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Qualificação Em Lubrificação Industrial
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Em
Lubrificação Industrial
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APRESENTAÇÕES GERAIS
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APRESENTAÇÃO DO DOCENTE

APRESENTAÇÃO DOS ALUNOS RECURSOS DIDÁTICOS

APRESENTAÇÃO DO DOCENTE APRESENTAÇÃO DOS ALUNOS RECURSOS DIDÁTICOS CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 2

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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CONTÉUDO DO CURSO
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CONTÉUDO DO CURSO
CONTÉUDO DO CURSO
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CONTÉUDO DO CURSO
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CONTÉUDO DO CURSO

CONTÉUDO DO CURSO
CONTÉUDO DO CURSO

1.

HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO

2.

O PAPEL DA LUBRIFICAÇÃO NA CONFIABILIDADE DA MÁQUINA

3.

FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO

4.

BASES LUBRIFICANTES

5.

GRAXAS

6.

CARACTERÍSTICAS DOS LUBRIFICANTES

7.

ADITIVOS EM LUBRIFICANTES

8.

RECEBIMENTO, ARMAZENAGEM E MANUSEIO FLUSHING

9.

DRENAGEM E ABASTECIMENTO

10.

FLUSHING

11.

CONTROLE DE VAZAMENTO

12.

CONTROLE DA CONTAMINAÇÃO

13.

ANÁLISES REALIZADAS NOS ÓLEO LUBRIFICANTES

14.

ANÁLISE DE ÓLEO

15.

LUBRIFICAÇÃO POR NEVOA

16.

LUBRIFICAÇÃO CONVENCIONAL

17.

O LUBRIFICANTE E O MEIO AMBIENTE

LUBRIFICAÇÃO CONVENCIONAL 17. O LUBRIFICANTE E O MEIO AMBIENTE CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 3

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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1 -HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO
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1 -HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO
1 -HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO

Na fase pré-histórica, o homem já conhecia o petróleo há 4 mil anos a.C. Os antigos o

conheciam como o asfalto e o betume.

Foi descrito por Plínio em sua História Natural e, segundo Heródoto, grande historiador do século V a.C, Nabucodonosor usou o betume na construção dos célebres jardins suspensos da Babilônia.

Em 2600 a.C foi encontrado o 1º vestígio de lubrificação nas rodas do trenó que pertenceu a Ra-Em-Ka (Rei do Egito), comprovado por análise que o lubrificante era sebo de boi ou de carneiro.

De acordo com a Bíblia, foi usado na Torre de Babel e na Arca de Noé (Gênesis - cap. 6, V. 14) como asfalto, para sua impermeabilização.

Estudo arqueológicos revelou indícios do emprego do asfalto, no século IV, como material de construção de cidades.

Os egípcios utilizavam para embalsamento de mortos ilustres e como elemento de liga nas suas seculares pirâmides, ao passo que os romanos e gregos usavam-no para fins bélicos.

Os indígenas das Américas do Norte e Sul - pavimentação das estradas do império inca.

Américas do Norte e Sul - pavimentação das estradas do império inca. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

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1 -HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO
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1 -HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO

Séc. XVI

Com a invenção de engenhocas, surgiu a necessidade da lubrificação vinda do petróleo, para o seu perfeito

funcionamento.

Séc. XVIII A Revolução Industrial A mecanização da indústria e dos transportes. Com o crescimento das máquinas têxteis, foi utilizado lubrificante para o bom funcionamento das máquinas.

Séc. XIX

Neste século, na Pensilvânia (EUA) ocorreram 3 fatos marcantes:

(1º) Em 1859, Edwin Drake (ex-maquinista de trem americano), perfurou o 1º poço de petróleo com 21 metros de profundidade - 3.200 litros de Petróleo por dia.

(2º) Necessidade de lubrificação dos mancais dos trens, a cada 160 km rodados. (3º) Com as inovações das máquinas, a lubrificação passou de esporádica à necessária.

Séc. XX 2º Guerra Mundial, o lubrificante foi usado em quantidades espantosas nos canhões e máquinas mais potentes.

Com a revolução foram surgindo diversos equipamentos que necessitavam de uma lubrificação diferente da outra.

No Brasil, o petróleo foi descoberto por Oscar Cordeiro, em 27 de janeiro de 1939, na localidade de lobato,

Cordeiro, em 27 de janeiro de 1939, na localidade de lobato, perto de Salvador, Bahia. CIMATEC

perto de Salvador, Bahia.

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1 -HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO
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1 -HISTORIA DA LUBRIFICAÇÃO

Surgem com o objetivo de reduzir ao máximo o atrito e prolongar a vida útil dos

equipamentos.

Assim como as máquinas, os lubrificantes sofreram alterações tecnológicas para atender as necessidades extremas em processos industriais.

Hoje existem várias empresas no mercado que fabricam vários tipos de lubrificantes, de origem mineral, sintético e especiais. Além de ter uma grande utilização, o lubrificante tem formas de aplicações corretas. Para isso existem equipamentos para lubrificação, disponíveis no Brasil desde 1950, que são de uso fundamental e também minimizam o risco da contaminação dos lubrificantes.

Com a preocupação mundial ao meio ambiente, foram feitas vários estudos e pesquisas para os lubrificantes pudessem ser usados sem agredir a natureza.

Para isso, existe a rerrefinação do lubrificante usado, e o “óleo verde” que é vegetal

biodegradável e uma opção aos usuários para que evitem mais agressões ao meio

ambiente.

Atualmente a lubrificação é fator decisivo no poder de competitividade, sendo uma fonte de ganhos, proporcionando melhorias no desempenho dos equipamentos e principalmente na redução nos custos de manutenção.

e principalmente na redução nos custos de manutenção. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) Índice 6

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

Índice

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2 - O PAPEL DA LUBRIFICAÇÃO NA CONFIABILIDADE
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Os sistemas dinâmicos lineares e rotativos, sempre transformam uma parte

significativa da energia aplicada em trabalho e outra, em menor proporção, em calor. Essa quantidade de calor é gerada pelo contato de superfície em movimento, onde ocorre uma força contrária , a qual denominamos força de atrito.

A necessidade de melhorar o desempenho das máquinas e equipamentos nos processos industriais dentro das exigências do mercado vem exigindo investimentos significativos em pesquisas para a melhoria da CONFIABILIDADE DOS PROCESSOS PRODUTIVOS.

Uma parte importante destes investimentos envolve os LUBRIFICANTES.

Uma parte importante destes investimentos envolve os LUBRIFICANTES. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 7

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2 - O PAPEL DA LUBRIFICAÇÃO NA CONFIABILIDADE
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Com o advento da globalização da economia, a busca da qualidade total em serviços, produtos e gerenciamento ambiental passou a ser a meta de todas as empresas. A disponibilidade de máquinas, aumento da competitividade, aumento do lucro, satisfação dos clientes, produtos com defeito zero têm tudo a ver com uma um programa de lubrificação bem planejado e executado.

Se não houver um bom programa de lubrificação, os prejuízos serão inevitáveis, pois as máquinas com defeitos ou avariadas causarão:

Diminuição ou interrupção da produção; Atrasos na entrega; Perdas financeiras; Aumento dos custos; Insatisfação dos clientes; Perda de mercado.

dos custos;  Insatisfação dos clientes;  Perda de mercado. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 8

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2 - O PAPEL DA LUBRIFICAÇÃO NA CONFIABILIDADE
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2 - O PAPEL DA LUBRIFICAÇÃO NA CONFIABILIDADE
2 - O PAPEL DA LUBRIFICAÇÃO NA CONFIABILIDADE
2 - O PAPEL DA LUBRIFICAÇÃO NA CONFIABILIDADE

Uma lubrificação organizada apresenta as seguintes vantagens:

Aumenta a vida útil dos equipamentos em até dez vezes ou mais;

Reduz o consumo de energia em até 20%;

Reduz custos de manutenção em até 35%;

Reduz o consumo de lubrificantes em até 50%.

em até 35%;  Reduz o consumo de lubrificantes em até 50%. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

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Índice

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.1 Atrito
3.1 Atrito

Atrito Força que se opõe ao movimento relativo entre duas superfícies.

Atrito sólido

a) deslizamento

b) rolamento

Atrito Fluido

 a) deslizamento  b) rolamento  Atrito Fluido O atrito é em alguns casos, necessário

O atrito é em alguns casos, necessário e útil como nos sistemas de freios, tem grande influência na vida humana, possibilitando o simples caminhar. Em outros casos, é indesejável,

porque dificulta o movimento e consome energia motriz sem produzir o correspondente

trabalho. Nesta condição, o atrito precisa ser o mínimo possível.

O menor atrito que existe é dos gases, vindo a seguir o dos fluidos e, por fim, o dos sólidos. Como o atrito fluido é sempre menor que o atrito sólido, a lubrificação consiste na interposição de uma substância fluida entre duas superfícies, evitando, assim, o contato sólido com sólido.

entre duas superfícies, evitando, assim, o contato sólido com sólido. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 10

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.2 Causas do Atrito
3.2 Causas do Atrito

A principal causa do atrito são as irregularidades existentes entre as superfícies. Podendo o mecanismo ser de dois tipos :

Cisalhamento: Atrito desenvolvido pela resistência oferecida pelo sólido à ruptura dos picos

resistência oferecida pelo sólido à ruptura dos picos Adesão: Atrito desenvolvido pela “soldagem a frio”

Adesão: Atrito desenvolvido pela “soldagem a frio” das microáreas planas entre si. A adesão é o maior responsável pela resistência ao movimento.

si. A adesão é o maior responsável pela resistência ao movimento. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)
si. A adesão é o maior responsável pela resistência ao movimento. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.3 Classificação do Atrito
3.3 Classificação do Atrito
FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO 3.3 Classificação do Atrito O atrito sólido pode se manifestar de duas maneiras:
FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO 3.3 Classificação do Atrito O atrito sólido pode se manifestar de duas maneiras:

O atrito sólido pode se manifestar de

duas maneiras:

como

atrito

de

deslizamento

e

como

atrito

de

rolamento.

No atrito de deslizamento, os pontos de

um corpo ficam em contato com pontos sucessivos do outro.

No caso do atrito de rolamento, os pontos sucessivos de um corpo entram em contato com os pontos sucessivos do outro. O atrito de rolamento é bem menor do que o atrito de deslizamento.

O atrito de rolamento é bem menor do que o atrito de deslizamento. CIMATEC – MANUTENÇÃO

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.4 As Leis que regem o atrito 4.4.1 Atrito de Deslizamento tgα = Fa/N tgα
3.4 As Leis que regem o atrito
4.4.1 Atrito de Deslizamento
tgα = Fa/N
tgα = µ
Fa = µ.N
P=N
N
Atrito de Deslizamento:

1.Atrito Estático

a) A força Fa for suficiente para impedir o movimento relativo;
b)

No atrito estático, a força de atrito (resistência ao movimento) Fa será sempre igual ou maior que a força de solicitação F;
c)

Força limite de atrito => F = Fa (equilíbrio).

2.Atrito Cinético

a) Força de solicitação F, sob influência de vários fatores é maior que a força de

F, sob influência de vários fatores é maior que a força de atrito Fa. CIMATEC –

atrito Fa.

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

13

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3.4 As Leis que regem o atrito
3.4 As Leis que regem o atrito

Coeficiente de atrito (µ):

1. O atrito estático é normalmente maior que do que o atrito cinético;

2. O atrito em superfícies lubrificadas é menor do que em superfícies secas.

lubrificadas é menor do que em superfícies secas. Material da Atrito estático Atrito cinético

Material da

Atrito estático

Atrito cinético

Superfície

seco

Lubrificado

seco

lubrificado

Aço/Aço

0,15

0,10

0,10

0,08 a 0,09

Aço/Ferro fundido/ ou bronze

0,19

0,10

0,18

0,05 a 0,08

Bronze/bronze

0,20

0,11

0,19

0,06

Aço/ antifricção

     

0,04

Rolamentos de esferas e rolos

     

0,001 a 0,003

de esferas e rolos       0,001 a 0,003 F res  F P 

F

res

F P

F

res

F f

at

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

N
N

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3.4 As Leis que regem o atrito
3.4 As Leis que regem o atrito

3.4.1 Atrito de Deslizamento

é

diretamente proporcional à carga aplicada. Portanto, o

coeficiente de atrito se mantém constante, aumentando-se a carga, a força de atrito aumenta na mesma proporção.

Lei

-

O

atrito

2ª Lei - O atrito, bem como o

coeficiente de atrito, independe da área de contato aparente entre superfícies em movimento.

área de contato aparente entre superfícies em movimento. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 3ª Lei -
área de contato aparente entre superfícies em movimento. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 3ª Lei -
área de contato aparente entre superfícies em movimento. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 3ª Lei -

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

3ª Lei - O atrito cinético (corpos em movimento) é menor do que o atrito estático (corpos sem movimento), devido ao coeficiente de atrito cinético ser inferior ao estático.

do que o atrito estático (corpos sem movimento), devido ao coeficiente de atrito cinético ser inferior

15

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3.4 As Leis que regem o atrito
3.4 As Leis que regem o atrito

3.4.1 Atrito de Deslizamento

4ª Lei - O atrito diminui com a lubrificação e o polimento das superfícies, pois reduzem o coeficiente de atrito

e o polimento das superfícies, pois reduzem o coeficiente de atrito CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)
e o polimento das superfícies, pois reduzem o coeficiente de atrito CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3.4 As Leis que regem o atrito
3.4 As Leis que regem o atrito

3.4.2 Atrito de Rolamento

µ r = Coeficiente de resistência ao rolamento depende:

a)

Propriedades elásticas dos elementos rolantes;

b)

Propriedades elásticas das pistas;

c)

Acabamento superficial;

d)

Direção da carga;

e)

Rotação do elemento rolante;

f)

Temperatura de operação;

g)

Tipo do mancal;

h)

Dimensões dos elementos rolantes;

i)

Raio de curvatura da superfície de contato.

i) Raio de curvatura da superfície de contato. Atrito de Rolamento CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

Atrito de Rolamento

i) Raio de curvatura da superfície de contato. Atrito de Rolamento CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)
i) Raio de curvatura da superfície de contato. Atrito de Rolamento CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.4 As Leis que regem o atrito
3.4 As Leis que regem o atrito

3.4.2 Atrito de Rolamento

1ª Lei - A resistência ao rolamento é diretamente proporcional à carga aplica.

2ª Lei - O atrito de rolamento é inversamente proporcional ao raio do cilindro ou esfera.

de rolamento é inversamente proporcional ao raio do cilindro ou esfera. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)
de rolamento é inversamente proporcional ao raio do cilindro ou esfera. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)
de rolamento é inversamente proporcional ao raio do cilindro ou esfera. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.5 Superfície de contato
3.5 Superfície de contato
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO 3.5 Superfície de contato Exames acurados de superfícies de materiais submetidos

Exames acurados de superfícies de materiais submetidos a processos de fabricação mecânica, feitos em rugosímetros e

microscópios eletrônicos, atestam que é

impossível, mesmo com os mais modernos processos de acabamento, produzir uma superfície verdadeiramente lisa ou plana.

Ampliando-se uma pequena porção de uma

superfície aparentemente lisa, temos a idéia perfeita de uma cadeia de montanhas.

aparentemente lisa, temos a idéia perfeita de uma cadeia de montanhas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

19

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.5 Superfície de contato
3.5 Superfície de contato

Supondo duas barras de aço com superfícies aparentemente lisas, uma sobre a outra, estas superfícies estarão em contato nos pontos salientes.

estas superfícies estarão em contato nos pontos salientes. Quanto maior for a carga, maior será o

Quanto maior for a carga, maior será o número de pontos em contato.

Quanto maior for a carga, maior será o número de pontos em contato. CIMATEC – MANUTENÇÃO

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

20

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO 3.5 Superfície de contato
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.5 Superfície de contato

Ao movimentar-se uma barra de aço sobre a

outra haverá um desprendimento interno de calor nos pontos de contato. Devido à ação combinada da pressão e da temperatura, estes pontos se soldam.

da pressão e da temperatura, estes pontos se soldam . Para que o movimento continue, é

Para que o movimento continue, é necessário fazer uma força maior, a fim de romper estas pequeninas soldas (microssoldas). Com o rompimento das microssoldas, temos o

desgaste metálico, pois algumas partículas de metal são arrancadas das superfícies.

Quando os pontos de contato formam soldas mais profundas, pode ocorrer a grimpagem ou ruptura das peças

CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)
CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.6 Desgaste
3.6 Desgaste

Muito

acontecendo.

embora

a

lubrificação

reduza

o

atrito,

o

desgaste

continua

O

rolamentos:

desgaste

se

apresenta

sob

diversos

tipos,

como

por

exemplo

em

Abrasão - Proveniente de partículas de material abrasivo (areia ou pó) contida no óleo lubrificante

Corrosão - Proveniente de contaminantes ácidos

Fricção - Se caracteriza por endentações polidas provenientes de corrosão causadas por vibrações

Erosão - São endentações causadas pela repetição de choques com pesadas sobrecargas

Esfoliação ou Escamação - Causada pela fadiga

pesadas sobrecargas  Esfoliação ou Escamação - Causada pela fadiga CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 22

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

22

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.6.1 Leis de Desgaste
3.6.1 Leis de Desgaste

a)

A quantidade de desgaste D é diretamente proporcional à carga aplicada P

b)

A quantidade de desgaste D é diretamente proporcional à distância deslizante d

c)

A quantidade de desgaste D é inversamente proporcional a dureza da superfície H

ou
ou
de desgaste D é inversamente proporcional a dureza da superfície H ou CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

23

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.7 Lubrificação
3.7 Lubrificação

Fenômeno de redução do atrito entre duas superfícies em movimento relativo, por meio da introdução de uma substância entre elas.

relativo, por meio da introdução de uma substância entre elas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 24
relativo, por meio da introdução de uma substância entre elas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 24
relativo, por meio da introdução de uma substância entre elas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 24
relativo, por meio da introdução de uma substância entre elas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 24

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.7 Lubrificação
3.7 Lubrificação

Uma vez que o atrito e o desgaste são causados pelo contato das

superfícies, o melhor método para reduzi-los é manter as superfícies separadas, intercalando-se entre elas uma camada de lubrificante. Isto, fundamentalmente, constitui a lubrificação

Isto, fundamentalmente, constitui a lubrificação PORTANTO, LUBRIFICANTE É QUALQUER MATERIAL QUE INTERPOSTO

PORTANTO, LUBRIFICANTE É QUALQUER MATERIAL QUE INTERPOSTO ENTRE DUAS SUPERFÍCIES ATRITANTES REDUZA O ATRITO

QUE INTERPOSTO ENTRE DUAS SUPERFÍCIES ATRITANTES REDUZA O ATRITO CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 25

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.7 Lubrificação
3.7 Lubrificação

A falta de lubrificação, portanto, causa uma série de problemas nas máquinas.

de lubrificação, portanto, causa uma série de problemas nas máquinas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 26
de lubrificação, portanto, causa uma série de problemas nas máquinas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 26

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.8 Características de um fluido lubrificante
3.8 Características de um fluido lubrificante

Capacidade de manter separadas as superfícies durante o

movimento;

Estabilidade nas mudanças de temperatura e não atacar as superfícies metálicas;

Capacidade de manter limpas as superfícies lubrificadas.

metálicas;  Capacidade de manter limpas as superfícies lubrificadas. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 27

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.9 Funções dos Lubrificantes:
3.9 Funções dos Lubrificantes:

Controle do Atrito: Transformando atrito sólido em atrito fluido reduzindo assim a perda de energia;

Controle do Desgaste: Reduzindo ao mínimo o contato entre as superfícies, que promove o

desgaste;

Controle da Temperatura: Absorvendo o calor gerado pelo contato de superfícies;

Controle da Corrosão: Evitando que a ação de ácido destrua o metal;

Remoção de Contaminantes: Evitando a formação de borras, lacas e vernizes;

Vedação: Impedindo a saída de lubrificante e a entrada de partículas estranhas (função das graxas) e a entrada de outro fluidos ou gases (função do óleo nos cilindros dos motores e compressores);

Amortecimento de Choques: Transferindo energia mecânica para energia fluida (como nos amortecedores dos automóveis) e amortecendo o choque entre os dentes das engrenagens.

dos automóveis) e amortecendo o choque entre os dentes das engrenagens. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3.10 Classificação da Lubrificação:
3.10 Classificação da Lubrificação:

Lubrificação limite: a película, mais fina, permite o contato entre as superfícies de vez em quando, isto é, a película possui espessura igual à soma das alturas das

rugosidades das superfícies.

espessura igual à soma das alturas das rugosidades das superfícies. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 29
espessura igual à soma das alturas das rugosidades das superfícies. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 29

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.10 Classificação da Lubrificação:
3.10 Classificação da Lubrificação:

Lubrificação total ou fluida: a película lubrificante separa totalmente as superfícies, não havendo contato metálico entre elas, isto é, a película possui espessura superior à soma das alturas das rugosidades das superfícies.

espessura superior à soma das alturas das rugosidades das superfícies. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 30
espessura superior à soma das alturas das rugosidades das superfícies. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 30

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO

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3.10 Classificação da Lubrificação:
3.10 Classificação da Lubrificação:

Lubrificação mista: Podem ocorrer os dois casos anteriores. Por exemplo, na partida das máquinas os componentes em movimento estão apoiados sobre as partes fixas, havendo uma película insuficiente, permitindo o contato entre as

superfícies (lubrificação limite).

Quando o componente móvel adquire velocidade, é produzida uma pressão (pressão hidrodinâmica), que separa totalmente as superfícies, não havendo contato entre elas (lubrificação total).

as superfícies, não havendo contato entre elas (lubrificação total). CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 31
as superfícies, não havendo contato entre elas (lubrificação total). CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 31

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO

3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.11 Formação da Película Lubrificante:
3.11 Formação da Película Lubrificante:

Adesividade - aderir às superfícies e ser arrastada por elas durante o movimento

Coesividade - para que não haja rompimento da película.

Oleosidade - propriedade que reúne a adesividade e a coesividade de um fluido.

- propriedade que reúne a adesividade e a coesividade de um fluido. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
- propriedade que reúne a adesividade e a coesividade de um fluido. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.11 Formação da Película Lubrificante:
3.11 Formação da Película Lubrificante:

A borda de uma das superfícies deve ser chanfrada ou arredondada;

Uma das superfícies deve permitir a inclinação necessária à entrada do óleo;

A peça suportada deve ter área tal que permita sua flutuação sobre o fluido.

suportada deve ter área tal que permita sua flutuação sobre o fluido. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
suportada deve ter área tal que permita sua flutuação sobre o fluido. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.11.1 Película Limite ou Espessa:
3.11.1 Película Limite ou Espessa:

Velocidade e carga - A película limite, em um mancal que normalmente trabalhe com ela, pode se tornar demasiado fina desde que a carga aplicada se eleve ou a velocidade diminua. A elevação da carga pode ser controlada, mas a diminuição da velocidade, devido aos momentos de partida e de parada, não pode ser evitada. Assim, esses momentos devem ter a menor duração possível.

Viscosidade - Quanto maior for a viscosidade de um lubrificante maior será a espessura da película e vice-versa. Portanto, o uso de viscosidade inadequada compromete o bom funcionamento do equipamento.

Suprimento de Óleo - Os elementos de máquinas lubrificados precisam ter abastecimento contínuo de lubrificante e em quantidade suficiente, uma vez que o fornecimento intermitente impede a formação correta da película

que o fornecimento intermitente impede a formação correta da película CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT) 34

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.11.1 Película Limite ou Espessa:
3.11.1 Película Limite ou Espessa:

Folga: A folga entre as superfícies a serem lubrificadas é um dado essencial,

pois é nela que o lubrificante se aloja.

é um dado essencial, pois é nela que o lubrificante se aloja. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
é um dado essencial, pois é nela que o lubrificante se aloja. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.12 Cunha Lubrificante:
3.12 Cunha Lubrificante:

As dimensões da folga são proporcionais ao diâmetro “d” do eixo (0,0006 d a 0,001 d) e suas funções são suportar a dilatação e a distorção das peças, bem como neutralizar possíveis erros mínimos de alinhamento. Além disto, a folga é utilizada para introdução do lubrificante. O óleo introduzido na

folga adere às superfícies do eixo e do mancal, cobrindo-as com uma película de

lubrificante.

do eixo e do mancal, cobrindo-as com uma película de lubrificante. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)
do eixo e do mancal, cobrindo-as com uma película de lubrificante. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.12 Cunha Lubrificante:
3.12 Cunha Lubrificante:

Dinâmica da cunha lubrificante

3.12 Cunha Lubrificante: Dinâmica da cunha lubrificante A pressão não se distribui uniformemente sobre o mancal,
3.12 Cunha Lubrificante: Dinâmica da cunha lubrificante A pressão não se distribui uniformemente sobre o mancal,
3.12 Cunha Lubrificante: Dinâmica da cunha lubrificante A pressão não se distribui uniformemente sobre o mancal,

A pressão não se distribui uniformemente sobre o mancal, havendo uma área de pressão máxima e outra de pressão mínima.

A pressão máxima ocorre onde a espessura da película é menor;

A pressão mínima ocorre logo após o final da região de alta pressão.

Conhecer a distribuição de pressão é importante para projetar ou verificar a localização do ponto de injeção de fluido. Ele deve ser localizado numa área de baixa pressão.

de fluido. Ele deve ser localizado numa área de baixa pressão . CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3 - FUNDAMENTOS DA LUBRIFICAÇÃO
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3.12 Cunha Lubrificante:
3.12 Cunha Lubrificante:

Essa curva relaciona o atrito no eixo e no mancal com:

rotação (N); viscosidade (Z); pressão do mancal sobre o fluido (P).

O coeficiente de atrito na lubrificação limite é muito alto em relação às outras fases;

O atrito é mínimo no ponto B;

Após o ponto B, o atrito cresce lentamente com o aumento da relação ZN/P.

O ponto ideal de utilização de um mancal é C, pois o ponto B está muito próximo à zona de

transição, havendo perigo de cair-se nela com quaisquer mudanças de carga ou viscosidade.

perigo de cair-se nela com quaisquer mudanças de carga ou viscosidade. CIMATEC – MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

CIMATEC MANUTENÇÃO INDUSTRIAL (NPDT)

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