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Hipocrisia é a ÚNICA explicação que NÃO Justifica !!!!!

"A hiprocrisia, além de ser a homenagem que o vício presta à virtude, é também um dos artifícios com que o vício se torna mais interessante." (Aldous Huxley) O entendimento de que somente após a decisão judicial “ transitar em julgado” um condenado por Júri, ou Criminoso Confesso, pode, IMEDIATAMENTE, ser PRESO, além de HIPÓCRITA, é pífio, é pueril, é indecoroso, é imoral, é ilegítimo, e principalmente, é Inconstitucional. Este documento esta relacionado diretamente ao ESCÁRNIO do Poder Judiciário Brasileiro, frente a expectativa, pela Sociedade Brasileira, da, efetiva, PUNIÇÃO a ser cumprida por Condenados por Júri e/ou Criminosos CONFESSOS. Como NOVO, e mais recente, referencial, apresentamos a reportagem “ Chocante: homem confessa que matou a própria mulher ”, apresentada hoje (17/03/2013) no programa Domingo Espetacular da TV RECORD, tendo: O professor Claudemir confessou, à três anos, o assassinato a fisioterapeuta Mônica, ocorrido á quatro anos, permanece em liberdade e ganha até uma pensão por ter ficado viúvo. O professor e a fisioterapeuta foram casados por mais de dez anos. Era uma união feliz até a mulher ser encontrada morta em 2009. Depois da morte, a família descobriu que o casal morava na mesma casa, mas já não viviam juntos. http://rederecord.r7.com/video/chocante-homem-confessa-que-matou-a-propria-mulher514655616b71cd04317cd154/ Reconhecemos que os objetivos não justificam os fins, contudo, devemos ressaltar que a Constituição da República Federativa do Brasil sem a Emenda Constitucional promovida pela agragação da Carta de São José , acordo internacional de Direitos Humanos em que o Brasil é signatário, a Constituição determina: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constituicao.htm TÍTULO II Dos Direitos e Garantias Fundamentais CAPÍTULO I DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindose aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXVIII - é reconhecida a instituição do júri , com a organização que lhe der a lei, assegurados: a) a plenitude de defesa; b) o sigilo das votações; c) a soberania dos veredictos; d) a competência para o julgamento dos crimes dolosos contra a vida; LVII - ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado de sentença penal

condenatória; LXXV - o Estado indenizará o condenado por erro judiciário, assim como o que ficar preso além do tempo fixado na sentença; LXXVIII a todos, no âmbito judicial e administrativo, são assegurados a razoável duração do processo e os meios que garantam a celeridade de sua tramitação. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) § 2º - Os direitos e garantias expressos nesta Constituição não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte. § 3º Os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos que forem aprovados, em cada Casa do Congresso Nacional, em dois turnos, por três quintos dos votos dos respectivos membros, serão equivalentes às emendas constitucionais. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) (Atos aprovados na forma deste parágrafo) § 4º O Brasil se submete à jurisdição de Tribunal Penal Internacional a cuja criação tenha manifestado adesão. (Incluído pela Emenda Constitucional nº 45, de 2004) Algo que nos permite afirmar que a Constituição Federal, apenas e tão somente, determina que as Decisões proferidas por Júri são SOBERANAS, pelo menos até, que decisão contrária seja proferida pelo Poder Judiciário Brasileiro. Algo que nos permite afirmar que a Constituição Federal, apenas e tão somente, determina que o preso, apenas e tão somente, será considerado culpado após a decisão judicial condenatória “Transitar em Julgado”. Algo que nos permite afirmar que a Constituição Federal, apenas e tão somente, determina que qualquer preso que tenha cumprido pena superior à devida, deva ser INDENIZADO pelo Estado. Algo que nos permite afirmar que a Constituição Federal, apenas e tão somente, determina que a celeridade dos processos, no caso, de Criminosos Confessos que, por isso, estejam presos. Portanto, como entender que a Constituição Federal, possa impedir, a prisão imediata do(s) condenado(s) por Juri, ou criminoso(s) CONFESSO(S), uma vez que, a proscrastinação da imediata prisão, tem como premissa a finalidade de preservar um, possível inocente, condenado ou não, de cumprimento antecipado de pena indevida. Logo, é impossível identificar, de forma genérica, que um Condenado por Júri, ou um Criminoso Confesso, seja INOCENTE, uma vez que, a premissa é de que todos os ritos processuais foram executados de forma correta, e legítima, caso contrário, recursos específicos poderão reverter o decidido. Por outro lado, a CONVENÇÃO AMERICANA DE DIREITOS HUMANOS (1969) (PACTO DE SAN JOSÉ DA COSTA RICA) que foi agregada à Constituição da República Federativa do Brasil, determina: http://www.pge.sp.gov.br/centrodeestudos/bibliotecavirtual/instrumentos/sanjose.htm PARTE I - DEVERES DOS ESTADOS E DIREITOS PROTEGIDOS Capítulo I - ENUMERAÇÃO DOS DEVERES

Artigo 1º - Obrigação de respeitar os direitos 1. Os Estados-partes nesta Convenção comprometem-se a respeitar os direitos e liberdades nela reconhecidos e a garantir seu livre e pleno exercício a toda pessoa que esteja sujeita à sua jurisdição, sem discriminação alguma, por motivo de raça, cor, sexo, idioma, religião, opiniões políticas ou de qualquer outra natureza, origem nacional ou social, posição econômica, nascimento ou qualquer outra condição social. 2. Para efeitos desta Convenção, pessoa é todo ser humano. PARTE I - DEVERES DOS ESTADOS E DIREITOS PROTEGIDOS Capítulo II - DIREITOS CIVIS E POLÍTICOS Artigo 4º - Direito à vida 1. Toda pessoa tem o direito de que se respeite sua vida. Esse direito deve ser protegido pela lei e, em geral, desde o momento da concepção. Ninguém pode ser privado da vida arbitrariamente. Artigo 5º - Direito à integridade pessoal 1. Toda pessoa tem direito a que se respeite sua integridade física, psíquica e moral. Artigo 8º - Garantias judiciais 2. Toda pessoa acusada de um delito tem direito a que se presuma sua inocência, enquanto não for legalmente comprovada sua culpa . Durante o processo, toda pessoa tem direito, em plena igualdade, às seguintes garantias mínimas: g) direito de não ser obrigada a depor contra si mesma, nem a confessar-se culpada; e Algo que nos permite afirmar que a Constituição Federal, ao ter agregado o Pacto de São José da Costa Rica, ampliou suas determinações relacionadas à Direitos Individuais, onde a Inocência é presumida enquanto não for legalmente comprovada sua culpa. Portanto, a questão da prisão imediata do(s) condenados por Júri, ou mesmos, Criminosos Confessos, não tem qualquer restrição moral, jurisdicional, Constitucional, cabível, uma vez que, cabe ao Estado Brasileiro assegurar, e Garantir, o Direito à VIDA, e a Integridade Física, Psíquica e Moral de TODOS os Cidadãos, fazendo cumprir imediatamente a prisão dos Condenados por Júri e/ou Criminosos Confessos.

Aproveito para chamar a atenção para o fato concreto de que, sem qualquer resposta fundamentada, formalmente, me dirigi ao Ministério Público, e o Conselho Superior do Ministério Público , documentos em anexo, com o objetivo de apresentar considerações, que entendo, corroboram, entre outras coisas, ao imediato cumprimento da(s) pena(s) por Condenados por júri e/ou Confessos, bem como, o conceito de que a Constituição Federal, não limita o somatório das penas à 30 (trinta) anos , uma vez que, a mesma determina que nhenuma pena (singular) pode ter

caráter perpétuo, inderterminado.

quando

então,

ressalto

ser

tipificado

por

prazo

Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-NoMeio-Juridico-II

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Gmail - Petição Proc MPF PR RJ 5773/2010

Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@gmail.com>

Petição Proc MPF PR RJ 5773/2010
Plinio Marcos Moreira da Rocha <pliniomarcosmr@terra.com.br> 11 de junho de 2011 17:26 Responder a: pliniomarcosmr@gmail.com Para: cgmpf@pgr.mpf.gov.br, CGMPF-Chefiagabinete@pgr.mpf.gov.br, CGMPF-Administrativa@pgr.mpf.gov.br, CGMPF-Estagio@pgr.mpf.gov.br, CGMPF-Comissoes@pgr.mpf.gov.br, CGMPF-Planejamento@pgr.mpf.gov.br, pliniomarcosmr@gmail.com Cc: pfdc@pgr.mpf.gov.br, 1camara@pgr.mpf.gov.br, 2accr@pgr.mpf.gov.br, 3camara@pgr.mpf.gov.br, 4camara@pgr.mpf.gov.br, 5camara@pgr.mpf.gov.br, 6camara@pgr.mpf.gov.br, internacional@pgr.mpf.gov.br, pge@pgr.mpf.gov.br, informacoesprocessuais@pgr.mpf.gov.br, secom@pgr.mpf.gov.br, sti@pgr.mpf.gov.br, cdij@pgr.mpf.gov.br, plan-assiste@pgr.mpf.gov.br

Petição Processo MPF PR RJ nº1.30.901.005773/2010-14 M inistério Público Federal Corregedoria Geral do MPF SAF Sul Quadra 4 Conjunto C 70050-900 - Brasília – DF email PROVOCATIVO

Ao Excelentíssimo Corregedor Geral do Ministério Público Federal

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVADO BRASIL DE 1988, TÍTULO IIDos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I- DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5ºTodos são iguaisperante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes : XXXIII- todos têm direito a receber dos órgãospúblicos informaçõesde seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV- são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a)o direito de petição aos Poderes Públicos emdefesa de direitosoucontra ilegalidadeouabuso de poder,

Venho, mui respeitosamente,SOLICITAR, que Esta Corregedoria, INTERVENHA , envidando Todos os Esforços, utilizando-se de TODOS os Meios que dispuser, para que, o Procurador da República,
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Coordenador Criminal, Sr. José Schettino, e o Procurador da República, Sr. Fábio Magrinelli Coimbra, sejam Responsabilizados Administrativamente, e/ou Criminalmente, pela avaliação superficial da Petição

de Petição Criminoso Confesso e Condenado” , formalmente entregue no Ministério Público Federal, Procuradoria da República no Rio de Janeiro, situada na Av. Nilo Peçanha nº 31, Centro – Rio de Janeiro – RJ, CEP 20020-100, Tel. 2107-8300, com o número de protocolo 1.30.901.005773/2010-14 , em 23/08/2010 às 14:15 por 6333-9.
“Formalização

Quando então, declaro, ser minha expectativa, o posicionamento Desta Corregedoria, com o fiel cumprimentodo Legal Estabelecido, com possíveis punições administrativas, e/ou criminais.

1ª Consideração:Sem Informações Naturais
A citada Petição por estar calcada na Constituição Federal, Art. 5º, Incisos XXXIIe XXXIV, alínea a),
portanto, com identificação completa do requerente, deveria ter tido, pela Procuradoria, o tratamento, de consideração, e respeito, no mínimo à Constituição Federal, de encaminhar cópia das Decisões e/ou Despachos proferidosdurante as suas avaliações. Algo que, por não ter sido efetuado, obrigou a ir, pessoalmente, Naquela Procuradoria, por mais de uma vez, e emitir aSolicitação para REPRODUÇÃO de documentos, Expediente nº 1.301901.003518/2011-18, para CONSEGUIR, obter as informações completas. Algo que, também, impediu, o contraditório, e a ampla defesa, das questões, por mim,suscitadas, sem qualquer interesse particular, a não ser a garantia, e preservação, de interesse coletivo.

Portanto a questão cerne desta consideração é: Cabe ao M inistério Público Federal, após qualquer avaliação, de demanda formalmente protocolada, com identificação completa do requerente, informar ao mesmo, sobre todas as movimentações, permitindo, e o orientando sobre a possibilidade de contraditório, relacionado à ampla defesa, da(s) demanda(s) Suscitada(s) ?

2ª Consideração: Essência deste Processo MPF
Em várias situações, nos é possível, identificar, que o sistema jurídicoconstitucional brasileiro, ainda não se ajustou aos Preceitos Fundamentais de Nossa Constituição, muito embora, já tenham transcorridos, apenas e tão somente, 23 LONGOS anos da sua promulgação. Esta situação, tem relação direta, com a parcimônia, com a “mesmisse”, com a apatia, com a inércia, do Ministério Público Federal, principalmente, quando, para alguns que não Eu, sua atribuição esta relacionada, única e exclusivamente, a Responsabilização Criminal. Tal, parte da premissa, de que referenciais arcaicos, em dissonância, em
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discrepância, inconformes, com a Constituição Federal, se mantêm VIVOS, como se nada houvesse mudado. Quando então chamo a atenção para as Petições, objeto da Petição avaliada, “Anexo I - Petição Revogação habeas corpus Farah Jorge Farah ao STF.doc”, “Anexo II - Confissao ou Condenacao e Fato Objetivo e Concreto.doc”, “Anexo III - Peticao Revogacao Prisao Domiciliar Juiz Lalau ao STF.doc”, “Anexo IV - Peticao SUGESTAO de reavaliacao PRESCRICAO PENA quando PENAS ACUMULADAS.doc”, que são efetivos, concretos, e razoáveis, exemplos do acima colocado.

Portanto a questão cerne desta premissa é: Cabe ao M inistério Público Federal, através da Procuradoria da República, no Estado do Rio de Janeiro ou não, questionar, calcadas na Lei, interpretações distorcidas do Direito Constitucional, de forma, a GARANTIR, a adequação dos códigos, conceitos e valores, ao cumprimento, em plenitude, da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1998 ? Algo, que somente será possível, em essência, provocando, sempre que necessário, a avaliação teleológica do código ou da interpretação questionada.

3ª Consideração: Demandas Suscitadas

3 I -Pagamento antecipado de pena

Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria as correspondências, descritas abaixo, que foram formalmente encaminhadas ao Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, nas quais pretensamente propomos uma reavaliação teleológicada questão de“pagamento antecipado de pena”, quando relacionado a Criminoso CONFESSO, principalmente, quando já condenado por Júri Popular.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Anexo I – Será que Farah Jorge Farah, criminoso condenado por unanimidade, por crime violento, pode se beneficiar da “liberdade”, enquanto sua condenação “não
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transitar em julgado”, sob a fundamentação de “não pagamento antecipado de pena”, que pode, e deve, estar calcada na necessária dúvida de sua culpabilidade ? Anexo II –Será que qualquer, criminoso Confesso, condenado por unanimidade, pode se beneficiar da “liberdade”,enquanto sua condenação “não transitar em julgado”, sob a fundamentação de “não pagamento antecipado de pena”, que pode, e deve, estar calcada na necessária dúvida de sua culpabilidade, uma vez que, aconfissãoé, por si só, um fato Objetivo e Concreto ?

Se uma das respostas às duas perguntas acima, for “NÃO”, ou contiver qualquer possibilidade de ser “NÃO”, os Procuradores da República, acima citados, deveriam ter encaminhadoa questão ao Judiciário, uma vez que, Nossa Constituição, Art. 5º,determina: “XXXV -a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito”, quando então, foram OM ISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suasAtribuições.

3 II -Prisão domiciliar em função de 70 anos de idade

Para tanto, venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria a correspondência, descrita abaixo, que foi formalmente encaminhada ao Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, na qual pretensamente propomos uma reavaliação teleológicada questão de “prisão domiciliar em função de 70 anos de idade”, quando relacionado a Condenação que, obrigatoriamente, deve se iniciar em regime fechado.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Anexo III –Será queNicolau dos Santos Neto, um CONDENADOa 26 anosde prisão, em regime fechado, deveria cumpri-lo em prisão domiciliar? Será que o Juiz que concedeu o HCao condenado, efetivamente, não cometeu um DELITO, Crime de Prevaricação(no mínimo por sentimento), ao manipular,contrariamento, o LEGAL ESTABELECIDO?

Se uma das respostas às duas perguntas acima, for “SIM ”, ou contiver qualquer possibilidade de ser “SIM”, os Procuradores da República, acima citados, deveriam ter encaminhadoa questão ao Judiciário, uma vez que, Nossa Constituição, Art. 5º,determina: “XXXV -a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito” , quando então, foram OM ISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suasAtribuições.
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3 III -Prescrição de condenação

Para tanto, venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria a correspondência, descrita abaixo, que foi formalmente encaminhada, via email, ao Excelentíssimo Procurador-Geral da República, na qual pretensamente propomos uma reavaliação teleológicada questão de “prescrição de condenação”, quando relacionado a incapacidade do Estado em fazer cumprir pena durante período prescritivo.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Anexo IV –Será que condenados, mais de uma vez, por exemplo, 10 vezespor crime triplamente qualificado, e por isso, apenado em cada sentença à 30 anosde reclusão, deverá ter sua pena REAL limitadaa 30 anosde reclusão, em função de que nenhuma pena podeter caráter perpétuo ?

Se a resposta à pergunta acima, for “NÃO”, ou contiver qualquer possibilidade de ser “NÃO”, os Procuradores da República, acima citados, deveriam ter encaminhadoa questão ao Judiciário, uma vez que, Nossa Constituição, Art. 5º,determina: “XXXV -a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito”, quando então, foram OM ISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suas Atribuições.

3 IV -Pretendido
Para que possamos avaliar a própria dimensão do, ora proposto, necessário se faz, nos despojarmos do “casuísmos”, intrínseco, bem como, refletirmos sobre uma plausívelinterpretação teleológica, similarmente ao efetuado em : “Todavia, o Ministro Ricardo Lewandowski, presidente, manifestou posicionamento divergente, esclarecendo que, embora a literalidade da norma possa levar a esta primeira interpretação, a melhor solução passa por umainterpretação teleológica, que leve em consideração afinalidade dos preceitosque regulam essa fase doprocesso eleitoral”, constante da“SESSÃO ADMINISTRATIVA - Quitação eleitoral. Lei no12.034/2009. Contas de campanha eleitoral. Apresentação.” no Informativo Ano XII - nº23 - 2 a 4 de Agosto de 2010. Tal, tem a pretensão, de PROVOCAR, o Ministério Público Federal, através do Procurador-Geral da República, ora representado pelo Procurador-Chefe no Rio de Janeiro, a no mínimo, avaliar e se manifestar, SOBRE e COM BASE no Direito Constituído, quanto ao mérito das questões, intrinsecamente, apresentadas e sugeridas, nos diversos documentos relacionados, e reproduzidos em anexo.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Adequar Valores e Conceitos, históricos, enraizados, aos Valores e Conceitos
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determinados pela Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, uma vez que, apesar dos 23 LONGOS anos, o sistema jurídico-constitucional ainda não foi capaz de assimilá-los.

Se algumas das premissas, puderem ser admissíveis, quanto a avaliação pelo Judiciário, os Procuradores da República, acima citados, foram OM ISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suas Atribuições.

Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Tel. (21) 2542-7710 Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM , que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ªedições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas noCAOS JURÍDICOque tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas , e DEFERIDASpelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II ANEXOS:
A1 - Solicitação Reprodução Doctos 1 30 901 003518-2011 18.jpg A2 - Extrato do PA 1 30 011 003325-2010 19.jpg A3 - Parecer DIPEJ 1 30 011 003325-2010 19.jpg A4 - Memo nº249-2010-DIPEJ PR RJ.jpg A5 - Despacho PA 1 30 011 003325-2010 19.jpg A6 - Formalizações MPF- RJ Criminoso Confesso e Condenado.doc A61 - Petição Revogação habeas corpus Farah Jorge Farah ao STF.doc A62 - Confissao ou Condenacao e Fato Objetivo e Concreto.doc A63 - Peticao Revogacao Prisao Domiciliar Juiz Lalau ao STF.doc A64 - Peticao SUGESTAO de reavaliacao PRESCRICAO PENAS ACUMULADAS.doc

10 anexos

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Petição Processo MPF PR RJ nº1.30.901.005773/2010-14 Ministério Público Federal Corregedoria Geral do MPF SAF Sul Quadra 4 Conjunto C 70050-900 - Brasília – DF email PROVOCATIVO

Ao Excelentíssimo Corregedor Geral do Ministério Público Federal

Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes : XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder, Venho, mui respeitosamente, SOLICITAR, que Esta Corregedoria, INTERVENHA, envidando Todos os Esforços, utilizando-se de TODOS os Meios que dispuser, para que, o Procurador da República, Coordenador Criminal, Sr. José Schettino, e o Procurador da República, Sr. Fábio Magrinelli Coimbra, sejam Responsabilizados Administrativamente, e/ou Criminalmente, pela avaliação superficial da Petição “ Formalização de Petição Criminoso Confesso e Condenado”, formalmente entregue no Ministério Público Federal, Procuradoria da República no Rio de Janeiro, situada na Av. Nilo Peçanha nº 31, Centro – Rio de Janeiro – RJ, CEP 20020-100, Tel. 2107-8300, com o número de protocolo 1.30.901.005773/2010-14, em 23/08/2010 às 14:15 por 6333-9. Quando então, declaro, ser minha expectativa, o posicionamento Desta Corregedoria, com o fiel cumprimento do Legal Estabelecido, com possíveis punições administrativas, e/ou criminais.

1ª Consideração: Sem Informações Naturais
A citada Petição por estar calcada na Constituição Federal, Art. 5º, Incisos XXXII e XXXIV, alínea a), portanto, com identificação completa do requerente, deveria ter tido, pela Procuradoria, o tratamento, de consideração, e respeito, no mínimo à Constituição

Federal, de encaminhar cópia das Decisões e/ou Despachos proferidos durante as suas avaliações. Algo que, por não ter sido efetuado , obrigou a ir , pessoalmente, Naquela Procuradoria, por mais de uma vez, e emitir a Solicitação para REPRODUÇÃO de documentos, Expediente nº 1.301901.003518/2011-18, para CONSEGUIR, obter as informações completas. Algo que, também, impediu, o contraditório, e a ampla defesa, das questões, por mim, suscitadas, sem qualquer interesse particular, a não ser a garantia, e preservação, de interesse coletivo.

Portanto a questão cerne desta consideração é: Cabe ao Ministério Público Federal, após qualquer avaliação, de demanda formalmente protocolada, com identificação completa do requerente, informar ao mesmo, sobre todas as movimentações, permitindo, e o orientando sobre a possibilidade de contraditório, relacionado à ampla defesa, da(s) demanda(s) Suscitada(s) ?

2ª Consideração: Essência deste Processo MPF
Em várias situações, nos é possível, identificar, que o sistema jurídicoconstitucional brasileiro, ainda não se ajustou aos Preceitos Fundamentais de Nossa Constituição, muito embora, já tenham transcorridos, apenas e tão somente, 23 LONGOS anos da sua promulgação. Esta situação, tem relação direta, com a parcimônia, com a “mesmisse”, com a apatia, com a inércia, do Ministério Público Federal, principalmente, quando, para alguns que não Eu, sua atribuição esta relacionada, única e exclusivamente, a Responsabilização Criminal. Tal, parte da premissa, de que referenciais arcaicos, em dissonância, em discrepância, inconformes, com a Constituição Federal, se mantêm VIVOS, como se nada houvesse mudado. Quando então chamo a atenção para as Petições, objeto da Petição avaliada, “Anexo I - Petição Revogação habeas corpus Farah Jorge Farah ao STF.doc”, “ Anexo II Confissao ou Condenacao e Fato Objetivo e Concreto.doc”, “ Anexo III - Peticao Revogacao Prisao Domiciliar Juiz Lalau ao STF.doc”, “ Anexo IV - Peticao SUGESTAO de reavaliacao PRESCRICAO PENA quando PENAS ACUMULADAS.doc”, que são efetivos, concretos, e razoáveis, exemplos do acima colocado.

Portanto a questão cerne desta premissa é: Cabe ao Ministério Público Federal, através da Procuradoria da República, no Estado do Rio de Janeiro ou não, questionar, calcadas na Lei, interpretações distorcidas do Direito Constitucional, de forma, a GARANTIR, a adequação dos códigos, conceitos e valores, ao cumprimento, em plenitude, da Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1998 ?

Algo, que somente será possível, em essência, provocando, sempre que necessário, a avaliação teleológica do código ou da interpretação questionada.

3ª Consideração: Demandas Suscitadas 3 I - Pagamento antecipado de pena
Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria as correspondências, descritas abaixo, que foram formalmente encaminhadas ao Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, nas quais pretensamente propomos uma reavaliação teleológica da questão de “pagamento antecipado de pena”, quando relacionado a Criminoso CONFESSO, principalmente, quando já condenado por Júri Popular.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Anexo I – Será que Farah Jorge Farah, criminoso condenado por unanimidade, por crime violento, pode se beneficiar da “liberdade”, enquanto sua condenação “não transitar em julgado”, sob a fundamentação de “não pagamento antecipado de pena”, que pode, e deve, estar calcada na necessária dúvida de sua culpabilidade ? Anexo II – Será que qualquer, criminoso Confesso, condenado por unanimidade, pode se beneficiar da “liberdade”, enquanto sua condenação “não transitar em julgado”, sob a fundamentação de “não pagamento antecipado de pena ”, que pode, e deve, estar calcada na necessária dúvida de sua culpabilidade, uma vez que, a confissão é, por si só, um fato Objetivo e Concreto ?

Se uma das respostas às duas perguntas acima, for “ NÃO”, ou contiver qualquer possibilidade de ser “NÃO”, os Procuradores da República, acima citados, deveriam ter encaminhado a questão ao Judiciário, uma vez que, Nossa Constituição, Art. 5º, determina: “XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito”, quando então, foram OMISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suas Atribuições.

3 II - Prisão domiciliar em função de 70 anos de idade
Para tanto, venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria a correspondência, descrita abaixo, que foi formalmente encaminhada ao Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, na qual pretensamente propomos uma reavaliação teleológica da questão de “prisão domiciliar em função de 70 anos de idade”, quando relacionado a Condenação que, obrigatoriamente, deve se iniciar em regime fechado.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Anexo III – Será que Nicolau dos Santos Neto, um CONDENADO a 26 anos de prisão,

em regime fechado, deveria cumpri-lo em prisão domiciliar ? Será que o Juiz que concedeu o HC ao condenado, efetivamente, não cometeu um DELITO, Crime de Prevaricação (no mínimo por sentimento), ao manipular, contrariamento, o LEGAL ESTABELECIDO ?

Se uma das respostas às duas perguntas acima, for “ SIM”, ou contiver qualquer possibilidade de ser “SIM”, os Procuradores da República, acima citados, deveriam ter encaminhado a questão ao Judiciário, uma vez que, Nossa Constituição, Art. 5º, determina: “XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito” , quando então, foram OMISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suas Atribuições.

3 III - Prescrição de condenação
Para tanto, venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria a correspondência, descrita abaixo, que foi formalmente encaminhada, via email, ao Excelentíssimo Procurador-Geral da República, na qual pretensamente propomos uma reavaliação teleológica da questão de “prescrição de condenação”, quando relacionado a incapacidade do Estado em fazer cumprir pena durante período prescritivo.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Anexo IV – Será que condenados, mais de uma vez, por exemplo, 10 vezes por crime triplamente qualificado, e por isso, apenado em cada sentença à 30 anos de reclusão, deverá ter sua pena REAL limitada a 30 anos de reclusão, em função de que nenhuma pena pode ter caráter perpétuo ?

Se a resposta à pergunta acima, for “ NÃO”, ou contiver qualquer possibilidade de ser “NÃO”, os Procuradores da República, acima citados, deveriam ter encaminhado a questão ao Judiciário, uma vez que, Nossa Constituição, Art. 5º, determina: “XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito”, quando então, foram OMISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suas Atribuições.

3 IV - Pretendido
Para que possamos avaliar a própria dimensão do, ora proposto, necessário se faz, nos despojarmos do “casuísmos”, intrínseco, bem como, refletirmos sobre uma plausível interpretação teleológica, similarmente ao efetuado em : “Todavia, o Ministro Ricardo Lewandowski, presidente, manifestou posicionamento divergente, esclarecendo que, embora a literalidade da norma possa levar a esta primeira interpretação, a melhor solução passa por uma interpretação teleológica, que leve em consideração a finalidade dos preceitos que regulam essa fase do processo eleitoral”, constante da “SESSÃO ADMINISTRATIVA - Quitação

eleitoral. Lei no 12.034/2009. Contas de campanha eleitoral. Apresentação.”

no Informativo Ano

XII - nº23 - 2 a 4 de Agosto de 2010.
Tal, tem a pretensão, de PROVOCAR, o Ministério Público Federal, através do Procurador-Geral da República, ora representado pelo Procurador-Chefe no Rio de Janeiro, a no mínimo, avaliar e se manifestar, SOBRE e COM BASE no Direito Constituído, quanto ao mérito das questões, intrinsecamente, apresentadas e sugeridas, nos diversos documentos relacionados, e reproduzidos em anexo.

Portanto a questão cerne desta premissa é:
Adequar Valores e Conceitos, históricos, enraizados, aos Valores e Conceitos determinados pela Constituição da República Federativa do Brasil, promulgada em 1988, uma vez que, apesar dos 23 LONGOS anos, o sistema jurídico-constitucional ainda não foi capaz de assimilá-los.

Se algumas das premissas, puderem ser admissíveis, quanto a avaliação pelo Judiciário, os Procuradores da República, acima citados, foram OMISSOS, não cumprindo, em essência, presumivelmente por sentimento, suas Atribuições.
Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha Tel. (21) 2542-7710 Penso, Não só EXISTO, Me FAÇO Presente Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª e 7ª edições do Prêmio INNOVARE, ambas calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS, reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE Um Brasileiro COMUM No Meio Juridico II ,

http://www.scribd.com/doc/46900172/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUM-No-MeioJuridico-II
ANEXOS: A1 - Solicitação Reprodução Doctos 1 30 901 003518-2011 18.jpg A2 - Extrato do PA 1 30 011 003325-2010 19.jpg A3 - Parecer DIPEJ 1 30 011 003325-2010 19.jpg A4 - Memo nº249-2010-DIPEJ PR RJ.jpg A5 - Despacho PA 1 30 011 003325-2010 19.jpg A6 - Formalizações MPF- RJ Criminoso Confesso e Condenado.doc A61 - Petição Revogação habeas corpus Farah Jorge Farah ao STF.doc A62 - Confissao ou Condenacao e Fato Objetivo e Concreto.doc A63 - Peticao Revogacao Prisao Domiciliar Juiz Lalau ao STF.doc A64 - Peticao SUGESTAO de reavaliacao PRESCRICAO PENAS ACUMULADAS.doc

Formalização de Petição Criminoso Confesso e Condenado Ministério Público Federal Procuradoria da República no Rio de Janeiro Av. Nilo Peçanha nº 31 Centro – Rio de Janeiro – RJ CEP 20020-100 Tel. 2107-8300 Protocolo 1.30.901.005773/2010-14 em 23/08/2010 às 14:15 por 6333-9
Excelentíssimo Procurador-Chefe, Tendo em vista o que consta do site Ministério Público Federal – Procuradoria no Rio de Janeiro, abaixo reproduzido.

http://www.prrj.mpf.gov.br/institucional_Procuradoria.html
O Ministério Público Federal fiscaliza o cumprimento das leis federais. Atua como advogado da sociedade, defendendo os interesses coletivos.

O Ministério Público Federal oficia em diversas áreas da Justiça Federal. A atuação judicial dos procuradores da República se sucede perante a primeira instância da Justiça Federal. Na segunda instância, perante os Tribunais Regionais Federais, o Ministério Público Federal é representado pelos Procuradores Regionais da República. A Constituição de 1988 (art. 127) define o órgão como instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem jurídica, do regime democrático e dos interesses sociais individuais indisponíveis. Além da Constituição Federal, a atuação do Ministério Público Federal está regulada pela Lei Complementar nº 75/93. No exercício das funções de custos legis, o Ministério Público Federal intervém como fiscal do cumprimento da lei em em processos que tramitam na Justiça Federal: mandados de segurança, usucapião, desapropriação, ação popular, alimentos e todas as ações em que haja interesse de incapaz ou seja de interesse público. Venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria as correspondências, descritas abaixo, que foram formalmente encaminhadas ao Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, nas quais pretensamente propomos uma reavaliação teleológica da questão de “pagamento antecipado de pena”, quando relacionado a Criminoso CONFESSO, principalmente, quando já condenado por Júri Popular.

Chamar a atenção para o décimo aniversário da morte de Sandra Gomide, que foi assassinada, por Antônio Marcos Pimenta Neves, em 19 de agosto de 2000, que é criminoso confesso, e condenado por unanimidade, por Júri Popular, que desde então, goza (vários sentidos) da plenitude de sua liberdade, calcado na abjeta, surreal, imoral, indecorosa, presunção de “pagamento antecipado de pena”, uma vez que, qualquer sentença/decisão não “transitada em julgado”, nos apresenta, sempre, a certeza da possível dúvida relacionada à própria culpabilidade. Portanto, um Criminoso CONFESSO, que se beneficia com a redução de pena pela Confissão, já julgado e condenado por unanimidade, tem, pelo Estado Brasileiro, o reconhecimento TÁCITO, inquestionável, irrefutável, de que PODE NÃO SER CULPADO.

1.

Petição Revogação “habeas corpus” Farah Jorge Farah ao STF, http://www.scribd.com/doc/2624365/Peticao-Revogacaohabeas-corpus-Farah-Jorge-Farah-ao-STF , onde Tentativa de sensibilizar as Autoridades para o fato concreto de que um Condenado por crime violente por unanimidade não pode utilizar dos instrumentos jurídicos EM LIBERDADE.

2.

Petição Reconhecer Confissão e Condenação como fato Objetivo ao STF, http://www.scribd.com/doc/2663593/Confissaoou-Condenacao-e-Fato-Objetivo-e-Concreto, onde tentativa de

sensibilizar o Supremo Tribunal Federal de que a Confissão ou a Condenação por Unanimidade é Fato Objetivo e Concreto, e que, por isso, não deveria ser permitida a Liberdade.
Aproveitamos para externar nossa preocupação, com o fato concreto, de que o condenado Antônio Marcos Pimenta Neves, por já ter mais de 70 (setenta) anos, pode de forma imoral, indecorosa, abjeta e ilegal, vir a se beneficiar da regalia proporcionada ao também condenado Nicolau dos Santos Neto.

Para tanto, venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria a correspondência, descrita abaixo, que foi formalmente encaminhada ao Excelentíssimo Presidente do Supremo Tribunal Federal, na qual pretensamente propomos uma reavaliação teleológica da questão de “prisão domiciliar em função de 70 anos de idade”, quando relacionado a Condenação que, obrigatoriamente, deve se iniciar em regime fechado.

3.

Petição Revogação Prisão Domiciliar Juiz

Lalau ao STF,

http://www.scribd.com/doc/2624372/Peticao-Revogacao-PrisaoDomiciliar-Juiz-Lalau-ao-STF, onde tentamos Restabelecer o Princípio
LEGAL de que Condenado a Regime Fechado não tem possibilidade de cumprí-lo em prisão domiciliar, uma vez que, esta prerrogativa é possível apenas quando em Regime ABERTO.

Aproveitamos para externar nossa preocupação, com o fato concreto, de que o condenado Antônio Marcos Pimenta Neves, por já ter 10 (dez) anos, sem qualquer pagamento de pena, pode de forma imoral, indecorosa, abjeta e ilegal, vir a se beneficiar da regalia proporcionada pelo pobre entendimento de que, no Brasil, existe “prescrição de condenação”.

Para tanto, venho, MUI RESPEITOSAMENTE, formalizar Nesta Procuradoria a correspondência, descrita abaixo, que foi formalmente encaminhada, via email, ao Excelentíssimo Procurador-Geral da República, na qual pretensamente propomos uma reavaliação teleológica da questão de “prescrição de condenação”, quando relacionado a incapacidade do Estado em fazer cumprir pena durante período prescritivo.

4.

Petição SUGESTÃO de reavaliação PRESCRIÇÃO PENA quando PENAS ACUMULADAS, http://www.scribd.com/doc/22535396/Peticao-

SUGESTAO-de-reavaliacao-PRESCRICAO-PENA-quando-PENASACUMULADA1, onde estamos tentando provocar as Autoridades
Constituídas, Responsáveis pelo Zela, Preservação e Cumprimento do Direito Constituído a AVALIAR e se POSICIONAR sobre a Prescrição de PENAS em contexto de PENAS ACUMULADAS. Para que possamos avaliar a própria dimensão do, ora proposto, necessário se faz, nos despojarmos do “casuísmos”, intrínseco, bem como, refletirmos sobre uma plausível interpretação teleológica, similarmente ao efetuado em : “Todavia, o Ministro Ricardo Lewandowski, presidente,

manifestou posicionamento divergente, esclarecendo que, embora a literalidade da norma possa levar a esta primeira interpretação, a melhor solução passa por uma interpretação teleológica, que leve em consideração a finalidade dos preceitos que regulam essa fase do processo eleitoral”, constante da “SESSÃO ADMINISTRATIVA - Quitação
eleitoral. Lei no 12.034/2009. Contas de campanha eleitoral. Apresentação.”

no

Informativo Ano XII - nº23 - 2 a 4 de Agosto de 2010.

Tal, tem a pretensão, de PROVOCAR , o Ministério Público Federal, através do Procurador-Geral da República, ora representado pelo Procurador-Chefe no Rio de Janeiro, a no mínimo, avaliar e se manifestar, SOBRE e COM BASE no Direito Constituído, quanto ao mérito das

questões, intrinsecamente, apresentadas e sugeridas, nos diversos documentos relacionados, e reproduzidos em anexo. Atenciosamente,

Plinio Marcos Moreira da Rocha Rua Gustavo Sampaio nº 112 apto. 603 LEME – Rio de Janeiro - RJ CEP 20010-010 Tel. (21) 2542-7710 ANEXOS: I - Petição Revogação habeas corpus Farah Jorge Farah ao STF II - Confissão ou Condenação e Fato Objetivo e Concreto III – Petição Revogação Prisão Domiciliar Juiz Lalau ao STF IV - Petição SUGESTÃO de reavaliação PRESCRIÇÃO PENA quando PENAS ACUMULADAS V- Carteira de Trabalho (Frente e Verso)
Analista de Sistemas, presumivelmente, único Brasileiro COMUM, que mesmo não tendo nível superior completo (interrompi o Curso de Executivo, com o primeiro semestre completo, em 1977), portanto, não sendo Advogado, nem Bacharel, nem Estudante de Direito, teve suas práticas inscritas na 6ª edição do Prêmio INNOVARE, calcadas no CAOS JURÍDICO que tem como premissa base o PURO FAZER DE CONTAS , reconhecidas, e DEFERIDAS pelo Conselho Julgador, conforme documento INNOVARE - Um Brasileiro COMUM no meio Jurídico, http://www.scribd.com/doc/24252669/INNOVARE-Um-Brasileiro-COMUMno-meio-Juridico

Petição Reconhecer Confissão e Condenação como fato Objetivo ao STF Presidente do Supremo Tribunal Federal Praça dos Três Poderes Brasília - DF CEP 70175-900 Carta Registrada RC293552809BR

Excelentíssimo Presidente do Superior Tribunal Federal.
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. mui respeitosamente, SUGERIR que Esta Corte, RECONHEÇA a importância de uma CONFISSÃO, e de uma CONDENAÇÃO por Unanimidade, de tal forma, que as mesmas sejam consideradas fato Objetivo e Concreto, que por si só, não permita que um indivíduo, enquanto, CRIMINOSO CONFESSO, ou Condenado por Unanimidade, possa ficar em Liberdade. Venho, 1ª. Premissa da Sugestão: Reconhecemos o Valor da jurisprudência do Supremo Tribunal Federal que veda toda prisão preventiva que não esteja fundamentada em fatos objetivos e concretos. “A prisão preventiva para a garantia da ordem pública, fundada na gravidade do delito e na necessidade de acautelar o meio social, não encontra respaldo na jurisprudência deste tribunal”, quando então, ressaltamos ser este entendimento, uma necessária, e elogiável, preocupação em se evitar que um INOCENTE possa cumprir qualquer pena, principalmente por antecipação. 2ª. Premissa da Sugestão: Reconhecemos que uma CONFISSÃO, enquanto sem qualquer veredicto, no mínimo, é com certeza, um fato Objetivo e Concreto, efetuado voluntariamente pelo próprio CRIMINOSO CONFESSO, que elimina qualquer possibilidade de se dar sustentação a citada jurisprudência, uma vez que, ao assumir a autoria, abdicando de Direito Constitucional, é inquestionável sua CULPA, até prova em contrário à própria manifestação, eliminando assim, qualquer possível dúvida de INOCÊNCIA, quando então, ressalto estar o processo limitado, em justificável principio, à definição da pena, razão pela qual, a confissão é ATENUANTE desta pena, o que classifico como ÚNICO

benefício legal, e plausível, a um Criminoso Confesso, desde que o autor
seja desconhecido, ou o crime esteja sendo imputado a outro. 3ª. Premissa da Sugestão: Reconhecemos ser a CONDENAÇÃO por UNANIMIDADE, no mínimo, um fato Objetivo e Concreto, que elimina qualquer possibilidade de se dar sustentação a citada jurisprudência, uma vez que, em Respeito à Justiça e ao Processo, devemos acreditar, que, no mínimo, concretamente, foi identificada sua CULPA, reduzindo, de forma CONTUNDENTE, não definitiva, a possibilidade de se cumprir pena, apenas e tão somente, por antecipação. Claro é que, nestes casos, qualquer entendimento outro, sobre a culpabilidade, exceção possível a raríssima situação, que desconheço, porem admito em tese, estará calcada em algum “vício” processual, que deverá ser devidamente reparado. 4ª. Premissa da Sugestão: A necessária desqualificação do Criminoso Confesso, ou do Condenado por Unanimidade, ao usufruto da citada jurisprudência, apenas e tão somente, ressalta a importância e relevância, de fato Objetivo e Concreto, que em hipótese alguma, poderá permitir um entendimento simples, e pueril, de injustificável antecipação da pena, bem como, por estar preso, todo o seu processo terá andamento agilizado, uma vez que, é dada prioridade a processo, ou revisão, onde o Réu esteja efetivamente preso, quando então, ressalto ser o retardamento de qualquer rito processual inaceitável. 5ª. Premissa da Sugestão: A liberdade, nestes casos, coloca em risco a Sociedade, bem como, privilegia de tal forma o indivíduo já qualificado e responsabilizado por um crime, que nos apresenta, no mínimo, a sensação de pura impunidade, além do que, poderá cometer outro(s), portanto, sua prisão é uma necessária preservação. 6ª. Premissa da Sugestão: Aqui chamo a atenção para Rui Barbosa :

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
7ª. Premissa da Sugestão: Para que vivamos em uma Sociedade Justa, Fraterna e Digna, é indispensável, quiçá visceral, que o Poder Constituído seja claro, e suficientemente coerente, ao se pronunciar sobre e com base no Direito Constituído. Atenciosamente, Plinio Marcos Moreira da Rocha

Rua Gustavo Sampaio no. 112 apto. 603 LEME – Rio de Janeiro CEP 22010-010 Tel. (21) 2542-7710 ou 2295-7208 Profissão – Analista de Sistemas

Petição Revogação Prisão Domiciliar Juiz Lalau ao STF Presidente do Supremo Tribunal Federal Praça dos Três Poderes Brasília - DF CEP 70175-900 Carta Registrada BR

Excelentíssimo Presidente do Superior Tribunal Federal.
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder. Venho, mui respeitosamente, SUGERIR que Esta Corte, RECONHEÇA que o Sr. Nicolau dos Santos Neto, condenado a 26 anos de prisão em regime fechado, não possa cumpri-lo em prisão domiciliar, como se em regime aberto estivesse. Portanto, uma vez reconhecida esta ilegalidade, que evidência de forma clara um abuso de poder, solicito que esta Corte envida TODOS os esforços, utilizando de TODOS os meios que dispuser, para que o princípio legal seja restabelecido, com a imediata revogação da prisão domiciliar, de forma que a Lei seja igual para todos, quando então, lembramos que a Constituição acima eliminou qualquer tipo de prisão especial, pelo menos em regime fechado, conforme a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; XXXVII - não haverá juízo ou tribunal de exceção; XLVI - a lei regulará a individualização da pena e adotará, entre outras, as seguintes: a) privação ou restrição da liberdade; 1ª. Premissa da Sugestão: Segundo a lei 7.210/84. o Art. 117 textualmente coloca: Somente se admitirá o recolhimento do beneficiário de
Petição - revogação da Prisão Domiciliar do Juiz Lalau – STF Presidente do Supremo Tribunal Federal Praça dos Três Poderes - Brasília - DF - CEP 70175-900 Pág.1 de 6 Enviado por Carta Registrada RC517061020BR

regime aberto em residência particular..., portanto, é pré-requisito que
o beneficiário esteja em regime aberto, bem como, devemos ressaltar que esta mesma Lei, o Art. 110 textualmente coloca: O juiz, na sentença, estabelecerá o regime no qual o condenado iniciará..., quando então, chamamos a atenção para o fato concreto de que a sentença especificou regime fechado, outrossim, também chamamos a atenção para esta mesma Lei, o Art. 112. textualmente coloca: A pena privativa de liberdade será executada em forma progressiva com a transferência para regime menos rigoroso, a ser determinada pelo juiz, quando o preso tiver cumprido ao menos um sexto da pena no regime anterior... Portanto, se meu entendimento estiver correto, somente após o cumprimento de 52 meses em regime fechado, deveria ser possível, não líquido e certo, a utilização de prisão domiciliar pelo condenado. 2ª. Premissa da Sugestão : Embasar de forma inquestionável, denúncia feita à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos, que foi rejeitada pelo fato de que não ter apresentado qualquer esforço jurídico em ter resolvido a questão internamente. Portanto, da Resposta a esta petição dependerá a solução da situação, possivelmente utilizando foro internacional. 3ª. Premissa da Sugestão: Este ano, a Constituição da República Federativa do Brasil completará 20 anos, quando então, acreditamos que seus efeitos, pelo menos na área Jurídica, devam efetivamente ser implementados. Ressalto que tais implementações não custarão nenhum centavo ao erário público, mas que, darão a um POVO Sofrido o RESPALDO, a DIGNIDADE e o RESPEITO a muito esperado. 4ª. Premissa da Sugestão: Aqui chamo a atenção para Rui Barbosa :

"De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto."
5ª. Premissa da Sugestão: Para que vivamos em uma Sociedade Justa, Fraterna e Digna, é indispensável, quiçá visceral, que o Poder Constituído seja claro, e suficientemente coerente, ao se pronunciar sobre e com base no Direito Constituído.

Petição - revogação da Prisão Domiciliar do Juiz Lalau – STF Presidente do Supremo Tribunal Federal Praça dos Três Poderes - Brasília - DF - CEP 70175-900 Pág.2 de 6 Enviado por Carta Registrada RC517061020BR

Fato 1 – Segundo o Ministério Público o Juiz foi condenado em regime fechado.

http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias-do-site/criminal/ex-juiznicolau-dos-santos-neto-cumprira-pena-em-regime-fechado/
Ex-juiz Nicolau dos Santos Neto cumprirá pena em regime fechado
24/1/2007 17h24 Ele está na carceragem da PF desde as 17h30, a pedido do Ministério Público Federal em São Paulo. Ex-presidente do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), o juiz Nicolau dos Santos Neto, condenado a 26 anos de prisão pelo desvio de 170 milhões de reais da construção do Fórum Trabalhista de São Paulo, está preso desde as 17h30 na carceragem da Polícia Federal em São Paulo, de onde deverá ser transferido nos próximos dias para um estabelecimento prisional do estado. A ordem de prisão foi determinada pela juíza Paula Mantovani Avelino, da 1ª Vara Federal da capital, atendendo pedido do Ministério Público Federal. Desde julho de 2003, por decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), o juiz estava sob prisão domiciliar em sua casa no bairro do Morumbi, em São Paulo, na qual permanecia sob escolta federal 24 horas. Sua defesa alega que, devido ao seu estado de saúde, ele não teria condições de ficar em estabelecimento prisional comum. Até então, Nicolau estava submetido a prisão preventiva para garantir a ordem pública. No entanto, no dia 19 de dezembro de 2006, o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (SP e MS) determinou o início da execução da pena imposta no último mês de maio (leia mais abaixo). No último dia 19, o procurador da República Roberto Antonio Dassié Diana, em processo que trata da referida execução da pena, requereu que o juiz passasse a cumprir a pena em regime fechado e, portanto, fosse transferido de sua casa para estabelecimento prisional estadual. Caso comprovada doença ou debilidade, o condenado poderia ser transferido para o Hospital Penitenciário ou de Custódia e Tratamento Psiquiátrico. O procurador da República destacou que, agora, Nicolau está sujeito ao cumprimento de pena e não somente à prisão preventiva. Salientou, ainda, que o cumprimento de pena em regime fechado (o que é o caso de Nicolau agora) não admite a prisão domiciliar. "O benefício da prisão domiciliar foi concedido ao ex-juiz quando ele cumpria prisão preventiva. Uma vez que agora há uma condenação emanada pelo TRF3, a prisão domiciliar é incabível. Seria o único caso na Justiça Federal da
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capital de um preso condenado à pena privativa de liberdade, em regime fechado, ao qual seria concedida prisão em domicílio, e sob a vigilância da Polícia Federal", afirmou o procurador autor do pedido de prisão. Entenda o caso - No último dia 3 de maio, a 5ª Turma do TRF-3 condenou o juiz aposentado a penas que totalizam 26 anos e seis meses de prisão, mais multa, pelos crimes de peculato/desvio de verbas, estelionato e corrupção, no desvio de cerca de 170 milhões de reais da construção do Fórum Trabalhista de São Paulo. O crime de formação de quadrilha já havia prescrito para o juiz aposentado. O julgamento dos recursos da Procuradoria Regional da República e da defesa de Nicolau teve como relatora a desembargadora federal Suzana Camargo. A realização do julgamento impediu a prescrição de parte dos crimes a que Nicolau era acusado, o que aconteceria no dia seguinte (4 de maio). A sentença do TRF-3 reformou sentença dada em primeira instância pelo juiz federal Casem Mazloum e também condenou os empresários Fábio Monteiro de Barros (31 anos, mais multa) e José Eduardo Corrêa Teixeira Ferraz (27 anos e oito meses, mais multa), sócios da construtora Incal, e o ex-senador e empresário Luiz Estevão de Oliveira (31 anos, mais multa), pelos mesmos crimes a que foi condenado Nicolau dos Santos Neto. Os três foram condenados ainda por formação de quadrilha e falsidade ideológica (inclusive pelo uso de documentos falsos perante a CPI do Judiciário em 1999). Barros, Ferraz e Estevão recorrem dessa decisão em liberdade. No último dia 4 de outubro, Estevão foi preso por ordem do TRF-3, a pedido do MPF, por falsificar documentos em ação de improbidade que tramita contra ele por causa do desvio de verbas na construção do fórum trabalhista, mas o STJ concedeu liberdade provisória ao réu no dia seguinte. Em maio, o TRF-3 manteve a sentença que decretou a perda de bens do juiz aposentado, acrescentando automóveis adquiridos. Assim, Nicolau teve decretada perda de imóveis, valores em conta e automóveis. Os demais acusados tiveram decretada a perda de valores depositados em contas irregulares no exterior.

Fato 2 – Transformação em regime aberto e prisão domiciliar
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/08/03/materia.2007-08-03.9622892454/view

3 de Agosto de 2007 - 16h24 - Última modificação em 3 de Agosto de 2007 16h24

Juiz Lalau deixa prisão na Polícia Federal em São Paulo e vai para casa
Paulo Montoia Repórter da Agência Brasil

Petição - revogação da Prisão Domiciliar do Juiz Lalau – STF Presidente do Supremo Tribunal Federal Praça dos Três Poderes - Brasília - DF - CEP 70175-900 Pág.4 de 6 Enviado por Carta Registrada RC517061020BR

São Paulo - O juiz federal Nicolau dos Santos Neto, conhecido como Lalau, deixou nesta tarde a Superintendência da Polícia Federal em São Paulo, onde estava detido desde a semana passada aguardando a transferência para uma cela especial no sistema penitenciário paulista, segundo informação da assessoria de imprensa. A solicitação para que o juiz cumprisse pena em penitenciária fora feita pelo Ministério Público Federal em maio e acolhida na semana passada. Nicolau dos Santos Neto, de 79 anos, obteve habeas corpus em caráter liminar concedido na noite de ontem (2) pelo desembargador federal Paulo Otávio Baptista Ferreira, do Tribunal Regional Federal da 3a Região, para cumprir sentença em prisão domiciliar. Em seu despacho, o desembargador amparou-se no artigo 117 da lei 7.210/84, que admite o recolhimento a prisão domiciliar de condenados com mais de 70 anos. Nicolau dos Santos Neto teve seu julgamento concluído no ano passado e foi condenado a 26 anos de prisão por desvio de R$ 170 milhões da obra de construção do novo Fórum Trabalhista de São Paulo. Fato 3 – A lei 7.210/84 http://www.planalto.gov.br/ccivil/leis/L7210.htm Art. 110 - O juiz, na sentença, estabelecerá o regime no qual o condenado iniciará o cumprimento da pena privativa de liberdade, observado o disposto no Art. 33 e seus parágrafos do Código Penal. Art. 112. A pena privativa de liberdade será executada em forma progressiva com a transferência para regime menos rigoroso, a ser determinada pelo juiz, quando o preso tiver cumprido ao menos um sexto da pena no regime anterior e ostentar bom comportamento carcerário, comprovado pelo diretor do estabelecimento, respeitadas as normas que vedam a progressão. Art. 117. Somente se admitirá o recolhimento do beneficiário de regime aberto em residência particular quando se tratar de: I - condenado maior de 70 (setenta) anos; II - condenado acometido de doença grave; III - condenada com filho menor ou deficiente físico ou mental; IV - condenada gestante. Atenciosamente,
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Plinio Marcos Moreira da Rocha Rua Gustavo Sampaio no. 112 apto. 603 LEME – Rio de Janeiro CEP 22010-010 Tel. (21) 2542-7710 Profissão – Analista de Sistemas

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----- Original Message ----From: Plinio Marcos Moreira da Rocha pliniomarcosmr@terra.com.br To: pfdc@pgr.mpf.gov.br, 1camara@pgr.mpf.gov.br, 2accr@pgr.mpf.gov.br, 3camara@pgr.mpf.gov.br, 4camara@pgr.mpf.gov.br, 5camara@pgr.mpf.gov.br, 6camara@pgr.mpf.gov.br, internacional@pgr.mpf.gov.br, pge@pgr.mpf.gov.br, informacoesprocessuais@pgr.mpf.gov.br, secom@pgr.mpf.gov.br, srh001@pgr.mpf.gov.br, sti@pgr.mpf.gov.br, cdij@pgr.mpf.gov.br, planassiste@pgr.mpf.gov.br, corregedoria@cnj.jus.br, Gab.Gilson.Dipp@stj.jus.br Cc: Sent: Sáb 14/11/09 00:55 Subject: Fwd: Petição SUGESTÃO Avaliação PRESCRIÇÃO PENA contexto PENAS ACUMULADAS

Petição SUGESTÃO Avaliação PRESCRIÇÃO PENA contexto PENAS ACUMULADAS Ministério Público Federal Procuradoria Geral da República SAF Sul Quadra 4 Conjunto C 70050-900 - Brasília – DF Email PROVOCATIVO Excelentíssimo Procurador-Geral da República.
Com Base na CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988, TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais, CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS, Art. 5º - Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: XXXIII - todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado; XXXIV - são a todos assegurados, independentemente do pagamento de taxas: a) o direito de petição aos Poderes Públicos em defesa de direitos ou contra ilegalidade ou abuso de poder, Venho, mui respeitosamente, SUGERIR, que Esta ProcuradoriaGeral, envida Todos os Esforços, utilizando-se de TODOS os Meios que dispuser, de tal forma, que o Ministério Público, Avalie, e se Posicione, sobre o tema Prescrição de Pena, envolvendo, as várias Notícias sobre a prisão do ex-promotor de Justiça Igor Ferreira da

Silva. Principalmente, pela declaração feita pela procuradora de Justiça Valderez Deusdedit Abbud, conforme, por exemplo, a notícia ”Ex-promotor tem pena por aborto prescrita “, http://www.bemparana.com.br/index.php?n=124536&t=ex-promotortem-pena-por-aborto-prescrita, onde esta colocado: “A prescrição da pena do aborto foi em abril, depois de Igor passar oito anos foragido Esse era o tempo necessário previsto na lei para que essa pena perdesse a validade - a prescrição é o prazo que a Justiça tem para fazer valer uma condenação de acordo com o tamanho da punição. "A sociedade não vai receber bem isso", afirmou a procuradora de Justiça Valderez Deusdedit Abbud. Ela disse que a única coisa que a surpreenderia nesse caso seria a "confissão de Igor". "A acusação nunca teve nenhuma dúvida de sua culpa." Ouso acreditar, que a resposta a esta Provocação, intrínseca pela SUGESTÃO de AVALIAÇÃO , não pode, e nem deve, ter o entendimento de premente, e necessário, rito processual desta Procuradoria-Geral, uma vez que, também esta endereçada à Pessoa do Senhor Procurador-Geral da República, pois, este email, tem o condão de apenas INFORMAR, COMUNICAR e APRESENTAR, quando muito, DENUNCIAR fatos que vão de encontro ao Direito Constituído, razão pela qual, é apenas e tão somente, uma SUGESTÃO de AVALIAÇÃO , que esta sendo encaminhada, em caráter pessoal, a uma Autoridade Legalmente Constituída, calcada na possibilidade Constitucional de se emitir Petições, sem restrições outras que não o simples anonimato , "em defesa de direito, contra ilegalidade ou abuso de poder", onde "a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário, representado pelo Excelentíssimo Procurador-Geral da República, lesão ou ameaça a direito". Portanto, é premente, necessário, quiçá visceral, que a resposta, seja em caráter Pessoal, por delegação ou não, mas principalmente, levando em consideração, os Valores Morais, a Integridade, o Respeito, algo Pessoal e intransferível, à Constituição da República Federativa do Brasil, ao Estatuto da Magistratura, e ao Direito Constituído, que a Autoridade Provocada, no caso o Excelentíssimo Procurador-Geral da República, TEM, uma vez que, qualquer sugestão, em sendo, no mínimo razoável , deveria produzir, pelo menos, uma avaliação, e sua natural manifestação coerente, sobre e com base no Direito Constituído. Não desconhecemos, a possibilidade, do Excelentíssimo Procyrador-Geral, de se ater a detalhes menores , para se abster, de avaliar e se manifestar, sobre e com base no Direito Constituído, relativos a uma Sugestão a Ele encaminhada, porem, devemos ressaltar, que a importância, a relevância, do intrínseco provocado,

exige o exercício, pela Autoridade, de TODAS as Prerrogativas que o Cargo, ora ocupado, lhe OUTORGA, afinal, acima de qualquer coisa, é uma Autoridade Institucional, representativa do Estado Brasileiro, formalmente e legalmente estabelecida, com a principal ATRIBUIÇÂO de Representar a Sociedade no Zelo, na Presevação e no CUMPRIMENTO da Constituição da República Federativa do Brasil e do Estatuto da Magistratura, quando então, ressaltamos, ser esta possível abstenção, algo, que no mínimo, frusta, entristece e DECEPCIONA. Em função do acima exposto, solicito, que o Excelentíssimo Procurador-Geral, se manifeste em caráter PESSOAL , por delegação ou não, apreciando, mediante esta provocação, a legalidade do colocado, bem como, garanta o recebimento deste Órgão Público, representado pelo Cargo de Procurador-Geral da República, das informações de meu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da Sociedade e do Estado, conforme a Constituição da República Federativa do Brasil. Quando então, reitero, meu entendimento, de ser imprescindível que este email seja encaminhado ao Excelentíssimo ProcuradorGeral da República, para a sua coerente manifestação, e atuação, sobre e com base, no Direito Constituído.

1ª Premissa Motivacional: Segundo a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988; PREÂMBULO - Nós, representantes do povo brasileiro, reunidos em Assembléia Nacional Constituinte para instituir um Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus, a seguinte CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL. TÍTULO I - Dos Princípios Fundamentais; Art. 1º - A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: II - a cidadania; III - a dignidade da pessoa humana; Art. 3º - Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil: I - construir uma sociedade livre, justa e solidária; II garantir o desenvolvimento nacional; III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais; IV -

promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação. Esta clara, inquestionável, e irrefutável, que a consciência , a CRENÇA, e a CERTEZA, da importância de que TODOS são IGUAIS perante a LEI, nos permite afirmar, que sem Ela, teremos negada a Cidadania, com a falta da Dignidade da pessoa humana, o que nos impossibilitará contruirmos uma sociedade livre, justa e solidária, sem o pleno, e possível, desenvolvimento nacional, com a cristalização das desigualdades sociais e regionais, onde será tambem impossível o bem de todos, uma vez que, para alguns TUDO será permitido, mesmo que indecorosamente, imoralmente, ilegitimamente e ilegalmente. Portanto, ao não se Zelar, Respeitar e Fazer CUMPRIR esta CRENÇA, apesar da própria Consciência, estaremos agredindo de forma MORTAL, o Preâmbulo, os Fundamentos e os Objetivos Fundamentais da Constituição Federal; 2ª - Premissa Motivacional - Segundo a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988. TÍTULO II - Dos Direitos e Garantias Fundamentais. CAPÍTULO I - DOS DIREITOS E DEVERES INDIVIDUAIS E COLETIVOS; Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade, nos termos seguintes: I - homens e mulheres são iguais em direitos e obrigações, nos termos desta Constituição; II ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei; XXII - é garantido o direito de propriedade; XXV no caso de iminente perigo público, a autoridade competente poderá usar de propriedade particular, assegurada ao proprietário indenização ulterior, se houver dano; XXX - é garantido o direito de herança; XXXV - a lei não excluirá da apreciação do Poder Judiciário lesão ou ameaça a direito; XXXVI - a lei não prejudicará o direito adquirido, o ato jurídico perfeito e a coisa julgada; LIV - ninguém será privado da liberdade ou de seus bens sem o devido processo legal; LXXIII - qualquer cidadão é parte legítima para propor ação popular que vise a anular ato lesivo ao patrimônio público ou de entidade de que o Estado participe, à moralidade administrativa , ao meio ambiente e ao patrimônio histórico e cultural, ficando o autor, salvo comprovada má-fé, isento de custas judiciais e do ônus da sucumbência;

Esta, mais uma vez, clara, inquestionável, e irrefutável, que a consciência , a CRENÇA, e a CERTEZA, da importância de que TODOS são IGUAIS perante a LEI, nos permite afirmar, que sem Ela, teremos negada a Cidadania, com a falta da Dignidade da pessoa humana, o que nos impossibilitará contruirmos uma sociedade livre, justa e solidária, sem o pleno, e possível, desenvolvimento nacional, com a cristalização das desigualdades sociais e regionais, onde será tambem impossível o bem de todos, uma vez que, para alguns TUDO será permitido, mesmo que indecorosamente, imoralmente, ilegitimamente e ilegalmente. Portanto, ao não se Zelar, Respeitar e Fazer CUMPRIR esta CRENÇA, apesar da própria Consciência, estaremos agredindo de forma MORTAL, o Preâmbulo, os Fundamentos e os Objetivos Fundamentais da Constituição Federal;

3ª - Premissa Motivacional - Segundo a CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL DE 1988. TÍTULO III - Da Organização do Estado; CAPÍTULO VII DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA; Seção I - DISPOSIÇÕES GERAIS; Art. 37. - A administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios obedecerá aos princípios de legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência e, também, ao seguinte:
Esta, mais uma vez, clara, inquestionável, e irrefutável, que a consciência , a CRENÇA, e a CERTEZA, da importância de que TODOS são IGUAIS perante a LEI, nos permite afirmar, que sem Ela, teremos negada a Cidadania, com a falta da Dignidade da pessoa humana, o que nos impossibilitará contruirmos uma sociedade livre, justa e solidária, sem o pleno, e possível, desenvolvimento nacional, com a cristalização das desigualdades sociais e regionais, onde será tambem impossível o bem de todos, uma vez que, para alguns TUDO será permitido, mesmo que indecorosamente, imoralmente, ilegitimamente e ilegalmente. Portanto, ao não se Zelar, Respeitar e Fazer CUMPRIR esta CRENÇA, apesar da própria Consciência, estaremos agredindo de forma MORTAL, o Preâmbulo, os Fundamentos e os Objetivos Fundamentais da Constituição Federal;

4ª - Premissa Motivacional - Tendo em vista os Preceitos Fundamentais da Constituição da República Federativa do Brasil, de que “TODOS SÃO IGUAIS PERANTE A LEI ”, algo que, de forma objetiva, concreta, irrefutável e inquestionável, RECONHECE QUE TODOS SOMOS DIFERENTES, uma vez que, A Lei TRATA

DIFERENTEMENTE OS DIFERENTES, propomos uma reflexão, sobre a prescrição de PENA em contexto de ACUMULAÇÃO de várias PENAS, Transitadas em Julgado, ou não, uma vez que, seu cumprimento, efetivamente, ocorre em contexto único, DE TOTALIZAÇÃO, o que, concretamente, impede a identificação sobre qual das penas o período de encarceramento se refere. Logo, é Plausível, é Legítimo, é Justo, é Moral, que as tipificações originais, que permitiram as penalizações, sejam aglutinadas em um único contexto, onde as premissas de origens, são perdidas, para se transformarem premissas, de cumprimento, e benefícios, uma vez que, o tratamento individualizado por cada pena é impossível de ser, criteriosamente, aplicado, bem como, é injusto, ao tratar condenados a totalizações de penas diferenciadas, como se as mesmas fossem iguais. Algo, que nos apresenta a essência, de tratar, de forma igual, condenados reincidentes e condenados primários.

5ª Premissa Motivacional: Recentemente o ex-promotor de Justiça Igor Ferreira da Silva condenado pelos crimes de Assassinato e Aborto, fugitivo durante 9 (nove) anos, foi capturado, e preso. A Procuradora de Justiça Valderez Deusdedit Abbud, ao se manifestar sobre o caso, admitiu que pela demora de sua prisão, provavelmente, o referido Criminoso, com condenação Transitada em Julgado, não iria cumprir a pena relacionada ao crime de Aborto , pelo fato de que a mesma é inferior a 4 (quatro) anos, bem como, que segundo a Lei TODA pena com esta característica PRESCREVE após 4 (quatro) anos de Situação de Transitado em Julgado. Para alguns, que não Eu, “nem tudo que esta no processo esta no mundo”, contudo, para outros, como Eu, “tudo que esta no mundo, pelo menos jurídico, tem que estar no processo ”, uma vez que, da análise das condicionantes ambientais, morais, físicas, psíquicas, materiais e imateriais, surgirão às bases para a penalização, bem como, dela, também, deveriam surgir as bases para benefícios. Logo, quando, pinçamos uma Lei, e a analisamos, em específico, abandonando o contexto em que esta, ou deveria estar, cometemos o erro básico, e gritante, de utilizarmos referencial sem qualquer fundamentação plausível, moral, legítima, lúcida, e até legal. No caso em questão, a Procuradora de Justiça, tratou a questão, como se a pena por aborto, fosse única, isto é, dando ao criminoso, prerrogativas de um criminoso sem qualquer outra penalização, algo que 16 (dezesseis) anos de acréscimo, no mínimo, deveria IMPEDIR.

6ª Premissa Motivacional: As penalizações, e os benefícios, devem estar FUNDAMENTADOS, no preceito Constitucional da IGUALDADE PERANTE A LEI, portanto, se a interpretação, em princípio tacanha, e surreal, for reconhecida, estaremos frente ao absurdo de Presos, como narcotraficantes, que cumprem totais de penas. acumuladas, superiores a 20 anos, mas que individualmente, não ultrapassam 4 (quatro) anos, mesmo cumprindo pena, poderão ser liberados após 4 (quatro) anos, simplesmente pela prescrição, das demais penas, durante o pagamento de uma de suas penas. Algo de um surrealismo inconcebível até mesmo por Salvador Dali. Além do mais, em sendo aceita, tão estapafúrdia situação, TODOS os benefícios, incluso os relacionados a transferências de Regime Prisional, deverão obedecer ao cumprimento de CADA PENA isoladamente, Quando então, chegaremos à necessidade de identificarmos qual das penas esta sendo cumprida, para então, chegarmos a conclusão, de quais penas, efetivamente, prescreveram durante o período de encarceramento. Outra situação, no mínimo, interessante, para não dizer ridícula, esta no fato de que, ao se cumprir, cada pena isoladamente, o preso terá direito a mudança de regime, a cada cumprimento de pena, isto é, se a primeira pena for de 4 anos, cumpridos seus 1/6, este preso poderá usufruir do benefício de mudança de regime, que por ser inferior a 10 anos, não poderá se iniciar em regime fechado, mesmo, que isto, esteja ocorrendo, em contexto de penalização total de 20 anos.
7ª Premissa Motivacional: Mesmo, aceitando, a irracionalidade, a ilegitimidade, a ilegalidade, do acima colocado, uma pergunta não quer se calar: Como um Criminoso com Condenação Transitada em Julgado, fugitivo por 9 (nove) anos, pode possivelmente ser considerado, Preso de BOM COMPORTAMENTO, garantindo a este mudança de Regime Prisional, tão logo isto seja possível ? Se meu entendimento estiver correto, esta situação é a própria APOLOGIA ao crime de FUGA, principalmente, pelo fato de que, tão expressivo tempo de fuga, aparentemente o beneficiou com a impunidade por um Crime de ABORTO , do qual, como exprocurador o mesmo tinha ciência.

8ª Premissa Motivacional: Mesmo, aceitando, a irracionalidade, a ilegitimidade, a ilegalidade, do acima colocado, outra pergunta não quer se calar: Este Criminoso não sofrerá processo por Crime de FUGA, com o agravante de tentar conquistar a prescrição de pena, isto é, em essência, um Crime com o objetivo de ocultar outro crime (Aborto) praticado ?

Se meu entendimento estiver correto, esta situação é a própria APOLOGIA ao crime de FUGA, principalmente, pelo fato de que, tão expressivo tempo de fuga, aparentemente o beneficiou com a impunidade por um Crime de ABORTO , do qual, como exprocurador o mesmo tinha ciência.

9ª Premissa Motivacional: A título de referencial, por analogia, gostaria de trazer à questão os Comentários sobre o instituto da decadência na lei 9.099/95 , http://jus2.uol.com.br/doutrina/texto.asp?id=2737 , onde esta colocado:
@@@ Portanto a audiência preliminar é o marco inicial do prazo para o oferecimento da representação. A partir dessa premissa, não se considera operada a decadência mesmo se transcorridos 06(seis) meses da data do fato sem que se tenha realizado a audiência preliminar e, consequentemente, sem o oferecimento da representação. @@@ Logo, havendo uma avaliação contextual, poderemos, afirmar, que no caso do ex-procurador, não se verificou a prescrição da pena relativa ao crime de aborto, bem como, p citado criminoso, deverá responder por crime de fuga, agravado pela tentativa de encobrir o crime de aborto, uma vez que, buscava a prescrição de sua condenação. Atenciosamente, Plínio Marcos Moreira da Rocha Analista de Sistemas Rua Gustavo Sampaio nº112 apto.603 LEME – Rio de Janeiro – RJ CEP – 22010-010 Tel. (21) 2542-7710