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Prova Escrita de Geografia versão 2 11.º Ano de escolaridade | Data: 2012 / 11

Prova Escrita de Geografia

Prova Escrita de Geografia versão 2 11.º Ano de escolaridade | Data: 2012 / 11 /

versão 2

11.º Ano de escolaridade | Data: 2012 / 11 / 07 Nome: | Duração: 80
11.º Ano de escolaridade | Data: 2012 / 11 / 07
Nome:
| Duração: 80 minutos
| N.º:
| Turma: B

Classificação:

Professor: Rui Pimenta Observações:

| Enc. Educação:

Na folha de respostas, indique de forma legível a versão da prova (Versão 1 ou Versão 2). A ausência dessa indicação implica a classificação com zero pontos das respostas aos itens dos Grupos I, II, III e IV.

Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta.

Pode utilizar régua e máquina de calcular do tipo não alfanumérico, não programável.

Não é permitido o uso de corretor. Em caso de engano, deve riscar de forma inequívoca aquilo que pretende que não seja classificado.

Escreva de forma legível a numeração dos grupos e dos itens, bem como as respetivas respostas. As respostas ilegíveis ou que não possam ser claramente identificadas são classificadas com zero pontos.

Para cada item, apresente apenas uma resposta. Se escrever mais do que uma resposta a um mesmo item, apenas é classificada a resposta apresentada em primeiro lugar.

Para responder aos itens de escolha múltipla, escreva, na folha de respostas:

• o número do item;

• a letra que identifica a única opção escolhida.

As cotações dos itens encontram-se no final do enunciado da prova.

A ortografia dos textos e de outros documentos segue o Acordo Ortográfico de 1990.

Na resposta a cada item dos Grupos I, II, III e IV, selecione a única opção que permite obter uma afirmação correta.

Escreva, na folha de respostas, a letra que identifica a opção escolhida.

Grupo I

Considere a seguinte informação.

Nº de embarcações por classe da GT (2011).

Figura 1
Figura 1

Nº de embarcações segundo o tipo de

propulsão, por NUT

(2011).

Em 2011, 4 866 embarcações tiveram autorização para operar. O número de licenças de pesca atribuídas em 2011 diminui 4%, totalizando 20 834, em média 4 artes/malhagens por embarcação.

A frota

embarcações em 2011.

Nota:

GT é o mesmo que arqueação Bruta,

68

pesqueira

perdeu

que

representa a medida do volume

total

de uma embarcação ou navio.

Figura 2 Embarcações com motor Embarcações sem motor
Figura 2
Embarcações com motor
Embarcações sem motor

1 De acordo com a informação anterior,

Valor das Entradas e Saídas por grupo de produtos

(2011).

Figura 3
Figura 3

Fonte: Estatísticas da Pesca, INE, 2011.

(A)

a propulsão das embarcações de pesca em Portugal é feita predominantemente sem recurso a motor.

(B)

em Portugal predomina a utilização de embarcações com reduzido valor de arqueação Bruta.

(C)

a frota de pesca apresentou uma quebra de 4% em 2011, relativamente ao ano transato.

(D)

o nº de embarcações por classe da GT tem vindo a aumentar.

2 Tendo em conta a Figura 2, verifica-se que

(A)

há uma omissão na redação do título, pois não se indica a que NUT se refere, a qual, a ver-se indicada, seria a NUT I.

(B)

a utilização de embarcações de pesca sem motor predomina em todas as NUT assinaladas.

(C)

na NUT do Algarve há cerca de 1200 embarcações de diferença entre as que utilizam motor e as que não o usam.

(D)

predomina a utilização de embarcações de pesca com motor, valor que em Lisboa ronda as 1200 unidades.

3 Segundo a Figura 3, o saldo (a diferença entre as saídas e as entradas de produtos) é

(A)

positivo para os peixes congelados.

(C)

positivo para as preparações e conservas de peixe.

(B)

sempre positivo para o grupo de produtos indicados.

(D) sempre negativo para o grupo de produtos indicados.

4 A realidade para que a Figura 1 nos remete justifica o facto de a frota de pesca portuguesa

(A)

ser ainda muito uma atividade essencialmente artesanal.

(B)

se realizar predominantemente em alto mar.

(C)

ser uma das atividades que mais contribui para a formação do PIB português.

(D)

conduz normalmente a um volume de capturas muito significativo.

5 A redução da dependência externa de Portugal em termos dos produtos da pesca passa

(A)

pela diminuição e diversificação da produção aquícola.

(C) pelo combate à poluição das águas costeiras.

(B)

pelo “rejuvenescimento” e qualificação da mão de obra.

(D) pela troca da pesca por outra atividade mais rentável.

Grupo II

Observe com atenção as imagens que se seguem sobre algumas paisagens agrárias de Portugal continental.

sobre algumas paisagens agrárias de Portugal continental. Imagem 1 Imagem 2 Imagem 3 Imagem 4 1

Imagem 1

Imagem 2

agrárias de Portugal continental. Imagem 1 Imagem 2 Imagem 3 Imagem 4 1 – A característica

Imagem 3

Imagem 4

de Portugal continental. Imagem 1 Imagem 2 Imagem 3 Imagem 4 1 – A característica mais
de Portugal continental. Imagem 1 Imagem 2 Imagem 3 Imagem 4 1 – A característica mais

1 A característica mais marcante das paisagens agrárias representadas pelas imagens 2 e 3

(A)

prende-se com a morfologia agrária.

(C) tem a ver com o sistema monocultural.

(B)

tem a ver com os sistema de rega utilizados.

(D) prende-se com o povoamento concentrado.

2 O que as imagens 1 e 4 têm em comum é

(A)

o facto de serem representativas da paisagens agrárias situadas a norte do rio Tejo.

(B)

o tamanho da vedação das parcelas.

(C)

o sistema de cultura, considerando a variedade de culturas.

(D)

o tipo de cultura existente.

3 Se a imagem 1 correspondesse a uma paisagem agrária do Alentejo

(A)

a cultura vegetal nela presente é certamente uma cultura de sequeiro.

(B)

caso existissem espécies arbóreas, tratar-se-iam de sobreiros e azinheiras.

(C)

a exploração retratada ilustra uma parte de um latifúndio.

(D)

Todas as frases anteriores permitem obter afirmações verdadeiras.

4 Numa imagem representativa de uma estrutura agrária típica do Algarve

(A)

os pomares ocupariam um lugar de destaque.

(B)

porque se situa no sul de Portugal continental, o latifúndio seria o traço mais característico da morfologia agrária.

(C)

se existissem dificuldades no acesso à água, predominaria um sistema de policultura.

(D)

Nenhuma das frases anteriores é opção de resposta.

5 Alguns dos fatores condicionantes do desenvolvimento da agricultura em Portugal são

(A)

a má utilização do solo e o predomínio de solos de fertilidade natural elevada.

(B)

a fragmentação da propriedade a Norte, devido ao relevo acidentado e à abundância de precipitação.

(C)

a regularidade das chuvas, quer temporal quer espacial.

(D)

o predomínio de grandes propriedades a Sul, pela maior pobreza dos solos e pelo clima menos seco.

Grupo III

Considere a Figura 4 onde se representou a distribuição

dos usos do solo em Portugal continental, em 1999, e a frase que se seguem.

A ocupação agrícola, em Portugal, nem

sempre reflete uma adequação entre as

aptidões e as utilizações do solo, o que

constitui…

1 O aspeto mais relevante que a Figura 4 põe em evidência

é

(A)

(B)

(C)

Figura 4

que a Figura 4 põe em evidência é (A) (B) (C) Figura 4 Fonte : Atlas

Fonte: Atlas de Portugal, INE, 2005.

prende-se com o facto da área de Lisboa e Vale do Tejo ser aquela que apresenta um menor uso de incultos e um maior uso correspondente a áreas sociais.

o de permitir constatar de forma clara que, em todas as áreas referidas, existe uma predominância do uso do solo para floresta sobre os restantes usos.

o de permitir comprovar que as várias regiões consideradas apresentam o mesmo padrão de uso do solo que a barra correspondente a Portugal continental assinala.

(D) Duas das frases anteriores constituem opção de resposta.

2 Se a parte final da frase apresentada não tivesse sido eliminada, a mesma terminaria com as palavras

(A)

um dos aspetos que mais contribui para o aumento da nossa produtividade agrícola.

(B)

um dos principais pontos fortes da nossa agricultura.

(C)

um entrave à livre circulação de produtos.

(D)

um problema estrutural da nossa agricultura.

3 A justificação da realidade descrita na frase relativamente à agricultura portuguesa

(A)

prende-se também com a frequente adequação entre o tipo de solo e as espécies que nele se cultivam.

(B)

reside, por um lado, na existência de solos com boa aptidão agrícola mas que são utilizados para outros fins.

(C)

encontra-se raramente numa prática desta atividade em solos com maior aptidão para a floresta.

(D)

Todas as frases anteriores permitem obter afirmações verdadeiras.

4 Apesar dos progressos do setor agrícola português, registados nos últimos decénios, continuam a persistir problemas como

(A)

o predomínio de explorações agrícolas de grandes dimensões.

(B)

o abandono dos espaços urbanos.

(C)

os baixos níveis de instrução dos agricultores.

(D)

o aumento da especialização das explorações.

5 Entre os maiores pontos fortes da agricultura portuguesa, destaca-se

(A)

a utilização crescente de modos de produção menos amigos do ambiente.

(B)

o aumento da vocação importadora de alguns produtos.

(C)

a existência de um número significativo de designações de origem.

(D)

condições climatéricas nem sempre propícias para certos produtos, em especial os mediterrânicos.

Grupo IV

Leia com atenção a seguinte frase.

A recente evolução da agricultura portuguesa, nos seus aspetos positivos, mas também

naqueles que a condicionaram, foi influenciada pela Política Agrícola Comum (PAC), a política

comunitária instituída no Tratado de…

1 A PAC é

(A)

o conjunto de diretivas, normas e apoios definidos para o setor agrícola e rural, para toda a União Europeia.

(B)

a forma abreviada para dizer Política Agrícola Comum.

(C)

a primeira política comunitária instituída no Tratado de Roma, aquando da sua assinatura em 1957.

(D)

Todas as frases anteriores permitem obter afirmações verdadeiras.

2 Os objetivos iniciais da PAC consistiam em

(A)

assegurar o desenvolvimento irracional da produção agrícola e a otimização dos fatores de produção.

(B)

aumentar a produtividade da agricultura.

(C)

estabilizar os mercados no que toca ao preço das máquinas agrícolas.

(D)

assegurar preços razoáveis nos fornecimentos aos produtores.

3 Entre os vários efeitos decorrentes da aplicação da PAC há a registar algumas consequências indesejadas, nomeadamente

(A)

o aumento dos custos de armazenamento, devido à diminuição generalizada da produção.

(B)

o facto do financiamento da PAC absorver grande parte do orçamento comunitário, o que não permitia a imple- mentação de políticas de desenvolvimento de outros setores.

(C)

os graves problemas ambientais decorrentes da utilização de numerosos produtos biológicos.

(D)

o aumento da procura relativamente à oferta.

4 A reforma da PAC de 1999

(A)

regeu-se pelo documento sobre a política futura da União Europeia, Agenda 2000, no qual se determinava que para fazer face às principais exigências da população mundial era necessário garantir o acesso a géneros alimentícios seguros e de qualidade.

(B)

surge na sequência de um período de “tensão zero” a nível europeu, contrariamente ao que sucedera no pós 2ª Guerra Mundial, com a implementação da primeira PAC.

(C)

de acordo com os desafios decorrentes do novo milénio, nomeadamente o alargamento ao Centro e Leste do continente europeu, são aprofundados outros objetivos como, por exemplo, a melhoria da competitividade da agricultura europeia nos mercados interno e externo.

(D)

Nenhuma das frases anteriores é opção de resposta.

5 Com a reforma de 2003 pretendeu-se sobretudo

(A)

o reforço da política de desenvolvimento rural.

(B)

desvalorizar o papel agricultura a favor de outras atividades, como forma de promover o desenvolvimento rural.

(C)

que a produção agrícola predominantemente orientada pela oferta.

(D)

retomar o abandono de superfícies agrícolas, de modo a igualar a oferta à procura.

Grupo V

Considere os dados do quadro que se segue sobre o tomate para a indústria em Portugal, em 2005.

Culturas Regiões agrárias
Culturas
Regiões agrárias
 

Tomate (Indústria)

 

Superfície

Produção

(hectares)

(toneladas)

Continente

13

684

1 085 065

Entre Douro e Minho

 

0

 

0

Trás-os-Montes

 

0

 

0

Beira Litoral

 

39

3 000

Beira Interior

 

0

 

0

Ribatejo e Oeste

10

966

894

850

Alentejo

2 679

187

215

Algarve

 

0

 

0

1 Calcule o rendimento agrícola do tomate para a indústria na região do Alentejo.

2 Mencione duas outras culturas industriais em Portugal.

3 Explique a que se deve o elevado rendimento das culturas industriais.

Grupo VI

Observe com atenção a Figura 5 sobre a Exportação/Importação de produtos agrícolas.

2004 2003 2002 Saldo 2001 Exportações Importações 2000 1999 – 3000 – 2000 – 1000
2004
2003
2002
Saldo
2001
Exportações
Importações
2000
1999
– 3000
– 2000
– 1000
0
1000
2000
3000
Milhões de euro
Figura 5

1 Descreva a evolução das exportações/importações de produtos agrícolas.

2 Justifique a evolução do saldo agrícola nacional.

3 Mencione duas medidas que possam contribuir para melhorar a situação da balança agrícola nacional.

FIM

COTAÇÕES

GRUPO I

1

…………………………………………………………

5

pontos

2

…………………………………………………………

5

pontos

3

…………………………………………………………

5

pontos

4

…………………………………………………………

5

pontos

5

…………………………………………………………

5

pontos

 

25

pontos

 

GRUPO II

1

…………………………………………………………

5

pontos

2

…………………………………………………………

5

pontos

3

…………………………………………………………

5

pontos

4

…………………………………………………………

5

pontos

5

…………………………………………………………

5

pontos

 

25

pontos

 

GRUPO III

1

…………………………………………………………

5

pontos

2

…………………………………………………………

5

pontos

3

…………………………………………………………

5

pontos

4

…………………………………………………………

5

pontos

5

…………………………………………………………

5

pontos

 

25

pontos

 

GRUPO IV

1

…………………………………………………………

5

pontos

2

…………………………………………………………

5

pontos

3

…………………………………………………………

5

pontos

4

…………………………………………………………

5

pontos

5

…………………………………………………………

5

pontos

 

25

pontos

 

GRUPO V

1

…………………………………………………………

10

pontos

2

…………………………………………………………

16

pontos

3

…………………………………………………………

24

pontos

 

50

pontos

 

GRUPO VI

1

…………………………………………………………

10

pontos

2

…………………………………………………………

24

pontos

3

…………………………………………………………

16

pontos

 

50

pontos

Total …………………………

200 pontos