Você está na página 1de 24
UUNNIIVVEERRSSIIDDAADDEE DDOO AALLGGAARRVVEE EESSCCOOLLAA SSUUPPEERRIIOORR DDEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA

UUNNIIVVEERRSSIIDDAADDEE DDOO AALLGGAARRVVEE

EESSCCOOLLAA SSUUPPEERRIIOORR DDEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA

CCOONNSSTTRRUUÇÇÃÃOO EE PPRROOCCEESSSSOOSS

DDEE TTEECCNNOOLLOOGGIIAA CCOONNSSTTRRUUÇÇÃÃOO EE PPRROOCCEESSSSOOSS PPOORRMMEENNOORREESS CCOONNSSTTRRUUTTIIVVOOSS

PPOORRMMEENNOORREESS CCOONNSSTTRRUUTTIIVVOOSS

eexxeeccuuççããoo ddeeffiicciieennttee –– –– OOss iinntteerrvveenniieenntteess nnaa ccoonnssttrruuççããoo
eexxeeccuuççããoo ddeeffiicciieennttee –– ––
eexxeeccuuççããoo ddeeffiicciieennttee
––
––

OOss iinntteerrvveenniieenntteess nnaa ccoonnssttrruuççããoo cciivviill ssããoo ccaaddaa vveezz mmaaiiss ssoolliicciittaaddooss ppaarraa eeffeeccttuuaarreemm rreeppaarraaççõõeess ee aalltteerraaççõõeess aa aannoommaalliiaass pprroovveenniieenntteess ddee uummaa

TTaaiiss ssiittuuaaççõõeess ooccoorrrreemm,,

ggeerraallmmeennttee,, ddeevviiddoo aa ddooiiss ffaaccttoorreess::

PPoorrmmeennoorriizzaaççããoo iinneexxiisstteennttee oouu ddeeffiicciieennttee nnooss ddiivveerrssooss pprroojjeeccttooss ddee eessppeecciiaalliiddaaddeess;;

IInneexxiissttêênncciiaa ddee mmããoo--ddee--oobbrraa qquuaalliiffiiccaaddaa;;

As juntas podem ser classificadas em estruturais e não-estruturais. As juntas estruturais, muito sinteticamente, visam
As juntas podem ser classificadas em estruturais e não-estruturais. As juntas estruturais, muito sinteticamente, visam

As juntas podem ser classificadas em estruturais e não-estruturais. As juntas estruturais, muito sinteticamente, visam sempre “separar” ou “afastar” elementos ou corpos estruturais e podem ter um dos seguintes objectivos [1]:

Eliminar fragilidade numa zona de uma estrutura; Reduzir esforços numa estrutura ou numa zona de uma estrutura; Dividir uma estrutura de alguma forma desequilibrada em partes equilibradas; Dividir uma estrutura em partes com comportamentos semelhantes.

AAss jjuunnttaass nnããoo--eessttrruuttuurraaiiss eexxiisstteemm,, nnoorrmmaallmmeennttee,, ppaarraa
AAss jjuunnttaass nnããoo--eessttrruuttuurraaiiss eexxiisstteemm,, nnoorrmmaallmmeennttee,, ppaarraa

AAss jjuunnttaass nnããoo--eessttrruuttuurraaiiss eexxiisstteemm,, nnoorrmmaallmmeennttee,, ppaarraa ““sseeppaarraarr”” eelleemmeennttooss ccoonnssttiittuuííddooss ppoorr mmaatteerriiaaiiss ddiiffeerreenntteess,, oouu ““aaffaassttaarr”” eelleemmeennttooss

SSããoo

eessttrruuttuurraaiiss ddee eelleemmeennttooss nnããoo--eessttrruuttuurraaiiss

ttaammbbéémm ddeessiiggnnaaddaass ccoommoo jjuunnttaass ccoonnssttrruuttiivvaass nnããoo--eessttrruuttuurraaiiss

Causa Objectivo da junta Elevados esforços devidos a deformações impostas (especialmente variação térmica e
Causa
Objectivo da junta
Elevados esforços devidos a deformações
impostas (especialmente variação
térmica e retracção)
Reduzir esforços;
Evitar patologias (fendas e fissuração);
Reduzir reforços com armaduras
passivas ou pré-esforço.
Edifícios com dimensões idênticas mas com diferentes efeitos provocados pelas
deformações impostas.
Causa
Objectivo da junta
Indesejável distribuição de rigidez em
planta
Reduzir efeito de torção;
Reduzir esforços devidos a acções
horizontais;
Reduzir esforços devidos a deformações
impostas evitar fenómenos difíceis de
avaliar (estruturas complexas).
Efeito de torção
Distribuição de indesejável de rigidez
Causa Objectivo da junta Solos com relevantes variações de características geotécnicas em planta Evitar esforços
Causa
Objectivo da junta
Solos com relevantes variações de
características geotécnicas em planta
Evitar esforços e/ou patologias
resultantes de assentamentos
diferenciais.
Edifícios com soluções de fundações
Distintas em corpos distintos
Causa
Objectivo da junta
Fundações com fraca
adaptabilidade a movimentos
horizontais
Evitar esforços excessivos nas fundações
(p.ex. em estacas).
Causa Objectivo da junta Optimização de processos construtivos (evitar condicionamento de fases construtivas)
Causa
Objectivo da junta
Optimização de processos construtivos
(evitar condicionamento de fases
construtivas)
Evitar volumes de betonagem
excessivamente elevados;
Permitir maior versatilidade do
faseamento construtivo.
Causa Objectivo da junta Simplificação da volumetria dos edifícios (dividir o volume dos edifícios em
Causa
Objectivo da junta
Simplificação da volumetria dos
edifícios (dividir o volume dos edifícios
em sub-volumes regulares e simples)
Evitar esforços devido a acções
horizontais;
Garantir modelos de cálculo mais fiáveis
(evitar fenómenos imprevisíveis).
Causa Objectivo da junta Simplificação da volumetria dos edifícios (dividir o volume dos edifícios em
Causa
Objectivo da junta
Simplificação da volumetria dos
edifícios (dividir o volume dos edifícios
em sub-volumes regulares e simples)
Evitar esforços devido a acções
horizontais;
Garantir modelos de cálculo mais fiáveis
(evitar fenómenos imprevisíveis).
Causa Objectivo da junta Simplificação da volumetria dos edifícios (dividir o volume dos edifícios em
Causa
Objectivo da junta
Simplificação da volumetria dos
edifícios (dividir o volume dos edifícios
em sub-volumes regulares e simples)
Evitar esforços devido a acções
horizontais;
Garantir modelos de cálculo mais fiáveis
(evitar fenómenos imprevisíveis).
TIPOS DE JUNTAS EM ESTRUTURAS Existem dois tipos fundamentais de juntas: juntas com movimento ;
TIPOS DE JUNTAS EM ESTRUTURAS
TIPOS DE JUNTAS EM ESTRUTURAS

Existem dois tipos fundamentais de juntas:

juntas com movimento;

juntas construtivas.

As primeiras, são juntas definitivas, i.e., são concebidas para funcionar durante toda a vida da obra. As juntas construtivas são provisórias e a respectiva caracterização depende de factores muito diversos daqueles que são relevantes para o caso anterior.

e a respectiva caracterização depende de factores muito diversos daqueles que são relevantes para o caso
• • • •
• • • • As juntas construtivas podem ser utilizadas na resolução das seguintes questões: JUNTAS

As juntas construtivas podem ser utilizadas na resolução das seguintes questões:

JUNTAS CONSTRUTIVAS

Construção por fases – os elementos estruturais a betonar exigem a pré-realização de outros elementos estruturais;

Limitação dos volumes de betonagem – o construtor não dispõe de meios para betonar de uma só vez elementos estruturais de grande volumetria;

Condicionantes de prazos – a optimização da distribuição de tarefas por parte do construtor implica a calendarização de ciclos curtos onde intervêm as várias equipes com tarefas específicas (geralmente em sub-empreitada);

Necessidade de assegurar que parte da retracção e da contracção térmica são efectivadas antes de se “fechar” a estrutura.

horizontais; verticais;
horizontais;
verticais;
JUNTAS CONSTRUTIVAS
JUNTAS CONSTRUTIVAS

As juntas construtivas podem ser:

• •
JUNTAS CONSTRUTIVAS HORIZONTAIS
JUNTAS CONSTRUTIVAS
HORIZONTAIS

Normalmente as juntas construtivas horizontais não envolvem situações particularmente criticas porque:

a rugosidade natural da betonagem e a garantia de uma adequada limpeza da superfície (por exemplo através de jacto de água) de contacto garantem um bom comportamento deste tipo de juntas;

são juntas normalmente sujeitas a compressões e, em estruturas correntes, não existem impedimentos à contracção vertical.

JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS As juntas construtivas verticais envolvem uma série de considerações e de precauções
JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS
As juntas construtivas verticais envolvem uma série de
considerações e de precauções que a seguir se explicitam:
Aspectos a atender
Considerações relevantes
Localização geométrica
Inserção na estrutura;
Definir dimensão dos tramos de betonagem;
Limitar volumes de betonagem;
Inserir juntas em secções com esforços
reduzidos;
Em peças de betão à vista estudar
compatibilização da estereotomia com a
Arquitectura;
Inclinação da junta
A junta deve ser perpendicular às isolinhas
de compressão;
Rugosidade
e
tratamento
da
superfície;
Garantir máxima aderência entre peças
betonadas em fases diferentes;
JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS Aspectos a atender Considerações relevantes Duração do intervalo de betonagens;
JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS
Aspectos a atender
Considerações relevantes
Duração do intervalo de betonagens;
Garantir
que
as
deformações
não
consumadas
são
compatíveis
com
a
estrutura;
Não
prejudicar o
normal
andamento
da
Obra;
Colocação de armaduras;
Caso ocorram tracções dimensionar
armaduras adequadas para o efeito;
Acabamentos e cuidados construtivos;
Eventual necessidade de colocação de
dispositivos vedantes (“water-stop”);
Em peças de betão à vista estudar com o
Arquitecto definição de alhetas;
JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS Localizações correntes de juntas de betonagem; As juntas A-A’e B-B’ são claramente

JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS

JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS Localizações correntes de juntas de betonagem; As juntas A-A’e B-B’ são claramente

Localizações correntes de juntas de betonagem; As juntas A-A’e B-B’ são claramente favoráveis por estarem localizadas em pontos de menores esforços.

JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS malha metálica dispositivos de contenção peça de retenção Localizações
JUNTAS CONSTRUTIVAS VERTICAIS
malha metálica
dispositivos de
contenção
peça de retenção
Localizações correntes de juntas de betonagem; As juntas A-A’e B-B’ são claramente
favoráveis por estarem localizadas em pontos de menores esforços.
Causas de movimentos externas Variações térmicas uniformes e/ou diferenciais Cargas verticais ou horizontais
Causas de movimentos externas
Variações térmicas uniformes e/ou diferenciais
Cargas verticais ou horizontais permanentes
Cargas verticais ou horizontais variáveis
Vento
Sismo
Impulsos de terras
Movimentos ou assentamentos do solo
JUNTAS COM MOVIMENTO
JUNTAS COM MOVIMENTO

As juntas com movimento permitem a existência de movimentos relativos entre estruturas, elementos estruturais, ou ainda entre elementos estruturais ou não estruturais constituídos por diferentes materiais, de uma forma livre ou de uma forma condicionada.

a) b) Juntas com laje em cachorro; c) d) Juntas com viga em cachorro.
a)
b)
Juntas com laje em cachorro;
c)
d)
Juntas com viga em cachorro.
JUNTAS COM MOVIMENTO
JUNTAS COM MOVIMENTO

Exemplos da inserção de juntas com movimento em estruturas de betão armado:

Juntas com duplicação de pilares sem vigas de bordo;

Juntas com duplicação de pilares e com duplicação de vigas;

a) Juntas com duplicação de pilares sem vigas de bordo; b) Juntas com laje em
a) Juntas com
duplicação de
pilares sem
vigas de bordo;
b) Juntas com laje
em cachorro;
c) Juntas com
duplicação de
pilares e com
duplicação de
vigas;
d) Juntas com
viga
em
cachorro.
cachorro; c) Juntas com duplicação de pilares e com duplicação de vigas; d) Juntas com viga
JUNTAS DE CONTRACÇÃO • Junta seca; • Junta de indução de fendas.
JUNTAS DE CONTRACÇÃO
• Junta seca;
• Junta de indução de fendas.
JUNTAS COM MOVIMENTO
JUNTAS COM MOVIMENTO

EXEMPLOS DE SOLUÇÕES CORRENTES

permitem o afastamento de elementos estruturais, sem com isso se gerem esforços significativos ou mesmo nulos

As duas soluções mais comuns de juntas de contracção, são:

JUNTAS DE CONTRACÇÃO dente de indução de fendas material dentes de indução de fendas pré-moldado
JUNTAS DE CONTRACÇÃO
dente de indução
de fendas
material
dentes de indução
de fendas
pré-moldado
fenda induzida
JUNTA DE INDUÇÃO DE FENDAS
JUNTA DE CONTRACÇÃO DENTADA
JUNTA DE CONTRACÇÃO COM
DUPLA INDUÇÃO DE FENDAS
filme separador
ferrolho (parcialmente
(plástico)
sem aderência)
JUNTA DE CONTRACÇÃO COM FILME SEPARADOR
JUNTA DE CONTRACÇÃO COM FERROLHOS
JUNTAS DE CONTRACÇÃO malha electro-soldada "bit" de madeira
JUNTAS DE CONTRACÇÃO
malha electro-soldada
"bit" de madeira
JUNTAS DE CONTRACÇÃO junta seca
JUNTAS DE CONTRACÇÃO
junta
seca
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL selagem selagem preenchimento preenchimento Distinguem-se das juntas de contracção
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL
selagem
selagem
preenchimento
preenchimento
Distinguem-se das juntas de contracção “secas” (em lajes térreas) por
terem um determinado afastamento, e por terem materiais de
preenchimento e de selagem
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL vedante vedante Dependendo das características do terreno onde se implante a
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL
vedante
vedante
Dependendo das características do terreno onde se implante a obra, e por
haver um espaçamento entre elementos, pode ser fundamental recorrer a
vedantes para garantir a estanqueidade.
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL Em lajes de cobertura e lajes exteriores, são basicamente adoptadas soluções
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL
Em lajes de cobertura e lajes exteriores, são basicamente adoptadas
soluções idênticas às que são adoptadas para outras lajes estruturais. Os
únicos aspectos de distinção relacionam-se com a realização de formas
que se compatibilizam com a impermeabilização e com a inserção de
vedantes.
Materiais de selagem; Vedantes.
Materiais de selagem;
Vedantes.
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL

Os principais materiais constituintes das juntas, para além dos materiais constituintes dos elementos estruturais envolventes, são os seguintes:

Materiais de preenchimento;

JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL Materiais de preenchimento Os materiais de preenchimento devem ser compressíveis e
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL

Materiais de preenchimento

Os materiais de preenchimento devem ser compressíveis e ter a capacidade de recuperar a forma inicial depois de solicitados. Ao serem usados como cofragem perdida, são-lhes exigidas estanqueidade e uma rigidez mínima. As soluções mais correntes são:

Polietileno expandido; Aglomerado negro de cortiça; Neoprene; Fibras

JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL Materiais de selagem devem Os materiais de selagem, normalmente constituídos por

JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL Materiais de selagem

JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL Materiais de selagem devem Os materiais de selagem, normalmente constituídos por borracha

devem

Os materiais de selagem, normalmente constituídos por borracha ou

apresentar as seguintes características

fundamentais:

Elásticos; Resilientes; Aderir eficazmente ao betão; Impermeáveis; Insolúveis e não-tóxicos; Consistência estável a variações térmicas; Duráveis; Substituíveis (no fim de um período de vida razoável).

Os materiais mais comuns são mástiques, materiais termoplásticos aplicados a quente e materiais termoplásticos aplicados a frio.

mais comuns são mástiques, materiais termoplásticos aplicados a quente e materiais termoplásticos aplicados a frio.
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL Vedantes Os vedantes devem cumprir exigências semelhantes aos materiais de selagem
JUNTAS COM MOVIMENTO BILATERAL
Vedantes
Os vedantes devem
cumprir exigências
semelhantes aos
materiais de selagem
mas devem ser muito
mais duráveis devido à
enorme dificuldade ou
mesmo impossibilidade
de substituição.
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS Junta de dilatação definida em fachada revestida a tijolo cerâmico maciço, Universidade de
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS
Junta de dilatação definida em fachada revestida a tijolo cerâmico maciço,
Universidade de Aveiro
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS Junta de dilatação com vedante (“water-stop”) em muro de suporte, Universidade do Algarve
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS Junta de dilatação com vedante (“water-stop”) em muro de suporte, Universidade do Algarve –

Junta de dilatação com vedante (“water-stop”) em muro de suporte, Universidade do Algarve – Campus da Penha

EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS Junta de dilatação existente entre dois corpos com volumetrias distintas, Edifício de Eng.
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS
EXEMPLOS FOTOGRÁFICOS Junta de dilatação existente entre dois corpos com volumetrias distintas, Edifício de Eng.

Junta de dilatação existente entre dois corpos com volumetrias distintas, Edifício de Eng. Civil-EST, Campus da Penha, Universidade do Algarve

ELEMENTOS
ELEMENTOS
EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES
EM
BALANÇO
DE
EDIFÍCIOS
CORRENTES

COMPORTAMENTO DOS ELEMENTOS EM BALANÇO

Os elementos em balanço, são geralmente realizados através do prolongamento das lajes de piso em relação aos planos de fachada dos edifícios, criando-se então elementos em “consola”. Estes elementos estão sujeitos a deformações que, com elevada variação ao longo do seu comprimento e devido às condições de apoio, são superiores a elementos duplamente apoiados.

A longo prazo, as deformações dos elementos em balanço podem-se tornar incompatíveis com elementos estruturais ou não-estruturais suportados, originando patologias.

ELEMENTOS

EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES
EM
BALANÇO
DE
EDIFÍCIOS
CORRENTES
ELEMENTOS EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES SITUAÇÕES CORRENTES DE ERROS DE CONCEPÇÃO Alvenaria Betão armado

SITUAÇÕES CORRENTES DE ERROS DE CONCEPÇÃO

Alvenaria Betão armado Betão armado Alvenaria
Alvenaria
Betão armado
Betão
armado
Alvenaria
ELEMENTOS EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES SITUAÇÕES CORRENTES DE ERROS DE CONCEPÇÃO
ELEMENTOS
EM
BALANÇO
DE
EDIFÍCIOS
CORRENTES
SITUAÇÕES CORRENTES DE ERROS DE CONCEPÇÃO
ELEMENTOS EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES SITUAÇÕES CORRENTES DE ERROS DE CONCEPÇÃO Murete em alvenaria
ELEMENTOS
EM
BALANÇO
DE
EDIFÍCIOS
CORRENTES
SITUAÇÕES CORRENTES DE ERROS DE CONCEPÇÃO
Murete em
alvenaria
Laje em betão
armado
Murete em
alvenaria
Laje em betão
armado
ELEMENTOS EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
ELEMENTOS
EM
BALANÇO
DE
EDIFÍCIOS
CORRENTES
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
ELEMENTOS EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
ELEMENTOS EM BALANÇO DE EDIFÍCIOS CORRENTES EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO Uma forma de resolver a fissuração entre um elemento em balanço
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO

Uma

forma

de

resolver

a

fissuração entre um elemento em balanço e o restante edifício é criar uma junta iniciada ao nível da

face superior da laje em balanço

EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO
EXEMPLOS DE MELHOR CONCEPÇÃO