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PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO

NORMA DE REQUISITOS PARA QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE INSTRUMENTAÇÃO
Nº DOCUMENTO: PNQC-PR-CS-008

ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação

VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC

EMISSÃO 28/06/95

REV. C

DATA 14/04/99

Folha 1 de 16

Validade da certificação 7.Reexame 7.Escolaridade e experiência profissional 6.Cancelamento da certificação ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV.CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO 6.ABREVIATURAS E DEFINIÇÕES 4.OBJETIVO 2.1 .2 .Conhecimentos mínimos exigidos 6.APLICAÇÃO 3.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO ÍNDICE 1.1 .Qualificação 6.CERTIFICAÇÃO 7.4 .Descrição das atribuições típicas por nível 6.3 .5 .Definições 5.1 .3 .2 . C DATA 14/04/99 Folha 2 de 16 .NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES 4.Revogação da certificação 7.5 .NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO 5.2 .Recertificação 7.Abreviaturas 4.4 .Manutenção da certificação 7.Capacitação física e orgânica 6.1.

001 Manual de Qualidade do PNQC 4 .PR.APLICAÇÃO Esta norma aplica-se na qualificação e certificação de profissionais para execução de serviços de manutenção. e Sistemas Digitais.CS.001 Procedimentos de Funcionamento das Comissões Técnicas Setoriais PNQC . na área de instrumentação e controle de processo. A abrangência desta norma. Instrumentação analítica.AD. no âmbito do programa nacional de qualificação e certificação de pessoal na área de manutenção (PNQC). 2 .ABREVIATURAS E DEFINIÇÔES 4. 3 .NORMAS E/OU DOCUMENTOS COMPLEMENTARES PNQC. C DATA 14/04/99 Folha 3 de 16 .MA.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO 1 .1 – Abreviaturas CEQUAL Centro de Exame de Qualificação EPI Equipamento de Proteção Individual EPC Equipamento de Proteção Coletivo ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas CNQC Conselho Nacional de Qualificação e Certificação ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV.OBJETIVO Esta norma fixa as condições exigíveis à sistemática para a qualificação e certificação de executantes de serviços de manutenção em instrumentação industrial no campo e em oficina (laboratório) e descreve as atribuições e responsabilidades dos níveis de qualificação estabelecidos. compreende as seguintes especializações para profissionais da área de instrumentação: Controle de processos.

mínimos necessários para o desempenho das atividades de uma ocupação. ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV. Avaliação Exame sistemático para determinar a quanto uma entidade (organização. Capacidade Aptidão de uma entidade (organização. reparo e/ou retrabalho. subordinado do conselho nacional de qualificação e certificação.Definições Ação corretiva Providência documentada para determinar uma ação. máquina ou processo) é capaz de atender a requisitos especificados. C DATA 14/04/99 Folha 4 de 16 . formalmente indicada pelo órgão competente. Capacitação física e orgânica Requisitos físicos e orgânicos. que tornam um indivíduo apto a exercer uma ocupação. da causa básica das não conformidades. Candidato Profissional que satisfaz os pré-requisitos estabelecidos nas respectivas normas de qualificação. pessoa. máquina ou processo) para desempenhar determinadas atividades designadas e obter resultados que atendam aos requisitos especificados. a fim de evitar sua reincidência. mas preferencialmente em cooperação com o pessoal destas áreas. O objetivo da auditoria é atestar a conformidade ou avaliar a necessidade de melhorias ou correções. pessoa.2 . treinamento e/ou experiência. para submeter-se a exame de qualificação. As auditorias da qualidade são conduzidas por pessoal independente da área auditada (sem responsabilidade direta nas áreas auditadas). Capacitação profissional Conjunto de conhecimentos e habilidades obtidas através de formação. Auditoria Exame sistemático e independente que visa determinar se as atividades e resultados relativos à qualidade estão de acordo com as providências preestabelecidas e se são adequadas para atender aos objetivos.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO PNQC Programa Nacional de Qualificação e Certificação de Pessoal na Área de Manutenção 4. Auditor Profissional habilitado para executar auditoria. Bureau Bureau de qualidade e certificação é órgão executivo do sistema de qualificação e certificação.

registrando se um material ou um serviço atende aos requisitos especificados. Certificado de conformidade Documento emitido por entidade/organização ou pessoa autorizada. Certificação Atividade executada por entidade autorizada. a qualificação de profissionais. na qual o candidato deve demonstrar conhecimento prático na especialidade. nos graus requeridos para cada caso. assim como da importância do homem neste processo. atuando na causa imediata. Exame prático específico Prova prática escrita referente a especialização em consideração. reconhecida como tal pelo CNQC. na qual o candidato deve demonstrar habilidade psicomotora na execução dos serviços. referente a especialização da ocupação em consideração. Exame de qualificação Atividade de aferição da capacitação pessoal de um profissional para fins de certificação. Examinador Profissional formalmente credenciado pelo CEQUAL. Exame prático aplicado Prova prática operacional. aplicadas com o objetivo de informar as pessoas envolvidas sobre as necessidades e benefícios na execução. ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV. Conscientização Conjunto de medidas planejadas e programadas.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO Centros de Exames de Qualificação (CEQUAL) Órgão ou dependência de uma empresa ou instituição. verificar e atestar por escrito. de acordo com os requisitos preestabelecidos Certificado Documento que expressa o testemunho formal de uma qualificação. Disposição Providência documentada para determinar o reparo e/ou o retrabalho para correção de uma não conformidade. para determinar. capacitado para aplicar exames de qualificação a candidatos nas diversas modalidades de serviço especializados de manutenção. com qualidade de serviços. emitido sob as regras do sistema de qualificação. C DATA 14/04/99 Folha 5 de 16 . responsável pela condução dos exames de qualificação de pessoal nos respectivos centros. Especialidade Conjunto de características e habilidades profissionais que permitam o exercício de uma atividade específica dentro do qual o PNQC prevê qualificação. conhecimentos técnicos do mesmo. Especificação Documento que descreve os requisitos aos quais um material ou um serviço deve atender.

integração. e) Como deve ser controlada e registrada a atividade. que torna a qualidade de um serviço inaceitável ou indeterminado. c) Quando. normas. C DATA 14/04/99 Folha 6 de 16 . b) O que deve ser feito e por quem. Motivação Conjunto de medidas planejadas e programadas. ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV. materiais utilizados. características ou documento. Ocupação É conceituada como o conjunto de funções ou tarefas. Procedimento Maneira específica para realizar uma atividade. Não conformidade Deficiência de ação. O processo de obtenção desse status é chamado de processo de qualificação (algumas vezes abreviado para “qualificação”). socialização. relacionada com a profundidade dos conhecimentos exigidos. segurança. onde e como deve ser feito . experiências profissionais e aptidão física. referente a especialidade em consideração. d) Que materiais. correspondendo sempre o nível maior a um maior grau de conhecimentos. a fim de otimizar o aproveitamento da sua potencialidade.realização.seleção Prova escrita abrangendo princípios básicos das especialidades em consideração. aplicável aos candidatos que tenham atendido aos pré-requisitos de escolaridade. especificações.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO Exame teórico específico Prova escrita. um procedimento geralmente específico: a) Os objetivos e a abrangência da atividade. Qualificação Status dado a uma entidade e/ou a um profissional que tem demonstrado capacidade para atender a requisitos especificados. Exame pré. acarretando uma disposição Nível Graduação das qualificações de uma mesma ocupação. desenvolvidas com o objetivo de atender as necessidades do homem quanto a fisiologia. estima e auto. equipamentos e documentos devem ser utilizados . e operações destinadas a obtenção de produtos e/ou serviços. notar que: para designar esse status é utilizado freqüentemente o termo "qualificação". Lista de verificação Roteiro destinado a orientar as ações a serem seguidas em uma atividade visando evitar omissões. códigos e critérios de aceitação. procedimentos técnicos de execução. abrangendo equipamentos. regras básicas de segurança.

para isso. chaves sextavadas. alicates VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV. C DATA 14/04/99 Folha 7 de 16 • ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação .PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO Rastreabilidade Capacidade de recuperar-se o histórico. a aplicação ou a localização de um material ou de uma atividade.Instrumentista Nível I As atividades mais freqüentes neste nível são: • • Utilizar EPI e seguir procedimento ou norma de segurança. Selecionar adequadamente e utilizar ferramentas tais como chaves de fenda. manômetros tipo colunas de líquido. definindo as disposições e as ações corretivas necessárias. calibrador pneumático. instalação e manutenção em instrumentação e sistemas de automação e controle de processos.1. Relatório de não conformidade Documento que registra as falhas ou as deficiências detectadas. O instrumentista de nível II deverá ser qualificado em uma das especializações descritas no item 2 desta norma. bombas de peso morto (balanças de peso morto). banhos térmicos e outros instrumentos que se façam necessário. de: multímetro. calibrador eletrônico. 5. instalação e manutenção em instrumentação e sistemas de automação e controle de processos. manômetro padrão. termômetros.NÍVEIS DE QUALIFICAÇÃO Serão qualificados e certificados os profissionais na área de instrumentação nos seguintes níveis: Instrumentista Nível I Profissional qualificado para executar serviços de especificação. Recertificação Renovação do período de validade de uma certificação. chave de boca fixa ou ajustável.1 .se. através de identificação registrada. chaves de grifo. Instrumentista Nível II Profissional qualificado para executar serviços de especificação. desenvolvidas com o objetivo de capacitar e de habilitar o profissional para o desempenho das suas atividades.1. 5 . Treinamento Conjunto de medidas planejadas e programadas. Executar calibrações e ajustes utilizando.Descrição das atribuições típicas por nível 5. conforme o trabalho. Verificação de desempenho Avaliação de profissionais qualificados através de métodos de auditoria.

instrumentação analítica ou sistemas digitais. Transportar adequadamente instrumentos.1.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO • • • • • • • • ou outras que se façam necessárias para abrir.Escolaridade e experiência profissional O candidato a exames de qualificação deve comprovar mediante documentos.2 . 6 . substituindo peças defeituosas e detectando condições anormais de funcionamento. Ler e interpretar diagramas elétricos funcionais e diagramas de processos e instrumentação. trocando partes mecânicas defeituosas.1. desmontar. definidas abaixo: 6.1 . Zelar e manter o ambiente de trabalho em condições de higiene e limpeza. Executar manutenção em instrumentos e equipamentos mecânicos utilizados em instrumentação.Escolaridade mínima exigida 2º grau completo 6. Especificar. o atendimento aos requisitos mínimos de escolaridade e experiência profissionais.2 .CRITÉRIOS DE QUALIFICAÇÃO 6. cartões ou módulos eletrônicos com defeito. equipados e/ou peças sobressalentes Limpar e lubrificar instrumentos. com curso técnico profissionalizante em eletrotécnica ou eletrônica 2º grau completo e curso técnico em instrumentação ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC Experiência Mínima Exigida na Função de Instrumentista 3 anos 2 anos (estágio sendo contado como experiência) 1 ano (estágio sendo contado como experiência) EMISSÃO 28/06/95 REV. Escolaridade 2º grau completo 2º grau completo.1. Diagnosticar e identificar anormalidades em malhas típicas de instrumentação e controle de processos. identificar e instalar materiais. remontar ou fechar instrumentos ou equipamentos usados em medição e controle de processos. C DATA 14/04/99 Folha 8 de 16 . Especialização em controle de processos. Executar manutenção em instrumentos e equipamentos eletrônicos detectando condições anormais de funcionamento. O instrumentista de nível II deverá ser qualificado em uma das especializações descritas no item 2 desta norma.Instrumentista Nível II Estar apto a executar as mesmas atividades do instrumentista nível I acrescidas daquelas pertinentes a sua especialização. conforme estabelecem as normas ambientais.Tempo mínimo de experiência para candidatos a Nível I.1. 5. instrumentos e equipamentos comumente usados em instrumentação.

3 . 6. Capacitores e indutores.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO 6. Especificação e Utilização de Materiais Aplicados em Instrumentação • • • • • Tubos e conexões.Conhecimentos tecnológicos exigidos Tanto o instrumentista nível I quanto o instrumentista nível II devem dominar o mesmo corpo de conhecimentos tecnológicos.1.1. Cabos. Circuitos CC e CA. A diferença entre os dois está nos conhecimentos específicos que o instrumentista nível II tem que ter. caixas de passagem e conexões elétricas.2. Associação de resistores e divisores de tensão e corrente. Análise de riscos e observação de tarefas críticas. Utilização correta de ferramentas.Conhecimentos tecnológicos Exigidos da Função de Instrumentista Nível I 6. 6. Vedantes. 6. Preservação ambiental.2 . eletrodutos. VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV.3. juntas.1 . Noções de prevenção e combate a incêndio. C DATA 14/04/99 Folha 9 de 16 ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação . Riscos em eletricidade. 6. Identificação de atos e condições inseguras.2. 6. gaxetas e isolantes elétricos.Tempo mínimo de experiência para candidatos a Nível II O tempo mínimo é de 4 anos de experiência e já certificado no Nível I ou 1 ano de certificação no Nível I. Fluídos de selagem.2.2. Leis de Kirchoff. Lubrificantes.1.2.2 – Identificação e Utilização de Ferramentas de Aplicação em Instrumentação Industrial • • • Seleção de ferramentas adequadas ao uso. Higiene do Trabalho e Gestão Ambiental • • • • • • • Utilização de EPI/EPC. Limitação das ferramentas.4 . Primeiros socorros.1.1 – Segurança Industrial.Eletricidade Básica • • • • • • Lei de Ohm. em uma ou mais especializações listadas no item 2 desta norma.Identificação.1. Noções de eletromagnetismo.

Noções de aterramento. especificação. Transformadores.1.Eletrônica Digital • • • • • • Sistemas de numeração binário e hexadecimal. 14000 e GUIA 25). Fundamentos e métodos de medição. RAM. Circuitos típicos de chaveamento e potência. testes e diagnósticos de falhas e limitações de: • • • • • Medidores de pressão.PROM.8 – Medição de variáveis de processos Princípios de funcionamento. Sistema internacional de unidade. C DATA 14/04/99 ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação Folha 10 de 16 . RS e JK.2. Estatística aplicada à metrologia. Flip-flop (tipo 1). identificação. Álgebra Booleana. 6. 6. Sistemas de pesagem.5. Transistores. Medidores de temperatura.1. Medidores de nível.1. TRIAC e FET. NV-RAM. Fontes de alimentação. Reguladores de tensão e corrente. 6.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO • • • Medidas elétricas. calibração. aplicação. UV. Certificação x Credenciamento. PROM. instalação.2.1. Definição de normas e guias (ISO. Hierarquia de padrões de medição. Amplificadores operacionais. Vocabulário internacional de metrologia.6 . Memórias semicondutoras tipo ROM. VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV. Circuitos digitais. Análise de dados de medição.Eletrônica Geral • • • • • • • Funcionamento de diodos retificadores e Zener. Medidores de vazão.2. Portas lógicas. 9000.7 – Metrologia Básica • • • • • • • • • • Conceitos gerais. Circuitos com UJT. EE. 6. SCR.2.PROM. Rastreabilidade.

Levantamento de dados para seleção e dimensionamento de uma válvula de controle.2.9 – Nomenclatura e Simbologia • • • Símbolos e nomenclatura utilizados em diagrama de processo e instrumentação. Análise introdutória à cavitação. Implementação de lógica de intertravamento utilizando relés. Sistemas de amostragem (componentes e características físicas e químicas das amostras). ph. 6. Segurança em manutenção de analisadores.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO 6. umidade. intertravamento e proteção. programação de CLP utilizando linguagem LADDER. diagnóstico de defeitos. Ziegller Nichols e auto-sintonia. VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação EMISSÃO 28/06/95 REV.1. Dimensionamento e seleção de uma válvula de controle. paramagnético e óxido de zircônia). Feed-Forward e Split-Range). Cálculos para verificação de velocidade de escoamento e nível de ruído. Sintonia de controladores pelos métodos de tentativa e erro. Componentes principais de uma válvula de controle. relação. 6. Características de vazão. Funcionamento. C DATA 14/04/99 Folha 11 de 16 .2.1. Simbologia utilizada em diagramas lógicos. Acessórios de uma válvula de controle. vazão bloqueada e "flashing". Critérios necessários para instalação de uma válvula de controle. Classificação de instrumentos em relação à função. Materiais para construção e instalação de uma válvula de controle. infravermelho.1. condutividade.1.10 – Sistema de Alarme.11 – Fundamentos de Controle • • • • Conceitos e consideração básica de controle automático. interpretação desenvolvimento de alarme. calibração e ajustes de analisadores de processos.13 – Elementos Finais de Controle • • • • • • • • • • • • Tipos de válvula de controle.2.2. Malhas de controle avançado (cascata. Intertravamento e Proteção • • • Leitura.12 – Instrumentação Analítica • • • • Princípios de funcionamento (condutibilidade térmica. Ações de controle automático.2. 6. Tipos de atuadores. 6. portas lógicas e CLP. Manutenção. Classes de pressão/temperatura e vazamento.1.

prova de explosão e purga). Tipos de proteção usadas em instrumentação (segurança intrínseca.2.Introdução ao Cálculo Aplicado no Controle de Processos • • Números complexos. 6. Termômetros e pirômetros. diferenciação. Transmissão de sinais pneumáticos e eletrônicos.2.2. Conversores de sinais.2 .PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO 6.1.1. Funções de transferência aplicada ao controle automático.2. integração e equações diferenciais. catálogos e manuais técnicos.16 – Instrumentos e Equipamentos de Medição e Teste • • • • • • Megohmetros.1 – Especialização em Controle de Processos 6. 6.Conhecimento tecnológico exigível de um Instrumentista Nível II 6. C DATA 14/04/99 Folha 12 de 16 .2.2. Padrões e instrumentos de medição de massa. Configuração de instrumentos programáveis.2. Identificação do tipo de proteção adequado. Instrumentos de indicação e registro.2.2. 6.2. Calibradores. multímetros e osciloscópios. Colunas líquidas.2 – Funções de Transferência de Processos Industriais • • Diagramas de blocos e suas simplificações. temperatura grandezas elétricas. Transformada de Laplace aplicada ao controle de processo.18 – Inglês Técnico Leitura e interpretação de desenhos. Conhecimento de interface Homem x Máquina. 6.2. Interligação de instrumentos de uma malha de controle (analógico ou digital).1.15 – Instrumentação Aplicada • • • • • • Conceitos teóricos de funcionamento de instrumentos pneumáticos.14 – Classificação de Áreas e Proteção contra Explosões • • • Noções de classificação de áreas com atmosferas explosivas. 6. pressão.1.1.1. ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV.1 .17 – Informática Conhecimento de microinformática ao nível de usuário.2. 6.1.

6. Controle com Splint-Range. Aplicação e especificação de equipamentos para sistema de amostragem. Programação Ladder e em blocos.2. Testes e comissionamento.3 – Especialização em Sistemas Digitais 6. Critérios de performance para sistemas em malha fechada. VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV.6 – Controle e Multivariável • Noções de controle multivariável. Dados para especificação. 6.2.2 – Especialização em Instrumentação Analítica • • • • • • • • • • Análise de defeito em malhas com analisadores. Espectrometria. 6.2.1.2. Identificação de processos instáveis em malha aberta Identificação de processos estáveis em malha fechada.5 – Malhas Especiais e sua Sintonia • • • • • Controle em cascata.2.2.1.3 – Identificação de Processos • • • • Identificação de processos estáveis em malha aberta.2. Instalação / Configuração. Diagnóstico de falhas (Hardware e Software).2. Controle limites cruzados. Análise comparativa. Sintonia de malhas de controle com analisadores. Aplicação e especificação de padrões para calibração.2. Análise de gases pelo método cromatográfico. 6.2.2. 6. Cálculo de tempo morto e perda de carga. Método de sintonia de controladores PID por largura de pulso.2.1 – Controlador Lógico Programável (CLP) • • • • • • Aplicação.2. Identificação de processos instáveis em malha fechada.1.1. Controle de relação.3.4 – Sintonia de Controladores • • • Método de ciclagem contínua. Aplicação e especificação de analisadores industriais. Aplicação de analisadores em malhas de controle.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO 6.2. C DATA 14/04/99 Folha 13 de 16 ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação . Controle Feed-Forward.

Mecanismo de controle de acesso. Protocolo de comunicação. Drive de comunicação. Arquitetura TCP-IP. Topologia. 6.2.2. devem se submeter a um exame escrito de conhecimento e um prático específico.5 – Arquitetura de Sistemas • • • CLP.4 – Qualificação Os candidatos à instrumentista nível I e II. 6.2.2. conforme item 6. Dados para especificação. com base no programa de conhecimentos exigíveis. Equipamentos de conexão. Introdução a redes. serão definidos por médico do trabalho e deverão seguir a legislação vigente. SDCD.3 –Sistema Supervisório • • Aplicação. Dados para especificação.Capacitação física e orgânica Os requisitos mínimos físicos e orgânicos necessários para o desempenho das funções de instrumentista I e II. 6.2.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO 6.3. Interface de comunicação.2. 6. Sistema Hídrico.2. 6. e média aritmética igual ou superior a 70% dos itens de conhecimento. ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV.3. Os candidatos serão considerados qualificados quando obtiverem aproveitamento igual ou superior a 50% por item de conhecimento da estrutura de prova. Meios físicos de transmissão.2.3.2 – Sistemas Digitais de Controle Distribuído (SDCD) • • Aplicação.2. Modulação.3. Padrões de redes locais. C DATA 14/04/99 Folha 14 de 16 .4 – Redes de Comunicação • • • • • • • • • • • • • Princípio de comunicação de dados. Padronização por camadas.3 .

2 .Certificação Baseado nos resultados obtidos nos exames de qualificação. a partir da data de divulgação do resultado do exame teórico. 7.Manutenção da certificação A manutenção da certificação. desde que o realizado em um prazo de 180 (cento e oitenta) dias. No caso de instrumentista nível II. deverá tornar pública a situação da certificação dos profissionais. no prazo máximo de 30 (trinta) dias. 7. C DATA 14/04/99 Folha 15 de 16 .2. indicando o nível para qual o profissional esta qualificado e certificado. desde que atendido o disposto no item 7. a contar da data da certificação. no período de validade considerado no item 7.DOCTRAB / SEM 12814 CINTERFOR OIT". O profissional qualificado e certificado em uma área de especialização. O BUREAU. o candidato reprovado em uma terceira tentativa só pode requerer um novo exame decorrido o prazo mínimo de 180 (cento e oitenta) dias. sem necessidade de refazer as provas nas quais obteve aproveitamento satisfatório. será feita mediante a comprovação do exercício da ocupação. deverão seguir a metodologia descrita no "PNQC-PR-AD-012 . ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV. durante 30 (trinta) meses.5 . 7. Os candidatos reprovados em qualquer dos exames de qualificação podem requerer por mais duas vezes outro exame.Procedimento para elaboração.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO As provas escritas e práticas nas suas elaborações. reconhecido a nível internacional. o certificado deverá indicar as áreas de especialização. não necessitará dos exames comuns para se qualificar em outra área de especialização.1 . conforme publicação "Guia para Administração e Análise de Provas Ocupacionais .1. quando solicitado.Reexame Os candidatos que não obtiverem aproveitamento mínimo suficiente para aprovação no primeiro exame de qualificação deverão aguardar o prazo mínimo de 30 (trinta) dias a partir da divulgação dos resultados para requerer outro exame.Validade da certificação A certificação de profissionais em qualquer um dos dois níveis tem prazo de validade de 48 (quarenta e oito) meses. devendo fazer o exame em sua totalidade . validação e análise de provas ocupacionais". 6. o BUREAU expedirá uma carteira de identificação.

3 . o instrumentista. sendo então necessário realizar todo processo normal de qualificação. que indiquem não mais estar o profissional qualificado para exercer as atividades da ocupação para as quais foi certificado.5 . caso contrário.PROGRAMA NACIONAL DE QUALIFICAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DE PESSOAL NA ÁREA DE MANUTENÇÃO 7. será considerado cancelada a certificação. C DATA 14/04/99 Folha 16 de 16 . para reaver a certificação .1. num prazo máximo de 60 (sessenta) dias após o vencimento da certificação. 7. e prática de atos delituosos. A critério do BUREAU. 7. imperícia grave. Quando houver evidências objetivas e comprovadas apresentadas ao BUREAU e por este analisada e aceita.4 .Revogação da certificação A Revogação da certificação ocorrerá nos seguintes casos: • • Perda da demanda física ou psíquica do profissional para exercer as atividades da ocupação para qual está certificado . poderá ter suspensa a sua certificação. que decide ou não pelo cancelamento da certificação ELABORADO POR Comissão Técnica de Instrumentação VERIFICADO APROVADO POR POR Bureau CNQC EMISSÃO 28/06/95 REV. mediante comprovação através da carteira de trabalho ou contato de prestação de serviços. conforme item 7.Cancelamento da certificação Na ocorrência de casos de fraude. cabendo ao gerente do BUREAU encaminhar a documentação pertinente ao CNQC.Recertificação Certificações vencidas poderão ser renovadas pelo BUREAU para um período. cabem ao BUREAU a análise das solicitações. das evidências objetivas e das apurações dos fatos.