Você está na página 1de 7

P R O V A

E S C R I T A

D E

GG EE OO GG RR AA FF II AA

G

E O G R A F I A

Duração da prova: 80 minutos Tolerância: 10 minutos

11 00 ºº

1 0 º

AA NN OO

A N O

––

TT

T

UU

U

RR

R

MM

M A

AA

BB

B

27 / janeiro / 2012

TE S TE

D E

ET A P A

versão 2

NOTA PRÉVIA:

. Nos itens de resposta aberta com cotação igual a 25 pontos, cerca de 10% da cotação é atribuída à comunicação em língua portuguesa.

. Identifique claramente os grupos e os itens a que responde. . Utilize apenas caneta ou esferográfica de tinta azul ou preta. . É interdito o uso de “esferográfica-lápis” e de corretor. . As cotações da prova encontram-se na página 7. . Pode utilizar régua e máquina de calcular não alfanumérica.

. Na sua folha de respostas, indique claramente o NÚMERO do item e a LETRA da alternativa pela qual optou.

  • - o número e/ou letra ilegíveis. . Em caso de engano, este deve ser riscado e corrigido, à frente, de modo bem legível. . Nos grupos V e VI, nos itens em que é pedido um número determinado de elementos:

    • - a indicação de elementos contraditórios anula a classificação de igual número de elementos corretos.

    • - se a resposta ultrapassar esse número, a classificação é feita segundo a ordem pela qual estão apresentados;

    • - mais do que uma opção (ainda que nelas esteja incluída a opção correta);

. É atribuída a cotação zero pontos aos itens em que apresente:

III e IV, em cada um dos itens,

a alternativa

SELECIONE

CORRETA.

grupos

Nos

II,

I,

.

GRUPO I

Após

a

adesão à

União

Europeia

(1986),

Portugal

adotou

uma nova

divisão

territorial,

conforme

docu-

mentam as Figu- ras A, B e C.

GRUPO I Após a adesão à União Europeia (1986), Portugal adotou uma nova divisão territorial, conforme
  • 1 A adesão de Portugal à União Europeia ocorreu em

    • A. 1986, conjuntamente com a Espanha.

    • B. 1996, depois da adesão da Grécia.

B. 1986, antes da adesão da Bélgica.

D. 1996, conjuntamente com a Espanha.

  • 2 A nova divisão territorial adotada por Portugal após a adesão à União Europeia

    • A. eliminou a que existia até então.

    • B. é usada sobretudo para fins estatísticos.

C. designa-se por NUT: Nova Unidade Territorial.

D. compreende uma hierarquia segundo 4 níveis.

  • 3 Os mapas apresentados correspondem: …

    • A. Figura A NUT I: Portugal continental e peninsular.

    • B. Figura B NUT II: As suas sub-regiões de Portugal continental.

    • C. Figura C NUT III: As grandes divisões regionais, onde se destaca uma certa homogeneida- de sob o ponto de vista natural e humano.

    • D. à totalidade do território português, mas excluem a Zona Económica Exclusiva.

  • 4 A associação dos países lusófonos designa-se por

    • A. PALOP.

    C. CPLP.

    • B. OCDE.

    D. ONU.

    • 5 A presença de Portugal em instituições como os PALOP e ou a CPLP

      • A. é geradora de conflitos (de interesse) entre Portugal e os restantes países que compõem a UE.

      • B. permite ao nosso país assumir-se como um interlocutor privilegiado entre os países pertencentes àquelas instituições e a União Europeia.

      • C. funciona como oportunidade para as exportações portuguesas, pois assenta no pressuposto da não diversificação de mercados.

      • D. Nenhuma das afirmações anteriores é opção.

    GRUPO II

    A radiação solar global total média que o nosso País é bastante superior à média europeia. No entanto, verifica-se uma acentuada diferenciação espacial, como se observa na Figura 1.

    • 1 Por radiação solar global entende-se

    • A. a

    energia

    proveniente

    do

    sol

    que

    atinge

    a

    superfície terrestre de forma direta.

     
    • B. a energia proveniente do sol.

     
    • C. a

    energia

    proveniente

    do

    sol

    que

    atinge

    a

    superfície terrestre, quer de forma direta quer de forma difusa.

    • D. a energia que é transformada em calor pela Terra.

    • 2 Em Portugal continental, a radiação solar glo- bal

    • A. é

    mais

    baixa

    no

    extremo Norte

    e

    no Litoral

    ocidental.

     
    • B. aumenta de Norte para Sul e do Interior para o Litoral.

    • C. é

    superior

    nas

    regiões

    do

    Sul

    e

    do

    Litoral

    ocidental.

    • D. Sul para

    diminui de

    Norte

    e

    do

    Interior para o

    Litoral.

    Figura 1
    Figura 1
    • 3 A desigual distribuição da radiação solar em Portugal continental deve-se, entre outras razões,

      • A. à influência da latitude e da proximidade do mar.

      • B. às consequências do movimento de translação da Terra.

      • C. à inclinação da Terra sobre o plano da sua órbita.

      • D. à variabilidade sazonal da radiação solar global.

  • 4 Portugal tem um potencial muito elevado para aplicações da energia solar. Esta afirmação é verdadeira

    • A. nomeadamente do fornecimento de energia elétrica para a sinalização rodoviária, os sistemas SOS nas autoestradas e os sistemas de controlo de tráfego aéreo.

    • B. como demonstra a instalação de centrais solares na região do Alentejo.

    • C. mas a sua utilização como recurso energético ainda não é feita.

    • D. e esse potencial é maior nas regiões do Litoral ocidental e no Alentejo.

  • 5 As excelentes condições de insolação e a amenidade do clima no nosso País

    • A. acentuam o tradicional problema da sazonalidade do turismo balnear no nosso País.

    • B. contribuem para o desenvolvimento do turismo, em particular o turismo sénior.

    • C. têm conduzido ao crescimento das receitas económicas no setor do turismo.

    • D. têm sido o principal fator de crescimento turístico nos últimos anos, em Portugal.

  • GRUPO III

    Atente nos seguintes perfis transversais e longitudinais de dois rios portugueses.

    Douro
    Douro
    • 1 Um perfil longitudinal é

      • A. uma linha que une pontos do tal- vegue desde a nascente até à foz.

      • B. uma linha que define a forma do vale numa determinada secção de um curso de água.

      • C. uma linha que une os pontos de menor altura do leito de um rio.

      • D. uma linha que une pontos de igual valor de profundidade média num curso de água.

  • 2 Os perfis transversais correspon- dentes a Barca de Alva e Celorico da Beira evidenciam

    • A. predomínio da erosão lateral.

    • B. considerável gradiente.

    • C. predomínio da erosão vertical.

    • D. vales em V aberto.

  • Mondego
    Mondego
    • 3 O rio português com maior comprimento é o

    • A. o Douro.

    C. o Sado.

    • B. o Mondego.

    D. o Tejo.

    • 4 Ao longo do ano, a variação da quantidade de água num rio designa-se por

    • A. caudal.

    C. l interflúvio.

    • B. leito.

    D. regime.

    • 5 Os dois rios portugueses retratados nos perfis longitudinais

      • A. têm uma orientação predominante diferente quando comparados com os rios Sado ou Guadiana.

      • B. correspondem a duas das principais bacias hidrográficas luso-espanholas.

      • C. têm a sua foz no mar Mediterrâneo.

      • D. constituem a exceção no que toca à orientação predominante da rede hidrográfica portuguesa.

    GRUPO IV

    A gestão dos recursos hídricos é um processo complexo, que implica um planeamento cuidadoso e uma coordenação de esforços a nível local, nacional e internacional, sobretudo quando há partilha de recursos hídricos, como acontece com os países ibéricos.

    1 – Uma bacia hidrográfica corresponde… A. à parte da água que, em média, escorre à
    1
    – Uma bacia hidrográfica corresponde…
    A.
    à parte da água que, em média, escorre à superfí-
    cie ou em canais subterrâneos.
    B.
    à superfície onde escoam as águas superficiais
    que desaguam numa única foz.
    C.
    ao conjunto dos rios, lagos, lagoas, albufeiras e
    águas superficiais de um território.
    D.
    ao conjunto de um rio principal e dos seus afluen-
    tes e subafluentes.
    2
    – Em Portugal continental, as bacias hidrográficas
    com maior escoamento médio são as dos rios…
    A.
    Ave-Leça, Lima, Cávado e Minho, por ocorrer mais
    precipitação.
    B.
    Minho, Lima, Cávado e Ave-Leça, por haver mais
    evapotranspiração.
    C.
    Tejo, Douro,
    Guadiana e Mondego, por terem
    maior superfície.
    Figura
    2
    – Escoamento médio
    nas principais
    D.
    Ave-Leça,
    Lima,
    Vouga
    e
    Mondego, pela
    bacias
    hidrográficas
    em
    Portugal
    densidade da rede hidrográfica.
    continental.
    • 3 Na Figura 2, as bacias hidrográficas luso-espanholas correspondem aos números

      • A. 1 Minho, 2 Lima, 6 Douro, 10 Tejo e 11 - Guadiana.

      • B. 1 Lima, 2 Ave-Leça, 5 Vouga, 10 Mondego e 12 - Sado.

      • C. 1 Minho, 2 Lima, 5 Douro, 10 Tejo e 12 - Guadiana.

      • D. 1 Lima, 2 Ave-Leça, 5 Vouga, 10 Douro e 12 - Guadiana.

  • 4 A maior quantidade de precipitação recebida nas bacias hidrográficas localizadas no Noroeste português, relativamente ao restante território continental, explica-se pela

    • A. baixa altitude média das redes hidrográficas.

    • B. influência frequente do anticiclone dos Açores.

    • C. existência de muitas bacias hidrográficas exclusivamente nacionais.

    • D. maior frequência da passagem das perturbações da frente polar.

  • 5 Da partilha de rios entre Portugal e Espanha podem ocorrer problemas como

    • A. o agravamento de situações de cheia, quando há descargas nas barragens portuguesas.

    • B. a redução dos caudais em períodos de seca, pelo armazenamento de água nas barragens.

    • C. a redução dos caudais como consequência dos transvases realizados em território espanhol.

    • D. a poluição dos rios pelos efluentes domésticos e pela atividade industrial, agrícola e pecuária.

  • GRUPO V As Figuras 3 e 4 correspondem a situações meteorológicas frequentes em Portugal.

    GRUPO V As Figuras 3 e 4 correspondem a situações meteorológicas frequentes em Portugal. Figura 3
    GRUPO V As Figuras 3 e 4 correspondem a situações meteorológicas frequentes em Portugal. Figura 3
    Figura 3 Figura 4 1 – Identifique a estação do ano correspondente a cada uma das
    Figura 3
    Figura 4
    1
    – Identifique a estação do ano correspondente a cada uma das figuras.
    2
    – Identifique a frente que afeta o sul de Portugal continental.
    3
    – Caraterize o estado de tempo associado à passagem dessa frente.
    VI
    Observe
    com
    atenção
    os
    mapas
    que
    se
    seguem.
    Principais formações geológicas em Portugal
    continental.
    Recursos hídricos subterrâneos renováveis (hm 3 /ano), de
    Portugal Peninsular, por sistema aquífero.
    1
    – Diga o que entende por aquífero.
    2
    – Refira o nome das unidades hidrogeológicas que ambos os mapas permitem reconhecer.
    3
    – Justifique a localização dos recursos hídricos subterrâneos renováveis, referindo-se:
    • - à área que em Portugal Peninsular regista os mais elevados valores de precipitação anual;

    • - à relação que existe entre a área anteriormente referida e a formação geológica dominante;

    • - ao nome das unidades hidrogeológicas onde se localizam os principais aquíferos;

    • - à relação entre a localização dos principais aquíferos em Portugal continental e a formação geológica dominante nessas áreas.

    FIM
    FIM
    • I 1
      2
      3
      4
      5

      • II 1
        2
        3
        4
        5

        • III 1
          2
          3
          4
          5

    IV

    1

    2

    3

    4

    5

    • V 1
      2
      3

      • VI 1
        2
        3

    C O T A Ç Õ E S

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

     

    25

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

     

    25

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

     

    25

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    5

    ˝

     

    25

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    16

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    8

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    26

    ˝

     

    50

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    10

    pontos

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    10

    ˝

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    .

    30

    ˝

     

    50

    pontos

    200 pontos