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Resumo de microbiologia Diagnostica

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Resumo de microbiologia Diagnostica

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Bom

a

1 era pra citar 3 patógenos no trato gastrointestinal superior.

1 – Fundamentos laboratoriais do diagnostico microbiológico

2: falar detalhadamente como faria uma boa cultura de orofaringe

falar

todo o procedimento

3: era sobre urocultura e tinha um texto que ela descrevia o método se estivesse errado tinha que justificar ..

e

ai ela perguntava se estava certo ou errado e

O diagnostico microbiológico :

4: era igual a tres mas era coprocultura.

5: falar equais os tipos de bacteremia e explicar

6: desenhar o rugai

..

colocar

onde ficava cada prova e escolher uma das provas para explicar

7: pedia explos de cocos gram positivos fermentadores (algo assim)

...

bacilo

gram positivo

..

dipoclocos

gram negativos

..

cocos

gram negativos nao

8: era verdadeiro e falso

..

a

espeito de hemocultura e CRV

..

CVR>.sei

la

..

haahha

essa eu nao fazia ideia..

9: era um teste de hemocultura

  • - Auxilia no diagnostico e tratamento das doenças infecciosas, avalia e monitora a terapêutica antimicrobiana, ajuda a controlar infecções hospitalares (determinando as medidas de controle das infecções).

  • - Determina o perfil de sensibilidade e avalia o surgimento de resistência antimicrobiana.

O medico deve: solicitar o exame qdo indicado, na requisição deve conter os dados que possam auxiliar o laboratório, interpretar corretamente os resultados para instituir a terapêutica mais adequada, e sempre que necessário comunicar-se com o laboratório.

O laboratório deve: coletar e transportar o material de forma adequada, identificar as amostras, selecionar as técnicas mais adequadas para cada caso, emitir os laudos, auxiliar o medico na interpretação dos exames.

O laboratório de microbiologia deve se estruturar adequadamente para isolamento, identificação e perfil de sensibilidade, avaliar a qualidade do material clinico coleta e ter critérios para rejeição das amostras.

Procedimentos iniciais em microbiologia clinica

Resumo de microbiologia Diagnostica 1 Resumo de microbiologia Diagnostica 2 Bom a 1 era pra citar

Princípios – a semeadura primaria adequada é uma das mais importantes e fundamentais etapas da rotina na microbiologia. Qdo a coleta é realizada em outro lugar (hospitais e clinicas) se deve observar data e horário da coleta, natureza do material clinico, sitio anatômico da coleta. A escolha dos meios de cultura mais apropriados, temperatura, atmosfera e tempo de incubação garantem o sucesso do diagnostico.

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Qualquer material pode ser processado para cultura: Urina, Fezes, Escarro, Lavado brônquico, Líquor, Esperma, Fragmento de tecido, Líquidos orgânicos , Secreções em geral.

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transporte, impossibilitando assim a multiplicação bacteriana durante o acondicionamento da amostra no meio, independente da temperatura.

COLETA E TRANSPORTE - os materiais devem ser coletados e enviados ao laboratório em meios de transporte e/ou frascos adequados para cada tipo de material, de acordo com o exame solicitado. Alguns exemplos são:

  • - Frascos de coleta com boca larga e tampa de rosca para coleta de fezes, urina ou escarro.

  • - Swab com meio Stuart ou AMIES para Isolamento de bactérias aeróbias e anaeróbias facultativas

  • - Swab com Meio de Stuart ou AMIES com carvão ativado – para isolamento de bactérias aeróbias e anaeróbias facultativas, preferencialmente para isolamento de gonococos, hemófilos e pneumococos.

    • - Meio Cary Blair – conservante de fezes para isolamento de enteropatógenos

  • - Meio TSA em tubo – para o envio de cepas de microrganismos para exames complementares ou para confirmação da identificação laboratorial.

Resumo de microbiologia Diagnostica 3 Qualquer material pode ser processado para cultura: Urina, Fezes, Escarro, Lavado
Resumo de microbiologia Diagnostica 3 Qualquer material pode ser processado para cultura: Urina, Fezes, Escarro, Lavado

Os meios de transporte são inertes, isto é, preservam a viabilidade dos microrganismos nas amostras e evitam a proliferação bacteriana, mantendo assim a proporção e a quantidade dos diversos microrganismos.

Esses meios frequentemente contem Agar semi-solido que auxilia na preservação contra a dessecação dos microrganismos. Alguns contem carvão ativado ou outra substancia com a finalidade de adsorver e remover agentes tóxicos como ácidos graxos.

O meio de transporte preconizado por Aimes é uma modificação do meio Stuart, no qual o glicerofosfato de sódio foi substituído por um fosfato inorgânico. A presença de glicerofosfato no meio Stuart possibilitava que espécies poucos exigentes se multiplicassem (microrganismos contaminantes) alterando a proporção dos microorganismos presentes, dificultando a recuperação dos microrganismos mais fastidiosos. O fosfato inorgânico elimina o eventual crescimento de contaminantes. Não há fonte de carbono nem de energia nos meios de

Recebimento da amostra

Verificar identificação

Verificar o volume de amostra x exames solicitados

Verificar se amostra foi coletada em meio de transporte, swab e/ou frasco apropriado Verificar se a amostra é adequada para o exame solicitado

RECOMENDA-SE QUE TODO O PROCESSAMENTO INICIAL DE AMOSTRAS CLÍNICAS SEJAM REALIZADOS EM

CABINE DE SEGURANÇA BIOLÓGICA O ideal é semear imediatamente ou até 2h após coleta após o recebimento da amostra.

Técnicas microscópicas

A microscopia é a técnica mais comum utilizada para detecção de microrganismos diretamente de amostra clinicas e para a melhor caracterização morfotintorial dos isolados em cultura.

Coloração pelo método de gram - metodologia utilizada para classificar as bactérias com base na morfologia e na reação de coloração pelo método de gram. As bactérias podem ser gram positivas ou negativas de acordo com a diferença na composição da parede bacteriana.

As bactérias gram positivas possuem uma parede espessa de peptideoglicano e grandes quantidades de acido teicoico, o qual retem o corante inicial (cristal violeta), não sendo afetadas pela descoloração com álcool-acetona. Com isso as células aparecem azul escuro.

As bactérias gram negativas possuem parede celular constituída de uma camada delgada (fina) de peptídeoglicano que permite a descoloração do cristal violeta com álcool-acetona e posterior coloração com o corante de fundo, safranina ou fucsina.

Resultado

Cepa

Resultado esperado

Gram negativo

Escherichia coli

Bacilos corados em rosa

Gram positivo

Staphylococcus aureus

Cocos corados em azul escuro ou violeta

Cultura (isolamento e identificação)

Os meios de cultura são preparações sólidas, semi-sólidas ou líquidas, simples ou complexas que se empregam no laboratório para cultivar micro-organismos, constituindo ambientes artificiais que se assemelham tanto quanto possível às condições naturais.

Selecionar o meio de cultura adequado

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– Controle de qualidade do meio de cultura no uso Aparência, validade e ausência de contaminação
Controle de qualidade do meio de cultura no uso
Aparência, validade e ausência de contaminação
Identificar os meios com informações de recuperação da amostra origem
Não ocultar o nome nem a validade dos meios usados

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Amostra em Swab – esfregaço e cultura – eluir swab em salina e utilizar para semear em esgotamento.

Amostra de aspirados e exudatos – em seringa transferir para tubo estéril, homogenizar semear por

esgotamento, fazer esfregaço.

Amostra de escarro – selecionar a porção mais purulenta ou sanguinolenta, preparar o esfregaço pela coloração de gram, semear por esgotamento.

Amostra de líquidos orgânicos – centrifugar, remover o sobrenadante e semear o sedimento, preparar lamina. Amostra de fragmentos de biopsia de tecidos – transferir a amostra para placa estéril, fragmenta-la com bisturi semear por esgotamento.

Amostra de urina

 

Jato médio – homogenizar a amostra e semear com a alça, fazer esfregaço.

Primeiro jato – centrifugar, retirar o sobrenadante, semear o sedimento, preparar a lamina para

 

demarcação. Amostras ósseas – remover tecidos moles, transferir para o meio thioglicolato (THIO) que é um caldo.

Amostra de fezes – semear em pequenas porções em meios apropriados por esgotamento. Transferir 4 a 5 porções para caldos enriquecidos.

Isolamentos Técnicas de semeadura

Semeadura quantitativa em estrias com alça calibrada – com alça calibrada e flambada, faz o inoculo inicial traçando uma linha central, em seguida são traçadas estrias verticalmente a esta linha central em zig-zag na superfície do meio.

• Selecionar o meio de cultura adequado Resumo de microbiologia Diagnostica – Controle de qualidade do

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Semeadura por esgotamento – descarre egar o material na área 1 (podendo passar o pró prio swab ou se for liquido tocar com a alça flambada no material e espalhar na área 1), com a mesma alça tocar na área 1 e fazer estrias (área 2), em seguida tocar na área 2 e fazer es trias na área 3 de maneira bem ampla para se te r um bom isolamento bacteriano.

Semi-quantitativa Cultura Qualitati va
Semi-quantitativa
Cultura Qualitati va
Resumo de m icrobiologia Diagnostica 7 Semeadura por esgotamento – descarre egar o material na área
Resumo de m icrobiologia Diagnostica 7 Semeadura por esgotamento – descarre egar o material na área

IDENTIFICAÇÃO MACROSCOPIA E MICROSCOPIA DAS COLÔNIAS IDENTIFICAÇÃO BIOQUÍMICA IDENTIFICAÇÃO SOROLÓGICA MÉTODOS MOLECULARES

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Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus

Características: são cocos gram positivos , que podem se apresentar isolados, aos pares o u em cachos.

Catalase – verifica a produção d a enzima que cataliza a reação de transformação do peróxido de hidrogênio em á gua e oxigênio gasoso. Deve-se colocar uma got a de H2O2 3% na lamina + 1 colon ia. Se houver formação de bolhas o teste é positivo.

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

DNAse – verifica a produção da

enzima que degrada DNA ou RNA. Deve-se seme ar uma colônia em spot em

uma placa com DNA. Incubar a 3 5º - 37º por 24h em aerobiose. Revelar com HC L 1N.

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

Coagulase – há duas formas liga da e livre

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

A forma livre é secretada extracel lularmente e catalisa a

conversão de fibrinogênio em fibrina solú vel, promovendo

aglutinação dos estafilococos.

Colocar um inoculo denso em um tubo co ntendo plasma de coelho.

Incubar por 4h a 37ºC em aerobiose. Res ultado positivo – formação

de coagulo, resultado negativo – incubar por mais 18-24h a

temperatura ambiente (pq na estufa pd h aver produção de

hemolisinas que dissolvem o coagulo).

A forma ligada (“clumpin ng factor”) esta na parede bacteriana e transform insolúvel diretamente.

a fibrinogênio em fibrina

Colocar uma gota de plasma de coelho + +.

1 suspensão densa. Observar aglutinação em 1 0seg. após esse tempo falso

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Sensibilidade a novobiocina – ve rifica-se a sensibilidade ao antibiótico

Deve-se preparar uma suspensao na esc ala 0,5 de M.F. com um swab, semear em placa de Agar sangue e acres centar um disco de novobiocina. Incubar a 35º-37ºC por 18-24h em aero biose. Medir o halo.

Resultado:

- Se o halo for >16mm s ensível

- Se o halo for <16mm re sistente -> S. saprophyticus

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

Catalase

Coagulase

Sensibilida de a novobioci na

resultado

staphylococcus

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+

+

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

sensível

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S. aureus

+

-

sensível

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+

-

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

sensível

S. epidermides

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

S. haemophylos

+

-

Resistent e

S. saprophyticus

Obs.: Teste de DNAse positivo para s. au reus formação de halo

Resumo de m icrobiologia Diagnostica 9 Provas bioquímicas Identificação laboratorial de St reptococcus Características: são cocos

Identificação laboratorial – Streptococcus

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Características : São cocos gram +. Dispostos aos pares, catalase –, possuem algumas necessidades nutricionais: 35- 37ªC, 5 a 10% de CO2.

Identificação laboratorial – Streptococcus Resumo de microbiologia Diagnostica 11 Características : São cocos gram +. Dispostos

Apresentam hemólise em Agar sangue de carneiro (AS):

Alfa hemólise- lise parcial das hemácias – meio de cultura fica esverdeado

Beta hemólise- lise completa das hemácias – meio de cultura com halo transparente em torno da colônia.

Gama hemólise – ausência de hemólise – meio de cultura sem alteração de cor.

TESTE BIOQUIMICOS:

Teste de CAMP – faz a identificação presuntiva de estreptococos do grupo beta hemoliticos (S. agalactiae).

Utiliza-se uma cepa de S.aureus produtora de beta hemolisina, faz um risco no meio da placa.

Pega-se a bactéria a ser testada e faz se um risco horizontal sem encosta no risco vertical de S. aureus. Alguma bactérias produzem uma prot extracelular (fator camp) que age em sinergismo com a beta hemolisina gerando uma hemolise em forma de seta.

Identificação laboratorial – Streptococcus Resumo de microbiologia Diagnostica 11 Características : São cocos gram +. Dispostos

Prova PYR (pirrolidonil arilamidase) – identifica microrganismos que fazem hidrolise do pyr

Identificação laboratorial – Streptococcus Resumo de microbiologia Diagnostica 11 Características : São cocos gram +. Dispostos

Estreptococos do grupo A e enterococcus.

Em caso +, a cor do meio fica vermelha/Pink

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Hidrólise de hipurato de sódio – capacidade da bactéria de

hidrolisar o hipurato de sodio e

m glicina e acido benzoico.

Revelação glicina – add reativo de ni nhidrina – se + cor azul escuro/roxo

Revelação de acido benzoico – add c loreto férrico – se + formação de um precipitado abundante.

Identificação laboratorial – Streptococcus Resumo de microbiologia Diagnostica 11 Características : São cocos gram +. Dispostos

Prova de bile-esculina – identific ação de bactérias capazes de crescer em meio contendo 40% de bile e hidrolizar a esculina em esculetina.

A esculetina reage com os íons férric cos presentes no meio e forma um precipitado escuro (enterococcus fa ecalis)

Identificação laboratorial – Streptococcus Resumo de microbiologia Diagnostica 11 Características : São cocos gram +. Dispostos

Prova de tolerância ao sal ou cre scimento em NaCl 6,5% - o microrganismo é se incubado por 18-24h. se houver crescimento teste é positivo.

meado em caldo NaCl 6,5% e

Prova de Sensibilidade à optoqu ina – diferencia S. pneumoniae de outros estreptococcus do gru po viridans. Realizado em AS mede-se o halo de inibição

Resultado

halo >14mm sensível – S . pneumoniae

Halo < 14mm resistente – outros provas de identificação

Identificação laboratorial – Streptococcus Resumo de microbiologia Diagnostica 11 Características : São cocos gram +. Dispostos
Identificação laboratorial – Streptococcus Resumo de microbiologia Diagnostica 11 Características : São cocos gram +. Dispostos

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Pag 88 e 89 do livro escanear

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TABELA 5.3
TABELA 5.3
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TABELA 5.4
TABELA 5.4

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Resumo de microbiologia Diagnostica 15 TABELA 5.4 Resumo de microbiologia Diagnostica 16
Resumo de microbiologia Diagnostica 15 TABELA 5.4 Resumo de microbiologia Diagnostica 16
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Resumo de microbiologia Diagnostica 17 Resumo de microbiologia Diagnostica 18 ENTEROCOCCUS Identificação de enterobacterias As características
Resumo de microbiologia Diagnostica 17 Resumo de microbiologia Diagnostica 18 ENTEROCOCCUS Identificação de enterobacterias As características
Resumo de microbiologia Diagnostica 17 Resumo de microbiologia Diagnostica 18 ENTEROCOCCUS Identificação de enterobacterias As características
Resumo de microbiologia Diagnostica 17 Resumo de microbiologia Diagnostica 18 ENTEROCOCCUS Identificação de enterobacterias As características
17 Resumo de microbiologia Diagnostica 18 ENTEROCOCCUS
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ENTEROCOCCUS
Resumo de microbiologia Diagnostica 17 Resumo de microbiologia Diagnostica 18 ENTEROCOCCUS Identificação de enterobacterias As características

Identificação de enterobacterias

As características iniciais que uma bactéria pertence a família Enterobacteriaceae é a presença de hemólise e colônias de tamanho variável.

São bacilos ou cocobacilos gram negativos e são anaeróbios facultativos.

Caldos para enriquecimento: selenito (inibe coliformes e algumas cepas de shigella) e tetrationato (inibe gram + e coliformes).

“Os micro-organismos do genero Enterococcus são cocos Gram- e apresentam necessidades nutricionais variáveis e o crescimento pode requerer meios complexos, contendo soro ou sangue. A temperatura ótima de crescimento e de 35ªC, porem, a maioria das amostras tolera temperaturas que variam de 10oC a 45oC. Os enterococos sao distribuídos em ambientes diversos. Nos seres humanos fazem parte da microbiota do trato gastrintestinal, da cavidade oral e do trato geniturinario. Estes microorganismos podem tolerar temperaturas equivalentes a 60oC por ate 30 minutos e são capazes de crescer em meios contendo cloreto de sodio a 6,5% . E. faecalis e capaz de colonizar os sistemas de canais radiculares, utilizando- se provavelmente dos substratos oriundos dos fluidos dos tecidos conjuntivos subjacentes (osso alveolar e ligamento periodontal). Dentre os fatores de virulência destacam-se as enzimas líticas, citolisinas, substancias de agregação, feromonios e acido lipoteicoico. E. faecalis tambem pode interferir com a ativação dos linfócitos e outros grupos celulares, contribuindo para o insucesso da terapêutica endodontica. Alem da sua habilidade para invadir e permanecer no interior dos túbulos dentinarios apresenta elevada resistência aos curativos de demora utilizados entre sessões, inclusive aqueles a base de hidróxido de cálcio. Foi descrito que as cepas de E. faecalis possuem uma bomba de prótons capaz de proteger o citoplasma bacteriano do elevado pH conferido pelos produtos contendo hidróxido de cálcio. A espécie também e capaz de formar

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biofilmes onde as células bacterianas formam estruturas multicelulares coesas de difícil remoção pelo sistema imunológico, alem de dificultar a atividade dos agentes antimicrobianos. Tais propriedades conferem aos E. faecalis grande poder agressivo aos tecidos perirradiculares e maior resistência ao controle das infecções endodontias”. (Artigo disponível em -> http://revista.aborj.org.br/index.php/rbo/article/viewFile/245/212)

Identificação de enterococcus

Resumo de microbiologia Diagnostica 19 biofilmes onde as células bacterianas formam estruturas multicelulares coesas de difícil
Resumo de microbiologia Diagnostica 19 biofilmes onde as células bacterianas formam estruturas multicelulares coesas de difícil

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Resumo de microbiologia Diagnostica 19 biofilmes onde as células bacterianas formam estruturas multicelulares coesas de difícil
Resumo de microbiologia Diagnostica 19 biofilmes onde as células bacterianas formam estruturas multicelulares coesas de difícil

Morfologia – bacilos ou cocos

Propriedades tintoriais de gram – Gram negativos

o

Característica morfológica da colônia em Agar

o

o

Hemólise variável

Colônias de tamanho variável, podendo se dispersar no meio

Meios de cultura

Meio não seletivo Ricos – Agar sangue de carneiro – (E. coli, Klebsiella pneumoniae, Proteus spp, serratia marcescens)

Meio seletivo e diferencial

 

o

o

MC (Mac conkey) composto de lactose, sais biliares e cristal violeta, indicadores de pH (vermelho neutro) – impede o crescimento de bactérias gram positivas – (E. coli, citrobacter SP, serratia marcescens).

o

SS (salmonella-shigella) – Altamente seletivo – Salmonella e Shigella, Lactose – único açúcar, [ ] de sais biliares e citrato de sódio – inibem G+ e coliformes, Indicador de pH – vermelho neutro, Tiossulfato de sódio/citrato férrico – detecção H 2 S.

EMB (“Eosina Metileno Blue”) - é um meio de cultura diferencial que inibe o crescimento de bactérias Gram positivas e indica se a bactéria é fermentadora ou não de lactose. Bactérias fermentadoras de lactose apresentam-se em colônias com o centro preto. Colônias de Escherichia coli são facilmente identificáveis por apresentarem coloração verde metálico no meio EMB.

Resumo de microbiologia Diagnostica 19 biofilmes onde as células bacterianas formam estruturas multicelulares coesas de difícil

VB – Verde Brilhante - Meio seletivo/diferencial – isolamento de Salmonella (exceto Salmonella Typhi), Lac e sac – CH, [ ] de verde brilhante – inibe G+ e alguns G(-), inclusive Shigella e Salmonella enterica Typhi , Indicador de pH – vermelho de fenol, Salmonella - pink

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Caldos para enriquecimento

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o

Selenito - o selenito de sódio inibe coliformes e pode inibir algumas cepas de Shigella

o

Tetrationato - sais biliares inibem G+, tetrationato (formado após adição de solução de iodo) inibe coliformes

Como diferenciar as Enterobacteriaceae ?

o Metabolismo – fermentativo/oxidativo Teste de oxidase – Prova da citocromo-oxidase - Este sistema enzimático está
o
Metabolismo – fermentativo/oxidativo
Teste de oxidase – Prova da citocromo-oxidase - Este sistema enzimático está relacionado com os
citocromos da cadeia respiratória de alguns microrganismos. A prova consiste em colocar uma gota do
reagente incolor tetrametil p-fenileno de amina, recém preparado e protegido da luz, em um papel de filtro.
Em seguida, várias colônias do microrganismo em estudo são espalhadas sobre a área do papel de filtro
contendo o reagente, utilizando uma alça de platina ou um bastão de vidro. A prova é considerada positiva
quando na mistura do reagente com a massa bacteriana desenvolve-se a cor púrpura em até 1 minuto. Na
reação negativa não há desenvolvimento de cor púrpura. As enterobactérias são oxidase negativas e podem
ser diferenciadas de outros bacilos Gram negativos. A prova pode ser feita também em culturas em meios
sólidos, adicionando-se o reagente oxalato de p-aminodimetilanilina. A reação inicia-se com o
desenvolvimento de cor rósea, marrom e finalmente uma coloração negra na superfície das colônias é
indicativa da produção de citocromo-oxidase, representando um teste positivo. O teste é negativo se não
ocorrer alteração da cor ou houver o desenvolvimento de uma cor rósea pálida.
E. coli
Pseudomonas
o
Sorotipagem (caracterização antigênica)

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o

Prova bioquímica de TSI (Tríplice Açúcar Ferro) – para verificar se a bactéria é uma fermentadora de glicose

∑ Caldos para enriquecimento Resumo de microbiologia Diagnostica 21 o Selenito - o selenito de sódio

TSI - Meio nutricionalmente rico com inibidores que permite o crescimento da maioria das espécies bacterianas, só não cresce as mais exigentes e anaeróbios. O TSI só pode ser realizada com amostras já isoladas em placas com meio seletivo para bacilos gram negativos

entéricos. O indicador de pH é vermelho de fenol (pH ácido indicador fica amarelo; pH alcalino o indicador fica

vermelho).Um ponto importante é a proporção entre os açucares sendo que esse meio apresenta a proporção de

Glicose : Lactose : Sacarose 1:10:10 (g/L), há também tiossulfato de sódio, sulfato ferroso e peptona.

∑ Caldos para enriquecimento Resumo de microbiologia Diagnostica 21 o Selenito - o selenito de sódio

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Fermentação dos Açucares

Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir

Produção de H2S

Se a bactéria produzir a enzima tiossulfa to redutase ela ira degradar o tiossulfato de sód io presente no meio produzindo H2S, este reage com o sulfat o ferroso formando um precipitado preto de sul feto ferroso. Para que esta reação ocorra é necessário que o meio e steja ácido, assim se a base do tubo estiver negr a deve ser lida como que a

Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir
Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir
Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir
Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir
Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir

bactéria é fermentadora de glicose.

Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir

Produção de Gás

Há bactérias que degra dam o ácido fórmico proveniente da fermentaçã ão da glicose produzindo H2 ;CO2 devido a ação da enzima formiase. A produção de gás é evidencia da pela formação de bolhas e ou o meio pode rach ar. Se houver muita produção de gás com o desl ocamento do meio pode seer indicativo de Kleb siela e Enterobacter.

Para prosseguir com as

outras provas Bioquímicas devemos usar as col ônias de bactérias que

cresceram na parte su perior do TSI. Entretanto devemos ter certeza qu e no TSI só tem uma

espécie, isso é obtido a

partir de meios seletivos e caldos nutritivos.

Indol

O indol é produzido a p partir do tríptofano existente no meio de cultura sob a ação da triptofanase, há também a produção o de ácido pirúvico e amônia. O indol pode ser detec tado pela formação de um anel rosa “pink” na p arte superior do tubo após a adição p-dimetilaminobenzaldeído (reat ivo de kovacs).

Resumo de mic robiologia Diagnostica

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Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir

VM (Vermelho de Metila)

Teste que avalia se as bactérias que ferm

entam a glicose pela via ácida mista, com isso h á a produção de vários

ácidos (ácido fórmico, lático, acético) qu e faz com que o pH do meio fique abaixo de 4,4 que é o limite de viragem do

indicador de pH. O indicador de pH é o vermelho de meti la que em pH abaixo de 4,4 é vermelho e acima

de 6 é amarelo.

Resumo de mic robiologia Diagnostica 23 Fermentação dos Açucares Produção de H2S Se a bactéria produzir

VP (Voges Proskauer)

Há bactérias que utilizam a fermentação

butilenoglicólica, fermentam a glicose produzin do acetil-metil- carbinol

(acetoína), butilenoglicol e pequenas qu antidades de ácidos.Quando é adicionado KOH e

na presença de O2

atmosférico a acetoína é convertida em diacetila a adicição de alfa-naftol nesta reação c ataliza a produção de um

anel vermelho.

Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az

Citrato

Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az

Resumo de mic robiologia Diagnostica

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Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az
Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az
Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az
Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az

Este teste determina se a bactéria é cap az de o citrato de sódio como única fonte de car bono para o seu metabolismo e crescimento. Deve ser ut ilizado o meio Citrato de Simmons, composto po r citrato de sódio, fosfato de amônia e por azul de bromo fenol.Co m o uso de citrato há a produção de hidróxido d e amônia que eleva o pH fazendo que a reação se torne azul.

Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az

Urease

Resumo de mic robiologia Diagnostica

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Há bactérias que possuem a enzima ure ase que garante a capacidade de degradar a uréi a presente no meio

liberando amônia, CO2 e H2O. A amônia

reage formando carbonato de amônia que alcal iniza o meio.O indicador de

pH é o vermelho de fenol que em meio a alcalino toma a coloração “pink”.

Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az

Fenilalanina Desaminase (FAD)

Há bactérias que produzem enzimas que

desaminam a fenilalanina presente no meio, or iginando o ácido

fenilpirúvico, que reage com o cloreto fé rrico adicionado ao meio, desenvolvendo cor ve rde.Essa prova é presuntiva

para Proteus, Morganela, Providencia.

Citrato Resumo de mic robiologia Diagnostica 25 Este teste determina se a bactéria é cap az
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Lisina descarboxilase(LDC)

Resumo de mic robiologia Diagnostica

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Há algumas bactérias que possuem a lisi na descarboxilase que descorboxila a lisina prod uzindo a cadaverina mais

CO2, essa descaroboxilização alcaliniza o

meio.O meio contém o indicador azul de brom ocresol, que em pH alcalino

apresenta-se em cor roxo e em meio áci do a cor amarela. A reação se processa em anae robiose deve-se cobrir o

meio com óleo mineral ou cera de carnú ba.

Lisina descarboxilase(LDC) Resumo de mic robiologia Diagnostica 27 Há algumas bactérias que possuem a lisi na

Mio (Motilidade, Indol e ornitina)

Se a bactéria produz a enzima ornitina d escarboxilase, ela será capaz de descarboxilar a

ornitina produzindo gás

carbônico e putrecina, isso eleva o pH d o meio. O indicador de pH usado é o púrpura de bromocresol que e,

condições alcalinas se torna roxo. É útil

para diferenciar entre Klebsiella (negaivo) e Ente robacter (positivo).

Lisina descarboxilase(LDC) Resumo de mic robiologia Diagnostica 27 Há algumas bactérias que possuem a lisi na

A produção de Indol pode ser detectado colocando um papel filtro ou algodão umedecid o com reativo de indol, na aula prática o indol foi feito separado pa ra que ficasse de forma mais didática. A motilidade é observada através do asp ecto do meio, isso decorre do fato que o meio é semi-sólido e permite o crescimento bacteriano por todo o tubo . Se a motilidade é positiva o aspecto do meio se rá turvo enquanto que

Resumo de mic robiologia Diagnostica

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motilidade negativa só observaremos a

picada. Fica mais fácil de observar a motilidade p ondo os tubos contra um

folha de papel pautada, se conseguirmo s observar as linhas através do tubo é motilidade

negativa.

Lisina descarboxilase(LDC) Resumo de mic robiologia Diagnostica 27 Há algumas bactérias que possuem a lisi na
Lisina descarboxilase(LDC) Resumo de mic robiologia Diagnostica 27 Há algumas bactérias que possuem a lisi na

Resumo de microbiologia Diagnostica

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Se a bacteria for indol + e citrato - pensar em E. coli

Se houver a presença de mto gás e citrato +, com lisina e ureia + e colônia mucoide:

+indol – klebisella oxygoca - indol – klebisella pneumoniae

  • E. cloaceae – lisina neg e indol neg

  • E. aerogenes – lisina posi e indol neg

  • E. aglomerans – lisina neg e indol posit, motilidade neg

Serratia – lisina posit, sacarose neg, motilidade neg Se a bactéria for sem gás ou com pouca produção, lisina posit, sacarose neg e motilidade neg – shigella

Meio inalterado – pseudômonas aeroginosa (indulto escuro) ou alcaligenes faecalis (induto esbranquiçado).

2 grupos importantes:

o Enterobactérias

BGN-F = Fermentadoras de glicose BGN-NF = Não-Fermentadores de glicose

Resumo de microbiologia Diagnostica

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Maior importância clínica - Pseudomonas aeruginosa (Bacilo Gram-negativo aeróbio, móvel, não-esporulado, Com 1 a 3 flagelos polares, Desenvolve-se bem em diversos meios de cultura e em diversas temperaturas (temp. ótima: 37 o C), Produz pigmentos solúveis: piocianina (azul-esverdeado) e fluoresceína (amarelo- esverdeado), Altamente patogênica: resistência a diversos antimicrobianos – provas bioquímicas Oxidase negativos, hidrólise de esculina positiva e catalase positiva)

Vários gêneros – Acinetobacter SP (Utiliza várias tipos de fontes de carbono em seu metabolismo expandindo seu habitat, Bacilo ou cocobacilo - Infecções: pneumonias, meningites, endocardites, infecções de pele e feridas e ITU), Burkholderia, Stenotrophomonas.

Considerações gerais – Aeróbios, Não esporogênicos, Não utilizam a via fermentativa, Crescem na superfície dos meios de cultura, Nomenclatura constantemente alterada.

Metabolismo - Metabolismo fermentativo e oxidativo.

Bacilos Gram-Negativos Não Fermentadores

 

Fatores de virulência

Adesinas (pili e cápsula), cápsula de alginato (confere proteção à bactéria, cepas mucóides – biofilmes, alginato:

Pg 93 – figura 5.5

 

atividade contra aminoglicosídeos), Produção de proteases e enzimas proteolíticas - inativam citocinas.

 

Produção de leucocidina: citotoxina que atua na membrana celular dos leucócitos

Produção de hemolisinas: contribui para invasão tecidual através de efeitos citotóxicos

secreção de pigmentos por P. aeruginosa como a piocianina: destruindo o epitélio respiratório

Lipopolissacarídeos (endotoxina)

Exotoxina A: potente inibidor de síntese proteica (necrose) Exoenzima S: proteína de membrana celular com efeitos citotóxicos e de adesão

Mecanismos de Resistência

-lactamase

Melato- -lactamase

Cefalosporinase

Efluxo do antimicrobiano

Alteração de proteínas da membrana externa

Identificação Laboratorial

Resumo de microbiologia Diagnostica

Enzima Oxidase

Motilidade

Cocobacilos ou Bacilos Gram-negativos

Não utilizam CBI na ausência de O 2 Aeróbios estritos

Características que nos fazem suspeitar que estamos frente a um BGN NF - Falta de evidência de fermentação da glicose, Crescimento pobre ou ausência de crescimento em MC.

Teste de OF

Oxidação-Fermentação BGN-NF X enterobactérias (BGN-F) Diversos açúcares Tubo aberto (com oxigênio) Tubo fechado (sem oxigênio) Base OF (Hugh & Leifson) [ ] peptonas diminuída [ ] CBI aumentada [ ] ágar diminuída Azul de bromotimol - p/ detecção de ácidos

Crescimento - Meios seletivos Agar Cetrimida (Pseudomonas sp.) BCSA (Burkolderia cepacia selective agar) Antibióticos para inibir crescimento de outras bactérias Crescimento em MC a 42 o C

Identificar espécies de Acinetobacter

31

Resumo de mic robiologia Diagnostica

32

 

Produção de pigmentos

 
Produção de pigmentos

Meio de Tech & Flo – contém pe ptonas especiais e [ ] de Mg 2+ e sulfato aumentada – aum entar a produção de pigmentos

 

Bacto peptona (Tech) –

piocianina (azul turquesa

 

luz visível, sem fluorescê ncia sob UV)

 

Peptona-3-proteose (Flo ) – pioverdina (amarela luz visível, com fluorescênci a sob UV)

 

Descarboxilação de AA

 

Caldo Moeller

 

Pequena quantidade de substra to + inóculo denso

 

Reação positiva: intensificação d a cor púrpura

Identificação Laboratorial Resumo de microbiologia Diagnostica • Enzima Oxidase • • Motilidade • Cocobacilos ou Bacilos

Prova de oxidase e motilidade

Diagnostico bacteriológico das infecções da C.S.

Bacteremia (presença de bactérias no sangue) pode ser:

  • - Transitoria – microrganismos da microbiota na C.S.

Resumo de microbiologia Diagnostica

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  • - intermitente – bactérias de um foco de infecção primário vai para a C.S

  • - Continua – acesso direto a c.s

  • - Escape – após 1 a 2 dias do inicio da antibioticoterapia supostamente adequada.

Septicemia – complexa reação inflamatória sistêmica a uma infecção, é uma condição toxica – sepse (LPS), o sangue se apresenta com cels fagociticas e a multiplicação dos microrganismos é maior que a remoção pelos fagócitos.

Doenças do sistema vascular

Tipos de infecção

Intravascular

o

o

Endocardites – anormalidade no endocárdio pela presença de microrganismos no sangue (coletar 3

amostras, punção venosa de diferentes lugares, em intervalos de 15 a 30 min). Bacteremia associada ao uso de cateter intravenoso – rotas de infecção superfície externa do cateter.

Infecções da C.S. podem ser:

o

Infecçoes primarias do acesso vascular (por uso de cateter, tubos subcutâneos ) complicações – infecção da C.S, focos metastáticos em outros órgãos.

o

Cateter vascular – corpo estranho processo inflamatório, infecção por pqnos inoculos (que pode ser

o

o

contaminação do cateter, do canhão, das soluções ou hematogênica – foco infeccioso a distancia). Fatores do hospedeiro – idade, imunossupressão, seleção da microflora com antibióticos, gravidade da

doença de base e etc. Fatores relacionados ao acesso vascular – duração do cateterismo, habilidade de introduzir o cateter, forma de inserção, trocas e etc.

Infecções extravasculares – multiplicação localizada microrganismos que são drenados para os vasos linfáticos e caem na C.S.

Diagnostico

  • - Presença de drenagem purulenta no sitio vascular

-

Sinais flogisticos locais: dor, calor, eritema.

Resumo de microbiologia Diagnostica

34

o

Hemocultura – numero de frascos coletados devera ser considerado de acordo com a condição clinica do paciente. Duas a três amostras de diferentes locais em intervalo de 30 min.

o

Cultura de cateter venoso central (CVC)- suspeita de colonização – presença de secreção purulenta

-

CVC curta permanência (>15UFC) – retirar a ponta (semi quantitativa) + hemocultura (qualitativa) =

verificar se a hemo e a CVC de ponta for + tem o msm microrganismo.

 

-

CVC longa permanência – não remover, cultura da secreção peri cateter + hemocultura.

Hemocultura

CVC

Fazer

-

Não cultivado

Cultivar CVC

 

-

-

Investigar outros focos

-

+ > 15 UFC

Não tratar observar evolução (colonização)

 

+

+ >15UFC

Tratamento para bacteremia

Coleta da amostra

-

antissepsia local, volume da amostra, anticoagulograma, meio de cultura.

 

-

preparo do sitio de coleta – lavar com sabão, enxaguar em água estéril, aplicar iodo e secar, aplicar álcool e secar.

-

Coleta – seringa e agulha sistema fechado diretamente do cateter

 

Meios de cultura utilizados – caldo rico (TSB, BHI) incubar a 35ºC.

Resultados S. aureus, S. pneumoniae, p. aeroginosa, c. albicans e enterobacterias.