EMENTAS DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE CIÊNCIAS SOCIAIS – POR DEPARTAMENTO DE ORIGEM.

DEPARTAMENTO DE ANTROPOLOGIA
1. ANT 7101 – INTRODUÇÃO À ANTROPOLOGIA (108 horas/aulas) EMENTA: A constituição da Antropologia como disciplina e seu campo de estudo. A crítica ao etnocentrismo e o relativismo cultural. Os modelos dualistas: natureza e cultura; indivíduo e sociedade. Questões de método: trabalho de campo e observação participante. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. BAMBERGER, Joan. "O Mito do Matriarcado: Porque os Homens Dominam a Sociedade Primitiva?" in M. Rosaldo & L. Lamphere. Mulher, Cultura e Sociedade (orgs). Rio: Paz e Terra, 1979 . CLASTRES, Pierre. "O Arco e o Cesto" in A Sociedade Contra o Estado. Rio: Francisco Alves, 1982. DA MATTA, Roberto. 1983. "O Biológico e o Social" In Relativizando: Uma Introdução à Antropologia. Social. Petrópolis: Vozes.

2. 3. 4.

DA MATTA, Roberto. "Panema" in Ensaios de Antropologia Estrutural. Petrópolis: Vozes, 1977 . DA MATTA, Roberto.1983. “Trabalho de campo” In Relativizando: Uma Introdução à Antropologia Social. Petrópolis: Vozes. 5. DA MATTA, Roberto. 1986. "Você tem cultura?" In Explorações. Rio de Janeiro: Rocco. 6. EVANS-PRITCHARD, E.E. "A Noção de Bruxaria como Explicação dos Infortúnios" in Textos de Aula, n1 3, Ed. UnB. (também em Bruxaria, Oráculos e Magia. Rio: Zahar Editor) 7. EVANS-PRITCHARD, E. E. 1978. “Introdução” In Os Nuer. São Paulo: Perspectiva. 8. GEERTZ, Clifford. "Um Jogo Absorvente: Notas sobre a Briga de Galos Balinesa" in A Interpretação das Culturas. Rio: Zahar, 1978. 9. GEERTZ, Clifford. 1966. A transição para a humanidade” In Tax, S. et alli. Panorama da Antropologia. Rio de Janeiro, Lisboa: Fundo de Cultura. (pg. 31-43) 10. GEERTZ, Clifford. 1978. O impacto do conceito de cultura sobre o conceito de homem” In A Interpretação das Culturas. Rio de Janeiro: Zahar. 11. HERZ, Robert. A Preeminência da Mão Direita. Religião e Sociedade, no. 1 12. INGOLD, Tim. Humanidade e Animalidade. Revista Brasileira de Ciências So ciais. 13. LAPLANTINE, François. APRENDER ANTROPOLOGIA. São Paulo: Brasiliense, 1988 . 14. LARAIA, Roque. CULTURA: Um Conceito Antropológico. Rio: Jorge Zahar Ed., 1986. 15. LEACH, Edmund. "Nascimento Virgem". in EDMUND LEACH. São Paulo: Ática, 1983. (Grandes Cientistas Sociais, vol 38) 16. LÉVI-STRAUSS, Claude. “Las Tres Fuentes de la Reflexión Etnológica” in Jose Llobera (org). La Antropologia como Ciencia. Barcelona: Anagrana 17. MALINOWSKI, Branislaw. 1984. Argonautas do Pacífico ocidental. São Paulo: Abril Cultural. 18. MINER, Horace. 1973. "Ritos Corporais entre os Nacirema" In ROMNEY, A. K. e DE VORE P. L. (ed.) Introductory Anthropology. Winthrop Publishers. Cambridge. (trad. Selma Erlich) 19. OLIVEIRA, Roberto Cardoso de. 1998. “O trabalho do antropólogo: olhar, ouvir, escutar” In O trabalho do antropólogo. São Paulo-Brasilia: Unesp-Paralelo. 20. SAHLINS, Marshall. “La Pensée Burgeoise” in A Cultura na Prática. Rio: Ed. UFRJ 21. SEEGER, Anthony. "Pesquisa de Campo: Uma Criança no Mundo". in Os Índios e Nós. Rio: Ed. Campus, 1980. 22. VELHO, Gilberto. 1994. “Observando o familiar” In Individualismo e Cultura: notas para uma antropologia da sociedade contemporânea. Rio de Janeiro: Zahar.

2. ANT 7201 - TEORIA ANTROPOLÓGICA I (108 horas/aulas)

EMENTA: O evolucionismo social. O culturalismo norte-americano. A antropologia social britânica. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. BENEDICT, Ruth. Padrões de Cultura. [1934]. Lisboa, Livros do Brasil. S/d. (“Prefacio”; “Introdução”; I parte, capítulos 1, 2 e 3) BOAS, Franz. Stocking, George W. (org.) A formação da antropologia americana: 1883-1911. Rio de Janeiro, Contraponto/Editora da UFRJ, 2004. (“Os objetivos da etnologia”[1889]. “ Sobre sons alternantes”. [1889]. “Trabalho de campo para a Associação Britânica, 1888-1897”. [1898]. ) BOAS, Franz. As limitações do método comparativo em Antropologia. (Apostila) BOAS, Franz. Prefacio; Introducción; La mentalidad del hombre primitivo e el progresso de la cultura. Questiones fundamentales de Antropologia cultural. Buenos Aires. Lautaro, l943. ENGELS, F. A origem da família, da propriedade privada e do estado. [1884]. (Prefácio à 1a e à 4a edição; Capítulos I e IX) EVANS-PRITCHARD, E. E. Os Nuer. [1940]. São Paulo, Perspectiva, 1978. (Introdução e Capítulo III) FRAZER, James G. O Ramo de Ouro. [1922]. São Paulo, Circulo do Livro, 1978. (Introdução de Mary Douglas; Prefácio à edição de 1911; Parte 1: Capítulos: 1, 2, 3, 4,, 5, 6) KROEBER, Alfred. Sistemas classificatórios de parentesco. LARAIA, R. Organização Social. Rio de Janeiro, Zahar. 1969 LOWIE, Robert. Organização Social. PIERSON, D. Organização Social. São Paulo. Martins Editora. 1946. MALINOWSKI, Bronislaw. Argonautas no Pacifico Ocidental. [1922]. São Paulo, Abril Cultural, Coleção Os pensadores, 1976. MALINOWSKI, B. Malinowski. Antropologia. Coleção Grandes Cientistas Sociais. São Paulo. Ática. 1986. ((Malinowski Vida e Obra; Prefácio de Frazer; Prólogo; Introdução; Cap. I, II e II MEAD, Margaret. Sexo e temperamento. [1934]. São Paulo, Perspectiva, 1979. (“Prefácio à edição de 1950”; “Prefácio à edição de 1963”; “Agradecimentos”; “Introdução”; “As implicações desses resultados”; “Conclusão”). MORGAN, Lewis Henry. A sociedade primitiva. [1871]. Lisboa, Presença-Martins Fontes, 1980 (Prefácio; Capítulos 1, 2 e 3) RADCLIFFE-BROWN, A. R. Estrutura e função na sociedade primitiva. [1935-1940]. Lisboa, Edições 70, s/d. (Introdução; Capítulos IX e X). RADCLIFFE-BROWN. Antropologia. São Paulo, Ática, Coleção Grandes cientistas sociais, 1978. (O método Comparativo em Antropologia Social) (orig. 1951) RIVERS, W.H.R. O método genealógico na pesquisa antropológica (1910). História e Etnologia (1920); A unidade da Antropologia (1922). OLIVEIRA, Roberto C (org.). A Antropologia de Rivers. Campinas, Editora da Unicamp, 1991. TYLOR, Edward B. La ciencia de la cultura. Kahn, J.S. El conceito de cultura, textos fundamentales. Barcelona, Anagrama, 1975.

3. 4. 5. 6. 7. 8. 9. 10. 11. 12.

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3. ANT 7301– TEORIA ANTROPOLÓGICA II (72 horas/aulas) EMENTA: A escola sociológica francesa e o estruturalismo francês. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7. 8. DELACAMPAGNE, Christian & TRAIMOND, Bernard. 1997. “A Polêmica Sartre/Lévi Strauss. Revisitada. Nas Raízes das Ciências Sociais de Hoje”. Les Temps Modernes, 596, novembro/dezembro. GOLDMAN, Marcio. “Lévi-Strauss e os sentidos da História”. Revista de Antropologia, 1999, vol.42, no. 1-2, p.223-238 MOISES, Beatriz Perrone. “Claude Lévi-Strauss, aos 90”. Revista de Antropologia, 1999,vol.42, no.1-2, p.09-25. SIGAUD, Lygia. “As Vicissitudes do „Ensaio Sobre o Dom‟”*. Mana. 5 (2):89-124, 1999 SPERBER, Dan. 1992. “Claude Lévi -Strauss” in O Saber dos Antropólogos. Lisboa: Edições 70 VIVEIROS DE CASTRO, Eduardo. “Entrevista: Lévi-Strauss Nos 90: A Antropologia de Cabeça Para Baixo”. Mana. 4 (2):119-126, 1998 LÉVI-STRAUSS, Claude. “Voltas Ao Passado”. Mana 4(2):107-117, 1998

9. 10. 11. 12. 13. 14. 15. 16. 17. 18. 19. 20. 21. 22. 23. 24. 25. 26. 27. 28. 29. 30. 31. 32. 33. 34.

LÉVI-STRAUSS, C. “Campo da Antropologia” in Antropologia Estrutural Dois. Rio: Tempo Brasileiro, 1976. (p. 11-40) LÉVI-STRAUSS, C. “Jean Jacques Rousseau Fundador das Ciências do Homem”. Idem. (p. 4151) LÉVI-STRAUSS, C. “Los três fuentes de la reflexión etnológica” In J.Llobera. L‟antropologia como ciencia. Barcelona: Editorial Anagrana. LÉVI-STRAUSS, C. “Como surge um etnógrafo” In Tristes Trópicos. Lisboa: Edições 70. 1976 (p. 45-54) LÉVI-STRAUSS, C. “A crise moderna da antropologia” In Revista de Antropologia, 1962, (p.21-26) LÉVI-STRAUSS, C. “O futuro da etnologia” In Minhas Palavras. São Paulo: Brasiliense, 1984 (p. 19-35) LÉVI-STRAUSS, C. “Análise estrutural em lingüística e antropologia”. Idem. (p.45-70) LÉVI-STRAUSS, C. “A Noção de Estrutura em Etnologia”. Idem. (p. 313 -360) LÉVI-STRAUSS, C. “Posfácio ao capitulo XV”. Idem. (p.361 -383) LÉVI-STRAUSS, C. “Introdução: história e etnologia” In Antropologia Estrutural. Rio: Tempo Brasileiro, 1976 (p. 13 - 44) LÉVI-STRAUSS, C. “Estrutura e dialética”. Idem. (267 -276) LÉVI-STRAUSS, C. “Raça e história”. Antropologia Estrutural Dois. Rio: Tempo Brasileiro, 1976. (p. 328-366) LÉVI-STRAUSS, C. “Universalização e Particularização”in O Pensamento selvagem. Rio: CEN, 1976, (p. 189-221) LÉVI-STRAUSS, C. “O Indivíduo como Espécie”. Idem. (p. 222 -249) LÉVI-STRAUSS, C. “O tempo redescoberto”. Idem. (p. 250-279) LÉVI-STRAUSS, C. “História e Dialética”. IDEM. (P. 280-306) LÉVI-STRAUSS, C. "Histoire et Ethnologie", Annales E.S.C., 38 (6), 1983, (p. 1217-31) LÉVI-STRAUSS, C. “O totemismo hoje” in Lévi-Strauss. São Paulo: Abril Cultural. (Col. Os Pensadores). (p.89-181) LÉVI-STRAUSS, C. “A ciência do concreto”. Pensamento Selvagem. (p. 19-55) LÉVI-STRAUSS, C. “A lógica das classificações totêmicas”. Idem. (p. 56 -97) LÉVI-STRAUSS, C. “Os sistemas de transformações”. Idem. (p. 98 -133) LÉVI-STRAUSS, C. “Totem e casta”. Idem. (p. 134-160) LÉVI-STRAUSS, C. “Categorias, elementos, espécies e números”. Idem. (p. 161-188) LÉVI-STRAUSS, C. Mitológicas I: O cru e o cozido. São Paulo: Cosac & Naif. 2004. LÉVI-STRAUSS, C. A via das máscaras. Lisboa: Editorial Presença. 1981. LÉVI-STRAUSS, C. A oleira ciumenta. São Paulo: Brasiliense. 1986.

4. ANT 7401 - TEORIA ANTROPOLÓGICA III (108 horas/aulas) EMENTA: Teorias antropológicas contemporâneas. As diferentes teorias da cultura. O movimento cognitivista. As críticas pós-coloniais e as novas expressões da antropologia. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. 2. ERIBON, Didier & Claude Lévi-Strauss: De perto e de longe. Ed. Nova Fronteira. (pp.129-154) GEERTZ, Clifford. Anti Anti-Relativismo. Revista Brasileira de Ciências Sociais, 8 (3): 5-19 (1988). 3. GOLDMAN, Marcio. Antropologia Contemporânea, Sociedades Complexas e Outras Questões. Anuário Antropológico/1993, pp. 113-153 (1995). 4. GOLDMAN, Márcio. Alguma Antropologia. Rio: Relume/Dumará/NuAP, 1999 5. HANNERZ, Ulf. Fluxos, Fronteiras, Híbridos: Palavras-Chave da Antropologia Transnacional, in MANA 3(1): 7-39 (1997). 6. LATOUR, Bruno. Jamais Fomos Modernos: Ensaios de Antropologia Simétrica. Rio, Editora 34, 1994, pp. 7-52. 7. LEACH, Edmund. “Cabelo Mágico”, “Nascimento Virgem” e “Categorias Verbais e Insultos Animais” In LEACH. São Paulo, Ática. 8. LYOTARD, Jean-François. O Pós-Moderno. Rio, José Olympio Editora, 1986, pp. 3-34. 9. PEIRANO, Mariza. “Onde está a Antropologia?”. MANA 3(2):67-102, 1997. 10. SAHLINS, M. Culpado, mas por Outros Motivos...(homepage do Instituto Socioambiental)

SAHLINS. O simbolismo em geral. 13. Dan. STAVENHAGEN. In MANA 8(1): 113-148. 14. 16. Marshal. 15. 1997 e MANA 3(2): 103-150. in Anuário Antropológico/84. “O „Pessimismo Sentimental‟ e a Experiência Etnográfica: por que a 12. pp. 2002 ZALUAR. . 1998. “Novas Formas Econômicas: um relato das Terras Altas da P apuaNova Guiné” in MANA 4(1): 109-139. Relativismo Cultural na Cidade? In Anuário Antropológico/90. Cultrix São Paulo. SAHLINS. Zahar (capítulos escolhidos) SPERBER. Marilyn. 1997. Rodolfo. Marshal. Etnodesenvolvimento: Uma Dimensão Ignorada no Pensamento Desenvolvimentista. cultura não é um „objeto‟ em via de extinção” (PARTES I e II) in MANA 3(1): 43-73. Alba. VIVEIROS DE CASTRO. pp. Ed. “O Nativo Relativo”. E. 17.11. Cultura e Razão Prática. 11-44 (1985). STRATHERN. Rio de Janeiro. 137-155 (1993).

BAUMAN. Ana Maria de E. Rio de Janeiro: Editora Difel. 2001. 4 ed. Martins Fontes. MILLS. Raymond. L&PM. A codificação. Zygmunt (1999). São Paulo: Ed. Moderna. CHARON. TOURAINE. SP. Alain (1999). Edmundo Fernando. Introdução ao pensamento sociológico. SP. 5 ed.4. 8. 2. . Maria A.1999. São Paulo: Editora Perspectiva. A. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editora. Jeffry (1987). 6. 1987 5. 03 a 27. SP. A. Boitempo. Erving (1975). Poderemos viver juntos? Iguais e diferentes. ARON. Caps: Espaço social e poder simbólico. 2 e 7. Martins Fontes. A representação do eu na vida cotidiana. 2. Pierre (1990). U. SORJ. Beck. Para compreender a ciência. 378 a 401. 2002. A construção social da realidade. 2. GOFFMAN. SPO 7103 . Introdução ao debate e dilemas teóricos centrais da Sociologia a partir da contribuição das principais matrizes clássicas (estrutura X ação. Etnometodologia. Introdução e capítulos 1. SANTOS. ANDERY. 8. COULON.DEPARTAMENTO DE SOCIOLOGIA E CIÊNCIA POLÍTICA ÁREA DE SOCIOLOGIA 1. 15. 3. Modernidade e Ambivalência. E. Ed. Capítulo: As características das instituições totais. A constituição da sociedade. Marilena. e Lasch. Ricardo. 61-110. Rio de Janeiro: Editora Zahar. DIAS. (1978). CUPANI. Alain (1995). ARON. Política. 3 e 9. Bernardo (2000) A Nova Sociedade Brasileira. Brasiliense. Porto Alegre. Boaventura de Sousa (1999): Pela mão de Alice. São Paulo: Editora Brasiliense. Petrópolis: Editora Vozes. GOFFMAN. 11. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. O malestar da Pós-Modernidade. Cap. Gramsci . Zygmunt (1998).. 14. pp 287 – 363. 3 e 7. 4. SP. BOURDIEU. Coisas ditas. 6. São Paulo: Ed. Introdução e capitulos 1. E. Anthony (1989). 13. e Luckman (1969). O que é ideologia. SPO 7203 . Modernização reflexiva. CHAUÍ. ANTUNES. 11. O poder simbólico. 5. As etapas do pensamento sociológico. Rio de Janeiro: Editora Zahar. A crítica do positivismo e o futuro da filosofia. SP Martins Fontes.2. UFSC. Pierre (1989). CASTRO. tradição e estética na ordem social moderna. Prisões e Conventos. Educ. Petrópolis: Editora Vozes. Petrópolis: Editora Vozes. COUTINHO.5-25. 1981. Carlos N. Scott. BOURDIEU. Introdução. 16. As regras do método sociológico. GIDDENS. o materialismo histórico e dialético de Karl Marx e seus desdobramentos contemporâneos. GIDDENS. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. in Revista Brasileira de Ciências Sociais. DURKHEIM. p. Educação e sociologia. Raymond. vol. Manicômios. Pontos de referência e Das regras às estratégias 9. 2.Pp. SP: Martins Fontes. Joel M. As etapas do pensamento sociológico. Melhoramentos. 1985 9. 4. tradição X modernidade. A imaginação sociológica. 1997. BAUMAN. W. p. DURKHEIM. 10.TEORIA SOCIOLÓGICA I (108 horas/aula) EMENTA: Pensamento Social Clássico: a sociologia positivista de Emile Durkheim. Pp 13-108. Os sentidos do trabalho. 3. consenso X conflito. Cristina. 9. São Paulo: Editora Saraiva. p. Cap. 10. Eving (1974). subjetividade X objetividade) e seus desdobramentos contemporâneos. n. BERGER. A imaginação sociológica como experiência crítica da sociedade. . Sociologia: introdução à uma ciência da sociedade. Fpolis. ALEXANDER. 1981 7. (2001) Sociologia. “O novo movimento teórico”. P. São Paulo: Editora Cortez. Pp 101-117. COSTA. São Paulo: Editora da Unesp 12.INTRODUÇÃO À SOCIOLOGIA (108 horas/aula) EMENTA: Perspectiva histórica do desenvolvimento da sociologia como ciência. O social e o político na pósmodernidade. 7.

VII. SP. RJ. p. 1978. 20. RODRIGUES. Dialética e cultura. DURKHEIM. vol I (Coleção “Os Economistas”) p. Lucien. G. Dialética do concreto. Trabalho alienado (1º Manuscrito) In: FROMM. 14. Argos. 40. Brasiliense. O materialismo histórico de Marx. Forense. Busca Vida. M. 1990.12.37SP. Lisboa. op. RJ. 36. 43. 30. Da divisão do trabalho social. SP. Classes e movimentos sociais na América Latina: questões para debate. WEBER.13-39. K. K. RJ. Cap. A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo. Brasília: Ed. Sonia. Capitalismo e marginalidade na América latina. 26. 1978. p. Várias ed. 41. História da riqueza do homem. SILVA. 25. F. 2004. 33. 2000 WOOD. 108-122. Cultrix. 1991 MARX/ENGELS. RJ.) MARX.) Ensaios de Sociologia. In: RODRIGUES. In: FROMM. O que é dialética. 1979. 1979 p 19-28 GIDDENS. 39. A ideologia do Estado autoritário no Brasil.2WEBER W375m) _________. 1971. Paz e terra. 1999. As Idéias de Durkheim. Marx e F. 1999.89-102 MARX. o estrutural-funcionalismo de Talcott Parsons e seus desdobramentos contemporâneos. István. 128-141. In O Capital MARX. RJ. 4. Leo. 13. Manifesto comunista. F.W. RJ. p. p. 17. Método dialético e teoria política. 29. Livros Técnicos e Científicos. Capitalismo e moderna teoria social. 2000. Hucitec. II a origem do capitalismo. p. DURKHEIM. 24. A ideologia alemã. O que é sociologia. RJ. Ricardo. 211-228. K. 15. Octavio (org) Karl Marx: sociologia. pp 9 – 20 KOWARICK. 27. Há várias edições. K. RJ. FROMM. p. O capital. Ed. Brasiliense. E. 1981 NAVES. BU/UFSC: 316.S. p.101 W375e) _________. Michael. 3. Unicamp/Moderna. DURKHEIM. Ática. 42. 17 a 33. MARX. p. As aventuras de Karl Marx contra o Barão de Munchhausen. 1990 GIDDENS.cit. Suicídio. paz e terra.p. MARX. 34. Engels: A história dos homens”) MÉSZÁROS. E. Ellen M. 3. Sociologia.187-188. SP. Paz e Terra. Ática. SP. p. SINGER. 31. Erich. 21. In O Capital livro primeiro. Marx. da obra “O capital”. Karel.12 GOLDMANN. S. Paul. SP: Martins Fontes. (Ref. BU/UFSC: 330. (orgs). p. Conceito Marxista do Homem. In: H.12. p. 7 . 37. p. 3. Posfácio à 2ª ed. Elementos para uma análise marxista. 19. (org). 2000 MARTINS. KOSIK. MILLS. In: COHN. (Ref.2004. Marx. K. 1989 p182-214 (“K. p. E. 1979 HUBERMAN.1980. p 422 – 430 MARX. Ática. 23. op. 1979 KONDER. In: FERNANDES. Cap. LÖWY. Ática. Cortez. SP. Sociologia. Leandro. Marx: A teoria da alienação. Carlos B. Prefácio a “Uma contribuição à crítica da economia política”. 2000. 09-25. Lucio. SPO 7303 . cit. Zahar. O suicídio. PA: Villa Martha. (Ref. RJ. 32. ciência e revolução. BU/UFSC: 261 W375e) _________. In: FROMM. Pp 19-29 LOWY. Estamento e Partido.3-19.TEORIA SOCIOLÓGICA II (72 horas/aula) EMENTA: Pensamento social clássico: a sociologia compreensiva de Max Weber. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Ideologias e ciências sociais. Michael. A maquinaria e a indústria moderna. (Ref. Márcio B. J. K. volume I. J. Rio de Janeiro: Zahar. Zahar. 18. 75 a 123. Anthony. o neo-funcionalismo de Robert Merton. In: FERNANDES. Paz e terra. K. J. Curso de introdução à economia política.A (org) Durkheim. SP. SP: Martins Fontes. MARX.A (org) Durkheim. 1986 IANNI. Sociologia e sociedade: leituras de introdução à sociologia.199WEBER W375e) . cap. Michael. Engels: história. 1981. A acumulação primitiva. K.46. Classe. Os três tipos de dominação legítima. 1978 LÖWY. P. 16.H.367-390. GERTH e C. Anthony. 35. 31-61. Presença. 28. FORACCHI. F. SP. ENGELS. 1976. 2000. e ENGELS. Ed. RJ. 44. 1985 LARANGEIRA. 22. 134-141 MARX. Erich. (orgs. BU/UFSC: 301. Compra e venda da força de trabalho. Livros Técnicos e Científicos. 2. Economia e Sociedade. XIII (várias edições. 38. Manifesto do partido comunista. F. da UNB.M e MARTINS. Weber.Paulo: Atica. Chapecó.

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PRÁTICA DE PESQUISA I EMENTA: Conhecimento sobre os projetos de pesquisa desenvolvidos pelos professores do curso nos núcleos de pesquisa e estudo dos dois principais departamentos do curso.PRÁTICA DE PESQUISA II EMENTA: Conhecimento sobre os projetos de pesquisa desenvolvidos pelos professores do curso nos núcleos de pesquisa e estudo dos dois principais departamentos do curso.TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO I – TCC I 10. para discussão metodológica dos projetos de trabalho de final de curso dos alunos do bacharelado. visto tratar-se disciplina destinada à discussão dos projetos de TCC dos alunos formandos. visto tratar-se disciplina destinada à discussão dos projetos de TCC dos alunos formandos. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. CSO 7205 . CSO 7807 . BIBLIOGRAFIA MÍNIMA A bibliografia tratada nesta disciplina dependerá do projeto no qual o aluno irá se inserir no Núcleo de Pesquisa/Estudos escolhido.SEMINÁRIO DE PESQUISA II (72 horas/aula) EMENTA: Início do processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso. sob a supervisão docente. CSO 7708 . Encontros coletivos. sob a supervisão docente. CSO 7809 . 8. 6. Encontros coletivos. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA A bibliografia tratada nesta disciplina dependerá do projeto no qual o aluno irá se inserir no Núcleo de Pesquisa/Estudos escolhido.ESTÁGIO CURRICULAR PROFISSIONALIZANTE II – ECP II . 9. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há.TRABALHO DE CONCLUSÃO II – TCC II 12. CSO 7709 – ESTÁGIO CURRICULAR PROFISSIONALIZANTE – ECP I 11. para discussão metodológica dos projetos de trabalho de final de curso dos alunos do bacharelado.EMENTA: Início do processo de elaboração do trabalho de conclusão de curso. 7. CSO 7505 . CSO 7808 .

P. Trad. O capitalismo histórico. Walter. 3. 9. Rio de Janeiro: Jorge Zahar. INE 7 XXXX . Luciano Costa. 4. Elias Tomé. BERMAN. Marco Aurélio Nogueira. 2a edição. Livro I. São Paulo: Martins Fontes. 1994. Teste não paramétrico. Ética Protestante e o Espírito Capitalista. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. São Paulo: Brasiliense. As etapas do pensamento sociológico. Trad. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 1981. Lembranças de 1848: as jornadas revolucionárias em Paris. HST 7XXX . 3. John Stuart. 8ª ed. ARON. Michele. 13. Trad. In: Obras escolhidas. 5.OUTROS DEPARTAMENTOS DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA E ESTATÍSTICA 1. WALLERSTEIN. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA 1. Jacy Monteiro. A era das revoluções. MARX. 2. São Paulo: Ibrasa. Reginaldo Santana. Waltensir Dutra. Trad. Alexis. HOBSBAWM. Trad.ESTATISTICA APLICADA ÀS CIÊNCIAS SOCIAIS (72 horas/aula) EMENTA: Probabilidade. Trad. Karl. 1984. DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA 1. 1984. Rio de Janeiro: Campus. 18. Max. A origem do capitalismo. Edward P. STEVENSON. 7. Vera Ribeiro. MILL. Trad. 17. 14. São Paulo. Lisboa: Avante. Denise Bottmann. São Paulo: Cia das Letras. J. 12. José Moura e Eduardo Chitas. Karl. Modesto Florenzano. Trad. 1993. Denise Bottmann. Rio de Janeiro: Paz e Terra. TOCQUEVILLE. Arno. Eric. 9ª ed. Eric. A era dos Impérios 1875-1914. HOBSBAWM. Friedrich. BOBBIO. Os excluídos da história: operários. mulheres e prisioneiros. Florianópolis: Editora da UFSC. 2. 1995. . Liberalismo e democracia. PERROT. 1984. 8. MARX. São Paulo: Brasiliense. Charles Baudelaire: um lírico no auge do capitalismo.Estatística Aplicada às Ciências Sociais.Estatística Aplicada à Administração. São Paulo: Brasiliense. Trad. São Paulo: Editora Harbra. 1982. 1977. Trad. 1991. M. A multidão na História: estudo dos movimentos populares na França e na Inglaterra 1730-1848. Marshall. Ellen Meiksins. 11. Eric A era do capital 1848-1875. Trad. O capital. SALIBA. Trad. . São Paulo: Editora Morales. Sérgio Bath. Rio de Janeiro: Paz e Terra. . Estatística descritiva. 1989. BENJAMIM. Gonçalves. s/d. RUDE. Trad. Rio de Janeiro: Paz e Terra. Tudo que é sólido desmancha no ar: a aventura da modernidade. Norberto. 16. 1987. 1982. 15. São Paulo: Abril Cultural.Estatística Alicada à Ciências Humanas. 4ª ed. WOOD. São Paulo: Companhia das Letras. 3ª ed. WEBER. 2001. 19. Da liberdade. São Paulo: Difel. BARBETTA. Trad. O dezoito brumário de Louis Bonaparte.HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA (72 horas/aula) EMENTA: Estudo dos desdobramentos da Revolução Francesa no contexto da formação e fortalecimento da sociedade industrial moderna e suas abordagens teóricas e de ensino. A. Do socialismo utópico ao socialismo científico. S. Trad. 4ª ed. MAYER. As utopias românticas. HOBSBAWM. 2003. Raymond. ENGELS. 1985. 20. J. 3ª ed. Brasiliense. São Paulo: Editora Harbra. Maria Lopes Teixeira e Marcos Pimentel. 1988. Estimação de parâmetros e testes de hipóteses. LEVIN. Siene Campos e Yolanda Toledo. 1990. 1991. 10. Correlações. THOMPSON. 6. . A Formação da Classe Operária Inglesa. Dinâmica da contra-revolução na Europa (1870-1956). Rio de Janeiro: Paz e Terra. Rio de Janeiro: Zahar. I. José Carlos Barbosa e Hemerson Baptista. George.

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TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7030 . 30.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7028 . ANT 7036 . ANT 7032 . 28.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 34. 36. ANT 7035 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7033 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. . 35.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7031 . 29.27.LEITURAS ETNOGRÁFICAS II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de trabalhos etnográficos sobre temas específicos na antropologia. ANT 7027 . 33. 32. ANT 7029 .TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 31.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. ANT 7034 .

.TÓPICOS ESPECIAIS EM ANTROPOLOGIA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de temas específicos na Antropologia. 38. ANT 7037 .DEBATES ATUAIS EM ANTROPOLOGIA (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema de interesse atual na área da antropologia. ANT 7038 .37.

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TEORIA SOCIAL MARXISTA (72 h/aulas) EMENTA: A esquerda hegeliana e a contribuição de Karl Marx e Friedrich Engels. teoria da práxis e hegemonia. Dossiê Juventude. José Machado. teoria e suas aplicações na solução de problemas sociais brasileiros. 1997. Karl. M. Ensaio de Opinião. Movimentos e Contestações. 1968. PAIS. 19. 2002. 2006. 14. Lisboa: Imprensa Nacional. congressos de categorias ou temáticos que tenham conteúdo político. Revista Política & Sociedade . História dos jovens I e II. Regina e VANNUCHI. NOVAES. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA . seminário interno de avaliação do evento. 25. UFSC. História. Juventude e Sociedade. G. Ponte de. v. MARTINS. ontologia e revolução social. CADERNOS DE PESQUISA. 1978. 13. organizar metodologias de observação.a militância política de jovens nos anos 90. POERNER. 1996.___________________ Juventude. 1996. Arthur José. Rio de Janeiro: Objetiva. Cabeça de Porco. Produção de relatório. 16. 17. A geração AI-5 – um ensaio sobre autoritarismo e alienação. Reinvenções da Utopia. 24. 20. & PEREIRA. 2003. ATHAIDE. BILL MV. ______________________Insurgências Juvenis e as novas narrativas contra o instituído. n. In: FORACCHI. SPO 7053 . 26. 2005. L. Culturas Juvenis.SOCIOLOGIA BRASILEIRA (72 h/aulas) EMENTA: A Sociologia Crítica de Florestan Fernandes e Otávio Ianni. São Paulo: Instituto Cidadania/Perseu Abramo. Mimeo. São Paulo: Cia das Letras. – Juventude e Contemporaneidade Revista Brasileira de Educação. 22.LABORATÓRIO DE OBSERVAÇÃO SOCIAL (72 h/aula) EMENTA: Definição e seleção de uma agenda de eventos locais e regionais.ANPED. 18. p. 1-97. Encaminhamento de relatório analítico aos promotores dos eventos BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: A ser definida pelo professor e tendo em vista as questões tratadas. São Paulo: Civilização Brasileira. MANHEIMN. SOUSA. 21. preparação dos alunos para participarem como observadores de eventos (ex. sociológico ou cultural). Luciano. 5 e 6 .Trabalho. Celso. 72-103. Janice T. SPO 7054 . SPO 7052 . p. Funções das gerações novas. Romantismo. & SCHMIDT. O poder jovem. n. 23. J. educação. São Paulo: Biblioteca Universitária.Programa de Pós Graduação em Sociologia Política.15. Luiz Eduardo. Seminários. contestação e a política de pernas para o ar: O Movimento Passe Livre em Florianópolis. M. acompanhamento e análise do evento.2. bem como suas abordagens sobre a associação entre pesquisa sociológica. Paulo. cultura e participação.8. PPGSP. estruturalismo. SOARES. Janice T. Educação e sociedade — Leituras de sociologia da educação. Sousa. 1999. Epistemologia dialética e teoria social. Ponte (org).C. 1979. 15. LEVI. São Paulo: Haecker.

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SPO 7062 .TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: A ser definida conforme o tema a ser tratado. 24.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. 22. SPO 7060 . SPO 7063 . SPO 7064 . SPO – SOCIOLOGIA DA EDUCAÇÃO . 23.20. SPO 7065 – DEBATES ATUAIS EM SOCIOLOGIA (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema de interesse atual ou de demanda conjuntural.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. SPO 7061 . 26.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. SPO 7059 . 27. 21.TÓPICOS ESPECIAIS EM SOCIOLOGIA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Sociologia. 25.

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23. Sader, Emir. “Lula: o pós-neoliberalismo chegou?”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 177-188. 24. Sader, Emir. “Os desafios do Brasil de Lula”, in A Vingança da História. S. Paulo: Boitempo. 2003, p. 189-196. 25. Sader, Emir (org.) (1997). Vozes do Século: Entrevistas da New Left Review. Rio de Janeiro: Paz e Terra. (“Mídia, Margens e Modernidade”, entrevista de Raymond Williams e Edward Said, p. 271-290). 26. Schwarz, Roberto. “As Idéias fora do Lugar”, in Ao Vencedor as Batatas!. 3 ed., S.Paulo: Duas Cidades, 1988, p. 13-28. 27. Schwarz, Roberto. Um mestre na periferia do capitalismo: Machado de Assis . S. Paulo: Duas Cidades, 1990. 28. Wood, Ellen M.: “Repensar a base e a superestrutura”, p. 51 -73, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. 29. Wood, Ellen M.: “Classe como processo e como relação”, p. 73 -98, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002. 30. Wood, Ellen M.: “História ou Teleologia? Marx versus Weber”, p. 129-154, in Democracia contra Capitalismo, S. Paulo: Boitempo, 2002.

6. SPO 7071 - ABORDAGENS E PROBLEMAS CONTEMPORÂNEOS NA CIÊNCIA POLÍTICA (72 horas/aula) EMENTA: Behaviorismo e pluralismo na Ciência política. A teoria da escolha racional e os problemas da ação coletiva e da escolha pública. O marxismo analítico. Realismo e realismo crítico. O neoinstitucionalismo em suas diferentes vertentes. Introdução à teoria dos jogos aplicada à Ciência política. BIBLIOGRAFIA MINIMA 1. 2. 3. 4. ARCHER, Margaret S. Cultura y Teoria Social. Buenos Aires: Nueva Visión, 1997. BHASKAR, Roy (2001). Sociedades. Mimeo. BHASKAR, R. (2005). Uma Teoria Realista da Ciência. Mimeo. BHASKAR, Roy. “Realismo crítico, relações sociais e argumentos para o socialismo”, mimeo. (1°. capítulo de Bhaskar, Roy, Reclaiming Reality: a Critical Introduction to Contemporary Philosophy, London & New York: Verso, 1993, p. 1-10). DUAYER, Mario. “Economia depois do relativismo: crítica ontológica ou ceticismo instrumental?”, Niterói, UFF/Faculdade de Economia, 2003, mimeo, 14 p. . MEDEIROS, João Leonardo. “A economia diante do horror econômico: sete teses sobre o mundo social (e sobre o conhecimento deste mundo)”, Rio de Janeiro: UFRJ/Instituto de Economia, Tese de Doutorado, 287 p., mimeo., 2004. AVRITZER, L. Racionalidade, mercado e normatividade. Uma crítica dos pressupostos da teoria da escolha racional. Novos estudos CEBRAP. n. 44, mar. 1996. P. 165-178. AVRITZER, L. A moralidade da democracia. São Paulo: Perspectiva, 1995. BOBBIO, N. Liberalismo e democracia. São Paulo: Brasiliense, 1998.

5. 6.

7. 8. 9.

10. CARDOSO, S. (org.). Retorno ao Republicanismo, Belo Horizonte, Editora da UFMG, 2004. 11. EISEMBERG, J. A democracia depois do liberalismo. Rio de Janeiro: Relumé Dumará: 2003. 12. HARDY, H. & HAUSHEER, R. Estudos sobre a humanidade. Uma antologia de ensaios. São Paulo: Cia das Letras, 2002. 13. ELSTER, J. Racionalidade e normas sociais. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, n.12, vol.5, fev. 1990, p. 53-69. 14. ELSTER, J. As possibilidades de política racional. In: Revista Brasileira de Ciências Sociais, 14, n. 39, fevereiro de 1999, p. 13-40.

15. PETTIT, P. Republicanismo. Una teoria sobre la libertad y el gobierno. Barcelona: Paidos, 1999. 16. POCOCK, J. Linguagens do Ideário Político, São Paulo , Edusp, 2003 17. REIS, F. W. Política e racionalidade. Teoria e método numa teoria crítica da política. Belo Horizonte: UFMG, 2000. 18. RAWLS, J. Justiça como equidade: uma concepção política, não metafísica. Lua Nova, v. 25, 1992. 19. RAWLS, J. O liberalismo político. Lisboa: Editorial Presença, 1996. 20. VITA, Á. A justiça igualitária e seus críticos. São Paulo: Ed. UNESP, 2000.

7. SPO 7072 - TEORIA E MÉTODO NA HISTÓRIA DAS IDÉIAS POLÍTICAS (72 horas/aula) EMENTA: Alternativas metodológicas para o estudo da história do pensamento político. Procedimentos interpretativos na formulação, análise e crítica da teoria política. Modelos analíticos para o estudo do papel das idéias nas instituições e processos políticos. Ideologia e ação política.

8. SPO 7073 - ESTADO E POLÍTICAS PÚBLICAS (72 horas/aula) EMENTA: O conceito de Estado. Estado e sociedade no capitalismo contemporâneo. Democracia, descentralização e reforma do Estado. Estado e instituições. Estado e proteção social num mundo globalizado. Welfare State: emergência e declínio. Razões do Estado-providência e condições morais do Estado-prisonal. Políticas públicas, neo-institucionalismo e escolha racional. Novos bens públicos e as agências regulatórias. Federalismo e poder local. Políticas Públicas e Sociedade Civil. Movimentos sociais e esferas públicas de gestão.

9. SPO 7074 - ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS (72 horas/aula) EMENTA: Política Públicas e Welfare State: o estado da arte do debate. Dimensões da racionalidade econômica, política e social no âmbito das políticas públicas. Modelos de gestão pública: planejamento público. Gestão participativa. Análise e formulação de políticas públicas: políticas setoriais, políticas temáticas, políticas emergentes e georeferenciadas. Análise e avaliação de políticas públicas: aspectos metodológicos e critérios políticos e sociológicos. Avaliação de políticas públicas: métodos quantitativos. Gastos públicos e indicadores sociais.

10. SPO 7075 - ECOLOGIA POLITICA EMENTA: Da ecologia à critica radical da sociedade industrial. Desequilíbrio social. Conservacionismo e ecologismo. Movimentos ecológicos e questionamentos da cultura política materialista. Ecologismo e Ecosocialismo. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA:

1. 2. 3. 4. 5.

MORIN (2000, caps. 1 a 5). GADOTTI (2000, cap. 1) KERN (1995: Prólogo e caps. 1 a 3). MEADOWS ET AL. (1978) e DUPUY (1980) SADER (2000) e BOFF (1996, cap. 1)

13. SPO 7083 . 17.126-151) 7. SPO 7076 – ESTADOS.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VI (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. VILLAVERDE (1997). Movimentos sociais e movimentos populares. SPO 7078 . 14. SPO 7082 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA III (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7079 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA V (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. SPO 7080 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VIII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. . Partidos e sistemas partidários. GALLOPÍN (1986. 11. 18. pp. 16. 19.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA II (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA I (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. VON BERTALANFFY (1975). PARTIDOS POLITICOS E MOVIMENTOS SOCIAIS EMENTA: A passagem do estadoliberalao estado estado intervencionista. SPO 7077 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA VII (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.6. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA: 12. Funções de acumulação e legitimação do Estado. SPO 7081 . 15. SPO 7084 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA IV (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. Os mecanismos de representação.

SPO 7086 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA X (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política.20. SPO 7085 .TÓPICOS ESPECIAIS EM POLÍTICA IX (72 horas/aula) EMENTA: Estudo de um tema específico e pertinente em Política. . 21.

DISCIPLINAS OPTATIVAS COMPARTILHADAS: ANTROPOLOGIA. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há. BIBLIOGRAFIA MÍNIMA Não há.ATIVIDADE EXTRA-CLASSE (72 horas/aula) 2. . CSO 7431 – PROGRAMA DE INTERCÂMBIO I (00 horas/aula) EMENTA: Disciplina destinada aos alunos em programas de intercambio em outras instituições. Disciplina exclusiva para alunos que realizam intercâmbio em outras instituições. Disciplina exclusiva para alunos que realizam intercâmbio em outras instituições. 1. 3. CSO 7432 – PROGRAMA DE INTERCÂMBIO II (00 horas/aula) EMENTA: Disciplina destinada aos alunos em programas de intercâmbio em outras instituições. CIÊNCIA POLÍTICA E SOCIOLOGIA. CSO 7421 .

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