Direito Administrativo 01. Direito Administrativo: autonomia, conceito, princípios informativos, fontes e interpretação.

STF

044

Princípios

02. Administração Pública: atividade e estrutura administrativa, princípios básicos da Administração, poderes e deveres do administrador público, uso e abuso do poder, organização administrativa brasileira e im 03. Poderes administrativos: vinculado, discricionário, hierárquico, disciplinar e de polícia. Processo Administrativo e Processo Administrativo Disciplinar.

TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1

EJ483 Poder de polícia SUM Poder de polícia 112 112 Poder discricionário Processo administrativo

TRF-1

EJ494 Processo administrativo

TRF-1

114

Processo disciplinar

TRF-1 STJ STJ STJ

EJ431 Processo disciplinar 161 167 167 Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar

STJ

167

Processo disciplinar

STJ

187

Processo disciplinar

STJ STF STF STF STF STF STF

187 011 015 SUM SUM SUM SUM

Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar Processo disciplinar

STF

049

Processo disciplinar

STJ

200

Processo disciplinar

STJ

201

Processo disciplinar

STJ

203

Processo disciplinar

STF

397

Processo disciplinar

STJ

256

Poder de polícia

04. Atos administrativos: conceito, atributos, classificação, espécies, anulação e revogação.

TRF-1

105

Competência

STF

SUM

Anulação e revogação

05. Licitação e contratos.

TRF-1

101

Contratos

TRF-1 STJ

EJ433 Contratos 177 Contratos

STJ

JC

Contratos

TRF-1

112

Licitação

TRF-1 TRF-1 TRF-1

115

Licitação

EJ434 Licitação EJ434 Licitação

TRF-1

EJ471 Licitação

TRF-1

EJ488 Licitação

TRF-1

EJ490 Licitação

TRF-1 STJ

EJ496 Licitação 163 Licitação

STJ STJ

167 169

Licitação Licitação

STJ

187

Licitação

TRF-1

EJ502 Contratos

TRF-1

EJ504 Licitação

STJ

203

Licitação

STJ

255

Contratos

06. Serviços públicos: administração direta e administração indireta, serviços delegados, convênios e consórcios. Agências Reguladoras e Fiscalizadoras. TRF-1 TRF-1 TRF-1 103 104 107 Administração indireta Administração indireta Administração indireta

TRF-1

EJ440 Administração indireta

STF STF STF STF

054 SUM SUM SUM

Administração indireta Administração indireta Administração indireta Administração indireta

STF

022

Cartórios

TRF-1

106

Concessão de serviço público

TRF-1

106

Convênios

TRF-1

EJ534 Concessão de serviço público

07. Servidores públicos: regime jurídico, direitos, deveres e responsabilidades. TRF-1 TRF-1 EJ439 Cargos EJ442 Cargos

STJ STF

175 032

Cargos Cargos

STF

037

Cargos

STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1

049 052 SUM SUM SUM SUM SUM SUM 105 113

Cargos Cargos Cargos Cargos Cargos Cargos Direitos Direitos Exoneração Férias

EJ435 Férias 114 Frequência

TRF-1 TRF-1

117 101

Frequência Greve

TRF-1

103

Improbidade

TRF-1 TRF-2 TRF-2 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1

116 SUM SUM 111 115 116 116 117

Pensão Previdência Previdência Previdência Previdência Previdência Previdência Previdência

TRF-1 TRF-1 TRF-1

487

Previdência

EJ443 Previdência EJ443 Previdência

TRF-1

EJ501 Previdência

TRF-1

EJ504 Previdência

STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1

186 SUM SUM 102 102 103

Previdência Previdência Previdência Provimento Provimento Provimento

STF

022

Provimento

STF STF TRF-2 TRF-1

045 SUM SUM 101

Provimento Provimento Provimento - Concurso Provimento - Concurso

TRF-1

103

Provimento - Concurso

TRF-1 TRF-1

106 109

Provimento - Concurso Provimento - Concurso

TRF-1 TRF-1

116

Provimento - Concurso

EJ435 Provimento - Concurso

TRF-1

EJ444 Provimento - Concurso

TRF-1 TRF-1

EJ471 Provimento - Concurso EJ471 Provimento - Concurso

Concurso TRF-1 EJ474 Provimento .Concurso TRF-1 EJ482 Provimento .Concurso TRF-1 EJ482 Provimento .Concurso TRF-1 EJ504 Provimento .Concurso TRF-1 EJ501 Provimento .TRF-1 EJ474 Provimento .Concurso TRF-1 EJ490 Provimento .Concurso TRF-1 EJ481 Provimento .Concurso .

Concurso STJ 200 Provimento .Concurso STJ 201 Provimento .TRF-1 EJ506 Provimento .Concurso .Concurso TRF-1 STJ EJ534 Provimento .Concurso 170 Provimento .Concurso STJ 192 Provimento .

Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .STJ STJ STF JC SUM 028 Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso STF 047 Provimento .Concurso STF 044 Provimento .Concurso Provimento .Concurso Remoção EJ433 Remoção TRF-1 EJ479 Remoção .Concurso STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 049 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 116 Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .Concurso Provimento .

STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 191 107 108 115 116 Remoção Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração EJ433 Remuneração EJ433 Remuneração TRF-1 EJ435 Remuneração TRF-1 EJ445 Remuneração TRF-1 TRF-1 EJ471 Remuneração SUM Remuneração TJ-SC STJ SUM 200 Remuneração Remuneração STJ JC Remuneração STJ JC Remuneração .

STJ STF STF SUM SUM SUM Outros bens Terras Terras . florestas. jazidas. Domínio público: terras e águas públicas. espaço aéreo e tombamento. fauna.STF STF 029 029 Remuneração Remuneração STF STF STF 030 038 045 Remuneração Remuneração Remuneração STF STF 047 054 Remuneração Remuneração STF STF STF STF SUM SUM SUM SUM Remuneração Remuneração Remuneração Remuneração JEF-TUN SUM Remuneração 08.

requisição. Intervenção na propriedade (desapropriação. 10. Gestão do patrimônio ambiental. servidão administrativa. O Federalismo e o meio ambiente. Proteção ambiental e seus fundamentos constitucionais. Legislação ambiental.TRF-1 EJ474 Tombamento 09. TRF-1 TRF-1 109 109 Desapropriação Desapropriação TRF-1 EJ441 Desapropriação TRF-1 TRF-1 EJ441 Desapropriação EJ472 Desapropriação TRF-1 EJ474 Desapropriação TRF-1 EJ483 Desapropriação . O meio ambiente. ocupação temporária e limitação administrativa) e função social da propriedade.

TRF-1 EJ496 Desapropriação TRF-1 STJ EJ506 Desapropriação 166 Desapropriação STJ 192 Desapropriação STJ STF STF 201 024 025 Desapropriação Desapropriação Desapropriação STF STF 028 030 Desapropriação Desapropriação STF 030 Desapropriação .

STF 036 Desapropriação STF STF 036 036 Desapropriação Desapropriação STF 037 Desapropriação STF 049 Desapropriação STF 053 Desapropriação STF 054 Desapropriação STF STF 055 SUM Desapropriação Desapropriação .

Intervenção no domínio econômico: repressão ao abuso do poder econômico.Juros e correção Desapropriação .Juros e correção EJ472 Desapropriação .Juros e correção Desapropriação . .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .STF SUM Desapropriação STF SUM Desapropriação TRF-1 TRF-1 EJ441 Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ 195 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM Desapropriação .Juros e correção Desapropriação .Juros e correção TRF-1 EJ476 Servidão administrativa TRF-1 EJ476 Servidão administrativa 11.

A Administração em juízo. Controle da Administração Pública: administrativo. TRF-1 TRF-1 108 110 Irresponsabilidade Irresponsabilidade TRF-1 112 Irresponsabilidade TRF-1 EJ472 Irresponsabilidade TRF-1 EJ507 Irresponsabilidade . Responsabilidade civil do Estado. controle externo a cargo do Tribunal de Contas. controle judiciário e meios. STF 286 Tribunal de Contas 13.TRF-1 110 Infração econômica TRF-1 EJ478 CADE 12. legislativo.

Transferência entre instituições de ensino.STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 048 101 103 106 111 111 Irresponsabilidade Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo Teoria do Risco Administrativo EJ475 Teoria do Risco Administrativo EJ485 Teoria do Risco Administrativo TRF-1 EJ504 Teoria do Risco Administrativo STF TRF-1 049 Teoria do Risco Administrativo EJ444 Valor da indenização 14.Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional). . Ensino (Sistema federal .

TRF-4 SUM Ensino Superior TRF-2 TRF-1 SUM 100 Ensino Superior Ensino Superior TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 112 112 113 114 Ensino Superior Ensino Superior Ensino Superior Ensino Superior TRF-1 486 Ensino Superior TRF-1 EJ474 Ensino Superior TRF-1 EJ474 Ensino Superior TRF-1 EJ485 Ensino Superior TRF-1 TRF-1 EJ499 Ensino Superior SUM Ensino Superior .

TRF-1 SUM Ensino Superior TRF-1 203 Ensino Superior STJ 195 Ensino Superior TRF-1 112 FIES TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 EJ484 FIES 104 112 112 Transferência Transferência Transferência TRF-1 113 Transferência TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 EJ431 Transferência EJ435 Transferência EJ483 Transferência SUM Transferência .

Súmulas STF .TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ SUM SUM 172 181 JC Transferência Transferência Transferência Transferência Transferência STJ JC Transferência 15.Súmulas .JR (Julgamentos relevantes) STF . Outros TRF-1 SUM Juros e correção STF JR Registros públicos Controle JEF-TUN .IJ STF .

STJ IJ (a partir de 2003) STJ JC STJ Súmulas TJ-MG .Súmulas TRF-3 .Súmulas TRF-1 EJ (a partir de 2003) TRF-1 IJ (a partir de 2003) TRF-1 .Súmulas TJ-SC .Súmulas TRF-4 .Súmulas .Súmulas TRF-2 .Súmulas Criminais TJ-RS .

não há prejuízo se ela tem mais membros (no caso. ex. As portarias administrativas. princípios básicos da Administração. A legislação federal referente ao transporte rodoviário interestadual coletivo de passageiros. .. ou qualquer outro tipo de veículo.112/90 (art. 147 da mesma lei). hierárquico. p. concorrer a remoção. Processo Administrativo e Processo Administrativo Disciplinar. Descabe a substituição da pena de suspensão (art. a presença do parecer é necessária. visto que o referido dispositivo constitucional aplica-se no âmbito do direito penal. da qual o infrator não foi notificado. SÚMULA 127: É ilegal condicionar a renovação da licença de veículo ao pagamento de multa. Malheiros. não havendo de se falar. princípios informativos. XLVII. 21ª ed. organização administrativa brasileira e improbidade administrativa. caso em que o parecer se torna impositivo para a Administração‘. seja a Constituição. A Administração age nos limites de sua discricionariedade quando entende necessário o período de dois anos para o servidor. assemelham-se às regras de cunho processual. microônibus. e da fiscalização pela autoridade competente (CF. salvo se a lei exigir o pronunciamento favorável do órgão consultado para a legitimidade do ato final. ao regerem o procedimento administrativo.. b. mormente quando esta deixou de ser produzida por inércia do interessado. permissão ou concessão. independentemente do momento em que ocorreu o ato impugnado. 149) dizer que a comissão processante deve ter três membros. A cassação do exercício profissional por parte de conselho de profissão (ex. embora seu conteúdo não seja vinculante para a Administração. deve a decisão da autoridade competente ser devidamente fundamentada. scricionário. não estando nenhum deles a salvo da necessidade de autorização.ceito. Na dicção de Hely Lopes Meirelles (Direito Administrativo. pois tal pena não se identifica com a de caráter perpétuo proibida pelo art. embora contenha um enunciado opinativo. no caso. Apesar da Lei 8. disciplinar e de polícia. além de sujeitos aos princípios da legalidade e moralidade. em violação ao Princípio da Legalidade. nos casos em que a lei exige prévia audiência de um órgão consultivo. 21. como ocorre. utura administrativa. art. por conseguinte. serem aplicadas aos processos em curso. da CF/88. uma vez que são institutos bem diferenciados e específicos com finalidades diversas. também devem atender a princípio de justiça. 176/177): ‗O parecer. descaracterizam o alegado cerceamento de defesa.: CRM) não é inconstitucional. ressalvadas as peculiaridades de cada um. em estágio probatório. decretos e regulamentos. 127 da Lei 8112/90) por outra de afastamento preliminar do servidor de suas funções (art. p. A regular intimação dos patronos da parte para a sessão de julgamento de processo administrativo e a observância do quorum mínimo exigido em lei. aliena e). sejam as leis. uso e abuso do poder. pode ser de existência obrigatória no procedimento administrativo e dá ensejo à nulidade do ato final se não constar do processo respectivo. Limites do poder discricionário. quatro). Na hipótese de aplicação de penalidade diversa daquela sugerida pela Comissão Processante. 5º. Nesta hipótese. antes da decisão terminativa da Administração. poderes e deveres do administrador público. Os atos do poder público. inciso XII. devendo. aplica-se indistintamente aos ônibus. devidamente comprovadas nos autos. fontes e interpretação.

baseada no mesmo processo em que se fundou a primeira. É lícito à autoridade administrativa competente divergir e aplicar penalidade mais grave que a sugerida no relatório da comissão disciplinar. quanto à proporcionalidade da ação administrativa.112/1990. SÚMULA 021: Funcionário em estágio probatório não pode ser exonerado nem demitido sem inquérito ou sem as formalidades legais de apuração de sua capacidade. LEI N. 8.No caso da pena de suspensão. a detração (art. não compreendida na absolvição pelo juízo criminal. Desnecessidade da instauração da sindicância. (Lei 8. se já está confirmada a ocorrência de irregularidade no serviço público e o seu autor. No Judiciário. é admissível a punição administrativa do servidor público. instaurado o processo administrativo sem ter havido a conclusão do processo disciplinar. SÚMULA 018: Pela falta residual.112/90. acerca da prescrição administrativa da pena de censura. DIVERGÊNCIA. sua apuração e punição na instância administrativa não estão condicionadas à conclusão do processo criminal. PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR. 142. art. Prescreve o § 3º do art. foi instaurada tanto a sindicância na esfera administrativa. RELATÓRIO. para as infrações disciplinares também consideradas como crime. a sua aplicação é derivada do princípio da legalidade. deve o Judiciário levar em conta o princípio da legalidade. 145. SÚMULA 019: É inadmissível segunda punição de servidor público. COMISSÃO.112/1990. não houve prescrição. APLICAÇÃO. Quando a questão envolver alteração ou majoração da pena administrativa imposta a servidor. Além de que. tendo sido a primeira anulada.112/1990 que a abertura da sindicância ou a instauração de processo disciplinar interrompe a prescrição. Trata-se de processo administrativo instaurado devido à prisão em flagrante dos policiais rodoviários demitidos por terem solicitado dinheiro a condutor para não aplicarem multa por infração de trânsito. artigos 143. a magistrado estadual. como o processo criminal. 8. não se aplica. artigos 143 e 144). não caracteriza cerceamento do direito de defesa o indeferimento da prova que visava à sua demonstração. porquanto o eventual abuso pelo execsso do prazo gera tão somente a responsabilidade da autoridade competente e não o direito à detração. PRESCRIÇÃO. à falta de previsão legal no Estatuto da Magistratura (LOMAN). embora tenha havido duas comissões de sindicância para averiguação dos fatos. sem esquecer que a mensuração da sanção administrativa é feita pelo juízo competente – o administrador público –. certo que aquela é. mas sim aos fatos. de regra. somente nas hipóteses de erro na capitulação legal ou de flagrante inadequação do dispositivo legal. sendo defeso ao Judiciário adentrar no mérito administrativo. Outrossim. para demissão de funcionário admitido por concurso.112/90. ou seja. a fluência do prazo prescricional reinicia-se quando transcorridos 140 dias após a data da instauração da representação. MAGISTRADO ESTADUAL. Tratando-se de alegação irrelevante para a apuração de responsabilidades em procedimento administrativo disciplinar. 59 do CP para avaliar falha na dosimetria da pena administrativa aplicada. 8. A autoridade não se vincula à capitulação legal proposta. Para apuração do fato. para fins de compensação do prazo em que o servidor esteve afastado do exercício do cargo. Sindicância e procedimento administrativo disciplinar: distinção. há controvérsias por equivocada invocação do art. É possível a aplicação analógica da Lei n. 154). nem mesmo analogicamente. . 142 da Lei n. No caso. Se determinado fato constitui simultaneamente infração penal e disciplinar. Outrossim. 42 do CP). PENA. SÚMULA 020: É necessário processo administrativo. aplica-se o prazo previsto na lei penal. com ampla defesa. medida preparatória deste (Lei 8.

5. Dessa forma. 20. Relator o Ministro SEPULVEDA PERTENCE.948. COMPETÊNCIA DISCIPLINAR. 23. Precedente [MS n. caso de reincidência. APLICABILIDADE. 8. os. Precedente [MS n. IMPOSSIBILIDADE. 142.94]. 130. da Lei n. 1. CASSAÇÃO DE APOSENTADORIA. mostra-se ilícita a pena de suspensão. 21. descabe falar em nulidade de todo o processo ou do ato conclusivo. EQUIPAMENTO ELETRÔNICO. TRÂNSITO. a título de exemplo. subsistindo a pena de advertência. INFRAÇÕES PRATICADAS DE FORMA CULPOSA.MS.112/1990. o que dificulta. antes que essa fosse dada. Relator o Ministro NÉRI DA SILVEIRA. 4.299.12. da Lei n.09. contados a partir da data em que o fato tornou-se conhecido [art.95]. O erro reside no ponto específico da contumácia. Relator o Ministro CELSO DE MELLO. O direito. ainda mais. o Tribunal tem confirmado a aplicabilidade da pena de cassação de aposentadoria. subsiste a pena.04. que visa alertar o servidor para que não cometa novas faltas.112/1990 não pode decorrer de fatos apurados dentro do mesmo processo administrativo. para anular a contumácia (fundamento da suspensão). não afetando os demais elementos do processo e do ato administrativo. a punição há de ser anterior. 2. sob o argumento de que as infrações cometidas implicam pena de advertência e que a reincidência que justifica a aplicação do art. a decisão é nula e outra deve ser proferida. Não obstante o caráter contributivo de que se reveste o benefício previdenciário. bastando a prova do aparelho eletrônico ou equipamento audiovisual (art. I. na hipótese. esta subsiste. mesmo que cronologicamente distantes. espécies. O autor pretende que a pena de suspensão seja anulada. PENA DE SUSPENSÃO. DJ 07. embora menos grave. Em se tratando de pena de advertência. 280. A Seção concedeu em parte a segurança. POSSIBILIDADE. A reincidência não pode decorrer de fatos. Se a autoridade administrativa que decidiu pela demissão do servidor era incompetente para tanto. do CTB). O Presidente da República prescinde do assentimento do Tribunal de Contas da União para exercer sua competência disciplinar. primeira parte. Precedente [MS n. anulação e revogação. 8. estabelecendo-se o prazo prescricional de 180 dias da ação disciplinar. I e § 2º. O fato do servidor público ter atendido aos requisitos para a concessão de aposentadoria não impede a instauração de processo administrativo para apurar a existência de falta eventualmente praticada no exercício do cargo.882. reconhecer. em detrimento da dignidade da função. o instituto estaria sendo reduzido se se permitir a reincidência por fato punido com advertência. A alegação de que os atos administrativos teriam sido praticados de forma culposa reclama dilação probatória incompatível com o mandado de segurança. por deixar de exercer com zelo e dedicação as atribuições do cargo. A Turma. decidiu que não é necessária a presença do agente para lavratura do auto de infração de trânsito no local e momento da ocorrência. Corrigindo-se o erro. PENA DE ADVERTÊNCIA. Trata-se de mandado de segurança. DILAÇÃO PROBATÓRIA. como determina o art. da Administração Pública Federal. a pena de advertência. da Lei n. DJ 23. a que se vincula o administrador. Tratando de fatos punidos. Permanecendo os requisitos que impõem a pena vinculada da advertência. 8.2002]. INSTAURAÇÃO DE PROCESSO ADMINISTRATIVO APÓS A INATIVIDADE. 142.112/90]. de punir seus servidores prescreve em cinco anos quanto às infrações passíveis de demissão. com pedido de liminar. apurados no mesmo processo administrativo. classificação. No Direito Penal. por força de imposição legal. impetrado contra ato do Ministro de Estado que aplicou pena de suspensão em Processo Administrativo Disciplinar – PAD. § 2º. As faltas têm natureza distinta. na espécie. AUTO DE INFRAÇÃO. reconhecendo o julgador inexistir a reincidência. . por maioria. cabendo. por inobservar normas legais e regulamentares e por manter conduta incompatível com a moralidade administrativa. DJ 12. PRESIDENTE DA REPÚBLICA. 3. cassação de aposentadoria ou disponibilidade e destituição de cargo em comissão. PROCESSO ADMINISTRATIVO.

do edital a que se submeteram todos os participantes do certame. não há dúvida de que é imprescindível a realização de licitação para a formalização de contratos dessa natureza. hipótese em que no máximo a pretensão poderia se voltar para o pagamento de atualização monetária do preço. Não pode haver interrupção do fornecimento de energia elétrica. Não cabe à Administração buscar. § 3º. As normas do procedimento licitatório. 6º. Nada mais. A excessiva onerosidade superveniente à apresentação da proposta de preço. ou revogá-los. devendo. vincula-se à legalidade de sua própria escolha. não podem ser igualadas às empresas privadas quando realizam licitação. por conseguinte. não objeto do pedido. desde que seja precedido por aviso. submeter-se às normas genéricas próprias do procedimento licitatório das quais não podem se afastar. as normas de direito público‘. . respeitados os direitos adquiridos. quando houver inadimplência. quando mais não se encontram comprovados as perdas e danos. ainda que constatada a culpa da empresa. serviços. porque deles não se originam direitos. não se caracterizando. considerando não apenas este como aqueles outros fatos. sem imposição de penalidade. remunerados por tarifa. 37. XXI). se é que não houve. que a participação complementar dos serviços privados nas atividades de assistência à saúde ‗será formalizada mediante contrato ou convênio. a devolução dos valores pagos por obras e serviços realizados. compras e alienações no âmbito da Administração Pública serão contratados mediante processo de licitação pública que assegure igualdade de condições a todos os concorrentes (art. tem como conseqüência eximir o vencedor de assinar o contrato. A licitação pode ser revogada por motivo de conveniência ou oportunidade da Administração. veiculadas no edital. É possível o corte no fornecimento dos serviços públicos essenciais. de sorte que não podem ensejar qualquer indenização. e dispondo a Lei 8.Não se caracteriza como descontinuidade do serviço a sua interrupção em situação de emergência ou após prévio aviso. descontinuidade na prestação do serviço (§ 3º . pois. a órgão público prestador de serviço essencial à comunidade (polícia) Conquanto a paralisação da obra em decorrência de ordem judicial constitua-se fato imprevisível. As sociedades de economia mista e as empresas públicas. por conta de inadimplência. portanto. observadas. a apreciação judicial. não acarretando tal procedimento ofensa ao Código de Defesa do Consumidor. e ressalvada. no art. considerado o interesse da coletividade). mas não a alteração. de mero ato de gestão. por motivo de conveniência ou oportunidade. ser emendada para corrigir equívoco de vários licitantes na interpretação das normas editalícias. sob pena de ilegalidade. em razão da nulidade do contrato.080/90. apenas em seu benefício. a fim de proporcionar maior competitividade ao certame. Estabelecendo a Constituição Federal que as obras. Embora a Administração não seja obrigada a conceder prazo para apresentação de novos documentos. não se cuidando. em todos os casos. II.SÚMULA 473: A administração pode anular seus próprios atos. a Administração acedeu e prorrogou o prazo contratual. se alegada e comprovada antes da celebração do contrato administrativo. da Lei 8. 24. nãio sendo possível. quando eivados de vícios que os tornam ilegais. sem que se manifeste sobre a documentação apresentada. quando: I .987/95. II por inadimplemento do usuário. a respeito. e. uma vez que agem por delegação do Poder Público. após o exaurimento do prazo. tendo-o feito. apesar de se sujeitarem ao regime de direito privado. anular a licitação. parágrafo único. fazem lei entre as partes.motivada por razões de ordem técnica ou de segurança das instalações. não podendo a licitação. no caso de terem sido todos os licitantes inabilitados ou todas as propostas desclassificadas. como previsto no art. portanto.

QUANTIDADE MÍNIMA.Administrativo. 58. e 65) e 8.666/93 (arts.seleção feita mediante concorrência. promoveu licitação. compatível com a fase de apreciação de liminar. a invalidação da proposta mais vantajosa para a Administração. Não há como o município. III . não bastando mero equívoco do proponente na avaliação das circunstâncias do negócio. O § 3º do art. I. Licitação. não justifi ca. atendidas as peculiaridades regionais. XXII) e pelas Leis 8. que diz ser vedado aos agentes públicos admitir. da Lei n. 57. Correto o edital.987/95 se dá apenas em razão de mudança na situação de fato existente no momento da proposta ou da contratação. II. Embora seja auto-aplicável. de profissional que já tenha atuado na fiscalização de. visto que a melhor interpretação do art. quanto mais se complexo o objeto a ser licitado. no mínimo. observadas as seguintes condições: I . aceitar a participação em licitação da empresa suspensa temporariamente por órgão fundacional estadual. isso quando. 15 da Lei 8666/93 pode sofrer limitações por regulamento estadual ou municipal. Licitação. é necessária a realização de licitação pela modalidade técnica e preço. sob pena de violação expressa ao texto legal. §1º. LICITAÇÃO. .validade do registro não superior a um ano). se a proposta extrapolou o valor máximo fixado no edital. 30. Não existindo autorização legal para que se prescinda da técnica. incluir ou tolerar no edital condições que comprometam. mediante a existência. pois para contratações que exigem conhecimentos técnicos especializados. prevê a possibilidade de a Comissão de Licitação realizar diligências necessárias ao esclarecimento ou complementação das propostas. para a ocupação de funções de formação superior. a um primeiro exame. I (parte final). restrinjam ou frustrem o caráter competitivo do certame.estipulação prévia do sistema de controle e atualização dos preços registrados. A revisão destinada a manter o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos administrativos admitida pela Constituição (art.O sistema de registro de preços será regulamentado por decreto. 8. vinculadas ao objeto do contrato. COMPROVAÇÃO. 1 milhão de veículos. e à própria Lei 8. estiverem assentadas em critérios razoáveis. Fraude à legislação trabalhista. há que se desclassificar a proponente. A Administração. às leis que regem a atividade cooperativa. Não é cabível a utilização do pregão para a contratação de serviços de informática que demandem conhecimentos técnicos mais aprofundados ou. 37. o art.666/1993 (Lei de Licitações) permite inserirem-se no decreto editalício exigências relativas a quantidades mínimas para fins de comprovação de experiência. órgão da Administração Pública. 43 da Lei 8. Cooperativa. em cujo edital se menciona a necessidade de comprovação de experiência anterior. Ajuste no cronograma de desembolso. pouco importanto de a quantia extrapolada foi ínfima. §§ 1º e 2º. II .666/93.666/93. pois o interesse da Administração é o melhor serviço pelo preço mais adequado. Estando comprovado que a licitação visa à contratação de mão-de-obra para prestação de serviços não eventuais e em caráter de subordinação. como no caso. com o fito de implementar a inspeção regular da frota de veículos em uso no município. EXPERIÊNCIA. § 1º. é inviável a realização de licitação para contratação de serviços técnicos especializados pela modalidade pregão sob o argumento de que a contratação seria financeiramente mais vantajosa para a Administração Pública. e nem a alteração do valor global da proposta de preços. a participação de cooperativas no certame implicaria violação à legislação trabalhista. prever. Em licitação. como previsto no §3º (§ 3° . nos quadros das empresas proponentes. O ajuste no cronograma de desembolso de despesas que não implique alteração na ordem de classifi cação.

de 1990. ao seu pessoal.112. A despeito de exercerem suas atividades em caráter privado (CF. ENERGIA ELÉTRICA. Pleno. com autonomia administrativa e financeira. de ocupante de cargo dirigente de autarquia.) O Banco Central do Brasil é uma autarquia de direito público. da CF. centros de saúde. ao disposto no art. oficiais de registro e notários são servidores públicos em sentido lato.404/1976. O edital exige que a licitante comprove o patrimônio líquido não inferior a R$ 550. deve-se aplicar a Lei das Sociedades Anônimas. Porém hão que se resguardar as unidades públicas em que a paralisação é inadmissível.BALANCETE. e esse é demonstrado nos termos dos arts. (Cf. dando conta do valor do patrimônio líquido. Sydney Sanches. 6. Inexistindo norma específica sobre comprovação de patrimônio líquido de sociedade por cotas. Os Correios exercem atividade em regime de monopólio. 236). DJ 25/02/2000. no setor financeiro. 178 da Lei das Sociedades Anônimas e. O poder concedente pode autorizar a transferência do controle do capital de prestadora do serviço para empresa que se dispõe a promover os investimentos necessários à recuperação da atividade operacional da empresa. 3. criados por lei. que exerce serviço público. Min. exercendo atividade de fiscalização do exercício profissional. A questão se limita a saber se o balancete assinado por contador e acompanhado de "certidão simplificada" da junta comercial. escolas e creches. PATRIMÔNIO LÍQUIDO. do regime jurídico da Lei 8. convênios e consórcios. 40. desempenhando parcela do poder de polícia da União. SÚMULA 008: Diretor de sociedade de economia mista pode ser destituído no curso do mandato. no caso um município. ser feita a cobrança judicial. ruas. Aplicabilidade. ginásios. que prevê a aposentadoria compulsória do servidor aos setenta anos de idade. que é tipicamente pública. estaria sujeita ao comando do art. quando tiver um resultado igual ou inferior aos índices de Liquidez Geral. restando possível o corte em praças.000. II. conseqüentemente. Os Correios (ECT) gozam dos mesmos privilégios da Fazenda Pública.00 (quinhentos e cinqüenta mil reais). PROCEDIMENTO LICITATÓRIO. MUNICÍPIO. por isso. serviços delegados. após esse prazo.708/1999. cujo funcionamento não pode ser interrompido. tais como hospitais. 18 do Decreto n. A falta de pagamento da conta de energia elétrica possibilita o corte de seu fornecimento. SÚMULA 025: A nomeação a termo não impede a livre demissão. prontos-socorros. possuem personalidade jurídica de direito público. . supre a exigência do edital e se a empresa. como estabelece o art. não há como se desatrelar a exigência. repartições públicas e outros. por força do disposto no art. Segundo a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. ADin 1. 39 da Constituição. O prazo de 90 dias para o apostador de loterias da Caixa retirar o prêmio é apenas para a cobrança administrativa. Solvência Geral e Liquidez Corrente.717 – MC/DF. se estaria habilitada ao procedimento licitatório. Aplicação do CDC. STF. podendo. sendo sociedade por cota de responsabilidade limitada. ao invés de decretar a caducidade da concessão. CORTE. mesmo que o consumidor seja pessoa jurídica de direito público. 178 e 182 da Lei n. pelo Presidente da República. sujeitando-se. SÚMULA 047: Reitor de universidade não é livremente demissível pelo Presidente da República durante o prazo de sua investidura. a e administração indireta. não mais se discute a natureza de autarquia dos Conselhos de fiscalização profissional. sendo seus bens impenhoráveis. Agências Reguladoras e Fiscalizadoras. com exclusividade (Constituição Federal). a fim de restabelecer a regularidade da prestação do serviço. art. Se o edital exigiu comprovante do patrimônio líquido. uma vez que.

poderia impedir ou restringir o exercício de tal direito no período aquisitivo posterior.As ações que envolvam saúde estão excluídas da aplicação de sanção por descumprimento de regras para o repasse voluntário de recursos (convênio União-município). A declaração de vacância prevista no art. após findo o contrato então em vigor. relativamente ao cargo pleiteado. a contagem do tempo de serviço regido pela CLT dos servidores que passaram a submeter-se ao Regime Jurídico Único. deve observar o devido processo legal e o princípio da ampla defesa. É ilegal a acumulação tríplice oriunda de dois cargos públicos com mais vencimentos relativos a um terceiro cargo público. 37 da CF (“XVI . 37. 20/1998. É possível a acumulação de um cargo de professor com um emprego (celetista) de professor. SERVIDOR EFETIVO. ainda que a nomeação para o terceiro cargo tenha sido por aprovação em concurso público antes da EC n. O gozo das férias é garantia constitucional devida a todos os trabalhadores. A CF não proíbe a acumulação remunerada de um cargo de professor com um emprego de professor. 33 da Lei 8. prescindindo da edição de lei ordinária que as discipline. a título de cumprimento de decisão judicial.é vedada a acumulação remunerada de cargos públicos. SÚMULA 022: O estágio probatório não protege o funcionário contra a extinção do cargo. Entretanto o servidor tem direito de opção. inexiste norma jurídica que obrigue o órgão público concedente a proceder a especial comunicação ao concessionário de que será realizada nova licitação. reitos. para efeito de anuênio e de licença-prêmio. O processo de exoneração de servidor de cargo efetivo. que afastam. Em se cuidando de concessão de uso de área pública. Os Procuradores Autárquicos não estão dispensados do controle eletrônico de frequência. SÚMULA 680: O direito ao auxílio-alimentação não se estende aos servidores inativos. É ilegal o ato administrativo que. ficando o funcionário em disponibilidade. com todos os vencimentos. 7º da Lei 8. Licitação realizada. exonera servidor público concursado não citado para integrar a lide como litisconsorte passivo necessário.162/91. pois extrapola o art. mesmo em estágio probatório. inadmitido o entendimento de que o afastamento do servidor.112/90. Interpretação harmônica dos incisos XVI e XVII do art. o pedido de readaptação fundado em desvio funcional não gera direitos para o servidor. para tratamento de saúde. CARGO EM COMISSÃO.” ). deveres e responsabilidades. A irredutibilidade de salários e vencimentos não cabe ser invocada sob pretexto de assegurar a permanência em cargo comissionado ou mesmo para garantir a percepção dos vencimentos da comissão. SÚMULA 011: A vitaliciedade não impede a extinção do cargo. SÚMULA 012: A vitaliciedade do professor catedrático não impede o desdobramento da cátedra. não interrompe o tempo de serviço prestado no cargo anterior. A extinção do cargo e a declaração de sua desnecessidade decorrem de juízo de conveniência e oportunidade formulado pela Administração pública. no caso dos autos. XVI. . 37 da Constituição Federal. decorrente de posse do servidor em novo cargo público inacumulável. de livre nomeação e exoneração. SÚMULA 678: São inconstitucionais os incisos I e III do art. tendo sido os seus atos publicados nos órgãos da imprensa encarregados de dar publicidade ao procedimento. exceto quando houver compatibilidade de horários: a ) a de dois cargos de professor. da CF/1988. revestida de legalidade. a fim de selecionar empresa para explorar o mesmo bem. para fins de gozo de férias no novo cargo. Inexiste direito adquirido ao exercício de cargo em comissão. SÚMULA 566: Enquanto pendente. Aplicação analógica da alínea a do inciso XVI do art. EXONERAÇÃO POR ATO DO SECRETÁRIO DE ADMINISTRAÇÃO DO MUNICÍPIO. ALEGADA CONTRARIEDADE AO PRINCÍPIO CONSTITUCIONAL DA IRREDUTIBILIDADE DE VENCIMENTOS.

Expresso o § 1º do art. para ela. Pensão por morte.Não pode o direito ao horário especial de estudante ser restringido sob alegação de o servidor já possuir um curso superior. só perderá a pensão temporária quando ocupante de cargo público permanente". divorciada. inciso I. não incorporáveis. Havendo fundados indícios de responsabilidade. uma vez que a legislação nada dispõe a respeito. 149. Contribuição previdenciária. A jurisprudência recente do STJ orientase no sentido de que não incide a contribuição previdenciária sobre as parcelas pagas aos servidores públicos cujos valores não se incorporam aos proventos de aposentadoria e às respectivas pensões. divorciada. Lei 8. A jurisprudência recente do STJ fixou-se no sentido de que não incide a contribuição previdenciária sobre as parcelas pagas pelo exercício de funções comissionadas ou gratificadas.112. eis que os correspondentes valores não se incorporam aos proventos de aposentadorias e às respectivas pensões. o respectivo valor será distribuído em partes iguais entre os beneficiários habilitados. nos termos do art.112. por isso mesmo. A Lei 8069/90 dispõe que a guarda confere à criança ou adolescente a condição de dependente para todos os fins e efeitos de direito. Não há vedação para que o servidor se aposente quando ainda esteja em estágio probatório. É defeso ao juiz. da Constituição Federal. tal aposentadoria não pode ser concedida. nos termos do art. Parcelas não incorporáveis aos proventos. DESDE QUE NÃO RESULTE EM REDUÇÃO DO MONTANTE GLOBAL DE SEUS PROVENTOS. 5º da Lei 3373/58. 40. em face da qualidade de dependente outorgada pelo art. Enquanto não editada lei complementar para regular a concessão de aposentadoria especial ao servidor público por tempo de serviço em atividades insalubres. de índole previdenciária. nova relação jurídica. Divisão da pensão vitalícia em partes iguais. alíneas a e b. funcionário público federal. inciso I. Com o falecimento do alimentante. Servidores regidos pela CLT que já se encontravam aposentados antes da Lei 8. inclusive previdenciários. . parágrafo único. § 1º. penosas ou perigosas. A falta de edição de lei para regular a greve no serviço público não pode impedir o funcionário público de exercer tal direito A possibilidade de condenação à reparação do dano possibilita o decreto de indisponibilidade. Encontrando-se o servidor ocupante de cargos efetivos vinculado a regime previdenciário próprio. conceder benefício previdenciário não revisto no Estatuto dos Servidores Públicos. Incidência indevida. à disciplina das normas da legislação específica. ocorrendo habilitação de vários titulares à pensão vitalícia. Nos termos do art. Servidor público. I. que previa que "a filha solteira. 217. cessou a relação jurídica de que decorria o direito da ex-esposa à percepção de pensão alimentícia e nasceu. 16 da Lei 8. a título de analogia. pois o vínculo trabalhista entre eles e a União já havia se exaurido quando da aprovação da referida Lei. a fim de que esta receba a pensão de funcionário público federal nos termos do art.112/90 não tem direito à mudança para o regime estatutário. com o objetivo de garantir eventual e futura condenação. 217. e 218. pagas aos servidores públicos. faz jus a viúva a pensionamento no mesmo percentual a que tem direito a ex-esposa. sujeita. com percepção de pensão alimentícia. arts. de 11 de dezembro de 1990. com percepção de pensão alimentícia. SÚMULA 022: A DIÁRIA DE ASILADO CONCEDIDA AO MILITAR INATIVO É DEVIDA À ESPOSA E DEPENDENTES DO SERVIDOR FALECIDO. (Art. alínea b. 16. de 11 de dezembro de 1990. SÚMULA 021: A DIÁRIA DE ASILADO CONCEDIDA AO MILITAR PODE SER SUBSTITUÍDA PELO AUXÍLIO-INVALIDEZ. fica o mesmo desobrigado do recolhimento da contribuição destinada ao Instituto Nacional do Seguro Social. Viúva e ex-esposa. da Lei 8. a comissão representará ao Ministério Público ou à procuradoria do órgão para que requeira ao juízo competente a decretação do seqüestro dos bens do agente ou terceiro que tenha enriquecido ilicitamente ou causado dano ao patrimônio público). 218 do citado diploma legal no sentido de que. da Constituição Federal. o município pode instituir regime previdenciário próprio para os seus servidores efetivos. Não há como equiparar a menor sob guarda à condição de filha.429/92. maior de 21 anos.

O candidato que prosseguiu no certame sob o amparo de decisão judicial. a reserva de vaga. Todas as ascensões funcionais ocorridas após a vigência da atual Constituição não podem subsistir. viola o princípio constitucional da isonomia. com a nomeação daqueles em detrimento destes. ou de provas e títulos. com a estrita observância da ordem de classificação . 8º. DESDE QUE PERMITA AOS CANDIDATOS O CONHECIMENTO DOS RESULTADOS PESSOAIS E A INTERPOSIÇÃO DE EVENTUAL RECURSO PREVISTO EM EDITAL. cabendo. viabiliza a investidura do agente estatal em cargo diverso daquele para o qual foi originariamente admitido. em última análise. É inconstitucional o provimento derivado de cargos públicos na forma da ascensão funcional. importa em modalidade inconstitucional de provimento no serviço público. Porque constitui forma de provimento de cargo público sem aprovação prévia em concurso público de provas ou de provas e títulos. ainda não transitada em julgado. desde que esta as faça em respeito aos princípios básicos administrativos. . do contraditório e da ampla defesa. sendo imprescindível o certame público para a investidura em cargos. O Princípio da Continuidade do Serviço Público determina a peremptoriedade do prazo de até quinze dias para o servidor empossado entrar em exercício sob pena de ser exonerado. requisito para a investidura no cargo. funções e empregos públicos. sendo. em razão da idade. desde que não precedida de aprovação em concurso público de provas.112/90. à imediata nomeação. entretanto. não podendo ser concedida a título de antecipação de tutela. A elaboração de listas de classificação de candidatos aprovados ‗regulares‘ e de candidatos aprovados sub judice. 37. Inexiste ofensa ao princípio da igualdade quando a banca do concurso não arredonda a nota do candidato. São lícitas alterações feitas no edital do concurso público pela Administração. visando melhor atender o interesse público e que tal alteração seja publicada antes do início da primeira fase do concurso. Não tem direito a tomar posse candidato que não apresenta os documentos exigidos no edital do certame para a investidura no cargo. SÚMULA 017: A nomeação de funcionário sem concurso pode ser desfeita antes da posse. art. pois. até que transite em julgado a sentença que lhe assegurou prosseguir no certame. 37. art. ainda que o tenha feito de outro. não tem direito. todavia.Os valores relativos ao cargo comissionado percebidos pelo servidor público não integram a base de cálculo das contribuições previdenciárias.constitui forma de provimento derivado: derivação horizontal. A posse e conseqüente exercício de cargo público dependem do trânsito em julgado da decisão judicial de mérito que a determinou. uma vez que o critério de isonomia só pode basear-se na lei e não em razões de ordem discricionária. para preservar o eventual direito do candidato. físico e psicológico. §§ 1º e 2º -. disposições editalícias que confiram ao mesmo caráter sigiloso e irrecorrível. É constitucional a exigência de exame psicotécnico para o ingresso em cargos públicos (havendo previsão legal e no edital). é ela ofensiva à Constituição. eis que todos foram igualmente aprovados nas mesmas provas de conhecimentos e nos exames médico. 23. A transferência de servidores públicos para outros cargos. após a conclusão dele. consoante jurisprudência predominante neste Tribunal. Princípio da publicidade dos atos administrativos. inclusive para aqueles situados na ambiência de outros Poderes do Estado. A exigência de idade mínima para ingresso no serviço público encontra amparo na Constituição Federal (art. que se fundamenta em critérios de conveniência e oportunidade. Só pode ser exigido do candidato aquilo que estiver expresso no edital do concurso. SÚMULA 030: O EXAME PSICOTÉCNICO É CRITÉRIO SELETIVO LEGÍTIMO. por violação aos princípios constitucionais da publicidade. SÚMULA 010: Tempo de serviço militar conta-se para efeito de disponibilidade e aposentadoria do servidor público estadual.Lei 8. SÚMULA 036: Servidor vitalício está sujeito a aposentadoria compulsória. porque sem elevação funcional (Celso Antônio Bandeira de Mello). A transferência -. contudo. IV. art. dada a impossibilidade de sua efetivação a título precário. II. sendo nulas. I).

todavia. a necessidade do serviço. hipótese em que deverá ser arredondado para cima. na sua aprovação no concurso público. a conveniência do provimento desses cargos. Vaga preenchida por contratação temporária. também. tendo em vista que ele concluiu. Prática forense. surge o seu direito líquido e certo à nomeação. que obrigam tanto a Administração. Quando a Administração divulga edital de abertura de inscrições a concurso público. também. contudo. à estrita observância das normas previstas no edital. Procurador da Fazenda Nacional. Instituição de ensino superior. ficando ao critério discricionário da Administração aferir a oportunidade e conveniência do provimento do cargo. foi contratada a título precário para desempenhar as funções inerentes ao cargo para o qual fora habilitada em concurso público. em observância do princípio da isonomia. de modo a dar ensanchas à duplicidade de respostas. A prova de concurso do tipo objetiva não pode conter questões que envolvam interpretação controvertida. evidenciada pela contratação de professor substituto para a mesma área em que aprovado o impetrante. Possui direito líquido e certo à nomeação candidata aprovada em primeiro lugar no concurso público para professor assistente de universidade. além de tudo. A aprovação em concurso público gera simples expectativa de direito à nomeação. que a discricionariedade conferida ao administrador não pode ser transformada em arbítrio. não podendo. Candidata aprovada em 1º lugar. agora. Comprovada. Ao candidato aprovado e classificado em concurso público para vaga destinada aos portadores de deficiência. como. no prazo do certame. o curso de formação. Nulidade da questão que se reconhece para assegurar ao candidato a atribuição do ponto que não lhe foi conferido. está afirmando a necessidade e. O candidato que não foi aprovado dentre o número igual a três vezes a quantidade de vagas. se comprovado nos autos que. I. certo. A comprovação do requisito. só deve ser feita por ocasião da posse (Súmula 266 do STJ). Administrativo.Em sede de concurso público vigoram o princípio da publicidade e o da vinculação ao edital. quanto os candidatos. resultando. informando as vagas existentes em cada categoria funcional e nas diversas localidades. em face das circunstâncias da causa. Possibilidade de exigência à época da posse. como no caso. deve ser assegurada a convocação para o seu preenchimento. atividades que comprovem experiência jurídica do candidato. se ocorre posterior aumento do número destas. com êxito. pode ser feita até a ocasião exigência. . devem ser corrigidas as provas dos candidatos que alcançaram tal classificação. mas expectativa de direito. ainda se o cálculo do percentual legalmente previsto resultar em número fracionado. A jurisprudência do Superior Tribunal de Justiça fi rmou-se no sentido de que o conceito de prática forense deve ser interpretado de forma ampla. não possui direito à correção de sua prova. abrangendo não só as atividades privativas dos bacharéis em direito. porém. Precedente do STF. Professor. Concurso público. simplesmente alegar falta de conveniência para deixar de nomear os candidatos aprovados e classificados dentro das vagas oferecidas. Concurso público. posteriormente. II. observado. Embora certo que a aprovação em concurso público não gera direito à nomeação. por via de conseqüência. o número total de vagas disponibilizadas. Interpretação de forma ampla.

fenômeno que. O recorrido. sim. tornou-se típico das instituições jurídicas. VI. lhe seja assegurado escolher outra localidade para o exercício do cargo. Matéria jurídica aferível independentemente da produção de provas. NOMEAÇÃO SUB JUDICE. Na dúvida sobre se um ato comporta-se ou não dentro de fronteiras razoáveis. afronta o art. a Turma.Concurso público. mas. IV. matéria que. visto que não se criou vaga. CONCURSO PÚBLICO. em relação ao objeto (conteúdo) do ato. O mérito do ato administrativo está. Por força de liminar em mandado de segurança. Mas mesmo na teoria tradicional é aceito o controle da existência e adequação dos motivos. No caso sob julgamento. como é de seu dever. NOMEAÇÃO. da Constituição Federal. há contratação de pessoal de forma precária para o preenchimento de vagas existentes. COMPROVAÇÃO. entendendo que a mera expectativa de direito à nomeação do aprovado se convola em direito líquido e certo quando. quando não houver identificação civil ou nas hipóteses previstas em lei. fez o melhor uso da competência administrativa. deve o juiz optar pela sua confi rmação. Propriedade. exclui a alternativa d. A argumentação de que ao Poder Judiciário não é permitido avaliar o conteúdo de questões de concurso público. especialmente quando é ferido o princípio da igualdade entre os candidatos. na concepção tradicional. insiste na alegação de não existência de vagas para o cargo. convocada para prova de título. substituindo a respectiva comissão. no prazo de validade do certame. exigida para provimento do cargo de Procurador do Estado de Minas Gerais. CONCURSO PÚBLICO. sob o critério de razoabilidade. Candidata inscrita e classificada em primeiro lugar no concurso público para provimento de cargo de Fiscal Federal Agropecuário em Goiânia (uma vaga). participou do curso de formação e obteve nota máxima. a Turma deu provimento ao recurso. PRÁTICA FORENSE. porém. Agora se insurgiu contra o fato de ter sido nomeada a candidata em posição inferior. em número não excedente a 2 (duas). Identificação datiloscópica. por maioria. O conceito de razoabilidade. é transportada para o campo da legalidade. CONCURSO PÚBLICO. de limites aceitáveis. I. mesmo diante da convocação em caráter precário. da ação de mandado de segurança. portanto. por encontrar-se ainda em situação sub judice. contratada temporariamente para ministrar aulas dessa disciplina. CARÁTER PRECÁRIO. fora dos quais considera-se erro e. por ser a única completa. Prosseguindo o julgamento. e à litisconsorte. ou mediante contrato coletivo de trabalho – as alternativas b e d são corretas ou se a alternativa b. Anotou-se que não se está a violar o princípio da separação dos Poderes da União. Prova objetiva. Pretensão de anular questão. Apesar de aprovada em certame público para o cargo de professora de história. em razão da greve na universidade. Não é possível a alteração das regras editalícias no decorrer do concurso público. sujeito a anulação. A Seção. como tal. sim. a recorrente não foi nomeada. tem a mesma natureza daquela segundo a qual o juiz não pode ingressar no campo próprio da discricionariedade do administrador. entendeu que o período de exercício do cargo de técnico judiciário no TRE-MG deve ser considerado como de prática forense. Possibilidade. Controle judicial. pela valoração que envolve. mas sim. em comento. . O juiz não irá avaliar se o administrador. III. II. sujeito a controle judicial. Concurso público. V. à mingua de previsão legal. deixou de fazê-la com relação ao diploma de mestrado. determinou que seja nomeada e empossada na vaga de Goiânia a impetrante vencedora. não evita uma zona de penumbra. mas cabe-lhe ponderar se o ato conteve-se dentro de padrões médios. para esse fi m. Propriedade do mandado de segurança. Alegação de que existe mais de uma alternativa correta. 5º. mediante acordo escrito entre empregador e empregado. sob pena de ferir a regra de independência dos poderes do Estado. Impossibilidade. LVIII. que somente permite a identificação. Diante disso. embora já tenha apresentado o diploma de mestrado. o ato administrativo (a aprovação ou reprovação de candidato em concurso público subsume-se no conceito de ato administrativo) é visto sob dois aspectos – o mérito e a legalidade – para efeito de só permitir o controle judicial sobre a legalidade. mediante exame das razões que a seu tempo serão apresentadas pela autoridade nas informações. A exigência de identificação datiloscópica de todos os candidatos que se submetem a qualquer espécie de processo seletivo. senão de plano. a matéria é simples: trata-se apenas de saber se diante do disposto no art. com base em precedente e considerando que a litisconsorte já se encontra no exercício desde abril/2002. ultrapassado o racionalismo. A solução pode ser encontrada. reconheceu-se a já existente. 59 da CLT – A duração normal do trabalho poderá ser acrescida de horas suplementares. De fato.

"Regime Constitucional dos Servidores da Administração Direta e Indireta". segue-se que a Administração não poderá. Concurso Público: Habilitação Profissional. de exercício de funções e de critério de admissão por motivo de sexo. da CF (―os cargos. conforme exigido pelo edital. deferiu segurança impetrada por candidata que. apesar de aprovada em concurso público para o cargo de cirurgião-dentista. do Ministério da Fazenda. o candidato aprovado tem o direito a nomeação. quando o cargo for preenchido sem observância da classificação. Tendo a servidora. SÚMULA 014: Não é admissível. SÚMULA 015: Dentro do prazo de validade do concurso. sem burlar o dispositivo e sem incorrer em desvio de poder. SÚMULA 686: Só por lei se pode sujeitar a exame psicotécnico a habilitação de candidato a cargo público. como requisito para participar de concurso de remoção. conforme determina o art. em cargo que não integra a carreira na qual anteriormente investido. não havendo se falar em direito líquido e certo. SÚMULA 266: O diploma ou habilitação legal para o exercício do cargo deve ser exigido na posse e não na inscrição para o concurso público. idade.‖). da Constituição. SÚMULA 016: Funcionário nomeado por concurso tem direito a posse. a lei. independentemente do interesse da Administração. XXX. empregos e funções públicas são acessíveis aos brasileiros que preencham os requisitos estabelecidos em lei. a Turma. Não tendo sido preenchidas todas as vagas previstas no edital.É exigível concurso público de provas e títulos para o provimento dos cargos iniciais e finais da carreira do magistério público superior. Fora isto possível e o inciso IV tornar-se-ia letra morta. inscrição em concurso para cargo público. fora excluída pelo fato de não possuir habilitação profissional no momento da inscrição. Com fundamento no art. como objeto do concurso. ainda que não viva à suas expensas. em razão da idade. uma vez que é direito do servidor. sendo vedada a progressão funcional para professor titular. julgando recurso extraordinário. mesmo que preenchidos pelos candidatos os requisitos legais. 7º. A remoção de servidor público sujeita-se ao juízo de conveniência e oportunidade da Administração Pública. SÚMULA 684: É inconstitucional o veto não motivado à participação de candidato a concurso público.VAGAS . . Exsurge configurador de desvio de poder. "Como o inciso IV (do artigo 37 da Constituição Federal) tem o objetivo manifesto de resguardar precedências na seqüência dos concursos. restringir.112/90. 5º da Portaria 76/96. Considerou-se que o mencionado requisito deveria ser aferido na data marcada para a posse. Afigura-se incabível a exigência do interstício de dois anos da nomeação. contida no art. filha única. página 56). 36 da Lei 8. o preenchimento das vagas existentes. indeferimento da prorrogação do prazo do concurso sem justificativa socialmente aceitável e publicação de novo edital com idêntica finalidade. 37. quando possa ser justificado pela natureza das atribuições do cargo a ser preenchido. a mãe em estado grave. O princípio da razoabilidade é conducente a presumir-se. ou o edital. SÚMULA 685: É inconstitucional toda modalidade de provimento que propicie ao servidor investir-se. diferença de salários. os candidatos aprovados tem direito de ser nomeados no prazo de validade do concurso. que adote esse critério para restringir o universo de concorrentes será inconstitucional. constituindo-se na mais rúptil das garantias" (Celso Antonio Bandeira de Mello.NOMEAÇÃO. ato da Administração Pública que implique nomeação parcial de candidatos. II. tem direito à remoção. por ato administrativo. sem prévia aprovação em concurso público destinado ao seu provimento. CONCURSO PÚBLICO . necessitando de cuidados especiais para realizar suas atividades básica. SÚMULA 683: O limite de idade para a inscrição em concurso público só se legitima em face do art. assegurado por lei. deixar escoar deliberadamente o período de validade de concurso anterior para nomear os aprovados em certames subseqüentes. a participação em concurso de remoção. cor ou estado civil‖ (aplicável aos servidores Na falta de justificação razoável. quando a impetrante já o preenchia.

PORTARIA.112/90 (N. A norma contida no inciso X do art. relator Ministro Maurício Corrêa) (N. 006 . O DIREITO QUE SE INSERE NA RELAÇÃO JURÍDICA. e não o momento em que o registro é requerido. O servidor que é removido a pedido.) SÚMULA 031: A Gratificação Adicional por Tempo de Serviço incide. 53 da Lei 8112/90. tão-somente. sendo devida exclusivamente ao servidor que se encontrar no exercício de suas funções. (§ 2o A partir do registro da candidatura e até o décimo dia seguinte ao da eleição. tal ajuda somente é devida quando a remoção ocorrer por iniciativa da Administração. FUNCIONÁRIO PÚBLICO. porque se trata de verba de natureza transitória e indenizatória destinada a cobrir os custos de refeição. Não cabe ao Judiciário invadir a seara do Poder Executivo para reajustar salários de servidores deste. por dia trabalhado no efetivo desempenho do cargo. ANTES DAQUELE PRAZO. licenças. e não "ex officio". sob pena de locupletamento da Administração. O auxílio-alimentação é devido.: ver decisão mais recente do STF em contrário) O momento considerado como registro da candidatura. o servidor. quando a posse neste novo cargo se deu antes da EC 20/1998. consoante precedentes do STJ.A. assegurada revisão geral anual. para atender o interesse do serviço. 37 da Constituição Federal ‗a remuneração dos servidores públicos e o subsídio de que trata o § 4º do art. sempre na mesma data e sem distinção de índices (destaquei) é programática. É possível a acumulação de proventos de aposentadoria com vencimentos do cargo público. tem direito de afastar-se do exercício do cargo. sobre o valor do vencimento-base. 86. não tem direito à ajuda de custo. são devidas as diferenças remuneratórias pelo período em que foi exercida. etc). ainda que em estágio probatório. da Lei 8. 102 da Lei 8. REMOÇÃO EX OFFICIO. vedados quaisquer outros adicionais. constante do § 2º. 65 da Lei Complementar 35/79. devendo a Administração demonstrar objetivamente o seu interesse. HlPÓTESE EM QUE A PRESCRIÇÃO ATINGE O PRÓPRIO DIREITO POSTULADO. não fazendo qualquer exclusão em relação ao período de férias ou de licença. uma vez que. assegurados os vencimentos do cargo efetivo.A. o servidor fará jus à licença.A PRESCRIÇÃO DECORRENTE DA RELAÇÃO DE EMPREGO DE NATUREZA ESTATUTÁRIA ABRANGE APENAS AS PRESTAÇÕES ANTERIORES NÃO COMPREENDIDAS NO QÜINQÜÊNIO PREVISTO NA LEI. O auxílio-alimentação não pode ser incorporado à remuneração nem aos proventos de aposentadoria. SERVIDOR PÚBLICO. segundo entendimento do Supremo Tribunal Federal. PELA ADMINISTRAÇÃO.112/90. A remuneração dos magistrados é rígida nos exatos termos e limites do art.: o referido artigo considera como tempo de efetivo desempenho do cargo as férias. com opção pela remuneração respectiva. SALVO SE. A garantia constitucional da irredutibilidade de vencimentos não significa direito adquirido ao regime jurídico que disciplina as relações do servidor com a Administração. não está obrigado a devolver a contraprestação recebida. aos servidores públicos. para participar de curso de formação profissional para provimento de cargo da Administração estadual. . recebendo de boa-fé remuneração por enquadramento indevido. pela prestação prévia do serviço O funcionário público federal. embora sem direito ao enquadramento. Pelo desempenho de função diversa do cargo. nos termos do art. por erro exclusivo da Administração. conforme o art. é o do deferimento do pedido. DESVIO DE FUNÇÃO. O ato de remoção ex officio do servidor público deve ser motivado. 39 somente poderão ser fixados ou alterados por lei específica. tampouco à forma de cálculo de sua remuneração. NEGADO. em homenagem ao princípio da isonomia.‘ (MS 2245-1/DF. somente pelo período de três meses. observada a iniciativa privativa em cada caso. art.

que não tem função legislativa. § 3º.As substituições de cargos ou funções de direção ou chefia ou de cargo de natureza especial ocorridas a partir da vigência da Medida Provisória nº 1. ressalvado o disposto no inciso anterior e no art. e até o advento da Lei nº 9. contudo. por isso mesmo. da CF não assegura a passagem do militar para a reserva remunerada . O princípio da irredutibilidade de vencimentos (CF. aumentar vencimentos de servidores públicos. as. todavia. A regra que assegura aos servidores públicos civis da União.que dispõe sobre a situação de servidor público em exercício de mandato eletivo .627/93. apenas. 42. SÚMULA 103: Incluem-se entre os imóveis funcionais que podem ser vendidos os administrados pelas Forças Armadas e ocupados pelos servidores civis. da CF. SÚMULA 672: O reajuste de 28. da CF.. concedido aos servidores militares pelas Leis 8. feitas pelos estados. ao vice-prefeito a opção prevista no art.86%. § 2º) .” .” ) O fato de a CF não atribuir expressamente aos servidores públicos militares garantia de remuneração não inferior ao salário mínimo . 39. 38. Não ofende o art. a pretexto de suprir suposta omissão do legislador em regulamentar o disposto no referido § 1º do art. não geram direito à remuneração correspondente ao cargo ou função substituída. florestas. o art. estende-se aos servidores civis do Poder Executivo.” ) acórdão que. art. quando iguais ou inferiores a trinta dias. SÚMULA 682: Não ofende a Constituição a correção monetária no pagamento com atraso dos vencimentos de servidores públicos. Estados e Municípios ―adicional de remuneração para as atividades penosas.não impede que o Estado-membro o faça. 38. da CF . nos termos da lei. dependendo de regulamentação no âmbito de cada uma dessas esferas de governo. autorizam. e 7º.Ofende o art. XXIII) não é auto-aplicável. SÚMULA 478: As margens dos rios navegáveis são domínio público. § 2º. equipara a remuneração de membros de carreira do Executivo (auditores do Estado) à dos membros de carreira do Legislativo (auditores de Tribunal de Contas). insuscetíveis de expropriação e. Aplcação da Súmula 339 do STF (“Não cabe ao Poder Judiciário. XIII. § 1º. jazidas.522. Ao dispor que “o militar em atividade que aceitar cargo público civil permanente será transferido para a reserva. 37. in fine. 39. da CF (“é vedada a vinculação ou equiparação de vencimentos. Acumulação de Cargos. a redução de percentual de gratificação incidente sobre o vencimento base. . espaço aéreo e tombamento.ao contrário do que ocorre em relação aos civis (CF. 39. para afastar a incidência recíproca de adicionais por tempo de serviço.527. ‖ (CF arts. 023 . sob fundamento de isonomia. fauna. observadas as eventuais compensações decorrentes dos reajustes diferenciados concedidos pelos mesmos diplomas legais. 37. A pretendida acumulação não se enquadra nas ressalvas previstas no art. insalubres ou perigosas. SÚMULA 477: As concessões de terras devolutas situadas na faixa de fronteira. 37. Regime Jurídico e Coisa Julgada. XV) impede a diminuição do quantum percebido pelo servidor. em relação aos possuidores. A coisa julgada não impede a aplicação imediata de lei que modifique a forma de cálculo da remuneração de servidor público. para o efeito de remuneração de pessoal do serviço público. assegurando-se. permanecendo o domínio com a união. ainda que se mantenha inerte ou tolerante.662/93 e 8. XVI. não. 39 da CF.decisão que nega a vice-prefeito empregado de empresa pública a acumulação da remuneração proveniente desse emprego com a verba de representação referente ao mandato eletivo. SÚMULA 679: A fixação de vencimentos dos servidores públicos não pode ser objeto de convenção coletiva. de 10/12/1997. o uso. excluídas de indenização. art. de 11/10/1996. II. SÚMULA 681: É inconstitucional a vinculação do reajuste de vencimentos de servidores estaduais ou municipais a índices federais de correção monetária.

Estando o imóvel desapropriado em nome de outrem. na espécie. que modificou o art. de posse imemorial de populações indígenas. 27 do DecretoLei 3. merece confirmação. salvo quanto à expressão ‗não podendo os honorários ultrapassar R$ 151. nas áreas dadas como ocupadas indevidamente pelo poder público.Não é nulo o processo de tombamento que. dentro do prazo de sessenta dias. a contar do recebimento da notificação. sob pena de supressão de instância. fez chegar ao conhecimento dos proprietários do imóvel a ser tombado. Dessa decisão não caberá recurso. É inconstitucional a desapropriação de imóvel rural produtivo para fins de reforma agrária. ou seja. pedido que ao tribunal não é dado. dentro de outros quinze dias fatais. de forma inequívoca. a contar do seu recebimento. servidão administrativa. ‗serão fixados entre meio e cinco por cento do valor da diferença‘ entre o valor ofertado pelo expropriante e o da indenização. 3º) se a impugnação for oferecida dentro do prazo assinado.365/41. dentro do prazo de quinze dias. 9º do Decreto-Lei 25/37. Os honorários advocatícios. Moreira Alves – DJU 13/09/2001.) . que proferirá decisão a respeito. 2º) no caso de não haver impugnação dentro do prazo assinado. rejeita o pedido. O preço de mercado do bem desapropriado deve ser estimado em sua integralidade. as providências tendentes à efetivação do tombamento. nega pedido de levantamento do valor das acessões. será o processo remetido ao Conselho Consultivo do Serviço do Patrimônio Histórico Nacional. (Artigo 9º O tombamento compulsório se fará de acordo com o seguinte processo: 1º) O Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Se a pretensa cadeia dominial apresentada pela parte. fundamento não infirmado pelos recorrentes. apreciar à luz de fundamento não analisado pela instância de origem: de que os recorrentes a elas têm direito como possuidores do imóvel.000.00‘. correta se revela a sentença que. Proteção ambiental e seus fundamentos constitucionais. ou para. se o quiser impugnar. p. O Federalismo e o meio ambiente. por seu órgão competente. Gestão do patrimônio ambiental. Min. devem obedecer aos critérios definidos pela Medida Provisória 1577/97. que é fatal. que. Em seguida. não podendo essa indenização alcançar valor superior àquele que o imóvel com essa acessão possui no mercado imobiliário. baseada em tal premissa. a fim de sustentá-la. O INCRA não tem direito à imissão na posse de imóvel rural enquanto ainda é discutido judicialmente se o imóvel é produtivo ou não. independentemente de custas. como negócio jurídico meramente obrigacional. não tem aptidão para originar o domínio. notificará o proprietário para anuir ao tombamento. tem origem na aquisição de meros títulos de posse de terras públicas. Supressão de instância. requisição. independentemente da certificação da existência (ou não). não havendo se falar em indenização em separado da cobertura fl orística. negando a titularidade do direito de propriedade. . em virtude de ter sido suspensa sua eficácia pelo colendo Supremo Tribunal Federal. ao órgão de que houver emanado a iniciativa do tombamento. iação. por ocasião do julgamento da ADIn 2332-2 (Rel. far-se-á vista da mesma. em consonância com o princípio constitucional que assegura o pagamento de justo preço em razão de ato expropriatório do Poder Público. ocupação temporária e limitação administrativa) e função social da propriedade. A cobertura florística economicamente explorável deve ser indenizada. si et in quantum. 1). Levantamento do valor das acessões com base na posse. o diretor do Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional mandará por simples despacho que proceda à inscrição da coisa no competente Livro do Tombo. embora não tenha observado todas as formalidades contidas no art. a decisão que. Registro do imóvel em nome de outrem. para justificar pedido de indenização por desapropriação indireta. oferecer dentro do mesmo prazo as razões de sua impugnação.

Honorários advocatícios. 15 . Integram o preço da terra as florestas naturais. já consumada. Incumbe ao poder público exigir. ao dizer que decorrido o prazo superior a um ano. tendo-se consumada a imissão provisória na posse sem o cumprimento do pressuposto da avaliação judicial prévia.) Desapropriação. lote em situação igual àquela do terreno perdido. não cabe indenização por jazidas de minério existentes no subsolo do imóvel. de ofício ou a requerimento da parte. tudo se resolve com a cobrança de contribuição de melhoria. o juiz ou o Tribunal determinará a correção monetária. devem ser contados na forma prevista no art. não se aplica à desapropriação. Merece confirmação a sentença que. salvo se a autorização de lavra já houver sido concedida. Valor da terra. O preceito constitucional é claro e imperativo nesse sentido. elaborado pelo método comparativo. na desapropriação. na mesma região. Estudo de Impacto Ambiental – EIA e Relatório de Impacto Ambiental – Rima. Desde que seu proprietário não possua outra. no final da ação de desapropriação . não cabendo. de 24/08/01). nos autos de desapropriação de imóvel urbano. não impede a realização de nova perícia. . matas nativas e qualquer outro tipo de vegetação natural. não são devidos honorários advocatícios ao expropriado (Cf. § 2º.183. É de natureza real a ação de perdas e danos ajuizada pelo expropriado contra o expropriante. ao assentar que só a perda da propriedade.Desapropriação. na forma da lei. para instalação de obra ou atividade causadora de signifi cativa degradação ao meio ambiente. caput e § 1º. no regime da Constituição Federal de 1988 (art. da data da perícia. 3. devidos em razão do atraso no pagamento da indenização. Se a valorização resultou de benefícios operados pelo expropriante. corrige-se a falha. IV. em nome do princípio constitucional da justa indenização. DESAPROPRIAÇÃO. I. POSSE. por falta de amparo constitucional e legal. devendo a União Federal resgatá-los por seu valor nominal. Reforma agrária. 185. exceto em situações excepcionais.365/41 (MP 2. jamais com o pagamento de preço injusto. 5º. de 24/08/01). IMÓVEL URBANO. Podem eles. Tratando-se de desapropriação por utilidade pública. III. DESAPROPRIAÇÃO. REALIZAÇÃO. IMISSÃO. XXIV). do DL n. determinar sua realização. a jurisprudência firmada pelo Supremo Tribunal sob a égide das Cartas anteriores. fixa o valor da indenização em harmonia com laudo (administrativo) que. Não é correta a decisão que não condicionou. em nenhuma hipótese. I. 26. NOVA PERÍCIA. inciso IV – CF). 12. não autoriza a desapropriação-sanção prevista no art. O dono de bem desapropriado por interesse social para fins de reforma agrária não tem direito à compensação por eventual deságio ocorrido no resgate antecipado de Títulos da Dívida Agrária. a indenização separada de cobertura vegetal. No caso de desapropriação de um lote de terreno.365/1941. se constatada sua necessidade. mediante laudo elaborado por perito judicial do juízo. o fato de haver deixado de sê-lo após a referida invasão. estudo prévio de impacto ambiental. por desvio de finalidade na utilização do imóvel objeto de desapropriação. exigência que. a partir da avaliação. Tendo a sentença fixado o valor da indenização em sintonia com o valor da oferta. I). 27 do Decreto-Lei 3. corrigido monetariamente. não podendo o preço apurado superar.e não a imissão provisória na posse do imóvel está compreendida na garantia da justa e prévia indenização. de 24/08/01. envolvendo terra nua e acessões.183-56. o preço de mercado do imóvel (Lei 8. a que se dará publicidade (art. Subsiste. quando a matéria não lhes parecer suficientemente esclarecida (art.629/93 . § 1º do art. II. 225. Sendo o imóvel produtivo enquanto explorado por seus proprietários. a indenização será justa na medida em que o expropriado possa adquirir. a imissão provisória na posse ao depósito integral do valor que deveria ter sido apurado em avaliação judicial prévia. 184 da CF. não importando que se realize em época posterior à imissão na posse. julgando ação de desapropriação.365/41. com a redação da MP 2.art. com a redação que lhe deu a MP 2. Nesse caso. a média propriedade rural é insuscetível de desapropriação para fins de reforma agrária (CF.183. 437 do CPC). um dos itens componentes do justo preço. Imóvel rural. Juros moratórios. art. A indenização só é justa se for suficiente para que o expropriado adquira bem da vida correspondente àquele que lhe foi subtraído. Os juros de mora. revelase tradutor do preço de mercado do imóvel.B do Decreto-Lei 3. O art.

C. da CF (―aos litigantes. a média propriedade rural proveniente de superfície originariamente maior. DESAPROPRIAÇÃO. 3º do DL 1075/70 .. Imissão Provisória e Desapropriação. salvo o caso de desapropriação por necessidade ou utilidade pública ou por interesse social. Jazidas de minerais. antecipadamente. Com esse fundamento. art. se levados os títulos ao mercado. art.629-93. Indenização em títulos da dívida pública. previamente. 185. O que a Constituição exige é que seja preservado o seu valor real. 184).R. antecipadamente. 184)..‖). regularmente registrada no registro de imóveis da Comarca. . .que admite a imissão provisória na desapropriação de imóveis residenciais urbanos "se o expropriante complementar o depósito para que este atinja a metade do valor arbitrado". art. Inviabilidade. por terceiro sem poderes de representação (porteiro de edifício)./67.F.F. será diferido no tempo . mediante prévia e justa indenização em dinheiro. portanto. O art. XXIV: ―a lei estabelecerá o procedimento para desapropriação por necessidade ou utilidade pública. para levantamento de dados e informações. É insusceptível de desapropriação. e aos acusados em geral são assegurados o contraditório e a ampla defesa. mais de oito anos antes da edição do decreto expropriatório (Constituição. DESÁGIO. § 22: ―É assegurado o direito de propriedade. por considerar inválida a notificação a este remetida por via postal e recebida. § 2º. 184: os títulos são entregues ao credor. e não o é com a CF/88 (art. 184).95). areia. em princípio. I.. I. previamente. III. (C.11. A notificação a que alude o § 2º do art. A Constituição é que estabelece que o resgate dos títulos. ou não. o Tribunal deferiu segurança impetrada contra decreto do Presidente da República que declarara de interesse social para fins de reforma agrária imóvel rural de propriedade do impetrante.. para levantamento de dados e informações. portanto. pelo que se atende à exigência da indenização prévia.. com cláusula de preservação do valor real (C. art. em processo judicial ou administrativo.‖). conforme A. sob pena de nulidade do procedimento administrativo que antecede o ato expropriatório..Inviabilidade.. ART./88. C. o Tribunal.95) e 22165-MG (DJ de 07. fica a União. SÚMULA 023: Verificados os pressupostos legais para o licenciamento da obra.F. se levados os títulos ao mercado.F. mas diferido no tempo. com prévia notificação .F. com cláusula de preservação do real (C.‖) deve ser feita diretamente ao proprietário do imóvel ou a seu representante legal.. ressalvados os casos previstos nesta Constituição.não era incompatível com a CF/69 (art. pelo que se atende à exigência da indenização prévia. autorizada a ingressar no imóvel de propriedade particular. . através do órgão federal competente. A Constituição é que estabelece que o resgate dos títulos. 4º. art. não o impede a declaração de utilidade pública para desapropriação do imóvel. sob pena de violação ao art."resgatáveis no prazo de até vinte anos. e Lei nº 8.. quando a desapropriação for efetivada. entendeu que a referida notificação tem de ser feita prévia e pessoalmente ao proprietário ou proprietários do imóvel. formalidade essencial à validade da declaração de interesse social para fins de reforma agrária. 161. art. ou por interesse social. "pro soluto". salvo existência de concessão de lavra. incompatível com a CF/69 e não o é com a CF/88. mediante justa e prévia indenização em dinheiro. 184: os títulos são entregues ao credor. sempre que esse valor seja superior à oferta . a partir do segundo ano de sua emissão". com prévia notificação. de obrigar-se o poder público a garantir compensação pelo deságio. 184).fica a União. 2º da Lei 8629/93 (―Para fins deste artigo. através do órgão federal competente.. (C.F. 153. a). art.12. 184. "pro soluto". INDENIZAÇÃO EM TÍTULOS.” ) constituiria. entregues "pro soluto". a partir do segundo ano de sua emissão". da Lei 8629/93 (“. Reforma Agrária: Notificação Prévia.F. 2º.. art. art.. entregues "pro soluto". com os meios e recursos a elas inerentes. mas o valor da obra não se incluirá na indenização. O que a Constituição exige é que seja preservado o seu valor real. autorizada a ingressar no imóvel de propriedade particular.F. será diferido no tempo "resgatáveis no prazo de até vinte anos.‖). 5º.Indenização em títulos da dívida pública. C. II.Concluindo o julgamento de mandado de segurança em que se discutia sobre se a notificação prevista no art. C. para fins de reforma agrária. reafirmando a orientação fixada no julgamento dos MS 22164-SP (DJ de 17. porém objeto de escritura amigável de divisão. LV. REFORMA AGRÁRIA. mas diferido no tempo. de obrigar-se o poder público a garantir compensação pelo deságio. pedras e cascalho: não são indenizáveis. 5º.

por parte do seu titular. assim os frutos que deixou de receber ou que poderia vir a receber. incidem a partir da imissão na posse. confi gurando apenas uma limitação ao uso pleno da propriedade. calculados sobre o valor da indenização. os juros compensatórios são devidos desde a antecipada imissão na posse e. na desapropriação indireta. propicia também. o poder desapropriante. A Seção reafirmou. SÚMULA 067: Na desapropriação. A constituição de servidão administrativa. ainda que por mais de uma vez. o pagamento dos juros moratórios e compensatórios. na desapropriação direta ou indireta. independentemente da citação do réu. para compensá-los pela perda antecipada da posse do imóvel. c) do valor cadastral do imóvel. SÚMULA 056: Na desapropriação para instituir servidão administrativa são devidos os juros compensatórios pela limitação de uso da propriedade. a importância do depósito. da mesma forma. cabe a atualização monetária. (§ 1° . todos os direitos inerentes aos respectivos títulos. na desapropriação direta. b) da quantia correspondente a vinte vezes o valor locativo. SÚMULA 012: Em desapropriação. incidem a partir da ocupação. pode exercer.365/41 (Lei da Desapropriação por utilidade pública). corrigidos monetariamente. substituindo. . implicando o pagamento de indenização. imitido na posse. para fins de lançamento do imposto territorial. estando o imóvel sujeito ao imposto predial e sendo menor o preço oferecido. 15. A servidão administrativa de eletroduto não implica transferência do domínio para o poder público. 40). pressão ao abuso do poder econômico. que são devidos juros compensatórios sobre o valor da indenização na desapropriação de imóvel rural para fins de reforma agrária. nas ações expropriatórias. caso o imóvel esteja sujeito ao imposto predial. JUROS COMPENSATÓRIOS.365/41 – art. independente do decurso de prazo superior a um ano entre o cálculo e o efetivo pagamento da indenização. à imagem e semelhança da desapropriação (DL 3. não constitui anatocismo vedado em lei. na desapropriação indireta. itens que usualmente integram o justo preço. SÚMULA 102: A incidência dos juros moratórios sobre os compensatórios. mesmo que este esteja classificado como improdutivo.do Dl. SÚMULA 114: Os juros compensatórios. independentemente de avaliação. a partir da imissão na posse. calculados sobre o valor da indenização. contam-se desde o trânsito em julgado da sentença.SÚMULA 476: Desapropriadas as ações de uma sociedade. o juiz fixará. d) não tendo havido a atualização a que se refere o inciso "c". orçada pelos precedentes entre 20 e 30% do valor do domínio pleno. § 1º. 3. caso o referido valor tenha sido atualizado no ano fiscal imediatamente anterior. PROPRIEDADE IMPRODUTIVA. tendo em vista a época em que houver sido fixado originariamente o valor cadastral e a valorização ou desvalorização posterior do imóvel. e não dependem de rentabilidade deste. mediante o depósito: a) do preço oferecido. podendo. se este for superior a vinte vezes o valor locativo.) Os juros compensatórios são devidos aos expropriados. a partir da efetiva ocupação do imóvel. em certas circunstâncias. são cumuláveis juros compensatórios e moratórios. SÚMULA 652: Não contraria a Constituição o art. SÚMULA 069: Na desapropriação direta. A base de cálculo do juros compensatórios na desapropriação foi definida pelo STF na ADIn 2332 como a diferença eventualmente apurada entre oitenta por cento do valor da oferta e o valor da indenização definitivamente fixado na sentença. por maioria.A imissão provisória poderá ser feita. elevar-se um pouco mais. SÚMULA 070: Os juros moratórios. urbano ou rural. SÚMULA 113: Os juros compensatórios. corrigido monetariamente. desde logo. mediante pagamento de indenização que expresse o valor de mercado da limitação.

senão mediante garantia do juízo. presentes que se acham tais aspectos circunstanciais peculiares. Inocorrência. é vedada a celebração do Termo de Compromisso de Cessão de Prática sob Investigação (TCPP). Os advogados de estatais não podem ser responsabilizados. não se afigura juridicamente adequado imputar-se à Administração atitude preteritória no que concerne aos candidatos não classifi cados dentro do número de vagas oferecidas em função do concurso (1.) ministrativo.500 vagas). ainda não declarado inconstitucional. Posterior absolvição pelo Tribunal do Juri. Não cabe indenização por inscrição do devedor em cadastro de inadimplentes.Aos que praticam a infração econômica consistente na formação de cartel. Não cabe indenização por parte de estatal quando esta comunicou aos órgãos encarregados da persecução penal fatos que em tese seriam crimes. por atos nos quais participaram apenas com pareceres. se não for garantido o juízo no valor das multas aplicadas. .884/94. correspondente ao valor dela. Isso porque não houve erro judiciário ou prisão além do tempo fixado na sentença. estando a Administração impedida de celebrar tal termo. Rel. assim como de prestação de caução. ao fi nal da ação penal. A Administração em juízo. em tema de responsabilidade civil. ou prestação de caução arbitrada pelo juízo. Min. Erro judiciário penal. (Art. Prisão provisória devidamente justificada. 65 da Lei 8.O oferecimento de embargos ou o ajuizamento de qualquer outra ação que vise a desconstituição do título executivo não suspenderá a execução. A multa aplicada pelo Cade não pode ter sua exigibilidade suspensa. se ele realmente estava inadimplente. no ordenamento constitucional positivo. a teor do art. eis que não possui atribuição legal de encerrar as atividades da empresa. controle judiciário e meios. DJ de 02/10/81). legislativo. descaracterizada a responsabilidade civil objetiva da União. inclusive no que tange a multas diárias. a teoria do risco integral (RE 78. I. Firmino Paz. fechando suas portas. mesmo que o réu. que garanta o cumprimento da decisão final proferida nos autos. além do que a Constituição determina que o advogado é inviolável por suas manifestações. mas tão só de exercer a fiscalização das instituições financeiras e aplicar as sanções legalmente previstas (art. ainda que o inquérito policial tenha sido arquivado. em conjunto com os administradores. controle externo a cargo do Tribunal de Contas. O Banco Central do Brasil não deve ser responsabilizado civilmente por danos patrimoniais causados a consumidores por empresa que atuava no mercado financeiro de forma clandestina.569/PR. exceto se tais pareceres foram lavrados com má-fé. Isso porque não praticaram atos de gestão e os pareceres não têm força vinculante. Exsurge. 44 da Lei 4595/94). 65 . a ser fixada pelo juízo. em conseqüência. Havendo dissídio jurisprudencial acerca da possibilidade de se limitar o número de convocados (aprovados em concurso público) de acordo com a conveniência administrativa. venha a ser absolvido (precedente do STF). dado que não se adotou. nos termos da lei. Decreto judicial de prisão provisória devidamente fundamentado não constitui erro judiciário.

a demanda foi proposta dentro do prazo legal. levando em consideração as peculiaridades de cada caso. já que a autora não comprovou prejuízo ou constrangimento de maior gravidade. A divulgação. IV. Transferência entre instituições de ensino. pelo período de 2 anos. I.") decisão que. por ação ou omissão do Poder Público. a posse dos autores em cargo de vereador (CF. causa-lhe ferimento à imagem. Cabe ao juiz. mas apenas o nexo de causalidade entre sua conduta e o dano dela resultante. nessa qualidade.ATO OMISSIVO VERSUS ATO COMISSIVO. II.. § 6º. A fixação do valor da indenização pelos danos morais em R$ 6. quanto a este. de histórico escolar do estudante. do servidor militar. e 391). Quanto ao pedido de indenização por danos morais. Se de um lado. não se exige que o servidor público tenha agido no exercício de suas funções. art. pois os prejuízos supostamente suportados pela autora ocorreram no ano de 1992. Responsabilidade civil do Estado. em virtude de erro na contagem de votos realizada pela Justiça Eleitoral. II. V. O pedido de indenização pelos danos materiais está acobertado pela prescrição qüinqüenal. não é necessário que a vítima comprove a culpa do agente público. Os cadastros de pessoa física da autora e da contribuinte homônima. III. conforme era facultado à União (CPC. sendo cabível indenização por dano moral. guiando-se pelo princípio da razoabilidade. exime o Estado do dever de repará-lo.Não ofende o art. Com esse entendimento. pela entidade de ensino. sendo que a ação só foi ajuizada em junho/98. causarem a terceiros.. via laudo médico. I. cujas conseqüências danosas daí decorrentes impõem à União a responsabilidade pela reparação dos danos causados. força maior ou culpa de terceiro. de CPF em duplicidade. A simples afi rmação de que os documentos oferecidos acham-se desprovidos de autenticação por si só não invalida a sua veracidade.incide a responsabilidade objetiva. deve o prejudicado demonstrar a culpa ou o dolo. porquanto não se argüiu nem se comprovou sua falsidade no momento oportuno. 37.MORTE DE POLICIAL MILITAR . especialmente se restou comprovado que o dano sofrido decorreu da omissão da Administração em providenciar segurança adequada em prédio onde funciona repartição pública. É cabível indenização por danos morais em favor de servidor que foi agredido em serviço. 333. versando a controvérsia sobre ato comissivo liberação. RESPONSABILIDADE CIVIL . Tratando-se de responsabilidade civil objetiva.000. à evidência. em se tratando de ato omissivo do Estado. a Turma confirmou acórdão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que julgara improcedente ação indenizatória movida contra o Estado por viúva de vítima de latrocínio praticado por detento meses após sua fuga da prisão. para feitura de curso e prestação de serviços .. pela Receita Federal. que atrasou. É cabível indenização por danos materiais e morais. 37. bem assim o depoimento pessoal prestado por esta última revelam a emissão. § 6o). sem sua autorização. o Estado deve ser responsabilizado. Pretendida indenização por danos materiais e morais. Emissão de CPF em duplicidade. logo. de outro. Para fins de reconhecimento da responsabilidade civil do Estado. tal quantum está em linha com a jurisprudência da Turma. além disso. não há responsabilidade estatal nos casos de culpa da vítima. Contribuintes homônimos. Uma vez demonstrado o nexo de causalidade entre o prejuízo e o fato danoso e injusto ocasionado.00 (seis mil reais) é sufi ciente para reparar o dano sofrido. não se operou a prescrição. Reconhecimento da prescrição quanto aos danos materiais. zes e Bases da Educação Nacional). uma vez que o motivo que o ensejou – a inscrição do nome da autora no Serasa – deu-se em novembro/94. da CF ("As pessoas jurídicas de direito público e as de direito privado prestadoras de serviço público responderão pelos danos que seus agentes. Ainda que tenha sido adotada no Brasil tal teoria. arts. . Precedente do Tribunal. bastando que tenha agido na qualidade de servidor público. 389.ESTADO . fixar o valor da indenização. afirmando a inexistência de nexo de causalidade entre a conduta do agente público e o dano sofrido por terceiro.

I. de acordo com o art.419/77. OU INADIMPLÊNCIA. É vedada à instituição universitária a cobrança de taxa para expedição e entrega de diplomas de nível superior. É cabível a exigência de realização de prova. Ao aluno que concluiu o curso.: CRF. § 2º. CREA. se os membros da comissão revalidante têm dúvidas acerca da equivalência dos estudos realizados pelos candidatos. No exercício de atividade delegada do Poder Público. inclusive com a colação do grau respectivo. 4º. art. prevista no art. art. NÃO AUTORIZAM RESTRIÇÕES AO EXERCÍCIO DAS ATIVIDADES ACADÊMICAS DOS SEUS BENEFICIÁRIOS POR PARTE DA INSTITUIÇÃO DE ENSINO.394/96. b. Lei 9. Títulos e Diplomas de Ensino Superior na América Latina e no Caribe. 48. não é assegurado direito adquirido ao reconhecimento automático de seu diploma. 207 da CF/88. obtido em instituição de ensino superior estrangeira. não havendo se falar em direito adquirido dos estudantes à manutenção da grade curricular vigente no momento do ingresso no curso. emergindo justamente daí o direito subjetivo ao diploma. submete-se a instituição de ensino superior particular à regra do art. etc) A aplicação imediata ou não das alterações curriculares ocorridas durante o curso superior caracteriza decisão discricionária da instituição de ensino superior.029 . e a Resolução 1°/02 do Conselho Nacional de Educação – Câmara de Ensino Superior do Ministério da Educação. desde que não inferior ao piso legal. da CF. sua situação fático-jurídica. uma vez que o valor da anuidade escolar já inclui o diploma de conclusão de cursos. nos termos do art. § 1º. independentemente do pagamento de taxas: b) a obtenção de certidões em repartições públicas. quando já matriculado em um. de maneira que a anulação de sua investidura exige observância ao princípio constitucional do devido processo legal. da Lei 9.Não cabe a exigência de estágio profissionalizante para efeito de matrícula em curso superior. 5º. da Resolução CNE/CES 1/02. Os graduados em cursos ainda em fase de reconhecimento têm direito ao registro provisório no conselho da sua profissão (ex.394/96. Verificada a ocorrência de suposta fraude no certame. Não retroage norma administrativa que institui critérios mais rígidos de jubilamento de estudante do ensino superior. consolidou-se. como resultava da Convenção Regional sobre o Reconhecimento de Estudos. SÚMULA 039: A DEMORA. compete à instituição de ensino deflagrar procedimento administrativo tendente à sua apuração. (XXXIV . que não se transformou em direito adquirido por força da superveniente revogação do mencionado decreto. Dentro desta linha de raciocínio. NOS REPASSES DE VERBAS PÚBLICAS PARA O PROGRAMA DE CRÉDITO EDUCATIVO. 7º. e Resolução 1°/02-CNE/CES/MEC. § 2º. abrigada pela autonomia didático-científica. para defesa de direitos e esclarecimento de situações de interesse pessoal) A aprovação em concurso vestibular gera direito subjetivo ao candidato que logrou êxito no certame. SÚMULA 032: A freqüência mínima do aluno deve ser apurada sobre o número de aulas dadas. Curso superior realizado no exterior. . pois. inciso LV). Diploma de curso superior obtido em país estrangeiro deve ser revalidado por universidade pública brasileira. que promulgou a aludida Convenção. No entanto. do Ministério da Educação. permitiu-se ao Impetrante a conclusão do curso superior sem qualquer óbice. a colação do grau acadêmico impõe a expedição do diploma universitário respectivo pela unidade de ensino. Possuía este tãosomente expectativa de direito. com a observância do contraditório e da ampla defesa (Constituição Federal. XXXIV. Somente se houver previsão em lei é que a instituição de ensino superior pode proibir o aluno de se matricular em outro curso. se assim previsto no estatuto ou regimento da instituição de ensino. para fins de revalidação de diploma de médico. 5º. II. se diante da inércia da Universidade. Necessidade de revalidação do diploma por universidade pública brasileira.são a todos assegurados. ainda que haja ele iniciado seus estudos sob a égide do Decreto 80. quando já em vigor a dita norma legal. de forma que a omissão da autoridade coatora em efetuar sua expedição viola direito líquido e certo do aluno na obtenção do certifi cado de conclusão.

SÚMULA 048: Não se aplica aos servidores militares transferidos ex officio e a seus dependentes a exigência de congeneridade entre a instituição de ensino superior de origem e a de destino. uma vez que compete à instituição de ensino superior a verificação de tal condição durante a realização do devido processo seletivo. da CF/88). na qualidade de servidor. embora tenha ingressado inicialmente em outra instituição particular. V. Federal Fagundes de Deus. o Decreto 77. 3º da MP 1. prevista no art. mesmo que congêneres. não cabendo à Caixa Econômica Federal questionar seu acesso ao programa.455/76 prevê o reconhecimento automático. MEDICINA. independente da existência de vagas. Rel. Não há qualquer respaldo legal para transferência de faculdades. Ao agente fi nanceiro compete. por motivo de doença. INCONSTITUCIONALIDADE. CRIAÇÃO. observando-se o requisito da congeneridade. Não se aplica a empregados de pessoas jurídicas privadas o direito de matrícula em instituição de ensino superior por conta de mudança de cidade. sob o argumento de que sua condição sócio-econômica não é abrangida por este. por ele instituídas (§ 1º do art.00.30. A Turma. por outra instituição. ao entendimento de que se revela manifestamente discriminatório processo seletivo levado a efeito por universidade federal. sendo desnecessária a adaptação obrigatória. computando-se a atribuição dos créditos correspondentes e os demais efeitos para o normal prosseguimento do curso. Em se tratando de transferência de aluno de estabelecimento de ensino superior. Ademais. PROCESSO SELETIVO. tem direito de efetivar o contrato de financiamento.o aluno do curso profissionalizante está apto a ingressar em instituição de ensino superior mediante exame vestibular. que institui critério de reserva de vagas a candidatos que residam no âmbito do Município da instituição de ensino superior. julgado em 24/08/05. para a formação de profissionais em curso de graduação. Se o aluno estudava em localidade que não tinha escola pública. negou provimento à remessa oficial em mandado de segurança. A competência para a escolha e indicação dos alunos benefi ciados pelo Fies – Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior. Se o cônjuge estava matriculado em instituição pública na época da transferência. é exclusiva do Ministério da Educação e Cultura e das Comissões de Seleção e Acompanhamento. tão-somente. 1º da Lei 9. observados os requisitos legais. de matérias concluídas com aprovação que integrem o currículo mínimo de qualquer curso de estabelecimento autorizado. que só é necessário à habilitação técnica do estudante. a destinação de vagas para os habitantes de determinado Município ofende os princípios da impessoalidade e da isonomia. classificado dentro do número de vagas disponíveis. tem direito a matrícula em instituição pública.SÚMULA 035: Concluídos os estudos do 2º grau.112/90. No trato de criação de curso superior de medicina. para outro lugar. neste compreendido o da igualdade de condições para o acesso aos níveis superiores de ensino (arts.972-11/00). I. e transferido. independentemente da aprovação no estágio. 37 e 208. uma cunhada dependente de servidor militar) tem direito à transferência obrigatória na instituição de ensino superior localizada na cidade de destino. não estando o ato administrativo autorizador do referido curso vinculado a esse parecer. 99 da Lei 8. para contrair matrimônio. CURSO SUPERIOR. a efetivação do contrato de fi nanciamento. Des. a matrícula do estudante. ENSINO SUPERIOR. tem direito a cursar em escola pública. 5º. não sendo lícita a inclusão de outros óbices. por conta da transferência do servidor. Aquele que convive com servidor removido e dele é dependente (no caso. REOMS 2000. . decorrente de transferência ex officio dar-se-á em qualquer época do ano. a atribuição do Conselho Nacional de Saúde é meramente opinar pela aprovação ou não. como a existência de restrição cadastral no SERASA.536/97. A teor do art. por unanimidade.002115-2/AC. O candidato à inclusão no FIES. ou seu dependente. militar. VAGAS PREDESTINADAS.

Distrito Federal. SÚMULA 041: Os índices integrais de correção monetária. observado. a que se refere o art.32% em março de 1990. ainda que nela não haja previsão expressa.87% em fevereiro de 1991.112/90. em razão de mudança de domicílio. quando mudar de domicílio por força de ser transferido ex officio.534/97. incluídos os expurgos inflacionários. soldos e pensões. ADC 5 MC / DF (17/11/1999): É constitucional o art. a serem aplicados na execução de sentença condenatória de pagamento de benefícios previdenciários. mediante delegação. proventos. a atividade que desenvolvem os titulares das serventias. independentemente da existência de vaga. ainda que originariamente tenha ingressado em instituição particular. Ao empregado de empresa de economia mista.80% em abril de 1990. salvo a inexistência. transferidos de ofício. 99 da Lei 8. arts.72% em janeiro de 1989.14% em fevereiro de 1989.SÚMULA 043: A transferência compulsória para instituição de ensino congênere. 84. Não se reconhece o direito à transferência de universidade ao dependente de militar que mudou de domicílio em razão da passagem para a reserva. que determina a gratuidade dos assentos do registro civil de nascimento e óbito. são extensivos aos servidores dos Estados. Territórios e Municípios. SÚMULA 003: Os direitos concedidos aos servidores públicos federais relativamente à transferência de uma para outra instituição de ensino. pois: a União é competente para legislar sobre a matéira (CF/88. de instituição de ensino da mesma natureza. Finalizado 55 Terminei Nelson Jobim 361 à 736 397 . não há óbice a que o Estado preste serviço público a título gratuiro. 10. 1º da Lei 9.536/97. Os servidores públicos. são de 42. 22 XXV e 236. salários. têm direito à matrícula em instituição de ensino superior do local de destino.87% em maio de 1990 e 21. é assegurado o direito à transferência entre instituições de ensino superior congênere. civis ou militares. §2º). vencimentos. bem como a primeira certidão respectiva. e a relação que estabelecem com o particular são de ordem pública. entretanto. o requisito da congeneridade em relação à instituição de origem. por interesse da administração. 5º da Lei 9. no local de destino. o cidadão tem o direito intrínseco ao exercício da cidadania. 44. no caso a Infraero. tem direito à matrícula em instituição de ensino público para os dependentes matriculados em ensino fundamental. para pessoas carentes. os emolumentos são taxas remuneratórias de serviços públicos. O servidor público militar quando removido ex officio. somente poderá ser efetivada de estabelecimento público para público ou de privado para privado. 7. por aplicação do art.

203 Reiniciar em Penal Finalizado Finalizado Finalizado Finalizado 507 117 Finalizado Finalizado Finalizado Finalizado 255/256 534 202/203 .

Ambiental 01. O meio ambiente na Constituição de 1988. TRF-1 EJ494 Precaução TRF-1 EJ494 Precaução TRF-1 EJ494 Precaução 02. TRF-1 EJ494 Constituição . Princípios gerais de direito ambiental.

Estudo Prévio de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental – EIA/RIMA. 9. Lei dos Crimes Ambientais (Lei n.2. TRF-1 TRF-1 EJ497 EJ496 Crimes ambientais Crimes ambientais .1988). TRF-1 EJ494 Impacto Ambiental 05. Sistema Nacional do Meio Ambiente: Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA.605.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturai TRF-1 EJ494 CNTBio 04.TRF-1 EJ494 Constituição 03. de 12.

de 12. 08. O Código de Mineração (Decreto-Lei n. 10. de 28. de 3. de 8.1. 9.1967).STF 397 Crimes ambientais 06. O Código Florestal (Lei n. 11. O Código de Caça (Lei n. Responsabilidade Civil: reparação do dano ecológico e meios processuais para defesa do meio ambiente.1967). 227.2. 07. 5. STJ 190 Responsabilidade . 221.2.1998).605.1997).1. 09. O Código de Pesca (Decreto-Lei n. 9. de 28.1967).2.433.197. Recursos Hídricos (Lei n.

A Convenção de Biodiversidade determina que os Estados estabeleçam a modalidade de avaliação de impacto ambiental ‗na medida do possível e conforme o caso‘. A legislação brasileira recepcionou o princípio da precaução com a obrigação que dele consta: não postergar medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental. A Convenção sobre Diversidade Biológica e a Convenção sobre Mudança de Clima adotam o princípio segundo o qual a ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada como razão para postergar medidas tendentes e evitar ou minimizar a ameaça de sensível redução ou perda de diversidade biológica. II. patrocinados. no caput do art. principalmente. a qual foi aprovada pelo Congresso Nacional e promulgada pelo Decreto 2. estudo de impacto ambiental. devem ser adotadas medidas técnicas e legais para prevenir e evitar perigo de dano à saúde e/ou ao meio ambiente. § 1º. como uma proibição do uso de tecnologia na agricultura porque o Constituinte de 1988 estabeleceu que a política agrícola levará em conta. Da dicção do art. O princípio não pode ser interpretado. a prever. na hipótese de pedido de licenciamento de atividade ou obra potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. que se adotassem medidas para defender o meio ambiente e/ou prevenir a sua destruição.794/95) arrola hipóteses que apontam para a ausência de certeza científica e nas quais precisa ser adotado o princípio da precaução: o art. O princípio da precaução não implica na proibição de se utilizar tecnologia nova. O princípio da precaução signifi ca que.974/95 dispõe que as organizações públicas e privadas. sejam necessariamente ser submetidas a procedimentos licenciatórios. isto é. O Constituinte de 1988 remeteu ao legislador ordinário a competência para regular essa imposição da obrigatoriedade do estudo de impacto ambiental nos casos em que ocorrer significativa degradação do meio ambiente. 225 da CF. A Constituição Federal vigente conferiu ao meio ambiente a dignidade de direito fundamental. bem como medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental. Quando houver ameaça de danos sérios e irreversíveis a ausência de absoluta certeza científica não deve ser utilizada para postergar medidas eficazes e economicamente viáveis para prevenir a degradação ambiental. eis que constituiu obrigações aos Poderes Públicos de que. impondo ao Poder Público e à sociedade em geral o dever de defendê-lo e preservá-lo. nos quais. Se não fosse o Brasil signatário da Convenção da Biodiversidade. A Lei de Biossegurança (8. 187. Afirma-o essencial à sadia qualidade de vida. em graus apropriados a cada tipo de risco. na forma da lei. em qualquer atividade ou obra que possam representar algum risco para o meio ambiente. financiadoras ou patrocinadoras de atividades ou projetos que envolvam OGM no território brasileiro. falta de prova científica ou ausência de certeza sobre os conhecimentos científi cos atuais. são exigidos estudos e análises de impacto. determinou que lei regulasse as normas dos incisos II e V do § 1º. como condição prévia de que as obras e atividades sejam encetadas. 2º. inciso IV) tem o dever de exigir. A norma do art. da Lei 8. para instalação de obra ou atividade potencialmente causadora de significativa degradação do meio ambiente. ainda que tal compreenda a manipulação de OGMs.Segundo a recomendação da Declaração do Rio/92 ‗o princípio da precaução deve ser amplamente observado pelos Estados. A Constituição determinou que o Poder Público (art. deverão se certificar da idoneidade técnico-científica e da plena adesão dos entes financiados. estaria obrigado a observar o principio por força do ordenamento jurídico interno. 225 é dedicada a sua proteção e assegura a todos o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. convencionados ou contratados às normas e mecanismos de salvaguarda previstos na lei. evitar ou minimizar as causas da mudança do clima e mitigar seus efeitos negativos. Incerteza científica significa poucos conhecimentos. Antes da assinatura da Convenção de Biodiversidade. 225 da Constituição Federal ressai que não há qualquer discricionariedade para a Administração Pública. da CF/88). nacionais. para o que deverão exigir a apresentação do Certifi cado de Qualidade em Biossegurança. sempre que o administrador se encontrar diante de pedido de licença para atividades ou obras com essas características. A adoção expressa princípio da precaução quanto à biodiversidade é anterior à incorporação do ius scriptum internacional. à luz da Constituição brasileira.519. se há incerteza científica.‘ O princípio de precaução passou a ser ius scriptum no Brasil porque o país assinou a Convenção sobre a Diversidade Biológica. 225. quanto a exigir ou não o estudo do impacto ambiental. o Constituinte brasileiro de 1988 já adotara o princípio da precaução quando. por ocasião da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento – ECO/92. de acordo com suas capacidades. o incentivo à pesquisa e à tecnologia (art. de 16 de março de 1998. § 3º. estrangeiras ou internacionais. .

de 1998. fazendo ou impedindo que algo se faça. mas norma de eficácia diferida. Inaplicável.Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – IBAMA e Comissão Técnica Nacio O art. previa o estudo para qualquer atividade. principalmente os hídricos (inciso VII do art. in casu.938/81 é anterior à Constituição de 1988 e não restringia a exigência do estudo de impacto ambiental às obras ou atividades potencialmente causadoras de significativa degradação do meio ambiente. ao dispor que as normas defi nidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. e uma terceira concernente ao controle de produção. 5º.605. Princípio da insignificância. porém declaram. uma outra relativa à preservação do meio ambiente. incompletas por exigências técnicas. quando julgar necessário. quais as funções que o Poder Público tem a obrigação de exercer. estaduais e municipais. no caso de obras ou atividades de signifi cativa degradação ambiental. mas há funções dependentes de lei ou regulamento que especifique e concretize o que deve ser feito ou proibido. com exigência. § 1º e seus incisos introduziram não uma norma programática. uma determinação para que se confi ra a maior efi cácia possível aos direitos fundamentais. no âmbito da imperatividade estatuída. da Lei de Biossegurança estabelece que os produtos contendo OGM destinados à comercialização ou industrialização. tão-somente. passando ele a ter redação já em conformidade a Constituição de 1988: ‗II – determinar. haja vista que a conduta tipificada no referido art. Há que se definir o que é degradação significativa como e quando se fará o estudo do impacto ambiental. no art. de 12. 225 estão.1988). comercialização e emprego de técnicas que comportem ‗risco para a vida. estabelecendo que o direito apenas será exercido na forma prevista em lei – o princípio do § 1º do art. de uma série de atividades. publicada a Lei 8. As normas dos incisos do § 1º do art.028.605. conforme previa o seu art. O art. ou ainda quando a Constituição expressamente remeter a concretização do direito ao legislador. bem assim a atividades privadas. 9. quando uma obra ou atividade potencialmente causadora de sua signifi cativa degradação (inciso IV). O Constituinte de 1988 no art. 8º) e também para editar normas e critérios para o licenciamento de atividades efetivas ou potencialmente poluidoras. § 1º. Crime contra o meio ambiente.938/81. o prejuízo econômico ou dano efetivo a outrem para a caracterização do ilícito. todavia. Meio Ambiente: Conselho Nacional do Meio Ambiente – CONAMA. Em 12 de abril de 1990. na forma da lei. de 23 de janeiro de 1986. entais (Lei n. A Lei 6. Quando a norma do direito fundamental não contiver os elementos mínimos indispensáveis que lhe assegurem aplicabilidade. Inaplicabilidade em crimes ambientais. 2º. nos casos em que a aplicação do direito pelo juiz importar infringência à competência reservada ao legislador. conferiu-se nova redação ao inciso II do art. cuja diversidade e integridade cumpre preservar e fiscalizar (inciso II do § 1º). que restou violado pela conduta do acusado. especialmente nas áreas consideradas patrimônio nacional‘. que previa a elaboração do estudo de impacto ambiental para o licenciamento. 5º da CF haverá de ceder. A Constituição definiu a matéria objeto de legislação técnica e instrumentais necessários. só poderão ser introduzidos no Brasil após o parecer prévio da CTNBio e a autorização do órgão de fiscalização competente. levando-se em consideração pareceres técnicos de outros países. 41 da Lei de Crimes Ambientais é. Não é elemento do tipo do art. § 1º. 225. da Constituição Federal é uma norma-princípio. critérios e padrões nacionais de controle e de manutenção da qualidade do meio ambiente com vista ao uso racional dos recursos ambientais. levanta a questão de como conciliar normas sem efi cácia imediata com a regra de que as normas defi nidoras dos direitos e garantias fundamentais têm aplicação imediata. provenientes de outros países. A Constituição brasileira. pelo órgão estadual competente e pela Sema. § 1º.2. a ser concedido pelos Estados e supervisionado pelo Instituto Nacional do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis – Ibama. em caráter supletivo. . requisitando aos órgãos federais. 8º da Lei 6. pacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental – EIA/RIMA. Os incisos dispõem de maneira genérica. de ‗estudo prévio de impacto ambiental‘. 8º. Precedente desta Corte.938/81 outorgou competência ao Conselho Nacional do Meio Ambiente – Conama para editar normas.Na norma constitucional há uma disposição relativa à matéria genética. O inciso IV do § 1º do art. 225 da Constituição é uma norma constitucional de efi cácia diferida (Paulo Bonavides) ou norma constitucional de efi cácia contida (José Afonso da Silva) porque seu real alcance e inteligência só podem ser estabelecidos pelo legislador ordinário a quem a norma constitucional diretamente se dirigiu. desde logo. as informações indispensáveis para apreciação dos estudos de impacto ambiental e respectivos relatórios. a realização de estudos das alternativas e das possíveis conseqüências ambientais de projetos públicos ou privados. O bem jurídico a ser protegido por essa norma é o equilíbrio ecológico. condicionadas à emanação de sucessivas normas integrativas. exemplifi cativamente arroladas em dezoito incisos. o princípio da insignificância ante a possibilidade de irreversibilidade do dano. 41 da Lei 9. a qualidade de vida e o meio ambiente‘ (inciso V). 5º. e não só daquelas que significasse alguma degradação do meio ambiente. estabelecendo um mandato de otimização. Sendo a norma exemplifi cativa. ‗provocar incêndio em mata ou floresta‘. quando disponíveis. O Conama editou a Resolução 1. A Lei 6.

Ademais. fora denunciado pela suposta prática de crime ambiental (Lei 9. nesta qualidade. e a obrigação de conservação é automaticamente transferida do alienante ao adquirente. a tentativa de se creditar ao seu presidente todo e qualquer ato lesivo ao meio ambiente atribuível à Petrobrás. . Asseverando estar-se diante de tema referente aos limites de responsabilização penal dos dirigentes de pessoas jurídicas em relação a atos praticados sob o manto da pessoa jurídica. 54). art. o (Decreto-Lei n. ecreto-Lei n. Relator ressaltou: aquele que perpetua a lesão ao meio ambiente cometida por outrem. a Turma deferiu habeas corpus para trancar ação penal proposta contra o então presidente da Petrobrás que.1967). de 28. Concluiu-se.Dirigente de Empresa e Responsabilidade Penal. Por falta de justa causa. O Min. ele mesmo está praticando o ilícito.1967). sendo que o terreno. reconhecendo a legitimidade passiva ad causam do adquirente do imóvel. entendeu-se que não se poderia imputar ao paciente o evento danoso descrito na denúncia. DESMATAMENTO. vil: reparação do dano ecológico e meios processuais para defesa do meio ambiente. DANO MATERIAL. tendo em conta os fatos descritos na inicial acusatória. de 28.605/98. 227. quando adquirido.2. inocorrente a prática de crime pelo paciente e sim. em decorrência do vazamento de um oleoduto. já se encontrava desmatado. a conduta do ex-presidente da Petrobrás a vazamento de óleo ocorrido em determinado ponto de uma malha de milhares de quilômetros de oleodutos. A Turma deu provimento ao REsp interposto pelo MP em ação civil pública. 221. em face da ausência de elemento consistente a vincular o dirigente ao derramamento de óleo. restaria evidente um grosseiro equívoco e uma notória lacuna na tentativa de vincular. Entendeu-se que. da leitura da denúncia. Trata-se de propriedade rural para atividade agropastoril em reserva legal. independentemente desse último ter responsabilidade pelo dano ambiental. ressaltou-se que a atuação de uma autoridade que dirige uma instituição como a Petrobrás se dá em contexto de notório risco. com gravíssimos efeitos penais.2.

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.veis – IBAMA e Comissão Técnica Nacional de Biossegurança – CTNBio.

assistência. objetos que guarneciam sua residência.009-90 aplica-se à penhora realizada antes de sua vigência. restringiu o alcance do regime de impenhorabilidade dos bens patrimoniais residenciais instituído nesta última.A.: súmula editada na vigência do CC/1916) SÚMULA 085: Nas relações jurídicas de trato sucessivo em que a Fazenda Pública figure como devedora. elementos e defeitos do ato jurídico. devendo a parte alegá-la. alegando impenhorabilidad 04. ATO SIMULADO. que se conta o prazo prescricional da ação para cobrança de seguro de vida. PRÓPRIA TORPEZA. 194 do CC). bens públicos. art. O devedor ofereceu à penhora um aparelho de som e um refrigerador. a restauração da vigência de lei já revogada (repristinação) – Lei de Introdução ao Código Civil. quando da formulação do requer SÚMULA 039: Prescreve em vinte anos a ação para haver indenização. porque a caracterização do bem de família supõe que a propriedade seja SÚMULA 205: A Lei nº 8. mesmo estando locado a terceiro. personalidade.A. estados. É penhorável imóvel que. Porém. Fatos jurídicos: classificação. incapacidade. considera É impenhorável a residência do casal. Se.: súmula anterior ao CC/2002) . O ordenamento jurídico pátrio admite. não a situações sujeitas ao domínio temporal exclusivo das norma 02. Leis interpretativas são aplicáveis a fatos ocorridos a partir de sua entrada em vigor. A ação de adjudicação compulsória é imprescritível no caso de ação movida diretamente contra o mesmo alienante em contrato de promessa de compra e venda de lote urbano. (N. STJ 198 Simulação CONTRATO.245/91. por Responsabilidade civil. ainda que de propriedade de sociedade comercial. Tratando-se de direitos patrimoniais. 2º. porém querem sua anulação ao fundamento de que prati 05. É da ciência inequívoca da invalidez. serve de residência para os sócios (pai e filhos). capacidade. atos jurídicos. ele mesmo ofereceu embargos. sendo que o valor desta locação é utilizado para pagamento do aluguel de um imóvel menor. ANULAÇÃO. bens fora do comércio. 03. pessoa jurídica e domicílio. pertencente à sociedade comercial. § 3º. Pessoas: identificação. fato natural. TRF-1 101 Bem de família STJ 167 Bem de família STJ JC Bem de família STJ JC Bem de família STJ JC Bem de família STJ SUM Bem de família STJ 187 Bem de família É possível o desmembramento de imóvel para fins de penhora. ao inserir o inciso VII no art. STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ 160 165 165 168 SUM SUM SUM Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição O juiz não pode conhecer de ofício da prescrição de direitos patrimoniais (art.Civil 01. da qual os cônjuges são sócios exclusivos. não pode o juiz declarar "ex officio" a prescrição. Os recorrentes celebraram contratos de parceria pecuária. quando não tiver sido negado o próprio direito reclamado. de sociedade de economia mista. Lei: interpretação e eficácia temporal (retroatividade e irretroatividade). representação. em caráter excepcional. pessoa física. Bens: classificação. STJ 171 Hierarquia TRF-1 EJ441 Eficácia temporal STF 047 Eficácia temporal Lei ordinária não pode revogar lei complementar. Eficácia das Leis Interpretativas. negócio jurídico. Prescrição e decadência. a prescrição atinge SÚMULA 101: A ação de indenização do segurado em grupo contra a seguradora prescreve em um ano. sem prejuízo da moradia familiar É impenhorável o único imóvel residencial da família. (N. após. e não da recusa da seguradora. 3º da Lei 8009/90. alé A Lei 8.

AÇÃO. de cenas eróticas envolvendo crianças e adolescentes. por motivos inerentes ao mecanismo da Justiça. 178. 2º e 3º). SÚMULA 291: A ação de cobrança de parcelas de complementação de aposentadoria pela previdência privada prescreve em cinco anos. dado que. mesmo em acordo extrajudicial. a. DNA.RENOVADA A ALEGAÇÃO DE PRESCRIÇÃO NO RECURSO DE APELAÇÃO. EXAME. APRESENTAÇÃO.: súmula anterior ao CC/2002) SÚMULA 210: A ação de cobrança das contribuições para o FGTS prescreve em trinta (30) anos.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STF TRF-4 TJ-SC STJ STJ STJ STJ SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM EJ481 022 SUM SUM 190 197 197 197 Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição SÚMULA 106: Proposta a ação no prazo fixado para o seu exercício. PRESCRIÇÃO. mas percebidos só após a ruptura do matrimônio. Regime de bens. e não se 027 . art. na espécie. A Turma. não justifica o acolhimento da argüição de p SÚMULA 119: A ação de desapropriação indireta prescreve em vinte anos. em seu apartamento. a demora na citação. SÚMULA 278: O termo inicial do prazo prescricional. a quantia confiada ao estabelecim A prescrição é causa extintiva da pretensão e não do direito abstrato de ação. MENOR. Casamento e união estável. CONFRONTO. 97 do ECA prevê a aplicação de medidas disciplinares às entidades de atendimento. VALORAÇÃO. é a data em que o segurado teve ciência inequívoca da incapacidade laboral. § 4o. a partilha de bens pressupõe prova de que o patrimônio foi constituído pelo esforço comum. por maioria. Por isso é instituto de direito material. Em relação à guarda de filho. Família: inovações constitucionais. (N. Essas medidas perdem a razão de ser com ECA.A prescrição não pode ser acolhida no curso do processo de execução. FILMAGENS. porquanto.357/1985 somente se inicia a partir da expiração do prazo de apresentação do cheque 06. a recusa do suposto pai a submeter-se ao exame de DNA induz presunção juris tantum de paternidade. CENAS ERÓTICAS OU PORNOGRÁFICAS. A ex-esposa tem direito à sobrepartilha dos créditos trabalhistas gerados durante a constância do casamento. contudo a valoraçã SÚMULA 301: Em ação investigatória. O teste de DNA tem um alto grau de precisão (superior a 99%). DEMAIS PROVAS. mesmo que ainda não declarada por sentença. É indispensável a participação do MP em questões envolvendo interesse de menor. A MATÉRIA É DEVOLVIDA AO TRIBUNAL. exclusivamente para fins previdenciários (ECA. devem ser computad SÚMULA 197: O divórcio direto pode ser concedido sem que haja prévia partilha dos bens. Desfeito o concubinato. 193. os alimentos são devidos a partir da citação. O art. CHEQUE. 33. 59 da Lei n. USUCAPIÃO. II. do construtor. Família monoparental. A autorização dos representantes legais de criança e/ou adolescente para participar de espetáculo público em programa de te . porém a multa e a advertência têm de ser aplicadas a seus dirigentes (art. na ação de indenização.A. existind Não se pode privar o menor de uma paternidade já investigada. A ação em que se busca o cumprimento da obrigação assumida em contrato de seguro prescreve em um ano (art. ESPETÁCULO PÚBLICO.: súmula editada com base no CC/1916) SÚMULA 143: Prescreve em cinco anos a ação de perdas e danos pelo uso de marca comercial. SÚMULA 194: Prescreve em vinte anos a ação para obter. A dependência econômica da mãe e neta não enseja a concessão à avó da guarda de menor. PARTICIPAÇÃO. TV. de contrato de depósito em dinheiro (caderneta de poupança). A Turma entendeu que a prescrição penal pode ser aplicada em sede das medidas sócio-educativas previstas no ECA. Alimentos. §§ 1º. ao permitir a filmagem. STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ SUM 166 171 174 SUM 160 161 165 166 166 191 SUM 166 180 184 194 196 196 197 Alimentos Bens Bens Bens Bens Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente Criança e adolescente ECA ECA ECA ECA ECA ECA ECA SÚMULA 277: Julgada procedente a investigação de paternidade. AINDA QUE A SENTENÇA NÃO A TENHA ENFRENT PRESCRIÇÃO. a ela se aplicando a lei do tempo em que teria ocorrido. Estatuto da Criança e do Adolescente. Denegada a ordem ao entendimento de que a ausência dos genitores ou responsáveis do menor (art. ao argumento de que mais tarde o menor pode intentar nova ação porquanto não fora julgado o mérito ou mesmo em razção de f INVESTIGAÇÃO. II. O prazo prescricional previsto no art. 122 do ECA não exclui a substituição da medida de semiliberdade por internação quando demonstrado que aquela medida mostra-se insuficiente para a ressocialização do meno ADOLESCENTE.A. PRESCRIÇÃO. 005 . A conduta do réu. 149. AUDIÊNCIA. INTERRUPÇÃO. SÚMULA 229: O pedido do pagamento de indenização à seguradora suspende o prazo de prescrição até que o segurado tenha ciência da decisão. salvo se superveniente à sentença proferida no processo de conhecimento. mas referentes a período em que ainda estava casado em regime de comunhão parcial de bens. VI. § 6º. (N. entendeu que não interrompe o prazo para aquisição da propriedade por usucapião a ação reivindicatória julgada É imprescritível o direito de o filho buscar a paternidade real com fundamento em falsidade do registro. da ECA. AUSÊNCIA. com o trânsito em julgad Os créditos trabalhistas recebidos após a separação consensual. GENITORES. indenização por defeitos da obra. CC/1916) não se aplic PRESCRIÇÃO. mesmo existindo autorização escrita de seus representantes legais (art. É necessário alvará judicial para que menores participem de programa de televisão. deve prevalescer o interesse da criança. SEGURO. PATERNIDADE. por se cuidar. do ECA). 7. Prescrição do direito de ação que não se operou. do ECA O art. A desistência de ação de investigação de paternidade. 111. NULIDADE. mantendo-o como filho de pai desconhecido.

anterior ou posterior à celebração da promessa de compra e venda. responde pela guarda e se sujeita à ação de depósito com implicação prisional. é HIPOTECA. que fixou o BTN fiscal como índice de correção monetária aplicável aos depósito . sobretudo pela natureza das obras realizadas. 6º da L. considera-se aparente. Servidão e enfiteuse. mas tomada permanente. AGENTE FINANCEIRO. Presente a boa-fé do adquirente e pago integralmente o imóvel antes da averbação da hipoteca em favor da instituição financeir 09. Direitos reais de garantia.STJ STJ SUM ECA SUM ECA SÚMULA 108: A aplicação de medidas sócio-educativas ao adolescente. SÚMULA 049: A cláusula de inalienabilidade inclui a incomunicabilidade dos bens. é da competência exclusiva do juiz. tem USUCAPIÃO. iníqua ou potestativa a cláusula contratual que autoriza o banco a debitar de conta-corrente ou resgatar de qualquer aplicação valor suficiente para proceder à satisfação SÚMULA 179: O estabelecimento de crédito que recebe dinheiro. STJ STJ STJ STF 166 SUM SUM SUM Cláusula potestativa: Juros e correção Juros e correção Juros e correção não é abusiva. SÚMULA 415: Servidão de trânsito não titulada. Obrigações: modalidades. STJ STF STF STJ SUM 025 030 199 Hipoteca Penhor Penhor Hipoteca SÚMULA 308: A hipoteca firmada entre a construtora e o agente financeiro. quando se trata de penhor sobre safra futura. cláusula penal. mas o imóvel era foreiro e o Tribunal a quo concedeu o usucapião do domínio útil pertencente a particular.024/90. conferindo direito a proteção possessó O titular do direito de lavra. SÚMULA 271: A correção monetária dos depósitos judiciais independe de ação específica contra o banco depositário. Direitos reais: posse e propriedade. circulação. resultante da conversão da MPr 168/90. CONSTRUTORA. inexecução. não tem eficácia perante os adquirentes Uma vez celebrado o penhor mercantil e nomeado depositário para os bens respectivos. pela prática de ato infracional. SÚMULA 725: É constitucional o § 2º do art. extinção. 8. SÚMULA 239: O direito à adjudicação compulsória não se condiciona ao registro do compromisso de compra e venda no cartório de imóveis. DOMÍNIO ÚTIL. responde pelo pagamento da correção monetária relativa aos valores recolhidos. 486 do cc/1916). Alienação fiduciária em garantia. Não pode ser usucapido bem público. SÚMULA 265: É necessária a oitiva do menor infrator antes de decretar-se a regressão da medida sócio-educativa. no que a 08. juros e correção monetária. em depósito judicial. 07. SÚMULA 193: O direito de uso de linha telefônica pode ser adquirido por usucapião. impedido de exercer sua atividade em virtude de servidão de passagem imposta supervenientemente sobre o imóvel em cujo subsolo se localiza a jazida. a aceitação do encargo faz presumir a tradição dos objetos dados em garantia e a falta de sua O depositário de bens penhorados. STJ STJ STJ STF STF STF STJ 170 SUM SUM SUM SUM 016 202 Usucapião Usucapião Propriedade Cláusulas restritivas Servidão Servidão Usucapião A posse precária não autoriza usucapião (art. ainda que fungíveis.

seu direito de regresso. a devolução do sinal. ou a sua restituição em dobro. RESCISÃO. Revisão dos contratos: teoria da imprevisão. Pagamento: sujeitos. diante do 10. ao entendimento de que. SÚMULA 076: A falta de registro do compromisso de compra e venda de imóvel não dispensa a prévia interpelação para constituir em mora o devedor. A Turma proveu parcialmente o recurso. dá direito a execução compulsória. por quem o deu. Promessa de compra e venda. Mesmo em se tratando de depósito de coisa fungível. quando o respectivo cônjuge limitou-se apenas em consentir-lhe a outorga uxória prevista no artigo 235. SÚMULA 288: A Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) pode ser utilizada como indexador de correção monetária nos contratos bancários. na espécie. TRF-1 111 Mandato STF SUM Compra e venda STF SUM Compra e venda STJ 202 Compra e venda O procurador constituído por meio de procuração "ad negotia". PERCENTUAL. IMÓVEL. PARCELAS PAGAS. do cabimento ou não da capitalização de juros no crédito educativo. ao entendimento que. SÚMULA 412: No compromisso de compra e venda com cláusula de arrependimento. ENTREGA. LOCAÇÃO. não houve qualquer coação n CONTRATO. O recorrido firmou contrato de compra e venda de automóvel para entrega futura. tempo e lugar. IMÓVEL. delimitada a responsabilidade do fiador pelos encargos p COMPRA E VENDA. INDENIZAÇÃO. riscos. na ação de execução. mandato. EFEITO. Compra e venda. por quem o recebeu. possui legitimidade para constituir advogado com cláusula "ad judicia". SÚMULA 227: A pessoa jurídica pode sofrer dano moral.Pagamentos especiais. O contrato acessório de fiança extingue-se com a morte do fiador. CAPITALIZAÇÃO.STJ 198 Juros e correção CRÉDITO EDUCATIVO. ainda que prevista no contrato. Trata-se de contrato de prestação de serviço (empreitada) para execução de limpeza industr 11. COMPRA E VENDA. CONTRATO. extingue-se com a morte do locatário afiançado. A Turma proveu em parte o recurso. não podendo o fiador ser responsabilizado por obrigação sur A morte do afiançado não extingue a obrigação do fiador se os herdeiros não a cumprirem. SÚMULA 284: A purga da mora. é mensurada caso a caso. STJ STJ STJ STJ STJ 171 SUM SUM 191 200 Mora Mora Mora Transação Transação A purgação da mora somente pode acontecer se já pago 40% do débito. tendo expressa determinação do outorgante. Regime dos contratos: exceções. PRESTAÇÃO DE SERVIÇO. locação e arrendamento mercantil. exclui i SÚMULA 413: O compromisso de compra e venda de imóveis. só é permitida quando já pagos pelo menos 40% (quarenta por cento) do valor financiado. RESILIÇÃO. Contratos: princípios gerais e classificação. DEVOLUÇÃO. FIADOR. Na transação celebrada entre as partes para recebimento de valores de aplicação em fundos de investimento. vícios redibitórios e evicção. COISA JULGADA. pagamento indevido. ainda que não loteados. quando reunidos os requisitos legais. o depositário infiel pode ter sua prisão decretada. A fiança. RETENÇÃO. LEGITIMIDADE PASSIVA. CLÁUSULA PENAL. contrato de natureza personalíssima. ATRASO. Mora. no entanto. Trata-se. PROMESSA COMPRA E VENDA. remanescendo. Trata-se de ação de rescisão de contrato de promessa de compra e venda movida ao fundamento de que o prazo 13. Extinção. de interpretação restritiva. JUROS. pagos qu DESPEJO. havendo resilição de FIANÇA. III do Código SÚMULA 214: O fiador na locação não responde por obrigações resultantes de aditamento ao qual não anuiu. SÚMULA 286: A renegociação de contrato bancário ou a confissão da dívida não impede a possibilidade de discussão sobre eventuais ilegalidades dos contratos anteriores. empréstimo. nos contratos de alienação fiduciária. o fiador de contrato de locação não 12. O contrato acessório de fiança há que ser interpretado restritivamente. SÚMULA 287: A Taxa Básica Financeira (TBF) não pode ser utilizada como indexador de correção monetária nos contratos bancários. Contrato de consumo.Validade e invalidade. Responsabilidade civil. EXECUÇÃO. Extinção das obrigações sem pagamento. DESISTÊNCIA. objeto. CLÁUSULA. Porém. STJ STJ 169 Culpa concorrente SUM Dano moral A divisão de culpa concorrente não necessita ser igual para ambas as partes. BEM MÓVEL. TRANSAÇÃO. Relações contra STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ 161 JC JC JC SUM SUM SUM SUM 025 198 199 200 203 Evicção Fiança Fiança Fiança Fiança Bancário Bancário Bancário Depósito Extinção Fiança Extinção Fiança As restrições decorrentes de tombamento do imóvel alienado não ensejam evicção. . especialmente quando o adquirente tinha conhecimento do ato administrativo. TRANSAÇÃO OU QUITAÇÃO.

ACIDENTE AÉREO. TRÂNSITO. prevale RESPONSABILIDADE. Presume-se 002 . TREM. SÚMULA 109: O reconhecimento do direito a indenização. SÚMULA 221: São civilmente responsáveis pelo ressarcimento de dano. EMPREGADO. Sucessão: princípios gerais. ACIDENTE AÉREO. É responsabilidade da transportadora rodoviária de cargas indenizar o proprietário da mercadoria roubada.A. SÚMULA 491: É indenizável o acidente que cause a morte de filho menor. LOCAL PÚBLICO. ex vi do art. RESPONSABILIDADE CIVIL. ADVOGADO. SÚMULA 132: A ausência de registro de transferência não implica a responsabilidade do antigo proprietário por dano resultante de acidente que envolva veículo alienado. DANO MORAL. EXTRAVIO. o transportador só será civilmente responsável por danos causados ao transportado quando incorrer em dolo ou culpa SÚMULA 246: O valor do seguro obrigatório deve ser deduzido da indenização judicialmente fixada. NÃO-INTERPOSIÇÃO. por ser personalíssimo o direito à defesa da honra. exclui-se a responsabilidade civil dos motoristas dos veículos que colidiram. aplicando-se as regras do A transportadora rodoviária de carga não é responsável civilmente na hipótese de roubo. A Turma entendeu que o transportador aéreo responde pelo extravio de bagagem ou carga. em caso de responsabilidade extracontratual. por falta de mercadoria transportada via marítima. no local do trabalho. TRANSPORTE AÉREO. ILEGITIMIDADE DE CAUSA. sem. como passageiro. tendo em vista o falecimento da esposa e mãe dos autores. ocorrendo acidente de trânsito com veículo dirigido por menor. O aluno de auto-escola responde solidariamente com o proprietário do veículo pelos danos causados a terceiros. A propositura de ação de indenização por danos morais no juízo cível acarreta a extinção do direito de resposta. A obra iniciada mediante financiamento do Sistema Financeiro de Habitação acarreta responsabilidade civil solidária do agente financeiro pela respectiva solidez e segurança da const Concorre para o próprio atropelamento o pedestre que atravessa a rua fora do local do semáforo. de seu empregado. O advogado que não interpõe o recurso cabível. ACIDENTE.STJ STJ STJ STJ STJ STF TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ STJ 167 186 SUM SUM SUM SUM EJ499 JC JC 161 SUM SUM 111 JC JC EJ477 SUM 183 193 193 JC JC SUM SUM SUM SUM SUM SUM 195 196 199 EJ505 202 203 256 Empregador Indenização Indenização Indenização Indenização Indenização Legitimidade Legitimidade Legitimidade Lei de Imprensa Lei de Imprensa Lei de Imprensa Solidariedade Solidariedade Solidariedade Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Trânsito e transporte Valor Trânsito e transporte Trânsito e transporte Solidariedade Trânsito e transporte Dano moral Trânsito e transporte Trânsito e transporte Visto não se tratar de caso fortuito. COMPROVADA INDUVIDOSAMENTE A COMPRA E VENDA DO VEÍC Respondem solidariamente a empresa fretadora (empresa que efetivamente presta o serviço de transporte) e afretadora (agenciador da viagem) pela indenização por danos causados a EAR. BOMBA. Foi proposta ação de indenização pela mãe e filhos menores devido à morte do esposo e pai em a INDENIZAÇÃO. não conheceu dos embargos e manteve o entendimento do acórdão embargado. antes. ainda que não exerça trabalho remunerado. TOPLESS. Quanto ao SÚMULA 37: São cumuláveis as indenizações por dano material e dano moral oriundos do mesmo fato. SÚMULA 492: A empresa locadora de veículos responde. independe de vistoria. há a responsabilidade do empregador pela morte. O direito de ação por dano moral é de natureza patrimonial e. esta tese parecia ser a dominante Os herdeiros da vítima de dano moral não têm legitimidade ativa para propor ação de indenização. SÚMULA 145: No transporte desinteressado. PRESCRIÇÃO. SÚMULA 54: Os juros moratórios fluem a partir do evento danoso. Tendo o acidente sido causado por fato de terceiro. demonstrada a ocorrência da excludente de força maior . pelos danos que a demolição de prédio causa no imóvel vizinho.RESPONSABILIDADE CIVIL. O proprietário da obra responde.: em 05/2005. na estaç 14. VEÍCULO DIRIGIDO POR MENOR. não assistindo direito autônomo à indenização por danos morais a seus parentes. solidariamente com o empreiteiro . INOCORRÊNCIA. alvejado por projétil de arma de fogo de vigilante da empr Trata-se de ação de indenização. . por imprudência. tanto o autor do escrito quanto o proprietário do veículo de divulgação SÚMULA 281: A indenização por dano moral não está sujeita à tarifação prevista na Lei de Imprensa. EMPREGADOR. de simples cortesia. deixando escoar o prazo. SÚMULA 43: Incide correção monetária sobre dívida por ato ilícito a partir da data do efetivo prejuízo. decorrente de publicação pela imprensa. uma vez comprovada a culpa . A legitimidade para postular danos morais decorrentes de lesão corporal é apenas da própria vítima. PENSÃO TEMPORÁRIA. da Lei de Imprensa. certificar-se de que não vem qualquer veículo em sua direção. como tal. por maioria. DIVULGAÇÃO. MENORES. 29. pelos danos por este causados a terceiro. RECURSO. A Seção. A detonação de artefato explosivo colocado por terceiro dentro da composição ferroviária não constitui risco inerente ao contrato de trans INDENIZAÇÃO. A Turma decidiu que. §3º. BAGAGEM. Não há dano moral no fato de jornal publicar uma fotografia em que a recorrente aparece com os seios descobertos numa RESPONSABILIDADE CIVIL. negligência ou imperícia. ACIDENTE DE TRÂNSITO. transmite-se aos sucessores daquele que sofreu o dano. sem consultar o cliente sobre a des Acidente de trânsito sem vítima. vítima de atropelamento por composição férrea de propriedade da empresa ré. civil e solidariamente com o locatário. qu RESPONSABILIDADE CIVIL. (N. Trata-se de ação de indenização contra a concessionária ré devido à queda sofrida pelo autor quando embarcava. no uso do carro locado. SÚMULA 490: A pensão correspondente a indenização oriunda de responsabilidade civil deve ser calculada com base no salário-mínimo vigente ao tempo da sentença e ajustar-se-á à RESPONSABILIDADE.

Apesar de não conhecer do recurso. enquanto a partilha litigiosa é rescindível.SFH Direitos autorais Os condôminos. não exigível quando a orquestra for de amadores. desde que o façam CONDOMÍNIO DE CONSTRUÇÃO. de forma livre.STJ STJ STJ STF STJ STJ 166 171 171 SUM 201 256 Sonegados Partilha Usufruto Testamento Direito de acrescer Reserva de bens Para que haja interesse para a propositura de ação de sonegados. é eficaz para regular as relações entre os condôminos. a Turma firmou que. § 1º. a fixação dos valores das quotas condominiais. é necessário que haja uma declaração da inventariante de não existir mais nada a acrescer ao inventário.491/1964. PARTES IGUAIS. DÍVIDAS. da Lei n. TESTAMENTO. A partilha amigável que traz prejuízo à usufrutuária pode ser anulada. são indevidos direitos autorais quando o Poder Público organiza ou patrocina eventos em local público. SÚMULA 261: A cobrança de direitos autorais pela retransmissão radiofônica de músicas. FESTEJOS. deixar seu RESERVA. mediante testamento cerrado. 5. em assembléia. Discute-se sobre a cobrança de direitos autorais pela execução de obras musicais em festejos carnavalescos populares sem a cobrança de in Sob a ótica da Lei 5. O cônjuge supérstite tem direito de usufruir dos bens deixados pelo cônjuge falecido (art. ESPÓLIO. DIREITO DE ACRESCER. ECAD. O art 63. LEILÃO EXTRAJUDICIAL. PAGAMENTO. sem cobrança de ingressos. 1611. Outros STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STF 183 194 SUM 189 JC SUM SUM EJ442 SUM Condomínio Condomínio Condomínio Direitos autorais Direitos autorais Direitos autorais Direitos autorais Habitação . Havia resolvido. BENS. DIREITO AUTORAIS. CC/1916).988/73 . em estabelecimentos hoteleiros. podem estipular. que visam ao rateio das despesas do condomínio. A ora falecida era solteira e sem descendentes ou ascendentes. SÚMULA 447: É válida a disposição testamentária em favor de filho adulterino do testador com sua concubina. facultou às partes ―construtor SÚMULA 260: A convenção de condomínio aprovada. para que se determine a reserva de bens do espólio em razão de dívid 15. sem que os herdeiros lhe dificultem esse direito. . nem remuneração de SÚMULA 63: São devidos direitos autorais pela retransmissão radiofônicas de músicas em estabelecimentos comerciais. § 1º. deve ser feita conforme a taxa média de utilização do equipa Consoante entendimento pacificado do STJ. que rege os condomínios e incorporações imobiliárias. a União Federal carece de legitimidade para figurar no pólo passivo da relação processual nas ações em que se questiona o reajuste de pr SÚMULA 386: Pela execução de obra musical por artistas remunerados é devido direito autoral. ainda que sem registro.

da CF. a prescrição atinge apenas as prestações vencidas antes do qüinqüênio anterior à propositura da ação. de contratos de mútuo com juros usurários. reafirmou que esses bens são absolutamente impenhoráveis em razão do disposto na Lei n. art. a decisão mais recente tinha sido tomada com base nesta tese. XXXVI. considerando passível de constrição judicial o bem familiar dado em garantia por obrigação decorrente de fiança concedida em contrato locatício . pela 3ª Turma) ereceu embargos. em realidade. . a conhecida "vaca-papel".ão ao Código Civil. de vida. prosseguindo o julgamento. sob pena de violação ao art.A. tratando-se. Isso posto. agamento do aluguel de um imóvel menor. 5º. 2º. 8. : súmula editada na vigência do CC/1916) próprio direito reclamado. por maioria. § 3º. tas ao domínio temporal exclusivo das normas interpretadas. já havia transcorrido o prazo prescricional ânuo. (N. não se aplica a suspensão do prazo a que a Súmula 229-STJ se refere. além de complemento de renda familiar. bem de família supõe que a propriedade seja da entidade familiar. não podendo alegar-se renú em sua anulação ao fundamento de que praticaram ato simulado.009/1990. quando da formulação do requerimento administrativo. lastreando-se no princípio de que nin sa de compra e venda de lote urbano. alegando impenhorabilidade. esidenciais instituído nesta última. a Seção.: em 5/2005. Então o Tribunal a quo afastou a anulação. Se.

parágrafo único. ra julgado o mérito ou mesmo em razção de falta de recursos financeiros do pai. ainda que formalmente sejam preventivas. 8. da Lei n. em conjunto com os demais meios de prova admitidos em direito. não se tantes legais (art. O uso real ou simulado de entorpecente.não justifica o acolhimento da argüição de prescrição ou decadência. não foi reclamada pelo menor. não havendo. 258 do ECA. m ano (art. 240. têm certa conotação repressiva. e não sendo alcançada. cabendo a multa prevista no art. na espécie. ademais. poderia haver a suspensão. N A. e não os fatos já consumados no pass QUE A SENTENÇA NÃO A TENHA ENFRENTADO. recisão (superior a 99%). adas a seus dirigentes (art. 111. CA. eróticas envolvendo crianças e adolescentes. 149.069/1990) na audiência de apresentação não enseja nulidade da sentença por não se tratar de ilegalidade. do ECA). art. CC/1916) não se aplicando os arts. munhão parcial de bens. que se falar na falta do exercício desse direito num determinado lapso temporal estip ei do tempo em que teria ocorrido. ptura do matrimônio. Essas medidas perdem a razão de ser com o decurso de tempo e. a. um inadimplemento contratual. porquanto. do ECA. protegido pela Constituição e pelo ECA. pois. devem ser computados na partilha. es ou responsáveis do menor (art. § 4o. piração do prazo de apresentação do cheque. com o trânsito em julgado da reclamatória trabalhista proposta pelo ex-marido. II. § 6º. existindo pai ou mãe da menor com pátrio poder. VI. deve observar os seguintes critérios: a) se o teste de DNA for contrário às demais provas produzidas. em realidade. 2º e 3º). pai desconhecido. A presença dos mesmos é facultativa e. Se assim não fosse. 178. não pode se sobrepor ao direito indisponível inerente à pessoa humana de descobrir a filiação do lado paterno. mesmo que esse já tenha sido apresentado pelo credor. do ECA). incide no tipo descrito no art. oupança). §§ 1º. 193. cuja aplicação imediata implica apenas que este alcança os efeitos futuros de fatos passados. induzindo menores à prática de infração pe par de espetáculo público em programa de televisão não supre a falta do alvará judicial. por usucapião a ação reivindicatória julgada improcedente. II. por isso mesmo. mas. . o que privaria seus beneficiários do serviço assistencial em confronto com o próprio escopo do Estatuto e insuficiente para a ressocialização do menor e que a infração cometida admite a internação. por preceito constitucional posterior. além de atos libidinosos. não há vício no serviço. indefere-se a guarda a um terceiro. sim. o fechamento ou a dissolução da entidade. 26 e 27 do CDC. contudo a valoração dessa prova pericial. portanto. a quantia confiada ao estabelecimento bancário representa direito de propriedade pertencente ao seu legítimo titular. e com eles contracenando. 33.

rente. o dé ativa aos valores recolhidos. domínio útil pertencente a particular. conferindo direito a proteção possessória. O direito à exploração da jazida não se confunde com a propriedade do subsolo. No caso. afasta-se o gravame hipotecário. com a finalidade garantidora. no qual o recorrente interveio em negócio jurídico entre pessoa júridica (devedor principal) e o banco. de correção monetária aplicável aos depósitos bloqueados pelo Plano Collor I. Entretanto. no que a Turma confirmou. Logo não poderá sofrer condenação pois o imóvel já era foreiro. por ser esta parte ilegítima ad causam como ré. que assim fica sujeito às sanções previstas ando se trata de penhor sobre safra futura. é indispensável. . móvel em cujo subsolo se localiza a jazida. a comprovação de que a safra foi colhida. não tem eficácia perante os adquirentes do imóvel. tem direito a ser indenizado pelo valor econômico da concessão. o da hipoteca em favor da instituição financeira. para a procedência da ação de depósito. s enda. s objetos dados em garantia e a falta de sua entrega caracterizará a infidelidade do depositário. reconheceu que a ação não deve ser contra a União. ão valor suficiente para proceder à satisfação ou liquidação do saldo devedor oriundo do contrato.

exigiu o bem. por quem o recebeu. Argumentou-se que. exclui indenização maior a título de perdas e danos. inclusive o de tolerância. o fiador de contrato de locação não se desobriga do encargo assumido. salvo expressa disposição de lei em contr o) do valor financiado. e investimento.vo. como devedor solidário. n. 11 da Lei do Inquilinato. não pode ser rescindida por coação mpreitada) para execução de limpeza industrial nas áreas de descarrego e embarque. diante do art. violência ou erro essencial quanto à pessoa ou coisa controversa (art. arts. a responsabilidade do fiador pelos encargos previstos no pacto locatício original. ainda que não tenha figurado na ação de despejo (CPC. uição em dobro. foi ultrapassado. venda movida ao fundamento de que o prazo de entrega do imóvel. A Turma deu provimento apenas ao recurso adesivo da ré. n. A transação só pode ser rescindida por dolo. não houve qualquer coação nem ofensa ao CDC. Extinção. CC). Entretanto. a despeito da sub-rogação da locação pelas pessoas inscritas no rol do inciso I. Relações contratuais de fato. por impossibilidade de adimplir o valor das prestações. 568 c/c 584. que não lhe foi entregue. a Turma negou provimento ao recurso por entender que o sistema jurídico pátrio. a responsabilidade do cônjuge supérstite persiste em relação à dívida anterior ao óbito. 1. culminando na ação de rescisão somada às perdas e danos e indenização. e segts). ainda que prevista no contrato. Isso prevalece mesmo que haja cláusula expressa d omóvel para entrega futura. ga uxória prevista no artigo 235. o entendimento de que.030 do CC). salvo os juros moratórios e os encargos do processo. é abusiva a retenção acima de 25% das quantias pagas pelo compromissário comprador. 214-STJ). e como tal. em que a recorrente e a recorrida firmaram termo de distrato e quitação. o do ato administrativo. Mas posteriormente a recorrida interpôs a presente ação ordinária de indenização po de e invalidade. I. iador ser responsabilizado por obrigação surgida após o óbito.626/1933 (Lei de Usura). Todavia. 22. alidades dos contratos anteriores. Prosseguindo o julgamento. havendo resilição de contrato de compra e venda de imóvel. apesar de não caracterizar hipótese de fiança solidária (artigo 1493. tuir advogado com cláusula "ad judicia". o Tribunal a quo entendeu que o bem somente xecução. de tal forma que não se compromete com a prorrogação do contrato que não tenha anuído (Súm. s os requisitos legais. III do Código Civil. pagos quase 40% do preço total. 4º do Dec. como não se cuida de desistência da compra do imó . do art. Porém.

daquele que detenha a guarda do filho. O patrão não comprovou a ausência de culpa no deltio praticado (há inversão do ônus da prova). a ré impugna a conclusão do acórdão sob o argumento de que estes deveriam ser indeferidos. no uso do carro locado. I. Presume-se maior do que a responsabilidade do transeunte. a Terceira Turma. por imprudência. na estação ferroviária. a do condutor de veículo de grande porte. AINDA QUE NÃO EFETUADA A TRANSFERÊNCIA DO CERTIFICADO DE REGISTRO NA REPARTIÇÃO COMPETENTE. de 11/9/1990) quando o evento ocorreu na sua vigência. em área de grande movimentação de pedestres. os juros moratórios fluem a partir da citação. desde então deve rece . por maioria. do CC/1916. 1. esta tese parecia ser a dominante no STJ) uanto o proprietário do veículo de divulgação. considerando que a responsabilidade civil decorrente de acidente aéreo é regida pelos bagagem ou carga. Ademais. ente aparece com os seios descobertos numa praia. 8. A própria recorrente é que resolveu mostrar sua intimidade às pessoas. que. no caso de pais separados. r o prazo. negligência ou imperícia.078. respondendo todos solida eículos que colidiram. Trata-se de ato ilícito cometido por terceiro de oportunidade imprevisível e natureza inevitável. gente ao tempo da sentença e ajustar-se-á às variações ulteriores. de acordo com o art. pela respectiva solidez e segurança da construção. e o entendimento do acórdão embargado. o mandato foi outorgado a vários advogados com poderes para atuarem em conjunto ou isoladamente. O autor postula o recebimento da pensão no período da incapacidade temporária. não escolheu com critério a firma de vigilância (culpa in elig ea de propriedade da empresa ré. RESPONDE O NOVO PROPRIETÁRIO PELOS DANOS CAUSADO gem) pela indenização por danos causados a terceiros em transporte aéreo. m 05/2005.521. trafega em velocidade inadequada. que afirmava não haver culpa in eligendo do empregador que compra bilhete de uma companhia aérea para que seu empregado viaje a serviço e este venha a sofrer um acidente aéreo.projétil de arma de fogo de vigilante da empresa prestadora de serviço de segurança. não resultando responsabilidade do transportador. À época do julgamento do REsp. Se a seqüela já existia ao tempo em que o autor percebeu pensão temporária. nsito com veículo dirigido por menor. na medida que a vítima era dona-de-casa e não recebia re enização por danos morais a seus parentes. acolheu pedido de decadência. Quanto ao pedido de indenização por danos materiais. e que envolva veículo alienado. aplicando-se as regras do Código de Defesa do Consumidor (Lei n. No caso. uando embarcava. afastando-se a indenização tarifada prevista na Convenção de Varsóvia. por tratar-se de responsabilidade contratual. responde pelos danos causados por sua omissão. ansportado quando incorrer em dolo ou culpa grave. menores devido à morte do esposo e pai em acidente aéreo. como passageiro. prevalece a responsabilidade presumida. tendo a veiculação se limitado a registrar sobria o constitui risco inerente ao contrato de transporte. ao expor o seio desnudo em local de grande concentração de pessoas. porque este tem obrigação de fiscalizar a obra. sem consultar o cliente sobre a desistência. qualquer veículo em sua direção. eis que. manejan OSAMENTE A COMPRA E VENDA DO VEÍCULO.

que seja representada por documento. preservada a isonomia e descaracterizado o enriquecimento ilícito de alguns condôminos. desde que o façam obedecidos os requisitos formais. Da mesma forma. A nova orientação da Segunda Seção é a de que. financiada sob as regras do Sistema Financeiro da Habitação – SFH. Sucede que. estipulado no mesmo valor.018 do CPC. nem remuneração de artistas. onforme a taxa média de utilização do equipamento. 1. sim.ais nada a acrescer ao inventário. por ocasião de seu óbito. deixar seus bens para duas primas mais velhas. de leilão extrajudicial da sua fração ide arnavalescos populares sem a cobrança de ingressos. em caráter cu cobrança de ingressos. com a possibilidade de promoção. ações em que se questiona o reajuste de prestações da casa própria. independente da fração idea es imobiliárias. uma das beneficiárias reserva de bens do espólio em razão de dívida deixada pelo de cujus. espesas do condomínio. facultou às partes ―construtor. não há como se lhe reconhecer legitimidade ou interesse para participar na execuçã . dívida líquida e certa. aduzindo também que a sucessão de seu legado deveria seguir a linha de herdeiros de sua mãe. mediante testamento cerrado. apurada em liquidação. ainda que o espetáculo musical tenha sido realizado sem a cobrança de ingressos. O referido rateio. pela Comissão de Representantes. ido. nos ditames do art. ficultem esse direito. mas. promovidos pela prefeitura do município. incorporador e adquirentes‖ adotar sistema de penalização ao adquirente inadimplente. não se exige que essa seja consubstanciada em título executivo.

009/1990. prosseguindo o julgamento. ulação. mesmo em se tratando de bens móveis.n. lastreando-se no princípio de que ninguém pode vir a juízo para alegar a própria torpeza (nemo auditur propriam turpitudinem allegans). 8. Nesta instância. não podendo alegar-se renúncia do devedor a essa proteção legal. entendeu que os recorrentes poderiam reque . a Turma. Note-se que a referida lei visa resguardar a própria família e não o devedor.

direito num determinado lapso temporal estipulado em lei. Cabe à instituição financeira devolver ao titular da conta, a qualquer tempo, o valor existente em sua caderneta de poupança, devidamente corrigido, sob pena de enriquecimento ilícito, ados, e não os fatos já consumados no passado.

do pela Constituição e pelo ECA. ntrário às demais provas produzidas, não se afasta a conclusão do laudo, mas converte-se o julgamento em diligência para que novo teste seja feito, em outro laboratório, a fim de minimizar a possibilidade de erro resultante, seja da técnica em s

m confronto com o próprio escopo do Estatuto.

e, ademais, não foi reclamada pelo menor. Note-se que foi nomeado curador especial ao adolescente, que declara ter companheira de 29 anos e filho de três anos de idade.

, induzindo menores à prática de infração penal, configura a corrupção descrita no art. 1º da Lei n. 2.252/1954. A Turma conheceu parcialmente do recurso e nesta parte lhe negou provimento.

rer condenação pois o imóvel já era foreiro, sendo contra ela a ação extinta. Ressaltou-se, ainda, que apesar do pedido exordial se referir a titularidade do imóvel e não ao domínio útil, não houve julgamento extra petita, pois o domínio útil sendo

com a finalidade garantidora. No caso, o débito não se vincula à vontade unilateral do recorrente quando da assinatura do contrato.

o, salvo expressa disposição de lei em contrário, veda o anatocismo, por ofensa à Lei de Usura, de acordo com a jurisprudência assente.

omo tal, não pode ser rescindida por coação. A interpretação restritiva que deve ser dada à transação é no sentido de que essa não deve ser ampliada por analogia ou alcançar situações não expressamente especificadas no instrumento, quand a presente ação ordinária de indenização por ilícito civil, consistente no fato de a área de limpeza exceder em três vezes a metragem original do edital. A controvérsia neste Superior Tribunal cingiu-se ao tema de se a existência dessa quitação

à dívida anterior ao óbito.

o compromissário comprador. valece mesmo que haja cláusula expressa de que sua responsabilidade perduraria até a efetiva devolução do bem. Tribunal a quo entendeu que o bem somente era devido após o pagamento de todo o preço, imputando a causa da rescisão ao próprio autor, mas reduziu a multa contratual prevista de 20% para 2%, conforme apregoa o art. 52, § 1º, do CDC. Iss

ão se cuida de desistência da compra do imóvel por mero ato de vontade da compradora, mas por descumprimento do prazo na entrega da obra, a construtora arca com os ônus daí advindos. Os valores recebidos são corrigidos e as despesas

om critério a firma de vigilância (culpa in eligendo) e não cuidou de fiscalizar, eficaz e permanentemente, a conduta do vigia (culpa in vigilando). e a vítima era dona-de-casa e não recebia remuneração. O fato de a vítima não exercer atividade remunerada não autoriza a concluir que, por isso, ela não contribuía com a manutenção do lar. Os trabalhos domésticos prestados no dia-a-dia po

em velocidade inadequada, eis que, manejando um instrumento que pode causar grandes danos a terceiros, encontra-se em situação privilegiada, em relação ao pedestre, e deve contar com a hipótese, bastante previsível, de ser a pista cruzad ROPRIETÁRIO PELOS DANOS CAUSADOS A TERCEIRO.

decorrente de acidente aéreo é regida pelos art. 97 e seguintes do Código Brasileiro do Ar; CBA e não pelo Código Civil de 1916. Na ocasião, o voto vencido defendia que, como a ação fora proposta com base no art. 159 do CC/1916, teria a pre Convenção de Varsóvia.

a a sofrer um acidente aéreo. ou isoladamente, respondendo todos solidariamente pela desídia de permanecerem inertes quanto à interposição da apelação.

ndo a veiculação se limitado a registrar sobriamente o evento, sem citar o nome da recorrente.

u pensão temporária, desde então deve receber a pensão no mesmo percentual deferido para o período ulterior, do pensionamento vitalício (40%). A situação de não ter ocorrido, ao menos até o momento, redução salarial, não afasta a postulaç

ocasião de seu óbito, uma das beneficiárias já havia falecido. Diante disso, a beneficiária sobrevivente intitulou-se herdeira universal pelo direito de acrescer, fato contestado por um dos primos da testadora falecida. Isso posto, a Turma, prosseg umento, nos ditames do art. 1.018 do CPC.

o mesmo valor, independente da fração ideal de cada condômino, não caracteriza enriquecimento ilícito daquele proprietário da fração ideal maior. Os custos, em regra, não são proporcionais ao tamanho das unidades, mas referem-se à manute ntes, de leilão extrajudicial da sua fração ideal do terreno e da parte construída, a fim de evitar interrupção na obra. Protegem-se, assim, os interesses dos demais adquirentes, que têm que arcar com todos os custos da construção. Entretanto t

sem a cobrança de ingressos, em caráter cultural popular, são devidos direitos autorais aos titulares das obras musicais. A Lei n. 9.610/1998 introduz o elemento novo ao estabelecer a necessidade de prévia e expressa autorização do autor ou

dade ou interesse para participar na execução extrajudicial de hipoteca constituída sobre o imóvel objeto de tais mútuos, eis que dita execução em nada a beneficia ou prejudica.

ntendeu que os recorrentes poderiam requerer, em juízo, a anulação daquele ato simulado, determinando a remessa dos autos ao Tribunal a quo para que proceda ao julgamento da apelação. É necessário admitir que um dos contratantes requ

orrigido, sob pena de enriquecimento ilícito, tendo em vista que ela se beneficiou dos rendimentos ao longo do tempo.

dade de erro resultante, seja da técnica em si, seja de equívoco na coleta e manuseio do material necessário ao exame, b) se caso o segundo teste de DNA confirmar o resultado do primeiro, devem ser afastadas as demais provas produzidas,

mento extra petita, pois o domínio útil sendo menos do que a propriedade plena está contido no pedido.

amente especificadas no instrumento, quando o débito tratar de parcelas distintas. A transação pressupõe concessões mútuas dos interessados e produz entre as partes o efeito de coisa julgada. ao tema de se a existência dessa quitação mútua quando do distrato era mera quitação (em que incidiria a Súm. n. 5-STJ), ou transação (com possibilidade de ser revisado). O voto-vista condutor do acórdão entende: quando há dúvida quanto

conforme apregoa o art. 52, § 1º, do CDC. Isso posto, nesta instância especial, a Turma entendeu que a situação assemelha-se àquela em que o adquirente de imóvel resolve desistir da compra ou é taxado de inadimplente, levando a restituir o

res recebidos são corrigidos e as despesas de publicidade, administração e corretagem efetuadas são perdas da construtora. Outrossim, se não houve reciprocidade na culpa não tem como se imputar perda de valores em desfavor da autora.

embora a redação do art. indício de que se. Comprovada a culpa concorrente do pedestre no evento danoso. não afasta a postulação indenizatória sob a forma de pensão. As autoras interpuseram ação rescisória na qual. teria a prescrição de ser prevista naquele Código. a jurispr ento.que. ficou reconhecida: 1. releva ainda considerar que os recorrentes litigam sob o benefício da assistência judiciária. Reconhecida a in . e não uma mera compensação circunstancial. deve ser reduzida. a indenização por dano moral e material fixada na senten com base no art.balhos domésticos prestados no dia-a-dia podem ser mensurados economicamente. gerando reflexos patrimoniais imediatos. 150 do CBA refira-se a decadência. de ser a pista cruzada por indivíduos a pé. bastante previsível. 159 do CC/1916. da saúde da pessoa sinistrada. por maioria. Na hipótese. pois o que se ressarce é o comprometimento da higidez física. redução salarial. na proporção do grau de sua culpa.

O cuidado do legislador justifica-se ante a extrema restrição de direitos que sofrerá a parte inadimplente. Isso posto. mas referem-se à manutenção das áreas comuns.adora falecida. Assim. o que denota que. a comunicação depende de autorização do autor. mesmo tendo-os no nho das unidades. pois a falecida fez por bem colocar no testamento que o bens fossem deixados ―em partes iguais‖. todos os custos da construção. a Turma. Com ou sem objetivo de lucro. e prévia e expressa autorização do autor ou titular do direito para que a comunicação seja levada ao público. havendo espetáculo gratuito subvencionado p . prosseguindo o julgamento. entendeu que não há direito de acrescer. aos pagamentos de impostos e funcionários. Entretanto tal procedimento instituído pela citada lei requer convenção expressa.

Anotou-se. também.ssário admitir que um dos contratantes requeira a anulação do ato simulado com fraude à lei para que se faça cessar a própria fraude e se aplique a lei turbada. que o novo Código Civil não mais distingue a simulação inoce .

er afastadas as demais provas produzidas. deve o pedido ser apreciado em atenção às demais provas produzidas. e c) se o segundo teste de DNA contradizer o primeiro. e acolher-se suas conclusões. .

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o que incide na espécie é a cláusula penal prevista no art. . porquanto o fundamento da transação reside na incerteza.acórdão entende: quando há dúvida quanto à execução do contrato. Assim. na dúvida axado de inadimplente. não resta outra alternativa senão a de valorar o citado instrumento como um típico contrato de transação. descontadas de percentual em favor da vendedora. levando a restituir o bem e a ter de volta as prestações pagas. a título de despesa administrativa. 916 ar perda de valores em desfavor da autora.

2. fato que só vem a reforçar a idéia do prejuízo causado com sua ausência para a economia do lar. 3. CC/1916). I. tem-se que. daí a necessidade da indenização . desde então. Reconhecida a incapacidade parcial laboral por perda de dois dedos da mão esquerda. o trabalho passa a ser exercido com maior sacrifício para o obreiro. 169. indício de que a vítima pertencia à família de poucas posses.efício da assistência judiciária.afastou a aplicabilidade da Súm.que a prescrição não ocorreu contra as menores (art. em se tratando de família de baixa renda ão por dano moral e material fixada na sentença. Com base no voto mpensação circunstancial. 150 do CBA refira-se a decadência. a jurisprudência vem considerando que a hipótese é de prescrição. n. 343-STF. Isso porque.

. parte inadimplente. serão devidos os direitos autorais. determinou o quinhão cabível a cada uma das beneficiárias (verbis tantum).uais‖. o que denota que. pela nova lei. como no caso. de qualquer maneira. mesmo tendo-os nomeados conjuntamente. avendo espetáculo gratuito subvencionado pelo município ou quando não houver cobrança de ingressos.

o Civil não mais distingue a simulação inocente da fraudulenta e nem proíbe que um dos contratantes alegue a simulação em defesa .

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8. validade pécie é a cláusula penal prevista no art.078/1990. vigente à época. que lhe . 916 e seguintes do CC/1916. porém limitada pela Lei n. na dúvida em que se encontram os que transigem quanto ao conteúdo.o da transação reside na incerteza. extensão.

por maioria. em se tratando de família de baixa renda. a companhia aérea propôs os presentes embargos infringentes. 343-STF. A Seç o obreiro. conheceu do recurso do autor . Com base no voto vencido na AR. a mantença do grupo é fruto da colaboração de todos. n. A Turma.ue. de modo que o dade da Súm. daí a necessidade da indenização por esse sofrimento adicional.

excepcionalmente. VENDIDA A COISA GARANTIDA FIDUCIARIAMENTE. 6. SÚMULA 092: A terceiro de boa-fé não é oponível a alienação fiduciária não anotada no Certificado de Registro do veíc SÚMULA 245: A notificação destinada a comprovar a mora nas dívidas garantidas por alienação fiduciária dispensa a in Alienação Fiduciária. SÚMULA 093: A legislação sobre cédulas de crédito rural. a obrigação do pagamento do saldo remanescente é pessoal do devedor principal. 53 Após a venda extrajudicial do bem. Empresa: conceito 02. coligados. não se deve tolerar imp SÚMULA 387: A cambial emitida ou aceita com omissões.ALIENAÇÃO FIDUCIÁRIA EM GARANTIA. em virtude da retirada A cédula de produto rural (Lei n. deverá tomar as devida EXECUÇÃO. Liquidação e dissolução de entidades financeiras (Lei n. liquidação e dissolução de sociedades. alienação fiduciária e arrendamento mercanti TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ STJ STF STF SUM 161 JC JC JC SUM SUM SUM SUM 051 SUM 177 SUM SUM SUM 110 171 JC SUM 053 397 Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Alienação fiduciária Consórcio Crédito rural Crédito rural Crédito rural Crédito rural Leasing Leasing Leasing Leasing Alienação fiduciária Alienação fiduciária 001 . EXCLUSÃO. subcontratos.Comercial 01. Sociedade: princípios gerais e classificação. PRESCRIÇÃO. por si. nas condições em que prevista pelo DL nº 911/69. ASSEMBLÉIA-GERAL.024/74). SE. da ampla defesa e do contrad SÚMULA 035: Incide correção monetária sobre as prestações pagas. a instituição financeira ao receber o título por endosso. Dando provimento a recurso extraordinário interposto pelo Ministério Público Federal. mas O pagamento antecipado do valor residual garantido pode ser feito a qualquer tempo. No trato de nota promissória que perdeu sua execu SÚMULA 258: A nota promissória vinculada a contrato de abertura de crédito não goza de autonomia em razão da iliqu 06. Transformação. STJ 255 Exclusão de sócio SOCIEDADE CIVIL. HÁ SALD Na alienação fiduciária. sem que o exercício de aludida fa Alterando entendimento exposto na Súmula 263-STJ. à extinção da responsabilidade dos garantes p Não cabe prisão civil do devedor que descumpre contrato garantido por alienação fiduciária. a Turma casso A prisão civil do devedor fiduciante. determinou-se a convocação de a 04. cisão e incorporação de sociedades. reveste-se de plena legitimidade . SÓCIO. 8. STJ 166 Classificação As empresas que atuam como corretoras na bolsa de mercadorias (bens móveis) e futuros não necessitam de autoriza 03. Contratos e obrigações mercantis: formação. CORREÇÃO MONETÁRIA. A venda extrajudicial do bem alienado fiduciariamente não leva. no exclusivo in Embora admissível.929/1994). STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ SUM 167 172 255 SUM 172 SUM 174 256 SUM Aval Cheque Duplicata Duplicata Fundamentos Generalidades Generalidades Nota promissória Nota promissória Nota promissória SÚMULA 026: O avalista do título de crédito vinculado a contrato de mútuo também responde pelas obrigações pactua A autonomia do cheque não é absoluta. de tal modo que se admite. Títulos de créditos: noções e espécies. No caso da alienação fiduc SÚMULA 028: O contrato de alienação fiduciária em garantia pode ter por objeto bem que já integrava o patrimônio do SÚMULA 072: A comprovação da mora é imprescindível à busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente. a discussão da relação jurídica Em se tratando de duplicata não aceita. A cópia autenticada de triplicatas mercantis protestada SÚMULA 060: É nula a obrigação cambial assumida por procurador do mutuário vinculado ao mutuante. desd NOTA PROMISSÓRIA. Provido o recurso. em tese. o prazo de p A liquidação extrajudicial das instituições financeiras se funda no interesse público de garantir a execução da política m 05. quando de sua restituição. seja o título firmado em branco para preenchimento pelo portador. inominados. MERCADORIA. pela qual o produtor rural promete entregar seu produto ao credor ou à su SÚMULA 016: A legislação ordinária sobre crédito rural não veda a incidência da correção monetária. CÓPIA TRIPLICATA. ENTREGA. a Corte Especial decidiu que o pagamento antecipado do valor re É válida a cláusula de contrato de arrendamento mercantil que prevê o reajuste das prestações com base na variação SÚMULA 293: A cobrança antecipada do valor residual garantido (VRG) não descaracteriza o contrato de arrendament Depositário Infiel. Exclusão de sócio. lugar. O DL 911/69 não ofende os princípios constitucionais da igualdade. TRF-1 EJ437 Liquidação TRF-1 EJ437 Liquidação Encontrando-se a empresa sob regime de liquidação extrajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil. nominados. ou em branco. comercial e industrial admite o pacto de capitalização de juro SÚMULA 298: O alongamento de dívida originada de crédito rural não constitui faculdade da instituição financeira. não há que se falar em restituição integral das parcelas pagas em razão do disposto no art. pode ser completada pelo credor de boa-fé a Não descaracteriza a nota promissória o simples fato de a assinatura do emitente constar no verso do documento.

de mais de um imóvel financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação. só correm juros até a decretação da falência. são devidos correção monetária. (SÚMUL Proprietários e usufrutuários de imóvel comercial intentaram ação indenizatória contra seguradora. ocasional. só se o ativo da massa fali A exclusão de crédito do quadro de credores da falência pode ser obtida mediante o processo ordinário a que se refere O fato de existir uma ação revisional não leva à conclusão de que seja impossível a propositura de uma ação falimenta Na falência. SÚMULA 257: A falta de pagamento do prêmio do seguro obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Autom FALÊNCIA. Outros TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ SUM 176 SUM SUM SUM SUM 160 160 162 170 175 190 191 192 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 172 172 186 190 194 SUM SUM SUM 195 196 054 200 Concordata Concordata Concordata Concordata Concordata Concordata Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Falência Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Seguros Falência Falência Comércio exterior Seguros 008 . Trata-se de execução fiscal interposta pe SÚMULA 029: No pagamento em juízo para elidir falência. quando tal marca já e O registro de denominação social ou nome de fantasia perante as Juntas Comerciais. não é excludente do dire SÚMULA 031: A aquisição. DESCONSIDERAÇÃO. Respaldado na teoria da desco SENTENÇA. A embriaguez apenas episódica. PRISÃO. 65 do Acordo sobre 08. PATENTE. PARCELA. nem p SÚMULA 008: Aplica-se a correção monetária aos créditos habilitados em concordata preventiva. independentemente da existência de ativo suficien Só há obrigação de indenizar por abuso no pedido de falência quando a sentença indefere o pedido por ausência de se HC. recebido em nome de outrem. ATRASO. EMBRIAGUEZ OCASIONAL. definidos por lei como crédito privilegiado. por haverem locado SEGURO. a Turma entendeu. ou Não se pode considerar doença preexistente a que surgiu depois de celebrado o contrato de seguro em grupo com a pr A premeditação que se refere a Súm. PERSONALIDADE JURÍDICA. que o atraso no SEGURO. TEORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JUR Importação de Bens de Consumo Usados. salvo durante o perío SÚMULA 133: A restituição da importância adiantada. as restituições decorrentes de adiantamento de contrato de câmbio têm preferência sobre os créditos traba São devidos os juros moratórios anteriores à decretação da quebra. A Turma reafirmou que. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. na falência. assim como o registro de marca Na hipótese de existência de conflito entre registros. inclusive a remuneração do síndico. ART. independe de ter sido a antecipa SÚMULA 250: É legítima a cobrança de multa fiscal de empresa em regime de concordata. não se incluindo no crédito habilitado em falência. FALÊNCIA. por si só. LEI DE FALÊNCIAS. à conta de contrato de câmbio. em caso de adiantamento de câmbio. Os honorários advocatícios. Relativamente aos créditos trabalhistas. Propriedade industrial: invenções e marcas. ACORDO TRIPS.07. é título hábil para instruir SÚMULA 307: A restituição de adiantamento de contrato de câmbio. julgando mandado de segura DANO MORAL. MASSA FALIDA. 35. um efetuado no INPI e outro em Junta Comercial. por maioria. SÚMULA 417: Pode ser objeto de restituição. PRÊMIO. goza SÚMULA 248: Comprovada a prestação dos serviços. não podem ser habilitados na concordata. na falência. situ SÚMULA 061: O seguro de vida cobre o suicídio não premeditado. 61-STJ é aquela existente no momento em que se contrata o seguro. EXTENSÃO. n. a duplicata não aceita. no contrato de seguro que prevê cobertura de da . juros e honorários de advo SÚMULA 036: A correção monetária integra o valor da restituição. DANO PESSOAL. dinheiro em poder do falido. INDISPONIBILIDADE. XII). SÚMULA 264: É irrecorrível o ato judicial que apenas manda processar a concordata preventiva. 7º. PEDIDO. PRAZO. prevalece o mai A mera exposição à venda dos produtos falsificados. mas protestada. requerida em c SÚMULA 219: Os créditos decorrentes de serviços prestados à massa falida. deve ser atendida antes de qualquer c SÚMULA 565: A multa fiscal moratória constitui pena administrativa. SÍNDICO. Após. art. é O programa de computador (software) inclui-se no conceito de obra intelectual (Lei 9610/98. BENS.A CORREÇÃO MONETÁRIA INCIDE SOBRE OS CRÉDITOS HABILITADOS EM CONCORDATA PREVENTIVA. Trata-se de habeas corpus para sustar o decreto de prisão por descumprim EXECUÇÃO FISCAL. pelo segurado. SEGURO. Reformada decisão do TRF da 5ª Região que. conceito e proteção legal. O Brasil não usou da faculdade prevista no art. Prosseguindo o julgamento. independentemente de prova quanto á efetiva comercialização. TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ 102 109 109 168 171 200 Proteção legal Proteção legal Conflito entre registros Proteção legal Proteção legal Proteção legal O Ministério da Agricultura pode exigir de empresa que altere marca de produto que industrializa.

como no caso de ter havido prática comercial ilícita e criminosa. nco para preenchimento pelo portador. da ampla defesa e do contraditório. a antecipação do VRG não afeta a intenção das partes. ação fiduciária não anotada no Certificado de Registro do veículo automotor. por sua natureza. No caso da alienação fiduciária em garantia não se tem um contrato de depósito genuíno. No entanto . deverá tomar as devidas precauções para verificar a regularidade na emissão da cártula. mas intermediadoras. por si. mas. não a partir do ajuizamento da ação ordinári abertura de crédito não goza de autonomia em razão da iliquidez do título que a originou. a Turma cassou decisão do STJ que. desde que preenchidos os demais requisitos (art. e prevista pelo DL nº 911/69. ser feito a qualquer tempo. ubcontratos. No trato de nota promissória que perdeu sua executividade diante da prescrição. em virtude da retirada ou exclusão do participante de plano de consórcio. Indispensável. DIDA A COISA GARANTIDA FIDUCIARIAMENTE. fato superveniente que tor arantido (VRG) não descaracteriza o contrato de arrendamento mercantil. ao conceder ao proprietário fiduciário a faculdade de requerer a busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente (art ções pagas. avalista ou terceiro interessado). HÁ SALDO DEVEDOR. devendo sobressair a vontade das partes. afirmando a diversidade entre a condição jurídica do devedor na alienação fiduciária e a do depositário. ito rural não constitui faculdade da instituição financeira. A cópia autenticada de triplicatas mercantis protestadas acompanhadas pelas notas fiscais de saída da mercadoria com seu comprovante de entrega é título hábil a embasar a execu procurador do mutuário vinculado ao mutuante. sem que o exercício de aludida faculdade contratual descaracterize o contrato de leasing. é incidente a correção monetária de maneira ampla.cadorias (bens móveis) e futuros não necessitam de autorização do Banco Central para o seu funcionamento. GERAL. Alteração de entendimento orte Especial decidiu que o pagamento antecipado do valor residual em garantia (VRG) não descaracteriza o contrato de leasing. os constitucionais da igualdade. a nas dívidas garantidas por alienação fiduciária dispensa a indicação do valor do débito. o leva. EXECUTAR O AVALISTA DO TÍTULO EMITIDO EM GARANTIA DO PAGAMENT integral das parcelas pagas em razão do disposto no art. exige prévia notificação do devedor em caso de endos ão veda a incidência da correção monetária. alienação fiduciária e arrendamento mercantil (leasing). que esvazia a cártula. pois não são consideradas instituições financeiras. reveste-se de plena legitimidade constitucional e não transgride o sistema de proteção instituído pela Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de . Crédito rural. po il que prevê o reajuste das prestações com base na variação da cotação de moeda estrangeira. à busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente. quando no contrato figurar como devedor solidário. pode ser completada pelo credor de boa-fé antes da cobrança ou do protesto. assinatura do emitente constar no verso do documento. determinou-se a convocação de assembléia-geral de sociedade civil (clube social) para exame de recurso interposto por sócios excluídos (art. Código Civil) n ajudicial decretada pelo Banco Central do Brasil. 57. entretanto. não se deve tolerar imposição do credor que importe ficar com a faculdade de preenchê-lo como lhe parecer adequado. . direito do devedor nos termos da lei. Provido o recurso. Cabe ao Banco Central do Brasil decretar a ontrato de mútuo também responde pelas obrigações pactuadas. PODE O CREDOR. portanto o alienante não deve ser equiparado ao depositário inf ntia pode ter por objeto bem que já integrava o patrimônio do devedor. a discussão da relação jurídica adjacente. ário interposto pelo Ministério Público Federal. 75 da Lei Uniforme) e não houver dúvidas quanto às obrigações assumidas pelo s NETÁRIA. nda no interesse público de garantir a execução da política monetária e de crédito do governo – dependente que é da normalidade do mercado. excepcionalmente. comercial e industrial admite o pacto de capitalização de juros. visto que o devedor tem o direito a receber o saldo apurado com a venda extrajudicial do bem e não é possível negar ento do saldo remanescente é pessoal do devedor principal. ceira ao receber o título por endosso. É sabido que o endossatário deve proceder ao protesto do tít ORIA. ou em branco. à extinção da responsabilidade dos garantes pelo pagamento do saldo residual remanescente. no exclusivo interesse deste. 53 do CDC. POR ELE. o prazo de prescrição da ação para postular indenização por eventuais danos deve ocorrer a partir da cessação da liquidação. em razão da modificação súbita da política cambial. produtor rural promete entregar seu produto ao credor ou à sua ordem no local e nas condições nela estabelecidas. quando de sua restituição. sendo ilícita a execução contra os garantes (fiador. se admite. que o credor dê a eles ciência de que vai alienar o garantido por alienação fiduciária.

julgando mandado de segurança preventivo impetrado contra ato do gerente do Serviço de Comércio Exterior. A matéria trata de saber se é possível. conferem à empresa que os tenha obtido o direito de utilizar com exclusividade. NOS TERMOS DA LEI Nº 6. é hábil para justificar a condenação em danos materiais (art. inclusive a remuneração do síndico. nem podem nela ser exigidos. pendentemente de prova quanto á efetiva comercialização. estão compreendidos os danos morais. SÍNDICO.899. da Agência Centro do Banco do Brasil de For afirmou que. requerida em concordata ou falência. são devidos correção monetária. de postergar a aplicação do referido tra RÉDITOS HABILITADOS EM CONCORDATA PREVENTIVA. Respaldado na teoria da desconsideração da personalidade jurídica. o síndico da massa falida pode pedir ao juiz a extensão dos efeitos da falência às socied EORIA DA DESCONSIDERAÇÃO DA PERSONALIDADE JURÍDICA. pedindo a restituição das contribuições previdenciárias descontadas dos salários dos emprega . obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres (DPVAT) não é motivo para a recusa do pagamento da indenização. . em caso de adiantamento de câmbio. pois o advogado dispõe das vias processuais adequadas para fazer valer seus direitos.274. quando tal marca já estiver registrada no INPI.ainda assim. dinheiro em poder do falido. que o atraso no pagamento de parcela do prêmio suspende a cobertura securitária. da Lei de Falências.84. enas episódica. uplicata não aceita. A prisão administrativa prevista no citado artigo da Le A. (SÚMULA 061: O seguro de vida cobre o suicídio não premeditado. possa ver se é o caso ou não de to de contrato de câmbio têm preferência sobre os créditos trabalhistas. assim como o registro de marca junto ao INPI. ex vi do art. privilegiado. nda processar a concordata preventiva. DE 8.611/1945. PEDIDO. situados na mesma localidade. determinar-se de ofício a indisponibilidade cisão do TRF da 5ª Região que. onta de contrato de câmbio. 35 do DL n. inistrativa.661/1945. o de que seja impossível a propositura de uma ação falimentar com base no título que está sendo objeto da ação revisional. não podem ser habilitados na concordata. XII). Após.02. no contrato de seguro que prevê cobertura de danos pessoais. em todo o território nacional. só se o ativo da massa falida for suficiente para pagar o principal . o limite é de 12% a. uma vez que a substituta aceitou os integrantes da apólice anterior. na falência. de 10. por lei ou contrato. é título hábil para instruir pedido de falência.81. não exime a seguradora da obrigação de pagamento dos seguros. por maioria.a. não é excludente do direito à cobertura securitária pelo falecimento em acidente de trânsito. rante as Juntas Comerciais. s habilitados em concordata preventiva. independe de ter sido a antecipação efetuada nos quinze dias anteriores ao requerimento da concordata. a ex fetuado no INPI e outro em Junta Comercial. existente no momento em que se contrata o seguro.ere marca de produto que industrializa.) am ação indenizatória contra seguradora. Não há invasão de competência administrativa do INPI no caso em tela. té a decretação da falência.283. ou do qual. de 27. por si só. em respeito aos critérios de originalidade e novidade. mpresa em regime de concordata. ncia quando a sentença indefere o pedido por ausência de seus requisitos. na sentença declaratória de falência. 7º. não tivesse ele a disponibilidade. mas protestada. dos à massa falida. gozam dos privilégios próprios dos trabalhistas. Tal circunstância não configura agravamento do risco previ m imóvel financiado pelo Sistema Financeiro da Habitação. URÍDICA. 209 do Código de Propriedade Industrial. art. de câmbio. no seu arbítrio.86. Não incide o citado dispositivo quando a extinção do processo é por vício de habeas corpus para sustar o decreto de prisão por descumprimento das obrigações do falido. previstas no art. não se incluindo no crédito habilitado em falência. independentemente da existência de ativo suficiente para pagamento do principal. depois de celebrado o contrato de seguro em grupo com a primeira companhia seguradora. salvo durante o período compreendido entre as datas de vigência da Lei 7. 99.12. stituição.4. pode ser obtida mediante o processo ordinário a que se refere o art. por haverem locado o referido imóvel mediante contrato com cláusula obrigatória de ajustar seguro contra incêndio. uma vez que tal exposição o de obra intelectual (Lei 9610/98. deve ser atendida antes de qualquer crédito. embora o juiz. 65 do Acordo sobre Aspectos dos Direitos de Propriedade Intelectual Relacionados ao Comércio – TRIPS. a Turma entendeu. 7. recebido em nome de outrem. ocasional. prevalece o mais antigo. asil não usou da faculdade prevista no art. 7. juros e honorários de advogado. Trata-se de execução fiscal interposta pelo INSS em processo falimentar. e do Decreto-lei 2. parágrafo único. MASSA FALIDA. 20 da Lei n. da quebra. Acontecido o sinistro. a segura o julgamento.

caput) e ao restringir a matéria de defesa alegável em contestação (art. 3º. 15. fato superveniente que tornou as prestações excessivamente onerosas. sim. ureza. 6º. que o credor dê a eles ciência de que vai alienar o bem. mas. sobressair a vontade das partes. para se confirmar ou alterar o local da entrega. mas intermediadoras. ado com a venda extrajudicial do bem e não é possível negar ao credor o direito de receber o valor do financiamento contratado. V. a revisão dessa cláusula. § 2º). da Lei n.A. que esvazia a cártula. e não houver dúvidas quanto às obrigações assumidas pelo subscritor. da Lei 6024/74. não a partir do ajuizamento da ação ordinária. deve ocorrer a partir da cessação da liquidação. exige prévia notificação do devedor em caso de endosso (que deve ser completo).nsideradas instituições financeiras. Alteração de entendimento do STJ que provocará o cancelamento da súmula STJ/263. concedera habeas corpus para afastar a prisão civil do paciente decretada em ação de busca e apreensão convertida em ação pela Convenção Americana sobre Direitos Humanos (Pacto de São José da Costa Rica). é possível . O ato liquidatório promana do jus imperii do Es riminosa. do vencimento do débito.: o STF já decidiu pela constitucionalidade da prisão civil do devedor na alienação fiduciária . a antecipação do VRG não afeta a intenção das partes. g. contudo a instituição fina seu comprovante de entrega é título hábil a embasar a execução de título extrajudicial. por determinado preço. e maneira ampla. lo como lhe parecer adequado. Cabe ao Banco Central do Brasil decretar a intervenção extrajudicial nos estritos casos previstos no art. Código Civil) no prazo de trinta dias a contar do trânsito em julgado da decisão. ade do mercado. 5. É sabido que o endossatário deve proceder ao protesto do título a fim de não perder o direito de regresso contra o endossante (art. conforme o art. § 4º. Precedentes. ntretanto. ortanto o alienante não deve ser equiparado ao depositário infiel (N. 57. determ urídica do devedor na alienação fiduciária e a do depositário. 3º. inc. 13. NECESSARIAMENTE SUBORDINADOS À AUT . do CDC. pois é absolutamente desinfluente para a caracterização do contrato de leasing o fato de as partes estipularem preço simbólico ou ificação súbita da política cambial. LISTA DO TÍTULO EMITIDO EM GARANTIA DO PAGAMENTO DA QUANTIA MUTUADA. ecurso interposto por sócios excluídos (art. OS TRATADOS INTERNACIONAIS.474/1968).decisões de ambas as Tu rer a busca e apreensão do bem alienado fiduciariamente (art.

ode pedir ao juiz a extensão dos efeitos da falência às sociedades do mesmo grupo. ou mesmo suspendê-la enquanto se decide a anulatória. restando revogado pelos incisos LXI e LXVII do art. 1. o pagamento da indenização. possa ver se é o caso ou não de tomar outra medida. em todo o território nacional. de 27.454 do CC/1916. itado dispositivo quando a extinção do processo é por vício de citação ou depósito elisivo. uma vez que tal exposição. ter renunciado à faculdade ao aplicar desde logo (1 suais adequadas para fazer valer seus direitos.84. com sinal externo capaz de distingui-la. O juízo de falência também está autorizado a determinar medidas cautelares inomina mércio Exterior. assim. justar seguro contra incêndio. ao Comércio – TRIPS. no seu arbítrio. o de pagamento dos seguros. mas não repassadas à autarquia. e utilizar com exclusividade. visto que. afeta a imagem e a reputação comercial de sua legítima proprietária. a expressão que lhes constitui como título de estabelecimento. não se aplicando automaticamente tal dispositivo. perante a generalidade de o Código de Propriedade Industrial. O Tribunal a quo admitiu a procedência do pedido. considerando incabível a inclusão de os integrantes da apólice anterior. Acontecido o sinistro. e do Decreto-lei 2. 5º da CF/1988. que vulgariza a marca.02. A prisão administrativa prevista no citado artigo da Lei de Falências não subsiste. O Tribunal entendeu que . 1/1945. reconhecera ao impetrante o direito à obtenção de licença de importação de veículo usado. uições previdenciárias descontadas dos salários dos empregados. de postergar a aplicação do referido tratado. determinar-se de ofício a indisponibilidade de bens de ex-diretor da empresa falida. isso se houver evidências de sua utilização com abuso de direito. 12.283.86.strativa do INPI no caso em tela. da Agência Centro do Banco do Brasil de Fortaleza-CE. Tal circunstância não configura agravamento do risco previsto no art. um sócio da empresa locatária e outro foram o. Entende-se. bora o juiz. para fraudar a lei ou prejudicar terceir ratória de falência. a seguradora se recusa a solver a indenização por ter sido o incêndio provocado.

NECESSARIAMENTE SUBORDINADOS À AUTORIDADE DA CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA. antecipadament me o art. 13. da Lei n. a revisão dessa cláusula. com todo (art. NACIONAIS. de leasing o fato de as partes estipularem preço simbólico ou de inexpressivo valor para o exercício da opção de compra do bem arrendado.a Lei 6024/74. determinantes. mas sujeita-se. o eventual protesto c do devedor na alienação fiduciária . V. inexistindo causa para o título.decisões de ambas as Turmas). ao controle jurisdicional. inc. assume o risco de que. contudo a instituição financeira ao deixar de tomar as medidas necessárias. ou se o arrendatário deposita. determinando a distribuição eqüitativa (metade) dos ônus entre arrendaste e arrendatário. 5. ecretada em ação de busca e apreensão convertida em ação de depósito.474/1968). O ato liquidatório promana do jus imperii do Estado. quanto às formalidades e seus motivos. 6º. NÃO PODEM LEGITIMAR INTERPRETAÇÕES QUE RESTRINJAM A EFICÁ . do CDC. § 4º. Se o liquidante.

se. O Tribunal entendeu que a Portaria nº 8/91 do Departamento de Comércio Exterior do Ministério da Fazenda ? que proíbe a importação de bens de con . a recorrida tem direito à extensão do prazo de e LXVII do art. de sua legítima proprietária. 5º da CF/1988. desde que presentes os requisitos. no processo falimen nça de importação de veículo usado. ainda. A ocado. de outras que operam no mesmo ramo de atividade. persiste a resp o com abuso de direito. os quais devem ser avaliados levando-se em conta que. n. I.sinal externo capaz de distingui-la. determinou que a restituição fosse processada após a satisfação dos créditos trabalhistas. do CP. a procedência do pedido.024/1974 e Lei de Falências). para fraudar a lei ou prejudicar terceiros (Lei n. 1. considerando incabível a inclusão de juros no valor a restituir e. Dessarte. Essa providência prescinde de ação autônoma. ém está autorizado a determinar medidas cautelares inominadas. assim. Não obstante ser fraudulento o incêndio.355/1994). perante a generalidade de pessoas. de ofício. § 1º. um sócio da empresa locatária e outro foram condenados criminalmente como incursos no art. 250. ter renunciado à faculdade ao aplicar desde logo (1º/1/1995) o TRIPS em sua ordem jurídica interna (Dec. 6. visto que.

inexistindo causa para o título. dele deco em arrendado. com todo seu poder investigatório. antecipadamente. Se o liquidante. para o arrendador alguma importância em grantia do pagamento do valor residual. mesnalmente. assumindo a responsabilidade pelos riscos que sua ação causar. o eventual protesto cause prejuízo a terceiro.erminantes. Reconhecido o ilícito civil. EGITIMAR INTERPRETAÇÕES QUE RESTRINJAM A EFICÁCIA JURÍDICA DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS. A possibilidade jurídica de o Congresso Nacional instituir a prisão civil no . não logra comprovar os motivos embasadores do ato liquidatório e recomenda o não prosseguiment o de que. ao controle jurisdicional. ou se o arrendatário deposita.

994). Dessarte, a recorrida tem direito à extensão do prazo de validade de sua patente, por um período total de vinte anos, em conformidade com o art. 33 do referido acordo.

sse processada após a satisfação dos créditos trabalhistas. A Turma deu parcial provimento, entendendo que não houve prequestionamento quanto à questão dos juros, porém reconheceu

o CP. Não obstante ser fraudulento o incêndio, persiste a responsabilidade da seguradora perante a beneficiária do seguro avençado com a inquilina, mesmo que a apólice preveja a isençã

m ser avaliados levando-se em conta que, no processo falimentar, há a presença de um forte interesse do Estado em garantir tanto a ordem econômica quanto a social, certamente abaladas nistério da Fazenda ? que proíbe a importação de bens de consumo usados e na qual a autoridade impetrada teria de basear-se para indeferir a licença pretendida ? não ofende, ao contrário

sadores do ato liquidatório e recomenda o não prosseguimento da liquidação extrajudicial, é porque os motivos referidos não seriam suficientes para a drástica medida.

cos que sua ação causar. Reconhecido o ilícito civil, dele decorre o dano moral, pois é inegável que o protesto indevido de título tem o condão de abalar o crédito da empresa.

a do pagamento do valor residual.

ade jurídica de o Congresso Nacional instituir a prisão civil no caso de infidelidade depositária encontra fundamento na própria Constituição da República (art. 5º, LXVII). A autoridade hierárq

conformidade com o art. 33 do referido acordo.

uestionamento quanto à questão dos juros, porém reconheceu que os valores dos salários dos empregados retidos a título de contribuição previdenciária pela empresa devem ser devolvido

nçado com a inquilina, mesmo que a apólice preveja a isenção da seguradora no caso de o sinistro ser devido em razão da culpa grave ou dolo do segurado, pois a beneficiária do seguro e

nto a ordem econômica quanto a social, certamente abaladas pela decretação de falência (art. 798, CPC). Conclui-se pela regularidade da medida cautelar de indisponibilidade de bens det e para indeferir a licença pretendida ? não ofende, ao contrário do que decidido pelo TRF, o princípio da isonomia, como se infere das razões de política econômica que justificaram a sua ed

eriam suficientes para a drástica medida.

o tem o condão de abalar o crédito da empresa.

Constituição da República (art. 5º, LXVII). A autoridade hierárquico-normativa da Lei Fundamental do Estado, considerada a supremacia absoluta de que se reveste o estatuto político brasile

ontribuição previdenciária pela empresa devem ser devolvidos independentemente de rateio (art. 76 da Lei de Falências). Ressaltou-se a jurisprudência da Segunda Seção deste Tribunal, n

pa grave ou dolo do segurado, pois a beneficiária do seguro e terceira de boa-fé não teve participação no sinistro criminoso.

ularidade da medida cautelar de indisponibilidade de bens determinada na sentença declaratória da falência. Outro ponto merecedor de análise é o fundamento pelo qual o ex-diretor da emp ere das razões de política econômica que justificaram a sua edição. Ao editá-la, por seu turno, a administração exerceu legitimamente o poder de polícia que lhe é conferido pelo art. 237 da

premacia absoluta de que se reveste o estatuto político brasileiro, não se expõe, no plano de sua eficácia e aplicabilidade, a restrições ou a mecanismos de limitação fixados em sede de tra

saltou-se a jurisprudência da Segunda Seção deste Tribunal, no sentido de que esse crédito não integra o patrimônio do falido.

cedor de análise é o fundamento pelo qual o ex-diretor da empresa falida foi atingido pela medida cautelar. A personalidade jurídica da Sociedade Anônima, ora falida, foi corretamente desc mente o poder de polícia que lhe é conferido pelo art. 237 da CF (―A fiscalização e o controle sobre o comércio exterior, essenciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, serão exe

trições ou a mecanismos de limitação fixados em sede de tratados internacionais, como o Pacto de São José da Costa Rica (Convenção Americana sobre Di

dica da Sociedade Anônima, ora falida, foi corretamente desconsiderada, a fim de responsabilizar patrimonialmente soc ciais à defesa dos interesses fazendários nacionais, serão exercidas pelo Ministério da Fazenda.‖).

Convenção Americana sobre Di .

No controle concentrado de constitucionalidade. Das entidades autárquicas de fiscalização profissional. a indi Os partidos políticos têm legitimidade para o ajuizamento de ação direta de inconstitucionalidade. STF SUM Livre concorrência STF JR Separação dos poderes TRF-1 EJ445 Separação dos poderes STF 286 Separação dos poderes SÚMULA 646: Ofende o princípio da livre concorrência lei municipal que impede a instalação de estabelecimentos HC 80089 / RJ (21/06/2000): CONVOCAÇÃO DE JUIZ. ainda tem como membros pessoas físicas.PERTINÊNCIA TEMÁT 05. quando a situação de inconstitucionalidade O eventual extravasamento.ENTIDADE SINDICAL . o As cláusulas pétreas não podem ser invocadas para sustentação da tese da inconstitucionalidade de normas c O constituinte. pelo STF. Poder constituinte originário e STF STF STF 014 030 039 Aplicação no tempo Generalidades Generalidades A nova Constituição tem incidência imediata. Controle de constitucionalidade: conceito de (in)constitucionalidade. Teoria do Poder Constituinte: o problema do fundamento da Constituição. material e normativo da Constituição. pelo Supremo Tribunal Federal.Constitucional 01.AÇÃO DIRETA DE INCONSTITUCIONALIDADE . pela redação do texto no qual se inclui a parte da norma que é atacada como inconstitucional. apenas alg Não cabe ação rescisória de acórdão proferido em ação direta de inconstitucionalidade. Estabelecimentos e Serviços . não é p Não estando o STF vinculado. m A Confederação Nacional de Saúde . o STF não pode atuar como legisl Leis anteriores à CF/88 não se sujeitam ao exame obrigatório por parte do plenário. Convo O Judiciário não tem poder. importando em reconhecimento judicial do esta ADC-03: O exame da tramitação legislativa. exercido.CNS não tem legitimidade à luz do LEGITIMAÇÃO . é restrito à observância das regras constitucionais no proces ADI 1755 / DF (15/10/1998): Ao julgar uma ação direita de inconstitucionalidade.Hospitais. pelo ato regulamentar. Não se conhece de ação direta quando a decisão sobre a constitucionalidade da norma impugnada depender do e A procedência da ação direta de inconstitucionalidade por omissão. em determinado sistema normativo. na ação direta de inconstitucionalidade. à argumentação deduzida pelo autor. a teor da Súmula 339 do Supremo Tribunal Federal. diant 03. PRINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA DOS PODERES. com exclusividade. STF JR Interpretação TRF-1 EJ444 Interpretação MS 24041 / DF (29/09/2001): Norma interna (regimento) do Senado Federal ou da Câmara Federal não pode ditar Sopesando as garantias constitucionais da livre iniciativa e do livre comércio com o interesse coletivo. somente o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Falece legitimidade ativa ad causam ao Diretório Municipal de Partido Político para ajuizar ação direta de inconstitu A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de proclamar incabível a medida liminar nos ca Os atos normativos editados pelo Distrito Federal no exercício de competência legislativa reservada aos Municípios Destinando-se a ação direta de inconstitucionalidade à defesa da ordem constitucional vigente. O tribunal competente para o julgamento da representação de inconstitucio Quando tramitam paralelamente duas ações diretas de inconstitucionalidade. 02. Teoria da Constituição: origem histórica. dentre as várias interpr Quando. p Controle Difuso de Constitucionalidade. conceito. essa circu Tem o Governador do Estado-membro capacidade postulatória em ação direta de inconstitucionalidade. dos limites a que se acha materialmente vinculado poderá Não só a Corte está restrita a examinar os dispositivos ou expressões deles cuja inconstitucionalidade for argüid O STF não tem jurisdição para fiscalizar a validade das normas aprovadas pelo poder constituinte originário. A interpretação conforme à Constituiçãosó é utilizável quando a norma impugnada admite. do ato jurídico perfeito e da coisa julgada. uma no Tribunal de Justiça local e ou 1. Classificação das constituições. independentem Se uma associação. SÚMULA 642: Não cabe ação direta de inconstitucionalidade de lei do Distrito Federal derivada da sua competênc O ajuizamento da ação constitucional de argüição de descumprimento de preceito fundamental rege-se pelo princíp As decisões do STF em ações diretas de inconstitucionalidade têm efeitos ex tunc e erga omnes. além de reunir associações regionais. O controle STF STF STF STF STF STF TRF-1 STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STF STF STF STF STF 005 022 025 034 SUM 287 102 027 027 046 024 027 028 035 043 045 014 014 015 015 019 025 028 045 JR JR 163 053 054 054 054 055 ADIn ADIn ADIn ADIn ADIn ADPF Efeitos Generalidades Generalidades Generalidades Legitimidade Legitimidade Legitimidade Legitimidade Legitimidade Liminar Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Limites Reserva de plenário Generalidades Generalidades Generalidades Legitimidade Legitimidade Para legitimar-se à propositura da ação direta de inconstitucionalidade. Interpretação e aplicação da Constituição: princípios e métodos de interpretação e grau de eficácia das normas constitucionais. A Constituição como fenômeno do poder. quanto à constitucionalidade. também rec 04. a confederação sindical deve preencher os A ação direta de inconstitucionalidade por omissão parcial não admite a concessão de medida cautelar. Não se conhece de ação direta de inconstitucionalidade que ataca. CF 1988: Dos Princípios Fundamentais. Os preceitos que lhe compõem a estrutura normativa revestem-se. ao estabelecer a inviolabilidade do direito adquirido. para aumentar vencimentos de se Afronta o princípio da separação e independência dos Poderes a submissão de convênios celebrados pelo Govern . sentido formal. perde ela o se Revelar-se-á processualmente inviável a utilização da ação direta. sistemas de controle de constitucionalidade e espécies de controle.

20 da CF não alcançam terras de aldeamentos extintos. II). praticadas SÚMULA 675: Os intervalos fixados para descanso e alimentação durante a jornada de seis horas não descaracter RE 199142 / SP (03/10/2000): Sindicato. in MS 24041 / DF (29/09/2001): Deputado Federal (ou Senador) é parte legítima para propor mandado de segurança Tratando-se de discurso proferido da tribuna da Câmara Municipal.nos projetos de iniciativa exclusiva Emenda Parlamentar e Vício de Iniciativa.193-SP.ESTRANGEIROS . art. decidiu que a locução "prazo certo". antes de qualquer apreciação de sua regularidade. CF 1988: Da Organização do Estado: dos municípios STF SUM Competência SÚMULA 645: É competente o Município para fixar o horário de funcionamento de estabelecimento comercial. XXXVI. não ba Cabe ao STF o julgamento de pedido de intervenção federal destinado a prover a execução de ordem ou decisão d 07-b. duas contribuições: uma para custeio de confederações e outra de 07-a. O ordenamento constitucional vigente não contém disposição que contemple a iniciativa exclusiva do Chefe do Po Ofende o art. CF 1988: Dos Direitos e Garantias Fundamentais. prevista no art 5º.ÍNDICE LOCAL. É formalmente inconstitucional norma resultante de emenda parlamenta ADI 1700 MC / DF (19/12/1997): Não cabe ao STF o exame relativo à urgência e à relevância da medida provisória SÚMULA 005: A sanção do projeto supre a falta de iniciativa do Poder Executivo. TRF-1 EJ537 Sigilo TRF-1 EJ539 Indenização STF SUM Direitos sociais STF JR Sindicatos STF JR Duplo grau de jurisdição STF 045 Destinatários TRF-1 EJ499 Voto STF 047 Sindicatos A garantia constitucional do sigilo de dados não tem caráter absoluto. Unicidade Sindical (CF. sendo certo. da CF (“Não será admitido aumento da despesa prevista: I .A teor do disposto na cabeça do artigo 5º da Con Voto. para atendimento ao público. SÚMULA 004: Não perde a imunidade parlamentar o congressista nomeado Ministro de Estado. CF 1988: Da Organização do Estado: da intervenção 07-g. a TRIBUTO . pelo Poder Executivo. I. sendo necessária expressa autorização e Exploração de bingo. ainda. ainda que ocupada É da competência exclusiva da União legislar sobre trânsito e transporte. até a EC 32/98. 63. CF 1988: Da Organização do Estado: da União STJ SUM Competência STF SUM Competência STF SUM Competência STF SUM Bens STF 286 Competência TRF-1 EJ499 Competência STF 047 Competência SÚMULA 019: A fixação do horário bancário. Prazo certo: o Supremo Tribunal Federal. é da competência da União. A disciplina da atualização dos tributos está compreendida na previsão 07-c. Comparecimento obrigatório. I. Superposição de base territorial.06.CORREÇÃO . SÚMULA 651: A medida provisória não apreciada pelo Congresso Nacional podia. ou qualquer outro ato aprovado . a inviolabilidade do vereador “por suas opiniões SÚMULA 003: A imunidade concedida a deputados estaduais é restrita a justiça do estado. 8º. Impossibilidade jurídica do pedido. Obrigatoriedade formal. portanto. da Constituição da República. As garantias funda José Afonso da Silva escreve que ―há. de aposentadoria. CF 1988: Da Organização do Estado: da organização político-administrativa STF STF 018 029 Intervenção Intervenção O simples protocolo das contas no tribunal competente. CF 1988: Da Organização dos Poderes: do Poder Legislativo STF 051 CPI STF JR Deputados e Senadores STF 034 Imunidade parlamentar STF SUM Imunidade parlamentar STF SUM Imunidade parlamentar STF 015 Processo legislativo STF 022 Processo legislativo STF 041 Processo legislativo STF JR Processo legislativo STF SUM Processo legislativo STF SUM Processo legislativo STF SUM Processo legislativo TRF-1 EJ439 Processo legislativo STF JR Tribunal de Contas STF SUM Tribunal de Contas CPI. CF 1988: Da Organização do Estado: do Distrito Federal e dos Territórios 07-f. 07-e. CF 1988: Da Organização do Estado: da Administração Pública 08-a. não é in Os requisitos de relevância e urgência para a edição de medida provisória são de apreciação discricionária do Che AO 476 / RR (16/10/1997): A qualificação profissional formal não é requisito à nomeação de Conselheiro de Tribun SÚMULA 006: A revogação ou anulação. Haven RHC 80919 / SP (12/06/2001): No ordenamento jurídico-brasileiro não existe a garantia do duplo grau de jurisdição DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS . SÚMULA 722: São da competência legislativa da União a definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecim SÚMULA 647: Compete privativamente à União legislar sobre vencimentos dos membros das polícias civil e militar SÚMULA 650: Os incisos I e XI do art. I. que se há de fazer a dist São imprescritíveis as ações indenizatórias por danos decorrentes de violações a direitos fundamentais. CF 1988: Da Organização do Estado: dos Estados federados 07-d. ser reeditada de SÚMULA 654: A garantia da irretroatividade da lei. julgando o HC nº 71. Competência privativa da União para legislar sobre sistema de consórcios e sorteios (CF.

não representa violência ao disposto no 08-b. Cumpre ao Poder Executivo proceder ao repasse. do A retenção de parcelas do Fundo de Participação dos Municípios. CF 1988: Da Organização dos Poderes: do Poder Executivo STF STF STF 014 014 397 Imunidade Imunidade Imunidade A imunidade do Chefe de Estado à persecução penal deriva de cláusula constitucional exorbitante do direito comum O Estado-membro. SÚMULA 731: Para fim da competência originária do Supremo Tribunal Federal. CF 1988: Das Disposições Gerais e Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. 10. de ofício ou a requerimento das partes. firmou entendimento de que a requisição do Presidente Em face da garantia constitucional de justa e prévia indenização nas desapropriações. Considerando precedentes do STF no senti 08-c. 192 da Constituição. CF 1988: Da Defesa do Estado e das Instituições Democráticas. salvo se não foi observad SÚMULA 004: A preferência prevista no art. pelo voto de dois terços de seus membros. STJ 169 STF 030 STF 048 TRF-1 EJ504 Transferência de recursos Orçamento Orçamento Transferência de recursos Não se aplicam sanções a municípios ou Estados por inadimplência na área de educação. ainda que em norma constante de sua própria Constituição.obstar. a pro A circunstância de o Presidente da República estar sujeito à jurisdição da Corte. com amparo em decisão do STF (ADIN 1. único do art. para os feitos criminais e manda A preterição da ordem de precedência cronológia . composto por sete conselheiros. para prestar depoimento à CPI. corrigir o valor dos precatóri 08-d. em favor dos créditos de natureza alimentícia SÚMULA 045: Não é devida a inclusão de juros moratórios em precatório complementar. da CF . não dispõe de competência para o Denúncia contra Governador e Autorização da Assembléia Legislativa. CF 1988: Da Tributação e do Orçamento.considerada a extrema gravidade desse gesto de insubmissão e Constatado o impedimento de mais da metade dos membros do tribunal de origem.JUDICIÁRIO . não impede a perda da graduação de militar mediante procedimen SÚMULA 649: É inconstitucional a criação. 169 da Constituição. que limitava a taxa de juros 12. é de interesse geral da magistratu SÚMULA 673: O art.São devidos juros de mora na atualização da conta objeto de precatório complementar. efetue o O STJ. II.STF STF STF SUM Tribunal de Contas SUM Tribunal de Contas 051 CPI SÚMULA 007: Sem prejuízo de recurso para o congresso. 160 da Con 11. . de órgão de controle administrativo do Pode SÚMULA 655: A exceção prevista no art. até o dia 20. não é exeqüível contrato administrativo a que o Tribunal SÚMULA 653: No Tribunal de Contas estadual. 93.098/SP). CF 1988: Da Organização dos Poderes: do Poder Judiciário STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 STJ STF STF STF STF STF TRF-4 STJ JC JC JC SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 175 012 017 021 027 028 SUM 184 Precatórios Precatórios Precatórios Precatórios Tribunais Tribunais Tribunais Controle Precatórios Precatórios Precatórios Tribunais Tribunais Tribunais Tribunais Precatórios Tribunais Precatórios Precatórios A função do Presidente do Tribunal de requisitar que a Fazenda Pública. revogada pela EC 40/2003.DUODÉCIMOS. atenuando o seu rigor literal: é a execução ORÇAMENTO . 125. da Constituição Federal. com base no parágrafo único do art. ―d‖. CF 1988: Da Ordem Social. que é advogado. não obriga a Fazenda Pública a Se o número de desembargadores componentes do Tribunal de Justiça não for divisível por cinco. não ofende esse dispositivo Constitucional a afirmação c 13. § 4º. por Constituição estadual. caput. o Poder Público deve obser SÚMULA 144: Os créditos de natureza alimentícia gozam de preferência. deve-se arredon O Supremo Tribunal Federal é competente para processar e julgar "habeas-corpus" quando o ato de coação eman O poder conferido aos tribunais pelo art. no prazo de 90 (noventa) dias. da Constituição. STF SUM Juros SÚMULA 648: A norma do § 3º do art. cumpre observar a norma d 052 . 100. da Constituição. saúde e assistência soc Interpretação dos incisos I e II do par. CF 1988: Da Organização do Estado: das funções essenciais à Justiça STF JR Ministério Público RHC-81326/DF (06/05/2003): A Constituição Federal dotou o Ministério Público do poder de requisitar diligências in 09. 100. O Presidente do Tribunal de Justiça não pode. CF 1988: Da Ordem Econômica e Financeira. quatro devem ser escolhidos pela A intimação do paciente. "caput". desvinculados os precatórios da ordem c SÚMULA 009: Para o acesso de auditores ao Superior Tribunal Militar só concorrem os de segunda entrância. STF 018 Cultura No tocante ao § 1º do artigo 216 da Constituição Federal.

10. II. a. do ADCT. 58 do ADCT não se aplica aos benefícios previdenciários concedidos a .STF STF STF SUM ADCT SUM ADCT SUM ADCT SÚMULA 674: A anistia prevista no art. também se aplica ao suplen SÚMULA 687: A revisão de que trata o art. 8º do ADCT não alcança os militares expulsos com base em legislação dis SÚMULA 676: A garantia da estabilidade provisória prevista no art.

cumpre.ENTIDADE SINDICAL . MARCO AURÉLIO. inovando no ordenamento jurídico. A perti o sentido de proclamar incabível a medida liminar nos casos de ação direta de inconstitucionalidade por omissão (RTJ 133/569. na norma atacada. 535). art. O controle de constitucionalidade no Direito Constitucional Brasileiro. ainda que o objeto de impugnação seja ato normativo de caráter estadual. apenas alguns dos preceitos que o integram. ucionalidade.CNS não tem legitimidade à luz do art. art.Limites do poder constituinte derivado. ADIn 267-DF. RINCÍPIO DA INDEPENDÊNCIA DOS PODERES. 32. também reconhecido constitucionalmente. ou quan deres a submissão de convênios celebrados pelo Governador do Estado à aprovação prévia do Poder Legislativo. omente o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil está legitimado à propositura da ação direta de inconstitucionalidade (CF. 103. Rel. Mesmo que desse vício jurídico resulte. confere ao Supremo Tribunal Federal. que pode vir a ser julga o de ação direta de inconstitucionalidade. a indicação como norma de parâmetro de preceito constitucional revogado não impede o conhecimento da ação. eis que podendo ser integrada. entre os quais está o de ser constituída por no mínimo três federações sindicais (CLT.depender. estrito à observância das regras constitucionais no processo legislativo. art. a norma que é atacada como inconstitucional. e não quando o sentido da norma é unívoco.882/99. inconstitucionalidade. obviamente. I. não se aplicando. normativos ou não. o Senado Federal ou da Câmara Federal não pode ditar interpretação da Constituição. o fenômeno do poder. em conseqüência. unicamente. Classificação das constituições. 4º. art. ente para o julgamento da representação de inconstitucionalidade de lei ou ato normativo estadual ou municipal em face da Constituição estadual (CF. a significar que não será ela admitida. CELSO cício de competência legislativa reservada aos Municípios (CF. o poder de cientificar o legislador inadimplente. só lhe cabe verificar cimentos e Serviços . 103. ue ataca. verifica-se que deve prevalecer este último. ordinariamente. pois o caso é apenas de recepção ou revogação da lei pela nova Constituição. art. da Constituição Federal e da jurisprudência desta Corte. num desdobramento u u expressões deles cuja inconstitucionalidade for argüida. para definição da legit municipal que impede a instalação de estabelecimentos comerciais do mesmo ramo em determinada área. quanto à constitucionalidade. porquanto a Constituição as prevê apenas como limites ao adquirido. não lhe atribui legitimidade ativa para a ação direta de inconstituc atória em ação direta de inconstitucionalidade. mas também não pode ela declarar inconstitucionalidade parcial que mude o sentido e o alcance da norma impugnada (qua ormas aprovadas pelo poder constituinte originário. VII).ão. sempre que houver qualquer outro meio dade têm efeitos ex tunc e erga omnes. essa circunstância desfigura a natureza confederativa e. § 1º) não se sujeitam ao controle abstrato de constitucionalidade pelo STF (CF. IX. omissão. não é possível suprimir dele qualquer expressão para alcançar essa parte. deixando de questionar a validade de dispositivos que com eles se acham em mútua relação de ireta de inconstitucionalidade. do ato jurídico perfeito e da coisa julgada. de eficácia ex nunc. impõe-se a utilização da técnica de concessão da liminar "par ucionalidade. 5º. Poder constituinte originário e poder constituinte derivado. e do livre comércio com o interesse coletivo. XXXVI). em determinado sistema normativo. mas apenas como "legislador" negativo. al de Partido Político para ajuizar ação direta de inconstitucionalidade perante o Supremo Tribunal Federal. importando em reconhecimento judicial do estado de inércia do Poder Público. à argumentação deduzida pelo autor. em conseqüência.que sempre deve transparecer imediatamente do conteúdo material do ato normativo impugnado . Convocação de Juiz para depor em CPI da Câmara dos Deputados sobre decisão judicial. a confederação sindical deve preencher os requisitos da legislação pertinente. ainda tem como membros pessoas físicas. . O princípio da imediatidade eficacial somente não incidirá naquelas estritas hipóteses que. excluiu-se dessa limitação. 125. § 2º) não está impedido de e constitucionalidade. cumprimento de preceito fundamental rege-se pelo princípio da subsidiariedade (Lei nº 9. perde ela o seu objeto quando é revogada a norma que nela se impugna. de defesa do meio ambiente. § 1º). quer de entidade de classe de âmbito nacional. não admite a concessão de medida cautelar. podendo seus efeitos concretos ser atacados "incidenter tantum ação direta. diante da lei (art. uma no Tribunal de Justiça local e outra no Supremo Tribunal Federal. Improcência do pedido feito para estende ório por parte do plenário. nos termos da previsão estatut LIDADE . stentação da tese da inconstitucionalidade de normas constitucionais inferiores em face de normas constitucionais superiores. o STF não pode atuar como legislador positivo. quando a situação de inconstitucionalidade . Não cabe ao STF emitir juízo sobre a aplicação dos regimentos internos das casas legislativas. as restrições decorrentes da pertinência te . dentre as várias interpretações possíveis. constitucionalidade e espécies de controle. Min. que lhe compõem a estrutura normativa revestem-se. ade de lei do Distrito Federal derivada da sua competência legislativa municipal. nem pode tomar o lugar do Executivo e do Legislativo quanto à elaboração da lei. art. constitucionalidade da norma impugnada depender do exame de outros atos. efesa da ordem constitucional vigente. ndo a norma impugnada admite. 102. Em se tratando quer de confederação sindical. pelo Supremo Tribunal Federal. "a"). mediante o processo e julgamento de Ação Direta de Inconstitucionalidade de ato normativo federal ou estadual. independentemente da matéria versada. cácia das normas constitucionais. caracteriza indevida ingerência de um poder em remo Tribunal Federal. uma que a compatibilize com a Carta Magna.PERTINÊNCIA TEMÁTICA. contra a mesma lei estadual impugnada em face de princípios constitucionais estaduais que são do. para efeito de limites a que se acha materialmente vinculado poderá configurar insubordinação administrativa aos comandos da lei. Rel. para aumentar vencimentos de servidores sob o fundamento de isonomia. com exclusividade. Min.

no julgamento da AD atualização dos tributos está compreendida na previsão do inciso I do artigo 24 da Constituição Federal. concorrentemente. e base territorial. porque compulsória estatuída em lei. 7º. ressalvada a competência revisora do judiciário . a no art 5º. XX). 29. medida provisória são de apreciação discricionária do Chefe do Poder Executivo. São bens da União: I . não é invocável pela entidade estatal que a tenha editado. II. Interpretação do art. 36. O requisito notório saber é pressuposto subjetivo a ser analisado pelo Governador do Estado. XIV. mantidos os efeitos de lei desde a primeira edição. VIII) é absoluta. da Constituição. Unicidade Sindical (CF. 20. Inconstitu ara legislar sobre sistema de consórcios e sorteios (CF. quando se trate de interpretação da Constituição (N. nos termos da Lei 1. sendo necessária expressa autorização em lei complementar para que a unidade federada possa exercer tal atribuição (CF. é da competência da União. a inviolabilidade do vereador “por suas opiniões. somente as que forem aplicáveis no âmbito da própria ca uais é restrita a justiça do estado. ainda que ocupadas por indígenas em passado remoto. cuja adesão do Brasil foi ratificada pelo Presidente d entação durante a jornada de seis horas não descaracterizam o sistema de turnos ininterruptos de revezamento para o efeito do art. 578 e 610 da CLT. o. que inclui a competência para legislar sobre loterias e bingos. não basta para sustar os efeitos de decreto de intervenção fundado no art. os estrangeiros residentes no País têm jus aos direitos e garantias fundamentais.579/52. que são. decidiu que a locução "prazo certo". hoje. Havendo identidade entre categoria de trabalhadores representados pelo autor e pelo réu e sendo idênticas também as bases territoriais rasileiro não existe a garantia do duplo grau de jurisdição. HC nº 71. da CF (“o Estado não intervirá em seus Municípios. chamada ―Contribuição Sindical‖ ntes de qualquer apreciação de sua regularidade. praticadas pelo Estado. e ral destinado a prover a execução de ordem ou decisão da Justiça do Trabalho.193-SP. 35.er absoluto.os que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atri to e transporte. Não pode o autor exim tribuições: uma para custeio de confederações e outra de caráter parafiscal. 8º.A teor do disposto na cabeça do artigo 5º da Constituição Federal. a seu juízo dis cutivo. de aposentadoria. ção que contemple a iniciativa exclusiva do Chefe do Poder Executivo para o processo legislativo em matéria tributária. definição dos crimes de responsabilidade e o estabelecimento das respectivas normas de processo e julgamento. que se há de fazer a distinção entre quebra do sigilo da simples transferência do sigilo a outrem. ainda que tal decisão seja derivada da aplicação de norma infraconstitucional. não produz efeitos antes de aprovada por aquele tribunal. como sanção.nos projetos de iniciativa exclusiva do Presidente da República.. artigo 22. obre vencimentos dos membros das polícias civil e militar do Distrito Federal. ongresso Nacional podia. e parágrafo único).: Não o é quando se trate de interp Municipal. aos Estados e ao Distrito Federal. os arts. XXXVI. As garantias fundamentais previstas na Constituição podem ser mitigadas por outras normas insertas no texto constitucional. não impede prorrogações sucessivas dentro da legislatura. consoante jurisprudência assente do Supremo Tribunal Fede mal não é requisito à nomeação de Conselheiro de Tribunal de Contas Estadual. escapando à competência do Poder Judiciário. conforme decidiu o Plenário do STF. nçam terras de aldeamentos extintos. conforme estabelece o Estatuto do Tribunal Penal Internacional.A. art.” ) dispositivo legal resultante de emenda parlamentar. I. da Constituição da República. ainda. até a EC 32/98. ser reeditada dentro do seu prazo de eficácia de trinta dias. sendo certo. art. rio de funcionamento de estabelecimento comercial. art. II). ou qualquer outro ato aprovado pelo Tribunal de Contas. II. palavras e votos” (CF. II. cabendo. EIROS . que concede a determinados servidores reajuste inconstitucional norma resultante de emenda parlamentar que estende a outras categorias de servidores públicos vantagem remuneratória que o projeto de lei encaminhado pelo Executivo me relativo à urgência e à relevância da medida provisória. (Art. despesa prevista: I .. gressista nomeado Ministro de Estado. admitindo.). (. à União. 22. da mento ao público. Impossibilidade jurídica do pedido. inciso XI. inscrita no § 3º do artigo 58 da Constituição. quando indispensável ao regular exercício de atividade fisc orrentes de violações a direitos fundamentais. dor) é parte legítima para propor mandado de segurança em defesa do devido processo legislativo.

não pode ser exercido através de voto secreto. 100. Considerando precedentes do STF no sentido de que é constitucional a norma estadual que dispõe sobre prévia licença da Assembléia Legislativa para instauração de proces zenda Pública. no que concerne aos Prefeitos Mu bros do tribunal de origem. 154. não ofende esse dispositivo Constitucional a afirmação constante do acórdão recorrido no sentido de que há um conceito amplo e um conceito restrito de patrimônio histórico e artístico. a Constituição. quatro devem ser escolhidos pela Assembléia Legislativa e três pelo Chefe do Poder Executivo estadual. do duodécimo relativo ao orçamento do Poder Judiciário. A falta de autorização nas o Poder Executivo proceder ao repasse. tinha sua aplicabilidade condicionada à edição de lei complementar. salvo se não foi observado o prazo previsto no art. não dispõe de competência para outorgar ao Governador a prerrogativa extraordinária da imunidade à prisão em flagrante. remo Tribunal Federal.215. em favor dos créditos de natureza alimentícia. não desloca para esta o exercício da competência originária em relação às demais ações propostas con erada a extrema gravidade desse gesto de insubmissão estatal às prescrições da Constituição . não ofende a autonomia municipal prevista no art. por traduzir conseqüência derrogatória do postulado republicano. onstituição. seja maior ou menor que meio. é de interesse geral da magistratura a questão de saber se. até o dia 20. de a perda da graduação de militar mediante procedimento administrativo. 129. tendo em vista a neces o à jurisdição da Corte. cab .320/64. não obriga a Fazenda Pública a dispensar a expedição de precatório no pagamento dos créditos de natureza alimentícia. na redação da Emenda Constitucional 3/93. ao julgar apelação. deve-se arredondar a fração restante. para os feitos criminais e mandados de segurança. da Constituição Federal. saúde e assistência social. firmou entendimento de que a requisição do Presidente do Tribunal que estipula o prazo de 90 (noventa) dias para a Fazenda Pública efetuar o pagamento de precatórios suplementares ização nas desapropriações. no prazo de 90 (noventa) dias. com a finalidade de que o número de r e julgar "habeas-corpus" quando o ato de coação emana de Tribunal Regional Federal ou de Tribunal Estadual. de 1963. VIII). própria Constituição. O paci va de cláusula constitucional exorbitante do direito comum e. limitando-se a isentá-los da observância da ordem cronológica dos precatórios decorren s em precatório complementar. Compete à Justiça Militar estadual processar e julgar os policiais militares e bombeiros militares nos crimes ão estadual. (§ 4°. efetue o pagamento de precatórios suplementares tem índole administrativa e não ofende a Lei 4. a promoção do juiz mais antigo. § 1º da Constituição Federal no pagamento do precatório anterior. Penal. só pode ser outorgada pela própria Constituição Federal. de órgão de controle administrativo do Poder Judiciário do qual participem representantes de outros Poderes ou entidades. Razões ligadas quer à situação de equilíbrio das finanças do Estado. para se obter o número inteiro seguinte. Exsurge imprópria a convocação de juízes da instância imediatame objeto de precatório complementar. cabendo a este indicar um dentre auditores e outro dentre m poimento à CPI. os juízes têm direito à licença-prêmio.configura comportamento institucional que produz. bunal Militar só concorrem os de segunda entrância. pois.obstar. que sequer estabelece prazo p . não dispensa a expedição de precatório. que limitava a taxa de juros reais a 12% ao ano. com base no parágrafo único do art. u o Ministério Público do poder de requisitar diligências investigatórias e a instauração de inquérito policial (CF. desvinculados os precatórios da ordem cronológica dos créditos de natureza diversa. A norma constitucional não contemplou a possibilidade do par dimplência na área de educação. 60 da mesma Cart o. à prisão preventiva e à prisão temporá a Legislativa. u a requerimento das partes. nal de Justiça não for divisível por cinco. não representa violência ao disposto no art. CPP. atenuando o seu rigor literal: é a execução da lei que cria cargos que está condicionada às restrições previstas. 160 da Constituição Federal. quer à a nicípios. art. revogada pela EC 40/2003. nas promoções por antiguidade . Cód. 133 da Constituição nem às normas dos artigos 87 e 89 da Lei 4. se ato de coação é praticado pelos mesmos Tribuna . se assim o fizesse. corrigir o valor dos precatórios quando o critério de correção monetária ali adotado foi homologado na sentença transitada em julgado. 406. em face da LOMAN. e não o seu processo legislativo. CPC.não é exeqüível contrato administrativo a que o Tribunal de Contas houver negado registro. e 207. pelo voto de dois terços de seus membros. cumpre observar a norma da alínea "n" do inciso I do artigo 102 da Constituição Federal. o Poder Público deve observar o prazo de 90 (noventa) dias fixado pelo Presidente do Tribunal para pagamento de precatório complementar de depósito insufic de preferência. por sete conselheiros.

II. . do ADCT.lcança os militares expulsos com base em legislação disciplinar ordinária. a. também se aplica ao suplente do cargo de direção de comissões internas de prevenção de acidentes (CIPA). ainda que em razão de atos praticados por motivação política. ão se aplica aos benefícios previdenciários concedidos após a promulgação da Constituição de 1988. ta no art. 10.

no exercício dessa competência. porquanto a Constituição as prevê apenas como limites ao Poder Constituinte derivado ao rever ou ao emendar a Constituição elaborada pelo Poder Constituinte originário. com efetividade real. a declaração de inconstitucionalidade tem de alcançar todo o dispositivo). ainda em vigor. que pode vir a ser julgada procedente por outro fundamento. 535). e não como a e que deve prevalecer este último. "a". unicamente. Não assiste ao Supremo Tribunal Federa gimentos internos das casas legislativas. . ADIn 267-DF. art. técnica essa que se inspi não impede o conhecimento da ação. da C. o poder de cientificar o legislador inadimplente. ou quanto a qualquer providência que diga respeito a reajuste. art. as restrições decorrentes da pertinência temática. em conflito com a Constituição de 1988 (art. Se o ato n is que podendo ser integrada. ainda assim estar-se-á em face de uma situação de inconstitucionalidad que mude o sentido e o alcance da norma impugnada (quando isso ocorre. por entidades associativas e demais pessoas jurídicas de direito público ou privado que tenham a saúde como seu objetiv de classe de âmbito nacional. I.). num desdobramento ulterior. autorizarem a projeção retroativa da nova Carta Política ou diferirem no temp s. está. § 2º) não está impedido de examinar. suspende-se o curso da ação direta proposta perante o Tribunal estadual até ade de ato normativo federal ou estadual.F.T. Rel. previst ecisão judicial. ão será ela admitida. eis que não se pode pretender que mero provimento cautelar antecipe efeitos positivos inalcançáveis pela própr nalidade pelo STF (CF. ial do ato normativo impugnado . para que este adote as medidas necessárias à concretização do texto constitucional. no plano das organizações partidár 9. m conseqüência. a teor do que dispõe o art. Improcência do pedido feito para estender as restrições legais quanto à publicidade de bebidas com mais de 13º de graduação alcoólica para as bebidas com menor teo nstituição estadual (CF. nos termos da previsão estatutária. mpõe-se a utilização da técnica de concessão da liminar "para a suspensão da eficácia parcial do texto impugnado sem a redução de sua expressão literal". egislador" negativo.depender. assiste. lhe atribui legitimidade ativa para a ação direta de inconstitucionalidade. de dispositivos que com eles se acham em mútua relação de dependência. Min. caracteriza indevida ingerência de um poder em outro. tuída por no mínimo três federações sindicais (CLT. argüição incidente de inconstitucionalidade formulada em face da CF. como questã nada em face de princípios constitucionais estaduais que são reprodução de princípios da Constituição Federal. ou não. 103. porquanto. de impugnação seja ato normativo de caráter estadual. o estado de lesividade emergente do ato impugnado. da Constituição. para efeito de seu reconhecimento. Rel.acial somente não incidirá naquelas estritas hipóteses que. ndo seus efeitos concretos ser atacados "incidenter tantum". 125. para definição da legitimidade ativa na ação direta de inconstitucionalidade. I. sempre que houver qualquer outro meio juridicamente idôneo apto a sanar. cumpre. só lhe cabe verificar e declarar se este. A mera possibil ão quando o sentido da norma é unívoco. A pertinência subjetiva para a instauração do controle normativo abstrato perante o S. do prévio exame comparativo entre a regra estatal questionada e qualquer outra espécie jurídica d smo que desse vício jurídico resulte. Min. MARCO AURÉLIO. art. "a"). 102. uma potencial violação da Carta Magna. IX. examinar a pertinência temática. CELSO DE MELLO). tendo em vista o objetivo social. 2. se assim não . xecutivo e do Legislativo quanto à elaboração da lei. 102. legitimadas por expressa ressalva constitucional.F.

como no caso. à União. inciso XI. XIV. de medida extrema. mesmo porque o STF já decidiu que não lhe cabe analisar tais casos) ção.m. Inconstitucional a norma ordinária estadual que autoriza a exploração de serviços de transporte remunerado de passageiros realizado p os. e 63. Interpretação do art. nacional. cuja adesão do Brasil foi ratificada pelo Presidente da República em 25/09/2002.A. consoante jurisprudência assente do Supremo Tribunal Federal. e parágrafo único). 7º. aos Estados e ao Distrito Federal. . nos termos da Lei 1. quando indispensável ao regular exercício de atividade fiscalizadora. os arts. II. paga. na forma da lei” ). ação da Constituição (N.847/DF. XI .não forem prestadas contas devidas. chamada ―Contribuição Sindical‖. conforme decidiu o Plenário do STF. 61. da CF. itos e garantias fundamentais.as terras tradicionalmente ocupadas pelos índios. ressalvada a competência revisora do judiciário. vo a ser analisado pelo Governador do Estado. de forma restrita. que concede a determinados servidores reajuste de vencimentos não previstos no projeto do Poder Executivo. exceto quando: II . não se admite que a autoridade judiciária a quem a lei confere legitimida s que atualmente lhe pertencem e os que lhe vierem a ser atribuídos. (. muneratória que o projeto de lei encaminhado pelo Executivo concedia. ão de norma infraconstitucional. da CF (“o Estado não intervirá em seus Municípios.. somente as que forem aplicáveis no âmbito da própria casa legislativa.579/52. dada a sua constituição anterior. da Constituição. 36.: Não o é quando se trate de interpretação de Regimento Interno. rmas insertas no texto constitucional. Não pode o autor eximir-se de comparecer à votação expondo como argumento a inviolabilidade da liberdade de consciência e a privação de direito e. I. Cuidando-se. II. recolhida e aplicada na execução de programas sociais de interesse das categorias representadas. a e c. sucessivas dentro da legislatura. I. a determinado segmento do funcionalismo. da CF. deve prevalecer o primeiro deles. 578 e 610 da CLT. parlamentar. o art.) ribuição (CF. uele tribunal.‖ (José Afonso da S 5. utor e pelo réu e sendo idênticas também as bases territoriais de atuação de um e de outro sindicato. emente.). § 1º. II. Ofensa aos arts. por outro lado. artigo 22. no julgamento da ADI 2.. a seu juízo discricionário.

ncia originária em relação às demais ações propostas contra ato da referida autoridade. (a) conseqüências de caráter processual (seqüestro da quantia necessária à satisfação do débito .artigo 168 da Carta Federal d nde a autonomia municipal prevista no art. sempre com possibilidade de ser requerido o controle judicial. CPC. 406. CPP. a competência é do Superior Tribunal de Justiça. tendo em vista a necessidade de motivação de tais decisões (CF. no que concerne aos Prefeitos Municipais. portanto. quer à situação de equilíbrio das finanças do Estado. vedando-se ara pagamento de precatório complementar de depósito insuficiente. aos seus membros inquirir diretamente pessoas suspeitas de auto e não o seu processo legislativo.320/64. Pública efetuar o pagamento de precatórios suplementares deve restringir-se às diferenças resultantes de erros materiais ou aritméticos ou inexatidões dos cálculos. ento do precatório anterior. 60 da mesma Carta Magna. e um terceiro à sua livre escolha. Cód. a Turma deferiu habeas corpus para obstar deliberação quanto ao recebimento de d e não ofende a Lei 4. e 207. com a finalidade de que o número de vagas destinadas aos advogados e membros do Ministério Público nunca seja inferior a um quinto do colegiado. to institucional que produz. 215. feriria a coisa julgada. se ato de coação é praticado pelos mesmos Tribunais ao julgar "habeas-corpus". seja para julg e ser exercido através de voto secreto. número inteiro seguinte. ao poder normativo da Uniã icença da Assembléia Legislativa para instauração de processo por crime comum contra governadores. elação. A falta de autorização nas leis orçamentárias torna inexeqüível o cumprimento da Lei no mesmo exercício em que editada. visando a recompor o quorum. pois a disciplinação dessas modalidades de prisão cautelar submete-se. à prisão preventiva e à prisão temporária. o na sentença transitada em julgado. de 1963. Tal retenção pode abranger. 154. perante a CPI. quer à arrecadação não justificam a postergação da estrita observância ao mandamento constitucional . tanto mais quando precedida de autorização expressa do Município devedor. seja para julgar recurso ordinário. 100 ge imprópria a convocação de juízes da instância imediatamente inferior. se for o caso. O paciente. invocará. X). A norma constitucional não contemplou a possibilidade do parquet realizar e presidir inquérito policial. 93. Não cabe. Penal. cabendo à legislação infraconstitucional adotar um desses dois conceitos para determinar que sua proteção se fará por tombamen .CF. mas não no subseqüente. à prisão em flagrante. art. art. que sequer estabelece prazo para complementação dos depósitos insuficientes. e julgar os policiais militares e bombeiros militares nos crimes militares definidos em lei. com exclusividade. cabendo a este indicar um dentre auditores e outro dentre membros do Ministério Público. os direitos decorren só pode ser outorgada pela própria Constituição Federal.l. quando ex o e um conceito restrito de patrimônio histórico e artístico. se assim o fizesse. pois. cabendo ao tribunal competente decidir sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da gradua a observância da ordem cronológica dos precatórios decorrentes de condenações de outra natureza.

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rojeção retroativa da nova Carta Política ou diferirem no tempo o início da eficácia das normas que a integram. para justificar a invocação do princípio da subsi redução de sua expressão literal". porquanto. de 13º de graduação alcoólica para as bebidas com menor teor de álcool. assiste. cuja apreciação não se revela possível em sede jurisdicional concentrada.F.). 2. como os atos internacionais . to cautelar antecipe efeitos positivos inalcançáveis pela própria decisão final emanada do STF. antes mesmo da propositura da A. só por si. Se o ato normativo já se encontrava revogado. desqualifica-se como verdadeira confederação sindical. e o alcance da norma atacada. estaria mo texto constitucional. contudo. no plano das organizações partidárias. . 102. pois não pode impugnar o que reito público ou privado que tenham a saúde como seu objetivo principal. em face dos próprios limites fixados pela Carta Política em tema de inconstitucionalidade por omissão (CF. I.inclusive aqueles celebrados no âmbito da Organização Internac star-se-á em face de uma situação de inconstitucionalidade meramente reflexa ou oblíqua.I. A mera possibilidade de utilização de outros meios processuais. 103.D. não basta.F.T. exclusivamente aos respectivos Diretórios Nacionais. curso da ação direta proposta perante o Tribunal estadual até o julgamento final da ação direta proposta perante o Supremo Tribunal Federal. conforme sustentou o relator da presente ação a Constituição de 1988 (art. a esta falta objeto. inconstitucionalidade formulada em face da CF. pertinência temática. "a". se assim não fosse. previsto no estatuto. contudo. como questão prejudicial ao julgamento da representação. Não assiste ao Supremo Tribunal Federal. e não como abarcando normas cuja observância se impôs ao próprio Poder Constituinte originário com relação às outras que não sejam con o de lesividade emergente do ato impugnado. alcançar todo o dispositivo). da C. com a supressão da expressão atacada. ão elaborada pelo Poder Constituinte originário. uma vez que. gra estatal questionada e qualquer outra espécie jurídica de natureza infraconstitucional. técnica essa que se inspira na razão de ser da declaração de inconstitucionalidade "sem redução do texto" em decorrência de este permitir "int o perante o S. a Corte se transformaria em legislador positivo. art. tendo em vista o objetivo social..

§ 1º. da CF. 61. . maiores de dezoit e interesse das categorias representadas. Ofensa aos arts. do RISTF) se erviços de transporte remunerado de passageiros realizado por motocicletas. dada a sua constituição anterior. 350. 293). e 63. Positivo‖. pois aos brasileiros alfabetizados. labilidade da liberdade de consciência e a privação de direitos referentes à convicção fi losófi ca ou política (art. a e c. 1996. Const. 12ª ed.o deles. I. I. II. ―Curso de Dir. da CF/88). 5º.‖ (José Afonso da Silva. nã mite que a autoridade judiciária a quem a lei confere legitimidade para a formulação do pedido (Presidente de Tribunal de Justiça ou de Tribunal Federal. que não é tributo. A contribuição confederativa. Malheiros Ed. VI e VIII. pág. segundo o art.. Matéria originária ue não lhe cabe analisar tais casos) ismo.. espécie de veículo de aluguel que não se acha contemplado no Código Nacional de Trânsito.

(b) efeitos de natureza penal (crime de responsabilidade. A norma constante s corpus para obstar deliberação quanto ao recebimento de denúncia. tendo a legislação vigente sobre tombamento adotado a conceituação mais restrita.artigo 168 da Carta Federal de 1988. Mas requisitar diligência nesse sentido à autoridade policial. submete-se. sujeitos os que se excederem ao crime de abuso de autoridade. seja para julgar recurso ordinário. pela suposta prática do delito de difamação (Código Eleitoral. ao poder normativo da União Federal.dade de ser requerido o controle judicial. por efeito de expressa reserva constitucional de competência definida pela Carta da República. 100. ao mandamento constitucional . do Município devedor. vedando-se discussão acerca do critério adotado para a elaboração dos mesmos ou aplicação de índice de correção monetária divers sobre a perda do posto e da patente dos oficiais e da graduação das praças.CF. sendo que.) co nunca seja inferior a um quinto do colegiado. Tal retenção pode abranger. apurado o débito pelos meios r eitos para determinar que sua proteção se fará por tombamento ou por desapropriação. contra o Governador do Estado da Paraíba. no STJ. mas não no subseqüente. ficou . § 2º). valores destinados ao pagamento de prestações correntes em atraso. art. art ais ou aritméticos ou inexatidões dos cálculos. punível com pena privativa de liberdade . seja para julgar "habeas-corpus" originário substitutivo de recurso ordinário em "habeas-corpus". os direitos decorrentes do seu "status" profissional. da quantia necessária à satisfação do débito . nal de Justiça. quando expressamente autorizada. 201/67. esmo exercício em que editada. com exclusividade. a seus membros inquirir diretamente pessoas suspeitas de autoria de crime.DL n.

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a da A. o acesso imediato à argüição redução do texto" em decorrência de este permitir "interpretação conforme à Constituição". em pedido de vista.I. 3.I. a prerrogativa de expedir provimentos normativos com o objetivo de suprir a inatividade do órgão legislativo inadimplente ibunal Federal.D. na Reclamação 425. 103. já revogada. vez que. no processo da A.. portanto. possam ser emendadas. a esta falta objeto. § 2º). art. com a supressão da expressão atacada.T) .nstituinte originário com relação às outras que não sejam consideradas como cláusulas pétreas.. estar se . pois não pode impugnar o que já não existe no ordenamento jurídico. para que esse postulado possa legitimamente incidir – impedindo. estaria modificando o sentido e o alcance da norma impugnada. pois. pois os Tratados concluídos pe la possível em sede jurisdicional concentrada. sta. É irrelevante. a circunstância de a norma.que já se acham incorporados ao direito positivo interno do Brasil. para justificar a invocação do princípio da subsidiariedade.I. E o controle de constitucionalidade dos atos normativos pelo Pode a em tema de inconstitucionalidade por omissão (CF. conforme sustentou o relator da presente ação direta de inconstitucionalidade em voto que proferiu.D. desse modo. usive aqueles celebrados no âmbito da Organização Internacional do Trabalho (O. só por si. e.

A obrigatoriedade de vo pág. não é compulsória para os empregados não filiados à entidade sindical. pois aos brasileiros alfabetizados. ontemplado no Código Nacional de Trânsito. § 1º. A contribuição confederativa. III. 293). Matéria originária e de interesse nacional que deve ser regulada pela União após estudos relacionados com os requisitos de segurança. do RISTF) se limite a encaminhar pretensão da parte interessada. conforme art. o voto é obrigatório. I. II. higien . O tributo é que tem caráter compulsório. 14.a CF/88). da Constituição Federal. que não é tributo. segundo o art. 350. devendo fazê-lo motivadamente. maiores de dezoito e menores de setenta anos. A compulsorieda a ou de Tribunal Federal.

que impede a prisão do Governador de Estado antes de sua condenação penal definitiva . que integram o conceito mais amplo. art. art. 201/67.DL n. § 14. no âmbito da desapropriação. quando não apresentadas. A norma constante da Constituição estadual . 325). até que sobrevenha a licença da respectiva Assembléia Legislativa. 38. a proteção dos bens. Na espécie.212/91. pelo Mu sobre tombamento adotado a conceituação mais restrita. inclusive pelo arbitramento de que trata o art. ficou. . o STJ. sempre estações correntes em atraso. 1º. sem solicitar referida autorizaçã mesmos ou aplicação de índice de correção monetária diverso do fixado. pois.não s a suposta prática do delito de difamação (Código Eleitoral. petência definida pela Carta da República. da Lei 8. punível com pena privativa de liberdade . apurado o débito pelos meios regulares de direito. e. XII) e (c) reflexos de índole político-administrativa (possibilidade de intervenção do Estado no Município.crime de abuso de autoridade.

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na Reclamação 425. já revogada. desse modo. o acesso imediato à argüição de descumprimento de preceito fundamental . apesar disso. de vista. em nosso sistema normativo.. aplicada.I. o mesmo grau de autoridade e de eficácia das leis nacionais.D. pois a decisão.revela-se essencial que os instrumentos disponíveis mostrem-se capazes de ne eito positivo interno do Brasil. em seus efeitos. estar sendo. bjetivo de suprir a inatividade do órgão legislativo inadimplente. so da A.cidir – impedindo. role de constitucionalidade dos atos normativos pelo Poder Judiciário só lhe permite agir como legislador negativo. que neste se pr . em processo judicial de Mandado de Segurança. a circunstância de a norma. pois os Tratados concluídos pelo Estado Federal possuem.

IV. O tributo é que tem caráter compulsório. . A compulsoriedade. logo a liberdade está garantida pela faculdade do cidadão de votar em branco ou anular seu voto. § 1º. aliás. III.14. conforto e preservação da saúde pública. Os pedidos ical. Já a contribuição confederativa. A obrigatoriedade de votar é formal. art. higiene. é traço caracterizador do tributo (CTN. I. 3º). por estudos relacionados com os requisitos de segurança. da Constituição Federal. A sua instituição depende de lei.

Entendeu-se que ibilidade de intervenção do Estado no Município. conseqüentemente. sem solicitar referida autorização. § 14.212/91. não pode subsistir em face de sua evidente incompatibilidade com o tex gislativa.CF. conforme exigido pela regra do art.não se reveste de validade jurídica e. 54. pelo Município. da Constituição estadual. Na espécie. sempre que essa medida extraordinária revelar-se essencial à execução de ordem ou decisão emanada do Poder Judiciário . ar 38. . . quando não apresentadas. as Gfip‘s mensais. da Lei 8.r de Estado antes de sua condenação penal definitiva . o STJ. no âmbito da desapropriação. I. incluíra o feito em pauta de julgamentos.

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de maneira eficaz. "erga omnes". não. al de Mandado de Segurança. cautelar ou de mérito. assim. pois a decisão. A norm mo grau de autoridade e de eficácia das leis nacionais. a situação de lesividade que se busca obstar com o ajuizamento desse writ constitucional. que neste se profira. tem eficácia apenas entre as partes que nele figuram. não tendo. adema .al que os instrumentos disponíveis mostrem-se capazes de neutralizar.

IV) é obrigatória apenas para os filiados ao sindicato. IV.dadão de votar em branco ou anular seu voto. Os pedidos de declaração da inexistência de obrigatoriedade do voto e da desnecessidade de justificação ou cumprimento de prestação al stituição depende de lei. convindo esclar . por não ser instituída por lei (C. art. 8º. Já a contribuição confederativa.F.. por não ser tributo.

CF. 35.subsistir em face de sua evidente incompatibilidade com o texto da Constituição Federal. ual. in fine). IV. incluíra o feito em pauta de julgamentos. . Entendeu-se que a mencionada regra está em consonância com o modelo federal estabelecido em relação ao processo por crime comum contr ão de ordem ou decisão emanada do Poder Judiciário . art.

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§ 1º da Lei nº 9. A norma inscrita no art. não tendo. ademais. validamente. o condão de ressuscitar o dispositivo já sem vigência.882/99 – que consagra o postulado da subsidiariedade – estabeleceu. 4. como a da Suspens . 4º. pelas vias próprias. sem qu ue nele figuram. "erga omnes".a obstar com o ajuizamento desse writ constitucional. Tal decisão é impugnável. assim. não.

rigatória apenas para os filiados ao sindicato. convindo esclarecer que a Constituição. I.snecessidade de justificação ou cumprimento de prestação alternativa são juridicamente impossíveis em face do ordenamento constitucional (art. da CF/88). 14. IV) dispôs. 8º. § 1º. . 8º. em seguida à instituição da contribuição confederativa (art. no inciso V do citado art.

ademais.estabelecido em relação ao processo por crime comum contra o Presidente da República. Salientou-se. que deixou de exigir licença prévia . que a superveniência da EC 35/2001.

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.ulado da subsidiariedade – estabeleceu. validamente. pelas vias próprias. sem qualquer ofensa ao texto da Con ecisão é impugnável. como a da Suspensão de Segurança (art.

IV) dispôs. no inciso V do citado art.constitucional (art. 14. 8º. I. confederativa (art. da CF/88). qu . § 1º. 8º.

que deixou de exigir licença prévia da Câmara respectiva quanto à instauração de .veniência da EC 35/2001.

salvo dolo ou culpa do correntista/po A devolução de cheques para ensejar a obrigação de indenizar deve ser indevida. os juros rem SÚMULA 285: Nos contratos bancários posteriores ao Código de Defesa do Consumidor incide a multa moratória ne SÚMULA 289: A restituição das parcelas pagas a plano de previdência privada deve ser objeto de correção plena. TEORIA FINALISTA. independentemente da prova objetiva do abalo à honra e à reputação sofr PRAZO. correção e multa Juros. FORÇA MAIOR. relativo ao mesmo produto.aplicação CDC . Consumidor: STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ 180 185 185 189 101 EJ443 180 JC JC SUM 174 SUM 165 165 167 168 177 178 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 110 102 105 105 113 116 EJ474 167 167 167 173 178 189 JC JC JC JC JC JC SUM SUM 195 195 198 199 256 256 EJ534 255 Cadastro . SÚMULA 176: É nula a cláusula contratual que sujeita o devedor à taxa de juros divulgada pela ANBID-CETIP. A empresa recorrida.aplicação CDC . correção e multa Juros. Não se aplica ao Judiciário as emanações da Lei 8. correção e multa Juros. o nome do devedor permanece no Ca O incorporador. não É cabível indenização por danos morais quando. § 1º. COMPRA. é solidariamente responsável pelos vícios de qualidade Descabe a inscrição do nome do devedor em cadastro de proteção ao crédito (SPC. correção e multa Juros. REGISTRO. ASSALTO.Direitos Difusos 1. 18 do Código de DANO MORAL. a O banco responde pelos danos morais à pessoa que teve seu nome inscrito em serviço de proteção ao crédito em co A simples postagem de carta informando possível inscrição do nome do devedor em cadastro de inadimplentes. isso RESPONSABILIDADE CIVIL. 43. desde que pa SÚMULA 296: Os juros remuneratórios. como fornecedor de um produto durável . INSCRIÇÃO. nos contratos bancários. correção e multa Juros. RESPONSABILIDADE CIVIL. A Turma prove CDC. CADIN. correção e multa Juros. DEFEITO. correção e multa Juros.177/91. correção e multa Juros. po SÚMULA 294: Não é potestativa a cláusula contratual que prevê a comissão de permanência. calculada pela taxa m SÚMULA 295: A Taxa Referencial (TR) é indexador válido para contratos posteriores à Lei n. correção e multa Juros. as empresas de É válida a cláusula mandato inserta em contrato de administração de cartão de crédito que possibilita às empresas a SÚMULA 030: A comissão de permanência e a correção monetária são inacumuláveis. correção e multa Juros. correção e multa Juros. após a quitação da dívida. Provido o recurso para reduzir o montante da indenização por lançamento indevido em cadastro negativo de crédito É devida a indenização por danos morais. SERVIÇO DE PROTEÇÃO AO CRÉDITO. perante o cliente. o consumidor con DANO MORAL. por isso. seja por incidir norma específica (Lei n. somente permitida quando expressamente disposta em lei (S Apesar de desempenharem algumas atividades também desenvolvidas por instituições financeiras. FORO.aplicação Cláusulas abusivas Cláusulas abusivas Juros. pessoa jurídica com fins lucrativos. 18 do CDC. SERASA. por prática de "overbooking" (considerada pelo STJ No conceito de fornecedores disposto no art. quanto à po A responsabilidade civil do transportador aéreo pelo atraso de vôo e pelo extravio de bagagem ou de carga rege-se SÚMULA 297: O Código de Defesa do Consumidor é aplicável às instituições financeiras. BANCO. incluem-se as concessionárias de automóveis. do CDC É aplicável o CDC em contrato bancário de conta corrente e em aplicação financeira. utilizou-se de I. correção e multa Preço Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Inadimplência Responsabilidade CDC . Conforme dispõe o art.aplicação CDC . é lícita a cobrança de juros remuneratórios conforme o contrato. ELEIÇÃO. FORUM. 8.906/19 O Código de Defesa do Consumidor aplica-se aos contratos de crédito educativo. A informação da existência de execução em curso CDC. por não se estar diante de relação de consumo. Trata-se da responsabilidade do banco pela morte de correntista É cabível o pagamento de indenização por danos morais pela instituição financeira. As cláusulas limitativas de valor de cobertura dos seguros de saúde são abusivas tanto quanto as cláusulas que limi SÚMULA 302: É abusiva a cláusula contratual de plano de saúde que limita no tempo a internação hospitalar do seg A comissão de permanência. na exordial. CARRO-FORTE. BANCO. mas de f Não há relação de consumo nos serviços prestados por advogados. O provedor de internet e a empresa detentora da rede estadual de acesso CDC.inadimplência Cadastro .inadimplência O prazo para cancelamento de registro de dados no SPC. SERASA e outros) na h SÚMULA 130: A empresa responde. FORO DE ELEIÇÃO. CCF. Dessarte. não pode ser cumulada nem com correção monetária nem co Não se pode afirmar que a taxa de juros é abusiva só com base na estabilidade econômica do país.aplicação CDC .inadimplência CDC . DISTRIBUIÇÃO. não estando enquadrada entre as O titular da conta-corrente deve ser notificado das alterações do respectivo limite de crédito (cheque especial). correção e multa Juros. após prévio aviso. se a inscrição do nome do dev É cabível o pagamento de indenização por danos morais pelo Serasa ou por entidade responsável pela organização É cabível indenização por danos morais se a inscrição no Cadastro de Inadimplentes for feita indevidamente . não cumuláveis com a comissão de permanência. aplica-se o art.inadimplência CDC . SÚMULA 283: As empresas administradoras de cartão de crédito são instituições financeiras e. Na ação de indenização por dano moral afigura-se desnecessária a formulação. O Banco Central do Brasil é parte passiva ilegítima para figurar na ação .inadimplência Cadastro . Serasa e afins é de cinco anos. ressalvadas as hipótese É permitido à concessionária interromper o fornecimento da energia elétrica se.aplicação CDC . ASSALTO.aplicação Responsabilidade Cadastro . deve-se conside Em contrato de abertura de crédito fixo.078/90. BACEN. de pedido certo quant ILEGITIMIDADE. EMPRESAS. conforme dispõe o art. MANUTENÇÃO. os quais pe A capitalização dos juros é proibida (Súmula 121-STJ). NOME. para vendas à vista e pelo cartão de créd A CEF é responsável pelos danos morais que causou por não ter entregue ao cliente comprovante de que este depo Não é razoável exigir-se da titular de caderneta de poupança a prova de que não fez mau uso do cartão magnético e Não se pode responsabilizar a CEF por evento ocorrido fora de suas dependências e para o qual em nenhum mome Cabe responsabilização da Caixa Econômica Federal por danos morais causados por recusa de saque no presente c O banco sacado responde pelo pagamento de documento de saque falsificado. sendo No caso do passageiro ser impedido de embarcar na aeronave. VEÍCULO NOVO.inadimplência Cadastro . Comprado veículo novo com defeito. 43. pela reparação de dano ou furto de veículo ocorridos em seu SÚMULA 028: O estabelecimento bancário é responsável pelo pagamento de cheque falso. correção e multa Juros. 8.aplicação Responsabilidade Cadastro . são devidos no período d Não é possível a prática de preço diferenciado. de natureza bancária.

O MP não tem legitimidade ativa para promover ação civil pública para defesa de direitos individuais disponíveis refe O Ministério Público tem legitimidade para propor toda e qualquer demanda que vise à defesa do patrimônio público. a Turma. somente poderão ser tu Trata-se de ação civil pública movida pelo Ministério Público em decorrência de dano ambiental. Versa a questão so LITISCONSÓRCIO FACULTATIVO. A Turma deu provimento ao recurso. LEGITIMIDADE AD CAUSAM. MINISTÉRIO PÚBLICO. em virtude de seu efeito erga omnes.Legitimidade STF SUM ACP . 7. Trata-se de ação civil pública ajuizada AÇÃO POPULAR. Prosseguindo o julgamento. de que trata o art. ENERGIA ELÉTRICA. Saúde: TRF-1 TRF-1 101 113 Medicamentos Tratamento médico O Estado deve fornecer medicamentos ao cidadão que deles precisar e não puder pagar.Legitimidade STJ 166 ACP . PODER DISCRICIONÁRIO.347/1985. agir para defender interesse individual de associado. MUNICÍPIO. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. A Turma entendeu que o Ministério SÚMULA 643: O Ministério Público tem legitimidade para promover ação civil pública cujo fundamento seja a ilegalid EXPLOSÃO.Legitimidade STJ 170 ACP .Legitimidade STJ 195 ACP . entendendo O Ministério Público Federal tem legitimidade para propor ação civil pública visando à anulação de contrato firmado n A associação não pode. senão quando houver má-fé.Legitimidade STJ 168 ACP . MP. o que é cabíve A ação civil pública. AÇÃO CIVIL PÚBLICA. QUALIDADE.2.Legitimidade STJ 202 Ação Popular É impossível exercer-se o controle concentrado de constitucionalidade em sede de ação civil pública. 21 da Lei n. Trata-se de ação civil pública em que o Mini AÇÃO CIVIL PÚBLICA. Não cabe ao MP em ação civil pública a imposição de verbas sucumbenciais. FOGOS DE ARTIFÍCIO. TELEVISÃO POR ASSINATURA. LEGITIMIDADE. como substituto processual. MP. LEGITIMIDADE. SERVIÇO. ADMINISTRAÇÃO. AÇÃO CIVIL. LOJA.Legitimidade STJ 173 ACP . PROJETO LEGISLATIVO. A matéria .Legitimidade STJ 196 Ação Civil Pública STJ 197 ACP . Tutela coletiva TRF-1 114 Ação Civil Pública TRF-1 EJ497 Ação Civil Pública STJ 173 Ação Civil Pública STJ 175 Ação Civil Pública STJ 187 Ação Civil Pública STJ 194 Ação Civil Pública TRF-1 EJ471 ACP .Legitimidade STJ 196 ACP . não pode ser utilizada como sucedâneo da ação direta de Não há falar-se em má-fé quando o Ministério Público não leva à ação civil pública todos os documentos constantes Os interesses e direitos individuais homogêneos. VÍCIO FORMAL. FEDERAL E ESTADUAL. LEGITIMIDADE.Legitimidade STJ 195 ACP . PROCURADORIA. A Pro MINISTÉRIO PÚBLICO. Direito constitucional à saú Não cabe ao Estado pagar tratamento médico no exterior quando não comprovado que não há o mesmo tratamento 3. PREVIDÊNCIA MUNICIPAL.

o prazo para o cancelamento de registro junto ao Serasa é de cinco anos. Assim. recorrida. é solidariamente responsável pelos vícios de qualidade ou quantidade. não ter entregue ao cliente comprovante de que este depositou o FGTS. os juros remuneratórios por elas cobrados não sofrem as limitações da Lei de Usura. 43. A devolução indevida do cheque do autor. Contudo. o nome do devedor permanece no Cadastro de Inadimplentes. Assim. conforme dispõe o art. não caracteriza dano moral se dela não consta dizeres o e da responsabilidade do banco pela morte de correntista assaltado e morto ao sacar dinheiro em caixa eletrônico no interior da agência. Lei Delegada 4/62). quitação da dívida. após prévio aviso. Existente previsão legal (art. limitada ao percentual contratado. CADIN. se a inscrição do devedor em cadastro de inadimplentes for efetuada sem o seu prévio conhe o Cadastro de Inadimplentes for feita indevidamente . cabe indenização. n. não estando enquadrada entre as hipóteses de seu cabimento. à taxa média de mercado estipulada pelo Banco Central do Brasil. nça a prova de que não fez mau uso do cartão magnético e senha pessoal. as empresas de factoring não integram o Sistema Financeiro Nacional. e previdência privada deve ser objeto de correção plena. o que seu nome inscrito em serviço de proteção ao crédito em conseqüência de cheques emitidos por terceiro. a reparação de dano ou furto de veículo ocorridos em seu estacionamento. Em tal cenário. 8. caracteri o do nome do devedor em cadastro de inadimplentes. vez que esta. não honrando o pagamento da conta. já consolidadas na jurisprudência como abusivas. são devidos no período de inadimplência. 43. do CDC. isso em razão da dívida que. 22. cliente que teve seu nome insc nternet e a empresa detentora da rede estadual de acesso litigam sobre o contrato de prestação de serviço. enizar deve ser indevida. ente da prova objetiva do abalo à honra e à reputação sofrido pelo autor. se houver capitalização de juros. o pode ser cumulada nem com correção monetária nem com juros remuneratórios. de saúde são abusivas tanto quanto as cláusulas que limitam o tempo de internação. § 2o. mas de função estatal indelegável e exercida como função de império do Estado. aplicando-se-lhes o disposto na Lei de Usura (Dec. ressalvadas as hipóteses de culpa exclusiva ou concorrente do correntista. ficando cumulados esse mente permitida quando expressamente disposta em lei (Súmula 93-STJ). de saque falsificado. que forem verificados na obra. observado o limite contratado.069/95) determinando a devolução de cheque de valor acim ões do respectivo limite de crédito (cheque especial). o consumidor continuar inadimplente. o recurso. na abertura de con ÃO AO CRÉDITO.177/91. são solidariamente responsáveis o fabricante e o comerciante que aliena o veículo "zero quilômetro" defeituoso. desde que pactuada. por isso. porque essas acabam também por limitar o tempo d e saúde que limita no tempo a internação hospitalar do segurado. resta em discussão judicial. de qualquer modalidade.906/1994). deve ser exclu desenvolvidas por instituições financeiras. § 1º. condenando o banco a indenizar. Dessarte. pois é nula a cláusula que permite à instituição bancária a utilização de saldo de quaisquer contas. que o juiz suscitado bem pôde veículo novo com defeito.626/1933) a limita istração de cartão de crédito que possibilita às empresas administradoras tomar. danos morais causados por recusa de saque no presente caso. mesmo produto. digo de Defesa do Consumidor incide a multa moratória nele prevista. resultante do sistema de concessão a SSALTO. da energia elétrica se. utilizou-se de crédito fornecido pelo banco recorrido. com a finalidade única de incrementar sua própria ativida ecessária a formulação. para vendas à vista e pelo cartão de crédito (art. Inversão do ônus da prova. O incorporador que não executa a obra r e proteção ao crédito (SPC. os recursos necessários para cobrir os saldos negativos gerados pelos contratantes monetária são inacumuláveis.Serasa e afins é de cinco anos. No caso como o assalto foi dentro do estabelecime pela instituição financeira. se a inscrição do nome do devedor em cadastro de inadimplentes for efetuada sem a comunicação prévia. SERASA e outros) na hipótese de pendência de ação judicial em que se discute a dívida. por prática de "overbooking" (considerada pelo STJ condenável e intolerável). 0. CARRO-FORTE. de pedido certo quanto ao montante indenizatório pretendido. parcialmente. § 1º. afastando-se a indenização tarifada prevista na C cável às instituições financeiras. 11. ra de suas dependências e para o qual em nenhum momento se obrigou ou tinha o dever legal de evitar (obs. por não se estar diante de relação de consumo. seja por incidir norma específica (Lei n. o que não acontece no Sistema Financeiro de Habitação. sendo que a devolução indevida do cheque do correntista como sem fundos acarreta a responsabilidade de indenizá-lo por dano moral nave. Aplicação do CDC. O corte realizado nesses moldes. pessoa jurídica com fins lucrativos. não havendo necessidade da comprovação do prejuízo. na exordial. quanto à possibilidade de revisão de suas cláusulas. ora recorridos. se antes desse prazo ocorrer a prescrição r e e em aplicação financeira. que teve seu nome inscrito no cadastro de inadimplentes por instituição bancária. seja por não se tratar de atividade fornecida no mercado de consumo (art. por lançamento indevido em cadastro negativo de crédito ao consumidor. o de vôo e pelo extravio de bagagem ou de carga rege-se pelo Código de Defesa do Consumidor . II. para contratos posteriores à Lei n. . incluem-se as concessionárias de automóveis.: roubo no lado externo da agência). de natureza bancária. os quais permanecerão após o vencimento. a princípio. por índice que recomponha a efetiva desvalorização da moeda. os de crédito educativo. aplica-se o art. calculada pela taxa média de mercado apurada pelo Banco Central do Brasil. ocultos ou de estrutura. pelo pagamento de cheque falso. A Turma proveu. apesar de vencida. ocorreu em função do cancelamento de créd ntral do Brasil é parte passiva ilegítima para figurar na ação indenizatória por danos materiais e morais na qual os autores. a título de danos morais e materiais. que utilizou seus documentos roubados para abertura de conta. FORÇA MAIOR. limitada à taxa do contrato. salvo dolo ou culpa do correntista/poupador. A informação da existência de execução em curso contra o devedor que levou à inclusão de seu nome no cadastro mantido pelo Serasa foi colhida em distribuidor forense. pelo Serasa ou por entidade responsável pela organização do Serviço de Proteção ao Crédito. 8. se o evento se deu em sua vigência. não há falar em ilegitimidade passiva do forne FORUM. sejam aparentes. e prevê a comissão de permanência. requerem a retirada de seus nomes do rol de inadi . deve-se considerar todos os demais aspectos. do CPC.corrente. 3o. visto que em casos assemelhados a Turma tem fixado em cerca de 50 salários-mínimos o valor máximo. om a comissão de permanência. m base na estabilidade econômica do país. crédito são instituições financeiras e. "n". evedor à taxa de juros divulgada pela ANBID-CETIP. Conforme dispõe o art. Diante do poderio econômico de ambas as partes. 18 do Código de Defesa do Consumidor e não os artigos 12 e 13 do mesmo Código. além de ser necessária a comprovação de lucros excessivos e desequilíbrio contratual para ser rec a de juros remuneratórios conforme o contrato. no mercado financeiro. ligado à montadora de veículos. dvogados. de acordo com a taxa média de mercado. do CDC). 69 da Lei 9.

visando à suspensão da eficácia da Lei Municipal n. LEGITIMIDADE AD CAUSAM. 2º. 702/1995 e seu consentâneo (Dec. por maioria. PROCURADORIA. para o fim de impugnar a cobrança de taxas referentes a serviço NISTRAÇÃO. É possível descartar aqueles que não lhe parecem relevantes. Versa a questão sobre antecipação dos honorários periciais. não pode ser utilizada como sucedâneo da ação direta de inconstitucionalidade. A matéria cinge-se à legitimidade passiva ad causam de município em que projeto de lei foi atacado via ação popular. 129. ucionalidade em sede de ação civil pública. Trata-se de ação civil pública em que o Ministério Público pleiteia que a municipalidade destine um imóvel para instalação de abrigo e elaboração de programas de proteção à STÉRIO PÚBLICO. o int para defender interesse individual de associado. o re MAL. 5º da Lei n. A Procuradoria de Assistência Judiciária do Estado de São Paulo tem legitimidade para propor ação civil pública em busca da indenizaç NERGIA ELÉTRICA.3 ação civil pública visando à anulação de contrato firmado no âmbito do SUS. 21 da Lei n. somente poderão ser tutelados pela via da ação coletiva quando os seus titulares sofrerem danos na condição de consumidores. exsurgindo.Consumidor é toda ualquer demanda que vise à defesa do patrimônio público. DE. a Turma decidiu dar parcial provimento ao recurso do MP p TADUAL. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. entendendo que o veto do Presidente da República aos arts. também. art. 149/1995). A Turma entendeu que o Ministério Público tem legitimidade para propor ação civil pública para proteger os consumidores da queda de qualidade do serviço prestad promover ação civil pública cujo fundamento seja a ilegalidade de reajuste de mensalidades escolares. pois usurpa da Suprema Corte o controle concentrado da constitucionalidade das leis e atos normativos fed o leva à ação civil pública todos os documentos constantes do inquérito civil público. deu provimento ao recurso ao entendimento de que. não atingiu o § 5º do art. Prosseguindo o julgamento. 7. isso em razão da própria natureza do inq rata o art. e 92. Trata-se de ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público. MP. bas sucumbenciais.347/1985. parágrafo único. 7. Dever do Estado. do CPC. (Artigo 21º . a Turma. III). 2° . Prosseguindo o julgamento. senão quando houver má-fé. LEGITIMIDADE. tanto sob o aspecto material (perdas e danos) quanto o imaterial (lesão à moralidade). atuando na defesa e proteção do patrimônio público (CF. O projeto previa a cr . parágrafo único. § 3º. O. MUNICÍPIO. da Lei 8078/90 (Art. Direito constitucional à saúde.eles precisar e não puder pagar. o que é cabível apenas ao STF em ação direta de inconstitucionalidade. pública para defesa de direitos individuais disponíveis referentes à revisão de benefícios previdenciários de que trata o art. 82. sem licitação. A Turma deu provimento ao recurso.Aplicam-se co em decorrência de dano ambiental. n. quando não comprovado que não há o mesmo tratamento no Brasil ou que este é inferior ao prestado em outro país.

a Turma entendeu que não há que s Em tal cenário. é po antido pelo Serasa foi colhida em distribuidor forense. na abertura de conta-corrente. de qualquer modalidade. verificados na obra. não caracteriza dano moral se dela não consta dizeres ofensivos. porém.corrente. uma vez que os valores cobertos pelo seguro terminam. porque essas acabam também por limitar o tempo de permanência de internação. ficando cumulados esses juros remuneratórios com os juros moratórios de 1% ao mês. O incorporador que não executa a obra responde solidariamente com o construtor pelos defeitos de qualidade. 17 da L ntral do Brasil. à falta de convenção. se antes desse prazo ocorrer a prescrição relativa ao título de crédito. não se justifica a manutenção do nome do devedor no referido cadastro. § 2o. relativo ao Fies. não configura ato os acarreta a responsabilidade de indenizá-lo por dano moral. responde o banco pela segurança dos seus usuários. se assim convencionado. 22. II. sem prévia comunicação ao correntista. como intermediárias. e conseqüentemente. Essas empresas. diante dos precedentes. caracterizado ao menos o descuido na contratação. a agência. inserem-se no conceito de instituição financeira previsto no art.00 quando ele não respeitar a obrigação de indicar o favorecido. Afastada a ilegitimidade passiva e considerando que as instâncias ordinárias reconheceram a existência dos danos. requerem a retirada de seus nomes do rol de inadimplentes do SCPC/SEPROC e do Serasa. os para cobrir os saldos negativos gerados pelos contratantes inadimplentes. além de não maltratar os arts. Contudo. cado. da Lei n. afastando-se a indenização tarifada prevista na Convenção de Varsóvia. uma vez que há ações judiciais nas quais se discute a validade dos títulos que ense . ainda que fora do horário de expediente.626/1933) a limitar a taxa de juros remuneratórios ao teto de 12% ao ano. o que não impede. Assim. é permitido expressamente pelo art. 3o. umentos roubados para abertura de conta. observado o limite contratado. dastro de inadimplentes for efetuada sem o seu prévio conhecimento. sendo conduta inscrita em lei. entendeu reafirmar a prevalência d cheque do autor. co anos. zação de saldo de quaisquer contas. 8. deve ser excluída tal capitalização. ante que aliena o veículo "zero quilômetro" defeituoso. bem como autoriza a 9. pois só as astreintes alcançam dez mil reais ao dia. § 3º. Aplica-se o princípio da responsabilidade objetiva e considera-se abusiva a cláusula que eventualmen abusivas.do em cerca de 50 salários-mínimos o valor máximo. eventualmente encontrados na edificação. e dos valores em discussão. ntes por instituição bancária. reduzem o tempo ão de lucros excessivos e desequilíbrio contratual para ser reconhecida a abusividade. ocorreu em função do cancelamento de crédito rotativo. lhes o disposto na Lei de Usura (Dec. Assim. a vigência. durante transporte de valores em car econômico de ambas as partes. n. limitada ao percentual contratado. do qua recorridos. que na apuração das condutas de ambos conclua-se pela responsabilidade de apenas um deles.069/95) determinando a devolução de cheque de valor acima de R$ 100. do CDC). com a finalidade única de incrementar sua própria atividade produtiva. Dessarte. ou.987 de danos morais e materiais. a Turma. que o juiz suscitado bem pôde divisar. ostentava o caráter de publicidade mesmo antes da aludida inscrição. 6º. é responsável pelo exame da veracidade dos documentos apresentados por quem não é o real titular. o que afasta a possibilidade de dano moral em razão de los. se houver capitalização de juros. 22 e 42 do CDC. em virtude do inadimplemento em contrato diverso. a comercialização de automóveis. nsumo (art. resultante do sistema de concessão adotado no país. a juros lega tação. não há falar em ilegitimidade passiva do fornecedor. cliente que teve seu nome inscrito no Serasa em conseqüência de roubo de talonário de cheque sob a guarda do banco. icial. para liquidar ou amortizar as obrigações decorrentes de contrato de renegociação e confissão de dívidas. vez que esta. No caso como o assalto foi dentro do estabelecimento bancário. que a torne i alizado nesses moldes.

a Turma decidiu dar parcial provimento ao recurso do MP para afastar a aplicação do art. parágrafo único.Consumidor é toda pessoa física ou jurídica que adquire ou utiliza produto ou serviço como destinatário final. invocando pre ojeto de lei foi atacado via ação popular. coletivos e individuais. que restou negada nas instâncias ordinárias. 82 do CDC). também. 7.07 o. n. Prosseguindo o julgamento. referente à distribuição de guia impresso da programação. não atingiu o § 5º do art.Aplicam-se à defesa dos direitos e interesses difusos. nstalação de abrigo e elaboração de programas de proteção à criança e aos adolescentes carentes. isso em razão da própria natureza do inquérito. da Lei 8078/90 (Art. é possível o litisconsórcio facultativo entre o Ministério Público Estadual e o Federa atrimônio público (CF.º 8. do Superior Tribunal de Justiça e do Supremo Tribunal Federal. 2° . III). Assim. A Turma negou provimento ao recurso do nicipal n. no que for cabível. com efeitos concretos no orçamento mun . do CPC. 702/1995 e seu consentâneo (Dec. exsurgindo. danos na condição de consumidores. art.centrado da constitucionalidade das leis e atos normativos federais e estaduais. 5º da Lei n. a Turma. 149/1995).371/1985 (Lei da Ação Civil Pública). 33 do CPC (que determina quem deve pagar o adiamento dos honorários de perito) e manter a in grafo único. (Artigo 21º . parecem relevantes. O projeto previa a criação de 42 cargos em comissão de assessores junto ao Poder Legislativo Municipal. o interesse de agir. Equipara-se a consu r os consumidores da queda de qualidade do serviço prestado por operadora de televisão por assinatura (art. o Ministério Público não tem legitimidade para propor ação civil pública. Parágrafo único. Precedentes desta Corte. os dispositivos do Título III da Lei n. timidade para propor ação civil pública em busca da indenização por danos materiais e morais decorrentes da explosão de estabelecimento dedicado à venda de fogos de artifícios e pólvor ra o fim de impugnar a cobrança de taxas referentes a serviços públicos (conta de consumo de energia elétrica). 129. o recolhimento de contribuição para o Fundo Municipal de Previdência Social.

o que se manifesta excessivamente abusivo. não configura ato ilícito da instituição financeira. 105/2001 expressamente as incluiu nessa definição. caracterizada a o inadimplemento em contrato diverso.5% ao mês. reduzem o tempo de internação. e no conceito de instituição financeira previsto no art. e do devedor no referido cadastro. assim convencionado. e objetiva e considera-se abusiva a cláusula que eventualmente limite à responsabilidade do fornecedor pelos danos causados. ou. A indenização por danos materiais. nos casos do art. Logo. 4. 18 do C ção. eventualmente encontrados na edificação. é possível passar ao julgamento do mérito. 8. a juros legais de 0. não sofrem as limitações quan de renegociação e confissão de dívidas. relativo ao Fies. e conseqüentemente. verifica-se pelo seguro terminam. Assim. Partindo-se de uma interpretação sistemática. do qual era fiador. entendeu reafirmar a prevalência da teoria finalista ou subjetiva para a definição de relação de consumo no âmbito deste Superior Tribunal. dade. estando a causa madura. A responsabilidade pelas inclusões no cadastro de emitentes de cheques sem fundos (CCF) é exclusiva d . nclua-se pela responsabilidade de apenas um deles. da Lei n.entos apresentados por quem não é o real titular. configurando a responsabilidade da entidade bancária pelos danos d s judiciais nas quais se discute a validade dos títulos que ensejaram as inscrições. o que afasta a possibilidade de dano moral em razão de a entidade cadastral não ter previamente comunicado o fato ao devedor. como também por aqueles decorrentes da disparidade com as indicações constan é permitido expressamente pelo art. a. à falta de convenção. a Turma entendeu que não há que se falar em dificuldade de acesso ao Poder Judiciário por hipossuficiência. que apenas cumpriu a mencionada determinação legal.595/1964. durante transporte de valores em carro-forte. hipótese em que não se configura força maior. 17 da Lei n. diante dos precedentes.987/1995. Assim. o banco pela segurança dos seus usuários. II. § 3º. sob a guarda do banco. çam dez mil reais ao dia. sendo que a LC n. deve prevalecer o foro de eleição para dirimir stâncias ordinárias reconheceram a existência dos danos. que a torne imprópria à utilização ou lhe diminua o valor. 6º. bem como autoriza a credora a efetuar o bloqueio dos saldos credores até que a complementação baste a permitir a integral da liquidação da obrig o favorecido. sendo conduta inscrita em lei.

A explosão resultou. pois a municipalidade tem liberdade de escolher onde devem ser aplicadas a ia Social. decidiu que a ação pública não se presta à proteção de direitos individuais disponíveis. adiantamento de h órcio facultativo entre o Ministério Público Estadual e o Federal. Na espécie.) eve pagar o adiamento dos honorários de perito) e manter a incidência da Lei n. 5º. invocando precedentes. A Turma negou provimento ao recurso do MP. nessas ações. com efeitos concretos no orçamento municipal. com fulcro no princípio da discricionariedade. que haja intervindo nas relações de consumo). os dispositivos do Título III da Lei n. ainda que indetermináveis. na lesão corporal e n úblico não tem legitimidade para propor ação civil pública. a Turma. Prosseguindo o julgamento.de Justiça e do Supremo Tribunal Federal. no que for cabível.º 8. 82 do CDC). ajuizaram Ação Civil Pública buscando impedir a comercialização de trigo importado enquanto a perícia técnica como destinatário final. stâncias ordinárias. abelecimento dedicado à venda de fogos de artifícios e pólvora (art. XXXII. que institui o código de defesa do Consumidor. . de 11 de setembro de 1990. 7. não haver. Equipara-se a consumidor a coletividade de pessoas. da CF/1988 e art. salvo quando homogêneos e egislativo Municipal. rente à distribuição de guia impresso da programação.347/1985 (LACP) que preconiza. entre outras determinações. além de vultosos prejuízos materiais. Ressaltou-se que a sentença de primeiro grau em sede de ação popular . Parágrafo único. o que possibilita a propositura da ação popular.078.

não sofrem as limitações quanto aos juros impostas pelo Dec. não podendo o Banco Central efetivar qualquer modificação no referido cadastro. independentemente de se cuidar de uma relação de consumo assumida em contrato de adesão. na espécie. O dano moral. Se a descrição dos fatos para justificar o pedido de danos morais está no â umo no âmbito deste Superior Tribunal. uma vez que o abalo à imagem stro de emitentes de cheques sem fundos (CCF) é exclusiva dos bancos sacados. verifica-se que as normas previstas no Código de Defesa do Consumidor são de ordem pública e interesse social. . n. Logo. Assim. não pressupõe a comprovação do prejuízo material. deve prevalecer o foro de eleição para dirimir o litígio. Porém a capitalização. 596-STF). revogando.626/1933. esgota-se nas modalidades do respectivo § 1º. ciência. A indenização por danos materiais. a Lei de Usura (Súm. caracterizada a recorrida como consumidora intermediária e sequer cogitada sua hipossuficiência. III. não há como afastar o foro de eleição prev rando a responsabilidade da entidade bancária pelos danos decorrentes. especialmente porque se tratavam de rendimentos de aposentadoria. nos casos do art.Partindo-se de uma interpretação sistemática. queles decorrentes da disparidade com as indicações constantes da oferta ou mensagem publicitária. Assim. a incluiu nessa definição. 22. mesmo que convencio plementação baste a permitir a integral da liquidação da obrigação vencida . portanto. 18 do CDC.no caso em tela.

prevalecendo sobre o artigo do omercialização de trigo importado enquanto a perícia técnica analisa se o alimento contém fungo tóxico à saúde humana. o que acentua a necessidade da . salvo quando homogêneos e oriundos de relação de consumo. e direitos individuais disponíveis. Ressaltou-se que o artigo citado da LACP é peculiar. em razão de sofrerem os efeitos danosos dos defeitos do produto ou serviço. declarou a nulidade da proposta legislativa. haja intervindo nas relações de consumo). assim. ao Poder Judiciário intervir. o Ministério Público não se que a sentença de primeiro grau em sede de ação popular. de natureza especial. Como o direito ao regime de previdência é de natureza disponível.s determinações. nessas ações. na lesão corporal e na morte de diversas pessoas que. não haver. além de vultosos prejuízos materiais. são equiparad alidade tem liberdade de escolher onde devem ser aplicadas as verbas orçamentárias e o que deve ter prioridade. ou. que tem eficácia ultra partes. ante o vício formal. não cabendo. adiantamento de honorários periciais.

m de rendimentos de aposentadoria. é vedada (Súm. n. revogando. não há como afastar o foro de eleição previsto no contrato ao fundamento de que incidente o CDC. 121-STF). uer modificação no referido cadastro. sumo assumida em contrato de adesão. portanto. ão dos fatos para justificar o pedido de danos morais está no âmbito de dissabores. a legislação que prevê indenização restritiva por ato ilícito. 596-STF). m. uma vez que o abalo à imagem da correntista perante a sociedade é presumido. n. . Porém a capitalização. sem abalo à honra e ausente situação que produza no consumidor humilhação ou sofrimento na esfera d a hipossuficiência.o de ordem pública e interesse social. rovação do prejuízo material. mesmo que convencionada.

17 do CDC). o que acentua a necessidade da citação também da municipalidade. que possui natureza geral. o Ministério Público não tem legitimidade ativa ad causam. assim. de natureza especial. os danosos dos defeitos do produto ou serviço. revidência é de natureza disponível. caberá ao Executivo Municipal repassar as verbas ao Legislativo para . Note-se que a poss o. ao Poder Judiciário intervir. mesmo não tendo participado diretamente da relação de consumo. são equiparadas aos consumidores (art. que tem eficácia ultra partes.peculiar. prevalecendo sobre o artigo do CPC. Em caso de lesão.

o dano moral não é pertinente.produza no consumidor humilhação ou sofrimento na esfera de sua dignidade. .

Além de que a execução do comando dessa sentença. determinará a cessação imediata do ato in .ado diretamente da relação de consumo. qu o Executivo Municipal repassar as verbas ao Legislativo para pagamento de vencimentos. 12 do CDC). Note-se que a possível responsabilidade civil decorre de fato do produto na modalidade de vício de qualidade por insegurança (art.

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ora recorrente. a legitimidade passiva ad causam do município. 12 do CDC). que pode ser imputada ao comerciante. o dessa sentença. determinará a cessação imediata do ato inquinado como ilegal. no dizer do Ministro Relator. g .de de vício de qualidade por insegurança (art. razão pela qual se afigura.

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a legitimidade passiva ad causam do município. . gestor da coisa pública.tro Relator.

por carta rogatória. poderá efetivar-se ainda que haja processo ou A adoção ou reconhecimento de prole superveniente aos fatos que motivaram o decreto presidencial não impede. perda e mudança. Assim se firmou a jurisprud A expulsão é ato discricionário do Poder Executivo. plataforma continental. 91. ofensa à lei e falta de fundamentação Para que se invoque o artigo 75-II-b da Lei 6.Internacional Privado 01. P SÚMULA 001: É vedada a expulsão de estrangeiro casado com brasileira. 03. 85. do Estatuto do Estrangeiro (Lei 6815/80).ITÁLIA (22/11/2001): A prisão preventiva para os efeitos da extradição. no processo extradicional. espaço extra-atmosférico.sentença estrangeira de anulaç Casamento realizado no Brasil e aqui domiciliado o casal desde antes da união até a presente data. imunidade à jurisdição. pois. no entanto. pelos dois primeiros . ESTRANGEIRO. e não tendo hav SÚMULA 381: Não se homologa sentença de divórcio obtida por procuração. não se fundamenta nos requisito SÚMULA 002: Concede-se liberdade vigiada ao extraditando que estiver preso por prazo superior a sessenta dias. e também no âmbito do direito comparad 02. mar territorial e zona contígua. Deportação. zona econômica. . O mar: águas interiores. STF STJ 031 256 Aplicação no espaço Contratos internacionais Alegação de ausência do defensor quando da inquirição. interpretando as normas de seu ordenamento jurídico. ou não. EXCEPTIO NON ADIMPLETI CONTRACTUS. Aplicação da lei no espaço e no tempo. O Estatuto dos Estrangeiros.815/80 (com a redação dada pela Lei 6. Personalidade internacional: o Estado. TRF-1 102 Ingresso irregular Quando o estrangeiro é transportado para o Brasil sem a documentação em ordem (art. ―versará Na apreciação do pedido de extradição descabe o exercício de crivo relativamente à procedência. ORDEM PÚBLICA. Ações ajuizadas no estrangeiro. compromisso de comutação da pena de prisão Extradição: pedido que visa a processar estrangeiro por três crimes. da Lei 6815/80 (“Não será efetivada a entrega sem que o Es Ext 820 / IT . SÚMULA 421: Não impede a extradição a circunstância de ser o extraditado casado com brasileira ou ter filho brasile Se a Justiça do Estado requerente da extradição. 216) . STF STF STF 287 287 025 Imunidade Imunidade Imunidade O Estado estrangeiro não dispõe de imunidade de jurisdição.815/80). perante órgãos do Poder Judiciário brasileiro. § 1º. art. Nacionalidade: a aquisição. para o deferimento da extradição. EXPULSÃO. PROTOCOLO DE GENEBRA. mesmo se idêntica a outra que aqu Ofende a ordem pública . expulsão e extradição.964/81) é preciso provar a dep A expulsão. do Estatuto dos Estrangeiros vedam a expulsão de estrangeiros que têm cônjuge e/ou fi Encontrando-se o extraditando respondendo a processo perante a Justiça brasileira. As partes celebraram contrato de rep Internacional Público 01. ARBITRAGEM. quando s O PRIVILÉGIO RESULTANTE DA IMUNIDADE DE EXECUÇÃO NÃO INIBE A JUSTIÇA BRASILEIRA DE EXERCER O novo quadro normativo que se delineou no plano do direito internacional.A posição da Justiça Federal nas causas referentes à nacionalização e naturaliza 02. ou que tenha filho brasileiro. A requerida contestou a homologação da se 03. normas convencionais. REGISTRO POSTERIOR. a respo 04. O espaço aéreo: princípios elementares. FATO CRIMINOSO. 75. Não se admite.estiver extint A Súmula nº 1 e o art. da imputaç A condição prevista no inciso VI do art. já afastou a HC.não sendo. II. à HABEAS CORPUS.tráfico internac O art. Validade de sentença estrangeira no Brasil: rogatórias. A justiça brasileira é indiferente a que se tenha ajuizado ação em país alienígena. A Seção reafirmou a jurisp 05. Opção: prazo e naturalização. II. nacionalidade das aeronaves. conforme dispõe o artigo 67 do Estatuto do Estrangeiro. STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ 021 021 021 021 021 040 SUM 017 021 022 023 026 041 042 043 JR SUM SUM 055 255 Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Expulsão Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Extradição Expulsão O meio processual adequado para se impugnar decreto expulsório é o habeas corpus. território. STF STF STF STF STF STJ SUM 287 043 046 SUM 256 Homologação Ações Homologação Ações Homologação Homologação SÚMULA 420: Não se homologa sentença proferida no estrangeiro sem prova do trânsito em julgado. em país de que os cônjuges não eram SEC. 77 da Lei 6815/80 (“Não se concederá a extradição quando: VI . FILHO. por fato diverso do pedido de ex Para efeito do compromisso a que se refere o art. EXPULSÃO FUNDADA NA NOCIVIDADE DA PERMANÊNCIA DO ESTRANGEIRO NO PAÍS. homologável no Brasil (RISTF. quando. de testemunha na República Oriental CONTRATO INTERNACIONAL. dependente d Não se exige do Estado requerente. ao dispor que a defesa. 125 da Lei 6. alto-mar.

Sujeitos do Direito Internacional. Relação entre o Direito Internacional Público e o Direito Interno. 05. . Os Organismos Internacionais 06. Conflitos internacionais: meios diplomáticos. 07. políticos e jurisdicionais. O homem.04. Tratados e Convenções Internacionais.

tráfico internacional de entorpecentes e quadrilha -. 109. seja porque se trata de remédio mais expedito. não contr io de crivo relativamente à procedência. 6. compromisso de comutação da pena de prisão perpétua aplicável ou aplicada ao extraditando na pena máxima de trinta anos. trangeiro sem prova do trânsito em julgado.815/80. art. art. ONTRACTUS.RTJ fatos que motivaram o decreto presidencial não impede. concedendo a ordem para determinar a extinção do processo de expulsão de estrangeiro com filho brasileiro.” ) deve ser aferida em face de cada ordenam vedam a expulsão de estrangeiros que têm cônjuge e/ou filho brasileiros. no processo extradicional.324 . onde condenado pela primeira acusação e a o dispor que a defesa. Com base nesse entendimento desde antes da união até a presente data. se admite. ou que tenha filho brasileiro. com a concordância de ambos. cabe ao Presidente da República avaliar a conveniência de executar ou não o processo extradicional e decidir sobre o q a Lei 6815/80 (“Não será efetivada a entrega sem que o Estado requerente assuma o compromisso: II . ção em país alienígena. seja porque o expulsando via de regra está preso. perante órgãos do Poder Judiciário brasileiro.RTJ 138/785) ADE DA PERMANÊNCIA DO ESTRANGEIRO NO PAÍS. a os efeitos da extradição. 312 do CPP. a extradição. da imputação formalizada no Estado requerente. UÇÃO NÃO INIBE A JUSTIÇA BRASILEIRA DE EXERCER JURISDIÇÃO NOS PROCESSOS DE CONHECIMENTO INSTAURADOS CONTRA ESTADOS ESTRANGEIROS. dependente da economia paterna. p ndo que estiver preso por prazo superior a sessenta dias. defeito de forma dos documentos apresentados ou ilegalidade da extradição‖.que se construísse a teoria da imunidade jurisdicio . rês crimes. Neste caso. art.815/80). Ela é requisito indispensável ao regular desenvolvimento do processo de Extradição (L.964/81) é preciso provar a dependência e a efetiva assistência proporcionada pelo estrangeiro à prole brasileira. já afastou a prescrição do crime imputado ao extraditando. Não se aplica.especificamente ao juiz rogado . mas não a extradição: impossibilidade de aplicação analógica. 75. 216) .estiver extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira ou a do Estado requerente. ―versará sobre a identidade da pessoa reclamada.815 (“Não se concederá a extradição quando: VI . LEI Nº 6. empresa brasileira. X). FILHO BRASILEIRO.sentença estrangeira de anulação de casamento fundada em causa de nulidade sem correspondência na legislação brasileira. 84. quando. PEDIDO DE REVOGAÇÃO. erante a Justiça brasileira. no Brasil (RISTF.815/80. A imunidade eito internacional. As partes celebraram contrato de representação comercial em 1995 pelo qual a recorrente.ante a realidade do sistema de direito positivo dele emergente . Qua m a redação dada pela Lei 6. que se consume a expulsão (HC 68.Federal nas causas referentes à nacionalização e naturalização (CF/88. A requerida contestou a homologação da sentença estrangeira ao fundamento de que a decisão do tribunal arbitral estrangeiro violaria a ordem pública ao classificar como ―c documentação em ordem (art. não cabe ao STF. poderá efetivar-se ainda que haja processo ou tenha ocorrido condenação.e apelo ao Poder Judiciário. à vista do que dispõe o parágrafo 1º do artigo 75 da Lei dos Estrangeiros. de testemunha na República Oriental do Uruguai. teria exclusividade na venda dos equipamentos farmac ão. A Seção reafirmou a jurisprudência. e também no âmbito do direito comparado. FATO CRIMINOSO. por fato diverso do pedido de extradição. VI. Contra o ato expulsório são possíveis recurso administrativo -. só o presidente da República pode precipitar a efetivação da medida (HC 61.” ).pedido de reconsideração -. à espécie o verbete 1 da strangeiro.de computar o tempo de prisão que. no entanto. no Brasil. ART. mesmo se idêntica a outra que aqui tramite. não podendo ser transferida à que apenas presta serviço de suporte no atendimento d expulsório é o habeas corpus. pelos dois primeiros . foi imposta por força da extradição. Cumpre tão só verificar a observância dos requisitos previstos no artigo 88 da Lei nº 6. Não há como impor a outra soberania . da Lei 6815/80 OSTERIOR. já está ele sendo processado no Brasil. § 1º. ou não. a pretexto de exercer o controle que o art. permitiu .a observância de nossa lei processual COLO DE GENEBRA. 125 da Lei 6. 77. O fundamento ensejador do decreto de expulsão o com brasileira. e ser o extraditado casado com brasileira ou ter filho brasileiro.020 . em país de que os cônjuges não eram nacionais. ofensa à lei e falta de fundamentação. pois. não se fundamenta nos requisitos do art. é incompetente para decretar o divórcio perante as leis brasileiras ida por procuração. quando se tratar de causa de natureza trabalhista. ando as normas de seu ordenamento jurídico. Assim se firmou a jurisprudência do Supremo. a responsabilidade é da empresa transportadora. embora v por carta rogatória. e não tendo havido eleição de foro estrangeiro.

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man pretexto de exercer o controle que o art. ado requerente. art. 84. § 1º. nessa parte. empresa alemã. As partes elegeram a cláusula arbitral. 77. Quanto a este. e a imunidade de execução. a natureza do ato motivador da instaura . É suficiente o auto de prisão em flagrante. não contraria o princípio constitucional da ampla defesa (CF. 6.815/80. 5º. seja porque se trata de remédio mais expedito. VI. ral estrangeiro violaria a ordem pública ao classificar como ―colcha de retalhos‖ e sem ―suporte legal‖ a legislação nacional a respeito da necessidade de entrega à Marinha de levantamento rida à que apenas presta serviço de suporte no atendimento de vôo charter. à espécie o verbete 1 da Súmula de Jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. para esse específico efeito. art. o escopo de intervenção ‚ muito estreito. que as partes teriam se servido do processo no país de origem para alcançar resultado ali proibido (div ompetente para decretar o divórcio perante as leis brasileiras o juiz norte-americano. servância dos requisitos previstos no artigo 88 da Lei nº 6. LV). portanto antes da entrada em vigor d RADOS CONTRA ESTADOS ESTRANGEIROS. foi imposta por força da extradição. A condenação definitiva não é pressuposto para a extradição . constituem categorias autônomas. De outro lado.quando o estrangeiro ti blica pode precipitar a efetivação da medida (HC 61.815/80.” ) deve ser aferida em face de cada ordenamento jurídico isoladamente.a observância de nossa lei processual. (Artigo 7 mentos apresentados ou ilegalidade da extradição‖. Com base nesse entendimento . tendo-se presente. Ilegalidade não demonstrada. Cuida o judiciário apenas do exame da conformidade do ato com a legis prole brasileira.324 . da Lei 6815/80 lhe atribui ("Não se concederá a extradição quando: VI . ainda que desta nacionalidade seja um dos cônjuges. e prisão que. parágrafo único).ncia na legislação brasileira.não constituem impedimento à expulsão a adoção ou o reconhecimento de filho brasileiro supervenientes ao fato que o RT. teria exclusividade na venda dos equipamentos farmacêuticos produzidos pela recorrida. 75. de outro.e apelo ao Poder Judiciário. (§ 1º . 87 e 89 a 94 da Lei nº 6. eiros. (Artigo 75 . e executar ou não o processo extradicional e decidir sobre o que dispõem os artigos 86.815/80 e a inexistência de qualquer dos óbices revelados no artigo 77 do citado Diploma.que se construísse a teoria da imunidade jurisdicional relativa dos Estados soberanos.RTJ 138/785).” ). edido de reconsideração -.RTJ 107/169). ainda.e considerando. por sentença de primeiro grau: indeferimento. juridicamente inconfundívei ergente . 77. A imunidade de jurisdição. A revogação desse ato circunscreve-se ao juízo de con do no Brasil. art. da extradição (L.815/80. V). onde condenado pela primeira acusação e absolvido da segunda. a prova testemunhal realizada através de carta rogatória há de ser devidam sileira. 6. reso.estiver extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira sso de expulsão de estrangeiro com filho brasileiro. não cabendo a aplicação das regras de um país ao sistema do outro. que se consume a expulsão (HC 68. no Brasil. pois. não se considera o tempo em que o extraditando esteve detido ou sob liberdade vigiada em virtude de procedimento de expuls nvolvimento do processo de Extradição (L.020 . de um lado. embora vários ministros tenham ressalvado seu ponto de vista pessoal. Não se aplica.Não se procederá à expulsão: II . ente ao juiz rogado . O fundamento ensejador do decreto de expulsão do paciente foi a nocividade de sua permanência no território nacional.

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815/80. u sob liberdade vigiada em virtude de procedimento de expulsão contra ele movido pelo governo brasileiro. de tal modo que deixa de prevalecer. A revogação desse ato circunscreve-se ao juízo de conveniência do Presidente da República. art. ainda que excepcionalmente. mandado de prisão ou fato da fuga (L.307/1996 e apontam-se dois caminhos possíveis para solucionar a controvérsia: analisar a possibilidade de aplicaçã onstituem categorias autônomas. Sucede que busca.quando o estrangeiro tiver: b) filho brasileiro que. portanto antes da entrada em vigor da Lei n.092 do C iário apenas do exame da conformidade do ato com a legislação vigente. ao final. hal realizada através de carta rogatória há de ser devidamente valorada no momento próprio.) econhecimento de filho brasileiro supervenientes ao fato que o motivar. circunscrevendo-se na matéria de direito: observânc 75 .sso no país de origem para alcançar resultado ali proibido (divórcio) -.Não se procederá à expulsão: II . 6. a prerrogativa institucional da im .o extraditando estiver a responder a processo ou já houver sido condenado ou e um país ao sistema do outro. a natureza do ato motivador da instauração da causa em juízo. comprovadamente. da extradição (L.Não se concederá a extradição quando: V .815/80. Havendo o paciente demonstrado que tem filho brasileiro. cujo reconhecimento da pate o. § 1º). nessa parte. 82. esteja sob sua guarda e dele dependa economicamente. É suficiente o auto de prisão em flagrante.) cional. (Artigo 77 . o Tribunal indeferiu a homologação de sentença chilena que anulara o casamento da requerente por suposta incompe speito da necessidade de entrega à Marinha de levantamentos hidrográficos realizados. pois . 9. reviver a questão da exceptio non adimpleti contractus (art. ainda que este procedimento haja sido motivado por fatos relacionados com o pe a extradição . Não examina a conveniência e a oportunidade da medida. A circunstância de o extraditando ter constituído família no Brasil e a extinta a punibilidade pela prescrição segundo a lei brasileira ou a do Estado requerente. V). assim reconhecidas qu se específico efeito. eram a cláusula arbitral. art."). 77. 1. juridicamente inconfundíveis. 6.ainda que guardem estreitas relações entre si – traduzem realidades independentes e distintas. proceder ao reexame aprofundado da matéria sob o prisma da legislação daquele Estado.

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a prerrogativa institucional da imunidade de jurisdição. questão da exceptio non adimpleti contractus (art. no âmbito de desenvolvimento das próprias relações internacionais. assim reconhecidas quer no plano conceitual.RTJ 98/1045 e 61. 1. foi superveniente ao fato que motivou a expulsão. rda e dele dependa economicamente. entre outros). quer. não há impedimento legal à efetivação desta. solucionar a controvérsia: analisar a possibilidade de aplicação das inovações processuais trazidas com a Lei de Arbitragem e debater a viabilidade da incidência das regras estabelecidas p m realidades independentes e distintas.que anulara o casamento da requerente por suposta incompetência do oficial do registro civil. circunscrevendo-se na matéria de direito: observância dos preceitos constitucionais e legais (HHCC 58. ainda. intervier em . se o pedido s da matéria sob o prisma da legislação daquele Estado.RTJ 110/650. não são causas obstativas da Extradição. A oferta de reciprocidade não é necessária. A eventual impossibili da que excepcionalmente.926 . cujo reconhecimento da paternidade.) cedimento haja sido motivado por fatos relacionados com o pedido de extradição. todavia.738 .092 do CC/1916). examinada por aquela corte estrangeira. em face do endereço dos cônjuges.) onstrado que tem filho brasileiro. nstância de o extraditando ter constituído família no Brasil e aqui residir por longos anos. sempre que o Estado estrangeiro. tiver a responder a processo ou já houver sido condenado ou absolvido no Brasil pelo mesmo fato em que se fundar o pedido. atuando em matéria de ordem estritamente privada. pois deseja não cumprir seu encargo financeiro até que a requerente cumpra medida.

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Precedente do STF . Legislação comparada. A eventual impossibilidade jurídica de ulterior realização prática do título judicial condenatório. debater a viabilidade da incidência das regras estabelecidas pelo protocolo de Genebra de 1923.cumprir seu encargo financeiro até que a requerente cumpra aquela obrigação de entrega de dados. ção. A oferta de reciprocidade não é necessária. entre outros). também constante do contrato. Diante disso. não há impedimento legal à efetivação desta. Doutrina. quando a recorrida argüiu. a e o das próprias relações internacionais. A ação foi proposta em 2001. intervier em domínio estranho àquele em que se praticam os atos jure imperii.738 . o. se o pedido se fundamentou em Tratado de Extradição firmado pelo Estado requerente com o Brasil. em decorrência da prerrogativa da imunidade de execu do em matéria de ordem estritamente privada. a Corte Especial homologou a sentença a 1045 e 61. em preliminar de contestação.RTJ 110/650.

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mas fixado de certa quando a recorrida argüiu. Diante disso. a instauração. não se revela suficiente para obstar. de processos de conheciment mperii. Precedente do STF. a existência de cláusula arbitral. o ônus de litigare .. Legislação comparada. Doutrina. a Corte Especial homologou a sentença ao entender. ou a pessoas com domicílio no território nacional. apesar de difícil precisão (não contido em lei. em preliminar de contestação. que o conceito de ordem pública. só por si. perante Tribunais brasileiros. (.ntrato.) Não se revela viável impor aos súditos brasileiros. dentre outros.. em decorrência da prerrogativa da imunidade de execução. o regramento processual que estava em vigor determinava a extinção do processo sem julgamen natório.

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não abarcaria a referida regra. mas fixado de certa forma pela doutrina). desde que o f . 267. empresariais ou civis. VII.sar de difícil precisão (não contido em lei. do CPC). Assim. perante Tribunais brasileiros. o ônus de litigarem. notadamente quando se tratar de litígio de natureza trabalhista. de processos de conhecimento contra Estados estrangeiros. essoas com domicílio no território nacional. perante tribunais alienígenas. torna-se imperioso afastar a so o. a em vigor determinava a extinção do processo sem julgamento do mérito em razão da existência de convenção de arbitragem (art. em torno de questões meramente laborais. mercantis.

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267. sariais ou civis.(art. perante tribunais alienígenas. VII. torna-se imperioso afastar a solução judicial do conflito existente entre as partes para itígio de natureza trabalhista. Assim. do CPC). desde que o fato gera .

com resultado morte. A circunstância de o paciente responder a vários processos . ainda que sem responsabilidade direta no evento morte. Crime de dano. I e II. antes proibida. A doutrina e a jurisprudência têm recomendado a não-aplicação da sanção penal quando o crime for de p Nem sempre é possível aplicar-se o princípio da insignificância em crimes ambientais.] 04. simultaneamente. 157. observa-se a lei em vigor na data dos procedimentos condenáveis mai 02. ca STJ STJ TRF-1 TRF-1 176 178 EJ496 EJ497 Princípio da insignificância Princípio da insignificância Princípio da insignificância Princípio da insignificância É aplicável ao caso o princípio da insignificância. não tem lugar a substituição admitida pelo a Embora tecnicamente primária. STF STF STF STF STF STF SUM 014 023 041 044 055 Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo Aplicação no tempo SÚMULA 711: A lei penal mais grave aplica-se ao crime continuado ou ao crime permanente. elementos. ainda que primário e de bons antecedentes. se a sua vigência é anterior à cessação da continuidade ou da permanência. Mas se.VEDAÇÃO INCIDENTE SOBRE NORMAS PENAIS DE CARÁTER MATERIAL. penas privativas de liberdade e pecuniária. de maneira fundamentada. em lei especial. não tem direito subjetivo à fixação da pena-base em seu mínimo legal. culpabilidade (erro de tipo. não podem ser considerados bons os antecedentes registrados na vida pregressa da paciente que responde a mais de sessenta inquéritos p . § 2º. Aplicação da lei: princípios da legalidade e da anterioridade.Se o réu é primário e de bons antecedentes.ainda que em nenhum deles exista sentença condenatória transitada em julgado . se no processo de individualização da pena. assim. LVII. no entanto. contribuindo. TJ-MG TJ-MG STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF SUM SUM JC JC JC SUM SUM 001 004 010 018 021 024 029 029 033 040 Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena 42 . a consideração dos maus antecedentes.Penal 01. a Tratando-se de condenação por crime para o qual a lei estabeleça cumulativamente as penas privativa de liberdade e de multa. do Código Penal). como circunstância judicial. SÚMULA 241: A reincidência penal não pode ser considerada como circunstância agravante e. por s Diante de vida pregressa irreprovável. bem como o artigo 59 do Código Penal. a decisão que fixa a pena-base acima do mínimo lega SÚMULA 171: Cominadas cumulativamente. justificando-se. é defeso a substituição da prisão por multa. for ínfima a afetação do bem jurídico tutelado. com O réu. uma vez que o réu não está obrigado a Se os maus antecedentes do réu já foram considerados na determinação da pena base. interpretação. dolo. do CP. multa e aplicação da pena. a lei penal no tempo. analogia. a e Crime de roubo. Rejeição da denúncia. Norma que autoriza a importação. na tentativa de defender-se.é suficiente à caracterização O comportamento do acusado durante o processo. o juiz deve. restritiva de direitos (alternativas). É correta a decisão que fixa as penas-base. tal como era ao tempo de su IRRETROATIVIDADE ABSOLUTA DA LEX GRAVIOR .desde que o façam em Reveste-se de legitimidade o ato judicial que. erro de proibição. Concurso de pessoas. Os magistrados . No processo de individualização da pena. tanto quanto possível e quase sempre o será. (maioria). não pode ser tido como causa de aumento da pena. infrin Em princípio.00) é ínfimo. na hipótese de o ato normativo que a integra ser revogado ou substituído por outro mais b Lei penal em branco e atos administrativos complementares. esta é exacerbada pela valoração de condenações anteriores como maus antece Viola o princípio constitucional da presunção de inocência (art. ação (relação de causalidade). tipicidade (tipo legal do crime). descabe considerá-los novamente quando da fixação do acréscimo pela continuida É elemento caracterizador de maus antecedentes o fato de o réu responder a diversos inquéritos policiais e ações penais sem trânsito em julgado. como nenhuma agravante pode aumentá-la além do máximo cominado. fixar a pena-base no mínimo previsto para o tipo. A concorrência de mais de uma causa de aumento não induz. divisão ou espécie. justificando o trancamento da ação penal intentada. A alteração destes não afeta a vigência daquela: o fato pretérito continua punível. de determinada mercadoria. o artigo 3º do Código Penal se aplica à norma penal em branco. Pena: privativa de liberdade. 29.A cláusula constitucional inscrita no CONFLITO DE LEIS NO TEMPO . 5º. Tratando-se de continuidade delitiva. não se justifica a a 03. TRF-1 TRF-1 112 112 Co-autoria Cálculo da pena Todo aquele que concorre na execução do crime de roubo. § 1º.CONTINUIDADE DELITIVA. 43 . vem. Crime: conceito. a lei penal no espaço. que não configurem reincidência. Contra a Administração Pública não se aplica o princípio da insignificância. para exacerbar a pena-base e a posterior aplicação da Ocorre violação ao princípio non bis in idem. licitude (causas legais de exclusão). (unanimidade). com emprego de armas e pluralidade de agentes (art. as circunstâncias agravantes e as causas de aumento da pena de acordo com a situação individual de cada condenado. fazendo aplicação da causa especial de diminuição a que alude o art. responde pelo crime de latrocínio. CF). culpa. . Princípio da insignificância.Nenhuma circunstância atenuante pode reduzir a pena aquém do mínimo legal. a pena deve tender para o mínimo legal. não retroage para impedir a punição de quem a tenha importado ao tempo da proibição. visto que o valor furtado (R$ 13.

com resultado morte. APLICAÇÃO DE OFÍCIO. d. cumpre observar o disposto no artigo 580 do Código de Processo Pen Substituição da Pena Privativa de Liberdade. por maioria. não podendo. indicou o local do cat A minorante da delação premiada. e não por ter sido c Mesmo sendo a prisão em flagrante. do inciso III. art. apesar de preso em flagrante.UNIFICAÇÃO . para o primeiro delito. nos termos do artigo 67 do Código Penal. circunstânc Os efeitos da delação premiada (art. LEP. STJ STF STF STF STJ STJ STJ STF STF STF STJ STF STJ STJ STJ STJ 201 018 026 044 163 180 SUM 038 042 287 JC 034 JC JC 162 169 Agravantes Agravantes Agravantes Agravantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Atenuantes Concomitância Concomitância Confissão espontânea Confissão espontânea Delação premiada Delação premiada AGRAVANTE GENÉRICA. além da reincidência. para o exercício de cargo ou função pública. Reconhecida a continuidade delitiva dos crimes de roubo em concurso material. o conhecimento da autoria do crime não afastam a aplicação da circunstância atenuante de confissão espontânea (artigo 65 É necessária a efetiva espontaneidade da confissão para a caracterização da atenuante genérica prevista na alínea d. dos demais pressupostos autorizadores da sub RHC 80919 / SP (12/06/2001): Para a concessão de penas alternativas o agente não pode ter sido condenado à pena superior a 04 anos de reclusão. PREFEITO. Se a causa de aumento de pena. 2 . A Seção. outras circunstâncias agravantes podem incidir na hipótese de crime culposo: assim. do CP). art. art. qualquer que seja o crime cometido.368/1976 é expresso no sentido de aplicar a isenção ou redução de pena. Tratando-se de condenação por crime para o qual a lei estabeleça cumulativamente as penas privativa de liberdade e de multa Sendo a duração do seqüestro causa suficiente para acarretar a aplicação da qualificadora estabelecida no § 1º do art. sucessivamente. Circunstâncias: judiciais e legais. os acréscimos de pena. a circunstância de a denúncia haver silenciado quanto à causa de 1. A afirmação do acusado de haver praticado o crime em legítima defesa não pode ser tida como confissão espontânea. de sua vez. 159. do Código Penal. não tem lugar a substituição admitida pelo a Estabelecida pena privativa de liberdade inferior a um ano ou sendo o crime culposo. § 4º. é incomunicável. em face da previsibilidade do risco de lesão em relação a terceiros. é pressupo A pena privativa de liberdade inferior a seis meses por crime culposo de trânsito é substituível por uma pena de multa (CP. e pela continuidade delitiva (artigos 70. entendeu. o Ministério Público deixou de ter legitimidade para a execução da multa penal. 5º. A circunstância agravante da reincidência prevalece sobre a circunstância atenuante da confissão espontânea. 50. 65. III. 50). incumbe ao juízo o exame. pelo prazo de 5 anos. a pena-base fica aumentada da qualificadora. LVII. 164). o agente pratica outro ato violento destinado a ga Ocorrendo a figura da aberratio ictus. A pena de multa só pode ser executada após o trânsito em julgado da sentença condenatória (CP. APELAÇÃO. mas para o seguinte Com o advento da Lei 9268/96. Na presença concomitante das duas circunstâncias.STF STF STF STF TRF-1 TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ 044 046 047 050 115 SUM 022 028 036 044 024 JR 037 051 051 256 Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Multa Multa Multa Multa Multa Multa Restritiva de direitos Restritiva de direitos Unificação de penas Aplicação da pena Aplicação da pena Aplicação da pena Correto o acórdão impugnado. do CP (“São cir Tendo sido a pena fixada no mínimo legal. 1º do DL 201/67 (perda do cargo e inabilitação. como índice de maus antecedentes Não obstante a corrente afirmação apodítica em contrário. TRF-1 STF STF 112 031 032 Concurso Concurso Concurso Inexiste a figura do concurso de crimes de latrocínio consumado e tentado. § 2º). Ou qualquer que seja PENA . quando ao final da ação. do art. Trata-se de paciente condenado por desvio de bens públicos (material de construção) durante mandato de prefe 05. 159 do Código Penal. que o Tribunal a quo. III. em única ação. não constitui ela. conquanto se tenha concurso formal de c Mostra-se fundamentada a sentença mediante a qual concluiu-se pelo concurso formal tendo em vista o fato de o roubo haver sido praticado. não se admitindo sua execução provisória.. de ofício. (maioria). por ser circunstância judicial. DESVIO. não há lugar para a contemplação da atenuante concernente à menoridade relativa. "caput". po A atenuante da menoridade não prevalece sobre a agravante da reincidência. 65. não tendo aplicação automática no caso de concurso de pessoas. Tratando-se de crime de atentado violento ao pudor cometido contra menor de 14 anos. pelo concurso formal. do CP e art. e 71 do Código Pe As penas acessórias previstas no § 2º do art. contra víti . há de se reconhecer o benefício legal da atenuante de confissão espontânea (art. quando do O art. eletivo ou d Jura Novit Curia. TRIBUNAL. A atenuante da menoridade prevalece sobre as demais circunstâncias judiciais desfavoráveis ao réu. 14 da Lei 9807/99) podem ser aplicados quando o paciente. da CF (“ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal condenatória” ) não desqualifica. BENS PÚBLICOS. 19 da Lei n. cabe ao juiz efetuar a compensação de u A prisão em flagrante e. Concurso de crimes: concurso de leis. conseqüentemente. duplicidade d CÁLCULO PENA. cuja exaustão. é aplicada porque o delito teve duração superior a vinte e quatro horas. 6.CO-AUTORIA. e não. 60. 06. mas com dolo eventual. como sucederia se a pena fo Tratando-se de condenação por crime para o qual a lei estabeleça cumulativamente as penas privativa de liberdade e de multa. prosseguindo o julgamento. art. ao agente que o praticar em raz SÚMULA 231: A incidência da circunstância atenuante não pode conduzir à redução da pena abaixo do mínimo legal. d.A execução da pena de multa criminal deve ser proposta no juízo das execuções penais e terá o rito previsto para as execuções fiscais. O trânsito em julgado da decisão condenatória constitui o termo inicial do prazo para a satisfação da pena de multa (CPen. Sendo idênticos os parâmetros objetivos da prática delituosa. O texto do art. para fins do disposto no art. que passou a ser da competência da Fazenda Pública. 65. prevista no § 1º do artigo 159 do Código Penal. ao admitir.

art. 157. 77 e 80 do Código Penal. PENA . art. A Turma concluiu julgamento de habeas corpus em que se pretendia a extinção de medida de segurança aplicada à paciente. 10. não o limite previsto no art. como condição para o deferimento do sursis (CP. fica o Juiz obrigado a motivar as razões do acréscimo. 159) são delitos autônomos cuja prática cons A habitualidade é incompatível com o crime continuado.de um sexto a dois terços . 83). 69) e de concurso CONTINUIDADE DELITIVA . definidos autonomamente. o convencimento sobre o 08. a pena efetivamente imposta ao condenado. Medidas de segurança. 71) para fins de unificação de 5 penas aplicadas ao paciente por crimes de roubo duplamente qualificados. § 2º. os agentes. ainda que importe privação da liberdade. atinge o agente três patrimônios diferentes e. A revelia não é fato jurídico idôneo a obstaculizar o deferimento de suspensão condicional da pena . Suspensão condicional da pena. são da CONTINUIDADE DELITIVA . O roubo qualificado (CP. Inocorrência das hipóteses de concurso material (CP.PERCENTAGEM. para fins de concessão de livramento condicional (CP. dias após.inteligência dos artigos 44. 78. para efeito de livramento condicional.STF STF TRF-1 STF STF STF STF STF STF STF STJ 037 051 EJ498 028 029 031 042 048 051 055 255 Concurso Concurso Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Crime continuado Concurso Se.SUSPENSÃO CONDICIONAL. A percentagem há de ser fixada considerado o número de atos praticados. Medida de Segurança e Limitação Temporal. art. Não há impedimento a que o juiz estabeleça.PERCENTAGEM. 75 do CP (“O tempo d 09. sempre que fixar o período de prova do sursis acima do mínimo legal. proceder a uma necessária e adequada fundamentação des 10 . do Código Penal. I e II) e a extorsão mediante seqüestro (CP. STF STF 018 027 Livramento condicional Livramento condicional À falta de previsão específica que a contemple. mas concurso material. AÇÃO ÚNICA. quando não h Para que se reconheça o nexo de continuidade é imprescindível que os delitos sejam da mesma espécie. pratica o mesmo delito em forma tentada e condições semelhan Roubo e Extorsão mediante Seqüestro. esse reconhecimento deve ser estendido aos demais. quando couber. 2º. § 1º.Se o prazo do "sursis" for superior ao mínimo legal. STF STF STF STF STF STF STF TJ-MG TJ-MG STF STF SUM 009 024 024 024 032 040 SUM SUM 044 047 Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis Sursis SÚMULA 499: Não obsta a concessão do "sursis" condenação anterior a pena de multa. desde que sejam as mesmas as circuns Os crimes de roubo e extorsão não são crimes da mesma espécie. cumprindo o disposto no art. não ensejam continuidade delitiva. A eleição do percentual de acréscimo .PRAZO . SURSIS .há de fazer-se considerado o Se se reconhece a prática de crime continuado em relação a um dos co-réus.artigo 77 do Código Penal.PRORROGAÇÃO X REVOGAÇÃO. ROUBO QUALIFICADO. no caso. a prestação de serviços à comunidade. VÍTIMAS DIVERSAS. Efeitos da condenação. art. . art. (unanimidade). do CP. (maioria) 65 . a situação do condenado primário e de maus antecedentes deve ser assimilada. à do Considera-se.MAJORAÇÃO DA PENA . STF STF SUM Medidas de segurança 397 Medidas de segurança SÚMULA 422: A absolvição criminal não prejudica a medida de segurança. do artigo 77. O preceito do § 2º do artigo 81 do Código Penal revela automaticidade no que dispõe que se considera prorrogado Cumpre ao órgão judiciário sentenciante. art. A suspensão condicional da pena pressupõe. Não ofende o princípio ne bis in idem sentença que. estabelece como condição do sursis a prestação de serviços à comunidad O instituto do sursis é incompatível com o tratamento penal dispensado pelo legislador aos condenados pela prática dos chamados ―crimes hediondos‖ (Lei 8072/90. Caracteriza-se o concurso formal quando. CRIME DE ROUBO QUALIFICADO EM DIVERSOS APARTAMENTOS DO MESMO EDIFÍCIO. Por isso. art.072/90 não veda a concessão do "sursis". Os crimes de roubo e extorsão. Livramento condicional. por meio de uma únic 07.A Lei 8. Não se reconhece a continuidade delitiva (CP. a teor do disposto no inciso II. mediante uma única ação típica de estelionato. Contendo o decreto condenatório a notícia de prá CONCURSO FORMAL. 79). O instituto da suspensão condicional da pena é incompatível com a pena privativa de direitos .

DELITOS.INADMISSIBILIDADE. vindo o júri a desclassificar o delito pelo qual o pacient A intimação pessoal do pronunciado (CPP. a Terceira Seção firmou o entendiment Apenas o pagamento integral do tributo antes do recebimento da denúncia. o SÚMULA 191: A pronúncia é causa interruptiva da prescrição.11. 142. art. A teor do disposto na segunda parte do § 1º do artigo 117 do Código Penal. SUBTRAÇÃO DE INCAPAZ. HC. tratando-se de crime continuado. de qualquer modo. EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE. Relator expôs que por mais de 16 anos a paciente que roubou recém-nascido. estende-se ao crime de contrabando ou descaminho. com relação ao crime continuado. do CP (―O curso da prescrição interrompe-se: IV . 18. 50. ACEITAÇÃO. IV. Na hipótese de concurso de crimes. ora no oitavo mês de gestação.SOMATÓRIO . d 54 . O Min. prescrição (ação e pretensão executória). 023 . da Lei 6766/79 (―dar início. após divergências.964/2000. aplicam-se as causas interruptivas da prescrição. e não instantâneo. a prescrição regula-se pela pena imposta na sentença. do âmbito da imunidade instituída pelo art. a extinção Interrupção do Prazo Prescricional. suspende a ação penal. podia ensejar a extinção de punibilidade prevista Se o artigo 14 da Lei 8. afinal condenados em julgamento de re A expressão "ao tempo do crime" constante do artigo 115 do Código Penal tem de ser entendida. decadência. APROPRIAÇÃO INDÉBITA. tem outra finalidade. com o conhecimento da fraude p Na espécie. do Decr SÚMULA 018: A sentença concessiva do perdão judicial é declaratória da extinção da punibilidade. resguardada pela imunidade profissional prevista no art. STJ STJ STF STJ STJ STF STF STF STJ TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TJ-RS STF STJ TRF-1 174 189 JR 167 189 008 042 SUM SUM EJ443 179 194 SUM SUM 004 013 023 030 032 033 033 041 047 048 049 JR SUM SUM SUM 052 199 203 Decadência Decadência Indulto Pagamento de tributo Pagamento de tributo Pagamento de tributo Pagamento de tributo Pagamento de tributo Perdão judicial Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Prescrição Remissão Prescrição Prescrição Pagamento de tributo É peremptório e passível de extinção de punibilidade do agente o prazo decadencial para propositura da ação penal com base em queixa-crime. essa extinção só poderá ser decretada se o SÚMULA 560: A extinção de punibilidade. como forma de exclusão do processo. o pagamento do débito antes do recebimento da denúncia. por força do Art.PRETENSÃO EXECUTÓRIA . 9.137/90 exige. o TRF-1 considerou que a prescrição da pretensão punitiva contava-se do aditamento da denúncia.P. 142.250/67. O art. registrando-o como seu. como "ao tempo de cada crime" q A pronúncia do acusado sempre interrompe a prescrição. pelo pagamento do tributo devido.CONCURSO DE CRIMES . pagamento de tributo. O Estado tem suspensa SÚMULA 592: Nos crimes falimentares. ainda que o Tribunal do Júri venha a desclassificar o crime. Com esse fundamento. perdão. tendo em vista que em se tratando de condenação HC 81444 / RS (19/02/2002): A inclusão no programa REFIS. Indulto. Imunidade. a teor do disposto no inciso V do artigo 109 do Código Penal oco Pena fixada em 2 (dois) anos e 3 (três) meses. crimes contra a honra. lesões corporais.Não há incompatibilidade na coexistência de circunstâncias que qualificam o homicídio com as que o tornam privilegiado. antes ou no lugar de pedir a instauração de inquérito Afirmações supostamente difamatórias e injuriosas dirigidas contra terceiro em ação cautelar de modificação de guarda estão cobertas pela imunidade do art. Sendo permanente. contra decisão do Tribunal a quo que autorizara interven . I. que sejam o PRESCRIÇÃO . PARCELAMENTO. 7º da Lei 8.O Ministério Público pode conceder remissão cumulativamente com medida socioeducativa não privativa de liberdade. mas nela podem compreender-se as dirigidas a terceiros. perempção. art.INTERRUPÇÃO. NASCITURO. ADVOGADO. a Turma afastou alegação de que. 41 da Lei nº 5. a prescrição da pretensão punitiva do Estado tem seu termo inicial no dia em que cessa a permanência. nos termos do disposto no art. EXPEDIENTE ADMINISTRATIVO. não subsistindo qualquer efeito condenatório.PRETENSÃO PUNITIVA. 115. do CP Excluem-se. Extinção da punibilidade: renúncia.‖). 414) não é condição para a interrupção da prescrição. previstas no Código Penal. art. Inconformado com a diligência determinada por Procurador da República no gabinete do Secretário d Seqüestro e Cárcere Privado. ou efetuar loteamento ou desmemb PRESCRIÇÃO. as ofensas irrogadas ao Juiz. SÚMULA 220: A reincidência não influi no prazo da prescrição da pretensão punitiva. concede à vítima de crime contra a honra a faculdade de pedir explicações ao ofensor. a contagem do prazo decadencial é feita a contar do último dia RHC 80919 / SP (12/06/2001): O pedido de indulto deve ser formulado no Juízo da execução penal. Não con Loteamento Irregular. UNIÃO. 117. os fatos devem Havendo pluralidade de réus. Não configura o crime de privação de liberdade mediante seqüestro ou cárcere privado (CP. SUSPENSÃO CONDICIONAL DO PROCESSO. I. O recebimento indevido de denúncia contra empresa que já havia sido incluída no Refis enseja a anulação do processo.906/1994. ACUSADO. Quando a notícia tida por ofensiva é publicada em periódico que não contém data. anterior ao recebimento da denúncia (L. IMPOSSIBILIDADE. O habeas corpus foi impetrado em favor do nascituro. I. 144 do C. Para efeito do que estabelece o art. Crimes contra a pessoa: crimes contra a vida. e não o seu mero parcelamento junto ao fisco. em juízo.CONCURSO FORMAL . relacionada com o prosseguimento do processo PRESCRIÇÃO . EXTINÇÃO DA PUNIBILIDADE.P. IV). desde que sejam aquelas de natureza objetiva IMUNIDADE. Como não houve a suspensão condicional do processo por falta de manifestação TRANCAMENTO DE AÇÃO PENAL. a pretensão punitiva. PRESCRIÇÃO. não se computando o acréscimo decorrente da continuação. pois esse aditamento referiu-se a fato novo – não recolhime HC. em tese. A Turma não conheceu do recurso porque. 148) a retenção da vítima no interior do veícu ABORTO. nos crimes conexos. Inocorrência de prescrição. a qual exige poderes espec CRIMES DE IMPRENSA. Apenado o réu com dois anos de reclusão. para a extinção da punibilidade. art. SÚMULA 497: Quando se tratar de crime continuado. o crime previsto no art. do Código Penal. do CP (redução pela metade do prazo prescricional em virtude de menoridade relativa). a sentença que condena uns e absolve outros interrompe o curso da prescrição relativamente a estes. rixa. crimes contra a liberdade individual. Ex-administrador hospitalar denunciado por apropriaç 12.PENAS . TRF-1 STF STF STF TJ-MG STJ STF STJ 106 019 022 031 SUM 196 053 199 Honra Honra Honra Honra Homicídio Honra Liberdade Aborto A conduta de advogado consistente em ofensas a magistrado (calúnia) não está. porque não decorridos Descabe cogitar-se da prescrição da pretensão punitiva do Estado. Para efeito do benefício do art. no caso. porquanto a referida inclusão suspende a pretensão DÉBITO FISCAL. parágrafo 2. A prescrição consumar-se-ia em 8 (oito) anos (C. 109.pela sentença condenatória recorrível. Tratando-se de crime permanente. c PRESCRIÇÃO . 15).

137/90 ao introduzir modificações no art. O dolo específico . c. CEF. pode se 067 . Art. da Lei 8. sem justa causa. A tentativa de latrocínio configura-se pela prática de homicídio tentado e subtração tentada. e q Estelionato. I.A prova de dificuldades financeiras. A consumação do crime de estelionato se dá com a obtenção da v 14. após o recebimento da denúncia. Estelionato contra o Instituto Nacional do Seguro Social. .212/91. § 3º. o art. Revogação. 171.212/91 quanto APROPRIAÇÃO DE COISA ALHEIA E HAVIDA POR ERRO E ESTELIONATO. Apropriação indébita previdenciária.212/91. 168-A. última figura. 155 do CP uma vez que a qualificadora afas Benefício do § 2º do art. O fato de a fraude ser perpetrada visando a beneficiar terceiro não afasta a tipicidade prevista no artigo 171 do Código Penal. não co A Lei 9. 95. duas das três circunstâncias qualifica FURTO QUALIFICADO. SÚMULA 096: O crime de extorsão consuma-se independentemente da obtenção da vantagem indevida.212/91. do código penal. não exigindo nenhum resultado naturalístico. Lex mitior. Revelando os fatos constantes da denúncia a feitura espontânea de depósito.vontade dirigida a caus A Lei 8. 168-A do CP) é crime omissivo próprio. 069 . em relação ao tipo penal do art.DEFICIENTES. I. Inocorrência. Simulação de rescisão de contrato de trabalho. a ameaça é feita contra uma só pessoa. com objetivo de obtenção da v Se o seqüestro. consistente no recebimento de parcelas mensais e sucessivas de benefício deferido indevidamente com base em documento fals Os precedentes dão conta de que a cola eletrônica no vestibular não se enquadra no estelionato. é de se ter por caracterizado crime único. portanto. da Lei 8. a pluralidade de vítimas não implica a pluralidade de latrocínios. A inscrição em concurso público privativo de bacharel em Direito.A prova da materialidade nos crimes de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias pode ser feita pela autuação e notificação da fiscalização. 168-A do Código Penal não importa em descriminalização da conduta prevista no art. além de haver sido cometido por quadrilha ou bando. do CP) o preso que.BENEFÍCIO . II. Restando comprovado que os acusados sim SÚMULA 024: Aplica-se ao crime de estelionato. quem comete homicídio tentado cumulado com rou No crime de roubo.BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO . sendo de 065 . § único. bem como perante a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). O fato de não se haver chegado à subtração da "res"‚ inidônio a concluir-se pela simples tentativa de roubo qualificado. da Lei nº 8.983/00 não acarretou. ainda que mais de um patrimô ESTELIONATO . Dificuldades financeiras.983/00. por se tratar de crime material. no crime de roubo. da competência da Justiça Estadual.A pena decorrente do crime de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias não constitui prisão por dívida. Crime omissivo Omissão do recolhimento de contribuição previdenciária. sendo irrelevante que da violência tenha resultado somente lesão corporal leve.verificando-se. Levantamento de FGTS. 155 do Cód. 068 . quando o acusado declara nome falso perante a autoridade policial. Crimes contra a fé pública. O crime de apropriação indébita de contribuições previdenciárias (art. O tipo penal inscrito no art. Abolitio criminis. 171 do Código Penal. "d". e conseqüente inexigibilidade de outra conduta. FORMA PRIVILEGIADA. em tese. SÚMULA 073: A utilização de papel moeda grosseiramente falsificado configura.FUNRURAL . d. Sendo o latrocínio crime complexo. o crime de estelionato. cabe aplicação do perdão judicial. Delito de extorsão mediante seqüestro é de natureza permanente e sua consumação se opera no local em que ocorre o seqüestro da vítima.TENTATIVA.A nova redação do art. STJ TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-1 TRF-1 STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF STJ STF STF STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 STF STF TRF-1 179 SUM SUM SUM SUM 113 113 020 EJ498 EJ432 EJ439 EJ443 EJ490 EJ494 SUM SUM SUM SUM 038 040 191 019 030 042 044 048 011 021 053 053 EJ504 EJ507 397 397 EJ534 Apropriação indébita Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Dano Duplicata simulada Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Estelionato Extorsão Extorsão mediante sequestro Extorsão mediante sequestro Furto Furto Latrocinio Latrocinio Latrocinio Latrocinio Roubo Roubo Estelionato Estelionato Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Apropriação indébita Estelionato É admissível a apropriação indébita de bem fungível. danifica o estabelecimento prisional. uma vez que o fato delituoso – deixar de recolher contribuição previde O estelionato contra a Previdência Social. nos crimes de omissão no recolhimento de contribuições previdenciárias. e não concurso formal de delitos.21 Apropriação Indébita Previdenciária e Inexigibilidade de Dolo Específico. 95. Longe fica de descaracterizar o crime de estelionato o preenchimento de folha de informaç Art. Crimes contra o patrimônio. Penal: sua inaplicabilidade quando se tratar de furto qualificado. Tipologia criminal. III.TERCEIRO. em que figure como vítima entidade autárquica da Previdência Social. ESTELIONATO . Lei 9. 95 da Lei 8. STJ JC Falsa identidade Não ocorre o crime de falsa identidade. fora dos parâm Art. 157. na forma do art. Materialidade. como recurso de autodefesa para encobrir maus antecedentes. se a violência foi praticada co Se. a circunstância de ter o agente atingido mais de um patrimônio mediante uma única ação não caracteriza concurso formal. LATROCÍNIO . abolitio criminis. 95. 14. tanto na Lei 8. § 3º . uma vez verificada a m Responde por tentativa de latrocínio. por quem não tem a habilitação legal.13. que imprescinde de vantagem material. a qualificadora do § 3º do Art. 163. Servidor municipal. SÚMULA 554: O pagamento de cheque emitido sem provisão de fundos. Comete crime de dano qualificado (art. ambos do Código Penal. do Código Penal. crime de mera co No caso de apropriação indébita de contribuição previdenciária em valor abaixo do teto legal para ajuizamento fiscal. Não se aplica ao crime de furto qualificado o benefício previsto no § 2º do art. alínea d. demorou mais de vinte e quatro horas . para evadir-se. Prova da autoria. O elemento subjetivo do crime de apropriação indébita previdenciária. não obsta ao prosseguimento da ação penal. 172 do Código Penal não aboliu a conduta criminosa de emissão de duplicata simulada em operação mercantil inexistente.c.

para serem considerados como crimes hediondos. pelo agente. Crimes hediondos. TRF-1 STF STF TRF-1 STJ STF TRF-1 STJ STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 STF TRF-1 TRF-1 STF EJ476 039 048 185 178 014 EJ499 182 SUM 041 SUM 108 EJ432 EJ432 055 EJ503 EJ507 397 Falso testemunho Falso testemunho Falso testemunho Funcionário público Funcionário público Funcionário público Improbidade administrativa Improbidade administrativa Improbidade administrativa Improbidade administrativa Improbidade administrativa Peculato Peculato Peculato Peculato Improbidade administrativa Improbidade administrativa Denunciação caluniosa Ação penal pelo crime de falso testemunho não pode ser iniciada antes de prolatada a sentença nos autos do processo em que o delito é dado como ocorrido. Verificando-se que os recorridos. Despacho de citação. Valores. é por este absorvido. os Ação de improbidade. os médicos e administradores de hospitais particulares credenciados pelo Sistema Único de Saúde A noção conceitual de funcionário público. § 1º. após a extinção do mandato. quanto o advogado que. 327). de 27. Improbidade Administrativa. permite que haja apropriação ou Inexistindo prova suficiente que permita concluir que o Réu. O Tribunal já decidiu que a pena deve ser cumprida em regime integralmente fecha A violência presumida pela idade da vítima (CP. 312. 9.079/90 só é possível quando houver lesão corporal grave ou morte. FALSIDADE IDEOLÓGICA. na modalidade de peculato-apropriação. 10. Apropriação indébita. art. 213 e 214) o estupro e o atentado violento ao pudor. para efeitos jurídico-penais. estabelecido no art. 304 do CP porque tentou embarcar para os EUA utilizando-se de passaporte falso. 48 . em nosso sistema normativo.Comete crime de uso de documento falso o motorista surpreendido na direção de veículo automotor portando carteira de habilitação falsa. Guarda. Equiparação a funcionários públicos para efeitos legais. portanto. art. Apelações interpostas por acusadas do delito de falsidade ideológica que tinham por objetivo ingressar em territó MOEDA FALSA. Servidor. Apelação de sentença que condenou o apelante à pena de três anos de reclusão pela prática do crime tipificado no FALSIDADE IDEOLÓGICA. do CP (Lei n.429/92 referente à ação de improbi O prazo de 90 dias. A Lei 8. 5o. art. sem mais potencialidade lesiva. do DL n. VII. Ocorre o peculato-culposo previsto no § 2º.O aumento de pena previsto no artigo 9º da Lei 8. reveste-se.429/92. arts. devem resultar em lesão corporal de natu HC 81368 / MG (09/04/2002): Atentado violento ao pudor é considerado crime hediondo. Lei 8. Afastamento de Prefeito. sendo circunstância elementar do crime de atentado violento ao pudor (CP. Erário. VIOLAÇÃO DE DIREITOS AUTORAIS. do Código Penal. Numerário público. Fixação. Crimes contra a Administração Pública. do art. DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA . A falta de pedido expresso não impede e não dispensa o Tribunal de manifestar-se.67. O crime do artigo 339 do Código Penal pressupõe a ciência. Estagiários do Bacen. estendendo-se. 327. art. 214). Para a caracterização do crime de peculado.02. consideram-se crimes hediondos (CP. Licitação. sem possuir a condição de funcionário público. porquanto se trata de uma conduta de autodefesa. por negligência. sendo irrelevante o fato de te O réu foi denunciado pela prática de crime previsto no art. STJ STF STF STF TJ-MG 170 JR JR 014 SUM Caracterização Caracterização Caracterização Caracterização Pena Independentemente da natureza das lesões. continua sujeito a processo por crime previsto no Art. 224). Assim sendo. tanto o servidor de cartório que falsifica os alvarás. . em co-autoria. 1º do Decreto-Lei nº 201. apressadas. a SÚMULA 164: O prefeito municipal. Ressarcimento. ao receber denúncia oferecida contra prefeito (CF. Apelação interposta pelo Ministério Público Federal contra sentença que extingüiu a punibilidade em rela 15. Tribunal de Contas da União. não somente A consumação do crime de falso testemunho independe da ocorrência de dano e. (unanimidade). X). inc Improbidade administrativa. Defesa preliminar.ARTIGO 339 DO CÓDIGO PENAL . Competência da Justiça Federal. agiu com dolo. Crimes contra o meio ambiente. A Turma deu provimento ao re O fato de a pessoa declarar perante a autoridade policial. o que inviabiliza a desclassific HC 80479 / RJ (05/12/2000): Os crimes capitulados nos arts. 201/1967 para conclusão das investigações da comissão parlamentar de inquérito. 29. I. consistente na vontade livre e consciente de apropriar-s Cometem o crime de peculato. Frustração. imprudência ou imperícia. Desídia. CONFIGURAÇÃO. de pouco emba Ação de improbidade administrativa. de conteúdo abrangente (CP. A Lei 8. visando evitar acusações de improbidade infundadas. da 16. é decadencial. nome falso não configura o crime descrito no art. VER CONTEÚDO DE DIREITO AMBIENTAL! 17. é necessária a comprovação do "proveito próprio ou alheio".ELEMENTO SUBJETIVO. sendo de todo irrelevante se influiu ou não no desfecho do p Peculato.STJ TJ-MG STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 SUM SUM 182 182 202 202 203 Falsidade Falsidade Falsidade Falsa identidade Falsidade Moeda falsa Falsidade SÚMULA 17: Quando o falso se exaure no estelionato. Afirmando a naturez O crime de falso testemunho é de natureza formal e se consuma com a simples prestação do depoimento falso. ab EMIGRAÇÃO CLANDESTINA. 1º do DL 201/67. Inocorrência. quando o funcionário. s SÚMULA 703: A extinção do mandato do Prefeito não impede a instauração de processo pela prática dos crimes previstos no art. de 02/06/92. art. por aplicação do Nos termos da nova redação do art. não pode dar ensejo à causa 062 . 307 do CP.429.983/2000). Responsabilidade. DOLO GENÉRICO. Decisão. do resultado da causa em que prestado o falso depoimento. 213 e 214 do CP. Prejuízo.

STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STF STF STF STJ STJ 013 027 006 024 035 045 051 175 183 051 048 054 199 201 Associação para o tráfico Associação para o tráfico Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Princípio da Insignificância Princípio da Insignificância Princípio da Insignificância Tráfico Internacional Tráfico Internacional Generalidades Tráfico Internacional O crime de quadrilha para fins de tráfico de drogas continua definido pelo art. 4º. da A condenação pelo crime do art. PRESCRIÇÃO. 2º. O Banco Central autorizou a remessa de divisas ao exterior mediante contrato de câmbio. convocado em razão do quórum. a associação de duas ou mais pessoas.. Crimes de abuso de autoridade. Crimes contra a ordem econômica. CRIME HABITUAL. O tipo previsto no art. qualquer dos crimes previstos n A redação do art. da Lei nº 8. por ma INCIDÊNCIA. 8 O não recolhimento do FGTS e do PASEP não configura a hipótese descrita no mencionado art. 7º. 7. 12) . não é necessária a presença de agentes brasileiros e estrangeiro 22. II.492/1986. com a finalidade de manter a polícia infor Destinando-se a droga ao exterior.348g). LEI N. da L.492/1996. ART. prevalece a tipificação do art. I do art. LEI N. Não se aplica o princípio da insignificância por posse de pequena quantidade de cocaína (0. SAÚDE. com ENTORPECENTE. sua limitada capacidade de autodeterminação. para CONSÓRCIO. execução ou Tóxico: Fornecimento Eventual. GESTÃO TEMERÁRIA. sendo responsável pelo recolhimento da contribuição social descontada dos servidores. não importand TÓXICO.. simulando participar de operação de tráfico internacional. 18 da Lei nº 6. Basta para sua concretização que se coloqu 19. José Arnaldo da Fonseca. I. da Lei n.137/90 quanto no artigo 95 da Lei 8. IV.18. único. nos termos do art. 14 da Lei de Tóxicos ("associarem-se duas ou mais pessoas para o fim de praticar. Crimes contra o sistema financeiro. RITO. para pratica A prisão do paciente no momento em que o mesmo se preparava para vender substância entorpecente a policial que se fizera passar por usuário não constitui flagrante pre Reconhecida em exame toxicológico a dependência psíquica do réu e. 21.368/76. DIVISAS. 14 da Lei 6. 12 da Lei 6368/76 (―fornecer ainda que gratuitamente. por não serem tais contribuições descontadas ou cobra Prefeito pode ser sujeito ativo da conduta delituosa prevista tanto no artigo 2º. ART. A cessão eventual de tóxico a terceiro configura o crime de tráfico. Para que incida a majorante de internacionalização do tráfico. 19. 18.409/2002. Trata-se de delito de perigo abstrato para a saúde pública. 16 da Lei de Tóxicos é o de posse de entorpecent CESSÃO GRATUITA A TERCEIROS DA SUBSTÂNCIA TÓXICA . 10. por ter Embora não se reconheça o direito à apropriação de créditos de ICMS correspondentes à diferença entre a alíquota interna e aquela incidente nas operações interestaduais O administrador público. PEQUENA QUANTIDADE. AUTORIZAÇÃO VICIADA. crime de ge 20. de 21. ainda que aquela não chegue até lá. Crime de sonegação fiscal. 8137/90.) A legislação penal bras Tráfico Internacional e Crime Provocado. reiteradam Tratando-se de associação para o tráfico de drogas. 18. PERIGO PRESUMIDO. após o voto do Min. LEI DE TÓXICOS. O crime tipificado no art. pode ser sujeito ativo do crime previsto no art. PRINCÍPIO DA INSIGNIFICÂNCIA. reiteradamente ou não. Trata-se de condenado por incurso no art. aplica-se o art. par.1976. da Lei de Tóxicos "As penas dos crimes definidos nesta Lei serão aumentadas de 1/3 a 2/3: IV . parágrafo único. da Lei n. BC.(. 2º. mas.368/76. A infiltração de agente policial. II. vale dizer. RISCO. incide a majorante do inc. IX. a Turma.CONFIGURAÇÃO DO CRIME DE TRÁFICO (LEI No 6. STJ STF STF STF STF 164 010 011 011 014 Ordem tributária Ordem tributária Ordem tributária Ordem tributária Ordem tributária A circunstância de o prefeito não ter obirgação de elaborar a folha de pagamento não o exime da responsabilidade quanto ao recolhimento das contribuições sociais.137/1990 é crime formal e de perigo abstrato. conseqüentemente. .se qualquer dos atos de preparação. Crimes de tráfico de entorpecentes. II. da L. pois o que se quer punir.212/91. Prosseguindo o julgamento. 7.368. STJ STJ 201 256 Evasão de divisas Gestão temerária EVASÃO. CONSUMIDOR. 8. 14 da Lei de Tóxicos (“Associarem-se duas ou mais pessoas para o fim de praticar.10. STJ 196 Ordem econômica CRIME.

O delito de "racha" (art. 26. a notícia. possuía comportamento promíscu Não se configura o crime de estupro se a suposta vítima.DECRETO-LEI Nº 201/67 . não caracteriza crime eleitoral a revelação de prática. a despeito de contar somente 12 anos de idade. 21 e 22 da Lei de Imprensa. a associação em quadrilha ou bando não autoriza a dupla condenação do acusado em processos que tramitaram em comarcas distintas. Crimes de ingresso ou permanência irregular de estrangeiro. Tratando-se de crime formal. Admite-se. tráfico ilícito de entorpecentes e te Não se aplica o princípio da insignificância quando a utilização de rádio comunitária irregular possa causar perigo de interferência ao sistema de telecomunicações em geral Não há previsão legal para a pena de reclusão nos delitos de homicídio culposo em acidente automobilístico. SÚMULA 720: O art. no dia da eleição. aparenta idade superior. os temas c Legitimidade passiva ad causam: a jurisprudência do Supremo Tribunal Federal admite. de cuja existência se prescin Tratando-se de associação de mais de três pessoas. A decisão baseada na simples alusão à gravidade do ato cometido pelo menor. EXCEÇÃO DA VERDADE. a responsabilização. em tese.que previu para o crime de estupro contra menor de 14 anos pena de 4 a 10 anos de reclusão . embaraçar ou fraudar o exercício do voto a Sendo crime permanente. 309 do Código de Trânsito Brasileiro. Estupro e Presunção de Violência. tão-somente. 20. da Lei 6766/7 De início. em tese. por fato QUADRILHA CONFIGURAÇÃO. do entrevistado.CO-RÉUS. o 25. CRIME. não é requisito indispensável à p LEI DE IMPRENSA. motivação genérica. para a pena de detenção. II e IV.250/67. prevista no art. 1º do Decreto-lei nº 201/67 tipifica crimes comuns ou funcionais praticados por Prefeitos Municipais.A presunção de violência prevista no artigo 224. da Lei 8137/90 (“fraudar a fiscalização tributária. a responsabilidade do entrevistado pelas opiniões atentatórias à hon Prova do consentimento do entrevistado: a falta de autorização para publicação da matéria jornalística não é condição da ação penal. em quadrilha ou bando. nos termos do art. 25 da Lei de Imprensa. tida como delituosa. constituindo questão de mérito. no sentido de desviar-se certa máquina de costura para apoio. par. único. O princípio da continência atrai a propriedade do ajuizamento da ação penal. situando-se no campo do mérito. ou omitindo operaç 23. do CP não é absoluta. 24. 1º. suficiente é a associação de mais de três pessoas para o fim de cometer crimes. 263 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) . independe da identificação do "apostador" ou do "banqueiro". ainda que impropriamente nomeados como "crimes de respon CRIME . PERIGO CONCRETO. mas não registrado no registro de imóveis competente. e não no das condições da ação. (unanimidade). embora menor de 14 anos. Crimes de imprensa. Crime de lavagem de dinheiro. 308 da Lei n. com o fim de impedir. 50. que reclama decorra do fato perigo de dano. A configuração típica do delito de quadrilha ou bando deriva da conjugação dos seguintes ele . O art. Tendo em vista o caráter absoluto da presunção de violência no estupro contra menor de catorze anos (CP.503/1997) é crime de perigo concreto e necessita de demonstração da potencialidade lesiv O crime de quadrilha constitui modalidade delituosa que ofende a paz pública.PREFEITO . 32 da Lei das Contravenções Penais no tocante à dir ―RACHA‖. Trata-se de repórter que responde à ação penal por prática dos crimes tipificados nos arts. art. Eleitoral (“Promover.foi revogado ant Verificando a partir de seu próprio depoimento que a suposta vítima de crime de estupro. o eventual consent A venda de lote em loteamento aprovado pela Prefeitura. Os crimes de responsabilidade configuram matéria penal e não política. configura. O art. a reprodução integral. com a fabricação de con A referência contida no mencionado dispositivo ao art. Outros STJ STJ STF STF STF TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 STJ STF STJ STF SUM 164 015 018 286 SUM 005 027 032 042 050 032 018 031 014 018 027 100 173 SUM 196 053 Contravenções Criança e adolescente Crime de responsabilidade Crime de responsabilidade Crime de responsabilidade Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Crimes contra os costumes Diversos Eleitoral Eleitoral Quadrilha Quadrilha Quadrilha Telecomunicações Trânsito Trânsito Trânsito Quadrilha SÚMULA 051: A punição do intermediador. I. a partir do Decreto-Lei nº 201/67. 302 do Cód. tortura. 063 . 9. no jogo do bicho. não se presta para fundamentar a medida de internação. que d Falta de prévia interpelação: a notificação judicial do responsável pelas ofensas para explicá-las. parcial ou abreviada. para a prática de crimes definidos como hediondos. possui comportamento promíscuo e admite não haver sido con O exame de DNA não é essencial à valia da conclusão sobre a autoria do estupro. nos chamados crimes de imprensa. TRF-1 TRF-1 TRF-1 STF STF STF STF STJ EJ431 EJ431 EJ431 022 028 028 028 200 Configuração Configuração Configuração Legitimidade passiva Legitimidade passiva Generalidades Generalidades Exceção da verdade Não constituem abusos a configurar delitos previstos na Lei 5. a crônica ou a resenha de debates escritos e ora Declarações dadas por Promotores de Justiça a veículos da imprensa que se atém a retratar o conteúdo de petição inicial de ação civil pública e a depoimentos e relatórios Informação ou notícia sobre propositura de ação civil pública que não corre em segredo de justiça não configura sequer crime em tese. "a". derrogou o art. mas. 224). inserindo elementos inexatos.STF 039 Ordem tributária Deferido habeas corpus para absolver do crime previsto no art.

à dupla agravação da pena-base. não tem lugar a substituição admitida pelo art.é suficiente à caracterização de maus antecedentes. não se justifica a apenação. nsitada em julgado . . a tenha importado ao tempo da proibição. a retroatividade. unicamente. a simples verificação de mais de uma agravante especial.A cláusula constitucional inscrita no art. atos preparatórios e de execução. evento morte. no âmbito de sua aplicabilidade. culpa. . Não há falar-se. ser revogado ou substituído por outro mais benéfico ao infrator. com isso. Essa aplicação só não se faz quando a norma. da pena. haja vist ção do bem jurídico tutelado. a multa substitutiva. XL.podem exasperar a sanção p 1º. utilizando-se da teoria da insignificância social da violação da norma ou de crime de bagatela. que complementa o preceito penal em branco. ação penal intentada. apesar de não se saber o valor exato do dano causado. de maneira fundamentada. que. No caso em tela. uma vez que o réu não está obrigado a dizer a verdade. justificando-se. sobre as normas de direito penal material. a optar pela redução mínima de um sexto. se o próprio legislador considerou a pena privativa de liberdade insuficiente . não se dando. a exacerbação da pena-base (CP. para efeito de fixação da pena base acima do mínimo legal. assim. portanto. 59 do CP . por si só. mais de uma causa de aumento não induz. contribuindo. ainda que mínima. erro de tipo. ante a previsibilidade do resultado mais gravoso.desde que o façam em decisão adequadamente motivada e com apoio em elementos concretos existentes no processo. quando da fixação do acréscimo pela continuidade. 2º e 3º do CP. denunciado (em outro processo) ou a existência de ações penais. 5o.] tá-la além do máximo cominado. (unanimidade). icação da sanção penal quando o crime for de pequeno montante. da Carta Política . 59). causas de exclusão). responde pelo crime de latrocínio. vem. do CP. no gor na data dos procedimentos condenáveis mais recentes. dolo. o de condenações anteriores como maus antecedentes e posteriormente como reincidência. do CP. autorizada. Tal entendimento prevalece mesmo quando os agentes iniciam a prática do ato apenas com a intenção de roubar.inci-de. desde que o Conselho de Sentença haja reconhecido o grau de menor importância da participação do ulta. oito das quais em grau de recurso interposto pela defesa no próprio tribunal apontado como coator. Exaurimento. just mínimo previsto para o tipo. ser levada em conta se for o caso.cessação da continuidade ou da permanência. xacerbar a pena-base e a posterior aplicação da agravante referente à reincidência efetivamente caracterizada. isão que fixa a pena-base acima do mínimo legal considerando como maus antecedentes o fato de estar o réu indiciado. na fixação desta. 60. m te que responde a mais de sessenta inquéritos policiais já instaurados e a mais de vinte ações penais. Também não pode. pelo preceito legal em referência. Inteligência dos arts. tal como era ao tempo de sua prática. Entende-se em tais hipóteses que. por ser desproporcional à signifi cação social do fato.que consagra o princípio da irretroatividade da lex gravior . mas no curso da ação sobrevé a situação individual de cada condenado. A prática reiterada de delitos contra entid . ição da prisão por multa. consumação e tentativa. não consubstancia bis in idem (dupla valoração) . art. no caso. erro de proibição. infringindo o art. § 2º. MATERIAL. importa real modificação da figura to continua punível. m trânsito em julgado. atendendo às circunstâncias judiciais definidas no art. para a desejável ressocialização do condenado. de cujas imputações restou absolvido.tanto que a cumulou com a pecuniária -. ainda que possa. em retroatividade de lex mitior. 334 do CP. Os magistrados .

duplicidade de punição. a atenuante de confissão espontânea (artigo 65. dias após.ter o agente: d ) confessado espontaneamente. em única ação. como sucederia se a pena fosse igual ou superior a um ano. par. . 50). a qual. violentamente. nciso III. 71 do Código Penal. independentemente do procedimento previsto no art. art. art. do Código Penal. um crime de estelionato tentado contra duas pessoas inteiramente distin xercício de cargo ou função pública. d. conquanto se tenha concurso formal de crimes dolosos. não constitui ela. 70. também. quando do julgamento da apelação. Comprovado mediante perícia médica que o réu. "caput". também nos delitos culposos. § 2º. perante a autoridade. não poderia aplicar agravante genérica (art. 59). cuja exaustão. 164). eletivo ou de nomeação) não foram revoga-das pela nova parte geral do Código Penal (Lei 7204/84). ao se reportar ao parágrafo único do artigo 70. (maioria). 2. e não por ter sido cometido por quadrilha. s. o se admitindo sua execução provisória. ceiros. prevalência entre esta tese e a sua contrária.de delitiva (artigos 70. que aboliu as penas acessórias.m. que por sua a ser da competência da Fazenda Pública. do artigo 67 do Código Penal. não se caracterizando. 44. exeqüíveis simultaneamente” (CP. não tem lugar a substituição admitida pelo art. art. Ou qualquer que seja a pena se o crime for culposo. 60.artigo 44 do Código Penal. em 05/2005) sar de preso em flagrante. por maioria. crime cometido.: há decisões isoladas em contrário. Nem pode ser reincidente em crime doloso. aterial de construção) durante mandato de prefeito. § 2º. parte final. mente as penas privativa de liberdade e de multa. (N. “por uma pena restritiva de direitos e multa. cuja sistemática para a fixação do valor do Código Penal.. ao agente que o praticar em razão da dependência ou sob efeito de substância entorpecente. noutra ação penal. do CP. Na espécie. ior a 04 anos de reclusão. tinha sua capacidade de autodeterminaçã fins do disposto no art. as atinentes ao motivo. I e IV. posto no artigo 580 do Código de Processo Penal. 62. alínea d. e não. de sua vez. art. assim. o alegado "bis in idem".” ). pois nesse caso há mero desdobramento da violência inicial exigível para o crime de roubo. que o Tribunal a quo. que incide ainda que o réu não demonstre arrependimento pelo crime cometido. (N. quando da dosagem da pena. nada impede a condenação. . contra vítimas diversas das quais foram subtraídos. Esse dispositivo não se aplica. a autoria do crime. mas para o seguinte esta não deverá ser considerada na dosagem da pena definitiva. do CP (“São circunstâncias que sempre atenuam a pena: III . para o primeiro delito. agente pratica outro ato violento destinado a garantir a fuga.0 dora.A. no caso. A limitação prevista no parágrafo único do art. e concurso de pessoas. pelo reconhecimento da prescrição da pretensão punitiva. o fato de o mesmo haver sido processado e absolvido. portanto. Há que ser respeitado o princípio d esqualifica. independentemente da não voluntariedade do resultado: admissibilida perior a vinte e quatro horas. inciso III. transformando a proibição do exercício de cargo. dos demais pressupostos autorizadores da substituição pela restritiva de direitos . objetos. pois o que houve. 9º da Lei dos Crimes Hediondos não impede que o juiz a aplique. por este último delito. aos crimes previstos na Lei de Tóxicos. um crime de estelionato consumado contra três pessoas e. é pressuposto da execução compulsória (LEP. cabe ao juiz efetuar a compensação de uma pela outra. em relação ao crime de quadrilha. função ou atividade púb a denúncia haver silenciado quanto à causa de aumento prevista no art. ou por duas penas restritivas de direitos. o que possibilitou a libertação da vítima sequestrada. as penas são aplicadas cumulativamente. cuções fiscais. apesar da prisão. de conformidade com a norma do art. circunstância que não se configura na hipótese de prisão em flagrante. uma vez que sua colaboração foi eficaz e voluntária. primeiramente.: não havia. art. o pedido restringiu-se ao cálculo da pena para o mínimo e à alteração do regime de cumprimento. único) ulta. não podendo. haver compensação entre elas. não tem lugar a substituição admitida pelo art.j. é voluntária. do art.) âncias. O Min. 65. e 71 do Código Penal). III. em incidir na hipótese de crime culposo: assim. 60. de qualquer sorte. § 2º). 65. 384 do CPP. (Lei n° 8. do Código Penal. 60. do CP. entendendo cabível a compensação. haver sido praticado. que não incide na hipótese. do Código Penal). indicou o local do cativeiro e a localização dos co-autores. do CP) se essa não constava da inicial e nem sequer das razões de apelação.. foi. quando referidas à valoração da conduta.A. Relator destacou que a condição de prefeito não se encaixa em desfavor eu. na data em que cometeu o crime de furto. nem diminuição da pena. como índice de maus antecedentes do acusado (CP.

à do condenado reincidente (CP. no caso. ndo. irrelevante para a caracterização que sejam marido e mulher. . lugar e maneira xto a dois terços . art. bem reconhecido. ameaçando a cada uma delas. definidos autonomamente. em hospital de custódia e tratamento. e não crime continuado. a Turma indeferiu habeas corpus impetrado em favor de réu condenado pelos dois delitos por haver retido uma das e concurso material (CP. Precedentes. desde que sejam as mesmas as circunstâncias de fato dos delitos. quando não há conexão temporal e geográfica entre eles. Concurso material de delitos. 71 do CP e 580 do CPP. 70 (concurso formal) e 71 do CP (crime continuado). iços à comunidade. A regra relativa à extinção da pena privativa de liberdade pre uma necessária e adequada fundamentação desse ato decisório. ade no que dispõe que se considera prorrogado o prazo da suspensão. diagnosticada como doente mental pela prática do delito de homicídio. tem-se. da personalidade do agente. da conduta social. os acréscimos do art. mostra-se consentânea com a ordem jurídica a fixação da percentagem em um terço. já ultrapassara trinta anos — v. mas não são da mesma espécie. com diversidade de vítimas e de comparsas. Informativo 369. demais. Aplicação dos arts. amados ―crimes hediondos‖ (Lei 8072/90.” ). II). vez que praticados em grande espaço de tempo e em Comarcas diversas e distantes. pratica-dos com emprego de armas. 83. do qual se exige. nas mesmas condições de tempo. Presente a pluralidade de condutas e a de crimes dolosos da mesma espécie. o de medida de segurança aplicada à paciente. são da mesma natureza. A ação dos agentes perpetrou-se contra du o do sursis a prestação de serviços à comunidade. quando o beneficiário está sendo processado por outro crime ou contravenção. art . o convencimento sobre o caráter positivo da culpabilidade. Inexistência de bis in idem . art. do Código Penal. dos antecedentes. art. até o julgamento definitivo.há de fazer-se considerado o número de delitos. no sentido absoluto. Quem bo e extorsão. 2º. § 1º: “a pena por crime previsto neste artigo será cumprida integralmente em regime fechado” ). dos motivos e circunstâncias do crime. por meio de uma única conduta. 70). cumulativamente. 75 do CP (“O tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a trinta anos. que tenha cumprido mais da metade da pena. Tendo em conta a . isso relativamente ao crime de estupro. 77 e 80 do Código Penal.o delito em forma tentada e condições semelhantes contra outras vítimas. o 77. 69) e de concurso formal (CP. ão o limite previsto no art. de roubo duplamente qualificados. Contendo o decreto condenatório a notícia de práticas diuturnas no período de dois anos. Com base nesse entendimento. para a concessão do benefício. sob pena de injusta coação ao status libertatis do condenado (RTJ 135/686). os agentes. para efeito de livramento condicional. A glosa quanto a tais requisitos é conducente ao indefe lada. 159) são delitos autônomos cuja prática consubstancia concurso material e não crime único. subtraíram dinheiro de duas pessoas distintas. art. cujo cumprimento.

não estava regular: dela não constava a procuração do advog prazo decadencial é feita a contar do último dia do mês a que corresponde a publicação. do CP. 117. quanto a referida inclusão suspende a pretensão punitiva. art. do CP (". a permanência. § 1º. do em vista que em se tratando de condenação imposta em julgamento de segundo grau a interrupção da prescrição ocorre na data da sessão de julgamento. o. valor de tributo ou de contribuição social. ou no lugar de pedir a instauração de inquérito ou de oferecer a queixa. II. parágrafo 2. como denunciado. ontinuado. dem compreender-se as dirigidas a terceiros. nos termos do art.‖). pugnando pelo trancamento da ação penal contra si ajuizada. e não a da publicação do acórdão. entendend oubou recém-nascido. a Terceira Seção firmou o entendimento de que. O Estado tem suspensa a pretensão punitiva. levando-se em conta às interrupções inerentes ao recebimento da denúncia e à prolação da sentença condenatória recorrível . sem autorização do órgão público competente. a estes. o manteve retido. Não concordando a autoridade judicial com os termos da remissão remeterá ao Procurador-Geral de Justiça. 142. Interpretação analógica permitida no campo penal. Mesmo que o querelante tenha exercido seu direito no último dia do prazo. (unanimidade). Nesse tempo. porque não decorridos 8 (oito) anos entre as causas interruptivas da prescrição (CP. privando-o de todos os direitos inerentes ao seu estado civil e à sua personalidade. no prazo legal.se em queixa-crime. alquer modo. afinal condenados em julgamento de recurso da acusação. ou a do trânsito em julgado. Essa cirurgia foi permitida ao fundamento de que o feto padece de anencefalia. nos crimes contra a ordem tributária.incisos I e a de prescrição.906/1994. sendo presumível que a crian tratando-se de crime continuado. visto não existir qualquer marco interruptivo entre a aceitação da denúncia e o julgamen dministrador hospitalar denunciado por apropriação indevida de contribuições descontadas de seus empregados impetrou habeas corpus. "caput"). dirigiu ao Corregedor-Geral do Ministério Público Federal uma representação porque tal atuação do Procurador. 148) a retenção da vítima no interior do veículo roubado. A Turm . porque fa e: IV . 2º. descontado ou ncia. 7º da Lei 8.. como forma de exclusão do processo. Assim. 8137/90 (revogado pela L. 41."). o paciente. Explicações que simplesmente negam a autoria. inclusive a liberdade de ir. não corre o prazo prescricional. ecisão do Tribunal a quo que autorizara intervenção cirúrgica na mãe para interromper a gravidez. inciso III. do Decreto-Lei 157-67. no caso. ao fundamento de que se operou a extinçã ssional prevista no art. desde que concernentes aos fatos objeto da demanda. são consideradas insatisfatórias e viabilizam o oferecimento da queixa-crim o cobertas pela imunidade do art. 14 da L.a interrupção da prescrição produz efeitos relativamente a todos os autores do crime. com o fim de impedir a notícia imediata do delito. A Turma conheceu da ordem. do CP (―Não constituem injúria ou difamação punível: I . na discussão da causa. I. registrando-o como seu. considera-se a data do julgamento da apelação. ando o acréscimo decorrente da continuação. da mesma lei ("deixar de recolher. urador da República no gabinete do Secretário da Receita Federal. os fatos devem ser considerados separadamente e a idade do agente apurada ao tempo de cada um. ou em desacordo com as disposições desta lei ou das normas pertinentes do Distrito Federal.de homicídio qualificado. ditamento referiu-se a fato novo – não recolhimento da contribuição sobre a comercialização de produtos agrícolas e não a falta desse recolhimento sobre os salários dos empregados. enquanto não extinto integralmente o débito pe minho. não teria ocorrido a interrupção da prescrição. o parcelamento do débito fiscal deferido antes do recebimento da denúncia é causa extintiva da punibilidade estatal por atender às exigências do ar odia ensejar a extinção de punibilidade prevista no art. Inexistente a dilação. que sejam objeto no mesmo processo. por força do Art.. do Código Penal. suspende a ação penal. II.pela sentença condenatória recorrível. Advogado da União. por determinado período de tempo. 117). para o delito tipificado no art. relacionada com o prosseguimento do processo (CPP. vir e ficar com seus pais verdadeiros. ou efetuar loteamento ou desmembramento do solo para fins urbanos. to no inciso V do artigo 109 do Código Penal ocorre uma vez passados quatro anos. 5. razão por que se afigura certo o entendimento segundo o qual a redução do prazo de prescrição por causa da menoridade só se dá quant o júri a desclassificar o delito pelo qual o paciente fora pronunciado . para lesões corporais seguidas de morte -. pela parte ou por seu procurador. essa extinção só poderá ser decretada se o débito em causa for integralmente extinto pela sua satisfação. não convencendo o magistrado. a extinção quer da punibilidade quer da pretensão executória do Estado é considerada a partir da pena de cada um deles isoladamente. r efeito condenatório.250/1967). Na hipótese de concurso de crimes. 8383/91). cons rt. rgências. Estados e Municí ondicional do processo por falta de manifestação do acusado quanto a sua aceitação. § 1º. doença que levaria à inviabilidade de sua vida pós-natal. 413. 117. o que não ocorre antes de solvida a última parcela do pagamento fracionado. 111. a qual exige poderes especiais de representação (art. ódigo Penal. eivada de irregularidades. como "ao tempo de cada crime" que integra essa modalidade de concurso de delitos.‖). art. durante o período em que estiverem sendo cumpridas as condições do parcelamento do débito. estende-se aos demais a interrupção concernente a qualquer deles.a ofensa irrogada em juízo. deu-se suficiente tempo a ensejar a prescrição da pretensão punitiva. irrelevante a investigação da verdade dos atos ditos difamatórios ou injuriosos. desde que sejam aquelas de natureza objetiva. 18. nos termos do art. nos crimes conexos. Aplicação do art. com o conhecimento da fraude pela autoridade administrativa. da Lei n.

por quem não tem a habilitação legal. A figura do roubo não pode ser dissociada da alusiva à morte. bastando comprovado que o réu agiu com dolo de matar para s a concurso formal. da Lei 8. 95.vontade dirigida a causar dano em coisa alheia . nem. e que exige vítima determinada. idade prevista no artigo 171 do Código Penal. da Lei 8. em decorrência desses fatos. com dados falsos. ormal de delitos. do indevidamente com base em documento falso (Certidão de Óbito adulterado). iva de roubo qualificado. 159 do CP -. pode ser feita através de documentos. plicação do perdão judicial. (§ 3° . a Turma negou provimento a recu a feitura espontânea de depósito. tanto na Lei 8. alínea d. portanto. bastando. mento de contribuições previdenciárias. onal. 95. pois tal procedimento está resguardado pelo direito constitucional de permanecer calado quando interrogado pela autoridade pública.848 . do CP. para a configuração do crime. stelionato o preenchimento de folha de informações. (N. qüestro da vítima. constituindo crime omissivo próprio (ou omissivo puro). pois as declarações inseridas pelos candidatos nos cartões de resposta. não configura tentativa de estelionato. carteiras do extinto Inamps. Assim. c de autodefesa para encobrir maus antecedentes. mesmo obtidas por meios não convencionais usa. ainda que mais de um patrimônio seja atingido.A pena aumenta-se de um terço.) opriação indébita previdenciária. mesmo que seja primário o réu e a coisa furtada de pequeno valor.: há decisões isoladas em contrário) . na falsidade ideológica. no momento transposto para o art.212/91.212/91.A. mas não este aquele. se o crime é cometido em detrimento de entidade de direito público ou de instituto de economia popular. d. seguindo-se a retenção do valor. ência da Justiça Estadual.. a condenação de um dos agentes pela prática desse delito em sua forma qualificada e pelo crime de quadrilha ou bando (CP.983/2000. gem material. nenhum resultado naturalístico. sem justa causa. a simples ausência de repasse das contribuições. I. sendo suficiente a vontade livre e consciente do autor. com o objetivo único de propiciar.§ 2° . e não no da entrega do resgate. consuma-se apenas com a transgressão da nor bita previdenciária.983. da mesma forma.983/00 não acarretou. o meio justifica o fim. com objetivo de obtenção da vantagem.212/91.a Lei nº 8. sseguimento da ação penal. 70. Para configurar a tentativa de latrocínio é irrelevante que a lesão corporal causada à vítima tenha sido de natureza leve. quando a coisa passa da esfera patrimonial da vítima para a do agente. por se tratar de crime material. (Decreto-lei n° 2. objetivando favorecer deficientes físicos. ata simulada em operação mercantil inexistente..212/91 quanto na Lei 9. a apreensão de CTPS.não é indispensável à caracterização do delito. tem-se a configuração do crime do artigo 169 . Precedente do egrégio Supremo Tribunal Federal. Em Direito.Se o criminoso é primário. Crime omissivo. (. o juiz p cia tenha resultado somente lesão corporal leve. crime de mera conduta. em relação ao tipo penal do art. configura delito permanente. A Lei 9. O dolo específico . a obtenção de vantagem indevida em detrimento de terceiro. Com base nesse entendimento. ou seja. art. Prescrição. Restando comprovado que os acusados simularam a demissão de servidores municipais. m comete homicídio tentado cumulado com roubo tentado. ambos crime de estelionato se dá com a obtenção da vantagem econômica indevida. duas das três circunstâncias qualificadoras descritas no § 1º do art. 171 do Código Penal. e é de pequeno valor a coisa furtada. de 14/07/00). uma vez verificada a morte da vítima. 155 do CP uma vez que a qualificadora afasta a aplicação da benesse.apropriação de coisa alheia havida por erro . autuação e notificação da fiscalização. se a violência foi praticada contra uma só pessoa. assistência social ou beneficência). porquanto não há.e não o do artigo 171 . em prejuízo de outrem.estelionato -. sendo desnecessária a realização de perícia. B). 288) não contraria o p art. é o dolo genérico. elituoso – deixar de recolher contribuição previdenciária arrecadada dos segurados – permaneceu sendo considerado como crime. 168 – A do Código Penal (Lei 9. Habeas corpus deferido em parte para excluir o acréscimo previsto no art. fora dos parâmetros da relação jurídica. abolitio criminis po penal inscrito no art. Reconhecimento. . Autoria e materialidade comprovadas. Dosimetria das penas. por parte dos demitidos – entre eles três dos acusados – o levantamento dos depósitos do FGTS alificadora do § 3º do Art. sendo desnecessária a realização de perícia.

A peça primeira da ação penal há de conter alusão à má-fé do agente. os utiliza para efetuar o levantamento de dinheiro recolhido a título de depósito judicial. I. 12. assim como o p digo Penal pressupõe a ciência. devem resultar em lesão corporal de natureza grave ou morte. § 1º. considera-se a referida conduta atípica. udor (CP. § 2º . que se qualifica como agente político. ou mesmo políticas. 199. art. O recorrente alegou que não agiu com dolo. que foi usada para absolvê-lo no Tribunal a quo. 29.DENUNCIAÇÃO CALUNIOSA . Fixação. estabelece que na fixação das penas previstas nessa lei o juiz levará em conta a extensão do dano causado. I. O fato de que buscava condições melhor uanto se trata de uma conduta de autodefesa. apreciar a defesa preliminar. menor de 14 anos. em proveito próprio ou alheio. por ter sido preso em flagrante na posse de moeda estrangeira falsificada. Afirmando a natureza formal desse delito. do Código Penal. a não ser que da violência resulte lesão corporal de natureza grave ou morte (CP. bidade infundadas.67. ou seja. do irrelevante se influiu ou não no desfecho do processo. são equiparados a funcionários públicos. concede ao juiz o prazo de trinta dias. O ag 10. em tais delitos. é decadencial. 327). a ou imperícia. eis que. O Prefeito Municipal. mediante contrato de Direito público ou convênio. para. 327.02. núncia oferecida contra prefeito (CF. do DL 201/67 [―ao receber a denúncia. Valores. art. não somente em face da possibilidade de retratação ao agente (art. ógica que tinham por objetivo ingressar em território estrangeiro fazendo uso de documentos falsos. que regulamentou o disposto no art. na modalidade de peculato-desvio. Extensão. O art. § 1º. A Lei 8. ou. obrigatória e motivadamente. pode até mesmo afastar a impressão inicial de cometimento do restado o falso depoimento. passaporte falso. art. 2º. 1º do DL 201/67. da Lei 8. Ressarcimento. permite que haja apropriação ou desvio. 214). 9º da Lei 8072/90 (Crimes Hediondos). como também porque o juiz. § 1º. sob o entendimento de que não merece guarida a tese das recorrentes de qu os de reclusão pela prática do crime tipificado no art. tem como fi nalidade impor sanções aos agentes públicos incursos em atos de improbidade nos c ntar de inquérito. Pena. não pode dar ensejo à causa de aumento de pena prevista no art.429/92. e perpetraram a conduta delituosa valendo-se dessa qualidade. 289. pelo agente. sendo os sujeitos passivos tanto o Estado como particula ares credenciados pelo Sistema Único de Saúde (SUS) exercem atividades típicas da Administração Pública. não se aplica ao caso concreto. por unanimidade. de 27. o juiz manifestar-se-á. §§ 8º e 9º) ponsabilidade. § 4º da constituição federal de 1988. 342. A Turma deu provimento ao recurso do MP entendendo que a tese da inexigibilidade de outra conduta. rejeitando a ação ou determinando (art. em decisão fundamentada.NARRAÇÃO DOS FATOS. apressadas. erificando-se que os recorridos. DENÚNCIA . acarreta um excesso de prazo que anula o ato de cassaç o Decreto-Lei nº 201. de pouco embasamento empírico. a Turma indeferiu habeas corpus impetrado sob o fundamento de que a ação penal deveria aguardar a prolação da sentença no processo em que o delito fora praticado. A Terceira Turma. mormente no caso de o acusado ser hom ondos. a Turma reformou o acórdão recorrido e concedeu a segurança. II. Aplicação do disposto no art. vontade livre e consciente de desviar. inclusive. haja vista que a prorrogação em dez dias. aos comportamentos definidos em legislação penal extravagante. mesmo havendo consentimento da vítima. a violência psicológica é muito mais grave que a lesão física. equiparando-se a funcionário público para fin o abrangente (CP. sobre a permanência do acusado no exercício do cargo. assim que soube da falsidade da ra sentença que extingüiu a punibilidade em relação aos denunciados que obtiveram junto à Secretaria Especial de Informática – SEI o cadastramento de programa de computador mediante a declaração de que teria sido desenvolvido por empr que o delito é dado como ocorrido. da inocência do acusado. é considerado funcionário público para efeitos penais. o conhecimento da violento ao pudor. no exame do conjunto da prova. 17. Dano. da CF/1988. Assim.429/92 referente à ação de improbidade administrativa. art. abrigada na garantia constitucional do direito ao silêncio. tanto que. resulta correta a sentença monocrática que o condenou pela prática do crime de pec em possuir a condição de funcionário público. ente na vontade livre e consciente de apropriar-se. 37. (unanimidade). X). do Código Penal. sobre a prisã o art. o que inviabiliza a desclassificação. por aplicação do art.CP). Impossibilidade de concessão da progressão de regime. . Assim sendo. negou provimento aos apelos. parágrafo único.e habilitação falsa. estendendo-se. 223). eve ser cumprida em regime integralmente fechado. conforme o art. subtração ou concurso para esta. perfazendo um total de cem dias. sendo irrelevante o fato de ter a autoridade de trânsito solicitado a apresentação do documento ou se esse for exibido voluntariamente pelo agente.

II. descontado ou cobrado. a Turma. como é o caso da espécie. em cional. mas sua posse e guarda pelo paciente. sem au 6 da Lei de Tóxicos é o de posse de entorpecente para uso próprio.368/1976. aplica-se o art..368/76. único. se. não atrai a incidência da Súmula 145 do STF (―Não há crime. A pena a ser aplicada será a prevista no art. não caracteriza o crime previsto no art. e aquela incidente nas operações interestaduais. é a cominada pelo art. por ter ele o dever legal de controlar e fiscalizar seus subordinados. isto é. na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públi o serem tais contribuições descontadas ou cobradas. 19. foi corrigida na republicação da lei ocorrida no DOU de 29.76. com a finalidade de manter a polícia informada sobre as atividades do grupo.. valor de tributo ou de contribuição social. não importando a quantidade apreendida para caracterizá-lo. revogou parcialmente a Lei n. prescindindo de laudo pericial que constate a impropriedade do produto para o consumo.. foram usados documentos falsos para atestar operação de importação inexistente.‖). ou seja. tipifica o delito do art. Cuidando-se da associação de três pessoas. por maioria. em que se apreendeu 0. 8137/90 ("fraudar a fiscalização tributária. 12 e 13 desta Lei” ) pode ocorrer em processo no qual somente um dos prováveis integrantes da associação figure como réu. no que diz respeito ao rito procedimental previsto para os crimes de tráfico de entorpecentes. para uso próprio. onvocado em razão do quórum." . ra passar por usuário não constitui flagrante preparado a ensejar a conclusão de ter havido condenação por crime impossível. a conduta descrita na denúncia – evadir divisas ao exterior por meio de contrato de câmbio fraudulen rágrafo único. da L. qualquer dos crimes previstos nos arts. 14 da Lei 6. para efeito de configuração típica do delito de tráfico de entorpecentes. ou omitindo operação de qualquer natu ujeito ativo do crime previsto no art. basta a aquisição. crime de gestão temerária de instituição financeira. entendeu que a Lei n.ato. para fins de com odeterminação. é a atividade mais audaciosa dos agentes. da Lei de Tóxicos. ou que se faça sua difusão para o exterior. mas. 12 e 13 desta Lei"). no delito habitual. essa apropriação. reiteradamente ou não. própria à utilização individual. II. se efetuada. considerado habitual. o recolhimento das contribuições sociais. incluindo-se Lei 6368/76 (―fornecer ainda que gratuitamente. 8137/90 ("deixar de recolher. exterior mediante contrato de câmbio. Basta que se introduzam as substâncias entorpecentes no território nacional. ART.368/76. 7. O Min. O delito em exame 6.11. da Lei n. .6 grama de maconha. 1º. de locais de trabalho coletivo de estabelecimentos penais.072/90.. com maior severidade. da substância entorpecente ou que se determine sua dependência física ou psíquica. quando a preparação do flagrante pela polícia torna impossível a sua consumação‖). guarda ou posse. 8º da Lei 8. que prevê a redução de um a dois terços da pena. Por outro lad ão chegue até lá.) A legislação penal brasileira não faz qualquer distinção. pois o fato denunciado na espécie não foi a venda da droga. execução ou consumação ocorrer nas imediações ou no interior. em razão da dependência.. para praticar. no prazo legal.492/1986. ajustando-se-lhe à essência a pequena quantidade. da L. 6. reiteradamente ou não. qualquer dos crimes previstos nos arts.. inserindo elementos inexatos. 12) .(.. Basta para sua concretização que se coloque em risco a saúde de eventual consumidor da mercadoria. 10. 8º da Lei dos Crimes Hediondos (três a seis anos de reclusão). par. ação de duas ou mais pessoas. sua pena.409/2002. 2º. para tal. reclusão de três a seis anos. “o agente não possuía. o tráfico de drogas. ao tempo da ação ou omissão a plena capacidade de entender o caráter damente ou não. há a reiteração de ações que são consideradas como única conduta. go abstrato para a saúde pública.. Assim.. que se animam a um tráfico internacional e adotam todas as providências para que ele se viabilize. uma aç mais pessoas para o fim de praticar. Relator explicitou que. contudo. o fato de a prim e qualquer dos atos de preparação.. pois o que se quer punir. entre o comportamento daquele que fornece gratuitamente e a conduta do que. mediante esse aumento de pena. O que foi objeto a presença de agentes brasileiros e estrangeiros ou a existência de conluio internacional.

(b) finalidade específica dos agentes voltada ao cometimento de delitos e (c) exigência de estabilidade e de . 288 do CP ( “A pena aplica-se em dobro. com a fabricação de confecções. 50. edir. ente. tráfico ilícito de entorpecentes e terrorismo (Lei 8072/90.. e não absoluto.. os temas concernentes à autenticidade da entrevista e ao consentimento para sua publicação. Caráter relativo. ou em desacordo com as disposições desta lei. embaraçar ou fraudar o exercício do voto a concentração de eleitores. ndos. justificando-se apenas no caso de ofensas equívocas. a partir do Decreto-Lei nº 201/67.” e “elaborar.nserindo elementos inexatos. causa de nulidade do processo a falta de interpelação do responsável para dar ex entrevistado pelas opiniões atentatórias à honra de outrem. nos termos do art.” ) sócia de empresa d a crônica ou a resenha de debates escritos e orais perante juízes e tribunais. à futura campanha eleitoral. nem a divulgação de articulados. 20. único.. ou omitindo operação de qualquer natureza. da Lei 6766/79. sem autorização do órgão publico competente. e não do jornalista que as veiculou. e não no das condições da ação. opriamente nomeados como "crimes de responsabilidade". em documento ou livro exigido pela lei fiscal. que depende de prova a ser colhida na instrução. tendo-o feito por sua livre e espontânea vontade. para a configuração do delito. não é requisito indispensável à propositura da ação penal. I. 21 e 22 da Lei de Imprensa.. tortura. na de 4 a 10 anos de reclusão . que fixou para o estupro. sob qualquer forma. da presunção de violência do art.” ). por outro lado.. a forma qualificada do crime descrito no art.. para a pena de detenção. u bando deriva da conjugação dos seguintes elementos caracterizadores : (a) concurso necessário de pelo menos quatro (4) pessoas . rito. 224 do CP. não é de afastar-se a incidência da qualificadora prevista no par.” ). de costura para apoio. pena de 6 a 10 anos.. Não constitui. pouco importando que um dos co-réus não tenha ligação funcional com a Prefeitura. ência ao sistema de telecomunicações em geral. independentemente da idade da vítima. O disposto no artigo 299 do Código Eleitoral pressupõe estar o benefício dirigido à obtenção de voto ou à abstenção. por fatos ocorridos no mesmo período. O art. o eventual consentimento da ofendida não descaracteriza o delito.” ) exige. fornecer. único do art. a Turma deferiu habeas corpus para julgar improcedente a ação penal rtamento promíscuo e admite não haver sido constrangida a manter relações sexuais com o acusado. nos de idade. catorze anos (CP. emitir ou utilizar documento que saiba ou deva saber falso ou inexato. distribuir. quotas ou alegações produzidas em juízo pelas partes ou seus procuradores. e ação civil pública e a depoimentos e relatórios de inquéritos policiais ou administrativo. a presença de dolo específico . A Corte Especial não admitiu a exceção da verdade e encaminhou os autos ao juízo a quo sob o argumento de que o excipiente limitou-se a afirmar que não foi autor damentar a medida de internação. cessita de demonstração da potencialidade lesiva do ato para sua configuração.. inclusive o fornecimento gratuito de alimento e transporte coletivo:.efetuar loteamento. ção penal. se a quadrilha ou bando é armado. 224). a Lei das Contravenções Penais no tocante à direção sem habilitação em vias terrestres. 50.foi revogado antes de entrar em vigor pela Lei 8072/90 ("Crimes Hediondos"). 8º). i de Imprensa. opondo exceção da verdade. cados nos arts. constituindo questão de mérito. não configuram crime. art. 4º do mesmo Decreto-lei refere-se ao que denomina expressamente de "infrações político-administrativas". também chamadas de "crim da ação penal. par. art. tendo-o feito por sua livre e espontânea vontade. I. possuía comportamento promíscuo e que não fora constrangida a manter relações sexuais com o acusado. de cuja existência se prescinde. da mesma lei ( “. de cometer crimes.. e são julgados pelo Poder Judicário.consiste que tramitaram em comarcas distintas.

mas no curso da ação sobrevém a morte da vítima. insusceptível de modificar-se por circunstâncias temporárias ou excepcionais. ao qual o mencionado § 2º do art. não vejo como considerar o valor do dano de modo expressivo. no do reconhecimento das causas extinti-vas da punibilidade. haja vista que não foi acostado aos autos o devido laudo pericial. 44 do CP. agravem a situ ber o valor exato do dano causado.podem exasperar a sanção penal imponível ao sentenciado. como sucede quando do elenco de doenças contagio as normas de direito penal material. de menor importância da participação do réu na prática delituosa.branco. mesmo que pela ação de apenas um dos agentes. importa real modificação da figura abstrata nele prevista ou se assenta em motivo permanen-te. ainda. com indicações de graves prejuízos à previdência social. essa redução da pena . a multa substitutiva.que supõe a valoração das circunstâncias emergentes do caso concreto . essencialmente. rt. 59 do CP . sendo desinfluente o grau de culpabilidade com relação ao resultado morte. que. a opção pelo percentual máximo de exasperação. 60 faz remissão expressa para admitir a substituição das penas priv tor. apto a ensejar a necessidade de reprimenda na esfera penal. Afastada a aplicação da Teoria da Cooperação Do putações restou absolvido. Embora obrigatória. A prática reiterada de delitos contra entidade estatal. sem fundamentação específica. no plano da tipificação. ou. compatível com . ainda mais. cometidos por servidora no exercício das funções de chefia. em função da ou com a pecuniária -. ou no da definição das penas aplicáveis. justifica a aplicação da pena acima do mínimo legal. justificar. mesmo somada à multa originária. não atenderia à exigência contida no inciso III do art.é variável. ou no da disciplinação do seu modo de execução. ão de mais de uma agravante especial. con ão de roubar.

função pública ou mandato eletivo em efeito não automático da condenação (CP CPP. 157. de modo a ficar a pena do delito mais grave (estelio-nato consumado) acrescida de. o disposto na parte final do art. dessa forma. . 6° para os crimes capitulados nos arts. Pois tais circunstâncias judiciais. único) os. I) e a perda de cargo. "caput". dizem respeito à estrutura do tipo penal pelação.As penas fixadas no art. "caput" e seus §§ 1°. 9° . um sexto até metade. § 2°. cuja sistemática para a fixação do valor da pena de multa é diversa da que foi posteriormente adotada pela nova Parte Geral do CP. par. que. 3. 44. art. da afirmação do motivo torpe . teria induzido os agentes ao comportamento imprudente e negligente de que resu to. c/c art. 12 do CP (―As regras gerais deste Código aplicam-s ção de prefeito não se encaixa em desfavor do réu. 158.ado contra duas pessoas inteiramente distintas.072. que não incide na hipótese. Art. deve sua pena ser reduzida de um a dois terços. segundo o acórdão condenatório. quanto às circunstâncias do crime. art. preceitua que a pena aplicada para o crime continuado não pode exceder à imposta por crimes em concurso. sobre a pena-base deve incidir o acréscimo pelo concurso formal. função ou atividade pública e de mandato eletivo em pena substitutiva da privativa de liberdade (CP. 159. § 3°. (Lei n° 8. 69.a obtenção de lucro fácil -. O objetivo da positivação do instituto do crime continuado P. de subtração de materiais comprados com dinheiro do povo por quem era prefeito. 223. 47. no caso. Assim. ão voluntariedade do resultado: admissibilidade. "caput" e parágrafo ao parágrafo único do artigo 70. incidindo. 44. tinha sua capacidade de autodeterminação diminuída por ser viciado em tóxico. 213. pelo menos. p o exercício de cargo. Há que ser respeitado o princípio devolutivo. 2° e 3°. que por sua vez faz remissão ao art. e sua combinação com o art.

depois disso. entendeu-se extensível. (. subtraído o relógio de uma delas. no cometimento de dois crimes idênticos. liberdade e integridade física de ambas as vítimas. ocorre a hipótese de crime continuado qualificado. os — v. art. ou específico. mas condições de tempo. único do art.) vítimas e de comparsas.o pelos dois delitos por haver retido uma das vítimas num automóvel como refém. ou de reiteração delitiva. (Art. 75 do CP (―O tempo de cump . e. incide nas hipóteses de habitualidade. 5º. Informativo 369. atingindo pluralidade de patrimônios. extinção da pena privativa de liberdade prevista no artigo 82 pressupõe expiração do prazo e esta não coabita o mesmo teto da prorrogação automática de que cuida o referido § 2º. às medidas de segurança.A suspensão será revogada se. individualmente. enquanto a outra era obrigada pelo segundo agente (menor) a comprar-lhes mercadorias num shopping center. 81 .. O benefício do cr A ação dos agentes perpetrou-se contra duas pessoas. Quem faz do crime sua atividade comercial. o limite temporal previsto no art. que não se confunde com a da continuidade delitiva. XLVII.. no curso do prazo anto a tais requisitos é conducente ao indeferimento do sursis. lugar e maneira de execução. b ). Tendo em conta a garantia constitucional que veda as penas de caráter perpétuo (CF. como se fosse profissão. Precedentes. 71 do Código Penal. previsto no pár.

o que não constitui em causa i s verdadeiros. a questão relativa à ausência de m e viabilizam o oferecimento da queixa-crime. nentes do Distrito Federal. (Art. não há como se dar interpretação extensiva ou . do.ar: dela não constava a procuração do advogado. portanto. o Procurador. porque favorável ao acusado. de 27 de dezembro de 1990. entendendo que. do disposto no artigo 119 do Código Penal. e na Lei n° 4. Estados e Municípios. A Turma. entre a aceitação da denúncia e o julgamento deste recurso.‖). descabe pronunciar a prescrição da pretensão punitiva do Estado. porém. o prazo prescricional somente se inicia com a cessação da permanência. 34 da Lei n. restando indispensável a aceitação do acusado em razão de sua natureza transacional. não sanável com a posterior juntada do instrumento procuratório porque já extinta a punibilidade do agente pela d dade estatal por atender às exigências do art.249/1995.incisos I e IV do artigo 117 do Código Penal.729. A Turma ponderou ser insuscetível de exame. quanto não extinto integralmente o débito pelo seu pagamento. O que resultou em nulidade do processo por vício de representação processual. na qualidade de sujeito passivo de obrigação e que deveria recolher aos cofres públicos. ser recebida a denúncia. quando o agente promover uto ou de contribuição social. ao fundamento de que se operou a extinção da punibilidade em relação aos fatos denunciados pelo Ministério Público Federal. 128 do CP. . na via estreita do habeas corpus. buscando-se a harmonia do sistema. descontado ou cobrado. 117. do CP. Porém. se for o caso. 9. concedeu a ordem. eivada de irregularidades. o menor continuou incapaz de entender sua privação de liberdade de locom o por causa da menoridade só se dá quanto aos crimes praticados antes de o agente completar vinte e um anos de idade. constituiria falta administrativa a ser apurada. pois a hipótese em questão não se enquadra em nenhuma daquelas descritas de forma restrita no art."). o TRF aceitou a denúncia formulada contra aqu inviabilidade de sua vida pós-natal. Assim. na hipótese. Note-se que o sursis processual é ato complexo e bilateral. Mesmo com seu crescimento. art. não ocorre a causa de extinção da punibilidade em exame. II. sentença condenatória recorrível . por entender que as expressões utilizadas na representação seriam ofensivas à honra do Procurador.137. sendo presumível que a criança não aceitasse deixar os pais e sua família para acompanhar a denunciada em 21/1/1986. lógica permitida no campo penal. o aditamento se afigura como uma retificação da exordial acusatória fundada em circunstâncias fáticas já conhecidas antes do início da ação penal. de 14 de julho de 1965. 34 . podendo. A Turma conheceu da ordem.Extingue-se a punibilidade dos crimes definidos na Lei n° 8.

por si só. art. carteiras do extinto Inamps. órgão gestor do fundo. é de se confirmar a sentença condenatória pelo crime de estelionato (art. 159. da Lei 8. são de CTPS.) ado que o réu agiu com dolo de matar para subtrair mas que por circunstâncias alheias à sua vontade não se consumaram os eventos morte e subtração. art. que tais condutas. Ne es isoladas em contrário) . verdadeiras e não mentirosas. 95. .mesmo obtidas por meios não convencionais. são. II. Ou seja: o fato de o crime de quadrilha ou bando constituir circunstância qualificadora da extorsão mediante sequestro (CP. o juiz pode substituir a pena de reclusão pela de detenção. I. Dificuldades financeiras por que pass endimento.171. 399 – CP). 288) não contraria o princípio ne bis in idem . a Turma negou provimento a recurso extraordinário em que se pretendia fosse reconhecida a atipicidade da conduta pela qual o recorrente fora condenado por apropriação indébita previdenciária (CP. diminuí-la de um a dois terços. abolitio criminis. § 3º .e não o do artigo 171 . apesar de reprováveis social e moralmente.CP). não se subsumem em nenhum os – o levantamento dos depósitos do FGTS junto à CEF. não comprova a materialidade do delito de estelionato contra a Previdência Social. Embora o legislador tenha dado ao tipo pe suma-se apenas com a transgressão da norma incriminadora. d. II. § 1º) não impede a condenação do agente e é de pequeno valor a coisa furtada. no entanto. lha ou bando (CP. outrossim. ambos do Código Penal. como exige o tipo (art. ência social ou beneficência).estelionato -.168-A. c/c art. Afirma-se. 71). uma vez que o fato delituoso – deixar de recolher contribuição previdenciária recolhidas dos contribuintes – permaneceu sendo considerado como crime. independentemente de resultado naturalístico e do dolo específico do fim especial de agir: a vontade livre e consciente de ter a coisa para si. art.212/91. certidões de casamento e de nascimento e até de recibos de pagamentos de benefícios previdenciários. ou aplicar somente a pena de multa. do art. pouco importando a recusa na devolução da quantia ao argumento de que efetuado corretamente o depósito.

em face dessa particular condição funcional. a ação ou determinando (art. porém apurou-se que era.‖]. enganadas por pessoas inescrupulosas. à causa especial de aum blicos incursos em atos de improbidade nos casos em que: a) importem em enriquecimento ilícito (art. sobre a prisão preventiva do acusado. 10). 223). em todos os casos. A denúncia imputou aos apelados a prática de violação de direito autoral qualificada em c fastar a impressão inicial de cometimento do crime. c) que atentem contra os princípios da administração pública (art. o conhecimento da inocência do denunciado.to. em específico o Bacen . e sobre o seu afastamento do exercício do cargo durante a instrução criminal.9º). á. merece guarida a tese das recorrentes de que foram ludibriadas em sua boa-fé. sob pena de rejeição. (.). mas também a moralidade da Administração Pública. Este argumento não prospera. . processo em que o delito fora praticado. firm equiparando-se a funcionário público para fins penais. assim como o proveito patrimonial obtido pelo agente. na realidade. § 2º . o Banco do Brasil e o próprio correntista do Banco do Brasil. sem incorrer em ilegalidade. A decisão que aprecia excesso de prazo que anula o ato de cassação do vereador. rte (CP. obrigatória e motivadamente. uma vez que cabe ao acusado a prova do fato. do Código de Processo Penal. já que o objeto do crime estava em seu poder e não restou comprov ção de que teria sido desenvolvido por empresa de sua propriedade. mormente no caso de o acusado ser homem experiente e casado. ou seja. cujo bem jurídico tutelado não é apenas o patrimônio. de modo que a devolução do valor de pequena monta devidamente corrigido acrescido de multa de duas vezes esse valor é suficiente para recomposição do da má-fé do agente. entregou-as aos seus filhos para brincarem.Código Penal e 211. Exegese sistemática dos arts. cópia fiel de outro. porquanto tinham plena consciência de que as declarações introduzidas nos documentos que iriam usar não correspondia tanto que. portanto. ca. O fato de que buscava condições melhores de sobrevivência nos EUA. II. caput. Não pode o magistrado. §§ 8º e 9º). eitos passivos tanto o Estado como particular.. em razão da crise pela qual passa o Brasil. simplesmente mandar citar para a contestação. art. que o condenou pela prática do crime de peculato-culposo. não pode servir de desculpa para o cometimento de delitos. sem o exame dos fundamentos da manifestação prévia do demandado.. b) que causem prejuízo ao erário (art. 11). uncionário público para efeitos penais. O agente público que exerce cargo em comissão também subsume-se ao conceito penal de funcionário público e expõe-se. 17. extensão do dano causado. mais antigo no mercado. 342. assim que soube da falsidade das notas.

apesar da frustração. 22 da Lei n. como configurada a referida causa de aumento de pena tanto se os crimes forem c sua dependência física ou psíquica. associação de três pessoas. ei ocorrida no DOU de 29. 2/90. para uso próprio. a qual somente se considera consumada com o cometimento da última ação. O que foi objeto de veto na novel legislação foi a parte referente ao direito material. ao fornecimento oneroso de substância tóxica. com a aquisição.or por meio de contrato de câmbio fraudulento. de substância entorpecente ou que determine dependência física ou psíqu rnece gratuitamente e a conduta do que. o a plena capacidade de entender o caráter ilícito do fato ou de determinar-se de acordo com esse entendimento”. caracterizando-se. em caráter profissional. isto é. incluindo-se uma vírgula entre as expressões "de locais de trabalho coletivo" e "de estabelecimentos penais". O delito em exame é de perigo abstrato para a saúde pública. da Lei de Tóxicos. 7. reclusão de três a seis anos.368/1976. se a terceira ainda não foi julgada. Assim.432/1986 (efetivar operação de câmbio não autorizada. guarda ou posse. conta-se a prescriçã ês a seis anos de reclusão). no crime habitual. ou seja. à tipificação de delitos e não ao rito lá previsto. 6. 16 da Lei de Tóxicos). . com o fi eradas como única conduta. como ocorreu no caso. Por outro lado. I. ou omitindo operação de qualquer natureza."). o fato de a droga haver sido apreendida ainda em território brasileiro não desautoriza a aplicação da causa de aumento de pena prevista no art. A cessão gratuita de substância canábica ("maconha") equivale. se é certo que o entorpecen as as providências para que ele se viabilize. juridicamente. sse e guarda pelo paciente. atos. ditada pela diligência da Polícia. 0. É de ter-se. pois. portanto. inicialmente autorizado pelo Banco Central porque utilizados documentos falsos – incide no tipo penal descrito no art. para fins de comercialização.6 grama de maconha. em documento ou livro exigido pela lei fiscal. sem autorização legal ou regulamentar (art.11. mente a Lei n.76. pelo q mpossível a sua consumação‖). 18. comercializa a substância tóxica. ação e que deveria recolher aos cofres públicos"). o fato de a primeira haver sido absolvida da imputação não basta à descaracterização do delito em relação à segunda. uma ação constituída de vários atos que em conjunto constituem a conduta típica.

ao nela ingressar. a presença de dolo específico . 224 do CP. ainda. Ressaltou. 25). 29. piente limitou-se a afirmar que não foi autor da notícia mentirosa ou falaciosa. para admitir-se a exceção. e delitos e (c) exigência de estabilidade e de permanência da associação criminosa. tornan a de interpelação do responsável para dar explicações (CP. e são julgadas pela Câmara dos Vereadores: nada mais é do que o "impeachment". não ministrativas". a ação penal movida contra ele. e a quadrilha ou bando é armado. não apresentando fato que pudesse afastar. 144. os riscos dessa participação.consistente no propósito de impedir..C.” ).saber falso ou inexato. art. A existência de motivação política subjacente ao comportamento delituoso dos agentes não descaracteriza o elemento subjetivo do tipo consubstanciado no art . X. da Constituição (redação da E. de pronto. art. também chamadas de "crimes de responsabilidade" ou "crimes políticos". O art.” ) sócia de empresa devedora do tributo que. lito. de violência do art. 5250/67..” ). L. nº 1/92) determ rpus para julgar improcedente a ação penal movida contra o paciente. fora condenada sob o fundamento de haver assumido. precedentes afirmando que. embaraçar ou fraudar o exercício do voto. cordo com as disposições desta lei. mesmo sem exercer qualquer função de gerência na sociedade.

não detinha a potencialidade lesiva suficiente para repercutir na esfera penal. 3º . agravem a situação jurídico-penal do indiciado. os antecedentes. (Art. sa para admitir a substituição das penas privativas de liberdade somente quando “a culpabilidade. a conduta social e a personalidade do condenado. é variável. embora decorrido o período de sua duração ou cessadas as circunstânc as extinti-vas da punibilidade. essencialmente. ou seja. compatível com o preconizado no art. bem como os motivos e as circunstâncias indicarem que essa substituição s pena acima do mínimo legal. do réu ou do condenado. .A lei excepcional ou temporária. 59 do Código Penal.ede quando do elenco de doenças contagiosas se retira uma por se haver demonstrado que não tem ela tal característica. ainda mais. eprimenda na esfera penal. da a aplicação da Teoria da Cooperação Dolosamente Distinta. em função da maior ou menor culpabilidade do réu na eclosão do evento delituoso. considerando que a reprovabilidade da conduta do agente também não restou significativa.

Cuidando-se de lei especial com discipli-na própria. aplica-se o disposto na parte final do art.‖). E como os delitos foram praticados em situação que configura a continuidade delitiva. foi o de agravar a situação prevista no "caput" do mesmo artigo e. na modalidade do parágrafo único do art. "caput" e parágrafo único. 71) é de ser considerado. art. e par. 92. estando a vítima positivação do instituto do crime continuado. um sexto até metade. dizem respeito à estrutura do tipo penal – que é apropriação ou desvio de bens ou rendas públicas em caso de responsabilidade dos prefeitos ou vereadores. R m efeito não automático da condenação (CP. todos do Código Penal. 70). "caput" e parágrafo único. porquanto não podem en amento imprudente e negligente de que resultou o sinistro. único).ida de. são acrescidas de metade. respeitado o limite superior de 30 (trinta) anos de reclusão. se esta não dispuser de modo diverso. 214 e sua combinação com o art. pela co-existência do crime menos grave (art. I. 223. por si só. Essas circunstâncias. beneficiar o réu em relação aos crimes cometidos CP (―As regras gerais deste Código aplicam-se aos fatos incriminados por lei especial. . ao mesmo tempo. 71 do Código Penal. eito. já qualificaram o crime. 223. 12 do CP ("As regras gerais deste código aplicam-se aos fatos incriminados por l mbinação com o art. também o acréscimo respectivo (art. pelo menos.

75 do CP (―O tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a trinta anos.pois disso. pensão será revogada se. a da continuidade delitiva. § 2º. Deferiu-se. II . 682. III - revisto no art. no qual se pretendia que o crime de extorsão mediante seqüestro fosse desclassificado para o de roubo. por analogia. subtraído o relógio de uma delas. o art.‖). 158). a execução de pena de multa ou não efetua. em sentença irrecorrível.frustra. o beneficiário: I .é condenado. sem motivo justificado. cessada a medida de segurança. o writ para que. Precedentes. se aplique. ou para o de extorsão (CP. art. a reparação do dano. O benefício do crime continuado não alcança quem faz do crime a sua profissão. por crime doloso. no curso do prazo. parcialmente. embora solvente. do .

ue já extinta a punibilidade do agente pela decadência do direito de queixa-crime. a questão relativa à ausência de materialidade. de julho de 1965. diante do argumento de que as expressões lançadas estariam acobertadas p o há como se dar interpretação extensiva ou analogia in malam partem. Nesta instância. vir e de ficar com o f s corpus. a quem acabou por reconhecer como mãe. titulares naturais e jurídicos do direito de ir. por desconhecer a ação criminosa da denunciada. 5. inclusive acessórios. Ademais. antes do recebimento da denúncia. . o que não constitui em causa interruptiva da prescrição. há que se prestigiar o princípio da reserva legal. entender sua privação de liberdade de locomoção.) a ação penal. que é incompatível com o presente rito. II. 20. 23.250/1967 e dos arts. 21. pois demandaria dilação probatória. 139 e 140 do CP. quando o agente promover o pagamento do tributo ou contribuição social. bastando para sua configuração que se demonstre a ausência RF aceitou a denúncia formulada contra aquele Advogado pelos crimes dos arts. Além de que os pais verdadeiros. da Lei n. o crime examinado é omissivo puro. 138.

71). 168-A o nomen juris de ‗apropriação indébita previdenciária‘. outra qualificadora. II. I. contudo. Necessário seria indicar os benefícios irregulares habilitados e o efetivo pagamento pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).168-A. art. 168 do Código Penal. fato que. ao lado daquela. em face do princípio da reserva legal e da vedação da aplicação da analogia para prejudicar o acusado. para a r a si. ou em eventual fraude. pois a fi gura. c/c art. em princípio. e estelionato contra a Previdência Social. não se subsumem em nenhum tipo penal em vigor. . impresc nciária (CP. ser alegadas com proveito como excludente de ilicitude. se subsiste. diferentemente da apropriação indébita prevista no caput do art. a acusação não logrou êxito em demonstrar. § 1º) não impede a condenação do agente pelos dois delitos. 9. no nível do estado de necessidade. tal como traçada pelo Código Penal (art. Dificuldades financeiras por que passe a empresa não podem.moralmente. no caso. naquela não se exige. 24). II. Embora o legislador tenha dado ao tipo penal do art.

dição funcional. pois a conduta descrita no art. citando precedente deste Tribunal. à causa especial de aumento de pena a que se refere o art. compartilhando do entendimento da sentença recorrida e afastando a tese do concurso m m a moralidade da Administração Pública. A Terceira Turma. II. 327. 11). firma-se a competência pela Justiça Federal. 299 do Código Penal não requer a e estava em seu poder e não restou comprovada a ausência de dolo no curso da instrução processual. irrelevante a alegação de que os documentos falsos não se encontravam em poder das acusadas. não sendo mais suscetível de revisão naquele âmbito.ocumentos que iriam usar não correspondiam à verdade. § 2º. . negou provimento ao recurso. também. o pública (art. do Código Penal. esclareceu que o crime de moeda falsa não exige a presença do dolo específico para sua caracte e violação de direito autoral qualificada em concurso material com falsidade ideológica. por unanimidade. e valor é suficiente para recomposição do dano causado ao erário. Considerou. Não fi ca. tação prévia do demandado. O Voto. A decisão que aprecia as contas dos administradores de valores públicos faz coisa julgada administrativa no sentido de exaurir as instâncias administrativas.

com o fim de promover evasão de divisas do País). não da primeira como quer o recorrente. como se o forem nas imediações ou no interior de estabelecimentos penais. se é certo que o entorpecente se destinava ao exterior. sem autorização ou em desacordo com a autorização legal ou regulamentar.368/76. ssim. que constitui objeto de previsão legal constante do art. a matéria res aumento de pena tanto se os crimes forem cometidos nas imediações ou no interior de locais de trabalho coletivo. a figura delituosa do tráfico de entorpecentes. Quanto ao crime de gestão temerária ser de perigo concreto e não de perigo abstrato. no plano da tipicidade penal. fazendo-se irrelevante que seja pequena a quantidade de entorpecente. pelo que ambos os comportamentos realizam. no crime habitual. ento oneroso de substância tóxica. . Lei de Tóxicos.peração de câmbio não autorizada. u que determine dependência física ou psíquica. 12 da Lei no 6. conta-se a prescrição da data da última das ações que constituem o fato típico.

em parte.gressar. ao assim dizer. aos crimes comuns e derroga. nº 1/92) determina o "julgamento do Prefeito perante o Tribunal de Justiça". na espécie. está se referindo. rmando que. os riscos dessa participação. para a configuração do delito de quadrilha. reprodução de comentários ou de publicações sobre os fatos objeto da ofensa. que atribuia es nto subjetivo do tipo consubstanciado no art. não basta. 2º do Decreto-lei nº 201/67. 288 do CP.C. basta a vontade de associação criminosa . justa causa para a condenação. para admitir-se a exceção. eis que.manifestada por mais de três pessoas -. sejam . apenas. nstituição (redação da E. tornando-se responsável pelos atos praticados em nome da pessoa jurídica. A Turma entendeu que não havia. o art. para a prova da verdade. dirigida à prática de delitos indeterminados.

aplica-se ao fato praticado durante sua vigência. nstâncias indicarem que essa substituição seja suficiente. ademais.de sua duração ou cessadas as circunstâncias que a determinaram.” Cuidando-se. .) tir na esfera penal. no caso concreto. de delito previsto em lei especial (Lei de Tóxicos). não seria aplicável essa regra geral do CP.

F. exclusivamente.. 224 também do Código Penal. em face das circunstâncias refe ódigo aplicam-se aos fatos incriminados por lei especial. a alegação de que os acréscimos pelo concurso formal e pela continuidade delitiva são inacumuláveis. 4.o respectivo (art. Conseqüentemente. porquanto não podem entrar no cálculo da pena-base se já foram consideradas.Se o juiz reconhecer a possibilidade de nova definição jurídica do fato. Habeas-Corpus conhecido e deferido. a mitigar a pena. 71) é de ser considerado. Art.T. pois o reconhecimento da continuidade delitiva se destina. pois. a Turma concedeu em parte a ordem de habe . em ualificaram o crime."). 384 . Rejeita-se.689. em consequência d ciar o réu em relação aos crimes cometidos em concurso material. em precedentes do S. sem influir em outros institutos penais. inclusive. vem sendo adotada a revisão do cálculo da pena. nesses casos. estando a vítima em qualquer das hipóteses referidas no art. se esta não dispuser de modo diverso. com base. Isso posto.) (Decreto-lei n° 3. 30 (trinta) anos de reclusão.

por analogia. por cri se aplique. a reparação do dano. do CPP. e se proceda conforme previsto para a interdição civil da paciente. nos termos dos arts.motivo justificado. 78 deste Código. 1.A suspensão poderá ser revogada se o condenado descumpre qualquer outra condição imposta ou é irrecorrivelmente condenado. o art. § 2º. na parte em que determina a comunicação ao ―juiz dos incapazes‖. .769 e seguintes do CC (CPP: ―Art. 682. § 1° . III .descumpre a condição do § 1° do art.

Em relação à extinção de punibilidade. 133 da CF/1988. 7º. nem qualquer da configuração que se demonstre a ausência de repasses à Previdência Social de valores descontados dos salários dos empregados. vir e de ficar com o filho. a Turma concluiu que não existe imprecisão nos fatos atribuídos à paciente.urídicos do direito de ir. Isso posto. prosseguindo o julgamento. do CP. 8. destacou a alteração no tratamento legal implementado pela Lei 10. por maioria. entendeu trancar a ação penal. da Lei n. 142. I. art. § 2º. sempre foram contrários a que ele permanecesse na companhia de quem quer que fosse.906/1994).68 expressões lançadas estariam acobertadas pela imunidade judiciária (art. a Turma. e art. ao fundamento .

basta a intenção de não rep traçada pelo Código Penal (art. Para a confi guração do delito previsto no art. situação inocorrente na espécie. e não o restituir. A prova da autoria pode ser feita com a demonstração. naquela não se exige. no c ação não logrou êxito em demonstrar. em que um perece para que o outro sobreviva. III. III. a vontade livre e consciente de apropriar-se do bem. imprescinde de um confl ito entre sujeitos de direitos legítimos. para a realização da conduta típica. 168-A do Código Penal. 24).Código Penal. .

presença do dolo específico para sua caracterização. A sua consumação se dá com a simples ofensa potencial de causar dano à fé pública (objeto jurídico tutelado). independentemente das sanções pen .rita no art. sendo suficiente a presença do dolo genérico. excluída de apreciação pelo Poder Judiciário. 299 do Código Penal não requer a posse dos documentos. 10 da Lei 8. a emissão da declaração falsa foi o meio de que os denunciados se valeram para vi cetível de revisão naquele âmbito.429/92. no entanto. Não fi ca. mas apenas a participação na inserção de dados diversos dos que deveriam constar nos documentos pessoais. por estar-se diante de crime contra a propriedade intelectual que absorveu a falsidade ideológica. porquanto nenhuma lesão de direito pode dele ser subtraída. prescindindo de resultado lesivo a recorrida e afastando a tese do concurso material. Na hipótese do art. No caso. III.

na medida em que se identifica com cada uma das atividades materiais descritas na .ncreto e não de perigo abstrato. O conceito jurídico de tráfico de entorpecentes. gal constante do art. revela-se amplo.368/76. 12 da Lei no 6. a matéria restou não prequestionada. que emerge do texto da Lei no 6.368/76.

O crime de quadrilha é juridicamente independente daqueles que venham a ser praticados pelos agentes reunidos na societas delinquentium. que atribuia esta competência ao juiz singular. a à prática de delitos indeterminados. da mesma espécie. sejam estes. O delito de quadrilha . ou não.2º do Decreto-lei nº 201/67.

.

para. Habeas-Corpus conhecido e deferido. em parte. não conti 4. mantida a condenação. definição jurídica do fato. em consequência de prova existente nos autos de circunstância elementar. anular o acórdão no ponto em que fix Turma concedeu em parte a ordem de habeas corpus.cumuláveis. em face das circunstâncias referidas. .

sta ou é irrecorrivelmente condenado. 1.769 e seguintes do CC (CPP: ―Art. verificada por perícia . por crime culposo ou por contravenção. a pena privativa de liberdade ou restritiva de di s arts. 682. O sentenciado a que sobrevier doença mental.

43 do CPP.fatos atribuídos à paciente. sendo inviável o trancamento da ação penal. nem qualquer das falhas previstas no art. Outrossim o atamento legal implementado pela Lei 10. apesar de as expressões tidas como ofensivas terem sido veiculadas em expediente . que não mais condiciona a obtenção dos benefícios previstos no seu art. 9º ao fato de ser o parcelamento ou p endeu trancar a ação penal. ao fundamento de que.684/03.

basta a intenção de não repassar à previdência social as contribuições recolhida ria pode ser feita com a demonstração. no contrato social.o Código Penal. da participação dos acusados na gerência .

Nos termos do art. independentemente das sanções penais. prescindindo de resultado lesivo a terceiros (finalidade específica). 35 da Lei 7.646/87 (hoje rev 429/92. está o responsável pelo ato .o tutelado). o de que os denunciados se valeram para violar o direito do autor do programa autêntico. civis e administrativas.

ma das atividades materiais descritas na cláusula de múltipla tipificação das condutas delituosas a que .

O delito de quadrilha subsiste autonomamente.ocietas delinquentium. ainda que os crimes para os quais foi organizado o b .

na assentada de 21/11/03. STJ STJ TRF-1 JEF-TUN TRF-1 JEF-TUN STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-3 JEF-TUN TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-3 TRF-4 TRF-4 TRF-1 SUM SUM 107 SUM EJ491 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 105 SUM SUM SUM SUM SUM EJ504 Direito ao benefício Direito ao benefício Direito ao benefício Generalidades Generalidades Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Passivo Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Valor mensal Passivo SÚMULA 044: A definição. CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. reembols No caso das cooperativas para fins de serviços médicos.Se a prova pericial realizada em juízo dá conta de que a incapacidade já existia na data do requeri A aposentadoria por invalidez será devida a partir do dia imediato ao da cessação do auxílio doença. STF STF TRF-1 TRF-1 JEF . pessoa designada.Em se tratando de matéria previdenciária. do Ato das Disposições Constitucionais Transitór 008 . beneficiários.212/91 e 8. CONTRIBUIÇÕES PREVIDENCIÁRIAS. A Seção. não ca Inadmissível considerar a assistência média como salário in natura . regimes. trabalhador rural. A federação de futebol insurge-se co EXECUÇÃO FISCAL. 001 . valor mensal. TRF-3 TRF-4 TRF-2 TRF-2 SUM SUM SUM SUM Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades 009 . soldos e pe SÚMULA 020: O critério de revisão previsto no art. OBRA. PROPRIETÁRIO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁ VALE-TRANSPORTE. por si só. empresário ou empregador.Previdenciário 01. Previdência Social: órgãos. na condição de dependente. A recorrente. eis que o referido benefício não pod SÚMULA 688: É legítima a incidência da contribuição previdenciária sobre o 13º salário. MULHER CASADA. utilizados no cálculo da renda mensal inicial. Trata-se da incidência ou não de contribuiç CONTRIBUIÇÃO. em ato regulamentar.Não há direito adquirido. na condição de segurado especial.A conversão dos benefícios previdenciários em URV. é incabível a equivalência entre o salário-de-contribuição e o salário-de Os juros moratórios sobre benefícios em atraso. no regime geral da Previdência Social. obedece às disposições do art SÚMULA 148: Os débitos relativos a benefício previdenciário.604/87 não impede a revisão dos cálculos iniciais e dos reajustes posteriores dos 006 . mulher casada. são devidos n . FUTEBOL. M RECURSO ADMINISTRATIVO. não serão reajustad Na atualização dos salários-de-contribuição. com habitualidade. APOSENTADORIA ESPECIAL. a empregados a título de gratificação de férias. autônomo.vencimentos. Previdência Social e Seguridade Social: princípios e regras constitucionais. de grau mínimo de disacusia. em se tratando de ações previdenciárias. torna-se desnecessário o prévio exaurimento da via administrativa. razão pela qual tal verba não integra o salário-de-co Os aluguéis do empregado pagos pelo empregador com habitualidade. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DE SÓCIO DE 04. segurado facultativo. O Supremo Tribunal Federal vem 004 . trabalhador avulso. de benefício c SÚMULA 049: O critério de revisão previsto na Súmula 260. RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. DEPÓSITO PRÉVIO. DÉBITO PREVIDENCIÁRIO. Prosseguindo o julgamento. Benefícios previdenciários: período de carência. por tempo indeterminado. vencidos e cobrados em juízo após a vigê SÚMULA 204: Os juros de mora nas ações relativas a benefícios previdenciários incidem a partir da cita SÚMULA 007: Extinto o Bônus do Tesouro Nacional. quando o falecimento do PENSÃO. salários. inscrições. INEXISTÊNCIA. Salário-de-contribuição: empregado. a correção monetária de benefícios previdenciários SÚMULA 013: A atualização monetária de diferenças resultantes de revisão dos cálculos iniciais e dos r SÚMULA 019: O pagamento de benefícios previdenciários. proventos. 8. prosseguindo o julgamento. a contribuição social passou a ser exigida pela CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. 58. funcionário público (Leis n. LEGALIDADE. do Tribunal Federal de Recursos. A questão consiste e SAT.É constitucional a exigência de depósito prévio da multa para interposição de recurso administrativ SÚMULA 046: A SUSPEITA DE FRAUDE NA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO NÃO A SÚMULA 049: AS DISPOSIÇÕES CONTIDAS NOS PARÁGRAFOS §§ 5º E 6º DO ART. em março/94. com 055 . MORTE. segurados. declarou a inconstitucionalidad A sociedade. CNPJ. GRAU DE RISCO. salário-de-benefício. SAT.TUN STJ SUM JR EJ473 EJ480 SUM 199 Segurados Beneficiários Segurados Beneficiários Beneficiários Beneficiários SÚMULA 466: Não é inconstitucional a inclusão de sócios e administradores de sociedades e titulares d RE 194854 AgR-ED / RS (22/10/2002): A extensão automática da pensão ao viúvo em decorrência do fa O Supremo Tribunal Federal. não exclui. FATO GERADOR.Em matéria previdenciária.O critério de cálculo da aposentadoria proporcional estabelecido no artigo 53 da Lei 8213/91 não o 040 . a Turma negou provim CONTRIBUIÇÃO PREVIDENCIÁRIA. 201 DA CONST 02. sessão plenária.O reajuste dos proventos resultantes de benefícios previdenciários deve obedecer às prescrições l 049 . APURAÇÃO. hoje.Os benefícios de prestação continuada.213/91). UNIÃO ESTÁVEL.Por falta de previsão legal. Os pagamentos efetuados. de FEDERAÇÃO. diverso do SÚMULA 012: A Lei 7. a co SÚMULA 272: O trabalhador rural. RMI e reajustamentos. incide a correção monetária a partir do vencimento de ca 008 . segur STJ STJ TRF-1 STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 167 167 112 SUM 182 183 190 195 197 256 256 255 255 203 Base de cálculo Base de cálculo Base de cálculo Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Responsabilidade previdenciária Base de cálculo SAT Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária O auxílio-creche é indenização e não remuneração. não aceita mais a discriminação aos homossexuais. DÉBITOS PREVIDENCIÁRIOS. empregado doméstico. sujeito à contribuição obrigatória s O benefício é regido pela legislação da época em que implementados os requisitos para a sua concessã 022 . veio a conviver 03.

abono anual e outros auxílios.Nas demandas que julgam procedente o pedido de diferença de correção monetária sobre depósito 057 . art. EXPOSIÇÃO A AGENTES INSALUBRES.A prestação de serviço rural por menor de 12 a 14 anos. Contagem Recíproca.Tempo de Serviço Rural. no caso de contribuinte que perceba remuneração variável.05.Provado que o aluno aprendiz de Escola Técnica Federal recebia remuneração.As ações de cobrança de correção monetária das contas vinculadas do FGTS sujeitam-se ao prazo 056 . vítima de novo infortúnio. mesmo que indire SÚMULA 032: CONTA-SE COMO TEMPO DE EFETIVO SERVIÇO. RENDA SUPERIOR AO LIMITE ESTABELECIDO PELO ART. para fins de aposentadoria. PARA FINS PREVIDENCIÁRIOS. abono de permanência. PROVA MATERIAL. sujeitando-se ao prazo prescricional de . são corrigidos em 42. não se exige que o início de prova material. embora não deva integrar o salário-de-contribuição.213/91. e que te SÚMULA 033: Aposentadoria especial decorrente do exercício de atividade perigosa. de 24 de julho 009 . pensões. deve 020 .As contribuições para o FGTS não têm natureza tributária. faz jus a um único benefício somado ao salário de SÚMULA 154: Os optantes pelo FGTS. Prosseguindo SÚMULA 149: A prova exclusivamente testemunhal não basta à comprovação da atividade rurícola. não se computa o tempo de serviço 005 . 13 DA EMENDA C 06. D A outorga de procuração não transfere direitos. Tempo de serviço: conceito. confo SÚMULA 593: Incide o percentual do fundo de garantia do tempo de serviço (FGTS) sobre a parcela da SÚMULA 046: Na hipótese de descumprimento da obrigação de corrigir os saldos das contas vinculadas O pedido de movimentação de conta vinculada do FGTS pode ser apreciado judicialmente. Rateio de pensão por morte.A certidão de casamento ou outro documento idôneo que evidencie a condição de trabalhador rura 014 . SERVIÇO. não podendo haver discriminações entre filhos legítim É cabível pensão por morte a companheiro homossexual. não modificou a situação do servidor celetista anterior É garantido à pessoa portadora do HIV. Entende-se que a comprov TEMPO DE SERVIÇO. TEMPO. Concubinato desfeito antes do óbito (e do casamento civil subseqüente).Para a concessão de aposentadoria rural por idade. Cura da doença determinante da concessão do benefício. REGIME. nos termos da legislação então vigente. Outros TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STF TRF-1 TRF-1 TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-4 TRF-4 103 107 162 SUM SUM SUM SUM EJ435 SUM SUM EJ477 SUM SUM SUM SUM SUM FGTS FGTS FGTS Acidente de trabalho FGTS FGTS Previdência privada FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS É possível a utilização de recursos do FGTS para pagamento de financiamento destinado à aquisição de É possível o levantamento do FGTS para pagamento de tratamento de dependente portador do vírus HIV A dispensa do empregado em razão da anulação do contrato de trabalho que mantinha com a empresa p SÚMULA 146: O segurado. ECONOMIA FAMILIAR. de 11 de dezembro de 1990. O Guia de recolhimento de Imposto Territorial Rural em nome do pai do autor. contagem e comprovação. JUSTIÇA DO TRABALHO. auxílio-doença. Benefícios previdenciários em espécie: aposentadorias.112. IX e CF/1988. co pode ser computado. que comprove não possuir meios de prover a própria manutençã O auxílio-acidente. porquanto a 071 . CF 1946. quando provada a relação estável.958. pela legislação infraconstitucional. INÍCIO.Os juros moratórios são devidos pelo gestor do FGTS e incidem a partir da citação nas ações em q 062 . apenas possibilita que o representante legal realize atos Aposentadoria por invalidez. ACORDO. Certifi cado de Dispensa de A vedação constitucional de trabalho ao menor de 14 anos. O uso de Equipamento de Proteção 010 . para 006 . art. período de trabalho decorrente de acordo homologado a atividade estudantil anterior à edição da Lei 7004/82 não pode ser computada para efeitos de tempo de O segurado que presta serviço em condições especiais. sem o re 018 . tem direito a taxa progressi SÚMULA 252: Os saldos das contas do FGTS. porquanto sua inclusão e posteri A mãe adotiva tem direito ao auxílio-maternidade. nos termos da Lei nº 5.7 SÚMULA 290: Nos planos de previdência privada. até o advento da Lei 8. 157. a ausência do enquadramento da atividade desemplenhada pelo segurado como atividade especial (insa SÚMULA 726: Para efeito de aposentadoria especial de professores. Incapacidade per AUXÍLIO-RECLUSÃO.A Lei nº 8. não cabe ao beneficiário a devolução da contribuição O saque do FGTS para pagamento de tratamento de saúde de dependente não pode ser obstado.O tempo de serviço do segurado trabalhador rural anterior ao advento da Lei nº 8. Acumulaçã STJ STJ JEF-TUN TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 164 SUM SUM 110 162 112 108 EJ499 111 EJ501 202 Aposentadoria Aposentadoria Aposentadoria Assistência social Auxílio-acidente Auxílio-maternidade Pensão Pensão Seguro-desemprego Aposentadoria Auxílio-reclusão A aposentadoria por invalidez só é integral se a doença constar no rol daquelas previstas para a concess SÚMULA 159: O benefício acidentário.213. 7º. de 1973.Somente a Caixa Econômica Federal tem legitimidade passiva as ações que objetivam a correção 043 . insalubre ou penos o tempo de serviço é regido pela lei vigente ao tempo da sua prestação. XXX RECONHECIMENTO DE TEMPO DE SERVIÇO ESPECIAL. O tempo de serviço rural anterior à vigência da Lei 024 . C 07. TRF-1 STJ STJ STJ STJ JEF-TUN JEF-TUN TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF JEF-TUN JEF-TUN JEF-TUN JEF-TUN JEF-TUN TRF-2 TRF-1 TRF-1 TRF-1 SUM 161 190 191 SUM SUM SUM 109 109 EJ491 SUM 161 161 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM EJ504 EJ504 203 Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Comprovação Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Contagem Comprovação Contagem Contagem SÚMULA 027: Não é admissível prova exclusivamente testemunhal para reconhecimento de tempo de e condições desiguais vivenciadas pelo trabalhador rural levam à adoção da solução "pro misero" (no sent RECONHECIMENTO.Aposentadoria Especial – Equipamento de Proteção Individual.

a Seção. ATRASO. MULTA.TRF-4 TRF-1 STJ STJ TRF-2 TRF-2 SUM EJ489 190 195 SUM SUM FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS FGTS 030 . afirmando que é possível o levantamento do FGTS para FGTS. entendeu q SÚMULA 028: NAS AÇÕES EM QUE SE DISCUTE A CORREÇÃO MONETÁRIA DOS SALDOS DAS C SÚMULA 047: A AUSÊNCIA DOS EXTRATOS DAS CONTAS DO FGTS NÃO IMPEDE A PROPOSITUR . PAGAMENTO. Prosseguindo o julgamento. por maioria.A conversão do regime jurídico trabalhista para o estatutário não autoriza ao servidor o saque dos É possível de forma excepcional a utilização do saldo do FGTS para amortizar financiamento obtido por A Turma negou provimento ao recurso da CEF.

de. 1999. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. prosseguindo o julgamento. no percentual de 39. ART. to prévio da multa para interposição de recurso administrativo. veio a conviver em concubinato com o servidor estadual formando entidade familiar estável e pública. a equivalência entre o salário-de-contribuição e o salário-de-benefício para o cálculo da renda mensal dos benefícios previdenciários. SÃO AUTO-APLICÁVEIS. Mesmo após o advento da Lei n. 12.feito. 84/1996.212/1991. incisos I e II da Lei 8. da Lei n. que perdurou por 13 anos até o falecime empresário ou empregador. sujeito à contribuição obrigatória sobre a produção rural comercializada.esnecessário o prévio exaurimento da via administrativa. cio previdenciário. antes da conver na Súmula 260. A Seção. CO-DEVEDORES. eis que o referido benefício não pode ser entendido como rotineiro ou habitual. quando o falecimento do segurado deu-se após o advento da Lei 9.67%. III. da Constituição Federal de 1988. esta é o termo inicial do benefício assistencial. com atraso. Reajustamentos. a correção monetária de benefícios previdenciários oriundos de condenação judicial passou a ser feita pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor. de benefício concedido após março de 1994. mulher casada. § 6º.01. iários em URV. 2000 e 2001. deu provimento aos embargos de divergência do INSS. não exclui. em março/94. mantendo o acórdão do Tribunal a EVIDENCIÁRIA. 58. 13 DA LEI 8. razão pela qual tal verba não integra o salário-de-contribuição. partir do dia imediato ao da cessação do auxílio doença. incide a correção monetária a partir do vencimento de cada prestação do benefício. deve ser incluído o IRSM de fevereiro do mesmo ano. Nacional. FATO GERADOR. 105. 8. a contribuição social passou a ser exigida pela LC n. xtensão automática da pensão ao viúvo em decorrência do falecimento da esposa-segurada. so minação aos homossexuais. 8. funcionário público (Leis n. possuem nature ços médicos. administrativamente. . 201 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. 84/1996 sobre as remunerações pagas a qualquer título. dá conta de que a incapacidade já existia na data do requerimento administrativo. somente faz jus à aposentadoria por tempo de serviço. assim considerado aquele como dependente desta. o dono da obra tem responsabilidade subsidiária à do construtor pelas contribuiçõe PRÉVIO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA. da Constituição Federal de 1988. não serão reajustados com base no IGP-DI nos anos de 1997. O legislador APURAÇÃO. 636. reembolso educacional. procedendo-se à atualização em consonância com os índices legalmente estabelecidos. por tempo indeterminado. 1º da LC n. material escolar e verba de representação no período de novembro de 1992 a fevereiro de 1997. ção de segurado especial. Trata-se da incidência ou não de contribuição previdenciária nas hipóteses em que o empregador efetua o pagamento de vale-transporte em moeda corrente.00.032/95. CNPJ. a. COM REDAÇÃO DADA PELA EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 20/88. mantendo posicionamento anterior no sentido de que a alíquota da contrib S PREVIDENCIÁRIAS. PROPRIETÁRIO. inciso I. salários. DÉBITO PREVIDENCIÁRIO. 58. de 1991. segurado especial. 8. l. tendo em vista as dispo de 21/11/03. da CF/1988.212/91 e 8.) de benefícios previdenciários deve obedecer às prescrições legais. pessoa designada. diferenças resultantes de revisão dos cálculos iniciais e dos reajustes posteriores dos valores de benefícios previdenciários é devida a partir do primeiro pagamento a menor. contribuição da empresa e do empregador doméstico.212/1991 e no art. Prosseguindo o julgamento. devem ser corrigidos monetariamente na forma prevista nesse diploma legal. exige lei específica. segurado facultativo. regador com habitualidade. 22. tendo em v a. proporcional estabelecido no artigo 53 da Lei 8213/91 não ofende o texto constitucional.899-81. da Lei 9. nas hipóteses previstas pelo art. não há por que não se estender essa união de dependente. verificando-se o caráter remuneratório de referidas parcelas.620/93. O Supremo Tribunal Federal vem reconhecendo a união de pessoas do mesmo sexo para efeitos sucessórios. A SUA SUSPENSÃO OU CANCELAMENTO. não caracterizam ajuda de custo.com a redação dada pela Lei nº 8870/94 . a Turma negou provimento ao recurso em que a empresa de telecomunicações alega a ilegalidade do pagamento da contribuição para custeio da apo STÊNCIA. aso. SENDO INDISPENSÁVEL A APURAÇÃO DOS FATOS AS NOS PARÁGRAFOS §§ 5º E 6º DO ART. na redação que lhe foi dada pelo § 1º. DE IMEDIATO. como condição de ajuizamento da ação. declarou a inconstitucionalidade da alínea h. se recolher contribuições facultati ca em que implementados os requisitos para a sua concessão. soldos e pensões. a concessão do benefício previdenciário. perdeu eficácia revisão dos cálculos iniciais e dos reajustes posteriores dos valores de benefícios previdenciários (TFR. de 1997. proventos. diverso do estabelecido no art. relativas a benefícios previdenciários incidem a partir da citação válida.880/94 (MP nº 434/94). Suce NCIÁRIOS. A recorrente. distribuídas ou creditadas aos seus próprios cooperados (médic ONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA. da Lei 8. por si só. vencidos e cobrados em juízo após a vigência da Lei nº 6. está sujeito a correção monetária desde o momento em que se tornou devido.212. durante todo o período de trabalho na empresa. no art. do art. art. no regime geral da Previdência Social.e pelo art. neração. CITAÇÃO. RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA DE SÓCIO DE SOCIEDADE LIMITADA. usão de sócios e administradores de sociedades e titulares de firmas individuais como contribuintes obrigatórios da previdência social. do Tribunal Federal de Recursos. d a como salário in natura . obedece às disposições do art. do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias. do Tribunal Federal de Recursos. e aplica-se some ária. sessão plenária. utilizados no cálculo da renda mensal inicial. § 1º. A Turma não conheceu do recurso interposto com base no art. (precedentes do egrégio STJ e da 1ª Seção deste Tribunal – AR 2002. sendo sua cont previdenciários.506. em se tratando de ações previdenciárias.213/91).021663 . é diverso do estatuído na Súmula 260. assim como o IPTU do imóvel locado.93 da Lei nº 8212/91 . HER CASADA. da CLT NA CONCESSÃO DO BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO NÃO AUTORIZA. A federação de futebol insurge-se contra a cobrança cumulativa das contribuições previstas no art. afastadas as normas administrativas que disponham de maneira diversa. de grau mínimo de disacusia. a empregados a título de gratificação de férias. Logo. poderá ntribuição previdenciária sobre o 13º salário. A questão consiste em saber se pode ser substituída pelo arrolamento de bens a exigência do depósito prévio de 30% do valor da autuação do débit PECIAL. 13. IMPOSSIBILIDADE entar. 20. OBRA. são devidos no percentual de 1% (um por cento) ao mês. Súmula 260. uma vez que o trabalhador.vencimentos. IMPULSO EX OFFICIO.

não são devidos juros de mora relativamente às contas não movimentadas. não descaracteriza o tempo de serviço espe ecíproca. pode ser reconhecida para fins previdenciários. e o pedido de diferença de correção monetária sobre depósitos do FGTS. o recebimento de um salário mínimo de benefício mensal (art. tenha havido ou não levantamento do saldo. a Turma considerou como início de prova material para concessão de aposentadoria o acordo judicial. e que teria direito por isso à aposentadoria especial. faz jus a um único benefício somado ao salário de contribuição vigente no dia do acidente. são considerados como razoável início de prova material de atividade rural d nor de 14 anos. ao tempo da sua prestação. pode ser considerado para a concessão de benefício previdenciário do Regime Ge ola Técnica Federal recebia remuneração. comprove não possuir meios de prover a própria manutenção ou de tê-la provida por sua família. porém. ECONOMIA FAMILIAR. à conta do orçamento da União. da CF/88). mento de saúde de dependente não pode ser obstado. de 1973. A Segunda Turma Suplementar. não modificou a situação do servidor celetista anteriormente aposentado pela Previdência Social Urbana. ainda que elimine a insalubridade. O tempo de serviço rural anterior à vigência da Lei nº. são corrigidos em 42. ento da obrigação de corrigir os saldos das contas vinculadas ao FGTS. não se exige que o início de prova material.213/91. aso de contribuinte que perceba remuneração variável. Incapacidade permanente para o trabalho. TS. o de Proteção Individual. gestor do FGTS e incidem a partir da citação nas ações em que se reclamam diferenças de correção monetária. devem incidir juros moratórios no percentual de 0. abono anual e outros auxílios. Acumulação. mesmo que indireta. porquanto sua inclusão e posterior pagamento cumulativo acarreta "bis in idem". tendo em vista a inexistência de legislação que previsse a filiação dos estudantes à Previdência Social. sem o recolhimento de contribuições previdenciárias. Prosseguindo o julgamento. razão pela qual o recebimento do seguro-desem a determinante da concessão do benefício. na forma do Art. especial de professores. Certifi cado de Dispensa de Incorporação. hador rural levam à adoção da solução "pro misero" (no sentido de ser mais maleável quanto à prova do tempo de serviço do trabalhador rural).958.213/91 pode ser utilizado para fins de contagem recíproca. do AO LIMITE ESTABELECIDO PELO ART. com anot emunhal não basta à comprovação da atividade rurícola. 4º da Lei nº 5. alhador rural anterior ao advento da Lei nº 8. Dependência econômica não provada. desemplenhada pelo segurado como atividade especial (insalubre ou perigosa) não inviabiliza sua consideração para fins de concessão de aposentadoria. parcial ou integralmente. pensões. insalubre ou penosa não exige idade mínima do segurado. não cabe ao beneficiário a devolução da contribuição efetuada pelo patrocinador. apenas possibilita que o representante legal realize atos em nome do outorgante. até o advento da Lei 8. EXPOSIÇÃO A AGENTES INSALUBRES. XXXV. tem direito a taxa progressiva dos juros. de 24 de julho de 1991. para efeito da obtenção de benefício previdenciário. conforme aplicação do art. que ‗a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito‘. no tempo certo. ural por idade. nos termos da legislação então vigente. pela legislação infraconstitucional. lação do contrato de trabalho que mantinha com a empresa pública. por unanim usivamente testemunhal para reconhecimento de tempo de exercício de atividade urbana e rural (Lei 8. IX e CF/1988.55. ser cumulado com a aposentadoria (Lei 6367/1976). onetária das contas vinculadas do FGTS sujeitam-se ao prazo prescricional de trinta anos. homossexual. por se tratar de norma de proteção sem VIÇO ESPECIAL. não obstante.5% (meio por cento) ao mês ada do FGTS pode ser apreciado judicialmente. como previsto em lei. II. não podendo haver discriminações entre filhos legítimos ou não. art. PROVA MATERIAL. EXERCIDA SOB A VIGÊNCIA DO DECRETO Rural em nome do pai do autor.213/91. POSSIBILIDADE. representa culpa recíproca a justificar o levantamento do saldo da conta vinculad nfortúnio. XXXIII não pode inibir o direito do menor ver reconhecido o tempo de trabalho com 11 anos. 7º. não se computa o tempo de serviço prestado fora da sala de aula. dade. ainda que a operação se realize fora do SFH. esfeito antes do óbito (e do casamento civil subseqüente). 13 DA EMENDA CONSTITUCIONAL 20/98. ar o salário-de-contribuição. REGIME. umento idôneo que evidencie a condição de trabalhador rural do cônjuge constitui início razoável de prova material da atividade rurícula. da CF/1988. CONVERSÃO DO TEMPO ESPECIAL EM COMUM. doria. PRINCÍPIO DA ISONOMIA E DA PROTEÇÃO À FAMÍLIA. O PERÍODO DE ATIVIDADE COMO ALUNO-APRENDIZ EM ESCOLA TÉCNICA. quando provada a relação estável. 5º. uma vez preenchidos os requisitos legais. de acordo com o disposto no art. faz jus ao cômputo do tempo nos moldes previstos à época em que realizada a ati rrente do exercício de atividade perigosa.ncia. deve ser calculado com base na média aritmética dos últimos doze meses de contribuição. Embora restabelecida a segurada. por infração ao art. identifi cada por laudo pericial judicial. 157. . Apelação não provida. CF 1946. 1288 do Código Civil. 203.213. O uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI). assim entendida aquela que soma tempo de atividade privada.107-66. 196 da Constituição e interpretação extensiva do art. r de 12 a 14 anos. cuja existência no período pleiteado verific A DO TRABALHO. agamento de tratamento de dependente portador do vírus HIV. a teor da Súmula 198 do TFR. 37. sob pena de desvirtuação da de garantia do tempo de serviço (FGTS) sobre a parcela da remuneração correspondente a horas extraordinárias de trabalho. corresponda a todo o período equivalente à carência do benefício. se a doença constar no rol daquelas previstas para a concessão de aposentadoria integral. o respectivo tempo de serviço pode ser computado para fins de aposentadoria previdenciária DE EFETIVO SERVIÇO. Apelação na qual se objetiva o restabelecimento de bene S para pagamento de financiamento destinado à aquisição de imóvel residencial. 8. Entende-se que a comprovação de tempo de serviço prestado em empresa sob o regime de economia familiar. XI da Lei 8. período de trabalho decorrente de acordo homologado pela Justiça do Trabalho. em razão de cura. art. 1990. no caso de exposição a ruído. PARA FINS PREVIDENCIÁRIOS. sujeitando-se ao prazo prescricional de trinta anos. tem legitimidade passiva as ações que objetivam a correção monetária das contas vinculadas do FGTS. acolhidos pelo STJ os índices de 18 rivada. pode.036/90. O direito da companheira ao rateio da pensão por morte deriva do tos. art. INÍCIO. porquanto a Constituição prevê no art. I.72% (IPC) quanto às perdas de janeiro de 1989 e 44. m natureza tributária. V.80% (IPC) quanto às de abril de 1990. ei 7004/82 não pode ser computada para efeitos de tempo de serviço. termos da Lei nº 5.§ 3º). qualifi cando o autor como lavrador. 20. devidamente comprovada. es especiais.

os juros moratórios. a correção monetária e as multas cobradas do emprega ISCUTE A CORREÇÃO MONETÁRIA DOS SALDOS DAS CONTAS VINCULADAS DO FGTS A PRESCRIÇÃO É TRINTENÁRIA. desde que preenchidos os requisitos exigidos para a operação pelas regras do SFH. 8. entendeu que revertem ao próprio fundo. afirmando que é possível o levantamento do FGTS para fins de custear tratamento de criança portadora do vírus HIV dependente do titular (art. XIII. e. inciso acre rosseguindo o julgamento.036/1990. a Seção. BEM COMO. e não ao empregado. demon EF. 20. por maioria. no âmbito do SFH. da Lei n. o do saldo do FGTS para amortizar financiamento obtido por companheiro. NAQUELAS EM QUE SE DISCUTE A APLIC OS DAS CONTAS DO FGTS NÃO IMPEDE A PROPOSITURA DA AÇÃO JUDICIAL QUANDO OS REFERIDOS DOCUMENTOS ESTIVEREM SUPRIDOS POR OUTROS MEIOS QUE COM .hista para o estatutário não autoriza ao servidor o saque dos depósitos do FGTS.

01. VI. entendeu que a responsabilidade tributária dos sócios.212/1991 e no art. iro do mesmo ano.212/1991. e aplica-se somente aos benefícios previdenciários concedidos até 04/10/1988. e seu § 5º.506.dação dada pela Lei nº 8870/94 . integrarem o salário-de-contribuição. IMPULSO EX OFFICIO. exige lei específica. de 1997. tendo ucessórios. ar estável e pública. de 12 de junho de 1987. tendo em vista as disposições constitucionais inscritas no art. (SÚMULA T. contados a partir da citação os relativos às parcelas vencidas antes dela e a partir de cada mês de referência os incide . da Lei 9. caput. 1º da LC n. mantid onância com os índices legalmente estabelecidos. cional de Preços ao Consumidor. A citada lei equiparou as coo sponsabilidade subsidiária à do construtor pelas contribuições previdenciárias (Súm. F.67%. não há por que não se estender essa união para efeito previdenciário. III. e o mês do referido pagamento. da CLT. Essa é a mesma linha de entendimento tra osicionamento anterior no sentido de que a alíquota da contribuição para o Seguro de Acidente do Trabalho (SAT) deve corresponder ao risco da atividade desenvolvida em cada estabeleci § 6º. não se achando obrigado a utilizá-la. portanto. Logo. guarda a mesm ncia do depósito prévio de 30% do valor da autuação do débito fiscal previdenciário para se recorrer administrativamente. Recursos 260 . 84/1996. quando prestam serviços em nome da cooperativa. mula 260. 8. após este. antes da conversão em URV. por meio de um percentual acrescido à alíquota devida à contribuição que destina ao SAT . mantendo o acórdão do Tribunal a quo que asseverou que o serviço de pintura de prédio realizado como manutenção rotineira do imóvel não pode ser enquadrad gamento de vale-transporte em moeda corrente. 13.021663-2/MA). tendo em vista o período compreendido entre o mês em que deveria ter sido pago. a. contribuição previdenciária.335. O legislador situou o vale-transporte no campo da não-incidência da contribuição previdenciária. da CF/1988. e art. do Tribunal Federal de Recursos. poderá vir a não necessitar da assistência. sendo sua contagem feita de acordo com a Súmula 71. art.Art. O acórdão restringiu a substituição somente aos créditos tributário egalidade do pagamento da contribuição para custeio da aposentadoria especial. pois o dispositivo 30. 21. § 1º. nos termos da Lei 8. V. prosseguindo o julgamento. por isso. Incide.880/94.e pelo art. tais como os respectivos fatos geradores O-DEVEDORES. na sua essência. consoante o ão monetária desde o momento em que se tornou devido. Os benefícios de prestação continuada. Transitórias. A Oitava Turma. art. da Lei n. devendo. 105.No primeiro reajuste do benefício previd io STJ e da 1ª Seção deste Tribunal – AR 2002. Em obediência ao princípi ão que lhe foi dada pelo § 1º. 201. da Lei n.00. 126 do extinto TFR). orma prevista nesse diploma legal. NSTITUCIONAL Nº 20/88. ador. § 1º. durante todo o período de trabalho na empresa. n. IMPOSSIBILIDADE. até o ajuizamento da ação e. evida a partir do primeiro pagamento a menor. no percentual de 39. a Turma entendeu que não há óbice para que a companheira supérstite fa verificando-se o caráter remuneratório de referidas parcelas. ependente desta. SÃO AUTO-APLICÁVEIS. possuem natureza remuneratória. da Constituição Federal. a terceiros. 8. perdeu eficácia a partir do Decreto-Lei 2. do Tribunal Federal de Recursos. Isso posto. ENTO. da Constituição Federal de 1988. sendo-lhe facultado optar por outros meios de tratame do de novembro de 1992 a fevereiro de 1997. 58. como autônomos.Seguro de Aci rt. Sucede que são duas contribuições revertidas à seguridade social de naturezas distintas. ASSEGURADOS O CONTRADITÓRIO E A AMPLA DEFESA. sob o fundamento de que somente lei complementar poderia criar nova fi gura de segurado obrigatório (agentes políticos). por unanimidade. que perdurou por 13 anos até o falecimento do varão. 636. SENDO INDISPENSÁVEL A APURAÇÃO DOS FATOS MEDIANTE PROCESSO ADMINISTRATIVO REGULAR. tribuídas ou creditadas aos seus próprios cooperados (médicos associados). em execução fiscal de débitos prev doria por tempo de serviço. (ADCT . se recolher contribuições facultativas. 195.

eventual alteração no regime ocorrida posteriormente. Assevero economia familiar. impetrada contra ato que indeferiu pedido de auxílio-reclusão. xposição a ruído. a filiação dos estudantes à Previdência Social.036/90. Embora restabelecida a segurada. 20. com anotação de tempo de serviço na CTPS. cíproca a justificar o levantamento do saldo da conta vinculada ao FGTS (art.5% (meio por cento) ao mês. rabalho com 11 anos. ou não levantamento do saldo. do mal determinante da concessão da aposentadoria por invalidez. anto às de abril de 1990. sob pena de desvirtuação da finalidade do Fundo. o tempo nos moldes previstos à época em que realizada a atividade. desde que sejam recolhidas as respectivas contribuições previdenciárias. XI da Lei 8.213/91. DESDE QUE TENHA HAVIDO RETRIBUIÇÃO PECUNIÁRIA. os moratórios no percentual de 0. reconhecendo os períodos trabalhados como tempo de serviço especial e a conseqüente conversão em co uma vez preenchidos os requisitos legais. a partir da citação. conforme a regra do art. de 5. exceto para efeito de carência. rural ou urbana.00%(TR) para fevereiro de 1991. Lei 8036/90). ser cumulado com a aposentadoria (Lei 6367/1976). da Lei nº 8. 203. a teor da Súmula 198 do TFR. o para a concessão de benefício previdenciário do Regime Geral de Previdência Social (RGPS). §2º. ADMITINDO-SE COMO TAL O RECEBIMENTO DE os como razoável início de prova material de atividade rural desde que complementados por fi rme prova testemunhal. Assim. por se tratar de norma de proteção sem possibilidade de se converter em regra vedativa de direitos do seu destinatário quando da sua infringência. OLA TÉCNICA.02% (LBC) quanto as perdas de junho de 1987. ssim entendida aquela que soma tempo de atividade privada. ADE. pode ser computado para fins de aposentadoria previdenciária.mínimo de benefício mensal (art. acolhidos pelo STJ os índices de 18. razão pela qual o recebimento do seguro-desemprevo através de mandato não desnatura o caráter pessoal e intransferível do direito do beneficiário.073/42. parcial ou integralmente. confirmou sentença concessiva da segurança. decorrente da con EÇÃO À FAMÍLIA. por unanimidade. de a a do art. 55. e. efetivado perante a Justiça do Trabalho. a subsistência da incapacidade laborativa. em razão de cura. ao tempo do óbito (relação de contem o Código Civil. que supõe convivência. mesmo qu oncessão de aposentadoria. cuja existência no período pleiteado verifica-se por meio de certidão expedida pela Prefeitura local.38% (BTN) para maio de 1990 e 7. I. da CF/88). EXERCIDA SOB A VIGÊNCIA DO DECRETO Nº 4. A Segunda Turma Suplementar. não descaracteriza o tempo de serviço especial prestado. . constitui início aceitável de prova material do exercício da atividade la para concessão de aposentadoria o acordo judicial. independentemente do levantamento ou da disponibilização dos aludidos saldos antes do cumprimento da ciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito‘. dicial. 20. ao de serviço público estatutário. reito da companheira ao rateio da pensão por morte deriva do atendimento cumulativo dos seguintes requisitos: união estável. Isso se verifi ca à medida em que se trabalha. V. Apelação na qual se objetiva o restabelecimento de benefício previdenciário.

prevendo a hipótese). 20. e. órios. inciso acrescido pela MP n. demonstrada a existência efetiva da sociedade de fato. o que fi ca ainda mais evidente com a existência de descendente fruto da uniã ndente do titular (art. POIS AOS ACESSÓRIOS APLICAM-SE AS REGRAS ADOTADAS PARA O PR OS ESTIVEREM SUPRIDOS POR OUTROS MEIOS QUE COMPROVEM A EXISTÊNCIA DO VÍNCULO COM O REGIME FUNDIÁRIO. 8. a correção monetária e as multas cobradas do empregador pelo atraso no pagamento de valores devidos ao FGTS.sitos exigidos para a operação pelas regras do SFH. NAQUELAS EM QUE SE DISCUTE A APLICAÇÃO DA TAXA PROGRESSIVA DE JUROS. 2.036/1990. BEM COMO. da Lei n. IA. XIII. .164/2001.

ao regulamentar a referida lei. 124. Essa é a mesma linha de entendimento traçada pela Lei n. mantidos pela previdência social na data da promulgação da Constituição. que veio a substituir a contribuição devida sobre a remuneração de empregados e d dade tributária dos sócios.F. 95.213/1991. independentemente do mês da concessão.No primeiro reajuste do benefício previdenciário. Em obediência ao princípio da isonomia. da Constituição Federal. Assim. 22. reforma ou acréscimo) previsto no art. Os benefícios de prestação continuada.212/1991 e art. Recursos 260 .899/81. VI. T.212/1991. O Dec. tendo em vista as disposições contidas nos arts. guarda a mesma redação do art. sendo irrelevante ela possuir anterior vínculo matrimonial desfeito de fato. do CTN. de 5%.418/1985.Seguro de Acidente do Trabalho. (SÚMULA T. F. deve-se aplicar o índice integral do aumento verificado. rt. terão seus valores revistos.212/1991. A citada lei equiparou as cooperativas de trabalho para fins de contribuição previdenciária às empresas em geral. 8.807/1960. A perda ecursos. 58. VI. 13 da Lei 8. sucessor do antigo Cadastro Geral d naturezas distintas.GURADOS O CONTRADITÓRIO E A AMPLA DEFESA.620/93 e no art. ex vi dos arts. da Constituição Federal. na sua essência. n. a fim de que seja restabelecido pago. nos cidas antes dela e a partir de cada mês de referência os incidentes sobre as parcelas vencidas após a data da citação.247/1987. com a redação dos a omo manutenção rotineira do imóvel não pode ser enquadrado no conceito de construção civil (construções. a sim ão previdenciária. inciso II. da Lei n. individualizado pelo Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ). 7. V. II. da Lei n. 79. 3. endeu que não há óbice para que a companheira supérstite faça jus à pensão por morte. . inciso I e § 4º. da Lei n. 2º. da Lei n. 8.R. com respaldo no art. tais como os respectivos fatos geradores e as bases de cálculos. e a recorrente alega que as contribuições previdenciárias têm natureza tributária. é solidária. em execução fiscal de débitos previdenciários de sociedade limitada. 154. es ponder ao risco da atividade desenvolvida em cada estabelecimento da empresa. § 6º. 1ª parte. submetendo-se ao regime dos trib ota devida à contribuição que destina ao SAT . instituidora do vale-transporte (art. 8. o homem e a mulher têm que demonstrar a dependência econômica pelo fato de que. e o mês do referido pagamento. a terceiros. 201. até o ajuizamento da ação e. considerado.Art. após este. como autônomos. inciso I e 195. sendo-lhe facultado optar por outros meios de tratamento de saúde. § 2º. da Lei n. 71: A correção monetária incide sobre as prestações de benefícios previdenciários DCT . a. consoante o disposto na Lei 6. ilizá-la. órdão restringiu a substituição somente aos créditos tributários da União. 30. inclusive aos outros tipos de cooperativas 30. 8. 57. com o advento da Constit nova fi gura de segurado obrigatório (agentes políticos). b). A primeira.

superior a R início aceitável de prova material do exercício da atividade laborativa. ausentes (provados inexistentes ou não p ransferível do direito do beneficiário. ao tempo do óbito (relação de contemporaneidade) e prova de dependência econômica da requerente. isponibilização dos aludidos saldos antes do cumprimento da decisão judicial.855-7-RS). Alega o recorrente ter exercido função de mecânico industrial responsável pe para maio de 1990 e 7. pressupostos que. fulcrada no art. não retira do trabalhador o direito à contagem do tempo de serviço na f am recolhidas as respectivas contribuições previdenciárias. conforme a regra do art. que veio a ser identificada por perícia médi contra ato que indeferiu pedido de auxílio-reclusão.que supõe convivência.213/91. UNIÁRIA.00%(TR) para fevereiro de 1991. . da Lei nº 8. Asseverou a Turma que a tese. MATERIAL ESCOLAR E PARCELA DE RENDA AUFERIDA COM A EXECUÇÃO D u destinatário quando da sua infringência. de que a renda bruta mensal do preso. ntual alteração no regime ocorrida posteriormente. §2º. 55. decorrente da conjugação do fator etário com moléstias outras. o tempo de serviço especial e a conseqüente conversão em comum pela aplicação de fator de conversão 2. VESTUÁRIO. ADMITINDO-SE COMO TAL O RECEBIMENTO DE ALIMENTAÇÃO. assim hipertensão arterial e diabetes. 13 da Emenda Constitucional 20/98. MORADIA. de acordo com o entendimento do STF (RE 226. a subsistência da incapacidade laborativa. mesmo que não mais reconheça aquela atividade como especial.33. quando corroborada com os depoimentos testemunhais.

mais evidente com a existência de descendente fruto da união do casal. A interpretação da hipótese contida no inciso VII do art.036/90. deve ser formulada de modo a atender SÓRIOS APLICAM-SE AS REGRAS ADOTADAS PARA O PRINCIPAL. . 20 da Lei 8.

que é vedado ao empregador substituir o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou por qualque ssoas Jurídicas (CNPJ). 57. da Lei n. b). 124. 8. obedecendo-se a esse c independentemente do mês da concessão. na espécie. expresso em número de salários mínimos. 1º e 2º de Lei n. da Lei n. A Turma negou provimento ao recurso ao argumento que os débitos previdenciários são regidos 1991 e art. 97 do CTN) quando s imo) previsto no art. ao regulamentar a referida lei. terão seus valores revistos. é imposta por determinação legal e independe de comprovação. patrocínio.dência econômica pelo fato de que. sucessor do antigo Cadastro Geral de Contribuintes (CGC). com o advento da Constituição de 1988. estabelece. licenciamento do uso de marcas e de sí t. a simples pintura no intuito de conservar e manter um imóvel não está subsumida no conceito de construção civil disposto no prece º. n. incide sobre a receita bruta decorrente de espetáculos desportivos. observado o critério do salário mínimo vigente na época da liquidação da obrigação. A perda da limitação da responsabilidade.213/1991. 9. a fim de que seja restabelecido o poder aquisitivo. o salário mínimo então atualizado. rias têm natureza tributária. Inexiste afronta ao princípio da legalidade (art. pelo credor exe tária incide sobre as prestações de benefícios previdenciários em atraso. 30.732/1998 e alterações posteriores. 8. do CTN.247/1987. inclusive aos outros tipos de cooperativas. contribuição devida sobre a remuneração de empregados e do SAT. Assim. vínculo matrimonial desfeito de fato.) ão. considerado. que tinham na data de sua concessão. quando ocorre pagamento dos serviços prestados por autônomos. § 6º. ciso I e § 4º. da Constituição Federal.212/1991. 95. submetendo-se ao regime dos tributos arrecadados pela União. 5º.) . 13 da Lei 8. a dependência econômica não mais se presume. em seu art. inciso II. empresas em geral.620/93 e no art. VI. nos reajustes subseqüentes. O Dec. com a redação dos arts.

superior a R$360.pressupostos que. de redução nal 20/98. porque já inserida em seu patrimônio jurídico. por ofensiva ao princípio d do trabalhador o direito à contagem do tempo de serviço na forma anterior.00 (trezentos e sessenta reais). INDEPENDENTE DE DESCONTOS PREVID nte ter exercido função de mecânico industrial responsável pela manutenção mecânica de equipamentos utilizados em processo produtivo. na arterial e diabetes. inviabilizam a percepção do benefício. faz ver ilegítima a cessação do benefício. II. que veio a ser identificada por perícia médica judicial. R E PARCELA DE RENDA AUFERIDA COM A EXECUÇÃO DE ENCOMENDAS PARA TERCEIROS. habitua . À CONTA DO ORÇAMENTO DA UNIÃO. A união estável anterior ao casamento civil do segurado que. que aliás deixou de observar o procedimento. inviabilizaria o deferimento do benefício não merece prosperar. ausentes (provados inexistentes ou não provados existentes). de que a renda bruta mensal do preso. previsto em lei. função que o expunha a agentes nocivos.

deve ser reconhecido o direito à utilização dos recursos par .036/90.rt. 20 da Lei 8. Atendidos os requisitos. deve ser formulada de modo a atender o cunho social objetivado pela legislação.

As pres . 3. subsumida no conceito de construção civil disposto no preceito legal acima referido. licenciamento do uso de marcas e de símbolos e propaganda. Já a segunda. 97 do CTN) quando se estabelece por decreto os graus de risco conforme a atividade preponderante da empresa. o empregador efetuou o pag sportivos. para fins de responsabilidade solidária entre o contratante do serviço e os empreiteiros que o realizaram o vale-transporte por antecipação em dinheiro ou por qualquer outra forma de pagamento. patrocínio. a minação legal e independe de comprovação.862/2002.) ue tinham na data de sua concessão. concebida sob a competência residual prevista no § 4º do art.048/1999. o Dec. n. praticado com violação à lei. n. de que o não-recolhimento da exação decorreu de ato abusivo. à exceção das hipóteses previstas em seu parágrafo único. pelo credor exeqüente. No caso. 4.urso ao argumento que os débitos previdenciários são regidos por lei específica. não po e afronta ao princípio da legalidade (art. ou de que o sócio deteve oca da liquidação da obrigação. Parágrafo único. obedecendo-se a esse critério de atualização até a implantação do plano de custeio e benefícios referidos no artigo seguinte. de 15%. 195 da CF/1988. alterado pelo Dec. que manteve a exigência do depósito prévio.

para proporcionar o tempo necessário ao reingresso no mercado de trabalho àquele que. por ofensiva ao princípio da isonomia e da proteção à família. função que o expunha a agentes nocivos.nião estável anterior ao casamento civil do segurado que. habitual e permanentemente. o que garantiria a conve . ao co do benefício não merece prosperar. uma vez que deixa de considerar as necessidades financeiras que podem comprometer a NTO DA UNIÃO. previsto em lei. em nada repercute no direito de sua viúva auferir. sem concorrência (rateio) da companheira. de redução gradual do valor dos proventos. o produtivo. a p ixou de observar o procedimento. INDEPENDENTE DE DESCONTOS PREVIDENCIÁRIOS. faleceu. na condição de casado. uma vez que laborava na frente de produção. em subsolo de mina subterrânea.

deve ser reconhecido o direito à utilização dos recursos para a aquisição da casa própria. .s.

avulsos e demais pessoas físicas sem usivo. o que é vedado taxativamente pelo decreto mencionado. ou de que o sócio deteve a qualidade de dirigente da sociedade devedora. embora ambos tenham natureza tributária. não podendo assim sofrer a incidência dos dispositivos destinados aos débitos de União.862/2002. o empregador efetuou o pagamento do vale-transporte em dinheiro. No caso. preponderante da empresa. praticado com violação à lei. As prestações mensais dos benefícios atualizadas de acordo com este artigo serão devidas e pagas a partir do sétimo mês a contar da . Acrescentou o Órgão Julgador que a citação dos devedores e co-devedores é nefícios referidos no artigo seguinte. Esse apenas instituiu um mod ompetência residual prevista no § 4º do art. Parágrafo único. alcança as remunerações pagas aos segurados empresários. tre o contratante do serviço e os empreiteiros que o realizaram. trabalhadores autônomos. m seu parágrafo único. que manteve a exigência do depósito prévio. 195 da CF/1988.

recuperou a capacidade para desempenho de atividade capaz de lhe proporc erar as necessidades financeiras que podem comprometer a subsistência dos dependentes do segurado. em subsolo de mina subterrânea. a percepção da pensão por morte. o requisito econômico para o acesso ao auxílio-reclusão – renda bruta m ão.a viúva auferir. ao contrário do que se verifi ca na hipótese em causa. sem concorrência (rateio) da companheira. sário ao reingresso no mercado de trabalho àquele que. ao aplica . que o INSS teria errado. o que garantiria a conversão do tempo especial para o comum pelo fator de conversão mais favorável. Alega. ainda. Ademais.

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não cabe ao juiz.) . dete tigo serão devidas e pagas a partir do sétimo mês a contar da promulgação da Constituição. uma vez não requerida.débitos de União. com a proibição do pagamento em p alhadores autônomos. avulsos e demais pessoas físicas sem vínculo empregatício que cheguem a prestar serviço a pessoas jurídicas. de ofício. mente pelo decreto mencionado. no caso bem exemplificados pelos trios de arbitragem Órgão Julgador que a citação dos devedores e co-devedores é ônus do exeqüente no momento do ajuizamento da ação executiva e. embora ambos tenham natureza tributária. Esse apenas instituiu um modo de proceder para a concessão do benefício de modo a evitar o desvio de sua finalidade.

ao aplicar as disposições do Decreto 3. que o INSS teria errado. ainda. quando deveria ter aplicado o Decreto 2.00 –.pacidade para desempenho de atividade capaz de lhe proporcionar os meios de subsistência. econômico para o acesso ao auxílio-reclusão – renda bruta mensal igual ou inferior a R$ 360. vigente à época de sua aposentadoria. Alega. refere-se à renda mensal dos dependentes do segurado recluso ais favorável. previsto no citado artigo.172/97.048/99. .

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com a proibição do pagamento em pecúnia. Desse modo. no caso bem exemplificados pelos trios de arbitragem. em de urídicas.030244-5/DF. Ag 2003. de ofício.00. tem-se que o pagamento habitual em pecúnia.01. determiná-la. Des. uma vez não requerida. julgado em 23/08/0 . não cabe ao juiz. Federal Maria do Carmo Cardoso. reservas e demais representantes de futebol sob responsabilidade da va e. Rel.desvio de sua finalidade.

172/97. o o Decreto 2. Explicitou o Colegiado que o benefício previdenciário é regido pela lei vigente ao tempo da aquisição do d . vigente à época de sua aposentadoria.fere-se à renda mensal dos dependentes do segurado recluso e não à dele mesmo.

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o Carmo Cardoso. julgado em 23/08/0 .

a lei vigente ao tempo da aquisição do d .

do CPC. INDENIZAÇÃO. pois não não se trata Conforme dispõe o art. espécies e limites. Indeferimento. na comarca. devendo o juiz. o autor pode optar pelo foro de seu domicílio para ajuizar a ação de reparação SÚMULA 001: O foro do domicílio ou da residência do alimentando é o compentente para a ação de investigação de paternidade.A COMPETÊNCIA PARA O JULGAMENTO DAS AÇÕES DECORRENTES DA UNIÃO ESTÁVEL ENTRE O HOMEM E A MULHER É DA VARA DA FAMÍLIA. assistente Se estão em discussões dois contratos. Endereçamento a Juízo diverso. Desentranhamento e juntada no Juízo da causa. Nada obsta que se declare competente o O foro competente para dirimir ação de indenização por acidentes com veículos em rodovia. TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 111 SUM EJ488 EJ504 Princípios Eficácia temporal Princípios Princípios No confronto entre o interesse público. TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 EJ443 EJ472 EJ477 EJ482 Generalidades Limites Generalidades Generalidades Não há que se falar em demora da prestação jurisdicional. permanece a competência de acordo com o valor atribuído na inicial. a entrega do bem de vida não se mostra pa Qualquer ato da Administração Pública. ainda que discricionário. não pode remetê-la ao Juizado Especial Federal sem prévio exame da inicial e dos seus docume Conflito entre JF e JEF . Compete ao juízo deprecante julgar a ação de anulação de atos processuais praticados pelo deprecado nos autos de carta precatória. no caso o juízo do domicílio do réu. O princípio do livre convencimento há de ser exercido de forma persuasiva. o primeiro SÚMULA 026: A lei regente do recurso é a que está em vigor na data da publicação da sentença ou decisão. Não havendo. está sujeito à apreciação judicial. a jurisdição civil é classificada em voluntária e contenciosa. 4º da Lei n. a competência para as ações oriundas de união estável (Constituição Federal. DELITO. Existindo no process Em face do princípio do livre acesso à jurisdição.É da Vara de Família.AS AÇÕES ANULATÓRIAS DE LANÇAMENTO E DECLARATÓRIAS DE INEXISTÊNCIA DE RELAÇÃO JURÍDICO-TRIBUTÁRIA DEVEM SER PROPOSTAS NO JUÍZO 014 . Compete à Turma Recursal. e o Tribunal a qu Compete ao juízo ao qual foi distribuída a precatória. a JF só é competente para julgar a causa se a União. um dependente do outro. perpetuação. Contestação protocolizada no prazo legal. 1º do Código de Processo Civil. incompetência e conflito de competência. a Justiça do Trabalho é competente para julgamento dos litígios que tenham origem no cumprimento de suas próprias se A Justiça Federal somente é competente para processar e julgar os feitos relativos ao Sistema Financeiro da Habitação em que a Caixa Econômica Federal tem interesse. Trata-se de pedido de declarações de reconhecimento de filiação partidária ante alegação de duplicidade. 87. Jurisdição: conceito. 6. consultá-lo sobre as condições estabelecidas para a suspensão do processo e fiscal COMPETÊNCIA. TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-SC TJ-SC TJ-RS STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ 103 105 106 106 112 112 EJ432 EJ442 SUM SUM SUM 163 163 165 168 169 169 177 178 181 181 189 SUM Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência O juiz da Vara Federal comum. A cláusula de eleição do foro (art.enquanto não alterado o valor da causa. po 012 . deve prevalecer a competência do juízo do domicílio de quem exerce a guarda. processar a ação cautelar intercorrente (incidental). suas autarquias e suas fundações públicas participarem efetivamente como autoras. Quando uma ação é extinta por abandono da causa pelo autor por mais de 30 dias. 226. . Em matéria de ACP. um trabalhista e outro civil. e o apego às formalidades instrumentais. Competência: espécies. ÓRFÃOS 013 . parágrafo único.a competência pelo valor da causa no JEF implica em que aquele valor deve corresponder à pretensão econômica do pedido. ainda que seja da Justiça estadual. onde houver. 114 da Constituição Federal. com Compete à vara onde corre a execução fiscal. e não ao Tribunal de Justiça ou de Alçada. não podendo chegar ao ponto de poder o julg Petição. Vara Federal ou Juizado Especial Federal. pelas peculiaridades do caso e a quantidade de litisconsortes. o juizo desta ação não fica prevento para ações conexas posteriores. a fi m de se verifi car a sua conformidade com a lei. § 3º). a causa de até 60 salários mínimos deve ser processada e julgada no Juizado Especial Estadual. em atenção aos fatos e circunstâncias do processo. rés. art. n. 6º do Dec. 100. diante Conflito entre JF e JEF .Processual Civil 01. Alegação de preclusão te 02. ínsito à correta aplicação do direito público e à eficiência da prestação jurisdicional. a competência é una da Justiça relativa ao contrato principal. o julgamento do Mandado de Segurança impetrado contra decisão do Juizado Especial que defere tut Quando há disputa judicial dos genitores pelo menor. nos termos do art. a que distribuída originariamente uma causa. quando cumulada com a de alimentos. o estágio não cria vínculo empregatício ou mesmo relação de trabalho a justificar a competência da Justiça obreira (art. O juiz de Direito julgou improcedentes os pedidos. princípios. movida por usuário contra a pessoa jurídica – concessionária de serviços rodoviá Por lei. 111 do CPC) prevalece quando se pede a declaração de invalidade do próprio contrato. 03. Princípios gerais do Direito Processual: fontes e eficácia da lei processual. De acordo com o art. quando. modificações. Embora a jurisdição seja una e indivisível. inexiste obrigatoriedade de esgotamento da via administrativa para que se possa recorrer ao Judiciário.494/1977 e art.

EXECUÇÃO FISCAL.Estadual Competência . não afasta a competência do foro da situação do imóvel. inclusive para a execução das sentenças por ele SÚMULA 011: A presença da União ou de qualquer de seus entes. Compete à Justiça comum estadual o processamento e julgamento de ação inten SÚMULA 004: Compete à Justiça Estadual julgar causa decorrente do processo eleitoral sindical. SÚMULA 736: Compete à Justiça do Trabalho julgar as ações que tenham como causa de pedir o descumprimento de normas trabalhistas relativas à segurança. FGTS. SÚMULA 015: Compete à Justiça Estadual processar e julgar os litígios decorrentes de acidente do trabalho.Estadual Competência . Compete à JF julgar execução de alimentos quando o alimentante for estrangeiro. por maioria. cobrada por estabelecimento particular de ensino. VALORES INDEVIDOS. no caso após a sentença.A. art. SÚMULA 556: É competente a justiça comum para julgar as causas em que é parte sociedade de economia mista. ressalvada a ap SÚMULA 066: Compete à Justiça Federal processar e julgar execução fiscal promovida por Conselho de fiscalização profissional.Federal Competência . a instituição de ensino superior negou-se a facultar ao aluno a realização de exames curriculares para ajustamento do seu histórico escolar.Estadual Competência . LEVANTAMENTO. pleiteando direitos relativos ao vínculo estatutário.Estadual Competência . como órgão da Ordem dos A contratação temporária para atender excepcional interesse público (Lei n. (Art.A. quando a união intervém como assistente ou opoente. MS. da União Federal A Seção.Federal Competência . que extinguiu os tribunais d SÚMULA 041: O Superior Tribunal de Justiça não tem competência para processar e julgar. SÚMULA 690: Compete originariamente ao Supremo Tribunal Federal o julgamento de habeas corpus contra decisão de turma recursal de juizados especiais criminais. decidiu que a Caixa de Assistência dos Advogados. higiene e sa SÚMULA 689: O segurado pode ajuizar ação contra a instituição previdenciária perante o juízo federal do seu domicílio ou nas varas federais da Capital do Estado-Membro.Federal Competência . 578 As contribuições devidas aos sind SÚMULA 236: Não compete ao Superior Tribunal de Justiça dirimir conflitos de competência entre juízes trabalhistas vinculados a Tribunais do Trabalho diversos.Federal Competência . com base em sentença estrangeira homologada pelo STF. originariamente.Estadual Competência .Estadual Competência . decidiu que. por maioria.Estadual Competência . I). Compete à Justiça estadual o julgamento de ação civil pública que busca impedir o aumento abusivo de tarifa de transporte irregular em rio de propriedade da União (art. na ação de usucapião especial. no processo. OAB.Federal Competência . SÚMULA 238: A avaliação da indenização devida ao proprietário do solo. por maioria Compete à Justiça Comum estadual processar e julgar a ação de indenização por danos materiais e morais devido ao fato de ex-empregados prestarem testemunhos calunio Compete à Justiça Comum estadual processar e julgar a ação popular interposta contra o Sebrae. salvo se versarem unicamente vícios ou defeitos da penhora. INSTITUTO DE ADVOGADOS. SÚMULA 082: Compete à Justiça Federal.Estadual Competência . por conta do interesse.Federal Competência . Na espécie. cessa a competência do Juiz de Direito em matéria trabalhista.Estadual Competência . 20.Federal SÚMULA 010: Instalada a Junta de Conciliação e Julgamento. excluídas as reclamações trabalhistas.: ver EC 45/2004) SÚMULA 034: Compete à Justiça Estadual processar e julgar causa relativa a mensalidade escolar. I Compete à Justiça estadual comum processar e julgar a ação penal em que o silvícola é acusado de rapto de criança com sete anos de idade.Estadual Competência . Compete à Justiça Federal processar e julgar ação de indenização por danos materiais e morais ajuizada por servidor público federal estatutário. Cabe à JF julgar MS impetrado contra a exigência de prévio recolhimento de ICMS. SÚMULA 517: As sociedades de economia mista só tem foro na justiça federal. SÚMULA 042: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar as causas cíveis em que é parte sociedade de economia mista e os crimes praticados em seu detrimen SÚMULA 057: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar ação de cumprimento fundada em acordo ou convenção coletiva não homologados pela Justiça do Trab SÚMULA 137: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar ação de servidor público municipal. . ainda que no curso do processo. suas autarquias ou empresas públ SÚMULA 173: Compete à Justiça Federal processar e julgar o pedido de reintegração em cargo público federal. mandado de segurança contra ato de outros tribunais ou dos Res SÚMULA 046: Na execução por carta. 109. se a CEF ingressar no feito. o Tribunal a quo deu-se por incompetente ao argumento que o juiz estadual não era competente COMPETÊNCIA.Estadual Competência .Federal Competência . ainda que o servidor tenha sido dispensado antes da instituiçã Compete à Justiça Federal o processamento de execução contra a Caixa Econômica Federal (CF.Estadual Competência . JUSTIÇA FEDERAL. 8.Federal Competência . Em remessa necessária. MEDIAÇÃO. quando do desembaraço aduaneiro de mercadorias importadas.Federal Competência . (N. 578 da CLT. os embargos do devedor serão decididos no juízo deprecante. Trata-se de definir a competência para a ação cautelar inominada intentada por instituto de advogados contra companhia es COMPETÊNCIA. Portanto competente é COMPETÊNCIA. CAIXA DE ASSISTÊNCIA. da União.Federal Competência . originariamente. MUNICÍPIO. SÚMULA 177: O Superior Tribunal de Justiça é incompetente para processar e julgar. processar e julgar os feitos relativos a movimentação do FGTS. em virtude de acidente de tra Compete à Justiça Federal processar e julgar as causas das quais participe a Fundação Habitacional do Exército. avaliação SÚMULA 055: Tribunal Regional Federal não é competente para julgar recurso de decisão proferida por juiz estadual não investido de jurisdição federal. EMBARGOS DE TERCEIRO. é processada no Juízo Estadual da situação do imóvel. A Seção.Estadual Competência .Federal Competência .Estadual Competência .Federal Competência . PROCURADOR DO TRABALHO.Estadual Competência . ainda que remoto.Estadual Competência . automaticamente desloca a competência para a Ju COMPETÊNCIA.745/1993) não revela qualquer vínculo trabalhista disciplinado pela CLT.Federal Competência . A Justiça Federal é competente para processar e julgar MS contra o ato de o Procurador do Trabalho ac SÚMULA 032: Compete à Justiça Federal processar justificações judiciais destinadas a instruir pedidos perante entidades que nela têm exclusividade de foro.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 167 170 181 185 190 191 195 195 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 100 106 EJ485 170 181 189 189 195 SUM SUM SUM SUM SUM 032 Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência . (N. A Seção. em decorrência do falecimento do titular da conta SÚMULA 218: Compete à Justiça dos Estados processar e julgar ação de servidor estadual decorrente de direitos e vantagens estatutárias no exercício de cargo em comissã SÚMULA 516: O Serviço Social da Indústria (SESI) está sujeito a jurisdição da justiça estadual.: ver EC 45/2004.Estadual Competência . em razão de alvará de pesquisa mineral.Estadual Competência . mandado de segurança contra ato de órgão colegiado presidido por Mi SÚMULA 222: Compete à Justiça Comum processar e julgar as ações relativas à contribuição sindical prevista no Art. SÚMULA 150: Compete à Justiça Federal decidir sobre a existência de interesse jurídico que justifique a presença. ALVARÁ. SÚMULA 161: É da competência da Justiça Estadual autorizar o levantamento dos valores relativos ao PIS-PASEP e FGTS. SÚMULA 022: Não há conflito de competência entre o Tribunal de Justiça e Tribunal de Alçada do mesmo Estado-membro.

I. JUIZ DEPRECADO. Trata-se de suspensão de fornecimento de energia elétrica. em preliminar.Estadual Competência . de ofício. Execução fiscal promovida por conselho profissional contra devedor domiciliado no interior. Depósito judicial. art. trabalhistas e estatutário. Art. Ausência de comunicação da mudança da sede da devedora. a posterior mudança de domicílio do executado não desloca a competência já fixada. ao alegar ter redigido 132 artigos publicados em periódicos da empresa jornalística. O STJ é competente para analisar pedido de intervenção federal pelo retardo no cumprimento de decisão judicial. necessária à declaração de nulidade do foro de eleiçã SÚMULA 033: A incompetência relativa não pode ser declarada de ofício. o réu. Incompetência do Juizado Especial Federal. ato de dirigente de concessionária. condições. DOENÇA PROFISSIONAL. SÚMULA 270: O protesto pela preferência de crédito. quando utilizou COMPETÊNCIA. TRABALHO. pelo Ju Conflito negativo de competência entre vara federal e Juizado Especial Federal. Seguimento negado (monocraticamente). 109 DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988. decidi-la nos limites da sua jurisdição. Os Tribunais estaduais são incompetentes tanto originariamente. AUSÊNCIA. não desloca a competência para a Justiça F DECLARAÇÃO. SÚMULA 235: A conexão não determina a reunião dos processos. de 08/12/04). ATO. Art. . UNIVERSIDADE ESTADUAL. III (Emenda Constitucional 45. se um deles já foi julgado. INDENIZAÇÃO.Federal Modificação Competência . réus.Trabalhista Competência . SÚMULA 206: A existência de vara privativa. Decisão proferida por juiz estadual. COMPETÊNCIA. inclusive mandados de SÚMULA 504: Compete a Justiça Federal. por falta de previsão legal. instituída por lei estadual. ARREMATAÇÃO.Estadual Competência . em ambas as instâncias.Trabalhista Competência . e não à Turma Recursal.Trabalhista Competência . Em conformidade com recente julgado do STF. entre Juiz Federal e Juiz Estadual investido de jurisdiçã SÚMULA 225: Compete ao Tribunal Regional do Trabalho apreciar recurso contra sentença proferida por órgão de primeiro grau da Justiça Trabalhista.Tribunais Competência .Federal Conflito Conflito Competência .Federal Competência . Em execução trabalhista. AÇÃO ANULATÓRIA. cuja presença levara o Juiz Estadual a declinar da competência.Tribunais Competência . Competência da Justiça do Trabalho. Compete ao juízo estadual processar e julgar ação de indenização por danos morais e materiais em dec COMPETÊNCIA. na qualidade de free lancer. DANO. HIPÓTESE DE COMPET SÚMULA 041: NA AÇÃO DE DESAPROPRIAÇÃO. JUIZADOS ESPECIAIS. JUSTIÇA ELEITORAL. por se tratar de ente autárquico corporativo profis Rejeição de exceção de incompetência ratione loci. SÚMULA 254: A decisão do Juízo Federal que exclui da relação processual ente federal não pode ser reexaminada no Juízo Estadual.Tribunais Competência . declarou incompetente a Justiça Federal para process 04. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar a ação de indenização em que ex-empreg COMPETÊNCIA. elementos e cumulação de ações. Foi proposta execução fiscal no juízo estadual.Estadual Competência .Estadual Competência . § 1º COMPETÊNCIA. ACIDENTE. ré ENSINO SUPERIOR. Compete ao STF o julgamento de ação de imissão de posse movida por empresa pública estadual em face de particular. PREFEITO. PROPOSTA POR CONCESSIONÁRIA DE ENERGIA ELÉTR Matrícula em instituição particular de ensino superior. o processo e o julgamento das causas fundadas em contrato de seguro marítimo. QUANTO ÀS CAUSAS DE NATUREZA PREVIDENCIÁRIA. não altera a competência territorial resultante das leis de processo. para apreciar mandado de segurança impetrado con UNIVERSIDADE DO SISTEMA ESTADUAL DE ENSINO. utilizem empreg SÚMULA 097: Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar reclamação de servidor público relativamente a vantagens trabalhistas anteriores à instituição do regime juríd Cabe ao Tribunal Regional Federal julgar mandado de segurança contra juiz do Juizado Especial Federal. SÚMULA 170: Compete ao juízo onde for intentada a ação de acumulação de pedidos. FREE LANCER. Tutela cautelar. tendo por obj SÚMULA 555: É competente o Tribunal de Justiça para julgar conflito de jurisdição entre juiz de direito do estado e a justiça militar local.Estadual Competência . ENERGIA ELÉTRICA.Estadual Competência .Federal Competência . A Sexta Turma. CONCURSO INTERNO. na respectiva Região. 3º. O autor. RECLAMAÇÃO TRABALHISTA. MS.STF STF STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-2 TRF-2 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 SUM SUM 167 SUM 113 EJ498 160 SUM SUM 047 SUM SUM SUM SUM SUM SUM 175 SUM SUM SUM SUM 195 197 198 EJ502 EJ503 SUM SUM EJ504 EJ507 EJ507 202 203 203 203 203 203 EJ534 255 255 203 Competência . em exercício no Juizado Federal (CF. INCOMPETÊNCIA. proferida por um dos juízos conflitantes. sem prejuízo do ajuiza SÚMULA 224: Excluído do feito o ente federal. com a remessa d MS. porém esse deprecou a realização de atos para COMPETÊNCIA.Tribunais Competência . A orientação deste Tribunal é no sentido de reconhecer como de competência federal as questões en Compete à Justiça Federal processar e julgar as ações em que se apresenta como parte a Ordem dos Advogados do Brasil. N Conflito negativo de competência. EMPRESA. RESPONSABILIDADE. por unanimidade. apresentado por ente federal em execução que tramita na Justiça Estadual. classificação. SÚMULA 058: Proposta a execução fiscal. CF/88. ainda que para declar Conflito entre Estado-Membro e União. A decisão do juiz de declarar-se incompetente para o julgamento do feito. 114. Trata-se de ação civil pública para apurar ato praticado por prefeito no decorrer do mandato eletivo. Ação anulatória de multa de trânsito. AÇÃO DE INDENIZAÇÃO. EC N.Trabalhista Competência . que não é de simples gestão adm COMPETÊNCIA. o qual alterou seu entendimento sobre o tema em COMPETÊNCIA.Federal Competência . em ambas as instâncias. Agravo interno nã SÚMULA 015: O § 3º DO ART. ex-empregado e autor da reclamação. processar e julgar as causas entre autarquias federais e entidades públicas locais. DANOS MATERIAIS. impetrada por sindicato. AUTONOMIA. N. O simples fato de uma empresa de menor porte demandar com uma de grande porte não caracteriza a hipossuficiência. deve o Juiz Federal restituir os autos e não suscitar conflito. JUIZ. INSTITUI. OU DE CONSTITUIÇÃO DE SERVIDÃO ADMINISTRATIVA.Tribunais Competência . INDENIZAÇÃO. SÚMULA 059: Não há conflito de competência se já existe sentença com trânsito em julgado. EC. teoria. É da competência deste TRF o julgamento de mandado de segurança impetrado contra ato administrativo praticado por juiz federal.Tribunais Conexão Conflito Conflito Conflito Conflito Modificação Modificação Modificação Modificação Modificação Modificação Competência Competência . Ação: conceito. Competência da Justiça Federal. tendo por objeto impedir que os empresários. 45/2004.Estadual SÚMULA 511: Compete a justiça federal. SÚMULA 003: Compete ao Tribunal Regional Federal dirimir conflito de competência verificado.Trabalhista Competência . 45/2004.Tribunais Competência . como em grau de recurso. TRÂNSITO EM JULGADO. Compete ao juízo da Vara do Trabalho processar e julgar ação de conhecimento. Compete à Justiça do Trabalho processar e julgar as aç COMPETÊNCIA. Inadimplência. ao des Registro sindical. Declaração de incompetência.Federal Competência Competência .

deve ser dado prazo razoável à parte para efetuar o preparo. 004 . na qualidade de representante do executado. aplicando-se o prin . Tratando-se de embargos de terceiro. somente gozará o INSS de favor legal da isenç A faculdade assegurada ao juiz pelo CDC. parágrafo 1°. 267.São devidos os ônus sucumbenciais na ocorrência de perda do objeto por causa superveniente ao ajuizamento da ação. 267. princípios. O Tribunal a quo não julgou a apelação interposta e extinguiu o processo por insuficiência do recolhimento da taxa ju SÚMULA 178: O INSS não goza de isenção do pagamento de custas e emolumentos. 070 .nesta expressão incluídas as autarquias . No caso de extinção da ação cautelar sem julgamento do mérito. Outorgado os poderes no instrumento de mandato tão-somente em nome da pessoa física do advogado. independente da ausência de interposição de embargos pelo devedor. não está submetido ao pagamento de custas (LC 76/93 – art. 17 da Lei n. 5º. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. 05. Em razão do disposto no art. mediante o qual ela será parcelada para pagamento em prestações mensais sucessivas. não h A verba de sucumbência. art. com o deferimento apenas da pretensão de indenização por danos materiais. TRF-1 TRF-4 TRF-4 TRF-3 TRF-3 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-4 TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-SC STJ STJ STJ STJ EJ434 SUM SUM SUM SUM 112 115 117 EJ442 EJ488 161 164 189 200 SUM EJ488 178 SUM SUM SUM EJ435 EJ435 EJ437 EJ437 EJ473 EJ475 EJ480 EJ482 EJ485 EJ489 SUM 164 166 166 166 Assistência judiciária Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Custas Extinção Extinção Extinção Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários O benefício da assistência judiciária deve ser deferido apenas às pessoas jurídicas que exercem atividades tipicamente filantrópicas. 007 . mas não por falta de pressuposto processual (art. quando demandado na Justiça Estadual. pressupostos processuais. quando ajuizadas na Justiça Estadual. do CPC. consta do Estatuto da Advocacia que. salvo comprovada má-fé *CF18/5/200588. Nas causas que têm por objeto a concessão ou a revisão de benefícios previdenciários. 1. é lícita a condenação em honorários sucumbenciais do ex Cabe condenação em honorários da cautelar de produção antecipada de provas. visando a obter certeza quanto à exata interpretação de cláusula contratual. DESERÇÃO. Processo e procedimento: conceito. que comprove 042 . 1% (um por cento) sobre o valor do débito consolidado (art. sua condenação só pode ser na reposição do que foi pag O expropriado.A União e suas autarquias estão sujeitas ao adiantamento das despesas do oficial de justiça necessárias ao cumprimento de diligências por elas requeridas.Na execução fiscal. por se tratar de uma ação autônoma. é cabível a condenação da parte vencida nos ônus sucumbenciais. SEGUNDO GRAU. porém ela sofre as consequências de Denegado o benefício da gratuidade de Justiça. § Extinto o processo executivo por iniciativa do curador especial. no acordo. não está sujeita ao prévio pagamento de despesas para custear diligência de ofici 011 .036/90. não podem as partes dispor. ainda que em exceção de pré-executividade. art. depende de requerimento do réu. sobre honorários. ou de caráter beneficente. LXXII). § 2º. A CORREÇÃO MONETÁRIA INCIDE A PARTIR DO AJUIZAME Nas ações em que houver a condenação da Fazenda Pública em prestações vencidas e vincendas. na desapropriação por interesse social. não pode o advogado obstar a transação direta entre as partes.STJ STJ STJ STJ TJ-SC TRF-2 165 SUM SUM SUM SUM SUM Ação Civil Pública Condições Declaratória Declaratória Declaratória Condições Cabe ACP ajuizada pelo MP para reduzir o número de vereadores.289/96.A Fazenda Pública . SÚMULA 242: Cabe ação declaratória para reconhecimento de tempo de serviço para fins previdenciários. no máximo. 8°. 13.O art. a sociedade de que fazia parte. APELAÇÃO. custas e honorários. p Na ação cautelar. com a redação dada pela MP 2. por abandono da causa pelo autor. 038 . 26. não indicando. nas ações acidentárias e de benefícios propostas na Justiça Estadual.ARBITRADOS OS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS EM PERCENTUAL SOBRE O VALOR DA CAUSA. por um lado.A AÇÃO DECLARATÓRIA É MEIO PROCESSUAL HÁBIL PARA SE OBTER A DECLARAÇÃO DE NULIDADE DO PROCESSO QUE TIVER CORRIDO À REVELIA DO SÚMULA 044: PARA A PROPOSITURA DE AÇÕES DE NATUREZA PREVIDENCIÁRIA É DESNECESSÁRIO O EXAURIMENTO DAS VIAS ADMINISTRATIVAS. da Lei 9. devendo a sua apelaçã A inversão do ônus da prova (CDC) não tem o efeito de obrigar a parte contrária a pagar as custas da prova requerida pelo consumidor. A norma do art.São devidos honorários advocatícios em execução de título judicial. formação. SÚMULA 181: É admissível ação declaratória. SÚMULA 089: A ação acidentária prescinde do exaurimento da via administrativa. A União é isenta do pagamento de custas processuais. não autoriza a suspensão do processo de conh A falta de pagamento de diferença de custas pode levar à extinção do processo por abandono (art. suspensão e extinção do processo. a apelação será recebida apenas no efeito devolutivo quando a TAXA JUDICIÁRIA. Valor da causa. III. do CPC). é cabível a verba ad Havendo rejeição do pedido de ressarcimento de danos morais. não lhe autoriza assim proceder quanto ao ônus financeiro.164-41. 18). aplica-se não apenas em benefício da CEF. sem aquiescência do advogado. ‗se o advogado fizer juntar aos autos o seu contrato de honorários antes de expedir-se o mandado 011 . assim. O acordo de renegociação da dívida.nas execuções fiscais. uma vez que este O autor de ação popular fica isento de custas processuais e dos ônus da sucumbência. a Fazenda Pública está obrigada a adiantar as despesas de transporte do oficial de justiça. impõe-se a condenação da parte autora ao pagamento dos honorários advocatícios. IV SÚMULA 240: A extinção do processo. não se aplica ao advogado que não participou da transação. INSUFICIÊNCIA. a teor do disposto no inciso I. 4º. configura-se hipótese de sucum A isenção de honorários prevista no art. expressamente.060/1950. para fi ns de reforma agrária. Se. espécies. 020 . procedimentos sumário e ordinário. oriundo de ação civil pública. os honorários advocatícios serão fixados sobre as prestações vencidas ao Na execução individual de ação civil pública. na condição de representa Sobre a questão da verba honorária. devida por aquele que desiste dos embargos para aderir ao Refis é de. 29-C da Lei 8. é necessário que se averigue quem deu causa à constrição indevida para condenação dos honorários advocatícios. de inverter o ônus da prova em favor do consumidor. da Lei 8620/93 não isenta o INSS das custas judiciais.

Assim. não sendo aplicável a ela própria. inexistindo elementos que justifiquem a alteração. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que. SÚMULA 232: A Fazenda Pública. PRECLUSÃO. SÚMULA 110: A isenção do pagamento de honorários advocatícios. porém. PREPARO POSTERIOR. assegurado o direito autônomo do advogado à execução do saldo SÚMULA 633: É incabível a condenação em verba honorária nos recursos extraordinários interpostos em processo trabalhista. 23 da Lei n. ACESSO. pois havia pacto de abste SUCUMBÊNCIA. após superada a convalescença ― em que ficou no hospital SÚMULA 014: Arbitrados os honorários advocatícios em percentual sobre o valor da causa. Assim. DESISTÊNCIA. SÚMULA 201: Os honorários advocatícios não podem ser fixados em salários-mínimos. representação. a correção monetária incide a partir do respectivo ajuizamento. TERMO INICIAL. o valor atribuído à causa. d O instituto do segredo de justiça visa proteger a intimidade das partes envolvidas no processo. para esse fim.584/70 SÚMULA 512: Não cabe condenação em honorários de advogado na ação de mandado de segurança. V. nas ações previdenciárias. o pedido não se refere apenas A jurisprudência desta Corte firmou entendimento de que.A. o juiz pode compensar os honorários advocatícios e as despesas sem que haja ofensa à legislação específica (art. capacidade. corrigidas monetariamente. e o autor pediu a suspensão do processo na ação cautelar de seqüestro in APELAÇÃO. dívida já paga. obrigando a parte executada a contratar Gratuidade de justiça (Lei 1. determinando que o Tribunal a quo julgue o agravo de or Exceção de pré-executividade. os hon RECUSA. É defeso ao magistrado alterar. enquadrando-se à figura do art. sucessivo e por tempo indeterminado. possuindo o feito conteúdo econômico determinável. Agravo interno não provido. As partes celebraram um novo contrato renegociando a dívida original.: é o chamado "Princípio da Causalidade") SÚMULA 306: Os honorários advocatícios devem ser compensados quando houver sucumbência recíproca. Configura-se a litigância de má-fé por parte da impetrante quando esta ajuíza outro mandado de segurança idêntico a outro já aforado. É cabível a condenação da Fazenda Pública em honorários advocatícios na hipótese de desistência da execução fiscal após a citação e do oferecimento da exceção de pré-e PREVIDENCIÁRIO. SÚMULA 450: São devidos honorários de advogado sempre que vencedor o beneficiário de justiça gratuita. CONDENATÓRIO. INTERPOSIÇÃO. SÚMULA 303: Em embargos de terceiro. deve ser estimado de acordo com a expressão econômica da demanda. 259 do CPC. não incidem sobre prestações vincendas. DECLARATÓRIO. mesmo não embargada. da transmissão de avisos aos garimpeiro . ACORDO. Conforme dispõe o art. de ofício. nas ações acidentárias. fica sujeita à exigência do depósito prévio dos honorários do perito. devidamente corrigidas SÚMULA 141: Os honorários de advogado em desapropriação direta são calculados sobre a diferença entre a indenização e a oferta. A Turma afastou a preclusão recursal. HOSPITAL. EM QUE HOUVER LITÍGIO. A morte da parte suspende o curso do processo. ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA GRATUITA. quando parte no processo. havendo pedido de quantia determinada em ação de indenização por danos extrapatrimoniais. autos de processos fi ndos ou em and Ilegitimidade da União para figurar no pólo passivo de ação civil pública que visa à abstenção. o valor da causa deve corresponder à expressão econômica do pedido. distinção entre execução fundada em título judicial e execução funda A defensoria pública em questão é órgão do próprio Estado. 007 . partes. I. é restrita ao segurado. Em se tratando de desistência da ação. I. a pondo de impedir-se o seu defensor legal d Falecimento da parte. na mesma oc 06. em qualquer órgão dos Poderes Judiciário e Legislativo. SÚMULA 105: Na ação de mandado de segurança não se admite condenação em honorários advocatícios. FIXADOS CONSOANTE APRECIAÇÃO EQÜ POSTAGEM. Se a Fazenda Pública cobra. não faz jus a honorários o defensor público que patrocinou a causa pela parte beneficiária da Justiça gratu Havendo sucumbência recíproca. são devidos os honorários advocatícios pela parte desistente (art. SÚMULA 033: NAS CAUSAS EM QUE FOR VENCIDA A FAZENDA PÚBLICA SÃO DEVIDOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. por meio de execução fiscal. Na espécie. Trata-se de empresa condenada a se abster da prática de atos considerados como concorrência desleal. salvo se já iniciada a audiência de instrução e julgamento. Pessoa jurídica sem fi ns lucrativos. SÚMULA 131: Nas ações de desapropriação incluem-se no cálculo da verba advocatícia as parcelas relativas aos juros compensatórios e moratórios. não fazendo a lei. substituição processual. Benefício concessível (STJ). HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. pois EXECUÇÃO FISCAL. Agravo provido monocraticamente. É indevido exigir-se da Fazenda Pública o prévio adimplemento do valor da postagem de carta citatória.Descabe incidente de uniformização versando sobre honorários advocatícios por se tratar de questão de direito processual. I. quem deu causa à constrição indevida deve arcar com os honorários advocatícios. CITAÇÃO. o recorrente protocolou a apelação no cartório competente. por parte de emissora de radiodifusão. Intervenção de terceiros. Vítima de acidente de trânsito.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF JEF-TUN TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ TRF-2 TRF-2 STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ 167 175 176 181 190 194 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM EJ440 EJ497 EJ500 110 EJ490 181 186 SUM SUM 201 201 EJ504 EJ506 202 202 203 203 255 Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Honorários Litigância de má-fé Segredo de Justiça Suspensão do processo Valor da causa Valor da causa Valor da causa Valor da causa Honorários Honorários Custas Assistência judiciária Honorários Assistência judiciária Honorários Valor da causa Multas Honorários Custas Cabem honorários advocatícios em execução. 26 do CP VALOR DA CAUSA. À luz HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS. Quando sucumbente a Fazenda Pública em prestações de trato periódico. (N. essa quantia deve se SÚMULA 012: SÃO DEVIDOS HONORÁRIOS ADVOCATÍCIOS NO PROCESSO CAUTELAR. em ação de petição de herança cumulada com inve MULTA COMINATÓRIA. PEDIDOS. ou da Administração Pública em geral.906/1994. Sujeitos da relação processual: o juiz. exceto nas hipóteses previstas na Lei 5. Cabimento de honorários. 17. sem apresentar. DESERÇÃO. ADIANTAMENTO. litisconsórcio (e suas espécies) e assistência.060/50). hipótese em que o processo só se suspen Quando o valor da causa não é objetivo. órgãos auxiliares. 8. TRF-1 TRF-1 EJ477 Advogado EJ477 Capacidade e legitimidade Constitui direito do advogado ‗examinar. AÇÃO. FAZENDA PÚBLICA. PRONTUÁRIO. SÚMULA 111: Os honorários advocatícios. no processo de inventário.

MP. 022 . TERMOS. é indispensável que conste do mandado de citação a cominação (art. lugar. Para argüir. CPC) dá-se após a manifestação das partes. PRINCÍPIO. ADMINISTRADORES. não está impedido. O Ministério Público não é obrigado a pronunciar-se sempre em favor dos interesses do litigante incapaz (art. contra ela cabe o mandado de segurança ou a medida judicial. 246 do CPC.Nas ações de destituição/suspensão de pátrio poder. a Turma decidiu que viola o art. em qualquer fase do processo e sem que sejam necessários poderes especiais. acarreta a nulidade do processo. Dentre as atribuições do síndico. não existe desembargador legitimado para julgar a causa. inscrito no art.É dispensável o reconhecimento de firma nas procurações "ad judicia". MULTA. 928 do CPC autoriza o juiz a deferir a expedição do mandado limi A falta de intervenção do Ministério Público. AÇÃO MONITÓRIA. VENDA. PAÍS SOCIALISTA. EXIBIÇÃO DE DOCUMENTO. TEM SÚMULA 025: NAS AÇÕES QUE VERSEM SOBRE A INEXIGIBILIDADE DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO. SÚMULA 365: Pessoa jurídica não tem legitimidade para propor ação popular. 132 do CPC o ato do juiz proferir sentença. não é necessária a nomeação de curador especial ao menor. art. EMPRESA ESTATAL. Não transferido o contrato de financiamento junto ao agente financeiro. LIII) a participação de juiz convocado no julgamento de recurso por tribunal de segunda instância. conforme prevê o art. Atos processuais: forma. A Turma reafirmou que a União não está legitimada a compor o pólo passivo de ação que discute 07. pois lhe cabe oficiar na qualidade de custos legis DESAPROPRIAÇÃO. SÚMULA 018: O SEGURADO DA PREVIDÊNCIA SOCIAL OFICIAL. Prosseguindo o julgamento. ESTAÇÃO ECOLÓGICA.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF TRF-1 STF TRF-1 STJ STJ STF STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ TRF-1 TRF-4 TRF-1 TJ-RS STJ STJ STF STJ STJ STJ STF STF TRF-2 TRF-2 TRF-2 STJ STJ 164 172 184 189 SUM SUM SUM SUM 100 JR EJ434 194 194 040 193 EJ435 105 113 EJ444 178 192 114 SUM EJ439 SUM 172 SUM SUM 197 199 200 SUM SUM SUM SUM SUM 202 255 Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Impedimento e suspeição Impedimento e suspeição Juiz Juiz Juiz Juiz Litigância de má-fé Litisconsórcio Ministério Público Ministério Público Ministério Público Ministério Público Ministério Público Oposição Representação Representação Representação Representação Representação Representação Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Assistência Judiciária Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Capacidade e legitimidade Ministério Público Capacidade e legitimidade Ainda que não haja convenção condominial e o seu consequente registro. em regime de mu EXAME. descabe a nulidade do processo quando o MP não argüiu ne ILEGITIMIDADE. sendo que o art. JUIZ. DEVEM FIGURAR NO PÓLO PASSIVO DA RELAÇÃO PROCESSUAL. não mais possui capacidade para estar em juízo. . ainda que na qualidade de AGRG. a suspeição. tempo. do CPC não é de aplicação obrigatória em todas as hipóteses em que desprovido o agra Litisconsórcio necessário. INSTITUIÇÃO FINANCEIRA. quando incorporada por outra sociedade. o advogado necessita de poderes especiais. em Se há interesses indisponíveis. 322 do RI desta Corte. DNA. ADVOGADO. mesmo para o exercício em juízo dos poderes especiais previstos no art. MERCADO MOBILIÁRIO. LITISCONSORTE. nos casos referentes a interesses individuais A pessoa jurídica. Se o juiz foi advogado em um processo. precisamente quando tiver por fu A oposição tem como finalidade confrontar o direito do autor e do réu em ação de conhecimento. comunicação e nulidades. 82. § 2º. se não efetuada. o MP deve intervir desde a 1ª instância. No PERDAS E DANOS. 557. 5º. a prática dos atos necessários à prote LEGITIMIDADE. 38 do CPC. A LEGITIMIDADE PASSIVA É EXC NULIDADE. SÚMULA 249: A Caixa Econômica Federal tem legitimidade passiva para integrar processo em que se discute correção monetária do FGTS. RESPONSABILIDADE. COBRANÇA. UNIÃO. AÇÃO. ou estabelecimento. FACULDADE. NOMEAÇÃO. por meio de exceção. INDEFERIMENTO. INTERVENÇÃO MP. quando era obrigatória. acarreta a nu Somente poderá se considerar citada a parte por comparecimento espontâneo quando o advogado que retirou os autos estiver investido de procuração com poderes para rec CITAÇÃO. QUE RECEBE COMPLEMENTAÇÃO DE BENEFÍCIO DE ENTIDADE DE PREVIDÊNCIA PRIVADA. eventual execução extrajudicial do bem. Embora o propósito maior do princípio da identidade física do juiz. Não se justifica a desconsideração dos poderes especiais que o mandante evidentemente quis outorgar aos seus mandatários somente pelo fato de não constarem literalmen SÚMULA 115: Na instância especial é inexistente recurso interposto por advogado sem procuração nos autos. esteja em vincular o julgamento do processo ao magistrado MUTIRÃO. cabendo à incorporadora. O Ministério Público não tem legitimidade para interpor recurso como substituto processual. O julgador deixou de ser mero espectador inerte da batalha judicial. STJ STJ STJ STJ 179 182 195 SUM Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Na citação por hora certa. mas não praticou qualquer ato nesse processo. LEGITIMIDADE AD CAUSAM. Na hipótese de ação monitória. I. em que se praticou o ato. CURADOR. (Nova redação publicada e SÍNDICO. 2 SÚMULA 273: Intimada a defesa da expedição da carta precatória. a remessa pelo escrivão da carta. PRAZO. A intervenção do Ministério Público (art. IDENTIDADE FÍSICA. conforme acordado em partilha. ainda que o segurado esteja assistido por advogado. Tem iniciativa probatória nas questões inerentes à ordem pública Não ofende o princípio do juiz natural (CF. SÚMULA 644: Ao titular do cargo de procurador de autarquia não se exige a apresentação de instrumento de mandato para representá-la em juízo. A Turma confirmou a ilegitimidade do Estado cubano em ação movida em virtude de de ASSISTÊNCIA JUDICIÁRIA. A multa prevista no art. não podendo a intervenção só na 2ª instância suprir a ausência de participação do MP. MP. 83. SÚMULA 027: NAS AÇÕES EM QUE SE DISCUTE A CORREÇÃO MONETÁRIA DOS SALDOS DAS CONTAS VINCULADAS DO FGTS. Trata-se da intervenção do Ministério Público em ações expropriatórias. nos termos do art. DECLARAÇÃO. no exercício de competência delegada. está a de guarda de documentos relativos ao condomínio. telegrama ou radiograma dando ciência ao réu da citação é requisito obrigatório e. 132 do Código de Processo Civil. TAXA. INTERVENÇÃO. SÚMULA 226: O Ministério Público tem legitimidade para recorrer na ação de acidente do trabalho. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que. prazo. o condomínio tem personalidade judiciária. I. em favor da parte que não recorreu. O Ministério Público tem legitimidade para propor a ação de responsabilidad SÚMULA 077: A Caixa Econômica Federal é parte ilegítima para figurar no pólo passivo das ações relativas às contribuições para o fundo PIS-PASEP. não podendo se admitir terceiro opondo-se a direito exaustiva e definitivamen 064 . SEGUNDA INSTÂNCIA. torna-se desnecessária intimação da data da audiência no juízo deprecado. promovidas pelo Ministério Público. O advogado pode. FISCALIZAÇÃO. SÚMULA 510: Praticado o ato por autoridade. do CPC). postular o ben SÚMULA 363: A pessoa jurídica de direito privado pode ser demandada no domicílio da agência. Pet 1576 / RR (24/09/1998): Em Tribunal suspeito.

A declaração de autenticidade das peças (art. a regramento normativo próprio. A petição de embargos de declaração foi protocolada via fax tempestivamente. EDITAL. a partir da publicação da sentença em audiência ou em cartório. A Turma não conheceu do agravo regimental em agravo de instrumento. com a efetiva e PRAZO. REPUBLICAÇÃO. O prazo para a interposição do agravo de instrumento se conta da anexação do mandado aos autos PRAZO. I e II. São extemporâneos os embargos declaratórios interpostos antes da data de publicação da decisão embargada. mas se encerrou no horário Nem mesmo a alegada urgência no ajuizamento do mandado de segurança. daí se contando o prazo para recorrer. INTIMAÇÃO. Mesmo que a republicação da sentença tenha ocorrido após se esgotar o primitivo prazo recursal. PRAZO. A regra de não se suspender o prazo recursal das ações sumárias não é aplicável durante o rece AGRAVO DE INSTRUMENTO. da Lei 1. ENVIO PELO CORREIO ELETRÔNICO. começa a fluir a partir do ―ciente‖ pessoal do representante do MP e não da data da intimação. 654 do CPC. VISTA. 184. TEMPESTIVIDADE. SÁBADO. diante da preclusão consumativa. do CPC) feita por advogado que não possui procuraç O prazo para a interposição de recurso começa a fluir a partir da publicação da intimação no órgão de imprensa oficial. TRIBUNAL. deu provimento ao agravo de instrumento interpo 08. 165 do CPC). 191 do CPC (“Quando os litisconsortes tiverem diferentes procuradores. A Turma proveu o recurso em razão de terem sido considerados intempestivos embargos declaratórios interpostos pelo P EXECUÇÃO POR TÍTULO EXTRAJUDICIAL. o MP tem prazo em dobro para recorrer. 5º. formas. SENTENÇA. OUTRO TRIBUNAL. do CPC se o expediente forense iniciou-se com atraso. modificações do pedido e indeferimento da inicial. SÚMULA 216: A tempestividade de recurso interposto no Superior Tribunal de Justiça é aferida pelo registro no protocolo da Secretaria e não pela data da entrega na agência Não se aplica o art. de mod Os recursos em matéria eleitoral acham-se submetidos. quanto ao respectivo prazo de interposição. A Turma proveu o recurso. considerando intempestivo recu MS. não sendo levadas em conta datas de inclusão de info O termo inicial para a contagem do prazo para contra-razões é a data da juntada aos autos do mandado devidamente cumprido. Em regra. § 1º. 012 .060/50. EXECUÇÃO. causa de pedir. ADVOGADO SEM PROCURAÇÃO. para que a parte contrária se mani PRAZO. ‗nos Estados onde a assistência judiciária seja organizada e por eles mantida. seja nos casos em que funciona como parte. SÚMULA 117: A inobservância do prazo de 48 horas. resta tê-lo como não apresentado. O prazo para a interposição de embargos à execução. A Sexta Turma. redigida em língua todas as decisões devem ser fundamentadas.O prazo recursal para o réu revel corre independentemente de intimação. quando só um dos litisconsortes haja sucumbido. A interposição de embargos de declaração por uma das partes interrompe o prazo para que a outra intente embargos contra o mesmo acórdão. INÍCIO. PORTARIA. O correio eletrônico não pode ser considerado sistema de transmissão de dados e imagens similar ao fac-símile. O início do prazo recursal para o Ministério Público é a data de sua intimação pessoal. o termo inicial da contagem do prazo para interposição de recurso é a data da ciência da sentença a quo pela autoridade impetrada. RECURSO. INTIMAÇÃO PESSOAL. A Turma decidiu que são tempestivos os embargos de declaração apresentados no SÚMULA 025: Nas ações da Lei de Falências o prazo para a interposição de recurso conta-se da intimação da parte. RECURSO ADMINISTRATIVO. ainda q SÚMULA 256: O sistema de "protocolo integrado" não se aplica aos recursos dirigidos ao Superior Tribunal de Justiça. Petição inicial: pedido. TRIBUNAL DIVERSO. RECESSO. prevista no art. TEMPESTIVIDADE.STJ STF STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-RS STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 SUM 046 162 194 105 117 EJ481 EJ489 EJ492 SUM 162 164 165 169 172 173 176 182 191 192 192 196 SUM SUM SUM SUM 025 033 SUM 180 SUM 198 199 199 199 200 200 EJ501 203 256 202 Comunicação Comunicação Fundamentação Nulidades Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Preclusão Protocolo Prazo Prazo Prazo Protocolo Nulidades Prazo Comunicação Comunicação Prazo Comunicação SÚMULA 282: Cabe a citação por edital em ação monitória. ser-lhes-ão contados em dobro os prazos para contestar. Publicada no sábado. a intimação se considera feita no primeiro dia útil. § 5º. para recorrer e. AUTOS. Assim. EQUÍVOCO. acarreta nulidade. o termo a quo para contagem do prazo. seja naqueles em que oficia como "custus legis". FALTA. salvo se não houver expediente forense na segunda-feira. recolhendo todos . que não encontra amparo na leg CITAÇÃO. que ocorre quando os autos são recebidos pelo Procurador responsável. a parte não pode repeti-lo. cinclusive nos procedimentos relativos A ilegibilidade do carimbo de protocolo do recurso especial compromete a verificação da tempestividade. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. deve ser contado a partir da aceitação do encargo pelo advogado. QUARTA-FEIRA DE CINZAS. A citação por edital no processo de execução. apresentada contestação em comparecimento espontâneo. POSSIBILIDADE. MANDATO. PROTOCOLO. AUTENTICAÇÃO. será a terça-feira. TRF-1 EJ483 Pedido O pedido é aquilo que se pretende com a instauração da demanda e se extrai a partir de uma interpretação lógico-sistemática do afirmado na petição inicial. essencial para a admissibilidade do recurso. CITAÇÃO POR HORA CERTA. mediante notificação remetida por cartório de registro de títulos e documentos. justifica a intimação por telefone. inclusive as de natureza interlocutória (art. entre a publicação de pauta e o julgamento sem a presença das partes. SÚMULA 116: A Fazenda Pública e o Ministério Público têm prazo em dobro para interpor agravo regimental no Superior Tribunal de Justiça. porém a original foi interposta e PETIÇÃO. PROTOCOLO. DOCUMENTOS NOVOS. tem requisitos e pressupostos distintos da estipulada para o proc MP. e não da data de O prazo para interposição do recurso pelo Parquet. o defensor público. é dela que começa a correr novo prazo para rec PRAZO. Dessa fo FAX. PEÇAS. PRAZO. com efeito. JUNTADA. OUTRO TRIBUNAL. RECURSO. anulando o processo a partir da sentença. para os e ANULAÇÃO. CONTAGEM. É nula a citação realizada no Brasil de acordo com as leis norte-americanas. praticado o ato processual. quando nomeado curador especial. ou quem exerça cargo equivale Feita a intimação em jornal que circulou domingo. não sendo considerado o dia em que a Fazen No mandado de segurança. Não se aplica o art. definido em legislação especial. PRAZO. por maioria. TERMO FINAL. PROCEDIMENTO SUMÁRIO. Se o recurso administrativo foi interposto intempestivamente. não a da rem Nos termos do art. no plantão do recesso forense. 544. INTEMPESTIVIDADE. A dis SÚMULA 641: Não se conta em dobro o prazo para recorrer. § 1º. TEMPESTIVIDADE.

STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ 166 117 EJ453 180 182 255 Prova documental Produção Produção Prova documental Prova testemunhal Prova testemunhal A cópia xerográfica autenticada de procuração.A. Resposta do réu: contestação. No caso de exceção de incompetência. 273 do CPC. 1. Revelia. para se ingressar com rescisória de acórdão proferido em outra rescisória. objeto. 421. 063 . a pretexto de pretensa violação literal de d SÚMULA 175: Descabe o depósito prévio nas ações rescisórias propostas pelo INSS. pois consigna somente as declarações unilaterais prestadas pelo i O art. SÚMULA 514: Admite-se ação rescisória contra sentença transitada em julgado. INICIAL.531 do . inciso II. considerando o princíp O Parquet possui legitimidade para opor exceção de suspeição por inimizade existente entre uma das partes litigantes e o juiz da causa. EXCEÇÃO DE SUSPEIÇÃO. SUSPENSÃO DO PROCESSO. AUTOR. requisitos. 11. STJ TRF-1 STJ STJ STJ 169 EJ485 183 193 202 Exceção de incompetência Exceção de incompetência Exceção de suspeição Exceção de suspeição Exceção de incompetência Quando suscitado o conflito de competência antes do incidente de exceção de incompetência. excluídas as questões deixadas.494/97 É possível se conceder a tutela antecipada. SÚMULA 424: Transita em julgado o despacho saneador de que não houve recurso.A sentença que. para a sentença.TRF-2 STJ STJ SUM Indeferimento da inicial 256 Emenda da inicial 256 Indeferimento da inicial SÚMULA 042: A PETIÇÃO INICIAL NÃO PODE SER INDEFERIDA LIMINARMENTE. forma extraordinária de alterar a coisa julgada. determina a correção monetária do débito judicial não é ultra ou extra petita. INDEFERIMENTO. à qual é defesa a negativa de valo O prazo do art. Não cabe ação rescisória contra ação direta de inconstitucionalidade. porém CONTRATO AGRÁRIO.Não é aplicável a súmula 343 do Supremo Tribunal Federal nas ações rescisórias versando matéria constitucional. Note-se que. que se considera interposto "ex-lege". ainda que se trate de ação declaratória. mas. salvo impugnação da outra parte. ônus e valoração. na espécie. não pode ser utilizada como meio de uniformizar a jurisprudência. não há como se aplicar o art. Sentença e coisa julgada: estrutura. 053 . AO FUNDAMENTO DE QUE AS CÓPIAS QUE A INSTRUEM CARECEM DE AUTENTIC EMENDA. pela impossibilidade de restituir o objeto do pedido. NEGÓCIO ENTRE FAMILIARES. é inadmissível a emenda da petição inicial. é relativa. dentro em A prova testemunhal sobre fatos que só por documentos ou por exame pericial puderem ser provados não é admissível (art. exceções e reconvenção. o STF entendeu que a Lei 9. ao qual os tribunais dão inte A ação rescisória. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que é motivo suficiente para ser reconhecida a suspeição EXCEÇÃO DE INCOMPETÊNCIA. o juiz pode aplicar de ofício ao litigante malicioso a sanção de pagar em dobro o que indevidamente exigia (art. do CPC). A prova: espécies. é a data do trânsito em julgado do acórdão resc SÚMULA 423: Não transita em julgado a sentença por haver omitido o recurso "ex-oficio". cor A data inicial para contagem do prazo decadencial. Não consiste julgamento diverso do pedido de restituição de bagagem a sentença em que. A ação pode ser repetida. ainda que contra ela não se tenham esgotado todos os recursos. o juiz defere de ofício a conver Verificado que a demanda versa sobre dívida já paga. em que baseada a decisão rescindenda. ainda que interveniente como custos MAGISTRADO. a emenda resultaria ao menos TRIBUNAL A QUO. PROVA TESTEMUNHAL. O deferimento da tutela antecipada por ocasião da sentença não viola o art. STJ STJ STF STF TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STF STF TRF-4 STJ STJ 160 160 SUM SUM SUM 104 EJ480 EJ498 175 044 514 SUM 173 174 Coisa julgada Coisa julgada Coisa julgada Coisa julgada Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Rescisória Sentença Sentença Sentença A extinção do processo sem julgamento de mérito por falta de legitimidade passiva não forma coisa julgada material. sobretudo se houve a requisição da A competência em razão do território. Oferecida a contestação.Incumbe às partes. CONTESTAÇÃO. A Súmula 343 do STF somente obstaculiza a ação rescisória se a controvérsia gira sobre o ‗texto legal‘. não é preclusivo. A Turma proveu o recurso ao entendimento de que. (N. classificação e efeitos da sentença. a suspensão do feito ocorre até sua rejeição pelo juiz de primeiro g 10. Providências preliminares e julgamento conforme o estado do processo. Cuidou-se de ação de rescisão do contrato de arrendamento mercantil de automóvel cumulada com per 09. 112).: em decisão liminar. na ação de despejo cumulada com r 12. 401 do CPC restringe a utilização de prova exclusivamente testemunhal para a demonstração da existência de contrato de valor inferior a dez salários-mínimos. explícita ou implicitamente. ou competência de foro. art. 117 do CPC. Antecipação de tutela. 400. § 1º do CPC. RECURSO. O boletim de ocorrência policial não gera presunção juris tantum sobre a veracidade dos fatos ali narrados. PETIÇÃO INICIAL. STF STJ STJ 729 177 180 Tutela antecipada Tutela antecipada Tutela antecipada SÚMULA 729: A decisão na ADC-4 não se aplica à antecipação de tutela em causa de natureza previdenciária. vale como comprovação da existência eficaz de mandato. Somente a decisão de mérito pode comportar ação rescisória. e deve ser argüida mediante exceção de incompetência (CPC. e sim coisa julgada formal. mas passível de dilação até o momento em que tenham início os trabalhos periciais. independentemente de pedido. ACONSELHAMENTO. (§ 1° .

é que o juiz ou o tribunal dê as razões de seu convencimento. entendeu que é cabível a ação rescisória que busca desconstit 13.A apelação genérica. proferida nos termos do § 1º do mesmo artigo. proferida nos autos de agravo de instrumento tem natureza essencialmente interlocutória (art. para se pronunciar. no inciso IX do art. no prazo de cinco dias. preliminarmente. para melhor deliberar sobre a decisão da apelação. TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STF STF TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-RS STJ STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF STJ STJ STJ STF STF STJ EJ538 SUM 165 174 SUM SUM SUM SUM 108 486 EJ537 EJ537 EJ537 SUM SUM SUM 109 487 EJ537 SUM 166 SUM 109 109 114 EJ442 EJ478 EJ479 171 SUM 022 170 177 SUM SUM SUM 166 Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo de instrumento Agravo regimental Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Agravo retido Apelação Apelação Apelação Apelação Apelação Apelação Apelação Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de declaração Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos de divergência Embargos infringentes O agravo de instrumento não é o meio adequado para discussão de nulidade da citação e inépcia da inicial. é o agravo de instrumento Ofende o art. SÚMULA 223: A certidão de intimação do acórdão recorrido constitui peça obrigatória do instrumento de agravo. O recurso cabível para se discutir a sucumbência. pressupostos. em sede de agravo regimental interposto da decisão que indeferiu seguimento à apelação . o agravante requererá que o tribunal dele conheça. por isso recorríveis po SÚMULA 044: Cabe agravo de instrumento das decisões concernentes à atualização de cálculo de liquidação. por culpa do cartório. 557 estabelece que dessa decisão do Relator. Nulidade absoluta da segunda. se esta deixou de ser atacada no recurso. São cabíveis embargos infringentes contra acórdão proferido. em caráter excepcional. A apelação interposta contra sentença que julga improcedentes os embargos à execução opostos pela Fazenda Pública. em SÚMULA 182: É inviável o agravo do Art. O § 1º-A do art. por maioria. 512 do CPC). É cabível agravo retido de decisão que rejeita a impugnação ao valor da causa. SÚMULA 118: O agravo de instrumento é o recurso cabível da decisão que homologa a atualização do cálculo da liquidação. deve ser recebida somente e Não se conhece da apelação cujas razões atacam fundamentos diversos do adotados na sentença recorrida. embora o usual seja a utilização do agravo de instrumento. não sendo exigível que o órgão O STJ sufragou o entendimento de que ‗O Art. agravo. quando oportuna a interposição por petição ou no termo da audiência. do CPC o acórdão que provê o agravo de instrumento sem que se tenha dado aos agravados a oportunidade de contra-arrazoar. monocrática ou colegiada. III. A Constituição não exige que a de Conflito entre Fundamentação e Dispositivo. Prosseguindo o julgamento. a Turma.STF STF TRF-1 TRF-1 STJ 029 053 EJ505 EJ506 203 Sentença Coisa julgada Rescisória Sentença Rescisória Decisão fundamentada: o que a Constituição exige. aquele elemento de prova cuja existência era conhecida pelo a Duplicidade de sentenças. embargos de declaração. nem o agravo entregue em cartório no prazo legal. Recursos: generalidades. salvo quando se tratar de decisão que tenha acolhido impugnação baseada em mera irr A apelação nos embargos à arrematação deve ser recebida apenas no efeito devolutivo. em agravo regimental. ADMISSIBILIDADE.É cabível o recurso de apelação em procedimento de habilitação de casamento. Cabem ED para rever julgamento "extra petita". ERRO DE FATO. 527. quando a jurisprudência do tribunal se firmou no mesmo sentido do acórdão embargado. Verificando-se em decisão judicial transitada em julgado a existência de conflito insuperável entre a fundamentação e o dispositiv Não constitui ‗documento novo‘ ensejador da ação rescisória. quando é acolhida exceção de pré-executividade para se excluir responsável da execução fiscal. 93. 523. 027 . A decisão. entendimento firm SÚMULA 428: Não fica prejudicada a apelação entregue em cartório no prazo legal. já que serviu de ba São cabíveis embargos de divergência em sede de agravo regimental contra decisão que apreciou o mérito. Impõe-se o acolhimento dos embargos declaratórios se exsurge discrepância entre a ementa e o voto condutor do julgamento. SÚMULA 427: A falta de petição de interposição não prejudica o agravo no auto do processo tomado por termo. parte contrária. conforme preconizado pelo art. cujo texto deve prevalecer. 485. Se a apelação não ataca os fundamentos da sentença. 016 . o tribunal só pode apreciar a matéria nele suscitada. 545 do CPC que deixa de atacar especificamente os fundamentos da decisão agravada. embargos infringentes. art. § 4o). aos embargos declaratórios. ambos relativos ao processo de execução. devido à definitividade da execução fundada em título extrajudicial. embora despachada tardiamente. especialmente quando suas razões amparam-se em entendimento jurisprudencial já ultrapassado. A circunstância do agravante p SÚMULA 426: A falta do termo especifico não prejudica o agravo no auto do processo. como condiç Na modalidade de agravo retido. SÚMULA 598: Nos embargos de divergência não servem como padrão de discordância os mesmos paradigmas invocados para demonstrá-la mas repelidos como não disside SÚMULA 599: São incabíveis embargos de divergência de decisão de turma. não é possível conhecer do recurso. o que inviabiliza a oposição Não cabem ED com caráter infringente. A circunstância de um membro integrante do órgão colegiado pedir vista dos autos. desde que seja daqueles sobre a qual deva se pronunciar ex officio. Orientação jurisprudencial assente a de que podem ser conferidos efeitos infringentes. A primeira julgando o mérito dos embargos e a outra homologando pedido de desistência tardiamente formulado. É cabível a interposição de agravo retido contra decisão que indefere pedido de assistência após a prolação de sentença (CPC. era controvertida a interpretação do texto legal. ao órgão competente pa SÚMULA 168: Não cabem embargos de divergência. sempre quando ocorra contradiçã Não há ‗obscuridade‘ alguma no acórdão que expressamente refere que. não devolve ao Tribunal o exame da fixação dos honorários advocatícios. do CPC. por ocasião do julgamento da apelação. inclusive as autarquias. representação e correição. 538 do Código de Processo Civil atribui aos embargos declaratórios o efeito de interromper o prazo para interposição de outros Devem ser anulados os acórdãos que emprestarem efeito modificativo aos embargos de declaração sem que se intimasse a recorrente. recurso adesivo. Im AÇÃO RESCISÓRIA. caberá agravo. SÚMULA 098: Embargos de declaração manifestados com notório propósito de prequestionamento não têm caráter protelatório. pela improcedência da ação. duplo grau. por maioria de votos. não implica que se possa fazer novo j Embora não conheça do agravo retido. SÚMULA 425: O agravo despachado no prazo legal não fica prejudicado pela demora da juntada. apelação. VII. ao tempo do julgado.

mas a do órgã O recorrente adesivo deve pagar as custas. portanto. a importância das despesas de remessa e reto Terceiro economicamente interessado no julgamento de uma causa não é terceiro prejudicado tal como este é conceituado pela lei processual. os recursos cabíveis são embargos infringentes e declaratórios. SÚMULA 597: Não cabem embargos infringentes de acórdão que. se houve recurs Enquanto não proclamado o resultado de um julgamento. o presidente do órgão anuncia o resultado. é defeso. Aquele que teve rejeitada a alegação de ilegitimidade passiva ad causam tem interesse em recorrer.STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-RS STJ STJ STJ STJ STF STF STF TRF-1 STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STJ STF TRF-2 TRF-2 STJ TRF-1 TRF-1 169 172 174 SUM SUM SUM SUM SUM 165 EJ442 EJ537 EJ537 EJ537 SUM 178 180 SUM SUM 013 017 SUM 104 174 SUM SUM EJ489 EJ491 190 192 192 194 051 197 SUM SUM SUM 202 EJ534 203 Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Embargos infringentes Fungibilidade Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Recurso adesivo Reexame necessário Reexame necessário Reexame necessário Generalidades Generalidades Embargos infringentes Incidente de uniformização Embargos infringentes Fungibilidade Generalidades Embargos infringentes Embargos infringentes Reexame necessário Agravo regimental Apelação Fungibilidade Fungibilidade Em sede de agravo de instrumento. ao Tribunal. SÚMULA 169: São inadmissíveis embargos infringentes no processo de mandado de segurança. RES DISPOSIÇÕES TESTAMENTÁRIAS. em mandado de segurança decidiu. art. O que importa para o cabimento dos embargos infringentes não é a divergência entre as SÚMULA 368: Não há embargos infringentes no processo de reclamação. é uma das três formas possíveis de liquid A antecipação de tutela concedida no corpo da sentença é impugnável por via de recurso de apelação. pelos princípios da economia processual e de fungibilidade. A sentença que julga embargos à execução não está sujeita ao reexame necessário. juntamente com execução contra os avalistas. em que pese a outra parte (União Federal) estar isenta de tal pagamento. Cabem São cabíveis embargos infringentes de agravo retido quando esse resolver questão de mérito.894/94. O julgamento colegiado se encerra quando. da CF (―Compete aos Tribunais Regionais Federais: II . na origem. Nesse instante. 461 DO CPC.Em execução fiscal de valor inferior ao disposto no art. inclusive sobre o do exequente. SÚMULA 099: O Ministério Público tem legitimidade para recorrer no processo em que oficiou como fiscal da lei. agravar a condenação imposta à Fazenda Pública. A decisão reputa-se pro Uma vez proclamado o resultado do julgamento e designado o redator do acórdão. EMBARGOS INFRINGENTES. e não expõe as razões do pedido de reforma da decisão dissentida SÚMULA 513: A decisão que enseja a interposição de recurso ordinário ou extraordinário não é a do plenário. FUNDAMENTAÇÃO. por maioria de votos. qualquer que seja o funda A falta de devolução dos autos ao cartório não provoca o não conhecimento do recurso. apresentadas na mesma peça da contestação. uma vez que tais embargos constituem uma complementação d SÚMULA 088: São admissíveis embargos infringentes em processo falimentar. A escri Na arrematação de imóvel gravado com hipoteca. que resolve o incidente de inconstitucionalidade. quando se tratar de matéria de mérito. O art. ainda que não haja recurso da parte. HAJA OU NÃO RECURSO VO SÚMULA 019: NÃO É CABÍVEL AGRAVO REGIMENTAL DE DECISÃO QUE EXAMINA A ADMISSIBILIDADE DOS CHAMADOS RECURSOS CONSTITUCIONAIS . na forma do art. está esgotada a prestação jurisdicional e o mérito do decidido não mais poderá ser revisto 028 . o credor hipotecário tem preferência sobre o crédito de natureza pessoal. não pode ser suscitado após o término do julgamento. como prescrição e decadência que resultem na extinção do próprio processo. 604 do CPC. Processo de execução. o crédito trabalhista. 530 do CPC (Art. EFICÁCIA EXECUTIVA LATO SENSU. são inadmissíveis embargos infringentes quanto a matéria constitucional. SÚMULA 455: Da decisão que se seguir ao julgamento de constitucionalidade pelo Tribunal Pleno. em grau de recurso. A elaboração do cálculo de liquidação de sentença pela parte exeqüente. CONCLUSÃO. não cabem embargos infringentes. pode negar seguimento aos embargos infringentes. SÚMULA 255: Cabem embargos infringentes contra acórdão. 557 DO CPC. as causas decididas pelos juízes EMBARGOS INFRINGENTES. RECURSO DE APELAÇÃO. REMESSA EX OFFICIO. FUNGIBILIDADE. em agravo retido. Na execução do devedor solvente. ao constatar manifesta inadmissibilidade ou improcedência. torna-se pública a decisão.830/80. 34 da Lei nº 6.RE. a apelação. muito menos em sede de embargos de declaração. Não se aplica o princípio da fungibilidade recursal quando o recurso erroneamente proposto infringe o requisito da tempestividade. A Turma decidiu por maioria que não cabem embargos infringentes a acórdão não unânime proferido em remessa ex AGRAVO. independente de ter ele movido outra execução contra o devedor comum. ART. EMBARGOS DE DECLARAÇÃO. que autoriza o relator a decidir o recurso. 108. DECISÃO 14. 557. A decisão que declara nulo testamento feito em relação á recorrida e torna válidas as disposições testamen Em homenagem ao princípio da fungibilidade. O Relator. São cabíveis embargos infringentes de acórdão não unânime. O credor hipotecário tem direito de preferência nos autos de execução proposta por terceiro. prolatado em sede de embargos de declaração. tendo em vista o disposto no art. ainda que examinada matéria de mérito. O que importa é o oportuno protocolo da petição. SÚMULA 253: O art. na redação da Lei 8.352/2001) dispõe exclusivamente sob SÚMULA 045: No reexame necessário. O inciso I do art. SÚMULA 187: É deserto o recurso interposto para o Superior Tribunal de Justiça. SENTENÇAS QUE DETERMINAM O CUMPRIMENTO DE OBRIGAÇÕES DE FAZER OU NÃO FAZER. por sua natureza alimentar. 557 do CPC. STJ STJ STJ STJ 163 164 168 178 Busca e apreensão Concurso de credores Concurso de credores Concurso de credores Não é possível cumular pedido de busca e apreensão do bem contra tomadora de mútuo.julgar. como parte integrante da defesa. SÚMULA 014: A REMESSA NECESSÁRIA NÃO PODE SER PROVIDA PARA AGRAVAR A CONDENAÇÃO IMPOSTA À FAZENDA PÚBLICA. tem privilégio sobre o crédito bancário consolidado em confissão de dívida com garantia h . é legítimo receber as razões da reconvenção. É deficiente a fundamentação do recurso que se limita a enumerar repositórios oficiais de jurisprudência. 475 do CPC (redação da Lei n. ainda que a sentença lhe tenha sido favorável no mérito. O provimento monocrático à apelação somente se dá quando a decisão recorrida confrontar com a jurisprudência do STJ ou STF (CPC. qualquer dos juízes pode alterar o seu voto. II. proferido por maioria. por se tratar de ato único. O incidente de uniformização não é recurso e. quando o recorrente não recolhe. com propós EMBARGOS INFRINGENTES. § 1ºA). DIVERGÊNCIA. 530. admite-se como agravo re Cabimento de Recurso na Justiça Federal. A Turma entendeu que. alcança o reexame necessário. ART. colhidos os votos. 10.

mas as anuidades cobrad A matéria trata da possibilidade ou não de haver conversão automática de execução de entrega de coisa incerta. tem-se como definitiva a transferência do Os bens indivisíveis de propriedade comum podem ser levados à hasta pública por inteiro. por se tratar de incide Na nomeação de bem à penhora. 649. em execução por quantia certa. 100. A OAB é uma autarquia especial. o cônjuge do executado pode opor embargos de terceiro para defesa de sua meação. IV). Se a arrematação foi. SENTENÇA. 741. oriundo de contrato de confissão de dívida. se recusou-se a aceitar tal encargo. do CPC permite que. SÚMULA 304: É ilegal a decretação da prisão civil daquele que não assume expressamente o encargo de depositário judicial. Não cabe prisão civil decorrente de contrato de depósito relativo a bens fungíveis.866/94. ainda que originário de contrato de abertura de crédito. que deu nova redação ao art. cumpre anular a determinação de citação e por conseqüência exting Nas execuções propostas pela OAB para cobrança de anuidades a ela devidas. na venda judicial. SÚMULA 084: É admissível a oposição de embargos de terceiro fundados em alegação de posse advinda de compromisso de compra e venda de imóvel. amparado por contrato de alienação fiduciária. constitui título executivo extrajudicial.830/1980. único. compete ao juízo deprecado decretar a prisão do depo A prisão de quem foi declarado. haja vista que o valor do principal é demonstrável de pl SÚMULA 027: Pode a execução fundar-se em mais de um título extrajudicial relativos ao mesmo negócio. se aquela estiver dentro do prazo para estes. certa ou errada. AINDA QUE ACOMPANHADO DOS RESPECTIVOS EXTRATOS DE M O contrato de abertura de crédito fixo. da CF/1988. EMBARGOS À EXECUÇÃO. Praticados os atos e exauridas as etapas em série que a consubstanciam. art. não altera a impenhorabilidade do mesmo o fato de ter sido indicado pelo próprio devedor (CPC. Não é possível a execução provisória contra a Fazenda Pública. SÚMULA 300: O instrumento de confissão de dívida. p Embora o bem dado em hipoteca para a garantia de crédito rural seja impenhorável enquanto não vencida a dívida. um sistema gradual de preclusões. além de não ter gerado qualquer prejuíz A ação anulatória de cláusula contratual recebe o tratamendo de embargos do devedor. haver cumprido o prazo de prisão decretada pelo juiz nos termos do art. mesmo se proposta anteriormente à execução. ação de busca e apreensão e a execução (art. seja alegada a falta Por empate na votação.444/02. mas responderá por todas as despesa Em razão do princípio da instrumentalidade processual. o Juízo observa que o caso não era de propositura de ação executiva. SÚMULA 233: O contrato de abertura de crédito. (maioria). sobrevém a arrecadação do bem pelo síndico. Com o desiderato de pôr fim a anterior dívida. ACORDO.055-7/DF. nos embargos do devedor à execução de título judicial. a Turma deferiu habeas corpus para tornar insubsistente decreto de prisão expedido contra emitente de cédula rural pignoratícia (DL 167/67) que não . por fraude contra credores. é possível a penhora nessas condições quando há crédito Nos embargos do devedor. 658). do CPC. as partes firmaram acordo. ainda que acompanhado de extrato da conta-corrente. razão pela qual não há como negar-se SENTENÇA.O CONTRATO BANCÁRIO DE ABERTURA DE CRÉDITO ROTATIVO EM CONTA CORRENTE. SÚMULA 309: O débito alimentar que autoriza a prisão civil do alimentante é o que compreende as três prestações anteriores à citação e as que vencerem no curso do proce O fato de o devedor. sem o cumprimento Há. é possível o recebimento da oposição como embargos de terceiro. 5º do DL n. HOMOLOGAÇÃO. ainda que não apresentado o cheque ao sacado no prazo legal. IMPENHORABILIDADE. A múltipla penhora não prejudica os CITAÇÃO. não é título executivo. nem penhorado (penhoráveis são os frutos). II. devendo-se adotar o critério estabelecido no art. SÚMULA 279: É cabível execução por título extrajudicial contra a Fazenda Pública. art. as sentenças que impõem obrigação de fazer passaram a ostentar eficácia executiva lato sensu.É incabível o seqüestro de valores ou bloqueio das contas bancárias do INSS para garantir a satisfação de débitos judiciais. SÚMULA 600: Cabe ação executiva contra o emitente e seus avalistas. Conquanto o Supremo Tribunal Federal tenha deferido liminarmente. do CPC. será nomeado curador especial. EMBARGOS. 904. determina que é necessário o trânsito em A nota promissória emitida pela própria credora não representa caução segura para efeitos do art.TRF-1 TRF-1 TJ-MG STJ STJ STJ STJ STF STF STF STJ TRF-1 STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-4 TRF-1 STJ STJ TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TJ-SC STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STF 102 EJ489 SUM 162 SUM SUM SUM 027 044 045 169 114 SUM SUM SUM 185 487 167 188 SUM 162 166 SUM SUM EJ499 172 181 EJ482 169 175 170 172 177 186 187 SUM 171 SUM SUM SUM SUM SUM 191 192 192 050 Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Depósito e prisão civil Embargos à arrematação Embargos de terceiro Embargos de terceiro Embargos de terceiro Embargos de terceiro Embargos do devedor Embargos do devedor Embargos do devedor Embargos do devedor Embargos do devedor Execução provisória Execução provisória Fiança Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades Hasta pública e arrematação Hasta pública e arrematação Hasta pública e arrematação Penhora Penhora Penhora Penhora Penhora Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Título executivo Busca e apreensão Penhora Embargos do devedor Depósito e prisão civil Não se sujeita à prisão civil o depositário assim nomeado compulsoriamente pelo Oficial de Justiça. 041 . o executado poderá alegar a impenhorabilidade do bem constrito em embargos à arrematação. Se. EXECUÇÃO. permanecer revel. pois. dispensando a instauração de processo de execuç A ausência de indicação do valor da causa na inicial dos embargos à execução não configura fundamento para indeferir a inicial. A penhora de trinta por cento dos valores depositados em conta bancária da execut 015 . A EC 30/2000. avaliação e alienação de bens (CPC. após a citação para execução. desde que não prescrita a ação camb Não pode o credor. ainda que desprovid SÚMULA 134: Embora intimado da penhora em imóvel do casal. decretada a falência da empresa. 6. A partir da Lei 10. a suspensão da eficácia do § 2º do art. como depositário infiel é constitucional. 588. SÚMULA 305: É descabida a prisão civil do depositário quando. propor. § 3º. não se aplica a Lei n. par. que foi homologado judicia SÚMULA 196: Ao executado que. depositário infiel. assinado pelo devedor e pela testemunha. seja quanto ao depósito regulamentado no Código Civil como no caso de alienaçã Embora não tenha sido suscitada antes. É possível a cumulação de penhoras sobre determinado bem do executado. não é possível a desconstituição no bojo de execução em curso na Justiça estadual. 4º da Lei 8. ORIGEM.Dívida de alimentos antiga (aquela vencida há mais de três meses antes do início da execução) não pode justificar a decretação da prisão civil. PENSIONAMENTO. CONTA-CORRENTE. CUMULAÇÃO DE PENHORAS. citado por edital ou por hora certa. concluída sob processamento da Justiça obreira. fungível. constitui título executivo extrajudicial. CRÉDITO PREFERENCIAL. O usufruto não pode ser gravado. REVELIA. que permitia a 059 . bem como mediante simples petição no processo de execução. 827 do ref SÚMULA 268: O fiador que não integrou a relação processual na ação de despejo não responde pela execução do julgado. I. SÚMULA 195: Em embargos de terceiro não se anula ato jurídico. também pode ser alegado defeito na realização da penhora. não prejudica o julgamento de recurso Tratando-se de carta precatória expedida para a realização de penhora. VALORES. com legitimidade para apresentação de embargos. O art. 911/1969). ao mesmo tempo. nos autos da ADIn 1. por decisão judicial.

025/1969 pela massa falida. não estando sujeita a dilação probatória. ANUIDADES. a execução fiscal prosseguirá como definitiva se essa era sua natureza ao ser aj Se já formulado na esfera administrativa pedido referente à compensação da exação tida por inconstitucional com débitos referentes a tributo de igual espécie.Generalidades Execução fiscal . caso 058 . PREÇO VIL.Generalidades Execução fiscal .: execução de multas eleitorais aplicadas através de decisão judicial da Justiça Eleitoral).A execução fiscal contra a Fazenda Pública rege-se pelo procedimento previsto no art. somente a citação válida pode interromper a contagem do prazo prescricional. INEFICÁCIA. A preferência legal de bens suscetíveis de penhora (art.Generalidades Execução fiscal . a intimação do devedor ocorra no mesmo edital de hasta públic PENHORA. cumpre à Fazenda Pública antecipar o numerário destinado ao custeio das despesas com o transp SÚMULA 251: A meação só responde pelo ato ilícito quando o credor. EDITAL. quando a liquidação da sentença depender somente de cálculos aritméticos.Generalidades Execução fiscal . O instituto da exceção de pré-executividade consiste em meio direto de defesa.Generalidades Execução fiscal .É incabível a extinção do processo de execução fiscal pela falta de localização do devedor ou inexistência de bens penhoráveis (art. FALTA DE PAGAMENTO. 40 da Lei n. 204 do CTN. a controvérsia acerca da ilegitimidade passiva de parte pode ser dirimida em exceção de pré-executividade se se tratar de prova inequívoca. 655 do Código de Processo Civil).Generalidades Execução fiscal .025/69. TRF-1 TRF-1 STJ TRF-4 TRF-4 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-SC TJ-RS STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-1 107 117 175 SUM SUM 107 EJ436 EJ440 EJ480 EJ480 EJ499 SUM SUM SUM 160 164 165 165 172 175 177 181 192 193 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 114 EJ476 Embargos Exceção de pré-executividade Exceção de pré-executividade Execução fiscal .Descabe ao juiz extinguir de ofício execução fiscal ajuizada com certidão de dívida ativa. ARREMATAÇÃO.830/80. 208 da Lei de Falências.Generalidades Execução fiscal . o juiz não poderá reduzir o encargo de 20% (vinte por cento).Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . CANCELAMENTO.STJ STJ STJ STJ STJ 194 202 203 256 255 Hasta pública e arrematação Penhora Generalidades Hasta pública e arrematação Embargos de terceiro CITAÇÃO. 6830). 40 da LEF) e. sopesados os interesses do credor e o princípi Em função do princípio da economia processual.Generalidades Execução fiscal . Ainda que a jurisprudência admita possível a interposição de ação anulatória para buscar-se rescindi EMBARGOS DE TERCEIROS. 015 . Em execução fiscal contra empresa e sócios-gerentes. não bastando o mero despacho que ordena a citação.Generalidades Execução fiscal . de 1980 (e no art. provar que o enriquecimento dele resultante aproveitou ao casal.Generalidades Execução fiscal . sem necessidade de embrenhar-se em No processo de execução. Após o ajuizamento da execução fiscal. A ordem de gradação estabelecida no art. não se deve extinguir a execução. PENHORA. SÚMULA 128: Na execução fiscal haverá segundo leilão. 730 do Código de Processo Civil. a Turma entendeu excluir da penhora o automóvel u EXECUÇÃO.Não constituindo o documento essencial a propositura da execução fiscal (CPC. Na execução. HASTA PÚBLICA.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . conseqüentemente.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . presume-se fraudulenta a alienação do bem pelo sujeito passivo da obrigação. se no primeiro não houver lanço superior à avaliação. previsto no Decreto-Lei 1.Generalidades Execução fiscal . que o credor co 019 . HASTA PÚBLICA.Generalidades Execução fiscal . o processo pode ficar suspenso a pedido do exeqüente (art. A Turma proveu o recurso. Execuções especiais: execução fiscal. oportunizar ao exeqüente sua A nomeação de curador especial a devedor citado por edital no processo executivo fiscal atende ao princípio do contraditório. ATO PRIVATIVO. AUTOMÓVEL. SÚMULA 190: Na execução fiscal. ao ser verificada a nulidade do título executivo (CDA). Nada impede que. pessoalmente.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . que veda a cobran Mesmo pendente de recurso a sentença que julgou improcedentes os embargos do devedor.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . 046 . quando da existência de vícios averiguados de plano.Penhora Não é possível discutir em sede de embargos matéria já decidida judicialmente (ex.Penhora Execução fiscal . e sim. não exime o exeqüente dos encargos da sucumbência. CÁLCULO. após o oferecimento dos embargos. INSTRUMENTO.Generalidades Execução fiscal . SÚMULA 153: A desistência da execução fiscal. cabe aos mesmo o ônus da prova para dirimir ou excluir a responsabilidade. SÚMULA 189: É desnecessária a intervenção do Ministério Público nas execuções fiscais. do dia e hora da realização do leilão. COISA JULGADA. 11 da Lei 6.Generalidades Execução fiscal . em face do disposto no § 2º do art. entendendo que descabe a alegada ocorrência de coisa jul 15.830. Exigir-se a formação de ação incidental de embargos para só nela a A instrução da petição inicial com certidão de dívida ativa é o quanto basta para o regular processamento de execução fi scal. o legislador optou por estipu AÇÃO ANULATÓRIA. § 1º). 6º. Os direitos emergentes da concessão pública podem ser objeto de nomeação à penhora pela executada. processada perante a Justiça Estadual. porquanto a Ce Na execução fiscal. Restou provado que o título executivo não tem certeza e liqüidez por vício na presunção contida no art. 11 – LEF) não opera de forma rígida. ÔNUS DA PROVA.Generalidades Execução fiscal . CREDOR. Os honorários devidos por força de execução fiscal integram-se ao crédito tributário. 1. via embargos do devedor. Na hipótese do REGISTRO PROFISSIONAL. art. TRABALHO. devendo ser vista em cada caso. SÚMULA 139: Cabe à Procuradoria da Fazenda Nacional propor execução fiscal para cobrança de crédito relativo ao ITR.Generalidades Execução fiscal .Generalidades Execução fiscal . que visa emprestar maior celeridade à execução e conciliar o . Lei 6. de ofício. 1º do DL n. A presunção de legitimidade do crédito tributário. Os Conselhos de Fiscalização Profissional são autarquias especiais e suas anuida SÚMULA 121: Na execução fiscal o devedor deverá ser intimado. na execução fiscal. por economia e celeridade processuais. Prosseguindo o julgamento. a supremacia do interesse público e o princípio de que a execução por quantia certa deve ser levada a efeito em benefício d Quando interrompida a prescrição e não havendo bens a penhorar. não pode a Fa EXECUÇÃO FISCAL. 183.Generalidades Execução fiscal . DEVEDOR. não necessitando serem habilitados na falência. REPRESENTANTE COMERCIAL. não é lícito ao juiz determinar. execução de crédito hipotecário vinculado ao Sistema Financeiro de Habitação . descabida a exigência de comprovação de prév SÚMULA 042: Nas execuções da dívida da União. FRAUDE. encontrando respaldo também no entendimento A prescrição constitui-se causa extintiva do direito do exeqüente. o prazo pre É ilegítimo o pagamento do encargo previsto no art.

Alega CAUTELAR. muitas vezes é imprescindível o O procedimento especial da consignação em pagamento admite ampla discussão a respeito do débito e seu valor. CAUTELAR.Generalidades Execução fiscal . EXECUÇÃO FISCAL. se for necessário. ORDEM DE PREFERÊNCIA. sendo lícito ao juiz. NOMEAÇÃO. ação de anulação e substituição de títulos ao portador. A nova redação do par.Penhora Execução fiscal .741/71. É VEDADA A NOMEAÇÃO À PENHORA DE TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA SEM LIQUIDEZ IMEDIATA. por decisão liminar do STF. 359) na ação cautelar de exibição de documentos. PRÉVIA AVALIAÇÃO. a exceção de pré-executividade não pode ser acolhida. não há que se indicar.Penhora Execução fiscal .Penhora Execução fiscal . é o valor O juiz da Vara Federal Comum. PRÉ-EXECUTIVIDADE. 174 do CTN autoriza a conclusão de que a suspensão das execuções fi sca SÚMULA 006: EXECUÇÃO FISCAL SUSPENSA COM BASE NO ARTIGO 40 DA LEI Nº 6830/80 NÃO PODE SER JULGADA EXTINTA. EXECUÇÃO FISCAL. uma vez deferida a perícia. IMÓVEL. EXECUÇÃO. inclusive quando a ação principal for declaratória de inexistência de obrigação tributária. A Seção. não podendo ad Cabe ao executado comprovar que a penhora sobre o faturamento inibe o pagamento dos créditos trabalhistas.Penhora Execução fiscal . art. PENHORA. ganha reforço de maior realce com a criação dos Juiza No litisconsórcio ativo facultativo. há de prossegui-la até a DÍVIDA PÚBLICA. Se ocorrer a decretação da falência do executado após a penhora de bens ocorrida na execução fiscal. quanto mais o 17. MULTA. Os embargos à execução hipotecária só produzem efeito suspensivo se observados os requisitos do art. Civil). MUDANÇA. vertente processual do pagamento em consignação (art. basicamente me Na ação de consignação em pagamento. a medida cautelar será requerida diretamente ao Tribunal. vez que é possível a busca e apreensão por descumprimento da ordem.Penhora Exceção de pré-executividade Execução fiscal . PRECATÓRIO. Para fins fiscais. MAS ARQUIVADA SEM BAIXA NA D SÚMULA 031: NA EXECUÇÃO FISCAL. (Art .Generalidades Execução fiscal .830/1980. na via do REsp. Visto que. É legítima a recusa à penhora de título da dívida pública sem cotação na bolsa por falta de liquidez. conqu EXECUÇÃO HIPOTECÁRIA. SUB-ROGAÇÃO. DE DIFÍCIL OU DUVIDOSA EXCEÇÃO. Cabimento de Medida Cautelar. ação de depósito. 800 do CPC (―Interposto o recurso. único do art. A DISCUSSÃO SOBRE O QUANTUM DA DÍVIDA. EMPRESA. ação de prestação de contas.‖) não alter Descabe multa cominatória (CPC.TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ TRF-1 TRF-2 TRF-2 STJ STJ STJ EJ476 EJ476 EJ489 165 165 190 193 193 197 166 SUM EJ503 SUM SUM 201 202 256 Execução fiscal . restou de todo esvaziada. Procedimentos especiais de jurisdição contenciosa: ação de consignação em pagamento. PRAZO. 16. mas sim a perda da e Em face do caráter auxiliar. EXAME DE PROVA. não pode remetê-la ao Juizado Especial Federal (JEF) sem prévio exame da inicial e dos seus docu . 186 do C Inexistindo bens passíveis de garantir a execução. CAUTELAR. entendeu que. O extemporâneo ajuizamento da ação principal (art. para qual se busca alcançar o efeito suspensivo. pouco observada comumente por costume forense não apropriado. TÍTULOS. quando impugnado ato de autoridade sujeita. espécies. STJ TRF-3 STF STJ STJ STJ TRF-1 TJ-RS STJ STF STJ 182 SUM 051 163 190 195 115 SUM 168 SUM 201 Busca e apreensão Cabimento Cabimento Exibição de documentos Generalidades Generalidades Liminar Liminar Produção de provas Exibição de documentos Generalidades Na hipótese de ação de busca e apreensão. é vedada a análise de matéria fático-probatória. 5º da Lei 5. principalmente quando não há sequer a c Execução fiscal. em virtude da sua natureza declaratória. pelo m A interpretação que decorre da leitura combinada e sistemática do art. Insurge-se a recorrente contra a execução de multa (astreinte) fixada em sentença cautelar. PRAZO. AÇÃO PRINCIPAL. AÇÃO PRINCIPAL. Recurso.830/80 e do art. no mandado de intimação da penhora. 334 – Cód. tend SÚMULA 047: A ação de consignação em pagamento. é possível a avaliação prévia do imóvel. EMBARGOS. a que distribuída originariamente a causa. Na hipótese dos autos.Penhora Execução fiscal . INTIMAÇÃO. o deferimento da medida deve abster-se tão somente ao juízo de probabilidade e verossimilhança da alegaçã 008 . Execução. 11 da Lei n. é providência destituída de consistênc É incabível o deferimento de pedido de bloqueio genérico e indiscriminado de numerário existente em conta bancária do executado. não há e FALÊNCIA. por isso que implicaria negar vigência oblíqua ao art. na ordem de preferência estabelecida no art. 648 do CPC). liminar e peculiaridades. IMUNIDADE. 806 do CPC) não causa a extinção do processo cautelar. acerca da existência de execução fiscal em desfavor de seu proprietário.Penhora Execução fiscal .741-71. PENHORA. no juízo de 1º grau. mas. devem ser prestados por escrito os esclarecimentos de dúvida sobre o laudo oficial. é admissível a penhora sobre o faturamento da empresa executada. no própr SÚMULA 390: A exibição judicial de livros comerciais pode ser requerida como medida preventiva. A Turma de PENHORA. PENHORA.Penhora Execução fiscal . autônomo e temporário da cautelar. RITO. Na cobrança do ICMS pelo Estado. a petição inicial deve ser instruída com.Generalidades Execução hipotecária A restrição judicial anotada no ‗registro‘ de veículo automotor. por maioria. 5º O executado poderá opor embargos no p SÚMULA 199: Na execução hipotecária de crédito vinculado ao Sistema Financeiro de Habitação. Na execução hipotecária regulada pela Lei n. 6. de execução fiscal. a impenhorabilidade é condição legal (art. NA AÇÃO DE CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO. nos termos da Lei 8866/94.741/1971. SALDO BANCÁRIO.Não é admissível.Penhora Execução fiscal . ações possessór STJ TRF-1 TRF-1 TJ-SP STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 194 EJ476 SUM SUM 172 172 113 EJ481 EJ481 EJ482 Alimentos Consignação Consignação Consignação Consignação Consignação Depósito Juizado Especial Federal Juizado Especial Federal Juizado Especial Federal ALIMENTOS. o prazo para embargar. é imprópria para a discussão do reajuste da prestação dos contratos habitacio 009 . não só pelo afastamento do seu ato coercitivo (prisão civil). nos termos da Lei 5. mormente se não há contestação de 1 . IMPROCEDÊNCIA. A mãe acabou por cobrir as verbas de obrigação do pai referentes aos alimentos dos filhos. Ao contrário. interpretar cláusula in A ação de depósito. po PENHORA.É ADMISSÍVEL. princi A importância da fixação correta do valor da causa. Impenhorabilidade de bens da infraero: ausência de previsão legal. o valor da causa como determinante da competência do órgão julgador – Juizado Especial Cível Federal ou Vara Federal Comum. a sentença que acolhe o pedido não é condenatória. EXECUÇÃO. a concessão de medida cautelar inominada. RECUSA. ou sua liminar. não se faz necessária a intimação pessoal do devedor para efeito da constituição em mora. o juiz ordenou o bloqueio do valor em execução na conta-corrente da empresa. 5. Processo cautelar: estrutura. na via do mandado de S Na ação cautelar de produção antecipada de provas.Penhora Execução hipotecária Execução hipotecária Execução fiscal . Tratando-se de execução fiscal. 40 da Lei 6. Não se vislumbra qualquer incompatibilidade jurídica entre os pedidos de revisão de contrato e de consignação em pagamento.Em matéria fiscal é cabível medida cautelar de depósito.

Não se fala em decadência do direito de impetração quando o MS tem caráter preventivo. CABIMENTO. antes de proferida a sentença. letra a) se não houve recusa de informações por parte da autoridade administrativa. turbação e nem esbulho o exercício do direito do proprietário de alienar o imóvel SÚMULA 228: É inadmissível o interdito proibitório para a proteção do direito autoral. CHEQUE PRESCRITO. inclusive por meio do Imóvel ocupado em razão de contrato de trabalho. cabendo ao usuári AÇÃO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS. amparado pelo mandado de segurança. Usucapião especial (terras devolutas federais). quando ensejar dilação probatória. constitui documento hábil para o ajuizamento da ação monitóri SÚMULA 292: A reconvenção é cabível na ação monitória. Ação civil pública. pois nesse caso os dirigentes s Não cabe mandado de segurança contra dirigente da Caixa Econômica Federal quando seu ato se refere a normas de concurso público. partilha.TRF-1 EJ498 Juizado Especial Federal JEF-TUN SUM Juizado Especial Federal STJ 196 Monitória STJ SUM Monitória STJ SUM Monitória STJ SUM Monitória TRF-1 113 Possessória TRF-1 EJ484 Possessória STJ SUM Possessória STF SUM Possessória STJ 165 Prestação de contas STJ 194 Prestação de contas STJ SUM Prestação de contas STJ 196 Inventário. SÚMULA 299: É admissível a ação monitória fundada em cheque prescrito. defe Denegada a segurança. pois tais atos são de mera gestão int A liminar em mandado de segurança deve ser suspensa quando sua execução acarretar grave lesão à ordem e à economia públicas. se com base neste for ela disputada. PARTILHA. Não constitui ameaça. após a conversão do procedimento em ordinário. da qual recebeu os mandatos. Constitui ofensa ao princípio do juiz natural cassar MS emitido por outro juízo. fica sem efeito a liminar concedida. AÇÃO MONITÓRIA. Nas relações de trato sucessivo (como nos casos dos tributos que vencem mensalmente). ao argumento de que fora reconhecida judi 18.Não há renúncia tácita no Juizado Especial Federal. De acordo com o direito positivo brasileiro. o MS requer a apresentação de prova preconstituída do direito tido por violado. A recorrente intentou a ação de petição de herança cumulada com anulatória de partilha. Ação popular. Por ser procedimento excepcional. eis que apenas a elas são imputáveis Cabe mandado de segurança contra dirigente de sociedade de economia mista ou empresa pública. A decisão denegatória ou que concede liminar em MS pode ser impugnada por meio de agravo de instrumento. SÚMULA 002: Não cabe o habeas data (CF. a liminar antes deferida perde sua força. assumindo o ato de servidor e. SÚMULA 405: Denegado o mandado de segurança pela sentença. tendo caráter meramen SÚMULA 247: O contrato de abertura de crédito em conta-corrente. VIÚVA MEEIRA. no prazo assinado. quando se escuda em lei cujos efeitos foram anulados por outra. O recorrido exerceu as funções de gerente-administrador da empresa autora. Deve ser concedida a ordem para que sejam fornecidas ao impetrante informações pessoais que não sejam imprescindíveis à segurança da sociedade e do Estado. o prazo decadencial para ajuizamento da ação mandamental é contado mês a mês Não há ilegitimidade passiva ad causam da apontada autoridade coatora se esta comparece aos autos. (N. não sendo admissível a discussão de situações hipotéticas SÚMULA 040: O mandado de segurança não é a via própria para a comprovação de tempo de serviço para efeito previdenciário. SÚMULA 632: É constitucional lei que fixa o prazo de decadência para a impetração de mandado de segurança. Administrou SÚMULA 259: A ação de prestação de contas pode ser proposta pelo titular de conta-corrente bancária. SÚMULA 474: Não há direito líquido e certo. SÚMULA 487: Será deferida a posse a quem. Desapropriação. inclusive.259/01 ‗não haverá prazo diferenciado para a prática de qualquer ato processual pelas pessoas jurídicas de direito público. O despacho que simplesmente ordenou a citação do réu da ação monitória não reclama fundamentação. Somente pessoas estatais podem figurar no pólo passivo da relação processual instaurada com a impetração do mandado de injunção. LXXII. aquele que exerce sobre a coisa os poderes de proprietário é possuidor. quando a questão for relativa a licitações. para fins de competência. Interdito proibitório. o impetrante não necessita ter recorrido SÚMULA 213: O mandado de segurança constitui ação adequada para a declaração do direito à compensação tributária. .A. ao prestar informações. TRF-1 TRF-1 STJ STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF SUM 107 SUM 167 112 113 117 117 117 EJ440 EJ520 EJ536 EJ537 SUM 161 162 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM Desapropriação Habeas data Habeas data Mandado de injunção Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança SÚMULA 034: Na ação de desapropriação o parecer do assistente técnico pode ser juntado aos autos a qualquer tempo. retroagindo os efeitos da SÚMULA 429: A existência de recurso administrativo com efeito suspensivo não impede o uso do mandado de segurança contra omissão da autoridade. seja por implícita perda de eficácia em face do natural perfil declaratório negativo Inexistindo ato concreto que possibilite a constatação de violação a direito líquido e certo do impetrante. A administradora de cartão de crédito obriga-se a prestar contas e informações sobre as taxas e juros incidentes sobre débitos lançados em fatura mensal. não se condiciona à interposição de recurso. seja por explícita cassação. Ação de improbidade administrativa. Mandado de segurança. Art. inclu 017 . declarada constituciona SÚMULA 631: Extingue-se o processo de mandado de segurança se o impetrante não promove. em outro processo. com direito à proteção possessória. 9º da Lei 10. SÚMULA 430: Pedido de reconsideração na via administrativa não interrompe o prazo para o mandado de segurança. a citação do litisconsorte passivo necessário. não se apresenta cabível o mandado de segurança. 5º. etc Segundo a regra expressa do art. dela interposto. ou no julgamento do agravo. SÚMULA 202: A impetração de segurança por terceiro.: ou seja. contra ato judicial. acompanhado do demonstrativo de débito. HERANÇA. evidentemente. Mandado de injunção. tiver o domínio.

Ainda que a matéria a ser suscitada no recurso extraordinário tenha surgido. art. (a) de competên Constatado que no imóvel encontra-se em condomínio. Ao deferimento da medida não basta o preenchimento dos requisitos estabelecidos na Lei 4348/64 .mesmo sob a égide da vigente Constituição . da LC 76/93. a admissão parcial. concluindo o Superior Tribunal de Justiça. entre A legitimação das organizações sindicais. DE EFEITOS PERMANENTES. à saúde. § 2º). RAZÃO PELA QUAL. entidades de classe ou associações. há que ser inde É nula a vistoria realizada pelo INCRA (LC 76/93. em tal caso. substituição processual. exigindo-se. Habeas data.cujo reconhecimento implicaria n Contra acórdão de Tribunal Regional Eleitoral somente cabe Recurso para o Tribunal Superior Eleitoral. no mandado de segurança. a posição dominante no Superior Tribunal de Justiça é de que há nulidade quando O ato do gerente regional de concessionária de energia elétrica que suspende o fornecimento do serviço pode ser impugnado por meio de mandado de segurança. É nulo o processo de desapropriação de imóvel rural por interesse social em que falte a intimação e conseqüente intervenção do Ministério Público Federal (art. depois da propositura da ação. no julgamento de recurso especial interposto simultaneamente com o extraordinário. de caráter satisfativo. não for feita pessoalmente ao proprietário do Em sede de mandado de segurança.decorre da oportuna formulação. O mandado de segurança só é o meio hábil para a requisição de documentos necessários à prova do alegado MS. de 25 de fevereiro de 1993.TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ TRF-1 STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 STF STF STJ TRF-1 TRF-2 STJ STJ EJ481 EJ482 176 177 177 486 011 012 013 016 023 026 033 038 040 045 EJ497 054 054 200 EJ501 SUM 255 255 Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Desapropriação Desapropriação Desapropriação Desapropriação Mandado de segurança Desapropriação Desapropriação Suspensão de segurança Suspensão de segurança MS Coletivo MS Coletivo MS Coletivo Mandado de segurança Mandado de injunção Mandado de segurança Mandado de segurança Habeas data Mandado de segurança Mandado de segurança Mandado de segurança Não obstante dotado de índole preventiva. REQUISIÇÃO. Direito de vista da prova de redação. modificativo ou extintivo do direito influir no julgamento d Prequestionamento. de recurso extraordinário que. sendo objeto de usufruto. da CF autoriza a impetração de mandado de segurança coletivo por organização sindical deve estar relacionado com a O objeto do mandado de segurança coletivo poderá ser um direito dos associados. 5º. LXX. par.Não cabimento A omissão da Presidência do Tribunal a quo em examinar a admissibilidade do extraordinário enseja a interposição de agravo de instrumento para o STF. não prescinde do fumus boni juris . de modo implícito. por direito próprio. 462). 2º. ECAD. de molde a config Conquanto deva-se prestigiar o princípio da instrumentalidade. C O mandado de segurança não perde o objeto quando a pretensão do impetrante. julgará a causa. independentemente de guardar vínculo com os fins próprios da entidade. conhecendo do recurso extraordinário. mas examina.risco de grave lesão à ordem. Adequação da via eleita. O habeas data assegura o acesso a informações relativas à pessoa do impetra SÚMULA 043: A CASSAÇÃO OU SUSPENSÃO DE BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO É ATO ADMINISTRATIVO ÚNICO. há de Não ofende a garantia constitucional da justa e prévia indenização a regra que autoriza a imissão provisória do expropriante na posse do imóvel. 2º. confirma o acórdão recorrido. 462 do CPC (―Se. 246. é extraordinária. quando for o caso. MS. se este não dispõe. e não agravo regim Uma vez interpostos o extraordinário e o especial contra certa decisão de mérito. mesmo que nele se discuta matéria constitucional. aplicando o direito à espécie.Não cabimento RE . pelo presidente do tribunal "a quo". o mandado de segurança não prescinde da indicação de um ato concreto e específico praticado pela autoridade. Recurso Especial e Recurso Extraordinário STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF 015 020 030 041 047 052 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 015 024 032 RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE RE . O Escritório de Arrecadação e Distribuição – ECAD tem natureza privada. no julgamento deste último. Súmula 454. se dela não foram notificados todos os condôminos do imóvel declarado de interesse social para fins de reform A validade do processo expropriatório fica comprometida se a notificação para a vistoria prevista no art.que traduz elemento indispensável ao conhecimento do recurso extraordinário . em momento Direito Superveniente (CPC.firmou-se no sentido de não admitir. 4º). Não se conhece de recurso extraordinário que. a suspensão de segurança (Lei 4348/64. SÚMULA 639: Aplica-se a Súmula 288 quando não constarem do traslado do agravo de instrumento as cópias das peças necessárias à verificação da tempestividade do recu SÚMULA 528: Se a decisão contiver partes autônomas. para a segurança coletiva. b. . além da matéria legal veiculada no A configuração jurídica do prequestionamento . INTIMAÇÃO PESSOAL. é plenamente atendida com o deferimento da liminar. contado. à segurança e à economia pública O interesse material para cuja defesa o art. a notificação prevista no § 2º do artigo 2º da Lei nº 8. a partir da public SÚMULA 727: Não pode o magistrado deixar de encaminhar ao Supremo Tribunal Federal o agravo de instrumento interposto da decisão que não admite recurso extraordinár SÚMULA 634: Não compete ao Supremo Tribunal Federal conceder medida cautelar para dar efeito suspensivo a recurso extraordinário que ainda não foi objeto de juízo de a SÚMULA 635: Cabe ao Presidente do Tribunal de origem decidir o pedido de medida cautelar em recurso extraordinário ainda pendente do seu juízo de admissibilidade. pelos organismos sindicais e pelas entidad A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal . 2º. art. É o que se extrai d Interpretação de cláusulas do contrato: não cabimento do recurso extraordinário. no julgamento da apelação. como no de denegação de suspensão da segurança. ocorrendo. FAZENDA NACIONAL. mediante o depósito de seu v Enquanto medida judicial de contra-cautela. A questão consiste em saber da necessidade de intimação pessoal do representante da Fazenda Nacional da sentença c 19. O art. faz-se necessária a oposição SÚMULA 728: É de três dias o prazo para a interposição de recurso extraordinário contra decisão do Tribunal Superior Eleitoral.Não cabimento RE . falece legitimidade passiva ad causam ao órgão estatal apontado como coator. por incabível. do Pendente de apreciação ação declaratória intentada pelo expropriado objetivando o reconhecimento judicial de que o imóvel é insuscetível de desapropriação. fundado na tese da incompetência absoluta da Justiça perante a qual o feito foi processado . mandado de segurança contra MS. § 2º. pela carência da Se o STJ. Exame vestibular. uma vez q É cabível agravo regimental tanto no caso de concessão. restando incabível o mandado de segurança impetrado contra seus dirigentes. sobre qualquer delas se manife SÚMULA 456: O Supremo Tribunal Federal. de modo a justifi MANDADO DE INJUNÇÃO COLETIVO: A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal firmou-se no sentido de admitir a utilização. como as cautelares em geral. DOCUMENTO. algum fato constitutivo. AUTORIDADE COATORA. art.629.

DIVERGÊNCIA. SÚMULA 638: A controvérsia sobre a incidência. SÚMULA 399: Não cabe recurso extraordinário.Não cabimento RE . RESP. pretende que o STF declare a inconsti RESP. entendeu. ACIDENTE FERROVIÁRIO. A Corte Especial. p SÚMULA 203: Não cabe recurso especial contra decisão proferida.Não cabimento RE . Sobre admissibilidade de REsp. SÚMULA 734: Não cabe reclamação quando já houver transitado em julgado o ato judicial que se alega tenha desrespeitado decisão do Supremo Tribunal Federal. SÚMULA 636: Não cabe recurso extraordinário por contrariedade ao princípio constitucional da legalidade. DIREITO ADQUIRIDO. DECISÃO MONOCRÁTICA.Não cabimento RE RESP RESP SÚMULA 735: Não cabe recurso extraordinário contra acórdão que defere medida liminar. Com a alteração processual da Lei n. SÚMULA 013: A divergência entre julgados do mesmo Tribunal não enseja recurso especial. SÚMULA 083: Não se conhece do recurso especial pela divergência. quando a sua verificação pressuponha rever a interpretação dada a SÚMULA 637: Não cabe recurso extraordinário contra acórdão de Tribunal de Justiça que defere pedido de intervenção estadual em Município.STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STJ STJ SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 162 162 183 193 195 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 054 202 203 RE . de quaisquer decisões da Justiça do Trabalho. juízo negativo de admissibilidade.Não cabimento RE . RESP. inclusive dos pre SÚMULA 454: Simples interpretação de cláusulas contratuais não dá lugar a recurso extraordinário. irrisório. O valor do dano moral somente deve ser revisto na instância especial se exorbitante.Não cabimento RESP . de correção monetária em operações de crédito rural é de natureza infraconstitucional. EMBARGOS INFRINGENTES. A decisão monocrática não se presta para demonstrar o dissídio jurisprudencial com o acórdão recorri QUESTÃO DE ORDEM. No RE.Não cabimento RESP . entendeu que é possível ao STJ conhecer de REsp que cuida unicamente da violaç SÚMULA 086: Cabe recurso especial contra acórdão proferido no julgamento de agravo de instrumento. o recurso especial.Não cabimento RESP . excessivo ou mesmo insignificante. SÚMULA 158: Não se presta a justificar embargos de divergência o dissídio com acórdão de Turma ou Seção que não mais tenha competência para a matéria neles versada.Não cabimento RE .Não cabimento Reclamação RESP RESP RESP RESP RESP RESP RESP RESP RESP . não viabilizando recurso extra SÚMULA 505: Salvo quando contrariarem a Constituição. com o exame dos seus pressupostos gerais e constitucionais. 10. deve ser fundamentada. por maioria. SÚMULA 007: A pretensão de simples reexame de prova não enseja recurso especial. por maioria. SÚMULA 126: É inadmissível recurso especial. e não ao Tribunal "a quo". cabe ao STJ se pronunciar definitivamente. O recorrente interpôs recurso especial e recurso extraordinário. SÚMULA 733: Não cabe recurso extraordinário contra decisão proferida no processamento de precatórios. quando a orientação do Tribunal se firmou no mesmo sentido da decisão recorrida.Não cabimento RE . ou não. por violação de Lei Federal.352/2001 (que privilegiou o princípio da singularid RESP. abusivo. JULGAMENTO. A instauração da jurisdição cautelar do Supremo Tribun INDENIZAÇÃO. TEMA DE FUNDO CONSTITUCIONAL. ao prosseguir o julgamento de questão de ordem. ou não.Não cabimento RESP . SÚMULA 005: A simples interpretação de cláusula contratual não enseja recurso especial. quando a ofensa alegada for a regimento de tribunal.Não cabimento RE . não cabe recurso para o Supremo Tribunal Federal. ART. 535 DO CPC. que a decisão que proclama direito adquirido tem fu . qualquer deles suficiente.Não cabimento RE . não foi apreciada pelo tribunal "a quo". SÚMULA 211: Inadmissível recurso especial quanto à questão que.Não cabimento RESP .Não cabimento RESP . nos limites de sua competência. SUSPENSÃO. SÚMULA 207: É inadmissível recurso especial quando cabíveis embargos infringentes contra o acórdão proferido no tribunal de origem. por órgão de segundo grau dos Juizados Especiais. SÚMULA 123: A decisão que admite. na origem. COMPROVAÇÃO. por si só.Não cabimento RESP . A Seção. Não cabe outorgar efeito suspensivo a recurso extraordinário que sofreu. quando o acórdão recorrido assenta em fundamentos constitucional e infraconstitucional. RESP. a despeito da oposição de embargos declaratórios.

impondo-se o seu processamento. M SER PROPOSTAS NO JUÍZO DO FORO COMPETENTE PARA CONHECIMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL PERTINENTE. segundo as suas convicções pessoais. tirando conclusões pessoais em assunto técnico. art. pois o referido dispositivo refere-se aos delitos de modo geral. Possível converter-se o rito inicialmente empregado pela parte autora. mprimento de suas próprias sentenças. ou afastando o laudo e julgando como se não existisse. característica da jurisdição contenciosa. em v me da inicial e dos seus documentos. assistentes ou oponentes. I. cessionária de serviços rodoviários – é determinado pelo domicílio do autor (CDC. n. Existindo no processo contestação e até recurso. 6º do Dec. ento. Não há qualquer ato de caráter decisório quando do cumprimento da precatória.lidades instrumentais. devendo o juiz. e o Tribunal a quo declinou ex officio de sua competência. ONDE HOUVER. argumentando se tratar de Direito Eleitoral. também. entendeu que não tem a Justiça Eleitoral competência para anular sentença de juiz que não suspensão do processo e fiscalizar o cumprimento das mesmas. I). Protocolizada a peça contestatória no prazo legal. ou contra ele. com aplicação da Lei 10. isto inclusive nos mandados de segurança impetrados contra autoridade administrativa federal. A VARA DA FAMÍLIA. esso Civil. . POR FORÇA DE CONEXÃO POR PREJUDICIALIDADE. osteriores. em face não só da unidade da jurisdição. Princípio da instrumentalidade.259/2001. o primeiro deve prevalecer. chegar ao ponto de poder o julgador substituir-se ao perito. 101. pedido. detidamente. te como autoras. para aferir. determinar de ofício que o autor proceda à alteração do valor atribuído à causa. A Seção. 87. Aplicação. há litígio. mica Federal tem interesse. restando competente a Justiça comum estadual. que prejuízo bem de vida não se mostra passível de entrega em tempo razoável.497/1982). pois não não se trata de caso de desistência da ação (que poderia indicar fraude à distribuição). mas. es os pedidos. 94/1977 e art. diante dos elementos contidos nos autos. por se tratar de uma relação de consumo. sta que se declare competente o juízo que não o suscitante ou o suscitado. invocando precedentes. mesmo havendo interesse do CADE ou da ANP. rés. ulada com a de alimentos. Juizado Especial que defere tutela antecipada. uizado Especial Estadual. se a causa se subsume aos limites do Juizado Especial. irrelevantes os equívocos cometidos no seu endereçamento. tanto de natureza civil. Alegação de preclusão temporal. Precedentes do STJ. por haver financiado o imóvel ou por ter o contrato cobertura do FCVS. até porque o deprecado deverá comunicar ao deprecante a aceitação das condições para que form ara ajuizar a ação de reparação de dano sofrido em razão de delito. ÓRFÃOS E SUCESSÕES. quanto penal.

execução das sentenças por ele proferidas. que extinguiu os tribunais de Alçada) o de outros tribunais ou dos Respectivos órgãos. que são seus órgãos: O Conselho Federal. a que remoto. dos. Apesar de a Corte Especial já ter firmado que são da competência da Justiça Federal as causas em que participem as caixas de assistência dos advogados. o falecimento do titular da conta. mas delegada ao juízo estadual. portanto. 45.Nas Comarcas do interior onde não funcionar Vara da Justiça Federal (art. . (N. defeitos da penhora. propriedade da União (art. por entender que esse proceder constitui ato de gestão do diretor da instituição. sob denominação de "contribuição sindical". porque estas são órgãos da O ento e julgamento de ação intentada pelo Município objetivando reaver. da União Federal. o qual não se confunde com ato delegado do Poder Público.: ver EC 45/2004) ulo estatutário. está na esfera da competência da Justiça Federal. (Art. 20. 12). por maioria. as ela CLT.806/1984. os Conselhos Seccionais. o escolar. ão do imóvel.: ver EC 45/2004) da Capital do Estado-Membro. não há int prestarem testemunhos caluniosos e de má-fé nos autos de reclamatória trabalhista. II da Lei 5. rgão colegiado presidido por Ministro de Estado.010-66. em mediação coletiva.A. que não se insere dentre aquelas de competência federal. a participação de sindicato cuja legitimidade encontra-se questionada judicialmente. ados especiais criminais. diz em seu art. 15. A Lei n. Tais depoimentos levaram à instauração de processo criminal contra o empregador por fraude e coação para obter assinatura em documento público. io.as vistorias e justific as autarquias ou empresas públicas. esloca a competência para a Justiça Federal. pagas. ressalvada a aplicação do Art. A Seção entendeu que a dvogados contra companhia estadual de água e esgoto. 004. recolhidas e o Trabalho diversos. mologados pela Justiça do Trabalho. de o Procurador do Trabalho aceitar. como órgão da Ordem dos Advogados do Brasil. mediante alvará judicial. ividade de foro. A Seção. higiene e saúde dos trabalhadores. que. o dispensado antes da instituição do Regime Jurídico Único. ativas à segurança. avaliação ou alienação dos bens. adual da situação do imóvel. pos iz estadual não era competente para julgar os embargos de terceiro contra a União. por se tratar de ação cognitiva autônoma. (N. em virtude de acidente de trabalho ou doença profissional (Precedente do STJ). A controvérsia é limitada ao plano das relações de consumo. valores indevidamente depositados em conta vinculada ao FGTS de seu ex-servidor. exercício de cargo em comissão.A. 9. s contribuições devidas aos sindicatos pelos que participem das categorias econômicas ou profissionais ou das profissões liberais representadas pelas referidas entidades serão. que é o Estatuto da OAB. 15 . mes praticados em seu detrimento. os juízes estaduais são competentes para processar e julgar: II . Portanto competente é a Justiça Federal para dirimir a questão do pagamento de verbas posta na ação. da CF/88). III. deu por competente o juízo estadual. nesse caso.

A jurisprudência do STJ e desta Corte é pacífi ca no sentido de que a regra que determina o ajuizamento de execução fi scal no domicílio do executado defi o Especial Federal. § 1º. tendo por objeto imóvel reivindicado pela União Federal em incidente de oposição (CPC. ressalvada a ação fiscal. I. ao prosseguir o julgamento. III. tendo a alteração de c entendimento sobre o tema em questão (vide Informativo do STF n. utilizem empregados aos domingos e feriados. o danificou. a Seção firmou. MANIFESTANDO A UNIÃO EXPRESSAMENTE FALTA DE INTERESSE EM INTERVIR NO FEITO. em seu art. pois que ligado à continuidade de prestação de serviço público federal. o seu domínio anterior. sendo defeso ao juiz modifi cá-la de ofício (Súmula 33/STJ ÁRIA. réus. risdição. Em se tratando de ato praticado por dirigente de instituição particular de ensino privada. Nulidade. sem acordo prévio ou convenção coletiva de trabalho. ambas as empresas têm capacidade financeira de demandar em foro diverso de seus domicílios. de propostas para melhorias técnicas que forem acolhidas e implantadas. não transita em julgado. pelo Juízo da capital. 119. A Súm. o e autor da reclamação. autos e não suscitar conflito. ao desmontar o equipamento complexo penhorado na reclamatória. a Seção. de ofício. no exercício da competência federal delegada. NÃO PODERÁ SER OBRIGADA A INTEGRAR A RELAÇÃO PROCESSUAL. art. raticamente). esse ato. por maioria. pretende receber a complementação do valor referente a sua prestação de serviços. Isso posto. I. Diante disso. com pedido remanescente. 114. e previsão legal. na esteira de precedentes d . A controvérsia reside em saber qual o juízo competente para processar e julgar indenização pelos danos materiais re rabalho processar e julgar as ações sobre representatividade sindical. n. no foro do domicílio dos segurados ou beneficiá IONÁRIA DE ENERGIA ELÉTRICA. mas de delegação. cio no Juizado Federal (CF. processar e julgar a ação anulatória da arrematação d mandato eletivo. mento do feito. pois sua competência restringe-se às controvérsias ligadas ao processo eleit anos morais e materiais em decorrência de doença profissional equiparada a acidente de trabalho. Impossibilidade. Remessa dos autos ao Juízo competente. III. PELO QUE NÃO ELIDE A COMPETÊNCIA CONCORRENTE DA JUSTIÇA FEDERAL. como alienante do bem. abalhista. I. sem prejuízo do ajuizamento de nova causa. a remessa dos autos à Justiça Comum do Estado do Piauí. restando nula a sentença remetida. resta incompetente a Justiça Eleitoral. 59-STJ diz respeito ao julgamento da própria ação e não da declaração de incompetência. parágrafo 3. No caso. entendeu declarar competente o juízo d a Justiça Federal para processar e julgar o presente mandado de segurança e determinou. 108. prorrogando-se a competência do juízo onde ajuizada a EF caso não argüida em momento oportuno. I. Art. de 12/07/01. por maioria. Competência relativa. acarretando prejuízo. COMPETINDO O JULGAME ão proferida por juiz estadual. que somente serão remetidos à Justiça do Trabalho os feitos relativos à indenização de danos morais e/ou patrimoniais decorrentes de acide dicos da empresa jornalística. Diante disso. Serão processadas e julgadas na justiça estadual. ainda que relacionadas a universidades particulares. 3º. ainda que para declarar-lhe a nulidade em virtude de incompetência. em produtos da emp ue não é de simples gestão administrativa. petência federal as questões envolvendo o ensino superior. por ausência de recurso. a competência para a Justiça Federal.locais. A Turma. excluiu da competência dos Juizados Especiais Federais as causas em que se pretende a ‗anulação ou cancelamento de ato administrati indenização em que ex-empregado objetiva a reparação de danos materiais e morais pelo não pagamento de prêmio previstos em concurso interno. nos termos da Constituição Federal de 1967. ão de nulidade do foro de eleição. HIPÓTESE DE COMPETÊNCIA RELATIVA. do de segurança impetrado contra decisões do Colégio Recursal do Juizado Especial de Pequenas Causas. z Estadual investido de jurisdição federal. Precedentes desta Corte e do STJ. Art. entre sindicatos e trabalhadores e entre sindicatos e empregadores (CF/88. e na qual o Estado também interveio para defender. 3º. inclusive mandados de segurança. compete a esse juízo estadual deprecado. no exercício de função federal delegada. Dessarte. no juízo próprio. art. praticado por autoridade de instituição privada no exercício de função federal delegada. 394). ré da ação de cobrança. presários. § 1º. c). quando utilizou símbolos pessoais na publicidade de obras e serviços realizados pela prefeitura. face de particular. não se trata de estabelecimento particular. (§ 3°.259. s precou a realização de atos para outro juiz estadual.259/01. I. Agravo interno não provido. A universidade é pública e pertence à organização administrativa do Municípi nte autárquico corporativo profissional especial. em conseqüência. que acabou por efetivar a penhora. é competente a Justiça Fede ncompetência. A incompetência ratione loci é relativa. art. entre sindicatos. com a remessa dos autos ao juízo que entende competente. da Lei 10. III. 56). acrescido pela Emenda Constitucional 45/04). No caso. ores à instituição do regime jurídico único. A Lei 10.

sendo que essa circunstância não foi analisada no primeiro grau. não se pode declarar a deserção antes do pronunciamento a respeito da assistência judiciária. § 3°. do mesmo diploma). art. conforme dispõe o art. art. 33 do CPC). in casu. áter beneficente. IV. por dedução da quantia a ser recebida pelo constituinte. Nesta instância.189/01). mas também aos titulares de contas vinculadas que litigam com o Fundo. do débito consolidado (art. a parte não tenha cumprido a diligência no prazo assinalado. mas a sua extinção sem julgamento do mérito (CPC. Porém se faz imprescindível que. não há como ser expedido alvará de levantamento da verba honorária em nome da sociedade de advogados. na condição de representante do FGTS. art. sobre as prestações vencidas ao tempo do ajuizamento da ação mais doze prestações vincendas (art. Se esse for indeferido. ela sofre as consequências de não produzi-la. s no efeito devolutivo quando a sentença deferir o pedido. iedade de que fazia parte. . salvo se este provar que já os pagou‘. 13. configura-se hipótese de sucumbência recíproca. Lei 10. m aquiescência do advogado. á o INSS de favor legal da isenção das custas se houver previsão em lei estadual. 260 do CPC). ou pleo autor. § 4o. 5°. por se tratar de direito que não lhes pertence. suposto processual (art. 265. para custear diligência de oficial de justiça. o ência do recolhimento da taxa judiciária (art. § 3°. nesse caso. estando o recurso vinculado a outro em apenso. suspensão do processo de conhecimento por prazo superior a 6 meses (CPC.: refere-se a custas na Justiça Federal apenas) art. (N. (Lei 8. honorários sucumbenciais do executado (CPC. o juiz deve determinar que lhe sejam pagos diretamente. ecutividade. us financeiro. custas e honorários.A. ADMINISTRATIVAS. de ofício. devendo a sua apelação ser recebida e processada independentemente de preparo. 22. § 4º) CIDE A PARTIR DO AJUIZAMENTO DA AÇÃO. quando a sua realização for determinada. é cabível a verba advocatícia. 20. bem como naquelas em que figurem os respectivos antes de expedir-se o mandado de levantamento ou precatório. que comprovem a impossibilidade de suportar os encargos do processo. Assim. 20. arbitrada. 267. 267. 257 do CPC). Lei 9. a Turma entendeu que incumbia ao Tribunal a quo i stiça Estadual. uma vez que este deve ser suportado por quem requereu a prova. § 3o). aplicando-se o princípio da causalidade. CEF. sa. VI). art. (Art. ser na reposição do que foi pago a esse título pelo autor da Ação Ordinária. intimada pessoalmente. 18).906/94. ante a distorção havida no valor atribuído à causa. por elas requeridas. § 4º). Nas ações entre o FGTS e os titulares de contas vinculadas. do CPC. 29-C. dvocatícios.964/00 c/c art.VER CORRIDO À REVELIA DO RÉU POR AUSÊNCIA DE CITAÇÃO OU POR CITAÇÃO NULAMENTE FEITA. pelo juiz (art.

(Lei n° 5. 265. multa diária por eventual desobediência. o advogado vencedor tem direito autônomo de executar a sentença nessa parte. em que se efetivou a citação e a parte ré contestou. 260 . Mesmo como no caso. rando-se à figura do art. ainda. 23 da Lei n. essa quantia deve servir de base para a fixação do valor da causa. Logo. ao reduzir o quantum da multa. II. o que veio a fazer no dia seguinte. NÃO SENDO OBRIGATÓRIA A FIXAÇÃO DA VERBA HONORÁRIA EM PERCENTUAL MÍNIMO. com a anulação apenas dos atos proces teúdo econômico determinável.869 . Sucede que o juiz proferiu sentença. n. a simples condição de pessoa jurídica não retira da autora o direito de demandar ao abrigo da gratuidade de justiça. 8. Outrossim. sem apresentar.título judicial e execução fundada em título extrajudicial. 7º.Quando se pedirem prestações vencidas e vincendas. XIII). 21 do CPC). mantém-se a sentença. 23 da Lei n. por aplicação do art. o correspondente comprovante de preparo. este deve ser o valor atribuído à causa. 20 DO CPC. do CPC. Sobrevindo morte da parte quando já encerrada a instrução. ainda que referida defesa tenha se dado em exceção de pré-executividade. m que o processo só se suspenderá a partir da publicação da sentença ou do acórdão. s monetariamente.584/70. os honorários advocatícios são devidos em conformidade com o art. À luz da jurisprudência do STJ. inclusive em execução. (Lei 8. podendo tomar apontamentos‘.906/1994 determina que os honorários sucumbenciais pertencem ao advogado. conseqüentemente. (Cf. óteses previstas na Lei 5. 8. pois o seu dever de fiscalização não a torna litisconsorte passiva das ilegalidades praticadas pelos f . essa ca (art. 6. 259. o pedido não se refere apenas à separação da meação do cônjuge supérstite. art. julgando improcedente a ação e impondo sucumbência ao autor. de herança cumulada com investigação de paternidade. unal a quo julgue o agravo de origem ao argumento de que o pedido de gratuidade de justiça pode ser deferido em qualquer fase processual. pois a citação postal está incluída no conceito de custas processuais e não de despesas processuais. O ença ― em que ficou no hospital desacordada e desassistida por seus familiares ― procurou obter acesso aos prontuários. II). Sendo a autora pessoa jurídica sem fi ns lucrativos (entidade pia. CPC).906/94 – art. CONFORME FACULTADO PELO § 4º DO ART. o valor da causa há de ser aquele refe rimoniais. pois havia pacto de abstenção de concorrência por cinco anos e. fi parte desistente (art. quando não estejam sujeitos a sigilo. que não revogou o art. É certo que o art. V. postagem de carta citatória. o a parte executada a contratar advogado para defendê-la. fixou-a a partir da data da citação. D NSOANTE APRECIAÇÃO EQÜITATIVA DO JUIZ. mpedir-se o seu defensor legal de ter acesso aos dados. acolhida para extinguir a execução em razão de c avo interno não provido. arte beneficiária da Justiça gratuita. registros médicos. diagnósticos e esclarecimentos sobre os tratamentos. havendo a concordância expressa do réu. se também houve pedido de cunho patrimonial (art.Art. 259. § 1º. Isso posto. devidamente corrigidas. Mostra-se irrelevante a ausência de embargos à execução (Súm. art. tomar-se-á em consideração o valor de umas e outras. a apelação foi recebida no cartório no dia 9/5/2001. Assim. 39 da Lei n.906/1994. missão de avisos aos garimpeiros existentes em área indígena da iminência do início de operação policial destinada a coibir essa prática ilícita. deve arcar com o pagamento dos honorários advocatícios. mas envolve a totalidade dos bens. 153-STJ).) II. erecimento da exceção de pré-executividade. isso quando sucumbente a Fazenda Pública daquele Estado. II. visto que passou a experimentar problemas de sa atórios. em função do princípio da causalidade. 645 do CPC. soma-se as pretendidas parcelas para alcançar o valor correto que deve ser atribuído à causa. e.830/1980). e o comprovante do preparo apresentado somente no dia 10/5/200 de processos fi ndos ou em andamento. P na ação cautelar de seqüestro intentada. o "Princípio da Causalidade") o advogado à execução do saldo sem excluir a legitimidade da própria parte. embora o pedido de desistência tenha sido protocolado antes da citação. a Turma entendeu que. sleal. a dispensá-la do pagamento (art. porém. assegurada a obtenção de cópias. mesmo sem procuração. na mesma ocasião. Deve suportar o ônus em razão do caráter contencioso do incidente e de ter-lhe dado causa. 26 do CPC). I. alínea b. o pedido tem como expressão econômica todo o patrimônio e. condenada uma das partes à verba honorária. havendo o acordo nos . 17. Mas o Tribunal a quo. 260 do CPC. se defensor público. porquanto houve contrataç or tempo indeterminado. informações e documentos necessários ao exercício da defesa. aplica-se o valor da causa pela soma dos pedidos declaratório e condenatório cumulados (CPC.

154 e 249. se h iar na qualidade de custos legis. 127) de outorgar ao Ministério Público a miss direito exaustiva e definitivamente decidido. sem intimá-lo. em face do inadimplemento do mútuo. postular o benefício da assistência judiciária. cabendo ao juiz indeferi-lo se houver relevantes motivos. o de citação a cominação (art. 82. continuando a tê-la para dar seguimento à ação.940/1989). afastamento por qualquer motivo. não tem o condão de a tões inerentes à ordem pública e igualitária. 7. ecução extrajudicial do bem. de faculdade do julgador. Trata-se.102c do mesmo códice. com o fim de agilizar os serviços judiciários. cial ao menor. no caso em que o Juízo a quo. as concebendo nos casos de convocação. mas que. também acarretará a nulidade da citação por hora certa. na qualidade de litisconsorte necessária. s no art. se a petição inicial estiver devidamente instruída. do CPC). No caso. encontrava-se ele no dever de guardar e conservar a documentação cuja exibição se pleiteia na medida cautelar. ropor a ação de responsabilidade civil de administradores de instituições financeiras que sofrem intervenção pelo Banco Central (RAET). o que dispensa. (Nova redação publicada em 09/12/2003) ntos relativos ao condomínio. ticipação do MP. 1. acarreta a nulidade da citação. em regime de mutirão. ir a expedição do mandado liminar de manutenção ou reintegração sem ouvir o réu. m ação movida em virtude de descumprimento de contrato de compra e venda firmado por empresas estatais daquele país socialista. Ressaltou-se que essas empresas são dotadas de personalidades jurídicas próprias. ainda que na qualidade de relator. após ter sido citado por edital e este não interveio no feito (CPC arts. EGITIMIDADE PASSIVA É EXCLUSIVA DA CAIXA ECONÔMICA FEDERAL. sim. não se confundindo com deres especiais. ocuração com poderes para receber citação. 38 do CPC. sem ter participado da instrução do processo. 225. diferentemente da falta de indicação do prazo para interpor a defesa. assi ferir sentença. COM VISTAS À REVISÃO DE SEU BENEFÍCIO PREVIDENCIÁRIO. comutuária. III. por sua vez. TEM LEGITIMIDADE AD CAUSAM PARA PROPOR AÇÃO EM FACE DA PRIMEIRA. já em fase de execução. pode ser instaurada também contra a ex-esposa. independentemente do término daquela intervenção e de ento do processo ao magistrado que presidiu a colheita da prova oral. ao observar as peculiaridades do caso concreto. NA QUALIDADE DE LITISCONSORTES PASSIVOS NECESSÁRIOS. a audiência prévia do MP. Mantendo em seu poder documentos de interesse do condomínio na condição de síndico. o juiz foi designado por uma Portaria do Tribunal de Justiça. A interpretação contemporânea do art. isso se verificar que aquele recurso é infundado ou inadmissível. O INSTITUTO NACIONAL DO SEGURO SOCIAL (INSS) E O FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE). que deve ser ouvido após a contestação e a réplica. teses em que desprovido o agravo interno. porém não há necessidade que seja redigida nos exatos termos constantes do art. ato de não constarem literalmente da procuração. 38 do CPC já é suficiente. licença. deve ela figurar no pólo ativo da ação ordinária.erentes a interesses individuais disponíveis. nomeou curador especial ao réu. Ass ncia. sso quando o MP não argüiu nem alegou prejuízo. PREVIDÊNCIA PRIVADA. No caso. Se a certidão do oficial de justiça não explicita os dias e os horários em que realiza as diligências a procura do réu. ólo passivo de ação que discute a exigibilidade da taxa de fiscalização do mercado de valores mobiliários (Lei n. Assim. § 1º). Note-se que o titular dessa exação é a Comissão de Valores Mobiliários. em estado de perplexidade diante das provas produzidas ou quando há significativa desproporção econômica ou sócio-cultural entre as partes. também. ca dos atos necessários à proteção de seus direitos e cumprimento de suas obrigações. tal qual quando esteja diante de direito indisponível. Assim. autarquia federal dotada de representação p . se não efetuada. DA RELAÇÃO PROCESSUAL. III. do CPC não pode desviar-se da vontade constitucional (art. a própria norma que o estabelece preconiza exceções. uízo. não caus . precisamente quando tiver por fundamento a atuação estatal na proteção do meio ambiente. A citação expressa aos poderes descritos no art. promoção e aposentadoria.

incerto ou inacessível. ador responsável. stintos da estipulada para o processo de conhecimento. mas se encerrou no horário normal. do em legislação especial. ogado que não possui procuração nos autos é nula. não a da remessa dos autos à Procuradoria da Fazenda Nacional. para os efeitos da Lei n. 398). ntestar. em atenção ao princípio da segurança jurídica. REsp. prevista no art. em ambas as instâncias. bastando que as diligências necessárias realizadas pelo oficia declaratórios interpostos pelo Parquet. e 738 do CPC). e não só aqueles constantes em capítulo específico ou sob a rubrica ‗dos pedidos‘ (STJ. ao feriado. redigida em língua estrangeira. Ressaltou-se que a aferição da tempestividade dá-se com base na data da entrada da petição no omo não apresentado. aso. 9.299-ES. e não da data de juntada nos autos da respectiva intimação. a que a parte contrária se manifeste sobre documentos novos juntados aos autos pelo recorrido (CPC. mas. o prazo para recorrer.tratando-se da definição dos prazos recursais . Tendo a sent . contando-se-lhes em dobro todos os prazos. se a procuração outorgada por um dos litisconsortes a outro advogado é juntada aos autos após o último dia do prazo contado singelamente. eça a correr novo prazo para recurso. para falar nos autos. DJU de 21/09/98).não sofre o influxo arecimento espontâneo. que se equipara. 120. porque tomou-se o termo a quo do prazo recursal. de declaração apresentados no prazo legal. O fato de haver portaria do Tribunal a quo determinando o funcionamento dos ofícios durante aquele período não tem o condão de alterar esse ass nexação do mandado aos autos (arts. n -feira. certo que há plantão. e não a data da intimação pessoal do representante ministerial. para esses fins. corrigi-la ou aditá-la. 2º da Lei n.800/1999. por equívoco. 802. a da intimação. ainda que antes do prazo. conta datas de inclusão de informações em sistemas eletrônicos de informações processuais. Min. II. nsiderado o dia em que a Fazenda Nacional fez carga dos autos. nos autos de execução por título extrajudicial. impresso e assinado. 232 desse mesmo diploma: não exige que se encontre o executado em lugar ignorado. mas foi prorrogado para quarta-feira de cinzas. será intimado pessoalmente de todos os atos do processo.documentos. s não é aplicável durante o recesso de final de ano. 227 do CPC). indeferiu pedido de citação do devedor por hora certa (art. para recorrer e. o agravo de instrumento interposto pela União contra decisão que. que não encontra amparo na legislação processual. oridade impetrada. não pode o réu complementá-la. de modo geral. Dessa forma. considerando intempestivo recurso protocolado por engano e dentro do prazo. A disciplina legislativa dos recursos eleitorais tem. de ofi ciais de Justiça para cumprimento das decisões judiciais que reclamem pronto atendimento.800/1999). a data da publicação do acórdão embargado. também. no próprio Código Eleitoral. parágrafo único.” ). elo advogado. o prazo se esgotara na terça-feira de carnaval. Sálvio de Figueiredo. No caso. ou quem exerça cargo equivalente. será a terça-feira.‘ O curador especial integrante de núcleo de prática jurídica de universidade. mesmo com o protocolo do Tribunal de Justiça funcionando só no período vespertino nesse dia. recolhendo todos os requerimentos feitos em seu corpo. razão pela qual esse tema . Rel. em outro Tribunal. s similar ao fac-símile. em tribunal diverso donde deveriam ter sido interpostos. Assim. com a efetiva entrega dos autos com vista. 9. pela data da entrega na agência do correio. impõe-se contar o prazo para interposição do mandado de segurança após trinta dias da data em que o contribuinte teve ciência do auto de infração. não se pode afastar sua manifesta intempestividade. porém a original foi interposta erroneamente no STF e só foi protocolada no STJ quando exaurido o prazo de cinco dias (art. como devido. a não ser quando utilizado para o envio das imagens digitais do documento original. ve nos procedimentos relativos ao Estatuto da Criança e do Adolescente. A Turma acolheu a argumentação da agravante no sentid petição inicial. II. art. 241. a sua pertinente sedes materiae.

138 e art. § 2o). em que é ca l. ao qual os tribunais dão interpretação contrária ou contraditória entre si. porém. art. 1º. de ofício. fora da lide processual. § 3º. indicando juiz competente para resolver medidas urgentes (Art. para a sentença. não. art. contados da intimação do despacho de nomeação do perito: I . ra ser reconhecida a suspeição de magistrado (CPC. e 461-A.apresentar quesitos. que veda a concessão de tutela antecipada contra a Fazenda Pública. arts. porém nada diz quanto à prova de circunstâncias e peculiaridades do acordo. 535) o fato de o mesmo ter aconselhado uma das partes. mas. corrigido o vício.531 do CC/1916). a emenda resultaria ao menos na alteração do pedido. 384 do CPC). mas a prova testemunhal foi utilizad ção de despejo cumulada com rescisão de contrato agrário. e automóvel cumulada com perdas e danos. II.Incumbe às partes. o conceito ou a natureza do fato jurígeno. TF entendeu que a Lei 9.indicar o assistente técnico. pleiteado pelo banco o pagamento de todo o saldo devedor a título de indenização. ofereceu exceção de incom 2). que interveniente como custos legis com a finalidade de preservação da imparcialidade jurisdicional (CPC. como fiscal da lei. o Tribunal a quo não poderia ter indeferido. a petição inicial quando do julgamento de recurso e etudo se houve a requisição da extinção do incidente após a concessão de liminar no conflito. do CPC). não há dúvidas quanto à existência do contrato de compra e venda de títulos da dívida pública. II . a dez salários-mínimos. Não pode suscitar conflito a parte que. quando a controvérsia se estabelece sobre a concepção. é constitucional) qual é defesa a negativa de valor probante (art. te. Sendo assim. invocar a inimizade do juiz da causa em relação a sua pessoa. 499. sito em julgado do acórdão rescindendo. dentro em 5 (cinco) dias. .UEM CARECEM DE AUTENTICAÇÃO. relevando-se o rigor formal. porquanto o agravo da decisão que a indeferir só é recebido no efeito devolutivo. Dessarte. no processo. evidamente exigia (art. também pode. considerando o princípio da instrumentalidade do processo. configura cerceamento de defesa a negativa do direito de produção de prova exclusivamente testemunhal para fins de comprovar a existência de benfeitorias indenizáveis. 447 a 449). mormente por se cons a rejeição pelo juiz de primeiro grau. 461. 117. em razão de pronunciamentos posteriores do Superior Tribunal de Justiça que firmam entendimento diverso do que restou acolhido pelo acórdão rescindendo. No caso. sem haver qualquer audiência conciliatória entre as partes (CPC. pode-se admiti-la como preliminar da contestação. A ação pode ser repetida. .) ões unilaterais prestadas pelo interessado. art.494/97. Se a sentença rescindenda deu solução à lide em total de pretensa violação literal de disposição de lei. da. Tal impossibilidade é ditada pela o juiz defere de ofício a conversão da obrigação em perdas e danos (arts. § 1º. 1.

Portanto. não a apelação. obscuridade ou erro material no julgado. embora julgado antes da apelação. extrajudicial. como condições da ação. existência era conhecida pelo autor. que poderia ter feito uso antes da prolação da sentença atacada. seja em sua modalidade retido. o erro xecução. para se pronunciar. embora despachado tardiamente. ou de instrumento. Agravo. Não é possível a coexistência de duas sentenças proferidas para julgar uma mesma ação de embargo rescisória que busca desconstituir julgado que não apreciou o mérito da demanda. o da audiência. parágrafo único). . empre quando ocorra contradição. mês. as. Vale dizer. Contudo o inciso IX do art. o que inviabiliza a oposição de embargos declaratórios. extensamente fundamentada. o dias. por ambas as partes. já que serviu de base à decisão do Colegiado. xou de ser atacada no recurso. o conteúdo deste prevalece sobre o daquela. C). ano. Vale dizer que o agravo. cujo suprimento necessariamente exija alteração do resultado do julgamento. mpugnação baseada em mera irregularidade formal. prevalecer. 475 do CPC está restrito ao processo de conhecimento. Diferença entre publicidade e intimação. por isso recorríveis por meio de embargos do devedor. publica contrária. art. Impossibilidade de alteração de ato decisório que se tornou público. por inteiro. entendimento firmado em precedentes. não sendo exigível que o órgão julgador indique com riqueza de detalhes (dia. nunciar ex officio. não estando a sentença sujeita à remessa oficial na media em que o art. a partir da intimação do acórdão que deslindou os embargos (CPC. V. isto é. o prazo interrompido retoma seu curso. hora e número do precedente leading case) o instante do início da jurisprudência prevalente.Constituição não exige que a decisão seja amplamente fundamentada. 520. Se assim ocorre. Assim. não se confunde com a apelação. 485 do CPC admite a rescisória fundada em erro de fato. azo para interposição de outros recursos. deve ser recebida somente em seu efeito devolutivo (art. inclusive. uma vez que declarou intempestivo o agravo de instrumento. e em cartório no prazo legal. não é preliminar da apelação. omissão. ao órgão competente para o julgamento do recurso. ulidade absoluta da segunda. não o transforma em apelação. plica que se possa fazer novo julgamento do recurso de agravo retido ou de instrumento julgado no passado. 46. A apelação. a fundamentação e o dispositivo. mas repelidos como não dissidentes no julgamento do recurso extraordinário. é o agravo de instrumento. scal. do CPC). preliminarmente. nesse caso não cabem embargos de divergência. dado que a decisão com motivação sucinta é decisão motivada. I. pode ter preliminares próprias que não se confundem com a m A circunstância do agravante pedir que antes da apelação seja conhecido e julgado o agravo. ndeferiu seguimento à apelação.

77 do extinto TFR. incorporando-se a esse. o exequente. A escritura de garantia real. inaplicável a Súmula n. socorrendo-se do disposto no art. ecisão. admite-se como agravo regimental os embargos de declaração opostos contra decisão monocrática proferida pelo Min. 557 do CPC. contradição ou obscuridade. Relator do feito no Tribunal. ade. ao lado daquelas que se processam por arbitramento ou por artigos. salvo mediante a interposição dos recursos cabíveis. os embargos ser extinção do próprio processo. e a sua inscrição no registro de imóveis são suficientes para garantir sua preferência. ‗demandar a proteção possessória e a indenização pelos prejuízos resu UTIVA LATO SENSU. RESP E RO. mo parte integrante da defesa. é lícito ao réu. três formas possíveis de liquidação do julgado (a liquidação por cálculo). válidas as disposições testamentárias em relação ao de cujus encerra definitivamente o processo. qual seja. a hipoteca. Após a vigência da citada Lei 8.RE. em grau de apelação. mas a do órgão (câmaras. stitucionalidade. FUNGIBILIDADE RECURSAL. ou houver julgado procedente ação rescisória. a sentença de mérito. sim entre as conclusões. não a previsão de hipótese de cabiment es não é a divergência entre as fundamentações dos votos. mas é necessário que a discordância esteja caracterizada na ocorrência da omissão. A. do não mais poderá ser revisto pelo mesmo órgão julgador. e reforma da decisão dissentida. sendo cabível o recurso de apelação. 530 do CPC (Art. fissão de dívida com garantia hipotecária e fidejussória. mas. com propósito de ressurgir a discussão da matéria decidida. causas decididas pelos juízes federais e pelos juízes estaduais no exercício da competência federal da área de sua jurisdição. se houve recurso da parte autora. In casu. HAJA OU NÃO RECURSO VOLUNTÁRIO DAS PARTES. uanto a matéria constitucional. a negativa se deu em razão de os infringentes se apoiarem unicamente em voto vencido que não admitiu o julgamento monocrático de embargos de declar rgos de declaração. grupos ou turmas) que completa o julgamento do feito.894/94. embora não seja cabível ação reconvencional nos processos em que se busca a tutela da posse. por ontra o devedor comum. CONSTITUCIONAIS . A decisão reputa-se proferida quando é anunciada pelo presidente e não somente quando é lavrado o acórdão. acolhendo cálculo elaborado pelo dev ento aos embargos infringentes. ânime proferido em remessa ex officio. enquanto o inciso II limita seu cabimento aos embargos opostos em execução de dívida ativa. 001) dispõe exclusivamente sobre as sentenças proferidas em processo de conhecimento.art. a decisão do juiz que. porquanto. o que realmente denota a existência de voto vencido. Assim. Agravo de instrumento interposto contra decisão que não recebeu apelação. em contestação. Se o desacordo for parcial.‖) encerra disciplina sobre a competência dos Tribunais Regionais Federais. AGRAVO RETIDO. . DESNECESSIDADE DE REITERAÇÃO EM APELAÇÃO. qualquer que seja o fundamento da sentença. as despesas de remessa e retorno dos autos. 530. Cabem embargos infringentes quando o acórdão não unânime houver reformado. órios. ável no mérito. e não o de agravo de instrumento. stituem uma complementação do acórdão de apelação. DECISÃO INTERLOCUTÓRIA.

da Lei 8.866/94, que permitia a prisão do depositário infiel de tributo que deveria ter sido repassado aos cofres públicos, na hipótese de não ter ele recolhido nem depositado a importância retida, nos quinze dias seguintes à sua citação, não há o civil. (maioria).

ue vencerem no curso do processo. ejudica o julgamento de recurso interposto pelo credor, com a finalidade de obter a ampliação do prazo da medida privativa de liberdade. Provido esse recurso, impõe-se o cumprimento do prazo restante da medida coercitiva, à vista do caráter p ecado decretar a prisão do depositário judicial que deixar de restituir os bens colocados sob sua responsabilidade, nos termos da Súmula 619 do STF ( “A prisão do depositário judicial pode ser decretada no próprio processo em que se constituiu o Civil como no caso de alienação protegida pela cláusula fiduciária. Os compromissos assumidos pelo Brasil em tratado internacional de que seja parte (§ 2º do art. 5º da Constituição) não minimizam o conceito de soberania do Estado-povo na esponderá por todas as despesas e custas, editais e comissão do leiloeiro, inclusive as despendidas naquela fase processual, pois deixou de suscitar a impenhorabilidade antes. entro do prazo para estes. a de imóvel, ainda que desprovido do registro.

auração de processo de execução. Não havendo instauração de processo de execução, mostram-se incabíveis os embargos do devedor. não ter gerado qualquer prejuízo às partes, nestes casos deve ser considerado aquele valor indicado na execução. pela qual não há como negar-se a conveniência da reunião de ambas as ações, visto que o eventual acolhimento da anulatória poderá repercutir no montante do débito objeto da execução. rdo, que foi homologado judicialmente. Porém a devedora não cumpriu as obrigações firmadas, dando ensejo à execução da sentença, da qual opôs embargos. Nesse contexto, a Turma firmou que a sentença que chancelou o acordo é merame apresentação de embargos. a que é necessário o trânsito em julgado da sentença para que o pagamento do débito que dela decorre seja feito mediante precatório. Precedentes do STF. o estabelecido no art. 827 do referido código (Art. 588 - A execução provisória da sentença far-se-á do mesmo modo que a definitiva, observadas as seguintes normas: II - o levantamento de depósito em dinheiro, e a prática de atos que importem

ação e por conseqüência extinguir os embargos à execução. Inexistente feito executivo principal, não há suporte para a manutenção de embargos à execução. ecial, mas as anuidades cobradas dos advogados não têm natureza jurídica de tributo e não se destinam a compor a receita da Administração Pública. A execução por ela promovida não tem natureza fiscal, e seus empregados não são servido uantia certa, sem o cumprimento das etapas e formalidades previstas nos arts. 622 e seguintes do CPC. O objetivo específico da execução para entrega da coisa, portanto, é a procura do bem no patrimônio do devedor (ou de terceiro). Caso não mo definitiva a transferência do bem alienado para o patrimônio do adquirente, sem oportunidade de que, no mesmo processo, possa a aquisição ser desfeita sob alegação de vícios quaisquer, salva nulidade manifesta ou prova plena da inadeq

em curso na Justiça estadual, por incompetência desse juízo para tanto. A circunstância de não se ter resguardado o direito de preferência diz com a distribuição do produto da alienação judicial do bem e não com a validade dessa. as condições quando há crédito alimentar a ser solvido, dada a possibilidade de até haver prisão civil do devedor no caso de inadimplemento. execução, por se tratar de incidente.

os em conta bancária da executada é ilegal quando o montante é proveniente de pensionamento pago pelo INSS e da respectiva complementação efetuada por entidade de previdência privada. Ademais, não há nos autos qualquer referência a ESPECTIVOS EXTRATOS DE MOVIMENTAÇÃO DA CONTA CORRENTE E ASSINADO PELO DEVEDOR E DUAS TESTEMUNHAS, NÃO É TÍTULO EXECUTIVO EXTRAJUDICIAL. o principal é demonstrável de plano e os seus acréscimos apurados mediante simples cálculos aritméticos, diferente do que ocorre com os contratos de abertura de crédito em conta-corrente, em que o saldo devedor é definido segundo critério u

que não prescrita a ação cambiária. do DL n. 911/1969). últipla penhora não prejudica os direitos de preferência dos respectivos exeqüentes. A efetivação das penhoras tem conseqüência benéfica ao executado, pois inibe a caracterização da falência (Dec. n. 7.661/1945, art. 2º, I). ulo judicial, seja alegada a falta ou nulidade da citação no processo de conhecimento, porém quando há revelia. No caso, ausente esse pressuposto, não cabe sua invocação nos embargos de devedor à execução de verba sucumbencial. gnoratícia (DL 167/67) que não pagou a dívida nem restituiu as sacas de café dadas em garantia. Os Ministros Francisco Rezek, relator para o acórdão, e Marco Aurélio, deferiram a ordem ao fundamento de que a equiparação do devedor ao d

no mesmo edital de hasta pública, isso se aquela alcança sua finalidade. Na hipótese, a intimação pessoal, via mandado e carta, não logrou êxito, e o executado esteve realmente presente à hasta. xcluir da penhora o automóvel utilizado pelo representante comercial no exercício de sua profissão. O art. 649, VI, do CPC determina que não só os instrumentos necessários ao desempenho da profissão são impenhoráveis, mas também aquel os, o legislador optou por estipular que o próprio exeqüente deve elaborá-los e apresentá-los em juízo (art. 604 do CPC). Diante disso, a Corte Especial entendeu, por maioria, tratar-se de ato privativo do credor, que deve arcar com eventuais d ulatória para buscar-se rescindir a homologação da arrematação, no caso não se deve aceitá-la, visto que o autor não combate aspectos extrínsecos da arrematação, mas se insurge contra a primitiva avaliação dos bens penhorados sob o fund alegada ocorrência de coisa julgada quando, no julgamento da apelação, o Tribunal a quo considerou a matéria objeto dos embargos de terceiros descabíveis e determinou a extinção do processo sem julgamento do mérito. Os recorrentes, irres

o judicial da Justiça Eleitoral). essidade de embrenhar-se em exames ou ponderações mais aprofundadas; é cabível, sobretudo, quando a matéria versar sobre questões de ordem pública, em que não há necessidade sequer de provocação da parte interessada. atar de prova inequívoca, caso contrário é imprescindível a oposição de embargos à execução.

da Lei n. 6830).

nteresses do credor e o princípio de que a execução deve ser conduzida da forma menos onerosa para o devedor (art. 620 – CPC). m, oportunizar ao exeqüente sua substituição. paldo também no entendimento do Superior Tribunal de Justiça. ntal de embargos para só nela analisar-se questões de menor complexidade é atentar contra o princípio da celeridade e da economia processual, além de imputar ao executado encargo demasiadamente pesado, ferindo de morte o princípio insc gência de comprovação de prévia notifi cação ao devedor para pagamento ou impugnação do débito.

minar, de ofício, que o credor comprove ter notificado o devedor do lançamento do tributo.

gos do devedor, porquanto a Certidão de Dívida Ativa tem presunção "juris tantum" de liquidez e certeza.

r levada a efeito em benefício do credor justificam a penhora sobre o faturamento no módico percentual de 5%. conseqüentemente, o prazo prescricional, por um ano. A partir daí começa a fluir a contagem de cinco anos para ocorrer a prescrição intercorrente, que em se tratando de direitos patrimoniais, não pode ser decretada de ofício. e Falências, que veda a cobrança de "custas a advogados dos credores e do falido" da massa. essa era sua natureza ao ser ajuizada. de igual espécie, não pode a Fazenda Pública simplesmente ignorar a reclamação e partir para a execução fiscal (art. 151, III, do CTN). Não incide a limitação imposta pelo art. 16, § 3°, da Lei n. 6.830/1980, pois não se quer compensar em sede art. 204 do CTN. Na hipótese dos autos, o vício é antecedente à inscrição da dívida, porquanto não existe prova da notificação do lançamento, que constitui ato de importância fundamental para configurar a obrigação tributária. Ademais, caberia arquias especiais e suas anuidades têm natureza de taxa. Sendo assim, a cobrança das suas contribuições em atraso deve ser feita por meio de execução fiscal e não resultar simplesmente no cancelamento do registro, o que seria uma coação

eio das despesas com o transporte dos oficiais de justiça.

ridade à execução e conciliar o interesse das partes, não é absoluta e pode ser flexibilizada, dependendo das peculiaridades do caso concreto, de modo a compatibilizá-la com o princípio da menor onerosidade, inserto no art. 620 do Código de

dência destituída de consistência jurídica e eficiência prática. Somente o registro da penhora no Detran é meio adequado para vincular o veículo ao processo executivo. ente quando não há sequer a comprovação do resultado infrutífero das diligências realizadas com o fito de localizar outros bens suscetíveis de penhora. . 648 do CPC), não podendo advir de mera interpretação analógica. ‗Não ocorrendo o pagamento nem a garantia da execução de que trata o art. 9º, a penhora poderá recair em qualquer bem do executado, exceto os que a lei declare absolutam igência oblíqua ao art. 186 do CTN.

rrente da empresa. A Turma deu provimento ao recurso por entender que a penhora dos saldos em conta-corrente não equivale à penhora sobre o faturamento, nem pode ser considerada de forma simplória como sendo penhora em dinheiro. Eq 1 da Lei n. 6.830/1980, não há equiparação do precatório ao dinheiro, incisos VIII e I, respectivamente, devendo-se, pois, observar a ordem de gradação lá estabelecida. Assim, possível a penhora sobre precatórios, desde que observada a orde o fiscal, há de prossegui-la até a alienação dos bens penhorados, momento em que o produto deve ser repassado ao juízo da falência para apuração das preferências. Satisfeitos eventuais créditos preferenciais decorrentes de acidente de traba lsa por falta de liquidez. ado poderá opor embargos no prazo de 10 (dez) dias contados da penhora que serão recebidos com efeito suspensivo, desde que alegue e prove: I - que depositou, por inteiro a importância reclamada na inicial. II - que pagou a dívida, apresenta deve ser instruída com, pelo menos, dois avisos de cobrança. suspensão das execuções fi scais, quando não encontrado o devedor ou não localizados bens penhoráveis, resulta no reconhecimento, a pedido do executado ou do curador especial, da prescrição intercorrente, se aludida suspensão do feito p ARQUIVADA SEM BAIXA NA DISTRIBUIÇÃO, APÓS O TÉRMINO DO PRAZO DE SUSPENSÃO. TA, DE DIFÍCIL OU DUVIDOSA LIQUIDAÇÃO. idade não pode ser acolhida, pois se alega imunidade tributária (art. 195, § 7º, da CF/1988) dependente da necessária aferição de todos os requisitos aptos a sua obtenção. Outrossim, da documentação acostada, surge dúvida quanto ao períod , o prazo para embargar, conquanto a Lei de Execuções Fiscais – LEF não faz tal exigência (art. 12 da Lei n. 6.830/1980). Embora aplicável subsidiariamente o CPC, que contém norma expressa quanto à necessidade (art. 225, VI e art. 669), a d prévia do imóvel.

ente se não há contestação de que não foi entregue no endereço correto, como no caso.

amente ao Tribunal.‖) não altera a jurisprudência do STF no sentido de que não cabe medida cautelar inominada para requerer a concessão de efeito suspensivo a recurso extraordinário ainda não admitido na origem. Entendimento contrário im primento da ordem. da em sentença cautelar. Alega que já prolatada sentença de improcedência na ação principal. Isso posto, a Turma entendeu que, não obstante o processo cautelar ser autônomo, seu único escopo é assegurar a eficácia útil do processo princip cautelar, mas sim a perda da eficácia da liminar concedida. A medida cautelar preparatória deve ter regular seguimento até seu julgamento final (art. 808, I, do CPC). e e verossimilhança da alegação, sendo impróprio ao juiz remoer questões de alta indagação, que poderão retardar a prestação jurisdicional e tornar a cautelar completamente inócua. sujeita, na via do mandado de Segurança, à competência originária do Tribunal. a sobre o laudo oficial, no próprio pedido cautelar. Se necessário, cabe ao juiz designar uma audiência especial para que nela sejam prestados os esclarecimentos.

ático-probatória, quanto mais o será em sede acessória da própria ação cautelar.

o de contas, ações possessórias, embargos de terceiro, habilitação, restauração de autos, ação monitória. Juizado Especial Federal.

tos dos filhos, basicamente mensalidades e transporte escolar. Ajuizada a execução pelos filhos, o Tribunal a quo entendeu que era a mãe que deveria figurar no pólo ativo, em razão de sub-rogação, porém sob o rito, não mais do art. 733 do C edido não é condenatória, tendo em vista que apenas declara que o depósito efetuado tem força de pagamento, liberando o devedor (art. 897 – CPC). A eficácia extintiva do depósito não decorre da sentença, senão da relação jurídica de direito estação dos contratos habitacionais, quer como substitutivo da ação de rito ordinário, quer como sucedâneo da ação cautelar.

muitas vezes é imprescindível o exame sobre a validade e eficácia das cláusulas contratuais para que se possa aferir a extensão da dívida e das prestações que o autor deseja consignar. O procedimento ordinário, em tal caso, é imposição legal ecessário, interpretar cláusula inserta no contrato celebrado, para avaliar se correto o débito e liberar o consignante da dívida, sem que isso se traduza em desvirtuamento daquela ação. são liminar do STF, mas, principalmente, por cuidar de matéria que não lhe compete regular (Art. 1° - É depositário da Fazenda Pública, observado o disposto nos arts. 1.282, I, e 1.283 do Código Civil, a pessoa a que a legislação tributária ou p realce com a criação dos Juizados Especiais Cíveis Federais – JEF‘s (Lei 10.259/01, art. 3º, §3º), por alçado a fator determinante da sua competência (absoluta por natureza), que desafia a atenção acurada do órgão julgador já na apreciação d Vara Federal Comum, é o valor individual (aplicação analógica da Súmula 261/TFR) inferior ou superior a 60 salários mínimos, respectivamente, desinfluente que o somatório desses valores per capita seja superior aos 60 salários mínimos (art. xame da inicial e dos seus documentos, para aferir, detidamente, se a causa se subsume aos limites do Juizado Especial, assertiva que o obriga a verificar, dentre outros: a) se o valor atribuído à causa é real; b) se o nomen iuris da ação condiz

jurídicas de direito público, inclusive a interposição de recursos, devendo a citação para audiência de conciliação ser efetuada com antecedência mínima de trinta dias‘. Este dispositivo legal aplica-se a todos os que litigam nos Juizados Especia

ntação, tendo caráter meramente ordinatório. A ação monitória instruída com cheque prescrito dispensa a demonstração da causa de sua emissão, de acordo com a jurisprudência mais recente, considerando a perda da natureza executiva em f o ajuizamento da ação monitória.

sessória, inclusive por meio do interdito de que trata o art. 932 do CPC, na hipótese de ameaça à sua posse (Art. 932 - O possuidor direto ou indireto, que tenha justo receio de ser molestado na posse, poderá impetrar ao juiz que o segure da tu proprietário de alienar o imóvel, cujo uso foi cedido gratuitamente a seu empregado.

tura mensal, cabendo ao usuário, em seu interesse de agir, mover ação de prestação de contas, se persistirem dúvidas quanto aos critérios aplicados. cebeu os mandatos. Administrou bens de terceiros, daí advindo sua inegável obrigação de prestar as contas reclamadas. O acórdão decretou a carência da ação ao fundamento de que inadequada a ação de prestação de contas quando ela não

nto de que fora reconhecida judicialmente como filha em investigatória de paternidade, e veio a ser alijada do inventário de seu pai cuja partilha contemplou apenas outra filha. A recorrente insurge-se também contra a exclusão da meeira do pólo

ociedade e do Estado.

e apenas a elas são imputáveis provimentos normativos. pois nesse caso os dirigentes são equiparados a agentes públicos. ais atos são de mera gestão interna de pessoa jurídica de direito privado.

damental é contado mês a mês. ato de servidor e, inclusive, defendendo-o. atural perfil declaratório negativo da sentença, sendo impossível, assim, reavivá-la por meio da atribuição de efeito suspensivo à apelação, exceto havendo flagrante ilegalidade ou abusividade e nas situações excepcionais onde não for possível de segurança. cussão de situações hipotéticas, conhecidas como impetração contra lei em tese. ar dilação probatória.

ante não necessita ter recorrido anteriormente na causa que deu origem ao ato judicial objeto do MS, na qualidade de terceiro interessado)

dida, retroagindo os efeitos da decisão contrária.

or outra, declarada constitucional pelo Supremo Tribunal Federal. passivo necessário.

a autoridade, de molde a configurar de forma clara e objetiva o fundado receio de dano a direito líquido e certo. a é de que há nulidade quando o Ministério Público não foi intimado em primeira instância, conforme art. 10 da Lei 1.533/51, mormente considerando que na segunda instância alega a nulidade. ndado de segurança, uma vez que exerce atividade delegada pelo Poder Público mediante concessão.

blico Federal (art. 246, § 2º, do CPC e LC n. 76/1993). desapropriação, há que ser indeferida a liminar de imissão na posse do Incra. resse social para fins de reforma agrária. Segurança concedida face ao reconhecimento, na espécie, de ofensa ao art. 5º, LV, da CF. essoalmente ao proprietário do imóvel ou a seu procurador. direito próprio, (a) de competência para praticar o ato reclamado, ou (b) de poder para ordenar a suspensão da deliberação questionada ou (c) de autoridade para suprir a omissão indicada. 25 de fevereiro de 1993, há de fazer-se, na via direta, aos titulares do domínio e ao usufrutuário, considerados individualmente, ou, na indireta, àqueles que os representem legalmente. el, mediante o depósito de seu valor cadastral (Lei 3365/41, art. 15, § 1º, c). Entendimento consolidado do STF, que prevalece em face da CF/88. umus boni juris . segurança e à economia públicas -, sendo necessário, ainda, que se verifique a plausibilidade da tese sustentada pelo requerente. al deve estar relacionado com as atividades identificadoras da categoria, mas não precisa ser peculiar a essas atividades. s da entidade, exigindo-se, entretanto, que esse direito ou interesse esteja compreendido na titularidade dos associados e que exista ele em razão das atividades exercidas pelos associados, não se exigindo, todavia, que esse direito ou interess aso, substituição processual. C.F., art. 5º, LXX. Não se exige, tratando-se de segurança coletiva, a autorização expressa aludida no inciso XXI do art. 5º da Constituição, que contempla hipótese de representação. O objeto do mandado de segur nto da liminar, de modo a justificar-se a extinção do processo, pois, sem o julgamento de mérito, que a confirme, a situação jurídica do impetrante perderá por completo a proteção legal, voltando a uma mera situação de fato, tanto mais que a hi ismos sindicais e pelas entidades de classe, do mandado de injunção coletivo, com a finalidade de viabilizar, em favor dos membros ou associados dessas instituições, o exercício de direitos assegurados pela Constituição. l, mandado de segurança contra atos decisórios de índole jurisdicional proferidos pela Suprema Corte, eis que tais decisões, ainda quando emanadas de Ministro-Relator, somente são suscetíveis de desconstituição mediante utilização dos recu contra seus dirigentes. es relativas à pessoa do impetrante, constantes de registros públicos ou banco de dados de entidades governamentais ou de caráter público (art.5º, LXXII, a, Constituição Federal), como na hipótese dos autos, em que pretende o candidato o ac NENTES, RAZÃO PELA QUAL, IMPETRADO O MANDADO DE SEGURANÇA APÓS O PRAZO DE 120 DIAS, OPERA-SE A DECADÊNCIA. necessários à prova do alegado se a autoridade responsável se recusa a fornecê-los. Fazenda Nacional da sentença concessiva de ordem pleiteada em mandado de segurança impetrado contra ato de delegado da Receita Federal. O Min. Relator explicitou que, na primeira instância, embora as informações sejam prestadas pela

para o STF, e não agravo regimental no âmbito da Corte de origem. este último, pela carência da ação, dá-se o prejuízo do primeiro. Uma nova decisão surge em substituição à atacada - artigo 512 do Código de Processo Civil. ém da matéria legal veiculada no primeiro, os temas constitucionais discutidos no segundo, deve a parte vencida interpor contra essa decisão novo recurso extraordinário, sob pena de ficar superada pelo trânsito em julgado a controvérsia consti ortuna formulação, em momento procedimentalmente adequado, do tema de direito constitucional positivo. Mais do que a satisfação dessa exigência, impõe-se que a matéria questionada tenha sido explicitamente ventilada na decisão recorrida. do direito influir no julgamento da lide, caberá ao juiz tomá-lo em consideração, de ofício ou a requerimento da parte no momento de proferir a sentença.‖) é aplicável na instância do recurso extraordinário. o, faz-se necessária a oposição de embargos declaratórios para afastar a incidência da Súmula 356 do STF (―O ponto omisso da decisão, sobre o qual não foram opostos embargos declaratórios, não pode ser objeto de recurso extraordinário, p do for o caso, a partir da publicação do acórdão, na própria sessão de julgamento, nos termos do art. 12 da Lei 6.055/74, que não foi revogado pela Lei 8.950/94. não admite recurso extraordinário, ainda que referente a causa instaurada no âmbito dos juizados especiais. nda não foi objeto de juízo de admissibilidade na origem. u juízo de admissibilidade. ação da tempestividade do recurso extraordinário não admitido pela decisão agravada. (Súmula 288: Nega-se provimento a agravo para subida de recurso extraordinário, quando faltar no traslado o despacho agravado, a decisão recorrida, a pe sobre qualquer delas se manifestar, não limitará a apreciação de todas pelo Supremo Tribunal Federal, independentemente de interposição de agravo de instrumento.

ujo reconhecimento implicaria necessariamente a nulidade de todos os atos decisórios (CPC, art. 113, § 2º) -, pleiteia somente a cassação da decisão de segundo grau. onstitucional. É o que se extrai do disposto no art. 121, "caput", e seu § 4º, inc. I, da Constituição Federal de 1988, e nos artigos 22, inc. II, e 276, I e II, do Código Eleitoral (Lei nº 4.737, de 15.07.1965). No âmbito da Justiça Eleitoral, some

nha rever a interpretação dada a normas infraconstitucionais pela decisão recorrida.

al, não viabilizando recurso extraordinário. a do Trabalho, inclusive dos presidentes de seus tribunais.

mo Tribunal Federal.

rudencial com o acórdão recorrido, quando da admissibilidade do recurso especial, interposto com fundamento no art. 105, III, c da CF/1988, mesmo que a matéria em julgamento seja notória. de que o STF declare a inconstitucionalidade do art. 5º da Lei n. 9.779/1999, que foi reconhecida pelo juízo monocrático e afastada pelo acórdão recorrido. Explicitou-se que, se o STF acolher a inconstitucionalidade do citado dispositivo, o REsp que cuida unicamente da violação do art. 535 do CPC, mesmo que o tema de fundo seja eminentemente constitucional.

a para a matéria neles versada.

quer deles suficiente, por si só, para mantê-lo, e a parte vencida não manifesta recurso extraordinário.

tribunal "a quo". ção cautelar do Supremo Tribunal Federal pressupõe, necessariamente - e no que se refere à concessão excepcional de efeito suspensivo ao recurso extraordinário - a existência de juízo positivo de admissibilidade do apelo extremo, proferido p vilegiou o princípio da singularidade recursal), não há mais a possibilidade de interposição simultânea de recursos, salvo entre recurso especial e o extraordinário. Sendo assim, a parte deve aguardar a decisão final dos embargos infringentes p roclama direito adquirido tem fundamento duplo: tanto é constitucional, quanto legal. Assim, o STJ pode conhecer de REsp que se fundamenta em alegação de desrespeito ao direito adquirido (art. 6º, § 2º, da LICC).

nvicções pessoais. ondo-se o seu processamento, que prejuízo algum causará à autora na busca judicial do reconhecimento do seu direito, aplicando-se, no caso, o princípio da instrumentalidade do processo.

a unidade da jurisdição, mas, também, em virtude do princípio da instrumentalidade, desde que observados o contraditório e a ampla defesa. Precedentes.

tência para anular sentença de juiz que não lhe seja subordinado, sendo o Tribunal de Justiça o competente para anular a sentença proferida pelo juiz de Direito. ante a aceitação das condições para que formalize a suspensão do processo.

"contribuição sindical", pagas, recolhidas e aplicadas na forma estabelecida neste Capítulo).

der Público, portanto, nesse caso, não há interesse a justificar a competência da Justiça Federal. r assinatura em documento público, que, posteriormente, foi arquivado por ausência de provas. Os testemunhos foram praticados após o término do vínculo obreiro e, se identificados como ilícito de suposta calúnia, guardam natureza civil.

ao juízo estadual. A Seção entendeu que a delegação de que trata o art. 15, I, da Lei n. 5.010/1996, prevista no art. 109, § 3º, da CF/1988, abrange também as ações paralelas à execução fiscal promovida pela Fazenda Pública Federal, como, os advogados, porque estas são órgãos da Ordem dos Advogados, autarquia federal por natureza, os institutos de advogados (sociedades civis) que são instituídos pelas caixas, têm personalidade jurídica própria e diversa, não se classificando

selho Federal, os Conselhos Seccionais, as Subseções e as Caixas de Assistência dos Advogados. O fato de possuir personalidade jurídica própria não dá à Caixa vida autônoma, completamente desvinculada da OAB e, até por uma questão d

a processar e julgar: II - as vistorias e justificações destinadas a fazer prova perante a administração federal, centralizada ou autárquica, quando o requerente for domiciliado na Comarca).

domínio anterior.

claração de incompetência.

ce à organização administrativa do Município, componente, portanto, do sistema de ensino do Estado, como preceitua o art. 17, II, da Lei n. 9.394/1996. As universidades estaduais e municipais gozam de total autonomia para organizar e gerir s

ao juiz modifi cá-la de ofício (Súmula 33/STJ). II. O bom senso impede a declinação do foro, assim como outras questões processuais, como a alteração tardia de sua sede no CNPJ, o que implicaria, a rigor processual, a aplicação da Súmula 58 oro do domicílio dos segurados ou beneficiários, as causas em que forem parte instituição de previdência social e segurado, sempre que a comarca não seja sede de vara do juízo federal, e, se verificada essa condição, a lei poderá permitir que PROCESSUAL, COMPETINDO O JULGAMENTO À JUSTIÇA ESTADUAL. eral delegada, é competente a Justiça Federal para processar e julgar ação em que se discute a legitimidade do aludido ato. II. Afi gura-se nula a decisão proferida por juízo estadual não investido de jurisdição federal em ações da competência cução fi scal no domicílio do executado defi ne competência territorial e, portanto, relativa, dependendo a modifi cação da competência, em tais casos, de exceção oposta pelo interessado, na forma do art. 112 do CPC. II. Incabível, assim, a dec nulação ou cancelamento de ato administrativo federal‘, excepcionando apenas os atos administrativos de natureza previdenciária e os de lançamento fiscal. II. Em conseqüência, independentemente do valor atribuído à causa, não compete ao J colhidas e implantadas, em produtos da empresa. O regulamento patronal do concurso era destinado somente aos empregados, logo havia correlação com o vínculo laboral. a no exercício de função federal delegada, se sujeita ao crivo da Justiça Federal no julgamento de mandado de segurança. e julgar a ação anulatória da arrematação dos bens, ainda que nela figure como parte passiva a autarquia federal exeqüente. Isso porque é princípio assente em nosso ordenamento processual que compete ao juízo em que se praticou o ato ex e às controvérsias ligadas ao processo eleitoral e cessa com a diplomação definitiva dos eleitos, com exceção da ação de impugnação de mandato (art. 14, § 10 e § 11, da CF/1988). Com esse entendimento, a Seção, prosseguindo o julgamen

e julgar indenização pelos danos materiais resultantes do desmonte. A Seção declarou competente o juízo estadual para julgar a lide de natureza eminentemente civil. Constitucional 45/04), tendo a alteração de competência aplicação imediata, alcançando processos em curso, caso em que os atos decisórios praticados pelo juízo federal então competente permanecem válidos. II. Declara-se a competência su orais e/ou patrimoniais decorrentes de acidente de trabalho (nova redação do art. 114, VI, da CF/1988) que, no advento da EC n. 45/2004, ainda se encontravam sem sentença prolatada, seja de mérito ou não. Aqueles já com sentença prosseg oria, entendeu declarar competente o juízo de Direito, visto que a pretensão do autor não denota reconhecer-se vínculo empregatício ou recebimento de verba trabalhista, mas sim valor correspondente ao serviço assim prestado. metida. A Turma, na esteira de precedentes do Superior Tribunal de Justiça, entendeu que as universidades estaduais e municipais possuem autonomia para organizar e gerir seus sistemas de ensino (CF/88, art. 211), e seus dirigentes não age

art. § 4º) Todavia. propor ação própria para buscar a verba que entende ser devid . não haverá condenação em honorários advocatícios. deve. deve ser oportunizado à parte efetuar o preparo. a entendeu que incumbia ao Tribunal a quo intimar previamente a parte interessada para fins de complementação.o o recurso vinculado a outro em apenso. se o advogado for destituído de seus poderes como procurador da parte. 22.) ue já os pagou‘. o qual examina a questão da assistência judiciária. vale dizer. ele. mo naquelas em que figurem os respectivos representantes ou substitutos processuais.906/94. não cabendo decretação de deserção. se negada pelo Tribunal. havendo cassação de mandato. (Lei 8.

peticionou nos autos. em consideração o valor de umas e outras. se defensor público. desde que. que a destina ao Fundo de Aparelhamento da Defensoria. restando inexistente a sucumbência decretada. promovida à habilitação dos sucessores. mas lhe negou e passiva das ilegalidades praticadas pelos fiscalizados. ou por tempo superior a 1 (um) ano. por aplicação do art. o valor da causa há de ser aquele referente ao monte-mor. aplicando-se o art. o qual identif Turma entendeu que. por tempo inferior. se o colado antes da citação. se. O hospital recusou. (Precedentes do STJ). com a anulação apenas dos atos processuais praticados após a sua prolação – julgando-se prejudicadas as apelações –. não mais. por maioria. or correto que deve ser atribuído à causa. qualquer acesso à docu ça. faz ela jus aos benefícios da justiça gratuita. o que atrai a incidência do art. ente. 153-STJ). será igual à soma das pres que passou a experimentar problemas de saúde por patologia contraída nas dependências daquela instituição.advogado. até quando notificado extrajudicialmente. 258 do CPC. é admitido pedido genérico em ação de indenização. além de que o prazo para apelar fluiria até o dia 16/5/2001. a jurídica sem fi ns lucrativos (entidade pia. não há que se falar em vencido ou vencedor. havendo o acordo nos autos. a fim de que. inclusive. a Turma proveu o recurso ao fundamento de que essa multa não possui caráter compensatório. fi lantrópica ou benefi cente). É válido o ida para extinguir a execução em razão de cancelamento da inscrição do débito em dívida ativa. Prosseguindo o julgamento. cabendo à ré. ao interpretar o art. retome-se a prática dos atos processuais pertinentes. quando do ajuizamento da ação. porém. mas sim ao Estado para o qual presta seu munus. se a obrigação for por tempo indeterminado. por não ser possível. 287 do CPC. citação. A Turma. o credor e o devedor de tal verba se confundem (art Súm. no caso. . essa verba não lhe aproveita. O valor das prestações vincendas será igual a uma prestação anual. porquanto houve contratação de advogado que. declare a impossibilidade de assunção do ônus (miserabilidade jurídica presumida). Nesse caso. De outro lado. mas cominatório. n. conheceu do recurso. que culminou inclusive em sua aposentadoria. eparo apresentado somente no dia 10/5/2001. 645 do CPC. aplica-se a deserção. determinar-se o quantum debeatur. 511 do CPC entendeu que.

não causa prejuízo ao réu o fato de. mesmo que não requerida na fase postulatória pelo Parquet ou pelo de litisconsorte necessária. no caso. por ressaltar a preponderância do interesse público. não se confundindo com a pessoa jurídica de direito público internacional. mas que. de todas as causas que envolvam aspectos vinculados à proteção do meio ambiente. de forma clara. se houver.447/1997 manteve. obrigatoriamente. que. não tem o condão de afastar qualquer juiz do processo. 154 e 249. 127) de outorgar ao Ministério Público a missão precípua de participar. ão do prazo para interpor a defesa. citação por hora certa. Assim. a ação cautelar deveria ser dirigida contra ele e não contra a comunhão. A Turma. é possível. assim às hipóteses em que o magistrado perde temporária ou definitivamente a jurisdição junto àquele Juízo em que se encontra o processo onde houve a colheita dessa prova oral. a República de Cuba. Note-se que o art. autarquia federal dotada de representação própria. s jurídicas próprias. 9. já em segunda instância. § 1º). r ouvido após a contestação e a réplica. prosse sse do condomínio na condição de síndico. em especial no que ta . 1. constar a expressão "com suspensão da eficácia do mandado de pagamento" ao invés dos termos da parte final do referido art. deve integrar a lide no lugar da União. nômica ou sócio-cultural entre as partes. a produção de prova genética de DNA. que nem sequer tomou parte na avença.102c. no mandado. nos autos da ação de investigação de paternidade. promoção e aposentadoria. 7° da Lei n.emente do término daquela intervenção e de prova atual de prejuízos. O síndico é que deve figurar no pólo passivo da lide. por sua vez. a legitimidade ministerial para prosseguir no processo. uer motivo. OLVIMENTO DA EDUCAÇÃO (FNDE).

com base na data da entrada da petição no protocolo deste Superior Tribunal. eríodo não tem o condão de alterar esse assento jurisprudencial e legal. heu a argumentação da agravante no sentido de ser possível essa forma de citação no processo de execução. Figueiredo. não há que se falar em sentença extra petita.não sofre o influxo das prescrições gerais estabelecidas na legislação processual comum. nando só no período vespertino nesse dia.núcleo de prática jurídica de universidade. a fi m de que lhe seja concedido o benefício do prazo em dobro. Tendo a sentença decidido a lide nos exatos termos do pedido inicial. dos prazos recursais . quando o devedor evita ser encontrado pelo oficial de justiça para não receber o mandado. . não se equipara ao defensor público. embora preste serviço de assistência judiciária gratuita. diligências necessárias realizadas pelo oficial de justiça tenham sido frustradas. não organizado e mantido pelo Estado. DJU de 21/09/98). como devido. ausentando-se do seu endereço.

no processo. Tal impossibilidade é ditada pela necessidade de estabilidade das relações jurídicas. sobretudo quando da impossibilidade de prova documental. ofereceu exceção de incompetência). Outrossim. em . 447 a 449). desnaturando a imparcialidade do Juiz excepto.ão inicial quando do julgamento de recurso exclusivo do autor. em que é cabível quanto às obrigações adimplidas e benfeitorias efetivamente realizadas. e do juiz da causa em relação a sua pessoa. a existência de amizade entre o J pública. quanto mais se compatíveis os pedidos cumulados diante do disposto no art. 292 do CPC. ue. no caso de negócio entre familiares (mãe e filho) marcados nça rescindenda deu solução à lide em total testilha à jurisprudência convergente das turmas da Corte revisora. e pode ser aceita. particularidade espec cia de benfeitorias indenizáveis. com a jurisprudência predominante do STJ (algumas questões sumuladas anteriormente ao julgado). pela ausência de previsão legal autorizando a utilização da ação rescisória como incidente de uniformização de jurisprudência. em especial. mas a prova testemunhal foi utilizada. de resto. e. que buscava estender o acolhimento de sua pretensão. afinada. já seria suspeito para o julgamento da causa. II. mormente por se constituir em comprometimento desfavorável ao autor. não incide a ndendo. para revelar se a obrigação de pagamento dos cheques emitidos como parte do preço estaria condicionada à aceitação desses títulos pela Fazenda Pública. CPC. por si só. arts.

Logo. parágrafo único). significa dizer que será julgado primeiro.). o prazo para dirigir embargos declaratórios à mesma decisão que julgou o recurso especial'. II. reabre-se. o erro quanto à tempestividade consiste em que foi considerada a data constante no protocolo de segunda instância e não no protocolo da comarca do interior. Não significa que o agravo é apelação ou nde com a apelação. para a outra parte. com seu encaminhamento à Secretaria da Vara.. publicado o acórdão que decidiu embargos declaratórios dirigidos a julgado (.as para julgar uma mesma ação de embargos à execução.. reconhece-se como erro de fato a inform ares próprias que não se confundem com a matéria julgada em sede de agravo retido. Assim. Quando se afirma que o agravo retido é julgado em preliminar à apelação. .. Uma vez julgado o mérito da causa e publicada a respectiva sentença. inadmissível sua reforma por outra sentença posteriormente pr sória fundada em erro de fato. Se assim ocorre. 6.

os embargos serão restritos à matéria objeto da divergência). confi gur amento monocrático de embargos de declaração. art. não a previsão de hipótese de cabimento de recurso para esses tribunais. por considerar se tratar de decisão interlocutória que desafia agravo. z que. O juízo de primeira instância entendeu não ser possível aplicar o principio da fungibilidade recursal. 922). acolhendo cálculo elaborado pelo devedor ou pelo contador judicial. Com base nesse entendimento. Não-provimento do agravo retido. divergente daquele apresentado pelo exeqüente. manda citar o executado para opor embargos não corresponde à antiga sentença homologatória dos cálculos. que prevê o não essória e a indenização pelos prejuízos resultantes da turbação ou do esbulho cometido pelo autor‘ (CPC.Se o desacordo for parcial. em face da impossibilidade de ade . a Turma não conheceu de recurso extraordinário em que se sustentava a não recepção pela CF/88 da Lei 6825/80. ais. ntra decisão que não recebeu apelação.

independentemente da propositura de ação de depósito. r à execução de verba sucumbencial. 1º.866/94. n. os referidos valores são impenhoráveis con o saldo devedor é definido segundo critério unilateral do credor. da no próprio processo em que se constituiu o encargo. ais. a fiscal. LXVII. senão os provenientes da pensão. que. I).” ). 2º. 5º. à vista do caráter provisório da decisão de primeiro grau. induz a nulidade da arrematação. não há óbice para que o juiz determine a sua prisão. ("ninguém deve ser detido por dívida": "este princípio não limita os mandados de autoridade judiciá sentença que chancelou o acordo é meramente homologatória. Por isso os vícios porventura ocorridos no pactuado devem ser solvidos em ação em dinheiro. seja em face da Convenção Interamericana de Direitos Humanos. da CF. Vencidos os Ministros Maurício Corrê . nos termos do art. por esta razão. o conceito de soberania do Estado-povo na elaboração da sua Constituição. e a prática de atos que importem alienação de domínio ou dos quais possa resultar grave dano ao executado. não mais subsiste. em princípio. não há nos autos qualquer referência a que possa ter outros depósitos. como são destinados ao sustento da executada. e seus empregados não são servidores públicos. 7º. caso descumprido o comando nela co nte da medida coercitiva. poderá o credor optar pela entrega de quantia em dinheiro equivalente ao valor da coisa e postular a transformação da execução de e nulidade manifesta ou prova plena da inadequação da avaliação. A vileza do preço. do Pacto de São José da Costa Rica. Caso não seja encontrado o bem. ou em caso de destruição ou alienação. após o trânsito em julgado da sentença. 7º. que. da Lei 8. é. dependem de caução idônea. seja em face do art. bem como de sua família. sem análise de mérito da transação. Assim sendo. no ca em e não com a validade dessa. em tese. como depositário infi el. 7.661/1945. art.quinze dias seguintes à sua citação. ambas aqui não vislumbradas. nessa espécie de contrato. mônio do devedor (ou de terceiro). c/c o art. requerida e prestada nos próprios autos da execução). ento de que a equiparação do devedor ao depositário. limitando-se o juiz ao exame dos requisitos formais do pacto. o art. nº 7. aquela atinente à ‗baixa oferta em face da avaliação‘.

ssão são impenhoráveis, mas também aqueles que são úteis. o do credor, que deve arcar com eventuais despesas de contratação de profissional habilitado à elaboração da memória de cálculo. Ressaltou-se que, diante da impossibilidade financeira de o credor contratar tal profissional sem comprometimen a avaliação dos bens penhorados sob o fundamento da existência do preço vil, mácula intrínseca do negócio jurídico, fora dos limites do art. 486 do CPC. A hipótese reclama, sim, ação rescisória. m julgamento do mérito. Os recorrentes, irresignados, moveram o REsp contra a existência da coisa julgada ou a sua inoponibilidade, com base em declaração de ter havido fraude à execução, porquanto esta pode ser decretada incidentalmente

ovocação da parte interessada.

ente pesado, ferindo de morte o princípio insculpido no art. 620 do CPC.

de ser decretada de ofício.

/1980, pois não se quer compensar em sede de embargos à execução fiscal, mas, sim, desconstituir o título exeqüendo em razão de pretendida convalidação judicial da própria compensação, efetuada na esfera administrativa. urar a obrigação tributária. Ademais, caberia à Fazenda municipal o ônus da prova, visto que fica em seu poder o procedimento administrativo. lamento do registro, o que seria uma coação ilícita, no dizer do Min. Relator.

erosidade, inserto no art. 620 do Código de Processo Civil.

utado, exceto os que a lei declare absolutamente impenhoráveis‘ (art. 10 da LEF - grifei). O só fato de executar serviço público não torna impenhoráveis ou inalienáveis os bens da Infraero, por isso que a Constituição prevê em seu art. 21, XII, c

mplória como sendo penhora em dinheiro. Equivale à penhora do estabelecimento comercial e, como tal, deve ser tratada para só ser possível quando o juiz justificar a excepcionalidade. Permitir-se tal penhora é o mesmo que decretar sua asfix re precatórios, desde que observada a ordem de preferência da referida norma. eferenciais decorrentes de acidente de trabalho ou de natureza trabalhista, a exeqüente, em razão do aparelhamento daquela execução fiscal, passa a ter primazia perante os demais credores.

a na inicial. II - que pagou a dívida, apresentando desde logo a prova da quitação).

tercorrente, se aludida suspensão do feito perdurar por mais de 5 anos. Precedentes desta Corte e do STJ. ‗Transcorridos mais de cinco anos após a data em que arquivado o processo executivo (art. 40, § 2º, da LEF), impõe-se o reconhecime

ção acostada, surge dúvida quanto ao período da dívida questionada e ao certificado de filantropia, a recomendar o uso dos embargos (art. 16, § 3º, da Lei n. 6.830/1980). nto à necessidade (art. 225, VI e art. 669), a doutrina vem entendendo que essa irregularidade não acarreta a pretendida nulidade.

dmitido na origem. Entendimento contrário implicaria pré-julgamento da admissão do RE pelo relator da cautelar no STF, em detrimento da livre apreciação do recurso pelo presidente do tribunal a quo, que é competente originariamente para tal assegurar a eficácia útil do processo principal. Assim, na espécie, não há razão para subsistir a sentença cautelar, e muito menos a execução da multa fixada, se o processo principal já se findou. Salvo casos específicos, como antecipação de

porém sob o rito, não mais do art. 733 do CPC, mas sim do art. 732, que não permite a coerção mediante prisão. Nesta instância, a Turma entendeu que a alteração do rito, antes de conflitar com o acolhimento da sub-rogação, amolda-se ao ca entença, senão da relação jurídica de direito material. Conquanto a cognição da consignatória seja ampla, podendo as partes discutir a origem e existência do débito, as cláusulas contratuais e tudo o que for necessário à aferição da exatidão na

nto ordinário, em tal caso, é imposição legal, e seu emprego deve ser considerado como pedido implícito nessa ação.

l, a pessoa a que a legislação tributária ou previdenciária imponha a obrigação de reter ou receber de terceiro, e recolher aos cofres públicos, impostos, taxas e contribuições, inclusive à Seguridade Social). acurada do órgão julgador já na apreciação da inicial (como da parte ré com a contestação), em ordem a atender aos seus notáveis princípios norteadores: celeridade (sem tumultuar rituais), informalidade (sem retrocessos absolutamente evitáv a seja superior aos 60 salários mínimos (art. 3º, §3º, Lei 10.259/01 – JEF‘s). Se entre os autores em litisconsórcio ativo facultativo, algum deles deduzir pretensão econômica superior ao limite (60 salários mínimos) da competência dos JEF‘s (Ju sa é real; b) se o nomen iuris da ação condiz com o conteúdo efetivo da peça processual apresentada; c) se a via processual é adequada; e d) se, pelos elementos constitutivos da pessoa jurídica-autora, está ela legitimada a figurar no pólo ativ

a todos os que litigam nos Juizados Especiais Federais, sejam eles entidades públicas ou privadas.

derando a perda da natureza executiva em face do transcurso do prazo prescricional.

e, poderá impetrar ao juiz que o segure da turbação ou esbulho iminente, mediante mandado proibitório, em que se comine ao réu determinada pena pecuniária, caso transgrida o preceito).

ação de prestação de contas quando ela não se referir a valores monetários. Não tem como subsistir o acórdão recorrido, pois pertinente é a via eleita (art. 914 do CPC e art. 1.301 do CC/1916). A ação de prestação de contas não há de referir-s

ambém contra a exclusão da meeira do pólo passivo da demanda, ponderando que, tendo ela participado da partilha que restou anulada, deveria também permanecer para a nova partilha a ser realizada. A primeira partilha fora em detrimento d

ituações excepcionais onde não for possível a recomposição material de uma situação fática (dano irreparável ou de árdua recomposição), o que não é o caso.

xigindo, todavia, que esse direito ou interesse seja peculiar, próprio, da classe. presentação. O objeto do mandado de segurança coletivo será um direito dos associados, independentemente de guardar vínculo com os fins próprios da entidade impetrante do writ, exigindo-se, entretanto, que o direito esteja compreendido na a mera situação de fato, tanto mais que a hipótese – extinção do processo sem o mérito – levaria à cassação da liminar. ados pela Constituição. desconstituição mediante utilização dos recursos pertinentes, ou, tratando-se de pronunciamentos de mérito já transitados em julgado, mediante ajuizamento originário da ação rescisória.

os autos, em que pretende o candidato o acesso à cópia da prova de redação que realizou no exame vestibular. O direito de vista de prova relativa a concurso público é assegurado ao candidato, pela Constituição Federal, nos termos dos arts. 5

mbora as informações sejam prestadas pela autoridade coatora e, se for o caso, para deferimento ou indeferimento da liminar, quem tem legitimidade para interpor os recursos cabíveis é o representante da União. Daí porque ele deve ser intima

elo trânsito em julgado a controvérsia constitucional resolvida no julgamento do REsp. xplicitamente ventilada na decisão recorrida. Sem o cumulativo atendimento desses pressupostos, além de outros igualmente imprescindíveis, não se viabiliza o acesso à via recursal extraordinária. pode ser objeto de recurso extraordinário, por faltar o requisito do prequestionamento.‖).

espacho agravado, a decisão recorrida, a petição de recurso extraordinário ou qualquer peça essencial à compreensão da controvérsia.)

1965). No âmbito da Justiça Eleitoral, somente os acórdãos do Tribunal Superior Eleitoral é que podem ser impugnados, perante o S.T.F., em Recurso Extraordinário (arts. 121, § 3º, e 102, III, "a", "b" e "c", da C.F.).

stitucionalidade do citado dispositivo, o REsp ficaria sem objeto. Mas, se acolhida sua constitucionalidade, o STJ julgará, então, o REsp quanto à questão de natureza infraconstitucional, que consiste em saber se realmente a cobertura para prot

admissibilidade do apelo extremo, proferido pela Presidência do Tribunal a quo ou resultante do provimento, por decisão do próprio STF, do recurso de agravo. a decisão final dos embargos infringentes para impugnar inclusive, sobre a parte unânime do julgado (CPC, art. 498, com a redação dada pela citada lei). Logo, na espécie, o apelo especial relativo à parte unânime restou incabível e quanto ao § 2º, da LICC).

uposta calúnia, guardam natureza civil.

ovida pela Fazenda Pública Federal, como, no caso, os embargos de terceiro opostos à execução processada na Justiça estadual. ídica própria e diversa, não se classificando como órgãos daquela autarquia. Por isso, correto determinar-se a competência da Justiça estadual na hipótese, pois contende instituto com sociedade de economia mista em ação de procedimento c

svinculada da OAB e, até por uma questão de política judiciária, deve-se encaminhar ao mesmo juízo as questões tanto relativas à OAB, como à Caixa.

m de total autonomia para organizar e gerir seus sistemas de ensino (CF/1988, art. 211), e seus dirigentes não agem por delegação da União. A apreciação de seus atos é da competência da Justiça estadual.

a rigor processual, a aplicação da Súmula 58/STJ (‗Proposta a execução fi scal, a posterior mudança de domicílio do executado não desloca a competência já fixada‘), e o parágrafo único do art. 578, o qual dispõe: ‗(....) a ação poderá ainda ser ada essa condição, a lei poderá permitir que outras causas sejam também processadas e julgadas pela justiça estadual.)

urisdição federal em ações da competência jurisdicional da Justiça Federal, como no caso, devendo proceder à remessa dos autos ao juízo federal competente. III. O depósito judicial do valor relativo às mensalidades escolares é medida cautel o art. 112 do CPC. II. Incabível, assim, a declaração de incompetência, de ofício, pelo Juízo da capital, antes mesmo de que seja determinada a citação do executado, a teor do disposto na Súmula 33/STJ. do valor atribuído à causa, não compete ao Juizado Especial Federal julgar o pedido de anulação de autos de infração de trânsito, matéria que se enquadra perfeitamente na exceção acima referida.

ompete ao juízo em que se praticou o ato executivo processar e julgar as causas tendentes a desconstituí-lo. É assim para os embargos à execução por carta (art. 747 do CPC) e para os de terceiro (art. 1.049 do mesmo diploma), sendo certo a ndimento, a Seção, prosseguindo o julgamento, declarou competente o Tribunal de Justiça estadual.

cem válidos. II. Declara-se a competência superveniente da Justiça do Trabalho para julgamento do recurso. to ou não. Aqueles já com sentença prosseguem regidos pela antiga competência da Justiça comum estadual, inclusive recursal. Decidiu-se adotar jurisprudência do STF no sentido de que a alteração superveniente de competência, mesmo qu e ao serviço assim prestado. (CF/88, art. 211), e seus dirigentes não agem por delegação da União. Dessa forma, a apreciação jurisdicional de seus atos é da competência da Justiça Estadual. REOMS 2004.40.00.000001-9/PI, Rel. Des. Federal Souza Prudente, julgado em

a para buscar a verba que entende ser devida em face dos serviços prestados.

Se os valores requeridos pelo autor não podem ser mensurados de imediato. cabendo à ré. elidir tal presunção. 287 do CPC. que deverá ser complementado posteriormente.) o extrajudicialmente. em juízo. a ade jurídica presumida). r. or tempo inferior. alegando vedação do Código de Ética Médica. 1. se o caso. aplicando-se o art. se menor que os valores apurados. será igual à soma das prestações. o qual identifica o termo inicial de incidência da multa à data do descumprimento da sentença ou decisão proferida em tutela antecipada. mas lhe negou provimento. .049 do CC/1916). É válido o valor da causa atribuído na inicial. mas o juiz deixou de conde a dos atos processuais pertinentes. o hospital apresentou a documentação. Ressaltou-se que a multa cominatória tem como objetivo coagir o devedor a serção. ncidência do art. Então a recorrente propôs ação de exibição dos documentos e. semelhantemente ao ocorre quando o autor é pessoa física.e o devedor de tal verba se confundem (art. 258 do CPC. conheceu do recurso. qualquer acesso à documentação.

rância do interesse público. considerando-se legítima a sua participação no feito a pa do referido art.eita dessa prova oral. deu provimento ao recurso do MP para determinar a nulidade do acórdão de segundo grau e da sentença. Outrossim. Dessa forma. A Turma.102c. prosseguindo o julgamento e por maioria. que. 1. é patente que a aludida cominação consta do mandado. porém em outras palavras. é menor e é beneficiado pela Assistência Judiciária. em especial no que tange à conversão do mandado inicial em executivo. ida na fase postulatória pelo Parquet ou pelo investigante. aliás. correto considerar como termo a quo .

ausentando-se do seu endereço.concedido o benefício do prazo em dobro. do. .

401. do art.Não cabe ação rescisória por ofensa a lite zação de jurisprudência. que tem . adas anteriormente ao julgado).. ócio entre familiares (mãe e filho) marcados pela informalidade (arts. e. indicando a existência de três correntes de entendimento. de forma fundamentada adota uma delas. 92. inciso IV. do CPC c/c art. em atenção ao disposto nas Súmulas 134/TFR e 343/STF. por si só. Quando o acórdão rescindendo. III. § 8º. II. do Estatuto da Terra). pela Fazenda Pública. independentemente de investigação subjetiva (CPC. 402. a existência de amizade entre o Juiz e uma das partes. (SÚMULA 343 . posto absolutamente desinfluente que os julgamentos paradigmas tenham sido tomados por maioria ou por unanimidade. em especial. não incide a Súmula 343/STF. 135). particularidade específica do negócio.

III. o. Entende-se por publicação o momento em que a sente ogo. que a parte tem a faculdade de optar pela via processual que entender mais ma decisão que julgou o recurso especial'. trata-se de agravo e não apelação. a prestação jurisdicional. a rescisória. Não significa que o agravo é apelação ou parte dela.eforma por outra sentença posteriormente prolatada porquanto já havia sido efetivada. . Seja na modalidade por instrumento ou na modalidade retida. 463 do Código de Processo Civil. de forma satisfatória. reconhece-se como erro de fato a informação equivocada sobre a tempestividade da peça processual. nos termos do art. Tanto assim. cabendo. pois.

as sentenças que determina . recurso de apelação. que prevê o não cabimento do reexame necessário e da apelação contra decisões proferidas em causas de valor inferior a determinado limite. Interposto. n pela CF/88 da Lei 6825/80.ntença homologatória dos cálculos. confi gurando decisão interlocutória. Entendeu o Colegiado que. com o advento da Lei 10. recursal. não merece reforma a decisão do juízo de primeiro grau que lhe negou recebimento. impugnável por agravo de instrumento. com o fim de imprimir maior celeridade aos feitos na Justiça Federal. em tal caso. uma vez que o agravo de instrumento é interposto diretamente na instância superior.444/02. em face da impossibilidade de adequação procedimental.

5º. LXVII. até porque a própria Constituição autoriza a prisão civil do depositário infi el. a prévia apuração do quantum. que. Essa vedação torna-se mais evidente na hipótese. não foi impugnado no tempo devido (antes da publicação do edital). 741 do CPC). da Constituição. não há. 649 do CPC.95.11. ademais. no tempo e . em seu art. Se a executada. Matéria análoga foi examinada pelo Plenário em 22. LXVII. referencial esse que. CPC. 627. por estimativa do credor ou por arbitramento. visto que a alegada causa impeditiva da obrigação não é superveniente à sente e postular a transformação da execução de entrega em execução por quantia certa. no caso. contudo. Vencidos os Ministros Maurício Corrêa e Néri da Silveira. Informativo nº 14). Indispensável.tença. na linha do art. . anos. 5º. os referidos valores são impenhoráveis conforme dispõe o art. cujo acórdão ainda não foi publicado (v. eis que o imóvel foi arrematado pelo valor por que avaliado. não limita os mandados de autoridade judiciária competente expedidos em virtude de inadimplemento de obrigação alimentar") deve ser interpretado com as limitações impostas pelo art. no julgamento do HC 72131-SP. Sem essa liquid aixa oferta em face da avaliação‘. os no pactuado devem ser solvidos em ação anulatória e não mediante embargos à execução (art. nessa hipótese. caso descumprido o comando nela contido.

. outrossim. e a sua eficácia varia conforme o caso concreto. Constitui. convocar os serviços da contadoria judicial. a pedido. mediante a concessão do benefício da gratuidade ou do pagamento das respectivas custas. morment a na esfera administrativa. o juiz pode. negativa da garantia do devido processo legal vedar o ajuizamento dos embargos de terceiros. anto esta pode ser decretada incidentalmente em qualquer processo.contratar tal profissional sem comprometimento de seu sustento ou de sua família.

até mesmo fazendo uso da prova pericial. como antecipação de prova. que for necessário à aferição da exatidão na prestação. porque essa determinação não respeita os reais limites que deve ter todo credor: atendimento prioritário aos fornecedores. que. a ação de con dade (sem retrocessos absolutamente evitáveis). máxime quando os b l penhora é o mesmo que decretar sua asfixia. preservável desde a inicial). que é competente originariamente para tal juízo. o que. § 2º. para possibilitar a continuidade de aquisição da matéria-prima. 40. exibição de coisa e documentos e outras medidas tidas como ―conservativas‖ arroladas pelo CPC entre as medidas cautelares (notificação.ue a Constituição prevê em seu art. cabe-lhe determinar a emenda da inicial e. está ela legitimada a figurar no pólo ativo da demanda. XII. protesto. prevalece a competência da Vara Federal Comum. quiçá. da LEF). requerida pelo curador especial. 21. amolda-se ao caso concreto e à ação correspondente. interpelação. dentro do formato material próprio do pagamento em consignação. podendo litigar perante tal foro especial. vo casos específicos. visto que a dívida não é atual. concessão ou permissão) tratamento diferenciado ao dado ao art. indeferi-la ante a eventual desídia no cumprimento de tal determi . impõe-se o reconhecimento da prescrição intercorrente. preferiram o foro comum. X (serviço postal e o correio aéreo nacional). in casu. colhimento da sub-rogação. não possibilita a prisão do devedor. ress ora. pagament . Em face dessa sistemática. de acordo com a jurisprudência. c (exploração de infra-estrutura portuária mediante autorização. 21. a sentença é sempre declaratória. por presunção de opção dos demais.‘ . posse em nome de nascituro. Se a deficiente instrução não lhe permite aquilatar tais balizamentos. eficácia final (imediata. ios mínimos) da competência dos JEF‘s (Juizados Especiais Cíveis Federais).

Ainda que a recorrente tivesse participado da partilha. administra bens ou interesses alheios está obrigado a prestar contas dessa ada. vez que a outra filha do falecido foi contemplada com a totalidade dos bens. o seu quinhão se restringiria a tocar os bens que coube . A primeira partilha fora em detrimento da recorrente. muito menos. de qualquer modo. a créditos líquidos e certos: "todo aquele que.ão de prestação de contas não há de referir-se exclusivamente a valores em dinheiro e.

da CF/88. XXXIV. que o direito esteja compreendido na titularidade dos associados e que exista ele em razão das atividades exercidas pelos associados. Daí porque ele deve ser intimado pessoalmente da sentença. no caso de o pedido de liminar ser indeferido. mas não se exigindo que o direito seja peculiar. o rito mandamental prossegue com a oitiva do MP.etanto.F. incisos XXXIII. mas sem a intervenção do procurador da Fazenda até qu a". caput. nte da União. nos termos dos arts. próprio. Note-se que.). 5º. LV. e 37. "b" e "c". Constituição Federal. da classe. da C. . b.

em questão de ordem. a Turma prov . pela suspensão d parte unânime restou incabível e quanto ao segundo recurso especial. a Turma decidiu. elevações de câmbio. Quanto ao recurso interposto pela autora. foi inadmitido na origem em decisão transitada em julgado. produz acréscimo ou decréscimo patrimonial. interposto após o julgamento dos embargos infringentes. futuramente. Com esses esclarecimentos.em saber se realmente a cobertura para proteção de contratos de câmbio.

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economia mista em ação de procedimento comum. .

o qual dispõe: ‗(.. sendo certo adotar o mesmo para ação autônoma de igual natureza e finalidade que a desses embargos. Federal Souza Prudente.)‘ (forum delicti comissi). 1. julgado em 26/08/05. . embora nele não mais resida o réu (. o superveniente de competência. Des. Rel. tornando ilegítima a negativa de renovação de matrícula sob esse fundamento... mesmo que determinada por regra constitucional. como no caso.049 do mesmo diploma). art...) a ação poderá ainda ser proposta no foro do lugar em que se praticou o ato ou ocorreu o fato que deu origem à dívida.. não atinge a validade de sentença anteriormente proferida. A exígua distância entre as duas localidad às mensalidades escolares é medida cautelar suficiente e bastante para descaracterizar eventual inadimplência de alunos junto a instituição particular de ensino.

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ao argumento de que o pedido foi atendido sem resistência. A Turma proveu o recurso para c r não podem ser mensurados de imediato. natória tem como objetivo coagir o devedor ao cumprimento da obrigação de não fazer reconhecida em sentença ou tutela antecipada. Esse entendimento foi confirmado pelo Tribunal a quo. Para esses cabe a condenação em danos materiais como . não busca ressarcir o credor pelos danos sofridos. aplica-se. mas o juiz deixou de condená-lo no pagamento das verbas de sucumbência. 258 do CPC. o art. quanto à fixação do valor da causa.a documentação.

298. CPC). parágrafo único.o-se legítima a sua participação no feito a partir da contestação. ossim. correto considerar como termo a quo do prazo para interposição de embargos a sentença homologatória de desistência relativa ao outro réu (art. visto que a ação fora inicialmente ajuizada em litisconsórcio pa .

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não há fundamento para acolher o pleito rescisório deduzido. quando os termos do contrato não pe . especialmente.. inclusive na jurisprudência contemporânea do Supremo Tribunal Federal.) ma fundamentada adota uma delas.Não cabe ação rescisória por ofensa a literal disposição de lei. quando a decisão rescindenda se tiver baseado em texto legal de interpretação controvertida nos tribunais. que tem respaldo.

.se por publicação o momento em que a sentença de mérito ou terminativa adquire publicidade. ao passo que a intimação aperfeiçoa-se com a publicação da sentença no optar pela via processual que entender mais conveniente. o que ocorre com o seu simples envio à respectiva serventia jurisdicional.

444/02. Lei 10. seja. seja em face de tratar-se de erro inescusável. celeridade aos feitos na Justiça Federal. no caso. as sentenças que determinam o cumprimento de obrigações de fazer e de não fazer passaram a ostentar eficácia executiva lato sensu. não cabendo aplicar-se. dispensando a instauração de novo processo de execução para sua efetivação forçada. por não ter sido o apelo interposto no prazo do agravo de instrumento. ainda. o princípio da fungibilidade recursal.primeiro grau que lhe negou recebimento. surg .

deixou de impugnar a avaliação. por precluso o tema. pois. Sem essa liquidação. a ormativo nº 14). nomina de vil. credor ou por arbitramento.Constituição. reputar desprezível o preço da arrematação (que pela avaliação se baliza). va da obrigação não é superveniente à sentença (inciso VI do referido artigo). mormente pelo fato que a execução carecerá de pressuposto específico. assim fazendo. não pode. . no tempo em que devia fazê-lo. mostra-se inviável a conversão automática da execução para entrega da coisa em execução por quantia certa. Se a executada. cação do edital). a saber.

. amento dos embargos de terceiros. mormente com base em anterior inacolhimento de pedido incidental de levantamento de penhora formulado nos autos de processo de execução do qual os ora recorrentes não eram partes.ou do pagamento das respectivas custas.

perquirir se a situação fática encontra abrigo na lei aludida. declinar da com . em atividade judicante. quer como substitutivo da ação ordinária. a cautelar não existe sem o processo principal. sem cuidar de. tampouco de de aquisição da matéria-prima. revisão e certificação do reajuste da prestação dos contratos habitacionais.orreio aéreo nacional). posse em nome de nascituro.). não há falar em impenhorabilidade nem. máxime quando os bens nomeados (móveis) não prejudicam a continuidade do serviço público prestado. Em face dessa sistemática. o. . entual desídia no cumprimento de tal determinação. não podendo. prioridade absoluta pelo caráter alimentar dos salários. pagamento aos empregados. a ação de consignação em pagamento revela-se de todo imprópria para a discussão. interpelação. Não havendo lei prescrevendo a afetação dos bens da Infraero. preferiram o foro comum. ressalvada a disistência para que outra ação (individual) se ajuize no foro (JEF) apropriado. quer como foro especial. à simples análise dos dados apostos pelos autores na petição. etc.

heios está obrigado a prestar contas dessa administração. mas somente na parte que coube à herdeira. não há porqu . Não repercutindo a decisão em todo o acervo. já que a viúva apenas recolheu a meação a que tinha direito. Batista da Silva hão se restringiria a tocar os bens que couberam exclusivamente à herdeira. do mesmo modo que aquele que tenha seus bens ou interesses administrados por outrem tem direito a exigir as contas correspondentes a essa gestão" (Prof. Olvídio A.

quando concessiva a liminar em MS. 1º da Lei n.437/19 . 8. a nova redação dada pela MP n. 2.180/2001 ao § 4º do art.ntervenção do procurador da Fazenda até que seja proferida a sentença concessiva ou denegatória da segurança. Outrossim.

diu. . pela suspensão do REsp até que o STF julgue o RE. a Turma proveu e ajustou a condenação por dano sofrida por menor que faleceu em queda de trem aos casos de hipóteses semelhantes. recurso interposto pela autora. em questão de ordem.

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.

.i). A exígua distância entre as duas localidades (Ananindeua e Belém) reforça a ausência de dano à ex vação de matrícula sob esse fundamento.

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no caso. . explici abe a condenação em danos materiais como. requerido e concedido.unal a quo. A Turma proveu o recurso para condenar o hospital ao pagamento das despesas processuais e honorários advocatícios.

ra inicialmente ajuizada em litisconsórcio passivo. .

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mente. estando em c . quando os termos do contrato não permitem o acolhimento da pretensão deduzida.

rfeiçoa-se com a publicação da sentença no órgão da imprensa oficial com a finalidade de dar início ao p .

semelhante ao que ocorre nas ações possessórias típica . surgindo.erposto no prazo do agravo de instrumento. apenas. e execução para sua efetivação forçada. uma fase executiva dentro do próprio processo de conhecimento.

a liquidez. a bem dizer. o ‗valor da avaliação‘ (precedente) e não o ‗pr . assim fazendo. pois. nomina de vil.arecerá de pressuposto específico. a saber. aliza).

rrentes não eram partes. .

em imunidade intergovernamental recíproca. tampouco. tendo em vista que a intervenção d ncontra abrigo na lei aludida. mo substitutivo da ação ordinária. declinar da competência incontinenti. quer como sucedâneo da ação cautelar. porque estará comete .falar em impenhorabilidade nem.

não há porque a viúva ser considerada parte legítima passiva no feito. po . na parte que coube à herdeira. 169. Olvídio A. pág. 13.essa gestão" (Prof. vol. "Comentários ao Código de Processo Civil". RT). Batista da Silva. Ed.

sem prejuízo da comunicação do dirigente do órgão ou entidade.80/2001 ao § 4º do art.437/1992 determina que. 1º da Lei n. 8. o r .

O conhecimento ou não da falsidade é matéria que exige instrução probatória. da qual consta o nome da querela Tratando-se de ação penal privada. por despacho do juiz. Estando prestes a se encerrar a instrução criminal. MENOR. LIX. 5º da Lei n. não está obrigado a se ater à capitulação jurídica existente no Termo Circunstanciado lavrado pela Polícia Federal.137. mostra-se. Não se pode renunciar a um direito que já se exercitou. INDÍCIO MÍNIMO. porque o querelante não foi intimado para ma A procuração outorgada pelo ofendido com os poderes da cláusula "ad judicia" e os poderes especiais para o oferecimento da queixa. art 41). ação penal. 03.Processual Penal 01. A nulidade em razão da ofensa ao art. Entretanto. art. MP.137/90. que possibilitam dar nova definição jurídica ao fato delituoso A admissibilidade da ação penal privada subsidiária da pública pressupõe. da Lei 8. independentemente. 1. quando o Ministério Público não foi inerte. Cuida-se de atentado violento ao pudor contra menor de dois anos de idade praticado por namorado d O trancamento da ação penal por falta de justa causa pressupõe que. no mínimo temerário que. s A eventual inexistência do auto de infração lavrado pela Receita Federal não é condicionante da ação penal fundada na Lei 8. prescrição (da ação e da pretensão executória) e pagamento do tr TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-MG STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 487 EJ442 EJ444 EJ497 SUM 168 189 018 019 019 027 048 JR JR JR SUM SUM SUM 043 EJ439 EJ439 EJ439 172 190 019 040 117 EJ438 EJ471 Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação Penal Ação penal subsidiária Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Ação privada Denúncia Denúncia Denúncia O Supremo Tribunal Federal. Eficácia da lei penal no tempo e no espaço. a menção ao fato criminoso no instrumento de mandato é desnecessária se a queixa for assinada também pelo querelante. embora tenha também conteúdo decisório. Direito Processual Penal: conceito. O procedimento administrativo de apuração de débitos não se constitui em condição de procedibilidade para a propositura da ação penal para apuração de delito contra a o ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR. 83 da Lei 9. pelo ofendido ou por seu representante legal.P.P. não pode a ação penal ser iniciada. como previsto no art. IX. de 1990. a despeito de o Minis DECISÃO QUE DETERMINA ARQUIVAMENTO DE INQUÉRITO. ao menos em tese. se o querelante dela desiste. Nos crimes previstos no art. Legitimidade. é imprescindível que haja decisão definitiva do processo 27 . no julgamento da Medida Cautelar na ADIn 1571/DF. subsidiária da pública. decadência. a requerimento do Promotor de Justiça. Hipótese em que não estão presentes quaisquer dos casos previstos . Dado início a ação penal. SÚMULA 453: Não se aplicam à segunda instância o Art. seja porque não é condição jurídica p Crime de moeda falsa. pública e privada. nos termos do art. (unanimidade). da Não é inepta a inicial que descreve o fato considerado. HC 81368 / MG (09/04/2002): Nos crimes contra os costumes. Se o querelado tacitamente aceita o perdão. Transita em julgado a HC 79399 / SP (26/10/1999): Nos crimes contra a ordem tributária a ação penal é pública. 1º. Enfim dizer em que tipo se subsume o fato praticado pelo quere Não é cabível a ação penal privada. perdão. firmou entendimento de que o art. HC 79399 / SP (26/10/1999): O inquérito não é condição de procedibilidade para a ação. art. quando o crime SÚMULA 597: Os direitos de queixa e de representação podem ser exercidos. NULIDADE. dá extinção da punibilida Deve a queixa classificar a infração. 8. como delituoso e aponta quem foi o autor do mesmo (art. O despacho que recebe a denúncia ou a queixa.430/90 não criou condição de procedibilid A ação penal ou o inquérito policial não devem ser trancados. II. se necessário o exame mais aprofundado da prova. Extinção da punibilidade: renúncia. sem conhecimento de todos os atos praticados no referido processo. 93. sem novas provas. não se encarta no conceito de "decisão". 02. 41 do C. 384 e parágrafo único do Código de Processo Penal. Persecução penal: inquérito. ela pode transformar-se em ação pública.O crime de sonegação fiscal não exige prévio procedimento administrativo como condição ao exercício da ação penal. na verdade. está perdoando.038/1990. perdão implícito. especialmente quando ficou configurado o arquivamento implícito do CONFISSÃO. mormente aq Ação penal iniciada antes do término do processo fiscal. COISA JULGADA: RESSALVA CONTIDA NA PARTE FINAL DA SÚMULA 524.) O caráter indisponível da ação penal permite que o juiz reconheça na sentença a ocorrência de circunstância qualificadora mencionada na denúncia. 225). da CF (“será admitida ação privada nos crimes de ação pública. QUERELANTE. dos fatos narrados na denúncia. a ação penal é privada (CP. finalidade. caracteres e princípios gerais. como titular da ação penal de iniciativa pública. não decorra a indispensável tipicidade. 5º. não pode mais haver renúncia. LEGITIMIDADE. SÚMULA 524: Arquivado o inquérito policial. narrar o fato e dar-lhe a exata qualificação jurídico-penal (CPP. perempção. s Oferecida a queixa. Solução qu O MP.

como condição de procedibilidade da ação penal. a representação. bastando a mera manifestação inequí 57 . sendo. não impedem o oferecimento da denúncia. § 1º. HC 81730 / RS (18/06/2002): O texto da atual Constituição.DEFINIÇÃO IMEDIATA . pode Contendo a denúncia. eventuais omissões da denúncia sobre as circunstâncias do fato não constituem causa de inépcia. pois. condicionada à representação do ofendido. ainda que o indiciado já tenha sido identificado civilmente.Nos crimes contra os costumes. O art. STJ STF 186 031 Indenização Extensão SÚMULA 186: Nas indenizações por ato ilícito. cuja conduta específica é apurada no curso do RHC 80919 / SP (12/06/2001): 1. havendo sido. (N.COMPETÊNCIA. mesmo eventualmente equivocada. com as peculiaridades pertine Não desatende às exigências do art. pode ser feita mediante simples declaração verbal ou escrita e A representação prescinde de rigor formal. caput e incisos. Estando em jogo a competência .Nos crimes contra os costumes. da Lei n. 4º. a participação de cada acusado deve ser apurada no curso da instrução.TRF-1 EJ490 Denúncia TRF-1 EJ490 Denúncia TRF-1 EJ492 Denúncia STJ 160 Denúncia STJ 168 Denúncia STJ SUM Denúncia STF 018 Denúncia STF 018 Denúncia STF 023 Denúncia STF 028 Denúncia STF 029 Denúncia STF 030 Denúncia STF 034 Denúncia STF JR Denúncia STF JR Denúncia STF JR Denúncia STF SUM Denúncia STF JR Imunidade TRF-1 101 Inquérito Policial STJ 165 Inquérito Policial STJ 187 Inquérito Policial STF 040 Inquérito Policial STF SUM Inquérito Policial TRF-1 110 Investigação STF 032 Legitimidade STF SUM Legitimidade TJ-MG SUM Representação TJ-MG SUM Representação STF 031 Representação STF 040 Representação STJ 193 Denúncia STF 051 Denúncia STF SUM Representação STF 397 Inquérito Policial STF 397 Ação Penal A decisão que recebe a denúncia é irretratável. Tal Denúncia e Crime Societário. A decisão que determina o arquivamento do inquérito policial. mediante queixa. esta é que deve ser atacada por eve SÚMULA 568: A identificação criminal não constitui constrangimento ilegal. ainda que sucintamente. 10. Nos termos do art. a denúncia pode narrar genericamente a participação de cada agente. sendo por ela responsável. A matéria preclui. no Juízo cível. a denúncia não pode ser genérica. não está a adiantar. não havendo que se falar na possibilidade jurídica de o juiz reconsiderá-la. ou de autoria coletiva. A denúncia mostra-se adequada quando revela a prática criminosa em comum acordo e unidade de propósitos. não encontra apoio na orientação d Tratando-se de crime multitudinário. desde logo. ou de seu representante legal. eis que após a prolação da sentença condenatória. CIVILMENTE IDENTIFICADO. pelo recebimento dela. porque não caracterizado ilícito civil.. impõe-se a imediata definição do tipo pe 04. A classificação do crime inserida na denúncia. quando fu TIPO PENAL . IDENTIFICAÇÃO CRIMINAL. desde logo. Há denúncia contra o paciente pelo Ministério Público. 41 do CPP (“a denúncia ou queixa conterá a exposição do fato criminoso. o acórdão que provê o recurso contra a rejeição da denúncia vale. porém sem que faça constar a expressão "recebo a denúncia". SÚMULA 709: Salvo quando nula a decisão de primeiro grau. para que tenha início a ação A irmã da ofendida. da Lei 1060/50 (“presume-se pobre. tem legitimidade para oferecer a representação que condiciona a ação do Ministério Público nos crimes contra os costumes PREVARICAÇÃO. As nulidades ocor HC 79399 / SP (26/10/1999): Quando se trata de crime societário. ao proferir sentença. Ação civil ex delicto. tendo em vista que o juiz. bem como os demais requisitos previstos no art. refere à inviolabilidade no exercício do mandato e na circunscrição do Município Possíveis vícios ocorridos na produção das provas no curso do inquérito policial. juízo de condenação ou de pro Nos crimes multidudinários.de vara criminal ou juizado especial -. peça esta meramente informativa. A participação de cada qual. para a ação penal por crime 56 . Não procede a alegação de que.. insuficiente para justifi SÚMULA 388: O casamento da ofendida com quem não seja o ofensor faz cessar a qualidade do seu representante legal. os casos nos quais o civilmente Nulidades ocorridas durante o inquérito policial não contaminam o processo penal. Ela deve estabelecer o vínculo de cada sócio ou gerente ao ato ilícito Inq 1680 QO / AC (05/06/2002): É possível ao Relator rejeitar a denúncia em decisão monocrática. quem afirmar essa condição nos termos desta lei. a declaração de miserabilidad SÚMULA 714: É concorrente a legitimidade do ofendido. a prova da miserabilidade da vítima. Quando o Supremo Tribunal Federal recebe a denúncia. ademais. os juros compostos somente são devidos por aquele que praticou o crime. É suficiente a demonstração inequívoca do interesse do ofendido. representa o recebimento implícito daq Em se tratando de crimes de autoria coletiva de difícil individualização. relativamente aos Vereadores. Depois de instaurada a ação penal. não traduz constrangimento ilegal.054/2000. admite-se a denúncia de forma mais ou menos genérica (interpretação do art. após se ver A possibilidade do advogado ter acesso ao inquérito durante o curso das investigações somente existe quando não acarretar nenhum prejuízo à elucidação dos fatos. CERCEAMENTO.. SÚMULA 234: A participação de membro do Ministério Público na fase investigatória criminal não acarreta o seu impedimento ou suspeição para o oferecimento da denúnc A inépcia da denúncia há de ser evocada antes da sentença. sob pena de preclusão.A. e do Ministério Público. Tratando-se de crime societário. “poderão Juízo de recebimento da denúncia: sua extensão.. de forma incisiva. quando for manifesta a causa extintiva da punibilidade. enumerou. DEFESA. 3º. desapareceria o ilícito penal pe .” ). Omissões que. DENÚNCIA. ou de seus representantes legais. . a descrição do fato criminoso e de suas circunstâncias.” ) denúncia que imputa A alegação de que nos delitos societários é necessário que a denúncia individualize a participação de cada um dos acusados. 41 do Código de P O ato do juiz que marca o dia para interrogatório e ordena a citação. prescinde de fórmula rígida. eventual vício ocorrido no inquérito policial não mais subsiste. com todas as suas circunstâncias.: ver alterações promovidas pel O MP não tem atribuição para promover investigações no âmbito da esfera penal. negada reparação por dano moral. e a ação penal só pode prosseguir por iniciativa Inquérito policial: arquivamento com base na atipicidade do fato: eficácia de coisa julgada material. 41 do CPP). que lhe imputa a prática do delito de prevaricação. 2. até prova em contrário.

a compe SÚMULA 521: O foro competente para o processo e julgamento dos crimes de estelionato. Art.716/89. do art. apesar de a CF/1988 ter afastado das atribuições do Ministério Público 05. Competência. o processo por contravenção penal. A diplomação do paciente.Eleitoral Competência . 163. do STJ e do STF. relativa a atos administrativos do agente.Estadual Competência . de verbas recebidas 49 . Militar ou Eleitoral. 149. Compete à Justiça estadual o processo e julgamento do crime de dano a aparelho de telefone público pertencente à concessionária de serviço público (art. Conexão e continência.Estadual Competência . SÚMULA 244: Compete ao foro do local da recusa processar e julgar o crime de estelionato mediante cheque sem provisão de fundos. na vigência da Constituição de 1988.716/89. Precedentes. competência da Justiça Federal.628/2 O fato de terem sido criados os Juizados Especiais Criminais não afasta a competência da Justiça Eleitoral para processar e julgar os crimes eleitorais. podendo ocorrer em mais de um lugar.Eleitoral Competência .Estadual Ao estabelecer que ‗a competência especial por prerrogativa de função.STJ 193 Legitimidade AÇÃO CIVIL EX DELICTO. Perpetuatio jurisdictionis. caput. a fixação Se no curso de investigação houver indício da prática de crime por parte do magistrado. quando recolh SÚMULA 038: Compete à Justiça Estadual Comum. SÚMULA 062: Compete à Justiça Estadual processar e julgar o crime de falsa anotação na Carteira de Trabalho e Previdência Social. c/c § 1º. I. considera-se praticado o crime de tráfico internacional em qualquer das localidades por onde tenha passado o agente transportando a d HC 82718 / MG (03/06/2003): Compete a este Tribunal. SÚMULA 075: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar o policial militar por crime de promover ou facilitar a fuga de preso de Estabelecimento Penal.Estadual Competência . 20 da Lei 7. Indígenas. Compete à Justiça Eleitoral o julgamento de crime de falsidade ideológica praticado com fins eleitorais e o dos crimes comuns que lhe fo A competência para o processo e julgamento dos crimes contra o meio ambiente. caput. ou desvio. (unanimidade). Sua consumação prolonga-se no tempo. X. Jurisdição: competência. praticado contra silvícolas. I e II.Estadual Competência .Estadual Competência .Estadual Competência . eleito prefeito municipal. MP. prevalece ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam i SÚMULA 030: Não é da competência do Tribunal Regional Federal o processo e julgamento de prefeito municipal acusado de apropriação. Crime de preconceito racial previsto no art. mas sim. quando esse documento não ch A Seção. (N. originariamente.Estadual Competência .Estadual Competência . Competência. no curso do processo. 132.Estadual Competência . § 4º. 207. 20 da Lei 7. SÚMULA 104: Compete à Justiça Estadual o processo e julgamento dos crimes de falsificação e uso de documento falso relativo a estabelecimento particular de ensino. 29.Compete originariamente ao Tribunal o julgamento de "habeas corpus" quando a coação é atribuída a membro do Ministério Público Estadual. ainda que praticada em detrimento de bens. entendeu que o procedimento instaurado para apurar e SÚMULA 192: Compete ao Juízo das Execuções Penais do Estado a execução das penas impostas a sentenciados pela Justiça Federal. todos do CP. do TRF-1. somente será da Justiça Federal se houver lesão a bens.Estadual Competência . da Constituição (EC 1/92) que o prefeito deva ser julgado pelo plenário ou pelo órgão especial do Tribunal de Justiça.A. cabend A competência para o julgamento do crime de extorsão mediante seqüestro é do juízo da comarca em que a vítima foi seqüestrada. Após a edição da Lei 9605/98 e o conseqüente cancelamento da súmula 91 do STJ. A jurisprudência já se assentou no sentido de que. Arts. TRF-1 TRF-1 TJ-MG STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ EJ482 SUM SUM 160 161 186 SUM SUM SUM SUM 004 027 029 033 044 JR SUM SUM SUM 169 048 EJ438 EJ480 EJ480 EJ483 EJ497 172 172 179 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência Competência . necessariamente. Conflito de jurisdição e conflito de competência. após a edição da Lei 9.: A lei 10. nos moldes em qu Exploração ilegal de mão-de-obra.Estadual Competência . Assim. salvo se autor e vítima SÚMULA 053: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar civil acusado de prática de crime contra instituições militares estaduais. é o do SÚMULA 451: A competência especial por prerrogativa de função não se estende ao crime cometido após a cessação definitiva do exercício funcional. parágrafo Compete à Justiça estadual processar e julgar o delito de falsificação ideológica contida em declaração feita em formulário de aviso prévio. não é competente a Justiça Federal. LEGITIMIDADE. proferida por Turmas SÚMULA 702: A competência do Tribunal de Justiça para julgar Prefeitos restringe-se aos crimes de competência da Justiça comum estadual. não do juízo da comarca para a qual fo Compete à Justiça comum o julgamento de crime praticado por civil contra militares no exercício de função civil. SÚMULA 006: Compete á Justiça Comum Estadual processar e julgar delito decorrente de acidente de trânsito envolvendo viatura de Polícia Militar. a definição da competência federal nos crimes ambientais depende da verificação da e O delito de receptação na modalidade de transportar é crime permanente. A Justiça Federal somente será competente para processar e julgar crimes em que se evidencie a existência de efetiva disputa sobre direitos indígenas. sob a modalidade da emissão dolosa de cheque sem provisão de fundos. mesmo aqueles de Competência da Justiça Eleitoral. Não se extrai. ao julgar o conflito de competência instaurado entre o juízo federal e o Juizado Especial Criminal estadual. os autos serão remetidos ao Tribunal ou órgão competente para que prossiga a inv SÚMULA 048: Compete ao juízo do local da obtenção da vantagem ilícita processar e julgar crime de estelionato cometido mediante falsificação de cheque. Não se tratando de crime contra a organização do trabalho. nos demais casos. contra determinados trabalhadores. SÚMULA 107: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar crime de estelionato praticado mediante falsificação das guias de recolhimento das contribuições pre . acarreta o deslocamento imediato deste para o tribunal de justiça do Estado (artigo 29-X da CF/ À vista de seu caráter permanente. 203.Estadual Competência . c/c § 1º e 297. atribuído à empresa privada. SÚMULA 151: A competência para o processo e julgamento por crime de contrabando ou descaminho define-se pela prevenção do Juízo Federal do lugar da apreensão do SÚMULA 200: O Juízo Federal competente para processar e julgar acusado de crime de uso de passaporte falso é o do lugar onde o delito se consumou. processar e julgar HABEAS CORPUS contra decisão denegatória de similar.Estadual Competência .Estadual Competência . caput.605/98. Não se tratando de crime co Crime de preconceito racial.Estadual Competência .

Assalto contra Agência da Caixa Econômica Federal. 2° O processo e julgamento dos crimes previstos nesta Le SÚMULA 009: A prisão ordenada por magistrado da Justiça do Trabalho.Federal STF 013 Competência . os princípios da continência e da conexão não vigoram nos feitos de competência originária quando só um dos acusad SÚMULA 704: Não viola as garantias do juiz natural.Tribunais STJ 192 Competência . SÚMULA 498: Compete a justiça dos estados.Federal STJ SUM Competência . PUBLICAÇÃO. 1º da Lei 10. em ambas as instâncias. IV. DIFAMAÇÃO. SÚMULA 209: Compete à Justiça Estadual processar e julgar prefeito por desvio de verba transferida e incorporada ao patrimônio municipal. (N. se for ilegal. Caso em que se disputam direitos indígenas. O STJ tem competência para processar e julgar exceção da verdade quanto aos delitos de difamação e calúnia en COMPETÊNCIA. é da Justiça Federal.O crime que enseja a competência da Justiça Militar. o processo e o julgamento dos crimes contra a economia popular. é de se conceder "Habeas Corpus". que vise à concessão de indulto.E. nos casos previstos no art.Estadual STF 052 Competência STF 054 Competência . COMPETÊNCIA. A Turma.Estadual STF 055 Modificação TRF-2 SUM Competência TRF-2 SUM Competência .Federal STF 007 Competência . SÚMULA 522: Salvo ocorrência de tráfico com o exterior. CORREIOS. II SÚMULA 147: Compete à Justiça Federal processar e julgar os crimes praticados contra funcionário público federal.Federal STF 021 Competência . a competência será da Justiça Federal. Competência da Justiça Federal (Constituição.Estadual STF SUM Competência .F. 34 da Lei 9. em favor de paciente que não goze de prerrogativ HOMICÍDIO. IV).cobrança indevida de atendimento médico-hospitalar.Federal STJ SUM Competência . decidiu que é da competência da Justiça Federal o crime previsto no art.613/98 (Art. TALÕES DE CHEQUE. então. é aquele que é marcado pelo intui Em se verificando que há processo penal. É ESTA A COMPETENTE PARA CONHECER DO INQUÉRITO POLICIAL DIS SÚMULA 040: EM SE TRATANDO DE CRIMES AMBIENTAIS. pelo princípio da prevenção. 109.099/95 c/c o art. A REGRA É A COMPETÊNCIA DA JUSTIÇA ESTADUAL.Federal STJ SUM Competência .J. Aplicação do art. . compete à Justiça Federal o processo e julgamento de ação penal SÚMULA 122: Compete à Justiça Federal o processo e julgamento unificado dos crimes conexos de competência federal e estadual. ÍNDIO.Federal TRF-1 EJ488 Competência . EXCEÇÃO. do C. SÚMULA 090: Compete à Justiça Estadual Militar processar e julgar o policial militar pela prática do crime militar. SÚMULA 208: Compete à Justiça Federal processar e julgar prefeito municipal por desvio de verba sujeita a prestação de contas perante órgão federal.STJ SUM Competência . prestado em unidade conveniada ao SUS . tendo em vista o dever da União Federal de fiscalizar a id Não é o Juizado Especial Federal competente para processar e julgar os crimes previstos na Lei de Imprensa.Federal TRF-1 102 Competência . que.Federal STJ SUM Competência .Federal STJ 174 Competência .M.25 Se o militar cometeu crime definido na lei penal comum e na lei castrense. ATOS LIBIDINOSOS. é competente. ao S..Federal STF 052 Competência . não se aplicando a regra do Art. JUSTIÇA ESTADUAL: INCOMPETÊNCIA. serviços ou interesse da União. ARTIGO 109-XI DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. Compete à Justiça Federal julgar delito de falsificação de documentos de faculdade particular de ensino superior.: ver EC 45/2004) Uma vez que os crimes de redução a condição análoga à de escravo e frustração de direito assegurado por lei trabalhista envolvem questões referentes à dignidade da pe A JF é competente para julgar crime de lavagem de dinheiro. 78. originariamente.Tribunais STF 013 Competência . compete a justiça dos estados o processo e o julgamento Crime de concussão . ainda que o delito tenha sido praticado em outra unidade federativa. praticado contra indígenas na disputa de terras. o Juiz que primei 69 .Em processos de crimes dolosos contra a vida. mas com o de ocultar o agente a própria identidade para o fim de subtra Competência da Justiça Estadual. SÚMULA 172: Compete à Justiça Federal processar e julgar militar por crime de abuso de autoridade. por maioria. Hipótese A competência para julgar a ação penal em que imputada a figura do genocídio.Militar TRF-1 SUM Competência . e à Comum pela prática do crime comum simultâneo àqu SÚMULA 010: Compete ao Tribunal Regional Federal conhecer de "habeas corpus" quando o coator for juiz do Trabalho.Tribunais STF JR Conflito TJ-MG SUM Continência e conexão STF SUM Continência e conexão TRF-1 104 Litispendência STF 048 Competência . INTERNET. Vi .F.605/1998.Federal TRF-1 SUM Competência .P.Estadual SÚMULA 140: Compete à Justiça Comum Estadual processar e julgar crime em que o indígena figure como autor ou vítima. Todos os dir I. 218 do Se o crime de falsidade ideológica não foi praticado com o intuito de lesar o Poder Público federal.Federal STJ SUM Competência . a este deve ser comunicada. a regra de competência aplicável é a do inciso VI do Não compete. em serviço. 2.T. em andamento na Justiça Federal. Tratando-se de crimes contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. SÚMULA 165: Compete à Justiça Federal processar e julgar crime de falso testemunho cometido no processo trabalhista. 61 da Lei 9. em matéria penal de competência do juiz federal. referente ao crime ambiental previsto no art. de ofício SÚMULA 010: COMETIDO DELITO EM LOCAL SUJEITO À JURISDIÇÃO DE NOVA VARA. com emprego de arma pertencente à corporação.: ver EC 45/2004) O STF é competente para o julgamento da ação penal quando o crime imputado a ex-parlamentar houver sido praticado ao tempo em que o mesmo se encontrava licencia HC 82009 / RJ (12/11/2002): Quando o tráfico ilícito de entorpecentes se estende por mais de uma jurisdição. STJ 169 Competência .Militar STJ SUM Competência . VERDADE.Federal STF 049 Competência . ESTELIONATO.A. "c".competência da JF É competente a JF para julgar habeas corpus contra ato de Juiz do Trabalho (obs.Estadual TRF-1 102 Competência . quando. quando relacionados com o exercício da função.Federal STF 054 Competência . é competente para processá-lo SÚMULA 047: Compete à Justiça Militar processar e julgar crime cometido por militar contra civil. III.Federal TRF-1 105 Competência .Militar STJ SUM Competência . Foi encontrado um envelope com timbre da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT. a A teor do artigo 109. mesmo não estando em SÚMULA 078: Compete à Justiça Militar processar e julgar policial de corporação estadual. Compete à Justiça Federal de segunda instância (TRF-1) o julgamento dos crimes praticados por prefeito em detrimento de bens.Federal TRF-1 112 Competência .Federal STJ 201 Competência . mas se encontrava em situação de atividade.Estadual STF SUM Competência .Estadual STJ SUM Competência . praticado por civil contra militar na situação inscrita no art. 9º. por crimes eleitorais e crimes comuns conexos.Federal STJ 192 Competência . isto é. ainda que praticado em serviço. 2º da Lei 9.Militar STJ SUM Competência . da ampla defesa e do devido processo legal a atração por continência ou conexão do processo do co-réu ao foro por p Não há litispendência quando são distintos os crimes relacionados em ambas iniciais acusatórias. Delito praticado contra patrimônio de empresa pública. art. processar e julgar pedido de "habeas corpus". da CF/1988. EXCETO SE PRATICADOS EM DETRIMENTO D COMPETÊNCIA.

EXTORSÃO. entendeu haver a competência da Justiça Federal no processo que apura crimes de homic COMPETÊNCIA.Estadual Competência . TRF-1 TRF-1 102 103 Citação Citação Se é conhecido o endereço do réu. Atos processuais: forma. ou imprescindível. no sentido aguardar o trânsito em julgado da sentença para então fazer-s 08. (unanimidade). segu INQUÉRITO POLICIAL. adquirente do imóvel havido pelo acusado com proventos da infração. O promotor que requereu o arquivamento do inquérito não está impedido de denunciar pelo crime do art. COMPETÊNCIA. entre quem foi citado por edital por encontrar-se em lugar incerto e não sabido e quem teve a c . lugar. Revelia. ao prever que o Estado prestará assistência jurídica integral e gratuita "aos que comprovarem insuficiência de recursos". Princípio do Promotor Natural. 339 do CP (―Dar causa a instauraçã Assistente de Acusação: Intervenção em HC. assistente e curador do réu menor. inclusive.STJ STJ STJ STF TRF-1 201 201 203 397 202 Competência . TRF-1ª REG 06. da CF. 118 do Código de Processo Penal não pode ser interpretado em dissonância com os fatos. Custas e honorários. para aplicação do art. Trata-se de conflito instaurado entre a Justiça Federal e a Justiça estadual para verificar a quem compete proc Crime Praticado por Militar e Competência. HOMICÍDIO.Tribunais COMPETÊNCIA. PODER DE INVESTIGAÇÃO. 5º. pelo próprio excepto (CPP. não revogou o art. TJ-MG STF STF STJ STJ TJ-MG STF STF STF STF STF TRF-2 STJ STJ SUM 031 037 163 180 SUM 031 047 041 053 055 SUM 202 256 Assistente Assistente Assistente Defensor Defensoria Pública Juiz Juiz Juiz Ministério Público Assistente Defensoria Pública Defensor Ministério Público Juiz 29 . Exceçõ TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 103 163 EJ444 EJ444 Restituição Medidas assecuratórias Medidas assecuratórias Medidas assecuratórias É imprópria a utilização de mandado de segurança quando o seu objeto é a restituição de coisas apreendidas. OUTORGADA A ADVOGADO P MINISTÉRIO PÚBLICO. não se admite a intervenção do assistente de acusação no habeas corpus. tempo (prazo e contagem) e comunicações processuais (citação. somente tem lugar quando o objeto é relevante. (unanimidade).Federal Competência Competência . não havendo nenhuma incompatibilidade com a função a 19 . notificação. intimação). ao deslinde da ação penal. À falta de previsão legal. não lhe é exigível que se te A apreensão de bem. não pode ele ser citado por edital antes que se tente a citação no seu endereço A lei processual penal não faz distinção. tendo. 12 O interrogatório que autoriza a aplicação do disposto no art. A Turma deferiu habeas corpus impetrado em favor de sargento do exército denunciado pelo Ministério Público Militar da União VICE-GOVERNADOR.Federal Competência . Não são nulos os atos anteriores ao acolhimento. acusador. Sujeitos do processo: juiz. em virtude de cumprimento de mandado judicial de busca e Decretado o seqüestro do bem na ação criminal e intimado o recorrente. defensor. As vítimas foram constrangidas mediante mensagens eletrônicas ameaçadoras enviadas pela internet. prosseguindo o julgamento. o princípio constante da parte final do arti Não se reconhece ao assistente de acusação legitimidade para aditar a peça acusatória oferecida pelo Ministério Público. ou seja. 99). ofendido. parágrafo único da Lei nº 8.No processo penal não é aplicável o princípio da identidade física do Juiz. por analogia. de exceção de suspeição deduzida pelo réu.906/94.No processo de "habeas corpus" é incabível a atuação do Assistente da acusação. aplica-se. COBRANÇA ABUSIVA DE JUROS. MENSAGENS ELETRÔNICAS. em sede de processo criminal. art. 266 do CPP é o interrogatório judicial realizado logo após o recebimento da denúncia ou da queixa e antes de É função institucional da Defensoria Pública patrocinar tanto a ação penal privada quanto a subsidiária da pública. INDÍGENA. AÇÃO PENAL. Auxiliares da Justiça. requisitado a instauração 07. (Decreto-lei n° 3. o bem apreend O art. o juiz que recebeu a denúncia atuou anteriormente nos autos como promotor de Justiça. No tocante à alegação de nulidade do julgamento da apelação por estar impedido Juiz que dele participou apesar de ter exercido jurisdição em ação civil pública movida Suspeição e Nulidade. Relator entendeu que há clara separação das possibilidades de atuação do ministério público tendo em ista o NULIDADE. imputado. Questões prejudiciais: procedimentos incidentais: falsidade documental. 4º da L SÚMULA 045: É DISPENSÁVEL A EXIGÊNCIA DE RECONHECIMENTO DE FIRMA EM PROCURAÇÃO COM CLÁUSULA "AD JUDICIA". restituição de coisas apreendidas. 366 do CPP. hipoteca legal e arresto. LXXIV. titular exclusivo da ação penal pública (art. À assistência em favor do acusado a que se refere o artigo 49. Medidas assecuratórias: seqüestro. processo no qual o próp O art. O Min. insanidade mental do acusado. SUPOSTA PRÁTICA DE CRIMES CONTRA O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL E DE LAVAGEM DE DINHEIRO. A Seção. Na espécie.

que da publicação constem os nomes das partes e de seus advogados (artigo 370-§2º do CPP. em flagrante. em concurso material. se não estiverem presentes os pressupostos ensejadores da prisão preventiva (Pacto O fato de o paciente possuir bons antecedentes e residência fixa não é razão suficiente para a concessão da liberdade provisória. A invocação de maus antecedentes. exerce munus publicum.Se o réu está preso. ou não resuma os fatos em que se baseia DEFENSORIA DATIVA. impõe-se a declaração de nulidade do processo. decorrente de sentença condenatória. O interrogató Intimação. 594 do CPP. começa a correr imediatamente após o transcurso do prazo do Ministério Público. é a regra.TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ SUM 026 033 045 051 JR 035 SUM SUM SUM SUM 048 052 052 053 055 SUM 201 255 Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Prazo Prazo Prazo Prazo Prazo Revelia Prazo Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação Comunicação 45 . foi revogado pelos incisos LXI e LXVII do art.Condenação STJ 161 Prisão .Condenação STJ 161 Prisão . para apelar. e não da data de juntada aos autos da precatória. 804 CPP). ou quem exercer cargo equivalente. de 1945. Uma vez constatado que o réu encontrava-se sob a custódia do Estado. Precedentes. 6 . 35 do Decreto-Lei n° 7. o julgamento do seu recurso. embora não transcreva a denúncia ou queixa. Fiança. e não da juntada aos autos do mandado ou da carta precatória ou de ordem. 594 CPP) for devidamente jus O princípio da presunção de inocência. mas o pagamento fica sujeito à condição e prazo estabelecid SÚMULA 081: Não se concede fiança quando. salvo se a liberdade provisória (art.Réu não reincidente que se encontrava em liberdade ao tempo da sentença condenatória pode apelar em liberdade.AUDIÊNCIA . ALEGADO CONSTRANGIMENTO ILEGAL. deverá ser intimado pessoalmente do acórdão que negou provimento ao recurso do réu. parágr A falta do endereço do réu no edital de citação não constitui "omissão de formalidade que constitua elemento essencial do ato" (CPP. A falta de efeito suspensivo dos recursos extraordinário e especial e a conseqüente possibilidade de execução provisória da condenação não impedem a concessão de fia Não configura situação de flagrante preparado aquela em que a Polícia.RÉU PRESO. para o assistente não habilita O defensor público. Prisão: temporária. prisão albergue. PRECLUSÃO. não justifica decreto prisional com base no art. não ensejando. A intimação pessoal referida no art. 392 do Código de Processo Penal só tem aplicação no primeiro grau de jurisdição. e Não é flagrante forjado aquele resultante de diligências policiais após denúncia anônima sobre tráfico de entorpecentes. por si só. INTIMAÇÃO. que não se confunde com a Defensoria Pública. prisão domiciliar e liberdade provisória.O juridicamente miserável não fica imune da condenação nas custas do processo criminal (art. e não de quinze como prevê. Aquele desempenha INTIMAÇÃO. TJ-MG SUM Custas e honorários STJ SUM Fiança STF 042 Fiança STF 026 Flagrante STF 044 Flagrante TRF-1 105 Liberdade provisória TRF-1 EJ498 Liberdade provisória STJ SUM Prisão . DEFENSOR DATIVO. É possível a concessão de liberdade provisória ao estrangeiro não residente no país. solto. já que nas instâncias superiores as intimações sã A lei processual é expressa no exigir. permanecer preso. supletivamente. prisão especial. SÚMULA 448: O prazo para o assistente recorrer. O exercício do direito de defesa pressupõe a n RHC 79460 / SP (27/10/1999): Quando há pluralidade de procuradores constituídos no mesmo instrumento de procuração é suficiente a intimação de um deles para valida Tratando-se de intimação realizada mediante carta precatória. Hav SÚMULA 699: O prazo para interposição de agravo.038/90. é de cinco dias. nada impede que o réu aguarde. salvo se a prisão provisória for devidamente justific 7 . para apelar teria de recolher-se à prisão. se em liberdade esteve no curso da instrução. que estabelece a prisão administrativa. SÚMULA 710: No processo penal. o prazo começa a correr a partir da própria intimação. "tendo conhecimento prévio do fato delituoso. IV). art.Condenação TJ-MG SUM Prisão . preventiva. basta seja intimado da sentença por edital. SÚMULA 280: O art.Condenação TJ-MG SUM Prisão . o que acarret 09. não havendo necessidade de citação pessoal.DEFESA . QUE CONSISTIRIA EM HAVER A CITAÇÃO EDITALÍCIA DO PACIENTE SIDO EFETUADA COM O PRAZO DE APENAS 14 D Prazo para Recurso de Assistente. dispensada a intim SÚMULA 366: Não é nula a citação por edital que indica o dispositivo da lei penal. 5° da Constituição Federal Inexistindo fato novo a justificar a custódia excepcional. não ofende a garantia constitucional da presunção de inocência.Réu que se encontrava preso ao tempo da sentença condenatória deve.Administrativa TRF-1 EJ435 Prisão . .Condenação TRF-1 EJ435 Prisão .EDITAL . basta sua requisição para o interrogatório. Em se tratando de réu revel que. vem a surpreender. em sua prática. decorrente de pronúncia. nomeado pelo juiz. a faculdade de recorrer em liberdade objetivando a reforma de sentença penal condenatória. (maioria).Condenação 58 . não se aplicando o disposto a respeito nas alteraçõ SÚMULA 700: É de cinco dias o prazo para interposição de agravo contra decisão do juiz da execução penal.Condenação STJ SUM Prisão . em processo penal.OITIVA DE TESTEMUNHA .CARTA PRECATÓRIA . de regra.INTIMAÇÃO. 564. Trata-se da falta da intimação pessoal da pauta de julgamento da apelação do defensor público ou dativo. Sentença condenatória. de acordo com a Lei 8.661. somente impondo-se o reco O réu tem o direito de apelar em liberdade se permaneceu livre durante todo o curso do processo e não se demonstrou no dispositivo da sentença a necessidade da medid SÚMULA 009: A exigência da prisão provisória. O defensor dativo. sob pena de nulidade (Le CITAÇÃO . sob pena de nulidade. por via d DEVIDO PROCESSO LEGAL . contam-se os prazos da data da intimação. a soma das penas mínimas cominadas for superior a dois anos de reclusão. O prazo para o assistente habilitado recorrer supletivamente é de cinco dias. o agente que.

Júri Prisão .Preventiva Prisão .613/98. ao pronunciá-lo. já tendo decidido esta Corte que inocorre o vício de inconst Organização criminosa.Preventiva Prisão . se a sentença é anulada a pedido da defesa.Mesmo primário e de bons antecedentes. ao prosseguir o julgamento."o réu não poderá apelar sem recolher-se à prisão. 609. além d Em se tratando de delito capitulado na Lei 9. sem efeito suspensivo. a um convencimento idêntico ao que é necessário para a condenação 30 .Preventiva Prisão .Preventiva Prisão . fundamentada com dados objetivos do processo. o juiz. 7o da Lei 9.A prisão preventiva deve ser. novamente. LAVAGEM DE DINHEIRO. cabendo do despacho agravo regimental para o colegiado en O clamor público como única justificativa não enseja decreto de prisão preventiva. no tocante à imputada autoria do crime. deve permanecer em liberdade.. provido para que o réu. por força de flagrante ou preventiva. como o faz em relação à pron SÚMULA 021: Pronunciado o réu. da prisão decorrente da pron A prisão provisória não decorre automaticamente da pronúncia do réu. par.Condenação Prisão . se presentes indícios de autoria e prova da materialidade do delito. cabível sua prisão preventiva como único meio p 32 .Preventiva Prisão . LVII. salvo casos es 5 .Preventiva SÚMULA 267: A interposição de recurso.Condenação Prisão . Se o réu já se encontra preso.Júri Prisão . 594 do CPP .Preventiva Prisão .Se o réu não é encontrado para intimação pessoal da sentença de pronúncia ou para recebimento da cópia do libelo. a oposição dos embargos infringentes. Trata-se de paciente presa preventivamente. sendo necessário que sua decretação esteja adequadamente fundamentada. o réu que se encontrava preso. PRISÃO PREVENTIVA. não tendo sido revogada pela presunção de inocência do art. o próprio art. no sentido de que o mandado de prisão somente seja expedido após o trânsito em julgado. comprovada sua necessidade. ún Não há constrangimento ilegal por excesso de prazo da prisão decorrente de flagrante. A Turma.Preventiva Prisão .Júri Prisão .A fuga do réu do distrito da culpa justifica a decretação da prisão preventiva para assegurar a aplicação da lei penal. PRISÃO PREVENTIVA. “restritos à matéria objeto da divergência” (CPP. Embora o art.Salvo caso de reincidência. O elevado grau de probabilidade de fuga é suficiente para a decretação da prisão preventiva. improvida a apelação interposta pela def 4 . (unanimidade). art.Preventiva Prisão .Júri Prisão . a prisão preven HC. contra decisão condenatória não obsta a expedição de mandado de prisão. apenas em casos extremos.Condenação Prisão . por maioria.(.Preventiva Prisão .continua em vigor. 44 .Preventiva Prisão . na sentença condenatória. fica superada a alegação de constrangimento por excesso de prazo.Preventiva Prisão .Preventiva Prisão . SÚMULA 064: Não constitui constrangimento ilegal o excesso de prazo na instrução. É ilegal o constrangimento decorrente de acórdão que. não atribui a lei. 312). L A determinação do Juiz de 1º grau. DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL. pelo simples fato d O fato de não ter havido recurso da acusação contra a sentença que assegurou ao réu o direito de permanecer solto até o trânsito em julgado da condenação. em concurso com seu cônjuge e dem Direito de Recorrer em Liberdade.STJ STF STF STF TJ-MG TJ-MG STJ STJ STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-MG TJ-MG TJ-MG TJ-MG STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STJ STJ STF STF STJ SUM 005 025 035 SUM SUM 173 SUM 010 022 035 036 113 113 EJ483 EJ491 EJ491 EJ492 EJ492 SUM SUM SUM SUM 163 SUM SUM 009 016 024 026 SUM 047 192 194 054 055 255 Prisão . determina a prisão preventiva do réu.Condenação Prisão .Preventiva Prisão .Condenação Prisão . 594 DO CÓDIGO DE PROCESSO PEN PRISÃO PREVENTIVA.Condenação Prisão . (unanimidade).Preventiva Prisão .Preventiva Prisão . 3º veda a concessão da liberdade provisória. É possível a decretação da prisão preventiva já estando o paciente preso provisoriamente por força de HC.034/95. absolvido pelo Tribunal do Jú Não é sempre que as circunstâncias de primariedade. em que a denúncia imputou-lhe. O não exercíc Ao prover o recurso da acusação para sujeitar os réus a novo Júri. faz-se necessário que o acórdão fundamente o restabelecimento.Preventiva Prisão . os motivos que justificam a custódia preventiva (CPP. pois. As circunstâncias judiciais do crime e a personalidade do agente podem ser levadas em conta na caracterização dos maus antecedentes Comprovada a materialidade do crime.Preventiva Prisão . reabrindo-se a instrução para a realiza SÚMULA 697: A proibição de liberdade provisória nos processos por crimes hediondos não veda o relaxamento da prisão processual por excesso de prazo. n . concedeu a ordem a fim de revogar a prisão do paciente.Preventiva Prisão . RÉU PRESO. ‗não está o juiz adstrito. vale apenas para Sentença que reconhece ao réu o direito de permanecer em liberdade até o trânsito em julgado da condenação não impede que.Preventiva Prisão . ou não.Preventiva Prisão . fica superada a alegação do constrangimento ilegal da prisão por excesso de prazo na instrução. com extensão aos co-réus. ressalvados os casos especia A decisões de novo julgamento pelo Tribunal do Júri por manifestamente contrária à prova dos autos a decisão dos jurados. PROCESSO CORRELATO.)" . TRÁFICO DE ENTORPECENTES. DIREITO DE RECORRER EM LIBERDADE (ARTIGOS 5º. não está obrigado a expor. 31 . não impede Sendo parcial o desacordo entre os integrantes do órgão julgador. sendo regra o acusado A primariedade e os bons antecedentes não constituem óbice à decretação da prisão preventiva. o réu que se encontrava em liberdade por ocasião da sentença de pronúncia. a decretação da prisão preventiva compete ao Relator. deve permanecer preso após a pronúncia.Júri Prisão .. bons antecedentes e residência fixa são motivos para impedir a decretação da prisão preventiva. sempre.No processo por crime de competência originária. A regra do art. É ilegal o constrangimento decorrente de ordem de prisão expedida ao ensejo do julgamento de recurso da acusação. SÚMULA 052: Encerrada a instrução criminal. Crimes contra o Ministério da Saúde. existindo indícios suficientes de sua autoria e demonstrada concretamente a presença dos motivos que a autorizam. art.Júri Prisão . ao vedar a concessão de liberdade provisória aos agentes que tenham tido Na decretação da prisão preventiva.Júri Prisão .Júri Prisão . A prisão antes da decisão condenatória tem que ser aplicada como medida de exceção. provocado pela defesa.Preventiva Prisão . 5º.Preventiva Prisão . ao anular decisão absolutória proferida pelo tribunal do júri.

Partindo do magistrado o pedido. A prova ilícita contamina as provas obtidas a partir dela. é de aplicação restrita. A prova colhida no inquérito pode servir de base à condenação se os fatos apurados na instrução judicial a corroboram ou não a contradizem.10. dispensa-se a formalidade do art. ele deve ser acolhido. Quebra de sigilo. pelo decurso de tempo.Pr. Sendo o réu menor de 21 anos. sobretudo se não fica evidenciado q Não vicia o processo o fato de o réu. A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal está sedimentada no sentido de entender válida a perícia quando realizada por um único perito oficial. sob a garantia do contraditó APROPRIAÇÃO INDÉBITA. TJ-MG SUM Perícia STF 024 Perícia STF 026 Perícia TRF-1 EJ485 Procedimento probatório STJ 162 Procedimento probatório STJ 168 Procedimento probatório STJ 184 Procedimento probatório STJ SUM Procedimento probatório STF 017 Procedimento probatório STF 029 Procedimento probatório STF 044 Procedimento probatório STF 044 Procedimento probatório STF 045 Procedimento probatório STF 029 Prova testemunhal TRF-1 111 Valor da prova TRF-1 117 Valor da prova TRF-1 EJ485 Valor da prova STJ 179 Valor da prova STF 025 Valor da prova STF 030 Valor da prova STF 043 Valor da prova STF 048 Perícia STJ 192 Prova testemunhal STF 049 Valor da prova STF 049 Procedimento probatório STF 051 Perícia STF 055 Procedimento probatório STF 055 Valor da prova STF 055 Valor da prova STF SUM Perícia 20 .Não é nulo o exame pericial realizado por um único perito oficial.a acareação . mesmo que o paciente admita a acusação e pretenda cump No interrogatório judicial de réu menor. Provas em espécie. 514 do CPP. A quebra do sigilo bancário sem que haja a autorização judicial prevista no art. apesar de intimado pessoalmente. em decorrência de uma busca e apreensão contaminada pela ilegalidade da escuta que lhe dera base –. EXAME DE CORPO DE DELITO. se a sentença condenatória está baseada em prova testemunh DELAÇÃO . 514 do CPP. 38. Não devem produzir efeitos jurídicos documentos apreendidos em busca e apreensão nula. O art. (unanimidade). a tomada de depoimento dos acusados no momento Inexiste nulidade em relação a provas documental e testemunhal colhidas em outro país. visto que a Lei 10259/2001 não exclui da competência do Juizado Especial Criminal os A falta de assinatura da Advogada nas alegações finais é mera irregularidade que não configura nulidade. A inquinada nulidade decorrente da falta de realização do exame de corpo de delito não tem sustentação fre Laudo firmado por perito oficial. o que possibilit O direito de defesa é irrenunciável. parágrafo único. b) comum: crimes apenados com detenção. c) crimes de abuso de autor STJ STF STF STF STF 169 021 024 024 030 Abuso de autoridade Alegações finais Crime de responsabilidade Crime de responsabilidade Desaforamento É possível propor a transação penal no crime de abuso de autoridade (Lei 4989/65).P. desde que não contrarie os demais elementos do conjun SÚMULA 361: No processo penal. O interrogatório do surdo-mudo que sabe ler e escrever pode ser feito por escrito e por escrito dará ele as respostas. Emendatio e mutatio libelli. DEPOIMENTO DA VÍTIMA: PRESUNÇÃO DA VERDADE. devendo ced A busca da verdade real no processo penal depende não só da oportunidade da apresentação de documentos. Prova: ônus da prova e procedimento probatório. Nos crimes afiançáveis. nem seu advogado ou o Ministério Público. que participam de diligências tendentes à constatação de crime que estaria sendo praticado. não se traduz em prova ilícita se o réu. Processo: finalidade. A jurisprudência pacificou-se no sentido de que o direito ao sigilo bancário e fiscal não é absoluto. Reconhecimento de pessoa: sua realização sem observância do procedimento determinado imperativamente pelo art. as que não te TESTEMUNHO DE POLICIAL MILITAR.P. na fo Não está impedido de depor como testemunha o Promotor de Justiça que presenciou.desca Os policiais. 398. por constituir derrogação da regra do julgamento no distrito de culpa. ou em procedimento nulo – no caso. (Art. estando a denúncia ou que O desaforamento. se submetidas posteriormente ao contraditório. a convite da autoridade policial. é nulo o exame realizado por um só perito. é admitida quando não constitui o único elemento a embasar o decreto condenatório. a ausência de curador é causa apenas de nulidade relativa do processo cujo reconhecimento requer a prova do prejuízo para a defe SÚMULA 074: Para efeitos penais. 159 do CPP e da Súmula 361 Reconhecimento Fotográfico. mas visa a prevenir que. Procedimentos: a) comum: crimes apenados com reclusão. sem motivação e determinada de forma açodada. embora reconhecida a precariedade de seu valor. muito menos absoluta. sem a existência de motivos A prova obtida ilegalmente. § 1º. mas sobretudo do bom andamento do feito. ESTUPRO. Dispensa-se a realização de perícia no crime de que se consuma com a simples exigência de vantagem indevida. não sendo necessária a nomeação de intérprete. considerando-se impedido o que tiver funcionando anteriormente na diligência de apreensão 11.PRECLUSÃO. a ausência de curador e defensor em seu interrogatório configura nulidade relativa. c A prova emprestada. 226 C. 514. desapareçam os elementos necessários TESTEMUNHAS. A exigência de Improbidade administrativa. elide sua força probante e induz à falt O prazo de 30 dias a que alude o § 2º do artigo 168 do C. se emana de órgão oficial. Não é nulo o laudo pericial assinado por um só perito. deixar de apresentar a resposta prévia prevista no art. não estão impedidos de depor como testemunhas.CONTRADITÓRIO .especialmente quando prestado em juízo. a que fazem jus as partes. Se a denúncia é apresentada com base em inquérito policial. o reconhecimento da menoridade do réu requer prova por documento hábil. Presume-se expressar a verdade dos fatos. O reconhecimento fotográfico é válido quando estiver em consonância com os demais elementos do conjunto probatório. não é peremptório. Deixando a defesa de requerer o procedimento previsto no artigo 229 do Código de Processo Penal . Inteligência do art. cujo reconhecimento depende da prova de prejuízo par A existência nos autos de prova obtida ilicitamente (escuta telefônica) não basta à invalidação do processo.Pen. A r . Com base nesse en Quebra de Sigilo Bancário. não podendo o réu dele dispor. O valor do depoimento testemunhal de servidores policiais .595/64. da Lei 4. QUANTIDADE. do CPP exclui do limite máximo de testemunhas. Possibilidade. COMPROMISSO. pressupostos e sistemas.

aferível pela inexistência de qualquer re Se a Defesa requerer a desclassificação do evento delituoso para homicídio meramente culposo . (unanimidade). Júri. 408. livre de qualquer influência. um está sendo processado por crimes de desacato e calúnia veiculados na imprensa e MANDADO. AUTORIZAÇÃO JUDICIAL. art. torna-se legítimo .O recurso de agravo (art. mas podem ser anuladas quando se mostrarem contrárias à prova dos autos. caput ). Desaforamento. a decisão venha a ser anulada por m A utilização de programa de computador no plenário do tribunal do júri para ilustrar a tese de uma das partes não está sujeita à comunicação prevista no art. art.Negado o quesito do uso dos meios necessários. exclusivamente. apenando-lhe em um ano e oito m O fato de o defensor do réu não estar assentado ao lado do Juiz Presidente. ou o da moderação.l Inocorre contradição na declaração dos Jurados. decide INJÚRIA.Quesitos Júri . A Turma.Não cabe agravo regimental de decisão monocrática do relator que indefere liminar em processo de "habeas corpus". arbitrária e totalmente divorciada do 64 . embora.Nos processos referentes aos delitos de tráfico de drogas. da existência do crime e de indícios de que o réu seja o seu autor. em resposta à indagação sobre o dolo eventual.Quesitos Júri . sentença (conceito . 009 .Está sujeita a recurso "ex officio" a sentença que absolver sumariamente o acusado (art. e não se podendo ap JÚRI. que não se confunde com as circunstâncias qualificadoras do homicídio. 052 . que. ARGUMENTO DE AFRONTA AO PRINCÍPIO DA AMPLA DEFESA POR FALTA DE QUESITO RELATIVO À CONTINUIDADE DELITIVA. sob pena de n A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal. ao pronunciá-lo (CPP. como Juízo natural dos crimes dolosos contra a vida. deve abster-se do uso de expre 060 . impõe-se que o juiz formule quesitos específicos sobre qual ou quais sã Se a sentença. dentro dos lim Negado pelo Júri o quesito concernente à necessidade dos meios empregados pelo agente.STF STF STF TJ-MG TJ-MG TJ-MG STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ 053 029 048 SUM SUM SUM 179 181 183 023 025 026 029 029 031 051 SUM SUM 023 027 029 029 031 031 032 043 043 053 256 255 Desaforamento Emendatio e Mutatio Libelli Emendatio e Mutatio Libelli Instrução criminal Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri Júri .Quesitos Júri . PENSÃO JUDICIAL. Os pacientes. AUSÊNCIA. mas. com o objetivo explícito de desclassificar o crime de homicídio para a sua modalidade meramente culposa.Quesitos Júri . TRÁFICO. tendo o Tribunal do Júri desclassificado o crime de homicídio para lesão corporal grave. que não admite a alegação de nulidade de quesitos. deve ser questionado o Júri sobre o elemento subjetivo determinador do excesso. A falta de quesito sobre a O juiz não formula os quesitos a partir do que o réu disse no interrogatório ou do que as testemunhas afirmaram nos depoimentos. ENTORPECENTES. 384) quando o réu é denunciado pelo crime de formação de quadrilha e condenado apenas com Emendatio Libelli. e terá o rito previsto para o recurso em sentido Convencendo-se. 383) e não "mutatio libelli" (CPP. por ocasião de julgamento na Sessão Plenária do Tribunal do Júri. a quatro réus. e. acrescido de mais quarenta e quatro dias 28 . 197 da LEP) deve ser interposto no prazo de cinco (5) dias. 411 CPP) e a que conceder a reabilitação. decisões interlocutórias.Quesitos Júri . para preservar a atuação do Tribunal do Júri. 557 do CPC não pode ser aplicada por analogia ao processo penal. 55 . o prazo para encerramento da instrução criminal é de noventa dias. DESACATO E CALÚNIA. (unanimidade).Quesitos Júri . não configura constrangime As decisões do Júri não podem ser alteradas quanto ao mérito. A desclassificação do crime de sedução para o de corrupção de menores independe do procedimento previsto no art. o juiz. O fato de um dos jurados haver-se dirigido durante os debates diretamente ao membro do Ministério Público. Desaforamento diretamente para a comarca da Capital do Estado. 475 do CPP (“ A ausência de protesto oportuno contra suposta ilegalidade na ordem de elaboração do questionário e de fomulação dos quesitos.Da decisão que não recebe ou que rejeita a denúncia cabe recurso em sentido estrito. salvo quando manifestamente A inclusão no libelo da circunstância agravante do art. contra as vítimas. O impetrante alega que a busca e a apreensão da agenda – 12. por maioria. permite que ela seja A formulação dos quesitos no julgamento pelo tribunal do júri não se faz a partir das declarações prestadas pelo réu no interrogatório ou pelas testemunhas na instrução. BUSCA E APREENSÃO. art. (unanimidade).Quesitos Emendatio e Mutatio Libelli Emendatio e Mutatio Libelli Tóxicos Homicídio. cuidou. todos os quais teriam feito.efeitos) e recursos. TJ-MG STF TRF-4 TJ-MG TJ-MG TJ-MG STJ SUM 021 SUM SUM SUM SUM 182 Agravo em execução Pronúncia Recursos Recursos Recursos Recursos Recursos 001 . razão pela qual não se permite decotar qualificadoras na fase de pronúncia.e uma vez superados os quesitos concernentes à autoria.Quesitos Júri . 011 . DENÚNCIA. 384 do CPP (―Se o juiz reconhece 8 .Quesitos Júri . 2.Deve-se deixar ao Tribunal do Júri a inteireza da acusação. muito embora Tratando-se de imputação de duplo homicídio qualificado. m Júri: Nulidade Inocorrente. O procedimento na á .classificação . ainda assim devem ser questionadas a moderação e a natureza do excesso cu Se os jurados responderem afirmativamente ao quesito genérico sobre a existência de atenuantes. perante o juízo de primeiro grau. sendo essa versão inverossímil. assegurando-se a devoluç O fato de haverem os jurados acolhido uma das versões apresentadas no processo não impede que. não importa nulidade qualq Trata-se de paciente denunciado e pronunciado. concedeu a ordem. à materia O Código de Processo Penal. afirmaram-no existente nas três séries de quesitos.Não são cabíveis embargos infringentes nos processos por crimes de competência originária. os disparos de arma de fogo. II. 61. embora contrarie o disposto no par SÚMULA 721: A competência constitucional do Tribunal do Júri prevalece sobre o foro por prerrogativa de função estabelecido exclusivamente pela Constituição estadual.A cassação do veredito popular por manifestamente contrário à prova dos autos só é possível quando a decisão for escandalosa. e Se a Defesa sustenta a negativa de dolo. adotando a corrente doutrinária segundo a qual é de afastar-se a ficção jurídica de violência quando ausente a innocentia consilii do sujeito passivo. quando não impugnados durante a sessão do Júri. entendendo que a nova redação do art. sem justificativa quanto à exclusão das comarcas mais próximas Ocorre "emendatio libelli" (CPP.Quesitos Júri .intimação .publicação . Atos jurisdicionais: despachos. do CP.

de SÚMULA 705: A renúncia do réu ao direito de apelação. art. Sentença que assegura-lhes apelar em liberdade. 3. não devolvendo ao Tribunal todo o conhecimento da causa. uma vez que. 2. o objeto da acusação deduzido na denúncia não pode ser. dando provimento a recurso da acusação pleiteando unicamente a imposição do regime inic Não é nulo acórdão que adota como razão de decidir. ARTS. 609. antes do julgamento. O recurso cabível contra a decisão que não homologa a transação é a apelação. submetido a novo julgamento. sendo indisponível a ação penal pública. ao reformar ou manter a decisão impugnada mediante recurso em sentido estrito (CPP. na qualidade de c Se a falha da sentença relativamente à fixação da pena foi corrigida pelo Tribunal no julgamento de recursos de que afinal resultou. deve fazê-lo motivadamente. 214 E 224 "A"): ABSOLVIÇÃO EM PRIMEIRA INSTÂNCIA. 60 . à luz da prova.Apelação STF 035 Recursos . quando requereram separadamente a unificação das penas e as decisões foram divergentes. Anulação do julgamento pelo Tribunal de Justiça. (mai Verificada a fuga do preso depois de haver apelado. I. Litisconsó HC 80479 / RJ (05/12/2000): Na hipótese de concurso de agentes. art. isto é. tem legitimidade para apelar de sentença absolutória. cuja soberania O art. somente exigível quando da execução da sentença c Não se aplica o benefício da extensão do julgado favorável ao co-réu. Juizados Especiais Criminais Federais e Estaduais. ainda que o Ministério Público não o tenha feito. A absolvição criminal. por entender comprovad A apelação contra as decisões do júri não devolve à instância superior o conhecimento pleno da causa. 617). 129. apenas para condenar os recorridos. O direito de Esta Corte já firmou o entendimento de que a apelação contra decisão do Júri tem natureza restritiva. não foi revogado pelo art. restrição relativa ao prazo.efeitos A norma inscrita no art. Hipótese em que o acórdão em fac Há reformatio in pejus indireta quando a sentença condenatória é anulada em recurso da defesa e o réu. 411 do CPP. a inadvertência do Juiz em receber o recurso não vincula o Tribunal.Apelação STF 017 Recursos . a versão do fato delituoso. Suspensão condicional do processo. 589). art. Recorre Não constitui causa de nulidade da sentença penal condenatória a falta de motivação específica no capítulo destinado à dosimetria da pena. há. o CPP contempla a possibilidade de um dos réus aproveitar a decisão proferida em recurso de outro. ATENTADO VIOLENTO AO PUDOR PRATICADO CONTRA MENOR DE SEIS ANOS DE IDADE (CPP. perseguindo a reforma da sentença absolutória. Júri. o processamento dos recursos interpostos não depende do pagamento de custas. parágrafo único. os fundamentos de parecer oferecido em segunda instância pelo Ministério Público. 003 . a apelação será declarada deserta. ainda que não-unânime. por diversa fundamentação. IV) não tem o condão de inocentá-lo no âmbito do respectivo proc 13. do Código de Processo Penal não se aplica às hipóteses de condenação criminal. a vedação da reformatio in pejus indireta não se aplica às decisões do Tribunal do Júri. por não existir provas de ter o réu concorrido para a infração penal (CPP. Regra tantum devolutum quantum appellatum não possibilita o julgamento ultra petitum. da CF (“São funções institucion Não contraria o princípio tantum devolutum quantum appellatum acórdão que. porque HC 80101 / AC (26/09/2000): Réus condenados por crime contra a ordem tributária. Apelação parcial do MP. ao acertar. porqu O Estado. ainda que o réu. 2.Reformatio in Pejus STF 052 Recursos . ficando circunscrita aos motivos invocados no recurso. SÚMULA 525: A medida de segurança não será aplicada em segunda instância. idêntica qu O CPP positiva o princípio da fungibilidade dos recursos (art. por remissão. não impede o conhecimento da apelação por este interposta. independentemente de qualquer outra formalidade: a não lavratura de termo nos Inexiste a nulidade apontada na sentença de pronúncia. 389). se apresente ou seja recapturado. o âmbito de cognoscibilidade do "habeas corpus" se restringe ao aspecto da legalidade. que prevê o cabimento de recurso de ofício da decisão que absolver desde logo o réu. se as circunstâncias do crime Se a sentença.Apelação STF 040 Recursos . eis que essas modalidades excepcionais de impugnação recursal não s O juiz. SÚMULA 713: O efeito devolutivo da apelação contra decisões do Júri é adstrito aos fundamentos da sua interposição. não é de exigi A publicação da sentença ocorre quando o escrivão a recebe do Juiz (CPP.Apelação STF 042 Recursos . sendo vítima do crime de peculato. fazendo restrição expressa à hipótese de má-fé do recorrente. 386. Se o Ministério Público interpôs recurso de apelação. resultante de ação O direito de recorrer em liberdade não se estende ao recurso especial e ao recurso extraordinário. enuncia claramente circunstâncias de inequívoco relevo para a aplicação da pena. com tratamento indistinto. quando só o réu tenha recorrido. Habeas Corpus.Se a apelação criminal ficou expressamente condicionada ao recolhimento do réu à prisão.Apelação TJ-MG SUM Recursos . 579). Tratando-se de preceito decorrente da lei ordinária (CPP. também.Apelação STF 026 Recursos .STF 014 Recursos STF 014 Recursos STF 017 Recursos STF 023 Recursos STF 025 Recursos STF 033 Recursos STF 035 Recursos STF 040 Recursos STF 045 Recursos STF 046 Recursos STF 048 Recursos STF JR Recursos STF JR Recursos STF SUM Recursos STF SUM Recursos STF SUM Recursos TRF-1 EJ494 Recursos . O trancamento de ação penal por HC é medida excepcional. TRF-1 TRF-1 TJ-MG 117 117 SUM Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Não cabe produção de prova oral em HC. art. p Tratando-se de ação penal pública.Apelação STF 019 Recursos .Apelação STF 012 Recursos .Apelação STF 049 Recursos .Em se tratando de prisão civil por débito alimentar. Habeas corpus. se foi obedecido o d .Reformatio in Pejus STF 026 Sentença STF 026 Sentença STF 032 Sentença STF 050 Sentença TRF-1 105 Sentença . manifestada sem a assistência do defensor. vem a ser condenado a pena super Habeas Corpus. O paciente foi condenado por homicídio qualificado consumado e por homicídio tentado.

a in A possibilidade de conversão da pena restritiva de direitos em pena privativa de liberdade representa dano potencial à liberdade de locomoção. A Lei n. c. LXV HABEAS CORPUS. É inviável o exame de provas em sede de habeas corpus . inc.Não cabimento HC . instrumen HABEAS-CORPUS . a petição inicial não pode deixar de ser assinada (art. que dispõe sobre os Juizados Especiais Cíveis e Criminais.Não cabimento HC .Não cabimento HC . em habeas corpus impetrado contra ordem de prisão decorrente do “inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia” (CF. ainda po A condenação do réu a pena de interdição temporária de direitos (CP.Não cabimento HC .Não cabimento HC . Impossibilidade. 654.Não cabimento HC . nem a ef .STJ STJ STJ STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 TJ-MG TJ-MG STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STF TRF-1 STJ STF STF STF 168 168 170 006 039 287 SUM SUM 117 EJ434 EJ440 EJ477 SUM SUM 169 171 011 025 026 036 043 043 044 044 055 JR SUM SUM SUM SUM SUM 169 172 198 032 EJ501 SUM JR SUM 397 Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus Habeas Corpus HC . em face de constrangimento ilegal (art. O HC não é meio adequado à correção de irregularidades quando essas não ferem a liberdade de locomoção do paciente. ou relativo a processo em curso por infração penal a que a pena pecuniária seja a ú SÚMULA 694: Não cabe habeas corpus contra a imposição da pena de exclusão de militar ou de perda de patente ou de função pública. arts. no seu art. LXVII). 2º. parágrafo único.Não se conhece de pedido de "habeas corpus" que seja mera reiteração de anterior. o caráter autônomo de Admite-se. ampliou o rol dos delitos considerad A Lei n.Não cabimento HC .099/95 aos crimes sujeitos a procedimentos especiais (no caso. A extinção da punibilidade . 53 . 43. PRERROGATIVA.ROUBO QUALIFICADO. DESCABIMENTO. não se conhece de habeas corpus cuja alegação de constrangimento ilegal ou abuso de poder não tenha sido objeto de apreciaçã A suspensão dos direitos políticos como conseqüência de condenação criminal transitada em julgado (CF. do CP Não cabe sustentação oral por parte do assistente da acusação em julgamento de habeas corpus . à mercê do reexame dos elemen O "habeas corpus" é instituto processual de índole constitucional. A Lei n. quer seja no âmbito de Juizado TRANSAÇÃO PENAL.afasta a possibilidade de constrangimento à liberdade de locomoção física do paciente e torna conseqüente Para não haver supressão de instância.Não cabimento HC . ao contrário do que ocorre com a pena O habeas não é o meio hábil à desclassificação do tipo.Não cabimento HC .Não cabimento HC .259/2001. principalmente porque há procedimento específico para essa finalidade. III) não enseja o cabimento de habeas corpus .Não cabimento HC . INOCORRÊNCIA DE AMEAÇA À LIBERDADE DE LOCOMOÇÃO. ao definir as infrações penais de menor potencial ofensivo. Não se admite a participação do assistente de acusação em habeas corpus impetrado em favor do réu. se a soma da pena mínima da infração mais grave com o aumento mínimo de um É da jurisprudência do Tribunal que não impedem a impetração de habeas corpus a admissibilidade de recurso ordinário ou extraordinário da decisão impugnada. art. desde que obedecidos os requisitos autorizadores. SÚMULA 395: Não se conhece de recurso de habeas corpus cujo objeto seja resolver sobre o ônus das custas. dissentind O trancamento de ação penal por atipicidade da conduta não é possível na via do HC. tendo em vista. (unanimidade). destinado a tutelar a liberdade pessoal de locomoção. em habeas corpus requerido a tribunal su SÚMULA 696: Reunidos os pressupostos legais permissivos da suspensão condicional do processo. legitimando o conheciment SÚMULA 691: Não compete ao Supremo Tribunal Federal conhecer de habeas corpus impetrado contra decisão do Relator que. crime eleitoral). não há 50 . pois não há ameaça à liberdade de locomoção. A via do habeas corpus não é adequada para se declarar suspeição de juiz. e 47) não enseja o cabimento de habeas corpus . se fundado em fato ou direito estrangeiro cuja prova não constava dos autos. considerada a necessidade de revolvimento da prova produzida. Concessão de ofício. PENA DE PERDA DO POSTO OU PATENTE.Não cabimento HC . SÚMULA 692: Não se conhece de habeas corpus contra omissão de relator de extradição.DESCLASSIFICAÇÃO . subordinou a perseguibilidade estatal dos delitos de lesões corporais leves (e do Suspensão condicional do processo. Não há óbice à aplicação da Lei 9. Está efetivamen RHC 80919 / SP (12/06/2001): Não cabe HABEAS contra decisão condenatória transitada em julgado. tendo sido impugnada perante o próprio tribunal apontado como coator mediante embargos infringentes. 15. art. O habeas-corpus não é o meio hábil a alcançar-se. 10.Não cabimento HC .Não cabimento HC . II.Não cabimento HC . 9. MP. Não enseja a impetração de habeas corpus decisão que.Não cabimento Juizado Especial Juizado Especial Juizado Especial Juizado Especial Suspensão do processo Suspensão do processo Suspensão do processo Suspensão do processo Habeas Corpus Embora o habeas corpus possa ser impetrado por qualquer pessoa. (unanimidade). já julgado. § 1º. A proposta de suspensão condicional do processo é prerrogativa exclusiva do Ministério Públic SÚMULA 243: O benefício da suspensão do processo não é aplicável em relação às infrações penais cometidas em concurso material.O "habeas corpus" não é via adequada para se decidir sobre progressão de regime prisional. SÚMULA 695: Não cabe habeas corpus quando já extinta a pena privativa de liberdade. quando implicar em exame dos pressupostos fáticos que deram origem à ação que s Não estando em discussão a liberdade de locomoção do impetrante. 5º. SÚMULA 723: Não se admite a suspensão condicional do processo por crime continuado. prescindindo de formalismos. mas se recusando o Promotor de Justiça a propô-la.Não cabimento HC . 5º. o Juiz.099/95. 10.Não cabimento HC .Não cabimento HC .qualquer que seja a sua causa . MENOR POTENCIAL OFENSIVO. por não estar mais em causa a liberdade de locomoção.Não cabimento HC . fixou o limite de dois anos para a pena máxima cominada.Não cabimento HC . mas suposto direito líquido e certo de cumprir a pena em unidade da federação próxima da residência O habeas corpus não se presta a substituir recurso previsto na Lei Processual Civil para contrastar sentença que julga procedente ação de depósito. O habeas corpus não é hábil para garantir o direito de visitas de advogados a presos.Não cabimento HC .LATROCÍNIO . concurso formal ou continuidade de RHC 79460 / SP (27/10/1999): A suspensão condicional do processo é benefício que não alcança o acusado que esteja sendo processado ou condenado por outro crime. Por outro lado.259/2001. pela necessidade de análise de questões subjetivas. ne SÚMULA 693: Não cabe habeas corpus contra decisão condenatória a pena de multa. entre outras considerações.Não cabimento HC .

Esgotadas as instâncias ordinárias e pendente decisão em agravo de instrumento interposto contra o indeferimento do processamento do recurso especial.906/94). g) reabilitação.455/97 (Lei de Tortura) não revogou a Lei 8. (unanimidade). O pleito deve estar lastreado não só no fator objetivo . na PENA . f) anistia. REGIME FECHADO. é obrigatória a citação do réu como litisconsorte p SÚMULA 393: Para requerer revisão criminal. Decisão proferida em execução (unificação de penas) pode ser objeto de revisão criminal. Código Penal) a pena é automaticamente extinta. I. c) livramento condicional. salvo quando existir prova nova a respeito. 118. no te SÚMULA 040: Para obtenção dos benefícios de saída temporária e trabalho externo. 117 da Lei nº 7. CONCURSO. considera-se o tempo de cumprimento da pena no regime fechado. ARMA DE FOGO. INTERRUPÇÃO. é imprópria a utilização d O art. 83. A questão trata do cabimento do trabalho externo nas condenações por crime hediondo ou delito equiparado. 66 . a custódia em regime mais gravoso para o réu. 68 . do Código de Processo Penal. A lei. regimes de cumprimento da pena e incidentes. Uma vez constatado o silêncio do perito quanto à periculosidade do condenado. (unanimidade).210-94 (Lei de Execução Penal). e) indulto. sendo fla A reparação do dano causado pelo crime prevista no art. PROGRESSÃO. inciso II.14. Mandado de Segurança. revelase contrária ao texto expresso da lei penal a sentença que impõe ao acusa 15. ao dispor que a postulação a qualquer órgão do Poder Judiciário é atividade privativa de advogado. o condenado não é obrigado a recolher-se à prisão. Uma vez cumpridas as condições e expirado o prazo o prazo do livramento condicional sem revogação (art. impõeSÚMULA 698: Não se estende aos demais crimes hediondos a admissibilidade de progressão no regime de execução da pena aplicada ao crime de tortura. PRAZO. em princípio.Salvo casos de erro técnico ou evidente injustiça. além da quan . FALTA GRAVE. REGIME INICIAL.A Lei 9. b) suspensão condicional da pena. Coisa julgada. IV. não há óbice à As condições do indulto são aquelas do decreto que o concede. Compete ao juiz da vara de execuções penais decidir sobre a concessão de indulto a réu condenado por decisão sujeita a recurso interposto somente pela defesa. Não em razão da inexistência de casa d Se o Ministério Público não recorre de sentença que assegura ao condenado por crime definido como hediondo o direito à progressão de regime . que resta confirmado pela instrução criminal. Trata-se do efeito interrruptivo das causas legais de regressão de regime prisional. REGIME PRISIONAL. na espécie. havendo dúvida a respeito do regime prisional imposto. não revogou o art. não tenha transitado em julga Só pode a prisão albergue ser deferida nas hipóteses a que se refere o art. 1º. STF 045 Estabelecimento penal TJ-MG SUM Evolução e regressão TJ-MG SUM Evolução e regressão STJ 176 Evolução e regressão STJ 187 Evolução e regressão STJ SUM Evolução e regressão STF 016 Evolução e regressão STF 022 Evolução e regressão STF 024 Evolução e regressão STF 024 Evolução e regressão STF 034 Evolução e regressão STF 042 Evolução e regressão STF 045 Evolução e regressão STF SUM Evolução e regressão STJ 187 Execução da pena STJ 170 Execução provisória STF 016 Indulto STF 045 Indulto TRF-1 EJ477 Livramento condicional STF 049 Livramento condicional TRF-1 EJ435 Regimes TJ-MG SUM Regimes STJ 187 Regimes A precariedade das condições dos estabelecimentos penais não legitima a liberação dos que neles se encontram presos.PROGRESSÃO DO REGIME DE CUMPRIMENTO. ainda quando a sentença condenatória de réu preso preventivamente.cumprimento de pelo menos um sexto da pena no regi Execução penal: regime de cumprimento de pena privativa de liberdade: progressão para o regime aberto do condenado ao regime inicial semi-aberto ou autorização para PENA . confirmada em segunda instância.É imprescindível a audiência pessoal do condenado no incidente de regressão do regime penitenciário (art. 47 . (maioria).072/90 (Lei dos Crimes Hediondos). É necessária a oitiva do condenado nos casos de regressão e conversão definitivas. 90.REGIME DE CUMPRIMENTO . Admite-se a progressão de regime.Na revisão criminal é vedada a rediscussão de questões já analisadas no juízo da ação penal. d) graça. 67 . razão pela qual não cabe progressão de regime aos condenados por crimes h 61 . PRESO. em sede de revisão criminal não se deve reduzir a reprimenda imposta ao condenado com obediência dos critérios le O Ministério Público não tem legitimidade para impetrar mandado de segurança com o objetivo de conferir efeito suspensivo a recurso que não o possui.118-2.SILÊNCIO. deve ser ela interpretada sempre a favor do condenado.Na revisão criminal a dúvida não beneficia o peticionário. do Estatuto da Advocacia (Lei 8.a despeito do que estabe O Plenário do Supremo Tribunal Federal decidiu. no julgamento do HC 68. § 2º. o agra Se a denúncia descreve o crime continuado. e na Súmula 267. Em regra. tendo em vista o disposto no art. 593. nem o não recebimento dos que vierem a ser con 46 . Execução das penas: a) evolução e regressão.LAUDO . do colendo Supremo Tribunal Federal. LEP). Revisão criminal. TRABALHO EXTERNO. que o benefício da prisão-albergue só poderá ser deferido ao sentenciado ―se houver‖. (una ROUBO QUALIFICADO. STF SUM Mandado de Segurança STF SUM Revisão criminal TRF-1 EJ441 Mandado de Segurança STF 014 Revisão criminal STF 025 Revisão criminal TJ-MG SUM Revisão criminal TJ-MG SUM Revisão criminal TJ-MG SUM Revisão criminal STJ 185 Mandado de Segurança TRF-1 EJ500 Revisão criminal SÚMULA 701: No mandado de segurança impetrado pelo Ministério Público contra decisão proferida em processo penal. O regime inicial de cumprimento da pena privativa de liberdade deve considerar. como um dos requisitos para a concessão do livramento condicional é obrigação de natureza sol A fixação da pena em regime semi-aberto inviabiliza. do CP.Na sentença condenatória transitada em julgado.PERICULOSIDADE .

STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STF STF STF SUM 005 026 028 028 029 039 047 JR SUM SUM SUM SUM SUM 170 051 052 053 Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Regimes Remição Livramento condicional Execução da pena Evolução e regressão SÚMULA 269: É admissível a adoção do regime prisional semi-aberto aos reincidentes condenados a pena igual ou inferior a quatro anos se favoráveis as circunstâncias j Se a sentença condenatória estabelece que a pena seja cumprida "inicialmente" em regime fechado . ainda que por este constituído. deixa de fazê-lo ao fundamento de haver-lhe Não há nulidade: a) pelo fato de o réu menor de 21 anos haver sido assistido no interrogatório por estagiário de direito. não é possível haver a renovação. intimado para apresentar razões e contra-razões de apelação.REGIME DE CUMPRIMENTO. não pode pretender extrair desse fato qua DEFESA. se não há prova de que SÚMULA 523: No processo penal. se prejudica a defesa do réu. se não ficar demonstrado que resultou em pre O réu que. RECOLHIMENTO A ESTABELECIMENTO PRISIONAL MILITAR. o não comparecimento do defensor ao interrogatório do réu. A deficiência das alegações finais. determinado pelo art. não o limite previsto no art. SÚMULA 718: A opinião do julgador sobre a gravidade em abstrato do crime não constitui motivação idônea para a imposição de regime mais severo do que o permitido se SÚMULA 719: A imposição do regime de cumprimento mais severo do que a pena aplicada permitir exige motivação idônea. Nulidades. a não formulação de reperguntas às testemunhas de acusação. ALEGAÇÃO DE FALTA DE RAZÕES E CONTRA-RAZÕES DO DEFENSOR CONSTITUÍDO ÀS APELAÇÕES MANIFESTADAS PELO RÉU E PELO MINISTÉR SÚMULA 706: É relativa a nulidade decorrente da inobservância da competência penal por prevenção.salvo se ele é legalmente qualificado como hediondo . pelos crimes previst 16. considera-se a pena efetivamente imposta ao condenado. legalmente admissíveis. A definição do regime de cumprimento da pena é formalidade essencial à valia dos provimentos condenatórios. cumprir a pena em regime inicial sem SÚMULA 715: A pena unificada para atender ao limite de trinta anos de cumprimento. Paciente condenado a 60 anos. antecipadamente.Nos processos de competência do Júri. deferiu-se habeas corpus para anular 41 . a negativa de u A primariedade e o bons antecedentes não conferem ao sentenciado direito a regime menos severo como forma inicial de cumprimento da pena. SÚMULA 564: A ausência de fundamentação do despacho de recebimento de denúncia por crime falimentar enseja nulidade processual. CPP) não acarreta nulidade. do CP (“condenado não reincidente. a falta de alegações finais (art. desde que não reincidente. art. c. cuja pena seja igual ou inferior a qua Tratando-se de crime de tráfico cometido antes da Lei 8072/90. a imposição do regime fechado como forma inicial de cumprimento da pena dispensa fundamentação. não é considerada para a concessão de o SÚMULA 716: Admite-se a progressão de regime de cumprimento da pena ou a aplicação imediata de regime menos severo nela determinada. Compõe a individua RHC 80919 / SP (12/06/2001): É possível ao condenado à pena superior a 04 anos e não excedente a 08. (unanimidade). antes do trânsito em julgad SÚMULA 717: Não impede a progressão de regime de execução da pena. 406. e não a simples omissão de seu efetivo oferecimento. III. o fato de o réu se encontrar em prisão especial.a despeito de tratar-se de delito sujeito à disciplina da Lei 8072/90 (C Sempre que a conversão da pena de prisão em restrição de direito ou o seu cumprimento em regime inicial sejam. poderia constituir motivo de nulidade do proces A falta de razões de apelação e de contra-razões à apelação do Ministério Público não é. da remição da pena por execução de trabalho enqu Para fins de concessão de livramento condicional (CP. estando preso. salvo se já houver sentença cond . a não in A falta de alegações finais acarreta nulidade por cerceamento de defesa. REGIME DE CUMPRIMENTO DA PENA. não comparece à audiência de instrução por haver sido dispensado a pedido de seu próprio defensor. 83). Inexistência de nulidade pelo fato de a sentença ter considerado a ocorrência de lesão grave com base no exame pericial que concluiu. 75 do Código Penal. em face da omissão do advogado constituído em apresentá-las. se o advogado do réu foi devidamente intimado para apresentá-las. apesar de intimado a fazê-lo.para motivar a imposição de regime inicial fechado PENA . por conta de infração administrativa. art. que a incapacida Não é de reconhecer-se a nulidade do julgamento proferido pelo tribunal do júri por quebra da incomunicabilidade dos jurados (CPP. em princípio. quem não estava regularmente inscrito em nenhuma Seccional d Não há falar em cerceamento de defesa se o advogado do réu. causa de nulidade por cerceamento A não apresentação da defesa prévia. é causa de nulidade do processo criminal. Hipó O fundamento da gravidade do delito em abstrato não é idôneo . fixada em sentença não transitada em julgado. 33. 3. deixa de intimar o Tem-se como nulo o processo em que funcionou como defensor do réu. segundo a jurisprudência deste Tribunal.2 Progressão do regime fechado de cumprimento da pena para o regime semi-aberto. j). quando o juiz. mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu. STF STF TJ-MG STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF 005 007 SUM 021 027 028 030 033 038 041 045 046 047 SUM 010 011 SUM SUM Alegações finais Alegações finais Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Carência de defesa Competência Generalidades Generalidades Generalidades Generalidades A falta de alegações finais não é causa de nulidade do processo criminal. Apenas a falta de intimação para a apresentação das contra-razões. 75 do CP ("O tempo d MILITAR CONDENADO PELA JUSTIÇA CASTRENSE. b) pelo fato de o acórdão da apelação haver adotad Não anula o julgamento o fato de o defensor dativo não haver apresentado razões de apelação. Ao dispor que “o condena Ainda que o juiz não esteja obrigado a estabelecer o regime aberto na hipótese do art. a falta da defesa constitui nulidade absoluta. LEI 7. Com esse entendimento. Tendo o preso cumprido integralmente a pena. 3 meses e 16 dias de reclusão. 564. § 2º.

se a parte deixa de argüí-la na sustentação oral.STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ 162 025 029 030 JR SUM SUM SUM SUM 016 019 029 035 045 047 049 053 256 Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Intimação Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Nulidade relativa Carência de defesa Há nulidade absoluta no julgamento da apelação quando ausente a intimação do defensor público da inclusão do feito em pauta e da data da sessão. mediante sorteio. art. a Turma indeferiu pedido de habea RHC 79460 / SP (27/10/1999): O não oferecimento de contra-razões pode ser estratégia do defensor. após a manifestação nos autos da renúncia do único defensor. As nulidades relativas ao julgamento em que se anula a sentença absolutória e se submete o acusado a novo júri devem ser argüidas a DEFESA. 499 do CPP. A convocação. a falta de intimação de seu defensor para oferecer contra-razões ao recurso do Ministério Público . Não supre a exigência de intimação pessoal do réu e de seu defensor (CPP. A inobservância da prevenção regimental implica em nulidade relativa. o réu não foi previamente intimado para constituir outro. de jurados em número superior ao previsto no art. OMISSÃO. Além de tratar-se de prazo que corre em cartório Nulidade: Alegação Extemporânea. na forma do art. IV do CP). 571. 564. 57 A falta de requisição do réu preso para a audiência de instrução constitui nulidade relativa passível de convalidação. Alega o recorrente de 17. . Relações jurisdicionais com autoridade estrangeira. 129. O que gera nulidade do processo é a falta de intimação para o cumpr SÚMULA 431: É nulo o julgamento de recurso criminal. SÚMULA 712: É nula a decisão que determina o desaforamento de processo da competência do Júri sem audiência da defesa. considerando-se sanada se não for argüida dentro do prazo legal (CPP.provido pelo tribunal Constando da publicação o nome de um dos defensores do réu. na segunda instância. Com base nesse entendimento. § 2º. SÚMULA 707: Constitui nulidade a falta de intimação do denunciado para oferecer contra-razões ao recurso interposto da rejeição da denúncia. ou publicação da pauta. 392) o conhecimento que ambos hajam tido da condenação através do mandado de prisão Tendo sido o réu absolvido em primeira instância. arts. para se fazer presente à audiência de instrução. 433 do CPP (vinte e um para a composição do tribunal do júri). configura nulidade relati Considera-se sanada a nulidade de julgamento decorrente da prevenção de outro órgão do tribunal. caso não suscitada na fase das alegações finais (CPP A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal tem como relativa a nulidade por falta da requisição do réu preso. sem prévia intimação. Aplicação dos arts. III). não há falar em nulidade da intimação. salvo em habeas-corpus. a qual se considera sanada se não argüida no momento oportuno (CPP. PROVA TESTEMUNHAL. saná A falta do interrogatório do réu preso no curso do processo acarreta nulidade relativa. não a suprindo a nomeaçã SÚMULA 708: É nulo o julgamento da apelação se. Trata-se de condenado como incurso em crime de lesões corporais graves (art. e não absoluta. art. V Inocorre nulidade pelo fato de não haver sido aberta vista à defesa para requerer diligências.

da qual consta o nome da querelada e a menção do fato criminoso. determina o arquivamento de inquérito. Imunidade. 46). entendendo se tratar de ação pública condicionada e ante à recusa expressa da mãe do ofendido em representar contra o acusado. aliás. a despeito de o Ministério Público. por ser condição objetiva de punibilidade (Supremo Tribunal Federal.da pretensão executória) e pagamento do tributo.P. cabendo então ao Órgão Ministerial proceder ao enquadramento da conduta delituosa. a inércia do Ministério Público em adotar. autônomas. a fundamentação é exigida. Lei 9. 43. haver-se manifestado por sua exclusão.: mais não era necessário dizer. § 1º. como previsto no art. se o fizer. Se o juiz reconhecer a possibilidade de nova definição jurídica do fato. am dar nova definição jurídica ao fato delituoso. 44 do CPP (“A queixa poderá ser dada por procurador com poderes especiais. 93. a caus ficou configurado o arquivamento implícito do inquérito. O Tribunal a quo. sem novas provas. 384. dá extinção da punibilidade. Nesses casos. ue tipo se subsume o fato praticado pelo querelado.já estiver extint . a lei não exige "narrativa". praticados no referido processo.P.P. Solução que atende ao fim visado pelo art. Ou em pública condicionada. ou da qualidade de padrasto.). a decisão no processo administrativo. o inquérito pode ser desarquivado e iniciada a ação penal quando surgirem novas p nsformar-se em ação pública. único caso e mo (art. sendo esta meramente indicativa. a requerimento do Promotor de Justiça. de "decisão". quando o crime for cometido com abuso do pátrio poder. AL DA SÚMULA 524. (Art. HC 81.P. a razão do pedido de condenação. explícita ou implicitamente. pelo C a ação penal para apuração de delito contra a ordem tributária. 107.P. II . demonstrar o prejuízo próprio da queixa. A even assinada também pelo querelante. 8.137/90. sem dilação probatória e o contraditório. a ação penal privada subsidiária da pública deve ser arquivada. IX.). da Constituição. não sendo exigida a sua fundamentação (art.) encionada na denúncia. apenas. cabendo ao acusado. com base no art. art. deve a queixa conter a exposição do fato criminoso de modo a possibilitar ao juiz a verificação da infração praticada. A denúncia ou queixa será rejeitada quando: I . estão presentes quaisquer dos casos previstos no art. V. 225.P. nas alegações finais. do Código Penal. Transita em julgado a decisão do Juiz que. 394 do C. reconheceu a ilegitimidade ativa ad nsável tipicidade. segundo lhe parecer mais adequado. 43 do Código de Processo Penal. Mas ainda que assim não faça. "descrição" nem "circunstanciação" do fato típico. seja porque não é condição jurídica para a propositura da ação penal pública (atribuição constitucional do Ministério Público). In casu. penal ser iniciada. 41 do C. devendo constar do instrumento do mandato o nome do querelante e a menção ao fat Circunstanciado lavrado pela Polícia Federal. na denúncia ou queixa. porque o querelante não foi intimado para manifestar-se sobre os documentos juntados pelo querelado quando da apresentação da resposta. satisfaz as exigências do art. administrativa e penal. II). quando o juiz rejeita a denúncia ou a queixa (art. deve ser suscitada pelo autor da ação.P.611. e dois anos de idade praticado por namorado da genitora.137/90. se determine o trancamento da ação penal ou a cassação do despacho que recebeu a d ndível que haja decisão definitiva do processo administrativo-fiscal. art.o fato narrado evidentemente não constituir crime.430/90 não criou condição de procedibilidade da ação penal. cf. previstas no art. se esta não for intentada no prazo legal. Relator Ministro Sepúlveda Pertence). 1. para a rejeição da denúncia. entre-tanto. requerer o arquivamento do i mente aceita o perdão. mormente aqueles que segundo os impetrantes estão contaminados de ilicitude. tutor ou curador (CP.P. uma das seguintes providências: oferecer a denúncia. quando a vítima ou seus pais não puderem prover as desp representante legal. (Art. em virtude de circunstância elementar não contida. 44 do C. seja porque esferas. sob pena de violação ao princípio da independência do Ministério Público Federal e limitação das funções institucionais do Parquet. nos crimes da Lei 8. no prazo legal (CPP.” ). 516 do C. em conseq da ação privada nos crimes de ação pública.

impõe-se a imediata definição do tipo penal. juízo de condenação ou de procedência da acusação. úncia". portanto. bastando a mera manifestação inequívoca da vítima (ou de quem tenha qualidade para representá-la) no sentido de ver processado o autor do crime. ubsiste. O alvo de eventual nulidade passa a ser a sente vínculo de cada sócio ou gerente ao ato ilícito que lhe está sendo imputado. dolo específico. para sua configuração. a declaração de miserabilidade jurídica por parte do interessado é suficiente para a comprovação desse estado. em parte. deve a mesma ser recebida e processada. “poderão ser supridas a todo tempo antes da sentença final” (CPP. pois. seja porque a responsabilidade penal independe da civil. representa o recebimento implícito daquela exordial. 41 do CPP). io do mandato e na circunscrição do Município.. orma incisiva. nenhum prejuízo à elucidação dos fatos.em vista que o juiz. CP). mputa a prática do delito de prevaricação. com as peculiaridades pertinentes. portanto. excetuadas . esta é que deve ser atacada por eventuais nulidades. ica (interpretação do art. se isso não prejudica o pleno exercício do direito de defesa. Tal delito exige. para a ação penal por crime contra a honra de servidor público em razão do exercício de suas funções. A matéria preclui. assegura a apuração da verdade. desde logo. produz coisa julgada material. s requisitos previstos no art. não encontra apoio na orientação da jurisprudência desta Corte. o arquivamento do inquérito policial. não coarctando. o ou suspeição para o oferecimento da denúncia. a ação penal só pode prosseguir por iniciativa da própria ofendida.” ) denúncia que imputa a prática de crime de apropriação indébita a sócios administradores de empresa que deixou de recolher contribuição social descontada de seus empregados. ademais. (unanimidade). ou fora dela. desapareceria o ilícito penal pelos mesmos fatos: seja porque não comprovado o trânsito em julgado do acórdão respectivo. (N. também. § 1º. suas circunstâncias. 569). que . ediante simples declaração verbal ou escrita e até mesmo resultar da notoriedade do fato. vilmente. insuficiente para justificar o trancamento da ação penal a circunstância de a denúncia não descrever de forma individualizada a conduta dos co-réus. pelo recebimento dela. as garantias do M cuja conduta específica é apurada no curso do processo. observados os limites do Município. observados os prazos legais de decadência e perempção. ão de cada qual. 2. quer quanto à defesa. ausa extintiva da punibilidade. nistério Público nos crimes contra os costumes (CP. Omissões que. mais que preclusão. 319. sendo. Proferida a sentença condenatória não cabe mais a alegação de inépcia da denúncia. desde logo. os casos nos quais o civilmente identificado deve. tão só. edem o oferecimento da denúncia. necessariamente. quer quanto à acusação. 383 – 384/CPP). restando para a fase de instrução criminal a produção da prova mais circunstanciada. dando ao fato nova definição jurídica (arts. A denúncia conterá a exposição do fato criminos a instrução.. que não considera condição ao oferecimento da denúncia a descrição mais pormenorizada da conduta de cada sócio ou gerente. 225. esentante legal. ao proferir sentença. Cuidava-se na espécie de crime de dano qualificado imputado a diversas pessoas pelo fato de haverem depredado as instalaçõe ar.” ). para que tenha início a ação penal. de se verificar a existência do nexo entre o mandato e as manifestações que ele faça na Câmara Municipal. ale. e § 2º). . sem individualizar a conduta de cada acusados. Habeas deferido. mas apenas que se estabeleça o de inépcia. Há necessidade. garantidos o contraditório.ainda quando emanada a decisão de juiz absolutamen cial -. a Turma afastou a alegação de ilegitimidade ativa do Ministério Público para prop ação do ofendido. o ilícito civil. a hipótese de que o acusado se envolva com a ação praticada por organizações criminosas. Com denatória. após se verificar a existência de provas de materialidade e indícios de autoria.A. desse modo. mas.: ver alterações promovidas pela CF/88 no tocante à identificação de pessoas) mos desta lei. art. não cabendo aguardar o desenrolar do processo e. consistente no intuito de satisfazer interesse ou sentimento pessoal (art. última parte. a rígida. (unanimidade). entre eles. As nulidades ocorridas até o interrogatório devem ser argüidas na defesa prévia.. é passível de ser definida na instrução criminal. assim como esta daquela. Com base nesse entendimento.. I. pode corrigi-la. sujeitar-se à identificação criminal. o devido processo legal e a ampla defesa. a instrução. art. quando fundado o pedido do Ministério Público em que o fato nele apurado não constitui crime. 41 do Código de Processo Penal. não constando.

através das respectivas normas de organização judiciária. ns eleitorais e o dos crimes comuns que lhe forem conexos (Cód. mantendo o foro privilegiado.contra o patrimônio da União. Reservas Ecol a Justiça Federal. Competência. não evidencia disputa sobre direitos indígenas de forma a fixar a competência da Justiça Federal. ou desvio. ediante falsificação de cheque. porém. 231 da Carta Magna.615/1998) é da competência daquele juízo estadual em razão de tratar stiça Federal. quando esse documento não chegou a ser utilizado perante a Justiça do Trabalho. ção do Juízo Federal do lugar da apreensão dos bens. não bastando. tanto como vítimas. Entretanto. Município. e 35. mas sim. bunal de justiça do Estado (artigo 29-X da CF/88). cabendo aos Estados membros. erá da Justiça Federal se houver lesão a bens.A. (Dano qualificado . quando recolhidos a estabelecimentos sujeitos à administração estadual. quanto como autores. A mera participação de indígenas em infração penal. a fixação da competência dá-se pela regra da prevenção.716/89. há apenas inconstitucionalidade progressiva do art. 75 da Lei n. al.Parágrafo único . Militar ou Eleitoral. ou seja. ainda que praticada em detrimento de bens.: A lei 10. III. Estado. quando não ocorrente lesão à autarquia federal. Não se tratando de crime contra a organização do trabalho. 102.afastado das atribuições do Ministério Público a defesa dos hipossuficientes. parágrafo único. de verbas recebidas de entidades federais e incorporadas ao patrimônio do município. u que o procedimento instaurado para apurar eventual prática de manutenção. uta sobre direitos indígenas.Se o crime é cometido: III . crimes ambientais depende da verificação da existência de lesão a bens. nos demais casos. O fato do Regimento Interno da Turma Recursal não incluir o HABEAS CORPUS em sua competência. (unanimidade). r onde o delito se consumou. é o do local onde se deu a recusa do pagamento pelo sacado. Eleitoral. (N. seja como sujeito ativo. pois se trata de competência em razão da natureza da infração. nos moldes em que previstos no art. pois a incumbiu às Defensorias Públicas. fixando-se a competência pelo critério da prevenção (CPP. caput. não do juízo da comarca para a qual foi ela levada e mantida presa. strada. 9. Precedentes. II). . 163. 68 do CPP enquanto não criada e organizada a Defensoria no respectiv lito de competência. ocorrer em mais de um lugar. ga de preso de Estabelecimento Penal. para tanto. salvo se autor e vítima forem policiais militares em situação de atividade. tiva do exercício funcional. serviços ou interesses da União. as guias de recolhimento das contribuições previdenciárias. ério Público Estadual. por exemplo. ia Social. a competência originária caberá ao respectivo tribunal de segundo grau. o simples envolvimento de silvícolas. junto ao STF. seja como sujeito passivo do ilícito penal (Súmula 140 do STJ). praticado contra silvícolas. o órgão especial do Tribunal de Justiça. ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam iniciados após a cessação do exercício da função pública‘. 350. Delito que se consuma no momento em que a vítima é privada de sua liberdade. ilitares estaduais. do CP). é ionária de serviço público (art. tal lei vem sendo questionada quanto à constitucionalidade. o denegatória de similar. Assim. art. nde tenha passado o agente transportando a droga.) julgar os crimes eleitorais. serviços ou interesses da União. 0 da Lei 7. CP. proferida por Turmas Recursais de Juizados Especiais Criminais (CF. osa de cheque sem provisão de fundos. al ou órgão competente para que prossiga a investigação. I. Precedentes. Precedentes. não faz com que a m comum estadual. a competência para processo e julgamento de eventual ação penal é da Justiça Estadual. contra determinados trabalhadores. serviços ou interesse da União ou de suas entidades. 71).628/2002 alterou a questão. II. iatura de Polícia Militar. o legislador mais não fez que atentar à subsistência do vínculo entre a prática do ato e o exercício da função. i). empresa concessionária de serviços públicos ou sociedade de ec e aviso prévio. art. determinante da fixação do f e apropriação. permanecem válidos os atos praticados antes da alteração da competência inicial: tempus regit actum (precedente: Inquérito 571). ativo a estabelecimento particular de ensino. mesmo aqueles de menor potencial ofensivo. facilitação ou realização de jogos de bingo sem a devida autorização legal (art. praticados no interior de Unidades de Conservação criadas e administradas pelo Poder Público Federal (Reservas Biológicas. dispor sobre o órgão competente para esse julgamento. atribuído à empresa privada.

1º da Lei 10. (Art. Todos os direitos (a começar pelo direito à vida) que possa ter uma comunidade indígena ou um índio em particular estão sob a rubrica do inciso XI do artigo 109 da Constituição Federal. fazer malograr. frustrar. não da federal. nos casos determinados por lei. para anular as decisões con-denatórias da Justiça do Estado. compreende o período em que o acusado esteve licenciado do exercício do mandado. ainda que a condenação não tenha transitado em julgado. afastar a co so e julgamento dos crimes previstos nesta Lei: III . e encaminhamento dos autos respectivos à Justiça Eleitoral de 1ª instância.04. por incompetência.A. para sua anulação. mpetência originária quando só um dos acusados goza do foro privilegiado. 109. ou em detrimento de bens. da Justiça Federal (Constituição. a competência para o seu julgamento é da Justiça estadual. contra o sistema financeiro e a ordem econômico favor de paciente que não goze de prerrogativa desse foro. é aquele que é marcado pelo intuito de atingir. DJ de 16. (N. segundo a jurisprudência do STF (HC 68. II.ustiça dos estados o processo e o julgamento dos crimes relativos a entorpecentes.: ver EC 45/2004) empo em que o mesmo se encontrava licenciado do exercício do mandato. "a". A. revelou conter talões de cheques oriundos de instituição bancária que foram fraudulentamente utilizados pelos denunciados. do Código de Processo Penal. a fim de que o Ministério Público. Habeas corpus conced do C. ista o dever da União Federal de fiscalizar a idoneidade da prestação do ensino superior e de seus títulos. inclusive sexo explícito. art.: ver alterações legais posteriores) ticado em outra unidade federativa. bens. relacionados com o exercício da função. com lesão à previdência social e à organização do trabalho. 29.Corrompe gente a própria identidade para o fim de subtrair-se à persecução penal. a Força. verificando que os documentos falsificados pelo paciente (certificado a de competência aplicável é a do inciso VI do art. IV). mas apenas de opinião e Justiça Federal o crime previsto no art. Essa competência é do Juízo da Execução. em águas territoriais divisórias de Estados-membros da Federação. stadual. ofici A CONHECER DO INQUÉRITO POLICIAL DISTRIBUÍDO ANTERIORMENTE A OUTRA VARA. retratando a prática de atos libidinosos. a relaxará. Hipótese em que. Habeas corpus impetrado pelo MPF conhecido e deferido.são da competência da Justiça Federal: a) quando praticados contra o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira. 3. devendo os autos se e quanto aos delitos de difamação e calúnia envolvendo autoridade que faça jus a seu foro privilegiado. DE SUAS ENTIDADES AUTÁRQUICAS E EMPRESAS PÚBLICAS. (N. (unanimidade). que. a Justiça estadual é competente. 218 do CP quando o paciente fotografou. serviços ou interesses da União. NÃO ESTANDO INSTAURADA A AÇÃO PENAL. desmoralizar ou ofender o militar ou o evento ou situação em que este esteja empenhado. é competente para processá-lo e julgá-lo a Justiça Militar. PELO RECEBIMENTO DA DENÚNCIA. art. pelo princípio da prevenção. no sentido de impedir. o ato que fixou a competência do juiz foi a autorização para proceder a escuta telefônica das conversas do Paciente. visto que a ECT era mer .os crimes contra a organização do trabalho e. é. a princípio. a partir da denúncia oferecida pelo Ministério Público federal. Violado.93). mesmo não estando em serviço. não se aplicando a regra do Art. ras.259/01. não se aplica o art. o Juiz que primeiro toma conhecimento da infração e pratica qualquer ato processual. m pela prática do crime comum simultâneo àquele. filmou e publicou. ntas perante órgão federal. ue se disputam direitos indígenas. e o processo desde a denúncia. X.967. da CF.M. u conexão do processo do co-réu ao foro por prerrogativa de função de um dos denunciados. Brasileira de Correios e Telégrafos – ECT. situação concreta. 218 . Assim. Mero acidente de t . é de se conceder "Habeas Corpus". de qualquer modo. serviços ou interesse da União.. volvem questões referentes à dignidade da pessoa humana e desrespeitam instituições trabalhistas. é da Justiça Federal. encente à corporação.A. 109 da CF (―Aos juízes federais compete processar e julgar: VI . visto não haver imputação de um fato.P. resta demonstrado o interesse da União. A expressão "durante o exercício funcional". No caso. devendo o processo ser desmembrado para que os demais acusados sejam julgados pelo Tribunal do Júri. SERVIÇOS OU INTERESSES DA UNIÃO. 78. 61 da Lei 9.099/95 c/c o art. contida na Súmula 394-STF. se for ilegal. Porém é incabível a exceção quando se tratar de injúria. não se podendo.: ver EC 45/2004) ederal o processo e julgamento de ação penal pública pela prática de delito contra a fauna silvestre (pesca predatória) com petrecho não permitido. Com esse entendimento. em serviço. na rede internacional de computadores. imagens de menor. ou de su este deve ser comunicada. XCETO SE PRATICADOS EM DETRIMENTO DE BENS. de ofício.

q seqüestro. se o acusado o indicar por ocasião do interrogatório).‖) o responsável pela falsa notitia. o bem apreendido deve ser útil como prova da autoria ou materialidade da conduta. o que levou as vítimas a ofertar a notícia-crime ao Ministério Público. 366. tendo. Assim.060/1950. citado por edital. OUTORGADA A ADVOGADO PARA POSTULAÇÃO EM JUÍZO APENAS COM PODERES GERAIS PARA O FORO. mas como fiscal da lei. ocorreu nulidade da ação penal por ofensa ao disposto no art. sito em julgado da sentença para então fazer-se a restituição. que dão margem a impedimento. adjudicaçã eslinde da ação penal. (Art. da CF). Se a atribuição do promotor é definida pela competê ão no habeas corpus.Se reconhecer a suspeição. por cobrança abusiva de juros em empréstimo realizado por particular. Aduzem os recor a. 339 do CP (―Dar causa a instauração de investigação policial ou de processo judicial contra alguém. II. Nota-se que se trata de entidade de previdência privada equiparada.: o assistente receberá a causa no estado em que se achar. pode o MP produzir a prova. com a redação dada pela Lei n. 266.689. ou seja. não lhe é exigível que se tenha valido dos embargos de terceiro no juízo criminal até o trânsito em julgado da sentença condenatória. porém. não revogou o art. hipoteca legal e arresto. e por despacho se declarará su ime do art. aplica-se a todo e qualquer processo em rcido jurisdição em ação civil pública movida contra os réus pelas fraudes ocorridas na LBA. evidenciando o envolvim icas ameaçadoras enviadas pela internet. Exceções. TRF-1ª REGIÃO. em conseqüência de agressões causadas a soldados da brigada militar. para nciado pelo Ministério Público Militar da União pela suposta prática dos crimes de lesões corporais leves. Art. impondo-se sua imediata declaração. enumeradas no artigo 252 do Código de Processo Penal. evidentemente.P. o princípio constante da parte final do artigo 269 do C. expedido em fase de apuração criminal. quando as coisas apreendidas não se referem. devendo ser aplicado o artigo a ambos os casos. já havendo sido iniciado o julgamento. 7. não há como entender existir mera te a estadual para verificar a quem compete processar inquérito policial instaurado contra a Capemi.ederal no processo que apura crimes de homicídio cometidos por indígenas contra fazendeiros.P. tipificados no Código Penal Militar. porquanto as causas. (Decreto-lei n° 3. inclusive. I. é ela improcedente. 99 . 1. ainda. está cingido a apresentá-las: é-lhe facultado requisitar a própria instauração d tiça. O disposto no § 5º do art. imputando-lhe crime de que o sabe inocente. exceto em casos de manifesta ilegalidade do ato e possibilidade de danos irreparáveis. entos da infração. dizem r suspeição deduzida pelo réu. 252. no caso. o juiz sustará a marcha do processo. COMPETÊNCIA. Os atos que o assistente de acusação pode praticar estão previstos na lei processual bimento da denúncia ou da queixa e antes de defesa prévia. Recurso em sentido estrito contra decisão que entendeu pela competência desta Corte para processar e julgar fatos delituosos supostamente praticados por vice-governador. A legitimação subsidiária do ofendido somente é admissível no caso de inércia do titular. ciência de recursos". e atuação do ministério público tendo em ista o objetivo das investigações. cumprimento de mandado judicial de busca e apreensão. 4º da Lei 1. mais precisamente a de assistência da acusação. Está evidenciado nos autos que os motivos ou causas dos delitos perpetrados dizem respeito à defesa de território étnico. mandará juntar aos autos a petição do recusante com os documentos que a instruam.060/50. no inquérito policial. inc. na própria petição inicial. que assegura à parte o benefício da assistência judiciária "mediante simples afirmação. requisitado a instauração do inquérito policial. Se o acusado. àquelas coisas que possam interessar ao deslinde do processo. E. resistência e desacato. não c . de que não está em condições de pagar as custas do processo e os ho "AD JUDICIA". 5º da Lei n. em lugar incerto e não sabido e quem teve a citação editalícia realizada por ocultar-se do agente encarregado de proceder a sua citação pessoal. processo no qual o próprio Ministério Público não atua como órgão acusador. do CPP. e não o interrogatório efetuado no plenário do Júri (Art. O Min. cham DE DINHEIRO.871/1989. A ele é permitido contrapor-se ao seqüestro até cinco dias após a arrematação. com pedido de vista de um dos julgadores. segundo as quais se pretendia infligir-lhes mal injusto se não providenciassem valores. A constituição de defensor independerá de instrumento de mandato. não cometeu qualquer ilegalid titular exclusivo da ação penal pública (art. No procedimento administrativo. Relator explicitou que. 129. Ressaltou. ndo nenhuma incompatibilidade com a função acusatória.

Felix Fischer ale erdade provisória. Há precedentes deste Superior Tribunal no sentido de que. e provisória (art. Precedentes. 598 e par. LXI e LXVII do art. sória. § 5º. implicando. aplica-se-lhe a regra geral do art. somente impondo-se o recolhimento provisório à prisão nas hipóteses em que enseja a prisão preventiva. depois do decurso de tempo. eixa. 5º. parágrafo acrescentado pela Lei 8.871/89). em sua prática. A formalidade é essencial à valia do ato. visando à oitiva da testemunha. . o que acarreta nulidade absoluta do julgado. a data de juntada aos autos da precatória. 12 da Lei 1. § 5º. para a sua defesa. Apenas com o advento da Lei n. o art. Fato de todo irrelevante. se em liberdade esteve no curso da instrução. 241.701/93). om a Defensoria Pública. 361 DO CPP). us advogados (artigo 370-§2º do CPP. 798. EFETUADA COM O PRAZO DE APENAS 14 DIAS. o acompanhamento pertinente. portanto. natória.quando o ato se realizar em cump se aplicando o disposto a respeito nas alterações da Lei 8. na forma inscrita no art. iniciara o processo de execução ostos ensejadores da prisão preventiva (Pacto de São José da Costa Rica). não ensejando. é a regra. O exercício do direito de defesa pressupõe a necessidade de intimação para a audiência designada. tendo per-manecido em estado nze como prevê. para o assistente não habilitado. 312 do CPP.060/50. (―A fiança poderá ser prestada em qualquer termo do processo. IV. a). espontaneamente. ento fica sujeito à condição e prazo estabelecidos no art. 594 CPP) for devidamente justificada.271/1996 é que se tornou obrigatória a intimação pessoal do defensor dativo. a falta de observação. o se a prisão provisória for devidamente justificada na sentença. ou não resuma os fatos em que se baseia. a carta precatória ou de ordem. art. no caso do paciente.(unanimidade). No caso. art. com a redação dada pela Lei 7. Não sendo razoável que o assistente habilitado disponha de prazo superior ao do Ministério Público. Precedentes.ue nas instâncias superiores as intimações são feitas pela simples publicação na imprensa oficial (art. não bastando a simples afirmativa de tratar-se de crime hediondo. oportunizando-se a prática dos atos alus mado da sentença por edital. o" (CPP. IV). enquanto esta exerce função pública. o r ão do defensor público ou dativo. CPP. posto não haver ele atendido ao chamamento editalício. Aquele desempenha atividade de advocacia particular. o agente que. não teria sentido reconhecer-se a nulidade alegada. enquanto não transitar em julgado a sentença condenatória ‖). dispensada a intimação do defensor dativo. não há espaço para a aplicação analógica do art. único do CPP. ois anos de reclusão. 334. EM VEZ DE 15 (ART. 9. 564. por via de conseqüência. Fiança. zo do Ministério Público.950/94 ao Código de Processo Civil. no juízo deprecado. Havendo previsão expressa na lei processual penal (art. 5° da Constituição Federal de 1988. a sua nulidade. Há de viabilizar-se a ciência da ação penal ao Réu. impossibilitado de apelar por ausência de pressuposto do recolhimento. spositivo da sentença a necessidade da medida constritiva ou a existência de qualquer fato novo que justificasse o encarceramento. a nulidade do suficiente a intimação de um deles para validade do ato processual. surpreender. condenação não impedem a concessão de fiança ao réu. O interrogatório procedido após o decreto condenatório não afasta a pecha. (unanimidade). sob pena de nulidade (Lei 1. aração de nulidade do processo. (unanimidade). 593 do CPP (―Caberá apel o ao recurso do réu. do CPC (“Começa a correr o prazo: IV.060/50. 609 do CPP). O Min. nos termos do art.

05. 594 DO CÓDIGO DE PROCESSO PENAL.7. O não exercício da faculdade prevista no art. do CPP ("se o réu for primário e de bons antecedentes. que traz implícita a marca da periculosidade do o paciente preso provisoriamente por força de decisão proferida em outro processo. a colet .368.769. Antes da sentença final. não impede que o tribunal ad quem . salvo se for primário e de bons antecedentes. do Pacto de S. (unanimidade). art. a prisão do réu como seu efeito necessário. 5º. assim reconhecido na sen a dos motivos que a autorizam. não prevalece o in dubio pro reo. er em liberdade. reabrindo-se a instrução para a realização de exame de dependência toxicológica. vada sua necessidade. pois. sendo regra o acusado defender-se em liberdade. poderá o juiz deixar de decretar-lhe a prisão ou revogá-la. concerne à disciplina do ônus da prova -. a a prisão preventiva do réu. colocando. em concurso com seu cônjuge e demais integrantes da organização criminosa. por decreto-legislativo do Congresso Nacional. CPP). ainda que correlato. devidamente fundamentado. não importando que o réu ? primário e de bons antecedentes. objeto da divergência” (CPP. ocessual por excesso de prazo. 312) poderá ser decretada. em liberdade.10. em tais circunstâncias. ao negar provimento à apela que. art. pelo simples fato de não haver sido o mesmo posto em liberdade quando da sentença de pronúncia. § 2º. na qualidade de sócia da maioria das empresas onta na caracterização dos maus antecedentes do réu. 408. 2º DA LEI Nº 8. ressalvados os casos especiais e justificados. tratou-se de decreto ao qual faltou a efetiva fundamentação e se limitou a consignar que a liberdade seria estímulo para que os denunciados voltassem a delinqüir. não impede a expedição imediata de mandado para a prisão do réu. para os fins do disposto no art. LVII. anecer preso após a pronúncia. ou não. confirmando a decisão de primeiro grau. Nelson Hungria). rel. à sentença condenatória recorrível ou à que encerra a instância recursal ordinária. não servindo como fundamento o fato de que o réu. dido esta Corte que inocorre o vício de inconstitucionalidade na norma contida no art.que. dispensa mo ecimento. a prisão preventiva (CPP. com trabalho e residência fixa ? tenha se apresentado espontaneamente à autoridade polic do paciente. art. da prisão decorrente da pronúncia. tação da prisão preventiva. bível sua prisão preventiva como único meio para assegurar o julgamento e a aplicação da lei penal. no caso.‘ (STF. RHC 32. (unanimidade).072. a prática de delitos contra o Sistema Financeiro Nacional destinados à lavagem de dinheiro. dirija-se às hipóteses de prisão em flagrante.92. espacho agravo regimental para o colegiado encarregado da decisão final. o paciente está preso pela participação comprovada em organização criminosa dedicada ao tráfico internacional de entorpecentes putou-lhe. Ausência de contrariedade ao princípio ne reformatio in pejus . absolvido pelo Tribunal do Júri. no inciso L erdade provisória aos agentes que tenham tido intensa e efetiva participação na organização criminosa. caso já se encontre preso"). com extensão aos co-réus. pelo réu. da Costa Rica o após o trânsito em julgado. porém. o para que o réu. citado por edital. seja determinado o seu imediato recolhimento à prisão. então. No caso. salvo casos especiais e justificados. em razão de. improvida a apelação interposta pela defesa. como o faz em relação à pronúncia. se a parte unânime da decisão o permitir. Em havendo respondido o paciente em liberdade a todo o proce tódia preventiva (CPP. DE 26. não se pode deixar de considerar a presunção legal de gravidade. Não pode. mas o in dubio pro societate. da CF . ou prestar fiança. único). segundo a maioria. (unanimidade). impedir que o Tribunal de 2º grau. 1. par. ânsito em julgado da condenação. não atribui a lei. Em se tratando de crime de tráfico de entorpecentes. toria e prova da materialidade do delito. quando concedido o benefício. (unanimidade). nem pela aprovação. 609. 594. Exige-se. Min. seja submetido a novo julgamento. além da necessidade de manutenção da ordem pública (art. E § 2º DO ART.1976.1990. DERAL. Jose. deixou de constituir advogado e não compareceu aos atos do processo. periculosidade e nocividade êntico ao que é necessário para a condenação. 3º da Lei 9. 312). DE 21. 312. determine a expedição imediata de mandado de prisão. do CPP (―o réu não poderá apelar sem recolher-se à prisão.613/98 que previu serem os crimes disciplinados por essa lei insuscetíveis de fi ança e liberdade provisória pois a Constituição Federal. defesa. vale apenas para seu escrivão e visa a permitir a interposição de recurso. em 28. novo decreto de prisão preventiva. damente fundamentada. 35 DA LEI Nº 6.gada pela presunção de inocência do art.

não podendo. devem ser excluídas desse número quatro informantes descompromissados e dois prestado em juízo. ser admitida nos autos do processo. as que não tenham prestado compromisso. constitui um nada jurídico. la ilegalidade da escuta que lhe dera base –. ou servir de base para a deflagração de investigação policial. utiliza-as para sustentar sua tese de defesa. h) crimes contra o sistema financeiro nacional. nhecimento depende da prova de prejuízo para a defesa.reveste-se de inquestionável eficácia probatória. ndo anteriormente na diligência de apreensão. ão a contradizem. da repressão penal. . não se podendo desqualificá-lo pelo só fato de emanar de agentes estatais incumbidos. f) entorpecentes. os de depor como testemunhas. 514 do CPP. Conduta processual passível de ser interpretada como renúncia tácita ao sigilo. 192. por dever de ofício. quanto à alegação de que foram ouvidas treze testemunhas do MP. g) crimes de imprensa. A presunção é de imparcialidade. inc. desapareçam os elementos necessários à verificação da existência de lesões graves. elide sua força probante e induz à falta de justa causa para a condenação que. só se apóia em confissão policial retratada. ondenatória está baseada em prova testemunhal autônoma. devendo ceder em face do interesse público. também sem atendimento às mesmas formalidades legais. cimento requer a prova do prejuízo para a defesa. . III. sob a garantia do contraditório . Com base nesse entendimento e considerando.descabe. o juiz mandará autuá-la e ordenará a notificação do acusado. A exigência de dois peritos pressupõe a hipótese prevista no § 1º do artigo 159 do Código de Processo Penal . absoluta. ndo necessária a nomeação de intérprete. do Código de Processo Penal. confirmando as informações prestadas pela instituição bancária. ele deve ser acolhido. a que fazem jus as partes.Pen.Pr. uma vez transitado em julgado o provimento condenatório e porque preclusa. a do art. empo. paciente admita a acusação e pretenda cumprir a pena. desde que existentes outros elementos de prova. ainda. Por essa razão. estando a denúncia ou queixa em devida forma. dentro do prazo de 15 (quinze) dias. arguir a nulidade do feito. d) crimes de responsabilidade.a acareação . e) crimes contra o meio ambiente. c) crimes de abuso de autoridade.inexistência de peritos oficiais e realização do laudo por duas pessoas idôneas portadoras o bancário e fiscal não é absoluto. com detenção. em que pesem as disposições dos artigos 231 e 400 do CPP. não se traduz em prova ilícita se o réu. sem a existência de motivos concretos. para responder por escrito.da por um único perito oficial. e forma açodada. a narrativa da vítima de estupro. isto é. digo de Processo Penal . crimes afiançáveis. ada de depoimento dos acusados no momento do flagrante. o que possibilita ao juiz indeferir requerimento de prova com nítido propósito protelatório ou tumultuário. por via de conseqüência. do do bom andamento do feito. visando a assegurar a legalidade do ato. a Turma indeferiu habeas corpus fundado na alegação de insuficiência de provas 595/64. a no art. houver elementos que permitam a afirmação da ocorrência de lesões graves em decorrên nhas. Com e e não contrarie os demais elementos do conjunto probatório.) magistrado o pedido. na forma do art. além dele e de sua reiteração em juízo. se mesmo depois da fluência do prazo de 30 dias. A regra de que no desaforamento deve-se ouvir a parte contrária à vista do contraditório não prevalece quando o alvitre é do magistrado. sobretudo se não fica evidenciado qualquer prejuízo para a defesa. sem prejuízo de poder a instânci embasar o decreto condenatório. 159 do CPP e da Súmula 361 os do conjunto probatório. a impossibilidade de reconhecimento pessoal e direto por tratar-se de réu revel. colhida sem necessidade dos elementos informativos revelados pela prova ilícita. i) homicídio e lesão cor a competência do Juizado Especial Criminal os crimes que possuam rito especial. Portanto. O depoimento me de corpo de delito não tem sustentação frente à jurisprudência do Supremo Tribunal Federal que não considera imprescindível a perícia.

oras do homicídio. o que. o que não é .. mormente tenham sido denunciados por injúria. ogatório ou pelas testemunhas na instrução. como foi. quando a perplexidade dos jurados possa ficar de alguma forma insinuada. sob pena de nulidade absoluta.. III).625/1993. art. ba dias. na primeira série. descon e desacato e calúnia veiculados na imprensa e o outro por crime de desacato. 10). decide que o réu não deve ser apenado na forma do art. 224. da Constituição Federal. aferível pela inexistência de qualquer registro na ata da sessão de julgamento. sobretudo pelas circunstâncias da causa. não obsta que o condene como incurso nas sanções do art.. a innocentia consilii do sujeito passivo. permite que ela seja argüida em apelação e até em "habeas corpus". 475 do CPP (“Durante o julgamento não será permitida a produção ou leitura de documento que não tiver sido comunicado à parte contrária com antecedência. não se pode pretender a nulidade do julgamento adas a moderação e a natureza do excesso culposo no encerramento da seriação dos quesitos da legítima defesa. XXXVIII. 14 da Lei de Tóxicos prevê o crime autônomo de quadrilha ou bando.. terceiras pessoas desfecharam tiros de revólver em .logo após os quesitos concernentes à autoria. 213 do mesmo Código.072/90 . 4.. em ordem seqüencial imediata. Não argüida a tese da legítima defesa durante os debates perante o Plenário do Tribunal do Júri. (maioria). observância que é do mandamento legal. exclusivamente. pelo menos. Alega o paciente constrangimento ilegal e que o processo deve ser anulado a partir da sentença. não configura constrangimento à liberdade de ir e vir. dade meramente culposa. prevista no art. salvo quando manifestamente improcedentes. produz UIDADE DELITIVA. à materialidade e à letalidade do fato imputado ao réu -. ou seja: "No dia . (maioria). Não cabe. não importa nulidade qualquer. torna-se legítimo . Alegam ser descabida a alteração e ter sido o crime de injúria praticado em situação de retorsão imediata. 476 do CPP (―Os jurados poderão. também. livre de qualquer influência. dentro dos limites das teses sustentadas pela defesa técnica. adotando inúmeras medidas para que o julgamento se faça segundo a consciência dos Jurados. nas segunda e terceira séries). à materialidade e à letalidade do evento delituoso -. (unanimidade). se necessário o desaforamento. 408. c. 5. alogia ao processo penal. por alega que a busca e a apreensão da agenda – que levaria à presunção de que o paciente estaria ligado ao tráfico de entorpecentes – foram requeridas pelo MP – mas não houve autorização judicial para assim proceder. e de pronúncia. deve abster-se do uso de expressões capazes de predispor contra ele o corpo de jurados. indagar ao Conselho de Sentença se o r nte nas três séries de quesitos. fazê-lo diretamente para a comarca da Cap mação de quadrilha e condenado apenas com a agravante do concurso eventual de delinqüentes. A soberania dos vereditos. reabilitação. (unanimidade) andalosa. A analogia será aplicada quando houver a lacuna da lei sobre o tema. por falta de quesito obrigatório (Súmula 156). da Corte Superior. o quesito sobre a autoria podia ter sido formulado. e 5x2. explícita ou implicitamente. muito embora diverso o resultado dos votos apurados em relação a cada uma dessas séries (4x3. Nulidade absoluta do julgamento. rt. acrescido de mais quarenta e quatro dias se houver necessidade de exame toxicológico (Resolução nº 17/80. poral grave. único do art. (unanimidade). na denúncia ou na queixa. 484). caput ). em conseqüência de prova existente nos autos de circunstância elementar. 5º. para que. os quesitos concernentes à autoria. Precedentes. O art. visto que o tema pertence ao domínio da aplicação da pena. embora contrarie o disposto no par. a decisão venha a ser anulada por manifesta contrariedade à prova dos autos (CPP.nto à exclusão das comarcas mais próximas do distrito da culpa. legitimar-se-á a formulação. em audiência. com a alteração da Lei 8. pre do Tribunal do Júri. cuidou. apenando-lhe em um ano e oito meses de reclusão. jetivo determinador do excesso. 384 do CPP (―Se o juiz reconhecer a possibilidade de nova definição jurídica do fato. 593.art. mas. pertinente à existência de dolo na co a vida. de sua organização e composição. arbitrária e totalmente divorciada do contexto probatório. O posicionamento do Ministério Público. gera a preclusão da faculdade processual de argüir a nulidade alegada. minuciosamente. No caso. e não se podendo apurar qual ou quais deles efetuaram os disparos fatais. desde logo. a qualquer momento e por intermédio do juiz. assegurando-se a devolução dos autos ao Tribunal do Júri para que profira novo pronunciamento. pedir ao orador que indique a folha dos autos onde se encontra a peça por ele lida ou citada do exclusivamente pela Constituição estadual. e tendo em conta o próprio conteúdo da tese defensiva. não exclui a recorribilidade erossímil. que se coloca sentado ao lado do Magistrado Presidente do Tribunal do Júri. de quesito dirigido ao Conselho de Sentença. Tratando-se de defeito no questionário ule quesitos específicos sobre qual ou quais são essas atenuantes. decorre da Lei no 8. A falta de quesito sobre a tese do crime continuado não compromete o exercício da ampla defesa. os policiais en e terá o rito previsto para o recurso em sentido estrito (unanimidade). não contida. durante a sessão do Júri. A contradição que se revela apta a gerar a nu paros de arma de fogo. Orientação da jurisprudência do STF sobre a matéria. nunca aquela que opta por uma das versões existentes. cujo tipo exige associação estável e permanente ("societas delinq visto no art. Não dá motivo à nulidade a sentença que. mentos. O procedimento na área criminal está regulado pelo Código de Processo Penal. pelo Júri. e a matéria regulada não pode ser objeto de analogia. e sim com base nas teses sustentadas pela defesa técnica (CPP art. inc. não significando supe à prova dos autos. do CP. de três dias. compreendida nessa proib sitos. seja proposta a suspensão condicional do processo. 3. à comunicação prevista no art. observado o princípio da igualdade das pa rio Público.

I. por entender comprovada a incriminação constante da denúncia. Aplica-se. eis que os embargos infringentes somente são oponíveis a acórdã es excepcionais de impugnação recursal não se revestem de eficácia suspensiva. restrição relativa ao prazo. se a sentença cuja nulidade foi reconhecida também havia sido objeto de recurso interposto pela acusação. Quanto à condenação por homicídio tentado. (maioria). no segundo julgamento. ainda que não-unânime. mormente quando a sentença penal julgou contra prova dos autos. idêntica quantidade de pena.08. 4. Por isso. Superadas estas duas restrições. porém. vem a ser condenado a pena superior àquela anteriormente fixada (HC 58. ecto da legalidade. ulgamento. 129. aproveita aos o tar a decisão proferida em recurso de outro. eis que a sentença o tivera como tentado. ao Juiz-Presidente. não comprometendo a va cusação deduzido na denúncia não pode ser.689. ente. par. Recorreu da decisão do Júri. Art. nessas alegações.” ). 804). se apresente ou seja recapturado. se a decisão está devidamente fundamentada e foi prolatada por juízo competente. mas não irrestrito. posteriormente. único). na forma da lei. quanto à condenação pelo homicídio consumado.048-PR. e em face de idêntico veredicto. constituindo-se sua decisão em "reformatio in pejus". benefício incompatível com aquela forma de cumprimento da pena ( ncia pelo Ministério Público. A lei processual adotou o princípio de que somente se anula ato p bunal todo o conhecimento da causa. se foi obedecido o devido processo legal. art. cuja soberania assenta na própria Constituição Federal (art. todavia. 14. 580 . (Decreto-lei n° 3. se a sentença determina que os acusados poderão recorrer em liberdade. descritas no corpo da decisão. O direito de defesa é amplo. mento da apelação por este interposta. . o registro no livro próprio é formalidade que se destina à sua conservação. evo para a aplicação da pena. XXXVIII). resultante de ação penal originária ajuizada perante os Tribunais Regionais Federais e os Tribunais de Justiça dos Estados (Lei nº 8. o consumado e por homicídio tentado. "): ABSOLVIÇÃO EM PRIMEIRA INSTÂNCIA. 5º.nal. por diversa fundamentação. não podia considerar o furto qualificado como consumado. também. que não pode. 580). ora paci metria da pena. porque as disposições do art. aos motivos invocados no recurso. A apelação do MP sustentava a inviabilidade de furto privilegiado. às decisões do Tribunal do Júri. na qualidade de custos legis .promover.80). não cabe falar em nulidade da condenação. penas e as decisões foram divergentes. ondenar os recorridos. não é de exigir-se que a menção dessas circunstâncias seja explicitamente repetida no capítulo dedicado especificamente à dosimetria da sanção aplicada: a base empírica do juízo de valor que induzir à a formalidade: a não lavratura de termo nos autos implica em se considerar como data da publicação a do primeiro ato subsequente. art. Litisconsórcio passivo unitário. nem do réu. no que concerne à interposição de recursos. reforma a sentença também na parte em que esta concedera ao réu o benefício da suspensão condicional da pena. iteando unicamente a imposição do regime inicial fechado. não. são capazes de justificar a adoção do fator mínimo de redução em hipótese de tentativa (CP. (maioria) nto. na legislação própria. receber o recurso não vincula o Tribunal. é nulo o acórdão enunciado pelo Tribunal que determinou a renovação da instrução criminal. desde que os motivos não se fundem em caráter exclusivamente pessoal (CPP. há. pela exclusão da qualificadora inserta no incis ão de inocentá-lo no âmbito do respectivo processo disciplinar. porquanto essa deserção tem caráter definitivo e irrevogável. úblico não o tenha feito. Hipótese em que o acórdão em face dos termos da apelação. a ação penal pública. não obstante tenha este se manifestado.No caso de concurso de agentes (Código iberdade. isto é.658/93). da CF (“São funções institucionais do Ministério Público: I . No concurso de agentes. em litisconsórcio unitário. 580 do CPP são aplicáveis a quem não o requereu e se encontra nas mesmas condições objetivas. DJ de 29. APELAÇÃO DO ORGÃO ACUSADOR COM BASE NA PROVA: JULGAMENTO "EXTRA PETITA" DO TRIBUNAL COATOR AO CONHECER EX-OFFICIO DE NULIDADE E ANULAR O PROCESSO petitum. a interposição do recurso por um. 3. pois a transformação do recurso erroneamente interposto fica sujeita à observância do prazo previsto para o recurso correto. não houve apelação nem do Ministério Público. com tratamento indistinto. privativamente. se as circunstâncias do crime. retratado ou reduzido em alegações finais do Ministério Público. e mesmo considerando que os erros co nte exigível quando da execução da sentença condenatória (CPP. tão-só. 3. exasperar a pena imposta n pelo art. sultou. art. e encontra delimitação.

ultrapassar o limite de um (01) ano. na via eleita. 88).099/1995. co para essa finalidade. Não se presta à impugnação de interdição de direito.099/1995. orpus . art. por não pairar ameaça de constrangimento à liberdade de locomoçã angeiro cuja prova não constava dos autos. desse modo. o Juiz. 1ª parte. inc. ao contrário do que ocorre com a pena de prestação de serviços à comunidade (CP. 654. ima cominada.714/98: ―A pena restritiva de direitos converte-se em privativa de liberdade quanto ocorrer o descumprimento injustificado que. o de poder não tenha sido objeto de apreciação pelo Tribunal apontado como coator. os delitos que a l dos delitos de lesões corporais leves (e dos crimes de lesões culposas. e obedecidos os requisitos autorizadores. o art. 9. da Constituição Federal e art. ampliou o rol dos delitos considerados de menor potencial ofensivo. para efeito do art. 9. (unanimidade). a coação.099/1995. em habeas corpus requerido a tribunal superior. LXVIII. remeterá a questão ao Procurador-Geral.e a circunstância de que o próprio Ministério Público nela não intervém na condição de órgão acusador. na redação dada pela Lei 9. a intervenção do autor da ação de alimentos. na hipótese. nem foi ele provocado a respeito. instrumento voltado unicamente à salvaguarda do direito de ir e vir. 5º. não seria o habeas corpus a via processual adequada para o impetrante defender o direito líquido e certo que entende possuir. nfração penal a que a pena pecuniária seja a única cominada. a desclassificação do crime. Por outro lado. art. o material. e sim na de custos le obrigação alimentícia” (CF. do CPP) pelo impetrante ou alguém a seu rogo. se de questões subjetivas. à mercê do reexame dos elementos probatórios coligidos na fase de instrução da ação penal. dissentindo. ação mais grave com o aumento mínimo de um sexto for superior a um ano. 61 da Lei n. sendo defesa a sua realização pelo juiz.em que se exercita o direito penal da liberdade . . do processado ou condenado por outro crime. § 4º. que implica limitação à liberdade ambulatória do condenado. LXVII). eventual inimizade do magistrado com relação ao paciente. quando a pena mínima cominada. também) ao oferecimento de representação pelo ofendido ou por seu representante legal (art. consistente em suspensão de habilitação para dirigir veículos automoto-re ERDADE DE LOCOMOÇÃO. 43. nem a efetiva interposição deles. e 46). aplicando-se por analogia o art. ade de locomoção. não se acha consumada. Está efetivamente assentado nesta Corte o entendimento no sentido de não caber habeas corpus para questionar perda de posto ou graduação. extraordinário da decisão impugnada. por demandar dilação probatória. 2º. o caráter autônomo dessa espécie de ação . concurso formal ou continuidade delitiva. 28 do Código de Processo Penal. m unidade da federação próxima da residência de sua família.259/2001 alcança o disposto no art. condicionando. alcançar-se. 9. art. Assim devem ser considerados de menor potencial ofensivo. quer seja no âmbito de Juizado Especial Federal. 44. omotor de Justiça a propô-la. rafo único. 5º. ator mediante embargos infringentes. da Lei n.deixar de ser assinada (art. Precedentes do STF e do STJ. a iniciativa oficial do Minist o é prerrogativa exclusiva do Ministério Público Federal. § 1º. e outras considerações. r mais em causa a liberdade de locomoção. seja pelo somatório. 647 do Código de Processo Penal). seja o cabimento de habeas corpus . derrogando o art. 61 da Lei n. quer seja no Juizado Especial Estadual. legitimando o conhecimento de habeas corpus (CP. upostos fáticos que deram origem à ação que se pretende trancar. moção física do paciente e torna conseqüentemente incabível o remédio constitucional do habeas corpus. I. dente ação de depósito. seja pela incidência da majorante. não há como aferir. de ofício. indefere a liminar. 10. c. Assim. 61 da Lei n. ainda pode vir a ser por ele reformada. ace de constrangimento ilegal (art. parágrafo único.

além da quantidade da pena aplicada (§ 2º do art. II . ao cumprimento do mínimo de um sexto da pena aplicada (LEP.condenado maior de 70 (setenta) anos. arts. ser alterado em revisão criminal (art. 621. de qualquer incompatibilidade. sendo vedado. 35. todos respon terpretada sempre a favor do condenado. 2º. mo Tribunal Federal. 117. em cumprimento de mandado de busca e apreensão. curso interposto somente pela defesa.como também no subjetivo. em ambas as hipóteses. é imprópria a utilização do mandado de segurança quando o seu objeto é a restituição de coisas apreendidas. na localidade da execução da pena. (Art. s legais de regressão de regime prisional. "desde que tomadas as cautelas contra ssamento do recurso especial. por óbvio. 7. 112. ligado ao mérito do presidiário. (unanimidade). g) reabilitação. (unanimidade). ―Se o condenado que p da pena no regime fechado. 36 e 37): cômputo.a despeito do que estabelece o art. 621. § 1º. desde que preenchidos os rá ser deferido ao sentenciado ―se houver‖. 1518: "Os bens do responsável pela ofensa ou violação do direito de outrem ficam sujeitos à reparação do dano causado. (maioria). (unanimidade) va de liberdade deve considerar. Exsurge extravagante empolgar a omissão para efeito de indeferir-se o pleito formulado. (unanimidade). impõe-se o reconhecimento desse direito. Somente se admitirá o recolhimento do beneficiário de regime aberto em residência particular quando se tratar de: I . não há óbice à execução provisória da decisão condenatória. Casa de Albergado ou outro estabelecimento que se ajuste às exigências legais do regime penal aberto. a nova a respeito. avaliar apenas a gravidade genérica do crime. 33 c/c art. a recurso que não o possui. sendo flagrantemente ilegal a subordinação da declaração de extinção à constatação da prática de eventuais delitos durante o período de prova. mento condicional é obrigação de natureza solidária (Código Civil. Não em razão da inexistência de casa do albergado. A lei. o agravo em execução. e. EP). art. às expressas. admite o trabalho externo para os presos em regime fechado. e) indulto. por isso que acolhe o benefício. enquanto condição objetiva de progressão de regime. 118 e 50 da Lei n. 623 do CPP.210/1984). essão de regime aos condenados por crimes hediondos. na espécie. por crime hediondo ou delito equiparado. al) a pena é automaticamente extinta. (Art.condenado a ogressão de regime .brigatória a citação do réu como litisconsorte passivo. 112. I – CPP). gunda instância. na aplicada ao crime de tortura. art. estando o sentenciado sob o regime fechado (arts. em regra. que confere ao próprio réu o direito de subscrever pedido de revisão criminal. 59 do CP). na verificação dess quanto à periculosidade do condenado. no tempo de cumprimento de pena. A revisão do . podendo tal veredicto. CP. A impossibilidade material de o Estado instituir Casa de A ento de pelo menos um sexto da pena no regime anterior . Não cabe o . havendo demons regime inicial semi-aberto ou autorização para o trabalho externo: submissão. a ao condenado com obediência dos critérios legais. uma vez que o recurso especial não tem efeito suspensivo. f) anistia. se tiver mais de um autor a ofensa. exceto o de tortura. não tenha transitado em julgado. da Lei 8072/90 (“a pena por crime previsto neste artigo será cumprida integralmente em regime fechado” ) -. m o não recebimento dos que vierem a ser condenados ou recolhidos provisoriamente. art. as condições pessoais do réu (§ 3º do art. 33 do CP). expedido em fase de apuração criminal. à falta. impõe-se a diligência visando à complementação do laudo. não revogou o art. § 2º e LEP. somando as penas de todos os crimes. Penal). por isso que ness ade privativa de advogado. Mostra-se insusceptível de acolhimento quando o exame criminológico revela desequilíbrio emocional. em conseqüência. so da lei penal a sentença que impõe ao acusado a condenação por concurso material.

157. 565 do CPP. cuja pena seja igual ou inferior a quatro anos. b. ou para que tenha concorrido. a gravidade do crime. em respeito à coisa julgada. mprimento da pena. não serve de fundamento à adoção do regime fechado. Tribunal. § 2º. cuja pena seja superior a quatro anos e não exceda a oito. cumprir a pena em regime inicial semi-aberto (CP. tendo havido recurso da defesa e da acusação. ncidente. presume a periculosidade do agente. no art. § 2º (22 vezes). § 4º. por duas vezes. desde o princípio. art. Hipótese em que está satisfeito o ra apresentá-las. ou referente a form NIFESTADAS PELO RÉU E PELO MINISTÉRIO PÚBLICO. ao impedir que o condenado apele em liberdade (Lei 6368/76. 33. e c) pelo fato de o advogado do réu não haver formulado perguntas às te . enal. art. como o livramento condicional ou regime mais favorável de execução. rovimentos condenatórios. sor. Embora devidamente intimado. a negativa de uma ou do outro há de ser idoneamente motivada. salvo se já houver sentença condenatória. Não se trata.A Lei 7. 35). pelos crimes previstos no art. § 2º. rguntas às testemunhas de acusação. o defensor do réu deixou de apresentá-las sob alegação de que precisava retira e concluiu. Ao dispor que “o condenado não reincidente. e Lei nº 7210/1984. 75 do CP ("O tempo de cumprimento das penas privativas de liberdade não pode ser superior a trinta anos. os autos deveriam permanecer em cartório. 4. para produzir as razões e contra-razões aos apelos. de direito subjetivo. art. mição da pena por execução de trabalho enquanto preso. tendo em vista o que estabelece o art. por tratar-se de prazo comum às parte o fato de o acórdão da apelação haver adotado como razão de decidir o parecer apresentado pelo Ministério Público em segunda instância. abstratamente considerado. ou de nomear-lhe defensor dativo. o o limite previsto no art. 59. 564. 129 (2 vezes) e no art.a quatro anos se favoráveis as circunstâncias judiciais. deferiu-se habeas corpus para anular o processo a partir da fase das alegações finais. poderia constituir motivo de nulidade do processo penal. nela determinada. PARÁGRAFO ÚNICO. art. 565 do CPP ("Nenhuma das partes poderá argüir nulidade a que haja dado causa. se a pena concreta não excede oito anos. dimento. gularmente inscrito em nenhuma Seccional da Ordem dos Advogados do Brasil. EGIME DE CUMPRIMENTO DA PENA. porém. 155. motivar a imposição de regime inicial fechado.. 1. outorgante do instrumento de mandato com pode o. deixa de intimar o réu para substituir o defensor omisso. e o Ministério Público deixa de recorrer. 2º. não ensejando."). b). Hipótese em que a própria lei. antecipadamente. tenham manifestado suas opiniões sobre o processo (CPP. Hipótese em que. 33. art.. .210/84 (Lei de Execução Penal) só se aplica aos apenados pela Justiça Militar quando recolhidos a estabelecimento prisional sujeito à jurisdição or ses e 16 dias de reclusão. § 1º). qualqu nstituído em apresentá-las. art. o de regime mais severo do que o permitido segundo a pena aplicada. ncípio. bem como em depoimentos testemunhais que comprovaram essa circunstância. art. que a incapacidade perduraria por mais de 30 dias em face da gravidade das lesões sofridas. LEI 7. Código Penal. 5. ato de o réu se encontrar em prisão especial. s (CPP.” ). se não há prova de que estes. j). na qualidade de custos legis. de delito sujeito à disciplina da Lei 8072/90 (Crimes Hediondos) -. ao se ausentarem do plenário para irem ao banheiro. processual. não pode pretender extrair desse fato qualquer nulidade processual. não é considerada para a concessão de outros benefícios. mento da pena dispensa fundamentação. in fine. todos do Código Penal. 458. . legalmente admissíveis. a fim de que outras fossem apresentadas por novo defensor. § 2º.. Não se pode emprestar ao caso dos autos a extensão da regra ínsita no art. por via de conseqüência. deixa de fazê-lo ao fundamento de haver-lhe sido indeferida a retirada dos autos do cartório. III. 112. r prova de prejuízo para o réu. o art. a não intimação pessoal do defensor dativo e a não interposição de recurso especial são fatos que não caracterizam violação ao princípio da ampla defesa. 33.210/84. poderá. Compõe a individualização da pena e assim deve estar devidamente assentado. de vez que o réu. se não ficar demonstrado que resultou em prejuízo para o réu. antes do trânsito em julgado da sentença condenatória. causa de nulidade por cerceamento de defesa se o advogado constituído pelo réu foi devidamente intimado para apresentá-las. ART. impõe-se o reconhecimento do direito do condenado à progressão de regime. do CP prevê faculdade para o juiz sent incidente. cumpri-la em regime semi-aberto” . O Juiz deve observar os critérios do CP. O silêncio a respeito não sugere a observância deste ou daquele regime. I.

uma vez que existe no inquérito policial prova testemunhal decisiva para justificativa dos fatos. 571. do CPP. 564. rgüida dentro do prazo legal (CPP. da condenação através do mandado de prisão e da intimação para apresentar contra-razões a recurso interposto pelo Ministério Público. IV do CP). e 572.provido pelo tribunal . üida no momento oportuno (CPP.689. endimento. independentemente de intimação das partes. não a suprindo a nomeação de defensor dativo. configura nulidade relativa. ão do tribunal do júri). I. azer presente à audiência de instrução. ou seja. O M . art. sanável. ete o acusado a novo júri devem ser argüidas antes desse novo julgamento. § 2º. a Turma indeferiu pedido de habeas corpus em que se sustentava a nulidade das intimações. í-la na sustentação oral. se não arguida oportunamente. III). (Decreto-lei n° 3. salvo em habeas-corpus.é causa de nulidade dessa última decisão. foi previamente intimado para constituir outro. 129. VII e VIII). Art.uta e da data da sessão. e não o do advogado constituído.se verificadas após a decisão da primeira instância. suscetível de convalidação. nas razões de recurso ou logo depois de anunciado o julgamen lém de tratar-se de prazo que corre em cartório. a exigir oportuna impugnação pela parte interessada. se nulidade houvesse seria relativa. 571 . sob pena de preclusão. 500). art. art. sob pena de ficarem superadas. a não concessão da oportunidade legal. desde que não suscitada na oportunidade indicada pela lei processual penal.As nulidades deverão ser arguidas: VII . cuja omissão em apresentar o processo é a falta de intimação para o cumprimento de um determinado ato processual. Alega o recorrente deficiência de defesa técnica por omissão de apresentação do rol de testemunhas em defesa prévia. so do Ministério Público . Aplicação dos arts. pelo fato de constar das publicações somente o nome do defensor dativo. arts. o suscitada na fase das alegações finais (CPP. VIII. 571. eição da denúncia.

II . 129 da CF/88. a decisão no processo administrativo. § 2º). explícita ou implicitamente.P. a razão do pedido de condenação. que foi o de tornar possível a identificação do responsável pela p ente não constituir crime. ou a cassação do despacho que recebeu a denúncia. contrária ao paciente. art. assim. foi proferida antes da sentença condenatória. A eventual ratificação da inicial pelo querelante após o prazo de 6 meses. sem prejuízo da manutenção própria ou da família (CP.P. na denúncia ou na queixa. requerer o arquivamento do inquérito policial ou requisitar novas diligências. a fim de que a defesa.) . 563). ado. ato o nome do querelante e a menção ao fato criminoso. III . a denúncia. 581. 225. salvo quando tais esclarecimentos dependerem de diligências que devem ser previamente requeridas no juízo criminal. é necessário a representação.P. acusado. Assim. A existência de indícios mínimos quanto à autoria e materialidade do crime como condição de procedibilidade da ação pode ser dispensada quando objeto da própria confissão do acu nem "circunstanciação" do fato típico. do C. 18). não teria passado de ato desnecessário e sem aptidão de produzir outros efeitos jurídicos. A questão consiste em saber a necessidade da representação da mãe para autorizar a propositura da ação penal pelo Ministério Público. a Reclamação oferecida pelo pai da ofendida de nova definição jurídica do fato. a teor do que dispõe a parte final da Súmula 524 (CPP. aliás.). art.já estiver extinta a punibilidade. reconheceu a ilegitimidade ativa ad causam do parquet. baixará o processo.for manifesta a ilegitimidade da parte ou faltar condição exigida pela lei para o exercício da ação penal. dabo tibi jus. previstas no art.P. no prazo de 8 (oito) dia cer a denúncia. poder-se-á aplicar o princípio do narra me factum. 516 do C.).” ). a causa petendi. em conseqüência de prova existente nos autos de circunstância elementar. convalidando. se o fizer. Ressaltou eixa (art. I. iada a ação penal quando surgirem novas provas. Nessa última hipótese. No caso. art. ma ou seus pais não puderem prover as despesas do processo. anulando o processo ab initio. a. único caso em que cabe recurso (art. demonstrar o prejuízo próprio (CPP. pelo Conselho de Contribuintes. não contida.s institucionais do Parquet. pela prescrição ou outra causa.

§ 1º. ou gerente. Com efeito. as garantias do Ministério Público de proceder à persecução criminal. do CP ( “Procede-se. quer quanto à defesa. . sem privar-se de recur núncia conterá a exposição do fato criminoso com todas as suas circunstâncias (art. na hipótese do art. cerceia o exercício do direito de defesa e torna inepta a denúncia eno exercício do direito de defesa. ados. excetuadas as hipóteses previstas nos artigos 65. impede a instauração de processo que tenha por objeto o mesmo episódio. inocorrentes no caso. ervados os limites do Município. restou revogado o preceito contido no art.se a vítima ou seus pais não podem prover às despesas do processo.034/1995. do. em protesto contra a posse de novo titular. praticada por organizações criminosas. lo fato de haverem depredado as instalações de delegacia policial. 9. civil. 225. I. mas apenas que se estabeleça o vínculo de cada um ao ilícito. sem individualizar a conduta de cada um dos acusados. mediante ação pública: I. lvo de eventual nulidade passa a ser a sentença. também. ndo emanada a decisão de juiz absolutamente incompetente -. 5º da Lei n.anto à acusação. o qual exige que a identificação criminal de pessoas envolvidas com o crime organizado seja realizada independentemente d midade ativa do Ministério Público para propor a ação penal. 41 do CPP). desse modo. 66 e 67 do Código de Processo Penal. entretanto. A ausência de descrição de qualquer elementar do tipo penal mutila a acusação. assim como esta daquela.

38-STJ). Reservas Ecológicas. Florestas Nacionais. isso no Estado de São Paulo. 84 do Código de Processo Penal que se rejeita. o MP detém legitimidade para promover. pois lá ainda não foi ício da função. 84. . Aplicação da Súmula 140 do STJ. Há previsão constitucional no sentido de que a competência para examinar os recursos das decisões emanadas pelos Juizados Especiais é das Turmas Recursa ederal (Reservas Biológicas. o do ilícito penal (Súmula 140 do STJ). (Art. Parques Nacionais. tanto como vítimas. Argüição de inconstitucionalidade do § 1º do art. além da pena correspondente à violência. n. determinante da fixação do foro por prerrogativa. portanto.iada e organizada a Defensoria no respectivo Estado. A em sua competência. novo caso de competência originária dos tribunais. Áreas de Proteção Ambiental.detenção. Áreas de Relevante Interesse Ecológico e Reservas Extrativistas). Estações Ecológicas.) ia daquele juízo estadual em razão de tratar-se de contravenção (Súm. ária de serviços públicos ou sociedade de economia mista. sem criar. Pena . Assim. não faz com que a mesma se desloque para este Tribunal. e multa. stiça Estadual. de seis meses a três anos. a ação civil por danos resultantes de crime. Precedentes. quanto como autores. é da competência da Justiça Estadual. como substituto processual de necessitados.

reclusão. a fim de que o Ministério Público. este esteja empenhado. icenciado do exercício do mandado. requeira o que lhe parecer de direito. . à falta de prev Constituição Federal.Corromper ou facilitar a corrupção de pessoa maior de 14 (catorze) e menor de 18 (dezoito) anos. (Art. dual é competente. Mero acidente de trânsito.. 218 .‖). ou de suas entidades autárquicas ou empresas públicas. ns. esso desde a denúncia. com ela praticando ato de libidinagem. interesse ou serviço da União a firmar a competência da Justiça Federal. b) quando o crime antecedente for de competência da Justiça Federal). não havendo prejuízo a qualquer bem.os crimes políticos e as infrações penais praticadas em detrimento de bens. serviços ou interesses da União. situação concreta.. II. a princípio. não se podendo. oficiando perante esta. devendo os autos ser remetidos à Justiça Federal de Primeira Instância. a suscitante. do qual resulta crime de lesões culposas. não a do inciso IV do mesmo dispositivo (―IV . ou induzindo-a a praticá-lo ou presenciá-lo: Pena . Note-se que os talões ainda não estavam na . visto que a ECT era mera detentora da coisa perdida. cuta telefônica das conversas do Paciente. competente para julgar o caso.Conflito positivo de competência conhecido para o fim de ser declarada a competência do Juí ância. Seção Judiciária do Estado de São Paulo. serviços ou interesse da União. afastar a competência da JF para o feito. nclusive sexo explícito. Desse modo. a Turma indeferiu habeas corpus fundado na alegação de incompetência ratio a o sistema financeiro e a ordem econômico-financeira‖).ão. Habeas corpus concedido para que se desloque o feito para a Justiça Federal. não apresenta qualquer conotação de crime militar. título de eleitor e carteira de trabalho) não foram utilizados perante órgão da administração federal. mas apenas de opinião emitida a respeito do ofendido. de 1 (um) a mentos falsificados pelo paciente (certificado de alistamento militar.

a Turma anulou o processo desde o recebimento da denúncia. prestando-lhes. chamados a determinado bar para resolver discussão verbal envolvendo clientes do referido estabelecimento comercial e o paciente. aplica-se a todo e qualquer processo em que atuar a Defensoria Pública. que dão margem a impedimento.que torna competente para o julgamento da denunciação caluniosa o juiz que deferira o arquivamento do inquérito ções de pagar as custas do processo e os honorários de advogado. no mesmo processo.que depois teve seu despacho referendado pelo Órgão Especial . a Turma não conheceu de recursos extraordinários que impugnavam a concessão do benefício da assi e facultado requisitar a própria instauração do inquérito à autoridade policial.de território étnico. e por despacho se declarará suspeito. sem prejuízo próprio ou de sua família".ao só deferir o pedido de vista após o término do julgamento. sob o fundamento. não cometeu qualquer ilegalidade o relator . mas em outra instância. coadjuvar a atuação da polí sua imediata declaração. Ressaltou. t. 366. evidenciando o envolvimento de interesses gerais de indígenas. que possui foro privilegiado perante o Supremo Tribu s julgadores. não lhe sendo permitida a iniciativa de modificar. que não pode ser tomado como processo de conhecimento. podendo o juiz determinar a produção antecipada das provas consideradas urgentes e. O inciso III desse artigo se refere ao impedimento de Juiz que. nem constituir advogado. não comparecer. é cinco dias após a arrematação. ordenando a remessa dos autos ao substituto. apesar de não possuir registro no Banco Central do Brasil. local em que se fixa a competência. em momento de f ados por vice-governador. que. como ocorre no caso. a instituição financeira. que ali se encontrava fora de sua atividade funcional. Com base nesse entendimento. quando solicitado ausadas a soldados da brigada militar. não há como entender existir mera tentativa punível. poupando-os para seus filiados. se for o ca . requisitar as diligências investigatórias e acompanhar a polícia civil no desenrolar das investigações. Se o acusado. de "interrom praticar estão previstos na lei processual penal. exige-se do juiz a imparcialidade necessária para proferir as decisões. Aduzem os recorrentes que o princípio da simetria deve ser aplicado para estender ao vice-governador o mesmo tratamento dado ao vice-presidente da República. adjudicação ou remissão. citado por edital. cabe ao Parquet. 89.) ibuição do promotor é definida pela competência do juízo e se essa competência é definida na espécie pelo critério da conexão . a outro. nesse caso. ainda. Isso porque ele não foi parte no processo criminal. pois o crime se consumou no local em que os ofendidos receberam os e-mails e deles tomaram conhecimento. que é correto. dizem respeito ao mesmo processo e não. sado o indicar por ocasião do interrogatório). porém. ficarão suspensos o processo e o curso do prazo prescricional. ampliar ou corrigir a atividade do titular da ação penal. se houver pronu e a instruam. para efeitos penais. já que capta e administra recursos. Assim. mostrando-se sem influência o de o de de previdência privada equiparada. para o exercício da jurisdição. Isso posto.

pois.quando o ato se realizar em cumprimento de carta de ordem. A ciência referente à expedição da carta precatória não a supre. no qual. prazo: IV. ao prosseguir o julgamento. A Turma. concedeu a orde . o editalício. uma vez que a le a nulidade alegada. oportunizando-se a prática dos atos alusivos à defesa. a falta de observação.. não havendo. da data de sua juntada aos autos devidamente cumprida. Felix Fischer alertou que o STF reformou decisão do STJ de que. ção pessoal do defensor dativo.. 593 do CPP (―Caberá apelação. egra geral do art. ainda se encontra. a rigor. o recurso em sentido estrito foi interposto e julgado antes da entrada em vigor da referida norma.” ). precatória ou rogatória. O Min. a nulidade do processo.‖). se a nulidade é absoluta. nulidade no julgamento por falta de intimação pessoal do defensor. não há que se falar em preclusão e reconheceu a nulidade no caso.icando. no prazo de cinco dias: . tendo per-manecido em estado de revelia durante todo o curso do processo. No caso. nte.

sim.P. ..Penal. algo concreto.‖). nal de 2º grau. Jose. 5º.acional. dispensa motivação específica. que persiste sendo de natureza cautelar. ao negar provimento à apelação do Ministério Público. de 21. tassem a delinqüir. em prol da sociedade. então. determine a expedição. mormente à luz do caráter de exceção das prisões provisórias. substituía muitas vezes o cônjuge na tomada de decisões. qualidade de sócia da maioria das empresas envolvidas no esquema. princípio ne reformatio in pejus .368. em face do que conjugadamente dispõem o art. ndido o paciente em liberdade a todo o processo em que foi absolvido. 312 do CPP. dos pressupostos da prisão preventiva previstos no art. para cumprimento da condenação. entado espontaneamente à autoridade policial quando da abertura do inquérito e comparecido aos atos do processo para os quais convocado. requisita. expressamente delegou à lei ordinária definir as hipóteses de cabimento de liberdade provisória. desde logo. sua prisão. . do mandado de prisão. elen -la. dos motivos que a autorizam. no inciso LXVI do art. 35 da Lei nº 6. para sua legalidade. que o dinheiro produto das atividades ilícitas ns antecedentes. só porque primário e de bons antecedentes.1976. sória pois a Constituição Federal. Não é o bastante. a demonstração efetiva da sua necessidade e. simples suposição. com maior rigor.. ao dispor que ‗ninguém será levado à prisão ou nela mantido. assim. 637 do C. a coletividade em risco. evidentemente. O que ali se consignou não é. assim reconhecido na sentença condenatória. e traz implícita a marca da periculosidade do agente. em decisão já confirmada pelo STJ. todavia. Comprovada a existência dos crimes d evidamente fundamentado. da Costa Rica. não há direito líquido e certo deste de apelar em liberdade. do Pacto de S. A denúncia descreve. e o ada ao tráfico internacional de entorpecentes.10. ainda com base em documentos apreendidos. periculosidade e nocividade nele estabelecida como critério para a apreciação. colocando. em face do que estabelece o art. caso já se encontre preso"). mas. quando a lei admitir a libe al de gravidade.

sem prejuízo de poder a instância pré-processual de combate ao crime agir com base em outros elementos idôneos. se deles dispuser. isso em atenção à busca da verda de ofício. nada impede que se faça o exame complementar depois de fluído esse prazo. por revelar interesse particular na investigação penal. de preferência com habilitação técnica relacionada à natureza do exame. Com esse entendimento. da repressão penal. de imparcialidade.1º. 209 do CPP permite que o juiz ouça outras testemunhas além das indicadas pelas partes. Note-se. quando se evidenciar que esse servidor do Estado. porém. 299. . age facciosamente ou quando se dem dado na alegação de insuficiência de provas para a condenação. I. § único do CP (falsidade ideológica) e no art.689. O depoimento testemunhal do agente policial somente não terá valor. Juizados especiais criminais. l) crimes contra a honra. se o primeiro exame pericial tiver sido inc uatro informantes descompromissados e dois peritos (esses últimos são auxiliares do juízo). i) homicídio e lesão corporal culposos. ção policial. etada como renúncia tácita ao sigilo. da ocorrência de lesões graves em decorrência da agressão. j) júri. 168 . que o art.audo por duas pessoas idôneas portadoras de diploma de curso superior. anceiro nacional. em confissão policial retratada. (Decreto-lei n° 3. a Turma indeferiu habeas corpus impetrado em favor de ex-prefeito condenado como incurso no art. Art.Em caso de lesões corporais. do DL 201/67.

IX. em parte. ção Federal. 224 do CP.. os policiais entraram na residência do acusado sem exibir o mandado de busca e apreensão. efetivamente. se quiser. desfecharam tiros de revólver em . entendendo que. para se apurar. mesmo não argüido na Sessão do Júri. pois. legítima se apresenta a invasão domiciliar realizada sem m er a lacuna da lei sobre o tema.O relator negará seguimento a recurso manifestamente inadmissível. enos. não enseja a nulidade do julgamento. o prolator da pronúncia. não exclui a recorribilidade de suas decisões. podendo ser ouvidas até três testemunhas.‖). . pertinente à existência de dolo na conduta atribuída ao acusado. ficando prejudicada a tese relativ á motivo à nulidade a sentença que. mas. 6. no exame das provas colhidas. tendo sido deflorada pelo paciente. 557 do CPC... compreendida nessa proibição a leitura de jornais ou qualquer escrito. (. sobretudo se o juiz teve desse fato pronto conhecimento. na denúncia ou na queixa. prejudicado ou .. mantida no acórdão impugnado. baixará o processo.P. III. 557 . ensejaria o perdão judicial (arts.) Havendo. desclassificado o delito pelo Conselho de Sentença do Tribunal do Júri. na convicção de que a vítima foi coagida a manter relações sexuais.‖). va. desconsiderando a aplicação do art.?". se existem outras comarcas mais próximas do distrito da culpa. indagar ao Conselho de Sentença se o réu quis. como proclama o Supremo Tribunal Federal. II. para cassar o acórdão que des ação estável e permanente ("societas delinquendi") e corresponde ao art. 62 do C. s. produza prova. A mudança na definição dada aos fatos. Relator.. 89 da Lei n. 18. não significando superioridade em relação ao defensor. o que não é o caso. a decisão a quo extrapolou os limites do art. não só se aprofundado. principalmente nde se encontra a peça por ele lida ou citada. ntença. na espécie. prevista no art. por maioria. onde não subsistem os motivos do desaforamento. do CP). produzindo-lhe as lesões descritas a fls. Tratando-se de defeito no questionário que pode levar o Conselho de Sentença a erro. No caso. 140. § 1º. de três dias.. ta a suspensão condicional do processo. o art.” ). Prosseguindo o julgamento. Ten em situação de retorsão imediata.099/1995. quando a ausência do elemento intencional é invocada como fundamento essencial da ntradição que se revela apta a gerar a nulidade processual é somente aquela que se manifesta nos votos proferidos pela maioria dos Jurados. impõe-se a declaração da nulidade do julgamento. 288 do CP. Ademais. ―tratando-se de crime de tráfico de caráter permanente. da mesma Lei prevê a agravante no caso de concurso eventual de pessoas ("societas criminis") e corresponde ao art. fale e. e 107. por conseqüência. Habeas corpus deferido. a responsabilidade do p se pode pretender a nulidade do julgamento por defeito do questionário. cujo conteúdo versar sobre matéria de fato constante do processo. concedeu a ordem. A formulação de quesito sobre o dolo direto torna-se indispensável. em seguida. 9.. a Turma.625/1993. o que. improcedente. no dizer do Min. demais. âncias da causa. assim como o relativo ao nexo causal com o resultado morte.fazê-lo diretamente para a comarca da Capital do Estado. observado o princípio da igualdade das partes (artigos 433 e 497). o da Lei no 8. fundamenta a condenação pelo crime de estupro. para que outro se realize. a fim de que a defesa. no prazo de oito dias. ajusta-se ao zelo do juiz quanto à tipicidade dos fatos para assim proceder. 156). não sendo possível inferi-la da eventual incoerência de um ou de alguns votos minoritários. no caso. a morte da vítima. (Art. Amba mplicitamente. Respondido afirmativamente esse quesito.

no que tange ao não recolhimento à prisão. e 77). ções. exclusivamente. 5. Alegaç se empírica do juízo de valor que induzir à exasperação da pena pode resultar do contexto da motivação global da sentença condenatória: por isso. 33. O Tribunal anulou o julgamento amplamente. anular a dosimetria da pena e determinar que outro julgamento se faça. não pode ser considerada inidônea. m do Ministério Público. por vício formal. a decisão que. também de referência ao homicídio tentado. mantida a condenação. determinando que o réu fosse submetido a novo pronunciamento do Júri.fringentes somente são oponíveis a acórdão proferido em sede de apelação ou de recurso em sentido estrito. não pode o Tribunal acolher n ntava a inviabilidade de furto privilegiado. 4.incluí-la na sentença de pronúncia. com aquela forma de cumprimento da pena (CP. u o princípio de que somente se anula ato processual se comprova-do o prejuízo para a defesa. é de rigor a aplicação da norma que determina o aproveitamento dos recursos equivocadamente interpostos. se fundado em motivos que não sejam de caráter exclusivamente pessoal. estabelecendo a pena correspondente ao furto qualificado tentado. arts. A sorte de direito material é a mesma. exasperar a pena imposta no primeiro. 25). aproveitará aos outros. quanto à motivação da pena. § 2º. . O DE NULIDADE E ANULAR O PROCESSO A PARTIR DA CITAÇÃO POR EDITAL. Se for dado provimento à apelação. recurso interposto pela acusação.como o fez . podia o Juiz . SÚMULA 160. Entende-se em tal hipótese que o pedido formulado pelo MP compreende implicitamente o de indeferimento do sursis . êntico veredicto. Habeas Corpus deferido para. art. a decisão do recurso interposto por um dos réus. na linha do adágio "pas de nullité sans grief". Até então nã sua decisão em "reformatio in pejus".No caso de concurso de agentes (Código Penal. Quanto o réu é absolvido na primeira instância e o Ministério Público apela com base na prova. e mesmo considerando que os erros cometidos são incomuns. 4. não comprometendo a validade da sentença. além d sua conservação. nem do réu. essa decisão aproveitará aos não apelantes. aproveita aos outros não recorrentes. la exclusão da qualificadora inserta no inciso IV do § 2º do artigo 121 do Código Penal. ora paciente. .) rposição do recurso por um.

rt. art. 61 da Lei n. na espécie. nem de sanção pecuniária (multa). E sendo incabível a assistência. suscetível de transação penal de prer desse modo. . 91). sem exceção. também o é a sustentação oral (RISTF. a iniciativa oficial do Ministério Público à delação postulatória da vítima. e constrangimento à liberdade de locomoção. § 1º). está caracterizado crime de menor potencial ofensivo. os delitos que a lei comine. Logo. no máximo. e sim na de custos legis. pena detentiva não superior a dois anos. 9.ão de órgão acusador. mesmo naqueles procedimentos penais instaurados em momento anterior ao da vigência do diploma legislativo em questão (art. 131. ou multa.099/1995. anto ocorrer o descumprimento injustificado da restrição imposta‖). e habilitação para dirigir veículos automoto-res.

―em caráter estrito‖. sob pena de ofensa à coisa julgada. inexistente. 117 da Lei de Execução Penal. de exame criminológico antes da decisão sobre a permissão de trab fício. E tal ausência de incompatibilidade há de persistir sendo afirmada ainda quando se trate de condenado por crime hediondo ou delito equiparado. desde que preenchidos os requisitos legais. (Art. A revisão dos processos findos será admitida: I . Não cabe o regime inicial fechado.quando a sentença condenatória se fundar em depoimen a Lei n. "desde que tomadas as cautelas contra a fuga e em favor da disciplina". ―Se o condenado que praticar a falta grave estiver no regime fechado. no art.) nto desse direito.condenado acometido de doença grave. 7. II .das decisões definitivas.fase de apuração criminal. 621. Se de um lado a fuga não p . . de todo o tempo de prisão processual. na verificação desse requisito temporal mínimo. a desequilíbrio emocional. ver mais de um autor a ofensa. IV . visto que a Lei n. ou com força de definitivas. I – CPP). está sujeito ao efeito secundário da regr maior de 70 (setenta) anos. (Art.condenada gestante. Com base nesse entendimento e considerando ainda: a) que o seqüestro do a gravidade genérica do crime. por isso que nessa hipótese a decisão judicial é apelável. ade material de o Estado instituir Casa de Albergado não autoriza o Poder Judiciário a conceder a prisão-albergue domiciliar fora das hipóteses contempladas. proferidas por juiz singular nos casos não previ al (art. incluído o anterior à sentença condenatória: exigência. porém. se a quantidade da pena imposta pela sentença permite que seja estabelecido o aberto e as circunstâncias judiciais são favoráveis ao réu.quando a sentença condenatória for contrária ao texto expresso da lei penal ou à evidência dos autos. II . arts. III .condenada com filho menor ou deficiente físico ou mental. todos responderão solidariamente pela reparação. além de ser submetido à sanção disciplinar. 36 e 37): cômputo. 8.210/1984). Caberá apelação no prazo de 5 (cinco) dias: II ."). não podendo fazê-lo regredir para regime mais severo. cujo cumprimento se impõe antes mesmo do trânsito em julgado da condenação. havendo demonstrado o preso não possuir constrangimento pelos atos delituosos cometidos e não se sentir obrigado a conformar-se com os padrões vigentes da vida gregária. 621. 593.

b. com escritório monta-do e frequentando o presídio onde o mesmo se achava preso.2º. 6. Inocorrência de ofensa. ou referente a formalidades cuja observância só à parte contrária interesse. que estabelecerá o regime inicial em conformidade com o disposto no art. aos abelecimento prisional sujeito à jurisdição ordinária. a falta de comprovação atualizada quanto ao pre ensejando. do réu não haver formulado perguntas às testemunhas . insusceptível de ser declarada sem prova de prejuízo. qualquer nulidade processual. ntá-las sob alegação de que precisava retirar os autos do Cartório."). isto é.o que. nesse caso. 2. à conduta social. ante do instrumento de mandato com poderes "ad judicia". ao princípio constitucional da ampla defesa. por tratar-se de prazo comum às partes. ausente na espécie (Súmula 5 ara que tenha concorrido. ensejaria nulidade meramente relativa. o que não lhe foi permitido por se tratar de prazo comum às partes. “atendendo à culpabilidade. A sentença e o acórdão afirmaram. . à personalidade do agente. porém. não poderia deduzir que a outorgada. 5. 59 do CP. por via de conseqüência. tório. aos antecedentes. do CP prevê faculdade para o juiz sentenciante. in fine. 2. se chegasse a constituir exercício deficiente da defesa. Hipótese em que está satisfeito o pressuposto objetivo referente ao cumprimento de um sexto da pena total a que condenado o paciente. cuja profissão declarada é a de servente de pedreiro.

) e indicada pela lei processual penal. VIII . em audiência ou em sessão do tribunal. rso ou logo depois de anunciado o julgamento do recurso e apregoadas as partes. como também deixou de requerer a produção de prova testemunhal. logo depois de ocorrerem. a . nhal decisiva para justificativa dos fatos. cuja omissão em apresentar contra-razões à apelação do MP ensejara a designação daquele pelo juiz.ado constituído.as do julgamento em plenário. O Min. Relator ressaltou que a Defensoria Pública estadual expressamente desistiu do oferecimento da defesa prévia do recorrente.

Parágrafo único. fale e. A prova de miserabilidade que está na declaração de pobreza firmada pelo pai da ofendida é suficiente e tempestiva. ossível a identificação do responsável pela prática eventual do crime de denunciação caluniosa. 225. § 2º. . art. o juiz ba da quando objeto da própria confissão do acusado. no prazo de 8 (oito) dias. Ressaltou-se que não é inepta a denúncia que faz remissão a laudos periciais comprometedores e estriba-se no relato do fato criminoso. Além do mais.ação penal pelo Ministério Público. pois fim de que a defesa. se quiser. quando há a fla Reclamação oferecida pelo pai da ofendida atende aos requisitos da representação a que se refere o CP. produza prova. Se houver possibilidade de nova definição jurídica que importe aplicação de pena mais grave. no crime de atentado violento ao pudor. podendo ser ouvidas até três testemunhas.

sem privar-se de recursos indispensáveis à manutenção própria ou da família. impondo o trancamento da ação penal. spesas do processo. o direito de defesa e torna inepta a denúncia. A Turma concedeu a ordem para anular a decisão que recebeu a denúncia. .anizado seja realizada independentemente da existência de identificação civil.” ).

regulamentou a competência das Turmas Criminais para julgar os recursos interpostos de decisões proferidas pelos Juizados Esp . pois lá ainda não foi implementada a Defensoria Pública. I). r s Juizados Especiais é das Turmas Recursais (CF.o Estado de São Paulo. 84. (Art. dos Tribunais Regionais Federais e Tribunais de Justiça dos Estados e do Distrito Federal. art. de Processo Penal que se rejeita. A Lei que instituiu os Juizados Especiais Criminais. 98. A competência pela prerrogativa de função é do Supremo Tribunal Federal. do Superior Tribunal de Justiça.

Desse modo.‖). restando possuidor o banco.. a Turma não conheceu de o fim de ser declarada a competência do Juízo Criminal. de 1 (um) a 4 (quatro) anos. Note-se que os talões ainda não estavam na disponibilidade do correntista. essa competência será da Justiça Estadual. se da União.) fundado na alegação de incompetência ratione materiae da Justiça estadual. à falta de previsão legal expressa atribuindo à Justiça Federal a competência para o julgamento dos referidos delitos.reclusão. Com esse fundamento..ou presenciá-lo: Pena . .

petência. mostrando-se sem influência o de onde foram enviadas as mensagens. 312). de fato ou de direito. provas consideradas urgentes e. que é correto. assistência financeira através de empréstimos pessoais. prestando-lhes. se for o caso. de "interromper-se o julgamento já iniciado para atendimento ao ora requerido não tem amparo legal". us filiados. de modo que caberia ao Superior Tribunal de Just o fundamento. mas em outra instância. em momento de folga. ao fundamento de que não haveria crime militar. promotor natural é o que estiver atuando perante esse juízo. se houver pronunciado. as causas de impedimento são taxativas e as normas que as enumeram em "numerus clausus" são de direito estrito. nesse caso. j sui foro privilegiado perante o Supremo Tribunal Federal. pugnavam a concessão do benefício da assistência judiciária sob a alegação de ter sido ele deferido sem a devida comprovação de insuficiência de meios. uet. o STM reformara decisão de juíza auditora que declinara da competência. ao acolher recurso interposto pelo Ministério Público Militar. Sustentam. . A Seção conheceu e deu provimento ao conflito para declarar competente o juízo federal. mas não substituí-la. ainda. nos termos do disposto no art. sobre a questão. No caso. decretar prisão preventiva. Ademais. de sua atividade funcional. que quando proferida a decisão judicial pela incompetência. quando solicitado. o vice-governador estava no exercício pleno do governo. coadjuvar a atuação da polícia judiciária. pois haveria a contrariedad cebimento da denúncia. inquérito policial e investigação ministerial. o. Entendeu correto não poderem conviver simultaneamente dois procedimentos investigatórios. uiz que deferira o arquivamento do inquérito -.

. o prosseguir o julgamento. uma vez que a lei processual não possui efeito retroativo. concedeu a ordem.ação pessoal do defensor.

Também. Dispõe sobre os crimes de "lavagem" ou ocultação de bens. a prevenção da utilização do sistema fin CPP. com ou sem fiança. 3.613.072. 2. o ou nela mantido. dos motivos que a autorizam.1990. de 26.. não há suficiente fundamentação.Penal. Recurso especial.1976.368. cuja atuação somente cessou com o art. e o § 2º do art. . 637 do C. 5º da C ue o dinheiro produto das atividades ilícitas praticadas pela organização criminosa era transferido para pessoa jurídica no Uruguai e depois. DE 3 DE MARÇO DE 1998. 35 da Lei nº 6.P. de 21. (LEI Nº 9. e. 312 do CPP. 2º da Lei nº 8. assim. quando a lei admitir a liberdade provisória.10. Nem mesmo o inciso LVII do art.7. Menos. que não tem efeito suspensivo da condenação. na manifestação do MP pela prisão do paciente. como um dos protagonistas da organização criminosa. direitos e valores. de interpor. retornava ao Brasil como se fossem empréstimos contratados por empr caráter de exceção das prisões provisórias. em liberdade. com a intermediação bancária. elencados no art. ainda. Comprovada a existência dos crimes descritos na denúncia e havendo suficientes indícios da autoria e da participação intensa e efetiva do paciente.

de ofício. do ofendido ou do acusado. se o primeiro exame pericial tiver sido incompleto.s. Doutrina e jurisprudência. do DL 201/67. proceder-se-á a exame complementar por determinação da autoridade policial ou judiciária. ou de seu defensor as partes. age facciosamente ou quando se demonstrar . penal. I. ou a requerimento do Ministério Público.que as suas declarações não encontram suporte e nem se harmonizam com outros elementos probatórios idôneos. isso em atenção à busca da verdade real.tal como ocorre com as demais testemunhas . .1º. ógica) e no art.

a responsabilidade do paciente bastava o quesito sobre se. por isso mesmo. em observância ao p inadmissível. Ambas as hipóteses contém explicitamente a circunstân-cia elementar do crime praticado com associação de delinqüentes. Tendo em vista que não ocorreu nova definição jurídica do fato. 62 do C. principalmente. para cassar o acórdão que desaforou o feito diretamente para a comarca da Capital. com o risco de influenc é invocada como fundamento essencial da defesa. das provas colhidas. § 1°-A Se a decisão recorrida estiver em manifesto confronto c . estável ou eventual. explica. os três quesitos. formulados e respondidos. não há falar-se em mutatio libelii. indispensável ao recebimento da denúncia. em vez de se lhes perguntar se o acu cia de um ou de alguns votos minoritários. afirmativamente. e que o réu se defendeu da prática do crime de estupro pelo qual foi acusado. imp Conselho de Sentença do Tribunal do Júri. (. do Supremo Tribunal Federal ou de Tribunal Superior. Tendo sido. postas na apelação. tendo sido deflorada pelo paciente. sem justificar os motivos da exclusão das comarcas mais próximas. apurar. Não há que se falar em nulidade quando todas as teses da defesa. de qualquer modo. devendo o Tribunal de Justiça indicar comarca mais próxima do distrito da c nis") e corresponde ao art. em seguida. com observân se realize.do. O Supremo Tribunal Federal. improcedente. concorreu para o crime (art. Outrossim. era de rigor o indeferimento do perdão judicial pelo Tribunal e não car presenta a invasão domiciliar realizada sem mandado judicial‖.Penal). em parte. ficando prejudicada a tese relativa à nulidade da sentença por vício na fixação da pena. tecido considerações altamente desairosas à acusada e altamente favoráveis à vítima. ao zelo do juiz quanto à tipicidade dos fatos imputáveis.. Descrevendo a denúncia pluralidade de agentes.) uais. foram devidamente enfrentadas por acórdão motivado e fundamentado. deixou de observar o comedi-mento exigido pelo Código de Processo Penal. o juiz processante deve conceder ao MP oportunidade para propor a suspensão condicional do processo quando presentes os requisitos legais. prejudicado ou em confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do respectivo tribunal. mas. como a ação penal não ultrapassou a fase instrutória. já decidiu que inocorre nulidade na circunstância de se indagar aos jurados se o réu agiu dolosamente. no caso..P. 29 do C.

não pode o Tribunal acolher nulidade não argüida no apelo e anular o processo a partir da citação por edital: Súmula 160.que são dados objetivos irretorquíveis do caso . 5. às "circunstâncias e gravíssimas conseqüências do crime" . Ao determin motivação da pena. no item específico.ao fundamentar a condenação. já se esmerara e . a decisão que.aproveitará aos não apelantes. 6. no habeas corpus. e referência ao homicídio tentado. Até então não se poderá falar em trânsito em julgado. de "reformatio in pejus". clusivamente. spondente ao furto qualificado tentado. A apelação do réu ensejava à Corte julgadora anular o julgamento no que se referia à condenação por homicídio qualificado consumado. Alegação. além de aludir.

. 91). iploma legislativo em questão (art.nsivo. suscetível de transação penal de prerrogativa exclusiva do Ministério Público.

não impede o livramento condicio considerando ainda: a) que o seqüestro dos bens integrantes do patrimônio do réu. Se de um lado a fuga não pode ser considerada como fator negativo. de outro não menos correto é que a prática delituosa a partir dela torna incontroversa a falta da indispensáv antes da decisão sobre a permissão de trabalho externo ou a progressão do regime. não impede obviamente a sua utilização para ressarcir os danos causados pelo delito. exames ou documentos comprovadamente falsos. ou seja. visto que a Lei n. terá interrompido o tempo de cumprimento da pena para efeito de progressão. como é sabido. se descobrirem novas provas de inocência do condenado ou de circunstância que determine ou autorize diminuiç nar. após a sentença. está sujeito ao efeito secundário da regressão. III . do ou delito equiparado. Mirabete). o que.072/1990. devendo cumprir mais de um sexto do restante a partir da falta grave para obtê-la‖ (J. F. vida gregária. 8.feridas por juiz singular nos casos não previstos no Capítulo anterior. tendo em vista consubstanciar direito natural. b) que o valor da .quando.) ntença condenatória se fundar em depoimentos. no particular do regime de pena. A ess e Execução Penal. apenas faz obrigatório que a reprimenda prisional seja cumprida integralmente em regime fechado. enquanto medida acautelatória dos direitos da vítima.

l da ampla defesa. nã presídio onde o mesmo se achava preso. bem como ao comportamento da vítima” . Em princípio.‖)." 7. à personalidade do agente. aos motivos. "diante do longo período de pena a ser cumprida e das infrações já cometidas no cárcere. ta de comprovação atualizada quanto ao preenchimento dos requisitos subjetivos à concessão do benefício pretendido pelo paciente. às circunstâncias e conseqüências do crime. . mas a sua deficiência só o anulará se houver prova de prejuízo para o réu. era falsa advogada e que se valia da inscrição de profissional habilitado para agir em Juízo.duta social. ausente na espécie (Súmula 523: ―No processo penal. Comprovado nos autos o prejuízo para o réu pela inexistência de defesa técnica porque patrocin a de prejuízo. a falta de defesa constitui nulidade absoluta.

é de rigor. apesar de. Relator. no inquérito policial. opõe-se à motivação exposta na sentença. No dizer do Min. junto com o protesto de inocência do réu.requerer a produção de prova testemunhal. no c . constar o depoimento da testemunha que.

Legitimidade do Ministério Público para oferecer denúncia por se tratar de ação penal pública condicionada. pois feita antes do oferecimento da denúncia. a fim de que o Ministério Público possa aditar a denúncia ou a queixa.atentado violento ao pudor. o juiz baixará o processo. 101 do CP) e o MP é parte legítima para propor a ação independentemente do oferecimento de representação pela mãe d da ofendida é suficiente e tempestiva. a ação penal é pública incondicionada (art. se em virtude desta houver sido instaurado o processo em crime de ação pública. o pr . orte aplicação de pena mais grave. abrindo-se. em seguida. quando há a flagrante evidência de violência real.

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relativamente às pessoas que devam responder perante eles por crimes comuns e de responsabilidade. o STF julga HC proferido contra decisão da Turma Recursal. §§ 1º e 2º). (N.099/95.e Justiça dos Estados e do Distrito Federal. § 1° A competência especial por prerrogativa de função. art. enquanto esta julga os HC contra decisões de juízes do Juizado Especial) . 9. relativa a atos administrativos do agent s de decisões proferidas pelos Juizados Especiais (L. 41.: em resumo.A.

sse fundamento. a Turma não conheceu de recurso extraordinário interposto pelo Ministério Público Federal. no qual se pretendia ver reconhecida a competência da Justiça Federal para julgar o crime de gestão fraudulenta de estabelecimentos .

pela justiça gaúcha. já que o paciente não estava em situação de serviço. infere-se que a sus" são de direito estrito. gação ministerial. Nesse ínterim. in casu. Porém aduziu que. 105. pois haveria a contrariedade de textos constitucionais e infraconstitucionais. in casu. da CF/88. processo pe odo que caberia ao Superior Tribunal de Justiça julgá-lo. a. não usara arma da corporação e o delito ocorrera fora de estabelecimento militar. A Turma afastou a competência do STJ. fora instaurado. considerando que da leitura do art. houve a denúncia do próprio delegado por prática de tortur . tendo em vista que é dele a competência para julgar o governador.ndamento de que não haveria crime militar. I. dado o caráter acessório e subsidiário da atuação do Parquet.

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em tal hipótese.ores. entendendo que as justificativas expostas pelo decreto impugnado evidencia a necessidade da garantia da ordem pública e econômica e a aplica . 5º da Constituição Federal ampara o agente. cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras . enquanto não transitar em julgado a condenação. não lhe outorgand e fossem empréstimos contratados por empresas do grupo. bem como a circunstância de seu envolvimento em fatos anteriores da mesma natureza.COAF. a evidenciar que nem mesmo a descoberta dos ilícitos e o início da 3.) criminosa. cuja atuação somente cessou com a prisão temporária de seus integrantes. Nem mesmo o inciso LVII do art. pois serve apenas para impedir a inclusão de seu nome no rol dos culpados. a Turma denegou a ordem. Isso posto. e dá outras providências. a prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei.

No exame complementar. os peritos terão presente o auto de corpo de delito. ou de seu defensor.Se o exame tiver por fim precisar a classificação do delito no a batórios idôneos.ofendido ou do acusado. . a fim de suprir-lhe a deficiência ou retificá-lo. § 2° . § 1° . Doutrina e jurisprudência.

e Processo Penal. a Turma denegou a ordem. em detrimento de uma das partes. para que outra se profi-ra. As normas constitucionais que descrevem os direitos fundamentais não podem ser interpretadas de maneira absoluta. os três quesitos. tivado e fundamentado. nto do perdão judicial pelo Tribunal e não caracteriza reparação em via de HC. em observância ao princípio do devido processo legal e seus consectários. ademais. ou apontar os motivos de exclusão de todas as que se encontram nessa situação. será possível designar a comarca da Capital. impõe-se anulação de tal sentença. ente.ndicar comarca mais próxima do distrito da culpa. somente. improcede a alegação de supresa para a defesa. aí. em vez de se lhes perguntar se o acusado procedeu culposamente. do a denúncia pluralidade de agentes. com observância. mativamente. sem os excessos cometidos. nem arguído nulidade na oportunidade prevista no inc. ou de Tribunal Superior. A resposta afirmativa ao quesito sobre o dolo direto prejudica a formulação dos quesitos concernentes ao dolo eventual e ao homicídio culposo. porque o réu deve se defender dos fatos narrados da denúncia e não da capitulação legal que a denúncia deu ao delito. tendo em vista a Constitu ão recorrida estiver em manifesto confronto com súmula ou com jurisprudência dominante do Supremo Tribunal Federal. Isso posto. o relator poderá dar provimento ao recurso. dos artigos 479 e 484 do Código de Processo Penal e não havendo a de-fesa apresentado qualquer reclamação. no prazo de cinco dias . com o risco de influenciar indevidamente os jura-dos. VIII do a em mutatio libelii. § 1° Da decisão caberá agravo.

contra cuja condenação não houve apelação. a existência e a extrema gravidade da culpa. Ao determinar. guardam . "chega a tangenciar o dolo eventual": são motivos explicitados de exasperação que. para o acórdão. já se esmerara em demonstrar. em seu conjunto. Na in damentar a condenação. também quanto ao crime tentado.micídio qualificado consumado. entretanto. 7. o Tribunal local a renovação integral do julgamento. que. ultrapassou os limites do recurso. pelo Júri.

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o trabalho externo. a torna incontroversa a falta da indispensável ressocialização. tampouco. Mirabete). anos causados pelo delito. causa legal de reversão. é sabido. A essa causa interruptiva. porque cumprindo pena reclusiva sob o regime fechado. F. b) que o valor da reparação a ser paga pelo sentenciado na qualidade de devedor solidário nada tem a ver com a extensão da vantagem ilícita por ele obtida com o crime. deve subordinar-se o paciente que cometeu falta grave. e c) que. embora co-responsável pelo pagame . não impede o livramento condicional e.unstância que determine ou autorize diminuição especial da pena.) ta grave para obtê-la‖ (J.

não cabe decidir. O acórdão stência de defesa técnica porque patrocinada por pessoa inabilitada para o exercício da advocacia." 7. do que resultou por comprometer o seu "status libertatis". 8. impõe-se a declaração da nulidade do processo a partir do interrogatório . desde logo. pois depende de prova complexa a ser apreciada no juízo das execuções criminais. sobre progressão de regime de cumprimento de pena.já cometidas no cárcere. em habeas corpus. Em princípio.

no caso. a anulação do feito a partir da defesa prévia. é de rigor. Relator.nça. inclusive. oportunizando-se ao imputado a produção de prova oral injustificadamente desprezada no processo de sua condenação e renovando-se a . No dizer do Min.

que poderá oferecer prova. o prazo de 3 (três) dias à defesa. Com esse entendimento. cassando o acórdão recor e ação pública. arrol . a Turma deu provimento ao recurso para. em seguida. abrindo-se.o oferecimento de representação pela mãe da vítima.

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prevalece ainda que o inquérito ou a ação judicial sejam i ecisões de juízes do Juizado Especial) . relativa a atos administrativos do agente.nção.

IX e X) e o resultante da .e de gestão fraudulenta de estabelecimentos bancários (Lei 1. VII. art.521/51. VI. 3º.

pela justiça gaúcha. I. prop ra do art. processo penal no qual homologada transação penal.nstaurado. já transitada em julgado. a. infere-se que a prerrogativa por função é exclusivamente do titular do mandato de governador. po . não contemplando seus eventuais subst cia do próprio delegado por prática de tortura na condução de investigações e de inquéritos. da CF/88. Não se cuidou. 105.

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paralisaram a sua atuação. no âmbito administrativo e criminal. em julgado a condenação. não lhe outorgando o direito à liberdade até que isso aconteça. além de que restou comprovada a materialidade delitiva como indícios suficientes da au . ntia da ordem pública e econômica e a aplicação da lei penal.mesmo a descoberta dos ilícitos e o início da sua apuração.

l. 129. § 1°. deverá ser feito logo que decorra o . do Código Penal.or fim precisar a classificação do delito no art.

sobr maneira absoluta.o homicídio culposo. ao órgão competente para o julgamento do recurso. e. se não houver retratação. VIII do art. o rel . 571 (do C. tendo em vista a Constituição se firmar como um conjunto aberto de regras e princípios. e na oportunidade prevista no inc.). no prazo de cinco dias. não é de ser esta reconhecida.P. ecisão caberá agravo.P.

em seu conjunto. 7. guardam congruência lógica e jurídica com a severíssima quan . Na inicial o impetrante alega que houve "reformatio in pejus".o. ultrapassou os limites do recurso. pois a decisão prejudi speração que.

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embora co-responsável pelo pagamento total da dívida.c) que. a obrigação do co-réu está naturalmente limitada à capacida .

no caso. .juízo das execuções criminais. O acórdão. teve como "prematuro" o exame criminológico realizado no paciente dade do processo a partir do interrogatório e a expedição do alvará de soltura. 8.

.cesso de sua condenação e renovando-se a intimação do réu e de seu defensor.

estão cobertas pela imunidade prevista Em nome do Princípio da Legalidade. 150. SÚMULA 094: A parcela relativa ao ICMS inclui-se na base de cálculo do FINSOCIAL. a segurança para fins de 03. A Seção. serviços de telecomunicações. empréstimos e aplicações financeiras. COMERCIALIZAÇÃO DO PRODUTO DE SUA ATIVIDADE AGRO-INDUSTRIAL. haja vista p A contribuição social devida aos conselhos regionais de fiscalização profissional tem natureza tributária (art. somente alcança as entidades fechad SÚMULA 724: Ainda quando alugado a terceiros. STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ SUM SUM SUM SUM JR-NJ 027 031 044 045 190 200 Imunidade Imunidade Anterioridade Imunidade Lei Complementar Imunidade Imunidade Imunidade Imunidade Legalidade Imunidade SÚMULA 730: A imunidade tributária conferida a instituições de assistência social sem fins lucrativos pelo art.a assembléia geral fixará a contribuição que. natureza. ISENÇÃO. portanto. A contribuição federativa prevista no art. Porém. 149. e não cabe ao Judiciário fazê-lo a fim de adequar a lei à realidade.Imposto sobre Operações Financeiras.de que cuidou o RE 150. autonomia e fontes. A norma da alínea "a" do inciso VI do artigo 150 da Constituição Federal obstaculiza a incidência recíproca A imunidade tributária de instituições de assistência social (CF art. da CF/88.755-PE (DJ de 20.não se sujeitam às elevações de alíquotas do FINSOCIAL .08.Tributário 01. do PIS e do FINSOCIAL sobre as operações relativas a energia elétrica. essa exigên IMUNIDADE RECÍPROCA . somente a lei pode estabelecer a redução ou aumento de um tributo. Tributos: conceito. 154. princípios constitucionais e repartição de receitas. dada pelo art. c. de 1991. 150. Função dos tributos. sob a conotação do direito adquirido. seja sob a Carta de 1969. por maioria. seja sob a Constituição Federal de 1988. c) não abrange o ICM. da CF/88). classificação e espécies. só é exigível dos filiados ao sindicato respectivo. não poderá ser revogada por lei ordiná COOPERATIVA. IV. DIREITO ADQUIRIDO. exige que o exercício de tal competência seja feito através de lei complementar. VI. derivados de petróleo O fato gerador de tal contribuição é a relação laboral entre o obreiro e o empregador e não o efetivo pagamento da remuneração (discutia-se a data de vencimento da contribuiç A contribuição previdenciária sobre o pagamendo dos administradores. ICMS. CRÉDITO. conteúdo. 150. IV. 8º. concedeu.É constitucional a Contribuição Social criada pelo art. independentemente da matéria que regula. As empresas exclusivamente dedicadas à prestação de serviços . da Constituição. TRF-4 TRF-1 STJ STJ STF STJ STJ TRF-1 STF STF STF STF TRF-4 STJ STF SUM EJ482 193 SUM SUM 161 165 EJ436 042 JR SUM SUM SUM SUM 007 COFINS COFINS COFINS COFINS COFINS Contribuição previdenciária Contribuição previdenciária Contribuição social Contribuição social Contribuição social Contribuição social Contribuição social Empréstimo compulsório Finsocial Finsocial 021 . d. e. podendo ser repassado aos adquirentes das mercadorias. I. autônomos e avulsos não exigte a comprovação da repercussão para que seja compensada. Sistema Constitucional Tributário: poder de tributar. não sendo necessário que a matéria seja regulada através de lei complementar. não rec ENTIDADES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL. Mediante a captação de recursos. e no regime da Lei 9. Tributo e preço público. Direito Tributário: conceito. SÚMULA 657: A imunidade prevista no art. 033 .424/96 SÚMULA 666: A contribuição confederativa de que trata o art. da Constituição. Código Tributário Nacional. permanece imune ao IPTU o imóvel pertencente a qualquer das entidades referidas pelo art. da CF (―IV . cujo ônus. da CF abrange os filmes e papéis fotográficos necessários à publicação de jornais e periódicos. a cooperativa em questão busca fomentar os cooper SÚMULA 276: As sociedades civis de prestação de serviços profissionais são isentas da Cofins. ENTIDADE FILANTRÓPICA. 02. SÚMULA 732: É constitucional a cobrança da contribuição do salário-educação. 1° da Lei Complementar n° 70. COFINS. 10 do Decreto-lei n° 2288/86) independe da apresentação das notas fiscais. SÚMULA 659: É legítima a cobrança da COFINS. 8º. desde SÚMULA 669: Norma legal que altera o prazo de recolhimento da obrigação tributária não se sujeita ao princípio da anterioridade. sem fins lucrativos. A lei complementar é espécie normativa hierarquicamente superior à lei ordinária. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. 150. da Constituição.A devolução do empréstimo compulsório sobre combustíveis (art.93) . em se tratando de categoria profissional. Exigência fiscal qu As operações relativas à circulação de mercadorias realizadas por instituições de educação e de assistência social. será descontada em folha. irrelevante o regime tributário adotado. VI. IMUNIDADE TRIBUTÁRIA. competência tributária. pa ADC-03: É constitucional o salário-educação. VI. c. ADC-03: A competência residual da União. VI.

COMUNICAÇÃO. destinado a uso próprio. a Turma entendeu que. SÚMULA 577: Na importação de mercadorias do exterior. desde que p Poderá o brasileiro residente no exterior ingressar com seu veículo no território nacional. tem legitimidade para propor ação de repetição de indébito.Não incide o imposto de renda sobre a verba indenizatória recebida a título da denominada demissão incentivada. a energia elétrica e os serviço SÚMULA 020: A mercadoria importada de país signatário do GATT é isenta do ICM. SÚMULA 155: O ICMS incide na importação de aeronave. dispon ICMS. mas. § 2o. (N. para uso próprio. estende-se a isenção do imposto sobre circulação de mercadorias concedida a simi SÚMULA 576: É lícita a cobrança do imposto de circulação de mercadorias sobre produtos importados sob o regime da alíquota "zero".295. de bens salvados de sinistros. 155.Os valores recebidos a título de incentivo à demissão voluntária não se sujeitam à incidência do imposto de renda. "quando a operação. deixa de existir a responsabilidade por substituição para p As entidades filantrópicas de utilidade pública e sem fins lucrativos podem importar bens usados para uso próprio e para atender as suas finalidades institucionais. Na espécie. o fato gerador do ICMS ocorre no recebimento dessa mercadoria pelo importador. SÚMULA 087: A isenção do ICMS relativa às rações balanceadas para animais abrange o concentrado e o suplemento. ao argumento de que tudo que entra na empresa a título de preço pela venda de mercadorias corresponde à ICMS.894/89 e da Lei 8. realizada entre contribui ICMS e Energia Elétrica: Creditamento. ativação. serviço de valor adicionado. os encargos relativos ao financiamento não são considerados no cálculo do ICMS. SÚMULA 152 Na venda pelo segurador. ENERGIA ELÉTRICA. gravados em fitas de videocassete. Não é possível a isenção de Imposto de Renda em face de moléstia grave não especificada em lei.intermunicipal. quando contemplado com esse favor o similar nacional. 155. Prosseguindo o julgamento. SÚMULA 163: O fornecimento de mercadorias com simultânea prestação de serviços em bares.que condiciona a concessão de isenções. SÚMULA 662: É legítima a incidência do ICMS na comercialização de exemplares de obras cinematográficas. 170 do CTN. SÚMULA 071: O bacalhau importado de país signatário do GATT é isento do ICM.: alteração constitucional posterior abriu possibil SÚMULA 573: Não constitui fato gerador do imposto de circulação de mercadorias a saída física de máquinas. que utiliza a energia elétrica na qualidade de consumidora final ? e não como insumo aplicado ICMS na Importação. SÚMULA 095: A redução da alíquota do Imposto sobre Produtos Industrializados ou do Imposto de Importação não implica redução do ICMS. utensílios e implementos a título de comodato. a que se refere o Art. 2º do Decreto-lei 2. que majoraram a alíquota do Finsocial. interestadual e internacional. sendo legítima a cobra ADI 1600 / UF (26/11/2001): Não incide ICMS sobre a prestação de serviços de transporte aéreo. ATIVIDADE COMERCIAL.86. § 2º.147/90. uma vez que as normas que tratam de isenção devem ser interpretadas rest . discute-se a obrigação de recolher o ICMS sobre os valores cobrados a título de acesso. de passageiros . para retorno em prazo estab 054 . quando devida a contribuição por e Só cabe compensação do ICMS se houver lei estadual assim prevendo. na hipótese. incide o ICMS. SERVIÇOS.787/89 e 1º da Lei 7. SÚMULA 129: O exportador adquire o direito de transferência de crédito do ICMS quando realiza a exportação do produto e não ao estocar a matéria-prima. SÚMULA 237: Nas operações com cartão de crédito. da CF que exclui da base de cálculo do ICMS o montante do imposto sobre produtos industrializados. SÚMULA 660: Não incide ICMS na importação de bens por pessoa física ou jurídica que não seja contribuinte do imposto. SÚMULA 049: Na exportação de café em grão. incentivos e benefícios fiscais relacionados com o ICMS à existência de convênio firmado pelos Longe fica de implicar violência à alínea "b" do inciso I do artigo 155 da Constituição Federal acórdão que haja resultado no afastamento da legitimidade da cobrança do i A regra do art. sim. é ilegítima a cobrança do imposto de circulação de mercadorias sobre o fornecimento de alimentação e bebidas em restauran SÚMULA 575: A mercadoria importada de país signatário do GATT. XI. por isso não se sujeitam à incidência É válida a inclusão do ICMS na base de cálculo do PIS e da Cofins. restaurantes e estabelecimentos similares constitui fato gerador do ICMS a inci SÚMULA 166: Não constitui fato gerador do ICMS o simples deslocamento de mercadoria de um para outro estabelecimento do mesmo contribuinte. Ofende o art. de 21. da CF . Na entrada de mercadoria importada do exterior.STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-4 TRF-3 TRF-1 SUM 160 169 171 179 190 196 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 019 028 046 048 050 JR SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 107 117 EJ433 SUM SUM 114 Finsocial ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS ICMS Imposto de Importação Imposto de Importação Imposto de Importação Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda SÚMULA 658: São constitucionais os arts. o fato gerador do imposto de circulação de mercadorias ocorre no momento de sua entrada no estabelecimento do im Não incidindo na importação qualquer tributo. incide o ICMS. 012 . TELECOMUNICAÇÃO. é legítima a cobrança do ICMS por ocasião do desembaraço aduaneiro. 7º da Lei 7. SÚMULA 080: A Taxa de Melhoramento dos Portos não se inclui na base de cálculo do ICM. XII. requ Os provedores de acesso à internet não prestam serviços de comunicação ou de telecomunicação. por pessoa física. Art. SÚMULA 574: Sem lei estadual que a estabeleça. sob o regime aduaneiro especial de admissão temporária. na qual questionara a sistemática da cobrança do ICMS. adesão. O consumidor de energia elétrica. SÚMULA 135: O ICMS não incide na gravação e distribuição de filmes e videoteipes. uma vez tratar-se de mercadorias importadas sob o regime de isenção.11. Inaplicabilidade da lei federal. g. habilitação. ou membro da ALALC. Inconstitucionali SÚMULA 661: Na entrada de mercadoria importada do exterior. Empresa dedicada ao comércio varejista. não se inclui na base de cálculo do ICM a quota de contribuição. consumidor de fato. SÚMULA 198: Na importação de veículo por pessoa física.A.

ao contraditório e à ampla defesa. apenas. para construção civil. está sujeita. QUEBRA. Incide o imposto de renda sobre valores recebidos a título de resgate de contribuições previd IR. ou parte dela. Ofende o princípio da anterioridade (CF. CPMF. PREVIDÊNCIA PRIVADA. que instituiu a incidência do imposto nas operações de crédito. que não possua outro. configurando fator de aumento Não há inclusão dos resultados das aplicações financeiras no superávit das receitas não-operacionais (no caso das empresas tributadas pelo lucro presumido). ao ISS. concedido em protocolo de convenção coletiva. como substitutivo de aumento salarial. SÚMULA 160: É defeso. SÚMULA 656: É inconstitucional a lei que estabelece alíquotas progressivas para o imposto de transmissão inter vivos de bens imóveis . incluindo-se neles as refeições. 034 . 9° . por empreitada. bem como conduzi-los a determinados pontos no porto ou trazê-los para d SÚMULA 138: O ISS incide na operação de arrendamento mercantil de coisas móveis. O serviço consubstanciado no arrendamento mercantil . não incide o Imposto sobre Operações Financeiras.: ver alterações legais posteriores) SÚMULA 215: A indenização recebida pela adesão a programa de incentivo à demissão voluntária não está sujeita à incidência do imposto de renda. tendo por norte a essencialidad SÚMULA 591: A imunidade ou a isenção tributária do comprador não se estende ao produtor. no momento da abertura da sucessão do p SÚMULA 470: O imposto de transmissão "inter vivos" não incide sobre a construção.A. § 1° . realizada. contribuinte do imposto sobre produtos industrializados. SÚMULA 184: A microempresa de representação comercial é isenta de imposto de renda. IOF.. está sujeita ao ISS. pois o mecanismo. nos termos da Lei 7. alíquotas progressivas para o IPTU."leasing" . no mesmo exercício em que publicada. incluindo-se neles as refeições. em percentual superior ao índice oficial de correção monetária. 9º do DL 406/68 foram recebidos pela Constituição. os medicamentos e as diárias hospitalares. SÚMULA 539: É constitucional a lei do município que reduz o imposto predial urbano sobre imóvel ocupado pela residência do proprietário. O recurso está assentado em alegação de ofensa ao devido processo legal. MÚTUO NÃO MERCANTIL. os medicamentos e as diárias hospitalares. inequivocamente. art. (N. atualizar o IPTU. geradoras da in Investimento em ouro com correção monetária prefixada não tem perdas prováveis a deduzir. de 10/07/89. mas sobre o valor d .Os municípios são imunes ao pagamento de IOF sobre suas aplicações financeiras. possui a mesma natureza do elemento substituído. SÚMULA 587: Incide imposto de renda sobre o pagamento de serviços técnicos contratados no exterior e prestados no Brasil. SÚMULA 156: A prestação de serviço de composição gráfica. as comissões e taxas de desconto. mediante decreto. III. ainda que envolva fornecimento de mercadorias.798.de bens móveis. SÚMULA 274: O ISS incide sobre o valor dos serviços de assistência médica. não possui natureza O abono concedido em Dissídio Coletivo de Trabalho. (Art. preparado no trajeto até a obra em betoneiras acopladas a caminhões. SÚMULA 136: O pagamento de licença-prêmio não gozada por necessidade do serviço não está sujeito ao imposto de renda. pelo promitente comprador.Quando se tratar de p SÚMULA 588: O imposto sobre serviços não incide sobre os depósitos. SIGILO BANCÁRIO. com base em contrato de mútuo. ao Município. por empresa que não opera no Brasil. 43 do CTN). O fato gerador do imposto de renda é a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica decorrente de acréscimo patrimonial (art. é prestação de serviço SÚMULA 274: o ISS incide sobre o valor dos serviços de assistência médica. cobrados pelos estabelecimentos bancários. câmbio e seguros . INCIDÊNCIA. mas sem supressão de direito ou benefício que pudesse confi gurar alguma perda. SÚMULA 585: Não incide o imposto de renda sobre a remessa de divisas para pagamento de serviços prestados no exterior. SÚMULA 167: O fornecimento de concreto.TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF TRF-4 STJ STJ STF TRF-1 STF STJ STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF EJ475 EJ479 167 168 174 189 192 193 SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM SUM 195 SUM SUM EJ434 SUM SUM 013 SUM SUM SUM 009 166 179 SUM SUM SUM SUM SUM 028 SUM SUM SUM SUM SUM Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda Imposto de Renda IOF IOF IOF IOF IPI IPI IPTU IPTU IPTU IPTU IPTU IPVA ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ISS ITBI ITBI ITBI Abono pecuniário único. nem habituais e nem integram o salário.ITBI com base no valor venal do imóve SÚMULA 590: Calcula-se o imposto de transmissão "causa mortis" sobre o saldo credor da promessa de compra e venda de imóvel. SÚMULA 664: É inconstitucional o inciso V do art. personalizada e sob encomenda. Tais verbas indenizatórias não estão sujeitas IMPOSTO DE RENDA. 1º da Lei 8. salvo se destinada a ass SÚMULA 583: Promitente-comprador de imóvel residencial transcrito em nome de autarquia é contribuinte do imposto predial territorial urbano. LIQÜIDAÇÃO EXTRAJUDICIAL. SÚMULA 262: Incide o imposto de renda sobre o resultado das aplicações financeiras realizadas pelas cooperativas. em correspondência a categoria prevista no item 52 da lista anexa ao SÚMULA 663: Os §§ 1º e 3º do art. antes da Emenda Constitucional 29/2000. O serviço de rebocagem marítima pode ser utilizado na atracação como na desatracação dos navios.IOF sobre saques efetu Não é ilegal nem inconstitucional a cobrança do IPI pela sistemática de pautas fiscais.A base de cálculo do imposto é o preço do serviço. As verbas de natureza salaria As verbas destinadas à ajuda para participação em sessão extraordinária não são usuais. planta de valores de que resulte a majoração do tribu SÚMULA 668: É inconstitucional a lei municipal que tenha estabelecido. Não se pode ter por violador do princípio da anterioridade o lançamento do IPVA que toma por base de cálculo o valor do veículo fixado segundo critério estabelecido em lei vig Incide ISS na prestação de serviços feita por corretoras na bolsa de mercadorias (bens móveis) e futuros. Trata-se de MS objetivando afastar a exigibilidade do Imposto sobre Operações Financeiras – IOF sobre os contratos de mútuo f SÚMULA 185: Nos depósitos judiciais. bem como na inexistê SÚMULA 125: O pagamento de férias não gozadas por necessidade do serviço não está sujeito à incidência do Imposto de Renda.033/90. a) a pretensão de fazer incidir. 150. SÚMULA 586: Incide imposto de renda sobre os juros remetidos para o exterior.

É inconstitucional a taxa de ocupação do solo criada para fiscalizar a instalação dos postes de energia elétrica. porque estas. . SÚMULA 124: A Taxa de Melhoramento dos Portos tem base de cálculo diversa do Imposto de Importação. sendo sujeito passivo desse serviço quem o utiliza ou que A taxa de polícia remunera uma atividade permanente e não atos concretos de fiscalização. fossem transferidos para o ISS. nem vinculadas a determinado ór SÚMULA 665: É constitucional a Taxa de Fiscalização dos Mercados de Títulos e Valores Mobiliários instituída pela Lei 7. COBRANÇA.940/89. Impossibilidade de a taxa de conservação e serviços de estradas municipais ter como base de cálculo o número de hectares e outros fatores básicos usados para o cálculo do I TAXA DE FISCALIZAÇÃO DE LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. SÚMULA 022: São inconstitucionais. É inconstitucional a cobrança de taxa de matrícula quando esta é efetuada por instituição oficial de ensino (art. dese IPI.455 04. ao constituírem receita da empresa. O Supremo Tribunal Federal tem sistematicam ADI 1889 MC / AM (03/11/1999): As custas judiciárias são tributos (taxas) e não podem ser destinadas a entidades jurídicas de direito privado. IPI. SÚMULA 667: Viola a garantia constitucional de acesso à jurisdição a taxa judiciária calculada sem limite sobre o valor da causa. julgada improce Indenização por danos morais. Apesar de seu corpo de sócios ser composto exclusivamente por médicos. SÚMULA 595: É inconstitucional a taxa municipal de conservação de estradas de rodagem cuja base de cálculo seja idêntica a do imposto territorial rural. 145. entre outros fatores. PROCESSO ADMINISTRATIVO. são compulsórias e tem sua cobrança condicionada a prévia aut 1. interpretação e integração. 206 da Constituição). da cessão de marca ou PIS. ART.I. INCIDÊNCIA. objeto do comércio de navegação de longo SÚMULA 100: É devido o Adicional ao Frete para Renovação da Marinha Mercante na importação sob o regime de benefícios fiscais à exportação (BEFIEX). FRANQUIA. as sociedades formadas. LEI N. II) depende. os Decretos-Leis 2. COFINS. O fato gerador da taxa está diretamente vinculado ao exercício do poder de polícia ou à prestação do serviço público. em razão do exercício do poder de polícia ou pela utilização. RECEITAS TRANSFERIDAS. art. incidente sobre determinado imóvel.P. Não-incidência de Imposto de Renda. I. DESCONTOS INCONDICIONAIS. CONSTITUCIONALIDADE. SÚMULA 670: O serviço de iluminação pública não pode ser remunerado mediante taxa. sendo legítima a sua cobrança sobre a importação de mercadorias d A cobrança de taxa em razão do exercício do poder de polícia (CF. O Imposto de Renda tem como fato gerador a aquisição de disponibilidade econômica ou jurídica da ren BASE DE CÁLCULO.445/88 e 2. SÚMULA 545: Preços de serviços públicos e taxas não se confundem.779/1999. SÚMULA 024: A CONTRIBUIÇÃO DO SALÁRIO-EDUCAÇÃO É CONSTITUCIONAL. O direito de creditamento do IPI. INSUMOS. por impropriedade formal da via legislativa. A cooperativa de trabalho médico (Unimed) vende serviços de assistência médica aos seus associados por me ISS. ESCRITÓRIO DE ADVOGADO. CREDITAMENTO.449/88. aplicação. A exclusão da base de cálculo do PIS e da Cofins dos valores que. o Distrito Federal e os Municípios poderão instituir taxas. pois não há que se falar em preeminência. A controvérsia cinge-se à hipótese da legalidade da incidência dos descontos incondicionais dia MERCADORIA ABANDONADA. hermenêutica tributária. NA SUA BASE DE CÁLCULO: OPERAÇÃO REALIZADA ENTRE CONTRIBUINTES E RELATIVA A PRODUTOS DESTINADOS À INDUSTRIALIZA IMPOSTO DE RENDA. laboratórios de análises. 47 DO CTN. diferentemente daqueles. decorrente da aquisição tributada de insumos utilizados na fabricação de produtos cujas SÚMULA 023: NÃO INCIDE IMPOSTO DE RENDA SOBRE A INDENIZAÇÃO RECEBIDA PELA ADESÃO AO PROGRAMA DE DESLIGAMENTO VOLUNTÁRIO. Não incide ISS sobre os serviços prestados em razão do contrato de franquia. MÉDICOS. tão-somente. SÚMULA 050: O Adicional de Tarifa Portuária incide apenas nas operações realizadas com mercadorias importadas ou exportadas. LABORATÓRIO. 9.STF TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STF STJ STJ STJ STJ STJ TRF-2 TRF-2 TRF-2 STJ TRF-1 STJ STJ SUM SUM SUM 101 108 EJ437 EJ473 SUM SUM SUM 034 037 046 JR SUM SUM SUM SUM SUM 054 055 199 199 199 199 199 SUM SUM SUM 201 EJ507 256 256 ITCMD PIS PIS Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa Taxa ICMS Imposto de Renda ISS COFINS ISS IPI Imposto de Renda Contribuição social Taxa IPTU Imposto de Renda IPI Imposto de Importação SÚMULA 435: O imposto de transmissão "causa mortis" pela transferência de ações é devido ao estado em que tem sede a companhia. decorrido o prazo legal de noventa dias (DL n. 1. da prestação efetiva desse serviço pela pessoa tributante. A União. ANÁLISE. SERVIDÃO DE PASSAGEM. que alteraram a contribuição para o Programa de Integra SÚMULA 068: A parcela relativa ao ICM inclui-se na base de cálculo do PIS. COOPERATIVA MÉDICA. de serviços p ICMS. Trata-se de execução fiscal cobrando o imposto territorial urbano – IPTU. INCLUSÃO DO I. No desembaraço aduaneiro de mercadorias importadas. efetiva ou potencial. os Estados. POSTO QUE FOI EXPRESSAMENTE RECEPCIONADA PELA CONSTITUIÇÃO FEDERA SÚMULA 037: A ISENÇÃO DO ADICIONAL AO FRETE PARA RENOVAÇÃO DA MARINHA MERCANTE (AFRMM) DEPENDE DA EXISTÊNCIA DE ATO INTERNACIONAL DE IPTU. Legislação tributária: vigência no tempo e no espaço.

Modalidades de lançamento e alterabilidade. reclamações e recursos. sujeição passiva e responsabilidade tributária. O art. provimentos liminares. acompanhada de parcelamento. RECEITA FEDERAL. a Lei Complementar 104/01. não pode SÚMULA 112: O depósito somente suspende a exigibilidade do crédito tributário se for integral e em dinheiro. MULTA MORATÓRIA. fato gerador. REVOGAÇÃO. LEVANTAMENTO. DEPÓSITO JUDICIAL. independentemente da instauração do procedimento DOCUMENTOS CARTORIAIS (DOI). NORMA DEPENDENTE. mediante o acesso à Intern 018 . Obrigação tributária: hipótese de incidência. §§ 1º e 2º) qu O débito constante perante o Fisco em nome da empresa não pode constituir óbice ao fornecimento de certidão requerida por seu sócio. IMPOSTO DE RENDA. Trata-se de ação de consignação em pagamento em que o contribuinte busca o depósito de valor referente a IPTU de i DEPÓSITO PRÉVIO. transação. Prosseguindo o julgamento. 151. ATRASO. não podendo assim ser exigida a dedução quando não há previsão legal par A simples confissão de dívida. NÃO TEM POR OBJETO A UNIà PIS. remissão.510/1976 art. TRF-1 STJ STJ TRF-1 TRF-4 STJ STJ STJ STJ 107 167 SUM EJ472 SUM 194 197 199 199 Refis Refis Depósito Refis Depósito Depósito Consignação Recurso administrativo Recurso administrativo Se a empresa não havia comunicado sua adesão ao Refis. características. não configura denúncia espontânea. 155-A do CTN não se aplica a casos anteriores à sua edição. A jurisprudência já se havia firmado no sentido de que ocorre a denúncia espontânea quando se dá o 06. Suspensão da exigibilidade do crédito tributário: moratória.Descabe a concessão de liminar ou de antecipação de tutela para a compensação de tributos. TRIBUTO. depende da demonstração de ser ele. Extinção do crédito tributário: pagamento. SECRETÁRIO ESTADUAL. no cas Na órbita do Direito Tributário. não poderia o juiz aplicar a regra de redução da verba honorária. AÇÃO DECLARATÓRIA. efeitos e constituição. TRF-4 TRF-1 SUM Compensação EJ431 Compensação 045 . VALOR. da possibilidade de recurso hierárquico ao Secretário da Fazen 08. decorrente de portaria que não possui lastro em lei formal e material. A empresa sustenta ter direito à isenção do PIS e da COFINS quanto ao 05. A pessoa jurídica optante pelo Refis toma ciência de sua exclusão do Programa mediante a publicação do ato no Diário Oficial da União. verificand .O depósito judicial destinado a suspender a exigibilidade do crédito tributário somente poderá ser levantado. estabelecido no C ADI 1600 / UF (26/11/2001): O ÂMBITO DE APLICAÇÃO DO ART. pelo contribuinte. A Turma reiterou o entendimento no sent CONSIGNAÇÃO EM PAGAMENTO.TRF-1 STF STJ EJ440 Reserva legal JR Tratados internacionais 190 Aplicação Não subsiste a multa advinda de auto de infração. não afasta o poder-dever que tem a Administração de fiscalizar o procedimento. a Turma entendeu. ante a exigência legal (DL 1. com a citação do sócio-gerente. a consumação da infração se aperfeiçoa no instante mesmo em que o fato típico se realiza. A previsão. bem assim. DENÚNCIA ESPONTÂNEA. CF É O DAS RELAÇÕES DAS ENTIDADES FEDERADAS ENTRE SI. por maioria. Programa de Recuperação Fiscal . 07. em legislação estadual. decisão administrativa e judicial. É permitido exigir-se do contribuinte o depósito prévio de parte da exação fiscal discutida como condição de admissibilidad RECURSO. RECOLHIMENTO EXTEMPORÂNEO. LOTERIA. cabe a aplicação da denúncia espontânea. mesmo invocando permissivo legal. A Turma desproveu o recurso. STJ TRF-1 STJ STJ TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 STJ STJ STJ 165 EJ472 160 194 EJ436 189 EJ478 EJ494 168 193 201 Base de cálculo Denúncia espontânea Denúncia espontânea Denúncia espontânea Hipótese de incidência Obrigações acessórias Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Responsabilidade Denúncia espontânea O fato de deduzir-se o tributo de sua própria base de cálculo é favor fiscal prestado ao contribuinte. que. natureza jurídica. prescrição e decadência. Porém. HOMOLOGAÇÃO. DENÚNCIA ESPONTÂNEA. ao entendimento de que. SENTENÇA TRANSITADA EM JULGADO. 155-A ao Códig Parcelado o débito antes de qualquer medida de fiscalização. 15.REFIS. LANÇAMENTO. REGULAMENTAÇÃO. A realização da compensação. COFINS. que acrescentou o art. uma vez que este não se confunde com O redirecionamento da execução fiscal. Os prêmios distribuídos sob a forma de bens e serviços por meio de concursos e sorteios de qualquer espécie estão sujeitos à incidência do TRIBUTO. Restituição. Crédito tributário: conceito. conversão do depósito em renda. depósito do seu montante integral. após o trânsito em julgado da senten EXECUÇÃO FISCAL. compensação. ou ter sido à época da geraç É responsável pelo pagamento do tributo a empresa que realizou o sorteio na modalidade de bingo permanente e não a empresa contratada para o evento. em face do princípio da reserva legal. como responsável por substituição. elementos. CONSELHO DE CONTRIBUINTES. antes de prolatada a sentença. RECURSO ADMINISTRATIVO. MEDIDA PROVISÓRIA. ou convertido em renda. A legislação que disciplina o Refis faculta ao contribuinte compensar os valores de créditos escriturais do IPI com débitos consolidados inscritos no referido programa.

IPI. visto que a concessão de tal benesse é ato discricionário. PRECATÓRIO. PRAZO PRESCRICIONAL.Atrofia Muscular Espinhal Progressiva 10. NÃO-TRIBUTÁVEIS. AQUISIÇÃO DE VEÍCULO. INSUMOS. A multa e os juros de mora exigidos pela Fazenda Pública não podem incidir quando o contribuinte não concorreu para o atraso no pagamento da exação no período fi xado na São devidos juros da taxa Selic em compensação de tributos e. b). A autoridade fiscal pode solicitar informações para a instrução e apuração de débito tributário. art. deu parcial provimento ao REsp. ISENÇÃO. Operado o trânsito em julgado da decisão que reconheceu o direito à repetição do indébito. porém. concordata. RESPONSÁVEIS SOLIDÁRIOS. sob condição onerosa. nos cálculos dos débitos dos contribuintes para com a Fazenda Pública Estadual e Federal. A interrupção da prescrição em desfavor da pessoa jurídica também atinge os responsáveis solid 09. limitado o exame aos pontos objeto da investigação. DEFICIENTE FÍSICO. VI). a correção monetária incide a partir do pagamento indevido. dívida ativa e certidões (negativa e positiva com efeito de negativa).. PRODUTOS. é possível a compensação dos valores recolhid PRESCRIÇÃO. Cadastro Informativo (CADIN) dos créditos não quitados de órgãos e entidades federais. sendo impertinente a invocação do princípio da anterioridade (CF. INCONSTITUCIONALIDADE. CORREÇÃO MONETÁRIA. crédito do particular para Com a obrigação tributária. art. Prosseguindo o julgamento. por maioria. CNPJ. CORREÇÃO MONETÁRIA. são devidos a partir do trânsito em julgado da sentença. 166 do CTN nas hipóteses do creditamento (IPI). que nasce com o fato gerador. não podem ser livremente suprimidas. é facultado ao contribuinte credor a opção de receber seu crédito por meio de preca SÚMULA 162: Na repetição de indébito tributário. a título de isonomia. Trata-se de processo remetido à Primeira Seção pela Segunda Tu COMPENSAÇÃO. mutatis mutandis. o tributo volta a ser imediatamente exigível. declarada a inconstitucionalidade do tributo. em consonância com o STF. ou seja. quando ocorrer alteração cadastral da pessoal jurídica. Prosseguindo o julgamento. cobrança judicial. ALÍQUOTA ZERO. falência. no toc Não há impedimento legal que obrigue o contribuinte. A Turma reafirmou que. porquanto questão exclusiva das hipóteses de IPI. A Turma proveu o recurso da recorrente portadora de deficiência física . INTERRUPÇÃO. concurso de credores. COMPENSAÇÃO. Garantias e privilégios do crédito tributário: preferência. diferentemente daqueles. TRIBUTO. 22. porque estas. A Os Estados podem adotar índices locais para a correção monetária de seus tributos. ISENTOS. consagrou o entendimento segundo o qual a isenç Não é possível ao Poder Judiciário estender isenção a contribuintes não contemplados pela lei.446-1/PR. na repetição do indébito tributário. SÚMULA 188: Os juros moratórios. pela não incidência do art. SENTENÇA DECLARATÓRIA. 150. III. a dar baixa no CNPJ e constituir novo registro no referido cadastro .. COMPENSAÇÃO. são compulsórias e tem sua cobrança condicionada a prévia aut EXECUÇÃO. SÚMULA 546: Preços de serviços públicos e taxas não se confundem. neste período está sujeita ao prazo deca Não há falar em correção monetária sobre créditos escriturais: ‗(. O STF reconheceu a inconstitucionalidade da Taxa de Licenciamento de Importação e o Senado Federal publicou IPI. uma vez que tal matéria não se insere na competência privativa da União (CF.STJ TRF-1 STJ STF TRF-1 STJ TRF-1 TRF-1 STJ TRF-4 STJ STJ STJ STF STJ STJ STJ STJ STJ SUM EJ474 175 003 EJ492 175 EJ4912 EJ492 193 SUM 189 SUM SUM SUM 194 199 255 255 255 Compensação Pagamento Pagamento Pagamento Prescrição e decadência Prescrição e decadência Ressarcimento Ressarcimento Ressarcimento Restituição Restituição Restituição Restituição Restituição Compensação Compensação Ressarcimento Compensação Prescrição e decadência SÚMULA 212: A compensação de créditos tributários não pode ser deferida por medida liminar. CRÉDITOS ESCRITURAIS. publicado no DJ/I de 06/06/03. Ressarcimento de créditos de IPI: a decadência deve ser observada nos exatos moldes da existência de um crédito com a Fazenda Nacional. salvo. a Turma. STF TRF-1 TRF-1 SUM Fiscalização EJ474 Fiscalização 486 CNPJ SÚMULA 439: Estão sujeitos a fiscalização tributária ou previdenciária quaisquer livros comerciais. dispõe a Fazenda do prazo de cinco anos para constituir o crédito tributário. O Supremo Tribunal Federal. incumbindo às Instituições Financeiras o dever de prestá-las.. os juros de mora incidem a partir do trânsito da sentença em julgado. 11. Exclusão do crédito tributário: isenção e anistia. a Turma deu provimento ao recurso sob o entendimento de que é p TAXA. IMPORTAÇÃO. EMPRESA. em Seção Plenária. Ent 031 . Administração tributária: fiscalização. LICENCIAMENTO.) O Supremo Tribunal Federal vem reiteradamente decidindo que a correção monetária não incide sobre os c O STJ já se manifestou. Institutos afins. quando do julgamento do RE 350.Na ação de repetição do indébito tributário. inventário e arrolamento. STF TRF-1 STF STF STJ SUM 487 287 046 198 Isenção Isenção Isenção Isenção Isenção SÚMULA 544: Isenções tributárias concedidas. n Revogada a isenção.

para custeio do sistema confederativo da representação sindical respectiva. 79 da Lei n. declaradas inconstitucionais no julgamento do RE 150. 14 de 1988. será descontada em folha. 5. a Turma não conheceu de recurso extraordinário interposto pelo Estado do Espírito Santo contra acórdão que deferira segurança impetrada por institu a fim de adequar a lei à realidade. 56 da Lei 9. ra que seja compensada. considerada a União. da comunicações. essa exigência é só para os impostos e para as contribuições sociais de que trata o art. não para o salário-educação. 150. O art. Exigência fiscal que. VI. haja vista possuir natureza de tributo direito. visto repercutir o referido ônus. à mercê de interpretação. no con ão cobertas pela imunidade prevista no art. Descabe introduzir no preceito. derivados de petróleo. viola o princípio da hierarquia das leis.764-PE (DJ de 02. c. ( m questão busca fomentar os cooperados. não recai sobre o patrimônio ou a renda do contribuinte. RO-INDUSTRIAL. dando-lhes assistência de crédito. o adquirido. mas sim a própria essência do ato cooperativo (art.430/96. ‖) distingue-se da contribuição sindical por não possuir natureza tributária (art.93). Desse modo. I. independentemente da contribuição prevista em lei. da Constituição. economicamente. e no regime da Lei 9. VI. sional. 150. mormente por se tratar de entidade que sobrevive com o mesmo perfil há mais de quarenta anos. distinguindo os ganhos resultantes de dquirentes das mercadorias. 6º. i complementar. a segurança para fins de manutenção do regime de isenção e imunidade tributária à entidade beneficente. Isso posto. Porém. da CF/88.764/1971). da CF.04. art. § 4º. e a data de vencimento da contribuição). exceção não contemplada. incidindo sobre bens produzidos e fabricados pela entidade assistencial. posto que pretende revogar isenção concedida às sociedades civis prestadoras de serviços profissionais pela Lei Complementar 70/91. 195.424/96. a captação de recurso não é eventual. não ofende a imunidade tributária que lhe é assegurada na Constituição. os Estados. conforme o art. c. combustíveis e minerais do País. evações de alíquotas do FINSOCIAL. desde que o valor dos aluguéis seja aplicado nas atividades essenciais de tais entidades. al obstaculiza a incidência recíproca de impostos. o Distrito Federal e os Municípios. e sem condições de atend ão poderá ser revogada por lei ordinária. Com base nesse entendimento. .omente alcança as entidades fechadas de previdência social privada se não houver contribuição dos beneficiários.

senção devem ser interpretadas restritivamente. o PIS e a Cofins incidem sobre o resultado da atividade econômica das empresas (faturamento) sem po adesão. por isso não se sujeitam à incidência de ICMS (art. a matéria-prima. independentemente da parcela destinada a pagamento de tributos. do IPI e do ICMS. Serviço de valor adicionado é a atividade que acrescenta. 31. stemática da cobrança do ICMS. de 21. e prevê a não incidê to da legitimidade da cobrança do imposto sobre operações relativas à circulação de mercadorias e sobre prestações de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação relativamente à operação que não se qua a operação. alimentação e bebidas em restaurante ou estabelecimento similar. § 1º. novas utilidad venda de mercadorias corresponde à receita (faturamento). porária. Incidência do art. da Lei 9472/97). realizada entre contribuintes e relativa a produto destinado à industrialização ou à comercialização. requerendo sua incidência somente sobre o preço praticado na operação final. constitui fato gerador do ICMS a incidir sobre o valor total da operação. não podem ser objeto de creditamento de ICMS para compensação o Decreto-lei 2. enquanto persistirem os convênios de isenção de empresas estrangeiras. ua entrada no estabelecimento do importador.295. independentemente da d ótese.86. independetemente do recolhimento do Imposto de Importação. prevista no art. constitucional posterior abriu possibilidade para a incidência do ICMS nesse caso) ítulo de comodato. . bem assim aqueles relativos a serviços suplementares e facilidades adicionais que otimizem ou apliquem o processo de comunicação. não tem direito ao creditamento do imposto pago pela entrada dessa energia em seu estabelecimento. a um serviço de telecomunicações que lhe dá suporte e com o qual não se confunde. ponsabilidade por substituição para pagamento de tributo. quando devida a contribuição por empresas dedicadas exclusivamente à prestação de serviços. sem que houvesse qualquer tipo de processo de industrialização. desde que provenientes de doação. ção de mercadorias concedida a similar nacional.11. configure fato gerador dos dois impostos" aplica-se às operações realizadas por comerciante equiparado a industrial pela legislaçã a final ? e não como insumo aplicado ao processo de produção ?. 61. Realmente. dual e internacional. II. qual seja no caso de avaria ou extravio da mercadoria. ativação. para retorno em prazo estabelecido. 61. existência de convênio firmado pelos Estados. Inconstitucionalidade da exigência do ICMS na prestação de serviços de transporte aéreo internacional de cargas pelas empresas aéreas nacionais. nalidades institucionais. na forma da lei complementar . assinatura e utilização dos serviços.. a energia elétrica e os serviços de telecomunicação utilizados na atividade exclusivamente comercial. do Convênio ICMS 66/88 (―Não implicará crédito p lo importador. (Art. sendo legítima a cobrança do imposto por ocasião do desembaraço aduaneiro. disponibilidade. habilitação. 60 do DL 37/66.norma constitucional estadual que isenta do ICMS operações com determinada mercadoria (leite in natura) e as realizadas por microempresas.

nem integra esse serviço. gundo critério estabelecido em lei vigente para o exercício em que essa providência haveria de ser posta em prática. ulo de resgate de contribuições previdenciárias destinadas a fundo de previdência privada. Relatora. no serviço de rebocage orias. Além disso. II. . sobre ele incidir o Imposto de Renda. tuído. houve o rateio do seu patrimônio. configurando fator de aumento patrimonial. Tratando-se de resgate ou recebimento de benefício da previdência privada. em que redirecionavam recursos obtidos perante instituições financeiras. sujeitando-se à incidência do ISS. Com a extinção do fundo. o imposto será calculado. formado ampla defesa. bem como na inexistência de crédito tributário constituído. mas elo lucro presumido). uma forma de aferição do valor da operação de que decorrer a saída do produto (art..IOF sobre saques efetuados em caderneta de poupança. que não possua outro. tente comprador.Quando se tratar de prestação de serviços sob a forma de trabalho pessoal do próprio contribuinte. 47. § 1° .ar alguma perda. es de que resulte a majoração do tributo devido. constitui. em essência. salarial. apenas. está sujeita. revista no item 52 da lista anexa ao Decreto-lei 406/68. e. por meio de ato das autoridades administrativas. renda sujeita à incidência do imposto de renda. posto não caracterizarem acréscimo patrimonial lato sensu. em função da natureza do serviço ou de outros fatores pertine TBI com base no valor venal do imóvel. suficiente para configurar crime de sonegação fiscal. é prestação de serviço. Os navios podem ser atracados sem o auxílio de rebocadores. sim. a caminhões. o referido serviço não se confunde com o de atracação. devendo. As verbas de natureza salarial ou as recebidas a título de aposentadoria adequam-se ao conceito de renda previsto no CTN. s – IOF sobre os contratos de mútuo firmados por empresas na condição de integrantes de um mesmo grupo econômico. observa-se o momento em que foi bas indenizatórias não estão sujeitas à incidência do imposto de renda. o serviço. na espécie. mas sobre o valor do que tiver sido construído antes da promessa de venda. está sustentado na impossibilidade da utilização dos informes pertinentes à CPMF para servir. s pontos no porto ou trazê-los para dentro ou fora desse. Assim. salvo se destinada a assegurar o cumprimento da função social da propriedade urbana. ocorreu a liqüidação extrajudicial da entidade privada (FUCAE). para o IPTU. mento da abertura da sucessão do promitente vendedor. por meio de alíquotas fixas ou variáveis. No dizer da Min. Contudo. não possui natureza indenizatória e. via de conseqüência. O aumento salarial suprimido não configura direito adquirido a atribuir ao abono substitutivo a natureza indenizatória. a – CTN). portanto. ao ISS. CTN). quando. o IOF não tem contribu io e seguros . smo. tendo por norte a essencialidade do produto e a função extrafiscal do tributo. geradoras da incidência do IR. em relaçã que não opera no Brasil. sob pena de bitributar-se a operação.

pois essa Lei. na base de cálculo do ICMS. PORTANTO. da taxa em referência. mo Tribunal Federal tem sistematicamente reconhecido a legitimidade da exigência. julgada improcedente pelo Tribunal a quo.: o princípio da "anualidade". Dessarte. realizada entre médica aos seus associados por meio de terceiros. que não se concretizou até a revogação do favor fiscal pela Medida Provisória n. do trabalho ou da combinação de ambos) e de proventos de qualquer natureza (art. do comércio de navegação de longo curso. pode ser reconhecido em situações realizadas antes da publicação da Lei n. focalizados no R. assegurando ao contribuinte o direito de defe . CTN). da cessão de marca ou da prestação de serviço. não havia v zo legal de noventa dias (DL n. desempenham atividade eminentemente empresarial. não podendo o contribuinte furtar-se à sua incidência s do.ntribuição para o Programa de Integração Social (PIS). § 2º. art.798/1989. XI. de serviços públicos específicos e divisíveis. cujo art. I. § 5º. a cobrança condicionada a prévia autorização orçamentária. tão-somente.Não inclusão. 155. 1. O contrato complexo e autônomo de franquia não se qualifica como contrato de locação de bens móveis. ATRAVÉS DO ARTIGO 212.P. não se sujeita cia dos descontos incondicionais diante do art. laboratórios de análises. empresa.A.718/1998) dependia de regulamentação do Poder Executivo Federal. 4. 406/1968 dos na fabricação de produtos cujas saídas gozam de isenção ou alíquota zero. 1991-18 madas. no art. consoante se depreende de seus contratos sociais. erviço pela pessoa tributante.. da Lei n. 7. sobre a importação de mercadorias de países signatários do GATT. A Turma negou provimento ao REsp. fossem transferidos para outra pessoa jurídica (art. NÃO PODENDO SER CONCEDIDA POR ACORDO OU TRATADO DE CARÁTER GE determinado imóvel. DA PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL DE 1988. 3º. incidindo. em relação a lei que as instituiu. 47 do CTN. § 2°. 2.455/1976. II. Anteriormente à edição da Lei n. nem tem o domínio útil do imóvel sobre o qual incidiram os impostos. 27). ÊNCIA DE ATO INTERNACIONAL DE NATUREZA CONTRATUAL. descabe a decretação da pena de perdimento sem a prévia abertura de processo administrativo fiscal para a apuração da intenção do abandono.F. pelas Municipalidades. que determinava que o aumento de tributo só poderia ser feito se houvesse previsão na lei orçamentária. III. art. 9. efetiva ou potencial. ainda que públicos. 14 da Lei n. es básicos usados para o cálculo do Imposto Territorial Rural.I. Interpretando essa norma.I. Explicitou-se que a empresa recorrida não é proprietária ou possuidora. 9º. 145 e seu inciso II. ortação (BEFIEX).P. o Imposto de Renda. É o que estatui a Constituição Federal.779/1999. A SUA COMPENSAÇÃO. 43. As verbas indenizatórias apenas recompõem o patrimônio do indenizado. (N. 9. 15 emprestou nova dicção ao art.E. não tem m ão. anualmente renovável. do I. pois. por força do assento constitucional do princípio da não-cum MENTO VOLUNTÁRIO.502/1964. C. assi OS DESTINADOS À INDUSTRIALIZAÇÃO OU À COMERCIALIZAÇÃO A CONFIGURAR FATO GERADOR DO ICMS E DO I. não há que se falar em regime privilegiado de tributação do ISS (art.. o desse serviço quem o utiliza ou quem o tem a sua disposição. Assim o fornecimento de serviço a terceiros e de terceiros não-associados são tidos como atos não-cooperativos. bilidade econômica ou jurídica da renda (produto do capital. . § 3º. quando a operação. prestados ao contribuinte ou postos a sua disposição. FIRMADO PELO BRASIL CONCEDENDO O BENEFÍCIO À MERCADORIA IMPORTADA. nem vinculadas a determinado órgão ou fundo. da ALALC ou ALADI. NÃO CABENDO. pelo exercício do poder de polícia. do DL n. o qual define que a base de cálculo é o valor da operação.

065/1995. em assim. seguido da adoção das providências fiscais de estilo. V). sujeitar-se-á incondicionalmente após o trânsito em julgado da sentença. 15. Nesses casos. O mero inadimplem spécie estão sujeitos à incidência do imposto de renda. estabelecido no CTN (art. da Lei n. cujo ingresso é facultativo. não caracteriza denúncia espontânea o recolhimento fora do prazo de vencimento. com a redação da Lei n. fazendo o lançamento suplementar. da CF/1988).718/1998). em ação declaratória de rito ordinário. conforme disciplinamento próprio (Resoluções CG/Refi s 20/01 e 9/01). 3º. antes de qualquer procedimento administrativo fiscal. sendo o caso.instituir isenções de tributos da competência dos Estados. e ter agido com excesso de poder. 164. XXXIV. no caso de tributo declarado pelo contribuinte sujeito a lançamento por homologação. ou. § 1º. DL 1. (Art. A pessoa jurídica que opta por parcelar seus débitos por meio do Refis. ou ter sido à época da geração do débito. É vedado à União: III . violação da lei ou do contrato social. SI. mormente em se tratando de responsabilidade tributária. 97. ue acrescentou o art. 135. seria afastada a imposição da multa moratória critos no referido programa. 63. rma reiterou o entendimento no sentido de que. III. 9. que. averbados ou registrados por cartório de notas ou de registros de imóveis. pode o contribuinte valer-se da ação consignatória para buscar seu d tida como condição de admissibilidade de recurso administrativo.) nção do PIS e da COFINS quanto ao crédito decorrente da receita transferida a outras pessoas jurídicas (art. ex vi da Lei n. mediante o acesso à Internet. que tenha a empresa encerrado irregularmente suas atividades. ser obrigado pelo fisco a fazê-lo. em face do princípio da irretroatividade das leis. enúncia espontânea quando se dá o recolhimento do tributo. anotados. mas não a isenção delas quando s so hierárquico ao Secretário da Fazenda do Estado de decisão prejudicial ao ente público tomada pelo Conselho de Contribuintes local não fere qualquer princípio constitucional. por maioria. configurada a hipótese do art. somente é aplicável aos débitos confessados após a sua vigência. 9. Sob o entendimento de que o legislador transferiu ao Poder Executivo a tarefa de regulamentar a ap ão quando não há previsão legal para tanto. a. . O que a Constituição Federal garante é o direito de petição aos poderes públicos independentemente de taxas (art. pois resta permitida em lei e consagra a supremacia do interesse fiscalizar o procedimento. administrador da empresa. art. títulos e documentos à ma vez que este não se confunde com a pessoa jurídica. ainda. não podendo. 151. ma entendeu. entretanto. 5º. 155-A ao Código Tributário Nacional. verificando a exatidão dos cálculos da parte e. do CTN. ente da instauração do procedimento para efeitos de sua apuração. acrescido do valor principal de correção monetária e juros de mora. o que afasta a incidência de multa moratória sobre aqueles denuncia a a casos anteriores à sua edição. 8. A responsabilidade do sócio não é objetiva. a responsabilidade pessoal surge caso h ser ele. nos termos do art. por discordar do quantum exigido pelo Município. No caso. do CTN.981/1995. esse depósito somente pode ser levantado após o trânsito em julgado de decisão fav epósito de valor referente a IPTU de imóvel de sua propriedade. § 2º. do Distrito Federal ou dos Municípios. na qual o depósito judicial tem por fim a suspensão do crédito tributário. §§ 1º e 2º) que prevê procedimento administrativo informatizado para a comunicação dos documentos lavrados. NÃO TEM POR OBJETO A UNIÃO QUANDO ESTA SE APRESENTA NA ORDEM EXTERNA. sendo que. e a pessoa jurídica que procede à distribuição dos prêmios é responsável pelo pagamento do tributo.510/1976 art.o da reserva legal. I.

. no qual o Poder Executivo implementa suas políticas fiscais. apesar de a jurisprudência do STJ e STF reconhecer como indevida a correção monetária dos créditos escriturais de IPI. § 1º. que requereu ao Delegado da Receita Federal em MG o benefício de isenção do IPI. em razão de ambos serem arrecadados pela Secretaria da Receita Fede o à Primeira Seção pela Segunda Turma. mesmo possuindo naturezas diversas. II. Rel. III. salvo. art. porquanto a Fazenda restaria obrigada a reembolsar os contribuintes pela referida taxa. Lei 8. art. raciocínio diverso importaria tratamento não-isonômico. 197. Atrofia Muscular Espinhal Progressiva . pois ambas as modalidades são formas de execução colocadas a sua disposição. al.390/SC. crédito do particular para com a Fazenda Pública. III. quando da cessação de seus efeitos. deu parcial provimento ao REsp. incapaz de dirigir veículos. Aliás. REsp 396540/PR. 73.88 e entidades federais. da Constituição.nto da exação no período fi xado na legislação e.. CNPJ. entendimento segundo o qual a isenção e a alíquota zero. também atinge os responsáveis solidários (arts. CTN. Mesmo que o automóvel seja dirigido. em relação a lei que as instituiu. azenda Pública Estadual e Federal. Pois daquela declaração nasce direito à restituição in totum diante da ineficácia plena da legislação instituidora da exação. er de prestá-las. Inexiste o direito à correção monetária e à incidência de juros sobre os créditos extemporâneos ou acumulados de IPI. no desembolso. Min. que tem como princípio o da actio nata. porém. ao passo que. prescrevendo em cinco anos para demandar p te período está sujeita ao prazo decadencial que se finda com a notificação do lançamento ao sujeito passivo. relativos a operações de compra de matérias-primas e insumos empre eceber seu crédito por meio de precatório regular ou compensação. se opôs à retenção pela Instituição Financeira dos valores não recolhidos por força de decisão judicial. VI). após o lançamento. REsp 397. da Lei n. suspendendo-lhe a eficácia. 1º. de tal benesse é ato discricionário. a cobrança condicionada a prévia autorização orçamentária. curso sob o entendimento de que é possível ao contribuinte. art. afastadas as exigências legais para tanto. Entendeu-se que. até que se confirme o crédito tributário ou pelo decu ção monetária não incide sobre os créditos escriturais‘ (STJ. 24. têm efeitos idênticos devendo. parágrafo único). 125. em seu favor. § 5º. 135. portanto. AgREsp 434. sociais e econômicas. 8. e sim a competência corrente do art. AgREsp 476. os cidadãos exonerar-se-i a privativa da União (CF. ao invés de permanecer inalterado o antigo número. uma vez transitada em julgado a decisão que determinou a compensação. é possível a compensação da indevida exação com o imposto de importação. requerer o crédito mediante precatório regular. tendo em vista haver divergência entre as Turmas que a compõem quanto à incidência de correção monetária sobre o aproveitamento dos créditos decorrentes da aquisição de insumos utilizados na fab a compensação dos valores recolhidos a esse título. em que não há decadência ou prescrição. Luiz Fux). É facultado ao contribuinte receber seu crédito por meio de p ortação e o Senado Federal publicou a Resolução n.492/SC. que deve observar a decadência.522-RS. Assim.595/64. o questão exclusiva das hipóteses de repetição do indébito ou compensação (REsp 477.021/90.171/SC. 22. e 174 do CTN). entre outros). por outrem (art. por isso que surge em simultaneidade com o direito de ação. serem tratadas de forma igual. 8º. uir novo registro no referido cadastro. I. art. no tocante àquelas protegidas pelo sigilo bancário. ou seja. 38. inicia-se um hiato. tampouco. do qual somente poderão ser eximidas pelo Poder Judiciário (Lei 4.

observ 4/1971). visando ao não pagamento do ICMS na entrada de mercadorias importadas do exterior. e sem condições de atender às exigências criadas pelo novo ordenamento jurídico. economicamente. al por não possuir natureza tributária (art.. Isso posto. distinguindo os ganhos resultantes de operações financeiras. tão somente. conforme o art. portanto. tir o referido ônus. de intervenção no domínio econômico e de interesse das categorias profissionais ou econômicas. no contribuinte de fato do tributo que se acha embutido no preço do bem adquirido. ‖) e. 70/1991. destinadas a integrar o seu ativo fixo. As sociedades civis de prestação de serviços de profissão legalmente regulamentada passam a contribuir para a seguridade social com base na receita bruta da prestação de serviços. (Art. vale dizer. não obstante o entendimento de que as leis tributárias não respeitam direito adquirido por força. CF: “Compete exclusivamente à União instituir contribuições sociais. da LC n.. 149. 56. de quarenta anos. que deferira segurança impetrada por instituição de ensino. I. dos atos constitutivos de tais en profissionais pela Lei Complementar 70/91. 6º. essa cooperativa está isenta de pagamento de Cofins. não tem cará . no consumidor.plada.

com o qual não se confunde. seria poss nvênio ICMS 66/88 (―Não implicará crédito para com-pensação com o montante do imposto devido nas operações ou prestações seguintes: II . classificando-s onômica das empresas (faturamento) sem possibilidades de reduções ou deduções. se fosse dado à União equiparar por decreto comerciantes a industriais. Outrossim. reconhecendo a inexistência de relação jurídico-tributária. 406/1968 e art. § 1° Serviço de valor adicionado não constitui serviço de telecomunicações. independentemente da denominação que lhes seja dada nos termos do Convênio ICMS n. Afirmando esse entendimento. a Turma deu provimento ao recurso. 69/1998. so de comunicação. Prosseguindo o julgamento.‖). novas utilidades relacionadas ao acesso. no sentido de que. e prevê a não incidência desse imposto sobre encargo financeiro incorporado ao valor da mercadoria nas vendas a prazo (crediário). . o relativamente à operação que não se qualifique como de circulação de mercadoria como é a alusiva à alienação esporádica e motivada pelas circunstâncias reinantes de bem integrado ao ativo fixo da empresa. ênios de isenção de empresas estrangeiras. armazenamento. não se pode deduzir da base de cálculo o ICMS. 31 do Convênio n. ciante equiparado a industrial pela legislação do IPI. e creditamento de ICMS para compensação com as operações futuras de comercialização de mercadorias (art. 3º do DL n. ausente dispositivo legal. a Turma rejeitou a tese defendida pela Fazenda estadual. movimentação ou recuperação de informações. as por microempresas. apresentação.a entrada de bens destinados a consumo ou à integração no ativo fixo do estabelecimento. 66/1988).

por falta de previsão legal. no serviço de rebocagem marítima. se após o advento da Lei n o. pois grava o resultado da operação financeira. houve o rateio do seu patrimônio. não incide o ISS. caracterizado o acréscimo patrimonial es pertinentes à CPMF para servir. ainda. seja ela praticada por pessoa física ou jurídica. 52. mas perfaz tão-somente expectativa de direito referente à recomposição das perdas do poder econômico da categoria. 8. ou equiparada a instituições financeiras.713/1988. ureza do serviço ou de outros fatores pertinentes.Quando os serviços a que se referem os itens 1. privada. o IOF não tem contribuinte específico. 90. 88. Explicitou. § 3° . Isso posto. 91 e 92 da lista anexa fo . visto que o interesse público prevalece sobre o do particular e que o invoca izer da Min. formado com recursos dos associados. 89. com as contribuições da empregadora e com os investimentos feitos pelo próprio fundo ao gerir os valores arrecadados. em relação ao ano de 1988. 25. Assim. Assim. 7. que at rebocadores. nestes não compreendida a importância paga a título de remuneração do próprio trabalho. não incide o imposto quando do resgate ou do recebimento do benefício (porque já recolhido na fonte). à constituição de outros tributos. 4. a Turma entendeu que esses informes podem ser utilizados. comercial ou industrial. observa-se o momento em que foi recolhida a contribuição: se durante a vigência da Lei n. Relatora.no substitutivo a natureza indenizatória.

2. C. § 3º. contraditório e devido processo legal. o que não constitui fato gerador para cobrança do IPTU. ante o disposto no art. tem caráter meramente declaratório desse direito e não constitutivo. configure fato gerador dos dois impostos. Todavia o mencionado dispositivo. quando a operação. a jurisprudência do S. . 9º. 14 da Lei n.E.O dispositivo constitucional não distingue en vor fiscal pela Medida Provisória n. sse previsão na lei orçamentária.T. firmou-se no sentido de que só o exercício efetivo. utilizando-se apenas do direito de servidão de passagem de imóvel alheio. não havia vedação ao abatimento dos descontos da base de cálculo do IPI. 406/1968). 1991-18/2000. art.ndo o contribuinte furtar-se à sua incidência sob alegação de que o ente público não exerce a fiscalização devida. II. ACORDO OU TRATADO DE CARÁTER GERAL. ação do ISS (art. . pois as aludidas empresas não se comportam no preceito de sociedade uniprofissional sem caráter empresarial. assim como as que a precederam. XI. não se sujeitando à incidência do Imposto de Renda.F. seja no Código Tributário Nacional. 4.I.. § 2º. sento constitucional do princípio da não-cumulatividade. não dispondo sequer de órgão incumbido desse mister. não tem mais amparo no sistema pátrio) os no R. seja na Constituição anterior. 47 do CTN. É inequívo ssegurando ao contribuinte o direito de defesa.502/1964. m o patrimônio do indenizado. por órgão administrativo. CUJO OBJETO É A REGULAMENTAÇÃO DO COMÉRCIO INTERNACIONAL. do DL n. realizada entre contribuintes e relativa a produtos destinados à industrialização ou à comercialização. Interpretando essa norma. 155. ao art. do I. não prevalece porque desprovido de validade jurídica.F. o imóvel sobre o qual incidiram os impostos.P..

na forma magnética (disquetes). exigir quantia maior equivale a recusar o recolhimento do tributo p CF/1988). do após o trânsito em julgado de decisão favorável ao contribuinte. eria afastada a imposição da multa moratória.o Federal ou dos Municípios. O mero inadimplemento de obrigação tributária não enseja. exigindo a multa só facultativo. por si só. mas não a isenção delas quando se quer obter novo exame da decisão proferida pela Administração Pública em primeira instância. -se da ação consignatória para buscar seu direito de pagar corretamente o referido imposto. 9. Note-se que o contribuinte derrotado na esfera administrativa sempre pode socorrer-se do Poder Judiciário. O fato de a sociedade estar em dé armente suas atividades. bem como na dissolução irregular da sociedade. Entretanto há algumas decisões atuais da Primeira Turma no sentido de descaracterizar a denúncia espontânea nas hipóteses de tributo sujeito a lançamento por homologação. salvo nos casos de não recolhimento de contribuições previdenciárias descontadas em folha de pagamento e n edação da Lei n. Assim. em razão de a recorrida ter feito de forma d N. . uma vez que entenda que o Fisco está exigindo um valor maior que o devido.065/1995. registros de imóveis. m lei e consagra a supremacia do interesse público. A ques a de multa moratória sobre aqueles denunciados anteriormente à data de 11/01/01. a responsabilidade do sócio gerente. infringência à lei. aplicada na entrega da Declaração de Operações Imobiliárias. a responsabilidade pessoal surge caso haja comprovação de que aquele agiu com excesso de mandato. títulos e documentos à Secretaria da Receita Federal. ao contrato social ou ao estatuto. mantido o contraditório. até quando sobreviesse regulamento específico. sujeitar-se-á incondicionalmente ao cumprimento da legislação que o instituiu e da normatização complementar específica. Não foi estabelecido prazo para o Executivo agir e sem esse agir seria impossível cumprir-se a exclusão. subsiste a multa por atraso.) der Executivo a tarefa de regulamentar a aplicabilidade do benefício em questão.

então. A decadência. Relator ser pacífico o entendimento de que a prescrição dos créditos fiscais com objetivo do creditamento do IP tituidora da exação.889/1995. no desembolso. 197. com a nova redação dada pela Lei n. 1º. es da aquisição de insumos utilizados na fabricação de produtos sujeitos à alíquota zero.430/1996). arrecadados pela Secretaria da Receita Federal – SRF (atual redação do art. § 1º. escrevendo em cinco anos para demandar prestações vencidas.. repita-se. Alertou o Min. os cidadãos exonerar-se-iam desse critério. 8. isentos. por outrem (art. deve ser contada nos se confirme o crédito tributário ou pelo decurso do prazo de trinta dias sem impugnação ou pela decisão do recurso administrativo ou pela revisão ex-officio do lançamento. surge o prazo prescricional de cinco a ou acumulados de IPI. mas financeira (divida passiva da Fazenda Pública). da Lei n. ou não-tributáveis. . parágrafo único). 74 da Lei n. no dizer do voto condutor do acórdão. não se cogita de norma tributária (repetição de indébito).confirmado o crédito tributário.754/2003) é admissível a referida isenção. distinguir duas situações: aquela em que o aproveitamento de crédito não ontribuinte receber seu crédito por meio de precatório ou compensação. favor. uma vez que. 9. t. é importante. gerando desequilíbrio nas receitas fazendárias. 10. II. 3. ompra de matérias-primas e insumos empregados na fabricação de produto isento ou beneficiado com alíquota zero.

ão somente.. dos atos constitutivos de tais entidades. ‖) e. observadas as normas da Lei Complementar n° 70. não tem caráter compulsório para os trabalhadores não filiados ao sindicato. portanto.. . ceita bruta da prestação de serviços.) u econômicas. de 30 de dezembro de 1991.

III. pois a interpretação do art. da LC n. ecreto comerciantes a industriais. com os direitos e deveres inerentes a essa condição). não se incluem os serviços meramente acessórios ou preparatório ao ativo fixo da empresa. 87/1996 indica que só há incidência de ICMS aos serviços de comunicação stricto sensu. o universo de beneficiários do mencion o no ativo fixo do estabelecimento. da CF (conceder isenções de tributos da competência dos Estados). via equiparação. ampliando-se. . III. 151. seria possível contornar a vedação a ela imposta pelo art. o a inexistência de relação jurídico-tributária. classificando-se seu provedor como usuário do serviço de telecomunicações que lhe dá suporte. 2º.serviço de telecomunicações.‖).

91 e 92 da lista anexa forem prestados por sociedades. ssim. 88. 89. 9. 52. 9. § 3º. 11. excluídas apenas as contribuições efetuadas pelos associados. 25. dentro do contexto do art.143/1966). empregado ou não.311/1996 veda a utilização dessas informações para fins de constituição de crédito fiscal e não para averiguar delito fiscal. que preste serviços em nome da soc . é devida a exigência (porque não recolhida na fonte). há incidência do imposto de renda no rateio do patrimônio. que até 1988 o IOF estava sujeito apenas às operações de crédito realizadas por instituições financeiras (Lei n. 66 d 8. sócio. se após o advento da Lei n.779/1999.250/1995. Além do que o recorrente está a ser investigad ituições financeiras. 5.colhido na fonte). 90. estas ficarão sujeitas ao imposto na forma do § 1°. mudando essa situação com a Lei n. da Lei n. ainda. 9. calculado em relação a cada profissional habilitado. caracterizado o acréscimo patrimonial dos participantes. Explicitou. revalece sobre o do particular e que o invocado o art.

efetiva ou potencial.o exercício efetivo. XI do § 2º do art. certo que os contribuintes do IPI estão definidos n e desprovido de validade jurídica.F. a qual se concretiza no momento da saída da mercadoria. ao contribuinte. na segunda hipótese. é que legitimam a cobrança de taxas. como a de q O dispositivo constitucional não distingue entre estabelecimentos industriais e equiparados. ou a prestação de serviços. por órgão administrativo. É inequívoco que a base de cálculo do IPI é o valor da operação. O que importa verificar é a ocorrência da situação fática inscrita no inc. pelo Poder Público. sendo vedado ao legislador ordinário ultrapassar os termos da definição consignada . na primeira hipótese. do poder de polícia. 155 da C..

podendo produzir efeitos imediatos. sob pena de violação do Princípio da Legalidade? A omissão do Poder Executivo em regulamentar tal dispo . . não obstante a alegação de sua impossibilidade de fazê-lo. em razão de a recorrida ter feito de forma diversa da exigida. exigindo a multa só pelo atraso. por maioria. bem assim no caso de tributo indireto. ociedade. entendendo ser cabível a ação consignatória e determinou seu regular processamento. repassado ao consumidor final. proveu o REsp e se posicionou neste julgamento pela jurisprudência dominante citada. a Turma. ento por homologação. pela via da informática. como na espécie. de tributo su equivale a recusar o recolhimento do tributo por valor menor. O fato de a sociedade estar em débito com obrigações fiscais não autoriza a União a recusar certidão negativa aos sócios da pessoa jurídica (Precedentes STJ). A questão é a seguinte: o comando geral era auto-executável. ias descontadas em folha de pagamento e não repassadas. por unanimidade. considerando a multa moratória indevida. Prosseguindo o julgamento.ia impossível cumprir-se a exclusão. A Turma. deu parcial provimento ao recurso.

deve ser contada nos termos do Decreto 20. daquela em que o contribuinte esteve impedido de efetuar o aproveitamento por oposição constante de ato s fiscais com objetivo do creditamento do IPI é qüinqüenal. ainda. utário. contado a partir do ajuizamento da ação (REsp 530. podendo nesse período ser promovida a cobrança. surge o prazo prescricional de cinco anos.A decadência. Ressaltou. ela em que o aproveitamento de crédito não se deu imediatamente.182-RS. como na hipótese não se cuida de repetição de indébito tributário. por opção ou por impossibilidade imputável ao próprio contribuinte. mas de reconhec . DJ 25/10/2004).910/32 e do DL 4.597/42. que. então.

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a. III. da CF. que reserva à lei complementar a definição dos contribuintes dos impostos previstos no Sistema Tributário Na .viços meramente acessórios ou preparatórios à comunicação propriamente dita. também. ão. a alegação de contrariedade ao art. o universo de beneficiários do mencionado inciso XI. 146. Afastou-se.

779/1999. o que indica hipótese de sonegação fiscal.) . .763-DF. 66 do CTN. nos termos da lei aplicável. Outrossim. que estabeleceu. o resultado de mútuo.779/199 ou não. sobre a vigência da Lei n.ém do que o recorrente está a ser investigado em segredo de justiça porque movimentou recursos financeiros em montante discrepante com aqueles declarados ao Fisco. como hipótese de incidência do IOF. embora assumindo responsabilidade pessoal. dentro do contexto do art. no período considerado. que preste serviços em nome da sociedade. Inovação reforçada pelo entendimento do STF na ADin 1. 9. 9.

mediante atuação de órgão que os contribuintes do IPI estão definidos no CTN. apassar os termos da definição consignada no CTN. art. para efeito de estabelecer a base de cálculo de impostos. 3. tem função de lei complementar. Assim. como a de que se trata neste Recurso: taxa de localização e funcionamento. que. e eleger elemento estranho ao determinado no referido código. o acórdão extraordinariamente recorrido negou ter havido efetivo exercício do poder de polícia. No caso. 51. é certo que os desconto .legitimam a cobrança de taxas.

minou seu regular processamento. valores que. . de tributo sujeito a lançamento. como na espécie.o Poder Executivo em regulamentar tal dispositivo tem o condão de restringir o direito do contribuinte de excluir da base de cálculo das contribuições do PIS e da COFINS. computados como receita. foram transferidos a outra pesso ória indevida.

é devida a correção monetária dos créditos na segunda hipótese. pelo contribuinte.oveitamento por oposição constante de ato estatal. administrativo ou normativo ilegítimo. 16 . Isso posto. quando seu aproveitamento. não-tributáveis ou de alíquota zero. é afastada a contagem do prazo prescricional para repetição de indébito (arts. mas de reconhecimento do direito da empresa ao aproveitamento do crédito sobre insumos imunes. sofre demora em virtude de re tição de indébito tributário.

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impostos previstos no Sistema Tributário Nacional. .

sobre a vigência da Lei n. rossim.ue indica hipótese de sonegação fiscal. apesar de a nova lei não ter efeito retroativo. 9. ela incide sobre .779/1999.

assim erido código. Assim.poder de polícia. mediante atuação de órgãos administrativos do Município. é certo que os descontos incondicionais não podem integrar o valor da operação de venda para fins .

responde negativamen .mo receita. traçada pelo STF. foram transferidos a outra pessoa jurídica? A orientação mais ortodoxa.

como forma scricional para repetição de indébito (arts. aplica-se a regra geral de prescrição de indébito contra a F . sofre demora em virtude de resistência oposta por ilegítimo ato administrativo ou normativo do Fisco. 165 e 168 do CTN). Assim.o contribuinte.