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Disciplina: Saúde Pública e Prevenção Professora: Msc Flávia Tanaka

Disciplina: Saúde Pública e Prevenção Professora: Msc Flávia Tanaka

Fases da Odontologia

Fases da Odontologia
Fases da Odontologia
Fases da Odontologia
ALÍVIO DA DOR ( EXTRAÇÕES ) Século XIX “Era da Odontologia Restauradora” AÇÕES PROMOCIONAIS DE
ALÍVIO DA DOR ( EXTRAÇÕES ) Século XIX “Era da Odontologia Restauradora” AÇÕES PROMOCIONAIS DE
ALÍVIO DA DOR ( EXTRAÇÕES ) Século XIX “Era da Odontologia Restauradora” AÇÕES PROMOCIONAIS DE

ALÍVIO DA DOR

( EXTRAÇÕES )

Século XIX “Era da Odontologia

Restauradora”

AÇÕES PROMOCIONAIS DE SAÚDE

Promoção de saúde

Promoção de saúde

Anatomia dental

esmalte

dentina RAIZ
dentina
RAIZ

Coroa

COROA

nervos, vasos sanguíneos

gengiva Osso alveolar ligamento periodontal cemento

Dentição Decídua

Incisivo Central

Superior

Dentição Decídua Incisivo Central Superior Inferior Incisivo Lateral Canino 1ra Molar decidua 2da Molar decidua 2da

Inferior

Incisivo Lateral

Canino

1ra Molar decidua 2da Molar decidua

2da Molar

decidua 1ra Molar decidua

Canino

Incisivo Lateral

Incisivo Central

Dentição Permanente

Dentição Permanente Incisivo Central Incisivo Lateral Superior Canino 1ra premolar 2da premolar 1ra molar 2da molar

Incisivo Central Incisivo Lateral

Superior

Canino 1ra premolar 2da premolar

1ra molar

2da molar

3ra molar

3ra molar 2da molar 1ra molar 2da premolar

1ra premolar

Canino

Incisivo Lateral

Incisivo Central

Inferior

CAVINA, 2003

CAVINA, 2003

A cárie é presentemente reconhecida como uma doença infecto-contagiosa, que resulta em uma perda localizada

A cárie é presentemente reconhecida

como uma doença infecto-contagiosa, que resulta em uma perda localizada de

miligramas de minerais dos dentes

afetados, causada por ácidos orgânicos provenientes da fermentação microbiana

dos carboidratos da dieta.

WEYNE, 1992

É a doença mais prevalente,

atingindo indivíduos de países

industrializados, do terceiro mundo,

afetam pessoas de todas as idades

e classes sociais

mundo, afetam pessoas de todas as idades e classes sociais Maior parte dos recursos humanos e

Maior parte dos recursos humanos e materiais

utilizados em odontologia

A cárie pode ser transmitida de mãe para filho (Janela de infectividade)
A cárie pode ser transmitida de mãe para filho (Janela de infectividade)

A cárie pode ser transmitida de

mãe para filho (Janela de infectividade)

A cárie pode ser transmitida de mãe para filho (Janela de infectividade)

CASOS CLÍNICOS

CASOS CLÍNICOS
CASOS CLÍNICOS
CASOS CLÍNICOS
CASOS CLÍNICOS

CASOS CLÍNICOS

ANTES DO TRATAMENTO

Tipos de restaurações

CASOS CLÍNICOS ANTES DO TRATAMENTO Tipos de restaurações Amalgama Resina composta DEPOIS
CASOS CLÍNICOS ANTES DO TRATAMENTO Tipos de restaurações Amalgama Resina composta DEPOIS

Amalgama

Resina composta

CASOS CLÍNICOS ANTES DO TRATAMENTO Tipos de restaurações Amalgama Resina composta DEPOIS
DEPOIS
DEPOIS

Cárie dentária

Cárie dentária A etiologia da cárie é de natureza multifatorial, sendo sua ocorrência associada a presença
Cárie dentária A etiologia da cárie é de natureza multifatorial, sendo sua ocorrência associada a presença

A etiologia da cárie é de natureza

multifatorial, sendo sua ocorrência

associada a presença e a interação

dos seguintes fatores:

Cárie dentária

Cárie dentária Hospedeiro (dente) Microbiota (específica) Dieta (cariogênica) NEWBRUM, 1988; SOUZA et al., 1992.
Cárie dentária Hospedeiro (dente) Microbiota (específica) Dieta (cariogênica) NEWBRUM, 1988; SOUZA et al., 1992.

Hospedeiro (dente)Cárie dentária Microbiota (específica) Dieta (cariogênica) NEWBRUM, 1988; SOUZA et al., 1992.

Microbiota (específica)Cárie dentária Hospedeiro (dente) Dieta (cariogênica) NEWBRUM, 1988; SOUZA et al., 1992.

Dieta (cariogênica)Cárie dentária Hospedeiro (dente) Microbiota (específica) NEWBRUM, 1988; SOUZA et al., 1992.

NEWBRUM, 1988; SOUZA et al., 1992.

MICRO- DIETA BIOTA CÁRIE HOSPEDEIRO SALIVA DENTES Diagrama representando os fatores essenciais na etiologia da
MICRO- DIETA BIOTA CÁRIE HOSPEDEIRO SALIVA DENTES Diagrama representando os fatores essenciais na etiologia
MICRO-
DIETA
BIOTA
CÁRIE
HOSPEDEIRO
SALIVA
DENTES
Diagrama representando os
fatores essenciais na etiologia

da doença cárie (1962)

os fatores essenciais na etiologia da doença cárie (1962) TEMPO DIETA CÁRIE MICRO- BIOTA HOSPEDEIRO SALIVA
TEMPO DIETA CÁRIE MICRO- BIOTA HOSPEDEIRO SALIVA DENTES Newbrun, 1988
TEMPO
DIETA
CÁRIE
MICRO-
BIOTA
HOSPEDEIRO
SALIVA
DENTES
Newbrun, 1988

DENTE

Idade

Flúor

Morfologia

Nutrição

SUBSTRATO

Remoção oral

Higiene Oral

Detergência do

alimento

Freqüência de

ingestão

DENTE

CÁRIE

CÁRIE

MICRO

- BIOTA

SUBSTRATO

SALIVA

MICROBIOTA

S.mutans

(substrato)

Higiene oral Flúor na

placa

Modelo explicativo da doença cárie

Fejerskov e Manji, 1993

flúor placa dente saliva tempo açúcar espécies microbianas
flúor
placa
dente
saliva
tempo
açúcar
espécies
microbianas

classe social

escolaridade

conhecimento

comportamento

renda

Fatores determinantes do

risco à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Idade

Nível sócio-econômico

Atividade profissional

Enfermidade sistêmica

Uso do flúor

Fatores determinantes do

risco à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Idade

IDADE
IDADE

Fatores determinantes do risco

à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Nível

socioeconômico:

economia

desfavorável, moradia precária, baixo nível educacional dos pais, falta de acesso regular ao dentista, podem gerar maior risco ao desenvolvimento de lesões cariosas.

Nível socioeconômico
Nível
socioeconômico

Fatores determinantes do risco

à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Atividade profissional

Fatores determinantes do risco

à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Enfermidades

sistêmicas:

doenças

gerais,

deficiências físicas, senilidade, são fatores que podem alterar o fluxo de secreção salivar ou a qualidade da higienização e aumentar o risco a cárie

Fatores determinantes do risco

à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Enfermidades sistêmicas

Anomalias congênitas

PACIENTES FISSURADOS LÁBIO-PALATAIS
PACIENTES FISSURADOS
LÁBIO-PALATAIS
AMELOGÊNESE IMPERFEITA
AMELOGÊNESE
IMPERFEITA

Fatores determinantes do risco

à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Uso do flúor

Locais:

Águas de abastecimento Dentifrícios (pastas dentais)

Enxaguatórios bucais

Alimentos

Fatores determinantes do risco

à cárie

AINFORMAÇÕES DO PACIENTE

Uso do flúor

A ocorrência da doença é determinada pelo

acesso ao flúor que o paciente possa ter. O mecanismo de ação está na potencialização da remineralização dos tecidos duros do dente nos

processos de des e remineralização dentais.

Fatores determinantes do risco à

cárie

B EXAME CLÍNICO

Presença de placa

Experiência anterior de cárie

Exame das mucosas

Fatores determinantes do risco à cárie

B EXAME CLÍNICO

Presença de placa

Cárie dentária

Cárie dentária Exame Clínico Presença de Placa (quantidade e localização e habilidade do paciente em removê-la)
Cárie dentária Exame Clínico Presença de Placa (quantidade e localização e habilidade do paciente em removê-la)
Cárie dentária Exame Clínico Presença de Placa (quantidade e localização e habilidade do paciente em removê-la)

Exame Clínico

Presença de Placa (quantidade e localização

e habilidade do paciente em removê-la)

Cárie dentária Exame Clínico Presença de Placa (quantidade e localização e habilidade do paciente em removê-la)
Cárie dentária Exame Clínico Presença de Placa (quantidade e localização e habilidade do paciente em removê-la)

Fatores determinantes do risco à cárie

B EXAME CLÍNICO

Experiência anterior de cárie

Literatura - forte correlação entre a experiência

anterior de cárie (restaurações, cavidades cariosas e a presença de novas lesões para crianças e

adolescentes)

Fatores determinantes do risco

à cárie

Fatores determinantes do risco à cárie

Cárie dentária

Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie
Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie
Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie

Exame Clínico

Experiência anterior de cárie

Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie
Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie

Cárie dentária

Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie ceo-d CPO-D
Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie ceo-d CPO-D
Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie ceo-d CPO-D

Exame Clínico

Experiência anterior de cárie

ceo-d

Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie ceo-d CPO-D

CPO-D

Cárie dentária Exame Clínico Experiência anterior de cárie ceo-d CPO-D
Controle da doença cárie
Controle da doença cárie
Controle da doença cárie

Controle da doença cárie

Cárie dentária

Cárie dentária Exame Clínico Exame das mucosas (seca e esbranquiçada há indícios de redução do fluxo
Cárie dentária Exame Clínico Exame das mucosas (seca e esbranquiçada há indícios de redução do fluxo
Cárie dentária Exame Clínico Exame das mucosas (seca e esbranquiçada há indícios de redução do fluxo

Exame Clínico

Exame das mucosas (seca e

esbranquiçada há indícios de redução

do fluxo salivar)

Cárie dentária

Cárie dentária Para analisar o risco de cárie do paciente o profissional nunca poderá avaliar um
Cárie dentária Para analisar o risco de cárie do paciente o profissional nunca poderá avaliar um

Para analisar o risco de cárie do

paciente o profissional nunca

poderá avaliar um só fator isoladamente.

Cárie dentária

Cárie dentária A saliva é importante para a saúde dos tecidos dentais, pois além de contribuir
Cárie dentária A saliva é importante para a saúde dos tecidos dentais, pois além de contribuir

A saliva é importante para a saúde dos tecidos dentais, pois além de contribuir por meio de sua composição mineral para a remineralização contém

uma série de substâncias antimicrobianas e auxilia na lavagem fisiológica dos dentes, removendo resíduos alimentares e bactérias. Quando o indivíduo

apresenta diminuição da secreção salivar o seu

potencial cariogênico é muitas vezes maior.

C – FLUXO SALIVAR SALIVA: diferentes volumes, viscosidade e composição • glândulas parótidas •
C – FLUXO SALIVAR SALIVA: diferentes volumes, viscosidade e composição • glândulas parótidas •

C FLUXO SALIVAR

SALIVA: diferentes volumes, viscosidade e

composição

glândulas parótidas

submandibular

sublingual

glândulas menores da mucosa oral

Secretam a saliva, que mantém a cavidade bucal úmida e lubrificada

C – SALIVA FUNÇÕES: • Produção de enzima digestiva (amilase) • Neutralização da produção de
C – SALIVA FUNÇÕES: • Produção de enzima digestiva (amilase) • Neutralização da produção de

C SALIVA

FUNÇÕES:

Produção de enzima digestiva (amilase)

Neutralização da produção de ácidos (capacidade

tampão)

Facilita a deglutição (lubrificação do bolo alimentar)

Facilita a fala

Proteger os tecidos moles e estruturas dentais

Inibição da perda mineral do elemento dentário

Defesa contra microrganismos virulentos

C – FLUXO SALIVAR E CAPACIDADE TAMPÃO SALIVA X RISCO DE CÁRIE • limpeza da
C – FLUXO SALIVAR E CAPACIDADE TAMPÃO SALIVA X RISCO DE CÁRIE • limpeza da

C FLUXO SALIVAR E CAPACIDADE TAMPÃO

SALIVA

X

RISCO DE CÁRIE

limpeza da cavidade bucal

tamponamento dos ácidos produzidos por microorganismos cariogênicos da placa

remineralização dos dentes

As funções protetoras da saliva no desenvolvimento da

doença cárie podem ser assim resumidas:

desenvolvimento da doença cárie podem ser assim resumidas: • Limpeza mecânica de detritos alimentares por meio

Limpeza mecânica de detritos alimentares por

meio do fluxo salivar

Efeito tampão neutralizando os ácidos formados

pelo metabolismo bacteriano dos açucares

Promove um equilíbrio ecológico das bactérias

Pode remineralizar lesões de cáries iniciais por

meio de seus componentes inorgânicos (cálcio,

fosfato e flúor)

Capacidade-tampão

A saliva é eficaz na manutenção do pH da

cavidade bucal. Corrigindo as mudanças

de pH ocorridas na formação de íons ácidos e básicos. Na placa bacteriana

onde a produção é conseqüência natural

do metabolismo bacteriano de carboidratos, a manutenção do pH ocorre

pelos tampões salivares.

Uso dos testes salivares:

Simples

Rápidos

Não invasivos

Seguros

Podem ser realizados em: consultórios, casas, escritórios

Realizados em: crianças, gestantes, adultos e idosos

Uso dos testes salivares:

Quatro testes

Fluxo de secreção salivar

Capacidade tampão da saliva

Contagem de Lactobacillos e

Estreptococos do Grupo mutans

Fluxo de Secreção Salivar

Condição endógena, que revela a defesa natural individual, porém pode ser modificada.

Denota alteração na qualidade da saliva

Uso de medicamentos e a presença de algumas doenças sistêmicas podem levar

a diminuição do fluxo de secreção salivar

Fluxo de Secreção Salivar

Técnica de realização do teste:

• Mascar parafina por 30’ engolindo o excesso de

saliva

Colher saliva por 5 min em um recipiente

milimetrado

Dividir a quantidade de saliva/tempo

Resultado: Normal 1 a 2 mL/ min

Baixo < 1mL/ min

Xerostomia < 0,2 mL/min

Cavidade Bucal

Tipos de superfícies para colonização bacteriana:

Superfícies moles

Mucosa jugal (bochecha)

Tecido gengival

Mucosa alveolar

Língua

Palato mole e duro

Lábios

Superfícies Duras

Esmalte dentário

Superfícies radiculares expostas

Dentina exposta

Implantes

Aparelhos ortodônticos

Próteses

Restaurações

Superfícies Duras

Quantidade de placa:Superfícies Duras • Faces linguais e vestibulares Mastigação, fonação e deglutição Quantidade de placa: •

Faces linguais e vestibulares

Mastigação, fonação e deglutição

Quantidade de placa:e vestibulares Mastigação, fonação e deglutição • Fissuras e áreas de má coalescência do esmalte,

Fissuras e áreas de má coalescência do

esmalte, junto à gengiva, entre os dentes,

interfaces de restaurações e coroas protéticas.

Cárie dentária

Cárie dentária Superfície oclusal é a superfície mais susceptível ao processo da doença cárie. Esta
Cárie dentária Superfície oclusal é a superfície mais susceptível ao processo da doença cárie. Esta

Superfície oclusal é a superfície mais susceptível ao processo da

doença cárie. Esta

susceptibilidade tem sido relacionada com a presença de cicatrículas e fissuras profundas.

MALTZ e CARVALHO, 1999

Baratieri, 1992 Oliveira, 2003
Baratieri, 1992 Oliveira, 2003
Baratieri, 1992 Oliveira, 2003

Baratieri, 1992

Oliveira, 2003

BUSSADORI et al., 1999
BUSSADORI et al., 1999

BUSSADORI et al., 1999

1º Pré-requisito

indispensável para

colonização bacteriana

1º Pré-requisito indispensável para colonização bacteriana Existência de superfícies duras

Existência de superfícies

duras

2º Pré-requisito

indispensável para

colonização bacteriana

Pré-requisito indispensável para colonização bacteriana Presença de película adquirida sobre a superfície dura do

Presença de película adquirida

sobre a superfície dura do dente

Película Adquirida

Camada acelular fina

aproximadamente 2 a 10 µm

constituída principalmente por macromoléculas presentes na saliva

com a superfície dental, que funcionam

como receptores específicos para a colonização das superfícies dentais por

microrganismos.

de

Superfície sólida do elemento dentário

Película Adquirida

Superfície sólida do elemento dentário Película Adquirida Proliferação “Colônia de microrganismos” Sucessão
Superfície sólida do elemento dentário Película Adquirida Proliferação “Colônia de microrganismos” Sucessão

Proliferação

sólida do elemento dentário Película Adquirida Proliferação “Colônia de microrganismos” Sucessão bacteriana
sólida do elemento dentário Película Adquirida Proliferação “Colônia de microrganismos” Sucessão bacteriana

“Colônia de microrganismos”

Sucessão bacteriana

Placa Bacteriana

Placa Bacteriana Massa bacteriana mole e aderente que se deposita continuamente sobre a superfície dos dentes,

Massa bacteriana mole e aderente que se deposita continuamente sobre a superfície dos

dentes, não sendo facilmente removida e

eliminada através de bochechos com água, jatos

fortes de ar nem através da mastigação de alimentos duros ou fibrosos.

(Dawes, Brit Dent J.)

Objeto da atenção em saúde

bucal

Objeto da atenção em saúde bucal dentes pessoa
dentes
dentes
Objeto da atenção em saúde bucal dentes pessoa
pessoa
pessoa

Determinantes sócio-ecológicos

de saúde

Condições sócio-econômicas, culturais e ambientais Condições de vida e trabalho Suporte social e comunitário
Condições sócio-econômicas,
culturais e ambientais
Condições de vida
e trabalho
Suporte social
e comunitário
Estilo de vida
Idade, sexo e
fatores
hereditários
trabalho Suporte social e comunitário Estilo de vida Idade, sexo e fatores hereditários Dahlgren e Whitehead,

Dahlgren e Whitehead, 1992

Black (1906) “extensão preventiva” Tecnologia Conhecimento sobre história natural da cárie Materiais restauradores
Black (1906)
Black (1906)
Black (1906) “extensão preventiva” Tecnologia Conhecimento sobre história natural da cárie Materiais restauradores

“extensão

preventiva”

Black (1906) “extensão preventiva” Tecnologia Conhecimento sobre história natural da cárie Materiais restauradores

Tecnologia

Conhecimento sobre história natural da cárieBlack (1906) “extensão preventiva” Tecnologia Materiais restauradores disponíveis Conceitos de higiene bucal

Tecnologia Conhecimento sobre história natural da cárie Materiais restauradores disponíveis Conceitos de higiene

Materiais restauradores

disponíveis

Conhecimento sobre história natural da cárie Materiais restauradores disponíveis Conceitos de higiene bucal existentes
Conhecimento sobre história natural da cárie Materiais restauradores disponíveis Conceitos de higiene bucal existentes

Conceitos de higiene bucal

existentes

A partir da década de 70 Nova filosofia Preparos cavitários conservativos Preservação dos tecidos dentais

A partir da década de 70 Nova filosofia

A partir da década de 70 Nova filosofia Preparos cavitários conservativos Preservação dos tecidos dentais sadios

Preparos cavitários conservativos

Preservação dos tecidos dentais sadiosde 70 Nova filosofia Preparos cavitários conservativos Novos materiais restauradores Retenção da

Novos materiais restauradores

Novos materiais restauradores

Retenção da restauração atribuída a

Retenção da restauração atribuída a

forma da cavidade ou as propriedades dos novos materiais

Os conceitos de que não há nenhum material que possa substituir com excelência o esmalte,

Os conceitos de que não há nenhum

material que possa substituir com excelência o esmalte, dentina e

cemento sadios e o da necessidade

de educação do paciente para manutenção da saúde bucal passam a

ser enfatizados.

SANTOS, 1990; KRAMER et al., 1997