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UNIC UNIVERSIDADE DE CUIABÁ ENGENHARIA CIVIL

2º SEMESTRE

DESENHO AUXILIADO POR

COMPUTADOR

Apresentação
Apresentação
2013/01

2013/01

Do quê se trata?

Nesta disciplina, vamos desenvolver, testar e supervisionar

sistemas, processos e métodos produtivos; garantir o cumprimento de normas e legislações que estejam atualizadas e de acordo com as especificações vigentes; comunicar-se com eficiência; estar em constante aprendizado e aperfeiçoamento.

A disciplina tem por objetivo a capacitação do aluno em

desenvolver projetos assistidos pelo microcomputador,

permitindo assim o aprimoramento da visão espacial na representação em duas dimensões e noções em 3D, do desempenho no uso da ferramenta e da aplicação de conceitos relacionados à padronização de desenhos. Tais qualidades são consideradas indispensáveis no processo de profissionalização do aluno.

Ementa:

Conceitos, apresentação do software gráfico, configuração do ambiente de trabalho, traçados básicos, desenho de primitivas geométricas planas,

comandos de edição, comandos de visualização,

sistemas de coordenadas, criação de camadas, criação de estilos de linhas e de textos, cotagem,

desenho em perspectiva isométrica, hachuras,

impressão, noções de modelagem de sólidos geométricos

Proposta metodológica:

Ensino técnico, desenvolvido sobre conceitos e ferramentas da computação gráfica, aplicando as ferramentas para a elaboração de formas geométricas compostas relativas ao desenho arquitetônico,

gerenciamento e formatação de camadas, textos e cotas

para um domínio destes processos. Aplicação de escalas para impressão e inserção em formatos comuns normatizados para impressão em escala real pré-

determinada

Critérios de avaliação:

Acontecerá ao longo do processo de ensino e de acordo com o desenvolvimento das atividades diárias, permitindo um contínuo redirecionamento das estratégias de ensino se houver necessidade.

Ou seja, a avaliação é um processo constante e continuado. Dentre

as atividades diárias, surgirão as ATIVIDADE OBRIGATÓRIAS que acontecerão ao longo de cada bimestre sendo 2 (duas) no primeiro e

5 (cinco) no segundo. Ao todo serão 7 (sete) atividades que serão utilizadas como avaliações.

Estas atividades obrigatórias receberão nota que vai de zero a dez e o

aluno que perder qualquer uma delas fica sem esta nota, ou seja, lhe será atribuído a nota zero, salvo apresentar documento que justifique sua ausência.

Critérios de avaliação:

Como se trata de um processo de avaliação continuada com atividades 100% práticas, a avaliação de segunda chamada acontecerá apenas para o primeiro bimestre (AO2), não acontecendo para o segundo. Caso o aluno não alcance média

satisfatória para a sua aprovação, deverá ir a EXAME para então

tentar conseguir a nota desejada para tal.

Detalhamento:

Todas as atividades serão avaliadas de zero a dez. Resumidamente fica assim:

Primeiro bim. = 3(AO1) + 7(AO2)=NB1

10

Segundo bim. = AO3 + AO4 + AO5+ AO6 + 6(A07) = NB2

10

Nota semestral (NS) = NB1 + NB2

2

Se:

NS ≥ 7,0, O ALUNO ESTÁ APROVADO; 4,0 < NS < 7,0 O ALUNO VAI A PROVA FINAL, DENOMINADA DE EXAME; NS < 4,0 O ALUNO ESTÁ REPROVADO.

Importante!

A NS (Nota do semestre) definirá a situação do aluno da seguinte forma:

Nota do Semestre (NS) = ou > 7,0 = aprovado

Nota do Semestre (NS) entre 4,0 e 6,9 = prova final (exame)

Nota do Semestre (NS) > 3,9 = reprovado

A média, para que o acadêmico seja aprovado na disciplina, é 7,0 (sete). Caso não alcance essa nota, a última instância fica

por conta de uma prova final a ser aplicada no final do

semestre, denominada de EXAME. No caso do acadêmico ir a exame, a média final cairá para 6,0. Significa que a média

resultante obtida dos dois bimestres, somada com a nota do exame, precisa chegar a doze (12,0), uma vez que esta nota final será divida por dois e não pode ser inferior a 6,0.

Sobre faltas:

O curso é presencial, portanto, cada ausência não justificada

antecipadamente, salvo enfermidades, o acadêmico perde a

avaliação do dia (atividades parcial e oficial), se houver, além da

falta.

Por todo o semestre, a porcentagem de faltas limite que o acadêmico pode ter é de 25%. Acima disto, implica em REPROVAÇÃO, independente da média.

CUIDADO: FALTAS ACIMA DE 25% REPROVA!

A tolerância será de trinta minutos por aula para que seja

considerado a presença e ou ausência do aluno em sala de aula.

AS CHAMADAS SERÃO ON LINE.

Justificativas:

Institucionalmente, aceita-se como justificativa da ausência, apenas atestados médicos com afastamento igual ou superior a 7 (sete) dias.

Atestados médicos com afastamento inferior a este período citado não serão aceitos como justificativa da ausência.

Declarações de empresas dando conta do afastamento do

aluno em virtude de viagens a trabalho também não serão

aceitas.

Qualquer recurso que o aluno julgue necessário utilizar,

precisa acontecer no prazo máximo de 48hs (quarenta e

oito horas) após o ocorrido.

O não cumprimento de qualquer uma destas observações será analisado caso a caso e cabe aos professores dar a solução final ao problema.

Importante:

Durante as aulas não serão permitidos

celulares,

ou

qualquer outro dispositivo similar deste segmento.

de

aparelhos

iPods,

o

uso

notebooks,

iPads,

tablets

Bibliografia Básica:

MANFE, Giovanni, POZZA, Rino, SCARATO, Giovanni. Desenho técnico

mecânico: curso completo. Rio de Janeiro: Hemus, 2004. ISBN:

852890007X (v.1)

SILVIA, Arlindo et tal. Desenho técnico moderno. 4 ed. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 2011.

YEE, Rendow. Desenho arquitetonico: um compendio visual de tipos e métodos. 3ed. Rio de Janeiro: LTC - Livros Tecnicos e Cientificos,

2009.

Bibliografia Complementar:

MANFE, Giovanni, POZZA, Rino, SCARATO, Giovanni. Desenho técnico mecânico: curso completo. Rio de Janeiro: Hemus, 2004. ISBN: 852890007X

(v.2)

LEAKE, James M; BORGERSON, Jacob L. Manual de desenho técnico para engenharia: desenho, modelagem e visualização. Rio de Janeiro: LTC Livros Técnicos e Científicos, 2010.

OBERG, L. Desenho Arquitetônico. 22. ed. Rio de janeiro: Ao Livro Técnico,

1997. 1 v. 156 p.

MONTENEGRO, Gildo A. Desenho Arquitetônico. 4. ed. Sao Paulo: Edgard Blucher, 2001, 2007, 2010.

ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS ABNT. NBR 6492 -

Representação Gráfica de Projetos de Arquitetura. 1. ed. Rio de Janeiro:

ABNT, 1994. 1 v. 27 p. (1).

A Origem:

A Computação Gráfica está presente em todas as áreas,

desde os joguinhos eletrônicos até o projeto dos mais

modernos equipamentos para viagens espaciais, passando também pela publicidade, com as vinhetas eletrônicas e pela medicina onde a criação de imagens de

órgãos internos ao corpo humano possibilitando o diagnóstico de males que em outros tempos somente seria possível com intervenções cirúrgicas complicadas e

comprometedoras.

A Origem:

O primeiro computador a possuir recursos gráficos de visualização de

dados numéricos foi o "Whirlwind I" (furacão), desenvolvido pelo MIT.

Este equipamento foi desenvolvido, em 1950, com finalidades

acadêmicas e também possivelmente militares, já que logo em seguida o comando de defesa aérea dos EUA desenvolveu um

sistema de monitoramento e controle de vôos (SAGE - Semi-

Automatic Ground Enviroment), que convertia as informações

capturadas pelo radar em imagem em um tubo de raios catódicos (na época uma invenção recente) no qual o usuário podia apontar com uma caneta ótica.

Ocorre que nesta época os computadores eram orientados para fazer cálculos pesados para físicos e projetistas de mísseis não sendo próprios para o desenvolvimento da Computação Gráfica.

A Origem:

Em 1962, surgiu uma das mais importantes publicações de Computação Gráfica de todos os tempos, a tese do Dr. Ivan Sutherland ("Sketchpad - A Man-Machine Graphical Communication System"), propunha uma forma de inteção muito semelhante ao que hoje chamados de interfaces WIMP Window- Icon-Menu-Pointer.

Esta publicação chamou a atenção das indústrias automobilísticas e

aeroespaciais americanas. Os conceitos de estruturação de dados

bem como o núcleo da noção de Computação Gráfica interativa levaram a General Motors a desenvolver o precursor dos primeiros programas de C.A.D. Logo em seguida diversas outras grandes

corporações americanas seguiram este exemplo sendo que no final da década de 60 praticamente toda a indústria automobilística e aeroespacial se utilizava de softwares de CAD.

CAD:

O AutoCAD é um software comercial, desenvolvido pela empresa

americana Autodesk, especializado na elaboração de projetos de

Engenharia e Arquitetura em microcomputador.

CAD - do inglês Computer Aided Design, ou seja, Projeto Assistido por Computador, consiste basicamente de sistemas capazes de auxiliar um projetista (mecânico, elétrico, civil) a desenvolver suas ideias de forma mais rápida.

CAD:

Os sistemas de CAD são normalmente entendidos como programas

capazes de fazer desenhos. De fato, são, em grande parte, isto pois com um CAD o processo de criação e, principalmente, de alteração de desenhos fica muito facilitado.

Porém, CAD não é somente isto, um dos principais avanços que alguns destes sistemas trazem em relação ao processo original de projeto é sua capacidade de fazer simulações.

Por exemplo, existem sistemas capazes de determinar o

comportamento de uma laje de concreto quando esta for submetida a um certo esforço, outros programas podem mostrar como ficaria a iluminação de uma sala com a colocação de uma janela em uma

certa parede.

A Computação Gráfica

Segundo a ISO ("International Standards Organization"), a Computação Gráfica pode ser definida como um conjunto de métodos e

técnicas utilizados para converter dados para um dispositivo gráfico, via computador.

A Computação Gráfica se relaciona em duas áreas:

a) Processamento de Imagens: envolve técnicas de transformação de imagens. As transformações visam, em geral, melhorar características visuais da imagem como por exemplo aumentar o contraste, melhorar o

foco ou ainda reduzir o ruído e eventuais distorções;

b) Reconhecimento de Padrões também conhecida como Análise de imagens, busca isolar e identificar os componentes de uma imagem a partir de sua representação visual.

O Crescimento

Dois fatores foram fundamentais para o desenvolvimento da Computação Gráfica tal como a conhecemos hoje:

1) O desenvolvimento da tecnologia de circuitos integrados durante a década de 70 que permitiu o barateamento e a conseqüente popularização das máquinas;

2) O fim da idéia de que os fabricantes de computadores devem fornecer apenas a máquina e o sistema operacional e que os usuários devem escrever seus próprios aplicativos.

A popularização dos aplicativos prontos e integrados (planilhas, editores de texto, editores gráficos, processadores de imagem e bancos de dados) permitiram a popularização da Computação Gráfica na medida em que possibilitaram que o usuário comum sem conhecimento ou tempo para

desenvolver aplicativos gráficos (nem sempre tão simples de serem

programados) pudessem se utilizar das facilidades da mesma.

Aplicações

As principais aplicações são encontradas com a interface com o usuário:

1)

Traçado interativo de gráficos e Visualização;

2)

Editoração Eletrônica;

3) CAD (Projeto Assistido por Computador);

4)

Simulação e Animação;

5)

Arte e Comércio;

6)

Controle/Visualização de processos;

7)

Cartografia.