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CURSOCURSO DEDE CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 TREINAMENTO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PARA OS MEMBROS DA

TREINAMENTO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PARA OS MEMBROS DA CIPA

TREINAMENTO DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES PARA OS MEMBROS DA CIPA SegurançaSegurança dodo TrabalhoTrabalho -- BurtiBurti

SegurançaSegurança dodo TrabalhoTrabalho -- BurtiBurti

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GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 OBJETIVOSOBJETIVOS Levar ao conhecimento do membro da CIPA

OBJETIVOSOBJETIVOS

Levar ao conhecimento do membro da CIPA as principais normas, instruções e rotinas sobre segurança e saúde do trabalho;

Definir competências relativas às atividades desenvolvidas pelo membro da CIPA;

Fixar diretrizes de atuação da CIPA;

Conhecer e identificar Riscos Ambientais.

desenvolvidas pelo membro da CIPA; Fixar diretrizes de atuação da CIPA; Conhecer e identificar Riscos Ambientais.
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GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 CONTEÚDOCONTEÚDO PROGRAMÁTICOPROGRAMÁTICO Segurança e a

CONTEÚDOCONTEÚDO PROGRAMÁTICOPROGRAMÁTICO

Segurança e a Saúde do Trabalhador Organização da CIPA Acidentes do Trabalho Legislação Trabalhista e Previdenciária Higiene do Trabalho Riscos de Acidentes Verificação de Segurança Classificação dos Riscos Ambientais Mapeamento de Riscos Equipamento de Proteção Individual Investigação e Análise de Acidentes Prevenção e Combate a Incêndio Noções de Primeiros Socorros AIDS ( SIDA ) Noções Gerais

de Acidentes Prevenção e Combate a Incêndio Noções de Primeiros Socorros AIDS ( SIDA ) Noções
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MÓDULOMÓDULO II NRNR55 Norma Regulamentadora nº 5 CIPACIPA Comissão Interna de Prevenção de Acidentes
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Norma Regulamentadora nº 5
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FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 1943 - No governo Getúlio Vargas foi criada a C.L.T.

1943 - No governo Getúlio Vargas foi criada a C.L.T. Consolidação

das Leis do Trabalho, através do decreto-lei 5452 em primeiro de Maio, reunindo em um só Diploma Legal todas as Leis Trabalhistas até então existentes.

1944 - Através do decreto-lei 7036 de 10 de novembro, é instituída a

obrigatoriedade da criação da CIPA em todas as empresas que admitem trabalhadores como empregados.

1975 - Primeira formação de profissionais na Área de Segurança e

Medicina do Trabalho.

1978 - Portaria 3214 de 8 de Junho institui as Normas Regulamentadoras do trabalho urbano, e dessa forma regulamentam os artigos 154 a 201 da CLT ( Especificamente Artigos 163 à 165 embasamento a NR-05 CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes).

1994 - Em Dezembro, ocorreram alterações legais importantes nas

normas: NR 7 – PCMSO (Programa de Controle Médico do Serviço Ocupacional) e na NR 9 – PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais) onde se institui também o Mapa de Riscos.

1999 - Portaria de Nº. 8 de 23 de fevereiro modifica e atualiza NR - 5.

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FUNDAMENTAÇÃO LEGAL

GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO:: CriadaCriada pelopelo

REGULAMENTAÇÃOREGULAMENTAÇÃO::

CriadaCriada pelopelo DecretoDecreto--LeiLei 55

01/01/0505//19431943

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55 01/01/0505//19431943 432432 ,, dede ATUALMENTEATUALMENTE EMEM VIGORVIGOR:: NRNR--55 --

ATUALMENTEATUALMENTE EMEM VIGORVIGOR::

NRNR--55 -- PortariaPortaria 33

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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 CONCEITOS DA CIPA CC OMISSÃOOMISSÃO II NTERNANTERNA PP

CONCEITOS DA CIPA

CC OMISSÃOOMISSÃO

II NTERNANTERNA

PP

AA

REVENÇÃOREVENÇÃO DEDE CIDENTESCIDENTES

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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 CONCEITOS DA CIPA CC omissãoomissão:: GrupoGrupo dede

CONCEITOS DA CIPA

CComissãoomissão:: GrupoGrupo dede pessoaspessoas formadoformado porpor representantesrepresentantes dodo empregadorempregador ee empregado,comempregado,com oo objetivoobjetivo dede prevençãoprevenção dede acidentesacidentes ee doençasdoenças dodo trabalhotrabalho

acidentesacidentes ee doençasdoenças dodo trabalhotrabalho I nterna: Seu campo de atuação está restrito a própria

Interna: Seu campo de atuação está restrito a própria empresa.

PPrevençãorevenção:: AnteciparAntecipar--sese aa situaçõessituações dede riscosriscos quandoquando nosnos deparamosdeparamos comcom elas,elas, dandodando exemplosexemplos dede própró --atividadeatividade ee trabalhotrabalho corretocorreto

AAcidentescidentes:: Qualquer ocorrência inesperada que interfere no andamento normal do trabalho causando danos materiais, perda de tempo ou lesão ao trabalhador.

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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 ORGANIZAÇÃO DA CIPA CONSTIUIÇÃOCONSTIUIÇÃO Toda

ORGANIZAÇÃO DA CIPA

CONSTIUIÇÃOCONSTIUIÇÃO Toda empresa pública ou privada deverá constituir CIPA, por estabelecimento, e mantê-la em regular funcionamento com o objetivo de assegurar aos trabalhadores um ambiente saudável. ORGANIZAÇÃOORGANIZAÇÃO A CIPA será composta de representantes do empregador e dos empregados de acordo com dimensionamento previsto no Quadro I da NR

5.

Os representantes do empregador serão indicados pelo empregador. Os representantes do empregado serão eleitos pelos empregados, garantindo-se a confidencialidade do processo ( voto secreto ). Quando a empresa não se enquadrar no Quadro I, a empresa designará um responsável para manter e fazer cumprir as normas de Segurança do Trabalho. O mandato dos membros da CIPA terá a duração de 1 ano, permitida uma reeleição. O cipeiro não poderá sofrer dispensa arbitrária desde o registro de sua candidatura até um ano após o final do seu mandato, salvo o exposto nos artigos 482 ou 158 da CLT. Os membros da CIPA serão empossados no 1º dia útil após o término do mandato anterior. Serão indicados de comum acordo com os membros da CIPA um secretário (a) e seu substituto.

Deverá ser protocolada em até 10 dias úteis no MTE, os seguintes documentos: ata de reeleição e de posse e calendário anual das reuniões ordinárias.

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COMPOSIÇÃO DA CIPA

EMPREGADOREMPREGADOR

TRABALHADORESTRABALHADORES

DA CIPA EMPREGADOREMPREGADOR TRABALHADORESTRABALHADORES ELEIÇÃOELEIÇÃO SECRETÁRIOSECRETÁRIO

ELEIÇÃOELEIÇÃO

TRABALHADORESTRABALHADORES ELEIÇÃOELEIÇÃO SECRETÁRIOSECRETÁRIO PresidentePresidente MembrosMembros
TRABALHADORESTRABALHADORES ELEIÇÃOELEIÇÃO SECRETÁRIOSECRETÁRIO PresidentePresidente MembrosMembros
TRABALHADORESTRABALHADORES ELEIÇÃOELEIÇÃO SECRETÁRIOSECRETÁRIO PresidentePresidente MembrosMembros
TRABALHADORESTRABALHADORES ELEIÇÃOELEIÇÃO SECRETÁRIOSECRETÁRIO PresidentePresidente MembrosMembros
TRABALHADORESTRABALHADORES ELEIÇÃOELEIÇÃO SECRETÁRIOSECRETÁRIO PresidentePresidente MembrosMembros

SECRETÁRIOSECRETÁRIO

PresidentePresidente

MembrosMembros TitularesTitulares ee SuplentesSuplentes

ViceVice--PresidentePresidente

MembrosMembros TitularesTitulares ee SuplentesSuplentes

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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 OBJETIVO DA CIPA “A“A CIPACIPA temtem comocomo

OBJETIVO DA CIPA

“A“A CIPACIPA temtem comocomo objetivoobjetivo,,

desenvolverdesenvolver atividadesatividades voltadasvoltadas parapara aa prevençãoprevenção dede acidentesacidentes ee

,, promoçãopromoção dada qualidadequalidade dede vidavida dosdos trabalhadorestrabalhadores.”.”

doençasdoenças nono trabalhotrabalho ee aa

qualidadequalidade dede vidavida dosdos trabalhadorestrabalhadores.”.” doençasdoenças nono trabalhotrabalho ee aa
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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 ATRIBUIÇÕES DA CIPA Identificar os riscos do processo de

ATRIBUIÇÕES DA CIPA

Identificar os riscos do processo de trabalho;

Elaborar plano de trabalho; Realizar periodicamente verificação nos ambientes e condições de trabalho; Realizar após cada reunião, a verificação do cumprimento das metas fixadas; Divulgar aos trabalhadores informações relativas à segurança e saúde no trabalho; Colaborar no desenvolvimento e implementação do PCMSO, PPRA bem como de outros programas de segurança e saúde desenvolvidos pela empresa; Divulgar e promover o cumprimento das Normas Regulamentadoras, bem como cláusulas de acordos e convenções coletivas de trabalho e normas internas de segurança relativas à segurança no trabalho; Participar em conjunto com o SESMT da análise das causas das doenças e acidentes do trabalho e propor medidas de solução dos problemas identificados; Promover, anualmente, em conjunto com o SESMT, a Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;

de

Participar,

anualmente,

em

conjunto

com

a

empresa,

Campanhas de Prevenção à AIDS e outros programas de saúde.

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Ltda.Ltda. UnidadeUnidade ItaquaquecetubaItaquaquecetuba ATRIBUIÇÕES DA CIPA MÓDULOMÓDULO II NRNR –– 55

ATRIBUIÇÕES DA CIPA

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ATRIBUIÇÕESATRIBUIÇÕES DODO PRESIDENTEPRESIDENTE

Convocar os membros para as reuniões da CIPA. Coordenar as reuniões. Manter o empregador informado sobre as decisões da CIPA. Coordenar e supervisionar as atividades da secretária(o). Delegar atribuições ao Vice-Presidente.

ATRIBUIÇÕESATRIBUIÇÕES DODO VICEVICE--PRESIDENTEPRESIDENTE

Executar as atribuições que lhe forem delegadas. Substituir o Presidente nos seus impedimentos eventuais e nos seus afastamentos temporários.

ATRIBUIÇÕESATRIBUIÇÕES DA(O)DA(O) SECRETÁRIASECRETÁRIA (O)(O)

Cargo fundamental para o bom desenvolvimento da CIPA. Redigir a ata, que deverá ser bem clara em relação ao que foi discutido e votado. Preparar correspondência. Elaborar relatórios estatísticos.

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ATRIBUIÇÕES DA CIPA

ATRIBUIÇÕESATRIBUIÇÕES EMEM CONJUNTOCONJUNTO

Cuidar para que a CIPA disponha de condições necessárias para o desenvolvimento de seus trabalhos;

Coordenar e supervisionar as atividades da CIPA, zelando para que seus objetivos sejam alcançados;.

Delegar atribuições aos membros da CIPA;.

Promover o relacionamento da CIPA com o SESMT;

Divulgar as decisões da CIPA a todos os trabalhadores do estabelecimento;

Encaminhar os pedidos de reconsideração da CIPA;

Constituir Comissão Eleitoral.

os trabalhadores do estabelecimento; Encaminhar os pedidos de reconsideração da CIPA; Constituir Comissão Eleitoral.
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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 O PAPEL DO CIPEIRO AtividadesAtividades principaisprincipais

O PAPEL DO CIPEIRO

AtividadesAtividades principaisprincipais dodo cipeiro:cipeiro:

IdentificarIdentificar osos riscosriscos dodo trabalhotrabalho ElaborarElaborar MapaMapa dede RiscosRiscos ee PlanoPlano dede TrabalhoTrabalho Verificações,Verificações, inspeçõesinspeções ee avaliaçõesavaliações nosnos locaislocais dede trabalho.trabalho.

AtividadesAtividades participativas:participativas:

ii ColaborarColaborar DivulgarDivulgar OrientarOrientar

PP

titi

arar cc parpar

AA funçãofunção dede cipeirocipeiro éé dede esclarecimento.esclarecimento. OO cipeirocipeiro éé umum professorprofessor dede adultos.adultos. NãoNão temtem autoridadeautoridade segundosegundo aa Lei,Lei, masmas conquistaconquista aa confiançaconfiança atravésatravés dada autoridadeautoridade moral,moral, baseadabaseada nono exemploexemplo ee nana prestaçãoprestação dede serviçoserviço nono trabalho.trabalho. SuaSua atividadeatividade éé dede ensinarensinar

prestaçãoprestação dede serviçoserviço nono trabalho.trabalho. SuaSua atividadeatividade éé dede ensinarensinar
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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 FUNCIONAMENTO DA CIPA A CIPA terá reuniões ordinárias

FUNCIONAMENTO DA CIPA

A CIPA terá reuniões ordinárias mensais de acordo com o calendário pré-estabelecido e poderão ser realizadas reuniões extraordinárias em situações específicas.

ReuniõesReuniões OrdináriasOrdinárias

Serão realizadas durante o expediente normal de trabalho. Terão atas assinadas pelos presentes. Na ausência de titulares nas reuniões será convocado o suplente. O membro titular perderá o mandato, sendo substituído pelo suplente, quando faltar a mais de quatro reuniões ordinárias sem justificativas. No caso de afastamento definitivo do Presidente, a empresa indicará o substituto em dois dias úteis, preferencialmente entre membros da CIPA. No caso de afastamento definitivo do Vice-Presidente, os membros titulares da representação dos empregados, escolherão o substituto entre seus titulares, em dois dias úteis. Devem ser coordenadas pelo Presidente ou Vice-Presidente. Deverá ser respeitado calendário pré-estabelecido. Tratar exclusivamente de assuntos da CIPA. Execução do Plano de Trabalho. Utilização adequada do tempo.

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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 FUNCIONAMENTO DA CIPA ReuniõesReuniões

FUNCIONAMENTO DA CIPA

ReuniõesReuniões OrdináriasOrdinárias

Serão realizadas mensalmente conforme calendário de reuniões, durante o expediente normal de trabalho.

ReuniõesReuniões ExtraordináriasExtraordinárias

As reuniões extraordinárias ocorrerão em situações específicas:

Acidentes de trabalho grave ou fatal. Denúncia de risco grave e iminente. Quando houver solicitação expressa de uma das representações.

houver solicitação expressa de uma das representações. SeqüênciaSeqüência SugeridaSugerida Abertura

SeqüênciaSeqüência SugeridaSugerida

Abertura (Presidente). Leitura da ata da reunião anterior – secretário (a). Avaliar as pendências e suas soluções. Sugestões de medidas preventivas. Determinação dos responsáveis e prazos para realização das medidas preventivas. Discussão das Inspeções de Segurança. Avaliação do cumprimento das metas fixadas. Encerramento (Presidente)

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NRNR –– 55 CIPACIPA GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 PLANO DE AÇÃO DA CIPA OBJETIVOS ELABORAR FORMAS EFICAZES

PLANO DE AÇÃO DA CIPA

OBJETIVOS

ELABORAR FORMAS EFICAZES DE PREVENÇÃO DE

ACIDENTES E DOENÇAS DO TRABALHO.

SISTEMATIZAR O MÉTODO DE TRABALHO DA CIPA.

É A ELABORAÇÃO DO TRABALHO ATRAVÉS DE:

PLANEJAMENTO

ORGANIZAÇÃO

AVALIAÇÃO

O MÉTODO DE TRABALHO DA CIPA. É A ELABORAÇÃO DO TRABALHO ATRAVÉS DE: PLANEJAMENTO ORGANIZAÇÃO AVALIAÇÃO
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MÓDULOMÓDULO IIII GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010
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MODULOMODULO IIII

MÓDULOMÓDULO IIII GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 MODULOMODULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO
MÓDULOMÓDULO IIII GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 MODULOMODULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO
MÓDULOMÓDULO IIII GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 MODULOMODULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO
MÓDULOMÓDULO IIII GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 MODULOMODULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO
MÓDULOMÓDULO IIII GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 MODULOMODULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO

SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO

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DEFINIÇÃODEFINIÇÃO

OO queque éé SegurançaSegurança dodo TrabalhoTrabalho ??

Segurança do trabalho é o conjunto de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade do trabalhador e sua capacidade de trabalho.

acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade do trabalhador e sua capacidade de
acidentes de trabalho, doenças ocupacionais, bem como proteger a integridade do trabalhador e sua capacidade de
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IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 VIDEOVIDEO ACIDENTESACIDENTES

VIDEOVIDEO

ACIDENTESACIDENTES

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ACIDENTEACIDENTE DODO TRABALHOTRABALHO

CONCEITO LEGAL

Acidente de Trabalho – É o que ocorre pelo exercício do trabalho a serviço da empresa, provocando lesão corporal ou perturbação funcional que cause a morte, perda ou redução, permanente ou temporária da capacidade para o trabalho.

CONCEITO PREVENCIONISTA

Acidente do Trabalho - é toda ocorrência não programada que interfere no andamento normal do trabalho dos quais resultem, separadamente ou em conjunto, lesões, danos materiais ou perda de tempo. Esse enunciado nos traz uma visão de que acidente não é só aquele que causa uma lesão no trabalhador, mas sim qualquer tipo de ocorrência inesperada, que hoje ocasiona perda de tempo, danos materiais e financeiros.

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ACIDENTEACIDENTE DODO TRABALHOTRABALHO

“Profissão de digitador”
“Profissão de digitador”

DOENÇA PROFISSIONAL

Assim entendida a produzida ou desencadeada pelo exercício do trabalho peculiar a determinada atividade e constante da respectiva relação elaborada pelo Ministério do Trabalho e Previdência Social. Ex.: Tendinite nos digitadores.

DOENÇA DO TRABALHO

Assim entendida a adquirida ou desencadeada em função de condições especiais no

ambiente de trabalho, e com ele se relacione diretamente, e constante da relação mencionada no item anterior. Ex.: Surdez em digitadores que trabalhem em ambientes ruidosos.

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ACIDENTEACIDENTE DODO TRABALHOTRABALHO

2009/20102009/2010 ACIDENTEACIDENTE DODO TRABALHOTRABALHO ACIDENTE POR ATO DE TERCEIRO : Quando outra pessoa
2009/20102009/2010 ACIDENTEACIDENTE DODO TRABALHOTRABALHO ACIDENTE POR ATO DE TERCEIRO : Quando outra pessoa

ACIDENTE POR ATO DE TERCEIRO:

Quando outra pessoa “provoca o acidente”. Culposo - sem intenção, por negligência, imprudência. Doloso – Com intenção, por sabotagem, ofensa física.

ACIDENTE POR FORÇA MAIOR:

Oriunda de fenômenos da natureza,incêndios, inundações, descargas elétricas (raios), desde que ocorridas no local e horário de trabalho.

ACIDENTE FORA DO LOCAL DE TRABALHO:

Cumprimento de Ordem de Serviço, sob autoridade da empresa. Ex.: Viagens a serviço, sob qualquer meio de locomoção.

: Cumprimento de Ordem de Serviço, sob autoridade da empresa. Ex.: Viagens a serviço, sob qualquer
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ACIDENTEACIDENTE DODO TRABALHOTRABALHO

ACIDENTE DE TRAJETO:

É quando o empregado sofre um acidente no percurso da sua residência para o trabalho ou do trabalho para sua residência.

para o trabalho ou do trabalho para sua residência. ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho NÃO IMPORTANDO O

ResidênciaResidência

ou do trabalho para sua residência. ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O
ou do trabalho para sua residência. ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O
ou do trabalho para sua residência. ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O
ou do trabalho para sua residência. ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O
ou do trabalho para sua residência. ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O

TrabalhoTrabalho

sua residência. ResidênciaResidência TrabalhoTrabalho NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O caminho O QUE PODE

NÃO IMPORTANDO

O meio de locomoção

O caminho

NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O caminho O QUE PODE DESCARACTERIZAR O ACIDENTE DE TRAJETO
NÃO IMPORTANDO O meio de locomoção O caminho O QUE PODE DESCARACTERIZAR O ACIDENTE DE TRAJETO

O QUE PODE DESCARACTERIZAR O ACIDENTE DE TRAJETO

Exceder o tempo habitual - Realização do percurso além do tempo habitual

Se ocorrer uma parada entre esses dois pontos (residência/trabalho – trabalho/residência) o acidente de trajeto poderá ser descaracterizado, sendo de responsabilidade do acidentado e não da empresa, qualquer despesa salvo, se em jurisprudência for decidido em contrário.

do acidentado e não da empresa, qualquer despesa salvo, se em jurisprudência for decidido em contrário.
do acidentado e não da empresa, qualquer despesa salvo, se em jurisprudência for decidido em contrário.
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PREVENÇÃO DE ACIDENTES

A multiplicidade de fatores que influenciam a ocorrência de acidentes no ambiente produtivo, motivou pesquisadores a partir da década de 30, nos EUA a estudar o tema, destacando-se, FRANK BIRD JR, que desenvolveu uma correlação entre os diversos níveis de lesão e danos a propriedade.

1 10 60 600
1
10
60
600

ACIDENTES GRAVES

ACIDENTES COM LESÃO

COM PERDA MATERIAL

INCIDENTES

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PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES

PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura Ato Inseguro +
PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura Ato Inseguro +
PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura Ato Inseguro +

Ato Inseguro

Condição Insegura

Ato Inseguro + Condição Insegura

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PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES

ATO INSEGURO:

São atitudes, atos, ações ou comportamentos do trabalhador contrários às normas de segurança.

Exemplos:

Não usar o EPI.

Deixar materiais espalhados pelo corredor.

Operar máquinas e equipamentos sem habilitação.

Distrair-se ou realizar brincadeiras durante o trabalho .

Utilizar ferramentas inadequadas.

Manusear, misturar ou utilizar produtos químicos sem conhecimento.

Trabalhar sob efeito de álcool e/ou drogas.

Usar ar comprimido para realizar limpeza em uniforme ou no próprio corpo.

Carregar peso superior ao recomendado ou de modo a dificultar visão.

Desligar dispositivos de proteção coletiva de máquinas e/ou equipamentos.

recomendado ou de modo a dificultar visão. Desligar dispositivos de proteção coletiva de máquinas e/ou equipamentos.
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PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES

CONDIÇÕES INSEGURAS:

São deficiências, defeitos ou irregularidades técnicas nas instalações físicas, máquinas e equipamentos que presentes no ambiente podem causar acidentes de trabalho. Exemplos:

Falta de corrimão em escadas.

Falta de guarda-corpo em patamares.

Arranjos inadequados.

Piso irregular.

Escadas inadequadas.

Equipamentos mal posicionados.

Falta de sinalização.

Falta de proteção em partes móveis.

Ferramentas defeituosas.

Falta de treinamento.

Falta de sinalização. Falta de proteção em partes móveis. Ferramentas defeituosas. Falta de treinamento.
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PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES

2009/20102009/2010 PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura

Ato

Inseguro

2009/20102009/2010 PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura
2009/20102009/2010 PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura
2009/20102009/2010 PRINCIPAISPRINCIPAIS CAUSASCAUSAS DEDE ACIDENTESACIDENTES Ato Inseguro Condição Insegura

Condição

Insegura

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INVESTIGAÇÃOINVESTIGAÇÃO EE ANÁLISEANÁLISE DEDE ACIDENTESACIDENTES

ETAPAS DA INVESTIGAÇÃO

Coletar os fatos, descrevendo o ocorrido;

Analisar o acidente, identificando suas causas;

o ocorrido; Analisar o acidente, identificando suas causas; Definir as medidas preventivas, acompanhando sua execução

Definir as medidas preventivas, acompanhando sua execução

ACIDENTEACIDENTE

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INVESTIGAÇÃOINVESTIGAÇÃO EE ANÁLISEANÁLISE DEDE ACIDENTESACIDENTES

Análise de Caso

João estava furando um cano de ferro, acima de sua cabeça. Para executar a tarefa, equilibrava-se em cima de caixas de metal, como se fossem escada. Utilizava uma furadeira elétrica portátil. Ele havia feito vários furos e a broca já estava com o fio gasto, por esta razão, João estava forçando a penetração desta. Momentaneamente, a sua atenção foi desviada por algumas faíscas que saíram do cabo de extensão, exatamente onde havia um rompimento, que deixava os fios elétricos descobertos.

um rompimento, que deixava os fios elétricos descobertos. Ao desviar a atenção, ele torceu o corpo,

Ao desviar a atenção, ele torceu o corpo, forçando a broca no furo. Com

a pressão ela quebrou e, neste mesmo instante, ele voltou o rosto para

ver o que ocorria, vindo a ser atingido por um estilhaço da broca em um dos olhos.

Com um grito, largou a furadeira, pôs as mãos no rosto, perdeu o equilíbrio e caiu, quebrando a perna esquerda.

Um acontecimento semelhante, ocorrido a um ano atrás, nesta mesma empresa, determinava o uso de óculos de proteção na execução desta tarefa.

O óculos que João deveria ter usado, estava sujo e quebrado, pendurado

em um prego. Segundo o que o supervisor dissera, não ocorrera nenhum acidente nos últimos meses e o pessoal não gostava de usar os óculos, por esta razão, ele não se preocupava em recomendar o seu uso nesta operação, porque tinha coisas mais importantes a fazer.

Analise:

.

Defina os Atos Inseguros

.

Defina as Condições Inseguras

.

Defina as Causas da Lesão

.

Defina as Falhas da Supervisão

Estabeleça:

. Medidas Corretivas

. Medidas Preventivas

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COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO DEDE ACIDENTESACIDENTES

CIAT

- COMUNICAÇÃO INTERNA DE ACIDENTE DO TRABALHO

CIAT - COMUNICAÇÃO INTERNA DE ACIDENTE DO TRABALHO a trabalhista, todo acidente do trabalho e deve

a

trabalhista,

todo acidente do trabalho

e

deve ser

investigado pela CIPA, a

fim

sua

causas

conhecer suas

De

acordo

com

legislação

registrado

de

e

evitar

reincidência.

A CIAT possibilita o controle dos acidentes por meio de dados estatísticos.

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COMUNICAÇÃOCOMUNICAÇÃO DEDE ACIDENTESACIDENTES

CAT

- COMUNICAÇÃO DE ACIDENTE DO TRABALHO

De acordo com a legislação, todo acidente do trabalho deve ser imediatamente comunicado à previdência social por meio

de

CAT.

A comunicação do acidente poderá ser realizada pela empresa, pelo acidentado ou por qualquer pessoa que dele tiver conhecimento.

próprio denominado

pessoa que dele tiver conhecimento. próprio denominado formulário Em caso de morte, é obrigatória a

formulário

Em caso de morte, é obrigatória a comunicação à autoridade policial. A empresa por sua vez, deve comunicar o acidente do trabalho à Previdência Social até o primeiro dia útil seguinte ao da ocorrência.

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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

CLASSIFICAÇÃO

Riscos Ambientais - São agentes presentes nos ambientes de trabalho, capazes de afetar o trabalhador a curto, médio e longo prazo, provocando acidentes com lesões imediatas e/ou doenças chamadas profissionais ou do trabalho, que se equiparam a acidentes do trabalho.

car e

relatar os riscos existentes nos setores e processos de trabalho. Para isso é necessário que se conheça os riscos que podem existir nesses setores, solicitando medidas para que os mesmos possam ser eliminados e/ou neutralizados.

Identificados esses riscos, os mesmos deverão ser transcritos no Mapa de Riscos.

U

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os mesmos deverão ser transcritos no Mapa de Riscos. U d t ib i u ç
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS

DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

FATORES DE INFLUENCIA

RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS FATORES DE INFLUENCIA •• NATUREZANATUREZA DODO RISCORISCO ••

•• NATUREZANATUREZA DODO RISCORISCO •• CONCENTRAÇÃOCONCENTRAÇÃO •• INTENSIDADEINTENSIDADE

TEMPOTEMPO DEDE EXPOSIÇÃOEXPOSIÇÃO

SENSIBILIDADESENSIBILIDADE INDIVIDUALINDIVIDUAL

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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

VIAS DE INGRESSO NO ORGANISMO

AMBIENTAISAMBIENTAIS VIAS DE INGRESSO NO ORGANISMO RESPIRATÓRIARESPIRATÓRIA CUTÂNEACUTÂNEA
RESPIRATÓRIARESPIRATÓRIA
RESPIRATÓRIARESPIRATÓRIA
AMBIENTAISAMBIENTAIS VIAS DE INGRESSO NO ORGANISMO RESPIRATÓRIARESPIRATÓRIA CUTÂNEACUTÂNEA DIGESTIVADIGESTIVA
CUTÂNEACUTÂNEA
CUTÂNEACUTÂNEA
AMBIENTAISAMBIENTAIS VIAS DE INGRESSO NO ORGANISMO RESPIRATÓRIARESPIRATÓRIA CUTÂNEACUTÂNEA DIGESTIVADIGESTIVA

DIGESTIVADIGESTIVA

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MÓDULOMÓDULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010
MÓDULOMÓDULO IIII
SEGURANÇASEGURANÇA
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO FÍSICOFÍSICO Ruído As máquinas e equipamentos utilizados pelas empresas produzem ruídos que podem
RISCORISCO FÍSICOFÍSICO
Ruído
As máquinas e equipamentos utilizados pelas empresas produzem
ruídos que podem atingir níveis excessivos, podendo a curto, médio e
longo prazo provocar sérios prejuízos à saúde. Dependendo do tempo
de exposição, nível sonoro e da sensibilidade individual, as alterações
danosas poderão manifestar-se imediatamente ou gradualmente.
Na indústria é comum o uso de máquinas e equipamentos que
produzem vibrações, as quais podem ser nocivas ao trabalhador.
As vibrações podem ser:
Vibrações
Localizadas - (em certas partes do corpo). São provocadas por
ferramentas manuais, elétricas e pneumáticas.
Generalizadas - (ou do corpo inteiro). As lesões ocorrem com os
operadores de grandes máquinas, como os motoristas de caminhões,
ônibus e tratores. Conseqüências: Lesões na coluna vertebral; dores
lombares.
Para evitar ou diminuir as conseqüências das vibrações é recomendado
o revezamento dos trabalhadores expostos aos riscos (menor tempo de
exposição).
Calor
Atividades realizadas em temperaturas extremas.
Como o forneiro (calor) e trabalhos em câmaras frias (frio).
Para o controle das ações nocivas das temperaturas extremas ao
trabalhador é necessário que se tome medidas:
Frio
Proteção coletiva: ventilação local exaustora com a função de retirar o
calor e gases dos ambientes, isolamento das fontes de calor/frio.
proteção individual: fornecimento de EPI (ex: avental, bota, capuz,
luvas especiais para trabalhar no frio).
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO FÍSICOFÍSICO
RISCORISCO FÍSICOFÍSICO
São formas de energia que se transmitem por ondas eletromagnéticas. A absorção das radiações pelo
São formas de energia que se transmitem por ondas
eletromagnéticas. A absorção das radiações pelo organismo é
responsável pelo aparecimento de diversas lesões. Podem
ser classificadas em dois grupos:
Radiação
ionizante
Radiações ionizantes - Os operadores de raios-X e
radioterapia estão freqüentemente expostos a esse tipo de
radiação, que pode afetar o organismo ou se manifestar nos
descendentes das pessoas expostas.
Radiações não ionizantes - São radiações não ionizantes a
radiação infravermelha, proveniente de operação em fornos ,
l
ou
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e
so
ld
a
ox acet
i
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i
ra
di
ã
o
u trav o eta
i
l
como
a
gerada por operações em solda elétrica, ou ainda raios laser,
microondas, etc.
Radiação
não-ionizante
Para que haja o controle da ação das radiações para o
trabalhador é preciso que se tome:
Medidas de proteção coletiva: isolamento da fonte de
radiação (ex: biombo protetor para operação em solda),
enclausuramento da fonte de radiação (ex: pisos e paredes
revestidas de chumbo em salas de raio-x).
Medidas de proteção individual: fornecimento de EPI
adequado ao risco (ex: avental, luva, perneira e mangote de
raspa para soldador , óculos para operadores de forno).
Medida administrativa: (ex: dosímetro de bolso para
técnicos de raio-x).
Medida médica: exames periódicos.
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO FÍSICOFÍSICO Umidade As atividades ou operações executadas em locais alagados ou encharcadas, com
RISCORISCO FÍSICOFÍSICO
Umidade
As atividades ou operações executadas em locais alagados ou
encharcadas, com umidades excessivas, capazes de produzir danos à
saúde dos trabalhadores, são situações insalubres e devem ter a
atenção dos prevencionistas por meio de verificações realizadas nesses
locais para estudar a implantação de medida de controle.
Para o controle da exposição do trabalhador à umidade podem ser
tomadas medidas de proteção coletiva (como o estudo de
modificações no processo do trabalho, colocação de estrados de
madeira, ralos para escoamento) e medidas de proteção individual
(como o fornecimento do EPI - luvas de borracha, botas, avental para
trabalhadores em galvanoplastia, cozinha, limpeza etc).
Pressões
anormais
Há uma série de atividades em que os trabalhadores ficam sujeitos a
pressões ambientais acima ou abaixo das pressões normais, isto é, da
pressão atmosférica a que normalmente estamos expostos.
Baixas pressões: são as que se situam abaixo da pressão atmosférica
normal e ocorrem com trabalhadores que realizam tarefas em grandes
altitudes. No Brasil, são raros os trabalhadores expostos a este risco.
Altas pressões: são as que se situam acima da pressão atmosférica
normal. Ocorrem em trabalhos realizados em tubulações de ar
comprimido, máquinas de perfuração, caixões pneumáticos e trabalhos
executados por mergulhadores. Ex: caixões pneumáticos,
compartimentos estanques instalados nos fundos dos mares, rios, e
represas onde é injetado ar comprimido que expulsa a água do interior
do caixão, possibilitando o trabalho. São usados na construção de
pontes e barragens.
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RISCORISCO FÍSICOFÍSICO
RISCORISCO FÍSICOFÍSICO

X

CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS

Ruído

Cansaço, irritação, dores de cabeça, diminuição da audição, problemas do aparelho digestivo, taquicardia, perigo de infarto.

Vibrações

Cansaço, irritação, dores nos membros, dores na coluna, doença do movimento, artrite, problemas digestivos, lesões ósseas, lesões dos tecidos moles.

Calor

Taquicardia, aumento da pulsação, cansaço, irritação, intermação, prostração térmica, o

c oque

das funções digestivas, hipertensão etc.

h

rm co,

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f

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b

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rm ca, per ur

t

Frio

feridas; rachaduras e necrose na pele; enregelamento: ficar congelado; agravamento de doenças reumáticas; predisposição para acidentes; predisposição para doenças das vias respiratórias.

Radiação não-ionizante

Queimaduras, lesões nos olhos, na pele e em outros órgãos

Radiação ionizante

Alterações celulares, câncer, fadiga, problemas visuais, acidente do trabalho.

Umidade

Doenças do aparelho respiratório, quedas, doenças da pele, doenças circulatórias.

Pressões anormais

Ruptura do tímpano quando o aumento de pressão for brusco; liberação de nitrogênio nos tecidos e vasos sanguíneos e morte.

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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO QUÍMICOQUÍMICO
RISCORISCO QUÍMICOQUÍMICO

gases, vapores, neblinas e substâncias, compostos e produtos químicos em geral.

Os riscos químicos presentes nos locais de trabalho são encontrados na forma sólida, líquida e gasosa e classificam-se em: poeiras, fumos, névoas,

 

São partículas sólidas partículas maiores. As

geradas mecanicamente por ruptura de poeiras são classificadas em:

Poeiras

Poeiras minerais - Ex: sílica, asbesto, carvão mineral.

Poeiras vegetais Ex:

algodão, bagaço de cana-de-açúcar. calcário

 

Poeiras alcalinas Ex:

Poeiras incômodas

 
 

Partículas sólidas produzidas por condensação de vapores

Fumos

metálicos. Ex: fumos soldagem com ferro.

de óxido de zinco nas operações de

Névoas

Partículas líquidas resultantes da condensação de vapores ou da dispersão mecânica de líquidos. Ex: névoa resultante do

 

processo de pintura a

revólver, monóxido de carbono liberado

pelos escapamentos dos carros.

Gases

temperatura e pressão. Ex: GLP, hidrogênio, ácido nítrico, butano, ozona, etc.

Estado natural das substâncias nas condições usuais de

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RISCORISCO QUÍMICOQUÍMICO
RISCORISCO QUÍMICOQUÍMICO

Vapores

para formar líquidos

Irritantes: irritação das

monóxido de carbono etc.

(benzeno),

,

benzeno, tolueno, alcoóis, percloritileno,

ou sólidos em condições normais de

vias aéreas superiores.

xileno, etc.

etc.

São dispersões de moléculas no ar que podem condensar-se

temperatura e pressão. Ex: nafta, gasolina, naftalina, etc.

Névoas, gases e vapores podem ser classificados em:

Ex: ácido clorídrico, ácido sulfúrico, soda caústica, cloro, etc.

Asfixiantes: dor de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões, coma e morte. Ex: hidrogênio, nitrogênio, hélio, metano, acetileno, dióxido de carbono,

Anestésicos: (a maioria solventes orgânicos). Ação depressiva sobre o sistema nervoso, danos aos diversos órgãos, ao sistema formador de sangue

Ex: butano, propano, aldeídos, cetonas, cloreto de carbono, tricloroetileno,

Medidas de proteção coletiva: Ventilação e exaustão do ponto de operação, substituição do produto químico utilizado por outro menos tóxico, redução do tempo de exposição, estudo de alteração de processo de trabalho, conscientização dos riscos no ambiente.

Medidas de proteção individual: Fornecimento do EPI como medida complementar (ex: máscara de proteção respiratória para poeira, para gases e fumos; luvas de borracha, neoprene para trabalhos com produtos químicos, afastamento do local de trabalho.

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RISCORISCO QUÍMICOQUÍMICO
RISCORISCO QUÍMICOQUÍMICO

X

CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS

Poeiras

Fumos Metálicos

Névoas

Neblinas

Gases

Vapores

Substâncias, compostos ou produtos químicos em geral

minerais

silicose, asbestoseminerais

vegetais

bissinose, bagaçosevegetais

alcalinas

enfizema pulmonaralcalinas

incômodas

potencializa nocividadeincômodas

Intoxicação específica de acordo com o metal, febre dos fumos metálicos, doença pulmonar obstrutiva.

aéreas

superiores. Ac. Clorídrico, Soda Cáustica, Ac.Sulfúrico etc.

Asfixiantes:

sonolência, convulsões, coma e morte. Ex.: Hidrogênio, Nitrogênio, Hélio, Acetileno, Metano, Dióxido de Carbono, Monóxido de Carbono etc.

Dor de cabeça, náuseas,

Irritantes:

irritação

das

vias

Anestésicos: ação depressiva sobre o sistema nervoso, danos aos diversos órgãos, ao sistema formador do sangue.

Ex.:

Butano,

Propano, Aldeídos,

Cetonas,

Cloreto

de

Carbono,

Tricloroetileno,

Benzeno,

Tolueno,

Álcoois, Percloroetileno, Xileno etc.

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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO BIOLÓGICOSBIOLÓGICOS São considerados riscos biológicos: vírus, bactérias, parasitas, protozoários,
RISCORISCO BIOLÓGICOSBIOLÓGICOS
São considerados riscos biológicos: vírus, bactérias, parasitas, protozoários,
fungos e bacilos.
Os riscos biológicos ocorrem por meio de microorganismos que, em contato
com o homem, podem provocar inúmeras doenças. Muitas atividades
profissionais favorecem o contato com tais riscos. É o caso das indústrias de
alimentação, hospitais, limpeza pública (coleta de lixo), laboratórios, etc.
Para que essas doenças possam ser consideradas doenças profissionais, é
preciso que haja exposição do funcionário a estes microorganismos.
São necessárias medidas preventivas para que as condições de higiene e
segurança nos diversos setores de trabalho sejam adequadas.
De maneira geral, as medidas de segurança para os riscos biológicos
envolvem:
Conhecimento da Legislação Brasileira de Biossegurança, especialmente
das Normas de Biossegurança emitidas pela Comissão Técnica Nacional
de Biossegurança;
O conhecimento dos riscos pelo manipulador;
A formação e informação das pessoas envolvidas, principalmente no que
se refere à maneira como essa contaminação pode ocorrer, o que implica
no conhecimento amplo do microrganismo ou vetor com o qual se trabalha;
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO BIOLÓGICOSBIOLÓGICOS O respeito das Regras Gerais de Segurança e ainda a realização das medidas
RISCORISCO BIOLÓGICOSBIOLÓGICOS
O respeito das Regras Gerais de Segurança e ainda a realização das
medidas de proteção individual;
Uso do avental, luvas descartáveis (e/ou lavagem das mãos antes e após a
manipulação), máscara e óculos de proteção (para evitar aerossóis ou
projeções nos olhos) e demais Equipamentos de Proteção Individual
necessários,
Utilização da capela de fluxo laminar corretamente, mantendo-a limpa após
o uso;
Autoclavagem de material biológico patogênico, antes de eliminá-lo no lixo
comum;
Utilização de desinfetante apropriado para inativação de um agente
específico.
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RISCORISCO BIOLÓGICOSBIOLÓGICOS
RISCORISCO BIOLÓGICOSBIOLÓGICOS

X

CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS

Vírus

Hepatite, poliomielite, herpes, varíola, febre amarela, raiva (hidrofobia), rubéola, aids, dengue, meningite.

 

Hanseniese, tuberculose, tétano, febre

Bactérias/Bacilos

tifóide,

l

pneumonia,

i

di

t

difteria,

i

ep osp rose,

t

sen er as.

cólera,

Protozoários

Malária, mal de chagas, toxoplasmose, disenterias.

Fungos

Alergias, micoses.

 
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO ERGONÔMICOERGONÔMICO São considerados riscos ergonômicos: esforço físico, levantamento de peso, postura
RISCORISCO ERGONÔMICOERGONÔMICO
São considerados riscos ergonômicos: esforço físico, levantamento de peso,
postura inadequada, controle rígido de produtividade, situação de estresse,
trabalhos em período noturno, jornada de trabalho prolongada, monotonia e
repetitividade, imposição de rotina intensa.
A ergonomia ou engenharia humana é uma ciência relativamente recente que
estuda as relações entre o homem e seu ambiente de trabalho.
A Organização Internacional do Trabalho (OIT) define a ergonomia como " a
aplicação das ciências biológicas humanas em conjunto com os recursos e
técnicas da engenharia para alcançar o ajustamento mútuo, ideal entre o
homem e o seu trabalho, e cujos resultados se medem em termos de
eficiência humana e bem-estar no trabalho".
Medidas de controle
Para evitar que estes riscos comprometam as atividades e a saúde do
trabalhador, é necessário um ajuste entre as condições de trabalho e o
homem sob os aspectos de praticidade, conforto físico e psíquico por meio
de: melhoria no processo de trabalho, melhores condições no local de
trabalho, modernização de máquinas e equipamentos, melhoria no
relacionamento entre as pessoas, alteração no ritmo de trabalho, ferramentas
adequadas, postura adequada, etc.
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

RISCORISCO ERGONÔMICOERGONÔMICO
RISCORISCO ERGONÔMICOERGONÔMICO

X

CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS

Esforço físico intenso

Levantamento e transporte manual de peso

Exigência de posturainadequada

Controle rígido de produtividade

Imposição de ritmos excessivos

Trabalho em turno ou noturno

Jornada prolongada de trabalho

Monotonia e repetitividade

Outras

situações causadoras de

“stress” físico e/ou psíquico

De um modo geral, devendo haver uma análise mais detalhada, caso a caso, tais riscos podem causar:

cansaço, dores musculares, fraquezas, doenças como hipertensão arterial, úlceras, doenças nervosas, agravamento do diabetes, alterações do sono,da libido, da vida social com reflexos na saúde e no comportamento, acidentes, problemas na coluna vertebral, taquicardia, cardiopatia (angina, infarto), agravamento da asma, tensão, ansiedade, medo, comportamentos estereotipados.

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RISCORISCO DEDE ACIDENTESACIDENTES
RISCORISCO DEDE ACIDENTESACIDENTES

X

CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS
CONSEQUÊNCIASCONSEQUÊNCIAS

Arranjo físico inadequado

Máquinas

e

equipamentos

sem

proteção

Ferramentas

inadequadas

ou

defeituosas

Iluminação inadequada

 

Eletricidade

Probabilidade

de

incêndio

ou

explosão

Armazenamento inadequado

 

Animais peçonhentos

 

Outras situações de risco

que

poderão contribuir para a ocorrência de acidentes

Acidentes e doenças profissionais

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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCOS MÓDULOMÓDULO IIII Técnica EPCEPC SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO Médica
MEDIDAS DE CONTROLE DE RISCOS
MÓDULOMÓDULO IIII
Técnica
EPCEPC
SEGURANÇASEGURANÇA
DODO TRABALHOTRABALHO
Médica
EPIEPI
Administrativa
GESTÃOGESTÃO
Educativa
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SEGURANÇASEGURANÇA
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

MEDIDAS TÉCNICAS
MEDIDAS TÉCNICAS

EPC

RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS MEDIDAS TÉCNICAS EPC elimina/neutraliza/sinaliza OO RISCORISCO EPI evita ou

elimina/neutraliza/sinaliza

OO RISCORISCO
OO RISCORISCO

EPI

AMBIENTAISAMBIENTAIS MEDIDAS TÉCNICAS EPC elimina/neutraliza/sinaliza OO RISCORISCO EPI evita ou diminui AA LESÃOLESÃO

evita ou diminui

AA LESÃOLESÃO
AA LESÃOLESÃO
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SEGURANÇASEGURANÇA
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

PRIODIDADES NO CONTROLE DE RISCO Eliminar o risco; Neutralizar / isolar o risco, através do
PRIODIDADES NO CONTROLE DE RISCO
Eliminar o risco;
Neutralizar
/
isolar
o
risco,
através
do
uso
de
Equipamento de Proteção Coletiva;
Proteger o trabalhador através do uso de Equipamentos

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OO RISCORISCO
OO RISCORISCO

APLICARAPLICAR

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EPCEPC

APLICARAPLICAR

EPIEPI

EPIEPI

EPIEPI
ã o I n di v id l ua . ELIMINARELIMINAR OO RISCORISCO APLICARAPLICAR EPCEPC APLICARAPLICAR

RISCO AINDA PRESENTE

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MÓDULOMÓDULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010
MÓDULOMÓDULO IIII
SEGURANÇASEGURANÇA
DODO TRABALHOTRABALHO
GESTÃOGESTÃO
2009/20102009/2010

RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

2009/20102009/2010 RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS MEDIDAS MEDICAS Desenvolver o Programa de Controle Médico

MEDIDAS MEDICAS

Desenvolver o Programa de Controle Médico de Saúde ocupacional

(PCMSO), responsável por promover a prevenção, o rastreamento e

o diagnóstico precoce dos agravos à saúde relacionados ao trabalho, além da constatação da existência de doenças profissionais ou de danos à saúde dos trabalhadores.

Submeter os trabalhadores à exames médicos: Admissional, Demissional, Periódico, Retorno ao Trabalho e Mudança de Função.

Submeter os trabalhadores expostos ao ruído ocupacional a exames

de audiometria para prevenir a PAIRO.

Promover campanhas de vacinação contra Gripe, Hepatite, etc.

Controlar e avaliar as causa de Absenteísmo.

Realizar atendimento de primeiros socorros.

de Absenteísmo. Realizar atendimento de primeiros socorros. Trabalhar em conjunto com o SESMT na investigação e

Trabalhar em conjunto com o SESMT na investigação e análise dos Acidentes do Trabalho.

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MÓDULOMÓDULO IIII
SEGURANÇASEGURANÇA
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RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS

2009/20102009/2010 RISCOSRISCOS AMBIENTAISAMBIENTAIS MEDIDAS ADMINISTRATIVAS São ações administrativas para

MEDIDAS ADMINISTRATIVAS

São ações administrativas para controlar a exposição dos trabalhadores aos agentes ambientais, tais como: Revezamento e Rodízio de atividades; Pausas programadas; Mudança de lay-out; Realização de Exercício Laboral; Etc.

de lay-out; Realização de Exercício Laboral; Etc. MEDIDAS EDUCATIVAS São programas de treinamentos,

MEDIDAS EDUCATIVAS

São programas de treinamentos, palestras e cursos, destinados a informar e capacitar os trabalhadores na execução segura de suas atividades.

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MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS

O Mapa de Riscos é a representação gráfica do reconhecimento dos riscos existentes nos locais de trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e tamanhos.

O Mapa de Riscos deve ser refeito a cada gestão da CIPA.

trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e tamanhos. O Mapa de Riscos deve ser
trabalho, por meio de círculos de diferentes cores e tamanhos. O Mapa de Riscos deve ser
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SEGURANÇASEGURANÇA
DODO TRABALHOTRABALHO
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MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS

OBJETIVO

Reunir

as

informações

necessárias

para

estabelecer o diagnóstico da situação;

Possibilitar, durante a sua elaboração, a troca e divulgação de informações entre os funcionários.

e divulgação de informações entre os funcionários. “Reunir as informações necessárias” “Troca e e
“Reunir as informações necessárias”
“Reunir as informações
necessárias”
funcionários. “Reunir as informações necessárias” “Troca e e divulgação de informações entre os

“Troca e e divulgação de informações entre os funcionários.”

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MÓDULOMÓDULO IIII
SEGURANÇASEGURANÇA
DODO TRABALHOTRABALHO
GESTÃOGESTÃO
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MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS

ETAPAS DA ELABORAÇÃO

Conhecer analisado;

Identificar os riscos existentes no local analisado;

Identificar as medidas preventivas existentes e sua eficácia;

Identificar os indicadores de saúde;

Conhecer

local

o

processo

de

trabalho

no

os

levantamentos

ambientais

realizados no local;

Elaborar o Mapa de Riscos, sobre o lay-out da empresa, indicando através de círculos, colocando em seu interior o risco levantado (cor), agente especificado e número de trabalhadores expostos.

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MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS

CORCOR == TIPOTIPO DEDE RISCORISCO

DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010 MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS CORCOR == TIPOTIPO DEDE RISCORISCO
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MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS

SETOR: FATURAMENTO

TIPO

 

POSSÍVEIS

MEDIDAS DE

RISCO

FONTE GERADORA

CONSEQÜÊNCIAS

PREVENÇÃO

ERGONOMICO

Esforço físico intenso, posturas inadequadas, levantamento de peso, atenção e responsabilidade e controle rígido

Estresse e dores lombares

Treinamento de levantamento de peso, postura em transporte.

ACIDENTE

Prateleiras

Cortes

Adequar partes cortantes

Proporção do Risco MÉDIO PEQUENO GRANDE
Proporção do Risco
MÉDIO
PEQUENO
GRANDE
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MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS

QUEM ELABORA?

2009/20102009/2010 MAPAMAPA DEDE RISCOSRISCOS QUEM ELABORA? CIPA (*) TRABALHADORES de todos os setores do

CIPA (*)

TRABALHADORES de todos os setores do estabelecimento (*)

(*)

Com colaboração do SESMT

-

Serviço Especializado em

Engenharia de

Segurança e Medicina do Trabalho

IMPORTANTEIMPORTANTE

Imprescindível a participação dos TRABALHADORES devido ao: • CONHECIMENTO DA ÁREA • ENVOLVIMENTO COM OS
Imprescindível a participação dos
TRABALHADORES devido ao:
• CONHECIMENTO DA ÁREA
• ENVOLVIMENTO COM OS RISCOS
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MAPAMAPA DEDE RISCORISCO

GráficosGráficos BurtiBurti Ltda.Ltda. UnidadeUnidade ItaquaquecetubaItaquaquecetuba MAPAMAPA DEDE RISCORISCO
GráficosGráficos BurtiBurti Ltda.Ltda. UnidadeUnidade ItaquaquecetubaItaquaquecetuba MAPAMAPA DEDE RISCORISCO
GráficosGráficos BurtiBurti Ltda.Ltda. UnidadeUnidade ItaquaquecetubaItaquaquecetuba MAPAMAPA DEDE RISCORISCO
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SEGURANÇASEGURANÇA
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CAMPANHASCAMPANHAS DEDE SEGURANÇASEGURANÇA

O QUE É ?

Campanhas de segurança são eventos voltados para a educação e sensibilização dos funcionários, transmitindo conhecimentos sobre segurança e saúde no trabalho.

Os eventos mais comuns e que envolvem a CIPA são:

Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho - SIPAT;

Campanha Interna de Prevenção da AIDS - CIPAS;

Antitabagismo - cabe também à CIPA, recomendar que em todos os locais de trabalhos e adotem medidas restritivas ao hábito de fumar.

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INSPEÇÃOINSPEÇÃO DEDE SEGURANÇASEGURANÇA

INSPEÇÃOINSPEÇÃO DEDE SEGURANÇASEGURANÇA O QUE É ? É que consiste em efetuar vistorias nas áreas e

O QUE É ?

É

que

consiste em efetuar vistorias nas áreas e meios de trabalho, com o objetivo de

controle

a

parte

do

de

riscos

descobrir e corrigir situações

que

comprometam

a

segurança

dos

trabalhadores. Uma inspeção para ser bem aproveitada precisa ser planejada, e o primeiro passo é definir o que se pretende com a inspeção e como fazê-la.

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INSPEÇÃOINSPEÇÃO DEDE SEGURANÇASEGURANÇA

INSPEÇÃOINSPEÇÃO DEDE SEGURANÇASEGURANÇA TIPOS DE INSPEÇÃO Inspeção geral: Realizada quando se

TIPOS DE INSPEÇÃO

Inspeção geral:

Realizada quando se quer ter uma visão panorâmica de todos os setores da empresa. Pode ser realizada no início do mandato da CIPA.

Inspeção parcial:

Realizada onde já se sabe da existência de problemas, seja por queixas dos trabalhadores ou ocorrência de doenças e acidentes do trabalho. Deve ser uma inspeção mais detalhada e criteriosa.

Inspeção específica:

É uma inspeção em que se procura identificar problemas ou riscos determinados. Como exemplo podemos citar o manuseio de produtos químicos, postura de trabalho, esforço físico, etc.

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SEGURANÇASEGURANÇA
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INSPEÇÃOINSPEÇÃO DEDE SEGURANÇASEGURANÇA

INSPEÇÃOINSPEÇÃO DEDE SEGURANÇASEGURANÇA ETAPAS DE INSPEÇÃO Observação do ambiente e dos meios de

ETAPAS DE INSPEÇÃO

Observação do ambiente e dos meios de trabalho;

Registro de dados e elaboração do relatório;

Coleta de informações;

Apresentação nas reuniões da CIPA;

 

Encaminhamento Presidente da CIPA;

do

relatório

através

do

 

Acompanhamento da implantação das medidas recomendadas.

 
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SEGURANÇASEGURANÇA
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EQUIPAMENTOEQUIPAMENTO DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL -- EPIEPI

DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL -- EPIEPI DEFINIÇÃO É todo meio ou dispositivo de uso individual,

DEFINIÇÃO

É todo meio ou dispositivo de uso individual, destinado a proteger a saúde e a integridade física do trabalhador. Quando não for possível eliminar o risco, ou neutralizá-lo através de medidas de proteção coletiva, implanta-se o Equipamento de Proteção Individual - EPI.

medidas de proteção coletiva, implanta-se o Equipamento de Proteção Individual - EPI. evita ou diminui AA

evita ou diminui

AA LESÃOLESÃO
AA LESÃOLESÃO
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MÓDULOMÓDULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010
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SEGURANÇASEGURANÇA
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EQUIPAMENTOEQUIPAMENTO DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL -- EPIEPI

OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR QUANTO AO EPI

Adquirir

o

tipo

empregado;

adequado

à

atividade

do

Fornecer ao empregado somente EPI aprovado pelo Ministério do Trabalho;

Treinar o trabalhador sobre o seu uso adequado;

Tornar obrigatório o seu uso;

Substituí-lo, imediatamente, quando danificado ou extraviado;

e

Responsabilizar-se

pela

sua

higienização

manutenção periódica.

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MÓDULOMÓDULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010
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SEGURANÇASEGURANÇA
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EQUIPAMENTOEQUIPAMENTO DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL -- EPIEPI

OBRIGAÇÕES DO EMPREGADO QUANTO AO EPI

Usá-lo apenas para a finalidade a que se destina;

Responsabilizar-se por sua guarda e conservação;

Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso.

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MÓDULOMÓDULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010
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SEGURANÇASEGURANÇA
DODO TRABALHOTRABALHO
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EQUIPAMENTOEQUIPAMENTO DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL -- EPIEPI

DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL -- EPIEPI VIDEOVIDEO EPIEPI EQUIPAMENTOEQUIPAMENTO DEDE

VIDEOVIDEO

EPIEPI

EQUIPAMENTOEQUIPAMENTO DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO INDIVIDUALINDIVIDUAL

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MÓDULOMÓDULO IIII SEGURANÇASEGURANÇA DODO TRABALHOTRABALHO GESTÃOGESTÃO 2009/20102009/2010
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SEGURANÇASEGURANÇA
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EQUIPAMENTOEQUIPAMENTO DEDE PROTEÇÃOPROTEÇÃO COLETIVACOLETIVA -- EPCEPC

DEFINIÇÃO

PROTEÇÃOPROTEÇÃO COLETIVACOLETIVA -- EPCEPC DEFINIÇÃO São os equipamentos que neutralizam o risco na fonte,

São os equipamentos que neutralizam o risco na

fonte, dispensando, em determinados casos, o uso

dos equipamentos de proteção individual.

a

o

ambiente de trabalho, esta medida é chamada de

de

proteção coletiva, pois protege o conjunto

quebra de agulha, estamos

Q

nd

in

t

l

m

r

os, po

m

l

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t

t

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ntr

ua

o

s a a

exe

p o, o p o e o

atuando

co

sobre

trabalhadores.

po m l r t t r ntr ua o s a a exe p o,

elimina/neutraliza/sinaliza

OO RISCORISCO

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MODULOMODULO IIIIII
MODULOMODULO IIIIII
MÓDULOMÓDULO IIIIII PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ INCÊNDIOSINCÊNDIOS GESTÃOGESTÃO
MÓDULOMÓDULO IIIIII
PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ
INCÊNDIOSINCÊNDIOS
GESTÃOGESTÃO
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MÓDULOMÓDULO IIIIII PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ INCÊNDIOINCÊNDIO GESTÃOGESTÃO
MÓDULOMÓDULO IIIIII
PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ
INCÊNDIOINCÊNDIO
GESTÃOGESTÃO
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PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

Recomendações para se evitar o fogo

COMBATE À INCÊNDIOS Recomendações para se evitar o fogo Armazenagem adequada de materiais combustíveis e

Armazenagem adequada de materiais combustíveis e inflamáveis;

Cuidados com instalações elétricas;

Instalação de para-raios;

Manter ordem e limpeza;

Cuidado com fumantes;

Riscos de faíscas e fagulhas.

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MÓDULOMÓDULO IIIIII PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ INCÊNDIOINCÊNDIO GESTÃOGESTÃO
MÓDULOMÓDULO IIIIII
PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ
INCÊNDIOINCÊNDIO
GESTÃOGESTÃO
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PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

ELEMENTOSELEMENTOS QUEQUE COMPÕEMCOMPÕEM OO FOGOFOGO

ELEMENTOSELEMENTOS QUEQUE COMPÕEMCOMPÕEM OO FOGOFOGO Para elementos essenciais: que haja fogo, necessitamos

Para

elementos essenciais:

que

haja

fogo, necessitamos

reunir

os

quatro

essenciais: que haja fogo, necessitamos reunir os quatro CombustívelCombustível CalorCalor

CombustívelCombustível CalorCalor ComburenteComburente ReaçãoReação emem cadeiacadeia

O Combustível em contato com uma fonte de Calor e em presença de um Comburente (geralmente o oxigênio contido no ar) começará inflamar gerando a Reação em cadeia.

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MÓDULOMÓDULO IIIIII PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ INCÊNDIOINCÊNDIO GESTÃOGESTÃO
MÓDULOMÓDULO IIIIII
PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ
INCÊNDIOINCÊNDIO
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2009/20102009/2010

PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

PROPOGAÇÃOPROPOGAÇÃO DODO CALORCALOR

À INCÊNDIOS PROPOGAÇÃOPROPOGAÇÃO DODO CALORCALOR O calor pode se propagar de três diferentes maneiras:

O calor pode se propagar de três diferentes maneiras:

convecção, condução e irradiação.

ConduçãoCondução Transferência de calor através de um corpo sólido de molécula

em molécula.

de calor através de um corpo sólido de molécula em molécula. Transferência de calor através de

Transferência de calor através de um corpo.

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MÓDULOMÓDULO IIIIII PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ INCÊNDIOINCÊNDIO GESTÃOGESTÃO
MÓDULOMÓDULO IIIIII
PREVENÇÃOPREVENÇÃO EE COMBATECOMBATE ÁÁ
INCÊNDIOINCÊNDIO
GESTÃOGESTÃO
2009/20102009/2010

PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

ConvecçãoConvecção Transferência de calor pelo movimento ascendente de massas

de gases.

de calor pelo movimento ascendente de massas de gases. Movimentação de massas gasosas transporta o calor

Movimentação de massas gasosas transporta o calor para cima e horizontalmente nos andares.

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INCÊNDIOINCÊNDIO
GESTÃOGESTÃO
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PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

IrradiaçãoIrradiação Transferência de calor por ondas de energia calorífica que

deslocam através do espaço.

por ondas de energia calorífica que deslocam através do espaço. Ondas caloríficas atingem os objetos, aquecendo-as.
por ondas de energia calorífica que deslocam através do espaço. Ondas caloríficas atingem os objetos, aquecendo-as.

Ondas caloríficas atingem os objetos, aquecendo-as.

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PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

MÉTODOMÉTODO DEDE EXTINÇÃOEXTINÇÃO DODO FOGOFOGO

MÉTODOMÉTODO DEDE EXTINÇÃOEXTINÇÃO DODO FOGOFOGO A extinção do fogo baseia-se na retirada de um dos quatro

A extinção do fogo baseia-se na retirada de um dos quatro elementos essenciais que provocam o fogo .

RetiradaRetirada dede materialmaterial

É a forma mais simples de se extinguir um incêndio. Baseia-se

na

de propagação do fogo, interrompendo a alimentação da

combustão .

suprimento do combustível. Ex.: fechamento de válvula ou interrupção de vazamento de combustível líquido ou gasoso, retirada de materiais combustíveis do ambiente em chamas, realização de aceiro, etc.

retirada do material combustível, ainda não atingido, da área

Método também denominado corte ou remoção do

da área Método também denominado corte ou remoção do Nesse método de extinção é retirada o

Nesse método de extinção é retirada o elemento combustível.

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ResfriamentoResfriamento

É o método mais utilizado. Consiste em diminuir a temperatura

do material combustível que está queimando, diminuindo, conseqüentemente, a liberação de gases ou vapores inflamáveis. A água é o agente extintor mais usado, por ter grande capacidade de absorver calor e ser facilmente encontrada na natureza. É inútil porem usar esse método com combustíveis com baixo ponto de combustão (menos de 20ºC), pois a água resfria até a temperatura ambiente. Ex.: Uso de Sprinkler e hidrantes em forma de neblina para combate incêndio.

Nesse método de extinção é retirada o elemento Calor.

e hidrantes em forma de neblina para combate incêndio. Nesse método de extinção é retirada o
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AbafamentoAbafamento

Consiste em diminuir ou impedir o contato do oxigênio com o material combustível. Não havendo comburente para reagir com o combustível, não haverá fogo. A diminuição do oxigênio em contato com o combustível vai tornando a combustão mais lenta, até a concentração de oxigênio chegar próxima de 8%, onde não haverá mais combustão. Ex.: Uso de uma tampa de panela para apagar uma chama na frigideira ou “bater” com a vassoura sobre a chama.

na frigideira ou “bater” com a vassoura sobre a chama. As chamas estão “vivas” enquanto há
na frigideira ou “bater” com a vassoura sobre a chama. As chamas estão “vivas” enquanto há
na frigideira ou “bater” com a vassoura sobre a chama. As chamas estão “vivas” enquanto há
na frigideira ou “bater” com a vassoura sobre a chama. As chamas estão “vivas” enquanto há

As chamas estão “vivas” enquanto há oxigênio suficiente, a falta do mesmo resultará na extinção do fogo, é exatamente isso que o abafamento faz, isola o combustível em chamas do comburente.

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PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

CLASSES DE FOGO

PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS CLASSES DE FOGO CLASSE “A” : São materiais de fácil combustão,

CLASSE “A”: São materiais de fácil combustão, queimam tanto na superfície como em profundidade, deixando resíduos. Ex.: madeira, papel, etc.

CLASSE “B”: São os produtos que queimam somente na superfície. Ex.: gasolina, óleos, graxas, etc.

CLASSE

“C”:

Ocorre

em

equipamentos

elétricos

energizados. Ex.: motores, quadros de distribuição, etc.

CLASSE

“D”:

Ocorre

em

materiais pirofóricos como

magnésio, zircônio, titânio, etc.

pirofóricos como magnésio, zircônio, titânio, etc. CLASSECLASSE AA CombustíveisCombustíveis sólidossólidos

CLASSECLASSE AA

CombustíveisCombustíveis

sólidossólidos

CLASSECLASSE AA CombustíveisCombustíveis sólidossólidos CLASSECLASSE BB LíquidoLíquido ee GasesGases

CLASSECLASSE BB

LíquidoLíquido ee GasesGases InflamáveisInflamáveis

BB LíquidoLíquido ee GasesGases InflamáveisInflamáveis CLASSECLASSE CC EquipamentosEquipamentos

CLASSECLASSE CC

EquipamentosEquipamentos

EnergizadosEnergizados

CLASSECLASSE CC EquipamentosEquipamentos EnergizadosEnergizados CLASSECLASSE DD MetaisMetais PirofóricosPirofóricos

CLASSECLASSE DD

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PirofóricosPirofóricos

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2009/20102009/2010 PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS TIPOS DE EXTINTORES Dióxido de Carbono , mais conhecido

TIPOS DE EXTINTORES

Dióxido de Carbono, mais conhecido como Gás Carbonico ou CO 2, usado preferencialmente nos incêndios classe “B” e “C”.

Pó Químico Sêco, usado nos incêndios classe “B” e “C”. Em materiais pirofóricos (classe “D”), será utilizado um pó químico especial.

Água Pressurizada, usado principalmente em incêndios de classe “A”. Em incêndios de classe “C”, só deve ser utilizado sob forma de neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe “B”.

neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe “B”. CO2CO2 PÓPÓ QUÍMICOQUÍMICO ÁGUAÁGUA
neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe “B”. CO2CO2 PÓPÓ QUÍMICOQUÍMICO ÁGUAÁGUA
neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe “B”. CO2CO2 PÓPÓ QUÍMICOQUÍMICO ÁGUAÁGUA
neblina. Nunca utilizar este tipo de extintor em incêndios de classe “B”. CO2CO2 PÓPÓ QUÍMICOQUÍMICO ÁGUAÁGUA

CO2CO2

PÓPÓ QUÍMICOQUÍMICO

ÁGUAÁGUA

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2009/20102009/2010 PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS INSPEÇÃO DE EXTINTORES Todo extintor deverá ter uma

INSPEÇÃO DE EXTINTORES

E COMBATE À INCÊNDIOS INSPEÇÃO DE EXTINTORES Todo extintor deverá ter uma ficha de controle de

Todo extintor deverá ter uma ficha de controle de inspeção, devendo ser inspecionado no mínimo 1 vez por mês, sendo observado seu aspecto externo, os lacres, manômetros e se os bicos e válvulas de alívio não estão entupidas.

Cada extintor deverá ter em seu bojo, uma etiqueta contendo data de carga, teste hidrostático e número de identificação.

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PREVENÇÃO E COMBATE À INCÊNDIOS

LOCALIZAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES

À INCÊNDIOS LOCALIZAÇÃO E SINALIZAÇÃO DE EXTINTORES Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil

Os extintores deverão ser instalados em locais de fácil acesso e visualização;

Os locais destinados aos extintores devem ser sinalizados por um círculo vermelho ou uma seta larga vermelha com bordas amarelas;

Embaixo do extintor, no piso, deverá ser pintada uma área de no mínimo 1m x 1m, não podendo ser obstruída de forma nenhuma;

Sua parte superior não poderá estar a mais de 1,60 m acima do piso;

Extintores

não

poderão

estar

instalados

em

paredes

de

escadas

e

não

poderão

ser

encobertos

por

pilhas

de

materiais.

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