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Porto - 2009
Porto - 2009

Porto - 2009

Aspectos históricos e princípios  Método desenvolvido na Coreia e Japão, em finais dos anos
Aspectos históricos e princípios  Método desenvolvido na Coreia e Japão, em finais dos anos
Aspectos históricos e princípios  Método desenvolvido na Coreia e Japão, em finais dos anos
Aspectos históricos e princípios  Método desenvolvido na Coreia e Japão, em finais dos anos

Aspectos históricos e princípios

Método desenvolvido na Coreia e Japão, em finais dos anos 70, por Dr. Kenzo Kase

O movimento e a actividade muscular são imprescindíveis para manter e recuperar a saúde em geral

Ao se ajudar os músculos activamos o processo natural de auto-cura

Efeitos gerais do Kinesio-tape  Elevador  Tracção da pele  Térmico
Efeitos gerais do Kinesio-tape  Elevador  Tracção da pele  Térmico
Efeitos gerais do Kinesio-tape  Elevador  Tracção da pele  Térmico
Efeitos gerais do Kinesio-tape  Elevador  Tracção da pele  Térmico

Efeitos gerais do Kinesio-tape

Elevador

Tracção da pele

Térmico

Acções do Kinesio-tape  Acção circulatória  Acção analgésica  Acção sobre o tónus muscular
Acções do Kinesio-tape  Acção circulatória  Acção analgésica  Acção sobre o tónus muscular
Acções do Kinesio-tape  Acção circulatória  Acção analgésica  Acção sobre o tónus muscular
Acções do Kinesio-tape  Acção circulatória  Acção analgésica  Acção sobre o tónus muscular

Acções do Kinesio-tape

Acção circulatória

Acção analgésica

Acção sobre o tónus muscular

Acção circulatória TRAUMA Processo inflamatório = pressão dos tecidos circundantes Diminuição do espaço entre

Acção circulatória

Acção circulatória TRAUMA Processo inflamatório = pressão dos tecidos circundantes Diminuição do espaço entre
TRAUMA Processo inflamatório = pressão dos tecidos circundantes Diminuição do espaço entre a pele e
TRAUMA
Processo inflamatório
=
pressão dos tecidos
circundantes
Diminuição do espaço entre a pele e o
músculo
Evacuação linfática
Circulação sanguínea
Pressão nociceptora
Pressão nociceptora

DOR

Como é que actua o Kinesio? KINESIOKINESIO  Com a zona a tratar estirada, coloca-

Como é que actua o Kinesio?

KINESIOKINESIO
KINESIOKINESIO
Como é que actua o Kinesio? KINESIOKINESIO  Com a zona a tratar estirada, coloca- se

Com a zona a tratar estirada, coloca-

se o tape;

Quando a zona volta à posição

neutra, a elasticidade do tape cria uma

ligeira elevação da pele;

Formam-se pequenas ondulações

que:

Cria mais espaço na região subcutânea para os:

Vasos linfáticos iniciais Vasos capilares Receptores neurológicos

FUNÇÃO ELEVATÓRIA

DO TAPE

FUNÇÃO ELEVATÓRIA DO TAPE AMPLIA O ESPAÇO, DIMINUINDO A PRESSÃO NORMALIZA A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA E LINFÁTICA
FUNÇÃO ELEVATÓRIA DO TAPE AMPLIA O ESPAÇO, DIMINUINDO A PRESSÃO NORMALIZA A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA E LINFÁTICA

AMPLIA O ESPAÇO,

DIMINUINDO A PRESSÃO

ELEVATÓRIA DO TAPE AMPLIA O ESPAÇO, DIMINUINDO A PRESSÃO NORMALIZA A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA E LINFÁTICA DIMINUI

NORMALIZA A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA E LINFÁTICA

A PRESSÃO NORMALIZA A CIRCULAÇÃO SANGUÍNEA E LINFÁTICA DIMINUI A PRESSÃO SOBRE OS NOCICEPTORES DIMINUI A

DIMINUI A PRESSÃO SOBRE OS NOCICEPTORES

E LINFÁTICA DIMINUI A PRESSÃO SOBRE OS NOCICEPTORES DIMINUI A DOR PERCEBIDA PERMITE UM PADRÃO DE

DIMINUI A DOR

PERCEBIDA

DIMINUI A PRESSÃO SOBRE OS NOCICEPTORES DIMINUI A DOR PERCEBIDA PERMITE UM PADRÃO DE MOVIMENTO MAIS

PERMITE UM PADRÃO

DE MOVIMENTO MAIS FISIOLÓGICO

Acção analgésica

Acção analgésica Activação e sensibilização dos nociceptores • Pressão • Temperatura • Descarga eléctrica

Activação e sensibilização dos nociceptores

Pressão

Temperatura

Descarga

eléctrica

• Pressão • Temperatura • Descarga eléctrica Despolarização da membrana nervosa EDEMA Libertação de
• Pressão • Temperatura • Descarga eléctrica Despolarização da membrana nervosa EDEMA Libertação de

Despolarização da

membrana

nervosa

EDEMA

eléctrica Despolarização da membrana nervosa EDEMA Libertação de substâncias algogénicas K+; bradiquinina;

Libertação de

substâncias algogénicas

K+; bradiquinina; histamina; serotonina

Prostaglandinas

Outras que alteram a microcirculação local

Acção analgésica

Gate Control System

Acção analgésica Gate Control System DOR TRANSMITIDA PELAS FIBRAS LENTAS (NOCICEPTIVAS POLIMODAIS C) KINESIO KINESIO

DOR TRANSMITIDA PELAS FIBRAS LENTAS (NOCICEPTIVAS POLIMODAIS C)

KINESIO
KINESIO
PELAS FIBRAS LENTAS (NOCICEPTIVAS POLIMODAIS C) KINESIO KINESIO ESTIMULAÇÃO RECEPTORES NERVOSOS DA PELE (NÃO

KINESIO

FIBRAS LENTAS (NOCICEPTIVAS POLIMODAIS C) KINESIO KINESIO ESTIMULAÇÃO RECEPTORES NERVOSOS DA PELE (NÃO

ESTIMULAÇÃO RECEPTORES NERVOSOS DA PELE (NÃO NOCICEPTIVOS)

RECEPTORES NERVOSOS DA PELE (NÃO NOCICEPTIVOS) TRANSMISSÃO PELAS FIBRAS A β (RÁPIDAS) INIBIÇÃO DAS

TRANSMISSÃO PELAS FIBRAS A β (RÁPIDAS)

NOCICEPTIVOS) TRANSMISSÃO PELAS FIBRAS A β (RÁPIDAS) INIBIÇÃO DAS CÉLULAS T DIMINUIÇÃO DA DOR BLOQUEIO DO

INIBIÇÃO DAS CÉLULAS T

PELAS FIBRAS A β (RÁPIDAS) INIBIÇÃO DAS CÉLULAS T DIMINUIÇÃO DA DOR BLOQUEIO DO IMPULSO DOLOROSO

DIMINUIÇÃO DA DOR

PELAS FIBRAS A β (RÁPIDAS) INIBIÇÃO DAS CÉLULAS T DIMINUIÇÃO DA DOR BLOQUEIO DO IMPULSO DOLOROSO

BLOQUEIO DO IMPULSO DOLOROSO DAS FIBRAS C

Acção sobre o tónus muscular KINESIO SUBCUTÂNEO  Tecido conjuntivo denso, desordenado  Não tem

Acção sobre o tónus muscular

KINESIO
KINESIO

SUBCUTÂNEO

Tecido conjuntivo denso, desordenado

Não tem um bordo marcado com o tecido

cutâneo nem com o músculo

Conecta-se por fibras diagonais e

perpendiculares

O tape provoca um deslizamento entre o

tecido cutâneo e o bordo superior do

subcutâneo

As fibras subcutâneas ficam tensas pelo

estiramento dos tecidos, activando os receptores locais

Provoca-se uma resposta reflexa

protectora,para evitar o estiramento excessivo dos tecidos

Contrariamente, o corpo tenderá a estar

numa posição de repouso (alongamento), quando os receptores são pouco activados

MATERIAL  Tape de Kinesio  Tesoura  Lâmina de barbear  Álcool  Algodão,
MATERIAL  Tape de Kinesio  Tesoura  Lâmina de barbear  Álcool  Algodão,
MATERIAL  Tape de Kinesio  Tesoura  Lâmina de barbear  Álcool  Algodão,
MATERIAL  Tape de Kinesio  Tesoura  Lâmina de barbear  Álcool  Algodão,

MATERIAL

Tape de Kinesio

Tesoura

Lâmina de barbear

Álcool

Algodão, gaze

Características do tape  Tela de algodão elástico (longitudinalmente)  Cola hipoalergénica, com um padrão

Características do tape

Tela de algodão elástico (longitudinalmente)

Cola hipoalergénica, com um padrão especial de

forma a que a ligadura ventile

Elástica até 180% e igual à elasticidade da pele

Espessura e peso semelhantes à pele

A tela, colada ao papel, já tem 5 a 10% de

tensão

Adere melhor consoante aumenta o calor

corporal

Só adere uma vez

Resistente à água

Aplicação de longa duração (vários dias)

o calor corporal  Só adere uma vez  Resistente à água  Aplicação de longa
Princípios da aplicação  Pele limpa, seca e sem gordura  A zona a aplicar
Princípios da aplicação  Pele limpa, seca e sem gordura  A zona a aplicar
Princípios da aplicação  Pele limpa, seca e sem gordura  A zona a aplicar
Princípios da aplicação  Pele limpa, seca e sem gordura  A zona a aplicar

Princípios da aplicação

Pele limpa, seca e sem gordura

A zona a aplicar deve ser homogénea (depilar quando necessário)

A base do tape é colado sem tensão

Evitar pregas na pele

O tape adere melhor quando se aplica calor

Pode surgir comichão ligeira nos minutos seguintes à aplicação (10-20

minutos)

Retirar o tape com cuidado

Formas de aplicação Técnica I – sobre o ventre muscular Técnica Y – contornando o

Formas de aplicação

Formas de aplicação Técnica I – sobre o ventre muscular Técnica Y – contornando o ventre

Técnica I sobre o ventre muscular

Técnica Y contornando o

ventre muscular

Técnica X de um ponto central, contornando o ventre muscular

Forma de pente para problemas linfáticos/edema

Tensão utilizada no tape  Técnica muscular e linfática  Técnica de ligamentos  Técnica
Tensão utilizada no tape  Técnica muscular e linfática  Técnica de ligamentos  Técnica
Tensão utilizada no tape  Técnica muscular e linfática  Técnica de ligamentos  Técnica
Tensão utilizada no tape  Técnica muscular e linfática  Técnica de ligamentos  Técnica

Tensão utilizada no tape

Técnica muscular e linfática

Técnica de ligamentos

Técnica de correção articular

Técnica de aumento de espaço

Técnica de correcção fascial

0 10%

50 100%

50 100%

25%

25 50%

Contraindicações  Tromboses  Feridas  Traumas severos  Edema generalizado  Gravidez  Alergias
Contraindicações  Tromboses  Feridas  Traumas severos  Edema generalizado  Gravidez  Alergias
Contraindicações  Tromboses  Feridas  Traumas severos  Edema generalizado  Gravidez  Alergias
Contraindicações  Tromboses  Feridas  Traumas severos  Edema generalizado  Gravidez  Alergias

Contraindicações

Tromboses

Feridas

Traumas severos

Edema generalizado

Gravidez

Alergias

Falta de resultados

Bibliografia  Kinesio Taping Perfect Manual, Kenzo Kase, Tatsuyuki Hashimoto y Tomoki Okane,, Tokyo, Ken

Bibliografia

Kinesio Taping Perfect Manual, Kenzo Kase, Tatsuyuki Hashimoto y Tomoki Okane,, Tokyo, Ken Ikai Information, 1996

Illustrated Kinesio taping , Kenzo Kase, Tokyo, Ken Ikai

Information, 1997

Advanced Kinesio Technique Kenzo Kase,, Tokyo, Kinesio

Taping Association, 1998

Application Techniques Kenzo Kase y Jim Wallis, Kinesio

Taping Correction, Tokyo, Ken Ikai Information, 2000

Clinical Therapeutic Applications of the Kinesio Taping Method

2ª Edition, Kenso Kase, Jim Wallis, Tsuyoshi Kase,, 2003

Taping Neuro Muscular, Josya Sijmonsma, 1ª Edicion

Española, Aneid Press, Cascais, 2007

Aplicações prácticas  Colocar a pele em tensão  Medir o tape com a zona
Aplicações prácticas  Colocar a pele em tensão  Medir o tape com a zona
Aplicações prácticas  Colocar a pele em tensão  Medir o tape com a zona
Aplicações prácticas  Colocar a pele em tensão  Medir o tape com a zona

Aplicações prácticas

Colocar a pele em tensão

Medir o tape com a zona a tratar em estiramento máximo

O comprimento do tape é igual à distância da

origem/inserção, mais 3-5 cm para a base

A aplicação tem 3 fases:

1.

Fixar a base na posição neutra do zona a tratar (sem estiramento)

2.

Colocar a pele em tensão, alongando ao máximo o músculo

a tratar

3.

Aderir o tape sobre ou em redor do músculo, sem dar mais tensão ao tape

Princípios gerais  Aumentar o tónus  Tensão – 10%  Diminuir o tónus 
Princípios gerais  Aumentar o tónus  Tensão – 10%  Diminuir o tónus 
Princípios gerais  Aumentar o tónus  Tensão – 10%  Diminuir o tónus 
Princípios gerais  Aumentar o tónus  Tensão – 10%  Diminuir o tónus 

Princípios gerais

Aumentar o tónus

Tensão 10%

Diminuir o tónus

Tensão 0%

Sentido do tape

Aumento do tónus origem/inserção

Diminuir o tónus inserção/origem

Anatomia do tronco

Anatomia do tronco

Anatomia do tronco
Anatomia do tronco
Anatomia do tronco Origem - Face posterior do processo xifóide , na face interna das

Anatomia do tronco

Anatomia do tronco Origem - Face posterior do processo xifóide , na face interna das 6

Origem - Face posterior do processo xifóide , na face interna das 6 últimas cartilagens costais, das

quatro últimas costelas e

dos processos transversos e dos corpos das vértebras

T1 a L 2 /L 3 .

Inserção Centro frénico

Diafragma (anterior) 1. Elevar ambos os braços e colar a parte central do tape logo
Diafragma (anterior) 1. Elevar ambos os braços e colar a parte central do tape logo
Diafragma (anterior) 1. Elevar ambos os braços e colar a parte central do tape logo
Diafragma (anterior) 1. Elevar ambos os braços e colar a parte central do tape logo

Diafragma (anterior)

Diafragma (anterior) 1. Elevar ambos os braços e colar a parte central do tape logo abaixo

1. Elevar ambos os braços e colar a parte central do tape logo abaixo do

apêndice xifóide, com uma ligeira inspiração

Diafragma (posterior) Colar o centro do tape no centro das costas (a nível da base

Diafragma (posterior)

Diafragma (posterior) Colar o centro do tape no centro das costas (a nível da base do
Diafragma (posterior) Colar o centro do tape no centro das costas (a nível da base do

Colar o centro do tape no centro das costas (a nível

da base do estômago)

Com o tronco flectido à frente e membros superiores cruzados, colar horizontalmente o resto do tape

1.

2.

Extensores da coluna 1. Colar a base sobre o sacro, sem dar tensão e em

Extensores da coluna

Extensores da coluna 1. Colar a base sobre o sacro, sem dar tensão e em posição
Extensores da coluna 1. Colar a base sobre o sacro, sem dar tensão e em posição
Extensores da coluna 1. Colar a base sobre o sacro, sem dar tensão e em posição

1. Colar a base sobre o sacro, sem dar tensão e em posição erecta

2. Com o tronco flectido à frente e membros superiores pendentes, colar uma das fitas sobre os paravertebrais de um lado e depois a outra no lado oposto.

Pequeno peitoral 1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide 2. Com o
Pequeno peitoral 1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide 2. Com o
Pequeno peitoral 1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide 2. Com o
Pequeno peitoral 1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide 2. Com o

Pequeno peitoral

Pequeno peitoral 1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide 2. Com o ombro
Pequeno peitoral 1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide 2. Com o ombro
Pequeno peitoral 1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide 2. Com o ombro

1. Colar a base, sem tensão, sobre a apófise coracóide

Grande peitoral 1. Colar a base sobre a face anterior do ombro (cabeça umeral) 2.

Grande peitoral

1.

Grande peitoral 1. Colar a base sobre a face anterior do ombro (cabeça umeral) 2. Com
Grande peitoral 1. Colar a base sobre a face anterior do ombro (cabeça umeral) 2. Com

Colar a base sobre a face anterior do ombro (cabeça umeral)

Rectos abdominais 1. Na posição erecta, colar a base do tape sobre o bordo da

Rectos abdominais

Rectos abdominais 1. Na posição erecta, colar a base do tape sobre o bordo da grelha
Rectos abdominais 1. Na posição erecta, colar a base do tape sobre o bordo da grelha
Rectos abdominais 1. Na posição erecta, colar a base do tape sobre o bordo da grelha

1.

Na posição erecta, colar a base do tape sobre o bordo da grelha costal

2.

Pedir para elevar os membros superiores e mantê-los assim. Com os abdominais estirados, colar o resto do tape até à sínfise púbica.

Proceder de igual modo para ambos os rectos abdominais

Escalenos  Origem  Tuberculo anterior da ap. Transversa C3-C6  Inserção  1ª costela,
Escalenos  Origem  Tuberculo anterior da ap. Transversa C3-C6  Inserção  1ª costela,
Escalenos  Origem  Tuberculo anterior da ap. Transversa C3-C6  Inserção  1ª costela,
Escalenos  Origem  Tuberculo anterior da ap. Transversa C3-C6  Inserção  1ª costela,

Escalenos

Escalenos  Origem  Tuberculo anterior da ap. Transversa C3-C6  Inserção  1ª costela, parte

Origem Tuberculo anterior da ap. Transversa C3-C6

Inserção 1ª costela, parte anterior

Acção Unilateral: flexão homolateral da cervical Elevação da 1ª costela

Esternocleidomastoideu  Origem  Manúbrio esternal e extremidade esternall da clavicula  Inserção  Ap.
Esternocleidomastoideu  Origem  Manúbrio esternal e extremidade esternall da clavicula  Inserção  Ap.
Esternocleidomastoideu  Origem  Manúbrio esternal e extremidade esternall da clavicula  Inserção  Ap.
Esternocleidomastoideu  Origem  Manúbrio esternal e extremidade esternall da clavicula  Inserção  Ap.

Esternocleidomastoideu

Esternocleidomastoideu  Origem  Manúbrio esternal e extremidade esternall da clavicula  Inserção  Ap.

Origem

Manúbrio esternal e extremidade esternall da clavicula

Inserção Ap. Mastoideia

Acção Unilateral: rotação heterolateral e flexão homolateral da cabeça Bilateral: flexão da cabeça e auxiliar na respiração

Trapézio superior, médio e inferior  Origem  Superior  Linha superior da nuca, protuberância

Trapézio superior, médio e inferior

Trapézio superior, médio e inferior  Origem  Superior  Linha superior da nuca, protuberância occipital
Trapézio superior, médio e inferior  Origem  Superior  Linha superior da nuca, protuberância occipital
Trapézio superior, médio e inferior  Origem  Superior  Linha superior da nuca, protuberância occipital

Origem Superior Linha superior da nuca, protuberância

occipital externa, ligamento da nuca

Médio Ap. Espinhosas cervicais inferiores e dorsais superiores

Inferior Espinhosas dorsais médias e baixas

Inserção Superior Terço lateral da clavicula

Médio Bordo medial do acrómio, bordo superior da omoplata

Inferior Bordo inferior da espinha da omoplata

Acção Superior: elevação e rotação lateral da omoplata Médio: retracção da omoplata Inferior. Retracção e rotação lateral da omoplata

Rombóides  Origem  Maior  Ap. Espinhosas D2 – D5  Menor  Ap.

Rombóides

Rombóides  Origem  Maior  Ap. Espinhosas D2 – D5  Menor  Ap. Espinhosas

Origem

Maior Ap. Espinhosas D2 D5

Menor

Ap. Espinhosas C7 D1

Inserção

Maior

Margem medial da omoplata

Menor Margem medial da omoplata

Acção

Retracção e rotação medial da omoplata

Aproximação da omoplata ao tórax

Escoliose  Aplicar tapes na face anterior e posterior do tronco, por forma a reequilibrar
Escoliose  Aplicar tapes na face anterior e posterior do tronco, por forma a reequilibrar
Escoliose  Aplicar tapes na face anterior e posterior do tronco, por forma a reequilibrar
Escoliose  Aplicar tapes na face anterior e posterior do tronco, por forma a reequilibrar

Escoliose

Escoliose  Aplicar tapes na face anterior e posterior do tronco, por forma a reequilibrar os
Escoliose  Aplicar tapes na face anterior e posterior do tronco, por forma a reequilibrar os

Aplicar tapes na face

anterior e posterior do tronco,

por forma a reequilibrar os

grupos musculares

Contacto: Frederico Ramos Pinto, Ft-osteopata Tlm: 931156902 E-mail: frederico.ramospinto@gmail.com
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