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O Abolicionismo (inacabado) no Brasil: uma breve análise da atualidade da obra de Joaquim Nabuco

Resumo. O texto busca compreender a atualidade dos fundamentos do abolicionismo escrito por Joaquim Nabuco no século XIX. Trata-se de tentar analisar à luz da essência da liberdade e igualdade propostos por Nabuco para que uma nação governe a si mesma, a concretude ou não da participação política dos segmentos da sociedade, após a abolição dos escravos, nesses espaços de diálogo e gestão da coisa pública.

1. Introdução Joaquim Nabuco publicou O Abolicionismo em 1883 em Londres. O livro foi escrito como forma de denunciar uma realidade dura e maléfica para o Brasil da época. Uma realidade que anulava as liberdades individuais defendidas pelo liberalismo do autor. A escravidão maléfica e vil corroía a sociedade brasileira com sua postura anti-liberal, concentrando força política e econômica nas mãos de poucos senhores de escravos, e claro, na mão do Imperador D. Pedro II. O trabalho escravo era necessário para a economia e, ao mesmo tempo, para consolidar a sociedade elitista, discriminatória e excludente. Os liberais brasileiros, pouco tinham avançado com suas ideias, diferenciando-se de seus pares da Europa, principalmente, da Inglaterra e França. Em seu livro, o abolicionismo, além da inexistência de escravos, seria fundamentado sobre o Brasil livre, emancipado, com respeito aos direitos individuais, liberdades econômicas, com política autônoma para a nação livre se auto-governar. O livro está dividido em Prefácio e 17 capítulos em que o relato dos estragos políticos, sociais, econômicos e culturais provocados pela escravidão no Brasil, aparecerão exaustivamente.

Uma outra classe estagnada devido à escravidão. Forças para a mudança social não existiam. nos quais se combatem duas naturezas opostas: a do senhor de nascimento e a do escravo domesticado”. da sociedade brasileira do século XIX. o autor relata: “Isso prova a confusão de classes e indivíduos. seus direitos políticos e elegibilidade. A escravidão impedia a economia liberal. não tinham vida mental. foi a dos lavradores. como pelo direito político. não havia associativismo de luta. Diante dessa flexibilização que domesticava o negro. 2000: 73) A escravidão promoveu privilégios tanto a brancos como a negros libertos. mestiços políticos. não tinham nenhuma influência política no país. Capítulo XV: Influências Sociais e Políticas da Escravidão – breve análise Em sua análise sobre a sociedade de classes promovida pela escravidão. mas não havia uma sociedade de castas que imobilizasse a convivência tanto pela cor. Os negros viviam à parte da sociedade. as liberdades individuais da maioria do povo brasileiro. e extensão ilimitada dos cruzamentos sociais entre escravos e livres.2 Vamos examinar. se pode assim dizer. 2. Como exemplo. A escravidão nefasta impedia o desenvolvimento dos lavradores sem terra. em que o autor faz uma análise fria e objetiva sobre a realidade. Eles não . nestas duas esferas. vamos perceber que essa realidade no século XXI no Brasil. os escravos livres tinham sua “cidadania”. Ao longo do texto. em especial. que fazem da maioria dos cidadãos brasileiros. Nabuco inicia com os senhores de escravos detentores do prestígio social e poder político no Brasil nesse período. liberdade e igualdade de oportunidades dentro de uma economia liberal. o Capítulo XV – Influências Sociais e Políticas da Escravidão. A questão da cidadania brasileira era algo impensável nesse ambiente. Os escravos e seus descendentes eram parasitas. com oportunidades para ambos.(Nabuco. não está tão díspare daquela criticada por Nabuco. A intenção do abolicionismo era de fazer tanto o senhor como o escravo: cidadãos.

3 eram proprietários. (ibidem: 75) Essa realidade aumenta a força dos proprietários de escravos. Sem liberdade econômica. não existiam porque a grande população de mão-de-obra era escrava e não poderia haver indústrias em um sistema autoritário e sem liberdade individual e econômica. A elite brasileira vem desde a escravidão. e mais do que isso. fidalgas.” (Nabuco. indivisa ainda. 77) . pelo menos rica. educada. Tornou-se uma forma rudimentar de atuação através do trabalho do mascate. ditando seu papel como concentradores de poder no país. O comércio não podia se expandir sem capital. Outra percepção do autor é o aumento do número de empregados públicos no Brasil no período. senão na antiga forma rudimentar. A escravidão concentrava a propriedade. da venda-bazar. nem jornais – não se encontra o comércio. patriótica. uma classe superior. da lavoura. os brasileiros mais ricos tiveram a opção de tornarem-se empregados públicos. 2000. As classes operárias (em que não se via as lutas de classes. fazendo parte de uma elite econômica no poder. digna de representar o país intelectual e moralmente. só mesmo a escravidão para suprir-lhe a necessidade de trabalho. que é uma função filha da escravidão. e também. grandes fregueses do comércio. p. Fica claro que esses empregados são pessoas herdeiras dos proprietários de escravos. havia uma abstinência de força política dentro de um Estado centralizador). Assim. sem ter onde vender seus produtos. Como nada se vê que revele o progresso intelectual dos habitantes – nem livrarias. E para essa produção em uma sociedade ausente de trabalho livre. como diz o autor: “A escravidão todavia conseguiu fazer dos senhores. estando expostos à expulsão de suas moradias e do trabalho.

essa é impossível com a escravidão. era o fator importante nas decisões políticas do governo brasileiro. não se poderia ter um projeto comum para a nação. corruptos. preocupação com seus interesses pessoais e os de suas famílias. A opinião pública. os fluxos de ir e vir das diversas culturas. O sistema representativo é “um enxerto de formas parlamentares num governo patriarcal” (ibidem: 81)). moralizada. Para Nabuco. é propriamente a consciência nacional. esclarecida. “Um povo que se habitua a ela (escravidão) não dá valor à liberdade. a população não pode ter interesses comuns para uma nação. mantendo o país em uma escuridão e ignorância. e desde que apareça. de que falo. o patriotismo não era nacional. o autor denuncia em sua obra. isto é.4 Essa elite dominava a propriedade e a política: ingredientes necessários para manter suas fortunas. Impediu a opinião pública que precisa das liberdades individuais para exercer suas visões sobre a realidade do país. É o interesse do privado suplantando o interesse público. de um capitalismo ainda nascente. personalistas. Impediu o aparecimento das idéias novas. honesta e patriótica. A influência econômica. 2000: 80) Na questão política. sob a bandeira da democracia. pois sem liberdade. Fica clara a concentração de poder nas mãos de uma elite que só se preocupava com os seus interesses privados. não para a construção de um projeto comum para o país. O povo brasileiro não tinha nenhuma capacidade cívica para a participação política. Isso faz com estejam em seus postos. o governo personalista devido ao centralismo de poder do imperador. . O conceito de patriotismo brasileiro se expressava na tentativa de ligação com a escravidão. Uma outra mazela da escravidão foi o repúdio à educação. governos autoritários. com o sistema ineficiente para a maioria. esta trata de destruí-la. nem aprende a governar-se a si mesmo” (ibid: 81) gerando uma indiferença política o que permite uma monarquia absoluta. (Nabuco. tendo os representantes. Escola e senzala se repeliam. como forma de identidade nacional.

em pleno século XIX. do nosso patriotismo. do nosso caráter. Para Nabuco. Práticas como plebiscito.5 Uma outra denúncia é sobre o orçamento da nação sendo utilizado mais para a guerra. Participação política efetiva: entre o abolicionismo e sua concretude A participação política (enquanto ato de decidir publicamente as melhores ações para a sociedade) é uma necessidade natural dos seres humanos defendida por jusnaturalistas.170). referendo e . Neste período (Iluminismo) em que se resgatava. fiel e objetiva do autor. O movimento político e social no Brasil estava às escuras. Para a emancipação do povo brasileiro. com uma percentagem enorme para esse fim. teoricamente. a prática democrática minimalista dos antigos (Atenas e Roma) como forma de participação direta nos negócios públicos. Nabuco nos deixa bem clara. poucos recursos financeiros. a situação inversa no Brasil em sua obra. de nós mesmos. período em que a Europa já tinha avançado nas ideias liberais. 3. principalmente no século XVIII. a defesa de um Estado mais racional e a crença na igualdade e liberdade eram fatores necessários para a expansão do mercado interno e externo. “Essa reforma individual. revela um país atrasado política e socialmente. é o único meio de suprimir efetivamente a escravidão da constituição social” (p. A análise. mas será que seu ideal abolicionista se concretizou a ponto de que essas teorias liberais estejam realmente maduras em nosso país? Algumas experiências de participação política estão acontecendo no Brasil. com um capitalismo já se desenvolvendo e com lutas de classes já se acentuando. no nosso sentimento de responsabilidade cívica. após a Constituição Federal de 1988.

1995). (SANTOS. os maiores de setenta anos e os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. (MENDES et al. na época de Nabuco. com o advento da República e suas fases. Como. Segundo os autores. 2010). as Teorias de Poder na formulação de políticas públicas no interior de um Estado (MENDES et al. quase inexistente. a sociedade civil era velada. Os conselhos gestores de políticas públicas são. a Teoria do Pluralismo pode ser uma luz para um modelo político universalista do Brasil. O processo “democrático” em que passa o país. experiências progressistas. seja esta a nossa realidade. Esta teoria. 2010). centralizadora de poder em uma monarquia absolutista. permite a participação individual através do sufrágio universal obrigatório. por ela ser uma protagonista essencial para a democratização da gestão pública. então. Mas. da mesma forma. embora seja facultativa para os analfabetos. A Teoria do Pluralismo em que o poder está fragmentado e descentralizado dando condições de toda a sociedade buscar a realização de seus anseios. com ditaduras e com a redemocratização do país em 1985. (STOCKER apud JUDGE et al. Esses exemplos requerem uma reflexão sobre a sociedade civil atual. existem três teorias: 1. evolutivas no ponto de vista da gestão democrática e paritária. Esta teoria é dominante na distribuição de poder nos Estados Unidos. estão inscritas na Carta Magna..6 iniciativa popular. no caso do poder político brasileiro não condiz com nossa realidade. A outra teoria seria a Teoria do Regime que busca empreender a “produção social” com a interdependência entre forças governamentais e não governamentais buscando a cooperação e coordenação entre estes atores. Uma característica desta Teoria é que os . Embora. principalmente o capital. 2001). a gestão era compartilhada por uma elite escravocrata. já que o poder político brasileiro tende a ser concentrado em pequenos grupos sociais que há tempos dominam os principais meios de produção. a sociedade brasileira está emancipada a ponto de ser protagonista na gestão das políticas públicas? As elites brasileiras são mais flexíveis e abertas a um projeto comum para o país? Analisemos.

. 2010). as práticas de cooperação e coordenação entre atores governamentais e não governamentais. por concentrar este controle de grande volume de dinheiro nas mãos de pequenos grupos sociais. parece com o modelo brasileiro.14) Apesar destas semelhanças do modelo brasileiro com a Teoria do Regime. que consiste em apoiar ou ser dependente de uma liderança de um pequeno grupo seleto que detém o poder e determina as políticas públicas sem grande oposição da sociedade. Segundo (MENDES et al. apreendidas como reflexos de um Estado centralizador e de uma sociedade civil fragilizada e.é possível compreender alguns dos vieses elitistas e excludentes dessas políticas.. por controlar recursos e decidir investimentos importantes para a sociedade. e sobretudo. mesmo que indiretamente. . esses espaços formais de gestão . contribuindo pouco para a consolidação de uma participação política efetiva na gestão do Estado brasileiro. ou os grandes agronegócios da década de 1990.7 empresários têm privilégios. Esta teoria. que historicamente têm apresentado posição política destacada no cenário nacional. Assim. Também se assemelha ao nosso modelo o lugar privilegiado dos empresários e dos industriais.. pouca formação política e técnica dos representantes da sociedade civil para essa vivência. com pouca influência sobre os processos de instituição e de implementação de políticas públicas. durante o Império. ainda. finalmente temos a Teoria da Elite moderna. 2010. como os barões do café em São Paulo e no Paraná... o que fragiliza a eficácia dessa gestão. Mesmo com a “presença” da sociedade civil em sua estrutura. (MENDES et al. 15) Os autores retratam. ainda não é algo concretizado e transparente em nossa sociedade. essa teoria seria a mais válida para explicar as articulações entre políticas públicas e poder na sociedade brasileira atual.(p. E. p. Esta elite dominante propõe e implementa políticas públicas sem grande oposição de outros grupos sem grande influência no cenário político.

26% dos brasileiros em extrema pobreza são analfabetos (BRASIL.IPECE2. para o “o funcionário “patrimonial”. acessado em nov. . ainda. em sua 1 Segundo (HOLANDA. significa uma igualdade que não implica o tratamento de isonomia e equidade entre os cidadãos. 1995. política e social da sociedade brasileira na atualidade. é refletido.9 mil pessoas vivendo na extrema pobreza. A concentração de renda. com renda familiar “per capita” inferior a R$ 70.” 2 Pesquisa: O Perfil Municipal de Fortaleza. IPECE.146).8 de políticas públicas são atrelados a uma elite que convive. http://diariodonordeste. 2012. contra 17% na região Sudeste. É um desafio atual. Uma ordem desigual como a nossa.. tentar quebrar essa cultura.2 milhões de pessoas. as funções. (CARDOSO DE OLIVEIRA. a desigualdade social e econômica no Brasil é gritante.00. na sociedade brasileira..com/noticia. p. necessária se faz a participação paritária qualitativa (não apenas quantitativa). 2012. econômica e social. buscando ser uma contracultura. O igualitarismo que temos. impossibilita uma construção conjunta da Nação. Pessoas em extrema pobreza somam 16. 2002).globo. na existência de 133. 2011). pode-se ter certeza de que o modelo político do Brasil não diverge tanto da análise realizada por Nabuco no século XIX: Quanto à idealização de liberdade individual e igualdade econômica no processo de participação para governar-se a si mesmo. por exemplo. Nada muito diferenciado do século XIX narrado por Nabuco. isto é. Vale salientar que estas pessoas estão concentradas. os empregos e os benefícios que deles aufere relacionam-se a direitos pessoais do funcionário e não a interesses objetivos . privatista e patrimonialista1. dos setores organizados da sociedade civil visando o bem comum. sendo 59% na região Nordeste.asp?codigo=348569&modulo=968. segundo o Instituto de Pesquisa Econômica e Estratégia do Ceará . Em Fortaleza. a própria gestão política apresenta-se como assunto de seu interesse particular. gera desigualdade regional. dentro de uma cultura do Estado brasileiro: clientelista. Para a concretização de uma justiça social. uma das maiores do mundo. Ao perceber a realidade estrutural.

(idem.9 grande maioria. se reflete no espaço de gestão de políticas públicas no Brasil. o Brasil ocupa a 84ª posição entre 187 países analisados pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento)4. (idem.. 3 http://processocom. . nas regionais V e VI na cidade. temos a realidade na proposição e instituição de políticas públicas. sem dúvida. Além desses indicadores e índices.wordpress. escolaridade.56. O país ficou classificado como de “Desenvolvimento Humano Elevado”. Os autores afirmam: Essa elite dominante é capaz de propor e instituir políticas públicas sem. empatando nessa posição com o Equador3. necessariamente. quanto mais perto de 1. Aliado a esta realidade. 14) Essa realidade.globo. um terço da população total do município está vivendo em favelas. mais desigual — com 0. 2010).com/brasil/noticia/2011/11/brasil-ocupa-84-posicao-entre-187-paises-no-idh2011. segundo este instituto.html pesquisado em janeiro de 2012. no Brasil.com/2010/07/27/onu-brasil-tem-3%C2%BA-pior-indice-de-gini-domundo/ pesquisado em janeiro de 2012. revelada pela Teoria da Elite moderna que demonstra o poder de um grupo seleto e elitizado de influenciar demasiadamente nessas políticas. expectativa de escolaridade e renda média. p. enfrentar oposição significativa de grupos sociais menos influentes no sistema político. 4 http://g1. Quanto ao Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) que se baseia em dados de expectativa de vida. embora outros índices contradigam esse termo. O Brasil tem o terceiro pior Índice de Gini do mundo — que mede o nível de desigualdade e.

Companhia das Letras. A concentração de renda e propriedade. Sérgio Buarque. 2011 CARDOSO DE OLIVEIRA. http://g1.com.htm pesquisado em janeiro de 2012. São Paulo. Isso representa 6% da população. Brasil. Rio de Janeiro: Relume Damará. Desenvolvimento e as Transformações do Estado brasileiro. Theories of urban politics. mais de 11 milhoes de pessoas vivem em favelas no Brasil. São Paulo. o abolicionismo fundamentado por Nabuco. London: Sage. Brasília. Raízes do Brasil. SILVA.com/brasil/noticia/2011/11/brasil-ocupa-84-posicao-entre-187paises-no-idh-2011. ainda.10 Dessa forma. Políticas Públicas. 26ª edição. 2010. persistem. a um projeto comum para a nação.uol. . político. como forma de alavancar o desenvolvimento humano. certo tipo de “senzalas”. JUDGE.html pesquisado em janeiro de 2012. Quebec e EUA. Segundo o site. não consegue conviver com o respeito à coisa comum.com. 2002. Camadas mais vulneráveis da sociedade vivem.htm pesquisado em janeiro de 2012. em favelas5. In: Políticas Públicas e Indicadores para o Desenvolvimento Sustentável. pois residem em espaços à margem dos serviços oferecidos pelo capital. et al. Como pensar uma participação efetiva e qualitativa na gestão da coisa pública neste ambiente? Bibliografia http://processocom. porém com suas relações sociais à luz de uma “liberdade” e “igualdade”. no século XIX.wordpress. 5 http://noticias.uol. atualmente. Saraiva..globo. http://noticias. 1995 MENDES et all. HOLANDA.com/2010/07/27/onu-brasil-tem-3%C2%BA-piorindice-de-gini-do-mundo/ pesquisado em janeiro de 2012. Direito legal e insulto moral: Dilemas da cidadania no Brasil. Luís Roberto.br/cotidiano/ultimas-noticias/2011/12/21/mais-de-11milhoes-vivem-em-favelas-no-brasil-diz-ibge-maioria-esta-na-regiao-sudeste. D. 1995.br/cotidiano/ultimas-noticias/2011/12/21/mais-de-11-milhoes-vivem-emfavelas-no-brasil-diz-ibge-maioria-esta-na-regiao-sudeste. SOUZA-LIMA (orgs). __________Plano Brasil sem Miséria. social e econômico do Brasil foi finalizado? A res publica.

. Salvador: Cetead. 2001. Espanha e Portugal. São Paulo: Mandacaru.S.) Políticas Sociais e transição democrática: análises comparativas de Brasil. 2000 SANTOS. Joaquim.11 NABUCO. R. São Paulo. (Org. O Abolicionismo. Publifolha.

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