Você está na página 1de 37

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO
LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO DSC/DEC 1
LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO DSC/DEC 1
LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO DSC/DEC 1

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Licenciamento de Escolas de Condução

Direcção Geral de Viação

Direcção de Serviço de Condutores / Divisão do Ensino da Condução

Avenida da República, 16, 5º andar - 1069-055 Lisboa Telefone 21 312 21 00 • Fax 21 355 56 97 E-mail: condutores@dgv.pt

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Plano de apresentação do Guia

Índice

Índice

3

Nota Explicativa

 

4

Tramitação Procedimental

6

Tramitação Geral

1ª Fase – Requisitos Gerais

7

 

Esclarecimentos

12

2ª Fase – Aprovação das Instalações e Apetrechamento

13

 

Esclarecimentos

17

3ª Fase – Formalidades Essenciais

19

 

Esclarecimentos

22

Anexos:

Anexo I – Declaração de Idoneidade e de Inexistência de Impedimento

23

Anexo II – Estudo Técnico e Económico de Viabilidade

24

Anexo III – Declaração de afectação exclusiva da Direcção………

37

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO
NOTA EXPLICATIVA I

NOTA EXPLICATIVA I

NOTA EXPLICATIVA I

Nos termos do Decreto-Lei n.º 484/99, de 10 de Novembro (Lei Orgânica da Direcção-Geral de Viação), são competências funcionais da Direcção-Geral de Viação “Instruir os processos de licenciamento das escolas de condução e fiscalizar o seu funcionamento em termos das condições de instalação, equipamento organização e ensino ministrado”.

A vertente liberalizadora da actividade do ensino da condução traduzida pelo Decreto-Lei n.º

86/98, de 03 de Abril, acentuou grandemente o número de processos de licenciamento de novas escolas de condução, condicionando o surgimento de novas questões e modos de agir.

Uma sociedade com uma economia moderna exige uma Administração Pública mobilizadora de iniciativas, eficiente nas prestações e transparente nas decisões. Nos dias de hoje, é cada vez mais exigível aos serviços públicos uma dimensão compatível com as exigências da sociedade moderna, agilizando a sua intervenção e focalizando a sua actuação na satisfação das necessidades dos cidadãos.

A qualidade como vector estratégico da modernização, começa na gestão eficaz e eficiente,

implica uma estratégia e política adequadas e impõe a simplificação de processos, com o objectivo último da satisfação das necessidades dos cidadãos.

Neste âmbito, o presente guia, constituindo um apoio técnico fundamental aos requerentes interessados no licenciamento de escolas de condução, pretende ainda contribuir para uma certa uniformização de critérios procedimentais, potenciando a focalização na qualidade das escolas de condução e respectivo ensino ministrado.

Estas as razões que levaram à elaboração do presente guia e os resultados que com ele se pretendem alcançar.

Lisboa, 12 de Maio de 2004

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

NOTA EXPLICATIVA II

Em sequencia da entrada em vigor da Portaria 1068/2006 de 29 de Setembro, relativamente às taxas devidas pelos serviços prestados pela DGV, bem como das alterações introduzidas pelo Plano de Simplificação da Administração Publica, houve necessidade de proceder a uma revisão e actualização do presente guia do licenciamento de escolas de condução de modo a torná-lo menos burocrático e consentâneo com a lei.

Mantendo a perspectiva de uniformizar os critérios de apreciação dos processos e simplificar o acesso do utente à informação foi revisto o presente guia.

Lisboa, 18 de Dezembro de 2006

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

TRAMITAÇÃO PROCESSUAL

1ª FASE – Requisitos Gerais Requerimento Inicial Documentos Pagamento da taxa Portaria 1068/2006, de 29
1ª FASE – Requisitos Gerais
Requerimento Inicial
Documentos
Pagamento da taxa
Portaria 1068/2006, de 29 de
Setembro

Análise Jurídica e Económica (viabilidade económica)

Do Requerimento Inicial e dos respectivos documentos que o devem obrigatoriamente acompanhar

documentos que o devem obrigatoriamente acompanhar DEFERIMENTO não INDEFERIMENTO 2ª FASE – Instalações e

DEFERIMENTO

não

que o devem obrigatoriamente acompanhar DEFERIMENTO não INDEFERIMENTO 2ª FASE – Instalações e Apetrechamento

INDEFERIMENTO

obrigatoriamente acompanhar DEFERIMENTO não INDEFERIMENTO 2ª FASE – Instalações e Apetrechamento Requerimento
2ª FASE – Instalações e Apetrechamento Requerimento Documentos Vistoria + Pagamento da taxa não
2ª FASE – Instalações e Apetrechamento
Requerimento
Documentos
Vistoria
+
Pagamento da taxa
não
Documentos Vistoria + Pagamento da taxa não DEFERIMENTO INDEFERIMENTO 3ª FASE – Formalidades

DEFERIMENTO

Documentos Vistoria + Pagamento da taxa não DEFERIMENTO INDEFERIMENTO 3ª FASE – Formalidades Essenciais

INDEFERIMENTO

+ Pagamento da taxa não DEFERIMENTO INDEFERIMENTO 3ª FASE – Formalidades Essenciais Identificação
3ª FASE – Formalidades Essenciais Identificação Documentos não
3ª FASE – Formalidades Essenciais
Identificação
Documentos
não
Formalidades Essenciais Identificação Documentos não Análise final DEFERIMENTO INDEFERIMENTO Licenciamento dos

Análise final

Essenciais Identificação Documentos não Análise final DEFERIMENTO INDEFERIMENTO Licenciamento dos Veículos +
Essenciais Identificação Documentos não Análise final DEFERIMENTO INDEFERIMENTO Licenciamento dos Veículos +

DEFERIMENTO

Identificação Documentos não Análise final DEFERIMENTO INDEFERIMENTO Licenciamento dos Veículos + Prova da
Identificação Documentos não Análise final DEFERIMENTO INDEFERIMENTO Licenciamento dos Veículos + Prova da

INDEFERIMENTO

Documentos não Análise final DEFERIMENTO INDEFERIMENTO Licenciamento dos Veículos + Prova da abertura dos Livros

Licenciamento dos Veículos + Prova da abertura dos Livros + Declaração de colecta

Emissão do Alvará
Emissão do Alvará

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Licenciamento de Escolas de Condução

1.ª Fase Requisitos Gerais

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

I.

O REQUERIMENTO INICIAL PARA LICENCIAMENTO DE ESCOLA DE CONDUÇÃO

é

dirigido ao Director-Geral de Viação, devidamente instruído nos termos do Decreto-Lei n.º 86/98, de 03 de Abril, conjugado com Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril, nos seguintes termos:

IMPRESSO MODELO N.º 138

conjugado com Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril, nos seguintes termos: IMPRESSO MODELO N.º

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

II.

Com o requerimento inicial dever-se-á proceder ao

PAGAMENTO DA RESPECTIVA

TAXA no valor de € 418 (quatrocentos e dezoito Euros), nos termos da alínea a) do

Item 1.1 do Ponto I do Anexo da Portaria n.º 1068/2006, 29 de Setembro.

 

III.

O

REQUERIMENTO

INICIAL

DE

LICENCIAMENTO

DEVERÁ

SER

OBRIGATORIAMENTE

INSTRUÍDO

COM

OS

SEGUINTES

DOCUMENTOS

E

ELEMENTOS:

A. No caso do requerente ser uma sociedade, deverá entregar uma fotocópia simples do CARTÃO DE IDENTIFICAÇÃO DE PESSOA COLECTIVA e fotocópias simples do DOCUMENTO DE CONSTITUIÇÃO DA SOCIEDADE das ALTERAÇÕES que hajam ocorrido ao seu contrato social, (Vd. Art.º 1.º n.º 4 do Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril) e fotocópia da CERTIDÃO DO REGISTO COMERCIAL actualizada. No caso da nomeação dos corpos gerentes ter sido feita em assembleia-geral, deverá ainda enviar fotocópia da acta da reunião em que foram nomeados;

B. Fotocópias simples do Bilhete de Identidade e Cartão de Contribuinte da pessoa singular ou fotocópia simples do Bilhete de Identidade de todos os sócios da sociedade requerente;

C. DECLARAÇÃO DE IDONEIDADE E DE INEXISTÊNCIA DE IMPEDIMENTO (Minuta em Anexo I), nos termos do artigos 3.º, alíneas c) e d) e 4.º do Decreto- Lei n.º 86/98, de 03 de Abril, com a redacção dada pela Lei n.º 51/98, de 18 de Agosto, relativa à pessoa singular / a cada um dos sócios da sociedade requerente, devidamente datada e assinada, devendo constar obrigatoriamente do texto da declaração o seguinte:

1. Identificação da pessoa singular / sócio da sociedade requerente, gerentes ou administradores, indicando o seu nome, naturalidade, data de nascimento, n.º, data de emissão, respectivo serviço emissor e data de validade do B.I., n.º de contribuinte, morada, n.º da carta de condução, n.º da licença de Instrutor, n.º da licença de Subdirector ou Director e respectivos serviço emissor e data de validade;

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

2. Declarando, sob compromisso de honra que “nunca foi titular, sócio, gerente ou administrador de entidade titular de alvará cancelado nos termos do n.º 7, do Art.º 2.º, do Decreto-Lei n.º 86/98, de 03 de Abril, e que nunca exerceu nem participou na ministração ilícita do ensino.

Mais declara que não é responsável ou examinador em centros de exame, bem como o seu cônjuge, ascendentes e descendentes e respectivos cônjuges”.

D. CERTIFICADO DO REGISTO CRIMINAL da pessoa singular / de todos os sócios, gerentes ou administradores da sociedade requerente (referindo o fim a que se destina: “Titular de alvará de escola de condução”);

E. «CURRICULUM VITAE» da pessoa singular ou do(s)s sócio(s) que perfaçam a maioria do capital social da sociedade requerente, devidamente datados e assinados;

(Vd. Art.º 1.º al. b) do Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril)

F. Documento comprovativo da CAPACIDADE PROFISSIONAL da pessoa singular ou do(s) sócio(s) que perfaça(m) a maioria do capital social da sociedade adquirente (no mínimo 51% da totalidade das quotas), em conformidade com o disposto no Art.º 2.º, n.º 2, al. b) do Decreto-Lei n.º 86/98, de 03 de Abril, o qual deverá ser emitido pelas escolas de condução onde foram desempenhadas funções ou, em alternativa, pela Segurança Social. Em ambas as situações deverá constar obrigatoriamente do documento em apreço a menção à categoria profissional bem como o período de tempo em que a actividade profissional foi exercida (o início e o termo);

(V. Art.º 2.º n.º 2, al. b) do Decreto Lei n.º 86/98 – cinco anos consecutivos no ensino da condução, na qualidade de titular de alvará, sócio, gerente ou administrador de entidade titular de alvará ou, instrutor, subdirector ou director de escola de condução).

G. DECLARAÇÃO DE DISTÂNCIA de outra escola (raio não inferior a 500 metros), a emitir pela Câmara Municipal competente, devendo constar obrigatoriamente do texto da mesma a referência à rua, número de polícia,

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

freguesia, concelho e distrito de localização da escola, certificando necessariamente “que da morada indicada e, num raio de 500 metros, não existe nenhuma escola de condução. Mais se informa que a morada indicada pela declaração da Câmara, terá que ser rigorosamente igual à morada indicada no requerimento inicial para abertura de escola de condução;

H. Apresentação de um ESTUDO TÉCNICO-ECONÓMICO DE VIABILIDADE E RESPECTIVOS ANEXOS, (elaborado segundo a estrutura sugerida em Anexo II);

(Vd. Art. 1.º, n.º 2, al. d) do Decreto Regulamentar n.º5/98 de 09 de Abril)

I. DECLARAÇÃO SOB COMPROMISSO DE HONRA DE DISPONIBILIDADE DE CAPITAIS PRÓPRIOS, identificando a pessoa singular / todos os sócios da sociedade requerente (indicando o seu nome, naturalidade, data de nascimento, n.º, data de emissão, respectivo serviço emissor e data de validade do B.I., n.º de contribuinte, morada) devidamente datada e assinada, declarando obrigatoriamente em relação à Escola em licenciamento, o seguinte:

Que disponibilizará(ão) à escola de condução

todos os capitais

,

próprios necessários para uma boa gestão da escola, para assegurar uma situação financeira equilibrada e para assegurar a autonomia financeira da mesma, cumprindo designadamente o seguinte indicador:

cobertura do activo líquido pelos capitais próprios superior a 30%;

Indicação do valor do investimento e respectivo modo de financiamento;

Indicação da existência ou não, de outros compromissos que oneram ou possam vir a onerar o/a requerente.

J. DECLARAÇÃO FORMAL ADEQUADA DE CAPACIDADE FINANCEIRA, a ser emitida por uma Instituição Financeira, nomeadamente uma Instituição Bancária, mencionando necessariamente a mesma que o/a requerente tem capacidade financeira bastante para suprir o investimento da Escola de Condução em questão;

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

ESCLARECIMENTOS:

Todos os documentos e elementos exigidos pelo quadro legal do ensino da condução deverão, sob pena de indeferimento do pedido:

Ser enviados SIMULTANEAMENTE com a apresentação do respectivo requerimento e não conter qualquer tipo rasuras ou imperfeições;

Estar conforme ao acima descrito e explicitado.

O requerente inicialmente indicado deverá ser o mesmo ao longo de todo o processo de licenciamento. Na situação do requerente ser uma pessoa colectiva, esta já deverá estar devidamente constituída nos termos legais à data do requerimento inicial;

Nos termos do n.º 2 do artigo 17º do Decreto-Lei n.º 86/98, de 03 de Abril, “As escolas de condução devem estar apetrechadas com, pelo menos, um veículo por cada categoria para a prática do ensino, não podendo o número total de veículos ser inferior a três”.

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Licenciamento de Escola de Condução

2.ª Fase Instalações e Apetrechamento e Vistoria

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

I.

O requerente, no prazo de 90 dias a partir da data da notificação do deferimento do

requerimento

Viação,

devidamente instruído nos termos do Decreto-Lei n.º 86/98, de 03 de Abril, conjugado com Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril, nos seguintes termos:

inicial,

deve

REQUERER

A

APROVAÇÂO

DAS

INSTALAÇÕES

DA

em

requerimento

dirigido

ao

Director-Geral

de

ESCOLA

DE

CONDUÇÃO

IMPRESSO MODELO N.º 138

DA em requerimento dirigido ao Director-Geral de ESCOLA DE CONDUÇÃO IMPRESSO MODELO N.º 138 DSC/DEC 14

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

As instalações da escola terão os seguintes compartimentos e respectiva utilização:

 

Compartimento

 

Área

 

Gabinete de Director

 

m

2

 

Secretaria

 

m

2

 

Sala de Espera

 

m

2

 

Teoria

(Mínimo de

 

15

m 2 )

(A lotação das salas de aulas deve ser, no máximo, correspondente a um instruendo

Salas de

Técnica

(Mínimo de

Aula

15

m 2 )

por metro quadrado de quatro quintos da área da respectiva sala)

Bivalente/Única (para as situações onde existe apenas uma sala de aula)

(Mínimo de

25

m 2 )

 

Instalações Sanitárias Homens Instalações Sanitárias Senhoras Instalações Sanitárias Deficientes

 

m

2

m

2

m

2

 

Outras

 

m

2

Os lugares de estacionamento dos veículos de instrução situam-se num raio não superior a 50 metros dasinstalações da escola de condução, sendo os mesmos constituídos pelas seguintes áreas:

Classe do veículo licenciado

Áreas

(Áreas mínimas)

Classe A

m2

2

m2

Classe B

m2

8

m2

Classe C/D

m2

17,5 m2

Classe E

m2

10

m2

Classe C/D+E

m2

22,5 m2

Em anexo ao presente requerimento são apresentados os seguintes documentos:

a) Planta, em triplicado, na escala de 1:500, da localização das instalações, incluindo a distancia e as áreas dos lugares de estacionamento;

b) Planta, em triplicado, na escala de 1:100, das instalações da escola;

c) Licença de utilização das instalações, emitida pelos Serviços da Câmara Municipal de

d) Documento comprovativo da titularidade das instalações;

e) Esclarecimento sobre as condições de acesso dos deficientes à escola de condução;

f) Documento comprovativo da titularidade / afectação das áreas de estacionamento.

;

II.

O requerimento a solicitar a aprovação das instalações deverá

SER INSTRUÍDO

com os seguintes documentos e elementos:

OBRIGATORIAMENTE

A) PLANTAS EM TRIPLICADO, NA ESCALA 1/500, da localização das instalações da escola, assinalando devidamente em todos os exemplares, o estacionamento para ao veículos afectos à instrução, a localização das instalações da escola, assim como os arruamentos, nos termos da al. a) do n.º 2 do Art.º 3.º do Decreto Regulamentar n.º 5/98.

B) PLANTAS EM TRIPLICADO, NA ESCALA 1/100, das instalações da escola, assinalando devidamente em todos os exemplares, a área de cada compartimento e a utilização pretendida para cada um deles (gabinete de director, secretaria, sala de espera, sala de aula e instalações sanitárias), nos termos da al. b), do n.º 2, do Art.º 3.º, do Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril;

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

C)

LICENÇA DE UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES, emitida pelos Serviços da Câmara Municipal competente. A mesma deverá referir que o local / imóvel onde se situam as instalações da escola de condução, têm como fim/destino o ensino da condução, o comércio ou a prestação de serviços;

D)

DOCUMENTO COMPROVATIVO DA TITULARIDADE DAS INSTALAÇÕES, quer a título oneroso ou gratuito;

E)

DOCUMENTO COMPROVATIVO TITULARIDADE DO ESTACIONAMENTO. Tratando-se de espaço público, deverá ser enviado documento emitido pela respectiva Câmara Municipal, autorizando a utilização permanente e exclusiva do espaço pela escola de condução, fazendo a identificação do local cedido. Tratando- se de espaço próprio ou propriedade de terceiros, deverá ser remetido documento comprovativo da autorização de utilização permanente e exclusiva.

F)

A

fim de dar cumprimento ao disposto no n.º 6 do Art.º 9.º do Decreto Regulamentar

n.º 5/98, de 09 de Abril, deve ser prestado ESCLARECIMENTO SOBRE AS CONDIÇÕES DE ACESSO A DEFICIENTES às instalações da escola de condução,

atendendo ao conteúdo do Decreto-Lei n.º 123/97, de 22 de Maio, alertando-se para

o facto de:

i. Caso se torne necessário a utilização de rampas para suprimir barreiras constituídas por degraus, estas devem ter inclinação apropriada menor ou igual a 6% ou em alternativa a utilização de meios mecânicos apropriados;

ii. Igualmente se faz notar que a largura útil do vão da porta de entrada não pode ser inferior a 0,90m, e, a altura máxima da soleira da porta de entrada é de 0,02m;

iii. Relativamente às instalações sanitárias das escolas de condução, nos termos do Decreto-Lei n.º 123/97, de 22 de Maio, conjugado com o esclarecimento prestado pelo Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiências, as mesmas deverão estar diferenciadas por sexos e deficientes ( W.C. para homens, W.C. para senhoras e W.C. para deficientes ). Caso a mesma não seja possível, deverá possuir instalações sanitárias diferenciadas por sexos ambas adaptadas a deficientes, devendo uma delas ter as medidas mínimas de 2,20m2 x

2,20m2.

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

ESCLARECIMENTOS:

Todas as plantas submetidas a aprovação, deverão ser apresentadas em formatos de folha normalizados, com esquadrias e legenda devidamente preenchidas, cotadas, com indicação de escala do desenho, identificando o técnico desenhador, engenheiro/arquitecto responsável pelo projecto, requerente e indicando a localização das instalações;

As futuras instalações devem ter em consideração normas de ergonomia e de ambiente, designadamente renovação de ar em salas eventualmente internas, instalações sanitárias em número suficiente para a capacidade máxima de salas de aula, iluminação e lotação pedagogicamente adequadas;

Relativamente ao acesso a deficientes alerta-se para o facto de:

Caso se torne necessário a utilização de rampas para suprimir barreiras constituídas por degraus, estas devem ter inclinação apropriada menor ou igual a 6% ou em alternativa a utilização de meios mecânicos apropriados;

A largura útil do vão da porta de entrada não pode ser inferior a 0,90m, e, a altura máxima da soleira da porta de entrada é de 0,02m;

Relativamente às instalações sanitárias das escolas de condução, nos termos do Decreto-Lei n.º 123/97, de 22 de Maio, conjugado com o esclarecimento prestado pelo Secretariado Nacional para a Reabilitação e Integração das Pessoas com Deficiências, as mesmas deverão estar diferenciadas por sexos e deficientes (1 W.C. para homens, 1 W.C. para senhoras e 1 W.C. para deficientes). Caso esta situação não seja possível de se verificar, deverá possuir instalações sanitárias diferenciadas por sexos, ambas adaptadas a deficientes, devendo uma delas ter as medidas mínimas de 2,20x2,20.

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

III. O requerente notificado da aprovação das instalações propostas deve, no prazo de 60 dias, apetrechar as instalações da escola nos termos do Decreto Regulamentar n.º 5/98,

sugerindo-se a

de 09 de Abril e requerer a respectiva seguinte minuta:

VISTORIA E APROVAÇÃO,

IMPRESSO MODELO N.º 138

minuta: VISTORIA E APROVAÇÃO, IMPRESSO MODELO N.º 138 IV. Com o requerimento dever-se-á nesta fase proceder-se

IV. Com

o

requerimento

dever-se-á

nesta

fase

proceder-se

ao

PAGAMENTO

DA

RESPECTIVA TAXA

no valor de € 132 (cento e trinta e dois Euros), nos termos do Item

1.2. do Ponto 1 do Anexo da Portaria n.º 1068/2006, de 29 de Setembro.

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Licenciamento de Escola de Condução

3.ª Fase Formalidades Essenciais

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

I.

FORMALIDADES

ESSENCIAIS

das

instalações e apetrechamento deve, no prazo de 30 dias, apresentar nos termos dos ns.º 1, 2 e 3 do Art. 5.º do Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril, todos os documentos necessários ao funcionamento da escola de condução, nomeadamente a indicação e identificação dos Instrutores, do Subdirector e/ou Director e dos veículos a licenciar, sugerindo-se a seguinte minuta:

-

O

requerente

notificado

da

aprovação

final

Ex.mo. Senhor Director-Geral de Viação Avª da República, 16 – 5º andar 1069-055 Lisboa

ASSUNTO: Licenciamento de Escola de Condução - 3ª Fase - Formalidades Essenciais

Vª Rf.ª: Resposta ao ofício n.º , de Processo de Licenciamento n.º

Escola de Condução

/

/

Identificação do requerente ( se for pessoa singular, o seu nome completo, naturalidade, data de nascimento, data de emissão, respectivo serviço emissor e data de validade do B.I, n.º de contribuinte, morada, n.º da carta de condução, n.º da licença de Instrutor, n.º da licença de Subdirector ou Director e respectivos serviço emissor e data de validade; sendo pessoa colectiva, a identificação da sociedade, n.º de pessoa colectiva, sede, assim como de todos os seus sócios, gerentes ou administradores, com a indicação do nome, naturalidade, data de nascimento, n.º, data de emissão, respectivo serviço emissor e data de validade do B.I, n.º de contribuinte, morada, n.º da carta de condução, n.º da licença de Instrutor, n.º da licença de Subdirector ou Director e respectivos serviço emissor e data de validade ),

Vem/Vêm ao abrigo do disposto nos ns.º 1, 2 e 3 do artigo 5.º do Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 9 de Abril,

indicar e identificar os Instrutores, o Subdirector e/ou o Director e os veículos a licenciar, sendo estas

realizadas nos termos a seguir indicados:

1. Director e/ou Subdirector: (nome completo, naturalidade, n.º, data de emissão, respectivo serviço emissor e data de

validade do B.I., n.º da carta de condução, n.º da licença de Instrutor, n.º da licença de Subdirector ou Director e respectivos

serviço emissor e data de validade);

2. Instrutores: (nome completo, naturalidade, n.º, data de emissão, respectivo serviço emissor e data de validade do B.I., n.º

da carta de condução, n.º da licença de Instrutor, n.º da licença de Subdirector ou Director e respectivos serviço emissor e

data de validade);

3. Veículos a Licenciar: (classe e tipo, marca e modelo, matrícula e respectivo ano de emissão, lotação, tara e peso bruto e

combustível).

Mais se solicita nos termos do artigo 44.º do Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril, alterado pelo

Decreto Regulamentar n.º 20/2000, de 19 de Dezembro, a dispensa de

em virtude de não pretender licenciar mais do que cinco automóveis para a instrução (opcional).

(indicar qual – Subdirector ou Director),

Em anexo ao presente requerimento são apresentados os seguintes documentos:

a) Director e/ou Subdirector: Fotocópias simples dos Bilhete de Identidade, Carta de Condução, Licença de

Instrutor e Licença de Director ou Subdirector;

b) Declaração de Afectação Exclusiva do Director e/ou Subdirector indicado;

c) Instrutores: Fotocópias simples dos Bilhete de Identidade, Carta de Condução e Licença de Instrutor

d) Veículos a Licenciar: Fotocópia simples do Livrete e do Registo de Propriedade

Local e Data:

Pede/em deferimento,

(Assinatura conforme B.I.)

(nome da pessoa singular / de todos os sócios da sociedade requerente)

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

II. A INDICAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO dos Instrutores, do Subdirector e do Director e dos

veículos a licenciar, deverão obrigatoriamente ser instruídos com os seguintes

documentos e elementos:

a)

Director e/ou Subdirector: Fotocópias simples dos Bilhete de Identidade, Carta de

Condução, Licença de Instrutor e Licença de Director ou Subdirector;

(Poderá ser solicitada nos termos do Art. 44º, do Decreto Regulamentar n.º 5/98, de 09 de Abril, com a redacção dada pelo Decreto Regulamentar n.º 20, de 19 de Dezembro, a dispensa de um dos elementos da direcção, no caso da escola não possuir mais do que cinco automóveis licenciados).

b)

Declaração de Afectação Exclusiva do Director e/ou Subdirector indicado, (Minuta em Anexo IV);

c)

Instrutores: Fotocópias simples dos Bilhete de Identidade, Carta de Condução e Licença de Instrutor;

d)

Veículos a Licenciar: Fotocópias simples dos Livrete e Registo de Propriedade.

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

ESCLARECIMENTOS

Cumpridas todas as formalidades acima referenciadas é

• Cumpridas todas as formalidades acima referenciadas é emitido o alvará, o qual só é entregue

emitido o alvará, o qual só

é entregue pelos Serviços Regionais de Viação competentes, após o licenciamento dos veículos de instrução, a prova de lançamento de termos de abertura nos livros de registo e a apresentação da declaração de colecta emitida pela competente repartição de finanças (tudo realizado junto dos Serviços Regionais de Viação competentes).

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

ANEXO I

DECLARAÇÃO DE IDONEIDADE E DE INEXISTÊNCIA DE IMPEDIMENTO

( Art.º 3.º al. c) e d) D.L. n.º 86/98 de 03 de Abril ) ( Art.º 4.º D.L. n.º 86/98 de 03 de Abril, com a redacção dada pela Lei n.º 51/98 de 18 de Agosto )

,

,

, Licença de

Instrutor / Subdirector / Director n.º …. válida até., declaro, sob compromisso de honra, não ter sido titular, sócio, gerente ou administrador de entidade titular de alvará cancelado, nos termos do n.º 7 do Art.º 2.º do Decreto-Lei n.º 86/98, de 03 de Abril e nunca ter exercido nem participado na ministração ilícita do ensino.

Eu,

, pelo Arquivo de Identificação de

residente em

natural de

,

nascido em

/

/

,

portador do Bilhete de Identidade n.º

válido até

/

/…,

emitido em

/

/

com o número de identificação fiscal

, ( freguesia, concelho e distrito ), titular da Carta de Condução n.º

Mais declaro, sob compromisso de honra, que nos termos do Art.º 4.º do Decreto-Lei n.º 86/98, de 03 de Abril, com a redacção dada pela Lei n.º 51/98, de 18 de Agosto, não sou responsável ou examinador em centros de exame, bem como o meu cônjuge, ascendentes ou descendentes e respectivos cônjuges.

Local e Data:

O declarante,

(Assinatura conforme B.I.)

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

ANEXO II

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO ANEXO II Direcção Geral de Viação Ministério da Administração Interna Estudo

Direcção Geral de Viação

Ministério da Administração Interna

Estudo Técnico e Económico de Viabilidade

Autor do Estudo:

Nome:

Categoria Profissional:……………………………………………………………………………. Morada: …………………………………………………………………………………………… Telefone/Telemóvel:……………………………………………………………………………….

Data: ……………………………………………………………… Assinatura: ………………………………………………………

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

1. Identificação do Requerente

a. Identificação

Identificação do Requerente, incluindo nome ou designação social, e respectiva

morada (Rua, Número, Freguesia, Concelho e Distrito;

b. Localização da Escola

Indicação da nova localização da Escola (Rua, Número, Freguesia, Concelho e Distrito)

c. Outros Aspectos Relevantes

2. Caracterização do Projecto

2.1 Identificação dos Sócios/Gerentes/Administradores

Identificação, suportada documentalmente, das seguintes entidades :

- Sócios, com indicação do nome, profissão ou função a desempenhar e respectiva comparticipação na Sociedade;

- Gerentes ou Administradores, com indicação do nome e profissão ou função a desempenhar.

2.2 Recursos Humanos

Apresentação do Organigrama geral da empresa, personalizando as diferentes

funções, vencimentos previstos, e outros dados considerados relevantes.

2.3 Instalações e sua Adequação (A)

Área total das instalações da

Área total das instalações da m2 N.º de

m2

N.º de

Escola

Divisões

Área das Salas de Formação

N.º de Salas

Divisões Área das Salas de Formação N.º de Salas Área a. Teoria _ m2 b. Técnica

Área

a. Teoria

_

m2

b. Técnica

_

_

_

m2

 

_

c. Teoria +

_

_

_

m2

 

_

Técnica

_

_

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Área de estacionamento de veículos

_

 

m2

_

 

Área de recinto de manobras (facultativo)

 

m2

 

Câmara Municipal de

N.º de

 

Registo

Licença de utilização das instalações

_

       

_

_

2.4 Apetrechamento

2.4.1 Equipamento Pedagógico (B)

(Valor em Euros)

Ensino

 

_

Teórico

Ensino

_

_

Técnico

 

_

2.4.2 Veículos de Instrução (C)

Ensino Prático

A

B

C

C + E

D

D + E

Ciclomotores Motociclos (Até

50cc)

Tractores

Quantidade

Motociclos (Até 50cc) Tractores Quantidade 2.5 Sistemas Informáticos (D) Hardware e   _

2.5 Sistemas Informáticos (D)

Hardware e

 

_

Software

 

_

3. Resumo do Investimento

(Valor em Euros)

  _ 3. Resumo do Investimento (Valor em Euros) (Valor em Euros) Rúbricas do Investimento

(Valor em Euros)

3. Resumo do Investimento (Valor em Euros) (Valor em Euros) Rúbricas do Investimento Características Custo/Valor

Rúbricas do Investimento

Características

Custo/Valor

Marca/Modelo

Novo/Usado

(Euros)

A. Instalações

   

A.1 Aquisição/Remodelação

   

A.2 Renda (Euros/Mês)

   

B. Equipamento Pedagógico

   

C. Veículos de Instrução

   

D. Sistemas Informáticos

   

E. Outros Investimentos

   

TOTAL

   

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

3.1 Plano Global de Investimento

Descrição detalhada do Plano de Investimentos a realizar, com indicação do seu valor de custo e quantidades a adquirir, incluindo as respectivas necessidades de Fundo de Maneio sem IVA.

Apresentar a Calendarização das principais fases de execução do Investimento.

Deverão ser anexadas facturas pró-forma e/ou orçamentos para cada equipamento.

3.2 Plano de Financiamento

Apresentar a estrutura de Financiamento do Investimento, indicando as respectivas fontes, a confirmação de crédito bancário (se necessário) e a sua caracterização, bem como, se for caso disso, a forma de realização dos Capitais Próprios.

4. Análise do Mercado e Concorrência

4.1 Estudo de Mercado

A justificação dos Proveitos da empresa deve ser sustentado com um Estudo de Mercado devidamente fundamentando com recurso aos dados fornecidos por fontes oficiais (por exemplo, pelo Instituto Nacional de Estatística), cujo desenvolvimento deverá ser adequado à dimensão da empresa, devendo para tal especificar as áreas de actuação e o número previsional de candidatos a condutor para as diversas modalidades de ensino.

4.2 Análise da Concorrência

4.3

Deverá ainda ser incluída uma análise da Concorrência, baseada em preços, capacidade instalada, localização, meios pedagógicos e outras características da concorrência, fazendo sobressair as vantagens que a futura escola irá apresentar face a tais características analisadas.

Número de Candidatos

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Identificar claramente o número previsional de candidatos por modalidade de ensino, por um período mínimo de 5 anos, como uma consequência do Estudo de Mercado.

5. Proveitos e Custos de Exploração

5.1 Proveitos

Indicar os valores a praticar pela escola face a cada modalidade de ensino, discriminando os preços base e adicionais. Identificar o modo de apresentação aos candidatos a condutor das condições de pagamento e dos serviços inerentes a fornecer.

5.2 Custos de Exploração

Discriminar todos os custos previsionais de exploração e, em particular, os relativos a:

5.2.1 Fornecimentos e Serviços Externos

o Indicar os valores previsionais relativos aos consumos de combustíveis, electricidade, rendas, manutenção e outros.

5.2.2 Custos com Pessoal

o Indicar o número de Postos de Trabalho a criar, discriminados por funções a desempenhar, assim como a grelha salarial previsional para as referidas funções.

5.2.3 Amortizações

o Determinar os montantes de acordo com as várias componentes do investimento e explicitar a respectiva base de cálculo.

5.2.4 Custos Financeiros

o Indicar o montante previsional dos custos financeiros, autonomizando os custos inerentes ao financiamento do investimento.

5.2.5 Outros Custos de Exploração

o Indicar os pressupostos de cálculo para os mais representativos.

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

5.3 Análise Económica

Deverá ser elaborada uma breve análise da evolução económica previsional de empresa, com principal referência à evolução dos resultados líquidos da empresa durante o período de vida útil do Projecto, tendo em atenção os seguintes pontos :

5.3.1 Demonstrar uma estrutura de custos equilibrada à actividade de empresa;

5.3.2 Apresentar resultados líquidos positivos ao fim do 2º ou 3º ano de actividade;

5.3.3 Apresentar evolução dos principais indicadores de rentabilidade ou sejam,

rentabilidade do activo, rentabilidade das vendas e rentabilidade dos capitais próprios.

5.4 Análise Financeira

Pretende-se neste ponto demonstrar o equilíbrio financeiro de empresa, a curto e médio/longo prazo, de modo a poder concluir-se acerca da viabilidade do projecto de investimento a executar. Para o efeito, considera-se relevante a evolução dos seguintes indicadores :

5.4.1 Liquidez Geral;

5.4.2 Cobertura do Imobilizado por Capitais Próprios;

5.4.3 Autonomia Financeira, com valor igual ou superior a 30%;

6. Análise Global e Conclusões

Análise das condições de Viabilidade da empresa após a realização do projecto.

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

7 . Documentação Anexa

Deverá ser anexado ao Estudo de Viabilidade o seguinte conjunto de Mapas Técnicos:

Mapa Técnico

Quadro

Plano Global de Investimento ------------------------------

(Quadro 1)

Mapa de Financiamento -------------------------------------

(Quadro 2)

Investimento em Fundo de Maneio (facultativo) --------

(Quadro 3)

Mapa de Origem e Aplicação de Fundos ------------------

(Quadro 4)

Demonstração de Fluxos de Caixa -------------------------

(Quadro 5)

Balanços Previsionais ----------------------------------------

(Quadro 6)

Demonstração de Resultados Previsionais ----------------

(Quadro 7)

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Quadro 1 – Plano Global de Investimento

A Realizar Já Investimento Realiz Ano Ano Ano Ano Ano ado ACTIVO FIXO CORPÓREO 1.1.
A Realizar
Investimento
Realiz
Ano
Ano
Ano
Ano
Ano
ado
ACTIVO FIXO CORPÓREO
1.1. Terrenos (área m2)
1.2. Obras de preparação
1.3. Edifícios e outras construções (área
m2)
1.4. Adaptação de Instalações (área
m2)
1.5. Equipamentos produtivos
1.6. Equipamentos não directamente produtivos
1.7. Equipamento Social
1.8. Equipamento Administrativo e Mobiliário
1.9. Ferramentas e Utensílios
1.10. Material de Carga e Transporte
1.11. Outro Activo Fixo Corpóreo
1.
TOTAL DO ACTIVO FIXO CORPÓREO
ACTIVO FIXO INCORPÓREO
2.1. Despesas de Constituição
2.2. Projectos de Arquitectura e Engenharia
2.3. Estudos de Investimento
2.4. Outros Estudos
2.5. Software
2.6. Formação
2.7. Divulgação
2.8. Outro Activo Fixo Incorpóreo
2.
TOTAL DO ACTIVO FIXO INCORPÓREO
3.
JUROS DURANTE A CONSTRUÇÃO
4.
FUNDO DE MANEIO ASSOCIADO AO
PROJECTO

TOTAL (1+2+3+4)

TOTAL (1+2+3+4)
TOTAL (1+2+3+4)
TOTAL (1+2+3+4)
TOTAL (1+2+3+4)
TOTAL (1+2+3+4)
TOTAL (1+2+3+4)

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Quadro 2 – Mapa de Financiamento

Financiamento Ano Ano Ano Ano Ano Capitais Próprios Capital Social Prestações Suplementares Autofinanciamento
Financiamento
Ano
Ano
Ano
Ano
Ano
Capitais Próprios
Capital Social
Prestações Suplementares
Autofinanciamento
SUB-TOTAL
Capitais Alheios
Empréstimo Bancário
(
)
Suprimentos
Crédito de Fornecedores
Locação Financeira (
)
Outras (
)
SUB-TOTAL

TOTAL

TOTAL
TOTAL
TOTAL
TOTAL
TOTAL

Quadro 3 – Investimento em Fundo de Maneio (facultativo)

Rúbricas Ano Ano Ano Ano Ano Var. Total Necessidades Existências Matérias primas e subsidiárias Produtos
Rúbricas
Ano
Ano
Ano
Ano
Ano
Var.
Total
Necessidades
Existências
Matérias primas e subsidiárias
Produtos em curso
Produtos acabados
Clientes
Clientes - conta corrente
Cliente – letras a receber
Adiantamentos de clientes (correntes)
Outros valores correntes (Curto Prazo)
1. Total das necessidades
Recursos
Fornecedores
Fornecedores - conta corrente
Fornecedores – letras a pagar
Adiantamentos de clientes (correntes)
Estado e outros entes públicos (correntes)
2. Total dos recursos
Fundo de Maneio Necessário (1 - 2)

Investimento anual em Fundo de Maneio necessário

Investimento anual em Fundo de Maneio necessário
Investimento anual em Fundo de Maneio necessário
Investimento anual em Fundo de Maneio necessário
Investimento anual em Fundo de Maneio necessário
Investimento anual em Fundo de Maneio necessário
Investimento anual em Fundo de Maneio necessário

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Quadro 4 - Origem e Aplicação de Fundos

Rúbricas Ano Ano Ano Ano Ano ORIGENS 1. CAPITAIS PRÓPRIOS Capital Social Prestações Suplementares de
Rúbricas
Ano
Ano
Ano
Ano
Ano
ORIGENS
1.
CAPITAIS PRÓPRIOS
Capital Social
Prestações Suplementares de Capital
Outros
2.
MEIOS LIBERTOS LÍQUIDOS
3.
SUBSÍDIOS
Fundo Perdido (Acréscimos e Diferimentos)
Reembolsável (Aumento de Dívidas a Terceiros)
4.
CAPITAIS ALHEIOS
Empréstimos Bancários
Sócios / Accionistas
Fornecedores / Imobilizado
Outros
5.
OUTROS
TOTAL
APLICAÇÕES
6.
DISTRIBUIÇÃO DE RESULTADOS
7.
DIMINUIÇÃO DE DÍVIDAS A
TERCEIROS
Subsídio Reembolsável
Empréstimos Bancários
Sócios / Accionistas
Fornecedores Imobilizado
Outros
8.
INVESTIMENTO EM CAPITAL FIXO
9.
VARIAÇÃO DE FUNDOS
CIRCULANTES
10.
OUTROS
TOTAL

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Quadro 5 - Demonstração de Fluxos de Caixa

Rúbricas Ano Ano Ano Ano Ano ACTIVIDADES OPERACIONAIS Recebimentos de Clientes Pagamentos a Fornecedores
Rúbricas
Ano
Ano
Ano
Ano
Ano
ACTIVIDADES OPERACIONAIS
Recebimentos de Clientes
Pagamentos a Fornecedores
Pagamentos ao Pessoal
Fluxo Gerado pelas Operações
Pagamento / Rec. Do Imposto s/ Rendimento
Outros Pag. E Rec. Relacionados c/ Act. Opera.
Fluxos Gerados antes Rúb. Extraordinárias
Recebimentos Relacionados c/ Rúb.
Extraordinárias
Pagamento Relacionados c/ Rúb.
Extraordinárias
FLUXOS DAS ACTIVIDADES OPERACIONAIS
ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO
Recebimentos provenientes de:
Investimentos Financeiros
Imobilizações Corpóreas
Imobilizações Incorpóreas
Subsídios de Investimento
Juros e Proveitos Similares
Dividendos
Subtotal
Pagamentos respeitantes a:
Investimentos Financeiros
Imobilizações Corpóreas
Imobilizações Incorpóreas
Subtotal
FLUXOS DAS ACTIVIDADES DE INVESTIMENTO
ACTIVIDADES DE FINANCIAMENTO
Recebimentos provenientes de:
Empréstimos Obtidos
Aum. De Cap., Prest. Suplem. e Prémios de
Emissão
Subsídios e Doações
Venda de Acções (Quotas) Próprias
Cobertura de Prejuízos
Subtotal
Pagamentos respeitantes a:
Empréstimos Obtidos
Amort. De Contratos de Locação Financeira
Juros e Custos Similares
Dividendos
Reduções de Capital e Prest. Suplementares
Aquisição de Acções (Quotas) Próprias
Subtotal
FLUXOS DAS ACTIVIDADES DE
FINANCIAMENTO
Variação de Caixa e seus Equivalentes
Efeito das Diferenças de Câmbio
Caixa e seus Equivalentes no Início do Período
Caixa e seus Equivalentes no Final do Período

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Quadro 6 - Balanços Previsionais

Rúbricas Cód. Ano Ano Ano Ano Ano POC ACTIVO 1. Imobilizado Bruto --- 1.1. Imobilizações
Rúbricas
Cód.
Ano
Ano
Ano
Ano
Ano
POC
ACTIVO
1.
Imobilizado Bruto
---
1.1. Imobilizações Incorpóreas
43
1.2. Imobilizações Corpóreas
42
1.3. Investimentos Financeiros
41
1.4. Imobilizações em Curso
44
2.
Amortizações
48
3.
Existências
32
a 37
4.
Dívidas de Terceiros - Médio e Longo Prazo
21
e 22
5.
Dívidas de Terceiros - Curto Prazo
---
5.1. Clientes
21
5.2. Outros
22, 24 a 26
6.
Depósitos Bancários
11 a 15 e
18
7.
Acréscimos e Diferimentos
271
e 272
8.
TOTAL DO ACTIVO (1-2+3+4+5+6+7)
---
CAPITAL PRÓPRIO
9. Capital / Acções Próprias
51,52,54
10. Prestações Suplementares
53
11. Reservas
55
12. Resultados Transitados
59
13. Resultado Líquido do Exercício
88
14. Dividendos Antecipados
89
15. TOTAL DO CAPITAL PRÓPRIO (9+10+11+12+13-
---
14)
PASSIVO
16.
Provisões para Outros Riscos e Encargos
29
17.
Dívidas a Terceiros - Médio e Longo Prazo
---
17.1. Dívidas a Instituições de Crédito
23
17.2. Dívidas a Sócios (Suprimentos)
25
17.3. Outras Dívidas
21,22,24,26
18.
Dívidas a Terceiros - Curto Prazo
---
18.1. Dívidas a Instituições de Crédito
23, 12
18.2. Fornecedores
22
18.3. Estado e Outros Entes Públicos
24
18.4. Outras Dívidas
21,25,26
19.
Acréscimos e Diferimentos
273
e 274
20.
TOTAL DO PASSIVO (16+17+18+19)
---
21.
TOTAL DO PASSIVO + CAPITAL PRÓPRIO
---
(15+20)

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

Quadro 7 - Demonstração de Resultados Previsionais

Rúbricas Cód. Ano Ano Ano Ano Ano POC(1990) PROVEITOS E GANHOS 1. Vendas de: 71
Rúbricas
Cód.
Ano
Ano
Ano
Ano
Ano
POC(1990)
PROVEITOS E GANHOS
1. Vendas de:
71
1.1. Mercado Interno
-
1.2. Mercado Externo
-
2. Prestação de Serviços
72
3. Variação da Produção
-
4. Trabalhos para a Própria Empresa
75
5. Outros Proveitos e Ganhos
73,74,76,78,79
6. TOTAL (1+2+3+4+5)
-
CUSTOS E PERDAS
7. Custo das Merc. Vendidas e das Mat. Consumidas
612
7.1. Origem Interna
7.2. Origem Externa
8. Fornecimentos e Serviços Externos
62
8.1. Subcontra Rendas e Alugueres
-
8.2. Electricidade e Combustíveis
-
8.3. Comissões e Royalties
-
8.4. Outros Forn. E Serviços Externos
-
9. Custo com o Pessoal
64
10. Amortizações do Exercício
66
11. Provisões do Exercício
67
12. Impostos
63
12.1. Directos
632
12.2. Indirectos
631
13. Outros Custos Operacionais
65
14.
TOTAL (7+8+9+10+11+12+13)
-
15. Resultados antes Enc. Fin. E Impostos (6-14)
-
16. Custos e Perdas Financeiras
68
16.1. De Funcionamento
-
16.2. De Financiamento
-
17. Custos e Perdas Extraordinárias
69
18. Resultados antes de Impostos (15-16-17)
-
19. Imposto sobre o rendimento do Exercício
86
20.
RESULTADOS LÍQUIDOS (18-19)
88

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

LICENCIAMENTO DE ESCOLAS DE CONDUÇÃO

ANEXO III

DECLARAÇÃO DE AFECTAÇÃO EXCLUSIVA

DO DIRECTOR E/OU SUBDIRECTOR

Ex.mo. Senhor Director-Geral de Viação Avª da República, 16 – 5º andar 1069-055 Lisboa

ASSUNTO: Licenciamento de Escola de Condução - 3ª Fase – Declaração de afectação exclusiva Processo de Licenciamento n.º

Escola de Condução

Eu, abaixo assinado (nome completo, naturalidade, data de nascimento, n.º, data de emissão, serviço emissor e data e validade do B.I., n.º de contribuinte, morada, n.º da carta de condução, n.º da licença de Instrutor, n.º da licença de Subdirector ou Director e respectivos

serviços emissores), relativamente à escola de condução em licenciamento identificada em epígrafe declaro, sob

compromisso de honra, pretender exercer funções na mesma a partir da data da emissão do respectivo alvará e não

dirigir ou ministrar o ensino da condução noutra escola nos termos do artigo 33º, n.º 1, do Decreto-Lei n.º 86/98, de

3 de Abril.

Local e Data:

O declarante,

(Assinatura conforme B.I.)

(nome completo do Director / Subdirector)