Uruguaiana, 22 de outubro de 2012.

Segunda-feira Conteúdos: Português: compreensão e interpretação, leitura, expressão oral, literatura infantil, relato Matemática: antecessor, sucessor, soma, subtração, composição do número Educação Artística: desenho, confecção de livro Objetivos: Recrear-se com a hora do conto. Compreender e interpretar a história ouvida. Desenvolver a expressão oral clara. Expressar sentimentos de forma criativa. Interpretar dados e identificar os numerais. Interagir utilizando técnicas em grupo. Ouvir com atenção. Associar a expressão numérica ao seu resultado. Ampliar o poder de comunicação através do desenho. Produzir um relato através da observação de um experimento. Procedimentos: 1) Oração Conversa informal Chamada Cada aluno receberá uma estrela feita de cartolina e escreverá o seu nome nela. 2) Hora do conto: Será contado o conto “Bruxa Onilda vai à festa”, de E. Laurrela a) Motivação: A professora trará vários balões contendo uma letra dentro e o resultado de uma expressão no lado de fora. A professora fará uma pergunta aos alunos, por exemplo: 250+250:500 os alunos (que estarão divididos em duplas) terão que achar o resultado da continha perguntada e ir até a frente e estourar o balão com o resultado correto e pegar a letra que tem dentro do balão e colá-la em um cartaz (que será feito com papel pardo) e a professora irá dando dicas sobre o posicionamento da letra em relação à palavra, por exemplo: é a quarta letra, é a segunda da direita para a esquerda.

b. Hora do conto: A professora se caracterizará de Bruxa Onilda e contará a história fazendo uma dramatização em que se envolvam os alunos. Bruxa Onilda vai à festa E. Laurreula Dizem que as festas de hoje são muito animadas... que nada! As do meu tempo, sim, é que eram festas... Um dia, minha prima, a bruxa Malvada, me mandou por um morcego-correio o programa da grande festa que havia todo ano na cidade onde ela morava. E, por coincidência, pela primeira vez na história, tudo estava sendo organizado por uma comissão de bruxas. Minha prima insistia para eu ir, pois fazia muito tempo que não nos víamos. Eu poderia ficar na casa dela, sem problema algum. A festa ia dar o que falar: a fina flor dos bruxos e endemoniados do país tinha prometido comparecer. Eu fui! Claro que fui! Quando a gente é jovem, gosta de curtir essas coisas. E eu estava louca pra conhecer outras pessoas e viver novas aventuras. Ao meu ver, minha prima ficou muito contente. Fazia tanto tempo que não nos víamos, que passamos horas e horas relembrando nossas bruxarias. À noite, vaidosas como éramos, nos arrumamos todas e lá fomos nós! A festa começou à meia-noite em ponto, com uma missa negra, que é mais ou menos como as outras, só que no escuro. Depois, começou o baile na praça do cemitério e foi até o sol raiar. No café da manhã, organizou-se uma chocolatada para todos os fantasminhas convidados... ... E um campeonato de bocha para os bruxos com meio pé na cova. No baile, dancei com um jovem alquimista muito interessante. Ele me contou que, há mais de um século, estava tentando encontrar uma fórmula mágica para transformar pedras em ouro. E achava que logo ia conseguir, porque já havia transformado ouro em pedra.

Conversa vai, conversa vem, acabou dizendo que estava apaixonado por mim e que queria casar comigo. Achei melhor que ele primeiro encontrasse a fórmula mágica e depois conversaríamos. Mas, por via das dúvidas, dei-lhe meu telefone. De repente, o alto-falante anunciou que ia começar a corrida de saco. Eu estava tão louca para ganhar algum concurso e sair nas capas das revistas que – confesso – fiz uma trapaça: amarrei umas molas nos pés, para saltar mais alto que todo mundo. Mas – que azar! – saltei tão alto que disparei como doida e o juiz me desclassificou. Depois, foi a vez da corrida de vassouras.e eu, que queria tanto ganhar alguma coisa, fiz outra trapaça. Disfarçadamente, amarrei um foguete na vassoura. Puxa! O foguete tinha tanta força que saí em disparada. Não deu para as outras concorrentes verem o que estava acontecendo. Nossa mãe, que velocidade! Não havia jeito de dominar a vassoura, nem de fazê-la parar. Tanto que dei quatro voltas ao redor da terra, completamente fora de controle. Quando, afinal, consegui aterrissar na meta de chegada, já haviam distribuído os prêmios da corrida de vassouras, do concurso de feitiços e do concurso de redação infantil sobre grandes desgraças. Todo mundo já estava com cara de fim de festa. Mas ainda tive sorte! Cheguei a tempo de participar do concurso de beleza. As candidatas, todas com pouca roupa, desfilaram, uma a uma, diante do júri. Eu estava superemocionada: aqueles senhores não tiravam os olhos de mim. Quando saiu o resultado, o mundo rodou à minha volta! Eu fui eleita miss aiquehorror, por unanimidade. A vitória foi tão fantástica que, excepcionalmente, fui classificada não só em primeiro lugar mas também em segundo, e terceiro. Todos vieram me dar os parabéns, dizendo que eu realmente merecia: nunca, em hipótese alguma, tinham visto uma bruxa tão feia como eu! Saí nas capas de todas as revistas de bruxas e fantasmas do país. E eu fiquei toda orgulhosa: desta vez, tinha vencido sem fazer trapaça! Só de me lembrar, fico toda arrepiada. Como sou boba!...

c. Questionamentos orais:

Os questionamentos orais estarão dentro de uma caixinha. A professora trará uma caixinha contendo vários morcego-correios, feitos em cartolina.. Os alunos estarão sentados em círculo. A professora colocará uma música e será passada a caixinha. Ao interromper a música, o aluno que tiver com a caixinha nas mãos deverá abri-la e retirar uma pergunta. 1) 2) 3) 4) 5) 6) 7) 8) 9) 10) 11) 12) 13) 14) 15) 16) 17) 18) 19) 20) 21) 22) 23) 24) 25) 26) 27) 28) Tu já fostes a uma festa? Como foi? Como são as festas de hoje? O que é um morcego-correio? Tu gostas de aventuras? Como é o nome da tua prima(o)? Tu és uma pessoa vaidosa? Por quê? Tu já foste a uma missa? Tu já tomaste achocolatada? Sabes onde tem um campo de bocha? Tu sabes jogar bocha? O que tu achas que é um alquimista? Quantos anos tem um século? Tu já trapaceaste em algum jogo? É certo fazer trapaças? Já brincaste de corrida do saco? Como foi? O que aconteceu na corrida de vassouras? Sabes como é o nosso mundo visto de longe? Como é o nome do nosso planeta? Como é “cara de fim de festa”? Tu já participaste de algum concurso? Que título Onilda ganhou? Diz o nome de alguém muito especial. Quais as aventuras que queres viver? O que te deixa contente? Conheces alguma praça? Que outro nome darias para a personagem principal da história? Que nome darias para o Alquimista? O que achaste desta história?

3) Os alunos utilizarão utilizarão a goma de pintura de forma coletiva. A professora colocará sobre algumas mesas a goma e os alunos, de forma organizada, deverão espalhar a goma de desenhar sobre ela com a ponta dos dedos. À medida em que forem fazendo o desenho, os alunos poderão apagar quantas vezes forem necessárias e refazerem novamente seus desenhos. Cada aluno receberá uma folha sulfite e pressionará sobre o desenho, que sairá na folha. Os desenhos serão colocados sobre as mesas, onde os alunos poderão apreciar o trabalho dos colegas. Após secar, os alunos colarão os desenhos no caderno.

4) Onilda foi ao bingo! Cada aluno receberá uma cartela com vários números e várias fichinhas em EVA. A professora terá uma sacola com os números. Ao sortear o número, ela trabalhará da seguinte forma: é sucessor de 101. É antecessor de 151. É formado por 1 centena, 3 dezenas e 7 unidades. É resultado de 100+50. Enfim, criará diferentes desafios para que os alunos resolvam... Os alunos utilizarão as fichinhas em EVA para marcar os números da cartela. 5) Descobrindo as fórmulas mágicas “... No baile, dancei com um jovem alquimista muito interessante. Ele me contou que, há mais de um século, estava tentando encontrar umas fórmulas mágicas...” Vamos ajudar o nosso amigo alquimista a descobrir as fórmulas mágicas? Para descobrir as fórmulas, cada aluno receberá uma folha sulfite e um pincel. A professora espremerá um limão e fará uma mistura com água e tintura de iodo em um pote. Organizadamente, os alunos deverão vir até a mesa onde estão os materiais, molhando os pincéis no suco do limão e escrevendo sobre a folha uma fórmula mágica, isto é, uma palavra de cortesi, como obrigado(a), bom dia, boa tarde entre outras e, seu nome no canto inferior. Após secar, a professora recolherá as folhas dos alunos, redistribuindo-as de forma aleatória. Ao receberem as folhas, os alunos pegarão o pincel e molharão na mistura composta por água e tintura de iodo. Ao ter contato com a folha, haverá uma reação e de forma muito mágica aparecerão as palavras que estão invisíveis e o nome do autor. Os alunos terão que identificar a palavra e o nome do seu colega de forma muito rápida, pois logo ela sumirá. Após será construído um painel com as fórmulas descobertas. 6) Livro de magias A professora dará uma folha sulfite colorida e vários materiais como cola gliter, giz de cera e hidrocores para que os alunos façam a capa de seus livros de magias. Cada criança confeccionará um livro para que possa relatar e ter um modelo das experiências que serão realizadas em sala de aula. Após terminarem a capa do livro, a professora dará uma folha sulfite branca para que os alunos possam fazer o relato e representar a experiência com a tintura de iodo que foi utilizada na atividade anterior. Avaliação: Recreação com a hora do conto.

Compreensão e interpretação da história. Desenvolvimento da expressão oral clara. Expressaão de sentimentos de forma criativa. Interpretação de dados e identificação dos numerais. Interação com o grupo. Escuta atenta. Associação da expressão numérica ao seu resultado. Ampliação do poder de comunicação através do desenho Produção de relato. Observação:

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