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OS SINA IS PODE ROSOS DO CONSELHO DE DEUS

OS SINA IS PODE ROSOS DO CONSE LHO DE DEUS

CINCO CON FENC IAS DE RENOVA ÇÃO DE AQUA RIUS

PO R

J. VAN RIJCKENBORGH

E

CA T HA ROSE DE PE TRI

I BILTHOVEN 1963

II CALW 1964

III BAD MÜNDER 1965

IV BASILÉIA 1966

V TOULOUSE 1967

OS SINA IS PODE ROSOS DO CONSE LHO DE DEUS

O APOCA LIPSE DA NOVA E RA III

T E RCE IRA CON FE NC I A DE RENO V A ÇÃ O DE AQUA RIUS V AN RIJCKENBO RGH- HEI M, BAD MÜ NDE R 1965

PO R

J. VAN RIJCKENBORGH

E

CA T HA ROSE DE PE TRI

S éri e Apocalipse

V O L UME III

CA T HA R OSE DE PE TRI S éri e A poca li pse V

L EC T O RIUM ROSI C RUC I ANUM

2010

Cop yright © 1965 Rozek r u is Per s, Haarl em , Ho l anda

TÍTU L O O RIG I NA L:

D e ma tige tekens v an Gods raad

2010

I MPRESSO NO BRASIL

L EC T O RIUM ROS I C RUC I ANUM ESCOL A I N T E RNAC I ONA L DA ROSAC RUZ ÁU REA Sede I nt er nacional Bakenesser g ra t 11-15, Haarl em , Ho l anda www.rozenkr u is.nl Sede no B rasil Rua Sebastião Car neir o , 215, São Pau l o , SP www.rosacr uzau r ea.o r g .b r

Sede em Portugal Trav essa das Ped ras Neg ras, 1, 1.o , Lisboa , Po rtugal www.rosacr uz l ect o ri um .o r g

Dados I nt er nacionais de Catal ogação na Publicação ( C I P ) ( Câma ra Brasileira do Livr o , SP, Brasil)

Rij enborgh, J. van, 1896–1968.

Os sinais poderosos do conselho de Deus : O Apocalipse da Nova Era III : Terceira Conferência de Renovação de Aquarius : Bad Münder, 1965 / por J. van Rij enborgh e Catharose de Petri ; [tradução equipe de tradutores do Lectorium Ros i c r uc i anum ]. – Jari nu , SP : Lec t o ri um Ros i c r uc i anum , 2010. – ( Séri e Apocali pse ; v. III)

Título original: De ma tige tekens van Gods raad ISBN: 978-85-62923-01-2

1. Rosacrucianismo - Discursos, ensaios, conferências 2. Revelação I. Petri, Catharose de. II. Título. III. Título: O Apocalipse da Nova Era III. IV. Título:

Terceira Conferência de Renovação de Aquarius. V. Série.

10-02569

CDD–135.43

Í nd ices para catálogo sist em ático :

1. Rosac r uz : Or dem : Cncias ocu ltas 135.43 2. Rosac r uc ianismo : Conf encias : Cncias ocu ltas 135.43

Todos os d ir eitos desta ed ição r eservados ao L EC T O RIUM ROS I C RUC I ANUM Ca ixa Postal 39  13.240-000  Jari nu SP Brasil Tel. (11) 4016.1817  FA X (11) 4016.3405 www.pen tag rama .o r g .b r livr os @ pen tag rama .o r g .b r

SUMÁRIO

Prefácio

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9

1 Um novo sistema solar

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11

2 A influência de Urano, Netuno e Plutão

 

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19

3 A força de radiação de Plutão

 

33

4 Um novo céu e uma nova terra

 

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45

Biogra a dos autores

 

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PREFÁCIO

Na ed ição de nossa série intitu l ada O Apocalipse da No va E ra, pub licamos agora, po r compl et o , o t ema de nossas a l ocu ções e

rit ua i s que fo ram pr o fe ri dos no decu r so da t e rce ira Con fe nci a de Reno vaçã o de Aquarius, em agosto de 1965, em Bad M ü nder, Alemanha. As a tivi dades de Aqua ri us, que deram ense jo a esta con fe nc i a , torna ram-se perceptíve i s em dife ren tes campos de vi da e há muit o tempo con rmaram com ê n f ase a adve rtê nc i a que part e da Esco la Espiritual da Rosacruz moderna, o Lectorium Rosicrucianum:

O

desmascaramento começou!

O

tempo egou!

Espe ramos e o ramos que mu itos , mu itíssimos, ainda sej am capazes de compreende r seu prof undo s i gn i cado pa ra cada se r humano e que possam extrair desta terceira publicação de nossa série Apocalipse o proveito libertador que é almejado.

CATHAROSE DE PETRI J. VAN RIJCKENBORGH

1

UM NOVO SISTEMA SOLAR

Palavras de abertura

A go ra, ao início da t erceira con f encia de Aquarius de 1965, é egado o grande momento de dar-vos , a todos , as mui cor diais boas-vindas. Estamos mu ito consc ient es do carát er extrao r d inário dest e momen to, pois n ã o é um g rand ioso acontec imen to o f a to de es­ ta rmos , como a lunos do Lec torium Rosi c ruci anum, mai s do que nunca rmemen t e dec id idos a segu ir a Rosac r uz Áu r ea pa ra a única meta que nos é ind icada , ou se j a, a libe rtação da a l ma e do esp írito ? E que n ós, assim , como uma mu lti dão de m ilhar es, possamos encon trar- nos uns aos outr os aqui, nas ár eas e nos ed cios de nosso nov o Cen tr o de Con f encias Van R ij enborgh , a m de re fl e tirmos j untos e ao mesmo tempo sobre a magn í ca salvação que nos aguar da , ap ó s t ermos, nó s mesmos , vencido os obstáculos existentes em nós? Na te rce ira confe nc i a de Aqua ri us recebere i s i ndi ca çõ es con ­ cr etas e d ir etas para uma senda que de ve se r imed i atamen te i nc i ada e pa lm ilhada . Po r i sso , estas boas-vindas são uma convo ­ caçã o para a a çã o, uma conv ocaçã o para uma a tivi dade dir eta. E

OS SINAIS PODEROSOS DO CONSELHO DE DEUS

v ossa presen ça aqui neste templ o e em nossa tenda-templ o já é a prova de que seguis conosco. Sob r e esta base viv enciar emos nossa t erceira conf encia de Aquarius , na cidade de Bad M ünde r, como uma co rr ent e de irmãos e irmãs. Amém. A go ra, que pudemos expe rimen tar e viv enciar a g raça dest e momen to em que foi i n flamado o a r ote da luz no T emplo Van Rij enborgh , coloquemo-nos em humil dade , pom c la ramente conscient es, sob a l uz irrad iant e da fl ama única e p r o f essemos pe rante a f ace do Espírito Unive r sa l s étup lo e perante o tribuna l interno:

Em nome do santo Logos tríplice, em nome da libertadora Luz sétupla universal, em nome de sua força, Jesus Cristo, nosso Senhor:

obediência ao santo Logos tríplice, obednc i a aos gloriosos pode res e radi a çõ es da santa Luz s ét upla , obednc i a ao go-mestre da corren te da F ra te rn i dade Un iv e rsa l, Jesus Cristo. Amém.

Que t odos, aqu i p r esent es, possam se r encontrados d ignos de receber a bênção eia de graça da santa Fraternidade. Amém, sim, Amém.

Primeira alocução

É com al egri a no co raçã o que, nest e amb i ent e t o tal men t e no v o de nosso Cen tr o de Con f encias em Bad Münde r, podemos dar-vos as boas-vi ndas ao i n í c i o de nossa te rce ira Confe nc i a de

1 . UM NOVO SISTEMA SOLAR

Aquarius, uma confencia que nos p róximos dias seo cen tro de interesse de todos nós. Vamos tentar sub ir o terceir o degrau de uma escada que con­ m ao t odo set e degraus. D e ve ser de vosso conhec imen t o que t emos a int enção de r ealizar set e conf encias de Aquarius ,1 e pens ávamos que se ri a bom , uma v ez ma is , d iri g ir v ossa a t enção para este fato. A qu i e aco ou vimos f a la r sob r e o eno rme esf o o e sob r e os grandes cust os que ta i s confe nci as acarr e tam , bem como sob r e o p r eju í zo que seri a i nfli gi do ao p lanejamento do trabalho naconal e, po rtant o , sob r e uma car ga demasiado pesada aos vários departamentos de nosso reino gnóstico. Po m , os que assim f al am ou pensam não conhecem o p r o ­ cesso que t odos os l hos de D eus s ão obri gados a por em p rá­ tica , processo que de v e se rvir para a li berta çã o de todos n ós , pro­ cesso con tido desde o princípio no consel ho de Deus . Por i sso, conside ramos necess ário ind icar em poucas pa l avras os pon t os p ri ncipais , a base desse p r ocesso de salvação , para que comp r een ­ da i s e, assim , possa i s expe rimen tar da mel hor f o rma as b ê nçã os desta t erceira conf encia de Aquarius , e cooperar p l enament e no trabalho que aqui deve ser efetuado.

Sabei s que o s i stema sola r, do qua l nossa te rra é uma pa rt e , forma uma un idade cooperant e anos m ínimos detal hes, cu j as irra­ d iações, no t ocant e a suas infl u ências, a seus e f eitos , podem ser ind icadas e p r e vistas po r compl et o . O conj un t o de t odas essas pode r osas irrad iações do sist ema so l ar que conhecemos f ez vir à exisncia em nosso dom ínio t err estr e, entr e ou tras co isas, a

1 D e vido ao f al ecimen t o de Jan van R ij enbo r gh em 1968, duas dessas con ­ ferências intencionadas foram canceladas (N.E.).

OS SINAIS PODEROSOS DO CONSELHO DE DEUS

humanidade tal como a conhecemos ago ra: o homem em sua apanc i a ma te ria l, sua pe rsona li dade s ét upla equipada com gran ­ des f acu l dades e ap tid ões. A fr on t eira extr ema do que el a pode rea li za r é o pon to mai s ba ix o da ma te ria li dade , portan to, o nadir das realizações humanas atuais. Pom, sabe i s que o homem é amado a e le va r-se deste campo de vida , que ago ra se t o r nou para el e uma p ri são . Para tant o el e p r ecisa em b r e v e possu ir uma no va per sonalidade, uma pesonalidade trans gu rada , que ge ral men t e ind icamos como ho­ mem - al ma . Po rtant o , p r ecisais al cançar a r essu rr eição e , ap ós a ressurreição, prosseguir. Comp r eendeis que é abso l u tamen t e impossível uma r essu r­ r eição na e com a v el ha per sonalidade que ago ra possu ís. Po r consegu int e é necess ário um r enasc imen t o . E qua l quer r enasc men t o se r ealiza po r me io de rad iações, po r me io de rad iações int ercó smicas, entr e ou tras, tamb ém as rad iaçõ es p lanetári as de nosso sistema solar. Portan to, é e vi dente que, para a o necessári a ressurre içã o para a qua l nos dirig imos, ago ra são necess árias rad iações d if er ent es das que hoje estão à nossa disposição. Po r isso , ago ra ou tro si stema solar se ap resentae se to rnaativo na vida dos homens: ou tr o so l, ou tr os p l anetas e ou tr o zod íaco . E is po r que é d ito na linguagem v el ada e o p r o fética do Apocalipse 21: “ E vi um novo c é u e uma nova te rra . Porque o primeiro c éu e a p rimeira terra passa ram, e o mar já n ã o e xi ste”. Essa g rande mudança se encontra em p leno andament o . A re voluçã o comp le ta de todo o un ive rso está- se rea lizando . E , so­ br etudo nos últimos meses, t emos f alado em nossa Escola sob r e os três p lanetas dos mistéri os : Urano, Net uno e P lu o , três p la­ netas que pe rtencem ao no v o sist ema sol ar e nos au xiliao no caminho de desenvolvimento posterior.

1 . UM NOVO SISTEMA SOLAR

A essas três infl u ências p l anetárias se j un tao nos anos vin­ dou r os , po rtant o em f u t u r o p róximo , ou tras três f o as p l ane­ tárias, três infl u ências que agora ainda não eso a tivas pa ra a humanidade e, por isso, ainda são desconhecidas. No t o tal, sei s p l anetas dos mi stérios exerceo sua i nflu ê nci a. E l es constitu irão os seis deg raus da senda que o no v o homem de v esubir. Esses se is aspec tos em con j unto formao o s étimo aspecto, que o novo homem deverá realizar. Talv ez ass im possa is comp r eender po r que f ar emos set e con­ f e nc ias de Aquarius : de vido ao f a to de que cada a luno te de da r set e passos, t ede subir set e deg raus , t ede s int on izar- se ha rmon i osamente com se te novas pode rosas i n fluê nc i as . E o f a to de esta rmos agora reuni dos aqui, em Bad Mü nder, para nossa te ce ira con fe nc i a de A qua rius, demonstra c l a ramen te a raz ã o de re fle tirmos sobre o te rce iro plane ta dos mi stéri os: Pluo. Porque el e ocupa, na s éri e dos se t e, uma pos ição - ave que mod i cao aspecto do mundo e de toda a humanidade. Para isso não nos é dada livre escolha, como no passado. No passado, podia-se ser religioso ou não. No passado, podia-se escolher dentre várias pro ssões de fé. No passado, o se r humano vaguea va no nadir da ma te ria li dade , vagueava bem ou mal, e era man tido em equ ilíb ri o pel o nosso conhecido sistema solar. Mas ago ra t udo isso va i muda r. Toda a human idade será impe­ lida em de t e rm i nada d ir e ção . A go ra , tra ta - se de sabe r se que r e i s acompanha r ou não . Se p r ef erir des , tal como eshab ituado o v el ho homem , esperar ma is um pouco, car ma is a l guns anos na expectativa, eno mais tar de v os arr epende r eis mu ito , po is sofrereis grandes danos com semelhante adiamento. Podemos e de vemos dize r-v os : Ass im acon tece rá! Foi-nos pe miti do da r-vos a prova di sso nos próximos di as desta con fe nc i a .

OS SINAIS PODEROSOS DO CONSELHO DE DEUS

E com essa prova , após o térm ino de nossa con f e nc ia , volta re is para casa.

Epílogo

O campo magnético de nossa Escol a Esp iritua l não conhece se­ paraçã o al guma para os que nel e vivem. O campo magn ético da Esco l a Esp iritua l é pa ra t odos, e e l e d if unde sua l uz pa ra t odos. Quando, po is, a l uz incognoscível é infl amada nas tr e vas pel a fo a d if usora da Esco la Esp irit ua l po r me i o de seus focos , novas possibilidades são abertas para todos. Por isso , é muit o importan te que cada a luno, i ndivi dua lmente , se torne consc i en te de que aqui s ã o todos por um, e um por t odos ; que cada al uno s éri o, onde quer que resida no mundo, parti cipa do trabalho prático da jovem Fraternidade gnóstica, mediante:

1.º seu devotamento ao grande e santo trabalho, 2.º a prova efetiva de uma atitude de vida com base na alma, 3.º a aceitação da unidade de grupo com o coração e a cabeça.

O resultado se um aumen to em foa no processo de transforma­ çã o operado pe la luz . E todos nó s , que pudemos se r testemunhas da consag ra çã o e i naugura çã o de nosso T emplo e Cen tro de Con ­ f e nci as Van R ij enbo r gh, se r emos unânimes em nossa fé, em nossa ded icação e g ratidão à int eira co rr ent e da F rat er nidade Un iver sal, em cu j a f o a rad iant e t udo isso p ôde se r ef et uado . Amém.

1 . UM NOVO SISTEMA SOLAR

Oração nal

Irmãos e Irmãs, Tocados pela luz da sabedoria divina:

Paz, liberdade, e força possam tornar-se vosso quinhão desde agora até a eternidade. Amém.

2

A INFLUÊNCIA DE URANO, NETUNO E PLUTÃO

Voto

Esperamos e o ramos pa ra que possamos nos encontra r r ec ip r oca­ mente na força libertadora da rosa e da cruz. Amém.

Oração de Abertura

Espírito eterno, irresistível, por tua força tudo e todos sejam curados!

Venha a nós teu reino! Que tua vontade se cumpra do mesmo modo em todos os domínios da decadência dialética!

Dá-nos hoje teu pão imperecível

e perdoa-nos nossas dívidas cármicas

à medida que nos libertamos, perdoando a nossos devedores!

OS SINAIS PODEROSOS DO CONSELHO DE DEUS

Conduze-nos para fora da tentação, e livra-nos do opositor em nosso microcosmo! Amém.

Rito

N ó s , que procuramos os s i na i s dos segredos ocultos, sabemos que em t odo o univer so r einam sist ema e o r dem , que o univer so se desdobra de ete rn i dade em e te rn i dade , segundo le i s impe rec ív e i s .

Nós, que rasgamos pouco a pouco os us que nos sepa ram do inefável, descobrimos o plano por trás de toda realização.

Nós, que e x am inamos as r el ações entr e macr ocosmo e m icr o ­ cosmo , v emos o g rand ioso equ ilíb ri o univer sal entr e t odas as coisas.

N ó s , que escalamos os degraus estre it os da escada de Me rc úrio, a m de e le va r-nos , consc i en temen te , aos mundos i n vi s ív e i s , vemos as correntes de vida dos reinos da natureza ondular no éter.

N ó s , que nos aproximamos do grande s ilê nc i o, ouvimos a voz do silêncio.

Nós, al unos da Escol a Esp iritua l mode r na, que entramos no t emp l o do Esp írito , compr eendemos a g lóri a do pensament o abstrato.

N ó s , servido r es do fogo, sondamos p r o fundament e as font es do capacidade humana.

2 . A INFLUÊNCIA DE URANO, NETUNO E PLUTÃO

Nós sabemos a que o homem é amado desde o princípio.

Nós, co l hedo r es de r osas no j ar d im de Fohat, v emos , como em um arr eba tamen t o dos sentidos, a senda do desenv o lvimen t o precipitar-se, de horizonte a horizonte, como um relâmpago.

Nós, que aumentamos assim nossa c ncia, amp liamos nosso ho rizonte , e xpand imos nossa consc nc ia , ca rr egamos nossas fo ças com ene r g ia d inâm ica, vamos da su r p r esa à adm iração , e do assomb r o p r o f undo à ado ração ba l buciant e, à hum ildade, à religião.

Nós, de quem d isseram que conside ramos a razão fria como o ma is el e vado , sabemos que nosso saber cu l m ina em convic ção profundamente religiosa.

Nós nos cu rvamos d iant e da ma j estade de D eus , po r que, ap ós inv estigação p r o f unda, a int erv enção de D eus se comp r o va em t odos os re i nos; po rque expe rimen tamos a fo a que impu l si ona t odas as co isas, a fo a sublime que impe le nosso p lane ta a tra s do espaço, a Luz do Mundo: Cristo. Amém.

A humanidade busca a libertação, porém ela já está aí.

A humanidade busca um he rói f o rte, po m esse he rói f o rte está aí.

A human i dade busca uma loso a redentora , pom essa loso a

já está aí.

Há os que buscam magia libertadora, po m essa magia esaí.

OS SINAIS PODEROSOS DO CONSELHO DE DEUS

A foa das foas habita en tre n ó s , e de vemos f aze r que o mundo

e o homem dela se tornem conscientes.

“Sem mim, nada podeis”, diz Cristo. Primeiro, o aluno curva-se

d iant e dessa r ealidade. Se se pode f al ar de ce rteza de fé, em

r el ação ao homem comum , que bebe o l eite que b r o ta da f on t e

do conhec imen t o e xo téri co , quant o ma i o r eno se a f o a de fé, a ce rt eza de fé, de quem pode assim ila r o a limento sólido do aspecto gnóstico da palavra de Deus. So is amados pa ra algo magní co , a lgo o sublime e imenso que n ão podemos encon tra r pa la vras para descr e vê-l o. A mag i a do cri stianismo é un iver sal e esma is p róxima que m ãos e p és.

E l a eseri g ida , qual alta t o rr e, na Bíb lia. E l a f o i trazida pel os

et ernamen t e grandes, que eso ac ima de t odo e rro. Essa magi a é tã o magi stral, que as ped ras come çam a f al ar; o livr o mort o, a B í bli a , que se encon tra sobre a mesa do a lta r, torna -se viven te po r me io do amor de Deus e em it e cent e lhas ígneas, de mane ira que as trevas se precipitam em fuga. A mag ia do cri stianismo esd iant e de s! E l a é a f o a de

Deus, a foa de Deus pa ra a bem-a ven turan ça . E temos de traze r esse Evangel ho a s, po r que sabemos que qual quer r enovação

de nitiva da human idade depende de l e e é f o rjada po r el e. Po que a Bíblia é uma síntese mágica, um reflexo do próprio Verbo vivente que habita entre nós. E assim como o livr o maravilhoso , qual uma fórmu l a má gi ca , bane as tre vas e pode quebra r o encan tamento do ma l, ass im tam­

b ém o V er bo viv ent e aniqu ilacom f o a o encan tamen t o e

a mal d ição sob os qua is est e mundo anda cu rvado e ama a

human idade pa ra uma nova era . Por i sso, esta época é tã o impo

tante, pois , como nos escl arece in teiramen te o livro maravil hoso,

o tempo egou. Amém.

2 . A INFLUÊNCIA DE URANO, NETUNO E PLUTÃO

Segunda alocução

desde a lguns anos toda a human i dade se encontra em poderosa como çã o i n te rc ó smi ca , a comoçã o da grande trans gura çã o; uma trans gu ra çã o que se está r eali zando por etapas. É uma como çã o que toca toda a human i dade , sem omitir n i nguém, e coloca todos diante da grande escolha: ressurreição ou degeneração. Um ex emp l o do passado pode esc