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JURÍDICOS

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O L E Ç Ã O

O T E I R O S

JURÍDICOS

Mário Alberto Konrad Sandra Ligian Nerling Konrad

Direito Civil 1

Parte geral, obrigações e contratos

COORDENADOR JOSÉ FABIO RODRIGUES MACIEL

5ª edição 2011
5ª edição
2011
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ISBN 978-85-02-10537-9

Dados Internacionais de Catalogação na Publicação (CIP) (Câmara Brasileira do Livro, SP, Brasil)

Konrad, Mário Alberto

Direito civil, 1 : parte geral, obrigações e contratos / Mário Alberto Konrad, Sandra Ligian Nerling Konrad. — 5. ed. — São Paulo : Saraiva, 2011. — (Coleção roteiros jurídicos / coordenação José Fabio Rodrigues Maciel)

1. Obrigações (Direito) 2. Obrigações (Direito) – Brasil I. Konrad, Sandra Ligian Nerling. II. Maciel, José Fabio Rodrigues. III. Título. IV. Série.

CDU-347.4(81)

Índices para catálogo sistemático:

1. Brasil : Direito das obrigações : Direito civil

347.4(81)

2. Brasil : Obrigações : Direito civil

347.4(81)

Diretor editorial Antonio Luiz de Toledo Pinto Diretor de produção editorial Luiz Roberto Curia Gerente de produção editorial Lígia Alves Editor Jônatas Junqueira de Mello Assistente editorial Sirlene Miranda de Sales Assistente de produção editorial Clarissa Boraschi Maria Preparação de originais Camilla Bazzoni de Medeiros Arte e diagramação Cristina Aparecida Agudo de Freitas Claudirene de Moura Santos Silva Revisão de provas Rita de Cássia Queiroz Gorgati Ivani A. M. Cazarim Serviços editoriais Ana Paula Mazzoco Carla Cristina Marques Capa Gislaine Ribeiro Produção gráfica Marli Rampim Impressão Acabamento

Data de fechamento da edição: 29-10-2010

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Nenhuma parte desta publicação poderá ser reproduzida por qualquer meio ou forma sem a prévia autorização da Editora Saraiva. A violação dos direitos autorais é crime estabelecido na Lei n. 9.610/98 e punido pelo artigo 184 do Código Penal.

SUMÁRIO

I – PARTE GERAL

Capítulo 1 – DIREITO CIVIL

13

1.1. Observação inicial

13

1.2. Conceito

13

1.3. Princípios

13

1.4. Relação jurídica

14

Capítulo 2 – PESSOAS

17

2.1. Conceito

17

2.2. Individualização da pessoa natural

17

2.2.1.

Nome

17

2.2.2. Estado

19

2.2.3. Domicílio

20

2.3. Pessoa jurídica

20

2.3.1. Conceito

20

2.3.2. Constituição

20

2.3.3. Natureza jurídica

21

2.3.4. Classificação

21

2.3.5. Domicílio

22

2.3.6. Desconsideração da pessoa jurídica

23

2.4. Personalidade jurídica das pessoas naturais e jurídicas

25

2.4.1. Conceito

25

2.4.2. Começo e fim

25

2.4.3. Grupos despersonalizados

26

2.5. Direitos da personalidade

27

2.6. Capacidade jurídica das pessoas naturais

29

2.6.1. Incapacidade absoluta e relativa

29

2.6.2. Proteção aos incapazes

31

2.6.3. Cessação da incapacidade

32

2.7. Capacidade jurídica das pessoas jurídicas

33

2.8. Legitimação

33

2.9. Ausência

33

5

2.9.1.

Conceito

33

2.9.2. Declaração

34

2.9.3. Nomeação de curador

34

2.9.4. Sucessão provisória e definitiva

35

Capítulo 3 – BENS

40

3.1. Conceito

40

3.2. Classificação

40

3.2.1. Bens corpóreos e incorpóreos

40

3.2.2. Bens móveis e imóveis

41

3.2.3. Bens fungíveis e infungíveis

44

3.2.4. Bens consumíveis e inconsumíveis

44

3.2.5. Bens divisíveis e indivisíveis

45

3.2.6. Bens singulares e coletivos

45

3.2.7. Coisa principal e acessória

46

3.2.8. Bens públicos e particulares

49

3.2.9. Bens alienáveis e inalienáveis

50

Capítulo 4 – FATOS JURÍDICOS

55

4.1. Conceito

55

4.2. Classificação

55

4.2.1. Fato natural

55

4.2.2. Fato humano

55

4.2.3. Fatos jurídicos ordinários e extraordinários

56

4.3. Aquisição, modificação, defesa e extinção dos direitos

56

4.3.1. Modo originário e derivado de adquirir direitos na esfera patrimonial

57

4.3.2. Aquisição gratuita e onerosa

57

4.3.3. Aquisição a título universal e singular

57

4.3.4. Aquisição simples e complexa

58

4.3.5. Aquisição por ato do adquirente ou de terceiro

58

4.3.6. Aquisição para si ou para terceiro

58

4.3.7. Direito atual e direito futuro

58

4.3.8. Expectativa de direito, direito eventual e condicional.

59

4.3.9. Modificação objetiva e subjetiva

60

4.3.10. Protesto, retenção, arresto, sequestro, caução fidejus- sória ou real, interpelação judicial, notificação extraju- dicial, arras, cláusula penal, fiança, interdito proibitó- rio, autodefesa e ação de dano infecto como formas de defesa dos direitos

61

6

4.3.11.

Perecimento do objeto, alienação, renúncia, abandono, falecimento do titular, prescrição, decadência, abolição de uma instituição jurídica, confusão, implemento de condição resolutiva, perempção, escoamento do prazo (relação jurídica constituída a termo) e surgimento de direito não compatível com o existente como formas de extinção dos direitos

61

4.4. Conceito e classificação de ato jurídico em sentido estrito

67

4.5. Negócio jurídico

69

4.5.1. Conceito

69

4.5.2. Classificação

69

4.5.3. Interpretação

73

4.5.4. Elementos constitutivos

74

4.5.4.1.

Elementos essenciais

74

4.5.4.1.1. Capacidade do agente

74

4.5.4.1.2. Objeto lícito, possível e determinável

76

4.5.4.1.3. Consentimento

77

4.5.4.1.3.1.

Manifestação da vontade

77

4.5.4.1.3.2. Vícios de consentimento e fraude contra credores

78

4.5.4.1.4.

Formalidades previstas em lei

86

4.5.4.2.

Elementos acidentais: condição, modo e termo

86

4.5.5. Invalidação do negócio jurídico

91

4.5.6. Atos lícitos e ilícitos

95

4.5.7. Prova

96

 

II – OBRIGAÇÕES

Capítulo 1 – DIREITO DAS OBRIGAÇÕES

103

1.1. Conceito

103

1.2. Distinção entre direitos reais e pessoais

103

1.3. Obrigações propter rem, com eficácia real e ônus reais

104

Capítulo 2 – OBRIGAÇÃO

108

2.1. Conceito

108

2.2. Elementos constitutivos da obrigação

108

2.3. Fontes das obrigações

110

2.4. Classificação

111

2.4.1. Obrigação civil, moral e natural

111

2.4.2. Obrigação de dar coisa certa e incerta, de fazer e de não fazer

112

7

2.4.3.

Obrigação líquida e ilíquida

120

2.4.4. Obrigação simples, cumulativa, alternativa e faculta- tiva

120

2.4.5. Obrigação instantânea e continuada

123

2.4.6. Obrigação condicional, modal e a termo

123

2.4.7. Obrigação divisível, indivisível e solidária

125

2.4.8. Obrigação de meio, de resultado e de garantia

130

2.4.9. Obrigação principal e acessória

131

2.5. Transmissão das obrigações

131

2.5.1. Cessão de crédito

131

2.5.2. Assunção de dívida

133

2.5.3. Cessão de contrato

134

2.6. Efeitos das obrigações

136

2.6.1.

Adimplemento

136

2.6.1.1. Pagamento

136

2.6.1.2. Pagamento em consignação

141

2.6.1.3. Pagamento com sub-rogação

143

2.6.1.4. Imputação do pagamento

144

2.6.1.5. Dação em pagamento

145

2.6.1.6. Novação

146

2.6.1.7. Compensação

148

2.6.1.8. Confusão

150

2.6.1.9. Remissão das dívidas

150

2.6.2.

Inadimplemento das obrigações

151

2.6.2.1. Mora

152

2.6.2.2. Perdas e danos

154

2.6.2.3. Juros legais

155

2.6.2.4. Cláusula penal

156

2.6.2.5. Arras ou sinal

157

 

III – CONTRATOS

Capítulo 1 – TEORIA GERAL DOS CONTRATOS

163

1.1. Conceito e requisitos de validade do contrato

163

1.2. Princípios contratuais

164

1.3. Formação do contrato: fases, momento da conclusão e lugar da celebração

165

1.4. Regras de interpretação do contrato

169

1.5. Classificação dos contratos

169

1.5.1. Bilaterais e unilaterais

169

1.5.2. Gratuitos e onerosos

170

8

1.5.3.

Comutativos e aleatórios

171

1.5.4. Paritários e de adesão

172

1.5.5. Consensuais e reais

173

1.5.6. Formais ou solenes

173

1.5.7. Típicos e atípicos

173

1.5.8. Instantâneos e de duração

174

1.5.9. Pessoais e impessoais

174

1.5.10. Principais e acessórios

174

1.6. Efeitos do contrato

176

1.6.1. Em relação aos contratantes e seus sucessores

176

1.6.2. Em relação a terceiros

176

1.6.2.1. Estipulação em favor de terceiro

176

1.6.2.2. Promessa de fato de terceiro

176

1.6.2.3. Contrato com pessoa a declarar

177

1.6.3.

Demais efeitos

178

1.6.3.1. Direito de retenção

179

1.6.3.2. Exceção de contrato não cumprido

179

1.6.3.3. Vícios redibitórios

180

1.6.3.4. Evicção

181

1.7. Extinção dos contratos

183

1.7.1. Invalidação

183

1.7.2. Cláusula resolutiva

184

1.7.3. Direito de arrependimento

184

1.7.4. Inexecução voluntária e involuntária

184

1.7.5. Onerosidade excessiva

185

1.7.6. Resilição

186

1.7.7. Morte de um dos contratantes

187

Capítulo 2 – CONTRATOS CIVIS EM ESPÉCIE

190

2.1. Compra e venda

190

2.1.1. Conceito, elementos essenciais e consequências jurí- dicas

190

2.1.2. Cláusulas especiais

192

2.1.2.1. Retrovenda

192

2.1.2.2. Venda a contento e sujeita a prova

193

2.1.2.3. Preempção

193

2.1.2.4. Reserva de domínio

194

2.1.2.5. Venda sobre documentos

194

2.2. Troca ou permuta

195

2.3. Contrato estimatório ou de consignação

196

9

2.4.

Doação

196

2.5.

Locação em geral e de bens imóveis

199

2.6.

Empréstimo: mútuo e comodato

204

2.7.

Prestação de serviços

205

2.8.

Empreitada

206

2.9.

Depósito

207

2.10.

Mandato

208

2.11.

Transporte

209

2.12.

Seguro

210

2.13.

Constituição de renda

212

2.14.

Jogo e aposta

212

2.15.

Fiança

213

2.16.

Transação

214

2.17.

Compromisso

215

Capítulo 3 – ATOS UNILATERAIS

218

3.1. Observação inicial

218

3.2. Promessa de recompensa

218

3.3. Gestão de negócios

218

3.4. Pagamento indevido

219

3.5. Enriquecimento sem causa

219

10

I

Parte Geral

CAPÍTULO

1

Direito Civil

1.1. Observação inicial

Inicialmente, considerando a ausência de consenso doutrinário acerca do

conceito de direito, ousamos, a partir de uma criteriosa análise, afirmar que

o direito é considerado uma ciência que tem por finalidade estudar o conjun-

to de normas impostas pelo Estado, indistintamente a todas as pessoas, objetivando o controle das relações sociais, bem como o complexo dessas regras reguladoras da vida em sociedade (direito objetivo), ou, ainda, a fa- culdade reconhecida às pessoas de exigir o cumprimento de um direito que lhes é reconhecido pelo Poder Público (direito subjetivo).

1.2. Conceito

Ramo do direito privado que regula as relações pessoais e patrimoniais

entre particulares que integram um grupo social, estabelecendo a aquisição

e perda de direitos, a atuação de cada ser humano em relação aos seus pares,

à família, às questões de ordem sucessória e obrigacional, estabelecimento

de negócios jurídicos, agrupamentos desses homens com o objetivo de formar

associações e sociedades empresariais, sob a orientação das normas consti- tucionais e civis, tanto especiais quanto gerais.

1.3. Princípios

Maria Helena Diniz apresenta-nos os seguintes princípios:

Da personalidade: os homens adquirem direitos e obrigações porque são seres humanos.

Da autonomia da vontade: todos os seres humanos juridicamente capazes podem optar por praticar ou não alguns atos.

Da liberdade de estipulação negocial: permite a norma jurídica, com algu-

mas limitações, que as pessoas aceitem deveres e outorguem direitos, crian-

do negócios jurídicos.

13

Da propriedade individual: a personalidade do ser humano pode ser

exteriorizada com a aquisição de bens, que formam o seu patrimônio pes-

soal, fruto de trabalho, herança, doação, entre outros meios legalmente admitidos.

Da intangibilidade familiar: a direta expressão do homem é a família e esta deve ser preservada.

Da legitimidade da herança e do direito de testar: a possibilidade de trans- ferência total ou parcial dos bens que compõem o nosso patrimônio pessoal aos nossos herdeiros decorre da lei, que confere o referido poder.

Da solidariedade social: os princípios da função social da propriedade e

dos contratos (como negócios jurídicos) objetivam compatibilizar os interes- ses particulares e coletivos 1 . Ao tratar do assunto, mencionando o princípio da socialidade, ensina Carlos Roberto Gonçalves que os últimos prevalecem sobre os primeiros, o que não quer significar que devemos desconsiderar o valor fundamental do ser humano. O mesmo autor, ao analisar os princípios elementares de nosso direito civil, trata também do princípio da eticidade, tendo em vista que a valorização do homem está intimamente ligada à sua condição de fonte dos demais valores, priorizando a ética, a boa-fé, a equi- dade e a justa causa. Além desse, há que se considerar o princípio da opera- bilidade, que se funda na ideia de efetividade, aplicação e execução do direi- to. A esse princípio vincula-se o da concretude, que nada mais é do que a necessidade de elaboração de normas jurídicas que disciplinam os casos em concreto 2 .

1.4. Relação jurídica

Relação jurídica é a vinculação decorrente da posição de sujeito ativo e passivo a que se subordinam duas ou mais pessoas, ou seja, pode uma úni- ca pessoa, ou várias, assumir a condição de credora de um direito subjetivo, enquanto a(s) outra(s) assume(m) a posição oposta, a saber, de devedora(s), como ocorre, por exemplo, na doação. Tal afirmação não quer significar que o(s) mesmo(s) sujeito(s) não possa(m) figurar, concomitantemente, em ambos os polos do vínculo obrigacional (ex., compra e venda) 3 .

1 Maria Helena Diniz, Curso de direito civil brasileiro: teoria geral do direito civil, v. 1, p. 46-47.

2 Direito civil brasileiro: parte geral, v. 1, p. 24.

3 Maria Helena Diniz, Curso de direito civil brasileiro: teoria geral do direito civil, v. 1, p. 108-109.

14