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ROTEIRO DE VISITAÇÃO DE TRILHAS NA RPPN “FONTE DA BICA”,

AREIA BRANCA-SE

Raquel Carvalho Guerreiro – Eng. Florestal. raquelflorestal@hotmail.com;


Laura Jane Gomes – UFS. laurabuturi@ufs.br; Marcelo Nogueira – UFES.
mnogueira@fca.unesp.br; Ivana Silva Sobral – UFS.
ivanasobral@yahoo.com.br.

Eixo Temático: 4. O Turismo e a Recreação em Áreas Naturais

Intodução

Áreas naturais protegidas são locais ideais para implantação de programas


educativos, uma vez que constituem fonte inesgotável de meios que facilitam o re-ligar
do homem a seu ambiente (WWF-BRASIL, 2003). O uso destas áreas com tal
propósito teve suas primeiras iniciativas estabelecidas no século XVI e concretizadas
em 1872, com a criação do primeiro parque nacional, o Yellowstone National Park, nos
EUA. Um dos principais argumentos para a criação deste parque foi o apelo para o
desenvolvimento de atividades recreativas, agregando-se a elas novos valores, como
os da interpretação e da educação ambiental.
Atualmente, a caminhada em trilhas ecológicas é considerada um ótimo meio
para práticas de educação ambiental, pois oferecem aos visitantes a oportunidade de
lazer, relaxamento e de familiaridade com o meio natural. Desta forma, é possível
conciliar a recreação e a educação utilizando-se as trilhas como meios de
interpretação ambiental.
A Reserva Particular do Patrimônio Natural “Fonte da Bica”, localizada no
município de Areia Branca, possui uma área de 13,72 ha de vegetação nativa, com
espécies características da Mata Atlântica, de grande diversidade biológica. Por ser
uma área de remanescente de um dos mais importantes e degradados ecossistemas
tropicais – quase totalmente extinto no estado de Sergipe – essa unidade de
conservação merece atenção especial. A única RPPN de Sergipe, reconhecida pelo
IBAMA (Portaria Nº 70/99-N de 14/09/99), não possui Plano de Manejo e ainda é
pouco conhecida. Apenas alguns estudos foram desenvolvidos, como o levantamento
florístico e a abertura de trilhas para visitação.
Nesse contexto, o presente trabalho teve a finalidade de estabelecer o roteiro
de visitação das trilhas “Maria Farinha”, “Três Potes e “Patizeiros” na RPPN “Fonte da
Bica”.

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Metodologia

O roteiro de visitação foi elaborado com base em dados secundários – folheto


de divulgação da RPPN criado pelo proprietário, fita de vídeo de divulgação da RPPN
– e resultados obtidos no estudo de percepção ambiental dos moradores do entorno e
na análise do perfil dos visitantes das escolas locais. As atividades ocorreram no mês
de abril de 2006.
Foram identificadas as escolas do município que realizaram visitas à RPPN,
onde foi aplicado um questionário semi-estruturado junto aos diretores das escolas,
contendo perguntas como: com que freqüência a escola realiza visitas à RPPN; se a
visita a foi utilizada em alguma disciplina como conteúdo escolar e se pretendem
realizar mais visitações à área. O questionário foi aplicado em apenas duas das três
escolas que já visitaram a RPPN situadas no município de Areia Branca.
A percepção ambiental dos moradores do entorno da RPPN foi trabalhada
em uma oficina (com a participação de onze pessoas). Nessa oficina aplicou-se o
Diagnóstico Rápido Participativo (DRP) por meio da ferramenta Passado-Presente-
Futuro, procurando-se conhecer a realidade da área e a percepção dos moradores
antes e depois da criação da unidade de conservação.

Resultados e Discussão

Perfil dos visitantes do ensino formal

De acordo com dados secundários – registro em fita de vídeo – a visita de


uma das escolas foi realizada em julho de 2001 através do curso de educação
ambiental promovido por uma bióloga, como parte de sua pesquisa acadêmica na
RPPN. Sabe-se também que esta foi a primeira atividade desenvolvida na área desde
a sua criação em 1999 e que o grupo de visitantes era composto apenas por
professores. A visita foi orientada pelo proprietário da área, pela pesquisadora e um
técnico do IBAMA.
Os professores da outra Escola Estadual realizaram apenas duas visitas num
mesmo ano (2004), ambas com uma turma de aproximadamente 35 alunos de ensino
fundamental. A atividade teve duração de um turno e foi utilizada como conteúdo
escolar nas disciplinas de geografia e ciências. Segundo a diretora entrevistada, a
escola vê na visitação à RPPN Fonte da Bica a importância de conhecer e valorizar os
recursos naturais, afirmando antes não ter conhecimento da diversidade e riqueza
local e enfatizando a necessidade de maior divulgação dentro do município de Areia
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Branca. Ainda de acordo com a entrevistada, a escola costumava visitar outras áreas
naturais, como o Parque Nacional Serra de Itabaiana e o Projeto TAMAR, localizado
na reserva Santa Iasabel, no município de Pirambu (SE). Afirma ainda que esse tipo
de atividade atualmente tem sido inviável devido à falta de recursos, principalmente de
transporte. E finalmente, ressalta o interesse em novas visitas à RPPN.
A diretora da outra escola entrevistada (particular de ensino fundamental) a
visita à área ocorreu apenas uma vez, logo após a inauguração das trilhas em 2001. A
turma era composta por aproximadamente 25 alunos e durante a visita foram
abordados conteúdos escolares desde o infantil até o ensino fundamental. Além disso,
a atividade foi tema de concurso de redação dentro da escola e de desfiles em
semana comemorativa sobre o meio ambiente no mesmo ano. A escola costumava
realizar atividades no Parque Nacional Serra de Itabaiana. A entrevistada alega que
atualmente há dificuldades de transporte e parcerias. Entretanto, mostra-se bastante
engajada nas questões ambientais, vendo na RPPN diversas oportunidades de
trabalhar com seus alunos diferentes temas relacionados ao meio ambiente, como:
queimadas, reflorestamento, água, entre outros.
Pode-se constatar que a direção das escolas entrevistadas possui interesse
em realizar novas visitas à RPPN. Esse engajamento e a percepção dos problemas
ambientais locais, segundo PINHEIRO et al. (s/d), é o primeiro passo para o sucesso
de uma eficiente política que contemple os objetivos da Educação Ambiental, definidos
na Conferência de Tbilisi, em 1977.

Percepção ambiental dos moradores do entorno

Dentre os participantes da oficina de DRP havia artesãos, agricultores,


estudantes, donas de casa e funcionárias públicas. Distribuídos em dois grupos –
compostos por cinco e seis pessoas – eles foram estimulados a resgatar seu passado
em relação à “Mata Fonte da Bica”, além de discutir sobre a realidade no presente e a
visão de futuro. Cada grupo elaborou em cartolina um quadro representando os
aspectos que foram discutidos pelos seus integrantes (Quadro 1).

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Quadro 1. Síntese dos aspectos levantados pelos moradores por meio da ferramenta
de DRP Passado-Presente-Futuro da RPPN “Fonte da Bica”

PASSADO PRESENTE FUTURO


Buscar água na “bica” para Nascente do riacho Preservação do meio
beber; preservada; ambiente (matas e
riachos não só da
RPPN);
Lavar roupa no riacho Continuam lavando roupa; Lavar roupa;
Olhos d’água;
Presença de caçadores Aumento de animais com a Aumento da
(jacaré, camaleão, teiú); presença da RPPN. preservação;
Venda de aves nas feiras;
“Gavião Caracolero”
ameaçado de extinção;
Mata mais degradada; Mata mais conservada; Espera-se o
Retirada de lenha, tucum, Variedade de plantas como comprometimento de
piaçaba; orquídeas e bromélias; todos com o meio
ambiente;
Existiam mais animais; Variedade de animais entre Pesquisa;
lagartos, aves (três potes),
cobras, camaleão, teiú, cotia,
tatu, jacaré, tamanduá-mirim;
Lazer (namorar); Não utilizam mais como Visitar para conhecer
Passagem como atalho; atalho; mais a área;
Pesquisa (escolas);
Fonte: Oficina de DRP.

É importante ressaltar que houve a participação efetiva de todos os


presentes, dentre eles dois moradores que trabalham como guias de ecoturismo na
região. Este fato foi relevante porque provocou a sensibilização dos demais
participantes sobre a importância de conhecer, valorizar e preservar os recursos
naturais, especialmente os locais.
O passado da comunidade em relação à RPPN foi lembrado com
depoimentos sobre ações de degradação, em que se destacaram a retirada de lenha e
a caça de animais – principalmente aves para comercialização. “Se as pessoas que
retiravam a mata estivessem aqui, iriam se conscientizar”, afirmou um dos moradores
durante a apresentação do quadro elaborado em grupo.
Embora residam nas proximidades da RPPN, os participantes atualmente
têm pouca ou nenhuma interação com a área. “Seria bom visitar para conhecer mais a
mata”, opinou um dos guias de ecoturismo. O interesse na visitação e divulgação entre
a comunidade foi unânime, destacando-se também a manifestação do proprietário da
UC sobre a possível viabilização por meio de agendamentos e lista de presença. “É
interessante que as pessoas tomem iniciativa e nos solicitem a visita (...) se for acima
de 20 pessoas, precisaremos comunicar ao IBAMA”, afirmou complementando que “o

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objetivo é aproximar as pessoas junto à RPPN Fonte da Bica, fazendo com que elas
percebam que essa área também é delas”.
Como resultado do Diagnóstico Rápido Participativo, observou-se a
manifestação dos moradores a favor da proteção do remanescente e a motivação para
conhecer melhor a área. A percepção ambiental, segundo FAGGIONATO (2005) é
uma tomada de consciência do ambiente pelo homem, ou seja, é perceber o ambiente
em que se está localizado, aprendendo a protegê-lo e cuidá-lo da melhor forma.

Roteiro de visitação das trilhas

A Interpretação da Natureza é uma forma estimulante de fazer com que as


pessoas entendam o seu entorno ecológico. É uma tradução da linguagem da
natureza para a linguagem comum dos visitantes, fazendo com que os ecoturistas
sejam informados em vez de distraídos, e educados, além de divertidos (WWF-
BRASIL, 2003). Segundo FONSECA (1999), pode ser considerada como um
instrumento de Educação Ambiental cujo propósito é dar o significado dos recursos
através de aspectos originais, por experiência direta ou por meios ilustrativos. Desta
forma, o roteiro de visitação, principal resultado deste trabalho, auxilia a interpretação
ambiental nas trilhas da RPPN “Fonte da Bica”.
Dotado de informações educativas, o roteiro possui a finalidade de
apresentar ao visitante as potencialidades do local. Por meio de uma linguagem
acessível ao público alvo – estudantes e comunidade do entorno – ele revela alguns
aspectos relacionados à história da RPPN e seus objetivos como unidade de
conservação e procura estimular curiosidades a partir de fotos das trilhas e seus
atrativos. Expõe ainda informações complementares de forma a promover a
interpretação ambiental e a sensibilização diante dos diversos temas ambientais que
poderão ser abordados pelo guia durante a visitação das trilhas.

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O que é Reserva Particular do
Patrimônio Natural – RPPN?

É uma área privada, gravada com


perpetuidade, com objetivo de proteger
e garantir a conservação da
biodiversidade.

As Reservas Particulares do Patrimônio Natural surgiram em 1977, quando


fazendeiros, principalmente do Rio Grande do Sul, sentiram a necessidade de dar
proteção oficial às suas propriedades rurais, devido à pressão da caça nas mesmas.
Através deste movimento, foi editada a Portaria 327/77, do extinto IBDF –
Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal – criando os Refúgios Particulares de
Animais Nativos (REPAN). Em 1988, foi editada a Portaria 217, que substituiu a
anterior, e a REPAN é então denominada de Reserva Particular de Fauna e Flora. Em
1990 surgiu o Decreto 98.914, que instituiu as Reservas Particulares do Patrimônio
Natural, sendo atualizado pelo Decreto 1.992 de 5 de junho de 1996, que dispõe sobre
o reconhecimento das RPPN.
E em 2000, é assinada a Lei nº 9.985/2000, na qual a RPPN é classificada na
categoria de Unidade de Conservação de Uso Sustentável.

Reserva Particular do Patrimônio


Natural “Fonte da Bica”

Primeira RPPN do Estado de Sergipe

Proprietário: Sr. João Dias Barreto


Localização: Sítio Aviboa, Areia Branca

A RPPN “Fonte da Bica” possui uma área de 13,72 hectares com vegetação
nativa de grande diversidade biológica: Mata Atlântica. Seus atributos naturais de
maior destaque são as nascentes que brotam de seu interior com água límpida e pura,
formando o riacho da Bica e alimentando o riacho Olhos D'Água. Assim, foi criada para
proteger e garantir a conservação destes e outros recursos, como fauna e flora, e
todos os valores que compõem o ambiente em que a propriedade está inserida. Na
propriedade então são permitidas as atividades de pesquisa científica e visitação com
objetivos turísticos, recreativos e educacionais.

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Na RPPN “Fonte da Bica” pode-se observar
uma diversidade de espécies vegetais, dentre
elas:

Pindaíba, Sucupira, Pau-pombo, Murici, Biriba,


Marinheiro, Paraíba, Araçás, Pau-de-breu,
Guabiroba, Ingazeira, Pati, Buri, Tucum,
Patizeiro.

Pindaíba

Buri Patizeiro Tucum

Além disso, encontram-se vários tipos de insetos, aves (seriema, juriti, três
potes, periquitos, gaviões), cobras, lagartos, tatu, cutia, paca, teiú, tamanduá-mirim,
sagüis, morcegos.

A Mata Atlântica é uma floresta


tropical que ocupa apenas 7% do seu
território original – em Sergipe, resta ainda
0,3%. Muitas espécies de plantas e animais
são endêmicas, ou seja, só se desenvolve
nesse ecossistema. Além disso, a Mata
Atlântica preserva um importante conjunto
de plantas medicinais que ainda não foram
totalmente estudadas.

Preserve esse patrimônio!!

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O que são trilhas?

São caminhos existentes ou estabelecidos,


com diferentes formas, comprimentos e
larguras, que possuem o objetivo de
aproximar o visitante ao ambiente natural,
ou conduzi-lo a um atrativo específico,
possibilitando seu entretenimento ou
educação através de sinalizações ou de
recursos interpretativos.

Ajude a preservar nossa mata!!

# Não perturbe os animais e não colete


plantas;
# Não mate nada a não ser o tempo;
# Não tire nada a não ser fotografias;
# Não leve nada a não ser lembranças;
# Não deixe nada a não ser pegadas...

A Reserva Particular do Patrimônio


Natural “Fonte da Bica” possui três trilhas:

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TRILHA “TRÊS POTES”

™ Percurso linear: 345m de extensão


™ Tempo médio: 15 minutos
™ Nível de dificuldade: Baixo

Por que dentro da floresta é mais frio?

A floresta é responsável por criar o ambiente necessário para o


desenvolvimento de plantas e animais. A temperatura mais fria, entre 14 e 21
ºC é uma característica da Mata Atlântica, isso se deve a sua capacidade de
auxiliar na retenção das águas da chuva, o que torna o ambiente mais úmido.

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TRILHA “MARIA FARINHA”

™ Percurso linear: 120m de extensão


™ Tempo médio: 10 minutos
™ Nível de dificuldade: Moderado

Trilha com
trechos sob
pequena clareira.
“Helicônias” na
foto abaixo.

Algumas plantas são típicas de clareiras.


Chamadas pioneiras ou intolerantes à
sombra, elas necessitam destes ambientes
para sobreviver. As helicônias são exemplos
de pioneiras muito encontradas na trilha
maria farinha.

Por ser uma trilha com percurso de ida e volta, a “Maria Farinha” merece
atenção especial quanto à conservação dos recursos naturais à sua volta. Isso se
deve ao fato de que as trilhas de visitação geram impactos sobre o meio ambiente.

Entrada e saída - “Maria Farinha”

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Quais impactos podem ser causados pelas trilhas?

ƒ Erosão e compactação do solo, através do pisoteio;


ƒ As raízes das árvores ficam expostas pela erosão;
ƒ Choque mecânico em plantas mais próximas;
ƒ Novas espécies são trazidas pelos visitantes, como
gramíneas e plantas daninhas em geral;
ƒ Comportamentos indevidos (inscrições em
árvores, lixo, coleta de materiais botânicos, etc);
ƒ Afugentamento de animais;
ƒ entre outros

BOAS DICAS:
9Caminhe somente na trilha;
9Respeite todas as formas de
vida;
9Respire o ar puro;
9Ouça os sons da natureza;
9Preserve folhas, flores,
frutos e ramos: deixe-os onde
estão; Trilha
9Colabore com a limpeza:
Lixo não nasce, mas cresce.

Sinta-se em casa...

Fique a vontade, escute os sons da natureza, admire a paisagem e reflita que


se você ajudar preservar esse ambiente, estará contribuindo para que as
futuras gerações - seus filhos, netos e bisnetos, também possam visitar este
lugar assim como você o deixou.

A conservação da natureza depende de cada um de nós, faça a sua parte!

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TRILHA “PATIZEIROS”

™ Percurso linear: 443m de extensão


™ Tempo médio: 15 minutos
™ Nível de dificuldade: Baixo

O equilíbrio do meio ambiente e a agricultura

A preservação de nossas matas é fundamental para o equilíbrio do


meio ambiente. Geralmente a busca de terras produtivas leva os
agricultores a desrespeitar as leis ambientais ao derrubar árvores tanto em
florestas, quanto nas margens dos rios e riachos.

FINAL DA TRILHA
Espaço de interação

O que achou Alguma


do passeio? dúvida?

Reflita sobre Aproveite


esta este espaço!
experiência!

Quiosque

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Conclusão

Conforme visto no estudo da percepção ambiental dos moradores do entorno


e entrevistas com diretores das escolas, constatou-se a importância da sensibilização
como um dos principais aspectos diante da importância da preservação dos recursos
naturais para a sobrevivência do homem. A partir desta perspectiva, torna-se possível
trabalhar uma melhor divulgação da RPPN dentro da comunidade (moradores do
entorno e escolas) começando-se pela realização de visitas às trilhas com diferentes
grupos e sugerindo-se treinamentos para guias advindos do próprio local.
O roteiro de visitação servirá não só como um material de divulgação sobre a
área, mas como um importante instrumento de Interpretação Ambiental nas trilhas da
RPPN “Fonte da Bica”.
O remanescente de Mata Atlântica protegido pela Reserva Particular do
Patrimônio Natural “Fonte da Bica” é um patrimônio importante tanto para o município
de Areia Branca quanto para o estado de Sergipe. Neste sentido, propõe-se a
intensificação dos esforços de divulgação desta área como um ambiente rico em
recursos naturais e um universo de conhecimentos que pertence a toda a sociedade.

Referências Bibliográficas

DIAS, G.F. Educação ambiental: princípios e práticas. 8. ed. São Paulo: Gaia,
2003.

FAGGIONATO, S. Percepção Ambiental. 2005. Disponível em:


<http://educar.sc.usp.br/biologia/textos/m_a_txt4.html>. Acesso em: 07 dez. 2005.

FONSECA, R.C.B. Interpretação Ambiental. Notas de aula – Disciplina de Manejo de


Áreas Silvestres; Unesp; São Paulo, 1999.

PINHEIRO, J. I. et al. Proposta de Educação Ambiental e Estudos de Percepção


Ambiental na Gestão do Recurso Hídrico. Programa de Pós-Graduação em
Engenharia de Produção, UFRN, s/d. Disponível em:
<http://www.aguabolivia.org/situacionaguaX/IIIEncAguas/contenido/trabajos_azul/TC-
126.htm>. Acesso em: 14 jan. 2006.

WWF-BRASIL (2003). Manual de Ecoturismo de Base Comunitária: Ferramentas


para um Planejamento Responsável. [Organização: Sylvia Mitraud] WWF Brasil,
Brasília, DF. 470p.

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