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POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO GABINETE DO COMANDO GERAL SEÇÃO JURÍDICA Bol

POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO GABINETE DO COMANDO GERAL SEÇÃO JURÍDICA

Bol PM 092 - 22 de maio de 1986

Ver Portarias: 110 e 211

SECRETARIA DE ESTADO DA POLÍCIA MILITAR ATO DO COMANDANTE GERAL TRANSCRIÇÃO

Portaria n°. 0104/PMERJ, de 14/05/1986.

Aprova as Instruções e Normas para Concessão de licenças aos policiais Militares do Estado do Rio de janeiro.

O COMANDANTE GERAL DA POLICIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, no

uso de suas atribuições e tendo em vista o que dispõe o § 3° do Art. 64, § 1° do Art.65, item 5 do §

1° e o § 3° do Art.68, estatuto dos Policiais Militares (lei n°. 443, de 01 julho 81).

Ver Bol PM n° 205, de 30 Out 2001 que publicou a Lei nº 3693, de 26 de outubro de 2001 - Concede licença maternidade e paternidade aos servidores públicos estaduais que adotarem (adoção, adotado) filhos. Ver também o Bol PM n° 010, de 14 Jan 2011 que publicou a Lei 5870, que alterou a Lei n° 3693, que estendeu para 180 dias, para mulher, e 5 dias, homem, o prazo da licença adoção.

Resolve:

Art. 1° - Ficam aprovadas as “Instruções e Normas para Concessão de Licenças aos Policiais Militares”, que com esta baixa e que serão objeto de publicação em aditamento ao boletim da Policia Militar.

Art. 2º - Esta portaria entrar em vigor numa data de sua publicação, ficando revogadas as Portarias nº. 0048-PMERJ, de 05.03.82, 0077/PMERJ, de 17.05.84 e 0081/PMERJ de 08.09.84, e as demais disposições em contrario.

Rio de janeiro, 14 de maio de 1986.

INSTRUÇÕES E NORMAS PARA CONCESSÃO DE LICENÇAS AOS POLICIAIS-MILITARES DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

CAPÍTULO I

DISPOSIÇÕES GERAIS

Art. 1° - As presentes instruções regulam para os Policiais Militares da ativa as licenças previstas nos Arts 64 e 68 do Estatuto dos Policiais Militares (Lei n° 443, de 01 Jul 81).

Art. 2° - O gozo da licença especial (LE) ou da licença para tratar de interesse particular (LTIP) será precedido de ato de concessão e da fixação da data do inicio da licença.

Art. 3° - A concessão e suspensão da LE e da LTIP, bem como a revogação desta, são atribuições

do Diretor Geral de Pessoal.

Parágrafo único - A fixação da data de início e controle do período de gozo de LE e da LTIP são atribuições do Comandante, Diretor ou Chefe da Organização Policial- Militar (OPM) a que pertencer o interessado, obedecidas às prescrições destas Instruções.

Art. 4° - Não poderá iniciar o gozo de LE ou LTIP o Policial Militar que estiver em uma das seguintes situações:

I Em função de Comando, Direção ou Chefia;

II

– “Sub-júdice” ou indiciado em inquérito;

III Relacionado para matrícula, aguardando matrícula ou matriculado em curso ou estágio;

IV Agregado; e,

V

Não tenha completado um ano do término de LE ou LTIP que tenha Gozado.

*VI esteja servindo na OPM em que pertence há menos de 02 (dois) anos ininterruptos. *acrescentado pela publicação do Bol PM 22 de 03 de fev 1988.

*I Em função de Comando, Direção ou Chefia;

*II – “Sub-júdice” ou indiciado em inquérito;

*III Relacionado para matrícula, aguardando matrícula ou matriculado em curso ou estágio;

*IV Não tenha completado um ano do término de LE ou LTIP que tenha Gozado; e,

*V Agregado.

*Modificado pela Portaria 159 de 14 de Janeiro de 1994, publicada no Bol PM n° 14, de 21 de Jan

1994.

Parágrafo único Não poderá entrar em gozo de LE ou LTIP o policial-militar que, na data prevista para seu início, estiver incidindo em qualquer das restrições deste artigo. *§ 1° Não poderá entrar em gozo de LE ou LTIP o policial-militar que, na data prevista para seu início, estiver incidindo nas restrições deste artigo, exceto quanto ao inciso I para LE.

*§ 2° - Ocupando a função de Comando, Direção ou Chefia, o policial-militar poderá gozar LE desde que seja no período de 30 (trinta) dias.

*Acrescentado pela PORTARIA/PMERJ Nº 0478 DE 14 DE AGOSTO DE 2012, Bol da PM n.º -

152

15 Ago 12

Ver Bol da PM n.º 144 - 03 Ago 12:

29. FÉRIAS DE COMANDANTES, CHEFES, DIRETORES E COORDENADORES DETERMINAÇÃO PUBLICAÇÃO

Considerando as Normas Gerais de Ação, contidas no Regulamento Interno e dos Serviços Gerais (RISG); Considerando que o Subcomandante é o auxiliar e substituto imediato do Comandante e suas incumbências estão estabelecidas nos Artigos 77 e 78 do RISG; Esta Chefia DETERMINA que fica proibido quando da ausência do Comandante, Chefe, Diretor ou Coordenador, por motivo de férias ou outro tipo de afastamento, que o seu Subcomandante, Subchefe, Subdiretor ou Subcoordenador, se afaste das suas funções de Comandante, Chefe, Diretor ou Coordenador Eventual, exceto, quando se der por motivo de saúde. (Nota nº 0692 de 03 Ago 2012 - EMG)

Art. 5º - A interrupção de LE ou LTIP para cumprimento de punição disciplinar é atribuição do

comandante, diretor ou chefe de OPM, comunicando ao diretor geral de pessoal as datas de início e

de término da punição e de reinicio da licença.

Art. 6º - A concessão da licença para tratamento de saúde própria (LTSP)

E licença para tratamento de saúde de pessoa da família (LTSPF) é atribuição do comandante,

diretor ou chefe de OPM a que pertence o policial-militar.

Art. 7º - Não haverá interrupção de LTSP ou LTSPF para cumprimento de punição disciplinar.

Art. 8º - O policial-militar que entrar em LTSP por prazo igual ou inferior a 12 (doze) meses, ou LTSPF, por prazo igual ou inferior a 06 (seis) meses, será considerado “em destino”.

Art. 9º - O policial-militar que entra em gozo de LE, ou LTSP será exonerado do cargo ou dispensado das funções que exerce e ficará “em destino”, a disposição da diretoria geral de pessoal até o termino da mesma.

CAPÍTULO II

LICENÇA ESPECIAL (LE)

Art. 10 - O número de policiais-militares em gozo de LE, em cada OPM, não poderá ultrapassar a 5% do efetivo pronto, computados separadamente em grupos de:

I Oficiais

Subtenentes e sargentos;

Cabos e soldados.

§ 1º - Para fins deste artigo as frações iguais ou superiores a cinco décimos, serão aumentadas para

a unidade e as inferiores aquele limite, desprezadas.

§ 2º - Quando o total de componentes de um desses grupos for menor do que dez e maior que um, somente um dos componentes poderá entrar em gozo de LE, de cada vez.

Art. 11 Não será concedido o gozo da LE referente a mais de um decênio, de cada vez. Parágrafo único o policial militar não perderá direito a LE já concedida, nem precisará requerer sua concessão novamente.

Art. 12 A licença especial poderá ser gozada em parcelas de dois ou três meses e neste caso obedecido o intervalo mínimo de dois meses entre o término de um e o início de outra parcela, a critério do Diretor Geral de Pessoal.

*Parágrafo único Os policiais-militares que ocupam função de Comando, Direção ou Chefia podem gozar LE em parcelas de 30 (trinta) dias.

*Acrescentado pela PORTARIA/PMERJ Nº 0478 DE 14 DE AGOSTO DE 2012, Bol da PM n.º -

152

15 Ago 12

Art. 13 O gozo da LE, integral ou parcelada, ficará subordinado ao plano de férias da OPM, de modo que, entre a licença e as férias, haja um intervalo mínimo de dois meses, no qual o policial militar esteja pronto na OPM.

Art. 14 - A LE será suspensa nos seguintes casos:

I - Por desistência;

II Por LTIP;

III Por LTSP;

IV Por LTSPF;

V Por matrícula em curso ou estágio;

VI Por incorrer o policial-militar em qualquer das hipóteses dos incisos I a IV do art. 4º desta portaria.

§ 1º - A suspensão do gozo da LE será declarada por ato do Diretor Geral de Pessoal, devendo a OPM a que pertence o policial-militar comunicar o fato gerador, à DGP.

§ 2º - A licença, na hipótese deste artigo, só poderá ser reiniciada um ano após a data da interrupção, observando o disposto no parágrafo único do art. 3º, desta portaria.

CAPÍTULO III

DA LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR (LTIP)

Art. 15 A LTIP poderá ser concedida pelo prazo solicitado pelo policial-militar, no máximo por dois anos e mínimo de três meses, para atender seu interesse.

Parágrafo Único O policial-militar poderá gozar mais de uma LTIP, desde que a soma da duração das LTIP gozadas não ultrapasse dois anos.

*§ 1° - O policial militar poderá gozar mais de uma LTIP, desde que a soma da duração das LTIP gozadas não ultrapasse dois anos. *§ 2° - O Policial Militar em gozo de LTIP perderá o direito ao FUSPOM, devendo os cartões do Fundo de Saúde do dependentes, serem recolhidos pelos Comandantes, Chefes e Diretores as OMP e remetidos à DGS *Alterado pela Portaria n° 188 de 20 de outubro de 1998, publicado no Bol PM n° 196 de 26 de Out de 1998.

Art. 16 - Além da hipótese do art. 4º, não será concedida a LTIP ao policial-militar que:

II - Não tenha completado, ainda, cinco anos de conclusão de curso ou estágio por conta do estado,

com duração superior a dezoito meses.

Parágrafo único A LTIP será suspensa ou revogada nas mesmas hipóteses de suspensão da LE.

Art. 17 A fixação da data de início da LTIP será condicionada a necessidade do serviço, não podendo, no entanto, ser retardada por mais de três meses, contados a partir da data de concessão.

Art. 18 O prazo da LTIP, de que trata o item 2 (dois) do parágrafo único do art. 50 da lei nº 443, de 01 jul 81, será contado a partir da data de registro como candidato até sua diplomação ou apresentação, pronto para o serviço, na Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro.

CAPÍTULO IV

DA LICENÇA PARA TRATAMENTO DE SAÚDE PRÓPRIA (LTSP)

Art. 19 – A LTSP será concedida “ex-officio” ao policial- militar que tenha sido julgado incapaz, temporariamente, por junta de Inspeção de saúde (JIS), pelo prazo por ela arbitrado.

Art. 20 O início da LTSP será contado da data do afastamento do serviço.

Art. 21 Ao findar o prazo da licença, na desistência ou prorrogação, o policial-militar será submetido à nova Inspeção de saúde, cabendo à autoridade competente providenciá-la, no máximo 48 (quarenta e oito) horas antes de sua expiração, junto à JIS.

Art. 22 - A autoridade concedente fará cessar a LTSP imediatamente após o policial-militar ter sido julgado apto.

CAPÍTULO V

Licença para tratamento de saúde de pessoa de família (LTSPF)

Art. 23 - A LTSPF será concedida mediante requerimento do interessado. *Art. 23 - A LTSPF será concedida, mediante requerimento do interessado, independente de seu tempo de serviço.

Parágrafo Único: Excepciona-se do disposto no caput deste artigo os alunos dos cursos de admissão aos Quadros da Corporação. *Alterado pela Portaria n° 187 de 26 de maio de 1998, publicada no Bol PM 098 de 02 junho de

1998.

Art. 24 - A LTSPF será concedida com fundamento no parecer da junta de inspeção de saúde (JIS) e na sindicância mandada proceder pelo comandante, diretor ou chefe de opm a que pertencer o interessado, para verificar se é imprescindível a permanência do policial militar junto à pessoa da família.

Art. 25 - A concessão da LTSPF obedecerá aos prazos arbitrados pela JIS, constantes da ata de inspeção de saúde.

Art. 26 - O policial militar poderá, antes do término previsto, desistir da LTSPF ou solicitar a sua prorrogação. Art. 27 - Caberá a autoridade concedente revogar a LTSPF quando cessar a causa que a motivou, por solicitação do interessado ou se constatado desvirtuamento de sua finalidade.

Art. 28 - O início da LTSPF fica condicionado a data da concessão da autoridade competente.

Art. 29 - Somente farão jus à LTSPF os policiais militares que tiverem estabilidade ou permanência no serviço da Polícia Militar assegurada por Lei ou Regulamento.

*Revogado pela Portaria n° 187 de 26 de maio de 1998, publicada no Bol PM 098 de 02 junho de

1998.

Art. 30 - Para fins de LTSP. Consideram-se pessoas da família os dependentes do Policial-Militar constantes dos artigos 101 e 102 da Lei de Remuneração dos Policiais-Militares (Lei nº 279, de 26 Nov 79) e dos (§§ 29 e 39 do Art. 48 da Lei n° 443, de 01 Jul 81).

*§ 1º - Nos casos excepcionais, não enquadrados nas hipóteses previstas no caput deste artigo, a concessão da LTSPF, será decidida pelo Comandante Geral, com fundamento do parecer da averiguação sumária mandada proceder pelo Comandante, Diretor ou Chefe da OMP a que pertence o interessado, para verificar se é imprescritível a permanência do Policial-Militar junto à pessoa da família. *§ 2° - A concessão será publicada no Boletim da PMERJ, devendo o interessado dirigir-se, logo após, a JIS para que sejam arbitrados os prazos referentes à LTSPF, caso em que a Junta atuará, de forma análoga, aos casos alcançados pelo caput . *Alterado pela Portaria n° 198 de 30 de junho de 2000, publicado no Bol PM n° 23 de 20 de jul de

2000.

CAPÍTULO VI

NORMAS PARA CONCESSÃO DE LICENÇAS

SEÇÃO I

CONCESSÃO

Art. 31 Os requerimentos dos Policiais-Militares solicitando LE e LTIP deverão ser dirigidos ao Diretor Geral de Pessoal e encaminhados, após a informação da OPM, diretamente à Diretoria Geral de Pessoal (DGP).

Art. 32 As informações a serem prestadas pela OPM do interessado, deverão obedecer aos modelos constantes dos Anexos I ou II, conforme a modalidade da licença pleiteada.

Art. 33 O Policial-Militar em atividade, com 05 (cinco) ou mais anos de efetivo serviço, que se candidatar a cargo eletivo, será considerado em LTIP a partir da data do seu registro, devendo neste caso, ser iniciado na OPM, “ex-officio”, o processo de Licença do Policial-Militar o qual será remetido em seguida à DGP.

SEÇÃO II

SUSPENSÃO E CONTROLE

Art. 34 - Deverá ser solicitada à DGP a suspensão do restante da Leia suspensão ou a revogação do restante da LTIP, nos casos previstos nesta Portaria.

Art. 35 - Quando houver interrupção da LE ou LTIP, em virtude de o policial militar ter sido indiciado em inquérito policial militar, submetido a cumprimento de sentença por punição disciplinar que importe em restrição de sua liberdade, ou por haver baixado a uma unidade médica de saúde (UMS). O comandante, diretor ou chefe da OPM, ao qual o policial militar estiver subordinado, deverá publicar em boletim interno o início ou termino da interrupção e informar a DGP e , quando cessarem os fatos geradores, o policial militar continuará, a seguir, o gozo do restante da licença, devendo ser participado à DGP o reinicio da mesma.

Art. 36 - O policial militar, não eleito, deverá apresentar-se a OPM tão logo seja liberado pela Justiça Eleitoral, devendo tal fato ser participado à DGP, a fim de ser formalizado a suspensão de sua LTIP e providenciada sua reversão ao serviço ativo da policia militar.

SEÇÃO III

POLICIAL MILITAR EM GOZO DE LICENÇA

Art. 37 - O policial militar que entrar em gozo de LE ou LTIP ficará adido à sua OPM.

I - As datas de início, término, interrupções e desistências das licenças concedidas:

II - O término dos prazos previstos nos incisos II, III e IV do Art. 80 do Estatuto dos Polícias- Militares (Lei n° 443 de 01 de julho de 1981), no que se refere à licença, para que o policial-militar seja agregado.

Anexo I

Licença especial

Local e data

Do Comandante, Diretor ou Chefe

Informação n°.

Ao Senhor Diretor Geral de Pessoal

Assunto: Licença Especial

1. Requerimento datado de

(quadro)

2. Informação:

(RG)

(data)

(nome)

,

em que o (posto ou graduação)

pleiteia

concessão de licença especial.

a) Amparo do requerente:

Estatuto dos PolíciasMilitares (Lei n°. 443 de 01 julho de 1981) e Portaria do Comandante geral de

Policia Militar,

/1986.

b) Estado Fundamentado.

A Dados informativos gerais:

1 Data de praça

;

2 serve nesta OPM desde

;

3 Desempenha as funções de

;

4 – Não está (está) “sub-judice”, indiciado em inquérito ou cumprido pena de qualquer natureza;

5 Não está (está) movimentado para;

6 Não aguarda (aguarda) movimentação (por motivo de promoção), (tempo de guarnição), (conclusão do curso), (relacionamento para matrícula em curso), (conveniência da disciplina) ;

7 Não está (está) relacionado para matrícula, aguardando matrícula ou matriculado em curso ou

estágio

(Obs.

3)

8

Não gozou (gozou), anteriormente, licença especial

(Obs.

4)

9

- Modalidade que pretende gozar a licença especial

(Obs.

5)

B

Dados relativos ao decênio de efetivo serviço, que serve de base ao pedido de licença pleiteada

considerando de

a

1 Não esteve (esteve) agregado de

7);

(Obs. 6):

a

;

(Obs.

2

Não estava (esteve) afastado das funções policias-militares

(Obs.

8).

C

Parecer:

OBSERVAÇÕES

ANEXO:

(Obs. 9).

Se o policial militar possui mais de uma data de praça, mencioná-las e computar todos os períodos de efetivo prestado antes da ultima praça, em proveito do decênio base de efetivo serviço, quando se trata de concessão de sua primeira Licença Especial.

Caso positivo, especificar o motivo pelo qual aguarda a movimentação.

Caso positivo, especificar o curso, sua duração, data de início e local em que será realizada.

Caso positivo, informar o (s) período (s) de gozo da (s) licença (s) e o (s) decênio (s) que servirá (ão) de base para a (s) concessão (ões), na forma de legislação vigente à época.

Indicar-se o policial militar deseja gozá-la parcela única, em parcelas bimestrais ou período restante de licença parcialmente gozada.

Fazer o somatório de todos os tempos de efetivo serviço, contínuo ou não, prestado pelo requerente e formar o decênio base a ser considerado na concessão da licença. Se o policial militar gozou licença especial anteriormente, iniciar o computo do tempo de efetivo serviço, a partir do último decênio considerado, na forma da legislação vigente à época, para a concessão da licença anterior.

7. Caso positivo, especificar o motivo e só computar o afastamento como tempo de efetivo serviço se a agregação tiver sido pelos motivos previstos nos incisos I e III do art. 79 do estatuto dos policias militares (lei nº. 443, de 01 Jul 81)

8.

Caso positivo, não considerar o afastamento no cômputo do decênio, se o mesmo não tiver sido

considerado como em efetivo serviço, conforme a legislação vigente a época do afastamento.

9. Informar outros motivos que julgar convenientes para a concessão ou não da licença, se houver.

ANEXO II

LICENÇA PARA TRATAR DE INTERESSE PARTICULAR

Local e data

Do comandante Diretor ou Chefe

Informação nº.

Ao Senhor Diretor Geral de Pessoal

Assunto: Licença para tratar de assunto particular

1. Requerimento datado em (data) em que o (Posto/Graduação/Rg/Nome) pleiteia concessão da

LTIP

2. Informações:

Amparo do requerente

Estatuto dos Policiais Militares (Lei nº. 443, de 01 de julho de 1981) a portaria do comandante geral

da Policia Militar, número

/1986

Estudo fundamentado:

A) Dados Informativos Gerais

Data de Praça

Possui mais de Dez anos de efetivo serviço

Sirva nesta OPM desde

Desempenha as funções de

Não esta sub-júdice, indiciado em inquérito ou cumprindo pena de qualquer natureza.

Não está movimentado para

Não aguarda movimentação por motivo de promoção (tempo de guarnição), (conclusão de curso), (relacionamento para matricula em )

8- Não está (está) relacionado para matrícula ou matriculado em curso

9- Não gozou (gozou) anteriormente, licença para tratar de interesse partícula

(obs. 2);

(obs. 3);

10- Pretende obter

meses de licença para tratar de interesse particular

11- O seu último curso ou estágio por conta do estado meses.

concluído

em

(obs. 4);

com duração de

c) Parecer:

 

(obs.

5)

3. Permaneceu

dia (s) resta (s)

(OPM)

Cmt, Diretor ou chefe

OBSERVAÇÕES AO ANEXO II:

Caso positivo, especificar um dos motivos pelo qual aguarde a movimentação.

Caso positivo, especificar o curso, sua duração, data de início e local em que será realizado.

Caso positivo, informar o (s) período(s) anterior (es) atentando que o somatório dos mesmos, acrescido da nova licença pleiteada, não venha a ultrapassar a 2 (dois) anos.

Poderá ser de 3 (três) a 24 (vinte e quatro) meses, respeitada a restrição da observação anterior.

Informar outros motivos que julgar inconvenientes para concessão da licença, se houver.

(DOERJ nº. 91 de 20 MAI 1986 Bol PM nº. 92, de 22 MAI 1986)