Você está na página 1de 54
Canteiro de Obras de Baixo Impacto Eng. Dra. Clarice Menezes Degani Pesquisadora Departamento Engenharia Civil
Canteiro de Obras de Baixo Impacto Eng. Dra. Clarice Menezes Degani Pesquisadora Departamento Engenharia Civil
Canteiro de Obras de Baixo Impacto Eng. Dra. Clarice Menezes Degani Pesquisadora Departamento Engenharia Civil
Canteiro de Obras de Baixo Impacto Eng. Dra. Clarice Menezes Degani Pesquisadora Departamento Engenharia Civil

Canteiro de Obras de

Baixo Impacto

Eng. Dra. Clarice Menezes Degani

Pesquisadora Departamento Engenharia Civil POLI-USP Sócia Curadora do CBCS Assessora da VP de Sustentabilidade do SECOVI-SP Assessora Técnica da Fundação Vanzolini para o processo AQUA

Sumário Apresentação Instalações provisórias  Minimização consumos  Conforto para os ocupantes Redução
Sumário Apresentação Instalações provisórias  Minimização consumos  Conforto para os ocupantes Redução
Sumário Apresentação Instalações provisórias  Minimização consumos  Conforto para os ocupantes Redução
Sumário Apresentação Instalações provisórias  Minimização consumos  Conforto para os ocupantes Redução

Sumário Apresentação

Instalações provisórias

Minimização consumos

Conforto para os ocupantes

Redução de incômodos para vizinhança

Gestão responsável dos materiais no

canteiro de obras

Tomada de decisão

Procedência e avaliação fornecedor

Manuseio e fluxos

Gestão de resíduos sólidos

Legislação

Boas práticas

Instalações Provisórias Baixo consumo de recursos Conforto aos usuários
Instalações Provisórias Baixo consumo de recursos Conforto aos usuários
Instalações Provisórias Baixo consumo de recursos Conforto aos usuários
Instalações Provisórias Baixo consumo de recursos Conforto aos usuários

Instalações Provisórias

Baixo consumo de recursos

Conforto aos usuários

Instalações Provisórias Baixo consumo de recursos Conforto aos usuários

Instalações Provisórias boas práticas

PROJETO das instalações provisórias:

Previsão

de

espaços

para

a

gestão

dos

resíduos

administrativos

 

Previsão espaços para gestão dos insumos

 

Previsão de espaços ergonomicamente adequados para a

acomodação das pessoas e seus fluxos (saúde e

produtividade)

 

Promoção do bem estar

 

Facilidade de limpeza

Atendimento às necessidades de conforto térmico e acústico e em conformidade com o clima e incidência de ventos no local do terreno

Comunicação para sensibilização, conscientização das responsabilidades e orientações

Desmontabilidade e reciclabilidade das instalações

 

Instalações Provisórias boas práticas

Eficiência

energética

Envoltória eficiente (conforto térmico e iluminação natural)

Ventilação

adequada

Uso de fontes renováveis de energia

Uso de aparelhos mais eficientes

Uso racional da

água:

Sistemas de reuso de água

Sistemas de

aproveitamento de água de chuva

Equipamentos e

sistemas para

consumo

eficiente

Sistema de infiltração de

águas pluviais



Opções a serem

consideradas:

Containers

Pré-fabricado

Aproveitamento edificações anteriores

Convencional, com sistema de vedações racionalizado e desmontável


Redução de Incômodos para a Vizinhança
Redução de Incômodos para a Vizinhança
Redução de Incômodos para a Vizinhança
Redução de Incômodos para a Vizinhança

Redução de Incômodos para a

Vizinhança

Redução de Incômodos para a Vizinhança

Redução de Incômodos para a Vizinhança

Avaliação dos riscos e interferências

Levantar as atividades que serão desenvolvidas e a sensibilidade da

vizinhança.

Adotar ações de prevenção de riscos.

Minimizar os incômodos.

RISCOS de incêndio, explosões,

desmoronamentos, lançamento de

fragmentos, insegurança pessoal e patrimonial, dentre outros.

INCÔMODOS sonoros, visuais, devido à circulação de veículos e eventualmente de pessoas, dentre outros.

Estas ações preventivas devem ocorrer

na medida de sua probabilidade de

ocorrência e da gravidade do impacto

(ambiental, social e econômico).

devem ocorrer na medida de sua probabilidade de ocorrência e da gravidade do impacto (ambiental, social

Redução de Incômodos para a Vizinhança

INCÔMODOS SONOROS:

Identificar fontes possíveis de ruído que possam impactar a VIZINHANÇA, mas também os FUNCIONÁRIOS da obra.

Respeitar os padrões:

FUNCIONÁRIOS - Respeitar padrões de saúde ocupacional

VIZINHANÇA - Respeitar o limite máximo de nível de ruído aéreo e as

faixas de horários estabelecidos pelo município para a zona urbana em que se insere o canteiro.

Elaborar estratégias para a redução destes incômodos sonoros:

Efetuar medições periódicas que caracterize a média das emissões para cada fase do canteiro de obras e, assim, identificar áreas e atividades críticas a atuar.

Adotar medidas para reduzir a emissão ou a percepção de ruídos tais como a opção por técnicas construtivas menos ruidosas, o uso de equipamentos e ferramentas mais silenciosos, abafadores de ruído ou dispositivos silenciadores, uso de rádio para as comunicações internas.

Planejamento dos intervalos de horário para a realização das tarefas ruidosas (programar horários, duração e evitar simultaneidades).

Gerenciar a circulação de veículos.

Redução de Incômodos para a Vizinhança

INCÔMODOS VISUAIS:

Realizar limpeza diária dos espaços próximos às áreas ocupadas e, pelo menos, semanal nas periferias do empreendimento; no entanto, esta frequência deve variar conforme a natureza das atividades previstas.

Respeitar as recomendações sanitárias municipais, caso existam.

Definir locais específicos para a troca de roupas, guarda de bens pessoais, alimentação e descanso dos funcionários.

Fechar espaços de obra exposta

com tapumes opacos e bem conservados.

Manter bem organizado o estoque de materiais, a área das caçambas de resíduos e das baias de triagem.

conservados. • Manter bem organizado o estoque de materiais, a área das caçambas de resíduos e

Redução de Incômodos para a Vizinhança

INCÔMODOS DEVIDO À CIRCULAÇÃO DE VEÍCULOS:

Respeitar a regulamentação local para circulação de veículos, caso exista.

Planejar os horários de fluxo de caminhões de entrega e retirada de

resíduos e facilitar acessos.

Providenciar sinalização adequada para o fluxo de veículos, pedestres, circulação nas vias públicas e de funcionários no interior do canteiro.

Disponibilização de espaços para o estacionamento do veículo dos funcionários de forma a causarem o menor incômodo possível às ruas vizinhas.

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS no canteiro de obras Tomada de decisão Procedência e avaliação do
Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS no canteiro de obras Tomada de decisão Procedência e avaliação do
Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS no canteiro de obras Tomada de decisão Procedência e avaliação do
Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS no canteiro de obras Tomada de decisão Procedência e avaliação do

Gestão RESPONSÁVEL

dos MATERIAIS no canteiro de obras

Tomada de decisão

Procedência e avaliação do fornecedor

Manuseio e fluxos

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Tomada de decisão

Processo seletivo de materiais e componentes deve considerar:

- materiais recicláveis ou que possam ser reutilizados;

- materiais que contenham componentes reciclados ou reutilizados;

- materiais procedentes de fontes renováveis;

- materiais disponíveis nas proximidades do canteiro;

- materiais com baixa energia embutida;

- baixa emissão de GEE em seu processo de fabricação;

- baixa ou nenhuma emissão de material particulado, COV, fibras

cancerígenas ou substâncias tóxicas que possam ser emitidas para o ambiente interno.

material particulado, COV, fibras cancerígenas ou substâncias tóxicas que possam ser emitidas para o ambiente interno.

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Tomada de decisão

Processo

revestimento deve considerar aspectos de uso e operação como:

seletivo

de

sistemas

construtivos

e

materiais

de

- durabilidade;

- adaptabilidade;

- adequação às necessidades dos futuros usuários;

- adequação à finalidade do empreendimento;

- desmontabilidade;

- facilidade de conservação e limpeza;

- mínima geração de resíduos durante o uso ou rotina de

conservação.

- facilidade de conservação e limpeza; - mínima geração de resíduos durante o uso ou rotina

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Tomada de decisão

Processo seletivo de sistemas construtivos e materiais deve considerar em relação a seus métodos de execução:

- forma de descarga no canteiro;

- transportes internos;

- modos de armazenagem;

- modos de aplicação;

- geração de resíduos na aplicação;

- Consumo de água, energia elétrica e combustível

- modos de aplicação; - geração de resíduos na aplicação; - Consumo de água, energia elétrica

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Tomada de decisão

NÃO HÁ UMA LISTA DE MATERIAIS SUSTENTÁVEIS

São escolhas - PROCESSOS DE TOMADA DE DECISÃO

IMPORTANTE: Materiais e sistemas não devem ser analisados isoladamente, é essencial que a escolha seja integrada entre produtos, sistemas, processos construtivos e desempenho final.

DIFICULDADE: não há disponibilidade de fichas técnicas para todos os materiais e sistemas construtivos que contenham informações abrangentes

relacionadas à natureza dos componentes, impactos do modo de

fabricação, emissões após instalados, desempenho técnico diversos e relativos a características tais como transmitância térmica, atenuação

sonora, resistência ao impacto, durabilidade, dentre diversos outros.

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Tomada de decisão

Diversos aspectos a considerar (ambientais, sociais e econômicos)

Diferentes pontos de vista / prioridades

Diversas soluções / tecnologia disponível

Diferentes desempenhos / necessidades

MATRIZ DE DECISÃO

Cenário Brasileiro

O Banco de Dados é alimentado exclusivamente pelas Instituições que gerenciam os Programas Setoriais da
O Banco de Dados é alimentado
exclusivamente pelas Instituições
que gerenciam os Programas
Setoriais da Qualidade (PSQs), de
acordo com a Avaliação da
Conformidade de Produtos.
Seu objetivo é disponibilizar
informações para os diferentes
agentes envolvidos no Sistema de
Qualificação de Materiais,
Componentes e Sistemas
Construtivos do PBQP-H (Programa
Brasileiro da Qualidade e
Produtividade do Habitat).

Clarice Nome Degani do Professor

do PBQP-H (Programa Brasileiro da Qualidade e Produtividade do Habitat). Clarice Nome Degani do Professor

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Procedência e avaliação do fornecedor

Estabelecimento,

sensibilização e

comunicação contínua

, sensibilização e comunicação contínua de DIRETRIZES PARA SELEÇÃO DE FORNECEDORES DE MATERIAIS E

de DIRETRIZES PARA SELEÇÃO DE FORNECEDORES DE MATERIAIS E SERVIÇOS

Estas diretrizes devem considerar, dentre outros aspectos:

Formalidade

Atendimento à legislação trabalhista

 

Estabelecimento

de

contratos

claros

e

referenciando

seu

 

cumprimento às normas de segurança e saúde ocupacional

Capacitação

técnica

para

o

atendimento

às

exigências

de

desempenho ambiental e técnico requeridos pela empreendimento

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Procedência e avaliação do fornecedor

No caso de materiais de origem natural, por exemplo pedras para bancadas, divisórias e revestimentos de piso, terra, gesso, areia, brita e madeira, deve- se investigar e garantir procedência ambientalmente adequada por meio de

licenças ambientais, licenças de operação e funcionamento, documentação

de comprovação de origem.

MADEIRA Sua procedência deve estar documentada:

cópia do DOF, caso seja adquirida de comércio local;

DOF específico, caso seja adquirida diretamente pelo canteiro;

comprovação da procedência de floresta plantada;

comprovação de procedência de floresta certificada.

Implementação de ROTINA PARA A AVALIAÇÃO PERIÓDICA DE FORNECEDORES DE MATERIAIS E SERVIÇOS

FSC Brasil (Forest Stewardship Council) a certificação é um processo voluntário em que é realizada

FSC Brasil (Forest Stewardship Council)

a certificação é um processo voluntário em que é realizada uma avaliação de um empreendimento florestal, por uma organização independente, a

certificadora, e verificado os cumprimentos de questões ambientais,

econômicas e sociais que fazem parte dos Princípios e Critérios do FSC.

Programa de Certificação Florestal do Imaflora (representante do

Programa SmartWood da Rainforest Alliance ONG credenciada pelo FSC);

SmartWood da Rainforest Alliance – ONG credenciada pelo FSC); Regulamentações e políticas públicas para a CS
Regulamentações e políticas públicas para a CS
Regulamentações e políticas públicas para a CS

PROGRAMA MADEIRA É LEGAL

WWW.MADEIRALEGAL.ORG.BR

P ROGRAMA MADEIRA É LEGAL WWW.MADEIRALEGAL.ORG.BR

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Manuseio e fluxos

PLANEJAMENTO FORMAL E ANTECIPADO

Definição dos diversos LAYOUTS para o canteiro considerando suas diversas

fases

Planejamento dos sistemas de TRANSPORTE horizontal e vertical

Planejamento modos de execução que garantam menos perdas, zero

desperdício, maior produtividade dos materiais e da mão de obra, ergonomia,

menores impactos à saúde do trabalhador e alta qualidade do serviço executado.

CONCEITOS:

Lean

Construction

/

Mapeamento

de

Fluxos

/

Controle

por

indicadores da Produtividade dos Materiais e da Mão de Obra

Lean Construction / Mapeamento de Fluxos / Controle por indicadores da Produtividade dos Materiais e da

Gestão RESPONSÁVEL dos MATERIAIS

no canteiro de obras

Manuseio e fluxos ROTINAS A IMPLEMENTAR

Análise laudos tecnológicos

Inspeção no recebimento

Fichas de verificação / inspeção

Critérios e orientações para estocagem

Identificação / Sinalização : materiais, equipamentos e espaços

Monitoramento contínuo das condições de estocagem e limpeza

Garantia disponibilidade insumos e adequação equipamentos e ferramentas / Controle de estoque e almoxarifado

Registros

de

não

conformidade

/

medidas

tomadas

/

rastreabilidade

Monitoramento indicadores de perdas e produtividade

Dentre outros

Gestão de Resíduos Sólidos Legislação Boas Práticas
Gestão de Resíduos Sólidos Legislação Boas Práticas
Gestão de Resíduos Sólidos Legislação Boas Práticas
Gestão de Resíduos Sólidos Legislação Boas Práticas

Gestão de Resíduos Sólidos

Legislação

Boas Práticas

Gestão de Resíduos Sólidos

Legislação

Resolução CONAMA n o 307/2002 CLASSIFICAÇÃO DOS RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL

Classe A: resíduos reutilizáveis ou recicláveis como agregados, tais como:

a) de construção, demolição, reformas e reparos de pavimentação e de outras obras de infraestrutura, inclusive solos provenientes de terraplanagem;

b) de construção, demolição, reformas e reparos de edificações, tais como componentes

cerâmicos (tijolos, blocos, telhas, placas de revestimento etc.), argamassa e concreto;

c) de processo de fabricação e/ou demolição de peças pré-moldadas em concreto (blocos,

tubos, meios-fios etc.) produzidas nos canteiros de obras.

Classe B: resíduos recicláveis para outras destinações, tais como plásticos, papel, papelão, metais, vidros, madeiras e gesso.

Classe C: resíduos para os quais não foram desenvolvidas tecnologias ou aplicações

economicamente viáveis que permitam a sua reciclagem ou recuperação, como por exemplo, a lã de vidro.

Classe D: resíduos perigosos oriundos do processo de construção, tais como tintas, solventes, óleos, vernizes e outros ou aqueles contaminados ou prejudiciais à saúde oriundos de demolições, reformas e reparos de clínicas radiológicas, instalações industriais e outros, bem como telhas e demais objetos e materiais que contenham amianto ou outros produtos nocivos à saúde.

Gestão de Resíduos Sólidos

Legislação

RESOLUÇÃO CONAMA n o 307 e suas alterações

O GERADOR DE RESÍDUOS DA CONSTRUÇÃO CIVIL DEVE :

Ser

responsável

resíduos

pelo

gerenciamento

de

todos

os

seus

Segregar os resíduos nas diferentes classes estabelecidas pela

resolução

Encaminhar os resíduos para reciclagem ou disposição final adequada

Nunca dispor dos resíduos em aterros de resíduos sólidos

urbanos, em áreas de “bota-fora”, em encostas, corpos

d’água, lotes vagos ou em áreas protegidas por Lei.

A contratação de serviços de coleta, armazenamento, transporte, transbordo, tratamento ou destinação final de resíduos sólidos, ou de disposição final de rejeitos, não isenta as pessoas físicas ou jurídicas da responsabilidade por danos que vierem a

ser provocados pelo gerenciamento inadequado dos respectivos resíduos ou rejeitos.

Gestão de Resíduos Sólidos

Legislação

Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos
Plano Municipal
de Gestão
Integrada de
Resíduos Sólidos

As Prefeituras definem nos Planos

Municipais quem são

os pequenos e os grandes geradores, geralmente conforme o volume ou massa diária de resíduos por eles gerados.

Plano Municipal de Gestão de Resíduos da Construção Civil
Plano Municipal
de Gestão de
Resíduos da
Construção Civil
Municipal de Gestão de Resíduos da Construção Civil PEQUENOS GERADORES GRANDES GERADORES Os grandes
Municipal de Gestão de Resíduos da Construção Civil PEQUENOS GERADORES GRANDES GERADORES Os grandes

PEQUENOS

GERADORES

GRANDES

GERADORES

Os grandes geradores devem elaborar Planos de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil PGRCC para cada empreendimento.

Gestão de Resíduos Sólidos

Legislação

PGRCC

Deve ser elaborado para cada empreendimento por responsável técnico devidamente habilitado.

Deve ser entregue ao órgão competente do poder público municipal, em conformidade com o Plano Municipal de Gestão de Resíduos da Construção Civil e juntamente com o projeto do empreendimento.

CONTEÚDO PADRÃO

Caracterização e quantificação dos resíduos

Procedimentos de triagem e fluxos internos

Acondicionamento no canteiro

Estratégias de reuso e reciclagem no próprio canteiro

Indicação de transportadoras e destinação dos resíduos e rejeitos

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

NÃO GERAR RESÍDUOS

Projetos e sistemas construtivos racionalizados

Modularidade nas vedações e outros sistema

Componentes e sistemas pré-fabricados

Adoção, desenvolvimento e aprimoramento

de tecnologias limpas

Menos recortes

Menos perdas

Menor desperdício

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

REDUZIR A GERAÇÃO DE RESÍDUOS

Melhorar processos produtivos por meio de:

correto manejo dos materiais durante o transporte e execução das tarefas

condições contratuais formalizando o compromisso de empreiteiras e

fornecedores com o cumprimento dos procedimentos propostos

treinamento dos procedimentos de execução de serviços

Organizar os espaços para estocagem dos materiais facilitando a verificação, o controle dos estoques e a otimização na utilização dos insumos. Nestes casos,

considerando:

I - intensidade da utilização;

II - distância entre estoque e locais de consumo;

III

- preservação do espaço operacional;

III

- empilhamento máximo; distanciamento entre as fileiras; alinhamento das

pilhas; distanciamento do solo; separação; isolamento ou envolvimento por ripas, papelão, isopor etc.; preservação da limpeza e proteção contra a umidade

do local.

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

REDUZIR A GERAÇÃO DE RESÍDUOS

Supervisionar as condições de acondicionamento inicial e final dos resíduos.

Definir rotinas de triagem com o objetivo de impedir a contaminação e a mistura dos insumos e possibilitar maior aproveitamento dos resíduos antes do descarte.

Dispor dos resíduos rapidamente nos locais indicados para acondicionamento, evitando comprometimento da limpeza e da organização da obra e, também, a dispersão dos resíduos.

Instituir rotinas de limpeza conforme fase da obra.

Utilizar equipamentos de transporte interno adequados.

Solicitar à área de Suprimentos que identifique fornecedores com capacidade de

redução do volume de resíduos (embalagens, por exemplo) e de desenvolvimento

de soluções compromissadas de destinação dos resíduos (de preferência firmadas em contrato) - Avaliar possibilidades de logística reversa.

Garantir a rotina de registro da quantidade de resíduos gerada e descartada por

tipo, possibilitando a identificação de possíveis focos de desperdício de materiais.

Gestão de Resíduos Sólidos Boas Práticas REUTILIZAR OU RECICLAR DESTINAÇÃO CLASSE A CLASSE B CLASSE

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

REUTILIZAR OU RECICLAR

DESTINAÇÃO

CLASSE A

CLASSE B

CLASSE C

CLASSE D

REUTILIZAÇÃO no próprio canteiro

Reutilização no próprio canteiro

Gestão de Resíduos Sólidos Boas Práticas REUTILIZAR OU RECICLAR DESTINAÇÃO CLASSE A CLASSE B CLASSE
Gestão de Resíduos Sólidos Boas Práticas REUTILIZAR OU RECICLAR DESTINAÇÃO CLASSE A CLASSE B CLASSE
Gestão de Resíduos Sólidos Boas Práticas REUTILIZAR OU RECICLAR DESTINAÇÃO CLASSE A CLASSE B CLASSE

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

REUTILIZAR OU RECICLAR

DESTINAÇÃO

CLASSE A

CLASSE B

CLASSE C

CLASSE D

RECICLAGEM no próprio canteiro

Reciclagem no próprio canteiro

     

AREAS DE RECICLAGEM (NBR 15.114)

Usinas de

     

reciclagem

de resíduos

classe A

   

Pequeno

   

ATERROS DE

RESÍDUOS CLASSE A (NBR 15.113)

Aterros de

resíduos

volume e

estocado

classe A

em caráter

 

transitório

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

REUTILIZAR OU RECICLAR

DESTINAÇÃO

CLASSE A

CLASSE B

CLASSE C

CLASSE D

OUTROS FORNECEDORES

SUCATEIROS /

COOPERATIVAS / GRUPOS

DE COLETA SELETIVA

RESPONSABILIDADE

COMPARTILHADA

Resíduos de embalagens reaproveitáveis

Resíduos

recicláveis

Logística reversa

RESPONSABILIDADE COMPARTILHADA Resíduos de embalagens reaproveitáveis Resíduos recicláveis Logística reversa

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

TRATAR MEDIDAS DE ACONDICIONAMENTO

Boas Práticas TRATAR – MEDIDAS DE ACONDICIONAMENTO ACONDICIONAMENTO TEMPORÁRIO • Acondicionar os resíduos
Boas Práticas TRATAR – MEDIDAS DE ACONDICIONAMENTO ACONDICIONAMENTO TEMPORÁRIO • Acondicionar os resíduos

ACONDICIONAMENTO TEMPORÁRIO

Acondicionar os resíduos o mais próximo possível de seus locais de geração.

Ajustar a rotina de coleta nos pavimentos com a

disponibilidade dos equipamentos para transporte vertical.

Dispor de forma compatível com seu volume e preservando a boa organização dos espaços.

Considerar a movimentação dos resíduos no

planejamento do layout do canteiro a fim de minimizar a

formação de “gargalos”.

Considerar também o acondicionamento dos resíduos não oriundos das atividades construtivas (refeitório, administrativo, sanitários, etc.).

Em alguns casos, coletar e levar os resíduos diretamente aos locais de acondicionamento final.

Gestão de Resíduos Sólidos Boas Práticas MEDIDAS DE ACONDICIONAMENTO ACONDICIONAMENTO FINAL • Definir o tamanho,
Gestão de Resíduos Sólidos Boas Práticas MEDIDAS DE ACONDICIONAMENTO ACONDICIONAMENTO FINAL • Definir o tamanho,
Gestão de Resíduos Sólidos Boas Práticas MEDIDAS DE ACONDICIONAMENTO ACONDICIONAMENTO FINAL • Definir o tamanho,

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

MEDIDAS DE ACONDICIONAMENTO

ACONDICIONAMENTO FINAL

Definir o tamanho, quantidade, localização e tipos de dispositivos a serem utilizados para o acondicionamento final dos resíduos considerando:

volume e características físicas dos resíduos,

facilidades para a coleta,

forma de controle da utilização dos dispositivos (especialmente quando dispostos fora do canteiro),

segurança para os usuários,

preservação da qualidade dos resíduos nas condições necessárias para a destinação.

Considerar que no decorrer da execução da obra as soluções para o acondicionamento final poderão variar.

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

TRATAR LIMITAR POLUIÇÕES

Limitar incômodos devidos ao material particulado, à lama, aos derramamentos de

concreto. Ex: bacias retentoras para a limpeza de ferramentas, implantação de lava-rodas na saída de veículos do canteiro, áreas de lavagem com dispositivos de retenção para evitar contaminação do solo ou escoamento de efluentes para a rede pública.

Limitar a poluição da água e do solo. Ex: cuidado especial para estoque, manuseio e descarte de tintas, óleo de motores e outros produtos tóxicos, evitando a poluição do solo e água; escolha de produtos que ofereçam uma garantia de baixa toxidade, de preferência à base de água; as prescrições de segurança indicadas

em alguns produtos devem ser seguidas e orientações bem disponibilizadas

(cartazes); reter e tratar os efluentes no canteiro, se poluentes.

Limitar a poluição do ar. Ex: Não queimar materiais ou resíduos no canteiro; os locais com potencial para a emissão de material particulado como estação para

corte de madeira e local de preparação de argamassas, devem ser cobertos; no

decorrer das atividades de terraplanagem deve ser prevista a aspersão de água no solo em épocas de seca para evitar o levantamento de material particulado.

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

TRANSPORTAR E DESTINAR ADEQUADAMENTE

REGISTRO DO TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DOS RESÍDUOS - O CTR Controle do Transporte de Resíduos deve ser emitida pelo coletor e recolhido pelo gerador:

DOS RESÍDUOS - O CTR Controle do Transporte de Resíduos deve ser emitida pelo coletor e

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

TRANSPORTAR E DESTINAR ADEQUADAMENTE

O gerador, o transportador e o destinatário final são corresponsáveis e podem ser

multados pelo poder público caso não garantam destinação correta, por empresas cadastradas e registros na forma de CTR´s.

pelo poder público caso não garantam destinação correta, por empresas cadastradas e registros na forma de
pelo poder público caso não garantam destinação correta, por empresas cadastradas e registros na forma de
pelo poder público caso não garantam destinação correta, por empresas cadastradas e registros na forma de

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

TRANSPORTAR E DESTINAR ADEQUADAMENTE

DESTINAÇÃO

CLASSE A

CLASSE B

CLASSE C

CLASSE D

PONTOS DE ENTREGA

     

PEV

Apenas pequenos volumes

(NBR 15.112)

ATT (NBR 15.112)

 

Transbordo e triagem

Pequeno volume e estocado em caráter

 

transitório

 

Usinas de

     

AREAS DE RECICLAGEM (NBR 15.114)

reciclagem de resíduos classe

A

ATERROS DE RESÍDUOS CLASSE A (NBR 15.113)

Aterros de

Pequeno volume e estocado em

Pequeno volume e estocado em caráter transitório

 

resíduos classe

A

caráter transitório

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

TRANSPORTAR E DESTINAR ADEQUADAMENTE

DESTINAÇÃO

CLASSE A

CLASSE B

CLASSE C

CLASSE D

ATERROS PARA RESÍDUOS INDUSTRIAIS

OUTROS

FORNECEDORES

SUCATEIROS / COOPERATIVAS / GRUPOS DE COLETA

SELETIVA

RESPONSABILIDADE

COMPARTILHADA

Quando não houver outra alternativa local

Descarte final

Descarte final quando o aterro

for licenciado para

o recebimento do resíduo classe I (perigoso)

Resíduos de

embalagens

reaproveitáveis

Resíduos

recicláveis

Logística reversa

Captação resíduo perigoso que possa ser tratado

Gestão de Resíduos Sólidos

Boas Práticas

TRANSPORTAR E DESTINAR ADEQUADAMENTE

Todas as alternativas para valorização e destinação dos resíduos devem ser investigadas no que se refere:

licença de operação;

conveniência do ponto de vista ambiental e econômico;

no caso das cooperativas de reciclagem, investigar como é feito o

recebimento dos resíduos, sua triagem e o descarte dos

contaminantes recebidos;

no caso de empresa que realize o reaproveitamento da madeira residual, investigar sua legalidade e como é feito o reaproveitamento deste resíduo;

as rotinas de obras devem prever treinamentos e palestras de sensibilização quanto à prevenção de perdas e desperdícios e aos modos de triagem, estocagem e destinação adequada conforme definido no PGRCC daquele canteiro.

CANTEIRO DE OBRAS DE BAIXO IMPACTO

FATORES PARA O SUCESSO

Comprometimento
Comprometimento

todos os funcionários

gestores

Percepção de sua interação com o meio ambiente
Percepção de sua interação com
o meio ambiente

atividades

produtivas

obra acabada

Atualização
Atualização

materiais disponíveis

melhores técnicas de produção requisitos legais e

regulamentações vigentes

Parcerias
Parcerias

fornecedores de materiais

fornecedores de serviços e projeto

Rotina eficiente
Rotina
eficiente

monitoramento e medições

auditorias internas

CLARICE DEGANI

CANTEIRO DE OBRAS DE BAIXO IMPACTO

Disponibilidade de recursos
Disponibilidade de
recursos

FATORES PARA O SUCESSO

Inexistência de conflitos
Inexistência de
conflitos
Reuniões de análise crítica
Reuniões de
análise crítica

tecnológico

entre os objetivos

medição do

ambientais e as

desempenho ambiental

recursos humanos

tempo

outras prioridades empresariais

planejamento para a melhoria contínua

financeiro

avaliação dos benefícios obtidos

CLARICE DEGANI

Para estudar: ANDRADE, S. M. M. Metodologia para avaliação de impacto ambiental sonoro da construção
Para estudar: ANDRADE, S. M. M. Metodologia para avaliação de impacto ambiental sonoro da construção
Para estudar: ANDRADE, S. M. M. Metodologia para avaliação de impacto ambiental sonoro da construção
Para estudar: ANDRADE, S. M. M. Metodologia para avaliação de impacto ambiental sonoro da construção

Para estudar:

ANDRADE, S. M. M. Metodologia para avaliação de impacto ambiental sonoro da construção civil no meio urbano. Tese (Doutorado) -

Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2004. 198p.

ARAÚJO, V.M. Práticas recomendadas para gestão mais sustentável de canteiros de obras. Dissertação (Mestrado) - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo. Departamento de Engenharia de Construção Civil. São Paulo, 2009. 202 p. mais apêndice.

ARAÚJO, A.G. Monitoramento dos Impactos Ambientais Decorrentes da

Execução de Fundações. Dissertação (Mestrado) - Escola Politécnica da

Universidade de Pernambuco. Recife, 2011. BRE. BREEAM Offices 2008. Scheme Document SD 5055. London: BRE Global Limited, 2008. 315p.

BRITEZ, A.A.; CARDOSO, F.C. Aplicação do conceito de

responsabilidade social em empresas construtoras: o público interno. In:

XI Encontro Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído: A

Construção do Futuro (ENTAC 2006). UFSC/ANTAC, Florianópolis, 23-25 agosto 2006. ISBN 85-89478-18.

CARDOSO, F. F.; ARAÚJO, V. M. Levantamento do estado da arte:

Canteiro de Obras. Projeto Finep 2386/04: Tecnologias para construção

habitacional mais sustentável. São Paulo, 2007. 38p.

CEOTTO, Luiz Henrique. A construção civil e o meio ambiente. Notícias

da Construção: São Paulo, SindusCon-SP, (51 a 54), 2007.

.

Para estudar: CIB. Agenda 21 on Sustainable Construction. CIB Report Publication 237. Rotterdam: The International
Para estudar: CIB. Agenda 21 on Sustainable Construction. CIB Report Publication 237. Rotterdam: The International
Para estudar: CIB. Agenda 21 on Sustainable Construction. CIB Report Publication 237. Rotterdam: The International
Para estudar: CIB. Agenda 21 on Sustainable Construction. CIB Report Publication 237. Rotterdam: The International

Para estudar:

CIB. Agenda 21 on Sustainable Construction. CIB Report Publication 237. Rotterdam: The International Council for Research and Innovation in

Building and Construction, July 1999.

DEGANI, Clarice Menezes. Sistemas de gestão ambiental em empresas construtoras de edifícios. 2003. 205p. mais apêndices. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) Escola Politécnica, Universidade de São Paulo, 2003.

FCAV. Fundação Carlos Alberto Vanzolini. Referencial Técnico de

Certificação. Edifícios do setor de serviços - Processo Diversas versões. Disponíveis em http:// www.processoaqua.com.br.

FURTADO, J. S. Gestão com Responsabilidade socioambiental:

Ferramentas e tecnologias socioambientais, Fev./Mar. 2003, 78p.

.

INSTITUTO ETHOS. Indicadores Ethos de Responsabilidade Social

Empresarial 2009.

GANGOLELLS, M.; CASALS, M.; GASSÓ, S.; FORCADA, N.; ROCA, X.; FUERTES, A. A methodology for predicting the severity of environmental impacts related to the construction process of residential buildings. Building and Environment. V.44. Issue 3, March 2009, pp. 558-571.

JOHN, V.M.; AGOPYAN, V.; ABIKO, A.K.; PRADO, R.T.A.; GONÇAMVES, O.M.; SOUZA, U.E. Agenda 21 for the Brazilian Construction Industry: a proposal. In: Symposium on Construction and Environment, 2000, São Paulo. Construction & Environment: from teory into practice: anais. São Paulo: cIB, USP-PCC, 2000.

Para estudar: JOHN, V. M.; PRADO, R. T. A. (org.). Selo Azul Caixa. Boas práticas
Para estudar: JOHN, V. M.; PRADO, R. T. A. (org.). Selo Azul Caixa. Boas práticas
Para estudar: JOHN, V. M.; PRADO, R. T. A. (org.). Selo Azul Caixa. Boas práticas
Para estudar: JOHN, V. M.; PRADO, R. T. A. (org.). Selo Azul Caixa. Boas práticas

Para estudar:

JOHN, V. M.; PRADO, R. T. A. (org.). Selo Azul Caixa. Boas práticas para habitação mais sustentável. São Paulo: Páginas & Letras, 2010. 202p.

NBR 15112:2004 - Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos Áreas de Transbordo e Triagem Diretrizes para Projeto, Implantação e Operação.

NBR 15113:2994 Resíduos Sólidos da Construção Civil e Resíduos Inertes Aterros Diretrizes para Projetos, Implantação e Operação

NBR 15114:2004 Resíduos Sólidos da Construção Civil Áreas de Reciclagem Diretrizes para Projetos, Implantação e Operação

NBR 15115:2004 Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil Execução de camadas de pavimentação Procedimentos

NBR 15116:2004 Agregados reciclados de resíduos sólidos da construção civil Utilização em pavimentação e preparo de concreto sem função estrutural Requisitos

NBR ISO 14001:1996. Sistemas de gestão ambiental Especificações e diretrizes para uso. ABNT: Rio de Janeiro, 1996.

NBR ISO 9001:2004. Sistemas de gestão da qualidade Requisitos. ABNT: Rio de Janeiro, 2004.

.

Para estudar: PINHEIRO, P.F.; CARDOSO; F.F. Implantação da responsabilidade social empresarial na gestão de
Para estudar: PINHEIRO, P.F.; CARDOSO; F.F. Implantação da responsabilidade social empresarial na gestão de
Para estudar: PINHEIRO, P.F.; CARDOSO; F.F. Implantação da responsabilidade social empresarial na gestão de
Para estudar: PINHEIRO, P.F.; CARDOSO; F.F. Implantação da responsabilidade social empresarial na gestão de

Para estudar:

PINHEIRO, P.F.; CARDOSO; F.F. Implantação da responsabilidade social empresarial na gestão de fornecedores da construção civil análise do

Programa Tear. BT/PCC/527. São Paulo, EPUSP-PCC, 2009. 20 p. ISSN

0103-9830.

PINTO , T. P. ( coord ). Gestão Ambiental de resíduos da construção civil: a experiência do SindusCon-SP. São Paulo: SINDUSCON-SP. 2005. 48p. POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PNRS) Lei no 12.305,

de 2 de agosto de 2010, regulamentada pelo Decreto no 7.404 de 2010.

POLÍTICA ESTADUAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS (PERS) Lei Estadual no 12.300, de 16 de março de 2006, regulamentada pelo Decreto no 54.645 de 05 de agosto de 2009.

RESENDE, F. Poluição atmosférica por emissão de material particulado:

avaliação e controle nos canteiros de obras de edifícios. Dissertação

(Mestrado) - Escola Politécnica da Universidade de São Paulo, São Paulo, 2007. 210p.

RESENDE , F.; CARDOSO, F. F. Poluição atmosférica por emissão de material particulado: avaliação e controle nos canteiros de obras de edifícios. BT/PCC/485. São Paulo, EPUSP-PCC, 2008. 23 p. ISSN 0103-

9830.

Resolução CONAMA no 307, de 5 de Julho de 2002, e suas alterações:

Dispõe sobre a gestão dos resíduos da construção civil.

SOUZA, U. E. L. Como Reduzir Perdas nos Canteiros - Manual de Gestão do Consumo de Materiais na Construção Civil. São Paulo,

Editora Pini; 2005. 128p.

.

Para estudar: RILEY, D.; PEXTON, K.; DRILLING, J. Procurement of sustainable construction services in the
Para estudar: RILEY, D.; PEXTON, K.; DRILLING, J. Procurement of sustainable construction services in the
Para estudar: RILEY, D.; PEXTON, K.; DRILLING, J. Procurement of sustainable construction services in the
Para estudar: RILEY, D.; PEXTON, K.; DRILLING, J. Procurement of sustainable construction services in the

Para estudar:

RILEY, D.; PEXTON, K.; DRILLING, J. Procurement of sustainable construction services in the United States: the contractor’s role in green

buildings. UNEP Industry and Environment April September 2003, pp

66-69.

UNEP. Cleaner ProductionEnergy Efficiency (CP-EE) Manual. United Nations Environment Programme. Words and Publications, Oxford, UK, 2004. 296 p.

USGBC UNITED STATES GREEN BULDING COUNCIL. LEED® Rating

System. Diversas versões. Disponíveis em http:// www.usgbc.org.

WORLD BANK. Pollution prevention and abatement handbook: toward cleaner production. The World Bank Group in collaboration with the United Nations Environment Programme and the United Nations

.

Industrial Development Organization. Washington, D.C., 1998, 457 p.

Para investigar: Diversos documentos de referência e textos técnicos podem ser encontrados nos sítios abaixo:
Para investigar: Diversos documentos de referência e textos técnicos podem ser encontrados nos sítios abaixo:
Para investigar: Diversos documentos de referência e textos técnicos podem ser encontrados nos sítios abaixo:
Para investigar: Diversos documentos de referência e textos técnicos podem ser encontrados nos sítios abaixo:

Para investigar:

Diversos documentos de referência e textos técnicos podem ser encontrados nos sítios abaixo:

www.habitacaosustentavel.pcc.usp.br

www.infohab.org.br

www.cbcs.org.br

www.teses.usp.br

www.vanzolini.org.br

www.iisbe.org

www.sballiance.org

Outros contatos:

.

Associação Brasileira dos Fabricantes de Chapas para Drywall

www.drywall.org.br

Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição ABRECON: www.abrecon.com.br

Conselho Nacional de Meio Ambiente CONAMA:

www.mma.gov.br/port/conama/index.cfm

Ministério do Meio Ambiente: www.mma.gov.br

Agradeço sua atenção! claricedegani@gmail.com Consultora para certificação ambiental AQUA Pesquisadora POLI-USP

Agradeço sua atenção!

claricedegani@gmail.com

Consultora para certificação ambiental AQUA Pesquisadora POLI-USP

Agradeço sua atenção! claricedegani@gmail.com Consultora para certificação ambiental AQUA Pesquisadora POLI-USP
Agradeço sua atenção! claricedegani@gmail.com Consultora para certificação ambiental AQUA Pesquisadora POLI-USP
Agradeço sua atenção! claricedegani@gmail.com Consultora para certificação ambiental AQUA Pesquisadora POLI-USP