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23/02/2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO Pórtico Plano Curso de Análise Estrutural I

Pórtico Plano

Curso de Análise Estrutural I

Pórtico Plano

Pórtico Plano • Toda estrutura formada por barras cujos eixos com orientações arbitrárias, pertencem todos a

• Toda estrutura formada por barras cujos eixos com orientações arbitrárias, pertencem todos a um único plano (plano da estrutura).

• O carregamento atuante pertence também ao plano da estrutura, portanto possui apenas esforço normal, esforço constante de vetor representativo situado neste plano e momento fletor de vetor representativo normal a este plano.

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Pórticos Planos de Barras Retas

  Pórticos Planos de Barras Retas

ISO

ISO

ISO

ISO
 
 

Biapoiado

Tri-articulado

 

ISO

ISO Biapoiado, atirantado com rótula interna

Biapoiado, atirantado com rótula interna

Curso de Análise Estrutural I

 
 

Pórticos Planos de Barras Retas

  Pórticos Planos de Barras Retas

ISO

ISO HIPER  

HIPER

HIPER
 

Em balanço

De múltiplos andares

HIPER

HIPER

De múltiplos vãos

 

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Vigas Armadas

Vigas Armadas Com o objetivo de reduzir a flexão em uma viga, são utilizados tirantes e

Com o objetivo de reduzir a flexão em uma viga, são utilizados tirantes e escoras, no caso de vigas armadas com armação inferior e, pendurais e elementos rígidos, no caso de vigas armadas com armação superior.

Nas vigas armadas com armação inferior, costuma-se aplicar uma protensão nos tirantes para propiciar uma maior capacidade portante.

Com armação inferior

HIPER
HIPER

Com armação superior

HIPER
HIPER

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Viga Vierendel

Viga Vierendel Formada pela ligação rígida de barras ortogonais de maneira que constituam um painel retangular

Formada pela ligação rígida de barras ortogonais de maneira que constituam um painel retangular alongado de função análoga a de uma viga.

A diferença entre esse sistema e a treliça é que na treliça os nós são

rotulados enquanto na viga Vierendel os nós são rígidos, dispensando a

formação triangular.

A corda superior e os montantes estão sujeitos a esforços de compressão,

momento fletor e força cortante. A corda inferior está sujeita a esforços de tração, momento fletor e força cortante.

A viga Vierendel é utilizada com se exigem grandes vazios na alma.

Ligações rígidas HIPER
Ligações rígidas
HIPER

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Arcos

Arcos I S O HIPER Biapoiado Biengastado e com rótula ISO Tri-articulado H I P E

ISO

HIPER

Arcos I S O HIPER Biapoiado Biengastado e com rótula ISO Tri-articulado H I P E

Biapoiado

Arcos I S O HIPER Biapoiado Biengastado e com rótula ISO Tri-articulado H I P E

Biengastado e com rótula

ISO

Arcos I S O HIPER Biapoiado Biengastado e com rótula ISO Tri-articulado H I P E

Tri-articulado

HIPER

Biengastado e com rótula ISO Tri-articulado H I P E R B i a p o

Biapoiado atirantado

Curso de Análise Estrutural I

Pórtico plano com uma região fechada

Pórtico plano com uma região fechada Para o cálculo dos esforços seccionais em uma determinada seção

Para o cálculo dos esforços seccionais em uma determinada seção transversal é necessário identificar as partes da estrutura à esquerda e à direita da seção. Isso, contudo, não é definido quando se tem uma região fechada.

Região fechada: BCFE

quando se tem uma região fechada. Região fechada: BCFE 6 reações 3 esforços redundantes g =
quando se tem uma região fechada. Região fechada: BCFE 6 reações 3 esforços redundantes g =

6 reações 3 esforços redundantes

g = 6 + 3 – (3 + 4) = 2

3 esforços internos redundante

Pórtico hiperestático com grau de Indeterminação igual a 2

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Pórticos Planos Hipostáticos

Pórticos Planos Hipostáticos 4 reações 5 eqs. 3 reações 3 eqs 3 reações 3 eqs Porém
4 reações 5 eqs.
4 reações
5 eqs.
3 reações 3 eqs
3 reações
3 eqs
Planos Hipostáticos 4 reações 5 eqs. 3 reações 3 eqs 3 reações 3 eqs Porém as
Planos Hipostáticos 4 reações 5 eqs. 3 reações 3 eqs 3 reações 3 eqs Porém as

3 reações

3 eqs

Porém as reações são colineares, o que não restringe a rotação de corpo rígido em torno de A

Reações tem linhas de ação concorrentes em um mesmo ponto, portanto não há restrição a rotação em torno desse ponto

4 reações

4 eqs

Curso de Análise Estrutural I

Vínculos Internos em Pórtico Plano

Vínculos Internos em Pórtico Plano Os nós que interceptam as barras do pórtico podem ser rígidos

Os nós que interceptam as barras do pórtico podem ser rígidos ou articulados.

Em um nó rígido conectando 02 barras, tem-se:

posição indeformada M2 posição deformada M1 M1 - M2 = 0
posição indeformada
M2
posição deformada
M1
M1 - M2 = 0

M2

M1 M1 = M2
M1
M1 = M2

Nos nós rígidos, há transmissão de momentos, portanto as barras deformadas apresentam rotação absoluta sendo, porém, nula a rotação relativa entre as barras. Na estrutura indeformada, os ângulos entre as barras, que neste caso são 90°, permanecem os mesmos após a aplicação de carregamento.

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Vínculos Internos em Pórtico Plano

Vínculos Internos em Pórtico Plano Em um nó rígido conectando 03 barras, tem-se: M1 – M2

Em um nó rígido conectando 03 barras, tem-se:

M1 – M2 – M3 = 0

M1 M2 M3
M1
M2
M3

M3 = M1 – M2

M1 M2
M1
M2

Nos nós rígidos, há transmissão de momentos, portanto as barras deformadas apresentam rotação absoluta sendo, porém, nula a rotação relativa entre as barras. Na estrutura indeformada, os ângulos entre as barras, que neste caso são 90°, permanecem os mesmos após a aplicação de carregamento.

Curso de Análise Estrutural I

Os nós que interceptam as barras do pórtico podem ser rígidos ou articulados

as barras do pórtico podem ser rígidos ou articulados Em um nó articulado conectando 02 barras:

Em um nó articulado conectando 02 barras:

ou articulados Em um nó articulado conectando 02 barras: M = 0 Nos nós articulados, não

M = 0

articulados Em um nó articulado conectando 02 barras: M = 0 Nos nós articulados, não há

Nos nós articulados, não há transmissão de momentos entre as barras, o que permite a rotação relativa entre as barras. O momento fletor na rótula é sempre nulo, desde que não haja carga momento a ela aplicada.

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Eixos Globais e Eixos Locais

Eixos Globais e Eixos Locais Em estruturas formadas por barras com diversas orientações é necessário fazer

Em estruturas formadas por barras com diversas orientações é necessário fazer uma distinção entre o eixo global da estrutura e os eixos locais da barra.

Eixos Globais (X, Y, Z)

Para determinar as reações de apoio de uma estrutura formada por barras é necessário definir um sistema referencial global.

de uma estrutura formada por barras é necessário definir um sistema referencial global. Curso de Análise

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Eixos Globais e Eixos Locais

Eixos Globais e Eixos Locais Eixos Locais (x, y, z) Para determinar os esforços internos, é

Eixos Locais (x, y, z)

Para determinar os esforços internos, é necessário que se defina, para cada elemento que compõe a estrutura, um sistema referencial local.

Os eixos locais são obtidos fazendo coincidir os eixos x com os eixos das barras.

Objetivando uma uniformidade, as seguintes regras são estabelecidas:

Direção e sentido dos eixos z coincidentes com a direção do eixo global Z,

Sentido do eixo x-locais tais que a fibra inferior do elemento esteja sempre voltada para o interior do pórtico, conforme ilustra as linhas tracejadas.

esteja sempre voltada para o interior do pórtico, conforme ilustra as linhas tracejadas. Curso de Análise

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Eixos Globais e Eixos Locais

Eixos Globais e Eixos Locais C y3 y3 y2 2 x3 x2 B 3 1 x1
C y3 y3 y2 2 x3 x2 B 3 1 x1 A D
C y3 y3
y2
2 x3
x2
B
3
1
x1
A D

y1

“ A análise dos esforços solicitantes internos em cada barra de um pórtico plano é feita utilizando-se os eixos locais e a teoria de viga”.

Curso de Análise Estrutural I

Determinação e Representação dos Esforços Seccionais

Determinação e Representação dos Esforços Seccionais A convenção de sinais é a mesma que foi utilizada

A convenção de sinais é a mesma que foi utilizada em vigas. Para aplicá-la em pórticos, é necessário escolher uma posição de observação de cada barra, para se ter os correspondentes lados superior e inferior.

Essa posição costuma ser indicada através de um segmento tracejado do lado inferior de cada barra. Entretanto, nem sempre é possível estabelecer uma posição ótima de observação. Como no caso da figura abaixo, onde existe no pilar intermediário, duas convenções diferentes.

no pilar intermediário, duas convenções diferentes. Existe uma troca de convenção para o pilar central Por

Existe uma troca de convenção para o pilar central

Por isso, alguns autores costumam não atribuir sinal ao momento fletor em seu diagrama, uma vez que o lado do traçado já expressa o sentido de atuação desse esforço.

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Determinação e Representação dos Esforços Seccionais

Determinação e Representação dos Esforços Seccionais Considere o pórtico plano hiperestático abaixo, onde são

Considere o pórtico plano hiperestático abaixo, onde são conhecidas as reações de apoio. Seccionando o pórtico na seção B, tem-se duas barras AB e BC a serem analisadas. Deve-se desenhar o diagrama de corpo livre dessas duas barras, lembrando que os esforços internos na seção do corte são calculados conforme o método das seções.

p Hc B C c Rc P L b Ha A Ra a
p
Hc
B
C
c
Rc
P
L
b
Ha
A
Ra
a
das seções. p Hc B C c Rc P L b Ha A Ra a N

Nb = Ra

Hc Nb = Hc Vb = Hc Mb Vb = Ra Rc Mb P Ha
Hc
Nb = Hc
Vb = Hc
Mb
Vb = Ra
Rc
Mb
P
Ha
Ra

H a + H c = P Supondo P.c > H a .L

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Determinação e Representação dos Esforços Seccionais

Determinação e Representação dos Esforços Seccionais OBS.: Como as barras são ortogonais e não existe carga

OBS.: Como as barras são ortogonais e não existe carga concentrada em B, o esforço normal em uma é numericamente igual ao esforço cortante na extremidade da outra barra, e o esforço normal desta é numericamente igual ao esforço cortante daquela.

p Hc B C c Rc P l b Ha A Ra a
p
Hc
B
C
c
Rc
P
l
b
Ha
A
Ra
a
Nb = Ra Hc Nb = Hc Vb = Hc Mb Vb = Ra Rc
Nb = Ra
Hc
Nb = Hc
Vb = Hc
Mb
Vb = Ra
Rc
Mb
P
Ha
Supondo p.c > Ha.l
Ra

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Determinação e Representação dos Esforços Seccionais

Determinação e Representação dos Esforços Seccionais A partir das linhas de referências associadas às barras,

A partir das linhas de referências associadas às barras, marcam-se as ordenadas representativas dos momentos fletores nas seções extremas e, se for o caso, também nas seções de transição das equações de momento fletor em cada uma das barras.

Unem-se os pontos representativos das referidas ordenadas de maneira a obter as linhas de fechamento do DMF.

Para cada trecho com o segmento linear de fechamento, pendura-se o DMF de uma barra biapoiada sob as forças transversais que ocorrem no referido trecho.

pl²/8 M b M c DMF
pl²/8
M b
M c
DMF
Pl²/8 M b (P c b) / L
Pl²/8
M b
(P c b) / L

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Determinação e Representação dos Esforços Seccionais

Determinação e Representação dos Esforços Seccionais D E C DEN Ra Rc Ha P Hc Ra

DEC

DEN

Ra Rc Ha P
Ra
Rc
Ha
P
Hc Ra
Hc
Ra
Nb = Ra Hc Nb = Hc Vb = Hc Mb Vb = Ra Rc
Nb = Ra
Hc
Nb = Hc
Vb = Hc
Mb
Vb = Ra
Rc
Mb
P
Ha
Ra

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Nos pórticos tratados anteriormente, as barras eram ortogonais entre si e

Nos pórticos tratados anteriormente, as barras eram ortogonais entre si e consequentemente, o esforço normal de uma barra é numericamente igual ao esforço cortante da que lhe é ortogonal e o esforço normal desta é igual ao esforço cortante daquela, desde de

que não haja carga concentrada no nó de ligação das barras. Isto

não ocorre no caso de barras não ortogonais!

Pórtico biapoiado com barra inclinada

Isto não ocorre no caso de barras não ortogonais! Pórtico biapoiado com barra inclinada Curso de

Curso de Análise Estrutural I

Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas De posse das reações, deve-se calcular o momento no ponto D: M

De posse das reações, deve-se calcular o momento no ponto D:

M D = + 55,625 . 3 – 30 . 1,5 = 121,88 kN.m. Usar o procedimento de vigas biapoiadas,

ou: M c = + 55,625 . 1,5 = 83,44

Procedimento de decomposição em vigas biapoiada de vão igual a projeção horizontal da barra
Procedimento de decomposição
em vigas biapoiada
de vão igual a projeção
horizontal da barra
de decomposição em vigas biapoiada de vão igual a projeção horizontal da barra Curso de Análise

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Para obter o DEC e o DEN, são projetadas as forças atuantes

Para obter o DEC e o DEN, são projetadas as forças atuantes de um dos lados da seção em questão na direção transversal ao eixo geométrico e na direção desse eixo, respectivamente. V A = R A . cos α = 55,625 . 0,6 = 33,375 kN N A = - R A . sen α = 55,625 . 0,8 = - 44,5 kN

À direita do ponto C:

V + C = V A - 30 . cos α = 33,375 – 30 . 0,6 = 15,375 kN N + C = N A + 30 . sen α = - 44,5 + 30 . 0,8 = - 20,5 kN

= N A + 30 . sen α = - 44,5 + 30 . 0,8 =

Na extremidade D da barra AD:

V - D = 25,625 . 0,6 = 15,375 kN N - D = 25,625 . 0,8 = -20,5 kN

Na extremidade D da barra DB:

V + D = 25,625 kN N + D = 0

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Para obter o DEC e o DEN, são projetadas as forças atuantes

Para obter o DEC e o DEN, são projetadas as forças atuantes de um dos

lados da seção em questão na direção transversal ao eixo geométrico e na direção desse eixo, respectivamente. V A = R A . cos α = 55,625 . 0,6 = 33,375 kN N A = - R A . sen α = 55,625 . 0,8 = - 44,5 kN

À direita do ponto C:

V + C = V A - 30 . cos α = 33,375 – 30 . 0,6 = 15,375 kN N + C = N A + 30 . sen α = - 44,5 + 30 . 0,8 = - 20,5 kN

= N A + 30 . sen α = - 44,5 + 30 . 0,8 =

Na extremidade D da barra AD:

V - D = 25,625 . 0,6 = 15,375 kN N - D = 25,625 . 0,8 = -20,5 kN

Na extremidade D da barra DB:

V + D = 25,625 kN N + D = 0

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Para obter o DEC e o DEN, são projetadas as forças atuantes

Para obter o DEC e o DEN, são projetadas as forças atuantes de um dos lados da seção em questão na direção transversal ao eixo geométrico e na direção desse eixo, respectivamente. V A = R A . cos α = 55,625 . 0,6 = 33,375 kN N A = - R A . sen α = 55,625 . 0,8 = - 44,5 kN À direita do ponto C:

V + C = V A - 30 . cos α = 33,375 – 30 . 0,6 = 15,375 kN N + C = N A + 30 . sen α = - 44,5 + 30 . 0,8 = - 20,5 kN

= N A + 30 . sen α = - 44,5 + 30 . 0,8 =

Na extremidade D da barra AD:

V - D = 25,625 . 0,6 = 15,375 kN N - D = 25,625 . 0,6 = -20,5 kN

Na extremidade D da barra DB:

V + D = 25,625 kN N + D = 0

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Em barra inclinada é usual especificar forças distribuídas por unidade de comprimento

Em barra inclinada é usual especificar forças distribuídas por unidade de comprimento vertical e/ou horizontal. Ao operar com esse tipo de barra, por vezes interessa trabalhar

com a especificação da força por unidade de comprimento da barra.

Curso de Análise Estrutural I
Curso de Análise Estrutural I

Essas forças (por unidade de comprimento da barra) podem ser projetadas nas direções transversal e axial à barra.

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas De forma inversa, uma força distribuída por unidade de comprimento da barra

De forma inversa, uma força distribuída por unidade de comprimento da barra inclinada pode ser decomposta nas direções horizontal e vertical:

de comprimento da barra inclinada pode ser decomposta nas direções horizontal e vertical: Curso de Análise

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força uniformemente

Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força uniformemente distribuída na horizontal:

internos de uma barra biapoiada sob força uniformemente distribuída na horizontal: Curso de Análise Estrutural I

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força uniformemente

Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força uniformemente distribuída na vertical:

internos de uma barra biapoiada sob força uniformemente distribuída na vertical: Curso de Análise Estrutural I

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força horizontal

Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força horizontal uniformemente distribuída no comprimento da barra:

barra biapoiada sob força horizontal uniformemente distribuída no comprimento da barra: Curso de Análise Estrutural I

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Pórticos com Barras Inclinadas

Pórticos com Barras Inclinadas Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força vertical uniformemente

Diagramas dos esforços internos de uma barra biapoiada sob força vertical uniformemente distribuída no comprimento da barra:

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