupro e Violência Sexual mediante fraude (art. SEXOLOGIA FORENSE: 1. (errado. d) Esperma. pode ser que o hímen seja complacente) 8. d) Tem alienação mental. perda ou inutilização de membro. Não se pode afirmar que: a) A ruptura himenal recente é aceita como prova de conjunção carnal. (falso. 2. b) Sangue. d) Esperma. É falsa a seguinte afirmação: a) A presença de esperma dentro da vagina é considerada prova de certeza de conjunção carnal. Em casos de estupro a violência é presumida quando a vítima: a) Tem menos de 18 anos. b) Pode não ter ocorrido conjunção sexual. Incapacidade permanente para o trabalho. e aborto. Cristais de Barbério são observados na identificação de manchas de: a) Sangue. pode-se admitir a ocorrência de conjunção carnal. Em Medicina legal a dosagem de fosfatase ácida é indicada na pesquisa de: a) Sangue. 213 CP). À simples constatação de que o hímen está íntegro. d) A integridade do hímen afasta definitivamente a possibilidade de ter ocorrido conjunção carnal. 5. enfermidade incurável. pois há possibilidade do hímen ser complacente) 6. e) Perigo de vida (trata-se de lesão grave). b) Saliva.d) Incapacidade permanente para o trabalho. sentido ou função. b) Nunca por masturbação manual. A ruptura do hímen é produzida: a) Exclusivamente pela conjunção carnal. b) Constatada a gravidez houve conjunção carnal. c) Verificada a presença de esperma no interior da vagina. são consideradas lesões do tipo: R – Gravíssima.

18. 17.c) A mulher pode ser virgem. b) Aborto recente. A dosagem de fosfatase ácida na identificação de esperma constitui uma prova de: R . Alta concentração de fosfatase ácida no interior da vagina revela: a) Gravidez. Ora. o perito pesquisou.Florence e Barbério.A reação de Florence.A presença de esperma. A dosagem de fosfatase ácida em material colhido na vagina é realizado com o objetivo de se comprovar: R . Assinale a proposição incorreta: a) A conjunção carnal implica a introdução do pênis na vagina. 20.Probabilidade. em Medicina Legal: R . 16. Os cristais de Florence indicam que o material examinado é: R .Esperma. 26. d) Presença de líquido espermático. 24. Para diagnóstico de certeza. c) Parto recente. 14. também ser vítima de ato libidinoso com violência. na pesquisa de espermatozóide.A introdução total ou mesmo parcial do pênis na vagina. a formação de Cristais de Barbério. 23.Presença de líquido espermático. partiu-se da suposição de que a mancha era de: R . Cristais de Barbério são observados na identificação de manchas de: R . As reações de Florence e Barbério são as mais correntes para a pesquisa de: R . em Sexologia Forense. na vagina.300 dias. Alta concentração de fosfatase ácida no interior da vagina revela: R . 19. tem como objetivo. d) Não se rompe durante a conjunção carnal. 22. 15. Hímen verdadeiramente complacente é aquele que: a) Não se contrai durante a penetração do pênis. d) Certamente não houve conjunção carnal. Ao examinar manchas nas roupas de um cadáver encontrado em terreno baldio. A dosagem de fosfatase ácida. será necessária para a caracterização de esperma no material enviado para exame a reação de: R .Esperma. b) Se refaz espontaneamente após a conjunção carnal. d) A integridade do hímen é prova definitiva de virgindade.Esperma.Esperma. 21. Nos casos em que não é encontrado espermatozóide na secreção colhida da vagina de uma mulher vítima de estupro. 13. 12. verificar: R . a dosagem de fosfatase ácida é indicada na pesquisa de: R . b) Constatada a presença de esperma no fundo da vagina. Em Medicina Legal.A presença de esperma. (falso. firma-se a convicção de que houve conjunção carnal.Esperma. 17 . Os cristais de Florence são encontrados nas perícias médico-legais de material retirado (material examinado) de manchas de: R . c) Não se rompe durante o parto normal. 25. c) Indivíduos do sexo masculino podem. 10. preliminarmente. O prazo máximo legal da gravidez é de: R . emprega-se: R .Provavelmente esperma. possibilidade do hímen complacente) 11. Constitui conjunção carnal.

a violência é presumida quando a vítima: R . A anulação do vínculo matrimonial pode ser feita pela constatação de: R .Não se rompe durante a conjunção carnal. a incapacidade procriadora feminina denomina-se: R .A conjunção carnal. sofre de: R . Está mais intimamente vinculado ao ultraje público ao pudor.Exibicionismo. 3. a cicatrização completa de uma ruptura himenal. A presença de esperma dentro da vagina é considerada prova de certeza de conjunção carnal. 29. 35.Ao hímen que fica reduzido a pequenos brotos cicatriciais.Concipiendi. 6.Não é exclusiva de nenhum dos sexos. pode ser que o hímen seja complacente) 34. 31. na verdade. de conjunção carnal. Em casos de estupro. ditos também de certeza.Na incapacidade de realizar a conjunção carnal. Aquela pessoa envolvida na morte do famoso joalheiro era. o desvio de conduta sexual denominado: R .20 dias. Um indivíduo com impotência coeundi: R . ou seja. 18 . que psicologicamente se sente homem e como tal se considera e não mulher. no máximo. Entre os sinais de convicção. 8. ou seja.Não é estéril.Transexualismo. permite a penetração do pênis sem se romper.Impotência coeundi. (verdadeira) 32. 4. Escoriações e equimoses nas raízes das coxas e na vulva são sugestivas de violência sexual.27.Generandi. dependendo do caso específico. Há uma presunção “iuris et de iure” de violência quando se pratica a conjunção carnal com mulher alienada mental.Escoriações na vulva. homem e mulher podem ser portadores. Mantém sua integridade à conjunção carnal. Uma pessoa de sexo genético. não incluímos: R . Hímen verdadeiramente complacente é aquele que: R . hermafrodita. A impotência coeundi: R . pois possuía: R Simultaneamente testículos e ovários. A impotência coeundi masculina: R – pode ser instrumental ou funcional.Tem alienação mental. A ruptura do hímen é produzida: R . A integridade do hímen é prova de que não houve conjunção carnal. qualquer que seja sua idade (verdadeiro. 30. (falsa. O nome clássico de carúncula mirtiforme é dado: R . 7. 36. É etiologia mais freqüente nas rupturas himenais: R . (verdadeira) 33. 37. A impotência coeundi masculina resulta: R . com configuração somática feminina. De acordo com o critério usual para classificação da impotência masculina a incapacidade procriadora masculina denomina-se: R . feminino. 2. mas não é capaz de realizar a conjunção carnal. De acordo com diversos autores. decorrente de conjunção carnal demora. caso de violência presumida) TRANSTORNOS SEXUAIS: 1. De acordo com o critério usual para classificação da impotência feminina. 28. 9. ao redor de: R .Às vezes por traumatismos perineais. 10. 5.

que consiste na obtenção do orgasmo por: R . 18. Safismo é: R .Presença de ar no ouvido médio C .Vilipêndio a cadáver. trata-se de aborto: A .Ao Sinal de Bonnet C .Atração sexual por crianças. sexualmente. 8.Presumido 7. desvio de conduta sexual que pode levar ao crime. consiste na obtenção de prazer pela: R . 19. d) Coprolalia. em particular: R . Quando o aborto resulta em lesão corporal grave prevista no artigo 129 § 1º do Código Penal. A docimásia respiratória de Galeno é baseada: A .O coito anal.Observação de ato sexual alheio.Sadismo. c) Riparofila.* E – Ao exame da placenta. 14. 16.Na densidade do pulmão* B . Riparofilia é um distúrbio da sexualidade. Constitui sodomia: R . Em medicina legal. 3º ESTÁGIO 5. por morte do concepto: A . sujas.Eugênico D . Para se comprovar que o feto nasceu com vida. 15. de baixa condição social e higiene.Ao Sinal de Benassi B .11. o médico legista recorrerá: A .Sofrido B – Qualificado* C . 17. 6.Às docimásias de Galeno. A perversão sexual.Em qualquer fase da gestação* B .Uma modalidade de homossexualismo (feminino) 13. b) Mixoscopia.Às provas hipocráticas D . conceitua-se o aborto como interrupção da gravidez. e) Froteurismo.Atração sexual por mulheres desasseadas. manifestada pela: R . é denominada: R . Um indivíduo que sofre de pedofilia sente-se atraído.Posse de certos objetos da pessoa amada ou desejada.Crianças. Necrofilia ou vampirismo é um distúrbio do instinto sexual que leva ao delito de: R . Entende-se por pedofilia a: R . 12. 20.No exame histológico do pulmão 19 .A partir do primeiro trimestre da gestação C .A partir do segundo trimestre da gestação. (DELEGADO-MG 2001) A parafilia caracterizada pela atração sexual por mulheres desasseadas denomina-se: a) Algolagnia. Fetichismo. E – Todas alternativas estão corretas.Apenas no primeiro trimestre da gestação D . Mixoscopia é um desvio de conduta sexual. em que o indivíduo encontra satisfação sexual fazendo sofrer a outrem.Honoris causa E .

se eram tingidos. através do estudo da medular.Mãe mata o próprio filho após o estado puerperal.Por desenvolvimento mental incompleto não entenda o caráter criminoso do fato. Exclui a imputabilidade penal: A . D .É obrigatória a perícia do feto.Na presença do ar no estômago E – Todas alternativas estão corretas.* 16. A mulher acometida de psicose puerperal mata o filho logo após o parto. B . *.Individualizar o cabelo pelo estudo médico-legal da DNA. Este ato é capitulado como: A .É obrigatória a perícia da placenta.Mulher mata criança em qualquer idade.Sofria de esquizofrenia. 10. C .A embriaguez incompleta em caso fortuito.Evidenciar que se trata de cabelo feminino baseado no estudo da cutícula capilar. Um homem é encontrado morto. A Legislação Brasileira permite o aborto: A .Aborto Eugênico E . Na sua mão esquerda vários fios de cabelo liso. Indique a opção que caracteriza. C . D . finos e castanho-claros.Sofria de neurose compulsiva.Aborto terapêutico* C . Para que um indivíduo seja considerado inimputável.Terapêutico e sentimental. B . B . O exame dos cabelos permite: A .Mãe mata o próprio filho por processo asfixico. 20 .D .Individualizar o cabelo pelo estudo do sangue do bulbo capilar.Há mais de uma alternativa correta.* D .Estava influenciada pelo estado puerperal. C .Não compreenda que está sendo acusado.Mãe mata o próprio filho sob influência do estado puerperal. E – Todas alternativas estão corretas.É obrigatória a perícia da mãe. E .Todas as respostas estão corretas.* 12. E .Acidente B – Homicídio* C – Infanticídio D – Inimputabilidade 15. o crime de infanticídio: A .Terapêutica e honoris causa B – Piedoso. E .* 15. 11. E .Determinar o intervalo de tempo em que os cabelos foram arrancados.Por doença mental esteja impossibilitado de entender a natureza do ato praticado. vítima de morte violenta. B . 9. sentimental e eugênico C .Determinar.A embriaguez voluntária incompleta.Mais de uma resposta estão corretas. Em uma perícia de infanticídio: A .Mulher mata criança recém-nascida. corretamente. B . B .Aborto sentimental B . C .Era portadora de personalidade psicopática.* 13. D . estava inteiramente privada da capacidade de entender o caráter criminoso de seu ato. se: A . é preciso que: A . C .Aborto social D .Aborto moral 14. O aborto realizado pelo médico para salvar a vida da gestante é chamado: A . Pode-se admitir que a ré matou próprio filho.

Nenhuma resposta está correta. maceração.* E – Todas alternativas estão corretas.As células cerebrais morrem em alguns minutos* D . 19. Na chamada morte relativa: A .A morte se deu por afogamento B – A morte ocorreu há algumas horas C .Os tecidos morrem paulatinamente B . O coágulo de sangue fica fortemente aderido aos tecidos se o sangramento ocorreu: A .Cromático D .Gasoso B – Coliquativo* C .Se não há outro meio de salvar a vida da mãe. imobilidade e resfriamento cadavérico. rigidez.A hipóstase B .* B .Da coagulação do sangue E – Todas alternativas estão corretas. A maceração da pele indica que: A .Cessação da circulação sanguínea* C . Na putrefação. São fenômenos abióticos consecutivos de morte: A .* E .Houve ação dos gases tóxicos D . D .Se a mulher tem uma doença transmissível por herança. 22.Insensibilidade. E – Todas alternativas estão corretas.Do resfriamento cadavérico B . rigidez.Pós morte C . 24.Se o feto apresenta anencefalia.* B . D .Esqueletização E – Todas alternativas estão corretas. 21 .Rigidez muscular. D . 18.Como resultado de uma intoxicação exógena. D – Dissecação da pele. insensibilidade.O indivíduo está vivo por débil persistência da circulação C .Hipóstase.A recuperação é impossível.Como resultado da ação de um instrumento contundente E – Todas alternativas estão corretas.O cadáver permaneceu imerso em meio hídrico.C . o aparecimento de vesículas escuras marca o aparecimento do seguinte período: A . Não se pune o aborto praticado por médico: A . E .O desenvolvimento de bolhas gasosas D .Em vida* B . parada cardíaca. C . As hipóstases resultam: A .Se a gravidez não é desejada.Do início da putrefação D .A mancha verde abdominal* C . resfriamento. 21.A embriaguez completa por força maior. 23. mancha verde. mancha verde abdominal. C .A embriaguez pré ordenada. O primeiro sinal evidente de putrefação do cadáver é: A . 17.Se há incompatibilidade sanguínea. E – Resfriamento.A liquefação dos tecidos moles E – Todas alternativas estão corretas. 20.

E .Houve saponificação do cadáver. 33.Insepulto em região intensamente ventilada.Todas as alternativas estão corretas. quando o início da putrefação já é evidente.Maceração.A qualquer hora que se constata a morte. D . 22 .Autólise.O Cadáver é de uma vítima de envenenamento D .* E – Todas alternativas estão corretas. 29. C . quando fenômenos abióticos consecutivos estão evidentes.* B .A perda da consciência B . A mumificação é um processo de conservação que ocorre quando o cadáver encontra-se: A . E – Courificação.Injetando na região um corante específico para essa diferenciação.* D . E – Na hora em que o médico legista se encontrar disponível.Colocando o cadáver em decúbito oposto e aguardar a mudança de colocação.* D .A insensibilidade. O processo transformativo do cadáver fetal no ventre materno é chamado de: A .Retirando a área suspeita e fazer um exame contra a luz. B .Seis horas após. putrefação e saponificação. A necropsia médico-legal.Doze horas após.Adipocera. C . Como se faz a distinção entre uma equimose e uma área de hipóstase: A .Autólise.Putrefação.Mumificação e maceração. concluindo-se que: A .Duas horas após quando surgem os sinais abióticos mediatos.Nenhuma alternativa está correta 32. B . a imobilidade e a rigidez cadavéricas. putrefação e maceração. 27. A fase cromática cadavérica caracteriza: A .Mumificação.25. 31.Um fenômeno abiótico consecutivo B . Em uma exumação verificou-se que os tecidos do cadáver estavam transformados em adipocera.Um fenômeno abiótico conservativo C – Um período da putrefação* D – O inicio da mumificação E – Todas alternativas estão erradas.* D . C . C . conforme preceitua o Código de Processo Penal.Sepultado em solo arenoso e úmido B . B . E . D . 26.* C . pode ser realizada quando da constatação do óbito da vítima.A maceração do cadáver C .Sepultado em solo argiloso e úmido. 30. Em relação à morte.O resfriamento do cadáver* E – Todas alternativas estão corretas.Autólise e saponificação.O cadáver está na fase final de putrefação E – Todas alternativas estão corretas. considera-se sinal abiótico tardio: A .Retirar um fragmento da área suspeita e realizar um exame toxicológico.O cadáver foi embalsamado B . 28. A .A parada da circulação sangüínea D . São considerados fenômenos transformativos destrutivos: A .Sepultado em solo argiloso e seco. São fenômenos abióticos consecutivos A . C .

Rigidez Cadavérica C .O resfriamento.O resfriamento cadavérico B . E – Fácies hipocráticas* 38. 39.Pode não ter relação com a temperatura. B . D . 35. Não são consideradas lesões post mortem: A .Exame dos ossos longos.Mancha verde abdominal.É precoce em ambientes frios.A parada circulatória. 34. 40. a rigidez e o espasmo cadavéricos.Tem início precoce em ambientes ventilados.Equimoses.* B . 36. C .Opacificação de córnea 23 . a hipóstase e o resfriamento cadavérico. E .* E . Em relação à putrefação podemos afirmar: A – Inicia-se com a mancha verde abdominal. Constitui homicídio praticado pelo médico quando a morte do paciente acontecer: A – Por eutanásia ativa* B – Por eutanásia passiva C – Por distanásia D – Por ortotanásia E – Mais de uma alternativa está correta. a determinação do sexo pode ser feita através de: A . No exame de uma ossada humana.Espasmo cadavérico C .Exame dos ossos da bacia. D .Inicia-se com mancha verde no tórax.Rigidez.Formação de hipóstases D . D . a dessecação e a rigidez cadavérica. D .Resfriamento. C . C .Hipóstases D – Rigidez E – Livores de hipóstase 37.A imobilidade. É caracterizado como sinal abiótico imediato de morte: A – Inconsciência* B . E . Não é um fenômeno abiótico consecutivo: A .A saponificação. B – A mumificação C – A corificação D – A maceração* E – A adipocera.* E – Todas alternativas estão corretas.Todas alternativas estão corretas. Não constitui fenômeno cadavérico destrutivo: A – Fase coliquativa B – Fase cromática C – Fase gasosa D – Fase de rigidez* E – Fase de esqueletização. 41.Nenhuma das alternativas está correta. C . Não constitui fenômeno cadavérico conservador: A .* B .Hipóstases.Exame dos ossos do crânio.B .

a rigidez e o espasmo cadavéricos.* E – Flacidez muscular. D . a imobilidade e a rigidez cadavéricas.Resfriamento. B . parada da respiração. a dessecação e a rigidez cadavéricos. São fenômenos abióticos consecutivos: A . Sofre a ação da gravidade. coliquação. C – Opacificação da córnea. Assinale. E – Mancha verde abdominal. rigidez cadavérica.Mancha verde abdominal. D .Coliquação.Opacificação da córnea. a única que corresponde a um processo natural que conserva o cadáver: A . São considerados sinais abióticos imediatos: A .Coloração. entre as opções abaixo. fácies hipocrática D . inconsciência e parada de circulação.A imobilidade.* C .O resfriamento.Enfisema. B .A insensibilidade. C . 43.Mumificação. esqueletização.Livores hipostáticos. E . das fases da putrefação: A . corretamente ordenada. maceração.A parada circulatória.Rigidez muscular.Maceração.* 24 . C .Flacidez cadavérica. a hipóstase e o resfriamento cadavérico.Parada da circulação. saponificação. o corpo tende a entrar em equilíbrio físico com o meio ambiente. perde água por evaporação. 46.Autólise. esqueletização. Após a morte. B . O fenômeno cadavérico que resulta basicamente da desidratação do corpo denomina-se: A – Resfriamento.Embalsamamento. imobilidade. Assinale a opção.Saponificação. troca calor com o exterior. 44. parada de circulação. etc.* D .42. E . E . B .Hipóstase. coliquação. enfisema. * D – Rigidez muscular. coloração. coliquação.* E . coloração. Após a morte o corpo perde água por evaporação provocando um fenômeno cadavérico denominado: A . enfisema.Coloração.Maceração. coliquação. esqueletização. esqueletização. B . coliquação. 47. relaxamento dos esfíncteres e rigidez. C . mancha verde abdominal. 45. esqueletização. C .Enfisema. maceração. D . B – Livores hipostáticos.Formolização.

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