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LEET Análise de Circuitos Trabalho prático nº 5 Estudo de um Filtro e do Circuito RLC

LEET Análise de Circuitos Trabalho prático nº 5 Estudo de um Filtro e do Circuito RLC Série.

LEET Análise de Circuitos Trabalho prático nº 5 Estudo de um Filtro e do Circuito RLC

Docente Tiago Meireles Trabalho elaborado por: Rodrigo Teixeira - 2017311 André Gonçalves Neves - 2020411

Data de realização do trabalho: 6 de Dezembro de 2012 Data de entrega do relatório: 10 de Dezembro de 2012

Resumo

Este trabalho teve como principais objectivos a visualização de sinais com o osciloscópio e obtenção de alguns parâmetros (sendo estes nomeadamente a amplitude da onda de sinal de saída e o desvio de fase para cada frequência, e a visualização de sinais no modo XY do osciloscópio, a análise dos efeitos de filtragem de um circuito RC e também o estudo da ressonância num circuito RLC série.

Em suma, com este ensaio experimental, aprofundaram-se os conhecimentos sobre filtragem de sinais e o circuito RLC série.

Introdução

Trata-se de um trabalho prático laboratorial, onde os principais temas são, a visualização de sinais com o osciloscópio e obtenção de alguns parâmetros. A análise dos efeitos de filtragem de um circuito RC e também o estudo da ressonância num circuito RLC série, utilizou-se também aparelhos de medida, geradores de sinal, condensadores, bobinas, osciloscópio, resistências e obviamente a placa de montagem.

Para a realização deste trabalho, é necessário conhecer-se e saber o que cada componente do osciloscópio faz, saber trabalhar com um gerador de sinal (tendo este já sido utilizado no trabalho anterior).

A visualização de sinais com o osciloscópio e a obtenção dos parâmetros tais como nomeadamente a amplitude da onda de sinal de saída e o desvio de fase para cada frequência, para tal ajustou-se o gerador de sinais, de modo a ter um sinal sinusoidal à entrada do circuito, com um duty cycle de 50%, e com 3 V de amplitude pico a pico. Ao longo da experiência verificou-se que a amplitude do sinal do gerador se manteve constante no entanto tivemos que ir

corrigindo o valor sempre que necessário.

Após a obtenção de um sinal sinusoidal, sem componente continua, com u duty cycle de 50% e com uma amplitude de 3V de pico a pico começou-se por uma baixa frequência (100 Hz) até (1 MHz) em passos de 1-2-5 apontou-se o valor da amplitude do sinal de saída e o desvio da fase para cada frequência.

De seguida visualizou-se os sinais no modo XY do osciloscópio E registou-se gráfico que se observava para as frequências de 100 Hz e de 100 kHz. Comparou-se os valores da diferença de fase obtidos por este método com os resultados obtidos anteriormente.

Já no fim deste trabalho Mediu-se com o amperímetro indicado a corrente alternada que passa no circuito RLC série, para frequências entre os valores de 1 kHz e 20 kHz, em passos de 1 kHz. Fez-se o gráfico da corrente em função da frequência e determinou-se a Frequência de ressonância (que corresponde ao máximo do gráfico).

Comparou-se o valor da frequência de ressonância obtido experimentalmente com o valor obtido a partir das Simulações e também com o valor calculado teoricamente. No entanto para efectuarmos este trabalho teve-se que já ter adquirido algumas noções na parte teórica:

Medição da diferença de fase

Quando se observam dois sinais com a mesma frequência eles podem ter uma certa diferença de fase entre eles. A maneira mais fácil de se medir essa diferença de fase passa por determinar o

período (T) do sinal e o atraso (t) de um sinal em relação ao outro.

Comparou-se o valor da frequência de ressonância obtido experimentalmente com o valor obtido a partir das

Deve-se ter cuidado para terem a certeza que não confundem a vossa referência entre medições (ou seja que numa medição não medem a diferença entre A e B e na seguinte a diferença entre B e A).

Outro método de medição da diferença de fase entre dois sinais recorre à utilização do modo X-Y do osciloscópio.

Com o osciloscópio em modo X-Y, liga-se os sinais aos dois canais, e obtêm- se um desenho no ecrã que corresponde a uma elipse.

Medindo a altura máxima e a altura no centro dessa elipse, podemos determinar a diferença de fase entre os dois sinais.

Sabendo esses dois valores obtém-se, o valor da diferença de fase através de:

Diferença de Fase = arcsin (B/A)

Ressonância

Sabendo esses dois valores obtém-se, o valor da diferença de fase através de: Diferença de Fase

Quando uma fonte AC é ligada a um bipolo passivo que contém resistências, bobinas e condensadores podem surgir efeitos conhecidos por situações de ressonância. Neste contexto, a situação de ressonância corresponde a termos, para uma determinada frequência, uma impedância puramente resistiva, ou seja real, o que implica que a tensão e a corrente nesse bipolo, e a essa frequência, estarão em fase. O estudo destas situações é importante, pois há casos em que da ressonância

resulta uma baixa resistência, o que conduz a correntes potencialmente perigosas para o circuito.

No caso do circuito RLC série:

Nesta situação de ressonância temos então que:

  • A corrente está em fase com a tensão;

  • A impedância assume o seu valor mínimo, R;

  • O valor eficaz da corrente assume o seu valor máximo, igual a V/R (o que pode ser perigoso se R for pequeno!);

  • A tensão na resistência é igual à tensão aplicada;

  • As tensões na bobina e no condensador são, em qualquer instante, iguais mas de sentidos contrários, anulando-se mutuamente.

No caso do circuito RLC paralelo:

Nesta situação de ressonância tem-se então que:

  • A corrente está em fase com a tensão;
    A impedância assume o seu valor máximo, R;
    O valor eficaz da corrente assume o seu valor mínimo, igual a V/R;
    A corrente na resistência é igual à corrente total que alimenta o bipolo;
    As correntes na bobina e no condensador são, em qualquer instante, iguais mas de sentidos contrários, anulando-se mutuamente.

Outras situações de ressonância (outros circuitos) têm que ser analisadas caso a caso, sendo sempre válida a condição de que a impedância seja puramente real.
Em termos de energia pode-se pensar que a situação de ressonância de um bipolo LC, corresponde a uma situação de “equilíbrio”, em que a energia armazenada no condensador vai sendo transferida para a bobina, e vice-versa, não trocando o bipolo energia com a fonte. A inclusão da resistência nesse bipolo não altera o facto da potência reativa se manter constante, sendo apenas dissipada potência ativa na resistência, por efeito Joule.

Corpo do Relatório

Lista de material:

  • - Multímetro

  • - Osciloscópio

  • - Gerador de sinal

  • - Resistências de 10 Ω

e de 150 Ω

  • - Condensadores de 100 nF e de 1 mF

  • - Bobina de 1 mH

  • - Placa de montagem

  • - Fios condutores

Procedimento laboratorial Filtro RC

Considerou-se o circuito da Figura1, com R= 150e C=100nF

Procedimento laboratorial Filtro RC Considerou-se o circuito da Figura1, com R= 150 Ω e C=100nF Figura1

Figura1

Ligou-se a ponta de prova do canal A do osciloscópio ao gerador de funções (v i ) e a ponta de prova do canal B à saída (v 0 ), para se poder observar os dois sinais em simultâneo.

Ajustou-se o gerador de sinais, de modo a ter um sinal sinusoidal à entrada do circuito, sem componente contínua com 3V de amplitude pico a pico. Ao longo da experiência, verificou-se sempre a amplitude do sinal do gerador, sendo necessário corrigir o valor quando este valor não se encontrava correto.

Variou-se a frequência entre 100Hz e 1MHz, em passos de 1-2-5, utilizando o osciloscópio para medir a amplitude do sinal de saída e o desvio de fase para cada frequência.

Resultados Teóricos

A frequência angular de corte é dada pela seguinte equação:

ω 0 =

ω 0 =

= 66666,7 rad/s

A frequência de corte é dada pela seguinte expressão:

f c =

f c =

= 10,6103 KHz

Cálculo da fase em graus é dado pela equação:

Ф= -arctan( )

Simulação:

Nota: Adicionou-se uma resistência de 50Ω para simular a resistência do gerador de sinal.

Simulação: Nota: Adicionou-se uma resistência de 50 Ω para simular a resistência do gerador de sinal.

Resultados Experimentais:

Frequência

Amplitude

Amplitude

Atraso

Período

Ф

 

Canal A(V)

Canal B(V)

 

100Hz

3

 
  • 3 10ms

0

 

0

o

200Hz

3

 
  • 3 5,2ms

0

 

0

o

500Hz

3

 
  • 3 2ms

0

 

0

o

1kHz

3

 
  • 3 2,4ms

0.02ms

 

7.2 o

 

2kHz

3

 
  • 2.9 20μs

0,5ms

14.4

o

5kHz

3

 
  • 2.4 16μs

0,21ms

28.8

o

10kHz

3

 
  • 1.7 10μs

0,1ms

36

o

20kHz

3

  • 1.08 9μs

 

0,05ms

64.8

o

50kHz

3

  • 0.46 4μs

 

0,021ms

72

o

100kHz

3

250mV

2.2μs

0,01ms

79.2

o

200kHz

3

130mV

1.2μs

0,0052ms

86.4

o

500kHz

3

54mV

0.4μs

0,0021ms

72

o

1MHz

3

27.5mV

0.2μs

0,001ms

72

o

Teoricamente:

 

Frequência

Desvio de Fase (Ф= -arctan(

))

100

Hz

Ф= -arctan(

)= -0,54 o

200

Hz

Ф= -arctan(

)= -1,08 o

500

Hz

Ф= -arctan(

)= -2,70 o

1

KHz

Ф= -arctan(

)= -5,38 o

2

KHz

Ф= -arctan(

)= -10,7 o

5

KHz

Ф= -arctan(

)= -25,23 o

10

KHz

Ф= -arctan(

)= -43,3 o

20

KHz

Ф= -arctan(

)= -62,1 o

50

KHz

Ф= -arctan(

)= -78,0 o

100

KHz

Ф= -arctan(

)= -83,9 o

200

KHz

Ф= -arctan(

)= -87,0 o

500

KHz

Ф= -arctan(

)= -88,8 o

1

MHz

Ф= -arctan(

)= -89,4 o

Para obtermos a frequência de corte fez-se o seguinte gráfico no Excel:

-Gráfico da função de transferência (graus) em função da frequência:

1 1000 0 10 100 10000 100000 1000000 -10 -20 -30 -40 -50 -60 -70 -80
1
1000
0
10
100
10000 100000 1000000
-10
-20
-30
-40
-50
-60
-70
-80
-90
-100

Series1

Pelo ângulo de -45 o , pode-se observar que a frequência de corte é de aproximadamente 10

KHz.

Após sabermos a frêquencia queria-se calcular também o desvio de fase para cada frêquencia:

-Cálculo do desvio da Fase através da regra de 3 simples e cálculo da função de transferência (dB):

T está para 360 o

Atraso da Fase está para ф

E para calcularmos os dB’s usou-se a seguinte fórmula:

dB= 20Log(

)

 

Frequência

 

Ф

dB

100

Hz

Não é possivel calcular

 

20Log(

) = 9,54

200

Hz

Não é possível calcular

 

20Log(

) = 9,54

500

Hz

Não é possível calcular

 

20Log(

) = 9,54

1

KHz

 

ф =

 

= -6 o

 

20Log(

) = 9,54

   

2

KHz

 

ф =

 

= -28,8 o

20Log(

) = 8,94

   

5

KHz

 

ф =

 

= -13,71 o

20Log(

) = 8,30

   

10

KHz

 

ф =

 

= -43,2 o

20Log(

) = 5,11

   

20

KHz

ф =

 

= -57,6 o

20Log(

) = 0

   

50

KHz

ф =

 

= -61,7 o

20Log(

) = -6,38

   

100

KHz

ф =

 

= -72 o

20Log(

) = -9,90

   

200

KHz

ф =

 

= -69,2 o

20Log(

) = -15,92

   

500

KHz

ф =

 

= -68,6 o

20Log(

) = -24,44

   

1

MHz

   

20Log(

) = -28,87

 

ф =

= -43,2 o

-Gráfico da função de transferência em função da frequência:

0 100 100000 1000000 1000 1 10 10000 -10 -20 -30 -40 -50 -60 -70 -80
0
100
100000 1000000
1000
1 10
10000
-10
-20
-30
-40
-50
-60
-70
-80
  • Series1

Pela abcissa de -45 o , podemos ver que a frequência de corte é de aproximadamente 10

KHz.

-Gráfico da função de transferência em função da frequência:

5 15 10 0 100 1000 10000 1 10 100000 1000000 -5 -10 -15 -20 -25
5
15
10
0
100
1000
10000
1 10
100000 1000000
-5
-10
-15
-20
-25
-30
-35
  • Series1

Se traçarmos as recta tangente aos pontos na diagonal e a recta tangente aos pontos da horizontal fazendo a sua intersecção, vemos que a frequência de corte é de aproximadamente 10 KHz.

Simulação:

Esta simulação representa o desvio de fase para uma frequência de 10Khz.

Nota: Adicionou-se uma resistência de 50Ω para simular a resistência do gerador de sinal.

Simulação: Esta simulação representa o desvio de fase para uma frequência de 10Khz. Nota: Adicionou-se uma

Através do“Export” retirou-se os dB´s e graus (desvios de fase) correspondentes às frequências

Frequência

Fase

dB

100

Hz

-0,72 o

9,542

200

Hz

-1,439 o

9,540

500

Hz

-2,7 o

9,533

1

KHz

-5,41 o

9,504

2

KHz

-10,73 o

9,389

5

KHz

-25,33 o

8,664

10

KHz

-40,34 o

6,764

20

KHz

-62,15 o

2,931

50

KHz

-78,05 o

-4,138

100

KHz

-83,96 o

-10,017

200

KHz

-86,97 o

-16,001

500

KHz

-88,79 o

-23,938

1

MHz

-89,39 o

-29,944

Pela abcissa de -45 o , podemos ver pelo gráfico, que a frequência de corte é de aproximadamente 10 KHz.

Se traçarmos as recta tangente aos pontos na diagonal e a recta tangente aos pontos da horizontal e fazendo a sua intersecção, vemos que a frequência de corte é de aproximadamente 10 KHz.

Visualização de sinais no modo XY do osciloscópio

Utilizou-se o circuito da Figura1, colocou-se o osciloscópio no modo XY e registou-se o gráfico que se observou para as frequências de 100Hz e 100KHz. Mediu-se a diferença de fase através do método elíptico para as frequências de 100, 1k, 10k e 100 KHz.

Cálculo da Fase pelo método elíptico:

Ф = arcsen( )

Frequência

   

Fase (Ф)

100Hz

Altura máxima (A) 3,4x0,5mV/d= 1,7mV

Altura do eixo (B) 0,2x0,5 mV/d= 0,1mV

Ф= arcsen(

)= 3,4 o

1KHz

3,4x0,5mV/d= 1,7mV

0,4x0,5mV/d= 0,2mV

Ф= arcsen(

)= 6,6 o

10KHz

2,8x0,5mV/d= 1,4mV

1,4x0,5mV/d= 0,7 mV

Ф= arcsen(

)= 30 o

100KHz

2,4x0,5mV/d= 1,2mV

0,2x0,5mV/d= 0,1mV

Ф= arcsen(

)= 4,8 o

Se traçarmos as recta tangente aos pontos na diagonal e a recta tangente aos pontos da

Modo XY para 100 Hz

Se traçarmos as recta tangente aos pontos na diagonal e a recta tangente aos pontos da

Modo XY para 100 KHz

Comparação entre os valores Fase calculados pelo método elíptico e pelo período:

Frequência

Método elíptico

Pelo período

100Hz

3,4 o

 

1KHz

6,6 o

Impossível de retirar o valor -6 o

10KHz

30

o

-43,2 o

100KHz

4,8 o

-72 o

Para as frequências de 1KHz e 10KHz, os valores de fase são relativamente próximos uns, tendo em conta o módulo das duas fases.

Circuito RLC Série

Considerou-se o circuito da Figura2 com os respectivos componentes.

Comparação entre os valores Fase calculados pelo método elíptico e pelo período: Frequência Método elíptico Pelo

Figura2

Mediu-se com o amperímetro a corrente alternada que passava no circuito, para frequências entre 1KHz e 20KHz, em passos de 1KHz.

Resultados Teóricos:

f=

f=

f = 5 KHz

Resultados Experimentais

Frequência

Corrente

Frequência

Corrente

1KHz

7,79(±0,01)mA

11KHz

14,63(±0,01)mA

2KHz

13,04(±0,01)mA

12KHz

13,92(±0,01)mA

3KHz

15,94(±0,01)mA

13KHz

13,27(±0,01)mA

4KHz

17,25(±0,01)mA

14KHz

12,71(±0,01)mA

5KHz

17,72(±0,01)mA

15KHz

12,13(±0,01)mA

6KHz

17,62(±0,01)mA

16KHz

11,66(±0,01)mA

7KHz

17,32(±0,01)mA

17KHz

11,18(±0,01)mA

8KHz

16,76(±0,01)mA

18KHz

10,76(±0,01)mA

9KHz

16,05(±0,01)mA

19KHz

10,38(±0,01)mA

10KHz

15,29(±0,01)mA

20KHz

9,98(±0,01)mA

Gráfico da tensão em função da frequência:

14 5 0 15 10 25 20 10 12 8 16 18 20 0 2 4
14
5
0
15
10
25
20
10
12
8
16
18
20
0
2
4
6

Series1

-Pela observação gráfico vê-se que o valor máximo corresponde a uma frequência de ressonância de 5KHz.

Simulação:

Nota: Devido á existência de um gerador de sinal a resistência utilizada para a simulação é de 60 Ω (50 Ω+10Ω) e uma resistência de 2 Ω que por sua vez

corresponde à resistência do amperímetro.

Gráfico da tensão em função da frequência: 14 5 0 15 10 25 20 10 12

Frequência de ressonância

Pelo gráfico vê-se que ao valor máximo de corrente corresponde o valor da frequência de ressonância de 5KHz.

Conclusão

A realização deste trabalho fez com que puséssemos em prática vários conhecimentos já adquiridos nas aulas teóricas e também ao longo das aulas práticas, conhecimentos tais como, o manuseamento correcto dos equipamentos de laboratório (gerador de sinal, osciloscópio e multímetro) e do respectivo software de simulação (LTspice IV).

Na componente prática do trabalho, obtiveram-se alguns valores não esperados para a frequência de corte, esses valores deveriam ser ligeiramente mais elevados. Esses valores foram mais baixos devido á resistência interna do gerador de sinal que era de aproximadamente 50dando assim uma resistência total de 200quando deveria de ser de 150e de 60quando deveria de ser 10, isto excluindo a resistência interna do amperímetro de aproximadamente 2. Esta variação é facilmente explicada pela seguinte equação:

Pode-se concluir que quanto maior a resistência menor será o valor da Fc e quanto menor seja a resistência maior será o valor de Fc

Todos os restantes valores estão de acordo com os valores esperados tanto pela teórica como pelos simulados no programa LTSpice IV.

Bibliografia

http://moodle.dme.uma.pt/ (Capítulos relacionados com corrente alternada disponíveis na página da unidade curricular)