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RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E DO ANO DE 2012

DASA divulga receita bruta de R$ 2.490 milhões e geração de caixa operacional de R$ 248 milhões em

2012

DASA ON

Bovespa: DASA3

Última Cotação:

R$ 13,01 Negociação média diária:

R$ 30,6 Milhões no 4T12

Valor de Mercado:

R$ 4,1 bilhões US$ 2,0 bilhões

Free Float: 97,2%

TELECONFERÊNCIAS

Português Data: 05/03/2013| Hora: 10h00(Brasília) Tel.: 11 2188-0155 | Senha: DASA

Inglês Data: 05/03/2013| Hora: 12h00 (Brasília) Tel.: 1(412) 317-6776| Senha: DASA

Romeu Cortes Domingues Presidente do Conselho de Administração Dickson Esteves Tangerino Presidente Cynthia May Hobbs Vice-Presidente Octávio Fernandes Vice-Presidente de Operações Emerson Gasparetto Diretor de Radiologia e Métodos Gráficos ir@dasa.com.br Tel.: (011) 4197-5410 Fax: (011) 4197-5516

www.dasa3.com.br

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

DESTAQUES FINANCEIROS

Barueri, 04 de março de 2013:

A Diagnósticos da América S.A. - DASA (BOVESPA: DASA3) anunciou hoje os resultados referentes ao quarto trimestre e ano de 2012. As informações operacionais e financeiras da Companhia são apresentadas com base em números consolidados e em milhões de Reais, elaboradas com base nas práticas contábeis emanadas da Legislação Societária Brasileira, exceto se indicado de outra forma. As informações apresentadas neste relatório referem-se ao desempenho do quarto trimestre e ano de 2012, comparado ao quarto trimestre e ano de 2011.

Neste trimestre, a DASA atingiu uma receita bruta de R$ 604,3 milhões representando um crescimento

Neste trimestre, a DASA atingiu uma receita bruta de R$ 604,3 milhões representando um crescimento de 0,5% em relação ao 4T11. Nos doze meses de 2012, a receita bruta atingiu R$ 2.490,0 milhões representando um aumento de 4,2% quando comparado ao ano de 2011. No 4T12, fomos impactados pela grande quantidade de feriados: se considerarmos as pontes, no 4T11 tivemos 61 dias úteis, enquanto que no 4T12 apenas 58 dias úteis.

O mercado Ambulatorial faturou R$ 444,0 milhões no 4T12, representando um crescimento de

O

mercado Ambulatorial faturou R$ 444,0 milhões no 4T12, representando um crescimento de

0,5% em relação ao 4T11. Nos doze meses de 2012, o faturamento totalizou R$ 1.833,7 milhões, crescendo 4,8% quando comparado ao ano de 2011, atingindo 73,6% do faturamento total da DASA.

O mercado Hospitalar obteve receita de R$ 58,7 milhões no quarto trimestre de 2012, representando

O mercado Hospitalar obteve receita de R$ 58,7 milhões no quarto trimestre de 2012, representando um decréscimo de 6,5% em relação ao 4T11. Nos doze meses de 2012, o faturamento foi de R$ 233,3 milhões com queda de 6,8% quando comparado ao ano de 2011, representando 9,4% do faturamento anual da DASA.

O mercado de Apoio encerrou o quarto trimestre de 2012 com 4.903 clientes atendidos no

O mercado de Apoio encerrou o quarto trimestre de 2012 com 4.903 clientes atendidos no País.

A receita bruta deste mercado expandiu 1,3%, atingindo R$ 57,9 milhões, representando 9,7%

da receita total da Dasa. Nos doze meses de 2012, a receita bruta expandiu 4,4% em 2012,

atingindo R$ 242,7 milhões, representando 9,8% da receita total da DASA.

O mercado Público encerrou o quarto trimestre de 2012, com R$ 43,7 milhões de receita,

O mercado Público encerrou o quarto trimestre de 2012, com R$ 43,7 milhões de receita, com um aumento de 10,2%, representando 7,3% do faturamento da DASA. Nos doze meses de 2012, atingiu o faturamento de R$ 180,2 milhões, com aumento de 14,8% e representando 7,3% do faturamento anual da DASA.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Receita por Linha de Serviço (R$ milhões) - Mercados

601,1 604,3 0,5% 6,6% 39,7 43,7 7,2% 10,2% 9,5% 57,2 57,9 9,6% 1,3% 10,4% 62,7
601,1
604,3
0,5%
6,6%
39,7
43,7
7,2%
10,2%
9,5%
57,2
57,9
9,6%
1,3%
10,4%
62,7
58,7
9,7%
-6,5%
0,5%
73,5%
73,5%
441,6
444,0
62,7 58,7 9,7% -6,5% 0,5% 73,5% 73,5% 441,6 444,0 4T11 Setor Público Apoio a Laboratórios 4T12

4T11

Setor Público

-6,5% 0,5% 73,5% 73,5% 441,6 444,0 4T11 Setor Público Apoio a Laboratórios 4T12 Hospitalar Ambulatorial 2.490,0

Apoio a Laboratórios

441,6 444,0 4T11 Setor Público Apoio a Laboratórios 4T12 Hospitalar Ambulatorial 2.490,0 4,2% 2.390,1 180,2

4T12

Hospitalar

4T11 Setor Público Apoio a Laboratórios 4T12 Hospitalar Ambulatorial 2.490,0 4,2% 2.390,1 180,2 7,2% 6,6%

Ambulatorial

2.490,0 4,2% 2.390,1 180,2 7,2% 6,6% 157,0 14,8% 242,7 9,7% 9,7% 232,4 4,5% 233,3 9,4%
2.490,0
4,2%
2.390,1
180,2
7,2%
6,6%
157,0
14,8%
242,7
9,7%
9,7%
232,4
4,5%
233,3
9,4%
10,5%
250,4
-6,8%
4,8%
73,2%
1.833,7
73,6%
1.750,3
10,5% 250,4 -6,8% 4,8% 73,2% 1.833,7 73,6% 1.750,3 2011 Setor Público Apoio a Laboratórios 2012 Hospitalar

2011

Setor Público

4,8% 73,2% 1.833,7 73,6% 1.750,3 2011 Setor Público Apoio a Laboratórios 2012 Hospitalar Ambulatorial Receita

Apoio a Laboratórios

73,6% 1.750,3 2011 Setor Público Apoio a Laboratórios 2012 Hospitalar Ambulatorial Receita por Linha de Serviço

2012

Hospitalar

2011 Setor Público Apoio a Laboratórios 2012 Hospitalar Ambulatorial Receita por Linha de Serviço (R$ milhões)

Ambulatorial

Receita por Linha de Serviço (R$ milhões) – AC X RDI

0,5% 604 601 205 0,5% 206 396 0,6% 398 4T11 4T12 RDI Análises Clínicas
0,5%
604
601
205
0,5%
206
396
0,6%
398
4T11
4T12
RDI
Análises Clínicas

4,2% 206 396 0,6% 398 4T11 4T12 RDI Análises Clínicas 2.490 2.390 2,7% 855 832 5,0% 1.558

2.490 2.390 2,7% 855 832 5,0% 1.558 1.635 2011 2012 RDI Análises Clínicas
2.490
2.390
2,7%
855
832
5,0%
1.558
1.635
2011
2012
RDI
Análises Clínicas

A receita das mesmas unidades no mercado ambulatorial aumentou 0,4% no 4T12 quando comparado ao 4T11.5,0% 1.558 1.635 2011 2012 RDI Análises Clínicas Concluímos o quarto trimestre com 523 unidades de

Concluímos o quarto trimestre com 523 unidades de atendimento, das quais 71 são unidades hospitalares.Clínicas A receita das mesmas unidades no mercado ambulatorial aumentou 0,4% no 4T12 quando comparado ao

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Atingimos no 4T12, um EBITDA de R$ 73,5 milhões, o que representa uma diminuição de 29,7% em relação aos R$ 104,6 milhões no mesmo período do ano anterior, sendo 13,4% da receita líquida. Nos doze meses de 2012 atingimos um EBITDA de R$ 407,3 milhões, o que representa uma diminuição de 18,6% em relação aos R$ 500,3 milhões no mesmo período do ano anterior. Esses valores englobam o resultado de R$ 20,4 milhões obtido na venda de imóveis, ocorrida noRESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012 4T12. Os investimentos em CAPEX no 4T12 somaram

4T12.

Os investimentos em CAPEX no 4T12 somaram R$ 56,2 milhões; 10,9% inferior ao mesmo período de 2011. Nos doze meses, o CAPEX foi de R$ 234,4 milhões; 21,7% superior a 2011. Estes valores não incluem a receita com venda de ativo imobilizado, no valor de R$ 49,1 milhões. Os investimentos foram direcionados, na sua maioria, para: (i) reforma e ampliação de unidades de atendimento existentes e novas unidades, (ii) compra de equipamentos de imagem, (iii) implantação e desenvolvimento dos sistemas de produção e atendimento e renovação de parque tecnológico.20,4 milhões obtido na venda de imóveis, ocorrida no 4T12. Destaques 4T12 4T11 ∆ 2012 2011

Destaques

4T12

4T11

2012

2011

Receita bruta total (R$ MM)

604,3

601,1

0,5%

2490,0

2390,1

4,2%

Receita bruta Ambulatorial (R$ MM)

444,0

441,6

0,5%

1833,7

1750,3

4,8%

Receita bruta Hospitalar (R$ MM)

58,7

62,7

-6,5%

233,3

250,4

-6,8%

Receita bruta Apoio (R$ MM)

57,9

57,2

1,3%

242,7

232,4

4,5%

Receita bruta Público (R$ MM)

43,7

39,7

10,2%

180,2

157,0

14,8%

N° de unidades de atendimento total

523

522

0,2%

523

522

0,2%

N° de unidades ambulatoriais

452

444

1,8%

452

444

1,8%

N° de unidades Hospitalares

71

78

-9,0%

71

78

-9,0%

EBITDA (R$ MM)

73,5

104,6

-29,7%

407,3

500,3

-18,6%

Margem Ebitda

13,4%

19,8%

-6,3 p.p

18,0%

22,9%

-5,0 p.p

CAPEX (R$ MM)

56,2

63,2

-10,9%

234,4

192,5

21,7%

Lucro líquido (R$ MM)

-1,6

18,5

-108,6%

84,7

145,3

-41,7%

DESTAQUES OPERACIONAIS

30 Workshops Médicos-108,6% 84,7 145,3 -41,7% DESTAQUES OPERACIONAIS 2 Simpósios Internacionais do Delboni (729 inscritos ) e do

2 Simpósios Internacionais do Delboni (729 inscritos ) e do Alta (450 inscritos)145,3 -41,7% DESTAQUES OPERACIONAIS 30 Workshops Médicos Equipamentos Top de Linha: RM 3 Tesla e TC

Equipamentos Top de Linha: RM 3 Tesla e TC de 128 canais (unidades em São Paulo)do Delboni (729 inscritos ) e do Alta (450 inscritos) Conclusão da contratação das referências médicas

Conclusão da contratação das referências médicas para São PauloRM 3 Tesla e TC de 128 canais (unidades em São Paulo) Conquistamos novamente a acreditação

Conquistamos novamente a acreditação CAP (College of American Pathologists) – principal selo de qualidade mundial de laboratóriosda contratação das referências médicas para São Paulo Novos contratos já em operação no 1T13: Unimed

Novos contratos já em operação no 1T13: Unimed RJ e Hospital Brasília– principal selo de qualidade mundial de laboratórios Inauguração, no início de março 2013, da terceira

Inauguração, no início de março 2013, da terceira unidade da marca Alta Excelência Diagnostica, em São Paulode qualidade mundial de laboratórios Novos contratos já em operação no 1T13: Unimed RJ e Hospital

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

DESEMPENHO FINANCEIRO

Mercado Ambulatorial

O mercado Ambulatorial teve um faturamento de R$ 444,0 milhões

no quarto trimestre de 2012, representando um crescimento de 0,5%

em relação ao mesmo período do ano anterior. Nos doze meses de 2012, o faturamento foi R$ 1.833,7 milhões, representando um crescimento de 4,8% quando comparado ao ano de 2011.

Receita por Linha de Serviço (R$ milhões)

Receita por Mercado de Marca (R$ milhões)

1.833,7 1.750,3 4,8% 6,2% 774,0 728,9 42,2% 41,6% 3,8% 58,4% 1021,4 1059,7 57,8%
1.833,7
1.750,3
4,8%
6,2%
774,0
728,9
42,2%
41,6%
3,8%
58,4%
1021,4
1059,7
57,8%

2011

728,9 42,2% 41,6% 3,8% 58,4% 1021,4 1059,7 57,8% 2011 RDI 2012 Análises Clínicas 4,8% 8,2% 3,2%

RDI

42,2% 41,6% 3,8% 58,4% 1021,4 1059,7 57,8% 2011 RDI 2012 Análises Clínicas 4,8% 8,2% 3,2% 1.833,7

2012

Análises Clínicas

4,8% 8,2% 3,2%
4,8%
8,2%
3,2%

1.833,7

603,1 1.230,6
603,1
1.230,6

1.750,3

557,7 1.192,7
557,7
1.192,7

29,9%

31,9%

70,1%

68,1%

2011

1.230,6 1.750,3 557,7 1.192,7 29,9% 31,9% 70,1% 68,1% 2011 Standard 2012 Premium e Executivo O crescimento

Standard

1.750,3 557,7 1.192,7 29,9% 31,9% 70,1% 68,1% 2011 Standard 2012 Premium e Executivo O crescimento do

2012

Premium e Executivo

O crescimento do mercado ambulatorial foi afetado principalmente

pela centralização da central de atendimento telefônico, grande número de feriados, algumas fontes pagadoras apresentaram no 4T12 problema de pagamento e reduzimos a exposição de forma a reduzir o risco de inadimplência; além das reformas de unidades (6 em São Paulo) e trocas de equipamentos ocorridas durante o ano, que totalizaram 10 Ressonâncias Magnéticas e 7 Tomografias. O foco dos novos equipamentos em 2013 será de expansão, que impacta

menos nas receitas quando comparada a troca de equipamentos. Descredenciamos um plano de saúde em janeiro de 2012 que também impactou a nossa receita no trimestre.

As marcas Standard continuam com um crescimento superior as marcas premium e executivo.

Durante o trimestre, mantivemos o crescimento de receita proveniente de imagem superior ao de análises clínicas. Os novos equipamentos, a contratação de médicos de referência e a otimização da agenda já começaram a trazer resultado.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Valor Médio por Requisição (R$) e Volume de Requisições (milhões) 134,5 130,5 128,6 126,5 124,1
Valor Médio por Requisição (R$) e Volume de Requisições (milhões)
134,5
130,5
128,6
126,5
124,1
124,0
122,9 124,3
3,8
3,4
3,6
3,6
3,7
3,5
3,3
3,3
1T11
2T11
3T11
4T11
1T12
2T12
3T12
4T12
Requisições
Valor Médio por Requisição

O aumento do valor médio por requisição foi reflexo de um melhor

mix em imagem, em função da expansão de capacidade com a troca

e instalação de novos equipamentos, principalmente de tomografias e ressonâncias.

Mercado Hospitalar

O mercado Hospitalar teve um faturamento consolidado de R$ 58,7

milhões no quarto trimestre de 2012, representando um decréscimo de 6,5% quando comparado ao mesmo período do ano anterior. Nos doze meses de 2012, o faturamento foi de R$ 233,3 milhões, representando um decréscimo de 6,8% quando comparado ao ano de 2011. Desconsiderando a saída do hospital São Luiz, o crescimento

seria de 8.1% no 4T12; 11.3% no ano.

Receita por Linha de Serviço (R$ milhões)

Receita por Marca (R$ milhões)

250,4 -6,8% 233,3 78,2 31,2% -34,0% 51,6 22,1% 5,5% 172,2 181,7 77,9% 68,8%
250,4
-6,8%
233,3
78,2
31,2%
-34,0%
51,6
22,1%
5,5%
172,2
181,7
77,9%
68,8%

2011

-34,0% 51,6 22,1% 5,5% 172,2 181,7 77,9% 68,8% 2011 RDI 2012 Análises Clínicas 250,4 -6,8% 233,3

RDI

51,6 22,1% 5,5% 172,2 181,7 77,9% 68,8% 2011 RDI 2012 Análises Clínicas 250,4 -6,8% 233,3 -27,3%

2012

Análises Clínicas

250,4 -6,8% 233,3 -27,3% 42,7% 107,0 77,8 33,3% 8,4% 155,6 66,7% 57,3% 143,5
250,4
-6,8%
233,3
-27,3%
42,7%
107,0
77,8
33,3%
8,4%
155,6
66,7%
57,3%
143,5
233,3 -27,3% 42,7% 107,0 77,8 33,3% 8,4% 155,6 66,7% 57,3% 143,5 2011 Standard 2012 Premium e

2011

Standard

2012

Premium e Executivo250,4 -6,8% 233,3 -27,3% 42,7% 107,0 77,8 33,3% 8,4% 155,6 66,7% 57,3% 143,5 2011 Standard 2012

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Valor Médio por Requisição (R$) e Volume de Requisições (milhões) 63,9 57,2 56,2 56,5 50,9
Valor Médio por Requisição (R$) e Volume de Requisições (milhões)
63,9
57,2
56,2
56,5
50,9
49,8
52,2
48,1
1,3
1,2
1,1
1,2
1,1
1,1
1,0
0,9
1T11
2T11
3T11
4T11
1T12
2T12
3T12
4T12
Requisições
Valor Médio por Requisição

Ao longo de 2012, o valor médio por requisição foi impactado pela renegociação e otimização dos contratos existentes. Atingimos um patamar semelhante ao apresentado em 2011, que possuía um mix maior em imagem devido aos hospitais da rede São Luis.

Mercado de Apoio a Laboratórios

Receita Operacional Bruta – Apoio (R$ milhões)

Evolução do # Laboratórios e Receita Média por Laboratório - Apoio

do # Laboratórios e Receita Média por Laboratório - Apoio 232,4 2011 4,5% 242,7 2012 47.306

232,4

e Receita Média por Laboratório - Apoio 232,4 2011 4,5% 242,7 2012 47.306 4 9 .

2011

4,5%

e Receita Média por Laboratório - Apoio 232,4 2011 4,5% 242,7 2012 47.306 4 9 .
e Receita Média por Laboratório - Apoio 232,4 2011 4,5% 242,7 2012 47.306 4 9 .

242,7

Média por Laboratório - Apoio 232,4 2011 4,5% 242,7 2012 47.306 4 9 . 5 0

2012

Média por Laboratório - Apoio 232,4 2011 4,5% 242,7 2012 47.306 4 9 . 5 0

47.306

49.506

- Apoio 232,4 2011 4,5% 242,7 2012 47.306 4 9 . 5 0 6 4.912 4.903

4.912

4.903

2011

2012

# de laboratórios

4 9 . 5 0 6 4.912 4.903 2011 2012 # de laboratórios Receita média/laboratório (em

Receita média/laboratório (em R$)

 

4T12 vs. 4T11

2012 vs. 2011

 

1T11

2T11

3T11

4T11

1T12

2T12

3T12

4T12

Var.%

Var.%

Receita Total (em R$ Milhões)

56,5

57,5

61,2

57,2

59,9

60,6

64,3

57,9

1,3%

4,5%

# de laboratórios

4.825

4.795

4.786

4.912

4.811

4.853

4.897

4.903

-0,2%

-0,2%

Receita média/laboratório (em R$)

11.708

11.993

12.779

11.647

12.447

12.497

13.121

11.817

1,5%

4,6%

# Requisições (em mil)

3.239

3.279

3.437

3.248

3.483

3.520

3.816

3.366

3,6%

7,4%

# Requisições/laboratório

671

684

718

661

724

725

779

687

3,8%

6,6%

Receita média/requisição (em R$)

17,4

17,5

17,8

17,6

17,2

17,2

16,8

17,2

-2,3%

-2,8%

O mercado de Apoio encerrou o quarto trimestre de 2012 com uma receita de R$ 57,9 milhões, crescimento de 1,3% em relação ao

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

mesmo período do ano anterior. Nos doze meses de 2012, obteve uma receita de R$ 242,7 milhões, crescimento de 4,5% e representando 9,8% da receita bruta.

O desempenho deste mercado reflete o aumento do número de requisições e receita por laboratório.

Neste trimestre, fomos impactados pela eleição e consequente mudança de governos municipais, o que impactou a operação de nossos clientes que dependem do SUS. Esse comportamento ocorre a cada 4 anos.

O ambiente competitivo neste mercado tem limitado um crescimento mais vigoroso.

neste mercado tem limitado um crescimento mais vigoroso. Mercado Público Receita Operacional Bruta (R$ milhões)

Mercado Público

Receita Operacional Bruta (R$ milhões)

157,0

2011

14,8%
14,8%

180,2

2012

O faturamento do Mercado Público no quarto trimestre de 2012 foi de R$ 43,7 milhões, com crescimento de 10,2%, comparado ao mesmo periodo do ano anterior. Nos doze meses de 2012, o faturamento atingiu R$ 180,2 milhões, com crescimento de 14,8% na comparação com o ano anterior.

Este crescimento se deve, principalmente, a implementação do contrato com a Prefeitura do Rio de Janeiro.

Finalizamos o trimestre com 25 clientes atendendo 589 pontos de coleta (86 unidades Hospitalares e 503 de Rede Ambulatorial).

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

 

4T12 vs. 4T11

2012 vs. 2011

 

1T11

2T11

3T11

4T11

1T12

2T12

3T12

4T12

Var.%

Var.%

Receita Total (em R$ Milhões)

37,7

37,2

42,5

39,7

43,8

44,6

48,1

43,7

13,2%

14,8%

# de Clientes

31

31

34

30

30

30

26

25

-23,5%

-16,7%

# de Unidades atendidas - Hospitalar

92

92

95

95

100

83

93

86

-2,1%

-9,5%

# de Unidades atendidas - Rede Ambulatorial

620

616

607

524

522

493

620

503

2,1%

-4,0%

# de requisições (em Mil)

1.453

1.283

1.440

1.345

1.622

1.755

1.623

1.441

12,8%

16,7%

Receita por requisição (R$ Mil)

25,9

29,0

29,5

29,5

27,0

25,4

29,6

30,3

0,4%

-1,6%

Receita por pontos de Coleta (R$ mil)

52,9

52,5

60,5

64,1

70,5

77,4

67,4

74,2

11,4%

25,9%

Fontes Pagadoras

Analisando a abertura da receita bruta por pagador no 4T12 em comparação ao 4T11, observa-se o aumento da participação do Público, Particulares e Medicina de Grupo.

Receita bruta por pagador (4T11)

Autogestão

15,2% Seguradoras 18,8% Medicina de Outros Grupo 1,2% 16,8% Hospitais 10,4% Cooperativas Médicas Particulares
15,2%
Seguradoras
18,8%
Medicina de
Outros
Grupo
1,2%
16,8%
Hospitais
10,4%
Cooperativas
Médicas
Particulares
12,7%
8,7%
Setor Público
Apoio

9,5%

6,6%

Receita Bruta por pagador (4T12)

Autogestão

14,4%

9,5% 6,6% Receita Bruta por pagador (4T12) Autogestão 14,4% Apoio 9,6% Setor Público 7,2% Seguradoras 18,9%

Apoio

9,6%

Setor Público

7,2%

Seguradoras

18,9%

Outros

1,4%

Hospitais

9,7%

Particulares

9,1%

Medicina de

Grupo

18,4%

Cooperativas Médicas

11,2%

Outros: inclui Pesquisa Clínica, Medicina Ocupacional e OGM

Custos/Despesas

Impostos sobre Serviços Prestados No 4T12 foram contabilizados R$ 35,3 milhões em impostos sobre os serviços prestados, o que representa 5,8% da receita bruta, em comparação a 5,6% de impostos contabilizados no 4T11 (R$ 33,8 milhões). Nos doze meses de 2012, os impostos totalizaram R$ 143,6 milhões, equivalente a 5,8% da receita bruta.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Descontos e Deduções

Os descontos atingiram R$ 21,6 milhões no 4T12, representando 3,6%

da receita bruta em comparação a 6,4% (R$ 38,5 milhões) no 4T11.

No 4T11, foi realizado uma provisão adicional de glosa no valor de

R$ 27,3 milhões.

Receita Operacional Líquida

A receita operacional líquida atingiu R$ 547,4 milhões no 4T12,

representando um aumento de 3,5% em relação ao 4T11. Nos doze meses de 2012 atingiu R$ 2.264,1 milhões, com um aumento de 3,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Custo dos Serviços Prestados

O custo dos serviços prestados inclui gastos relativos à operação das unidades de atendimento, custos de produção de exames de Análises Clínicas e de RDI. Os custos das unidades de atendimento dividem-se entre fixos - pessoal, serviços gerais e serviços públicos, aluguéis e manutenção predial; e variáveis - materiais utilizados na coleta e produção de exames de Análises Clínicas e de RDI, que oscilam de acordo com o volume de requisições processadas. Os custos do processamento de exames de análises clínicas incluem reagentes, pessoal e gastos operacionais dos laboratórios centrais. Os custos de processamento de exames de RDI consistem em gastos de manutenção dos equipamentos, gastos com as centrais de laudos de exames e com as clínicas médicas especializadas, contratadas para emissão dos laudos destes exames.

As variações nas linhas de pessoal, materiais, serviços e utilidades e

gastos gerais são conseqüência da evolução de cada marca e da diferença existente entre suas estruturas de custos. A principal

diferença encontra-se na forma de atendimento, onde o mercado ambulatorial possui unidades de coleta e todos os custos relacionados a esta operação, fazendo com que seus principais custos sejam de pessoal, serviços e custos com ocupação. Já no

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

mercado de apoio, por não possuir unidades de coleta, somente o processamento dos exames, seu principal custo é de material. Abaixo, apresentamos as variações das principais linhas de custos dos serviços prestados como parcela da receita líquida em relação ao mesmo período do ano anterior.

Custos dos Serviços Prestados caixa – 2012 versus 2011

2012 vs Em milhões de R$ % da Receita Líquida 2011 2012 2011 2012 2011
2012 vs
Em milhões de R$
% da Receita
Líquida
2011
2012
2011 2012
2011 ∆ %
Custos com Pessoal
457,7
390,2
20,2%
17,9%
17,3%
Custos de Material
402,5
391,3
17,8%
17,9%
2,9%
Serviços e Utilidades
587,1
519,1
25,9%
23,8%
13,1%
Gastos Gerais
23,6
24,3
1,0%
1,1%
-2,9%
Custo dos Serviços Prestados - Caixa
1.470,9
1.324,9
65,0%
60,8%
11,0%
Evolução dos
Custos Caixa – 2012 versus 2011
Depreciação
94,1
74,3
4,2%
3,4%
26,5%
Custo dos Serviços Prestados
1.564,9
1.399,2
69,1%
64,2%
11,8%

Evolução dos Custos Caixa – 2012 versus 2011

2,1%

11,8% Evolução dos Custos Caixa – 2012 versus 2011 2,1% -0,1% 65,0% 2,3% 60,8% -0,2% Custo

-0,1%

65,0%

2,3%

60,8%

Caixa – 2012 versus 2011 2,1% -0,1% 65,0% 2,3% 60,8% -0,2% Custo CX 2011 Custos com

-0,2%

Caixa – 2012 versus 2011 2,1% -0,1% 65,0% 2,3% 60,8% -0,2% Custo CX 2011 Custos com

Custo CX 2011

Custos com

Custos de

Serviços e

Gastos Gerais

Custo CX 2012

Pessoal

Material

Utilidades

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Custos dos Serviços Prestados caixa – 4T12 versus 4T11

% da Receita Líquida

4T12 vs

4T11

Em milhões de R$

 

4T12

4T11

4T12

4T11

∆ %

Pessoal

119,7

103,7

21,9%

19,6%

15,4%

Material

95,7

96,7

17,5%

18,3%

-1,0%

Serviços e Utilidades

163,7

137,1

29,9%

25,9%

19,4%

Gastos Gerais

7,4

6,6

1,3%

1,3%

10,7%

Custo dos Serviços Prestados - Caixa

386,5

344,2

70,6%

65,1%

12,3%

Depreciação

27,8

17,6

5,1%

3,3%

58,2%

Custo dos Serviços Prestados

414,3

361,8

75,7%

68,4%

14,5%

Evolução dos Custos Caixa – 4T12 versus 4T11 4,0% 0,1% 70,6% 2,2% -0,8% 65,1% Custo
Evolução dos Custos Caixa – 4T12 versus 4T11
4,0%
0,1%
70,6%
2,2%
-0,8%
65,1%
Custo CX 4T11
Pessoal
Material
Serviços e
Gastos Gerais
Custo CX 4T12
Utilidades

1) O custo com pessoal aumentou em comparação com 2011 devido ao foco na melhoria da qualidade dos serviços prestados, com a contratação, principalmente, de pessoal para as unidades de atendimento.

2) Apesar da valorização do dólar frente ao real, e do crescimento do número de exames concentrados nos mercados de Apoio e Público, onde o % do custo do material no preço do exame é bastante superior quando comparado ao mercado ambulatorial, o custo de material apresentou uma diminuição em relação ao crescimento de receitas no

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

4T12. Esta diminuição se deve a negociação com fornecedores e melhoria da produtividade dos laboratórios centrais.

3) Na linha de serviços e utilidades houve aumento em relação a 2011. Nesta rúbrica registram-se os custos de ocupação das unidades de atendimento, dos serviços médicos de elaboração dos laudos de exames de imagem, link de dados e outras despesas de ocupação. Na comparação com o 2011, foi impactado pelo aumento dos contratos de serviços médicos, despesas de ocupação, que têm subido mais que a inflação, links de dados, para prover redundância e contingência dos sistemas, e gastos de manutenção de equipamentos.

4) A linha de gastos gerais ficou praticamente estável em relação a 2011. Nesta linha são contabilizados gastos com taxas diversas, seguros e gastos com representações.

Lucro Bruto Caixa

No 4T12, o lucro bruto caixa foi de R$ 160,9 milhões, um decréscimo de 12,8% em relação ao mesmo período do ano anterior, sendo que a margem bruta caixa do período atingiu 29,4%. Nos doze meses de 2012, o valor foi de R$ 793,3 milhões, um decréscimo de 7,2% em comparação ao mesmo período do ano anterior.

Despesas operacionais

Abaixo, estão descritas as principais variações nas linhas de despesas operacionais como parcela da receita líquida em relação ao trimestre anterior:

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Abertura das Despesas Operacionais Caixa – 2012 versus 2011

Em milhões de R$

% da Receita Líquida

2012 vs

2011

 

2012

2011

2012

2011

∆ %

Administrativas e Gerais

403,0

361,1

17,8%

16,6%

11,6%

PPLR

7,1

9,5

0,3%

0,4%

-24,9%

Outras receitas / Despesas Operacionais

(24,2)

(15,2)

-1,1%

-0,7%

58,9%

Reversão de Contingência Trib. Prescrita

-

(13,7)

0,0%

-0,6%

-100,0%

PDD*

-

13,8

0,0%

0,6%

-100,0%

Depesas Operacionais Caixa

386,0

355,4

17,0%

16,3%

8,6%

Depreciação e amortizações

68,3

51,3

3,0%

2,4%

33,2%

Depesas Operacionais

454,3

406,7

20,1%

18,7%

11,7%

Abertura das Despesas Operacionais Caixa – 4T12 versus 4T11

Em milhões de R$

% da Receita Líquida

4T12 vs

4T11

 

4T12

4T11

4T12

4T11

∆ %

Gerais e Administrativas

109,2

97,3

20,0%

18,4%

12,3%

PPLR

-

2,1

0,0%

0,4%

-100,0%

Outras receitas / Despesas Operacionais

(21,8)

(8,8)

-4,0%

-1,7%

148,1%

Reversão de Contingência Trib. Prescrita

 

- (13,7)

0,0%

-2,6%

-100,0%

PDD*

 

- 3,3

0,0%

0,6%

-

Despesas Operacionais Caixa

87,4

80,1

16,0%

15,2%

9,0%

Depreciação e amortizações

24,1

21,3

4,4%

4,0%

13,1%

Despesas Operacionais

111,5

101,5

20,4%

19,2%

9,9%

* A partir de 1T12, a PDD está sendo considerada na conta "descontos" do DRE

As despesas administrativas e gerais tiveram aumento no ano e no trimestre em relação a 2011, impactadas pelo aumento das estruturas de central de atendimento e recebíveis, devido ao foco em melhoria da qualidade de serviço, e melhoria em recursos de glosas e cobrança, além de aumento nos gastos de propaganda e publicidade. Foi contabilizada receita de R$ 20,4 milhões na linha de outras receitas operacionais /despesas operacionais relativa ao lucro com venda de ativo imóveis realizada no 4T12.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

EBITDA

19,8%

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012 EBITDA 19,8% 13,4% 105 4T11 -29,7% 7 4

13,4%

105

4T11

-29,7%

TRIMESTRE E ANO DE 2012 EBITDA 19,8% 13,4% 105 4T11 -29,7% 7 4 4T12 22,9% 18,0%

74

4T12

22,9% 18,0%
22,9%
18,0%

500

2011

-18,6%

105 4T11 -29,7% 7 4 4T12 22,9% 18,0% 5 0 0 2011 -18,6% 407 2012 A

407

2012

A diminuição do Ebitda foi resultado da combinação de um menor crescimento de receita, já discutidos anteriormente, com uma estrutura de custos e despesas de natureza fixa, que, quando a receita no trimestre é mais fraca, para diluir este custo fixo, o resultado é uma queda na rentabilidade.

Depreciação e Amortização

As despesas com depreciação e amortização totalizaram R$ 51,9 milhões, ou 9,5% da receita líquida no 4T12, contra R$ 38,9 milhões (7,4% da receita líquida) no 4T11. Em todo o ano de 2012, os valores de depreciação foram de R$ 162,4 milhões (7,2% da receita líquida), frente a R$ 125,6 milhões (5,8% da receita líquida) em 2011.

Ágio a ser compensado nos próximos anos em (milhões R$)

Ressaltamos que continuamos a ter o benefício do crédito fiscal nas amortizações de ágio das empresas incorporadas, conforme tabela abaixo:

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Ano

Ágio a Amortizar

2013

286,6

2014

277,3

2015

205,7

2016

199,6

2017

196,4

2018

189,6

2019

158,0

Total

1.513,2

A partir do 4T12, iniciamos a amortização dos ágios da Cytolab e da

Dasa Brasil Participações (Previlab), devido à incorporação da Cytolab pela Dasa, em 30/11/12, e à incorporação da Dasa Brasil Participações pela Previlab em 31/12/12.

Despesas Financeiras

A composição das despesas financeiras líquidas é a seguinte:

R$ (Milhões)

4T12

4T11

2012

2011

Despesas Financeiras Líquidas

22,1

37,9

113,7

163,7

Variação Cambial Leasing / Financiamentos

0,4

0,7

1,3

0,7

Custo do Hedge (inclui MTM)

0,2

0,4

1,3

15,6

Resultado em moeda estrangeira (*)

1,3

1,1

5,1

20,9

Debêntures / Notas Promissórias

18,8

24,3

84,3

86,4

Outros

1,4

11,4

21,7

40,1

(*) Captação (Sênior Notes e Empréstimos Bancários) e aplicação em moeda estrangeira

Variação Cambial dos Contratos de Leasings e Financiamentos:

refere-se à atualização do saldo das dívidas indexadas ao dólar.

Custo do Hedge (Swap): refere-se às receitas e despesas provenientes dos instrumentos financeiros, inclusive a marcação a mercado destes instrumentos. Como a Companhia possui suas receitas denominadas em reais (moeda funcional), estes instrumentos visam a proteção contra variação cambial.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Resultado em moeda estrangeira: Despesas dos juros dos bonds externos e juros dos contratos de leasings em moeda estrangeira, além de aplicações no exterior.

Debêntures / Notas Promissórias: Refere-se aos custos de juros das notas promissórias e debêntures emitidas, incluindo os custos de transação.

Outros: Os valores que compõem esta linha são despesas bancárias, despesas com taxas de cartão de crédito, cartório, referentes a juros sobre leasing de equipamentos em reais, capital de giro, descontos financeiros concedidos a clientes, atualização de contingências, imposto sobre operações financeiras e imposto de renda pago sobre remessa de juros ao exterior, além de juros recebidos nas aplicações financeiras em moeda local. No 4T12, foi contabilizado uma receita de R$ 3,2 milhões referente à adesão ao parcelamento do ICMS-RJ.

Imposto de Renda e Contribuição Social O total de imposto de renda e contribuição social no 4T12 foi de R$ 1,1 milhões, e em 2012 ocorreu um gasto de R$ 46,5 milhões.

Lucro Líquido

Nesse trimestre, o prejuízo foi de R$ 1,6 milhões, em comparação ao lucro de R$ 18,5 milhões reportados no mesmo período do ano anterior. Nos doze meses de 2012, o lucro foi de R$ 84,7 milhões, 41,7% menor que o lucro de R$ 145,3 milhões de 2011.

2012

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

IR Caixa Continuamos a aproveitar o ágio de aquisições anteriores e a partir de novembro de 2011, o ágio da incorporação da MD1.

34,0%

Alíquota Padrão

1,4%

ágio da incorporação da MD1. 34,0% Alíquota Padrão 1,4% Ajustes permanentes no LALUR 35,4% IR/CSLL DRE

Ajustes

permanentes no

LALUR

35,4%

IR/CSLL DRE

Padrão 1,4% Ajustes permanentes no LALUR 35,4% IR/CSLL DRE -8,3% Prej Fiscal/ Compensação de ágio 0,8%

-8,3%

Prej Fiscal/

Compensação de

ágio

0,8%

Outros

* IR Fonte: Oriundo de aplicação financeira e retenção na fonte da receita bruta

28,0%

Compensação IR fonte (corrente)/ IR/CSLL pago - Caixa*

Lucro Líquido considerando I.R. efetivo

Do lucro líquido, ajustamos os efeitos da variação cambial e IR Diferido / Ágio, para se calcular o “Lucro Líquido considerando I.R. efetivo” de R$ 96,2 milhões em 2012.

Lucro Líquido considerando I.R. efetivo (R$ milhões)

R$ Milhões

1T11

2T11

3T11

4T11

2011

1T12

2T12

3T12

4T12

2012

(=) Lucro Líquido

44,6

25,6

56,5

18,6

145,3

36,4

23,1

26,8

(1,6)

84,7

Variação Cambial/ marcação a mercado*

6,5

6,9

(3,4)

0,7

10,7

0,2

0,9

0,2

0,4

1,7

( + / - ) IR/CSLL Diferido + Ágio Diversos

8,9

11,1

15,0

6,2

41,2

11,5

5,1

4,8

(11,6)

9,8

(=) Lucro Caixa pós IR/ CSLL Ágio

60,1

43,6

68,1

25,5

197,2

48,1

29,2

31,7

(12,9)

96,2

*ajustado pela alíquota de 34% de IR/CSLL

ENDIVIDAMENTO

A dívida líquida da DASA somou R$ 847,1 milhões no 4T12. Do endividamento bruto, 89,2% estão alocados no longo prazo e 7,5% são relativos a dívidas tomadas em moeda estrangeira. A dívida em moeda estrangeira é composta, em sua maioria, por financiamentos de equipamentos e Notas Internacionais. As dívidas em moeda nacional são, em grande parte, relativas a Debêntures, CCBs e Leasings.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Demonstrativo do Endividamento Líquido

R$ Milhões

4T12

4T11

Curto Prazo

(119,8)

(312,8)

Moeda Nacional Moeda Estrangeira

(105,1)

(294,4)

(14,7)

(18,4)

Longo Prazo

(987,8)

(799,5)

Moeda Nacional Moeda Estrangeira

(919,0)

(721,4)

(68,8)

(78,1)

Total Dívida

(1.107,6)

(1.112,3)

Disponibilidades

260,5

280,8

Moeda Nacional

228,5

249,9

Moeda Estrangeira

32,0

30,9

Caixa / Dívida Líquida

(847,1)

(831,4)

O total da dívida é composta pelas seguintes linhas do balanço: empréstimos e financiamentos, debêntures e

instrumentos financeiros.

A partir do 4T12, apresentamos a metodologia de cálculo da dívida líquida equiparada ao modo calculado pelo

agente fiduciário.

Análise do Fluxo de Caixa (R$ milhões) Detalhamos nesta seção, o fluxo gerencial da companhia com os principais valores de cada rubrica da demonstração de fluxo de caixa.

Fluxo de Caixa Gerencial (R$ milhões)

4T12

Ebitda Contábil

73,5

Capital de giro Operacional Outras contas de Capital de Giro Despesas Financeiras Imposto de Renda

49,8

3,1

(22,1)

(8,0)

Fluxo de Caixa Operacional

96,3

Capex Venda de ativo imobilizado

(56,2)

49,1

Fluxo de Caixa livre para o Acionista

89,2

Neste trimestre, o fluxo de caixa foi impactado pela melhora no capital de giro, em função da redução do prazo médio de recebimento, e redução das despesas financeiras.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Fluxo de Caixa Gerencial (R$ milhões)

2012

Ebitda Contábil

407,3

Capital de giro Operacional Outras contas de Capital de Giro Despesas Financeiras Imposto de Renda

15,3

(37,0)

(113,7)

(24,1)

Fluxo de Caixa Operacional

247,9

Capex Venda de ativo imobilizado

(234,4)

49,1

Fluxo de Caixa livre para o Acionista

62,6

No ano, obtivemos uma melhora no capital de giro operacional e fomos impactados negativamente pelos impostos a recuperar, dentro da conta “Outras contas de Capital de Giro”.

INVESTIMENTOS

Os investimentos em CAPEX no 4T12 somaram R$ 56,2 milhões; 10,9% inferior ao mesmo período de 2011. Nos doze meses de 2012, o gasto foi de R$ 234,4 milhões; 21,7% superior a 2011. Estes valores não incluem a receita com venda de ativo imobilizado, no valor de R$ 49,1 milhões. Os investimentos foram direcionados, na sua maioria, para: (i) reforma e ampliação de unidades de atendimento existentes e novas unidades, (ii) compra de equipamentos de imagem, (iii) implantação e desenvolvimento dos sistemas de produção e atendimento e renovação de parque tecnológico.

CAPEX (R$ milhões)

Abertura CAPEX 2012

234,4

192,5

73,0

CAPEX (R$ milhões) Abertura CAPEX 2012 234,4 192,5 73,0 49,3 5 5 , 8 5 6

49,3

55,8

56,2

CAPEX 2012 234,4 192,5 73,0 49,3 5 5 , 8 5 6 , 2 2011 2012
CAPEX 2012 234,4 192,5 73,0 49,3 5 5 , 8 5 6 , 2 2011 2012
CAPEX 2012 234,4 192,5 73,0 49,3 5 5 , 8 5 6 , 2 2011 2012

2011

2012

1T12

2T12

3T12

4T12

Imóveis

Outros 5,7% 2,3% Abertura e Informática expansão de 22,0% unidades 43,6% Equipamentos 26,4%
Outros
5,7%
2,3%
Abertura e
Informática
expansão de
22,0%
unidades
43,6%
Equipamentos
26,4%

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

EXPANSÃO/ REFORMAS DE UNIDADES

Abaixo resumimos os investimentos efetuados em expansão e reformas das unidades além das unidades novas.

   

Total

2011

1S12

3T12

4T12

 

2012

Abertura de unidades

9

11

8

3

22

Standard

7

10

8

3

21

Mega

2

1

0

0

1

Reforma/expansão de unidades

45

13

13

2

28

Instalação tomografia instalação ressonância

10

4

3

0

7

5

3

6

1

10

Total Equipamentos

15

7

9

1

17

Outras reformas

30

6

4

1

11

MERCADO DE CAPITAIS

As ações da DASA encerraram 2012 cotadas a R$ 13,19; acumulando baixa de 17,6 % neste ano, comparada a 5,1 % de queda no Ibovespa. Ao longo de 2012, as ações da DASA foram negociadas em 100% dos pregões realizados na Bovespa, envolvendo um volume financeiro de R$ 7,5 bilhões (média diária de R$ 30,6 milhões).

Performance em Bolsa (DASA ON versus IBOVESPA) VOLUME (R$) DASA3 IBOVESPA Dec-04 Mar-05 Jun-05 Sep-05
Performance em Bolsa (DASA ON versus IBOVESPA)
VOLUME (R$)
DASA3
IBOVESPA
Dec-04
Mar-05
Jun-05
Sep-05
Dec-05
Mar-06
Jun-06
Sep-06
Dec-06
Mar-07
Jun-07
Sep-07
Dec-07
Mar-08
Jun-08
Sep-08
Dec-08
Mar-09
Jun-09
Sep-09
Dec-09
Mar-10
Jun-10
Sep-10
Dec-10
Mar-11
Jun-11
Sep-11
Dec-11
Mar-12
Jun-12
Sep-12
Dec-12

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

Informações Bovespa

Destaques Bovespa - DASA ON

Fechamento (28/12/2012)

13,19

Máxima em 2012 (R$ por Ação)

17,45

Mínima em 2012 (R$ por Ação)

11,02

Var.% em 2012

-17,6%

Capitalização de Mercado (R$ milhões)

4.113

Capitalização de Mercado (US$ milhões)

2.013,2

Free Float

97,22%

Total de Ações

311.803.015

Volume financeiro (R$ mil/dia)

18,8%

30.721 25.864 18.594 2010 2011 2012
30.721
25.864
18.594
2010
2011
2012

Fonte: Bloomberg

Número de negócios/dia

1.294
1.294

2010

73,1%

25.864 18.594 2010 2011 2012 Fonte: Bloomberg Número de negócios/dia 1.294 2010 73,1% 2.889 2011 5.001

2.889

2011

5.001

2012

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

EVENTOS RELEVANTES DO TRIMESTRE

Emissão de Debentures

Em 15 de outubro de 2012, foi aprovada pelo Conselho de Administração, a realização da terceira emissão pela Companhia, em série única, de até 25.000 (vinte e cinco mil) debêntures, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, com valor nominal unitário de R$ 10.000,00 (dez mil reais), com valor total de até R$ 250.000.000,00 (duzentos e cinquenta milhões de reais) ("Debêntures"), para colocação por meio de oferta pública de distribuição com esforços restritos de colocação, nos termos da Instrução CVM n.º 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada ("Oferta"). As Debêntures terão prazo de quatro anos contados de sua Data de Emissão (conforme definido abaixo), não estarão sujeitas a atualização monetária e sobre o saldo devedor do valor nominal de cada uma das Debêntures incidirão juros remuneratórios correspondentes a 100% (cem por cento) da variação acumulada das taxas médias diárias dos DI – Depósitos Interfinanceiros de um dia, "over extra-grupo", expressas na forma percentual ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis, calculadas e divulgadas diariamente pela CETIP S.A.- Mercados Organizados, no informativo diário disponível em sua página na Internet (http://www.cetip.com.br) ("Taxa DI"), acrescida de sobretaxa de 0,80% (oitenta centésimos por cento) ao ano, base 252 (duzentos e cinquenta e dois) dias úteis ("Sobretaxa", e, em conjunto com a Taxa DI, "Remuneração"), calculados de forma exponencial e cumulativa pro rata temporis por dias úteis decorridos, desde a Data de Emissão (conforme definida abaixo) ou a data de pagamento da Remuneração imediatamente anterior, conforme o caso, até a data do efetivo pagamento. O valor nominal unitário será amortizado em 4 (quatro) parcelas anuais e sucessivas, na seguinte ordem:

I. 3 (três) parcelas, cada uma no valor correspondente a 25% (vinte e cinco por cento) do valor nominal unitário de cada uma das Debêntures, devidas em 25 de outubro de 2013, 25 de outubro de 2014 e 25 de outubro de 2015; e II. 1 (uma) parcela, no valor correspondente ao saldo devedor do valor nominal unitário de cada uma das Debêntures, devida em 25 de outubro de 2016. A Remuneração será paga semestralmente, no dia 25 (vinte e cinco) dos meses de abril e outubro, ocorrendo o primeiro pagamento em 25 de abril de 2013 e o último, em 25 de outubro de 2016, sem prejuízo dos pagamentos em decorrência de resgate antecipado das Debêntures, de amortização antecipada das Debêntures e/ou de vencimento antecipado das obrigações decorrentes das Debêntures.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

A liquidação financeira da oferta ocorreu em 31/10/2012 no montante

de R$ R$ 250.303.500,00 (duzentos e cinquenta milhões, trezentos e

três mil e quinhentos reais) e os recursos líquidos da oferta foram utilizados (i) para o resgate antecipado da totalidade das notas promissórias comerciais da terceira emissão da Companhia; e (ii) o saldo para reforço do capital de giro da Companhia.

Resgate antecipado das Notas Promissórias

Em

23 de outubro de 2012, foi realizada a Assembleia Geral de Titulares

de

Notas Promissórias Comercias da 3ª Emissão. O titular da totalidade

das Notas Comerciais em circulação deliberou e aprovou o pedido de anuência formulado pela Emissora para realizar o resgate antecipado da totalidade das Notas Comerciais em circulação, com seu consequente cancelamento, a ser realizado em qualquer data a partir da data desta Assembleia, sem a necessidade de aviso prévio ou de anuência expressa

do Titular, ou qualquer outra formalidade, nos termos da Instrução da

Comissão de Valores Mobiliários n.º 134, de 1º de novembro de 1990, conforme alterada, podendo, assim, a Emissora, desde que verificadas

as condições abaixo, realizar o resgate antecipado de forma unilateral, sendo o resgate realizado através da CETIP, conforme as Notas Comerciais estejam custodiadas eletronicamente na CETIP. O resgate antecipado está condicionado à efetiva conclusão da emissão, em série única, de debêntures simples, não conversíveis em ações, da espécie quirografária, da terceira emissão da Companhia, que serão objeto de oferta pública de distribuição com esforços restritos de colocação, nos termos da Lei n.º 6.385, de 7 de dezembro de 1976, conforme alterada, da Instrução da Comissão de Valores Mobiliários n.º 476, de 16 de janeiro de 2009, conforme alterada, e das demais disposições legais e regulamentares aplicáveis ("Oferta"), e ocorrerá, obrigatoriamente (i) na data de liquidação da Oferta, e (ii) mediante a utilização de recursos captados na Oferta.

O resgate antecipado será efetuado pela Emissora, mediante o

pagamento do Valor Nominal da totalidade das Notas Comerciais em circulação, acrescido da Remuneração, calculada pro rata temporis desde a Data de Emissão até a data do efetivo pagamento, sem qualquer prêmio ou penalidade adicional. Realizado o resgate antecipado da totalidade das Notas Comerciais em circulação nos termos aprovados por esta Assembleia, as Notas Comerciais serão consideradas quitadas. Para evitar dúvidas, o resgate antecipado de que trata esta ata, já tendo sido aprovado pelo Conselho de Administração da Companhia, em reunião do órgão realizada em 15 de outubro de 2012, é expressamente aprovado pelo Titular independentemente das disposições das cártulas das Notas Comerciais que vedam o resgate antecipado, sem que seja

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

necessária a substituição de tais cártulas, reconhecendo-se a expressa anuência de todas as partes interessadas.

A liquidação financeira do resgate antecipado ocorreu em 31/10/2012

no montante de R$162.734.277,00 (cento e sessenta e dois milhões, setecentos e trinta e quatro mil, duzentos e setenta e sete reais).

Ação Civil Pública

A Diagnósticos da América S.A. ("Companhia" ou "DASA") informa, em

atendimento à Instrução CVM nº 358, de 3 de janeiro de 2002, que foi

citada, juntamente com sua controlada Laboratórios Médicos Dr. Sérgio Franco Ltda., em Ação Civil Pública em trâmite na Justiça do Trabalho do Rio de Janeiro, a qual, em linhas gerais, questiona a legalidade da contratação de empresas médicas especializadas na área de exames de apoio diagnóstico por imagem, requerendo a contratação dos médicos em regime celetista e indenização por dano moral coletivo no importe de R$ 20 milhões de reais.

A Companhia está convicta que, pelas suas características específicas, a

forma de contratação que vem adotando, além de regular e em estrita observância às disposições legais aplicáveis, tem apoio de precedentes jurisprudenciais favoráveis, em linha com o que tem divulgado e esclarecido no Formulário de Referência nos itens 4.1. e 4.3. A Companhia apresentará tempestivamente sua defesa nos autos da referida ação.

Incorporação da Cytolab

Na Assembleia Geral Extraordinária realizada no dia 30 de novembro de 2012, Foi aprovada, sem ressalvas, por unanimidade de votos dos acionistas presentes, com abstenção do Acionista National Pension Service, a Incorporação da Cytolab – Laboratório de AnatomiaPatológica, Citologia Diagnóstica e Análises Clínicas Ltda., nos termos do respectivo Protocolo, com a consequente extinção da Incorporada, a qual será sucedida pela Companhia em todos os seus direitos e obrigações, nos termos do artigo 227 da Lei n.º 6.404/76 e do artigo 1.116 do Código Civil.

Eleição de Diretores

Em 28 de dezembro de 2012, o Sr. Antônio Carlos Gaeta foi eleito para ocupar o cargo de Diretor Vice-Presidente de Negócios, e a Sra. Lilian Cristina Pacheco Lira foi eleita para ocupar o cargo de Diretora Jurídica.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

EVENTOS RELEVANTES SUBSEQUENTES AO TRIMESTRE

Eleição de Diretores

Em 07 de fevereiro de 2013, a Sra. Cynthia May Hobbs Pinho foi eleita para ocupar o cargo de Diretora Vice-Presidente, a ser exercido juntamente com o cargo de Diretora Financeira.

A denominação do cargo atualmente ocupado pelo Sr. Carlos Elder

Maciel de Aquino foi alterado de Diretor sem designação específica para

Diretor Contábil e de Infraestrutura.

Aprovação CADE - Cytolab

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”) aprovou na

16ª Sessão Ordinária de Julgamento, realizada em 20/02/2013, a operação objeto do Ato de Concentração nº 08012.007540/2011-58

referente à aquisição da Cytolab – Laboratório de Anatomia Patológica, Citopatologia Diagnóstica e Análises Clínicas Ltda. ("Cytolab"), determinando apenas alteração na abrangência geográfica da cláusula de não-concorrência pactuada com os vendedores. A Companhia tomará

as devidas providências para cumprir a determinação do CADE dentro do

prazo previsto.

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

DEMONSTRAÇAO DO RESULTADO DO PERÍODO

Em milhões de R$

4T12

4T11

%

2012

2011

%

     

   

Receita operacional bruta Deduções Impostos sobre serviços prestados Descontos/ Glosas Receita operacional líquida Custo dos serviços prestados Custos com Pessoal Custos de Material Serviços e Utilidades Gastos Gerais Depreciação e Amortização Lucro bruto Despesas operacionais Administrativas e gerais PPLR Outras receitas / Despesas Operacionais Reversão de Contingência Trib. Prescrita PDD* Depreciação e amortizações Financeiras líquidas Amortização de ágio Resultado Operacional Resultado antes do IR e CSSL Imposto de renda e contribuição social

604,3

601,1

0,5%

2.490,0

2.390,1

4,2%

(56,9)

(72,3)

-21,3%

(225,9)

(210,2)

7,4%

(35,3)

(33,8)

4,6%

(143,6)

(137,3)

4,6%

(21,6)

(38,5)

-44,0%

(82,3)

(72,9)

12,8%

547,4

528,9

3,5%

2.264,1

2.179,9

3,9%

(414,3)

(361,8)

14,5%

(1.564,9)

(1.399,2)

11,8%

(119,7)

(103,7)

15,4%

(457,7)

(390,2)

17,3%

(95,7)

(96,7)

-1,0%

(402,5)

(391,3)

2,9%

(163,7)

(137,1)

19,4%

(587,1)

(519,1)

13,1%

(7,4)

(6,6)

10,7%

(23,6)

(24,3)

-2,9%

(27,8)

(17,6)

58,2%

(94,1)

(74,3)

26,5%

133,1

167,1

-20,3%

699,2

780,7

-10,4%

(111,5)

(101,4)

9,9%

(454,3)

(406,7)

11,7%

(109,2)

(97,3)

12,3%

(403,0)

(361,1)

11,6%

-

(2,1)

NA

(7,1)

(9,5)

-24,9%

21,8

8,8

147,4%

24,2

15,2

58,9%

-

13,7

NA

-

13,7

NA

-

(3,3)

NA

-

(13,8)

NA

(24,1)

(21,3)

13,1%

(68,3)

(51,3)

33,2%

(22,1)

(37,9)

-41,6%

(113,7)

(163,7)

-30,6%

-

0,1

NA

-

0,6

NA

(0,5)

27,7

NA

131,3

210,9

-37,8%

(0,5)

27,7

NA

131,3

210,9

-37,8%

(1,1)

(9,1)

-88,5%

(46,5)

(65,6)

-29,1%

Resultado líquido do período

(1,6)

18,5

NA

84,7

145,3

-41,7%

Participações Minoritárias

0,2

0,1

0,5

0,2

* A partir de 1T12, a PDD está sendo considerada na conta "descontos" do DRE

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO

Balanço - R$ Mil

4T12

3T12

4T11

 

4T12

3T12

4T11

Ativo

4.272.175

4.265.241

4.282.796

Passivo

4.272.175

4.265.241

4.282.796

Circulante Caixa e equivalentes de caixa Aplicações financeiras Contas a receber de clientes Estoques Impostos a recuperar Despesas antecipadas Outros créditos

993.438

937.124

1.003.217

Circulante

400.966

511.133

590.211

228.519

108.390

249.945

Fornecedores

84.429

74.362

76.641

31.953

33.719

41.371

Empréstimos bancários e financiamentos

44.520

210.935

298.198

498.455

540.042

490.019

Impostos e contribuições a recolher

30.335

41.357

22.555

61.442

59.612

77.367

Salários, encargos sociais e férias a pagar

81.191

105.006

75.628

138.462

152.742

118.413

Impostos parcelados

4.820

5.514

7.963

979

1.399

1.457

Contas a pagar por aquisições de controladas

1.598

1.457

11.988

33.628

41.220

24.645

Debêntures Dividendos e juros sobre capital próprio

74.485

26.616

13.296

 

20.235

2

34.546

Não Circulante Realizável a longo prazo Aplicações financeiras Impostos diferidos Outros créditos Despesas antecipadas Depósitos judiciais Investimento Imobilizado Intangível

3.278.737

3.328.117

3.279.579

Instrumentos financeiros derivativos

763

748

1.262

214.305

239.836

260.011

Outras contas a pagar e provisões

58.590

45.136

48.134

57.635

84.661

75.029

57.002

49.865

166.672

Não Circulante

1.264.017

1.126.910

1.150.565

3.412

9.884

13

Exigível a longo prazo

1.264.017

1.126.910

1.150.565

982

1.017

3

Empréstimos bancários e financiamentos

102.877

111.077

101.322

95.274

94.409

18.294

Impostos parcelados

28.010

38.897

32.561

516

222

317

Impostos diferidos

47.130

51.620

145.024

716.474

735.359

655.860

Provisão para contingência

132.251

131.777

81.047

2.347.442

2.352.700

2.363.391

Contas a pagar por aquisições de controladas

67.834

72.288

67.517

 

Debêntures Partes relacionadas Instrumentos financeiros derivativos Outras Contas a pagar

884.499

697.161

696.337

-

22.639

23.948

470

577

1.862

946

874

947

Patrimônio Líquido Capital social Reserva Especial de Ágio na Incorporação Reserva de lucros Ajuste de avaliação patrimonial Resultados acumulados Plano de opção de compra Ações em tesouraria Participações de acionistas não controladores

2.607.192

2.627.198

2.542.020

2.234.135

2.234.135

2.234.135

65.427

65.427

65.427

237.741

257.818

257.347

1.571

1.728

2.199

85.192

86.596

-

1.361

895

(18.617)

(18.617)

(18.617)

(328)

382

(784)

1.857

RESULTADO DO 4º TRIMESTRE E ANO DE 2012

DEMONSTRAÇÂO DO FLUXO DE CAIXA

 

Trimestral atual de 01/10/12 a

Trimestral do exercício anterior 01/10/11 a 31/12/11

Acumulado

Acumulado

Descrição da conta

01/01/2012 a

01/01/2011 a

31/12/12

31/12/2012

31/12/2011

Caixa Líquido Atividades Operacionais

Caixa Gerado nas Operações

91.484 41.574 315.495 (25.643) 53.483 100.351 386.162 484.085
91.484
41.574
315.495
(25.643)
53.483
100.351
386.162
484.085

Lucro líquido do exercício Depreciação e Amortização Atualização de contingências Deságio em investimentos

 

(1.404)

18.568

85.192

145.455

43.663

39.181

152.580

125.764

5.084

2.321

13.016

12.469

-

-

-

(510)

Impostos diferidos Atualização de juros e variação cambial de empréstimos Resultado na venda de ativos imobilizados Baixa residual de ativos imobilizados e intangíveis Participações de não controladores Plano de Opções

(11.628)

6.185

9.778

41.206

23.483

31.385

107.059

155.281

-

2.763

-

4.929

(11.148)

-

(8.448)

-

1.166

(52)

710

(200)

466

-

1.361

(309)

Provisão para glosas Provisão de cheques

e inadimplência

3.979

-

24.713

-

devolvidos

(178)

-

201

-

Variações nos Ativos e Passivos

 

46.020

(2.719)

(46.604)

(218.193)

(Aumento) / diminuição de contas a receber de clientes (Aumento) / diminuição de estoques (Aumento) / diminuição em outros ativos circulantes

37.786

4.368

(33.350)

(111.502)

(1.830)

(12.457)

15.925

(23.928)

24.057

16.635

(19.137)

(45.134)

(Aumento) / diminuição em outros

ativos não circulantes

32.374

26.134

6.118

15.878

Aumento / (diminuição) em fornecedores Aumento / (diminuição) do contas a pagar e provisões

10.067

24.666

7.788

11.095

(56.434)

(62.065)

(23.948)

(64.602)

Outros

(8.019)