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PROPOSTA CURRICULAR

Ensino Fundamental e Médio

Arte Apresentação da Disciplina

A arte é produto do trabalho do humano, historicamente construída pelas diversas

culturas. Pois, o homem transformou o mundo e a si próprio pelo trabalho, transforma a

natureza e por ela é transformado e, assim tornou-se capaz de abstrair, simbolizar e criar arte. Em todas as culturas, constata-se a presença de diversas formas daquilo que hoje se denomina arte, tanto em objetos utilitários quanto nos ritualísticos, muitos dos quais vieram a serem considerados objetos artísticos.

O ser humano produz, então, maneiras de ver e sentir, diferentes em cada tempo

histórico e em cada sociedade. Por isso,

fundamental considerar as influências sociais, políticas e econômicas

sobre as relações entre os Homens e destes com os objetos, para compreender a relatividade do valor estético, as diversas funções que a Arte tem cumprido ao longo da história, bem como o modo de organização das sociedades.” (PARANÁ, 1992, P. 149).

é “

O ensino da arte nas instituições escolares possibilita ao educando o acesso ao mundo

da arte, ao conhecimento, a vivência e a criação das diferentes linguagens artísticas, ao desenvolvimento e ao aprimoramento da sensibilidade humana por meio da capacidade sensorial e a partir de uma necessidade estética que é contemplada por uma educação estética, a apreensão e a compreensão das obras artísticas que o Homem construiu nas diversas sociedades ao longo da história e a valorização da função social do trabalho artístico para a coletividade. Por meio da Arte, o ser humano torna-se consciente da sua existência individual e coletiva e se relaciona com diferentes culturas e formas de conhecimento. Sendo assim, a Arte é um processo de humanização e transformação. Com relação ao ensino da Arte, os saberes específicos das diferentes linguagens artísticas, organizadas no contexto do tempo e do espaço escolar, possibilitam a ampliação do horizonte perceptivo do raciocínio, da sensibilidade, do

senso crítico, da criatividade, alterando as relações que os sujeitos estabelecem com o seu meio. Por meio das aulas, pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos sobre a diversidade de pensamento e de criação artística para expandir sua capacidade de criação e desenvolver o pensamento crítico. Por essa razão se faz necessário a mediação do professor sobre os conteúdos historicamente consolidados, aprimorando a capacidade do educando de analisar e compreender os signos verbais e não verbais que as artes são constituídas nas diferentes realidades culturais e tempos históricos. O objeto de estudo da disciplina de Arte é o conhecimento artístico e estético, bem como o conhecimento da sua produção que está relacionado à apreensão do objeto artístico como criação de cunho sensível e cognitivo, processo de reflexão e sensibilização humana em consonância com os diferentes momentos históricos e formações sociais em que se manifestam e conhecimento da produção artística que está relacionado aos processos do fazer e da criação, considerando o artista no processo de criação das obras desde suas raízes históricas e sociais, as condições concretas que subsidiam a produção, o saber científico e o nível técnico alcançado na experiência com materiais; bem como disponibilizar a obra ao público, próprias da época da criação e divulgação das obras, nas diversas áreas como artes visuais, dança, música e teatro. Pois, criar “é fazer algo inédito, novo e singular, que expressa o sujeito criador e simultaneamente, transcende-o, pois o objeto criado é portador de conteúdo social e histórico e como objeto concreto é uma nova realidade social” (PEIXOTO, 2003, p. 39). O ensino da Arte na escola é fundamental para a educação, pois ela é a um só tempo, o espaço da transmissão do conhecimento historicamente produzido pelo homem e espaço de construção de novos conhecimentos. Assim, o desenvolvimento da capacidade criativa dos alunos, inerente à dimensão artística, tem uma direta relação com a produção do conhecimento nas diversas disciplinas. Desta forma, a dimensão artística contribui significativamente para humanização dos sentidos, ou seja, para a superação da condição de alienação e repressão à qual os sentidos humanos foram submetidos.

OBJETIVO DA DISCIPLINA:

Propiciar aos alunos o saber e a apropriação do conhecimento estético, este inserido num contexto sócio-histórico produzindo novas formas de ver e sentir o mundo, os outros e a si próprio, proporcionando os instrumentos necessários para que se tornem sensíveis às produções artísticas.

Possibilitar aos alunos torná-los mais críticos e conscientes em relação ao mundo e a

arte, compreender e perceber, não só como parte da realidade humano-social, mas como algo

que transcende essa realidade.

“Compreender o sentido da arte em nossas vidas, tanto no presente quanto no passado,

ter conhecimento dos saberes que se constituem fundamentais à formação dos sentidos

humanos.” (LDP, p. 17, 2007)

Conteúdos básicos, específicos e estruturantes para a Disciplina de Arte no Ensino

Fundamental, séries finais e Ensino Médio, conforme o anexo das Diretrizes

Curriculares de Arte Da Educação Básica:

Apresenta-se neste documento os conteúdos referentes as quatro Linguagens

Artísticas com objetivo de garantir o aprofundamento de conteúdo conforme a

formação acadêmica do professor, segundo as Diretrizes Curriculares de Arte.

5ª SÉRIE/6ªANO – MÚSICA

 

ABORDAGEM

 

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

 

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Altura

Ritmo

Greco-Romana

Nesta série, o traba- lho é direcionado para a estrutura e organização da arte em suas origens e outros períodos his- tóricos; nas séries seguintes, prosse- gue o aprofunda- mento dos conteú- dos. Percepção dos ele- mentos formais na Paisagem sonora e na música. Audição de diferentes ritmos e escalas musicais. Teoria da música. Produção e execu- ção de Instrumentos rítmicos. Prática coral e cânone rítmico e melódico.

Compreensão dos elementos que estruturam e or- ganizam a músi- ca e sua relação com o movi- mento artístico no qual se origi- naram.

Duração

Melodia

Oriental

Timbre

Escalas:

Ocidental

Intensidade

Diatônica

Africana

Densidade

Pentatônica

Cromática

Desenvolvimen-

Improvisação

to da formação dos sentidos rítmi- cos e de interva- los melódicos e harmônicos.

6ª SÉRIE/7ªANO - MÚSICA

 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

 

MOVIMENTOS

 

FORMAIS

 

E

PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Altura

Ritmo

Música popular

Nesta série é

Compreensão das diferentes formas musicais populares suas origens e práti- cas contemporâneas.

e

étnica (oci-

Importante rela- cionar o conhecimento com formas artís- ticas populares e o cotidiano do alu- no. Percepção dos modos de fazer música, através de dife- rentes formas mu- sicais. Teorias da música. Produção de trabalhos musicais com características populares e composição de sons da paisagem sonora.

Duração

Melodia

dental

e

oriental)

Timbre

Gêneros: fol- clórico, indígena, popu- lar e étnico

   

Intensidade

Apropriação prática e teórica de técnicas e modos de composição musical.

Densidade

Técnicas:

vocal,

 

instrumental

e

mista

Improvisação

7ª SÉRIE/8ªANO - MÚSICA

 

ABORDAGEM

 

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

 

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

 

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E

PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Altura

Ritmo

Indústria Cul-

Nesta série o tra- balho poderá en- focar o significa- do da arte na socie- dade contempo- rânea e em outras épocas, abordan-

Compreensão das diferentes formas

tural

Duração

Melodia

musicais no Cinema

Eletrônica

e

nas mídias, sua

Timbre

Harmonia Tonal, modal e a fusão de am-

 

Minimalista

função social e ideo-

lógica de veiculação

Intensidade

Rap,

Rock,

e

consumo.

bos. Tecno Densidade Técnicas: vo- do a mídia e os recursos tec- nológicos na arte.
bos.
Tecno
Densidade
Técnicas: vo-
do a mídia
e os recursos tec-
nológicos na arte.
Apropriação prática
cal, instrumen-
e
tal
e
mista
Percepção dos
modos de fazer
música, através
de diferentes mí-
dias.
(Cinema, Vídeo,
TV e Computa-
dor)
teórica das tecno-
logias e modos de
composição musical
nas mídias;
relacionadas à pro-
dução,divulgação
e
consumo.
Teorias sobre
música e indús-
tria cultural.
Produção de
trabalhos de
composição
musical
utilizando
equipamentos e
recursos
tecnológicos.
8ª SÉRIE/9ªANO - MÚSICA
ABORDAGEM
CRITÉRIOS DE
CONTEÚDOS ESTRUTURANTES
PEDAGÓGICA
AVALIAÇÃO
ELEMENTOS
COMPOSIÇÃO
MOVIMENTOS
FORMAIS
E PERÍODOS
CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE
Altura
Ritmo
Música Engaja-
da
Duração
Melodia
Música Popular
Compreensão da
música como fator
de transformação
social.
Timbre
Harmonia
Brasileira.
Nesta série, tendo
em vista o caráter
criativo da arte, a
ênfase é na arte
como ideologia e
fator de transfor-
mação social.
Intensidade
Técnicas: vo-
Música
cal, instrumen-
Contemporânea
Densidade
tal
e
mista
Gêneros: po-
pular,
Percepção dos
modos de fazer
música e sua fun-
ção social.
Teorias da Músi-
ca.
Produção de traba-
lhos musicais, vi-
sando atuação do
sujeito em sua rea-
lidade singular
e social.
folclórico
e
étnico.
Produção de
trabalhos com os
modos de
organização e
composição
     

musical, com

 

enfoque na

Música Engajada.

5ª SÉRIE/6ªANO – ARTES VISUAIS

 
 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

 

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

 

MOVIMENTOS

 

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Ponto

Bidimensional

Arte Greco-

Nesta série o tra- balho é direcio- nado para a es- trutura e organi- zação da arte em suas origens e outros períodos históri- cos; nas séries seguintes, pros- segue o aprofun- damento dos conteúdos.

Compreensão dos elementos que es- truturam e organi- zam as artes visuais e sua rela- ção com o movimento artístico no qual se originaram.

Romana

Linha

Figurativa

Arte Africana

Textura

Geométrica, si-

metria

Arte Oriental

Forma

Técnicas: Pin-

Arte

Pré-

Superfície

tura,

Histórica

escultura,

 

Volume

arquitetura

 

Apropriação prática e teórica de técni- cas e modos de

Cor

Gêneros:

cenas da

   

Luz

mitologia

Estudo dos ele- mentos formais e sua ar- ticulação com os elemen- tos de composição e movimentos e períodos das artes visuais.

composição visual.

Teoria das Artes Visuais.

Produção de

trabalhos de

artes visuais.

6ª SÉRIE/7ªANO – ARTES VISUAIS

 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

 

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Ponto

Proporção

Arte Indígena

Nesta série é im- portante relacio- nar o conheci- mento com formas artís- ticas populares e o cotidiano do aluno.

Compreensão das diferentes formas artísticas populares, suas origens e práti- cas contemporâ- neas.

Linha

Tridimensional

Arte Popular

Textura

Figura e fundo

Brasileira e

Paranaense

Forma

Abstrata

 

Renascimento

Apropriação prática e teórica de técnicas e modos de composição visual.

Superfície

Perspectiva

Percepção dos modos de estrutu- rar e compor as artes visuais na cultura destes po- vos.

Barroco

Volume

Técnicas: Pin-

tura,

 

Cor

escultura,

modelagem,

Luz

gravura

 

Gêneros: Pai-

Teoria das Artes Visuais.

sagem,

Produção de trabalhos de artes visuais com características da cultura popular, relacionando os conteúdos com o cotidiano do aluno.

retrato, nature-

za

morta

7ª SÉRIE/8ªANO – ARTES VISUAIS

 

ABORDAGEM

 

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Linha

Semelhanças

Indústria Cul-

Nesta série o trabalho poderá enfocar o signi- ficado da arte na

Compreensão das artes visuais em diversos no Cinema e nas mídias, sua fun- ção social e ideológi- ca de veiculação e consu- mo.

tural

Forma

Contrastes

Arte no Séc.

Textura

Ritmo Visual

XX

sociedade con- temporânea

Superfície

Estilização

Arte

e em outras épo-

Contemporânea

cas, abordando a mídia e os re- cursos tecnoló- gicos na arte.

Volume

Deformação

 

Apropriação prática

Cor

Técnicas: de-

e

teórica das tecnolo-

senho,

gias e modos de com- posição das artes vi- suais nas mídias, relacionadas

Luz

fotografia, au-

 

diovisual

Percepção dos modos de fazer trabalhos com artes visuais nas diferentes mí- dias.

Teoria das artes visuais e mídias.

e mista

à

produção, divulga-

ção

e

consumo.

 

Produção de tra- balhos de artes visuais utilizan- do equipamentos e recursos tecnológicos.

8ª SÉRIE/9ªANO – ARTES VISUAIS

 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

 

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Linha

Bidimensional

Realismo

Nesta série, tendo em vista o caráter criativo da arte, a ênfase é na arte como ideologia e fator de transfor- mação social.

Compreensão da dimensão das Artes Visuais enquanto fa- tor de transformação social. Produção de traba- lhos, visando atuação do sujeito em sua realidade singular e social. CONTEÚDOS ES- TRUTURANTES ABORDAGEM PEDAGÓGICA

Forma

Tridimensional

Vanguardas

Textura

Figura-fundo

Muralismo

e

Arte

Latino-

Superfície

Ritmo Visual

Americana

Percepção dos modos de fazer trabalhos com ar- tes visuais e sua função social.

Volume

Técnica: Pin-

Hip Hop

tura,

Cor

grafitte,

performance

Luz

 

Gêneros: Pai-

Teorias das Artes Visuais.

sagem

 

urbana, cenas

 

do cotidiano

Produção de tra- balhos com os modos de organi- zação e composição como fator de transformação social.

5ª SÉRIE/6ªANO – TEATRO

 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Personagem:

Enredo, rotei-

Greco-Romana

Nesta série o trabalho é dire- cionado para a estrutura e orga- nização da arte em suas origens e outros Períodos históri- cos; nas séries seguintes, pros- segue o aprofun- damento dos conteúdos.

Compreensão dos elementos que estru- turam e organizam o teatro e sua relação com os movimentos artísticos nos quais se originaram.

Expressões

ro.

corporais,

Espaço Cênico,

Teatro Oriental

vocais, gestuais

Adereços

e faciais

Teatro

Técnicas: jo- gos teatrais, teatro indireto e direto, impro- visação, manipulação, máscara

Medieval

Ação

Renascimento

Espaço

Apropriação prática e teórica de técnicas e modos de composição teatrais.

Gênero: Tra-

 

gédia,

Estudo das es- truturas teatrais:

Comédia

e

Circo.

personagem, ação dramática e espaço cênico e sua articulação com formas de composição em movimentos e períodos onde se originaram. Teorias do tea- tro.

Produção de tra- balhos com teatro.

6ª SÉRIE/7ªANO – TEATRO

 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E

PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Personagem:

Representação,

Comédia dell’

Nesta série é Importante rela- cionar o conhe- cimento com formas artísticas populares e o cotidiano do aluno.

Compreensão das diferentes formas de representação presen- tes no cotidiano, suas origens e práticas contemporâneas.

Expressões corporais, vo- cais, gestuais e faciais

 

Leitura dramá-

Arte

tica,

Cenografia.

Teatro Popular

 

Técnicas: jo-

Brasileiro e

Ação

gos teatrais,

Paranaense

 

mímica, impro-

Apropriação prática e teórica de técnicas e modos de composição teatrais, presentes no cotidiano.

Espaço

visação, for-

Teatro

 

mas

Africano

Percepção dos modos de fazer teatro, através de diferentes es- paços disponí- veis.

animadas

Gêneros:

Rua e arena, Caracterização.

 

Teorias do tea- tro.

Produção de trabalhos com teatro de arena, de rua e indireto.

7ª SÉRIE/8ªANO – TEATRO

 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E

PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Personagem:

Representação no Cinema e Mídias

Indústria Cultu-

Nesta série o trabalho poderá enfocar o signi- ficado da arte na sociedade con- temporânea e em outras épo-

Compreensão das di- ferentes formas de representação no Cinema e nas mídias, sua função social e ideológica de veicu- lação e consumo.

Expressões corporais, vo- cais, gestuais e faciais

 

ral

Realismo

Texto dramáti-

 

co

Expressionismo

Ação

 

Maquiagem

Cinema Novo

cas, abordando a mídia e os re- cursos tecnoló- gicos na arte.

 

Espaço

Apropriação prática

Sonoplastia

e

teórica das tecnolo-

Roteiro

gias e modos de composição da re- presentação nas

Técnicas:

Percepção dos modos de fazer teatro, através de diferentes mídias.

mídias; relacionadas

jogos

teatrais,

à

produção,

sombra,

divulgação e

adaptação

consumo.

cênica

Teorias da re- presentação no teatro e mí- dias.

Produção de

trabalhos de

representação

utilizando

equipamentos e

recursos

tecnológicos.

8ª SÉRIE/9ªANO – TEATRO

 

ABORDAGEM

 

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Personagem:

Técnicas: Mo-

Teatro Engaja-

Nesta série, tendo em vista o caráter criativo da arte, a ênfase é na arte como ideologia e fator de transformação social.

Compreensão da di- mensão ideológica presente no teatro e o teatro enquanto fator de transformação so- cial.

Expressões corporais, vo- cais, gestuais e faciais

 

nólogo,

do

jogos teatrais,

direção, ensaio,

Teatro do

Teatro-

Oprimido

 

Fórum

Ação

Teatro Pobre

 

Dramaturgia

 

Criação de trabalhos

Espaço

Teatro do

Percepção dos modos de fazer teatro e sua fun- ção social.

teatrais, visando atua- ção do sujeito em sua realidade singular

Cenografia

Absurdo

Sonoplastia

Vanguardas

e

social.

Iluminação

Teorias do teatro.

CONTEÚDOS ES- TRUTURANTES ABORDAGEM PEDAGÓGICA

Figurino

Criação de trabalhos com os modos de

     

organização e composição teatral como fator de transformação social.

 

5ª SÉRIE/6ªANO – DANÇA

 
 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E

PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Movimento

Kinesfera

Pré-história

Nesta série o tra- balho é direciona- do para a estrutu- ra e organização da arte em suas origens e outros períodos históri- cos; nas séries se- guintes, prosse- gue o aprofunda- mento dos conte- údos.

Estudo do movi- mento corporal, tempo, espaço e sua articulação com os elementos de composição e movimentos e pe- ríodos da dança.

Compreensão dos ele- mentos que estruturam e organizam a dança e sua relação com o mo- vimento artístico no qual se originaram.

Corporal

Eixo

Ponto de Apoio

Greco-Romana

Tempo

 

Movimentos

articulares

Espaço

Fluxo (livre e interrompido)

Renascimento

Dança Clássica

Apropriação prática e teórica de técnicas e modos de composição da dança.

Rápido e lento

Formação

Níveis (alto, mé- dio e baixo)

Deslocamento

 

(direto

e

indireto)

Dimensões (pe-

queno

e

grande)

Técnica:

Teorias da dança.

Improvisação

Gênero: Circular

Produção de tra- balhos com dança utilizando diferentes modos de composição.

6ª SÉRIE/7ªANO – DANÇA

 
 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E

PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Movimento

   

Nesta série é im- portante relacio- nar o conheci- mento com for- mas artísticas po- pulares e o coti- diano do aluno.

Compreensão das di- ferentes formas de dança popular, suas origens e práticas contemporâneas.

Corporal

Ponto de apoio Rotação Coreografia Salto e queda Peso (leve e pe- sado) Fluxo (livre, in- terrompido e conduzido)

Dança Popular

Brasileira

Paranaense

Africana

Apropriação prática e teórica de técnicas e modos de composi- ção da dança

Indígena

Percepção dos modos de fazer dança, através de diferentes espaços onde é elaborada e executada.

Teorias da dança.

Tempo

Rápido, lento e moderado

 

Espaço

Níveis (alto, mé- dio e baixo) Formação Direção Gênero: folclóri- ca popular e ét- nica

Produção de tra- balhos com dança utilizando dife- rentes modos de composição

7ª SÉRIE/8ªANO – DANÇA

 
 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Movimento

Giro

Hip Hop

Nesta série o trabalho poderá enfocar o significado da arte na sociedade contemporânea e em outras épocas, abordando a mídia e os recursos tecnológicos na arte.

Percepção dos modos de fazer dança, através de diferentes

Compreensão das diferentes formas de dança no cinema, musicais e nas mídias, sua função social e ideológica de veiculação e consumo.

Corporal

Rolamento

Saltos

Musicais

Tempo

Aceleração e de- saceleração

Expressionis-

mo

Espaço

Direções (frente, atrás, direita e esquerda) Improvisação Coreografia Sonoplastia Gênero: indús- tria cultural e es- petáculo

Indústria Cul-

tural

 

Dança Moder-

Apropriação prática e teórica das tecnologias e modos de composição da dança nas mídias; relacionadas à produção, divulgação e consumo.

na

mídias Teorias da dança de palco e em diferentes mídias Produção de trabalhos de dança
mídias
Teorias da
dança de palco e
em diferentes
mídias
Produção de
trabalhos de
dança utilizando
equipamentos e
recursos
tecnológicos.

8ª SÉRIE/9ªANO – DANÇA

 

ABORDAGEM

CRITÉRIOS DE

CONTEÚDOS ESTRUTURANTES

PEDAGÓGICA

AVALIAÇÃO

ELEMENTOS

 

COMPOSIÇÃO

MOVIMENTOS

   

FORMAIS

 

E PERÍODOS

CONTEÚDOS BÁSICOS PARA A SÉRIE

 

Movimento

Kinesfera Ponto de apoio Peso Fluxo Quedas Saltos Giros Rolamentos Extensão (perto e longe)

Vanguardas

Tendo em vista

Compreensão da

Corporal

o

caráter criati-

dimensão da dança enquanto fator de transformação social.

Dança Moder-

vo da arte, a ên- fase é na arte como ideologia

fator de trans- formação social

e

Percepção dos modos de fazer dança e sua fun- ção social

na

Dança Contem-

Produção de trabalhos com dança, visando atuação do sujeito em sua realidade singular e social.

porânea

Tempo

Coreografia

Deslocamento

 

Gênero: Perfor-

Teorias da dan-

Espaço

mance e moder- na

ça

Produção de tra- balhos com os modos de orga- nização e com-

posição da dan- ça como fator de

transformação

social.

Conteúdos básicos para a Disciplina de Arte no Ensino Médio- BLOCO:

1 ANO ENSINO MÉDIO – ÁREA MÚSICA

Elementos formais:

Altura

Duração

Timbre

Densidade

Intensidade

Composição:

Ritmo, Melodia, Harmonia, Escalas: diatônica, pentatônica, cromática. Técnicas: Vocal, Instrumental e mista. Gêneros: Clássico, Popular, Folclórico. Movimentos e Períodos:

Música Popular Brasileira, Ocidental, Oriental, Popular.

2 ANO ENSINO MÉDIO – ÁREA MÚSICA

Elementos formais:

Altura

Duração

Timbre

Densidade

Intensidade

Composição:

Ritmo, Melodia, Harmonia, Escrita Musical. Técnicas: Vocal, Instrumental e mista. Gêneros: Clássico, Popular, Étnico. Movimentos e Períodos:

Música Popular e Étnica, Música Ocidental e Oriental, Indústria Cultural, Música Contemporânea, Hip Hop.

3 ANO ENSINO MÉDIO – ÁREA MÚSICA

Elementos formais:

Altura

Duração

Timbre

Densidade

Intensidade

Composição:

Ritmo, Melodia, Harmonia, Modos: tonal, modal, atonal. Técnicas: Vocal, Instrumental e mista, improvisação. Movimentos e Períodos:

Música Engajada, Música Minimalista, Rap, Funk, Tecno, Música Experimental.

1 ANO ENSINO MÉDIO – ARTES VISUAIS

Elementos Formais:

Linha

Forma

Superfície

Volume

Luz

Cor

Composição:

Bidimensional, Tridimensional, Figurativo, Abstrato, Perspectiva

Técnica: pintura, desenho, gravura, escultura, história em quadrinhos Gênero: paisagem, cenas do cotidiano, cenas históricas

Movimentos

e

Períodos:

Arte

Pré-histórica,

Arte

Pré-Colombiana,

Arte

Pré-

Cabralina, Arte Latino Americana, Renascimento, Muralismo, Hip Hop.

2 ANO ENSINO MÉDIO – ARTES VISUAIS

Elementos Formais:

Linha

Forma

Superfície

Volume

Luz

Cor

Composição:

Bidimensional, Tridimensional, Figurativo, Abstrato, Perspectiva

Técnica: pintura, desenho, grafitti, gravura, escultura, modelagem, colagem Gênero: paisagem, retrato cenas do cotidiano, cenas históricas Movimentos e Períodos: Arte Popular, Arte Brasileira, Arte Paranaense, Arte Indígena, Arte Ocidental, Arte Oriental, Arte Africana, Indústria Cultural.

3 ANO ENSINO MÉDIO – ARTES VISUAIS

Elementos Formais:

Linha

Forma

Superfície

Volume

Luz

Cor

Composição:

Bidimensional, Tridimensional, Figurativo-fundo, Abstrato, Semelhanças, Contraste, Deformação, Estilização Técnica: pintura, escultura, fotografia, arquitetura, vídeo, performance, instalação, móbiles Gênero: paisagem, paisagem urbana, cenas do cotidiano, religiosas, históricas Movimentos e Períodos: Arte Ocidental, Arte Oriental, Vanguardas Artísticas, Arte do Século XX, Arte Contemporânea, Indústria Cultural.

1 ANO ENSINO MÉDIO – ÁREA DE TEATRO:

Elementos formais:

Personagem: expressões corporais, vocais, gestuais e faciais. Ação Espaço Composição:

Técnicas: Jogos Teatrais, Teatro Direto e Indireto, Mímica, Pantomima

Gêneros: Tragédia, comédia

Movimentos e Períodos Teatro Greco-Romano, Teatro Essencial, Teatro Popular, Commédia Dell' arte.

sonoplastia

2

ANO ENSINO MÉDIO – ÁREA DE TEATRO:

Elementos formais:

Personagem: expressões corporais, vocais, gestuais e faciais. Ação Espaço Composição:

Técnicas: Jogos Teatrais, Teatro Direto e Indireto, Ensaio

Gêneros: Drama e épico, popular Movimentos e Períodos

Teatro

Americano.

Sonoplastia, cenografia e iluminação, figurino.

Teatro

Renascentista,

Teatro

Brasileiro,

Teatro

Paranaense,

Latino-

3 ANO ENSINO MÉDIO – ÁREA DE TEATRO:

Elementos formais:

Personagem: expressões corporais, vocais, gestuais e faciais. Ação Espaço Composição:

Técnicas: Jogos Teatrais, Teatro Direto e Indireto, Ensaio, Teatro-Fórum Gêneros: Drama, Tragédia e Comédia, circo, Roteiro, Enredo, Trilha sonora e sonoplastia. Movimentos e Períodos Teatro Engajado, Teatro Dialético, Teatro do Oprimido, Teatro Pobre, Teatro de Vanguarda, Indústria Cultural.

1 ANO ENSINO MÉDIO ÁREA DANÇA

Elementos Formais:

Movimento Corporal Tempo Espaço Composição:

Kinesfera, Ponto de Apoio, Movimentos Articulares: Lento, Rápido e Moderado, Aceleração, Desaceleração, rolamento, lento, médio e rápido, níveis, deslocamento, direções, planos, coreografia.

Gênero: Étnica e Popular. Movimentos e Períodos:

Pré-história, Greco-Romana, Medieval, Dança Popular, Dança Brasileira, Dança Africana, Dança Indígena.

2 ANO ENSINO MÉDIO ÁREA DANÇA

Elementos Formais:

Movimento Corporal Tempo Espaço Composição:

Peso, Salto e Queda, Lento, médio e rápido, Aceleração e desaceleração, Deslocamento, Improvisação, Coreografia. Gênero: Espetáculo, folclórico e salão. Movimentos e Períodos:

Cultural,

Vanguardas.

Dança

Brasileira,

Dança

Moderna,

Dança

Contemporânea,

Indústria

3 ANO ENSINO MÉDIO ÁREA DANÇA

Elementos Formais:

Movimento Corporal Tempo Espaço Composição:

Fluxo, Eixo, Giro, Lento, médio e rápido, Aceleração e desaceleração, Deslocamento, Improvisação, Coreografia. Gênero: Indústria Cultural e salão. Movimentos e Períodos:

Dança Clássica, Dança Moderna, Dança Contemporânea, Indústria Cultural, Vanguardas. METODOLOGIA DA DISCIPLINA

Nas aulas de Arte é necessária a unidade de abordagem dos conteúdos estruturantes,

onde conhecimento, as práticas e a fruição artística estejam presentes em todos os momentos da prática pedagógica, em todas as séries da Educação Básica. Para preparar as aulas, é preciso considerar para quem elas serão ministradas, como, por que e o que será trabalhado. Dessa forma, devem-se contemplar, na metodologia do ensino da arte, três momentos da organização pedagógica:

• Teorizar: fundamenta e possibilita ao aluno que perceba e aproprie a obra artística, bem como, desenvolva um trabalho artístico para formar conceitos artísticos. • Sentir e perceber: são as formas de apreciação, fruição, leitura e acesso à obra de arte. • Trabalho artístico: é a prática criativa, o exercício com os elementos que compõe uma obra de arte.

O trabalho em sala poderá iniciar por qualquer um desses momentos, ou pelos três

simultaneamente. Ao final das atividades, em uma ou várias aulas, espera-se que o aluno tenha vivenciado cada um deles.

O encaminhamento dos conteúdos deverá considerar alguns pontos norteadores da

prática do ensino de arte como as produções e manifestações artísticas presentes na comunidade e demais dimensões da cultura em seus bens materiais e imateriais, contemplando a História Cultura Afro-brasileira (Lei n°10.639/03), Cultura Indígena (Lei n°11.645/08), História do Paraná (Lei n°13.381/01), Meio Ambiente (Lei n° 9.795/99) e Programa Nacional de Educação Fiscal (Portaria 413/2002)e as peculiaridades de cada aluno na busca da ampliação de seus saberes; a viabilização de situações de aprendizagem que permitam ao aluno compreender os processos de criação e execução nas linguagens artísticas e a experienciação estética. Por meio de práticas sensíveis de produção e apreciação artística e de reflexões sobre as mesmas nas aulas de Arte, os alunos podem desenvolver saberes que os levam a compreender e envolver-se com decisões estéticas, apropriando-se, nessa área, de saberes culturais e contextualizados referentes ao conhecer e comunicar em arte e seus códigos. Nas aulas de Arte, há diversos modos de aprender sobre as elaborações estéticas presentes nos produtos artísticos de música, artes visuais, dança, teatro, artes audiovisuais e sobre as possibilidades de apreciação desses produtos artísticos nas diferentes linguagens. Sendo assim, é importante o trabalho com as mídias, que fazem parte do cotidiano das crianças, adolescentes e jovens, alunos da escola pública, bem como o uso de recursos didático-pedagógicos e tecnológicos como: imagens, audio visuais, TV Multimídia, revistas, rádio, informática, internet, música, cinema

AVALIAÇÃO:

No processo educativo, a avaliação deve se fazer presente, tanto como meio de diagnóstico do processo ensino-aprendizagem quanto como instrumento de investigação da prática pedagógica. Assim, a avaliação assume uma dimensão formadora, uma vez que, o fim desse processo é a aprendizagem, ou a verificação dela, mas também permitir que haja uma reflexão sobre a ação da prática pedagógica. Para cumprir essa função, a avaliação deve possibilitar o trabalho com o novo, numa dimensão criadora e criativa que envolva o ensino e a aprendizagem. Desta forma, se estabelecerá o verdadeiro sentido da avaliação: acompanhar o desempenho no presente, orientar as possibilidades de desempenho futuro e mudar as práticas insuficientes, apontando novos caminhos para superar problemas e fazer emergir novas práticas educativas (LIMA, 2002). No cotidiano escolar, a avaliação é parte do trabalho dos professores. Tem por objetivo proporcionar-lhes subsídios para as decisões a serem tomadas a respeito do processo educativo que envolve professor e aluno no acesso ao conhecimento. (PARANÁ, 2008)

Nas salas de aula, o professor é quem compreende a avaliação e a executa com intencionalidade e planejamento, que deve contemplar a expressão de conhecimento do aluno como referência uma aprendizagem continuada. No cotidiano das aulas, isso significa que é importante a compreensão de que uma atividade de avaliação situa-se entre a intenção e o resultado e que não se diferencia da atividade de ensino, porque ambas têm o intuito de ensinar; no Plano de Trabalho Docente, ao definir os conteúdos específicos trabalhados naquele período de tempo, já se definem os encaminhamentos, critérios, estratégias e instrumentos de avaliação por série, para que professor e alunos conheçam os avanços e as dificuldades, tendo em vista a reorganização do trabalho docente; os critérios de avaliação devem ser definidos pela intenção que orienta o ensino e explicitar os propósitos e a dimensão do que se avalia. Então, é preciso investir em todas as estratégias e recursos possíveis para que ele aprenda. A recuperação é o esforço de retomar, de voltar ao conteúdo, de modificar os encaminhamentos metodológicos, para assegurar a possibilidade de aprendizagem. Nesse sentido, a recuperação da nota é simples decorrência da recuperação de conteúdo. A avaliação

do processo ensino-aprendizagem, entendida como questão metodológica, de responsabilidade do professor, é determinada pela perspectiva de investigar para intervir. A seleção de conteúdos, os encaminhamentos metodológicos e a clareza dos critérios de avaliação elucidam a intencionalidade do ensino, enquanto a diversidade de instrumentos e técnicas de avaliação possibilita aos estudantes várias oportunidades e maneiras de expressar seu conhecimento. Ao professor, cabe acompanhar a aprendizagem dos seus alunos e o desenvolvimento dos processos cognitivos. Na disciplina de Arte trabalha-se com processos de contextualização histórica, comparação, discussões, observação, análise, leituras e releituras e composição. A avaliação também pode ser realizada ao término de um conjunto de atividades que compõem uma unidade didática. Para analisar como a aprendizagem ocorreu, podem ser utilizados os instrumentos avaliativos conforme o Plano de Trabalho Docente, como: seminários, debates, avaliações escritas e orais, composições, leitura e releituras de obras e imagens diversas, exposições, pesquisas, apresentações de teatro, música e dança, entre outros.

Referências Bibliográficas:

CALÁBRIA, Carla Paula Brondi; MARTINS, Raquel Valle. Arte, história & produção:

arte brasileira. São Paulo: FTD, 1997. PEIXOTO, M.I.H. Arte e o grande público: a distância a ser extinta. Campinas, São Paulo:

Autores Associados, 2003. PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação do. Diretrizes Curriculares de Arte para a Educação Básica. Departamento de Educação Básica, Curitiba, 2008. PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação. Departamento de Ensino de Primeiro Grau. Currículo básico para a escola pública do Paraná. Curitiba: SEED/DEPG, 1992. PARANÁ. Secretaria de Estado da Educação do. Departamento de Ensino Médio. LDP:

Livro Didático Público de Arte. 2ª Ed. Curitiba: SEED-PR, 2007.