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Treinamento básico em ArcGIS Diogo Nunes da Silva Ramos LaboratórioLaboratórioLaboratórioLaboratório dededede
Treinamento básico em ArcGIS
Diogo Nunes da Silva Ramos
LaboratórioLaboratórioLaboratórioLaboratório dededede MicromeMicrometeorologiaMicromeMicrometeorologiateorologiateorologia eeee EstudosEstudosEstudosEstudos AmbientaisAmbientaisAmbientaisAmbientais
Instituto de Ciências Atmosféricas – ICAT
Universidade Federal de Alagoas – UFAL
de Ciências Atmosféricas – ICAT Universidade Federal de Alagoas – UFAL MarçoMarço/2011MarçoMarço/2011/2011/2011

MarçoMarço/2011MarçoMarço/2011/2011/2011

Treinamento básico em ArcGIS

Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com

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Agradeço a Fabiano Barbosa dos Santos pela revisão no texto e sugestões dadas na elaboração e aprimoramento desta apostila.

dadas na elaboração e aprimoramento desta apostila. Esta obra foi habilitada sob Licença Creative Commons –

Esta obra foi habilitada sob Licença Creative Commons – Atribuição - Uso Não-Comercial – Compartilhar nos Mesmos Termos 3.0

.

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SumárioSumárioSumárioSumário

2

1.

Introdução

3

2.

Conhecendo a suíte ArcGIS

4

3.

ArcMap

5

3.1.

Interfaces

5

3.2.

Adicionando a ferramenta DEM Surface Tools

6

4.

Obtendo e adicionando dados

7

4.1.

Shapefiles

7

4.2.

SRTM – Shuttle Radar Topography Mission

9

4.2.1.

SRTM – Brasil Relevo – Embrapa (Versão 1)

9

4.2.2.

SRTM – JPL-NASA (Versão 2)

11

5.

ArcToolbox

12

5.1.

Introdução ao ArcToolbox

12

5.1.1.

Data Management Tools

13

5.1.1.1.

Converter coordenadas geográficas e/ou datum

13

5.1.1.2.

Criando mosaico

15

5.1.2.

Spatial Analyst Tools

17

6.

Tratamento dos dados

18

6.1.

Convertendo a extensão HGT para IMG

18

6.2.

Recorte do SRTM

24

6.2.1.

Círculo

24

6.2.2.

Polígono por Shape

25

6.2.3.

Shape

27

7.

Confeccionando os mapas

29

7.1.

Mapas de Contorno e Hillshade

29

8.

Rugosidade do terreno

32

9.

Exportando mapas para impressão

35

9.1.

Configurando layout da página

35

9.2.

Inserindo informações no mapa

37

9.3.

Grade de coordenadas geográficas

38

10.

Exportando dados

40

10.1.

ASCII

41

1.1.1.1. IntroduçãoIntroduçãoIntroduçãoIntrodução

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A interdisciplinaridade encontrada no tratamento de dados baseados em Sistemas de Informações Geográficas (SIG) possibilita sua utilização para os mais diversos fins. Atualmente existem diversos softwares para manipulação destes dados SIG, seja livre, freeware ou shareware, que é o caso do ArcGIS, o qual será abordado nesta apostila.

O conteúdo deste material baseia-se no entendimento básico do programa, conhecendo e uso de sua interface gráfica, manuseio e tratamento dos dados, até confecção e exportação de mapas e dados. Portanto, é recomendado uma leitura auxiliar nas referências citadas no final deste trabalho para maior entendimento sobre determinada ação vista superficialmente nesta apostila.

Após terminar a apostila, o leitor estará apto a caminhar sozinho nas ferramentas básicas do ArcGIS, possibilitando a criação e personalização de mapas de interesse pessoal, para uso em projetos de pesquisa, trabalhos acadêmicos, seminários, artigos científicos, etc.

2.2.2.2. ConhecendoConhecendoConhecendoConhecendo aaaa suítesuítesuítesuíte ArcGISArcGISArcGISArcGIS

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O ArcGIS é uma suíte de softwares de propriedade da Enviromental

Systems Research Institute (ESRI) para tratamento de informações vetoriais e matriciais na aplicação do gerenciamento de bases temáticas.

Possuindo uma plataforma de SIG, dispõe de uma diversidade de ferramentas para as mais diferentes tarefas.

diversidade de ferramentas para as mais diferentes tarefas. O fluxograma acima dos pacotes que fazem parte

O fluxograma acima dos pacotes que fazem parte do ArcGIS, dentre

os quais, iremos nos concentrar no ArcMap (versão 9.3), que faz parte da plataforma Desktop GIS. O ArcMap é chamado habitualmente como sendo o próprio ArcGIS, já que é o software de ambiente desktop ideal para tratamento dos dados SIG na elaboração de mapeamentos temáticos e também por ser o mais utilizado da suíte.

Mais informações visite a página do ArcGIS no site da ESRI:

http://www.esri.com/software/arcgis/index.html

3.3.3.3. ArcMapArcMapArcMapArcMap

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Para quem não tem familiaridade com o software e pretende elaborar mapas simples de relevo, por exemplo, é bem difícil por onde começar. Mas sua interface enxuta e simples, e a vasta quantidade de apostilas e fóruns na internet, facilitaram o aprendizado e concluindo que tudo baseia na utilização das ferramentas básicas, seguindo uma ordem de acordo com o tipo de resultado almejado.

3.1.3.1.3.1.3.1.

InterfaceInterfacesInterfaceInterfacesss

seguindo uma ordem de acordo com o tipo de resultado almejado. 3.1.3.1.3.1.3.1. InterfaceInterfacesInterfaceInterfacesss
seguindo uma ordem de acordo com o tipo de resultado almejado. 3.1.3.1.3.1.3.1. InterfaceInterfacesInterfaceInterfacesss

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 6 3.2.3.2.3.2.3.2.
em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 6 3.2.3.2.3.2.3.2.
em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 6 3.2.3.2.3.2.3.2.
em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 6 3.2.3.2.3.2.3.2.

3.2.3.2.3.2.3.2.

AdicionandoAdicionandoAdicionandoAdicionando aaaa ferramentaferramentaferramentaferramenta DEMDEMDEMDEM SurfaceSurfaceSurfaceSurface ToolsToolsToolsTools

Este pacote adicional do ArcGIS possibilita o cálculo de características de uma superfície de Modelo Digital de Terreno (MDT). Há diversas variações na nomenclatura de um MDT, sendo também chamado:

Modelo Digital de Elevação – MDE (Digital Elevation Model – DEM)

Modelo Digital de Superfície – MDS (Digital Surface Model – DSM)

Então esta ferramenta será necessária para computar as áreas das superfícies SRTM mais adiante, que terá como finalidade confeccionar do mapa de rugosidade do terreno.

Página do autor do script - http://www.jennessent.com/

Página de download:

http://www.jennessent.com/arcgis/surface_area.htm.

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Após obter e instalar o DEM Surface Tools (o ArcGIS não pode estar em execução), execute o ArcGIS e esta janela adiante deverá aparecer em seguida:

o ArcGIS e esta janela adiante deverá aparecer em seguida: 4.4.4.4. ObtendoObtendoObtendoObtendo eeee

4.4.4.4. ObtendoObtendoObtendoObtendo eeee adicionandoadicionandoadicionandoadicionando dadosdadosdadosdados

4.1.4.1.4.1.4.1.

ShapeShapefileShapeShapefilefilesfilesss

São arquivos geométricos que não armazenam informações topológicas, mas sim informações de atributos de um conjunto de dados, de acordo com suas coordenadas vetoriais.

A vantagem na manipulação de shapefiles é que não há a exigência de alto processamento, natural no tratamento de informações topográficas. São de fácil leitura e escrita, possuem menor tamanho de arquivo, podendo representar um ponto, uma linha ou um polígono.

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 8 O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) possui um endereço eletrônico que disponibiliza diversas informações, dentre elas os shapefiles, que se encontra em ftp://geoftp.ibge.gov.br/.

Navegue até atingir o seguinte endereço:

ftp://geoftp.ibge.gov.br/mapas/malhas_digitais/municipio_2005/E100

0/Proj_Geografica/ArcView_shp/

Faça o download de todos os arquivos contidos no diretório de escolha (Brasil, Região ou Estados):

Faça o download de todos os arquivos contidos no diretório de escolha (Brasil, Região ou Estados):

4.2.4.2.4.2.4.2.

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SRTMSRTMSRTMSRTM –––– ShuttleShuttleShuttleShuttle RadarRadarRadarRadar TopographyTopographyTopographyTopography MissionMissionMissionMission

Entre 11 a 22 de fevereiro de 2000, uma missão espacial organizada

pela National Aeronautics and Space Administration (NASA) realizou uma

varredura topográfica digital da maior parte do globo terrestre através da espaçonave Endeavour. Maiores detalhes sobre esta missão SRTM são encontrados em Farr et al. (2007). A resolução espacial destes dados é de 3arcsen ou 90m para o território terrestre, exceto para os EUA, que possuem resolução de 1arcsen, ou 30m.

para os EUA, que possuem resolução de 1arcsen, ou 30m. 4.2.1.4.2.1.4.2.1.4.2.1. SRTMSRTMSRTMSRTM ––––

4.2.1.4.2.1.4.2.1.4.2.1.

SRTMSRTMSRTMSRTM –––– BrasilBrasilBrasilBrasil RelevoRelevoRelevoRelevo –––– EmbrapaEmbrapaEmbrapaEmbrapa (Versão(Versão(Versão(Versão 1)1)1)1)

Link: http://www.relevobr.cnpm.embrapa.br/

Os dados SRTM disponibilizados pela EMBRAPA são da versão 1, ou seja, apresentam algumas falhas, corrigidas na versão 2, assunto do próximo item. A sequência de imagens abaixo ilustra o processo de navegação no site

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até o local de download do arquivo SRTM em extensão Zip (dentro do Zip estão os arquivos, dentre eles o com extensão TIFF).

Zip estão os arquivos, dentre eles o com extensão TIFF). EscolhaEscolhaEscolhaEscolha oooo estadoestadoestadoestado
EscolhaEscolhaEscolhaEscolha oooo estadoestadoestadoestado dededede interesse.interesse.interesse.interesse.
EscolhaEscolhaEscolhaEscolha oooo estadoestadoestadoestado dededede interesse.interesse.interesse.interesse.

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EscolhaEscolhaEscolhaEscolha oooo recorte.recorte.recorte.recorte.
EscolhaEscolhaEscolhaEscolha oooo recorte.recorte.recorte.recorte.
oooo recorte.recorte.recorte.recorte. 4.2.2.4.2.2.4.2.2.4.2.2. SRTMSRTMSRTMSRTM ––––

4.2.2.4.2.2.4.2.2.4.2.2.

SRTMSRTMSRTMSRTM –––– JPLJPL-JPLJPL--NASA-NASANASANASA (Versão(Versão(Versão(Versão 2)2)2)2)

Link: http://www2.jpl.nasa.gov/srtm/

Como dito no item anterior, estes dados possuem a mesma origem dos disponibilizados pela EMBRAPA, porém esta é a versão 2, que trás

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correções e outros ajustes da versão 1. Apesar de estes dados possuírem maior qualidade, a extensão do arquivo HGT divulgada no site impossibilita a leitura direta do ArcMap, um tratamento é necessário para sua utilização. No item 5.3 será mostrado como fazer o manuseio deste dado, até a fase final, que possibilita seu uso no ArcMap.

Para acessar a página de download dos dados SRTM Versão 2, vá no seguinte endereço: http://dds.cr.usgs.gov/srtm/

2, vá no seguinte endereço: http://dds.cr.usgs.gov/srtm/ 5.5.5.5. ArcToolboxArcToolboxArcToolboxArcToolbox

5.5.5.5. ArcToolboxArcToolboxArcToolboxArcToolbox

5.1.5.1.5.1.5.1.

IntroduçãoIntroduçãoIntroduçãoIntrodução aoaoaoao ArcToolboxArcToolboxArcToolboxArcToolbox

Um dos principais recursos do ArcGIS é

sem dúvida o ArcToolbox, que nada mais é que

um conjunto de diversos scripts para as mais

variadas finalidades. Existem funções aplicadas

a sensoriamento remoto, geoestatística,

dispositivos móveis (GPS), gerenciamento de dados, análise espacial e 3D, cartografia, etc. Vale salientar que o ArcToolBox é dividido em categorias, ou seja, de acordo com a função, existem diversos subscripts associados ao script

ArcToolBox é dividido em categorias, ou seja, de acordo com a função, existem diversos subscripts associados

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principal, de acordo com suas hierarquias.

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Será tratada aqui a utilização de dois destes scripts, que serão os mais utilizados ao longo do estudo:

Data Management Tools

Spatial Analyst Tools

5.1.1.5.1.1.5.1.1.5.1.1.

DataDataDataData ManagementManagementManagementManagement ToolsToolsToolsTools

Concentra ferramentas de tratamento e gerenciamento do conteúdo das camadas adicionadas ao projeto em andamento no ArcMap, por exemplo:

conversão de coordenadas geográficas; comparação de dados; união de camadas; banco de dados; etc.

Nesta apostila será visto o uso de duas ferramentas do Data Management Tools, que é a conversão de coordenadas geográficas e datum, e depois a criação de mosaicos de imagens.

5.1.1.1.5.1.1.1.5.1.1.1.5.1.1.1. ConverterConverterConverterConverter coordenadascoordenadascoordenadascoordenadas geográficasgeográficasgeográficasgeográficas e/oue/oue/oue/ou datumdatumdatumdatum

As coordenadas geográficas servem para mapear a terra, permitindo localizar regiões de interesse através das mais diferentes formas e tipos de coordenadas. Já o datum refere-se ao modelo matemático da representação da superfície terrestre ao nível médio do mar. Por possuir uma variação no nível do mar ao longo do planeta, há diversos tipos de datum, com características de cada região. Por exemplo, o datum aplicado em estudos para o domínio brasileiro não é recomendado para utilização no território Japonês.

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É bastante comum encontrar arquivos com coordenadas geográficas

diferentes a de interesse no trabalho, seja fazendo download de um shape,

ou deseje alterar a de uma camada SRTM para outra qualquer.

O exemplo adiante irá demonstrar como funciona a conversão de um

raster, embora o procedimento para um shape ou outro arquivo seja

idêntico.

Data Management Tools Projections and Transformations Define Projection:

O sinal de alerta significa que o arquivo que indiquei já possui um sistema de
O sinal de alerta significa que o arquivo
que indiquei já possui um sistema de
coordenadas, o que não impossibilita a
alteração para outro sistema.
o arquivo que indiquei já possui um sistema de coordenadas, o que não impossibilita a alteração
o arquivo que indiquei já possui um sistema de coordenadas, o que não impossibilita a alteração

Depois

de

adicionado,

é

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possível

verificar

a

nova

coordenada

geográfica e datum nas propriedades da layer, na aba Source.

ANTES
ANTES
DEPOIS
DEPOIS

5.1.1.2.5.1.1.2.5.1.1.2.5.1.1.2. CriandoCriandoCriandoCriando mosaicomosaicomosaicomosaico

Quando um projeto é iniciado, é comum que os dados sejam adicionados em pequenos recortes, para montar o mosaico posteriormente. Para realizar este processo, segue na figura abaixo o exemplo com a adição

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de 7 recortes SRTM que compreendem o Estado de Alagoas, obtidos pelo Brasil Relevo.

compreendem o Estado de Alagoas, obtidos pelo Brasil Relevo. Agora vá em: Data Management Tools Raster
compreendem o Estado de Alagoas, obtidos pelo Brasil Relevo. Agora vá em: Data Management Tools Raster

Agora vá em:

Data Management Tools Raster Raster Dataset Mosaic to Nem Raster

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 17 RESULTADORESULTADORESULTADORESULTADO FINALFINALFINALFINAL
em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 17 RESULTADORESULTADORESULTADORESULTADO FINALFINALFINALFINAL

RESULTADORESULTADORESULTADORESULTADO FINALFINALFINALFINAL

Com o mosaico concluído, resta apenas fazer o recorte para sua região de interesse.

5.1.2.5.1.2.5.1.2.5.1.2.

SpatialSpatialSpatialSpatial AnalAnalyAnalAnalyystyststst ToolsToolsToolsTools

Esta ferramenta será a mais utilizada nesta apostila, pois trata da manipulação das camadas espaciais de dados raster, neste caso, dos dados SRTM aqui tratados. A utilização deste conjunto de scripts abordará tópicos como: correções e ajustes de dados SRTM; tratamento de dados; recortes de imagens em diferentes formatos; criação de mapas de contorno, hillshade e etc.

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Sua utilização será apresentada em alguns tópicos ao longo deste material.

6.6.6.6. TratamentoTratamentoTratamentoTratamento dosdosdosdos dadosdadosdadosdados

6.1.6.1.6.1.6.1.

ConvertendoConvertendoConvertendoConvertendo aaaa extensãoextensãoextensãoextensão HGTHGTHGTHGT paraparaparapara IMGIMGIMGIMG

Os dados obtidos pelo Brasil Relevo são geralmente utilizados no ArcMap pois não passam por um processo de correção mais complexo, sendo indicado para usuários iniciantes.

Já o SRTM3 (versão 2) é recomendado para usuários que já possuam uma familiaridade com o software, já que necessita de prévio tratamento para seu manuseio ideal no ArcMap. O arquivo disponibilizado no site possui extensão hgt, não sendo de leitura nativa da suíte ArcGIS, ou seja, deve passar por uma pré-manipulação em algum software que o reconheça. Neste caso, será usado o Global Mapper, que também é um software GIS, bastante conhecido neste ramo.

Iniciando então o processo no Global Mapper, proceda da seguinte

forma:

File Open Data File(s) e selecione o arquivo hgt que será exportado em tif

File Export Raster and Elevation Data Export GeoTIFF e

observe as instruções na figura abaixo:

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 19 Após clicar em OK, uma janela de salvamento irá

19

Após clicar em OK, uma janela de salvamento irá ser mostrada, então escolha o diretório e salve seu novo arquivo tif.

Agora no ArcMap, primeiro configure o sistema de coordenadas geográficas e depois adicione o novo arquivo em ADD DATA (File Add

Data):

coordenadas geográficas e depois adicione o novo arquivo em A D D D A T A

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 20 Com o arquivo adicionado, percebe-se que os valores exibidos

Com o arquivo adicionado, percebe-se que os valores exibidos na Table of Contents estão incoerentes, e são justamente estes dados que serão corrigidos.

e são justamente estes dados que serão corrigidos. Como o arquivo exportado pelo Global Mapper não

Como o arquivo exportado pelo Global Mapper não possui uma tabela de atributos correspondentes aos valores topográficos, será necessário criar um novo arquivo com tal recurso. Para isso, clique com o botão direito sobre a layer tif seguindo a etapa: Data Export Data

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 21 Ainda neste processo, alguns valores já são alterados,

Ainda neste processo, alguns valores já são alterados, porém os negativos ainda estão presentes, a imagem visualizada não corresponde ao padrão. Clicando no OK, aparecerá a mensagem Would you like to add the

exported data to the map as a layer? E escolha SIM para adicionar a nova

camada e em seguida remova o arquivo tif anterior, para manter o trabalho organizado.

o arquivo tif anterior, para manter o trabalho organizado. Com isso, resta agora as correções utilizando

Com isso, resta agora as correções utilizando scripts prontos do ArcToolbox, iniciando em:

Spatial Analyst Tools Conditional Con

Neste procedimento será possível eliminar os números negativos encontrados após adicionar o SRTM3 em img.

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 22 O resultado da ferramenta Con mostra que os valores
em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 22 O resultado da ferramenta Con mostra que os valores

O resultado da ferramenta Con mostra que os valores de altitude do mapa de relevo estão mais adequados, porém, são visíveis na imagem alguns pontos brancos no interior do continente. Estas falhas serão preenchidas por interpolação baseado nas informações de altitude da vizinhança, utilizando outras duas ferramentas.

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Primeiro será feito uma reclassificação, para tal, execute nesta

sequência: Spatial Analyst Tools Reclass Reclassify. Na opção Input

Raster indique o arquivo gerado pela ferramenta anterior, Con. Logo após, clique em Unique e perceba que os dados foram reajustados em ordem crescente. No final da tabela haverá valores mostrados como NoData, então na coluna New Values, remova este NoData e insira 0.

na coluna New Values , remova este NoData e insira 0. E por fim, basta utilizar
na coluna New Values , remova este NoData e insira 0. E por fim, basta utilizar

E por fim, basta utilizar agora a ferramenta Spatial Analyst Tools Hidrology Fill, ajustando discrepâncias, como picos negativos ou positivos, normalizando estatisticamente conforme sua vizinhança.

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 24 Finalmente, os dados SRTM3 já podem ser manipulados para
em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 24 Finalmente, os dados SRTM3 já podem ser manipulados para

Finalmente, os dados SRTM3 já podem ser manipulados para o estudo, pois os processos de transformação do arquivo (hgt para tiff) e correção dos dados (etapas realizadas no ArcToolbox) já foram realizadas.

6.2.6.2.6.2.6.2.

6.2.1.6.2.1.6.2.1.6.2.1.

RRecorteRRecorteecorteecorte dodododo SRTMSRTMSRTMSRTM

CCírculoCCírculoírculoírculo

Spatial Analyst Tools Extraction Circle

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Basta entrar com a camada que deseje recortar, e informar o raio (opção Radius) do
Basta entrar com a camada que deseje recortar, e
informar o raio (opção Radius) do círculo, nome do
arquivo de saída, e escolher a área de extração,
interna ou externa.
e escolher a área de extração, interna ou externa. 6.2.2.6.2.2.6.2.2.6.2.2.

6.2.2.6.2.2.6.2.2.6.2.2.

PPolígonoPPolígonoolígonoolígono poporpoporrr ShapeShapeShapeShape

Spatial Analyst Tools Extraction Extract to Mask

Neste método é possível realizar recortes por quaisquer polígonos, criados usando a barra de ferramentas Draw (Ferramenta New Polygon), e em seguida converter o gráfico criado para features (Converter Graphics to

Features).

O processo é visto nas figuras adiante.

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 26 O polígono desejado é criado usando a ferramenta New

O polígono desejado é criado usando a ferramenta New Polygon, encontrada na barra de ferramentas Draw

New Polygon, encontrada na barra de ferramentas Draw Após a criação do polígono, ainda na barra

Após a criação do polígono, ainda na barra Draw, clique em Drawing e selecione Convert Graphics To Features. Em seguida, o programa irá perguntar se deseja adicionar o novo shapefile criado, apenas confirme.

O último passo para o recorte é extrair o raster pelo shapefile criado anteriormente, para
O último passo para o recorte é extrair o
raster pelo shapefile criado anteriormente,
para tal, vá em Spatial Analyst Tools >
Extraction > Extract to Mask. Na opção
Input Raster adicione a imagem que será
recortada, na Input Raster Or Feature
Mask Data, escolha o arquivo com o
formato de recorte, e depois clique em
OK.
6.2.3.6.2.3.6.2.3.6.2.3. ShapeShapeShapeShape Treinamento básico em ArcGIS Diogo Nunes –

6.2.3.6.2.3.6.2.3.6.2.3.

ShapeShapeShapeShape

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Como resultado final, tem-se a imagem SRTM recortada no formato do polígono criado, que foi convertido em shapefile.

O processo segue praticamente o mesmo padrão do item anterior, porém aqui o shape já deve estar pronto. Esta opção é geralmente utilizada para recortes de estudo de áreas geográficas, como municípios, bairros, estados, etc.

Neste exemplo será feito o recorte para alguns municípios do litoral alagoano. Será feito primeiro a exportação dos municípios de interesse do shape principal (que contém todos os municípios de Alagoas), e assim, será criado um novo shapefile.

Então na barra Tools (vista no item 3.1 Interface) clique em Select Features, e vá clicando sobre as regiões de interesse no seu shape, segurando a tecla SHIFT, como na figura abaixo:

seu shape , segurando a tecla SHIFT, como na figura abaixo: Para este exemplo, as regiões

Para este exemplo, as regiões escolhidas ficam em destaque, no litoral.

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Depois de selecionado, clique com o botão direito sobre o arquivo do shape que você selecionou as regiões, e vá em Data Export Data e aparecerá a seguinte janela:

vá em Data Export Data e aparecerá a seguinte janela: Caso queira, altere o nome do

Caso queira, altere o nome do novo shape, e depois clique em OK. Uma mensagem perguntando se quer adicionar o novo shapefile aparecerá, clique novamente em OK. Deverá ser mostrada uma imagem parecida com esta abaixo, claro que referente à sua região escolhida.

esta abaixo, claro que referente à sua região escolhida. Então com o shape e imagem a

Então com o shape e imagem a ser recortada já adicionados no ArcMap, vá em:

Spatial Analyst Tools Extraction Extract to Mask

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 29 Finalmente, as imagens SRTM apenas para as regiões
em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 29 Finalmente, as imagens SRTM apenas para as regiões

Finalmente, as imagens SRTM apenas para as regiões escolhidas do novo shape criado.

7.7.7.7. ConfeccionandoConfeccionandoConfeccionandoConfeccionando osososos mapasmapasmapasmapas

7.1.7.1.7.1.7.1.

MapasMapasMapasMapas dededede ContornoContornoContornoContorno eeee HillshadeHillshadeHillshadeHillshade

Os mapas de contorno, conhecidos como curvas de nível servem para identificar linhas com mesma altitude numa superfície topográfica, ou isolinhas de relevo. A utilização destes mapas geralmente é associada a

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combinação com outros mapas, como malha rodoviária, mapas hidrológicos ou sensoriamento remoto.

Hillshade é o mapa que indica as regiões de sombra de uma superfície baseado no ângulo de iluminação que é determinado pelo usuário. É importante para engenharia e arquitetura durante a realização de planejamentos imobiliários e etc. Além disto, é comumente utilizado para melhorar visualmente os mapas de relevo, tornando-os mais realísticos.

Então agora será demonstrado como é obtido os 2 tipos de mapas.

Contorno: Spatial Analyst Tools Surface Contour

demonstrado como é obtido os 2 tipos de mapas. C o n t o r n
demonstrado como é obtido os 2 tipos de mapas. C o n t o r n

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Hillshade: Spatial Analyst Tools Surface Hillshade

Ao inserir o mapa de relevo em Input Raster, e informar o ângulo azimutal e
Ao inserir o mapa de relevo em
Input Raster,
e
informar o
ângulo azimutal
e altitude,
clicando em OK, tem-se o
resultado abaixo.
e altitude, clicando em OK, tem-se o resultado abaixo. No table of contents , organize as

No table of contents, organize as camadas numa forma que o SRTM

original fique acima do hillshade criado. Em seguida, aplique transparência

de 50% na camada de relevo (botão direito sobre a camada e vá a Properties,

na aba Display, encontre a opção Transparency), e abaixo o resultado,

visualmente mais realístico.

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 32 A configuração das cores fica ao critério do usuário

A configuração das cores fica ao critério do usuário

8.8.8.8. RugosidadeRugosidadeRugosidadeRugosidade dodododo terrenoterrenoterrenoterreno

Phillip e Watson (1986) descrevem a obtenção da rugosidade do

terreno em função da seguinte equação:

rugosidade do terreno em função da seguinte equação: Onde: r = Rugosidade do terreno (m) A

Onde:

r = Rugosidade do terreno (m)

A p = Área planimétrica da superfície terrestre

A = Área real da superfície terrestre

Foi destacado no texto anterior (do terreno), pois há outras classes

de rugosidade de uma superfície, como:

Rugosidade da cobertura vegetal (via Sensoriamento Remoto)

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Rugosidade devido a obstáculos (Análise de campo)

Então para obtenção do tal mapa, será utilizado o DEM Surface

Tools, já instalado e definido anteriormente. Para isso, clique nesta

ferramenta e selecione Surface Area and Ratio, e aparecerá a janela abaixo:

Selecione a primeira e terceira opção, como no exemplo ao lado, indicando o local e nome do arquivo que será salvo.

Selecione a primeira e terceira opção, como no exemplo ao lado, indicando o local e nome
Selecione a primeira e terceira opção, como no exemplo ao lado, indicando o local e nome

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Após a obtenção dos mapas, clique com o botão direito numa área vazia da barra de ferramentas e no menu que aparecerá, selecione a ferramenta Spatial Analyst. Após adicioná-la, clique nesta ferramenta e vá em Raster Calculator, e realize a seguinte operação:

Analyst . Após adicioná-la, clique nesta ferramenta e vá em Raster Calculator , e realize a
Analyst . Após adicioná-la, clique nesta ferramenta e vá em Raster Calculator , e realize a

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A figura acima ilustra a etapa final, que é o mapa de rugosidade do

terreno (camada rugo_terreno na table of contents) em escala de cinza.

9.9.9.9. ExportandoExportandoExportandoExportando mapasmapasmapasmapas paraparaparapara impressãoimpressãoimpressãoimpressão

A confecção de mapas para apresentações diversas é realizada no

guia Layout View, indo na barra de ferramentas View Layout View, ou ainda, no ícone mostrando na figura a seguir:

View , ou ainda, no ícone mostrando na figura a seguir: 9.1.9.1.9.1.9.1.

9.1.9.1.9.1.9.1.

ConfigurandoConfigurandoConfigurandoConfigurando layoutlayoutlayoutlayout dadadada páginapáginapáginapágina

A janela abaixo demonstra a visualização sem prévia configuração

do layout, com a página no formato retrato.

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 36 Para alterar esta configuração de página, vá a File

Para alterar esta configuração de página, vá a File Page and Print Setup, e faça os ajustes ilustrados abaixo:

esta configuração de página, vá a File Page and Print S e t u p ,

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O novo layout é visto na figura adiante, favorecendo uma maior área de trabalho para o usuário, possibilitando a inserção de outras informações, como legendas, título, coordenadas geográficas, etc.

como legendas, título, coordenadas geográficas, etc. 9.2.9.2.9.2.9.2. InserindoInserindoInserindoInserindo

9.2.9.2.9.2.9.2.

InserindoInserindoInserindoInserindo informaçõesinformaçõesinformaçõesinformações nononono mapamapamapamapa

de

ferramentas se tornam ativas no Layout View, permitindo inserir barra de escala, texto, título,

legenda, seta norte, etc.

As

opções

do

menu

Insert

na

barra

Após adicionar algumas destas opções no mapa de exemplo, e ir a File Export Map, ter escolhido a extensão da imagem (JPEG, BMP, PNG,

destas opções no mapa de exemplo, e ir a File Export Map , ter escolhido a

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etc

tamanho do arquivo final), o resultado obtido foi o seguinte:

)

e resolução (quanto maior a resolução, melhor a qualidade e maior o

(quanto maior a resolução, melhor a qualidade e maior o 9.3.9.3.9.3.9.3. GradeGradeGradeGrade dededede

9.3.9.3.9.3.9.3.

GradeGradeGradeGrade dededede coordenadascoordenadascoordenadascoordenadas geográficasgeográficasgeográficasgeográficas

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Nota-se que a figura acima sem as coordenadas geográficas fica estranha, pois não se tem a real dimensão do estado, pelo menos em extensão territorial no globo. Para adicionar a grade é simples, basta clicar

sobre o mapa, ainda no Layout View, e ir a Data Frame Properties Aba Grids:

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em ArcGIS Diogo Nunes – http://infometeoro.blogspot.com 39 Clicando em New Grid , aparecerá um assistente de

Clicando em New Grid, aparecerá um assistente de elaboração da grade, com diferentes formatos e estilos. Caso vá avançando diretamente até concluir o assistente sem fazer nenhuma alteração, o resultado para este exemplo é o seguinte:

alteração, o resultado para este exemplo é o seguinte: Claro que é fundamental configurar a grade

Claro que é fundamental configurar a grade acima ainda, como aumentar a fonte das coordenadas e etc, mas isso é encontrado nas opções da grade cria, bastando apenas o usuário configurar conforme seu interesse.

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Por fim, após alguns ajustes na grade, e zoom para uma área específica, o resultado é aprimorado, favorecendo uma boa apresentação do mapa:

é aprimorado, favorecendo uma boa apresentação do mapa: 10.10.10.10. ExportandoExportandoExportandoExportando

10.10.10.10. ExportandoExportandoExportandoExportando dadosdadosdadosdados

Também importante é saber como exportar os arquivos para os formatos mais comuns de manuseio, como IMG e ASCII, com uma diversidade de softwares que possibilitam sua leitura, sejam freewares ou

sharewares.

Para exportar em IMG, o processo é idêntico ao apresentado no item 5.1, quando o tratamento para conversão do HGT para IMG é realizado.

10.1.10.1.10.1.10.1.

ASCIIASCIIASCIIASCII

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Finalmente, para exportar o arquivo em uma extensão mais primitiva, se fácil manipulação por scripts em C ou Fortran da vida, ou até mesmo leitura em softwares, é necessário novamente utilizar o ArcToolbox.

Então selecione a ferramenta Conversion Tools From Raster Raster to ASCII:

t a Conversion Tools From Raster Raster to ASCII : Note que o arquivo de saída

Note que o arquivo de saída (Output ASCII raster file) possui extensão TXT, sendo aberto no simples bloco de notas:

: Note que o arquivo de saída ( Output ASCII raster file ) possui extensão TXT,

11.11.11.11.

ReferênciasReferênciasReferênciasReferências

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Farr, T. G., et al. (2007), TheTheTheThe ShuttleShuttleShuttleShuttle RadarRadarRadarRadar TopographyTopographyTopographyTopography MissionMission,MissionMission Rev. Geophys., 45, RG2004, doi:10.1029/2005RG000183.

Phillip, G.M., D.F. Watson, (1986). AAAA methodmethodmethodmethod forforforfor assessingassessingassessingassessing locallocallocallocal variationvariationvariationvariation amongamongamongamong scatteredscatteredscatteredscattered measuremenmeasurementsmeasuremenmeasurementsts.ts Mathematical Geology v.18 no. 8

p.759-764.

Alguns sites recomendados para leitura auxiliar, com diversas apostilas, tutoriais e dicas diversas, que me ajudaram bastante durante minha fase de aprendizado no ArcGIS:

http://blogdoarcgis.blogspot.com/

http://i9geo.com.br/wordpress/

http://geotecnologias.wordpress.com/

http://geoluislopes.blogspot.com/

http://processamentodigital.blogspot.com/search/label/ArcMap

http://usuarios.multimania.es/arcgis/index.htm

Também é recomendado a leitura do material PDF do ArcGIS produzido pela ESRI, que pode ser encontrado facilmente pela internet. Além destes manuais oficiais, diversas outras apostilas de autores independentes também são encontradas, principalmente em sites de compartilhamento (4shared e ebah) e blogs, que foram de grande ajuda na confecção desta apostila.