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UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS

INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS E LETRAS

DEPARTAMENTO DE GEOGRAFIA TEORIA E MÉTODO DE GEOGRAFIA

UMA INTERPRETAÇÃO FENOMENOLÓGICA NA GEOGRAFIA

Prof. Msc. Jonas Lucas Vital de Medeiros

Manaus - AM

2012

Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto
Objetivo da aula

Objetivo da aula

Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente
Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente
Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente
Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente
Conhecer a trajetória da fenomenologia na

Conhecer a trajetória da fenomenologia na

Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente
Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente
Objetivo da aula Conhecer a trajetória da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente
Geografia, seus princípios e conceitos,

Geografia, seus princípios e conceitos,

da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente filosófica que prioriza as experiências
da fenomenologia na Geografia, seus princípios e conceitos, enquanto corrente filosófica que prioriza as experiências
enquanto corrente filosófica que prioriza as

enquanto corrente filosófica que prioriza as

e conceitos, enquanto corrente filosófica que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e
e conceitos, enquanto corrente filosófica que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e
experiências “pré - científicas” do indivíduo, e

experiências “pré-científicas” do indivíduo, e

que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
sua relação com o estudo do lugar.

sua relação com o estudo do lugar.

que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
que prioriza as experiências “pré - científicas” do indivíduo, e sua relação com o estudo do
Introdução Fazer Geografia exige a escolha de um realidade geográfica. método para poder lançar o
Introdução

Introdução

Introdução Fazer Geografia exige a escolha de um realidade geográfica. método para poder lançar o olhar
Introdução Fazer Geografia exige a escolha de um realidade geográfica. método para poder lançar o olhar
Fazer Geografia exige a escolha de um realidade geográfica.

Fazer Geografia exige a escolha de um

realidade geográfica.

Geografia exige a escolha de um realidade geográfica. método para poder lançar o olhar para a
método para poder lançar o olhar para a

método para poder lançar o olhar para a

geográfica. método para poder lançar o olhar para a Qual o caminho? em classe social? A
geográfica. método para poder lançar o olhar para a Qual o caminho? em classe social? A
geográfica. método para poder lançar o olhar para a Qual o caminho? em classe social? A
geográfica. método para poder lançar o olhar para a Qual o caminho? em classe social? A
geográfica. método para poder lançar o olhar para a Qual o caminho? em classe social? A
Qual o caminho? em classe social?

Qual o caminho?

em classe social?

lançar o olhar para a Qual o caminho? em classe social? A Geografia que concebe o
A Geografia que concebe o homem apenas

A Geografia que concebe o homem apenas

como mais um elemento da natureza ou,

como mais um elemento da natureza ou,

concebe o homem apenas como mais um elemento da natureza ou, ainda, a Geografia que transformou
ainda, a Geografia que transformou o homem

ainda, a Geografia que transformou o homem

da natureza ou, ainda, a Geografia que transformou o homem É possível uma Geografia que resgate
da natureza ou, ainda, a Geografia que transformou o homem É possível uma Geografia que resgate
da natureza ou, ainda, a Geografia que transformou o homem É possível uma Geografia que resgate
da natureza ou, ainda, a Geografia que transformou o homem É possível uma Geografia que resgate
É possível uma Geografia que resgate os

É possível uma Geografia que resgate os

o homem É possível uma Geografia que resgate os homens e as mulheres dos lugares em
homens e as mulheres dos lugares em suas

homens e as mulheres dos lugares em suas

uma Geografia que resgate os homens e as mulheres dos lugares em suas temporalidades e espacialidades
temporalidades e espacialidades singulares?

temporalidades e espacialidades singulares?

uma Geografia que resgate os homens e as mulheres dos lugares em suas temporalidades e espacialidades
uma Geografia que resgate os homens e as mulheres dos lugares em suas temporalidades e espacialidades
Introdução A Fenomenologia permite fazer uma conexão com suas experiências percebidas e vividas, pois: entre
Introdução

Introdução

Introdução A Fenomenologia permite fazer uma conexão com suas experiências percebidas e vividas, pois: entre
Introdução A Fenomenologia permite fazer uma conexão com suas experiências percebidas e vividas, pois: entre
A Fenomenologia permite fazer uma conexão com suas experiências percebidas e vividas, pois:

A Fenomenologia permite fazer uma conexão

com suas experiências percebidas e vividas,

pois:

com suas experiências percebidas e vividas, pois: entre Geografia e os homens dos lugares “todo universo
entre Geografia e os homens dos lugares

entre Geografia e os homens dos lugares

e vividas, pois: entre Geografia e os homens dos lugares “todo universo da ciência é constituído
e vividas, pois: entre Geografia e os homens dos lugares “todo universo da ciência é constituído
e vividas, pois: entre Geografia e os homens dos lugares “todo universo da ciência é constituído
e vividas, pois: entre Geografia e os homens dos lugares “todo universo da ciência é constituído
e vividas, pois: entre Geografia e os homens dos lugares “todo universo da ciência é constituído
e vividas, pois: entre Geografia e os homens dos lugares “todo universo da ciência é constituído
“todo universo da ciência é constituído sobre o

“todo universo da ciência é constituído sobre o

“todo universo da ciência é constituído sobre o mundo vivido, e se queremos pensar a própria
mundo vivido, e se queremos pensar a

mundo vivido, e se queremos pensar a

é constituído sobre o mundo vivido, e se queremos pensar a própria ciência com rigor, apreciar
própria ciência com rigor, apreciar

própria ciência com rigor, apreciar

exatamente seu sentido e seu alcance,

exatamente seu sentido e seu alcance,

com rigor, apreciar exatamente seu sentido e seu alcance, precisamos primeiramente despertar essa experiência do
precisamos primeiramente despertar essa

precisamos primeiramente despertar essa

e seu alcance, precisamos primeiramente despertar essa experiência do mundo da qual é a expressão segunda”
experiência do mundo da qual é a expressão

experiência do mundo da qual é a expressão

segunda” (MERLEAU PONTY apud

segunda” (MERLEAU PONTY apud

despertar essa experiência do mundo da qual é a expressão segunda” (MERLEAU PONTY apud NOGUERA, p.
NOGUERA, p. 210, 2004)

NOGUERA, p. 210, 2004)

despertar essa experiência do mundo da qual é a expressão segunda” (MERLEAU PONTY apud NOGUERA, p.
despertar essa experiência do mundo da qual é a expressão segunda” (MERLEAU PONTY apud NOGUERA, p.
despertar essa experiência do mundo da qual é a expressão segunda” (MERLEAU PONTY apud NOGUERA, p.
Introdução A perspectiva fenomenológica na Geografia físico e humano para descrever o mundo vivido, onde
Introdução

Introdução

Introdução A perspectiva fenomenológica na Geografia físico e humano para descrever o mundo vivido, onde o
Introdução A perspectiva fenomenológica na Geografia físico e humano para descrever o mundo vivido, onde o
A perspectiva fenomenológica na Geografia físico e humano para descrever o mundo vivido, onde o

A perspectiva fenomenológica na Geografia

físico e humano para descrever o mundo

vivido, onde o físico e humano são

diversos sujeitos que os experiênciam (pág.

humano são diversos sujeitos que os experiênciam (pág. deixar de priorizar a descrição do mundo elementos
deixar de priorizar a descrição do mundo

deixar de priorizar a descrição do mundo

(pág. deixar de priorizar a descrição do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO
(pág. deixar de priorizar a descrição do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO
(pág. deixar de priorizar a descrição do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO
(pág. deixar de priorizar a descrição do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO
elementos percebidos e interpretados pelos

elementos percebidos e interpretados pelos

do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
212).

212).

do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
SUJEITO mais que objeto, são

SUJEITO

SUJEITO mais que objeto, são

mais que objeto, são

do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
autores da pesquisa.  

autores da pesquisa.

 
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
do mundo elementos percebidos e interpretados pelos 212). SUJEITO mais que objeto, são autores da pesquisa.
Introdução Existe uma ligação profunda entre o real (realidade geográfica) e a subjetividade do sujeito
Introdução

Introdução

Introdução Existe uma ligação profunda entre o real (realidade geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág.
Introdução Existe uma ligação profunda entre o real (realidade geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág.
Existe uma ligação profunda entre o real (realidade geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág.

Existe uma ligação profunda entre o real (realidade

geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág. 213).

geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág. 213). A fenomenologia parte da intencionalidade do sujeito,
geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág. 213). A fenomenologia parte da intencionalidade do sujeito,
geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág. 213). A fenomenologia parte da intencionalidade do sujeito,
geográfica) e a subjetividade do sujeito (pág. 213). A fenomenologia parte da intencionalidade do sujeito,
A fenomenologia parte da intencionalidade do sujeito, não separando-o do objeto, pois estes são (pág.

A fenomenologia parte da intencionalidade do

sujeito, não separando-o do objeto, pois estes são

(pág. 213).

não separando-o do objeto, pois estes são (pág. 213). entendidos na correlação ser-envolto-no-mundo   SER
não separando-o do objeto, pois estes são (pág. 213). entendidos na correlação ser-envolto-no-mundo   SER
entendidos na correlação ser-envolto-no-mundo

entendidos na correlação ser-envolto-no-mundo

(pág. 213). entendidos na correlação ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA
(pág. 213). entendidos na correlação ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA
(pág. 213). entendidos na correlação ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA
 
 
 
SER HOMEM

SER

HOMEM

na correlação ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM
na correlação ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM
MUNDO LUGAR DE VIDA

MUNDO

MUNDO LUGAR DE VIDA

LUGAR DE VIDA

ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO
ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO
 
 
 
ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO
ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO
REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO

REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO

ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO
ser-envolto-no-mundo   SER HOMEM MUNDO LUGAR DE VIDA   REVELA UMA GEOGRAFICIDADE EM CADA SUJEITO
Introdução “Geograficidade refere-se às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as
Introdução

Introdução

Introdução “Geograficidade refere-se às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as
Introdução “Geograficidade refere-se às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as
Introdução “Geograficidade refere-se às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as
“Geograficidade refere-se às várias maneiras

“Geograficidade refere-se às várias maneiras

“Geograficidade refere-se às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as suas
“Geograficidade refere-se às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as suas
pelas quais sentimos e conhecemos

pelas quais sentimos e conhecemos

às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as suas formas, e refere-
às várias maneiras pelas quais sentimos e conhecemos ambientes em todas as suas formas, e refere-
ambientes em todas as suas formas, e refere-

ambientes em todas as suas formas, e refere-

e conhecemos ambientes em todas as suas formas, e refere- se ao relacionamento com os espaços
se ao relacionamento com os espaços e as

se ao relacionamento com os espaços e as

formas, e refere- se ao relacionamento com os espaços e as paisagens, construídas e naturais, que
formas, e refere- se ao relacionamento com os espaços e as paisagens, construídas e naturais, que
paisagens, construídas e naturais, que são

paisagens, construídas e naturais, que são

espaços e as paisagens, construídas e naturais, que são as bases e recursos das habilidades do
espaços e as paisagens, construídas e naturais, que são as bases e recursos das habilidades do
as bases e recursos das habilidades do

as bases e recursos das habilidades do

e naturais, que são as bases e recursos das habilidades do homem e para as quais
e naturais, que são as bases e recursos das habilidades do homem e para as quais
homem e para as quais há uma fixação

homem e para as quais há uma fixação

recursos das habilidades do homem e para as quais há uma fixação existencial” (DARDEL apud NOGUEIRA,
existencial” (DARDEL apud NOGUEIRA, p.

existencial” (DARDEL apud NOGUEIRA, p.

recursos das habilidades do homem e para as quais há uma fixação existencial” (DARDEL apud NOGUEIRA,
recursos das habilidades do homem e para as quais há uma fixação existencial” (DARDEL apud NOGUEIRA,
213, 2004).

213, 2004).

recursos das habilidades do homem e para as quais há uma fixação existencial” (DARDEL apud NOGUEIRA,
Introdução A fenomenologia não é uma teoria do sujeito, pois não substitui o objeto pelo
Introdução

Introdução

Introdução A fenomenologia não é uma teoria do sujeito, pois não substitui o objeto pelo sujeito,
Introdução A fenomenologia não é uma teoria do sujeito, pois não substitui o objeto pelo sujeito,
Introdução A fenomenologia não é uma teoria do sujeito, pois não substitui o objeto pelo sujeito,
A fenomenologia não é uma teoria do sujeito,

A fenomenologia não é uma teoria do sujeito,

Introdução A fenomenologia não é uma teoria do sujeito, pois não substitui o objeto pelo sujeito,
Introdução A fenomenologia não é uma teoria do sujeito, pois não substitui o objeto pelo sujeito,
pois não substitui o objeto pelo sujeito, mas

pois não substitui o objeto pelo sujeito, mas

do sujeito, pois não substitui o objeto pelo sujeito, mas pensa o sujeito enquanto “ser -envolto-no-
pensa o sujeito enquanto “ser -envolto-no-

pensa o sujeito enquanto “ser-envolto-no-

sujeito, mas pensa o sujeito enquanto “ser -envolto-no- mundo, o “mundo de vida”, habitado por sujeitos
sujeito, mas pensa o sujeito enquanto “ser -envolto-no- mundo, o “mundo de vida”, habitado por sujeitos
mundo, o “mundo de vida”, habitado por

mundo, o “mundo de vida”, habitado por

-envolto-no- mundo, o “mundo de vida”, habitado por sujeitos que possuem uma relação individual com ele
-envolto-no- mundo, o “mundo de vida”, habitado por sujeitos que possuem uma relação individual com ele
sujeitos que possuem uma relação individual

sujeitos que possuem uma relação individual

habitado por sujeitos que possuem uma relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva ,
habitado por sujeitos que possuem uma relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva ,
com ele (o mundo). Nessa relação

com ele (o mundo). Nessa relação

uma relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva , social, que constrói seus lugares
uma relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva , social, que constrói seus lugares
intersubjetiva , social, que constrói seus

intersubjetiva , social, que constrói seus

relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva , social, que constrói seus lugares (pág.
lugares (pág. 215).

lugares (pág. 215).

relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva , social, que constrói seus lugares (pág.
relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva , social, que constrói seus lugares (pág.
relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva , social, que constrói seus lugares (pág.
relação individual com ele (o mundo). Nessa relação intersubjetiva , social, que constrói seus lugares (pág.
Geografia e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são
Geografia e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são
Geografia e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são
Geografia e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são
Descrição, intencionalidade, redução

Descrição, intencionalidade, redução

e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são princípios da
e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são princípios da
e o estudo do lugar Descrição, intencionalidade, redução fenomenológica e intersubjetividade são princípios da
fenomenológica e intersubjetividade são

fenomenológica e intersubjetividade são

redução fenomenológica e intersubjetividade são princípios da Fenomenologia que permite fazer uma ponte com
redução fenomenológica e intersubjetividade são princípios da Fenomenologia que permite fazer uma ponte com
princípios da Fenomenologia que permite

princípios da Fenomenologia que permite

são princípios da Fenomenologia que permite fazer uma ponte com a Geografia, pois o mundo pode
são princípios da Fenomenologia que permite fazer uma ponte com a Geografia, pois o mundo pode
fazer uma ponte com a Geografia, pois o

fazer uma ponte com a Geografia, pois o

que permite fazer uma ponte com a Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir
que permite fazer uma ponte com a Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir
mundo pode ser compreendido a partir do

mundo pode ser compreendido a partir do

a Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty
corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud

corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud

Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud
Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud
NOGUEIRA, p. 217, 2004)

NOGUEIRA, p. 217, 2004)

Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud
Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud
Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud
Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud
Geografia, pois o mundo pode ser compreendido a partir do corpo (eu), segundo Merleau Ponty (apud
É na relação intersubjetiva que o lugar vai sendo
É na relação intersubjetiva que o lugar vai sendo
É na relação intersubjetiva que o lugar vai sendo

É na relação intersubjetiva que o lugar vai sendo

construído O espaço não é o palco dos

construído

O

espaço

não

é

o palco dos

acontecimentos e pode ser compreendido de três

acontecimentos e pode ser compreendido de três

o palco dos acontecimentos e pode ser compreendido de três maneiras, segundo M-Ponty:  1-O espaço
maneiras, segundo M-Ponty:

maneiras, segundo M-Ponty:

e pode ser compreendido de três maneiras, segundo M-Ponty:  1-O espaço espacializado, representado pelo meu
e pode ser compreendido de três maneiras, segundo M-Ponty:  1-O espaço espacializado, representado pelo meu
e pode ser compreendido de três maneiras, segundo M-Ponty:  1-O espaço espacializado, representado pelo meu
 1-O espaço espacializado, representado pelo meu corpo e as coisas, esquerda, o próximo e

1-O espaço espacializado, representado pelo meu corpo e as coisas,

esquerda, o próximo e o distante podem aparecer-me como uma

suas relações concretas segundo o alto e o baixo, à direita e a

suas relações concretas segundo o alto e o baixo, à direita e a

concretas segundo o alto e o baixo, à direita e a multiplicidade irredutível. Esse seria o
concretas segundo o alto e o baixo, à direita e a multiplicidade irredutível. Esse seria o
multiplicidade irredutível. Esse seria o espaço físico. O que indica a

multiplicidade irredutível. Esse seria o espaço físico. O que indica a

posição dos objetos;  

posição dos objetos;

 
físico. O que indica a posição dos objetos;    2-O espaço espacializante, este só vive
físico. O que indica a posição dos objetos;    2-O espaço espacializante, este só vive
físico. O que indica a posição dos objetos;    2-O espaço espacializante, este só vive
 2-O espaço espacializante, este só vive por um sujeito que o trace, é

2-O espaço espacializante, este só vive por um sujeito que o trace, é

o espaço traçado, geométrico, é a espacialidade homogênea e isotrópica;

o espaço traçado, geométrico, é a espacialidade homogênea e

isotrópica;

geométrico, é a espacialidade homogênea e isotrópica;  3-Experiência do espaço, aquela dada na relação do
geométrico, é a espacialidade homogênea e isotrópica;  3-Experiência do espaço, aquela dada na relação do
geométrico, é a espacialidade homogênea e isotrópica;  3-Experiência do espaço, aquela dada na relação do
geométrico, é a espacialidade homogênea e isotrópica;  3-Experiência do espaço, aquela dada na relação do
 3-Experiência do espaço, aquela dada na relação do meu corpo com lugar produzido no

3-Experiência do espaço, aquela dada na relação do meu corpo com

lugar produzido no dia-a-dia, na relação de trabalho, de

o mundo e com os outros a partir de uma relação intersubjetiva. É o

o mundo e com os outros a partir de uma relação intersubjetiva. É o

com os outros a partir de uma relação intersubjetiva. É o afetividade, de rejeição, de circulação,
com os outros a partir de uma relação intersubjetiva. É o afetividade, de rejeição, de circulação,
afetividade, de rejeição, de circulação, de produção de idéias, etc.

afetividade, de rejeição, de circulação, de produção de idéias, etc.

Geografia e o estudo do lugar O caminho da Fenomenologia, como princípio norteador do conhecimento
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar O caminho da Fenomenologia, como princípio norteador do conhecimento geográfico,
Geografia e o estudo do lugar O caminho da Fenomenologia, como princípio norteador do conhecimento geográfico,
Geografia e o estudo do lugar O caminho da Fenomenologia, como princípio norteador do conhecimento geográfico,
Geografia e o estudo do lugar O caminho da Fenomenologia, como princípio norteador do conhecimento geográfico,
O caminho da Fenomenologia, como princípio

O caminho da Fenomenologia, como princípio

estudo do lugar O caminho da Fenomenologia, como princípio norteador do conhecimento geográfico, teve no geógrafo
estudo do lugar O caminho da Fenomenologia, como princípio norteador do conhecimento geográfico, teve no geógrafo
norteador do conhecimento geográfico, teve

norteador do conhecimento geográfico, teve

como princípio norteador do conhecimento geográfico, teve no geógrafo Eric Dardel (1952) seu “primeiro porta-
como princípio norteador do conhecimento geográfico, teve no geógrafo Eric Dardel (1952) seu “primeiro porta-
no geógrafo Eric Dardel (1952) seu “primeiro

no geógrafo Eric Dardel (1952) seu “primeiro

teve no geógrafo Eric Dardel (1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme
teve no geógrafo Eric Dardel (1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme
porta- voz” .  

porta-voz”.

 
Dardel (1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de
Dardel (1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de
Dardel (1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de
Dardel (1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de
Dardel (1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de
A obra:

A obra:

(1952) seu “primeiro porta- voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de la
Le homme et la terre-nature de la réalité

Le

homme

et

la

terre-nature

de

la

réalité

voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de la réalité geographique (1952)  
geographique (1952)  

geographique (1952)

 
voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de la réalité geographique (1952)  
voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de la réalité geographique (1952)  
voz” .   A obra: Le homme et la terre-nature de la réalité geographique (1952)  
Geografia e o estudo do lugar Dardel (1952):   “o espaço puro do geógrafo não
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Dardel (1952):   “o espaço puro do geógrafo não é
Geografia e o estudo do lugar Dardel (1952):   “o espaço puro do geógrafo não é
Dardel (1952):  

Dardel (1952):

 
Geografia e o estudo do lugar Dardel (1952):   “o espaço puro do geógrafo não é
Geografia e o estudo do lugar Dardel (1952):   “o espaço puro do geógrafo não é
Geografia e o estudo do lugar Dardel (1952):   “o espaço puro do geógrafo não é
“o espaço puro do geógrafo não é o espaço abstrato

“o espaço puro do geógrafo não é o espaço abstrato

“o espaço puro do geógrafo não é o espaço abstrato do geômetra: é o azul do
“o espaço puro do geógrafo não é o espaço abstrato do geômetra: é o azul do
do geômetra: é o azul do céu, fronteira entre o visível

do geômetra: é o azul do céu, fronteira entre o visível

do geômetra: é o azul do céu, fronteira entre o visível e o invisível Geografia sanciona
e o invisível Geografia sanciona uma

e o invisível

Geografia sanciona uma

entre o visível e o invisível Geografia sanciona uma fenomenologia do espaço. Em certo sentido, podemos
fenomenologia do espaço. Em certo sentido,

fenomenologia do espaço. Em certo sentido,

sanciona uma fenomenologia do espaço. Em certo sentido, podemos dizer que o espaço concreto da geografia
sanciona uma fenomenologia do espaço. Em certo sentido, podemos dizer que o espaço concreto da geografia
podemos dizer que o espaço concreto da geografia

podemos dizer que o espaço concreto da geografia

sentido, podemos dizer que o espaço concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou
liberta-nos do espaço humano da geometria ou da

liberta-nos do espaço humano da geometria ou da

concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou da astronomia” ( apud NOGUEIRA, p.
concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou da astronomia” ( apud NOGUEIRA, p.
astronomia” ( apud NOGUEIRA, p. 219, 2004)

astronomia” (apud NOGUEIRA, p. 219, 2004)

concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou da astronomia” ( apud NOGUEIRA, p.
concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou da astronomia” ( apud NOGUEIRA, p.
concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou da astronomia” ( apud NOGUEIRA, p.
concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou da astronomia” ( apud NOGUEIRA, p.
concreto da geografia liberta-nos do espaço humano da geometria ou da astronomia” ( apud NOGUEIRA, p.
Geografia e o estudo do lugar Dardel absorve as preocupações, após a segunda guerra mundial,
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Dardel absorve as preocupações, após a segunda guerra mundial, de
Geografia e o estudo do lugar Dardel absorve as preocupações, após a segunda guerra mundial, de
Geografia e o estudo do lugar Dardel absorve as preocupações, após a segunda guerra mundial, de
Dardel absorve as preocupações, após a

Dardel absorve as preocupações, após a

o estudo do lugar Dardel absorve as preocupações, após a segunda guerra mundial, de filósofos a
o estudo do lugar Dardel absorve as preocupações, após a segunda guerra mundial, de filósofos a
segunda guerra mundial, de filósofos a

segunda guerra mundial, de filósofos a

após a segunda guerra mundial, de filósofos a respeito da relação existencial do homem com o
respeito da relação existencial do homem

respeito da relação existencial do homem

de filósofos a respeito da relação existencial do homem com o mundo e criou o conceito
de filósofos a respeito da relação existencial do homem com o mundo e criou o conceito
com o mundo e criou o conceito de

com o mundo e criou o conceito de

existencial do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial
existencial do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial
geograficidade, inaugurando a Geografia

geograficidade, inaugurando a Geografia

do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
existencial (pág. 219-220).

existencial (pág. 219-220).

do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
do homem com o mundo e criou o conceito de geograficidade, inaugurando a Geografia existencial (pág.
Geografia e o estudo do lugar Na década de 1960, as discussões fenomenológicas na Geografia
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Na década de 1960, as discussões fenomenológicas na Geografia de
Geografia e o estudo do lugar Na década de 1960, as discussões fenomenológicas na Geografia de
Geografia e o estudo do lugar Na década de 1960, as discussões fenomenológicas na Geografia de
Geografia e o estudo do lugar Na década de 1960, as discussões fenomenológicas na Geografia de
Na década de 1960, as discussões

Na década de 1960, as discussões

e o estudo do lugar Na década de 1960, as discussões fenomenológicas na Geografia de Eric
e o estudo do lugar Na década de 1960, as discussões fenomenológicas na Geografia de Eric
fenomenológicas na Geografia de Eric Dardel

fenomenológicas na Geografia de Eric Dardel

as discussões fenomenológicas na Geografia de Eric Dardel foram sufocadas pela Geografia neopositivista (Geografia
as discussões fenomenológicas na Geografia de Eric Dardel foram sufocadas pela Geografia neopositivista (Geografia
foram sufocadas pela Geografia

foram sufocadas pela Geografia

na Geografia de Eric Dardel foram sufocadas pela Geografia neopositivista (Geografia Quantitativa) e pelo discurso
na Geografia de Eric Dardel foram sufocadas pela Geografia neopositivista (Geografia Quantitativa) e pelo discurso
neopositivista (Geografia Quantitativa) e pelo

neopositivista (Geografia Quantitativa) e pelo

Geografia neopositivista (Geografia Quantitativa) e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi
Geografia neopositivista (Geografia Quantitativa) e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi
discurso radical marxista O homem dos

discurso radical marxista

O homem dos

e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
lugares foi esquecido para dar lugar ao

lugares foi esquecido para dar lugar ao

e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
discurso economicista (pág. 220).

discurso economicista (pág. 220).

e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
e pelo discurso radical marxista O homem dos lugares foi esquecido para dar lugar ao discurso
Geografia e o estudo do lugar A partir da década de 1970, iniciou-se um movimento
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar A partir da década de 1970, iniciou-se um movimento de
Geografia e o estudo do lugar A partir da década de 1970, iniciou-se um movimento de
Geografia e o estudo do lugar A partir da década de 1970, iniciou-se um movimento de
A partir da década de 1970, iniciou-se um

A partir da década de 1970, iniciou-se um

o estudo do lugar A partir da década de 1970, iniciou-se um movimento de renovação na
movimento de renovação na Geografia, onde se

movimento de renovação na Geografia, onde se

iniciou-se um movimento de renovação na Geografia, onde se destacou a Geografia Humanista com suas críticas
iniciou-se um movimento de renovação na Geografia, onde se destacou a Geografia Humanista com suas críticas
destacou a Geografia Humanista com suas

destacou a Geografia Humanista com suas

Geografia, onde se destacou a Geografia Humanista com suas críticas ao cientificismo e intelectualismo da época.
Geografia, onde se destacou a Geografia Humanista com suas críticas ao cientificismo e intelectualismo da época.
críticas ao cientificismo e intelectualismo da

críticas ao cientificismo e intelectualismo da

com suas críticas ao cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal
época. Destacam-se os seguintes autores:

época. Destacam-se os seguintes autores:

cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
David Lowenthal

David Lowenthal

cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
Buttimer

Buttimer

cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
Relph

Relph

cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
Tuan

Tuan

cientificismo e intelectualismo da época. Destacam-se os seguintes autores: David Lowenthal Buttimer Relph Tuan Fremónt
Fremónt

Fremónt

Geografia e o estudo do lugar Relph (1973) aplicou   conceitos os   fenomenológicos no
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Relph (1973) aplicou   conceitos os   fenomenológicos no estudo
Geografia e o estudo do lugar Relph (1973) aplicou   conceitos os   fenomenológicos no estudo
Geografia e o estudo do lugar Relph (1973) aplicou   conceitos os   fenomenológicos no estudo
Geografia e o estudo do lugar Relph (1973) aplicou   conceitos os   fenomenológicos no estudo
Relph (1973) aplicou   conceitos

Relph

(1973)

aplicou

 

conceitos

os

os

 
 
fenomenológicos no estudo do lugar:

fenomenológicos no estudo do lugar:

conceitos os   fenomenológicos no estudo do lugar: “As bases fenomenológicas da realidade geográfica
conceitos os   fenomenológicos no estudo do lugar: “As bases fenomenológicas da realidade geográfica
“As bases fenomenológicas da realidade

“As bases fenomenológicas da realidade

estudo do lugar: “As bases fenomenológicas da realidade geográfica consistem em três pilares: espaço, paisagem e
estudo do lugar: “As bases fenomenológicas da realidade geográfica consistem em três pilares: espaço, paisagem e
geográfica consistem em três pilares:

geográfica consistem em três pilares:

da realidade geográfica consistem em três pilares: espaço, paisagem e lugar, na medida em que são
da realidade geográfica consistem em três pilares: espaço, paisagem e lugar, na medida em que são
espaço, paisagem e lugar, na medida em que

espaço, paisagem e lugar, na medida em que

três pilares: espaço, paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do
três pilares: espaço, paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do
são diretamente experienciados como

são diretamente experienciados como

paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do mundo vivido” (pág.
paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do mundo vivido” (pág.
atributos do mundo vivido” (pág. 222).

atributos do mundo vivido” (pág. 222).

paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do mundo vivido” (pág.
paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do mundo vivido” (pág.
paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do mundo vivido” (pág.
paisagem e lugar, na medida em que são diretamente experienciados como atributos do mundo vivido” (pág.
Geografia e o estudo do lugar Trazendo a discussão do mundo vivido para a Geografia,
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Trazendo a discussão do mundo vivido para a Geografia, entende-se
Geografia e o estudo do lugar Trazendo a discussão do mundo vivido para a Geografia, entende-se
Geografia e o estudo do lugar Trazendo a discussão do mundo vivido para a Geografia, entende-se
Geografia e o estudo do lugar Trazendo a discussão do mundo vivido para a Geografia, entende-se
Trazendo a discussão do mundo vivido para a

Trazendo a discussão do mundo vivido para a

estudo do lugar Trazendo a discussão do mundo vivido para a Geografia, entende-se como lugar vivido,
estudo do lugar Trazendo a discussão do mundo vivido para a Geografia, entende-se como lugar vivido,
Geografia, entende-se como lugar vivido,

Geografia, entende-se como lugar vivido,

mundo vivido para a Geografia, entende-se como lugar vivido, lugar da vida, lugar da existência Lugar
mundo vivido para a Geografia, entende-se como lugar vivido, lugar da vida, lugar da existência Lugar
lugar da vida, lugar da existência Lugar

lugar da vida, lugar da existência

Lugar

lugar vivido, lugar da vida, lugar da existência Lugar significa muito mais que localização, que espaço
lugar vivido, lugar da vida, lugar da existência Lugar significa muito mais que localização, que espaço
significa muito mais que localização, que

significa muito mais que localização, que

Lugar significa muito mais que localização, que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas.
Lugar significa muito mais que localização, que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas.
espaço onde estão colocadas as pessoas e

espaço onde estão colocadas as pessoas e

que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
as coisas. Lugar como extensão da

as coisas. Lugar como extensão da

que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
existência humana (pág. 225-226).

existência humana (pág. 225-226).

que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
que espaço onde estão colocadas as pessoas e as coisas. Lugar como extensão da existência humana
Geografia e o estudo do lugar   “o homem é ator geográfico, o lugar é
Geografia e o estudo do lugar  

Geografia e o estudo do lugar

 
Geografia e o estudo do lugar   “o homem é ator geográfico, o lugar é seu
Geografia e o estudo do lugar   “o homem é ator geográfico, o lugar é seu
“o homem é ator geográfico, o lugar é seu

“o homem é ator geográfico, o lugar é seu

  “o homem é ator geográfico, o lugar é seu espaço de vida, todas as relações
espaço de vida, todas as relações aí se

espaço de vida, todas as relações aí se

o lugar é seu espaço de vida, todas as relações aí se misturam num labirinto de
misturam num labirinto de ligações

misturam num labirinto de ligações

as relações aí se misturam num labirinto de ligações veiculando nossos sentimentos, nossas memórias coletivas e
veiculando nossos sentimentos, nossas

veiculando nossos sentimentos, nossas

de ligações veiculando nossos sentimentos, nossas memórias coletivas e nossos símbolos O sentido do lugar
memórias coletivas e nossos símbolos O

memórias coletivas e nossos símbolos

O

nossas memórias coletivas e nossos símbolos O sentido do lugar reflete a qualidade Esse sentido do
sentido do lugar reflete a qualidade Esse sentido do percebida de um espaço

sentido do lugar reflete a qualidade

Esse sentido do

percebida de um espaço

a qualidade Esse sentido do percebida de um espaço lugar é essencial na identificação humana  
a qualidade Esse sentido do percebida de um espaço lugar é essencial na identificação humana  
lugar é essencial na identificação humana  

lugar é essencial na identificação humana

 
lugar é essencial na identificação humana   A ausência de sentido do lugar, ‘placelessness’,
A ausência de sentido do lugar,

A ausência de sentido do lugar,

humana   A ausência de sentido do lugar, ‘placelessness’, antítese da identidade humana, é
‘placelessness’, antítese da identidade

‘placelessness’, antítese da identidade

do lugar, ‘placelessness’, antítese da identidade humana, é então considerada como um entrave ao bem-estar
humana, é então considerada como um

humana, é então considerada como um

da identidade humana, é então considerada como um entrave ao bem-estar dos homens” (BAILLY apud NOGUEIRA,
entrave ao bem-estar dos homens” (BAILLY

entrave ao bem-estar dos homens” (BAILLY

humana, é então considerada como um entrave ao bem-estar dos homens” (BAILLY apud NOGUEIRA, p. 226,
apud NOGUEIRA, p. 226, 2004).

apud NOGUEIRA, p. 226, 2004).

humana, é então considerada como um entrave ao bem-estar dos homens” (BAILLY apud NOGUEIRA, p. 226,
Geografia e o estudo do lugar Para Tuan, o lugar é o conceito que define
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Para Tuan, o lugar é o conceito que define a
Geografia e o estudo do lugar Para Tuan, o lugar é o conceito que define a
Geografia e o estudo do lugar Para Tuan, o lugar é o conceito que define a
Geografia e o estudo do lugar Para Tuan, o lugar é o conceito que define a
Para Tuan, o lugar é o conceito que define a

Para Tuan, o lugar é o conceito que define a

do lugar Para Tuan, o lugar é o conceito que define a natureza da Geografia O
do lugar Para Tuan, o lugar é o conceito que define a natureza da Geografia O
natureza da Geografia O lugar possui

natureza da Geografia

O lugar possui

que define a natureza da Geografia O lugar possui espírito, personalidade Existe um sentido de lugar
que define a natureza da Geografia O lugar possui espírito, personalidade Existe um sentido de lugar
espírito, personalidade Existe um sentido

espírito, personalidade

Existe um sentido

O lugar possui espírito, personalidade Existe um sentido de lugar dado pela experiência do corpo, que
O lugar possui espírito, personalidade Existe um sentido de lugar dado pela experiência do corpo, que
de lugar dado pela experiência do corpo, que

de lugar dado pela experiência do corpo, que

um sentido de lugar dado pela experiência do corpo, que através dos sentidos percebe cada lugar
um sentido de lugar dado pela experiência do corpo, que através dos sentidos percebe cada lugar
através dos sentidos percebe cada lugar de

através dos sentidos percebe cada lugar de

do corpo, que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas
forma diferente e com características

forma diferente e com características

que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas (pág. 226-227).
que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas (pág. 226-227).
específicas (pág. 226-227).

específicas (pág. 226-227).

que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas (pág. 226-227).
que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas (pág. 226-227).
que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas (pág. 226-227).
que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas (pág. 226-227).
que através dos sentidos percebe cada lugar de forma diferente e com características específicas (pág. 226-227).
Geografia e o estudo do lugar Lowenthal (1961) defendeu que ao estudar o lugar, deve-se
Geografia e o estudo do lugar
Lowenthal (1961) defendeu que ao estudar o
lugar, deve-se levar em conta: os aspectos
subjetivos contidos neles e o nível de ligação
que têm os homens com o lugar (pág. 228).
Geografia e o estudo do lugar O lugar é um importante componente de nossa identidade
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar O lugar é um importante componente de nossa identidade como
Geografia e o estudo do lugar O lugar é um importante componente de nossa identidade como
Geografia e o estudo do lugar O lugar é um importante componente de nossa identidade como
Geografia e o estudo do lugar O lugar é um importante componente de nossa identidade como
O lugar é um importante componente de nossa

O lugar é um importante componente de nossa

estudo do lugar O lugar é um importante componente de nossa identidade como sujeito. Os homens
estudo do lugar O lugar é um importante componente de nossa identidade como sujeito. Os homens
identidade como sujeito. Os homens de

identidade como sujeito. Os homens de

componente de nossa identidade como sujeito. Os homens de muitos lugares são reconhecidos pelas características que
componente de nossa identidade como sujeito. Os homens de muitos lugares são reconhecidos pelas características que
muitos lugares são reconhecidos pelas

muitos lugares são reconhecidos pelas

sujeito. Os homens de muitos lugares são reconhecidos pelas características que levam deles através dos componentes
sujeito. Os homens de muitos lugares são reconhecidos pelas características que levam deles através dos componentes
características que levam deles através dos

características que levam deles através dos

pelas características que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem,
pelas características que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem,
componentes culturais: hábito alimentar,

componentes culturais: hábito alimentar,

que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág.

linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág.

que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
229)

229)

que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
que levam deles através dos componentes culturais: hábito alimentar, linguagem, vestimenta, crenças, etc. (pág. 229)
Geografia e o estudo do lugar “um indivíduo não é distinto de seu lugar, ele
Geografia e o estudo do lugar
“um indivíduo
não é distinto
de seu lugar, ele
é esse lugar”
(MARCEL)
Geografia e o estudo do lugar O sentido de habitar, na perspectiva do lugar vivido,
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar O sentido de habitar, na perspectiva do lugar vivido, é
Geografia e o estudo do lugar O sentido de habitar, na perspectiva do lugar vivido, é
Geografia e o estudo do lugar O sentido de habitar, na perspectiva do lugar vivido, é
Geografia e o estudo do lugar O sentido de habitar, na perspectiva do lugar vivido, é
O sentido de habitar, na perspectiva do lugar

O sentido de habitar, na perspectiva do lugar

do lugar O sentido de habitar, na perspectiva do lugar vivido, é reconceituado: “implica mais do
do lugar O sentido de habitar, na perspectiva do lugar vivido, é reconceituado: “implica mais do
vivido, é reconceituado:

vivido, é reconceituado:

habitar, na perspectiva do lugar vivido, é reconceituado: “implica mais do que morar, cultivar ou organizar
habitar, na perspectiva do lugar vivido, é reconceituado: “implica mais do que morar, cultivar ou organizar
“implica mais do que morar, cultivar ou organizar o espaço. Significa

“implica mais do que morar, cultivar ou organizar o espaço. Significa

viver de um modo pelo qual se está adaptado aos ritmos da natureza,

viver de um modo pelo qual se está adaptado aos ritmos da natureza,

ver a vida da pessoa como apoiada na história humana e direcionada

ver a vida da pessoa como apoiada na história humana e direcionada

para um futuro, construir um lar que é símbolo de um diálogo diário

para um futuro, construir um lar que é símbolo de um diálogo diário

com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA, P. 229, 2004).
com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA, P. 229, 2004).
com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA, P. 229, 2004).

com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud

NOGUEIRA, P. 229, 2004).

de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
de um diálogo diário com o meio ambiente ecológico e social da pessoa” (BUTTIMER apud NOGUEIRA,
Geografia e o estudo do lugar No Brasil, o estudo sobre o mundo vivido ganhou
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar No Brasil, o estudo sobre o mundo vivido ganhou impulso
Geografia e o estudo do lugar No Brasil, o estudo sobre o mundo vivido ganhou impulso
Geografia e o estudo do lugar No Brasil, o estudo sobre o mundo vivido ganhou impulso
No Brasil, o estudo sobre o mundo vivido ganhou impulso nas

No Brasil, o estudo sobre o mundo vivido ganhou impulso nas

No Brasil, o estudo sobre o mundo vivido ganhou impulso nas últimas décadas: SILVA (1991): “Geografia
últimas décadas:

últimas décadas:

sobre o mundo vivido ganhou impulso nas últimas décadas: SILVA (1991): “Geografia e lugar social” .
SILVA (1991): “Geografia e lugar social” .  

SILVA (1991): “Geografia e lugar social”.

 
SILVA (1991): “Geografia e lugar social” .   MONTEIRO (1988): “Travessia da crise ” NOGUEIRA
MONTEIRO (1988): “Travessia da crise ”

MONTEIRO (1988): “Travessia da crise

.   MONTEIRO (1988): “Travessia da crise ” NOGUEIRA (1994): “Mapas mentais ” HOLZER (1992 e
NOGUEIRA (1994): “Mapas mentais ”

NOGUEIRA (1994): “Mapas mentais

da crise ” NOGUEIRA (1994): “Mapas mentais ” HOLZER (1992 e 1998): “A Geografia humanista ”
HOLZER (1992 e 1998): “A Geografia humanista ”

HOLZER (1992 e 1998): “A Geografia humanista

” HOLZER (1992 e 1998): “A Geografia humanista ” MELO (1991): “música e lugar” LIMA (1999):
” HOLZER (1992 e 1998): “A Geografia humanista ” MELO (1991): “música e lugar” LIMA (1999):
MELO (1991): “música e lugar”

MELO (1991): “música e lugar”

humanista ” MELO (1991): “música e lugar” LIMA (1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”
LIMA (1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”  

LIMA (1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”

 
(1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”   COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”
COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”

COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”

(1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”   COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”
(1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”   COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”
(1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”   COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”
(1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”   COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”
(1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”   COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”
(1999): “lugar , segundo o conceito deTuan”   COSTA (1994): “ribeirinhos e seus lugares de vida”
Geografia e o estudo do lugar Para lembrar: lugar e espaço não são distintos, mas
Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar

Geografia e o estudo do lugar Para lembrar: lugar e espaço não são distintos, mas não
Geografia e o estudo do lugar Para lembrar: lugar e espaço não são distintos, mas não
Geografia e o estudo do lugar Para lembrar: lugar e espaço não são distintos, mas não
Para lembrar: lugar e espaço não são distintos, mas não são

Para lembrar: lugar e espaço não são distintos, mas não são

lembrar: lugar e espaço não são distintos, mas não são sinônimos, pois: “Quando o espaço passa
sinônimos, pois:

sinônimos, pois:

espaço não são distintos, mas não são sinônimos, pois: “Quando o espaço passa a fazer parte
espaço não são distintos, mas não são sinônimos, pois: “Quando o espaço passa a fazer parte
espaço não são distintos, mas não são sinônimos, pois: “Quando o espaço passa a fazer parte
“Quando o espaço passa a fazer parte da vida dos homens, ele é

“Quando o espaço passa a fazer parte da vida dos homens, ele é

o espaço passa a fazer parte da vida dos homens, ele é tratado como o lugar,
tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é

tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é

ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
sinônimo de ser situado” (NOGUEIRA, p. 233, 2004).

sinônimo de ser situado” (NOGUEIRA, p. 233, 2004).

ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
ele é tratado como o lugar, o lugar onde se está situado. Ser é sinônimo de
REFERÊNCIA NOGUEIRA, Amélia Regina Batista. Uma interpretação fenomenológica na geografia. In: Silva, Aldo A.
REFERÊNCIA
NOGUEIRA, Amélia Regina Batista. Uma interpretação
fenomenológica na geografia. In: Silva, Aldo A.
Dantas. Galeano, Alex (orgs.). Geografia, ciência do
complexus. Porto Alegre: Sulina, 2004.