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Ad elma Pime ntel 1 E dson Frazã o 2 V ítor Franc o 3

A s psicologi as nas Un iversidade s e Faculd ades públi cas e priv adas conti nuam send o transmi tidas pelos docentes como um c orpo polis sêmico de conhecime ntos. Os p roblemas de investig ação adqu iriram org anização s ofisticada e exigênci as de resu ltados co merciais, e m face a gestão d as institui ções de e nsino sup erior, atua lmente, se orientare m pela lógi ca do capi tal e pela criação de regulamen tos e dete rminações do que pe squisar.

T al diretriz está alinh ada a rev olução/ex pansão do capital fi nanceiro. Deste mod o, a ciên cia em g eral e a psicológic a, no qu e se refe re ao qu esito fina nciamento s, são norm alizadas p elas prescr ições de p roduzir co nheciment o que seja transform ado em ma is valia. Pa ra realizar tais impo sições dois parâmetr os de valo r desigual são indi cados: no campo a cadêmico, a formaç ão de eq uipes inte rdisciplina res; no c ampo do s resultad os comer ciais, fom entar diá logos

1 Dr.ª Psicologia clin ica, adjunto II I na Universid ade Federal do Pará. Docent e e pesquisado ra da graduaç ão e mestr ado em psicol ogia clinica e s ocial. apimen tel@uevora. pt

2 MS e m Biologia, As sistente IV na Universidade Federal do Pa rá. Docente e pesquisador d a graduação e m

psicol ogia.

3 Prof essor Auxiliar na Universida de de Évora. D ocente e pesq uisador em ps icologia. vfra n co@uevora. p t

PIMENTEL, A.; Frazão, E. & Franco, F. (2007) Fenomenologia, psicodinâmica e comportamentos paternos. In, V. Trindade, N. Trindade & A.A. Candeias (Orgs.). A Unicidade do Conhecimento. Évora: Universidade de Évora.

internacionais, nacionais e locais dos pesquisadores de modo que as limitações de um país, região ou estado seja suprida através de trocas.

Os produtores do conhecimento psicológico seguem tentando pós‐modernizar as suas concepções de ciência refletindo epistemologicamente os seus objetos e metodologias. P rocuram efetivar investigações orientadas pelos princípios de desconstrução das metateorias e da inclusão do sujeito informante no delineamento e realização da pesquisa.

Porém uma situação que tem mantido a sua feição polêmica é a do objeto da(s) psicologia(s). Para as fenomenologias é a consciência intencional voltada para diversos fins, por exemplo, a transcendência; a elucidação de si mesmo, das relações e do mundo. Para os behaviorismos, é o comportamento observável direta e/ou indiretamente; e para as psicanálises, o inconsciente e suas pulsões, porém considerando‐o de vários modos. Por exemplo, Lacan o concebe estruturado como linguagem.

Os trabalhos orientados pela psicologia filosófica se valem da:

1) fenomenologia husserliana, a qual, embora possua inspiração distinta, não consente aos psicólogos saírem do campo metodológico da clássica trincheira positivista, na medida que se mantém recorrendo à descrição das coisas mesmas. Nesta vertente o objeto é a essência, definida em Dartigues (1999) como o imutável, o que não varia. Tal determinação esbarra na impossibilidade em criar estabilidade para a condição humana e sua teia de relações (Arendt, 1992).

2) fenomenologia existencial teísta ou ateísta, cuja proposição (em ambas) é recolocar a problemática do cotidiano humano como pergunta central, preocupada metodologicamente com o esclarecimento da existência. Em seu bojo a corrente institui dois saltos epistemológicos no fazer da psicologia:

a) compreende que a verdade apoditica é o objeto da filosofia de Husserl;

b) toma a consciência intencional e relacional como objeto.

3) fenomenologia existencial hermenêutica que confirma a ruptura do modelo anterior e a expande quando se prende radicalmente a investigação dos atos intencionais de consciência expressos em diversas linguagens.

4) Acerca das “ciências psicológicas”, Frazão (2006) afiança que em conjunto não alcançaram o estatuto epistemológico de ciência, devido às seguintes ocorrências:

a) falta de coerência interna;

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PIMENTEL, A.; Frazão, E. & Franco, F. (2007) Fenomenologia, psicodinâmica e comportamentos paternos. In, V. Trindade, N. Trindade & A.A. Candeias (Orgs.). A Unicidade do Conhecimento. Évora: Universidade de Évora.

b) indefinição do objeto de estudo, de modo que não desenvolveram unicidade epistemológica (idéias, temas e problemas ‐ condições necessárias para alcançar os princípios de cientificidade) que lhe garanta eficiência técnica, unidade e eficácia metodológica de intervenção e tratamento.

Descrevendo seu modelo de trabalho, Pimentel (2005) recorre a análise fenomenológica do discurso proposta por Ricoeur (1979). Algumas orientações da mesma integram a metodologia base que a autora se vale para ponderar os dados empíricos. Os estudos de casos e multicasos integram o delineamento da pesquisa qualitativa. Deste modo a psicologia fenomenológica existencial hermenêutica vai sendo configurada não afeita as generalizações. Quanto à dimensão teórico‐ epistemologica, os resultados encontrados no campo investigativo são compreendidos recorrendo às chaves conceituais oferecidas pela Gestalt‐terapia.

Franco (2006) preocupa‐se com os limites e as possibilidades dos modelos de investigação psicológica em psicanálise. Argumenta que a formação, a inserção nos serviços de saúde, a pratica da transdiciplinaridade como alguns dos dilemas da produção do conhecimento.

Elenca o que considera desafios da investigação e da produção de saber: ao longo da minha prática profissional como psicólogo e professor tenho aprendido sobre as virtudes da pluralidade em Psicologia, acreditando que a unidade possível da Psicologia está na aceitação de um modelo de compreensão da vida mental que seja sólido, coerente e útil, mas assumindo que os grandes contributos da investigação psicológica para a vida dos nossos dias vêm da sua riqueza e diversidade teórica e metodológica.

Diz o autor: escrevi há uns anos: “As tradicionais fronteiras delimitadoras dos diferentes domínios do saber, do conhecimento e da investigação, vão‐se tornando cada vez menos estanques. Deixam de ser espaços de separação e, estando cada vez mais diluídas, tornam‐se zonas de proximidade enriquecedora e de sobreposição estimulante, espaços para um trabalho desafiante e fecundo.

No âmbito da Psicologia o contínuo alargamento dos seus domínios de intervenção e investigação tem permitido uma compreensão da realidade humana progressivamente mais abrangente, que ultrapassa os limites das suas diferentes especialidades e se projeta para além das dimensões das várias disciplinas.

Este movimento tem conduzido, por um lado, à especialização, com o surgimento contínuo de novas áreas dentro da Psicologia e, por outro, a novas articulações e interligações, com a permuta salutar e criativa de novas perspectivas dentro dos domínios mais clássicos (Franco, 2004). É desafiante, mas recompensador, tanto do ponto de vista profissional como acadêmico, trabalhar nessa zona de charneira onde frutifica a investigação.

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PIMENTEL, A.; Frazão, E. & Franco, F. (2007) Fenomenologia, psicodinâmica e comportamentos paternos. In, V. Trindade, N. Trindade & A.A. Candeias (Orgs.). A Unicidade do Conhecimento. Évora: Universidade de Évora.

Se esta é uma oportunidade e um repto, há, no entanto, alguns perigos: Vivemos uma época em que as grandes teorias do desenvolvimento e os grandes modelos explicativos foram colocados de lado, em detrimento de micro‐teorias. Isso tem repercussões no modo de encarar e operacionalizar a investigação podendo levar a investigação a ser puramente descritiva, socialmente inútil (se bem que nunca neutra nem descomprometida) ou então excessivamente pastosa, isto é, investigação apenas teórica e em que não se dão novos passos mas se fazem apenas reorganizações do já dito.

Outro desafio neste campo situa‐se ao nível da produção do saber resultante da clínica. A partir da clínica produz‐se também conhecimento científico (veja‐se Freud). No entanto, esse conhecimento ao transformar‐se em teoria submete‐se ao veredicto da investigação, isto é, da sua falsificabilidade e dos seus próprios limites. É por isso extremamente interessante e útil um modelo como o proposto por Harris e Meltzer (1990) em que se pode fazer o enquadramento da investigação. A questão do uso de métodos qualitativos versus quantitativos é assim de importância menor.

Frazão (2006) observa que em um primeiro estágio de seu trabalho alinhou‐se à lógica behaviorista cujo desenho experimental da pesquisa baseava‐se na perspectiva manipulativa funcional, sinonímia da Análise experimental do comportamento. Neste modelo o plano de pesquisa se dá com o sujeito único. Quantifica‐se o comportamento antes e depois da introdução da variável independente e posteriormente busca comprovar se há uma relação condicional entre a variável dependente e independente.

Atualmente, amplia seu horizonte de compreensão e de análise. Aprofunda os estudos da ecologia comportamental e psicologia evolutiva. Recorre a uma metodologia que se vale da estatística inferencial. Tal atualização se deu pelas avaliações críticas que tem feito aos problemas epistemológicos da psicologia, especialmente ao behaviorismo e a psicanálise; e pela verificação informal da limitada relevância dada aos fatores biológicos, um dos eixos do tripé bio‐psico‐ social de constituição do homem. Propõe que os profissionais que militam nestas vertentes se organizem de modo a produzir conhecimento que as constituam como ciências independentes.

Sobre a unicidade epistemológica, pensa que a Análise Experimental do Comportamento é vanguardista, pois atende aos critérios acima descritos, além de realizar investigações interdisciplinares, em que as neurociências são importantes interlocutores que contribuem na elaboração da resposta para a questão que, talvez, seja a última fronteira do conhecimento: o que faz fazermos o que fazemos? Como explicar a origem e o desenvolvimento dos comportamentos em homens e animais?

Após desenvolver estas questões, passemos ao campo de aplicação.

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PIMENTEL, A.; Frazão, E. & Franco, F. (2007) Fenomenologia, psicodinâmica e comportamentos paternos. In, V. Trindade, N. Trindade & A.A. Candeias (Orgs.). A Unicidade do Conhecimento. Évora: Universidade de Évora.

CONCEPÇÕES DE PATERNIDADE

Pontes e Cols (2005), afirmam que o padrão ideal passa a ser um pai mais

envolvido e ativo com seus filhos, que brinca e instrui, que leva os filhos para

passear e acampar

aponta que a vinda de um filho pode provocar no pai, sentimentos opostos de satisfação e alegria e exclusão, quando o bebê é percebido como rival ou centro das atenções maternas. Quanto à interação precoce pai‐bebê, os efeitos do contato, longo ou restrito, podem diferir consideravelmente entre populações de diferentes culturas e países, dependendo das normas e atitudes das pessoas sobre o envolvimento paterno (p.128)

educador na vida das crianças (p.201). Rohde (1991)

Mais

Wiliams & Aiello (2005) revisando a literatura sobre as influências paternas no desenvolvimento infantil identificaram que as funções do pai eram praticadas de acordo com o contexto socioeconômico, por exemplo, nos séculos XVI e XVII eram de provedor financeiro e promover o desenvolvimento moral e religioso; no XIX, devido à industrialização, estas foram reduzidas. Asseguram que são três as perspectivas em relação à paternidade: 1. Tradicional, caracterizada pela função de provedor; 2. Moderna, em que as principais atribuições são promover o desenvolvimento moral, escolar e emocional dos filhos; 3. Emergente, sugerindo a participação ativa nos cuidados e criação dos filhos.

Zoja (2005:152) relembra‐nos o sentido da palavra pai, derivado de pater, o

nutritor. Diferencia o pai do genitor, figura formal, criada, a partir do século II dC, Roma para introduzir a obrigação de dar alimento a quem é colocado no mundo. O

que dá inicio a toda paternidade singular o ato de vontade que não é apenas

físico. É a intenção masculina de conceber o filho e formar com ele um vínculo

estável

é

Cada vez mais ausente do mundo interno que remete ao desenvolvimento emocional e social dos filhos, a paternidade reflete as diversas crises que a cultura ocidental engendra: família, subjetividades, representações políticas em todas as esferas do poder, etc.

Entender a crise da paternidade requer focalizar alguns pontos que a configuram. Por exemplo: autoridade , reduzida pela inserção de novas figuras masculinas no universo psicológico das identificações que os filhos necessitam para subjetivação masculina; instabilidade do papel , instituída pelos novos provedores de recursos: mãe, filhos, e pela rapidez com que novas profissões surgem. Zoja (op.cit:169) assegura que o pai é – hoje – estavelmente deprimido. Perdeu o interesse pelo trabalho e também uma grande parte da sua relação concreta com a família.

Para Zoja, a decadência caracteriza a paternidade no âmbito das funções e da imagem. Sobre esta última, afirma que o estereotipo é a marca da feição construída mercadologicamente, os pais são todos jovens, todos belos e seminus. Todos eles surgem vestidos em jeans e de torso nu, como se as agências de publicidade de

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PIMENTEL, A.; Frazão, E. & Franco, F. (2007) Fenomenologia, psicodinâmica e comportamentos paternos. In, V. Trindade, N. Trindade & A.A. Candeias (Orgs.). A Unicidade do Conhecimento. Évora: Universidade de Évora.

todo o mundo tivessem assinado uma espécie de acordo secreto. Com imagens mais ou menos tediosas, o pai foi reduzido a um corpo. (op.cit. p:229)

O mercado cunhou a figura do cuidador para substituir a do patriarca,

entretanto, O cuidado primário do pai em relação ao filho permanece um ideal nobre ou uma fantasia pouco sincera, na prática, esse fato constitui uma realidade

absolutamente minoritária pai certamente sabe ajudar sua companheira. Mas,

de fato, ele se apresenta como novo companheiro, não como novo pai Falta‐lhe, por exemplo, uma relação especifica com o ato de nutrir (op.cit.p: 230). Pela velocidade com que os comportamentos masculinos reais se modificam atualmente é difícil prever quando esses padrões viriam a se tornar realidade, tampouco quais seriam as funções especificas que os distinguiriam da mãe. Por enquanto, o pai primário, dedicado aos cuidados naturais, é essencialmente uma fantasia cultural. (op.cit.p:231)

O

Em nossa pesquisa o problema central é examinar as funções que o pai de carne e osso considera pertencer a sua responsabilidade com o desenvolvimento dos

filhos, para identificar quais atos contribuem para a elaboração de um projeto humano orientado pela ética do cuidado e amorosidade. O pai não pode ser necessariamente o sujeito agressivo que assusta a criança e rompe sua simbiose

a simbiose não pode ocupar o lugar de ideal, nem a mãe nem ao

pai indistintamente.

com a mãe Mas

As funções biológica e afetiva do pai são proferidas pelo homem que

conscientemente eleva 4 o filho gerado e assumido. Para ser pai não basta saber o

que é o pai: é necessário conhecer o filho e a relação com ele

Formulando um augúrio para o futuro, ergue o filho com os braços e com o pensamento. Esse gesto será por todos os tempos a marca do pai (Zoja, 2005:84)

Heitor retira o elmo.

Descrever, compreender e explicar são os três horizontes da produção do conhecimento epistemologias que focalizamos sucintamente neste texto. Os modelos teóricos que cada um de nós se vale são de base biológica e filosófica. Acreditamos que o limite de um abre a fronteira para a intervenção do outro, e que todos colaboram para responder aspectos da problemática psicológica da humanidade em seus aspectos intra‐subjetivos e intersubjetivos.

Um desses problemas é o exercício da paternidade em uma época de grande individualismo. Sabemos que os benefícios para a saúde psíquica e social da criança que vive com um pai são mais amplos. Por exemplo, a aprendizagem das partilhas, dos valores etc. De que modo alguns homens eborenses estão exercendo sua paternidade? Há modelos orientadores? Quais as funções que realizam e quais valores ensinam aos seus filhos? Compreendem e praticam o amor, através de quais atos? São alguns dos objetivos da investigação qualitativa e quantitativa

4 Suscipere: elevar. Verbo. O ato de elevar fisicamente uma criança no ar por um instante significava transferi-la social e moralmente para um plano mais alto para toda a sua vida. Esta era a escolha do ai: um dom de vida social e moral para o filho. Zoja, 2005:153

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PIMENTEL, A.; Frazão, E. & Franco, F. (2007) Fenomenologia, psicodinâmica e comportamentos paternos. In, V. Trindade, N. Trindade & A.A. Candeias (Orgs.). A Unicidade do Conhecimento. Évora: Universidade de Évora.

realizada em Évora. As respostas serão cotejadas às teses dos sistemas teóricos que fundamentam este texto.

As inúmeras mudanças que tem ocorrido na organização da família, nos papéis feminino e masculino nos motivam a questionar o aporte do pai para o desenvolvimento infantil e cuidados primários. Além disso, variações nos vínculos familiares, a convivência com vários agentes de paternidade (pai biológico, padrasto, avô etc), promove a coexistência da criança com várias figuras masculinas que podem assumir ou não as funções de um pai. A investigação da paternidade levará em conta variáveis psicológicas, educacionais, sociais, histórico‐culturais e ecológicas.

Esta investigação tem um caráter intercultural. Faremos em Évora e em Belém, no Brasil, para identificar semelhanças e diferenças no exercício da paternidade de homens que são pais biológicos de crianças entre zero e seis anos. Levaremos em conta um delineamento qualitativo e quantitativo com focalização de variáveis psicológicas, educacionais, sociais, histórico‐culturais e ecológicas.

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