ALESSANDRA ALVES DA SILVA RA: 410105864 6ºA VERGUEIRO

PARTIÇÃO DE COMPRIMIDO

CRISTIANO RICARDO DOS SANTOS

Artigo Científico apresentado a Universidade Nove de Julho referente ao Trabalho de Conclusão de Curso I para obtenção do título de Graduação em Farmácia.

São Paulo 2012

Alessandra Alves da Silva PARTIÇÃO DE COMPRIMIDO SÃO PAULO 2012 .

2000). tais como: diluente é um veículo para fornecer volume por exemplo: Amido. haja vista que. (FERREIRA. com a facilidade de manipular e identificar sua formo e formulação (ANSEL et al.. 2003). com proporção de atender a dose prescrita que não existe no mercado. 2011).Introdução Das formulações dos medicamentos referindo-se a via oral. 2010). (Alvarez. em relação à diminuição de custo e benefício ou diminuir os efeitos adversos. crianças e para pacientes que tem dificuldade para deglutição. 2003) Particionamento de comprimidos adverte-se pelo fato de em algumas situações. (ANVISA. o comprimido de 20mg de determinado produto pode ter o mesmo preço de um comprimido de 40mg. esta conduta é uma opção viável. O fracionamento de comprimido é uma pratica comum atualmente (NASCIMENTO. utilizam também este ato para ajuste de dose que foi prescrito. sob certas condições. A indicação para partição normalmente são para idosos. A quebra do . desintegrantes/ desagregante para promover o rompimento da massa sólida em partículas menores que se dispensam ou dissolvem rapidamente como por exemplo: Croscarmelose sódica e os lubrificantes que são utilizados como deslizante. às vezes. (Comprimido). os pacientes dividem o comprimido sulcado para reduzir o custo das medicações e. É administrado por via oral que se constitui por pó ou grânulos apresentados por compressão. (ANVISA. ou a formulação líquido pode não trazer o efeito terapêutico desejado. as formulas sólidas como comprimidos tende a ser mais utilizado em grande extensão. antiaderente para facilitar o escoamento dos pó como por exemplo: Estearato de magnésio. eles pode necessitar de doses reduzidas de fármaco nem sempre conseguem fazer uso de medicamentos líquidos. 2011). Forma farmacêutica é a formulação final de como medicamento se apresenta assim como a forma sólida. Os comprimidos são preparados a partir de ativos e excipientes. ligantes ou para causar a aderência nas partículas de pó como por exemplo: aglutinantes Metilcelulose .

observou-se que existem fatores favoráveis e desfavoráveis. porém sob orientação médica e farmacêutica (REVISTA CATUSSABA. são totalmente lisos é de fácil deglutição (REVISTA INFORMAÇÃO MAGISTRAL. 1998) esses não são revestidos. Os comprimidos que são sulcados não necessariamente tem a função de serem fracionados. através da receita prescrita uma formulação para manipulação de dose e quantidade adequada sem necessidade de partir o comprimido de modo inadequado e a partir disso não obteria o efeito farmacológico desejado. FERREIRA. 2001). 2012). 2008). . Com as informações prestadas aqui. LIEBERMAN e KANING. LOBO et al. 2002.comprimido ao meio existe fatores assim como a presença ou ausência de sulcos. mesmo sob orientação. em uma resolução de 2003 informa que é permitida a quebra de comprimidos sulcados. para estabelecer a maneira mais adequada para o particionamento de comprimido. Comprimidos que recebem revestimento são capazes de controlar a velocidade que o comprimido se dissolve até que o medicamento chegue ao sangue. utilizados para mascarar sabor. essas drágeas (comprimidos revestidos com açúcar). (COSTA. Normalmente os que não contêm sulcos são comprimidos revestidos que possa não se quebrar facilmente em duas partes iguais. Concluísse que a atitude mais adequada a ser tomada além de uma orientação médica ou farmacêutica é ser indicado. (FRIJLINK.. são eficazes em incompatibilidades de pH (LACHMAN. 1998). e LOBO. consta-se com revisões literárias os possíveis parâmetros.

D. CHEN.1002/j.1875- 9114.net/Members/xibanez/cfgm-tec-far/bibliografia-formatelectronic/FormasFarmac.R. DEVITT.Referências Bibliográficas ALVAREZ.1998. VOCABULÁRIO CONTROLADO DE FORMAS FARMACÊUTICAS .M.anvisa. Revista de Ciências Farmacêuticas Básicas e Aplicada.C.S.br> Acesso em 16 de Nov de 2012.gov.org. Jan/Fev/Mar. REVISTA CATUSSABA. FERNANDES.gov.pdf?MOD=AJPERES>.. Barcelona. ANVISA. PARTIÇÃO DE COMPRIMIDO. J. Formas farmacêuticas .. LOBO.Março 2012.. 2008.wiley. FERREIRA. 1998.xeill. UNIVERSIDADE POTIGUAR: p. Divisibilidade de comprimidos. Edição VI. 2010. P. FERRARINI. J.M.tb03838.5.A. VIAS DE ADMINISTRAÇÃO E EMBALAGENS DE MEDICAMENTO. 31. GURST.P. A. Noticias. PRATES.C. 21 de maio de 2003.Y.Masson. Acessado em 16 de Nov de 2012. Pharmacoterapy 1998. Acessado em 16 de Nov de 2012.509.x/abstract>.br/noticias/2430-particao-de-comprimidos. Vol. Disponível em: <http://www. p. A. CONSELHO REGIONAL DE FARMACIA.html >.pdf> Acessado em 15 de Nov de 2012.crfsp. LACHMAN. Acessado em 15 de Nov de 2012. Disponível em:<http://portal. COSTA. Fundação Calous Gulbenkian – Lisboa p. E. Disponível em: <http://ieslesvinyes. 2000. Revista portuguesa de farmácia.S. XLVIII Nº 1. ANVISA .com/doi/10. Revista Informação Magistral– Partição de Comprimido. LIEBERMAN E KANING – Teoria e pratica na indústria farmacêutica. .br/wps/wcm/connect/497d908047458b5f952bd53fbc4c6735/vocabulario _controlado_medicamentos_Anvisa. FERREIRA. M: Avaliação do efeito da partição de comprimidos de furosemida sobre a uniformidade da dose. Disponível em: < http://portal. Accuracy of tablet splitting.A. Brasília. Disponível em: < http://onlinelibrary.anvisa.

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