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Dietas mediterrânea e pobre em

carboidratos emagrecem, diz estudo


Tanto a dieta mediterrânea quanto a dieta pobre em
carboidratos são seguras e até mais eficazes do que
uma alimentação pobre em gorduras para perder
peso, segundo estudo publicado no “The New
England Journal of Medicine”. De acordo com os
autores, a primeira, rica em vegetais e pobre em
carnes vermelhas, tem efeitos mais favoráveis na glicose, enquanto
a segunda, na gordura corporal. Avaliando, durante dois anos, 332
pessoas moderadamente obesas, pesquisadores israelenses
observaram que, com a mesma restrição de calorias, as pessoas
que fizeram a dieta pobre em gorduras perderam apenas 2,9 kg ,
comparados com os 4,4 kg da dieta mediterrânea e 4,7 kg da pobre
em carboidratos. E os autores destacam que essas taxas de
redução no peso são comparáveis aos resultados dos
medicamentos para emagrecer.

Fonte:
http://blogboasaude.zip.net/arch2008-07-13_2008-07-
19.html#2008_07-17_12_33_45-119648571-0

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NOTA
Quando falamos em dieta de emagrecimento, alimentação
equilibrada, devemos prestar muita atenção em dois pontos, que
são fundamentais:

1º “Gorduras são essenciais. Elas são necessárias para


todas as funções celulares. Sem gordura não há
hormônios – e isso significa câncer. Não coma nenhuma
gordura que não se originou de um ser vivo: certifique-se
de que é de origem vegetal ou animal.” (página 200,
“Apague a Luz!” de T S Wiley e Bent Formby, Ph.D.)

2º “Coma apenas os carboidratos de que você precisa


num único dia, de acordo com a estação. Se você está
indo para um lugar onde o alimento é escasso, ou se
pretende dormir durante todo o inverno em ambiente
próprio, sinta-se livre para comer todo o carboidrato
natural que quiser. Do contrário, no verão a proposta é
comer-tudo-o-que-conseguir, e no inverno a idéia é nada
além de 45 gramas diárias.” (página 200, “Apague a Luz!”
de T S Wiley e Bent Formby, Ph.D.)

Veja, abaixo, um artigo da pesquisadora norte-americana, T S


Wiley, abordando o tema dos carboidratos, gorduras, teor glicêmico,
etc:

A ESCOLHA DOS CARBOIDRATOS


T S Wiley,
Antropóloga e teórica médica, com passagem pelo jornalismo
investigativo. Trabalha atualmente em pesquisa médica, com
especial interesse nas áreas de endocrinologia e biologia evolutiva

No inverno, o tipo de carboidrato que você consome é importante


porque, nos tempos pré-históricos, você só encontrará à disposição
verduras e cascas, junto com ervas e grama seca. Atualmente,
essas escolhas se traduziram em cenouras e batatas refogadas em
cebolas e tomilho, com uma aspirina de sobremesa (casca).
Um termo importante a ser compreendido é o teor glicêmico, uma
medida de como o organismo digere os carboidratos e com que
rapidez o açúcar digerido é encontrado pela insulina. O teor
glicêmico de qualquer alimento pode ser alterado, se o
combinarmos com a gordura. Lembre-se: quanto maior o teor
glicêmico, mais rapidamente o açúcar penetra o sistema e maior a
resposta insulínica. Inversamente, quanto menor o teor glicêmico,
mais baixa e lenta será a resposta insulínica.
Verduras verdes também retardam o tempo de trânsito ao longo
do trato digestivo e, com isso, baixam o teor glicêmico. Isso
funciona também no caso das proteínas e das verduras que não
contém amido. Você pode alterar o teor glicêmico de qualquer
alimento, acrescentando uma gordura a qualquer carboidrato.
Adicione manteiga ou creme azedo a uma batata assadas e você
desacelera até a atividade enzimática na boca. Lubrifique suas
enzimas profilaticamente. Pense na gordura como se fosse uma
camisinha para seus carboidratos.
• Se você precisa perder peso, não importa qual seja a
estação do ano, coma alimentos com teores glicêmicos
mais baixos.
• Os carboidratos são os únicos alimentos que você
precisa contar.
• Quando você comer carboidratos no verão, aproveite.
Mas lembre-se de que junk-food rico em carboidratos vai
matá-lo.
• Leia os rótulos. Sugar-free (sem açúcar)? Nunca. Este é um
rótulo extremamente enganoso. Em geral, todo sugar-free
significa que o produto não contém sacarose (açúcar de cana
ou de beterraba). Muitos “produtos alimentícios” (está certo,
“produtos alimentícios” não são comida de verdade) cujo
rótulo exibe a expressão sugar-free contêm outros adoçantes
que elevarão o açúcar em seu sangue e provocarão picos de
insulina, exatamente como o açúcar real.
• Tente conferir a lista de ingredientes e verificar a
quantidade de carboidratos e açúcar por porção. Se esta
informação não estiver lá, eles devem estar escondendo
alguma coisa.
• Não beba leite. Você já é adulto!

COMA VERDURAS

• As verduras são importantes. Seu teor de fibras torna mais


lento o processo digestivo, o que baixa o teor glicêmico da
refeição como um todo. Embora elas não se convertam em
estruturas vitais, possuem valor no que toca a vitaminas,
minerais e fibras.
• Não existe um só nutriente ou vitamina encontrado nas
frutas que não esteja presente também nas verduras.
• Não tome aquelas estranhas pílulas à base de verduras
em vez de comer as próprias verduras, a menos que você
seja um astronauta.
• Coma as verduras da estação. Uma boa regra para ter na
ponta da língua é que o que cresce debaixo da terra (com
exceção da família das cebolas, que consiste em açúcar
verdadeiro) é amido, o que significa que tem mais
carboidratos. É por isso que você é recompensado com eles
no inverno, quando os carboidratos do resto do planeta estão
adormecidos. Se nascer acima do solo (com exceção de
ervilhas, milho e feijões), não tem amido.

CARNE MORTA

É final de setembro. Nos Estados Unidos, a maior parte das coisas


que você plantou já se acabou. Algumas verduras de colheita tardia
ainda virão, mas as frutas acabaram por algum tempo – a menos
que você viva em terra de maçãs. Sua refeição, nessa época do
ano, é formada principalmente de proteínas e de alguma coisa
verde.
Se você vivesse no ambiente pastoral que acabamos de
descrever, como seu corpo reagiria à mudança na luz, no alimento
disponível e no tempo?
Seu corpo reagiria perdendo peso.
Como você estaria vivendo com menos carboidratos, menos
verduras e mais proteínas, você começaria a queimar a própria
gordura acumulada para sustentar a energia necessária aos
processos internos. Até seu coração começaria a se alimentar de
ácidos graxos livres, em vez de glicose direto. Lembre-se, a gordura
corporal pode substituir a energia dos carboidratos em todos os
processos metabólicos. É assim que os ursos sobrevivem durante a
hibernação. E é por isso que não existem carboidratos essenciais,
apenas gorduras e proteínas essenciais.
As proteínas que você agora está ingerindo em maior quantidade
são transformadas em enzimas, que funcionam como as matérias-
primas e também como as ferramentas que realizam o trabalho.
Quando as proteínas chegam ao estômago, não foram parcialmente
digeridas, como os carboidratos. O cozimento e a amilase em sua
saliva não as afetam da mesma forma que afetam os carboidratos.
As proteínas esperam para passar por um lento processo de
transformação no estômago. O ácido hidroclorídrico no estômago
ativa uma enzima chamada pepsina, que é uma enzima protease,
que quebra outras proteínas. As proteases transformam as
proteínas novamente em aminoácidos, que são absorvidos pela
corrente sangüínea ou se tornam neurotransmissores, fatores
coagulantes ou parte das membranas celulares.
Os aminoácidos fazem com que o seu intestino delgado envie
sinais de “satisfação” ao seu cérebro, através do hormônio
chamado colecistocinina, ou CCK. Este diz ao seu cérebro que você
não está mais com fome. Quando é produzido em excesso, o CCK
provoca dores e náuseas. Isto significa que você não pode comer
proteínas em excesso. Você possui controles reguladores
embutidos que dizem ao organismo quando ele deve parar de
comer proteínas.
Se viver à base de proteínas e gorduras por um tempo, você na
verdade também está dando ao seu coração um descanso de toda
a produção de radicais livres. Num estudo publicado em 1971 na
revista Lancet – “O padrão de lipídios e de lipoproteínas no plasma
dos esquimós da costa oeste da Groelândia” –, conduzido por um
grupo de pesquisadores dinamarqueses, 130 esquimós, cuja dieta
consistia basicamente em carne e gordura de baleia, tinham
colesterol e contagem de triglicerídeos marcadamente inferiores às
dos cidadãos dinamarqueses não-esquimós. Essas descobertas
corroboram o conhecido “paradoxo” de que não existe doença
cardíaca nem diabetes entre as populações esquimós. O estudo
resumiu os hábitos alimentares desses habitantes da Groelândia
com uma nota de rodapé pouco sensível: “Seus hábitos alimentares
são muito parecidos com os dos animais carnívoros.”
Lembre-se de que isso aconteceu 29 anos antes desse livro ser
escrito.
A noção de “politicamente correto” ainda estava engatinhando.
Eles também incluíram em seu ensaio crítico a definição da
palavra “esquimó”, apenas para desestimular qualquer debate.
Diziam eles: “A palavra esquimó tem origem entre os índios pele-
vermelha e significa pessoas que comem carne crua.”
Nem tente um relativismo cultural como esse no ano 2000.

(Trecho do livro “Apague a Luz!”, páginas 208 a 211)

“Apague a luz!” Durma melhor e: perca peso, diminua a


pressão arterial e reduza o estresse, Bent Formby e T. S. Wiley,
384 páginas, Rio de Janeiro, Editora Campus, 2000.

Com base em uma pesquisa minuciosa, colhida no National Institutes of


Health (Instituto Nacional de Saúde), T.S.Wiley e Bent Formby apresentam
descobertas incríveis:os americanos estão doentes de cansaço. Diabetes,
doenças do coração, câncer e depressão são enfermidades que crescem em
nossa população e estão ligadas à falta de uma boa noite de sono.
Quando não dormimos o suficiente, em sincronia com a exposição sazonal
à luz, estamos alterando um equilíbrio da natureza que foi programado em
nossa fisiologia desde o Primeiro Dia. A obra revela por que as dietas ricas
em carboidratos, recomendadas por muitos profissionais da saúde, não são
apenas ineficazes, mas também mortais; por que a informação que salva
vidas e que pode reverter tudo é um dos segredos mais bem guardados de
nossos dias.

Com o livro, o leitor saberá que:

• perder peso é tão simples quanto uma boa noite de sono

• temos compulsão por carboidratos e açúcar quando ficamos


acordados depois que escurece

• a incidência de diabetes tipo II quadruplicou

• terminaremos como os dinossauros, se não comermos e dormirmos


em sincronia com os movimentos planetários.

T.S.WILEY e BENT FORMBY, Ph.D., são pesquisadores que trabalharam


juntos no Sansum Medical Research Institute em Santa Barbara, na
Califórnia – o centro de pesquisas de ponta sobre diabetes desde que a
insulina foi sintetizada pela primeira vez, lá mesmo, na década de 1920.

Para adquirir este livro:


EDITORA CAMPUS
Ligue grátis: 0800-265340
e-mail: info@campus.com.br
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ATENÇÃO! SENHORES PAIS:

16/07/2008

Maioria dos alimentos direcionados às crianças


têm pouco valor nutricional

A maioria dos produtos alimentícios


direcionados especificamente às crianças
tem valor nutricional pobre, com quase
90% contendo altos níveis de açúcar,
gordura ou sódio, segundo estudo da
Universidade de Calgary, no Canadá. Os
especialistas pesquisaram 367 produtos, incluindo
aqueles com personagens de desenhos animados na
embalagem. E, de acordo com os autores, quase 70%
dos produtos, excluindo bebidas não-alcoólicas,
confeitaria e panificação, derivam alta proporção das
calorias do açúcar. Além disso, um em cinco tem altos
níveis de gordura, e 17% contém excesso de sódio. O
que mais preocupa, principalmente em relação à
obesidade infantil, é que 62% dos produtos com má
qualidade nutricional tinham, na frente da embalagem,
alegações positivas sobre o produto.

Fonte:
http://blogboasaude.zip.net/arch2008-07-13_2008-07-
19.html#2008_07-17_12_33_45-119648571-0

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MODULADORES E INDUTORES FREQUENCIAIS
GRUPO FISIOQUÂNTIC®
Você já ouviu falar em medicamentos “Fisioquântic”?
Moduladores e Indutores Frequenciais?

PALAVRA DA PRESIDENTE

Mais do que estudar e falar sobre biotecnologia e aplicabilidade


da Física Quântica, desejava fazer uma ação prática que pudesse
materializar os projetos que eu e minha equipe tínhamos para
realizar em prol da mudança de consciência e de uma melhora na
qualidade de vida e fortalecimento da saúde e do bem estar do ser.
Em 2002 nasce a Fisioquântic, uma empresa constituída e
voltada aos ideais de produzir supl ementos alimentares e
oligoelementos. O sucesso absoluto deste empreendimento veio
coroar todos os nossos esforços, juntamente com o empenho de
todos os profissionais de saúde que receberam a idéia e tornaram
prática comum em seus consultórios e clínicas em todo o Brasil e
até no exterior.
Assim, com o passar do tempo e o desenvolvimento das nossas
atividades, novos mercados começaram a solicitar a criação de
novos produtos. Desta forma, nasceu em 2005 a Oxyderme
Dermocosmética com a finalidade de atender aos profissionais
voltados à estética e tratamentos especiais.
Conquistamos, em 2008, mais um degrau com início da
produção dos moduladores e os indutores frequenciais, cujo
objetivo de é dar suporte a todo o sistema de tratamento de saúde
em todos os segmentos profissionais. Uma visão freqüencial e
inovadora.
Este é o Grupo Fisioquântic, que nós – eu e você – com a
benção de Deus, estamos consolidando no Brasil e no mundo.
O Brasil e os brasileiros são capazes de grandes feitos e, juntos,
com competência, amor e paixão, continuaremos a escrever a
bonita história de um país forte com um destino especial
entre as nações.

Fátima Dalosse

Fonte:
Livro “Fisioquântic” – 96 páginas, formato pdf
Pesquisa e desenvolvimento:
Dr. Marco Rogério Marcondes e
Fátima Dalosse
Edição 2008 - Maringá - PR
Grupo Fisioquântic

DISTRIBUIRDOR FISIOQUANTIC SÃO PAULO – FÁBIO SERÃO


FONE: (11) 3492-8159

Alguns links, com maiores informações sobre os medicamentos


fisioquântic:

http://www.fisioquantic.com.br/

http://www.pontodeintegracao.com/site_flash/index.html

http://www.stylovital.com.br/index.php

Leia o artigo: “Rejuvenescimento: Utopia ou Realidade”, da Dra.


Rosângela Arnt (Nutróloga), utilizando o link abaixo:

http://www.stylovital.com.br/base_artigo.php?id=1

trecho do artigo:

(...)
“Acredito que o certo é ensinarmos o corpo a produzir e liberar
esses hormônios assim como os hormônios sexuais, usando a
Medicina Biológica e a Medicina Quântica, com biofatores e nutrição
celular, através de suplementos de alta qualidade e fitohormônios.
O Dr Francisco Humberto de Freitas Azevedo comprovou esta tese
em sua monografia de final de curso de Pós-graduação em
Medicina Biomolecular , em 2000, na Universidade do Rio de
Janeiro.
Portanto, com o uso regular e bem orientado dessas terapias
assim como, com alimentação correta e de boa qualidade, hábitos
saudáveis de vida, e exercícios físicos, temos sim como retardar o
envelhecimento e rejuvenescer.”

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