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Fiscalidade Professor Tiago Diogo Ano lectivo 2012/2013 1º semestre

Trabalho de grupo Parte 2

Constituição do grupo: Andreia Sousa 38896 Madalena Menezes 39431 Priank Maganlal 39428 Rodrigo Machado 39293

que não tem outros estabelecimentos fora deste concelho) há lugar a derrama à taxa de 1. residente em território português. determinando-se no final o lucro tributável (campo 778 do Q.Parte A-Imposto sobre rendimento de pessoas colectivas (IRC) A sociedade Descobrir. o balanço (total CP= capital realizado + reservas legais +outras reservas +resultados transitados+ RL do período. se for caso disso. Para efeitos de preenchimento desse quadro. fabricante de jogos e brinquedos. tributada pelo respectivo lucro.09) da mesma declaração.07). . Assim. o prejuízo para efeitos fiscais (campo 777 do mesmo Q. Os valores assim determinados são transcritos nas primeiras linhas do “Quadro 09Apuramento da Matéria Colectável” – Regime Geral – (Q. na sua linha 4. al a)).10 da M22). é determinado partindo do resultado contabilístico do correspondente exercício (CIRC art 17º nº1). nº1).nº1 al a) e art 3º nº1 al a) e art 4º. Determinada a matéria colectável passa-se ao cálculo do imposto.07) ou.10) da mesma declaração sendo a taxa a aplicar no exercício de 2012 de 25% (CIRC art 87º. O lucro tributável apurado no “Quadro 07 – Apuramento do lucro tributável” (Q. nº1). declaração periódica de rendimentos a apresentar pela empresa nos termos dos artigos 117º e 120º do CIRC. art 15º nº1. SA. incluindo os obtidos fora desse território (CIRC art 2º. que se reporta à totalidade dos seus rendimentos. além das considerações apresentadas nos pontos seguintes. a matéria colectável (CIRC. pressupõe-se que em Lisboa (Município da sede da empresa. apurado com base na demonstração financeira.50% sobre o lucro tributável sujeito a IRC (campo 364 do Q. Face aos elementos disponíveis ter-se-ão de considerar outros valores nesse quadro (vejam-se os pontos seguintes). que se faz no “Quadro 10 – Cálculo do imposto” (Q. no campo 701 desse quadro é inscrito o resultado líquido do exercício (resultado depois de impostos) no montante de 0€. de modo a determinar-se. de onde resulta que o RL é iguala zero).07) da declaração do modelo 22 (M22). com sede na Maia é sujeito passivo de IRC.

art 35º. Lda que por ser reclamado judicialmente pode-se constituir uma perda por imparidade de 100%. Imparidades relativas a créditos de cobrança duvidosa As perdas por imparidade são uma das perdas admitidas pelo CIRC. al d)). Quanto à consideração como gasto dedutível para efeitos fiscais do referido crédito incobrável de 28000€.Que os créditos de cobrança duvidosa estão relevados como tal na contabilidade. . o saldo da imparidade corresponde a 28000€.07 da M22 o montante de 42000€ (CIRC art 35º. perdas por imparidade em créditos e ajustamentos em inventários” (M30) a incluir no dossier fiscal previsto no CIRC.12.31 entre os 12 e os 18 meses (data de vencimento: 2011.Existem provas de que foram efectuadas diligências para o recebimentos desses créditos ( art 36º.10) pode-se constituir uma perda por imparidade de 50% (CIRC art 36º nº2. nº3). Haverá ainda que preencher o “Mapa de provisões.11. Valor do crédito 40000€ A factura nº873. não é aceite fiscalmente por não ser respeitante à actividade normal da empresa.nº1 alc) CIRC). importando. debitada a um ex-empregado da empresa relativa à venda de uma viatura ligeira de passageiros. contudo. no ponto 5. designadamente: . equivalente aos créditos sobre os clientes: .Factura nº 814 cliente Sociedade Comercial. como base no enunciado. SA pois como a mora em 2012. face aos créditos em mora no fim do exercício. Assim.Factura nº 500 cliente Brinconor.Ajustamentos.nº1 al b) do CIRC pode ser directamente considerado gasto ou perda de tributação. Imparidades e Provisões a. verificar se estão observados as condições e os limites de que a lei faz depender a respectiva aceitação. Como o saldo acumulado permitido para efeitos fiscais é de 28000€ e o saldo contabilístico é de 70000€. ter-se-á e acrescer no campo 718 do Q. . é menor que os 70000€ do saldo contabilístico e portanto segundo o art 41º. Valor do crédito 8000€ . sabemos que existem documentos arquivados na pasta “clientes em mora” que comprovam terem sido efectuadas diligências para o recebimento dos créditos ainda não cobrados e portanto estão observadas as condições dos art 35º e ss do CIRC. art 130º. Deste modo.

Imparidades em partes de capital d.(-39600) = 40140€ c. Processos judiciais em curso e. Ajustamentos em inventários São dedutíveis no apuramento do lucro tributável os ajustamentos em inventários reconhecidos no período de tributação até ao limite da diferença entre o custo de aquisição e o respectivo valor realizável líquido (art. n. Garantia a clientes Estes valores tangíveis são evidenciados no MODELO 30 .º 28.b.º1 e 2 CIRC) Puzzles: VRL=60×55-60×1=3240 Custo de aquisição=45×60=2700 Diferença=3240-2700=540 Comboios: VRL=220×55-220×5=11000 Custo de aquisição=230×220=50600 Diferença=11000-50600=-39600 A diferença tem de ser inscrita no campo 718 do Q07 do M22 540 .

e a data de alienação. temos no ano de 2009 uma desvalorização da moeda de 1. realização –(V. aquisição-Depreciações acumuladas)xCDM MVF=100000 – ((70000 – 42000)x1. Segundo a Portaria nº401/2012 de 6 de Dezembro. realização –(V.75€ (70600€47781. lugar à aplicação do CIRC art46º e. realização –(V. As máquinas de uso específico foram vendidas neste período por 100000€.07 da M22. Segundo a Portaria nº401/2012 de 6 de Dezembro.05)= -47781. decorreram mais de 2 anos.(28000 – 19141) = 91141€ MV fiscal= V.07 da M22 o valor 91141€.75€ (MV contabilística).05 o que resulta numa menos-valia fiscal de 47781.Mais-valias e menos-valias Verifica-se que houve um ganho em activos fixos tangíveis de 22818. art 47º. 2012. como entre as datas de aquisição.05) = 70600€ Há também que acrescer no campo 739 do Q. realização –(V. Há. também do art 47º do CIRC. de modo a concretizar-se o disposto na parte final do CIRC.07 da M22 o valor 43040€ .25€ Há também que acrescer no campo 739 do Q. o valor de 22818.05 o que resulta numa mais-valia fiscal de 70600€. Como a empresa não optou pelo reinvestimento do valor de realização (150000€) não é possível aplicar o CIRC art 48º. que influenciou o resultado contabilístico. há que deduzir. as mesmas tinham sido adquiridas em 2009 por 28000€ em termos contabilísticos e por 70000€ em termos fiscais com depreciações acumuladas de 42000€. MV contabilística= V.25 €. reavaliação-depreciações acumuladas) MVC= 50000 – (13920-6960)= 43040€ MV fiscal= V. no campo 767 do Q. Deste modo. MV contabilística= V. As ferramentas e utensílios específicos foram vendidos neste período por 50000€.25€) provenientes da alienação de bens da empresa (enunciado ponto 9). as mesmas tinham sido adquiridas em 2009 por 13920€ em termos contabilísticos e por 110000€ em termos fiscais com depreciações acumuladas de 16875€. Assim a mais-valia contabilística é deduzida para efeitos de determinação do lucro tributável e a mais-valia fiscal acrescida para o mesmo fim. aquisição-Depreciações acumuladas)xCDM MVF= 50000 – ((110000 – 16875)x1. temos no ano de 2009 uma desvalorização da moeda de 1. reavaliação-depreciações acumuladas) MVC= 100000 . ambos de 2009. portanto.

025x185090€= 4627.07 da M22 correspondente a 462. valores de reavaliações feitas ao abrigo de legislação de carácter fiscal (CIRC art 31º.5% (código 2020: 5% dividido por dois por se tratar de uma taxa mínima) 0. há lugar a uma correcção para efeitos fiscais a inscrever no campo 719 do Q. depreciações no valor de 5090€ sobre um edifício industrial. a quota mínima (art 18º DR nº25/2009) de depreciação corresponde a 2. no período de tributação de 2012. Finalmente. só podem servir de base para o cálculo de depreciações. ou seja. 185090€. Edifício industrial A empresa praticou.25€ Como foi praticada uma quota de 5090€. quanto à taxa a praticar.nº2 b. Para efeitos de determinação da mais-valia fiscal não se toma em conta o valor de reavaliação mas o valor de aquisição – CIRC art 46º.25€) .75€ (5090€4627.Nota: aos cálculos feitos salienta-se o seguinte: a.nº1. al b)). pressupondo que o imóvel entrou em funcionamento no ano da sua aquisição 2002. Admite-se que as depreciações praticadas são as correspondentes quotas mínimas. objecto de reavaliação livre e não separou o valor do terreno do valor de construção. e estão calculadas no ponto seguinte em “Depreciações AFT do exercício” Estes valores são evidenciados no MODELO 31 Depreciações AFT do exercício a. pelo que se tem de ter em conta o valor de aquisição do imóvel. Depreciações do período: 50900/10=5090€ Para feitos fiscais.

1665x3000=499.07 do M22 o valor de 0.25% (DR 25/2009.5 (art 31º nº3 CIRC). Mobiliário Depreciações do período: 2100/7=300€ Aplicando a taxa mínima de 6. as mesmas podem ser depreciadas por esse método (art 30ºnº2 CIRC) e sabendo que a taxa de depreciação a aplicar é 10% (como diz no enunciado no ponto 6).0625x4800=300€ Logo não há nada a corrigir para efeitos fiscais pois foi praticada uma depreciação igual à da contabilidade. Equipamentos de energia solar Depreciações do período: 5325€/3=1775 Pelo DR nº25/2009. a taxa mínima a ser aplicada é de 12.125x14200=1775€ Logo não há nada a corrigir para efeitos fiscais pois foi praticada uma depreciação igual à da contabilidade.12 Valor líquido (€) 21000 15750 11812.5€ e. estima-se um período de vida útil de 10 anos. tabela II do DR 25/2009) a dividir por dois que dá 16.50 Gastos de depreciação do período 7000 5250 3937. tabela II código 2430: 12.5% e sabendo que o custo de aquisição foi de 14200€ temos: 0.10=25% Valor por depreciar 28000 21000 15750 11812. contabilizou depreciações do período de tributação no valor de 4785.13€ A diferença é o valor a acrescentar no campo 719 do Q.5x0. o custo de aquisição foi de 3000€ pelo que temos: 0.65%.38 Ano 2009 2010 2011 2012 Taxa (%) 25 25 25 25 4785. pelo que o factor de correcção para efeitos de determinar a taxa aplicável é de 2.07 do M22 c. temos: 0.3% (código 2240. Máquinas e instalações de uso específico A empresa.25€ Pressupondo que as máquinas e as instalações foram adquiridas como novas.5%) e sabendo que o custo de aquisição foi de 4800e. pelo método das quotas decrescentes.50 8859.5€ Temos de acrescentar no campo 719 do Q. tabela II código 2250 (25%). d. Computadores Depreciações do período: 2000/4=500€ Taxa mínima a ser aplicada é de 33.b. Assim a taxa a aplicar é de 2.25 – 2953.50 2953.12= 1832.25€ Depreciações do período: 19141€/4=4785. .

tabela II.07 do M22 a diferença entre as depreciações no valor de 3750€. Veículo automóvel misto Depreciação do período: 7500€ Taxa mínima aplicada 12. estão sujeitos a tributação autónoma de 10% os encargos dedutíveis relacionados com viaturas ligeiras de passageiros e mistas. tabela II. estão sujeitos a tributação autónoma de 10% os encargos dedutíveis relacionados com viaturas ligeiras de passageiros e mistas. 30000€ (adquiridas em 2011).10 do M22. temos: 0. g. nº3 do art 88º do CIRC.125x40000=5000€ A diferença de 5000€ (10000€-5000€) tem que se acrescentar no campo 719 do Q.10 do M22. Pela alínea a).5% (DR 25/2009. Pela alínea a). Contudo. Contudo.5% (DR 25/2009. temos: 0.10 do M22. código 2265: 25%) e sabendo que o custo de aquisição foi de 13920€. Ferramentas e utensílios Depreciações do período: 6960€/4=1740€ Taxa mínima aplicada 12. segundo art 34º gastos não dedutíveis: viaturas de passageiros ou mistas. tabela II. nº3 do art 88º do CIRC. Veículo automóvel ligeiro Depreciações do período: 20000/2=10000€ Taxa mínima aplicada 12. temos portanto de acrescentar o valor de 500€ no campo 365 do Q. h.f.125x30000=3750€ Temos de acrescentar no campo 719 do Q. na parte correspondente ao custo de aquisição excedente: 25000€ (adquiridas em 2012). 40000€ (adquiridas em 2010) e 29927. Logo não podemos deduzir a viatura ligeira nem a viatura mista. código 2375: 25%) e sabendo que o custo de aquisição foi de 30000€. 30000€ (adquiridas em 2011). Logo não podemos deduzir a viatura ligeira nem a viatura mista. segundo art 34º gastos não dedutíveis: viaturas de passageiros ou mistas. 40000€ (adquiridas em 2010) e 29927.87€ (antes de 2009). código 2375: 25%) e sabendo que o custo de aquisição foi de 40000€.125x13920=1740€ Logo não há nada a corrigir para efeitos fiscais pois foi praticada uma depreciação igual à da contabilidade. na parte correspondente ao custo de aquisição excedente: 25000€ (adquiridas em 2012). .87€ (antes de 2009).5% (DR 25/2009. temos portanto de acrescentar o valor de 375€ no campo 365 do Q. temos: 0.

Partindo do pressuposto que a participada é uma entidade sujeita e não isenta de IRC.nº1 al c) há dispensa de retenção na fonte de IRC. SA Trata-se de uma participação de 70% numa sociedade residente em território português.07 da M22. estão reunidas as condições para aplicação do CIRC art 51º. país com qual Portugal tem convenção para evitar a dupla tributação (art 68ºnº1 CIRC). c.1x35000=3500€ Logo não há nada a corrigir para efeitos fiscais pois foi praticada uma depreciação igual à da contabilidade. Tendo em conta que a participação é inferior aos 10% estabelecidos pelo nº1 do art 51º do CIRC. tabela II código 2385:20%) e sabendo que o custo de aquisição foi de 35000€.7=84000€ que deve constar no campo 771 do Q.12=46800€.10 da M22. nº1. pelo que se deduz na totalidade o valor de dividendos (ilíquidos). os rendimentos em participações financeiras não concorrem para a determinação do lucro tributável. Nos termos do CIRC art 97º. art 94º há ainda que considerar que estes rendimentos foram objecto de retenção na fonte de IRC à taxa de 25%. que deverá constar no campo 359 do Q. nº8 CIRC) a.875€ este valor integrará as deduções a fazer no campo 359 do Q.25=1071.10 do M22. Participação em Sadotécnica. dando um valor de retenção na fonte de (85750€x0. SA Trata-se de uma participação de 5% numa sociedade residente em território português. Nos termos do CIRC. Participação em Moldes da Marinha Grande. detida desde 2005. no valor de 120000€x0. detida desde 2009. (art 18º.05) x 0. Participação em El Mágico-Distribuicion.i. sendo que o rendimento a englobar será de: 390000€x0. não há lugar a qualquer dedução. Veículo automóvel pesado de mercadorias Depreciações do período: 2100/6=3500€ Taxa mínima aplicada 10% (DR 25/2009. SA Trata-se de uma participação de 12% numa sociedade residente em Espanha. b. . temos: 0. Estes valores são evidenciados no MODELO 32 Rendimentos em participações financeiras Como é utilizado o método de equivalência patrimonial. devendo os rendimentos provenientes dos lucros distribuídos ser imputados ao período de tributação em que se adquire o direito dos mesmos.

nº3. Há.1x11000€).nº3 do CIRC).10 do M22. remunerações do pessoal. portanto. as despesas não documentadas são tributadas autonomamente à taxa de 50% 15000€x0. Lançamento de uma coima Não pode ser considerada para efeitos fiscais face ao disposto no CIRC art 45º nº1 al d) e o seu valor de 6000€ acresce-se portanto ao M22 no campo 728 do Q. Despesas em representação Nos termos do CIRC art 88º. . as despesas de representação estão sujeitas a uma tributação autónoma em IRC à taxa de 10% no cálculo do imposto (campo 365 do q. 3300€x0.07 Multa de trânsito A multa de trânsito não pode ser considerada para efeitos fiscais face ao disposto no art 45º nº1 al c) do CIRC.07 campo 723. Gastos com Pessoal As remunerações dos órgãos sociais.Prémio de seguro Pelo art 23º nº1 al b) o prémio de seguro é (fiscalmente) considerado como gasto. a parte respeitante aos contractos de seguros de acidentes pessoais e de doença e planos de saúde e os gastos de acção social que não estão relacionados com o jardim-de-infância.nº1 do CIRC.nº1 al b) do CIRC.1=330€ Este valor tem que se acrescentar no campo 365 do Q.10 do M22.75€ Este valor é acrescido ao M22 no Q.5=700€ Este valor tem que se acrescentar no campo 365 do Q. que acrescer o montante de 2000€ no campo 728 do Q. Gasto relativo à recuperação do jardim frontal à sede É um encargo não dedutível fiscalmente segundo o art 45º. pelo que é tributado a uma taxa autónoma de 10% (art 88º.15= 36819.07 da M22. face ao art 43º. Despesas sem suporte documental na conta de transportes de pessoal Através do art 88º. (64400+106400+40565+31000+3100)x 0. nº2 do CIRC. os encargos sobre remunerações. são considerados como gasto do período até ao limite de 15% das despesas com o pessoal.10 da M22) há que considerar também o montante de 1100€ (0.

9x8400=7560). igual a este limite acrescido de 20% da parte excedente.875€ (1071. é igual a 1% do volume de negócios relativo ao período de tributação anterior. nº3). deduzindo-se os pagamentos por conta efectuados no período de tributação anterior (CIRC art 106. nº 2 e3). com o limite mínimo de 1000€ ou. O valor de 7560€ deverá ser inscrito no campo 360 Q.015X169550.67€ PEC=4806. Pagamento especial por conta O pagamento especial por conta (PEC) previsto no CIRC.01€=2543. isto segundo o art 105º.875+46800) que têm a natureza de imposto por conta (CIRC art 94º. Pagamentos por conta Dado que a colecta do IRC correspondente ao período de 2011 foi de 10400€.67€ Este valor tem que se inscrever no campo 356 do Q. nº1) Como o volume de vendas ultrapassa 498191. Derrama No pressuposto que a derrama no município de Lisboa é de 1. Base do PEC 1000€+20%x(1%x2103335€-1000€) 1000€+20%x(20033.67€ 4806. quando superior.35€-1000€) 1000€+3806. nº3 CIRC.25€ .10 do M22. art 106º. resultante das tributações autónomas incidentes sobre despesas com veículos pesados de mercadorias.50%. ou seja 7560€ (0.67-3700=1106. e as retenções na fonte nesse exercício ascenderam a 2000€ houve lugar a pagamentos por conta tendo por base de cálculo a importância de 8400€ (CIRC art 105º. há lugar a retenções na fonte de IRC no total de 47870.Retenções na fonte Como se referiu anteriormente nesta resolução.10 do M22. o valor da derrama corresponde à multiplicação da percentagem pelo lucro tributável do período de tributação e o seu valor é inscrito no campo 364 Q.10 do M22 Tributações autónomas No campo 365 do Q.90€ vão ser feitos 3 pagamentos por conta totalizando 90% daquela importância.10 tem de ser inscrito o valor de 2130€. as despesas não documentadas e as despesas de representação.10 da M22. 0. pelo que esse total deve ser inscrito no campo 359 do Q. com o limite máximo de 7000€.

a).310€. que a administração fiscal deve reembolsar até ao final do mês de Agosto de 2012 (CIRC art 104º. valor de 3.310/1.Recebimento de um adiantamento do cliente. nº1.150 € No campo 3 deverá ser registada a base tributável que é de 5.23)x 0. no valor total de 1. O imposto suportado pela empresa sobre as comunicações é dedutível. a) e artºs 19º e 20º Dia 5. .000€.nº3). pelo que liquida e deduz o IVA à taxa em vigor em Portugal.Cálculo do IRC A sociedade Descobrir. facturada pela PT. o valor do IVA a liquidar é registado a quando do adiantamento e é depois regularizado na emissão da factura.nº1) PARTE B-Imposto sobre valor acrescentado-IVA Dia 3. no valor de 1.200€. relativas a deslocações efectuadas em serviço.06. a favor do sujeito passivo. referente à venda de mercadorias.000€.10do M22). no valor de 3. imposto a favor do Estado.06. no valor de 5. desde que a sociedade apresente o M22 até ao último dia útil do mês de Maio de 2012 (CIRC art120. SA tem imposto a recuperar de 30670.b) e artsº19º e 20º] Dia 6. c) Dia 4.06. Campo 11 e 13 do Q. tendo uma taxa de tributação de 23%.000x0.Despesas de comunicação do mês de Agosto.23= 244. A aquisição de um serviço de revisão de Itália é uma aquisição intracomunitária. no valor de 3. nº1. o IVA a liquidar será: 5.Aquisição de um serviço de revisão de uma máquina electrónica efectuada pela empresa italiana que a tinha vendido e que não dispõe em território nacional de estabelecimento estável ou domicílio.000 € e o valor do imposto a favor do estado no campo 4.23=690€. (1. localizado no Porto. O imposto suportado é inscrito no campo 24. Campo 22 do Q. RITI artºs 1º. CIVA.96 € [CIVA. nº1. no montante de 1.artº 1º.000 € respeitantes ao valor da aquisição. o montante de 690€ a deduzir. sujeito passivo de IVA.Despesas diversas com alojamento e alimentação de empregados da empresa. 2º. artº 8º. 1) 2) 3) Campo 10 e 12 do Q.000x23%=1. No caso de um adiantamento. Sendo assim.150 €.55€ (inscrever valor no campo 368 Q.

500x0.000 € no campo 7. SA emitiu uma factura ao cliente luxemburguês designando-o como devedor do imposto. O imposto a deduzir é inscrito no campo 22. a uma empresa localizada em França. a). então. pelo valor de 90.000) no campo 8. a). também sujeito passivo de IVA. tendo uma taxa de tributação de 23%. nº1. artº15º. RITI artº14º. a) e b) Dia 11.000€.200x0. O imposto suportado pela empresa sobre a aquisição dos motores eléctricos para brinquedos a um fornecedor nacional é dedutível.875€ CIVA. Dia 12.000€. segundo o RITI artº8º.O imposto suportado pela empresa sobre as despesas de alojamento e alimentação dos empregados é dedutível. não deverá haver impostos a pagar a favor do estado.000 € no Campo 7. tendo a Descobrir indicado na factura emitida ao cliente Luxemburguês a qualidade deste como devedor do imposto.23=2. Regista-se então o valor de 65. A mercadoria foi expedida directamente de Portugal para Espanha. nº1. tendo uma taxa de tributação de 23%. As empresas intervenientes nesta transacção forneceram os seus números de identificação fiscal. 12. de 1.000. sujeito passivo de IVA.Aquisição de 500 kits de miniaturas de avião para montagem.23=276€ CIVA. nº1 Dia 7. Como esta venda destina-se a um país fora da comunidade.000 caixas de puzzles. a) Dia 10. O imposto a deduzir é inscrito no campo 24.Venda para Espanha de 100 carros telecomandados. nº1. no valor de 65.500. no valor total de 40. artº2. Tendo em conta que a empresa Descobrir. sujeito passivo de IVA que indicou à Descobrir o respectivo número de identificação fiscal.Aquisição de 500 motores eléctricos para brinquedos a um fornecedor nacional. no valor de 12. tendo por cliente uma empresa de distribuição sedeada naquele país. artº1. 1. nº3. tendo no entanto dado ordem de expedição da mercadoria directamente para o Luxemburgo. c). Tendo em conta que o cliente sediado em Espanha utilizou um NIF espanhol. . esta venda é uma transmissão intracomunitária isenta de liquidação de IVA em território nacional nos termos do RITI artº14º. artº1º. Inscreve-se o valor de 90. não existe qualquer tributação em Portugal pelo que apenas se regista o valor da venda (40.Venda para Angola. onde se encontra estabelecido o cliente com o qual acordou a venda.

nº1. Segundo o CIVA artº78º. Considerando-se a aquisição de mobiliário à taxa de 23%. As vendas feitas para fora do território nacional estão isentas de IVA.b)] A empresa deve inscrever o valor de 225.5€ [CIVA. artº 14º.Dia 14.nº1. 3.a)] E deverá inscrever os seguintes valores na Declaração Periódica: 1) Campo 3 do quadro 6: 4750€ 2) Campo 4 do quadro 6: 1.000€.000. artº 16º. no montante de 13.a) e artº 20º. abatimentos e bónus concedidos.Devolução de 200 motores eléctricos para brinquedos. sendo o resto uma contraprestação da compra. os quais foram remetidos directamente para Barcelona.05) = 4.000€ no campo 8 do quadro 6 da Declaração Periódica. sedeada em Miami.082 € Dia 17.Venda a uma empresa norte-americana. Do valor tributável das transmissões de bens e prestações de serviços sujeitas a impostos são excluídos os descontos.500 de despesas efectuadas por conta do cliente e registadas em contas de terceiros.23 = 690€ [CIVA.a).000€ X 0. este imposto (690€) suportado pela empresa é dedutível e inscrito no campo 24 do quadro 6 da Declaração Periódica.5€ . Deste modo. a empresa tem IVA a liquidar no valor de: 4. artº 1º.400x0.750€.23 = 1. A esta operação referia-se o adiantamento efectuado no dia 2.nº1.082 € Regista-se então o valor de 3.000€. nº13.23=3.092. O valor facturado à empresa norte-americana pela transmissão foi de 225. [CIVA.b).000€ X (1-0. de 750 comboios eléctricos. por ter sido detectada uma deficiência de fabrico no lote de produção. artº 1º.Espanha.nº1. conforme dispõe o CIVA. tendo o fornecedor nacional emitido a respectiva nota de crédito pelo total da transmissão. no valor de 3.092. A factura emitida incluiu um desconto comercial de 5% e o débito de 1.400€.a) e artº 20º] Dia 18.Aquisição de mobiliário de escritório a um fornecedor localizado em Paço de Ferreira. 13. haverá imposto a liquidar por parte da empresa.750€ X 0. pelo valor de 5. a qual foi recepcionada pela Descobrir no próprio mês. O valor tributável passa a ser 5.nº1. artº 19º.Venda e instalação de uma exposição de brinquedos. Dia 19.nº6.

nº1. Dia 24.Importação de 20 exemplares de aviões telecomandados dos Estados Unidos da América.a). nº1. com sede em Pontevedra-Espanha. artº 14º. a). Dia 26. Tanto as transmissões de bens como as prestações de serviços apenas se encontram sujeitas a IVA em território nacional. a empresa suporta IVA liquidado na alfândega.b) e artsº19º e 20º] Dia 25.a) e artsº 19º e 20º] . está sujeita à taxa de 23% e. Na presunção que o sujeito passivo de Pontevedra tenha utilizado um número de identificação fiscal registado em Espanha. 1. a) e artsº 19º e 20º]. liquida e deduz IVA à taxa em vigor em Portugal. artº 8º. 24. pelo valor de 24.Aquisição a um fornecedor localizado em França de acessórios para miniaturas de carros telecomandados. no valor de 4. artº 1º. cujo documento de suporte não continha o número de identificação fiscal do prestador.23= 5520€ [RITI. Deste modo procede-se à regularização nos termos do CIVA.000€ X 0. nessa altura devia ter sido liquidado IVA pelo seu valor. artº 29º. estamos perante uma prestação de serviços intracomunitária isenta de liquidação de IVA nos termos do RITI. que é dedutível e inscrito no campo 22 do quadro 6 da Declaração Periódica. artº 1º. Porém. no montante de 750.23= 5646. este imposto suportado pela empresa é dedutível. no valor de 24. [CIVA.500€ no campo 7 da Declaração Periódica. A empresa deve inscrever o valor de 4.c).550.000. como o documento de suporte não continha o numero de identificação fiscal pede validade.Prestação de serviço de assistência técnica a um sujeito passivo.nº2 e inscreve-se o valor de 345€ no campo 40 do quadro 6 da Declaração Periódica.500€ X 0. Forneceu o seu número de identificação fiscal ao fornecedor francês e o material foi transportado directamente de França para Portugal. nº1. não conta. [CIVA. A aquisição de acessórios para as miniaturas de carros telecomandados de França (membro da União Europeia) é uma aquisição intracomunitária em que. artº 2º. No recibo da declaração de importação emitida pela Autoridade Tributária e Aduaneira constava o valor de IVA de 6.3€ [CIVA.23= 345€ Dia 20.artº 1º. artº 78º. [CIVA.210€.artº 9º].nº1.nº1. 24. pelo que agora deve ser regularizado esse valor para não haver duplicação de IVA sobre o mesmo valor (adiantamento e factura).b)]. Trata-se de uma aquisição de prestação de serviços em território nacional que não esta isenta de IVA.Aquisição de um serviço de recuperação do jardim frontal à sede.Como já tinha havido um adiantamento no dia 2. conforme está previsto no CIVA. Visto ser uma importação dos Estados Unidos da América. a empresa como forneceu o seu número fiscal ao fornecedor francês.550€ X 0.500€.

nº1. pelos totais assim discriminados do último período facturado pelo fornecedor . a)] Deste modo a empresa tem IVA a liquidar no valor de: 142. 2.23= 623.Deste modo deverá ser inscrito na Declaração Periódica: 1) Campos 10 e 12 do quadro 6.5€ Gasóleo: O imposto suportado na aquisição de gasóleo é dedutível (50%). 600€ X 0. Dia 27. este imposto suportado pela empresa é dedutível e inscrito no campo 24 da Declaração Periódica. Metade do valor do imposto suportado pela empresa é dedutível e inscrito no campo 24 do quadro 6 da Declaração Periódica. [CIVA.Transmissão de bens e de prestação de serviços efectuadas no mercado interno a clientes particulares e a sujeitos passivos.900€ X 0. o valor de 24. correspondendo uma taxa de tributação de 23%. Trata-se de uma despesa na aquisição de um serviço prestado pelo concessionário da viatura à taxa de 23%.2€ deverá ser inscrito no Campo 4 do quadro 6 da Declaração Periódica. o mesmo montante de 5520€ como valor a deduzir a favor do sujeito passivo.940€ X 0.000€ respeitantes ao valor de aquisição 2) Campos 11 e 13 do quadro 6.Aquisição de combustíveis para a sua frota de automóveis ligeiros de passageiros e ligeiros de mercadorias. nº1.750€ X 0.2€ O montante de 32876. b)]. o imposto a favor do Estado no montante de 5520 € 3) Campo 22 do quadro 6. [CIVA.50= 1368.23= 32876. b)] Dia 29. nº1.23= 138€ [CIVA.Despesa com a reparação efectuada pelo concessionário de uma viatura ligeira de passageiros de um director da empresa. 11.5€ [CIVA.23 X 0. sendo considerado um gasto para efeitos fiscais na determinação do lucro tributável da empresa. no valor total de 142. relativa a reparação dos travões. artº 1º.750€ e gasóleo: 11.900€.940. artº 21º. Transmissão de bens e de prestação de serviços no mercado interno estão sujeitos à taxa de 23%. artº 1º. .gasolina: 2. artº 21º. no valor de 600. cujo registo contabilístico ocorreu no último dia do mês.a) e artsº 19º e 20º] Dia 28.nº1. Gasolina: O imposto suportado na aquisição de gasolina não e dedutível.

para entregar as declarações (artº41º. Caso o sujeito passivo decida utilizar o sistema de envio mensal.b) Segundo o artigo 29º do CIVA. artº41. como referido no CIVA. nº3). então deverá manter-se neste mesmo regime por um período mínimo de 3 anos ( artº41º. Hipótese B: Caso o sujeito passivo tenha um volume de negócios do ano civil anterior inferior a 650. como está definido no artº32º do CIVA e deverá apresenta-lo apenas durante o mês de Janeiro. . com toda a informação sobre o imposto devido ou do crédito existente e dos elementos que serviram de base para o seu cálculo. Para alterar o regime das declarações o sujeito deverá utilizar uma declaração de alterações. nº1 b)).000 euros. Hipótese A: Caso o sujeito passivo tenha um volume de negócios do ano civil anterior igual ou maior que 650. podendo optar pelo regime mensal. então o sujeito passivo tem até ao dia 10 do 2º mês seguinte àquele a que respeitam as operações para entregar as declarações periódicas e anexos.000 euros. que se refere as Obrigações em geral. na alínea c) temos a obrigação do envio mensal de uma declaração relativa às operações efectuadas no exercício da actividade no decurso do mês seguinte. nº1 a). então terá até ao dia 15 do 2º mês seguinte ao trimestre a que respeitam as operações.