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JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL - NOVEMBRO 2012

MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL - NOVEMBRO 2012 ENCONTRO REGIONAL SUL PÓS-21 p.8 Carvalhal
ENCONTRO REGIONAL SUL PÓS-21 p.8 Carvalhal
ENCONTRO REGIONAL SUL
PÓS-21
p.8
Carvalhal
p.17 Testemunho dos jovens da JMV depois de passarem uma semana a viver ao estilo
p.17
Testemunho dos jovens da JMV
depois de passarem uma semana
a viver ao estilo de São Vicente
A nossa presidente regressa a Moçambique p.19
A nossa presidente
regressa
a Moçambique
p.19
p.4 p.12/13 Todas as edições do UbiCaritas a nossa Rita Bemposta irá reportar como está
p.4
p.12/13
Todas as edições do UbiCaritas
a nossa Rita Bemposta irá reportar como
está a ser a sua experiência ao serviço
da JMV Internacional. Neste número
apresentamos o primeiro testemunho
JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL EDITORIAL

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

EDITORIAL

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL EDITORIAL

Editorial

VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL EDITORIAL Editorial Marta Araújo Presidente Regional Sul Amigos!!! Que este

Marta Araújo

Presidente Regional Sul

Amigos!!! Que este ano pastoral que se ini- cia seja rico em partilha de FÉ… É ela que nos move nesta bela caminha- da e são os votos de todo o Conselho Regional para os vossos grupos! Este Ubi traz-nos, como habi- tualmente, as noticias que podemos contemplar da nossa região sul. Foi no retiro do Conselho Regional Sul que conhecemos de perto o novo grupo que tem vindo a conhecer as nossas raízes: Sines! Que Maria ilu- mine os vossos passos cristãos! Destaco o IV Encontro Pós21, realizado no Carvalhal, que preten- deu mexer, desafiar e questionar os jovens que já têm caminhada na JMV, dizendo aos mesmos: “Vocês são precisos!!! A Associação de Maria para ser firme nos seus atos precisa de caminhadas fortes e de exemplos para o seu futuro!” E assim foi um (re)encontro de amigos, de “dinos- sauros”, recheado de boas memórias e que quer ser testemunho de que a

JMV faz parte da nossa vida, tal como o resto que acumulamos com a idade (faculdade, trabalho, família,…).

É com esta alegria de testemu- nhar que cremos em Jesus, que os grupos colocam as mãos ao Seu ser- viço… Disto fazemos notícias, bem como da nossa missionária Rita e de outros jovens que decidiram (alguns repetentes) dar um pouco do que é seu a quem muitas vezes a sociedade se esquece. Um forte e grandioso abraço missionário,

Marta Araújo

A Caridade começa hoje. Hoje, alguém está a sofrer; hoje, alguém está no meio da estrada; hoje, alguém tem fome. O nosso trabalho é para hoje, porque o ontem já passou e o amanha ainda não veio. Só temos o hoje para dar a conhecer a pessoa de Jesus, para amá-lo, alimentá-lo, vesti-lo e dar-lhe proteção.

(texto sobre Madre Teresa de Calcutá)

e dar-lhe proteção. (texto sobre Madre Teresa de Calcutá) 2 Ficha técnica Propriedade: Conselho Regional Sul
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Ficha técnica

Propriedade: Conselho Regional Sul | Organização e Coordenação: João ferreira e CRSul | Revisão: Alexandra Cruz

Propriedade: Conselho Regional Sul | Organização e Coordenação: João ferreira e CRSul | Revisão: Alexandra Cruz
ACTIVIDADES JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

ACTIVIDADES

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ACTIVIDADES JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

jmv nacional

XXVIII Encontro Nacional da JMV

Aconteceu mais um grande Encontro Nacional da JMV, em Agosto entre os dias 22 e 26, no Se- minário de São José - Lagares. Foi a conclusão de um ano a viver ao estilo de São Vicente. Abordamos o tema “Vicenti- nos, um estilo de vida para hoje” dando exemplos de várias pessoas que vivem ou viveram um estilo vi- centino, em que a tendência é aju- dar quem mais precisa. Um desses exemplos foi a Jo- ana Ribeiro. Vimos como ela era capaz de fazer tantas coisas e aju- dar tantas pessoas e, não sendo vi- centina, ajuda o próximo e isso é o mais importante e é o que nos une a Cristo. Se a Joana consegue, nós também conseguimos. Devemos a ajudar a cada ins- tante, devemos ter Vicente a correr nas nossas veias, ter um instinto vicentino, nós podemos ser isto e muito mais. Uma inovação neste Nacional foram os Workshop’s, uma maneira

inovação neste Nacional foram os Workshop’s, uma maneira diferente de passar o tempo com a comunidade

diferente de passar o tempo com a comunidade e que todos adoraram. (Uma ideia a manter). Mas houve muito mais que isto, houve jogos hilariantes, até houve quem fosse ao banho no tanque e o já habitual Arraial com

muita dança. Mais um Encontro Nacional a não esquecer. Façam de São Vicente a vossa tendência.

Ana Araújo (Vogal Regional de Missão)

um Encontro Nacional a não esquecer. Façam de São Vicente a vossa tendência. Ana Araújo (Vogal
um Encontro Nacional a não esquecer. Façam de São Vicente a vossa tendência. Ana Araújo (Vogal

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um Encontro Nacional a não esquecer. Façam de São Vicente a vossa tendência. Ana Araújo (Vogal
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ACTIVIDADES

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Encontro Nacional da FAMVIN

No dia 22 de Setembro de-

correu no centro João Paulo VI em Fátima, o Encontro Nacional

da Família Vicentina. Este teve su-

bordinado o tema “Evangelização e Família” e foi marcado por uma série de apresentações referentes a

este tema, intercaladas por músicas com coreografia. Nestas apresenta- ções os jovens da Juventude Maria-

na Vicentina procuraram transmitir

as conclusões que foram obtidas dos miniencontros, realizados em diferentes partes do país, que jun- taram a Família Vicentina por áre- as geográficas estratégicas e que decorreram ao longo do ano. Os jovens vicentinos estiveram respon- sáveis transmitir isto mesmo, atra- vés de músicas e coregrafias. Todo o Vicentino vive neste

dia a alegria de estar em Família, a Família Vicentina. Em que encon- tramos pessoas bastante diferentes entre si e de zonas muito diferen-

te do pais, mas que todas querem

crescer no amor de Deus, ao estilo

de São Vicente Paulo. Que querem

crescer mais no espírito Vicenti- no, para ser mais e melhor para o

mais no espírito Vicenti- no, para ser mais e melhor para o irmão! Neste dia Padres,
mais no espírito Vicenti- no, para ser mais e melhor para o irmão! Neste dia Padres,

irmão! Neste dia Padres, Irmãs e Leigos Vicentinos partilham e ce- lebraram o amor de pertencerem a esta família, que ao mesmo tempo é

tão diferente entre si, mas tão igual no amor!

Liliana Troeira (Vogal Regional Sul de Formação)

Encontro “All We Win”

No fim-de-semana de 3 e 4 de Novembro realizou-se em Fátima, na Casa da Medalha Milagrosa das Filhas da Caridade, o encontro “All We Win” da JMV. Antes de falar concretamente

do fim-de-semana, gostaria de expli- car um pouco qual o seu significado.

O nome do evento aparece associa-

do ao “Halloween”, ou “O dia das Bruxas”, por se realizarem em da-

tas muito próximas. No entanto, o nome é modificado, ou adaptado, pois pretende-se que na JMV, todos os jovens que ao conhecerem Jesus Cristo, saiam a ganhar, por isso, na JMV “Todos Nós Ganhamos”. Ga- nhamos porque, por um lado, neste fim-de-semana realiza-se a formação de todos os vogais JMV (presidentes, secretários, tesoureiros…) onde os jovens têm a possibilidade de ganhar

de todos os vogais JMV (presidentes, secretários, tesoureiros…) onde os jovens têm a possibilidade de ganhar
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de todos os vogais JMV (presidentes, secretários, tesoureiros…) onde os jovens têm a possibilidade de ganhar
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experiência e conhecimentos através da partilha de uns com os outros, e por outro porque, conciliamos o fim- -de-semana de formação com o Fes- tival Jovem da Canção JMV, em que toda a família JMV fica a ganhar com os trabalhos realizados.

A competição do Festival é

muito saudável pois é uma forma de incentivar os jovens a esforça- rem-se por fazerem os melhores trabalhos possíveis e assim Louvar a Deus através da música. Desta forma, grande parte da comunidade JMV do país esteve focada para este fim-de-semana de grande Festa e Alegria, em que o tema do festival foi “Testemunha a Alegria de Crer”. No Sábado à tarde, dia 3 de Novembro, estivemos envolvidos em bons momentos de partilha e aprendizagens divididos por vogais, sendo que o objectivo principal era ajudar a que os jovens JMV possam prestar melhores serviços nos seus grupos locais, e onde eu penso que foram obtidos resultados muito po- sitivos. À noite a JMV reuniu-se no Santuário de Fátima para a oração

do Rosário, e terminamos a noite

com um chá bem quentinho no re- feitório das Filhas da Caridade.

No Domingo, depois do peque-

no-almoço, a JMV dirigiu-se para a Eucaristia na Basílica da Santíssima Trindade. O restante período da ma- nhã foi utilizado para realizar os Che- ck Sound dos elementos dos grupos que tinham músicas a apresentar. Os restantes elementos estiveram em

oração, utilizando as estações da Via Sacra Húngara, que se inicia na Ro- tunda de Santa Teresa (Rotunda Sul). Depois do almoço deu-se iní- cio ao tão esperado Festival da Canção Jovem JMV, com trabalhos apresentados de muito bom nível, o que permitiu um momento de Fes-

de muito bom nível, o que permitiu um momento de Fes- ta muito agradável, onde a

ta muito agradável, onde a mensa-

gem referente ao Ano da Fé esteve sempre presente. Definitivamente “Todos Nós Ganhamos”, mas alguns grupos fo- ram distinguidos em algumas catego- rias premiáveis. Desta forma, o grupo vence- dor, com o 1º Classificado foi o Centro Local da Achada (Mafra), o 2º Classificado foi o Centro Local de Marinhais (Salvaterra de Magos), o 3º Classificado foi o Centro Lo- cal de Carvalhal (Abrantes). Foram ainda distinguidos o Centro Local de Orgens (Viseu) com a melhor letra, o Centro Local de Carvalhal

com a melhor música e finalmente

o Centro Local da Achada com o

melhor Making of. São momentos como este que podem unir a JMV num bonito mo- mento de Festa em nome de Jesus Cristo, e onde não são os artistas

que Brilham, mas sim Deus, pois é através da sua Luz que nós nos sen- timos guiados. É através dos Dons cedidos por Deus, que os jovens põem “mãos na massa” para elabo- rarem músicas muito bonitas. E são momentos como este que nos fazem crescer na Fé. Neste fim-de-semana foi ainda distinguido o Centro Local vence- dor do Concurso para Logótipo do Ano JMV, onde mais uma vez o grupo da Achada saiu vencedor com um bonito trabalho que será referência para a JMV ao longo deste ano da Fé. Agradeço a todos os jovens JMV presentes pois permitiram-me viver mais um momento de grande Alegria e Fé na JMV, e o resultado deste fim- -de-semana foi o meu Presente.

Ricardo Ferreira (Presidente Nacional da JMV)

e Fé na JMV, e o resultado deste fim - -de-semana foi o meu Presente. Ricardo

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e Fé na JMV, e o resultado deste fim - -de-semana foi o meu Presente. Ricardo
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jmv regional

Projeto JLX

No final do mês de Julho al- guns elementos do Conselho Re- gional Sul reuniram com os repre- sentantes dos centros locais do Catujal, de São João Evangelista e de Olival Basto para lhes apresenta- rem o Projeto JLX. Este projeto pretende concre- tizar uma realidade que se estava a verificar crescer entre estes três centros locais, que era o intercâm- bio de pessoas nas reuniões e ativi- dades de uns e de outros.

O CRS viu neste intercâmbio

uma mais-valia para os centros lo- cais, no sentido destes se poderem apoiar nas áreas que sentem que tem

destes se poderem apoiar nas áreas que sentem que tem mais dificuldades (por exemplo: se na

mais dificuldades (por exemplo: se na formação, se no desenvolvimen- to de atividades, se nas animações

eucarísticas, entre outros). Deste modo o CRS veio propor a estes centros locais fazerem um intercâm- bio de uma forma organizada e com sentido de caminhada, com o intuito de colmatar as dificuldades sentidas por estes. Na prática o projeto con- siste em desenvolverem atividades comuns aos três centros locais. Após a aceitação do proje- to por parte dos centros locais, o projeto já se encontra a decorrer, tendo CRS somente um papel de apoio, cabendo aos centros locais estarem a concretiza-lo. Mais uma vez a JMV viu ao jeito de São Vi- cente Paulo uma forma organizada de aproveitar recursos!

Liliana Troeira (Vogal Regional Sul de Missão)

Retiro do CRSul e visitas aos grupos de Sines e Santiago

“Esta é a Voz! Vão em grupo e caminhem como um só…”

Finalmente, depois de alguns imprevistos em marcar o retiro, no

final de Setembro lá partiu o Con- selho Regional Sul para Santiago do Cacém. O programa incluía uma visita a um grupo de jovens de Si- nes que se mostrou cativado pelo movimento Juventude Mariana Vi- centina. Este grupo tem sido acom- panhado por alguns elementos do centro local de Santiago do Cacém. A visita ao grupo de jovens de Sines foi muito cativante. Ver jo- vens com tanta vontade de conti- nuar a sua caminhada na fé deixou- -nos muito felizes.

A partida para Sto André foi

vens com tanta vontade de conti- nuar a sua caminhada na fé deixou- -nos muito felizes.
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vens com tanta vontade de conti- nuar a sua caminhada na fé deixou- -nos muito felizes.
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ACTIVIDADES JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL
JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL abençoada por muita chuva mas quando chegámos, ficámos

abençoada por muita chuva mas quando chegámos, ficámos mara- vilhados com a casa. Sem dúvida,

o local indicado para o que nos es-

perava. Depois de tanta brincadeira

e de tantos segredos partilhados, o merecido descanso para um grande retiro. Senti que o dia de Sábado foi muito especial. Numa perspectiva pessoal, foi importante aprender

a fazer silêncio e a usufruir deste mesmo. Foi muito enriquecedor conhecer melhor os restantes mem- bros do Conselho Regional, saben- do o que cada um pensava acerca de cada um. Interpretar os sinais dos outros, como por exemplo, o olhar, os gestos, a expressão cor- poral, possibilitou conhecer mais e melhor acerca dos membros desta família em que o Conselho Regio-

nal se tem vindo a tornar. Sinto que tenho tanto a dizer e poucas pala- vras para descrever a sensação que vivi.

O dia de Domingo foi dife- rente, sendo que nos dedicámos ao grupo de Santiago do Cacém, parti- cipando na eucaristia e convivendo com o centro local. Importa dizer que fomos muito bem recebidos pela comunidade :) Na minha opinião, a Liliana merece um agradecimento especial, visto que o tema preparado por ela foi bastante cativante, deixando espaço para a nossa reflexão indi- vidual, mas também como grupo. O Zé Pedro e a Teresinha também merecem, tendo em conta que nos proporcionaram as melhores con- dições possíveis. Apesar de já nos considerar- mos como um grupo e até como uma equipa, penso que a partir do retiro, começámos a sentir-nos como uma verdadeira família. Neste momento, podia viver

mas não

sem a JMV? Poder, podia era a mesma coisa :)

Irina Batista (Vogal Regional Sul de Caridade)

podia viver mas não sem a JMV? Poder, podia era a mesma coisa :) Irina Batista

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podia viver mas não sem a JMV? Poder, podia era a mesma coisa :) Irina Batista
JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL ACTIVIDADES Encontro Regional Sul Pós-21 Nos dias

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MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL ACTIVIDADES Encontro Regional Sul Pós-21 Nos dias 13 e
MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL ACTIVIDADES Encontro Regional Sul Pós-21 Nos dias 13 e

Encontro Regional Sul Pós-21

Nos dias 13 e 14 de Outubro, o centro local do Carvalhal recebeu o encontro Pós-21 da região Sul, que decorre de 2 em 2 anos e destina-se aos elementos com mais caminhada da Juventude Mariana Vicentina. O tema deste ano foi “Velhos são os trapos – Recicla-te”. O Pós-21 começou sábado de manhã com o tradicional acolhi- mento e de seguida teve uma apre- sentação de tema diferente, sendo feita no formato de oração de re- flecção interior. De seguida as co- munidades reuniram-se e o encon- tro seguiu-se repleto de partilhas em comunidades e de reflexões. Depois de jantar decorreu a Vigí- lia Mariana, onde os participantes tiveram oportunidade de fazer uma caminhada com Maria até à capela de Nossa Senhora do Tojo. No fi- nal da noite ainda ouve tempo para os participantes descontraírem em conjunto num pequeno bailarico com a comunidade do Carvalhal.

num pequeno bailarico com a comunidade do Carvalhal. O dia de domingo teve início com a

O dia de domingo teve início com a missa campal à frente da ca- pela da Nossa Senhora do Tojo, que mesmo com chuva não afugentou os elementos da JMV, onde no final foram entregues os compromissos

de cada um a Nossa Senhora. Depois de almoço foi altura de fazer balanços do encontro e voltar para casa.

Fábio Mendes (Tesoureiro Regional Sul)

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Depois de almoço foi altura de fazer balanços do encontro e voltar para casa. Fábio Mendes
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jmv grupos

Peregrinação a Fátima

C. L. Mafra

 

De 24 a 28 de Julho a Ana Sou-

  De 24 a 28 de Julho a Ana Sou -

sa, Rafaela Tomás, Joana Guerreiro, Ana Guerreiro, Viviana Gonçalves, Cláudia Gomes e eu (Joana Armés) participamos numa peregrinação

a

Fátima juntamente com jovens

e

adultos vindos de todo o país e

até de Itália, Inglaterra e Espanha.

O

caminho que fizemos teve como

partida a Azambuja e foi proposto

No dia 26 de Julho saímos

gámos a Fátima. Foi um momento

o

tema “VEM, VÊ, VIVE E VAI

de Santarém pelas 4h00 da manhã

único, emotivo, alegre e especial,

EM MISSÃO! “ para partilhar e

rumo a Olhos de Água onde nos

onde o pensamento “Eu consegui!

analisar durante a nossa caminhada. Chegando a Azambuja fizemos

esperava o almoço, os mergulhos na praia fluvial, a sesta e a missa cam-

Estes 90 km, estas horas todas a an- dar e todas as dores não foram em

“check-in” onde nos foi entregue uma carta dirigida ao peregrino, um guião e um terço com S. Daniel Comboni. Depois de nos termos apresentado uns aos outros e nos terem sido dadas todas as indica- ções fomos dormir. No dia 25 de Julho acordámos

o

pal que teve a presença de algumas avós (por ser o dia dos avôs) que trouxeram oferendas para a missa. Esta etapa na opinião de vários ele- mentos do grupo foi das mais di- fíceis visto que não só o caminho era mais irregular, como também as dores e as famosas bolhas co-

vão!” ocupava certamente o cora- ção de todos nós. No santuário encontrámo-nos com os peregrinos que vinham de Coimbra e fomos juntos em direção à capela das aparições para agrade- cer a N. Sra. de Fátima por toda a força e coragem que nos deu.

às

3h00 da manhã, e foram forma-

meçaram a aparecer. Na parte da

Ao fim da tarde tivemos uma

dos os grupos para a realização das dinâmicas até Fátima. O destino nesse dia era chegar a Santarém, a casa dos missionários Colombia- nos. Pelas 9:00 horas, tomámos o pequeno-almoço em Valedo onde começamos a 1º dinâmica que con- sistia em unir a corda de cada ele- mento do grupo, à medida que nos íamos conhecendo, criando uma corda grande como sinal de ligação. Chegámos ao campo das laranjeiras pelas 12h40 para almoçar e descan- sar. Pelas 15h20 deu-se início à eu- caristia campal até às 16h40 onde partimos rumo a Santarém. No ca- minho trocamos as cordas entre os elementos do grupo como sinal de

manhã a dinâmica foi escrever uma frase de força e coragem para outro peregrino e fazer uma longa trança com todas a cordas do grupo com o significado de união. Pelas 17h35 partimos de Olhos de Água rumo ao quartel dos bombeiros de Min- de, onde chegámos pelas 20h45 e ficamos alojados. No dia 27 de Julho partimos de Minde eram 6h21 em direcção ao destino final. Paramos na Giesteira para tomar o pequeno-almoço às 8h30. Numa roda feita por todo o grupo cantámos com alegria e tece- mos uma cruz com a corda de cada peregrino. Às 10h30 demos início à via-sacra que durou até à chegada

missa numa capela da Basílica da Santíssima Trindade e à noite o ter- ço seguido de procissão das velas. No dia 28 de manhã, assisti- mos a uma palestra sobre os Mis- sionários Combonianos, seguida de um almoço partilhado com a nossa família no edifício Paulo VI onde ficámos alojados na noite anterior. Pelas 15h15 houve uma missa na Basílica da Santíssima Trindade para as famílias, peregrinos e todos os seguidores de Comboni. No regresso a casa todas traze- mos na memória dias inesquecíveis que nos fizeram crescer como pes- soas e na fé. E para o ano lá esta- remos para uma nova caminhada!!!

confiança. Na chegada a Santarém tivemos o merecido mergulho na

a Fátima (mafrenses que levaram a cruz até ao santuário).

Joana Armés

piscina, jantar e descanso.

Pelas 12h14, finalmente, che-

(JMV Mafra)

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até ao santuário). Joana Armés piscina, jantar e descanso. Pelas 12h14, finalmente, che - (JMV Mafra)
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Colónia de Férias da JMV de Cernache

C. L. Cernache do Bonjardim

Durante as últimas duas sema- nas de Agosto, estive na Foz De Alge com cerca de dez crianças da casa da Nossa Senhora da Saúde em Setúbal, que vieram para passar umas férias diferentes daquelas que estavam habituadas. De início não tive noção do que implicaria ficar duas semanas

a tempo inteiro com dez crianças,

que precisariam que pensássemos

nelas a tempo inteiro, que pensás- semos no bem-estar delas. Tudo isso obrigou-nos a superarmo-nos

e a pormo-nos num segundo plano,

a ficar depois delas, porque eram elas quem estavam ali para ter umas férias diferentes, e isso era a preo- cupação e o objetivo ao longo do tempo que ali estávamos. Ao longo de duas semanas, houve dificuldades, na minha opi- nião a maior foi mesmo o cansaço, que ao fim do segundo dia já era al- gum, mas este era facilmente esque-

segundo dia já era al - gum, mas este era facilmente esque- cido quando sabíamos que

cido quando sabíamos que estava nas mãos de todos nós, enquanto voluntários, que estivéssemos bem e dispostos a trabalhar para que tudo corresse bem. Foi uma experiencia muito gratificante, no final, como pontos positivos, trouxe os sorrisos da- quelas crianças que nos disseram

terem gostado daquelas férias e de todas as atividades que preparámos a pensar nelas. Foi ainda positivo para nós enquanto grupo, pois ser- viu para nos unir, fortificar e enrai- zar em Deus.

Patrícia Jacinto (JMV Cernache do Bonjardim)

Acantonamento JMVAlferrarede 2012

C. L. Alferrarede

Nos dias 28, 29 e 30 de Setem- bro realizou-se o Acantonamento anual da JMV de Alferrarede, este ano realizado na Aldeia do Mato. O tema do encontro foi “A tua cara não me é estranha”, onde pu- demos reflectir sobre pessoas que exercem a sua influência de forma muito activa na JMV e sobre a nos- sa atitude perante os outros, Deus e nós próprios. Além das actividades de reflexão, animámos a eucaristia dominical e fizemos um Pedipaper.

Deus e nós próprios. Além das actividades de reflexão, animámos a eucaristia dominical e fizemos um
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Deus e nós próprios. Além das actividades de reflexão, animámos a eucaristia dominical e fizemos um
ACTIVIDADES JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

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Aproveitámos ainda o encontro para eleger o conselho local para mais um mandato. Foram eleitos António Clemente como presiden- te, João Pedro como secretário e João Clemente como tesoureiro. De um modo geral, o encontro

foi avaliado pelo grupo como mui-

to positivo e foi uma boa oportu-

nidade para reforçar laços com os outros elementos do grupo e com Deus.

João Pedro (JMV Alferrarede)

elementos do grupo e com Deus. João Pedro (JMV Alferrarede) A Feira da Criança C. L.

A Feira da Criança

C. L. Achada

Com uma tradição de mais de

30 anos, o grupo de jovens cris- tãos da Achada, em conjunto com

a catequese, organiza a Feira da

Criança, uma festa que marca o iní- cio de mais um ano de catequese.

A nossa feira destina-se a todas as

crianças, porque é importante saber ser criança e brincar, e conta com

a ajuda de toda a comunidade da Achada.

A feira da criança é quase como

que um pequeno mundo, onde a moeda de troca são favas (moe- da oficial da feira) e onde todas as crianças podem-se divertir sem parar. Ao longo do dia, podem en-

podem-se divertir sem parar. Ao longo do dia, podem en- contrar várias atividades para fazer: um

contrar várias atividades para fazer:

um desfile de tratores decorados

A feira não tem limite de idade,

Adriana Nunes

desde o cabeleireiro onde podem pintar o cabelo, pintar as unhas e fazer pinturas faciais; ao jogo da cadeira, passando pelo jogo da ma- caca, da farinha e das latas; até ao restaurante onde podem fazer uma pausa para descansar de tanta brin- cadeira e recarregar baterias ou ir simplesmente ao bar refrescar-se.

(pelas crianças, catequistas, jovens e pais), onde todas as crianças podem participar, encantando toda a gente que por ali passa. Durante toda esta animação nunca esquecemos que é por Ele que tudo isto é feito, princi- palmente neste ano em que o Santo Padre nos incita a meditar na nossa fé quisemos nesta feira “Testemu-

pois neste dia todos podemos ser crianças e deixar que a criança den- tro de nós se solte e possa voltar a brincar. E com a nossa música: “A Feira da Criança, por mais uma vez; A Feira da Criança já cá estamos outra vez”, para o ano cá estaremos novamente.

O

início da feira é marcado por

nhar a alegria de Crer.”

(JMV Achada)

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o ano cá estaremos novamente. O início da feira é marcado por nhar a alegria de
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BORDO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL Todas as edições do UbiCaritas a nossa
BORDO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL Todas as edições do UbiCaritas a nossa

Todas as edições do UbiCaritas a nossa Rita Bemposta irá reportar como está a ser a sua experiência ao serviço da JMV Internacional. Ficamos agora com o primeiro testemunho:

O QUE FAÇO

O Que Faço Aqui é uma per- gunta que tenho feito a mim mes- ma, algumas vezes, durante este primeiro mês, na vizinha Espanha. O Que Faço Aqui no Secreta- riado Internacional, como voluntá- ria passa essencialmente por 2 ver-

tentes, uma interna ao Secretariado

e outra externa. Quanto á vertente interna o que faço é traduzir de Espanhol para Português e vice-versa, todo o tipo de documentos que sejam ne- cessários para enviar aos países de língua Portuguesa, para serem pu- blicados na Web ou não. Há também que estabelecer Comunicações com os países, ver, conhecer e sentir as suas dificulda- des e apoiá-los da melhor maneira possível. Depois é necessário trabalhar em equipa com os outros voluntá- rios do Secretariado, com a Presi- dente, os Conselheiros, e os Asses- sores. A nível externo, faço volunta- riado num Centro Social das Filhas da Caridade, com as pesoas sem- -abrigo. Nas manhãs de Domingo estou disponível durante 2 horas para falar com as elas, ajudá-las a encontrar emprego ou a comunica- rem-se com a sua família no estran- geiro pela Net e/ou a servir comida a mais ou menos 200 pessoas. É incrível, a princípio também estra- nhei, como era possível dar comida

a tanta gente?! O que acontece é que

existe uma equipa de 10 elementos (maioria voluntários), muito forte e

bem equipada. Todos sabem exac-

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é que existe uma equipa de 10 elementos (maioria voluntários), muito forte e bem equipada. Todos
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BORDO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL debater temas e continuar a cami- nhada
BORDO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL debater temas e continuar a cami- nhada

debater temas e continuar a cami- nhada na JMV. A par de tudo isto, O Que Faço Aqui passa ainda por ir à es- cola, todas as manhãs para apren- der bem Espanhol e partilhar junta- mente com os restantes voluntários, as tarefas diárias da nossa casa, pois vivemos em Comunidade! Claro que também faço os meus passeios de domingo, saio á

noite, vou ao cinema, vou ver fute- bol a casa de amigos e claro, vou ás compras ! O Que Faço Aqui às vezes parece que é quase nada, contínuo a ter o meu dia totalmente preen- chido das 7H30 às 00h59 mas com uma diferença, sou muito mais Fe- liz!

Rita Bemposta (Voluntária internacional da JMV)

AQUI?

tamente o que fazer e quando che- ga um voluntário novo é integrado numa só tarefa. Ao contrário do pensava, não se torna monótono, porque ao fazer apenas o que me compete estou a contribuir para o bom funcionamento da equipa sem atropelos, o resultado é que conse- guimos servir 200 refeições em me- nos de 2 horas, com um intervalo de 25 minutos, em que toda a loiça utilizada é limpa de alimentos, lava- da, esterilizada, limpa e arrumada para o seguinte turno. Também faço parte de um Projecto de Integração Juvenil Ju- mavi (da JMV de Espanha), que tem como objetivo melhorar a in- tegração social de crianças e jovens dos 10 aos 18 anos em situação de exclusão ou risco social. Faço parte do Grupo de jo- vens dos 16 aos 25 anos, reunimos quinzenalmente, aos sábados, para

ou risco social. Faço parte do Grupo de jo- vens dos 16 aos 25 anos, reunimos
ou risco social. Faço parte do Grupo de jo- vens dos 16 aos 25 anos, reunimos
ou risco social. Faço parte do Grupo de jo- vens dos 16 aos 25 anos, reunimos
ou risco social. Faço parte do Grupo de jo- vens dos 16 aos 25 anos, reunimos

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ou risco social. Faço parte do Grupo de jo- vens dos 16 aos 25 anos, reunimos
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ACTIVIDADES

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“Rezai o Terço todos os dias…”

C. L. Sobreiro

No dia 14 de Outubro, para honrar a Virgem Maria, a comuni- dade do Sobreiro reuniu-se pelas

21:00 horas para rezar o terço, tal como a Senhora de Fátima sempre indicou.

A celebração presidida pelo Pe.

João Vergamota, responsável pelos jovens da Vigararia de Mafra, teve

início com o relato encenado da apa- rição de Outubro de 1917. De segui- da foram meditados os Mistérios Gloriosos do Rosário, com quadros encenados de cada mistério.

A mensagem de Fátima tem 95

anos, mas é tão actual hoje como o era no início do século passado. E as ofensas a Deus multiplicam-se, pois o mundo continua surdo à voz de Maria Santíssima. “Não ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito

ofendam mais a Deus Nosso Senhor, que já está muito ofendido”. Temos feito caso das palavras

ofendido”. Temos feito caso das palavras de Nossa Senhora? Temos

com algumas crianças da Cateque- se, não deixaram passar em branco

Vânia Lopes

feito tudo para consolar Nosso Se- nhor, como o Francisco e em dese- jar a salvação dos pecadores como a Jacinta? Ao pensarmos nas adver- tências de Nossa Senhora decer- to que encontramos nelas sentido para a nossa vida.

este dia, tendo-se juntado com a comunidade para oferecer o Ter- ço a Nossa Senhora, pedindo por aqueles que não conhecem Deus, pelos que não acreditam n’Ele e pe- los que não O amam.

A JMV Sobreiro, em conjunto

(JMV Sobreiro)

III jornadas de Paialvo

C. L. Paialvo

Nos dias 6 e 7 de Outubro de 2012 realizaram-se as III jornadas de Paialvo (Sábado) e missa de abertura do ano JMV (Domingo). As jornadas de Paialvo têm como objetivo promover um dia diferente de formação a todos os jovens do nosso grupo bem como outros jovens que se sintam interes- sados a participar. Como os temas são gerais, a partilha de ideias e o debate tornam este encontro mais dinâmico. No tema deste ano falou- -se do “Impacto da sociedade em nós”. A primeira palestra foi dada por mim com o subtema “A famí -

ano falou- -se do “Impacto da sociedade em nós”. A primeira palestra foi dada por mim
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ano falou- -se do “Impacto da sociedade em nós”. A primeira palestra foi dada por mim
ACTIVIDADES JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

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ACTIVIDADES JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

lia na sociedade”, o Rui Fialho do

 

No dia seguinte celebramos

centro local do Catujal - Lisboa foi

a

sua diversão”, depois de almoço o

a

missa de abertura do ano JMV

o segundo a apresentar um tema

e

vivemos a passagem de etapa da

dando-nos a conhecer “Os jovens e

Catarina Ferreira, encerrando deste modo as III Jornadas de Paialvo.

Fábio Mendes, do nosso grupo, fa- lou sobre “descriminação vs acolhi-

Resta-nos agradecer a todas as pessoas que participaram nas Jor-

mento” e no ultimo painel o Padre Mário, Vigário de Tomar, falou-nos

nadas e principalmente aquelas que vieram de mais longe.

do “Cristão na sociedade”. No final

Para o ano há mais!

ainda houve tempo para um peddy paper Mariano que culminou com

João Ferreira

o

merecido jantar.

(JMV Paialvo)

João Ferreira o merecido jantar. (JMV Paialvo) Missa de Outubro dedicada ao Sílvio C. L. Marinhais

Missa de Outubro dedicada ao Sílvio

C. L. Marinhais

Foi no dia 20 de Outubro de 2011, que o nosso amigo Sílvio dei- xou o grupo Jmv Marinhais, para começar uma nova vida no Brasil. Até esse dia, o Sílvio ajudou- -nos em inúmeras coisas que nos fortaleceram, enquanto jovens ca- tólicos, grupo vicentino e ajudou- -nos a expandir a nossa fé. Com ele começamos a tocar nas missas Jmv, a melhorar as nossas festas da catequese onde a Jmv organizava

para as crianças, e foi com ele que começmos também a cantar em ca- samentos. O nosso grande amigo Sílvio, ajudou-nos em tanto, que não havia “OBRIGADO” suficien- temente grande para lhe agradecer. A verdade é que sem ele , o gru- po Jmv Marinhais, não era o que é hoje! E devemos-lhe isso. Passou um ano, e eu e o Diogo (Presidente da Jmv Marinhais) tive- mos a ideia de dedicar a nossa mis-

sa de Outubro a ele, para comemo- rar a sua ida para o Brasil, cantámos as músicas que ele nos ensinou, e assim foi uma missa perfeita! É verdade amigos, as saudades apertam e a vontade de ir ter com ele é bastante. Ainda temos espe- ranças de um dia o reencontrar, e abraça-lo fortemente, agradecendo- -lhe por tudo!!

Ana Teresa Silva (JMV Marinhais)

-lhe por tudo!! Ana Teresa Silva (JMV Marinhais) Fotografia do dia 20 de Outubro 2011 (última

Fotografia do dia 20 de Outubro 2011 (última missa com o Sílvio há um ano)

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tudo!! Ana Teresa Silva (JMV Marinhais) Fotografia do dia 20 de Outubro 2011 (última missa com
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JMV nas Jornadas Missionárias Diocesanas

C. L. Sobreira Formosa

Realizaram-se no passado dia 20 de outubro, as Jornadas Missio- nárias Diocesanas e a “abertura do ano da fé” em Cernache do Bon- jardim na Diocese de Portalegre – Castelo Branco. Das freguesias de Sobreira Formosa, Montes da Senhora e Alvito da Beira foram algumas pes- soas, assim como alguns elementos do grupo de jovens que quiseram unir-se a esta missão. Fomos acolhidos com muita animação, cantámos canções e fize- mos uns pequenos jogos e, de se- guida, fomos divididos em grupos consoante as idades: crianças, jo- vens e adultos que foram dirigidos para três locais diferentes. No nosso grupo, os jovens, estivemos a escutar testemunhos de alguns missionários que fizeram missão em países muito pobres como Angola, Moçambique, entre outros. Um deles foi o padre David, que foi para missão durante alguns anos e agora regressou com cora- ção cheio de boas obras e pronto a testemunhar a sua missão. Outro testemunho foi do pa-

a testemunhar a sua missão. Outro testemunho foi do pa- dre Virgílio, que é Missionário do

dre Virgílio, que é Missionário do Preciosíssimo Sangue. Ele falou so- bre a sua Congregação e onde está presente no mundo. Estivemos a ouvi-lo falar um pouco da sua ex- periência de vida e do que já viveu, enquanto Missionário do Preciosís- simo Sangue. Depois de uma manhã cheia de testemunhos de missão, a fome já apertava e fomos almoçar. Na parte da tarde ouvimos uma palestra e, de seguida, a reali- zou-se a Eucaristia com presença

do nosso Bispo D. Antonino Dias. Durante a celebração, decorreu ain- da a bênção dos círios pascais, que cada arciprestado levou para sua comunidade. No fim da celebração da mis- sa, fomos enviados, por D. Anto- nino Dias, numa missão de viver com autenticidade e compromisso a nossa fé.

Tiago Barata (JMV Sobreira Formosa)

Anto- nino Dias, numa missão de viver com autenticidade e compromisso a nossa fé. Tiago Barata
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Anto- nino Dias, numa missão de viver com autenticidade e compromisso a nossa fé. Tiago Barata
CANTINHO DA MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL Amigos de São Vicente

CANTINHO DA MISSÃO

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MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL Amigos de São Vicente de Paulo Campos
MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL Amigos de São Vicente de Paulo Campos

Amigos de São Vicente de Paulo

Campos de Missão – Férias de Verão

Mais uma semana incrível para 4 jovens, Ana Lúcia (Alferrarede),Andreia (Peniche), João Pedro (Alferra- rede) e Tiago (Santiago do Cacém), que estiveram no Externato São Vicente de Paulo entre os dias 15 e 20 de Julho. Dedicaram uma semana para viver ao estilo de São Vicente junto das crianças, dos idosos, dos emigrantes e das Filhas da Caridade que tanto nos têm ajudado. Agora é continuar com esse estilo nas paróquias de cada um e prepararem se para mais uma época de vo- luntariado.

Pouco mais há a dizer sobre a semana de mis- são além de que foi uma das melhores experiências que já tive enquanto JMV e enquanto pessoa. Já fazia vo- luntariado regularmente, quer na JMV, quer em outros

projectos, mas nunca algo contínuo. Posso dar inú- meros exemplos de actividades que tivemos e que me satisfizeram, no entanto penso que aquelas que mais me marcaram foram os dias em que trabalhamos com os emigrantes. Achei incrível ver pessoas com costu-

mes e crenças tão diferentes ali reunidos sem qualquer problema. É bom ver isso, especialmente num mundo em que os combates motivados por incompreensão são uma constante. Posso também mencionar a devo- ção das Irmãs para com os utentes. Tive várias vezes

a oportunidade de parar por um pouco e ver as irmãs

a trabalhar. É incrível a maneira como elas se entre-

gavam incansavelmente para ajudar o próximo, dia e noite. Quer fosse com os emigrantes, com os idosos, as outras irmãs, crianças ou idosos, e até os pobres por esse mundo fora, que tivemos a oportunidade de co-

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idosos, as outras irmãs, crianças ou idosos, e até os pobres por esse mundo fora, que
CANTINHO DA MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

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nhecer um pouco melhor através dos testemunhos das irmãs missionárias. Elas são uma inspiração para todos nós vicentinos, elas vivem o verdadeiro sentido de São Vicente de Paulo e isso foi algo que realmente ficou na minha mente e espero que se mantenha durante muito tempo. Acima de tudo, posso dizer que foi um desafio que excedeu em muito as minhas expectativas e espero que mais projectos venham, mais duradouros e com mais desafios.

João Pedro

venham, mais duradouros e com mais desafios. João Pedro Decidi passar uma semana de Verão diferente.

Decidi passar uma semana de Verão diferente. Coloquei uma pausa nas férias, virei costas à praia, e decidi dar um pouco do meu tempo a quem precisa, e muito, de alguém. Desde encontrar algumas pesso- as bem conhecidas, até conhecer novas caras que sem dúvida não vou esquecer, esta semana foi uma experi- ência espetacular! No final do primeiro dia, muito cansado, pen- sei que iria chegar ao final da semana de rastos se todos os dias fossem assim. Mas não. No final da semana tinha ainda mais energias, mais alegria, mais vida, do que quando cheguei. Tudo isto pela gratificação que é

ver alguém usufruir do nosso trabalho. Desde os mais pequeninos que ainda mal se apoiam, aos emigrantes,

e aos idosos, mesmo “pagando” a nossa dedicação

apenas com um simples sorriso, todos eles fizeram-me sentir a necessidade de cada vez dar mais. É muito difícil colocar por palavras as vivências e emoções que tive durante a minha estadia no Externa- to, é algo tão único, tão gratificante, que penso que é

preciso vivê-la para realmente entender esta alegria que

é ver Deus, especialmente em quem precisa de nós. Por isso, espero que todos tenham a vontade e

a oportunidade de, assim como Vicente, aceitar este

grande desafio, que é entregarmo-nos cada vez mais ao próximo.

Tiago Gamito Viegas Gonçalves

Em 2012, à semelhança de anos anteriores, a Ju- ventude Mariana Vicentina organizou, durante o perí- odo de férias, várias semanas de missão. Este ano, por ter mais disponibilidade, decidi acei- tar o desafio e inscrever-me. Assim, estive em missão no Externato de São Vicente de Paulo, de 15 a 20 de julho. Inserida num grupo de quatro jovens, tive a opor- tunidade de fazer missão nas diversas valências do Ex- ternato. Nos dois primeiros dias, estive em contacto com

crianças e jovens nas valências de creche, jardim-de-in- fância e ATL. Devido à minha experiência profissio- nal, o início da minha missão assemelhou-se muito ao meu dia-a-dia, pelo que me senti bastante enquadrada

e ciente das minhas funções. Nos restantes três dias, tive oportunidade de me

relacionar com idosos, quer no Lar de Stª. Luísa de Ma- rillac (lar das Irmãs Filhas da Caridade), quer no Lar de Stª. Catarina Labouré/Centro de Dia (lar frequentado por pessoas exteriores à Congregação). Nestes três dias, descobri a alegria de estar com idosos. Experienciei situações às quais não estava ha- bituada, o que me despertou muito interesse e vontade de repetir a experiência. Tive oportunidade de ajudar nas mais variadas tarefas. As que mais gostei foram:

rezar o terço com os idosos, dar o almoço às Irmãs mais debilitadas e levar as Irmãs, em cadeira de rodas,

a passear ao jardim. Na segunda e na quinta-feira de manhã, estive a ajudar a Irmã Celeste no refeitório que serve refeições a emigrantes que passam por muitas dificuldades e

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estive a ajudar a Irmã Celeste no refeitório que serve refeições a emigrantes que passam por
CANTINHO DA MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO DA MISSÃO

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO DA MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

que, através deste serviço, têm a oportunidade de al- moçar, levar para casa o lanche e o jantar, fazer a sua higiene pessoal e deixar a roupa para lavar. Por ser uma valência completamente desconhecida, foi a que mais gostei de descobrir. Todas as noites, tivemos formação com diferentes irmãs. Algumas deram testemunho da sua vida missio- nária, outras deram-nos a conhecer melhor as origens da Juventude Mariana Vicentina e a vida de Stª. Luísa de Marillac, de Stª. Catarina Labouré e de S. Vicente de Paulo, modelos do espírito missionário. Durante esta semana de missão, tive a possibilida- de de contactar com diferentes faixas etárias, diferen- tes nacionalidades e diferentes histórias de vida e isso, sem dúvida, enriqueceu-me como pessoa. Não é difícil fazer missão, basta entregarmo-nos ao outro, respeitando-o e mostrando-lhe que a sua vida tem valor.

Ana Lúcia Delgado

Regresso a Moçambique

Quando voltas, Mana Marta? Quando não sei, mas vol- tarei… (Maio, 2008)

E tal como tinha prometido à pequena Alice, ali

estava eu, a chegar. Quando aterrei e pisei aquela terra

que tanto amo, só me apetecia bradar aos céus, em ple- nos gritos de que ali estava. Não acreditava que estava de novo em Moçambique, que tinha voltado lá depois de 4 anos de contínuo trabalho e oração.

Se na primeira vez tudo era grandioso, novo e di-

ferente aos meus olhos, desta vez eu só queria rever to- dos os cantos e as crianças que já tinham crescido, mas

dos os cantos e as crianças que já tinham crescido, mas que não sabia o paradeiro

que não sabia o paradeiro de algumas. Quando cheguei

a Manjacaze, a terra que me acolheu, estava em Casa.

Nos 3 primeiros dias, chinelos e bolsa eram o suficien-

te para partir naquelas picadas (estradas) e rever, mas também conhecer os novos espaços de missão, como

a Biblioteca e a Casa de Acolhimento, onde anteriores

voluntários me deixaram o seu testemunho de traba- lho para continuar. Já sabia que muito tinha mudado, graças ao acolhimento da comunidade e ao trabalho das Irmãs e dos voluntários do Grupo Missão Mundo. Mas ver de perto é de dar graças a Deus por cada tijolo colocado, por cada livro encontrado… A Biblioteca é um exemplo de sucesso e era a minha grande missão, em termos de trabalho. Escrito em papel, moveu esco- las, grupos e imensas pessoas na recolha e no envio de materiais. Viajou de barco. Foi construído pelo Gru- po e comunidade e ali estava eu, frente àquele edifício, pronta para continuar o trabalho de logística. É hoje a Biblioteca Municipal Samora Machel, totalmente sus- tentada pela comunidade. Mas o tempo era curto e por isso não consegui “desacelerar”, pois queria estar em todos os locais onde tinha estado. Erro ou não?! Não sei, mas sentia- -me feliz assim! Na mesa de São Nicolau sobretudo na vila de Manjacaze, eu e o Erasmus, voluntário moçambicano, organizávamos atividades com os materiais locais para as crianças brincarem, depois de almoçar e deveres fei- tos.

Na Escolinha (jardim-de-infância) não deu, a pe- didos de muitos, para continuar as pinturas nas pare- des, porque os dias eram mais curtos, mas sempre que podia e com as educadoras fazíamos atividades, entre elas, a preparação da festa de fim de ano letivo. No Centro Nutricional, ao que chamo o Lugar da Vida, havia desta vez poucas crianças, ao que me res- ponderam que o mês de Agosto é rico em fruta e por tal, as crianças têm menos problemas de desnutrição. Na cadeia, o objetivo manteve-se dar um pouco de alegria, um pouco de gargalhadas e música aos ho-

mens e mulheres que ali estavam no meio de 4 paredes, com lotação a triplicar do que o permitido. Contei com

a ajuda do Alexandre, voluntário italiano, e entre mú-

sicas de Bob Dylan e informação sobre HIV/SIDA, foram novamente momentos que faziam a minha alma transbordar. Apresento-vos agora a família moçambicana do Grupo Missão Mundo: a Casa de Acolhimento. Em 2008, tinha andado com a Irmã a ver a casa onde se po-

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do Grupo Missão Mundo: a Casa de Acolhimento. Em 2008, tinha andado com a Irmã a
CANTINHO DA MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO DA MISSÃO

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO DA MISSÃO JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

deria construir. Pois bem… numa bela casa azul está a Mamã Amélia com 7 crianças que por diversas razões (orfandade, abandono, etc.) estão a viver nesta Casa formando uma família de lindos sorrisos. Foi também junto deles que passei dos melhores momentos da mi- nha vida. Não há palavras que descrevam a alegria que a Missão nos oferece, transborda a alma! E mesmo que não tenha encontrado crianças que ansiava, confio plenamente em Deus que as guarda e protege. Mas há casos de sucesso… Numa das vezes que ia para a Biblioteca senti que estava a ser seguida. Quando olho para trás, uma criança vem a correr para os meus braços. Era Regina, uma menina que me reconheceu porque em 2008 ela almoçava na Mesa de S.Nicolau. Outro dos momentos importantes foi o reencontro com o Sr. Paulo do mercado. Este senhor marcou-me pela sua humildade e sempre que podia mandava-me pelos voluntários o caju, fruta que abunda nesta re- gião. Á muito que não sabia dele e como já tem alguma idade, ansiava saber como estava. Fui ao mercado à

sua procura e assim que me viu, abraçou-me, dizendo “Demoraste tanto tempo!”. No dia a seguir, andava ele à minha procura para me dar caju.

Não poderia terminar sem referir o Alexandre, o voluntário de Itália, a Maria das Dores e a Carly, duas antropólogas em investigação, que foram excelente companhia na partilha desta missão que é de todos. Kanimambo (Obrigado) ao Grupo Missão Mun- do e às Irmãs Concepcionistas ao Serviço dos Pobres pela missão que temos conseguido com as bênçãos de Maria. Kanimambo à minha família, cujo coração apertou novamente com a minha partida. Kanimam- bo à JMV por surgir cada vez mais em mim o carisma vicentino, de me entregar aos mais pobres dos pobres. “Até domingo, mana Marta”, dizia desta vez a pequena Aldinha da Casa de Acolhimento… mas apenas o meu coração estaria nesse domingo.

Mana Marta :)

apenas o meu coração estaria nesse domingo. Mana Marta :) Através da Campanha Presentes Solidários 2012,

Através da Campanha Presentes Solidários 2012, está a contribuir de forma concreta para a melhoria das condições reais de vida de inúmeras famílias dos Países Lusófonos. A sua compra, feita em nome de um amigo, colega ou familiar seu, será um motivo de esperança para a vida de tantos homens, mulheres e crianças que nestes países enfrentam situações adversas a um desenvolvim- ento justo e sustentado.

Ao comprar um Presente Solidário, o seu dinheiro será entregue aos nossos parceiros no terreno que farão a compra e a entrega dos bens a quem deles mais precisa. Receberá também um postal relativo ao presente que comprou e que poderá oferecer pessoalmente aos seus amigos, colegas ou familiares como um presente seu neste Natal. Está a contribuir directamente com o seu dinheiro para

a melhoria das condições de vida das famílias dos Países Lusófonos, e esta sua oferta será feita em nome do seu amigo, colega ou familiar que será surpreendido pela sua originalidade e generosidade, ao receber o postal il- ustrado. Organização: FEC – Fundação Fé e Cooperação - www. fecongd.org Mais Info: www.presentessolidarios.pt

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ustrado. Organização: FEC – Fundação Fé e Cooperação - www. fecongd.org Mais Info: www.presentessolidarios.pt 20
CANTINHO DO PADRE ASSESSOR JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO DO PADRE ASSESSOR

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO DO PADRE ASSESSOR JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

A história do Teófilo,

o amigo de Deus na pessoa dos pobres

Teófilo, homem dos seus 55 anos, homem maduro, portanto, vive numa freguesia do interior. Na paróquia

em está inserido é notório o seu testemunho de fé cristã.

É membro da Conferência Vicentina e exprime a sua fé

em gestos de amor para com os pobres. É conhecido por “ o amigo dos pobres”. Não pude deixar de ir ter com ele para o entrevistar. -- Teófilo, quem é o senhor? Fale-me da sua vida des- de pequeno. Com toda a amabilidade, disse:

-- Muito bem! Nasci nesta freguesia em que vivo e no seio de uma família de vida cristã. A educação que

recebi foi muito boa. Desde criança, a minha relação com os meus pais, irmãos, professores e amigos foi sempre numa base de confiança que ia crescendo cada vez mais.

A minha fé humana neles era cada vez mais explícita e ia-

-se fortalecendo, de dia para dia. Assim me fui tornando numa pessoa mais responsável. Estou-lhes muito grato por isso. -- Mas como se tornou num homem duma fé pro-

por isso. -- Mas como se tornou num homem duma fé pro- funda que é testemunhada

funda que é testemunhada com muita alegria? -- Sim, quando ainda era criança, ia bebendo o lei- te da fé cristã através do exemplo cristão dos meus pais. Na catequese, fui conhecendo e vivendo cada vez mais conscientemente o mistério cristão nas celebrações sacra- mentais. Feito o itinerário catequético, recebi o Sacramento do Crisma. Fui confirmado na Fé que agora não é simples- mente humana, mas teológica, cristã, porque relação de Deus comigo e relação minha com Deus. Porém, aconteceu algo de estranho com a minha entrada para a universidade. Deixando de alimentar a Fé com a Palavra de Deus, em comunidade e com a comu- nidade, ela foi-se enfraquecendo cada vez mais e conse- quentemente fui abandonando a vida cristã. Mas Deus conhecia bem o meu interior e serviu-se dum amigo meu, cá da terra, que pertencia ao Movimento da JMV. Certo dia, convida-me ele a ir a uma reunião do grupo. Fui e gostei. Também comecei a ir e mais tarde fui admitido no Movimento. Iniciei um novo caminho cate- cumenal e retomei a minha participação nos sacramentos. Mais tarde, tornei-me membro da Conferência Vicentina da Paróquia que abracei com todo o entusiasmo e onde tive a oportunidade de exprimir a minha fé na linha do amor, sobretudo, aos mais pobres. São Vicente de Paulo, com o seu extraordinário testemunho, levou-me a pôr em prática o que Jesus nos diz: “Tudo o que fizerdes aos mais pequeninos dos meus irmãos, é a Mim que o fazeis” Mat,

25,40b).

Jesus e São Vicente tocaram bem fundo no meu co- ração e o Espírito Santo transformou-o de tal modo, que a minha fé cristã teve de explodir em expressões de amor para com os pobres de acordo com a situação concreta da vida de cada um. -- Agora, sim, compreendo a razão pela qual é co- nhecido por “o amigo dos pobres”. Mais ainda, de acordo com o seu nome Teófilo, o senhor é “o amigo de Deus na pessoa dos pobres”! Bem-haja, amigo Teófilo, à maneira das gentes das Beiras, pelo belo testemunho de fé cristã que tem dado!

Pe. Leitão (Assessor Regional Sul)

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maneira das gentes das Beiras, pelo belo testemunho de fé cristã que tem dado! Pe. Leitão
JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL CANTINHO MARIAqUI

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO MARIAqUI

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL CANTINHO MARIAqUI

Maria, nossa Mãe…

Nossa Mãe pede-nos de coração aberto para que nos possa acolher com a certeza de, em todas as situações da vida, sermos aceites, compreendidos e amados tal como somos, seres únicos e irrepetíveis assim como um filho é para uma mãe. É também nossa educadora, ela trans- forma-nos, ela é a “cheia de graça”, cheia de Espírito de Deus, e por isso pode actuar no interior de cada um, con- vertendo-nos em mulheres e homens novos em Cristo Jesus. Ela ensina-nos a colaborar com a graça no processo da nossa própria santificação, fortalece a nossa vontade, dá-nos coragem e ajuda-nos a viver como Jesus ensinou. Do mesmo modo, como Maria implorou o Espírito Santo que encheu os apóstolos de força, de zelo missio- nário para difundir a Boa Nova de Cristo, ela actua so- bre nós, capacitando-nos para transmitir a experiência do

amor pessoal de Deus por cada um, em todos os am- bientes em que nos movemos. Através de cada um de nós, Maria quer actuar no mundo de hoje. Maria não é, portanto, apenas um local de refúgio, mas uma fonte de graças, onde renovamos a vocação, para a qual somos chamados por meio do baptismo: ser filhos de Deus, ser santuários vivos. Com esta força e alegria, que desperta a nossa consciência missionária, somos enviados como apóstolos da nova evangelização. São estas as três graças - Acolhimento, Transforma- ção e Envio - que ela nos desafia e proporciona no exer- cício da nossa vida.

Mafalda Guia (Vogal Regional Mariano Sul)

e Envio - que ela nos desafia e proporciona no exer - cício da nossa vida.
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e Envio - que ela nos desafia e proporciona no exer - cício da nossa vida.
CANTINHO LITURGIA JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO LITURGIA

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

CANTINHO LITURGIA JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

Hino JMV para o ano pastoral

JMV Achada

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PRÓXIMAS ACTIVIDADES JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

PRÓXIMAS ACTIVIDADES

JUVENTUDE MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL

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FILME A VER

FILME A VER
MARIANA VICENTINA - BOLETIM DA REGIÃO SUL FILME A VER Amigos Improváveis (2011) Após um acidente

Amigos Improváveis (2011)

Após um acidente de parapente, Philippe, um rico aristo- crata, contrata Driss, um jovem dos subúrbios, praticamente acabado de sair da prisão, para o assistir no dia a dia, e que parece a pessoa menos adequada para a função. Juntos, vão fazer renascer Vivaldi, recuperar “Earth Wind and Fire”, o verbo e o portão, os fatos clássicos e os fatos de treino. Dois universos irão cruzar-se e integrar-se para dar nascimento a uma amizade tão louca, divertida e forte quanto inesperada, uma relação única que vai produzir faíscas e torná-los verda- deiros amigos improváveis.

Realização: Olivier Nakache | Eric Toledano | Elenco: François Cluzet, Omar Sy, Anne Le Ny, Audrey Fleurot, Clotilde Mollet, Alba Gaïa Kraghede Bellugi, Cyril Mendy, Christian Ameri |

UBITOON

UBITOON
Autor: Fábio Mendes
Autor: Fábio Mendes

PRÓXIMAS ACTIVIDADES

PRÓXIMAS ACTIVIDADES

Novembro

•28 – Dia de Santa Catarina de Labouré;

Janeiro
Janeiro

•26/27 – Sábado/Domingo – Encontro Nacional JMV Eneagrama no Centro Local de Cernache do Bonjardim;

Fevereiro

• 8,9,10,11 – Sexta e Segunda – Sub-16 (Local a Confirmar);

24
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LIVRO A LER

LIVRO A LER

O Semeador de Ideias

(Local a Confirmar); 24 LIVRO A LER O Semeador de Ideias Augusto Cury conta a história

Augusto Cury conta a história de um poderoso em- presário que diante de certos reveses financeiros vê seu estilo de vida e seu status arruinarem- -se. Como nos livros anteriores a falência financeira

e outras adversidades pessoais são o primeiro impulso de um processo de profunda modificação pessoal. Com

a falência o empresário é obrigado a

repensar sua vida e seus valores pes-

soais. Nisso ele lança-se num processo

de revisão e transformação mental que

o levará a descobrir os fundamentos e

sólidos valores da vida como o amor ao próximo. Como nos outros dois livros

da coleção O Vendedor de Sonhos de

Cury o processo de motificação pessoal segue-se necessariamente de u ma nova postura e transformação no mundo ao redor do personagem principal.

LOGO JMV 12/13

LOGO JMV 12/13

O logotipo apresentado pelo centro

local da Achada, foi o vencedor do

concurso lançado pelo concelho nacional da JMV, com o tema:

“Testemunha a alegria de crer”

da JMV, com o tema: “Testemunha a alegria de crer” Blog da Região Sul www.jmvubicaritas.wordpress.com/

Blog da Região Sul www.jmvubicaritas.wordpress.com/

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