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DIAGRAMADIAGRAMA dede FASESFASES

ee TRANSFORMAÇÕESTRANSFORMAÇÕES

emem EQUILÍBRIOEQUILÍBRIO

Bibliografia:

VAN VLACK, L. H., Princípios de Ciência e Tecnologia

dos Materiais, Editora McGrall- Hill, 1998

CALLISTER, W.D., Engenharia e Ciência dos

Materiais. Uma Introdução, McGrall- Hill, 1998

SMITHS, W., Hashemi, J., Fundamentos de Ciência e

Engenharia de Materiais, McGrall- Hill, 1998

REED-HILL, Physical Metallurgy, McGrall- Hill, 1998

de Ciência e Engenharia de Materiais, McGrall- Hill, 1998 REED-HILL, Physical Metallurgy, McGrall- Hill, 1998
de Ciência e Engenharia de Materiais, McGrall- Hill, 1998 REED-HILL, Physical Metallurgy, McGrall- Hill, 1998

ratuaerpmTe

ratuaerpmTe DIAGRAMA DIAGRAMA DE DE FASES FASES www.em.pucrs.br/nuclemat E E TRANSFORMAÇÕES TRANSFORMAÇÕES Prof.

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DiagramaDiagrama dede EquilEquilííbrio:brio: MetalMetal PuroPuro

Para um metal puro a curva de resfriamento, partindo de uma temperatura de vazamento T V igual a temperatura do material no estado líquido, será dada por:

Acima de T F o material se encontrará na condição de líquido Abaixo de T F na condição de sólido. O ponto T F corresponde então ao ponto de transformação.

Tv

Tf

CurvaCurva dede ResfriamentoResfriamento

Resfriamento do líquido Transformação de fase (Liberação de calor latente) Resfriamento do sólido Tf é
Resfriamento do líquido
Transformação de fase
(Liberação de calor latente)
Resfriamento
do sólido
Tf é chamada de
Temperatura de fusão

Tempo

DiagramaDiagrama dede fasesfases

TT FF

de Temperatura de fusão Tempo Diagrama Diagrama de de fases fases T T F F Líquido

Líquido

(1 fase)

Sólido

(1 fase)

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DiagramaDiagrama dede EquilEquilííbrio:brio: LigasLigas BinBinááriasrias

Admitindo um metal puro (componente A) no qual será inserido uma pequena

quantidade de um elemento de liga (componente B), a curva de resfriamento partindo

de uma temperatura T V , será dada por:

Acima de T L na condição de líquido Entre T L e T S coexistem sólido e líquido Abaixo de T S somente sólido.

CurvaCurva dede ResfriamentoResfriamento

Resfriamento do líquido Tv Transformação de fase (sólido + líquido) Tl Resfriamento do sólido Ts
Resfriamento do líquido
Tv
Transformação de fase
(sólido + líquido)
Tl
Resfriamento
do sólido
Ts
Liga binária:
Metal base (solvente) - A
Metal de liga (soluto) - B
arutrapeemT

Tempo

DiagramaDiagrama dede fasesfases

Líquido (1 fase) TT LL Sólido + Líquido TT SS Sólido (1 ou + fases)
Líquido
(1 fase)
TT LL
Sólido +
Líquido
TT SS
Sólido
(1 ou + fases)
TT LL --
TemperaturaTemperatura liquidusliquidus
TT SS -- TemperaturaTemperatura
solidussolidus
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Termopar
Molde
ANÁLISE ANÁLISE TÉRMICA TÉRMICA NA NA
e e construção construção dos dos D. D. F. F.
Metal
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DiagramaDiagrama dede EquilEquilííbrio:brio: ConstruConstruççãoão

Para diferentes teores de soluto B no solvente A, diferentes curvas térmicas serão obtidas e plotadas, sendo as temperaturas de transformação determinadas:

Limite das

Temperaturas liquidus A+10%B A+70%B 100% A Limite das Temperaturas solidus A+50%B A+90%B 100% B A+30%B
Temperaturas liquidus
A+10%B
A+70%B
100% A
Limite das
Temperaturas solidus
A+50%B
A+90%B 100% B
A+30%B
aurtarpeemT

Tempo

CurvasCurvas térmicastérmicas ee levantamentolevantamento dasdas temperaturastemperaturas dede transformaçãotransformação dede fasefase

TemperaturasTemperaturas dede transformaçãotransformação versusversus teorteor dede solutosoluto

Limite das Temperaturas liquidus Tf B Liquido Líquido + Sólido Limite das Temperaturas solidus Tf
Limite das
Temperaturas liquidus
Tf B
Liquido
Líquido
+
Sólido
Limite das
Temperaturas solidus
Tf A
Sólido
100%A
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100% B
%B
aurtrapeemT
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DIAGRAMASDIAGRAMAS ISOMORFOS:ISOMORFOS:

Solubilidade total entre os elementos no líquido e no sólido Sistemas cujos elementos apresentam a mesma estrutura cristalina

Somente as Soluções Sólidas Substitucionais podem apresentar completa solubilidade

a mesma estrutura cristalina Somente as Soluções Sólidas Substitucionais podem apresentar completa solubilidade
a mesma estrutura cristalina Somente as Soluções Sólidas Substitucionais podem apresentar completa solubilidade
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A B C D E 35% Ni
A
B
C
D
E
35% Ni

ANALISANDO O RESFRIAMENTO:

Ponto A : 100 % Líquido

C.Q. liq.: Cu - 35% Ni

Ponto B :

Início da Solidificação

C.Q. sol.: Cu – 46% Ni

C.Q. liq.: Cu – 35% Ni

Ocorre Rejeição do Soluto pelo Solvente:

Coeficiente de Redistribuição de Soluto

Ponto C :

k o = C L / C S

Aumento do Sólido

C.Q. sol.: Cu – 43% Ni

C.Q. liq.: Cu – 32% Ni

Ponto D :

Final da Solidificação

C.Q. sol.: Cu – 35% Ni

C.Q. liq.: Cu – 24% Ni

Ponto E :

100 % Sólido

C.Q. sol.: Cu – 35% Ni

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C S C L
C S
C L

COMPOSIÇÃO E QUANTIDADE DAS FASES:

T > T1 :

100 % Líquido (1 fase)

C.Q. liq.: X 0 (nominal)

T1 : Início da Solidificação (1 o sólido)

C.Q. sol.: X 1 s

C.Q. liq.: X 0

T2 : C.Q. liq e sol: Linha de Amarração

Quantidade das fases : Regra da Alavanca

% Sólido

=

% Líquido

 

X

L

X

 

C

 

C

 
 

 

2

o

L

o

 

X

L

X

S

=

C

 

C

 
 

   

2

2

L

S

 

X

 

X

L

C

 

C

 
 

 

=

o

2

=

0

L

 

X

L

X

S

C

 

C

 
 

 

2

2

L

S

T3 : 100 % Sólido

C.Q. sol.: X o

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SistemaSistema AgAg -- AuAu
1064
o C
SistemaSistema CuCu -- NiNi
1455 o C
1083
o C
961 o C
Ag
Au
Ni
Cu
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LimiteLimite dede Solubilidade:Solubilidade:

Nem todos os elementos apresentam solubilidade total entre si no sólido.

Sabe-se que para uma dada temperatura, deverá existir um limite da quantidade do componente B que o componente A é capaz de absorver em solução sólida.

Após esse limite, os átomos do soluto não poderão mais existir dissolvidos nos

átomos do solvente, ocorrendo a segregação e precipitação de uma nova fase.

Esse limite da quantidade do componente B que o componente A pode receber é chamado de Limite de Solubilidade.

ExemploExemplo dada solubilidadesolubilidade dodo aaçúçúcarcar nana áágua.gua. ObserveObserve queque apapóóss oo LimiteLimite dede SolubilidadeSolubilidade oo sistemasistema serseráá formadoformado porpor duasduas fases.fases.

de de Solubilidade Solubilidade o o sistema sistema ser ser á á formado formado por por
de de Solubilidade Solubilidade o o sistema sistema ser ser á á formado formado por por
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Microestrutura:Microestrutura:

As propriedades físicas e mecânicas do material dependem da microestrutura

A microestrutura de um material é caracterizada pelas fases presentes, quantidades, morfologia e o modo pela qual estão distribuídas ou organizadas

A microestrutura depende de importantes variáveis, como: componentes presentes, concentrações no sistema e tratamentos mecânicos e térmicos pós solidificação

Definição de um termo muito utilizado referente a microestrutura de uma liga.

Qual seja: ConstituiConstituiççãoão

ConstituiConstituiçção:ão:

A ESCALAESCALA de tamanho da fase

Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado)
Fase A (Matriz)
Fase B (Precipitado)

Constituição é descrita por três parâmetros:

Fases presentes na microestrutura

Composição de cada fase presente

Quantidade de cada fase presente

A MORFOLOGIAMORFOLOGIA da fase

Fase A (Matriz)

Fase B (Precipitado)

MORFOLOGIA da fase Fase A (Matriz) Fase B (Precipitado) DIAGRAMA DIAGRAMA DE DE FASES FASES
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DIAGRAMASDIAGRAMAS EUTÉTICOS:EUTÉTICOS:

Transformação Eutética:

Eutético vem do grego e

1 Líquido (2 sólidos)

significa “de fusão mais fácil

:

L α

+

β

α = Solução Sólida de B em A

β = Solução Sólida de A em B

Apresenta ponto de fusão menor

que os 2 constituintes da liga eutética

As fases apresentam

porcentagem segundo

Diagrama de Fases

Sólido final é uma mistura

íntima das 2 fases

(chamado microconstituinte)

porcentagem segundo Diagrama de Fases ● Sólido final é uma mistura íntima das 2 fases (chamado
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DiagramaDiagrama dede EquilEquilííbrio:brio: EutEutééticotico

Um diagrama de equilíbrio (ou diagrama de fases) completo, deve apresentar

como informações as temperaturas de transformação de fase, os campos de fases

e as solubilidades envolvidas:

Liquido (1 fase) Tf B Linha Tf A Solidus Linhas Liquidus β + L α
Liquido (1 fase)
Tf B
Linha
Tf A
Solidus
Linhas Liquidus
β + L
α + L
α
β
Ca
Ce
Cb
Sólido (2 fases)
Linha Solvus
α + β
100% A
10%
20%
30%
40%
50%
60%
70%
80%
90%
100% B
%B
rautraepmTe
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DiagramaDiagrama dede equilequilííbrio:brio: NomenclaturaNomenclatura

NoNo diagramadiagrama apresentado,apresentado, seguemseguem asas seguintesseguintes definições:definições:

A == TemperaturaTemperatura dede fusãofusão dodo componentecomponente A;A;

TfTf B == TemperaturaTemperatura dede fusãofusão dodo componentecomponente B;B;

TfTf

αα == SoluçãoSolução sólidasólida dodo componentecomponente BB dissolvidodissolvido nana estruturaestrutura (matriz)(matriz) dodo componentecomponente A;A;

ββ

== SoluçãoSolução sólidasólida dodo componentecomponente AA dissolvidodissolvido nana estruturaestrutura (matriz)(matriz) dodo componentecomponente B;B;

CaCa == MáximaMáxima solubilidadesolubilidade dodo componentecomponente BB nana estruturaestrutura dodo componcomponenteente AA fasefase αα;;

CbCb == MáximaMáxima solubilidadesolubilidade dodo componentecomponente AA nana estruturaestrutura dodo compocomponentenente BB fasefase ββ;;

LinhaLinha LiquidusLiquidus == LinhaLinha queque separasepara oo campocampo dodo líquidolíquido (L)(L) dodo camcampopo dede sólidosólido ee líquidolíquido ((S+LS+L););

LinhaLinha SolidusSolidus == LinhaLinha queque separasepara oo campocampo sólidosólido ee líquidolíquido ((S+LS+L)) parapara oo campocampo dede sólidosólido (S);(S);

LinhaLinha SolvusSolvus == LinhaLinha queque definedefine aa máximamáxima solubilidadesolubilidade dede BB emem AA ouou AA emem B;B;

CeCe == ComposiçãoComposição eutéticaeutética (Eutético(Eutético dodo gregogrego == ligaliga dede fusãofusão mamaisis fácil).fácil). NessaNessa composiçãocomposição oo líquidolíquido (1(1

fase)fase) sese transformatransforma emem umum sólidosólido compostocomposto dede duasduas fasesfases umum metalmetal puropuro

ExatamenteExatamente nono pontoponto Ce,Ce, sese encontrarãoencontrarão emem equilíbrioequilíbrio asas fasesfases

αα ++ ββ

comcom umum comportamentocomportamento semelhantesemelhante aa

α , β

ee Líquido;Líquido;

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Microestruturas:Microestruturas:

Podem ser classificadas em:

Regulares:Regulares:

lamelares (placas paralelas e alternadas das duas fases)

fibrosas

globulares (glóbulos de uma das fases envolvidos pela matriz) aciculares (agulhas de uma das fases envolvidas pela matriz)

(barras finas ou lâminas de uma das fases envolvidas por uma matriz )

Aplicação na produção de materiais com anisotropia de propriedades mecânicas, ópticas, eletrônicas ou magnéticas

( Ex: Al - Al 3 Ni , NiSb – InSb )

ópticas, eletrônicas ou magnéticas ( Ex: Al - Al 3 Ni , NiSb – InSb )

FORMAÇÃO FORMAÇÃO

LAMELAR LAMELAR

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E M A T E R I A I S M E T Á L I

RegularesRegulares complexas:complexas:

Duas regiões de aspectos distintos:

- uma com um padrão repetitivo

- outra com orientação ao acaso

Irregulares:Irregulares:

Consiste basicamente de orientações

ao acaso

repetitivo - outra com orientação ao acaso Irregulares: Irregulares: Consiste basicamente de orientações ao acaso
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DIAGRAMASDIAGRAMAS COMPLEXOS:COMPLEXOS: FeFe--CC

S DIAGRAMAS DIAGRAMAS COMPLEXOS: COMPLEXOS: Fe Fe - - C C Exemplo Exemplo do do diagrama

ExemploExemplo dodo diagramadiagrama dede equilíbrioequilíbrio FeFe -- CC

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AlAl Cu:Cu:

- A mais antiga das ligas de Al

- Na faixa de 2 a 8 % Cu

- Adiciona-se Si e Fe (pouco)

- Moldagem fácil e boa usinabilidade

- Fundidas: areia, coquilhas, refrigerados ou pressão

- Boa resistência mecânica

- Boa ao desgaste

- Al – (1 - 4,5)% Cu modificadas por T.T. e envelhecimento

DiagramaDiagrama dede FasesFases emem EquilíbrioEquilíbrio AlAl -- CuCu

por T.T. e envelhecimento Diagrama Diagrama de de Fases Fases em em Equilíbrio Equilíbrio Al Al
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E M A T E R I A I S M E T Á L I

DiagramaDiagrama dede FasesFases emem EquilíbrioEquilíbrio AlAl -- SiSi

S M E T Á L I C O S Diagrama Diagrama de de Fases Fases
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E M A T E R I A I S M E T Á L I

AlAl Mg:Mg:

- Geralmente com até 10 % Mg

- Excelente prop. mecânicas e a corrosão

- 10% Mg

apresenta a menor densidade

de todas as ligas Al-Mg e maiores prop.

- Mg é facilmente oxidável

- Estreita intervalo de solidificação

- Não aplicáveis a peças complexas

- Dificilmente soldáveis

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LATÕESLATÕES ((CuCu--ZnZn):):
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DiagramaDiagrama dede FasesFases ouou dede EquilíbrioEquilíbrio -- BRONZESBRONZES (Cu(Cu ZnZn))

Diagrama de de Fases Fases ou ou de de Equilíbrio Equilíbrio - - BRONZES BRONZES (Cu
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LigasLigas Peritéticas:Peritéticas:

Transformação Peritética:

Líquido + α β

(sólido)

Apresentam essa transformação os sistemas:

Fe-C

Cu-Sn

Fe-Ni

Cu-Zn

Mistura total no líquido e mistura parcial no sólido

No patamar peritético ocorrem 3 fases: Líquido + α + β

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δ = CCC

;

γ = CFC

Líquido

δ→γ Contração

T [ o C] 1538 L + δ 0,08 0,16 0,53 1495 Ferrita - δ
T
[ o C]
1538
L + δ
0,08
0,16
0,53
1495
Ferrita - δ
δ + γ
L + γ
Austenita - γ
1399

Ceq

B A B 0 0,08 0,16 0,53 δ δ+γ γ B A B
B
A
B
0
0,08
0,16
0,53
δ
δ+γ
γ
B
A
B
Ceq B A B 0 0,08 0,16 0,53 δ δ+γ γ B A B PF Peritético

PF

Peritético

- 0 0,85 1,05 γ γ+δ δ + δ + δ L+δ→γ - γ 0
-
0
0,85
1,05
γ γ+δ
δ
+ δ
+ δ
L+δ→γ
-
γ
0
δ
+ δ
1,0
+ δ
+ δ
Hiper
Peritéticos
Hipo

% C [peso]

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E E TRANSFORMAÇÕES TRANSFORMAÇÕES Prof. Prof. Carlos Carlos A. A. dos dos Santos Santos N

Prof.Prof. CarlosCarlos A.A. dosdos SantosSantos NÚCLEO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS METÁLICOS

LigasLigas Monotéticas:Monotéticas:

Transformação Monotética:

Líquido α + Líquido

Apresentam essa transformação os sistemas:

Bi-Zn

Cu-Pb

Mistura parcial no líquido e mistura parcial no sólido

No patamar monotético ocorrem

3 fases: Líquido1 + α + Líquido2

no líquido e mistura parcial no sólido ● No patamar monotético ocorrem 3 fases: Líquido1 +
no líquido e mistura parcial no sólido ● No patamar monotético ocorrem 3 fases: Líquido1 +
DIAGRAMA DIAGRAMA DE DE FASES FASES www.em.pucrs.br/nuclemat E E TRANSFORMAÇÕES TRANSFORMAÇÕES Prof. Prof. Carlos

DIAGRAMADIAGRAMA DEDE FASESFASES

www.em.pucrs.br/nuclemat

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Prof.Prof. CarlosCarlos A.A. dosdos SantosSantos NÚCLEO DE ENGENHARIA DE MATERIAIS METÁLICOS

DIAGRAMASDIAGRAMAS TERNÁRIOSTERNÁRIOS

Sistema (MnO.Al 2 O 3 .SiO 2 ) com as seguintes fases:

A
A

AlAl 22 OO 33

– córindon

 

SiOSiO 22

cristobalita, tridimita e quatzo

MnOMnO

– manganosita

MnO.AlMnO.Al 22 OO 33

galaxita

3Al3Al 22 OO 33 .2SiO.2SiO 22

mulita

MnO.SiOMnO.SiO 22

rodonita

2MnO.SiO2MnO.SiO 22

tefroita

3MnO.Al3MnO.Al 22 OO 33 .3SiO.3SiO 22

espessartita

MnO.AlMnO.Al 22 OO 33 .2SiO.2SiO 22

– anortita de

manganês.

Ponto “A”: 13% MnO, 23% Al2O3 e 64% SiO2

Fase mulita, rica em sílica e vítrea pode

apresentar alta viscosidade.