Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Site: www.inbraep.com.

br

CAPACITAÇÃO EM NR-35
Trabalho em Altura

Módulo: BÁSICO

Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98.

2012

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

SUMÁRIO
1 APRESENTAÇÃO DO CURSO ........................................................................................................6 2 NORMAS E REGULAMENTAÇÕES DO MTE .................................................................................7 2.1 Normas Regulamentadoras........................................................................................................7 2.2 Normas Regulamentares envolvidas no Trabalho em Altura. .....................................................8 2.2.1 NR 01 Disposições Gerais .......................................................................................................................8 2.2.2 NR 06 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) .................................................................................8 2.2.3 NR 08 Edificações ...................................................................................................................................8 2.2.4 NR 11 Transporte, Movimentação, Armazenagem e Manuseio de Materiais ......................................9 2.2.5 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção .......................................9 2.3 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 35 ......................................................................9 35.2. Responsabilidades ..................................................................................................................9 35.3. Capacitação e Treinamento ..................................................................................................10 35.4. Planejamento, Organização e Execução ...............................................................................11 35.5. Equipamentos de Proteção Individual, Acessórios e Sistemas de Ancoragem ......................14 35.6. Emergência e Salvamento ....................................................................................................15 Glossário........................................................................................................................................15 3 ANÁLISE DE RISCOS....................................................................................................................17 3.1 Conceitos Básicos....................................................................................................................17 3.1.1 Perigo ....................................................................................................................................................17 3.1.2 Risco......................................................................................................................................................17 3.1.3 Análise de Riscos...................................................................................................................................18 3.1.4 Avaliação de riscos................................................................................................................................18 3.1.5 Gerenciamento de Riscos .....................................................................................................................18 3.1.6 Níveis de risco .......................................................................................................................................18 3.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos ...................................................................18 3.2.1 Caracterização da empresa ..................................................................................................................19 3.2.2 Identificação de perigos .......................................................................................................................19 3.2.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade ..............................................................................21 3.2.4 Estimativa de frequências ....................................................................................................................22 3.2.5 Estimativa de riscos ..............................................................................................................................22 3.2.6 Avaliação e gerenciamento de riscos ...................................................................................................22 3.3 Procedimentos para Trabalhos em Altura ................................................................................22 4 CONDIÇÕES IMPEDITIVAS PARA SERVIÇOS ............................................................................25 5 RISCOS POTENCIAIS ...................................................................................................................26 6 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE ..................................................................................28 6.1 Escadas, Rampas e Passarelas ...............................................................................................28 6.1.1 Escadas. ................................................................................................................................................28 6.1.2 Rampas e passarelas. ............................................................................................................................30 6.2 Medidas de proteção contra quedas de altura ..........................................................................30 6.3Andaimes e Plataformas de Trabalho .......................................................................................35 6.3.1 Andaimes Simplesmente Apoiados ......................................................................................................36 6.3.2 Andaimes Fachadeiros ..........................................................................................................................37 6.3.3 Andaimes Móveis .................................................................................................................................37 6.3.4 Andaimes Em Balanço ..........................................................................................................................38 6.3.5 Andaimes Suspensos ............................................................................................................................38 6.3.6 Andaimes Suspensos Motorizados .......................................................................................................41 6.3.7 Plataforma de Trabalho com Sistema de Movimentação Vertical em Pinhão e Cremalheira e Plataformas....................................................................................................................................................42 6.3.8 Plataformas por Cremalheira ...............................................................................................................43 6.3.9 Cadeira Suspensa ..................................................................................................................................44
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 2

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

6.3.10 Ancoragem..........................................................................................................................................45 6.4 Plataformas de Trabalho Aéreo ................................................................................................45 6.4.1 Requisitos Mínimos de Segurança .......................................................................................................45 6.4.2 Operação ..............................................................................................................................................46 6.4.3 Manutenção .........................................................................................................................................48 6.4.4 Capacitação ..........................................................................................................................................49 6.4.5 Disposições Finais .................................................................................................................................49 6.5 Serviços Em Telhados e Coberturas ........................................................................................50 7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA - EPC ...................................................................52 7.1 Exemplos de EPC ....................................................................................................................52 7.1.1 Linha de Vida ........................................................................................................................................53 8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI ....................................................................54 8.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador: .......................................................................................55 8.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado: ........................................................................................55 8.3 Exemplos de EPIs ....................................................................................................................56 8.3.1 Proteção dos Olhos e Face ...................................................................................................................56 8.3.2 Proteção da Cabeça ..............................................................................................................................56 8.3.3 Proteção Auditiva .................................................................................................................................57 8.3.6 Vestimentas de Segurança ...................................................................................................................61 8.3.7 Proteção Respiratória ...........................................................................................................................61 9 SELEÇÃO, INSPEÇÃO, CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO DOS EPIs .............................62 9.1 Cinturão de segurança tipo pára-quedista ................................................................................62 9.1.1 Forma de Vestir o Cinturão: .................................................................................................................63 9.1.2 Ajuste e Travamento das Fivelas: .........................................................................................................63 9.1.3 Inspeção do Cinturão ............................................................................................................................63 9.1.4 Manutenção do Cinturão......................................................................................................................64 9.2 Talabartes ................................................................................................................................64 9.2.1 Advertências .........................................................................................................................................69 9.2.2 Manutenção e Armazenamento dos Talabartes ..................................................................................70 9.3 Vara Telescópica .....................................................................................................................71 9.3.1 Ancoragem com Vara Telescópica........................................................................................................71 9.3.2 Aplicações .............................................................................................................................................72 9.4 Dispositivo trava-quedas Guiados ............................................................................................72 9.4.1 Uso Dos Trava-Quedas .........................................................................................................................72 9.4.2 Colocação dos trava-quedas .................................................................................................................73 9.4.3 Inspeção dos Trava-Quedas Guiados ...................................................................................................74 9.4.4 Manutenção dos Trava-Quedas Guiados .............................................................................................74 9.5 Trava-Quedas Retráteis para Área de Carga ...........................................................................74 9.5.1 Trabalho em Área de Carga ..................................................................................................................75 9.5.2 Requisitos Para Instalação Da Linha Horizontal ...................................................................................78 9.5.3 Uso Dos Trava-Quedas .........................................................................................................................79 9.5.4 Trabalho em Terminal Ferroviário de Abastecimento .........................................................................80 9.5.5 Inspeção dos Trava-Quedas..................................................................................................................80 9.6 Trava-Queda para Proteção Localizada ...................................................................................80 9.6.1 Uso do Trava-Queda Retrátil ................................................................................................................81 9.7 Trava-Queda Para Espaço Confinado......................................................................................82 9.7.1 Espaço Confinado com Escada .............................................................................................................82 9.7.2 Trabalho Em Espaço Confinado Sem Escada ........................................................................................87 9.8 Guincho para Pessoas: ............................................................................................................88 9.8.1 Instruções de Uso Dos Guinchos ..........................................................................................................89 9.8.2 Instruções para Inspeção dos Guinchos ...............................................................................................89
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 3

.......................4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP)...........................................................1 Sinais e sintomas .......................... 125 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .........3 Manutenção: ..................................3 Formas de Fixação dos Cabos de Aço e Cordas para Cadeira Suspensa .............................................................. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 4 ............................................13...........................10....................................................................................2 Durante o trabalho ............................... ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA ..............108 12...119 13................................................1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram ? .................................................... 107 11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES ............................................................................. 106 10....................................................................5 Modo de fazer a massagem cardíaca: .................................11 Trabalho em Telhados ...............................................................................................3 Linha de Segurança ............................13........................................................................................................12......................... ...........................9...... 108 11...........................................................................................................................................................................118 13............... 116 13................... 116 13.....................................................9..................................................................................104 9..................6..............................95 9...............1 Parada Respiratória .....................................................................................107 10.............................................11........................inbraep...................................................8 Distúrbios causados pela Temperatura ..........107 10..........................118 13......................... 101 9.............. 108 11.............................................................................................. 112 13............................90 9..............103 9.............................2 Providencias a serem tomadas .............................................................................9............. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.................................5..........................3 Levantamento das Causas dos Acidentes................................................................................................................................ 113 13......................................................1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho ....................................................................3 Instruções para Manutenção dos Guinchos ....................13............................................................5 Choques Elétricos .................................................................................7.............................................11......96 9........................106 10........ inbraep@inbraep..................................2 Instrução para Inspeção das Cadeiras ..................................................................1 Características do Trava-Queda Y Retrátil .............................................................2.......12 Cabo de Aço ....................3 Manutenção: ...............................................104 9..114 13...........................................122 13.1...................................................1 Uso do Cabo de Aço...94 9...........................................................1 Uso das Cadeiras Suspensas ..........................................91 9...........................................................................6.................... 110 13 PRIMEIROS SOCORROS ..........2 Tipos de Inspeções ................1 Inspeções de Rotina (Diárias) .................................................................123 13......................................................................com.......................4 Caixa de Primeiros Socorros ..........................................br Site: www...................................................................... Lei 9..............................................12.........PCR.................1 Uso das Cordas de Segurança.......................9 Cadeira Suspensa.........................2...............................................................................................................................1 Procedimentos para choque elétrico ...........................INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.................114 13.........................99 9...................................................................................2 Inspeção:...............92 9.........................................6...89 9........10........................2...................................................95 9. 104 9.............1 Conceito e Importância .......................1 Procedimentos Gerais .............6................2 Parada Cardíaca ............................................................9...... 114 13..................................12.....................104 10 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA .................101 9..1 Princípios para os Primeiros Socorros: ................................ 106 10.....95 9.......... 106 10............................................................................................................3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas ........INBRAEP .89 9..............2 Planejamento do Trabalho ...........2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro .................................................................................92 9.............................6....................................3 Urgências Coletivas .....1....... 116 13...................................................7 Estado de Choque ......................1 Planejamento do trabalho em Telhado .....10 Trabalho em Torres e Estruturas .....br 9..............................................................................................8.............................................2.......13 Cordas de Segurança .................Proibida a reprodução por qualquer meio.............................. 117 13.......7.....1 Aspectos Legais....................................102 9.......................................2 Inspeção:......................................97 9.......................... 123 9...............................................................................124 13........................6 Parada Cardiorrespiratória ............11........................com.................................................................................................................................................121 13.....................................2 Inspeções Periódicas ..................................610/98...3 Instruções para Manutenção das Cadeiras .................................................3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória .................................117 13..........................................................................

........................................................... Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 5 ..................3 Fraturas................................. 138 14...........2........................143 15 TELEFONES ÚTEIS ..............................................................................8...................2..........................2 Luxações ..................135 13...133 13......3 Intermação .......... 141 14....11..........................................................................9.....10...................................9 Ferimentos .............................................11..................................... inbraep@inbraep......130 13.............................com.......4 Ferimentos no Tórax..................... 144 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ..............................................................................10......5 Ferimentos no Abdome ..2....1 Entorse..................135 13...............131 13......................................................................................................132 13...............inbraep..................................9...................................................136 14 TÉCNICAS PARA REMOÇÃO E TRANSPORTE DE ACIDENTADOS .............INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email........................134 13.............................................1 Transporte em Maca ....................INBRAEP ....................................610/98...........................1 Hemorragia Externa..................................136 13..............6 Ferimentos nos Olhos ...............................133 13......................10...............................................................................1 Queimaduras ..............................................................................129 13...................................Proibida a reprodução por qualquer meio..............3 Amputações .................. 135 13..........................................................141 14........................... 138 14.........................................br Site: www...............................................................................................131 13.................9..................9.......2 Insolação ...............1 Transporte com Um Socorrista.......................................2 Escoriações ..........................................................8............4 Transporte com Quatro Socorristas ........8.......... sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda....... 134 13..........11....................................................................3 Transporte com Três Socorristas ...........................................................2 Transporte com Dois Socorristas ................................. Luxações e Fraturas .....................................com..................................br 13..................................10 Hemorragia ................................................................................................................................................................................142 14.........................................................9........................................................................1 Contusão .................................................................................142 14............................................................................................................................................................................................. 130 13...........................11 Entorses.......................134 13.....................................................................................................................................................................9...... Lei 9....................................................................128 13................2 Transporte Sem Maca ......................................2 Hemorragia Interna ...2....................................................................126 13...................3 Hemorragia Nasal ...................................

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 6 .br Site: www. etc. . Diogo Ramon Garcia Stupp Eng de Seg do Trabalho CREA-SC 076981-5 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .. a experiência tem mostrado que a preparação prévia do indivíduo contribui sensivelmente para a melhoria do seu desempenho. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. visando garantir a segurança física do trabalhador. Ao longo dos tempos. Todos nós sabemos da necessidade de se implantar uma estrutura voltada a prevenção capaz de nortear os riscos de acidentes nas atividades do trabalho em Altura. em atendimento ao currículo básico para o curso de Trabalho em altura da Norma Regulamentadora. estabelecendo padrões mínimos de segurança. os esclarecimentos ao trabalhador quanto as possíveis condições inseguras dos ambientes de trabalho e dos procedimentos seguros que deverá adotar é fundamental para o sucesso de Programa Prevencionista. Lei 9.com. de 23 de março de 2012. bem como cumprir exigências legais. por estes motivos é fundamental regulamentar os serviços em locais elevados. Porém é fundamental que o profissional e o responsável junto com o trabalhador pela atividade façam sempre uma minuciosa análise das condições dos trabalhos que serão realizados. do Ministério do Trabalho.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. alicerçando no treinamento. recursos didáticos. bem como estabelecer os procedimentos necessários para a realização deste trabalho. tomando as medidas necessárias para que ocorram com total segurança para o profissional e terceiros.inbraep. buscamos promover a combinação indivíduo – cargo . procuramos direcionar nossa metodologia.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. NR – 35 da Portaria SIT n. Neste sentido. visando garantir a segurança e saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.º 313. a implantação de conceitos e medidas de prevenção de acidentes no trabalho em Altura.segurança. No que diz respeito a segurança.br 1 APRESENTAÇÃO DO CURSO O curso de NR-35 do INBRAEP tem como finalidade educar para prática de Segurança do Trabalho em Altura.INBRAEP . inbraep@inbraep.610/98. Com a aplicação do curso de Trabalho em Altura.

02 .EPI NR . bem como pelos órgãos dos Poderes Legislativo e Judiciário.01 .br 2 NORMAS E REGULAMENTAÇÕES DO MTE 2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.18 .br Site: www.21 .com.Embargo ou Interdição NR .03 . uma série de outras portarias foram editadas pelo Ministério do Trabalho com o propósito de modificar ou acrescentar normas regulamentadoras de proteção ao trabalhador.Proteção Contra Incêndios Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. Lei 9. As NR são elaboradas e modificadas por meio de Portarias expedidas pelo MTE. com o objetivo de estabelecer os requisitos técnicos e legais sobre os aspectos mínimos de Segurança e Saúde Ocupacional (SSO).07 . foram publicadas pelo Ministério do Trabalho através da Portaria N. A partir de então. públicas e pelos órgãos públicos da administração direta e indireta. As NRs são de observância obrigatória pelas empresas privadas. Movimentação.INBRAEP .Atividades e Operações Insalubres NR . ao relacionar os direitos dos trabalhadores. A NR-05 (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA) tem como objetivo a prevenção de acidentes e doenças decorrentes do trabalho. empregadores e empregados.11.17 .20 .22 .08 .13 . incluiu entre eles a proteção de sua saúde e segurança por meio de normas específicas As Normas Regulamentadoras.23 .Inspeção Prévia NR . que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho – CLT.04 .214 em 08 de junho de 1978.Edificações NR .Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção NR .Atividades e Operações Perigosas NR .14 . Assim as NRs regulamentam e fornecem orientações sobre procedimentos obrigatórios relacionados à segurança e medicina do trabalho no Brasil. de modo a tornar compatível permanentemente o trabalho com a preservação da vida e a promoção da saúde do trabalhador.09 .Líquidos Combustíveis e Inflamáveis NR . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.16 .12 .Caldeiras e Vasos de Pressão NR .Serviços Especializados em Eng.Programas de Prevenção de Riscos Ambientais NR .Disposições Gerais NR .06 .Programas de Controle Médico de Saúde Ocupacional NR . também chamadas de “NRs”.15 .Transporte.1 Normas Regulamentadoras Os instrumentos jurídicos de proteção ao trabalhador têm sua origem na Constituição Federal que.Fornos NR .Proibida a reprodução por qualquer meio.Ergonomia NR . Atualmente existem 35 Normas Regulamentadoras que são: NR .610/98.Comissão Interna de Prevenção de Acidentes NR .19 .Equipamentos de Proteção Individual . Armazenagem e Manuseio de Materiais NR . de Segurança e em Medicina do Trabalho NR .° 3.Explosivos NR . inbraep@inbraep.Segurança e Saúde Ocupacional na Mineração NR .Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade NR .com.10 .Máquinas e Equipamentos NR . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 7 . Elas são elaboradas e modificadas por uma comissão tripartite composta por representantes do governo.Trabalho a Céu Aberto NR .05 .

sempre que as condições de trabalho o exigirem.Sinalização de Segurança NR .30 . Pecuária Silvicultura. bem como os direitos e obrigações do Governo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Condições Sanitárias e de Conforto nos Locais de Trabalho NR .br Site: www. o que estabelece algumas das principais normas regulamentares do MTE que o trabalhador deve conhecer antes de se aprofundar na NR-35 trabalho em altura. ordinária e específica.Fiscalização e Penalidades NR . dos empregadores e dos trabalhadores no tocante a este tema específico. lembramos que no decorrer do curso iremos nos aprofundar ainda mais nos itens fundamentais.32 .26 . que dá embasamento jurídico à existência desta NR.1 NR 01 Disposições Gerais Estabelece o campo de aplicação de todas as Normas Regulamentadoras de Segurança e Medicina do Trabalho Urbano. inbraep@inbraep.br NR .31 . são os artigos 154 a 159 da Consolidação das Leis do Trabalho . ordinária e específica. A fundamentação legal.2 NR 06 Equipamentos de Proteção Individual (EPI) Estabelece e define os tipos de EPI's a que as empresas estão obrigadas a fornecer a seus empregados.INBRAEP .inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.2.2.Registro Profissional do Técnico de Segurança do Trabalho no MTB NR .Proibida a reprodução por qualquer meio.com.25 . Agora vamos entender de forma resumida. 2. A fundamentação legal.33 .Segurança e Saúde no Trabalho em Espaços Confinados NR . Lei 9.610/98.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho na Agricultura.Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção e Reparação Naval NR-35 – Trabalho em Altura 2.3 NR 08 Edificações Dispõe sobre os requisitos técnicos mínimos que devem ser observados nas edificações para garantir segurança e conforto aos que nelas trabalham.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Aquaviário NR .2.34 . A fundamentação legal.com. que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 166 e 167 da CLT.24 . 2. ordinária e específica.27. Exploração Florestal e Aquicultura NR .Segurança e Saúde no Trabalho em Estabelecimentos de Saúde NR .2 Normas Regulamentares envolvidas no Trabalho em Altura. que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 170 a 174 da CLT.Norma Regulamentadora de Segurança e Saúde no Trabalho Portuário NR .CLT.29 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 8 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Vamos aprender um pouco mais sobre algumas normas que são importantes para o trabalhador que irá desempenhar o trabalho em altura.Resíduos Industriais NR .28 . a fim de resguardar a saúde e a integridade física dos trabalhadores. buscando estabelecer um trabalho seguro e com responsabilidade. 2.

00 m (dois metros) do nível inferior. 35. no que se refere ao transporte. com as normas internacionais aplicáveis.AR e.1. que objetivem a implementação de medidas de controle e sistemas preventivos de segurança nos processos. c) desenvolver procedimento operacional para as atividades rotineiras de trabalho em altura. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ordinária e específica. Responsabilidades 35.2.1 NR-35 TRABALHO EM ALTURA Publicação:Portaria SIT n.1 Cabe ao empregador: a) garantir a implementação das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma. 35. de planejamento de organização.1 Esta Norma estabelece os requisitos mínimos e as medidas de proteção para o trabalho em altura. 2. Lei 9. que dá embasamento jurídico à existência desta NR são os artigos 182 e 183 da CLT.2. objetivando a prevenção de infortúnios laborais.1 Objetivo e Campo de Aplicação 35. a emissão da Permissão de Trabalho .5 NR 18 Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção Estabelece diretrizes de ordem administrativa. A fundamentação legal. ordinária e específica. na ausência ou omissão dessas. de forma a garantir a segurança e a saúde dos trabalhadores envolvidos direta ou indiretamente com esta atividade.2.º 313. tanto de forma mecânica quanto manual.3 Apresentação da Norma Regulamentadora Nº 35 Por se tratar da Norma Regulamentadora numero 35 a mesma se inicia em 35.O.4 NR 11 Transporte.3 Esta norma se complementa com as normas técnicas oficiais estabelecidas pelos Órgãos competentes e. Movimentação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 9 . à movimentação.1. Armazenagem e Manuseio de Materiais Estabelece os requisitos de segurança a serem observados nos locais de trabalho.com. 27/03/12 35. que dá embasamento jurídico à existência desta NR é o artigo 200 inciso I da CLT.1.inbraep. nas condições e no meio ambiente de trabalho na indústria da construção civil. 2.br 2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.2 Considera-se trabalho em altura toda atividade executada acima de 2. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. 35.U. inbraep@inbraep. quando aplicável. à armazenagem e ao manuseio de materiais. de 23 de março de 2012 D. A fundamentação legal.PT.com. a organização e a execução.br Site: www. b) assegurar a realização da Análise de Risco . onde haja risco de queda.610/98. envolvendo o planejamento.INBRAEP .2.

incluir: a) Normas e regulamentos aplicáveis ao trabalho em altura. 35. 35.1 O empregador deve promover programa para capacitação dos trabalhadores à realização de trabalho em altura.610/98.com. h) assegurar a suspensão dos trabalhos em altura quando verificar situação ou condição de risco não prevista. inclusive os procedimentos expedidos pelo empregador. pelo estudo. planejamento e implementação das ações e das medidas complementares de segurança aplicáveis.2 Considera-se trabalhador capacitado para trabalho em altura aquele que foi submetido e aprovado em treinamento. g) garantir que qualquer trabalho em altura só se inicie depois de adotadas as medidas de proteção definidas nesta Norma. e) adotar as providências necessárias para acompanhar o cumprimento das medidas de proteção estabelecidas nesta Norma pelas empresas contratadas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 10 . cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível.3.br Site: www. b) Análise de Risco e condições impeditivas. c) interromper suas atividades exercendo o direito de recusa. j) assegurar que todo trabalho em altura seja realizado sob supervisão. b) colaborar com o empregador na implementação das disposições contidas nesta Norma. f) garantir aos trabalhadores informações atualizadas sobre os riscos e as medidas de controle. i) estabelecer uma sistemática de autorização dos trabalhadores para trabalho em altura.2 Cabe aos trabalhadores: a) cumprir as disposições legais e regulamentares sobre trabalho em altura.com.INBRAEP .3. 35. d) zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho.3. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. c) Riscos potenciais inerentes ao trabalho em altura e medidas de prevenção e controle. Lei 9. sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas. com carga horária mínima de oito horas. k) assegurar a organização e o arquivamento da documentação prevista nesta Norma.Proibida a reprodução por qualquer meio.br d) assegurar a realização de avaliação prévia das condições no local do trabalho em altura.2. cujo conteúdo programático deve. no mínimo.inbraep. que diligenciará as medidas cabíveis. inbraep@inbraep. Capacitação e Treinamento 35. comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico. teórico e prático.

inbraep. sob a responsabilidade de profissional qualificado em segurança no trabalho. Planejamento.1 O tempo despendido na capacitação deve ser computado como tempo de trabalho efetivo.7 Ao término do treinamento deve ser emitido certificado contendo o nome do trabalhador.Proibida a reprodução por qualquer meio.4.610/98.br Site: www.1 O treinamento periódico bienal deve ter carga horária mínima de oito horas. conteúdo programático. Lei 9.1 O certificado deve ser entregue ao trabalhador e uma cópia arquivada na empresa. 35. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .3.3. d) mudança de empresa.3. inbraep@inbraep.br d) Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: seleção. “b”. “c” e “d”. 35. nome e qualificação dos instrutores e assinatura do responsável. Organização e Execução 35. 35. incluindo noções de técnicas de resgate e de primeiros socorros.4. 35. 35.3.3. f) Condutas em situações de emergência.5 A capacitação deve ser realizada preferencialmente durante o horário normal de trabalho. a carga horária e o conteúdo programático devem atender a situação que o motivou.3. organizado e executado por trabalhador capacitado e autorizado. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. local de realização do treinamento. c) retorno de afastamento ao trabalho por período superior a noventa dias.com. 35.1.com.7.1 Todo trabalho em altura deve ser planejado.3 O empregador deve realizar treinamento periódico bienal e sempre que ocorrer quaisquer das seguintes situações: a) mudança nos procedimentos. 35. 35. b) evento que indique a necessidade de novo treinamento. cujo estado de saúde foi avaliado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 11 . 35. condições ou operações de trabalho.1 Considera-se trabalhador autorizado para trabalho em altura aquele capacitado.8 A capacitação deve ser consignada no registro do empregado.2 Nos casos previstos nas alíneas “a”. tendo sido considerado apto para executar essa atividade e que possua anuência formal da empresa.3.4.3. e) Acidentes típicos em trabalhos em altura. inspeção.3. 35.3. 35.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. conforme conteúdo programático definido pelo empregador.INBRAEP .6 O treinamento deve ser ministrado por instrutores com comprovada proficiência no assunto.4 Os treinamentos inicial. 35. conservação e limitação de uso. periódico e eventual para trabalho em altura podem ser ministrados em conjunto com outros treinamentos da empresa.3. data.3. carga horária.5.

2 No planejamento do trabalho devem ser adotadas. além dos riscos inerentes ao trabalho em altura. 35.4. b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho.com.2. 35.1 A aptidão para trabalho em altura deve ser consignada no atestado de saúde ocupacional do trabalhador. considerando os riscos envolvidos em cada situação. atendendo às normas técnicas vigentes.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.4. quando o risco de queda não puder ser eliminado. inspeção.br Site: www.4. 35.INBRAEP .com.4. garantindo que: a) os exames e a sistemática de avaliação sejam partes integrantes do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional . b) medidas que eliminem o risco de queda dos trabalhadores.5.2 Cabe ao empregador avaliar o estado de saúde dos trabalhadores que exercem atividades em altura.610/98.4 A execução do serviço deve considerar as influências externas que possam alterar as condições do local de trabalho já previstas na análise de risco. f) o risco de queda de materiais e ferramentas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda. considerando também os fatores psicossociais.1. e) a seleção. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. considerar: a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno.3 A empresa deve manter cadastro atualizado que permita conhecer a abrangência da autorização de cada trabalhador para trabalho em altura.4. na impossibilidade de execução do trabalho de outra forma. 35. d) as condições meteorológicas adversas. 35. b) a avaliação seja efetuada periodicamente.br 35. Lei 9.1 A Análise de Risco deve. c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem. cuja forma será definida pela análise de risco de acordo com as peculiaridades da atividade. inbraep@inbraep. de acordo com a seguinte hierarquia: a) medidas para evitar o trabalho em altura.1. c) seja realizado exame médico voltado às patologias que poderão originar mal súbito e queda de altura.PCMSO. forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual. sempre que existir meio alternativo de execução. 35.4.5 Todo trabalho em altura deve ser precedido de Análise de Risco.1.4. 35. devendo estar nele consignados.4. c) medidas que minimizem as consequências da queda.3 Todo trabalho em altura deve ser realizado sob supervisão. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 12 .

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 13 . 35.com. b) as orientações administrativas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 35.8 A Permissão de Trabalho deve ser emitida.Proibida a reprodução por qualquer meio.8.4. d) as medidas de controle dos riscos características à rotina.4.7. aprovada pelo responsável pela autorização da permissão.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.4. disponibilizada no local de execução da atividade e. Lei 9.4.com.610/98. no mínimo: a) as diretrizes e requisitos da tarefa. encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade.6 Para atividades rotineiras de trabalho em altura a análise de risco pode estar contemplada no respectivo procedimento operacional.4. h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras.1 Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter. ao final. 35.br Site: www.1 A Permissão de Trabalho deve conter: a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos. de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador.6. e) as condições impeditivas. inbraep@inbraep.1 Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho. 35. 35. 35. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep.INBRAEP . j) as condições impeditivas. l) a necessidade de sistema de comunicação.7 As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho. k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros.4. g) as competências e responsabilidades. f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários. m) a forma de supervisão.br g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos. c) o detalhamento da tarefa. i) os riscos adicionais. b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco.

5. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .3. minimize as chances do trabalhador colidir com estrutura inferior.1 Antes do início dos trabalhos deve ser efetuada inspeção rotineira de todos os EPI. 35.INBRAEP . 35. podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho. Equipamentos de Proteção Individual.1 O sistema de ancoragem deve ser estabelecido pela Análise de Risco.4 É obrigatório o uso de absorvedor de energia nas seguintes situações: a) fator de queda for maior que 1.5.3 Os EPI.3 O talabarte e o dispositivo trava-quedas devem estar fixados acima do nível da cintura do trabalhador. o conforto.inbraep. 35. além dos riscos a que o trabalhador está exposto. acessórios e sistemas de ancoragem forem recusados. exceto quando sua restauração for prevista em normas técnicas nacionais ou.com. na sua ausência.610/98.br c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações.5. acessórios e sistemas de ancoragem.5. 35. ajustados de modo a restringir a altura de queda e assegurar que.5.5. em caso de ocorrência. 35. 35. 35.2. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 14 .5. 35. restrita ao turno de trabalho. 35.3.EPI.1 Os Equipamentos de Proteção Individual .4.com. a carga aplicada aos mesmos e o respectivo fator de segurança. degradação. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.2 O trabalhador deve permanecer conectado ao sistema de ancoragem durante todo o período de exposição ao risco de queda. deformações ou sofrerem impactos de queda devem ser inutilizados e descartados.5. em caso de eventual queda. acessórios e sistemas de ancoragem.2 Na aquisição e periodicamente devem ser efetuadas inspeções dos EPI. normas internacionais. inbraep@inbraep. 35. recusando-se os que apresentem defeitos ou deformações.1 Na seleção dos EPI devem ser considerados. Acessórios e Sistemas de Ancoragem 35. Lei 9.3 O cinto de segurança deve ser do tipo paraquedista e dotado de dispositivo para conexão em sistema de ancoragem.Proibida a reprodução por qualquer meio.1. os riscos adicionais. 35.8.5. acessórios e sistemas de ancoragem devem ser especificados e selecionados considerando-se a sua eficiência. acessórios e sistemas de ancoragem que apresentarem defeitos. 35.5.5.3.2 A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.5.2.2 Deve ser registrado o resultado das inspeções: a) na aquisição. destinados à proteção de queda de altura. b) periódicas e rotineiras quando os EPI.3.2.

610/98. devem ser tomadas as seguintes providências: a) ser selecionado por profissional legalmente habilitado.6.br b) comprimento do talabarte for maior que 0. para segurança das pessoas.inbraep.PT: documento escrito contendo conjunto de medidas de controle visando o desenvolvimento de trabalho seguro. em função das características das atividades.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Condições impeditivas: situações que impedem a realização ou continuidade do serviço que possam colocar em risco a saúde ou a integridade física do trabalhador.6.9m.6. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . cujo controle não é possível implementar de forma antecipada. constituído de sustentação na parte inferior do peitoral. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 35. 35.1 A equipe pode ser própria. Permissão de Trabalho . Análise de Risco . acima dos ombros e envolto nas coxas. inbraep@inbraep. Cinto de segurança tipo paraquedista: Equipamento de Proteção Individual utilizado para trabalhos em altura onde haja risco de queda.2 O empregador deve assegurar que a equipe possua os recursos necessários para as respostas a emergências. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. independente da frequência. c) ser inspecionado quanto à integridade antes da sua utilização.6.com.1 O empregador deve disponibilizar equipe para respostas em caso de emergências para trabalho em altura.6. 35.com. além de medidas de emergência e resgate. 35.br Site: www. 35. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 15 . Glossário Absorvedor de energia: dispositivo destinado a reduzir o impacto transmitido ao corpo do trabalhador e sistema de segurança durante a contenção da queda.6. 35. Atividades rotineiras: atividades habituais.4 Quanto ao ponto de ancoragem.3 As ações de respostas às emergências que envolvam o trabalho em altura devem constar do plano de emergência da empresa.5. Emergência e Salvamento 35. Influências Externas: variáveis que devem ser consideradas na definição e seleção das medidas de proteção. que fazem parte do processo de trabalho da empresa.AR: avaliação dos riscos potenciais.1. Fator de queda: razão entre a distância que o trabalhador percorreria na queda e o comprimento do equipamento que irá detê-lo. suas causas. consequências e medidas de controle. prestar primeiros socorros e possuir aptidão física e mental compatível com a atividade a desempenhar. externa ou composta pelos próprios trabalhadores que executam o trabalho em altura. b) ter resistência para suportar a carga máxima aplicável.4 As pessoas responsáveis pela execução das medidas de salvamento devem estar capacitadas a executar o resgate.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. para sustentar. regulável ou não. Trava-queda: dispositivo de segurança para proteção do usuário contra quedas em operações com movimentação vertical ou horizontal. trava-queda e talabartes. tais como cordas.com. desfalecimento ou queda. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 16 . posicionar e/ou limitar a movimentação do trabalhador. diretamente ou através de outro dispositivo.br Site: www. específicos de cada ambiente ou atividade que.inbraep. Profissional legalmente habilitado: trabalhador previamente qualificado e com registro no competente conselho de classe. aos quais o trabalhador possa conectar seu Equipamento de Proteção Individual.610/98.com. Trabalhador qualificado: trabalhador que comprove conclusão de curso específico para sua atividade em instituição reconhecida pelo sistema oficial de ensino. Lei 9. dimensionados para suportar impactos de queda.INBRAEP . Suspensão inerte: situação em que um trabalhador permanece suspenso pelo sistema de segurança. Talabarte: dispositivo de conexão de um sistema de segurança.br Ponto de ancoragem: ponto destinado a suportar carga de pessoas para a conexão de dispositivos de segurança. além dos existentes no trabalho em altura. possam afetar a segurança e a saúde no trabalho. Riscos adicionais: todos os demais grupos ou fatores de risco. quando conectado com cinturão de segurança para proteção contra quedas. direta ou indiretamente. cabos de aço. de modo a que permaneça conectado em caso de perda de equilíbrio.Proibida a reprodução por qualquer meio. até o momento do socorro. Sistemas de ancoragem: componentes definitivos ou temporários. inbraep@inbraep.

 combinação entre o evento. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .1 Perigo Perigo é situação de ameaça que pode causar danos (materais. O risco também pode ser definido através das seguintes expressões:  combinação de incerteza e de dano. sendo função da frequência da ocorrência das hipóteses acidentais e das suas consequências. a probabilidade e suas consequências. Para reduzir a frequência de acidentes.  razão entre o perigo e as medidas de segurança.1 Conceitos Básicos 3.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. como evidência da preocupação destas. Suas frequências esperadas de ocorrência.INBRAEP . inbraep@inbraep.com.Proibida a reprodução por qualquer meio.1. resultante da combinação entre a frequência da ocorrência e a magnitude das perdas ou danos (consequências). máquinas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 3.2 Risco Medida da perda econômica e/ou de danos para a vida humana. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 17 . procedimentos. equipamentos e meio ambiente) e/ou lesões (pessoas).inbraep. As utilizações de técnicas e de métodos específicos para a análise de riscos ocupam cada vez mais o espaço nos programas sobre segurança e gerenciamento ambiental das indústrias.br Site: www.1.br 3 ANÁLISE DE RISCOS Os acidentes são materializações dos riscos associados a atividades. máquinas e equipamentos. Lei 9. ao meio ambiente e à própria empresa. projetos. dos governos e de toda a sociedade com respeito aos temas relacionados à segurança o meio ambiente.com. 3. Deve incluir as medidas de prevenção de acidentes e as medidas para controle das consequências de acidentes para os trabalhadores e para as pessoas que vivem ou trabalham próximo à instalação ou para o meio ambiente. Os principais resultados de uma análise de riscos são:    Identificação de cenários de acidentes. Magnitude das possíveis consequências. é preciso avaliar e controlar os riscos e responder as seguintes perguntas.610/98.    Que pode acontecer errado? Quais são as causas básicas dos eventos não desejados? Quais são as consequências? A análise de riscos constitui-se em um conjunto de métodos e técnicas que aplicados a uma atividade proposta ou existente identificam e avaliam qualitativa e quantitativamente os riscos que essa atividade representa para a população vizinha. O risco está sempre ligado à factibilidade da ocorrência de um evento não desejado.

Estimativa de riscos 6.1. Os riscos à segurança e saúde dos trabalhadores dependendo do setor elevados.6 Níveis de risco      Catastrófico Moderado Desprezível Crítico Não Crítico 3. controlar ou reduzir os riscos existentes.4 Avaliação de riscos É o processo que utiliza os resultados da análise de riscos e os compara com os critérios de tolerabilidade previamente estabelecidos. 3. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 18 . 3.br A experiência demonstra que geralmente os grandes acidentes são causados por eventos pouco frequentes.br Site: www. Avaliação e gerenciamento de riscos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Estimativa de frequências 5. objetivando mantê-la operando dentro dos requerimentos de segurança considerados toleráveis.1.1.1.3 Análise de Riscos É a atividade dirigida à elaboração de uma estimativa (qualitativa ou quantitativa) do riscos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. baseada na engenharia de avaliação e técnicas estruturadas para promover a combinação das frequências e consequências de cenários acidentais. podendo levar a lesões de grande gravidade e são específicos a cada tipo de atividade.com. Estimativa de consequências e de vulnerabilidade 4. 3.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio.5 Gerenciamento de Riscos É a formulação e a execução de medidas e procedimentos técnicos e administrativos que têm o objetivo de prever. 3.com. Caracterização da empresa 2. Identificação de perigos 3.2 Desenvolvimento de estudos de análise de riscos Geralmente um estudo de análise de riscos pode ser dividido nas seguintes etapas: 1.INBRAEP . mas que causam danos importantes. inbraep@inbraep. Lei 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.

Análise "E se…?" Análise Preliminar de Perigos (APP).610/98. contém 5 colunas.2. mostrada a seguir. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 19 . possibilitando definir hipóteses acidentais que poderão produzir consequências significativas.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.2 Identificação de perigos Esta etapa tem o objetivo de identificar os possíveis eventos não desejados que possam levar a acidentes. 3. Análise de Modos de Falhas e Efeitos (AMFE).Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9.2. Estudo de Perigos e Operabilidade. inbraep@inbraep.br 3. técnicas específicas para a identificação dos perigos devem ser empregadas. Espera-se os seguintes resultados práticos:  obtenção de um diagnóstico das interfaces existentes entre a empresa. as quais devem ser preenchidas conforme a descrição apresentada a seguir. 3.  ajuda para determinar a amplitude do estudo.com.  estabelecer uma relação direita entre a empresa e a região da influência.INBRAEP .inbraep.  o enfoque operacional e de segurança. normas ou necessidades específicas. entre as quais podemos mencionar:      Listas de verificação (Checklists).2.1 Caracterização da empresa A caracterização da empresa e da região tem as seguintes finalidades:  identificar aspectos comuns que possam interferir na instalação ou no ambiente. A planilha utilizada nesta APP. objeto de análise e o local. Portanto.1 Informações para a realização ou entender uma APR/APP A realização da análise é feita através do preenchimento de uma planilha de APR/APP para cada módulo de análise. ANÁLISE PRELIMINAR DE RISCOS OU PERIGOS (APR/APP) Atividade/Operação: ______________________________ Referência:____________ ETAPA RISCO/PERIGO Data: __/__/___ MODE DE DETECÇÃO EFEITO Revisão:__________ RECOMENDAÇÕES / CONTROLE Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2. por meio da definição de métodos.  caracterização dos aspectos importantes que sustentarão o estudo de análise de riscos.br Site: www.

ao público ou ao meio ambiente.inbraep. as diversas etapas da atividade/operação.610/98. Por se tratar de uma técnica aplicável à todas as atividades. Análise Preliminar de Risco (APR) • • • Trata-se de uma técnica de análise prévia de riscos. de temperatura.br 1ª coluna: Etapa Esta coluna deve descrever. odor. etc. suscintamente. os riscos/perigos são eventos acidentais que têm potencial para causar danos aos trabalhadores.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. a técnica de Análise Preliminar de Risco é o fato de promover e estimular o trabalho em equipe e a responsabilidade solidária. que permite a identificação dos riscos envolvidos em cada passo da tarefa.INBRAEP . De uma forma geral. 5ª coluna: Recomendações/observações Esta coluna deve conter as recomendações de medidas mitigadoras de risco propostas pela equipe de realização da APR/APP ou quaisquer observações pertinentes ao cenário de acidente em estudo. Outro modelo de Planilha de APR.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. etc. 4ª coluna: Efeitos Os possíveis efeitos danosos de cada risco/perigo identificado devem ser listados nesta coluna. inbraep@inbraep. 2ª coluna: Risco/perigo Esta coluna deve conter os riscos/perigos identificados para o módulo de análise em estudo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Análise Preliminar de Risco é uma visão do trabalho a ser executado. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 20 . 3ª coluna: Modos de detecção Os modos disponíveis na instalação para a detecção do risco/perigo identificado na segunda coluna devem ser relacionados nesta coluna. A detecção da ocorrência do risco/perigo tanto pode ser realizada através da instrumentação (alarmes de pressão.com.).) como através da percepção humana (visual. Lei 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . e ainda propicia condição para evita-los ou conviver com eles em segurança.

2.INBRAEP . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Normalmente essa análise é feita considerando danos às pessoas expostas.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.3 Estimativa de consequências e de vulnerabilidade Tendo por base as hipóteses acidentais formuladas na etapa anterior.com. Lei 9. medindo os impactos e danos causados por elas. Os resultados desta estimativa deverão servir de base para a análise de vulnerabilidade nos lugares estudados.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 21 .610/98.br 3. Deverão ser utilizados modelos de cálculos que representem os possíveis efeitos resultantes dos tipos de acidentes.com. inbraep@inbraep. Em seguida deverão ser estimadas as possíveis consequências dos cenários produzidos pelas hipóteses de acidentes. estuda-se as suas possíveis consequências. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

visando a identificar os riscos potenciais e introduzir medidas de proteção para sua redução ou eliminação.  Risco social. Esses dados normalmente são difíceis de serem estimados já que há poucos estudos abordando confiabilidade humana. Quais os riscos que esse local oferece? Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . a estimativa de probabilidade de erros do homem deve ser quantificada nesta etapa.:  análise histórica dos acidentes. os fatores externos da empresa podem contribuir para o risco. Da mesma maneira. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 22 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Qual o número de pessoas necessárias para a execução da atividade? d. Onde essa atividade será executada? f.2. Quais os riscos que essa atividade apresenta? e.  análise por árvores de eventos (AAE).com.610/98.br Site: www. inbraep@inbraep.INBRAEP .4 Estimativa de frequências Para fazer estudos quantitativos de análise de riscos é necessária a estimativa das frequências das hipóteses acidentais decorrentes das falhas nos equipamentos. Para a elaboração dos procedimentos devemos analisar da seguinte forma: a. 3. também deve ser considerada a probabilidade ou a frequência do acontecimento de eventos não desejáveis causados por terceiros ou por agentes externos. Qual o tempo necessário para executar a atividade? c. Em determinados estudos. 3. Geralmente os riscos são expressos da seguinte maneira:  Índices de risco.6 Avaliação e gerenciamento de riscos Nesta etapa os riscos estimados deverão ser avaliados.com.br 3.Proibida a reprodução por qualquer meio. de maneira a definir medidas e procedimentos que serão executados com o objetivo de reduzi-los ou gerenciá-los. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.5 Estimativa de riscos A estimação de riscos é feita através da combinação das frequências de ocorrência das hipóteses de acidentes e as suas respectivas consequências. Pode-se expressar o risco de diferentes formas segundo o objetivo do estudo em questão. tendo-se por base critérios de aceitabilidade de riscos previamente definidos.2.  Risco individual. principalmente erros de manutenção. métodos ou processos de trabalho. Qual atividade será executada? b. devido aos quais acontecem cerca de 60% a 80% dos acidentes maiores em que o erro humano está envolvido. através da pesquisa bibliográfica ou nos bancos de dados de acidentes. As seguintes técnicas podem ser utilizadas para o cálculo das frequências dos cenários de acidentes.3 Procedimentos para Trabalhos em Altura A antecipação deverá envolver a análise de projetos de novas instalações. ou de modificação dos já existentes.2.  análise por árvore de falhas (AAF). 3. Nesses casos.inbraep. Um fator que deve ser considerado na análise é o erro humano durante a realização de uma determinada operação. Lei 9.

no mínimo: a) as diretrizes e requisitos da tarefa.Proibida a reprodução por qualquer meio. A Permissão de Trabalho deve conter: a) os requisitos mínimos a serem atendidos para a execução dos trabalhos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 23 . b) o isolamento e a sinalização no entorno da área de trabalho. inbraep@inbraep. desde que a segurança de uma atividade aumente a segurança de outra.com. f) os sistemas de proteção coletiva e individual necessários. ou ainda.610/98. Lei 9. Quais os EPI e/ou os EPC que utilizarão para exercer a atividade? l.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. encerrada e arquivada de forma a permitir sua rastreabilidade. Lembre-se que conforme a NR-35 a Análise de Risco deve. c) o estabelecimento dos sistemas e pontos de ancoragem. considerar: a) o local em que os serviços serão executados e seu entorno. As atividades de trabalho em altura não rotineiras devem ser previamente autorizadas mediante Permissão de Trabalho. As pessoas estão capacitadas para atividade em altura? m. aprovada pelo responsável pela autorização da permissão. Quais as máquinas e equipamentos que serão utilizados? h. g) as competências e responsabilidades. A Permissão de Trabalho deve ter validade limitada à duração da atividade. d) as medidas de controle dos riscos características à rotina. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . podendo ser revalidada pelo responsável pela aprovação nas situações em que não ocorram mudanças nas condições estabelecidas ou na equipe de trabalho.br g.com. Permissão de Trabalho deve ser emitida. e) as condições impeditivas. Quais são as Medidas de Segurança para eliminar e/ou controlar os riscos? k. restrita ao turno de trabalho. desde que não há alteração. b) as orientações administrativas. c) o detalhamento da tarefa. c) a relação de todos os envolvidos e suas autorizações. da ou das atividades. Os procedimentos operacionais para as atividades rotineiras de trabalho em altura devem conter. Quais os riscos existentes na utilização das máquinas. disponibilizada no local de execução da atividade e.INBRAEP . Para as atividades não rotineiras as medidas de controle devem ser evidenciadas na Análise de Risco e na Permissão de Trabalho. b) as disposições e medidas estabelecidas na Análise de Risco. A partir desse levantamento.br Site: www. equipamentos e ferramentas? j. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Todo trabalhador possui ASO para trabalho em altura? Para as atividades com riscos comuns entre eles é elaborado um único procedimento. é criado o procedimento e a Permissão de Trabalho. ao final. além dos riscos inerentes ao trabalho em altura. Quais as ferramentas serão utilizadas para a execução das atividades? i.inbraep.

às orientações dos fabricantes e aos princípios da redução do impacto e dos fatores de queda. g) os trabalhos simultâneos que apresentem riscos específicos. Lei 9. inspeção.br Site: www. h) o atendimento aos requisitos de segurança e saúde contidos nas demais normas regulamentadoras. j) as condições impeditivas.com. e) a seleção.INBRAEP .com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. l) a necessidade de sistema de comunicação. atendendo às normas técnicas vigentes. m) a forma de supervisão. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 24 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. k) as situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros. forma de utilização e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual. inbraep@inbraep.br d) as condições meteorológicas adversas. de forma a reduzir o tempo da suspensão inerte do trabalhador. f) o risco de queda de materiais e ferramentas. i) os riscos adicionais.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98.

br Site: www. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ferramentas e procedimentos inadequados para o serviço. comunicando imediatamente o fato a seu superior hierárquico. Em alguns casos os próprios equipamentos de segurança apresentam irregularidades.610/98. O responsável pela execução do serviço também deve suspender as atividades quando verificar situação ou condição de risco não prevista. cuja eliminação ou neutralização imediata não seja possível. inbraep@inbraep. A NR-35 estabelece que todo trabalho em altura.254 de29 de setembro de 1994. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 25 . que diligenciará as medidas cabíveis.com. Lei 9. cuja forma será definida pela análise de riscos de acordo com as peculiaridades da atividade. Condições indiretas: são as situações que colocam em risco a saúde ou vida do profissional indiretamente. sempre que constatarem evidências de riscos graves e iminentes para sua segurança e saúde ou a de outras pessoas. Exemplo: Condições climáticas. Ressalte-se que esta atitude está associada à obrigação da comunicação imediata conforme estabelece a norma regulamentar.INBRAEP . As situações ou condições de risco podem ser diretas ou indiretas: Condições diretas: são todas as situações que colocam em risco a saúde ou vida do profissional diretamente. Direito de Recusa é um instrumento que assegura ao trabalhador a interrupção de uma atividade de trabalho por considerar que ela envolve grave e iminente risco para sua segurança e saúde ou de outras pessoas. seja realizado sob supervisão.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Os trabalhos em altura. Os trabalhadores devem interromper suas tarefas exercendo o direito de recusa. surgindo assim uma condição impeditiva para o serviço. ou em suas proximidades devem ser suspensos de imediato na iminência de ocorrência que possa colocar os trabalhadores em perigo. são consideradas condições impeditivas para o serviço.br 4 CONDIÇÕES IMPEDITIVAS PARA SERVIÇOS Toda a condição que ocasione riscos à saúde e vida dos profissionais. indicando a responsabilidade dos níveis hierárquicos superiores para as providências necessárias. não sendo essas sanadas pelos EPIs ou EPCs. O profissional deve sempre buscar zelar pela sua segurança e saúde e a de outras pessoas que possam ser afetadas por suas ações ou omissões no trabalho. Iluminação e perigo de desmoronamento. previsto no artigo 13 da Convenção 155 da OIT e promulgada pelo Decreto 1. Trata-se de uma ratificação do direito de recusa.inbraep. com indicações de que essa providência de recusar-se a expor sua saúde e integridade física deva resultar em medidas corretivas.Proibida a reprodução por qualquer meio. Exemplo: Equipamentos.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

A maioria dos acidentes do trabalho se deve a quedas de alturas elevadas. • Serviços em linha de transmissão e postes elétricos. Milhares podem ser as causas de um simples acidente. tomando medidas preventivas em todos os trabalhos realizados com risco de queda visando à segurança dos trabalhadores e terceiros. inbraep@inbraep. etc. • Serviços de manutenção em telhados. São as falhas. hematomas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 26 . Acidentes por queda de atura ocorrem principalmente em: • Obras da construção civil. • Depósitos de materiais.br 5 RISCOS POTENCIAIS Muitos estabelecimentos mantêm trabalhadores envolvidos com trabalhos em altura que não tiveram capacitação formal.com.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. Quando não provocam à morte do trabalhador as quedas podem provocar escoriações. que também são acidentes que podem levar a graves situações ou impossibilidade do profissional voltar as suas atividades. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. fraturas.inbraep. e muitas vezes. • Serviços de manutenção e limpeza em fachadas. Sendo que em média de todos os acidentes de trabalho ocorridos no ano.INBRAEP .610/98. zelando tanto pela sua segurança e saúde como pela de outras pessoas que possam ser afetadas. desconhecem ou subestimam os riscos inerentes a estas atividades. Os autorizados a trabalhar em altura devem ter atenção em suas ações ou omissões que impliquem em negligência. Ato Inseguro Condições Inseguras – são aquelas que compreendem a segurança do trabalhador estando no ambiente. • Pontes rolantes. devemos intervir nestas situações de risco regularizando o processo e tornando os trabalhos mais seguros. podendo ter de responder civil e criminalmente. irregularidades técnicas e carência de dispositivos de segurança que pões em risco a integridade física e/ou a saúde das pessoas e a própria segurança das instalações e equipamentos. Lei 9. onde ocorre graves acidentes ou até a mesmo a morte do trabalhador. torções. 30% correspondem às quedas. • Serviços em ônibus e caminhões. Condição Insegura B. luxações entre outros. Segundo estudos a principal causa de acidentes de trabalho mortais é a queda em altura. • Montagem de estruturas diversas. imprudência ou imperícia.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. os defeitos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . • Serviços diversos em locais com aberturas em pisos e paredes sem proteção. • Trabalhos de manutenção em torres. A. entretanto todas elas podem ser agrupadas em duas categorias. O risco de queda existe em vários ramos de atividades.

operação de máquinas em velocidade excessiva. ferramentas defeituosas. Lei 9. levantamento de cargas com utilização defeituosa dos músculos. operação de máquinas e equipamentos sem habilitação e sem treino. substâncias altamente inflamáveis em quantidade excessivas na área de produção.INBRAEP . falta de protetores em partes móveis de máquinas e nos pontos de operação. inutilização. calor excessivo.com. resíduos inflamáveis acumulados. correr por entre máquinas ou em corredores e escadas. Atos imprudentes.610/98. atirar ferramentas ou materiais para os companheiros e muitos outros. consciente ou inconscientemente. inbraep@inbraep. trânsito perigoso de material rodante. ruídos e trepidações em excesso. alterar o uso de ferramentas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. cabelos soltos em operações com máquinas de engrenagens móveis. colares.br Problemas de iluminação. roupas muito largas. anéis. equipamentos de extinção de fogo (se estão desimpedidos. falta de limpeza e de ordem. pisos escorregadios ou esburacados. posição defeituosa no trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Atos Inseguros – É a maneira como as pessoas se expõem. desmontagem ou desativação de proteções de máquinas. permanência debaixo de guindastes e de cargas que podem cair. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 27 . ventilação deficiente ou imprópria. Uma "condição insegura" normalmente é o resultado do "ato inseguro" de alguém ao longo do desencadeamento do acidente.Proibida a reprodução por qualquer meio. recusa de utilização de equipamento individual de proteção. escadas entre pavimentos sem proteções. condições sanitárias insatisfatórias. ferramentas desarrumadas. a riscos de acidentes.br Site: www. transporte manual de cargas sem ter visão do caminho. má distribuição de máquinas e equipamentos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. brincadeira. passagens obstruídas. calçados impróprio. condutores de eletricidade com revestimento estragado.inbraep. São esses os atos responsáveis por muitos dos acidentes de trabalho e que estão presentes na maioria dos casos em que há alguém ferido. se podem ser facilmente apanhados. se estão em situação de perfeito funcionamento).

É obrigatória a instalação de rampa ou escada provisória de uso coletivo para transposição de níveis como meio de circulação de trabalhadores. A transposição de pisos com diferença de nível superior a 0. rampas e passarelas deve ser de boa qualidade. Vale salientar que o curso de NR-35 é um curso voltado para vários profissionais que irão trabalhar em diversas áreas deste trabalho.INBRAEP .1 Escadas. 6. devendo ter pelo menos a cada 2. Os patamares intermediários devem ter largura e comprimento.610/98. inbraep@inbraep. sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições.br Site: www.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.40m (quarenta centímetros) deve ser feita por meio de escadas ou rampas. As escadas de mão poderão ter até 7. variando entre 0. É proibido o uso de escada de mão com montante único. Lei 9.1. Rampas e Passarelas A madeira a ser usada para construção de escadas. sem apresentar nós e rachaduras que comprometam sua resistência. estar seca. rampas e passarelas para a circulação de pessoas e materiais devem ser de construção sólida e dotadas de corrimão e rodapé. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . iremos buscar alguns conceitos e obrigações estabelecidas pelo MTE através de outras normas regulamentares que foram e são muito utilizadas como norteadoras no trabalho em altura. A escada de mão deve ter seu uso restrito para acessos provisórios e serviços de pequeno porte. As escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores.com.00m (sete metros) de extensão e o espaçamento entre os degraus deve ser uniforme.com. 6. As escadas de uso coletivo.br 6 MEDIDAS DE PREVENÇÃO E CONTROLE Para entendermos melhor sobre as medidas de prevenção e controle.Proibida a reprodução por qualquer meio. no mínimo.25m (vinte e cinco centímetros) a 0. c) nas proximidades de aberturas e vãos. b) onde houver risco de queda de objetos ou materiais.90m (dois metros e noventa centímetros) de altura um patamar intermediário.1 Escadas. por este motivo iremos tratar dos principais trabalhos realizados em altura. respeitando-se a largura mínima de 0. iguais à largura da escada. É proibido colocar escada de mão: a) nas proximidades de portas ou áreas de circulação.80 (oitenta centímetros).30m (trinta centímetros). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 28 .

00m (um metro). d) ser apoiada em piso resistente.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. c) ser dotada de degraus antiderrapantes. Caso não haja o limitador de curso. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 29 . quando fechada. b) ser fixada nos pisos inferior e superior ou ser dotada de dispositivo que impeça o seu escorregamento. A escada de abrir deve ser rígida.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. É proibido o uso de escada de mão junto a redes e equipamentos elétricos desprotegidos.00m (um metro) o piso superior.com.inbraep. devendo ter comprimento máximo de 6. deve permitir uma sobreposição de no mínimo 1. colocado no quarto vão a contar da catraca. quando estendida.com.INBRAEP . A escada extensível deve ser dotada de dispositivo limitador de curso. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep.br A escada de mão deve: a) ultrapassar em 1. estável e provida de dispositivos que a mantenham com abertura constante.br Site: www.00m (seis metros).

Para cada lance de 9.com.00m (quatro metros) e ser fixadas em suas extremidades. deve existir um patamar intermediário de descanso. inbraep@inbraep. As rampas e passarelas provisórias devem ser construídas e mantidas em perfeitas condições de uso e segurança. Lei 9.br A escada fixa.2 Medidas de proteção contra quedas de altura É obrigatória a instalação de proteção coletiva onde houver risco de queda de trabalhadores ou de projeção e materiais.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. As aberturas no piso devem ter fechamento provisório resistente. 6.00m (dois metros) acima da base até 1.2 Rampas e passarelas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep. As rampas provisórias usadas para trânsito de caminhões devem ter largura mínima de 4.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio.INBRAEP . 6. espaçadas em 0. com 6. para apoio dos pés. As rampas provisórias devem ser fixadas no piso inferior e superior.1. com inclinação superior a 18º (dezoito graus). no máximo. não ultrapassando 30º (trinta graus) de inclinação em relação ao piso.610/98. Não devem existir ressaltos entre o piso da passarela e o piso do terreno. devem ser fixadas peças transversais.00m (um metro) acima da última superfície de trabalho.00m (nove metros). deve ser provida de gaiola protetora a partir de 2. protegido por guarda-corpo e rodapé. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .00 (seis metros) ou mais de altura. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 30 . tipo marinheiro.com. Os apoios das extremidades das passarelas devem ser dimensionados em função do comprimento total das mesmas e das cargas a que estarão submetidas. Nas rampas provisórias.40m (quarenta centímetros).

Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98. constituído de material resistente e seguramente fixado à estrutura. até a colocação definitiva das portas.Proibida a reprodução por qualquer meio. 1. deve atender aos seguintes requisitos: a) ser construída com altura de 1.br As aberturas.20m (um metro e vinte centímetros) de altura.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Os vãos de acesso às caixas dos elevadores devem ter fechamento provisório de. na periferia da edificação. A proteção contra quedas. É obrigatória. devem ser protegidas por guarda-corpo fixo. no ponto de entrada e saída de material.20m (um metro e vinte centímetros) para o travessão superior e 0.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. c) ter vãos entre travessas preenchidos com tela ou outro dispositivo que garanta o fechamento seguro da abertura. a instalação de proteção contra queda de trabalhadores e projeção de materiais a partir do início dos serviços necessários à concretagem da primeira laje. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 31 . b) ter rodapé com altura de 0.INBRAEP .20m (vinte centímetros). no mínimo. em caso de serem utilizadas para o transporte vertical de materiais e equipamentos. quando constituída de anteparos rígidos.70m (setenta centímetros) para o travessão intermediário.com. em sistema de guardacorpo e rodapé. Lei 9. e por sistema de fechamento do tipo cancela ou similar.br Site: www. inbraep@inbraep.com.

80m (oitenta centímetros) de extensão.610/98. Acima e a partir da plataforma principal de proteção. em balanço. Essas plataformas devem ter. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep.80m (oitenta centímetros) de extensão.Proibida a reprodução por qualquer meio. somente. a partir de sua extremidade. devem ser instaladas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. 2. também.br Site: www. plataformas secundárias de proteção. estiver concluída. quando a vedação da periferia. somente. quando o revestimento externo do prédio acima dessa plataforma estiver concluído. no mínimo.com. de 3 (três) em 3 (três) lajes. até a plataforma imediatamente superior. A plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada. é obrigatória a instalação de uma plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que esteja. 1. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. a partir de sua extremidade.50m (dois metros e cinquenta centímetros) de projeção horizontal da face externa da construção e 1 (um) complemento de 0.INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 32 .br Em todo perímetro da construção de edifícios com mais de 4 (quatro) pavimentos ou altura equivalente.inbraep. Essa plataforma deve ter. Cada plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus). no mínimo. no mínimo. Lei 9.40m (um metro e quarenta centímetros) de balanço e um complemento de 0. um pé-direito acima do nível do terreno.

deve ser fechado com tela a partir da plataforma principal de proteção.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. a partir de sua extremidade. até a plataforma imediatamente superior. c) conjunto de sustentação. no mínimo. até a plataforma imediatamente superior. III. ainda. de 2 (duas) em 2 (duas) lajes. Ganchos de ancoragem da rede na parte inferior. com inclinação de 45º (quarenta e cinco graus). Em construções em que os pavimentos mais altos forem recuados. quando a vedação da periferia. somente. um pé-direito acima do nível do terreno e instaladas. de 10 de abril de 2006) Como medida alternativa ao uso de plataformas secundárias de proteção.com. II.80m (oitenta centímetros) de extensão. Lei 9. também. fixação e ancoragem e acessórios de rede. O perímetro da construção de edifícios. estiver concluída. Elemento forca. em balanço.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . com a utilização de redes de segurança. Redes de Segurança (Incluído pela Portaria SIT n. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 33 .br Na construção de edifícios com pavimentos no subsolo. 2.INBRAEP . só podendo ser retirada quando a vedação da periferia. no mínimo. pelos seguintes elementos: a) rede de segurança. inbraep@inbraep. plataformas terciárias de proteção. deve ser considerada a primeira laje do corpo recuado para a instalação de plataforma principal de proteção e istalar as plataformas secundárias de proteção. de 3 (três) em 3 (três) lajes. de 3 (três) em 3 (três) lajes e constituir-se de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas como já mencionado. As plataformas de proteção devem ser construídas de maneira resistente e mantidas sem sobrecarga que prejudique a estabilidade de sua estrutura. Essas plataformas devem ter. além da obrigatoriedade da instalação de uma plataforma principal de proteção na altura da primeira laje que esteja.20m (dois metros e vinte centímetros) de projeção horizontal da face externa da construção e um complemento de 0. não esquecendo que cada plataforma deve ser instalada logo após a concretagem da laje a que se refere e retirada. composto de: I. devem ser instaladas.º 157. em balanço. b) cordas de sustentação ou de amarração e perimétrica da rede. Grampos de fixação do elemento forca. contadas em direção ao subsolo e a partir da laje referente à instalação da plataforma principal de proteção.com. A tela deve ser instalada entre as extremidades de 2 (duas) plataformas de proteção consecutivas. estiver concluída.Proibida a reprodução por qualquer meio. A tela deve constituir-se de uma barreira protetora contra projeção de materiais e ferramentas. no mínimo.610/98. O Sistema Limitador de Quedas de Altura deve ser composto. plataformas secundárias de proteção.pode ser instalado Sistema Limitador de Quedas de Altura.

inbraep.50m (cinquenta centímetros). em seu cálculo. além da durabilidade. As cordas de sustentação e as perimétricas devem ter diâmetro mínimo de 16mm (dezesseis milímetros) e carga de ruptura mínima de 30 KN (trinta quilonewtons). A rede deve ser confeccionada em cor que proporcione contraste. deslocamento e desmontagem do sistema devem ser supervisionadas pelo responsável técnico pela execução da obra.br Os elementos de sustentação não podem ser confeccionados em madeira. A rede deve ser ancorada à estrutura da edificação. Os elementos de sustentação do Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura e seus acessórios devem ser armazenados em ambientes adequados e protegidos contra deterioração. O Sistema Limitador de Quedas de Altura deve ter.50 m (dois metros e cinqüenta centímetros) de projeção horizontal a partir da face externa da construção. A extremidade superior da rede de segurança deve estar situada.04m (quarenta milímetros) a 0.00m (dez metros). As fases de montagem. no mínimo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. sendo proibidas emendas com sobreposições da rede. A distância entre os pontos de ancoragem da rede e a face do edifício deve ser no máximo de 0. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . seco e acondicionadas em recipientes adequados. com distância entre nós de 0. As emendas devem ser feitas por profissionais com qualificação especialização em redes. na sua parte inferior. Entre a parte inferior do Sistema Limitador de Quedas de Altura e a superfície de trabalho deve ser observada uma altura máxima de 6. devem ser asseguradas as mesmas características da rede original. Após a inspeção semanal. fator de segurança 2 (dois).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. deslocamento do Sistema durante a evolução da obra e desmontagem. a rede deve permanecer o mais próximo possível do plano de trabalho. Os elementos de sustentação da rede no Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura não podem ser utilizados para outro fim.Proibida a reprodução por qualquer meio.10 m (dez centímetros). A estrutura de sustentação deve ser dimensionada por profissional legalmente habilitado. O projeto deve conter o detalhamento técnico descritivo das fases de montagem.PCMAT. Lei 9.00m (um metro) acima da superfície de trabalho. preferencialmente escura. em cordéis 30/45. O Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura deve ser utilizado até a conclusão dos serviços de estrutura e vedação periférica. Os empregadores que optarem pelo Sistema de Proteção Limitador de Quedas em Altura devem providenciar projeto que atenda às especificações de dimensionamento previstas nesta Norma Regulamentadora. 2.00 m (seis metros). sob supervisão de profissional legalmente habilitado. devem ser efetuadas as correções necessárias. O Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura deve ser submetido a uma inspeção semanal. A estrutura de sustentação deve ser projetada de forma a evitar que as peças trabalhem folgadas. Quando necessárias emendas na panagem da rede.INBRAEP . no máximo a cada 0. já considerado. no mínimo. com relação à resistência à tração e à deformação.610/98. 1. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 34 . para verificação das condições de todos os seus elementos e pontos de fixação. As redes devem apresentar malha uniforme em toda a sua extensão. A distância máxima entre os elementos de sustentação tipo forca deve ser de 5m (cinco metros).com. Os ensaios devem ser realizados de modo a atender aos testes previstos nas Normas EN 1263-1 e EN 1263-2. As redes do Sistema de Proteção Limitador de Quedas de Altura devem ser armazenadas em local apropriado. integrado ao Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção .br Site: www. inbraep@inbraep.06m (sessenta milímetros) e altura mínima de 10.com. O projeto deve ser assinado por profissional legalmente habilitado. Na parte inferior do Sistema Limitador de Quedas de Altura.

com. deve-se observar que: a) todos os trabalhadores sejam qualificados e recebam treinamento específico para o tipo de andaime em operação. As montagens de andaimes dos tipos fachadeiros. Os requisitos de segurança para a montagem das redes devem atender às Normas EN 1263-1 e EN 1263-2. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . e b) detalhes dos procedimentos sequenciais para as operações de montagem e desmontagem. com segurança. a identificação do fabricante. inbraep@inbraep.INBRAEP . pisos e contraventamentos dos andaimes. as cargas de trabalho a que estarão sujeitos. dentre outras informações: a) especificação de materiais. com profissional legalmente habilitado pertencente ao seu quadro de empregados ou societário. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 35 . Os montantes dos andaimes metálicos devem possuir travamento contra o desencaixe acidental. ou totalmente de madeira. ser antiderrapante. desmontagem e movimentação de andaimes próximos às redes elétricas. suspensos e em balanço devem ser precedidas de projeto elaborado por profissional legalmente habilitado. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. do qual conste a data de seu último exame médico ocupacional e treinamento. 6.br É facultada a colocação de tecidos sobre a rede. sua estrutura de sustentação e fixação. podem fabricar andaimes completos ou quaisquer componentes estruturais. As superfícies de trabalho dos andaimes devem possuir travamento que não permita seu deslocamento ou desencaixe. As redes de segurança devem ser confeccionadas de modo a atender aos testes previstos nas Normas EN 1263-1 e EN 1263-2. com estrutura metálica e forração do piso em material sintético ou em madeira. de forma aparente e indelével. No PCMAT (Programa de Condições e Meio Ambiente de Trabalho) devem ser inseridas as precauções que devem ser tomadas na montagem. suspensos e em balanço devem ser acompanhados pela respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica. Os pisos dos andaimes devem ser dimensionados por profissional legalmente habilitado.com. b) é obrigatório o uso de cinto de segurança tipo paraquedista e com duplo talabarte que possua ganchos de abertura mínima de cinquenta milímetros e dupla trava. O piso de trabalho dos andaimes deve ter forração completa. tubos.Proibida a reprodução por qualquer meio. lote e ano de fabricação.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Os andaimes devem ser dimensionados e construídos de modo a suportar. nivelado e fixado ou travado de modo seguro e resistente.inbraep.610/98. deve ser realizado por profissional legalmente habilitado.3Andaimes e Plataformas de Trabalho O dimensionamento dos andaimes.br Site: www. desde que prevista no projeto do Sistema Limitador de Quedas de Altura. c) as ferramentas utilizadas devem ser exclusivamente manuais e com amarração que impeça sua queda acidental. Lei 9. que impeçam a queda de pequenos objetos. Nas atividades de montagem e desmontagem de andaimes. O piso de trabalho dos andaimes pode ser totalmente metálico ou misto. dimensões e posições de ancoragens e estroncamentos. Os fabricantes dos andaimes devem ser identificados e fornecer instruções técnicas por meio de manuais que contenham. Os projetos de andaimes do tipo fachadeiro. e d) os trabalhadores devem portar crachá de identificação e qualificação. É vedada a utilização de andaimes sem as gravações. Somente empresas regularmente inscritas no CREA. Devem ser gravados nos painéis. referência do tipo.

1 escadas. fixada a estrutura da mesma. Os andaimes devem dispor de sistema guarda-corpo e rodapé. Os andaimes cujos pisos de trabalho estejam situados a mais de um metro de altura devem possuir escadas ou rampas. É proibido o deslocamento das estruturas dos andaimes com trabalhadores sobre os mesmos.Proibida a reprodução por qualquer meio.1 Andaimes Simplesmente Apoiados Os montantes dos andaimes devem ser apoiados em sapatas sobre base sólida e nivelada capazes de resistir aos esforços solicitantes e às cargas transmitidas. inbraep@inbraep. que pode ser: a) escada metálica. O acesso aos andaimes deve ser feito de maneira segura. O acesso aos andaimes tubulares deve ser feito de maneira segura por escada incorporada à sua estrutura. sobre o piso de trabalho de andaimes.inbraep.com.INBRAEP .1.br A madeira para confecção de andaimes deve ser de boa qualidade. b) escada do tipo marinheiro. O ponto de instalação de qualquer aparelho de içar materiais deve ser escolhido. montada interna ou externamente ao andaime. O acesso pode ser ainda por meio de portão ou outro sistema de proteção com abertura para o interior do andaime e com dispositivo contra abertura acidental. montada externamente à estrutura do andaime conforme visto anteriormente no item 6. ou c) escada para uso coletivo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.90m (noventa centímetros). com largura mínima de oitenta centímetros. Lei 9.3. sem apresentar nós e rachaduras que comprometam a sua resistência. É proibida. É proibido retirar qualquer dispositivo de segurança dos andaimes ou anular sua ação. com exceção do lado da face de trabalho. É proibido trabalho em andaimes apoiados sobre cavaletes que possuam altura superior a 2. sendo proibido o uso de pintura que encubra imperfeições.00m (dois metros) e largura inferior a 0. de modo a não comprometer a estabilidade e segurança do andaime. corrimãos e degraus antiderrapantes. a utilização de escadas e outros meios para se atingirem lugares mais altos.com. em todo o perímetro. inclusive nas cabeceiras. É proibida a utilização de aparas de madeira na confecção de andaimes. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. seca. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98. 6. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 36 .br Site: www. incorporada ou acoplada aos painéis com dimensões de quarenta centímetros de largura mínima e a distância entre os degraus uniforme e compreendida entre vinte e cinco e trinta e cinco centímetros. É proibido o trabalho em andaimes na periferia da edificação sem que haja proteção tecnicamente adequada.

Lei 9. Sua carga deve ser distribuída de modo uniforme. As torres de andaimes não podem exceder. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Os painéis dos andaimes fachadeiros destinados a suportar os pisos e/ou funcionar como travamento.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. quatro vezes a menor dimensão da base de apoio. devem ser contrapinados ou travados com parafusos.INBRAEP . Os acessos verticais ao andaime fachadeiro devem ser feitos em escada incorporada a sua própria estrutura ou por meio de torre de acesso.610/98.com.br Os andaimes de madeira somente podem ser utilizados em obras de até três pavimentos ou altura equivalente e devem ser projetados por profissional legalmente habilitado. edificação ou instalação. em altura. contrapinos. Os andaimes tubulares móveis podem ser utilizados somente sobre superfície plana. A tela prevista deve ser completa e ser instalada desde a primeira plataforma de trabalho até dois metros acima da última. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. As peças de contraventamento devem ser fixadas nos montantes por meio de parafusos. devidamente travados ou contrapinados. que resista a seus esforços e permita a sua segura movimentação através de rodízios. de modo que assegurem a estabilidade e a rigidez necessárias ao andaime. braçadeiras ou similar. A movimentação vertical de componentes e acessórios para a montagem e/ou desmontagem de andaime fachadeiro deve ser feita por meio de cordas ou por sistema próprio de içamento. por meio de amarração e estroncamento. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 37 .3. de modo a resistir aos esforços a que estará sujeito.br Site: www. braçadeiras ou por encaixe em pinos. Os andaimes fachadeiros devem ser externamente cobertos por tela de material que apresente resistência mecânica condizente com os trabalhos e que impeça a queda de objetos. braçadeiras ou similar. após encaixados nos montantes.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. sem obstruir a circulação de pessoas e ser limitada pela resistência da forração da plataforma de trabalho.3.3 Andaimes Móveis Os rodízios dos andaimes devem ser providos de travas. 6. quando não estaiadas. 6. O andaime deve ser fixado à estrutura da construção. Os montantes do andaime fachadeiro devem ter seus encaixes travados com parafusos. de modo a evitar deslocamentos acidentais.com.2 Andaimes Fachadeiros Os andaimes fachadeiros não devem receber cargas superiores às especificadas pelo fabricante. inbraep@inbraep.

através de procedimentos operacionais e de dispositivos ou equipamentos específicos para tal fim. colocada em local visível. inbraep@inbraep. quando de fábrica.INBRAEP .br Site: www. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 38 . Lei 9. as especificações técnicas do fabricante. (O profissional habilitado é o engenheiro civil ou tecnólogo em edificações) Os andaimes suspensos devem possuir placa de identificação.com. de tal forma a eliminar quaisquer oscilações. ligado a cabo–guia fixado em estrutura independente da estrutura de fixação e sustentação do andaime suspenso.br 6. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98. ligado ao trava-quedas de segurança este. A instalação e a manutenção dos andaimes suspensos devem ser feitas por trabalhador qualificado.3.4 Andaimes Em Balanço Os andaimes em balanço devem ter sistema de fixação à estrutura da edificação capaz de suportar três vezes os esforços solicitantes.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sob supervisão e responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado obedecendo. onde conste a carga máxima de trabalho permitida. Deve ser garantida a estabilidade dos andaimes suspensos durante todo o período de sua utilização.5 Andaimes Suspensos Os sistemas de fixação e sustentação e as estruturas de apoio dos andaimes suspensos devem ser precedidos de projeto elaborado e acompanhado por profissional legalmente habilitado.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. A estrutura do andaime deve ser convenientemente contraventada e ancorada.3. 6. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista.

pedras ou qualquer outro meio similar.br A sustentação dos andaimes suspensos deve ser feita por meio de vigas. essa deve ser precedida de estudos de verificação estrutural sob responsabilidade de profissional legalmente habilitado. no mínimo. d) ter contraventamentos que impeçam seu deslocamento horizontal. c) ser de concreto.INBRAEP .610/98. A verificação estrutural e as especificações técnicas para a sustentação dos andaimes suspensos em platibanda ou beiral de edificação devem permanecer no local de realização dos serviços. constando essa especificação do projeto emitido.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Na utilização do sistema contrapeso como forma de fixação da estrutura de sustentação dos andaimes suspensos. com seu peso conhecido e marcado de forma indelével em cada peça.br Site: www. b) ser fixado à estrutura de sustentação dos andaimes. três vezes o maior esforço solicitante.inbraep. deve ser adequadamente fixada. voltada para o interior da construção. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Em caso de sustentação de andaimes suspensos em platibanda ou beiral da edificação. aço ou outro sólido não granulado. e. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. A extremidade do dispositivo de sustentação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 39 . A sustentação dos andaimes suspensos somente pode ser apoiada ou fixada em elemento estrutural.Proibida a reprodução por qualquer meio. inbraep@inbraep. afastadores ou outras estruturas metálicas de resistência equivalente a.com. este deve atender as seguintes especificações mínimas: a) ser invariável quanto à forma e peso especificados no projeto. É proibida a fixação de sistemas de sustentação dos andaimes por meio de sacos com areia. Lei 9.

b) ser acionado por meio de alavancas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 40 . possuir segunda trava de segurança para catraca. Os dispositivos de suspensão devem ser diariamente verificados pelos usuários e pelo responsável pela obra. Lei 9. Os guinchos de elevação para acionamento manual devem observar os seguintes requisitos: a) ter dispositivo que impeça o retrocesso do tambor para catraca. na subida e na descida do andaime.INBRAEP . Os usuários e o responsável pela verificação devem receber treinamento e manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. a partir do térreo.com. devendo o respectivo sulco ser mantido em bom estado de limpeza e conservação. manivelas ou automaticamente. O estrado do andaime deve estar fixado aos estribos de apoio e o guarda-corpo ao seu suporte. É vedada a utilização de guinchos tipo catraca dos andaimes suspenso para prédios acima de oito pavimentos. Os cabos de aço utilizados nos guinchos tipo catraca dos andaimes suspensos devem: a) ter comprimento tal que para a posição mais baixa do estrado restem pelo menos seis voltas sobre cada tambor.inbraep.com. Os cabos de suspensão devem trabalhar na vertical e o estrado na horizontal. Os quadros dos guinchos de elevação devem ser providos de dispositivos para fixação de sistema guardacorpo e rodapé. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Sobre os andaimes suspensos somente é permitido depositar material para uso imediato.br É proibido o uso de cabos de fibras naturais ou artificiais para sustentação dos andaimes suspensos. e b) passar livremente na roldana. A largura mínima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos deve ser de sessenta e cinco centímetros.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www.610/98. É proibida a interligação de andaimes suspensos para a circulação de pessoas ou execução de tarefas. É proibido acrescentar trechos em balanço ao estrado de andaimes suspensos. e c) ser dotado da capa de proteção da catraca. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Os andaimes suspensos devem ser convenientemente fixados à edificação na posição de trabalho. ou altura equivalente. antes de iniciados os trabalhos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . É proibida a utilização de andaimes suspensos para transporte de pessoas ou materiais que não estejam vinculados aos serviços em execução.

inbraep@inbraep. Quando utilizado apenas um guincho de sustentação por armação é obrigatório o uso de um cabo de segurança adicional de aço.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 41 . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . e. Os estrados dos andaimes suspensos mecânicos podem ter comprimento máximo de 8. quando utilizado um guincho em cada armação. Lei 9. deve ser de noventa centímetros. c) aterramento elétrico. ligado a dispositivo de bloqueio mecânico automático. quando acionado. 6.inbraep.INBRAEP . e) fim de curso superior e batente. O conjunto motor deve ser equipado com dispositivo mecânico de emergência. quando utilizado um guincho em cada armação.3.br Site: www.00 (oito metros). devendo permanecer nivelados no ponto de trabalho.br A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos.com.6 Andaimes Suspensos Motorizados Na utilização de andaimes suspensos motorizados deverá ser observada a instalação dos seguintes dispositivos: a) cabos de alimentação de dupla isolação. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. O equipamento deve ser desligado e protegido quando fora de serviço. que acionará automaticamente em caso de pane elétrica de forma a manter a plataforma de trabalho parada em altura e.610/98. observando-se a sobrecarga indicada pelo fabricante do equipamento. deve ser de noventa centímetros. d) dispositivo Diferencial Residual (DR).Proibida a reprodução por qualquer meio. permitir a descida segura até o ponto de apoio inferior. b) plugs/tomadas blindadas. Os andaimes motorizados devem ser dotados de dispositivos que impeçam sua movimentação. quando sua inclinação for superior a 15º (quinze graus). A largura máxima útil da plataforma de trabalho dos andaimes suspensos.

ou ainda. Os manuais de orientação do fabricante. não podendo possuir engrenagens de cremalheira. Em caso de pane elétrica o equipamento deve possui dispositivos mecânicos de emergência que mantenham a plataforma parada permitindo o alívio manual por parte do operador para descida segura da mesma até sua base. não podendo exceder a inclinação máxima indicada pelo fabricante.ABNT ou de entidades internacionais por ela referendadas.com. especificações técnicas e manuais de montagem. Todos os trabalhadores usuários de plataformas devem receber orientação quanto ao correto carregamento e posicionamento dos materiais na plataforma. sendo proibida a circulação de trabalhadores dentro daquele espaço.Proibida a reprodução por qualquer meio.CONMETRO. A instalação. É responsabilidade do fabricante ou locador a indicação dos esforços na estrutura e apoios da plataforma. de forma a garantir que os roletes permaneçam em contato com as guias. O equipamento somente deve ser operado por trabalhador qualificado. No percurso vertical da plataforma não pode haver interferências que possam obstruir o seu livre deslocamento.7 Plataforma de Trabalho com Sistema de Movimentação Vertical em Pinhão e Cremalheira e Plataformas As plataformas de trabalho com sistema de movimentação vertical em pinhão e cremalheira e as plataformas hidráulicas devem observar as especificações técnicas do fabricante quanto à montagem. manutenção e inspeção periódica dessas plataformas de trabalho devem ser feitas por trabalhador qualificado. O equipamento deve ser dotado de dispositivos de segurança que garantam o perfeito nivelamento da plataforma no ponto de trabalho. O último elemento superior da torre deve ser cego.3. os projetos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. São proibidas a improvisação na montagem de trechos em balanço e a interligação de plataformas. manutenção. Normalização e Qualidade Industrial . Os usuários devem receber treinamento para a operação dos equipamentos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. operação.610/98. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. operação. devem ficar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. em língua portuguesa. atendendo ao previsto nas normas técnicas da Associação Brasileira de Normas Técnicas . salvo situações especiais tecnicamente comprovadas por profissional legalmente habilitado.INBRAEP . bem como a indicação dos pontos que resistam a esses esforços. Em caso de equipamento importado. A plataforma deve dispor de sistema de sinalização sonora acionado automaticamente durante sua subida e descida. Todos os trabalhadores devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado a um cabo guia fixado em estrutura independente do equipamento.br 6. quando utilizadas. A capacidade de carga mínima no piso de trabalho deve ser de cento cinquenta quilogramas força por metro quadrado. inspeção e desmontagem devem ser revisados e referendados por profissional legalmente habilitado no país. outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia.br Site: www. devem oferecer a mesma resistência do piso da plataforma. O responsável pela verificação diária das condições de uso do equipamento deve receber manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. sob responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado. inbraep@inbraep. manutenção. As extensões telescópicas. Lei 9. desmontagem e às inspeções periódicas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 42 . sob supervisão e responsabilidade técnica de profissional legalmente habilitado. A plataforma deve possuir no painel de comando botão de parada de emergência. O equipamento deve estar afastado das redes elétricas ou estas estarem isoladas conforme as normas específicas da concessionária local. A área sob a plataforma de trabalho deve ser devidamente sinalizada e delimitada.

No caso de utilização de plataforma com chassi móvel. É proibida a utilização das plataformas de trabalho para o transporte de pessoas e materiais não vinculados aos serviços em execução.com. e. A utilização das plataformas sem ancoragem ou estroncamento deve seguir rigorosamente as condições de cada modelo indicadas pelo fabricante. O espaçamento entre as ancoragens ou estroncamentos deve obedecer às especificações do fabricante e serem indicadas no projeto. inclusive nas extensões telescópicas. A plataforma de trabalho deve ter seus acessos dotados de dispositivos eletro-eletrônicos que impeçam sua movimentação quando abertos. É proibido realizar qualquer trabalho sob intempéries ou outras condições desfavoráveis que exponham a risco os trabalhadores. este deve ficar devidamente nivelado. inbraep@inbraep. b) plugs/tomadas blindadas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 43 . desligado e protegido contra acionamento não autorizado. devem observar as especificações do fabricante. h) botoeira de comando de operação com atuação por pressão contínua. 6. cabos. Os guarda-corpos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.8 Plataformas por Cremalheira As plataformas por cremalheira devem dispor dos seguintes dispositivos: a) cabos de alimentação de dupla isolação.br Os elementos de fixação utilizados no travamento das plataformas devem ser devidamente dimensionados para suportar os esforços indicados em projeto. permanecendo dessa forma durante seu uso e desmontagem.d) dispositivo Diferencial Residual (DR). e) limites elétricos de percurso superior e inferior. g) freio automático de segurança.INBRAEP .com.Proibida a reprodução por qualquer meio. quando fora de serviço. f) motofreio. A ancoragem da torre é obrigatória quando a altura desta for superior a nove metros. correntes ou qualquer outro material flexível. patolado ou travado no início de montagem das torres verticais de sustentação da plataforma. deve ficar no nível da base. O equipamento.br Site: www. c) aterramento elétrico.610/98. Lei 9. não sendo permitido o uso de cordas.inbraep.3.

com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. quando a sustentação for através de cabo de aço.9 Cadeira Suspensa Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes. quando a sustentação for por meio de cabo de fibra sintética. c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia. A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética.inbraep. ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br 6. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP .610/98. é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual).Proibida a reprodução por qualquer meio. A cadeira suspensa deve dispor de: a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança.3. Lei 9. d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto. É proibida a improvisação de cadeira suspensa. em caracteres indeléveis e bem visíveis. a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura.br Site: www. O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do cabo-guia do travaquedas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 44 .com. b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança. inbraep@inbraep.

b) suportar uma carga pontual de 1. capaz de erguer-se para atingir ponto ou local de trabalho elevado. a serem utilizados nos serviços de limpeza. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 45 . 6. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. Lei 9. como aço inoxidável ou material de características equivalentes.br Site: www.4 Plataformas de Trabalho Aéreo Plataforma de Trabalho Aéreo – PTA é o equipamento móvel.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. manutenção e restauração de fachadas.200 Kgf (mil e duzentos quilogramas-força). Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. manutenção e inspeções periódicas.br 6.Proibida a reprodução por qualquer meio. b) alça de apoio interno. O equipamento deve ser dotado de: a) dispositivos de segurança que garantam seu perfeito nivelamento no ponto de trabalho. dotado de uma estação de trabalho (cesto ou plataforma) e sustentado em sua base por haste metálica (lança) ou tesoura. devem possuir previsão para a instalação de dispositivos destinados à ancoragem de equipamentos de sustentação de andaimes e de cabos de segurança para o uso de proteção individual.com.3. c) constar do projeto estrutural da edificação. Os pontos de ancoragem de equipamentos e dos cabos de segurança devem ser independentes. conforme especificação do fabricante.10 Ancoragem As edificações com no mínimo quatro pavimentos ou altura de 12m (doze metros). Os itens 6. a partir do nível do térreo. manutenção e restauração de fachadas. Os pontos de ancoragem devem: a) estar dispostos de modo a atender todo o perímetro da edificação. 6.1 Requisitos Mínimos de Segurança A PTA deve atender às especificações técnicas do fabricante quanto a aplicação.4.inbraep. autopropelido ou não.610/98. operação. d) ser constituídos de material resistente às intempéries.10 mencionados não se aplicam às edificações que possuírem projetos específicos para instalação de equipamentos definitivos para limpeza.3.INBRAEP .

por meio de: a) cabos de alimentação de dupla isolação.br c) guarda-corpo que atenda às especificações do fabricante ou. inbraep@inbraep. ao disposto na proteção contra quedas. c) Dispositivos de proteção individual. h) Estabilizadores.br Site: www. na falta destas. conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. 6. hidráulico e de combustível. c) aterramento elétrico. sinais de aviso e de controle. cabos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. o operador deve manter: a) visão clara do caminho a ser percorrido. É responsabilidade do usuário conduzir sua equipe de operação e supervisionar o trabalho.2 Operação Os manuais de operação e manutenção da PTA devem ser redigidos em língua portuguesa e estar à disposição no canteiro de obras ou frentes de trabalho. Cabe ao operador. d) Sistemas de ar.610/98.INBRAEP . É proibido o uso de cordas. g) Placas. quando constituída de anteparos rígidos. realizar a inspeção diária do local de trabalho no qual será utilizada a PTA. c) distância mínima de obstáculos aéreos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 46 .4. i) Demais itens especificados pelo fabricante. b) distância segura de obstáculos. conforme especificado em projeto ou ordem de serviço. Lei 9. eixos expansíveis e estrutura em geral. f) Pneus e rodas. d) painel de comando com botão de parada de emergência. depressões. cabos e chicotes elétricos.com. b) Dispositivos de segurança do equipamento. previamente capacitado pelo empregador conforme item 6. A inspeção visual deve contemplar a correta fixação de todas as peças. d) Dispositivo Diferencial Residual (DDR).Proibida a reprodução por qualquer meio. verificando-se o perfeito ajuste e funcionamento dos seguintes itens: a) Controles de operação e de emergência. É responsabilidade do usuário fornecer ao operador responsável o manual de procedimentos para a rotina de verificação diária. e) dispositivo de emergência que possibilite baixar o trabalhador e a plataforma até o solo em caso de pane elétrica. b) plugs e tomadas blindadas. a fim de garantir a operação segura da PTA. hidráulica ou mecânica. incluindo proteção contra quedas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com.5. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.4 Capacitação. Antes do uso diário ou no início de cada turno devem ser realizados inspeção visual e teste funcional na PTA. e) Painéis. Antes e durante a movimentação da PTA. correntes ou qualquer outro material flexível em substituição ao guardacorpo. rampas e outros fatores de risco. A PTA deve possuir proteção contra choques elétricos. f) sistema sonoro automático de sinalização acionado durante a subida e a descida.inbraep. em sistema de guarda-corpo e rodapé da NR-18.

o operador deve certificar-se de que: a) estabilizadores. a existência de declives. A capacidade nominal de carga definida pelo fabricante não pode ser ultrapassada em nenhuma hipótese. estradas de ferro. A PTA não deve ser operada quando posicionada sobre caminhões. a visibilidade. andaimes ou outros veículos. A PTA não pode ser deslocada em rampas com inclinações superiores à especificada pelo fabricante. A PTA não deve ser posicionada junto a qualquer outro objeto que tenha por finalidade lhe dar equilíbrio. O equipamento deve estar afastado das redes elétricas de acordo com o manual do fabricante ou estar isolado conforme as normas específicas da concessionária de energia local.inbraep. a menos que tenha sido projetada para este fim. o operador deve verificar a área de operação do equipamento.Proibida a reprodução por qualquer meio. inbraep@inbraep. devem ser tomadas precauções especiais. de forma a impedir a circulação de trabalhadores. b) os obstáculos aéreos tenham sido removidos ou estejam a uma distância adequada. carros.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. o trânsito.INBRAEP . trailers. observando as condições da superfície.com. eixos expansíveis ou outros meios de manter a estabilidade estejam sendo utilizados conforme as recomendações do fabricante. a fim de certificar-se de que: a) a superfície de operação esteja de acordo com as condições especificadas pelo fabricante e projeto. a localização da equipe e outros fatores de risco de acidente. c) as distâncias para aproximação segura das linhas de força energizadas e seus componentes sejam respeitadas.br Site: www. Todas as situações de mau funcionamento e os problemas identificados devem ser corrigidos antes de se colocar o equipamento em funcionamento. devendo o fato ser analisado e registrado em documento específico. Durante o uso da PTA. Lei 9.br O operador deve limitar a velocidade de deslocamento da PTA. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 47 . antes de baixar a estação de trabalho. d) inexistam condições climáticas que indiquem a paralisação das atividades.11 da NR-18. vias e equipamentos similares. A área de operação da PTA deve ser delimitada e sinalizada.22. ou sobre qualquer extensão da plataforma. Todos os trabalhadores na PTA devem utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista ligado ao guarda-corpo do equipamento ou a outro dispositivo específico previsto pelo fabricante.610/98. de acordo com o projeto. de acordo com o item 18. c) todas as pessoas que estiverem trabalhando no equipamento utilizem dispositivos de proteção contra quedas e outros riscos. b) a carga e sua distribuição na estação de trabalho. obedecendo ao disposto na NR-10. estejam em conformidade com a capacidade nominal determinada pelo fabricante para a configuração específica. Quando houver outros equipamentos móveis ou veículos no local. O operador deve assegurar-se de que não haja pessoas ou equipamentos nas áreas adjacentes à PTA. de acordo com o projeto. e) estejam presentes no local somente as pessoas autorizadas. Antes da utilização da PTA. Qualquer alteração no funcionamento da PTA deve ser relatada e reparada antes de se prosseguir com seu uso. especificadas em projeto ou ordem de serviço. f) não existam riscos adicionais de acidentes. veículos flutuantes. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

com. sinais de aviso e controles.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. deficiências encontradas.610/98. datas. b4.contemplando. a data em que foi realizado cada reparo. placas. b2. b) registros de todos os reparos realizados. O proprietário da PTA deve conservar. contendo: b1. a PTA deve ser removida de serviço imediatamente até que o reparo necessário seja efetuado. controles inferiores e superiores. Lei 9. funções e controles de velocidade.3 Manutenção É responsabilidade do proprietário manter um programa de manutenção preventiva de acordo com as recomendações do fabricante e com o ambiente de uso do equipamento. identificação dos responsáveis pelo reparo. a4. desligada e protegida contra acionamento não autorizado. a2. 6. identificação dos responsáveis pela liberação para uso. a2. a descrição do trabalho realizado. óleo hidráulico. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . onde não haja risco de fogo ou explosão. As baterias devem ser recarregadas em área ventilada. por um período de cinco anos. O programa deve ser supervisionado por profissional legalmente habilitado. a3. dispositivos de segurança e emergência. a PTA deve permanecer recolhida em sua base. a5. contendo: a1. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Quando identificadas falhas que coloquem em risco a operação. inbraep@inbraep. b3.com. tais como elementos de fixação e dispositivos de travamento. óleo do motor e de refrigeração.br Site: www. b) ajuste e substituição de peças gastas ou danificadas. identificação dos responsáveis. descanso e limites de funcionamento. Os equipamentos que não forem utilizados por um período superior a três meses devem ser submetidos à manutenção antes do retorno à operação. a4.Proibida a reprodução por qualquer meio.INBRAEP . A manutenção deve ser efetuada por pessoa com qualificação específica para a marca e modelo do equipamento.br Quando fora de serviço. c) lubrificação de partes móveis. a3. e) inspeção visual dos componentes estruturais e de outros componentes críticos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 48 . ação corretiva recomendada. no mínimo: a) verificação de: a1.inbraep. a seguinte documentação: a) registros de manutenção. d) inspeção dos elementos do filtro.4. rede e mecanismos de cabos.

c) orientar os trabalhadores quanto ao uso. seja por venda.22.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. É vedado: a) o uso de pranchas. inspeção e operação. c) a realização de qualquer trabalho sob condições climáticas que exponham trabalhadores a riscos. Os fornecedores devem manter cópia dos manuais de operação e manutenção.INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 49 .610/98. os princípios básicos de segurança. Lei 9. abordando.Proibida a reprodução por qualquer meio.4. carregamento e posicionamento dos materiais na estação de trabalho da PTA. d) a operação de equipamento em situações que contrariem as especificações do fabricante quanto a velocidade do ar. arrendamento ou locação. o equipamento deve atender ao disposto na norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas. ou em um similar. A comprovação da capacitação deve ser feita por meio de certificado. O usuário deve impedir a operação da PTA por trabalhador não capacitado. Os avisos contendo informações de segurança devem ser redigidos em língua portuguesa. escadas e outros dispositivos que visem atingir maior altura ou distância sobre a PTA. no seu próprio local de trabalho. arrendamento ou venda e ser mantidos no local de uso do equipamento.1 da NR-18 e ser treinado no modelo de PTA a ser utilizado.com. no mínimo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Cabe ao usuário determinar a classificação de perigo de qualquer atmosfera ou localização de acordo com a norma ANSI/NFPA 505 e outras correlatas Para operação em locais perigosos. de forma compatível com o equipamento a ser utilizado e com o ambiente esperado. inclinação da plataforma em relação ao solo e proximidade a redes de energia elétrica. Cabe ao usuário: a) capacitar sua equipe para a inspeção e a manutenção da PTA. devendo ser fornecidos em qualquer locação. inbraep@inbraep.5 Disposições Finais Estes conceitos não se aplicam às PTAs para serviços em instalações elétricas energizadas. 6.br 6. de acordo com as recomendações do fabricante. As instruções de operação do fabricante e a capacitação requerida devem ser fornecidas em cada entrega. b) conservar os registros dos operadores treinados em cada modelo de PTA por um período de cinco anos. A capacitação deve contemplar o conteúdo programático estabelecido pelo fabricante. especificações técnicas e manuais de operação e serviço dos equipamentos importados devematender ao previsto nas normas técnicas vigentes no país.inbraep. Os projetos. b) a utilização da PTA como guindaste.4. A PTA deve ser inspecionada e revisada segundo as exigências do fabricante antes de cada entrega por venda.br Site: www. Os manuais de operação e manutenção são considerados parte integrante do equipamento. arrendamento ou locação. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com.4 Capacitação O operador deve ser capacitado de acordo com o item 18.

qualidade e durabilidade equivalentes. É proibida a realização de trabalho ou atividades em telhados ou coberturas sobre fornos ou qualquer equipamento do qual possa haver emanação de gases. definição dos locais para instalação de cabo-guia de aço para possibilitar uso do cinto de segurança e controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para os serviços.INBRAEP . visto que é o motivo principal de graves acidentes. 6. seu estado e resistência. ferramentas e ou equipamentos.610/98. é obrigatória a existência de sinalização de advertência e de isolamento da área capazes de evitar a ocorrência de acidentes por eventual queda de materiais.Proibida a reprodução por qualquer meio. devendo necessariamente ser verificado: o tipo de telha. Trabalhadores devem ser orientados que é proibido qualquer tipo de carga concentrada sobre as telhas. definição de trajeto sobre o telhado visando deslocamento racional.5 Serviços Em Telhados e Coberturas Para trabalho em telhados e coberturas devem ser utilizados dispositivos dimensionados por profissional legalmente habilitado e que permitam a movimentação segura dos trabalhadores. sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de telhas ou outros materiais. É proibida a concentração de cargas em um mesmo ponto sobre telhado ou cobertura. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 50 . ventos fortes ou superfícies escorregadias. Lei 9. ampliação e reforma em telhados ou coberturas devem ser precedidos de inspeção e de elaboração de Ordens de Serviço ou Permissões para Trabalho. É obrigatória a instalação de cabo guia ou cabo de segurança para fixação de mecanismo de ligação por talabarte acoplado ao cinto de segurança tipo pára-quedista. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos. Nos locais sob as áreas onde se desenvolvam trabalhos em telhados e ou coberturas. O cabo de segurança deve ter sua(s) extremidade(s) fixada(s) à estrutura definitiva da edificação. provenientes ou não de processos industriais. suporte ou grampo(s) de fixação de aço inoxidável ou outro material de resistência.br Site: www. É proibida a realização de trabalho ou atividades em telhados ou coberturas em caso de ocorrência de chuvas.br e) o uso da PTA para o transporte de trabalhadores e materiais não relacionados aos serviços em execução.com. Os serviços de execução. por meio de espera(s) de ancoragem. o mesmo deve ser desligado previamente à realização de serviços ou atividades em telhados ou coberturas. Todo o serviço realizado sobre o telhado exige um planejamento prévio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.inbraep. inbraep@inbraep. manutenção.com. Havendo equipamento com emanação de gases. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . contendo os procedimentos a serem adotados.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.INBRAEP .Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9.br Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep.610/98.com.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 51 . inbraep@inbraep.br Site: www.

Correntes para sinalização em ABS Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização.INBRAEP . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . poços de inspeção. Tapetes de borracha Acessório utilizado para isolação contra contatos indiretos a eletricidade e contra escorregões em ambientes escorregadios.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. cujo percurso pode levá-los à exposição ao risco existente. sistema. fixo ou móvel de abrangência coletiva. interdição. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 52 . órgãos públicos ou empresas que realizam trabalhos externos. Fita de Sinalização Utilizada quando da delimitação e isolamento de áreas de trabalho interna e externamente na sinalização. balizamento ou demarcação em geral por indústrias. São utilizados para proteção de segurança enquanto um grupo de pessoas realiza determinada tarefa ou atividade.inbraep. Essas medidas visam à proteção não só de trabalhadores envolvidos com a atividade principal que será executada e que gerou o risco. Lei 9. sinalizador STROBO.EPC Equipamento de Proteção Coletiva – EPC é todo dispositivo. destinado a preservar a integridade física e a saúde dos trabalhadores usuários e terceiros. Placas de sinalização São utilizadas para sinalizar perigo (perigo de vida. visando à equipotencialização e proteção pessoal contra energização indevida do circuito em intervenção.1 Exemplos de EPC Conjunto de aterramento Equipamento destinado à execução de aterramento temporário. Grade Metálica Dobrável Isolamento e sinalização de áreas de trabalho. como também à proteção de outros funcionários que possam executar atividades paralelas nas redondezas ou até de passantes. 7. Cone de Sinalização Sinalização de áreas de trabalho e obras em vias públicas ou rodovias e orientação de trânsito de veículos e de pedestres. a sinalização tem um papel fundamental para a segurança no trabalho. balizamento ou demarcação em geral.610/98.) e situação dos equipamentos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. bandeirola.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. podendo ser utilizado em conjunto com a fita zebrada. construtoras.com. etc. não perdendo a cor ou descascando com a ação de mal tempo. entrada de galerias subterrâneas e situações semelhantes. Excelente para uso externo.br 7 EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COLETIVA . etc. interdição. transportes. ou meio.

Veremos mais sobre este equipamento nas unidades posteriores. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. sendo que aqui deverá existir uma maior preocupação quanto à seleção do sistema mais apropriado. inbraep@inbraep.inbraep. instaladas de forma fixa ou temporária e em relação às quais são ancorados os Equipamentos de Proteção Individual Antiqueda. Existem linhas de vida do tipo vertical ou horizontal. tendo em conta se pretendemos obter um simples Sistema de Travamento de Queda ou um Sistema de Posicionamento de Trabalho.br 7. como bloqueadores automáticos. cabo sintético (novidade) ou calha ou carril de alumínio. No que diz respeito às linhas de vida horizontais e fixas. Lei 9.1. mosquetões. inox ou galvanizado.com.br Site: www.610/98.1 Linha de Vida Genericamente. existem mais soluções e que passam pela instalação de cabo de aço inox ou galvanizado. inox ou galvanizado.INBRAEP . cintas e cordas. possibilita a sua utilização por um. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. podemos identificar as linhas de vida como Sistemas Coletivos contra Quedas em Altura e que.com. Nas linhas de vida verticais encontramos soluções técnicas e fixas do tipo cabo de aço galvanizado ou inox (preferencial) ou do tipo de calha ou carril de alumínio (mais comum).Proibida a reprodução por qualquer meio. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 53 . dois ou mais trabalhadores.

em perfeito estado de conservação e funcionamento. que visa disciplinar as condições em que o mesmo deve ser empregado na proteção do trabalhador.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.º 6 da Portaria MTb 3214/78. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 54 . Enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas. contida na Norma Regulamentadora n.Proibida a reprodução por qualquer meio.EPI Conforme a NR-6 Equipamento de Proteção Individual – EPI é todo dispositivo de uso individual utilizado pelo empregado. destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho.610/98. A empresa é obrigada a fornecer ao empregado.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. devem ser adotados EPIs específicos e adequados às atividades desenvolvidas. Para atender situações de emergência. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Todo EPI deve possuir um Certificado de Aprovação (CA) emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego.br Site: www.inbraep. gratuitamente.com. EPI adequado ao risco. Nos trabalhos quando as medidas de proteção coletiva forem tecnicamente inviáveis ou insuficientes para controlar os riscos. nas seguintes circunstâncias:    Sempre que as medidas de ordem geral não ofereçam completa proteção contra os riscos de acidentes do trabalho ou de doenças ocupacionais. inbraep@inbraep. O emprego do Equipamento Individual é uma determinação legal. A utilização de cada EPI depende do trabalho a ser realizado. Lei 9.br 8 EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL .INBRAEP .

br 8. Lei 9. Observar as normas de segurança e medicina do trabalho. Registrar o seu fornecimento ao trabalhador. fichas ou sistema eletrônico Conforme o Art. Comunicar ao MTE (Ministério do Trabalho e Emprego) qualquer irregularidade observada. 8. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inclusive as ordens de serviço expedidas pelo empregador. II. Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado. quanto às precauções a serem tomadas no sentido de evitar acidentes do trabalho ou doenças profissionais.610/98. inbraep@inbraep. II.br Site: www. Fornecer ao empregado somente EPI’s aprovados pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. Ao uso dos Equipamentos de Proteção Individual – EPI’s fornecidos pela empresa. 157 da CLT Cabe às empresas: I. quando danificado ou extraviado.inbraep. Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica. Conforme o Art. guarda e conservação Substituir imediatamente.1 Quanto ao EPI cabe ao empregador:         Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 55 . através de ordens de serviço. Cumprir e fazer cumprir as normas de segurança e medicina do trabalho.Proibida a reprodução por qualquer meio. podendo ser adotados livros. Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado. Exigir o seu uso. Colaborar com a empresa na aplicação dos dispositivos deste capítulo (V) Parágrafo único – Constitui ato faltoso do empregado a recusa injustificada: A observância das instruções expedidas pelo empregador. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Comunicar ao empregador qualquer alteração que o torne impróprio para uso. Instruir o empregado.INBRAEP . Responsabilizar-se pela guarda e conservação. 158 da CLT Cabe aos empregados: I.2 Quanto ao EPI cabe ao empregado:     Utilizar apenas para a finalidade a que se destina.

Além de existirem diversos EPIs para diversas atividades. Proteção dos olhos contra impactos mecânicos. choque elétrico e irradiação solar. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 56 .3 Exemplos de EPIs Segue alguns exemplos de EPIs.Proibida a reprodução por qualquer meio.2 Proteção da Cabeça Capacetes de proteção Utilizado para proteção da cabeça do trabalhador contra agentes metereológicos (trabalho a céu aberto) e trabalho em local confinado. Capacete de proteção tipo aba frontal com viseira Utilizado para proteção da cabeça e face.3. Lei 9.1 Proteção dos Olhos e Face Óculos de segurança Equipamento destinado à proteção contra elementos que venham a prejudicar a visão.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . pois segundo o ministério do Trabalho o curso de NR-35. não listaremos todos.INBRAEP .610/98. queimaduras. os equipamentos mais utilizados no trabalho em altura veremos na próxima unidade. impactos provenientes de queda ou projeção de objetos. (O papel não poderá ser friccionado na lente para não riscá-la.br 8. partículas volantes e raios ultravioletas. Listaremos alguns dos mais comuns e utilizados. 8.3. inbraep@inbraep.) 8. exige somente o conhecimento de Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura.inbraep.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. em trabalho onde haja risco de explosões com projeção de partículas e queimaduras provocadas por abertura de arco voltaico (eletricidade).com. A higienização dos óculos é lavar com água e sabão neutro e secar com papel absorvente.

O PROTETOR AURICULAR. porem possui uma baixa durabilidade.3.  Obs: a limpeza do visor deve ser feita do mesmo modo que os óculos de segurança. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro. protetores auditivos descartáveis feitos de espuma.INBRAEP . geralmente não utilizados por visitantes ou pessoas que raramente necessita de seu uso. 8. o que prejudicaria a rigidez dielétrica do mesmo.br Higienização dos Capacetes   Limpá-lo mergulhando por 1 minuto num recipiente contendo água e detergente ou sabão neutro.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. exceto as espumas internas das conchas. Isso significa que. mesmo usando o protetor auricular. Protetor auditivo tipo inserção (plug) Também é utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 57 .Proibida a reprodução por qualquer meio.3 Proteção Auditiva Equipamento destinado a minimizar as consequências de ruídos prejudiciais à audição.inbraep. Lei 9. Protetor auditivo tipo concha Utilizado para proteção dos ouvidos nas atividades e nos locais que apresentem ruídos excessivos. O casco deve ser limpo com pano ou outro material que não provoque atrito. ouve-se o som mais o ruído. Há no mercado. Para higienização deve-se lavar com água e sabão neutro. Secar a sombra. sem que este afete o usuário. mas reduz o RUÍDO (que é o som indesejável) a níveis compatíveis com a saúde auditiva. evitando assim a retirada da proteção isolante de silicone (brilho).com. não anula o som. exceto as espumas internas das conchas.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep.610/98.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . As luvas de cobertura devem ser utilizadas por cima das luvas isolantes. nas cores correspondentes a cada uma das seis classes existentes. As luvas isolantes apresentam identificação no punho.Proibida a reprodução por qualquer meio. As Luvas isolantes de borrachas são classificadas pelo nível de tensão de trabalho e de teste. que contém informações importantes. Lei 9.5 kV 36 kV TENSÃO DE ENSAIO 2.com.5 KV 5 KV 10 KV 20 KV 30 KV 40 KV TENSÃO DE PERFURAÇÃO 5 KV 6 KV 20 KV 30 KV 40 KV 50 KV Para higienização deve-se. por exemplo. próximo da borda.br Luva isolante de borracha Utilizada para proteção das mãos e braços do profissional contra choque em trabalhos e atividades com circuitos elétricos energizados. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 58 . inbraep@inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.5 kV 17 kV 26. lavar com água e detergente neutro.br Site: www. umedecido em água e secar a sombra. enxaguar com água. limpar utilizando pano limpo. secar ao ar livre e a sombra e polvilhar. como a tensão de uso.com. externa e internamente. conforme tabela a seguir: TABELA – CLASSES DE LUVAS ISOLANTES (NBR 10622/89) TIPO DE CLASSE Classe 00 Classe 0 Classe I Classe II Classe III Classe IV COR Bege Vermelha Branca Amarela Verde Laranja TENSÃO DE USO 500V 1000V 7. marcada de forma indelével.610/98. Para higienização deve-se. Luva de cobertura Utilizada exclusivamente como proteção da luva isolante de borracha.INBRAEP . As luvas devem ser testadas com inflador de luvas para verificação da existência de furos. e por injeção de tensão de testes. com talco industrial.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.

secando a sombra Luva de proteção em borracha nitrilica Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra agentes químicos e biológicos.inbraep. Para higienização deve-se. impar com pano limpo e umedecido em água. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. Manga de proteção isolante de borracha Utilizada para proteção do braço e antebraço do trabalhador contra choque elétrico durante os trabalhos em circuitos elétricos energizados.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 59 . Lei 9. externa e internamente. lavar com água e detergente neutro. Para higienização deve-se.br Site: www. escoriações. secar ao ar livre e a sombra. Para higienização deve-se. lavar com água e sabão neutro. lavar com água.br Luva de proteção em raspa e vaqueta Utilizada para proteção das mãos e braços do empregado contra agentes abrasivos e escoriantes. Para higienização deve-se.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio. derrapagens e umidade.INBRAEP . Os calçados protegem os pés contra torção. impacto contra objetos imóveis e contra perfurações. Calçado de proteção tipo botina de couro Protege os pés contra impactos de objetos que caem ou são projetados. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .com. e polvilhar talco industrial. Luva De Proteção Em Pvc (Hexanol) Utilizada para proteção das mãos e punhos do empregado contra recipientes contendo óleo. solvente e ascarel. graxa. inbraep@inbraep.

Calçado de proteção tipo condutivo Utilizada para proteção dos pés quando o empregado realiza trabalhos ao potencial. escoriações. se molhado secar a sombra e nunca secar ao sol (pode causar efeito de ressecamento). derrapagens e umidade. Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. livre de poeira e umidade. armazenar em local limpo. se molhado secar a sombra e engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. Perneira de segurança Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Para uma melhor conservação e higienização deve-se.com.br Site: www. inbraep@inbraep.610/98. armazenar em local limpo. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 60 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.br Calçado de proteção tipo bota de couro (cano longo) Além de se utilizado para minimizar as consequências de impactos de objetos que caem ou são projetados.Proibida a reprodução por qualquer meio. Para uma melhor conservação e higienização dos calçados de proteção deve-se. engraxar com pasta adequada para a conservação de couros. livre de poeira e umidade.com. protege dos pés e pernas contra torção.INBRAEP . o calçado cano longo protege ataque de animais peçonhentos.

em atendimento a Instrução Normativa Nº1 de 11/04/1994 – (Programa de Proteção Respiratória . 8.3. Porém deve ser utilizado para proteção respiratória em atividades e locais que apresentem tal necessidade.com.  para trabalhos externos as vestimentas deverão possuir elementos refletivos e cores adequadas.3.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98.inbraep. cortantes e ataque de animais peçonhentos. não fazer vincos ou passar a ferro.br Utilizada para proteção das pernas contra objetos perfurantes. torcer suavemente e secar a sombra. Lei 9. secar a sombra emvaral sem partes oxidáveis. 8.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.Recomendações/ Seleção e Uso de Respiradores). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.6 Vestimentas de Segurança Vestimenta de proteção tipo condutiva Utilizada para proteção do empregado quando executa trabalhos ao potencial.br Site: www.INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 61 . lavar manualmente em água com detergente neutro. A roupa pode ser lavada em máquina automática no ciclo roupa delicada de 8 a 10 minutos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . com água com detergente neutro.7 Proteção Respiratória Destinado à utilização em áreas confinadas e sujeitas a emissão de gases e poeiras. Para higienização deve-se. Vestimenta de proteção anti chama Utilizada para proteção dos trabalhadores contra queimaduras.com.

INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. Para esse tipo de cinturão. podem ser utilizados trava-quedas instalados em cabos de aço ou flexível fixados em estruturas a serem escaladas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. vale salientar novamente que é obrigatória sua utilização em trabalhos acima de 2 metros de altura. INSPEÇÃO. com ligação obrigatoriamente frontal ou dorsal. Lei 9.com.br 9 SELEÇÃO.com.23.INBRAEP .1 Cinturão de segurança tipo pára-quedista Em atividades com risco de queda e altura superior a 2 m. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .3). Equipamento destinado à proteção contra queda de pessoas. inbraep@inbraep. deve ser usado cinturão tipo páraquedista (NR 18.br Site: www.inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 62 . CONSERVAÇÃO E LIMITAÇÃO DE USO DOS EPIs 9.

Puxe a ponta da fita até a união das duas peças. 4. inclusive no agachamento.INBRAEP . 6.inbraep. 9. 2. Ajuste e trave a fivela secundária frontal (G). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. sem o necessário reajuste dos cinturões com apenas duas fivelas.com. em seguida pela menor. 3. Passe os pés nos porta-coxas (B) já afivelados Coloque os suspensórios (C). 9.1 Forma de Vestir o Cinturão: 1. com 5 ajustes das fitas primárias e fita secundária para fechamento peitoral.610/98. 3. Pegue o cinturão pela argola dorsal (A). Oferece total conforto. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 63 .com. Passe a ponta da fita pela peça maior e. Existem vários modelos de Cinturões de Segurança. completando o travamento da fivela.br Site: www.1.3 Inspeção do Cinturão Antes de cada uso. um a um.1. cada modelo dependerá do fabricante.2 Ajuste e Travamento das Fivelas: 1. Lei 9. Retorne a ponta da fita passando pela peça maior e faça o ajuste necessário.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. pelos braços Ajuste e trave a fivela da cintura(D) Ajuste e trave as fivelas dos suspensórios (E).Proibida a reprodução por qualquer meio. 7. Pode ser usado com talabarte simples em poliéster (ligação frontal ou dorsal) ou talabarte Y em poliéster. 9. o usuário deve certificar-se de que: Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Há alguns modelos que possui argolas nos ombros para trabalho e/ou resgate em espaço confinado com o Suporte de Ombros. Ajuste e trave as fivelas dos porta-coxas (F). 2.br Geralmente os cinturões possuem tamanho único.1. 5. Lembramos que o setor de segurança ou um técnico de segurança da sua empresa deve instruí-lo na colocação do tipo do cinto que irás utilizar para o seu trabalho. inbraep@inbraep.

o cinturão é aposentado após um ano de uso ou. a vida útil do cinturão não pode ser preestabelecida.1. mesmo sem serem utilizados.br Todas as fitas de nylon estejam perfeitas.4 Manutenção do Cinturão O cinturão de segurança deve ser usado por um único trabalhador que é responsável pelos seguintes cuidados: Armazená-lo: em local seco. Lavá-lo: com sabão neutro. Teoricamente. Nunca use detergente. adota-se uma vida útil de. Todos os pontos de costura estejam perfeitos. Os talabartes com absorvedores de energia integral são desenvolvidos para dissipar a força numa queda. Praticamente. água com temperatura até 30° e escova de cerdas macias (plásticas). 9. amassados ou danificados. partes queimadas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . à sombra. produtos químicos.inbraep. cinto ou cabo e ganchos que se fecham e bloqueiam automaticamente. Para colocar e ajustar o talabarte. dependendo muito da frequência e cuidados durante o uso. Lei 9. O talabarte consiste numa corda. Existem vários tipos e modelos de talabarte.INBRAEP . para os cinturões de poliéster. no máximo. grau de exposição a produtos químicos.610/98. Não há suspeita de contaminação por produtos químicos. desfiamentos. siga os passos conforme as figuras. Verifique todos os conectores para assegurar-se de que os mesmos estejam fechados e travados antes do uso. longe da luz solar.com. Em situações bastante severas.2 Talabartes O talabarte é parte de um sistema de detenção de queda quando usado com um absorvedor de energia aprovado e fixado às conexões de detenção de queda do cinto para-quedista.br Site: www. sem desfiamentos ou descosturados. quatro anos após sua fabricação.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. mas de modo geral são divididos em dois. Deixar secar ao ar livre. mesmo que parciais. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 64 . abrasivos ou cortantes. elementos abrasivos e luz solar. Aposentá-lo: os cinturões são fabricados em poliéster e envelhecem naturalmente em contato com o ar. Talabarte simples e Talabarte Y. sem cortes. sem contato com piso de cimento.com. fontes de calor. 9. OBS: o cinturão deve ser aposentado quando houver constatação de qualquer problema na inspeção. furos. imediatamente após reter uma queda. ainda. Todos os componentes metálicos estejam sem ferrugem. rupturas.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep.

Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. já incluindo os seus conectores.INBRAEP .com.com. Veja alguns modelos e tipos de Talabarte: Ajustes do talabarte Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Verifique regularmente se os elementos estão presos e/ou ajustados durante o uso. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 65 . O comprimento total de um talabarte de segurança integral com absorvedor de energia deverá ser de no máximo 2 metros.br Site: www.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.

inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. inbraep@inbraep.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 66 .com.br Uso do gancho Uso do mosquetão Fixação do cinto de proteção e ancoragem Fixação da ancoragem na estrutura Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www.INBRAEP .

com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 67 .610/98.Proibida a reprodução por qualquer meio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. Lei 9. inbraep@inbraep.br Fixação correta ou incorreta Alcance máximo do talabarte Exigência de espaço livre mínimo para detenção Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP .inbraep.br Site: www.

Perigo de colisão ou queda em balanço É responsabilidade do adquirente do Talabarte assegura-se de que os usuários do produto estejam familiarizados com estas instruções de uso e treinados por pessoal competente. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. calor e corrosão podem danificar o talabarte. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 68 . Assegurese de que tenha sido treinado adequadamente para o uso desse equipamento e certifique-se que entende totalmente como o produto funciona.inbraep. Perigos químicos.br DEVE-SE levar em consideração o espaço livre mínimo necessário (espaço livre= D.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. Não utilize o talabarte em ambientes com temperaturas abaixo de -40°C e acima de 50°C. veja figura) abaixo do usuário para prevenir colisão com estrutura ou o chão. Espaço livre abaixo dos pés do usuário deve ser seguida conforme indicado na etiqueta do produto.. Recomendações específicas serão dadas com o subsistema. Inspeções mais frequentes são requisitadas nesses ambientes.com. inbraep@inbraep. esse plano deve levar em consideração o equipamento e o treinamento especial necessários para realizar o resgate imediato sob todas as condições previstas conforme as normas vigentes. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98.INBRAEP . O usuário deve ter um plano de resgate e os meios necessários para implementá-lo. maquinário móvel e superfícies abrasivas. Tenha cuidado quando trabalhar próximo de riscos elétricos.com.

2. escolha um ponto de ancoragem diretamente ACIMA da posição do usuário para minimizar quedas devido a oscilações. o mesmo DEVE ser removido de uso imediatamente e destruído. Além disso. o talabarte DEVE ser inspecionado uma vez a cada doze meses por pessoal autorizado pela legislação vigente no país de uso.INBRAEP . Não use o talabarte se durante a inspeção for revelada alguma condição insegura.com. enquanto o usuário se movimenta de um local para outro. Verifique a legitimidade da marca do produto. Utilize APENAS componentes aprovados. NÃO modifique ou tente consertar o talabarte. cortes. Lei 9. Sempre utilize os dois anéis “D” laterais juntos para aplicações de posicionamento de trabalho. Nunca utilize os anéis “D” laterais para proteção contra quedas ou proteção de escalada. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 69 . Estas instruções e o cartão de registro devem ser emitidos e mantidos com cada talabarte. Estes pontos também podem ser utilizados para conectar um sistema de resgate. abrasões ou outros danos. bordas desgastadas. Todos os componentes conectados ao talabarte DEVEM ser compatíveis. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. para engatar um sistema de proteção contra quedas. O comprimento total de um talabarte de segurança integral com absorvedor de energia deverá ser de no máximo 2 metros. Evite qualquer ponto de força duvidosa.br É recomendado designar o talabarte a um único usuário para possibilitar o rastreamento do seu uso. O talabarte DEVE ser totalmente inspecionado antes de cada uso para verificar que o mesmo esteja em condições de uso.inbraep.br Site: www. Assegure-se de que o talabarte esteja firme e que o movimento esteja restrito a uma distância máxima de 0.6m. 9.com. já incluindo os seus conectores. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Os talabartes duplos com absorvedor de energia permitem conexão contínua.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Ajuste o talabarte de posicionamento de trabalho para que o ponto de ancoragem seja mantido na altura da cintura ou acima dela. Um sistema de detenção de queda SOMENTE DEVE ser conectado ao ponto dorsal em anel "D” traseiro ou ao anel “D” frontal se tiver a etiqueta anexa “A” de detenção de queda.610/98. É preferível utilizar ancoragens estruturais fornecidas para esse fim ou pontos de ancoragem com uma força mínima de 15kN. solto ou arrebentado. Examine a costura para detectar qualquer ponto puxado. queimaduras.Proibida a reprodução por qualquer meio. O anel “D” das laterais de um cinto SOMENTE DEVE ser usado para conectar um sistema de posicionamento de trabalho e NUNCA para conectar um sistema de proteção contra quedas ou proteção de escalada. Se o talabarte tiver sido sujeito a detenção de queda ou forças impactantes.1 Advertências O cinturão para-quedista é o único acessório de proteção contra quedas que pode ser usado em um sistema de retenção de queda. As instruções e advertências dos componentes utilizados com o talabarte DEVEM ser seguidas. inbraep@inbraep. Sempre que possível. Examine as fitas do talabarte para detectar desgastes.

INBRAEP . conservação e armazenamento do mesmo.2. Lei 9. desgastar o tecido.inbraep. Proteja o equipamento durante o transporte preferencialmente mantendo-o guardado em sacolas próprias para melhor acondicionamento e durabilidade do mesmo. secos e limpos) antes de serem guardados. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 70 .610/98. Antes de utilizar equipamentos que estejam armazenados há muito tempo.com. tinta ou outro material estranho pode impedir o funcionamento adequado do talabarte. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Equipamentos danificados ou que necessitem de manutenção devem ser marcados como “SEM CONDIÇÕES DE USO” e retirados de serviço.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Questões referentes a condições e limpeza do talabarte devem ser direcionadas ao fabricante. luz. Não tente fazer reparos.com. o revendedor forneça instruções e informações adicionais relevantes sobre o uso. Equipamentos danificados ou que necessitem de manutenção não devem ser armazenados na mesma área que equipamentos utilizáveis. 9. arejado e sem exposição direta à luz solar. molhados ou contaminados devem ser submetidos à manutenção apropriada (por exemplo.Proibida a reprodução por qualquer meio.90m deverão possuir absorvedor de energia. Evite áreas onde o calor. inbraep@inbraep. A não observação desses avisos podem causar ferimentos graves ou morte. seco.br Site: www. a pessoa competente e responsável pelas inspeções anuais recomendadas determinará o momento para seu efetivo descarte. Não acelere a secagem com calor. O prazo de validade do talabarte deve ser determinado em função do uso. Todas as ferragens portadoras de carga são manufaturadas em aço ou duralumínio. manutenção.2 Manutenção e Armazenamento dos Talabartes A grande maioria dos talabartes são feitos com tecido de Nylon. e em casos mais graves. Poliéster e cabo de aço inox ou galvanizado. Limpe o talabarte com uma solução de água e sabão em pó neutro. Armazene o talabarte em lugar limpo. verificação periódica e reparo. Manutenção corretiva (exceto limpeza) e reparos. deve ser realizada uma Inspeção Formal por uma pessoa competente. Equipamentos muito sujos. umidade. Ou seja. devem ser realizados pelo fabricante. Seque as peças de metal com um pano limpo e pendure o talabarte para secar ao ar livre. manutenção.br Para segurança do usuário é essencial que no caso de produto revendido fora do país de origem. O acúmulo excessivo de sujeira. como substituição de elementos. Para sistemas de proteção contraquedas os talabartes com comprimento maior que 0. óleo e outros produtos químicos e seus vapores ou outros elementos degradantes possam estar presentes. no idioma do país onde o produto vai ser usado.

INBRAEP .br Site: www. usa-se a vara telescópica com o conector.br Transporte o talabarte num pacote para que o proteja de cortes. 9. por meio de pressão e rotação de 90º.inbraep.1 Ancoragem com Vara Telescópica Para instalação temporária de linha de segurança vertical a olhal. Inclusive na ligação aos mosquetões. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 9. Todas as partes da vara telescópica só são desconectadas por simples pressão do botão de segurança.610/98.Para retirar a vara telescópica basta rotação inversa de 90º. Desconecta dos mosquetões instalados para facilidade de trabalho. umidade.3 Vara Telescópica Permite acessar pontos de ancoragem situados geralmente de 2 a 10 metros do solo. Conexão do conector à barra de ancoragem. situados a menos de 10 m do solo. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 71 .3. Possibilita fácil montagem na vertical e transporte. Para instalação temporária de linha de segurança vertical em vigas com dimensões circunscritas em um círculo com diâmetro de até 15 cm.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Seu peço varia de 1kg a 6kg dependendo do modelo. usa-se a vara telescópica com o conector. A vara deve ser de material não condutor de energia elétrica.com.Proibida a reprodução por qualquer meio. Geralmente possui comprimento ajustável. temperaturas extremas e raios ultravioletas. impedindo que se soltem acidentalmente a vara telescópica fica presa ao mosquetão durante o trabalho.com. Lei 9. produtos químicos e seus vapores. tamanho e fabricante e geralmente possui 5 elementos telescópicos. inbraep@inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.

9. não necessitando das mãos para funcionar. 9.610/98. 3. manutenção de luminárias. inbraep@inbraep.4. Os dispositivos trava quedas possuem um fácil funcionamento. A alça do aparelho. 2. Nas quedas ou descidas bruscas o equipamento trava-se imediatamente no cabo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.4 Dispositivo trava-quedas Guiados Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível.1 Uso Dos Trava-Quedas Utilizado para proteção do empregado contra queda em serviços onde exista diferença de nível.com. A não obediência destas exigências acarreta em multa de até 6.2 Aplicações 1 Segura movimentação em escadas móveis. Só deve ser usado trava-queda com cinturão e extensor especificados no CA (NR 6. nível 3).br 9.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. que normalmente são usados em serviços de limpeza.INBRAEP .1c).3. destrava o aparelho e permite perfeita movimentação.inbraep. para limpeza.br Site: www.000 UFIR's ( mais de seis mil reais) por trabalhador ( infração código 206.Proibida a reprodução por qualquer meio. Na subida ou descida. a eficiência da frenagem. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Resistem ao contato com os produtos corrosivos. exautores e equipamentos industriais. mantendo o equipamento travado no cabo de segurança.007-8. aumentando. Segura movimentação em escadas de marinheiro. O aparelho pode ser colocado ou retirado imediatamente em qualquer ponto do cabo.6. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 72 . Segura movimentação em andaimes tubulares. em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista. São normalmente feitos em aço inoxidável e possuem tripla trava de segurança. Efetuam travamento simultâneo em dois pontos da linha de segurança. O trava-queda guiado é indicado para movimentação em linhas verticais de qualquer comprimento. Todos os equipamentos devem aprovados pelo Ministério do Trabalho possuindo o numero de CA. consequentemente. forçada por uma mola. Lei 9. normalmente fica abaixada. o cinturão de segurança mantém a alça levantada. em conjunto com cinturão de segurança tipo pára-quedista.

Antes de usar o aparelho faça o teste inicial de funcionamento que segue da seguinte forma: A) Puxe o mosquetão que se liga ao cinturão para cima. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 73 . Girar o aparelho na horizontal e introduzir o cabo na sua abertura intermediária: Recolocar o aparelho na vertical.com. no máximo.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. no mínimo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio. Não se esqueça: o trava-queda deve ser ligado. à argola das costas (ligação dorsal) ou às alças do peito (ligação frontal) do cinturão pára-quedista. D) Verificar se o aparelho ficou colocado na posição correta (seta para cima).5 mm. inbraep@inbraep. B) Só use o aparelho após constatar que o mesmo trava-se imediatamente no cabo vertical após o mosquetão deixar de ser puxado para cima. no mínimo.2 Colocação dos trava-quedas A) B) C) Retirar o mosquetão e mover as alavancas para cima. o cabo se ajustará normalmente. até que o aparelho se desloque alguns centímetro para cima. Os trava-quedas modelos para cabo de aço e para corda de segurança devem ser usados somente com extensor em aço constituído de.INBRAEP .com. Lei 9. um mosquetão e. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Site: www. 9. seis elos de diâmetro 6. no máximo usar seis elos de corrente. no máximo.inbraep. dois mosquetões. Nota: nunca aumentar o comprimento da ligação entre o aparelho e o cinturão. recolocar o mosquetão e apertar a porca de sua segurança. interligados por corrente com.610/98. obrigatoriamente.4.br O cabo de aço ou corda de segurança deve estar ancorado superiormente em ponto que resista a. 15 kN.

INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 74 . Nota: inutilizar o aparelho que apresentar algum dos problemas acima ou após a retenção de uma queda. movendo-se as alavancas para cima.Proibida a reprodução por qualquer meio.4. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. 9. Não esqueça de fazer a inspeção no cabo de aço.610/98.4 Manutenção dos Trava-Quedas Guiados Manter os trava-quedas limpos.br Site: www. para voltar a ter perfeita mobilidade. inbraep@inbraep. 9. cada tipo de equipamento apresenta sua peculiaridade.3 Inspeção dos Trava-Quedas Guiados Antes de cada uso. elas devem retornar totalmente e rapidamente à sua posição original. o aparelho deve ser inutilizado. Mundialmente.br Assim como os outros EPIs utilizados no trabalho em altura. tortas ou aparência duvidosa. verificar orientação em Manutenção.5 Trava-Quedas Retráteis para Área de Carga As estatísticas de acidentes demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões. isto é.com. 9.  Os trava-quedas. é o principal responsável por graves acidentes nesta área. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. devem apresentar perfeita mobilidade das alavancas. o sistema de segurança contra quedas mais usado sobre caminhões e vagões ferroviários é constituído por trava-queda retrátil conectado a um trole. inspecionar:  Os trava-quedas não devem ter rebites frouxos. Não se esqueça de ler o manual. sendo que a empresa ou o fabricante do equipamento deve explicar o correto funcionamento e peculiaridade de cada equipamento utilizado. afastados de produtos químicos nocivos ao aço inox e protegidos das intempéries em local seco. sem a devida proteção contra quedas. sem o mosquetão.4. principalmente durante a operação de enlonamento. Os aparelhos podem ficar mergulhados em solventes para limpeza e ter seus eixos lubrificados com óleo tipo "máquina de costura". corda e cinturão. peças gastas. Lei 9. Nota: continuando a ter má mobilidade. Nota: havendo problema de mobilidade.

9. possuem de 10 m a 20m de cabo de aço galvanizado.Proibida a reprodução por qualquer meio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.INBRAEP . inbraep@inbraep. Possui mosquetão-destorcedor para durabilidade do cabo com indicador de queda (indica necessidade de revisão). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 75 .br Os modelo de funcionamento retrátil. pelas distribuidoras de combustível.com.com.610/98.8 mm de diâmetro. caso específico de abastecimento em caminhão-tanque geralmente adota-se a instalação do trava-queda em ponto fixo. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. com 4.5.br Site: www. Lei 9. no Brasil.inbraep.1 Trabalho em Área de Carga TRABALHO EM LOCAL FIXO Quando o local é fixo. Nos demais locais obedecendo-se os seguintes critérios : Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Obs: Os modelos com 20m de cabo de aço com revestimento sintético é o mais usado. ou inox para indústrias alimentícias/farmacêuticas e com revestimento sintético para locais com atmosfera potencialmente explosiva.

70 cm. TRABALHO EM LOCAL MÓVEL Havendo necessidade de trabalho em local móvel como por exemplo sobre toda a carroceria do caminhão. geralmente usa-se o trava-queda conectado ao trole e viga de aço I de 4" x 2 5/8". 7 metros.610/98.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. deve-se usar o trava-queda com trole. inbraep@inbraep. c) Considerando a necessidade de proteção do trabalhador no deslocamento desde o solo até o bocal de abastecimento sobre o tanque. no mínimo. no mínimo. Em áreas internas. em um ponto com resistência superior a 1500 kg (NBR 14628). a uma distância de.Proibida a reprodução por qualquer meio. não deve ser superior a um terço da distância entre o ponto de ligação do cinturão e o solo (H). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 76 .inbraep.br Site: www. em relação ao centro do aparelho (L). b) O deslocamento horizontal do trabalhador (figura).INBRAEP . movimentando-se em linha horizontal. as normas internacionais recomendam usar trava-queda com cabo retrátil de comprimento de.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br a) Fixação do trava-queda: deve ser instalado sempre acima da cabeça do trabalhador. as normas internacionais recomendam usar trava-queda retrátil com cabo de comprimento de. 7 metros. Lei 9. Importante: considerando a necessidade de proteção ao trabalhador no deslocamento desde o solo até o topo da carga (operação de enlonamento). no mínimo.

tecnicamente. sendo. Está sendo cada vez menos usada no exterior. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. Lei 9.610/98. Cabo de Aço Usa-se cabo de aço com. costuma-se diminuir a folga do cabo de aço (flexa) na linha catenária. A mobilidade e a força de impacto é igual ao caso anterior. tal solução Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Em caso de queda. Essa alternativa oferece uma instalação rápida. A mobilidade dos aparelhos na linha horizontal é excelente.inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. deve-se utilizar o trole adequado. com trole especifico.br A linha horizontal pode ser rígida ou flexível. em aço inox. não é uma boa solução. pelo efeito da gravidade. a força de impacto (cerca de 600 kg) é facilmente diluída em toda a estrutura.br Site: www. porém. tende a deslizar para o centro da catenária. Trilho Inox Nesse caso usa-se um perfil "U" de 40 x 40 mm. inbraep@inbraep. pelos seguinte motivo: O trole. O aço inox é ideal para atmosfera industrial agressiva ou marítima. constituída de uma das alternativas: Viga de Aço "I" De 4" X 2 5/8" Nessa alternativa. aumentando o esforço do trabalhador para movimentação contrária. porém.com. com os trava-quedas de 10 ou 20 m. com o trole especifico para essa função.com. leve e econômica. geralmente. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 77 .INBRAEP . 3/8 " de diâmetro. no mínimo. Para atenuar esse grave incoveniente durante o trabalho. mesmo em trechos curvos.

inbraep@inbraep. em qualquer ponto. com certeza não foram projetados para resistirem a cargas instantâneas várias vezes superior a 600 kg. em caso de queda: os pontos de fixação do cabo de aço nas paredes de alvenaria ou tesouras. 100 kg. da ABNT. conforme. Lei 9. 1500 kg (NBR 14628). carreta. no mínimo. (conforme figura).INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.INBRAEP . em qualquer situação de trabalho. Caso não haja a distância de 70 cm. uma carga de. 2) Comprimento da linha horizontal: deve ser sufuciente para que. obedecendo o item 2. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Site: www. vagão ou aeronave. não seja superior a um terço da altura (H). 3) Altura da instalação: a linha horizontal deve ser instalada a uma altura que garanta. 5) Peso do trabalhador: deve ser de.610/98.5.com.2 Requisitos Para Instalação Da Linha Horizontal 1) Posicionamento: deve coincidir com o eixo central longitudinal do caminhão.br acarreta altíssimas cargas instantâneas nos pontos de ancoragem do cabo. 9. em eventuais movimentações do trabalhador além da sua extremidade (L).com. 4) Resistência da linha horizontal: deve suportar. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 78 . uma distância de no mínimo.inbraep. conforme NBR 11370 e 14628.Proibida a reprodução por qualquer meio. no máximo. 70 cm da cabeça do trabalhador. deve-se adotar duas linhas paralelas.

5. 5.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Nos casos de utilização de dois ou mais aparelhos em linha horizontal. a fim de não amassar as carcaças. A corda possibilitará fácil recuperação do cabo de aço no próximo uso e rompe-se facilmente se for puxada acidentalmente por empilhadeira ou caminhão. b) Evitar amassamento da carcaça por choque mecânico com final da linha ou entre aparelhos quando utilizados em uma mesma linha. Retorno integral do cabo retrátil após deixar de ser puxado. Após o uso. Lei 9.com. sem causar danos ao trava-queda e à instalação.INBRAEP . Cuidados para uso de trava-quedas em troles a) O trole deve oferecer rápido e fácil deslizamento horizontal com mínimo esforço do cabo retrátil.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 79 . inbraep@inbraep. faça o teste inicial de bom funcionamento: só use o aparelho após constatar: Imediato travamento do cabo após ser puxado com força para fora. nunca deixar o cabo recolher com velocidade (tomar o mesmo cuidado que se exige para as trenas de medição).O cabo retrátil deve ser conectado à argola dorsal (costas) do cinturão pára-quedista e durante o uso é necessário que fique esticado pela ação da mola interna retrátil.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. Para efetuar o recolhimento do cabo de aço faça a substituição do cinturão por uma fraca corda.3 Uso Dos Trava-Quedas Antes de conectar o trava-queda ao cinturão. deve-se analisar os eventuais problemas de choque entre os aparelhos em uma mesma linha ou entre linhas paralelas. A eventual colisão dos trava-quedas com pontos da estrutura amassa sua carcaça e impede a rotação do carretel interno e o bom funcionamento do aparelho.br 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Cuidados para Linha Horizontal A linha horizontal deve ser projetada para nunca haver contato dos trava-quedas com pontos fixos da estrutura ou cabeça do trabalhador.

br 9. igual aos cintos automotivos. 9.4 Trabalho em Terminal Ferroviário de Abastecimento Considerando que. as operações de abastecimento são localizadas em uma mesma linha transversal aos vagões-tanques.com. Lei 9.6 Trava-Queda para Proteção Localizada Indicado para proteção em trabalho com pouco deslocamento em relação ao ponto de fixação do aparelho e quando se necessita de um travamento instantâneo. O cabo de aço retrátil e o cinturão pára-quedista deve ser inspecionado conforma já visto e inutilizados após reter uma queda (NBR 11370). 9.inbraep. rompendo ou danificando o pino de segurança do destorcedor dos aparelhos. Os trava-quedas montados em troles devem ter fácil deslocamento ao longo de toda a linha e em nenhum caso deve haver possibilidade de amassar a carcaça do aparelho por choque mecânico. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.5. neste caso deverão ser enviados para revisão. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .Proibida a reprodução por qualquer meio. conforme figura. costuma-se utilizar uma única linha horizontal de trilho (viga "I"). em um terminal de várias linhas.INBRAEP .610/98.5. visto que.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 80 . inbraep@inbraep. Importante: não efetuar teste de queda livre de peso.5 Inspeção dos Trava-Quedas Os trava-quedas retráteis devem ser obrigatoriamente inspecionados antes de cada uso fazendo-se o teste de bom funcionamento.br Site: www.com.

visto que obedece a mesma especificação dos cintos automotivos. Possui fita retrátil com indicador de queda (alerta visual que informa que o aparelho já reteve uma queda e deve ser descartado). Importante: a não obediência desta exigência acarreta multa de 6000 UFIR's (mais de 6000 Reais) 2) Este trava-queda deve ser fixado sempre acima da cabeça do usuário. sem desfiamentos ou descosturados. Lei 9. em um ponto com resistência igual ou superior a 1500 kg (NBR 14628).com. mesmo que parciais. rupturas. 7) Antes de conectar o trava-queda ao cinturão. Geralmente possui 2.5 m de fita de nylon retrátil e dois mosquetões de aço inox. Os pontos de costura devem estar perfeitos. 4) A fita retrátil deve ser conectada à argola dorsal (costas) ou alças frontais (peito) do cinturão pára-quedista e durante o uso é necessário que fique esticada pela ação da mola interna retrátil. inbraep@inbraep.com. faça o teste inicial de bom funcionamento: só use o aparelho após constatar: a) Imediato travamento da fita retrátil após ser puxada com força para fora.Proibida a reprodução por qualquer meio. b) Retorno integral da fita retrátil após deixar de ser puxada.610/98.1 Uso do Trava-Queda Retrátil 1) Só deve ser usado com o cinturão de segurança especificado no CA. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Deve ser usado obrigatoriamente com o cinturão de segurança tipo pára-quedista. 6) Este aparelho não deve ser conectado em trole. furos.inbraep. desfiamentos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www. abertura 20 mm. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 3) A carga máxima de trabalho dos trava-quedas retráteis (peso do trabalhador) é de 100 kg (NBR 14628).6. 9. parte queimadas. Peso: 0. sem cortes. devido à sua mola retrátil muito sensível e a fita sujeita a fácil torção durante a movimentação aleatória do usuário. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 81 . 8) O trava-queda deve ser inutilizado após retenção de uma queda.INBRAEP .8 kg. 5) A fita retrátil de nylon deve estar perfeita.

equipamentos adequados que garantam em qualquer situação. costuma-se usar corda devido à sua baixa condutividade elétrica. por meio de um guincho. Possui manivela de resgate que só deve ser usada na emergência. que possua meios limitados de entrada e saída.inbraep.7. conforme exigência do item 33.2. inbraep@inbraep. é normal usar cabo de aço inoxidável. cuja ventilação existente é insuficiente para remover contaminantes ou onde possa existir a deficiência ou enriquecimento de oxigênio". visto que o equipamento não é projetado para movimentação constante de pessoa ou peso.7 Trava-Queda Para Espaço Confinado Especialmente indicado para trabalho em espaço confinado .Em locais com risco de contato com fiação energizada.INBRAEP .610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. máquinas de corte ou produtos ácidos.Proibida a reprodução por qualquer meio. 4. conforto e segurança do trabalhador nas três operações fundamentais: a) Fácil movimentação em escadas que obedeçam as exigências do item 18.Nas indústrias farmacêuticas e alimentícias.4 da NR 33 do MTE. 2. 9.5 da NR 18 do MTE. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . costuma-se usar cabo de aço.12. (Subitem 33.Em serviços envolvendo solda. c) Rápido e fácil resgate por um só vigia.com.Para segurança contra perigo de faísca em espaço confinado com atmosfera potencialmente explosiva é comum usar equipamentos com corda sintética ou cabo de aço com revestimento sintético. Critérios Para Escolher Equipamentos com Cabo de Aço ou Corda Para escolha adequada. devem ser considerados os seguintes aspectos: 1. Lei 9. Em condições normais de trabalho a manivela de resgate é mantida desativada e o aparelho funciona de forma idêntica a qualquer trava-queda retrátil. b) Proteção contra queda por meio de dispositivo trava-queda conforme exigência do Anexo I da NR 6 do MTE.br 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Site: www. Espaço Confinado é qualquer área ou ambiente não projetado para ocupação humana contínua. para serviços em espaços confinados com escadas. da NR 33 do MTE). 3.1 Espaço Confinado com Escada O Ministério do Trabalho e Emprego exige. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 82 .1.com.

3 m. altura regulável de 1.1 m de diâmetro Geralmente produzido em resistente liga de alumínio. Pode ser fornecido em sacola de nylon resinado para transporte e armazenagem.Proibida a reprodução por qualquer meio. adota-se o robusto cabo de aço com 8 mm de diâmetro. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . Possui duas roldanas em nylon para uso de dois aparelhos e olhal para fixação de um terceiro cabo.com.626/627/628/629/751. TRIPÉS Tripé para acesso com até 1.7 m. Devem possuir sapatas antiderrapante.inbraep.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 83 .Em locais com risco de haver movimentação do cabo sobre quinas cortantes de concreto ou aço. carga de ruptura de 3480 kg. Lei 9. Critérios para Escolher o Suporte de Ancoragem Externo ao Espaço Confinado: Todos os tripés e monopés devem resistir à carga estática de 15 kN conforme exigência das normas NBR 14.1 m de diâmetro Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . devendo ser comprovado.1 a 2. durante uma emergência. interligadas por corrente de segurança. Tripé para acesso com mais de 1. É usado com os guinchos ou trava-queda resgatador.1 a 1.com. distância entre pernas de 1. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br 5.br Site: www.

Geralmente produzido em dois tubos de resistente liga de alumínio.5 a 3. Este tipo de Monopé é giratório. Base de ancoragem: a estabilidade do tripé deve ser garantida por sua base. É usado com os guinchos ou trava-quedas resgatador.5 m do piso. inbraep@inbraep.br Site: www.5 m.br Deve ser usado com guincho e cadeira. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2 a 3. com acabamento anti-ferruginoso. Produzido em tubo de aço. MONOPÉS Monopé para bocais com até 1. Lei 9. Possui uma roldana em nylon e olhal para fixação de um segundo cabo.inbraep. encaixe telescópico.1 m de diâmetro Indicado para uso em base fixa (a) instalada em beirais (22 kg) ou em base móvel (b) sobre bocais com até 1. Possui olhal para um segundo cabo.Proibida a reprodução por qualquer meio. Geralmente produzido em tubo de aço com acabamento anti-ferruginoso.610/98.INBRAEP . O outro tipo de monopé é indicado para fixação em olhal ou barra horizontal.com. comprimento variável de 2. situada de 1. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 84 . É usado com os guinchos ou trava-queda resgatador.1 m de diâmetro (44 kg).com. para facilidade de resgate pelo vigia.

com. Vejamos em detalhes as características. em quanto o profissional executa o trabalho na escada ou no espaço confinado.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br CRITÉRIOS PARA ESCOLHER OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO CONTRA QUEDAS E RESGATE: Em espaço confinado com escada existem basicamente duas alternativas de trabalho: 1) Usar um só aparelho denominado trava-queda resgatador.610/98.br Site: www. Lei 9.inbraep.INBRAEP . Caso ocorra algum imprevisto ou o profissional não responda ao chamado do vigia.Proibida a reprodução por qualquer meio. vantagens e restrições de cada sistema de trabalho: 1. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 85 . 2) Usar um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Usar só um aparelho (Trava-queda resgatador) Manivela de resgate normalmente fica desativada. Manivela de resgate só deve ser usada para efetuar resgate.

Na subida do trabalhador. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 86 . O trava-queda geralmente só tem 20 m de cabo. bastará o vigia ativar e movimentar a manivela de resgate. não pode ser usado para movimentações superiores a 20 m. o aparelho libera ou recolhe o cabo automaticamente. ou seja. O cabo retrátil nunca fica frouxo. quase esticado. sem risco de queda.Usar um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado A utilização de um guincho para pessoas em conjunto com um trava-queda guiado (modelo que atenda as exigências do MTE): O trabalhador pode movimentar-se com facilidade na escada. Havendo movimento brusco ou desequilíbrio do trabalhador. o equipamento trava-se imediatamente e evita a queda da pessoa. devido à ação de uma mola de retorno.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. mantendo esticado por um pequeno peso. Havendo necessidade de resgatar o trabalhador durante a sua movimentação na escada ou no piso do espaço confinado. sem risco de queda. Lei 9.INBRAEP . o vigia deve recolher o cabo sem carga.inbraep. deve ser usado um guincho. visto que a manivela de resgate do trava-queda só deve ser usada na emergência.com. 2. Utilizando o guincho para pessoas pode-se usar cabo de aço ou cordas de grande comprimento.br Utilizando o trava-queda resgatador o trabalhador pode movimentar-se com facilidade na escada. o vigia deve liberar o cabo em quantidade suficiente para que se mantenha sem carga. Durante a movimentação normal do trabalhador.610/98. Havendo movimento brusco ou desequilíbrio do trabalhador. inbraep@inbraep. o equipamento trava-se imediatamente e evita a queda da pessoa. O cabo de aço ou corda do trava-queda é preso no tripé ou monopé. Este só tem o trabalho de ativar a manivela de resgate e girá-la quando efetua o resgate. Limitações: Para trabalho constante de içar ou descer pessoa ou material.br Site: www. Durante a descida e a movimentação horizontal do trabalhador.com. bastará o vigia movimentar a manivela do guincho no sentido de recolhimento dos cabos. Com esta liberação e recolhimento dos cabos o vigia tem um maior controle da movimentação do trabalhador dentro do espaço confinado.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . na escada ou no piso. quase esticado. Havendo necessidade de resgatar o trabalhador durante a sua movimentação na escada ou no piso do espaço confinado. sem auxílio do vigia.

equipamentos adequados que garantam. conforme exigência do item 33. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br 9. Lei 9.inbraep.7. b) proteção contra queda por meio de dispositivo trava-queda conforme exigência do Anexo I da NR 6 do MTE c) rápido e fácil resgate por um só vigia. conforto e segurança ao trabalhador nas três operações fundamentais: a) fácil forma de movimentação vertical. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 87 . por meio de um guincho.com. Não havendo escada. inbraep@inbraep. em qualquer situação.Proibida a reprodução por qualquer meio.2 Trabalho Em Espaço Confinado Sem Escada O Ministério do Trabalho e Emprego exige. O cabo de aço corda do trava-queda deve ser preso no tripé e mantido esticado por um pequeno peso. a movimentação vertical. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. geralmente.INBRAEP . Serve para ligação do cabo do guincho às argolas dos ombros do cinturão pára-quedistapara este fim.4 da NR 33 do MTE. devido ao desconforto da posição. o trava-queda bloqueia imediatamente a movimentação e evita o acidente. Deve resistir à carga de 15 kN. Suporte De Ombros O suporte de ombros deve ser utilizado apenas para pouca profundidade e pequenas dimensões. para serviços em espaços confinados sem escadas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www. Usando-se cadeira suspensa ou suporte de ombros é obrigatório utilizar um trava-queda em linha independente.com.610/98. é feita por cadeira suspensa e em alguns casos por suporte de ombros. Havendo movimento brusco do trabalhador ou rompimento do cabo de sua sustentação.

Manopla da manivela dobrável para facilitar o transporte.INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 88 .51). nos tripés e monopés. com desempenho comprovado por laudo.610/98. A cadeira suspensa deve ser usada em conjunto com os guinchos e obedecer às exigências do MTE (NR 18 .com. é necessário um constante ajuste de posicionamento do trabalhador para manuseio de equipamentos / instrumentos instalados nas paredes do espaço confinado. Os guinchos são de fácil e seguro funcionamento: com simples rotação da manivela movimenta-se com mínimo esforço.br Cadeira Suspensa O uso da cadeira suspensa oferece máximo conforto e permite pendurar material. Devem possuir no mínimo duas travas de segurança. principalmente para trabalho nas paredes ao longo do espaço confinado. inbraep@inbraep. os guinchos podem ser fornecidos em sacolas de nylon destinadas para transporte e armazenagem.com.751 da ABNT. conforme exigência do Ministério do Trabalho (NR 18. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.ítem cadeira suspensa) e da norma NBR 14. sem uso de ferramentas. sendo que o peso total. Lei 9. Nestes casos. Possuem fácil transporte.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Basicamente os guinchos são divididos em dois modelos: Cabo de Aço ou Corda. junto com seu cabo ou corda.8 Guincho para Pessoas: São equipamentos destinados à movimentação vertical do trabalhador em serviços constantes ou no resgate em espaço confinado.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. vale salientar que a capacidade de cada guincho dependerá de milímetros o cabo ou corda tiverem. Em alguns tipos de serviço. Os guinchos para pessoas devem obedecer todos os requisitos da NBR 14. Os guinchos devem ser sempre usados em conjunto com trava-quedas.15. pode ser conveniente utilizar cadeira suspensa com comando local (manivelas). trabalhador mais carga. O uso da cadeira suspensa oferece desempenho eficiente. 9.751 da ABNT. não ultrapasse 100 kg.inbraep. Para parar: basta tirar a mão da manivela. Para descer: gira-se ao contrário. A capacidade de cada guincho deve ser verificada com o manual ou com o fabricando do mesmo. Podem ser fixados. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Para subir: gira-se num sentido.

é permitida a utilização de cadeira suspensa (balancim individual). A sustentação da cadeira suspensa deve ser feita por meio de cabo de aço ou cabo de fibra sintética (corda). 9. com óleo tipo máquina de costura.INBRAEP . quebradas. 2 . o guincho deve ser usado em conjunto com trava-queda e cinturão pára-quedista (NR 18). Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 2.Geralmente a carga máxima de trabalho é 120 kg (pessoa mais material de trabalho ou carga). sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 3.751. somente com cadeira suspensa.9 Cadeira Suspensa Em quaisquer atividades em que não seja possível a instalação de andaimes. 3 .Inspecionar todo o Sistema de Proteção Contra Quedas. em lugar seco.br 9.Os guinchos devem ser revisados anualmente pelo fabricante conforme exigência da norma NBR 14.Armazenar os guinchos limpos e abrigados das intempéries. deve-se inspecionar: 1.Peças gastas. dependendo do fabricante .Para movimentação do trabalhador em serviço constante. suporte de ombros.Manter os eixos lubrificados. 9. 9.1 Instruções de Uso Dos Guinchos 1. 2.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 89 . e 4. trincadas ou aparência duvidosa.inbraep.8. maca ou cinturão páraquedista.Inspecionar o Trava-quedas guiados 3.Proibida a reprodução por qualquer meio.2 Instruções para Inspeção dos Guinchos Antes de cada uso do guincho.Para resgate numa emergência.610/98.8.com.8. permite-se o içamento do trabalhador sem uso do travaqueda.3 Instruções para Manutenção dos Guinchos 1 .br Site: www. Lei 9.Cinturão de segurança. através dos três furos.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.

9. c) Passar a corda no gancho de segurança.1 Uso das Cadeiras Suspensas O ponto de ancoragem do cabo de sustentação da cadeira deve ser independente do ponto de ancoragem do cabo do trava-queda e resistirem a. b) Apertar a alavanca controladora de velocidade e deixar a corda presa.INBRAEP . A cadeira suspensa deve apresentar na sua estrutura. não se deve usar o próprio cabo de aço da cadeira para amarração (NBR 14751). corrente.610/98. A conexão do cabo de aço da cadeira ao ponto de ancoragem deve ser feita com uso de cabo de aço independente.9. no mínimo. a razão social do fabricante e o número de registro respectivo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica – CNPJ. Trava-queda acoplado diretamente à estrutura da cadeira possibilita maior segurança e total facilidade de movimentação vertical. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . a) Enfiar a corda na argola passando pelo gancho. Sempre é possível escolher o tipo mais adequado para qualquer que seja o trabalho com movimentação vertical. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 90 . quando a sustentação for por meio de cabo de fibra sintética. mosquetão ou manilha.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br A cadeira suspensa deve dispor de: a) sistema dotado com dispositivo de subida e descida com dupla trava de segurança. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Como já vimos é proibida a improvisação de cadeira suspensa. As cadeiras devem obedecer às exigências do Ministério do Trabalho e a norma NBR 14751 da ABNT. em caracteres indeléveis e bem visíveis.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. O trabalhador deve utilizar cinto de segurança tipo pára-quedista. 1500 kg (NR 18 e NBR 14751).inbraep.com. quando a sustentação for através de cabo de aço. c) requisitos mínimos de conforto previstos na NR 17 – Ergonomia. isto é. ligado ao trava-quedas em cabo-guia independente. eliminando as dificuldades decorrentes do trava-queda ligado às costas. Lei 9. b) sistema dotado com dispositivo de descida com dupla trava de segurança. O sistema de fixação da cadeira suspensa deve ser independente do caboguia do travaquedas.com. d) sistema de fixação do trabalhador por meio de cinto.

NOTA: para sair da cadeira deve-se fazer o procedimento inverso. inbraep@inbraep. c) O trabalhador só deve soltar-se do talabarte de corrente após ligar seu cinturão à cadeira (fig.c). lavá-las e engraxá-las após o uso de produtos químicos corrosivos ou pastoso "tipo epóxi". Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 4As cadeiras devem ter as manoplas e travas com perfeita mobilidade. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 91 .com. 9. É importante desmontar as manoplas.a). A alavanca de freio não deve ter folga em seu eixo e o freio deve deixar a cadeira imóvel quando o trabalhador nela estiver sentado com seu material de trabalho.com. Lei 9.br Procedimentos de segurança para montagem e acesso à cadeira: a) A cadeira suspensa e seu trava-queda integrado devem ser preparados para funcionamento por um trabalhador habilitado e protegido por cinturão pára-quedista e talabarte de corrente ( máximo 2 m) ligado à sua argola dorsal ou frontal ( Fig. 2Os componentes como: Trava-quedas guiados e cinturão de segurança devem ser inspecionados conforme já vimos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 3A cadeira de descida não devem apresentar excessivo desgaste das partes metálicas pela movimentação da corda de nylon. quebradas.INBRAEP . inspecionar: 1As cadeiras suspensas não devem ter peças gastas.Proibida a reprodução por qualquer meio.2 Instrução para Inspeção das Cadeiras Antes de cada uso. A corda da cadeira ou o cabo de aço da cadeira devem ser colocados corretamente conforme figura. tortas.9. b) O trabalhador só deve sentar-se à cadeira com o talabarte de corrente ligado ao seu cinturão ( Fig.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. para evitar engripamento das travas. trincadas ou aparência duvidosa.610/98.inbraep. 5As cadeiras devem ter os dentes das engrenagens em perfeito estado.br Site: www.b).

14628 e 14751 da ABNT exigem que os cabos e as cordas das cadeiras e trava quedas sejam fixados em pontos ou suportes de ancoragem que resistam. sendo possível a movimentação da cadeira. 2.Proibida a reprodução por qualquer meio.9.inbraep.3 Instruções para Manutenção das Cadeiras 1Armazenar as cadeiras suspensas limpas e abrigadas das intempéries em lugar seco. com facilidade.INBRAEP .com.Desmontar. Fixação dos Cabos de Aço ou Cordas Sem Uso de Suportes Nesse caso. 14627. Para sua correta fixação é necessário usar corrente ou outro cabo de aço (com diâmetro maior) ligados por meio de mosquetão ou manilhas.3 Formas de Fixação dos Cabos de Aço e Cordas para Cadeira Suspensa As normas NBR 14626.9.610/98. tipo borracha.com. Lei 9. visto que sofrem deformação permanente e ficam com a resistência comprometida. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www. inbraep@inbraep. no mínimo. mesmo com proteção. lavar e engraxar as manoplas das cadeiras após uso de produtos químicos corrosivos ou pastosos "tipo epóxi". 3.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. As cordas devem ser protegidas da quina da parede por meio de material flexível. 1. Os cabos de aço das cadeiras e dos trava-quedas não devem ser apoiados nas quinas.br 9. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 9.As cadeiras suspensas devem ser revisadas anualmente pelo fabricante conforme exigência da norma NBR 14751. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 92 . não há distância entre os cabos e a fachada. do solo ao penúltimo andar. tipo borracha.500 kg.

50 m pesa 30 kg. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Estes tipos de equipamentos geralmente são elaborados para atende todas as exigências de segurança do Ministério do Trabalho e das normas da ABNT. possibilitam movimentação da base de ancoragem.inbraep.INBRAEP .610/98. Existem vários modelos e fabricantes de suportes para trabalhos em fachadas. Montagem e desmontagem em geralmente 10 minutos.br Fixação dos Cabos de Aço ou Cordas Com Uso de Suportes Utilizando-se os suportes que deixam os cabos distanciados cerca de 30 cm da fachada.Proibida a reprodução por qualquer meio. alojamento para 18 contrapesos de 25 kg. inbraep@inbraep. é possível movimentar-se com facilidade do solo ao último andar. no terraço. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. conforme altura do beiral do terraço. Resistem à carga de 15 kN (1500 kg).com. Modernos e práticos os sistemas suportes de trabalho em fachadas. mas para fins didáticos apresentaremos o suporte móvel modelo ST1. conexão com diversas opções de montagem a uma viga ou duas na posição horizontal.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Cada viga com 2. sua base de ancoragem (40kg) possui rodas com revestimento de poliuretano.br Site: www. Lei 9. Fácil transporte por elevador ou escada. por um só homem. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 93 .com.

10 Trabalho em Torres e Estruturas Os serviços executados em estruturas elevadas eram realizados com o cinturão de segurança abdominal e toda a movimentação era feita sem um ponto de conexão. devido a sua constituição não permitia que fossem adotados novos procedimentos quanto à escalada. Atualmente.inbraep. nas movimentações durante a execução das tarefas.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. ao cinturão. Porém é também conhecido por sua grande desvantagem: em caso de retenção de uma queda. o deslocamento vertical do usuário pode chegar a 5.br 9. fixo ao longo da torre ou estrutura. está sendo usado um novo sistema de trabalho denominado Trava-Queda Y Retrátil. movimentação e resgate dos trabalhadores. com dupla trava de segurança. inbraep@inbraep. praticamente . Com a preocupação constante em relação à segurança dos trabalhadores. Lei 9. na América do Norte e na Europa. movimentação e resgate. que é o meio mais prático.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. que permite fáceis e seguras movimentações aleatórias no alto de torres e estruturas. um centímetro. Este tipo de equipamento. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Este sistema de trabalho é complementado com o uso do trava-queda guiado em cabo de aço vertical. o trabalhador só teria segurança quando estivesse amarrado à estrutura. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 94 . seguro e rápido para descida e subida. estando susceptível a quedas. sem auxílio de ferramentas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Estes travas quedas Y Retráteis são de fácil conexão dorsal. o trabalhador não poderá ficar desamarrado da estrutura. a legislação atual exigiu a aplicação de um novo sistema de segurança para trabalhos em estruturas elevadas que possibilitam outros métodos de escalada.com. isto é. Como se sabe o talabarte Y com duas fitas de segurança e um absorvedor de energia é bem conhecido por sua vantagem de proteção contínua com fácil movimentação aleatória.INBRAEP . A filosofia de trabalho adotada é de que em nenhum momento. usando a ligação dorsal do cinturão pára-quedista. Este novo Trava-Queda Y Retrátil reduz a distância de queda em.com.75m ( norma europeia EN 355 e norma brasileira NBR 14629) ou seja o usuário pode cair até dois andares e sofrer lesões no choque com as estruturas.

distante de rede elétrica e garantindo-se resistência mecânica de todos os pontos de ancoragem de. Controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para serviço nessa área de alta periculosidade. correndo o risco de cair de uma altura superior a três metros.br Site: www. conforme os seguintes exemplos:     9. Nunca saberemos as reais condições de um telhado. libera e retrai automaticamente um total de 2.610/98. chuva e até defeitos de fabricação invisíveis aos olhos. proporcionando proteção constante e fácil mobilidade ao usuário.10. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Definição da movimentação visando deslocamento racional. Definição dos equipamentos onde é conveniente usar ligação frontal do cinturão páraquedista. manipulando telhas sem luvas e por fim caminhando sobre uma superfície estreita com a sua caixa de ferramentas à mão.1 Características do Trava-Queda Y Retrátil Cada fita retrátil trabalha independentemente. Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho. Deve ser usado capacete de segurança com jugular e outros EPIs de acordo com a tarefa.INBRAEP .5 m de fita.com. 1500 kg. porém se esquecem da sua própria segurança.10. visto que é proibido com chuva e vento. O trabalho em telhado exige planejamento prévio.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Possui carcaça de nylon super-resistente. até porque essa superfície está exposta aos raios solares.inbraep. inbraep@inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 95 .2 Planejamento do Trabalho Todo serviço realizado em torres e estruturas exige um planejamento dos seguintes itens:   Tipo da torre ou estrutura. sem capacete de segurança. 9. Possui indicador de queda para cada fita retrátil. que permite verificar que o aparelho reteve uma queda e necessita de revisão.br 9.com. estado dos componentes e resistência dos pontos de ancoragem. Lei 9.Proibida a reprodução por qualquer meio. Não Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . EPI adequado e passarelas para aumentar a resistência das telhas e evitar que o trabalhador sofra acidentes.11 Trabalho em Telhados Muitos trabalhadores executam suas tarefas com exigência. com bordas arredondadas para conforto de uso. que podem fragilizar as telhas com o passar do tempo. É fácil observar um trabalhador andando sobre um telhado como se estivesse caminhando em uma calçada qualquer. no mínimo.

Proibida a reprodução por qualquer meio. mal súbito do funcionário ou intoxicação decorrentes de gases.610/98. Materiais e equipamentos necessários à realização dos trabalhos. Lei 9. vapores e poeiras. ou poeiras no telhado. tábuas mal posicionadas. precariedade nos acessos aos telhados. devendo Tipo de telha. para evitar quedas de nível causadas basicamente pelos seguintes motivos:            rompimento de telhas por baixa resistência mecânica. calçados inadequados e/ou impregnados de óleo ou graxa. O trabalhador não deve sob nenhuma hipótese caminhar sobre superfícies estreitas. escadas.br Site: www. distante de rede elétrica ou área sujeita a gases. ferramentas e equipamentos (EPIs) necessários à realização do trabalho. locomoção sobre coroamento dos prédios. etc. 9. seu estado e resistência. ofuscamento por reflexo do sol. clarabóias. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. Sinalização e isolamento da área prevista para içamento e movimentação de telhas. Normalmente esses locais são revestidos com pedras naturais ou chapas metálicas para dar acabamento. pois o risco de queda é alto. Definição dos materiais. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 96 . vapores.br importa quanto tempo é necessário para montar e desmontar um aparato de segurança. inadequado içamento de telhas e transporte sobre o telhado. chaminés. deixando a superfície sem aderência. Necessidade de montagem de passarelas.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.1 Planejamento do trabalho em Telhado Todo serviço realizado sobre telhado exige um necessariamente ser verificado os seguintes itens:      rigoroso planejamento. levando-se em conta as exigências do Ministério do Trabalho e Emprego e normas da ABNT. escadas de acesso ao telhado sem a devida proteção.com. o importante é evitar que o trabalhador se exponha a riscos desnecessários. Definição de trajeto sobre o telhado visando deslocamento racional. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . escorregamentos em telhados úmidos. guarda-corpos ou estruturas sobre o telhado para facilitar manutenção de telhas. além de o trabalhador correr o risco de sofrer um mal súbito enquanto caminha.INBRAEP .com. trabalho com chuva ou vento. O objetivo deste estudo é apresentar os procedimentos de segurança a serem observados na realização de trabalhos em telhados. calhas.inbraep. lanternis.11. molhados ou com acentuada inclinação. falta de sinalização e isolamento no piso inferior.

alumínio ou barro não foram projetadas para suportar cargas concentradas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br Site: www. Nunca permitir concentrar mais de uma pessoa num mesmo ponto do telhado ou mesma telha.com.2 Durante o trabalho Proibir carga concentrada As telhas de fibrocimento. programar desligamento de forno ou outro equipamento do qual haja emanação de gases e estão sob o telhado em obras. Considerando que a maior parte dos acidentes em telhados ocorrem por rompimento mecânico de seus componentes. é recomendado:       Ao utilizar escada portátil. Todo material usado deve ser imediatamente removido após conclusão do serviço. Elas não foram projetadas para suportar pesos. visto que é o motivo principal de graves acidentes. subir uma pessoa de cada vez. Condições climáticas satisfatórias para liberar trabalho em telhado.11. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 97 .br  Definição dos locais para instalação de cabo-guia ou cabo de segurança para possibilitar uso do cinturão de segurança conforme exigência do Ministério do Trabalho e Emprego. Lei 9.610/98. visto que é proibido com chuva ou vento.EPI Todo funcionário que executar serviço em telhado deve usar os seguintes equipamentos:  Sapato de segurança com solado antiderrapante. Equipamentos de Proteção Individual . Orientar os trabalhadores e proibir qualquer tipo de carga concentrada sobre as telhas.    9.Proibida a reprodução por qualquer meio. O beiral do telhado não suporta peso de pessoas ou cargas. motivados por concentração excessiva de pessoas ou materiais num mesmo ponto.inbraep.com. Seus fabricantes advertem para não pisar ou caminhar diretamente sobre elas. Controle médico e qualificação técnica dos trabalhadores para serviços nessa área de alta periculosidade.INBRAEP . seu comprimento não pode ser superior a 7 metros Nunca pisar diretamente nas telhas Nunca pisar. apoiar passarelas metálicas ou tábuas sobre telhas translúcidas flexíveis.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 98 . Luva de raspa. Escadas de acesso aos telhados Devem ser equipadas com linhas verticais de segurança para uso de trava-quedas.610/98. Capacete de segurança com jugular. Içamento de telhas As telhas devem ser suspensas uma a uma. Quando houver risco de ofuscamento pelo reflexo do sol em telhas de alumínio ou outras superfícies refletoras. inbraep@inbraep. E outros equipamentos de segurança pendendo da tarefa a ser executada. Lei 9.INBRAEP . Nas escadas é possível fazer instalação permanente de cabo de aço galvanizado ou inox. Lembre-se de fazer o nó (circulo vermelho) acima do centro de gravidade da carga que evitará seu tombamento.Proibida a reprodução por qualquer meio. Cinturão de segurança tipo pára-quedista. conectado a cabo. Deve-se sempre utilizar a jugular do capacete para evitar que o mesmo caia.inbraep.com. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. corda ou trilho de aço por meio de dispositivos que possibilitem fácil movimentação sobre toda a área de trabalho.br Site: www. usar lentes escuras especificas para este fim. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . amarradas como mostra a figura abaixo.com.br      Óculos de segurança com proteção lateral.

As correntes não devem ser conectadas à linha de segurança para não impedir a movimentação dos trabalhadores em toda a área do telhado. As passarelas possuem a superfície de contato com o telhado lixada para melhor aderência. inbraep@inbraep.br Site: www. conforme figura abaixo. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 99 . proporcionando maior segurança e conforto para os profissionais de irão trabalhar em telhados.INBRAEP .com. Vejamos o modo correto de colocar a Tábua ou Passarela: Em telhados inclinados devem-se fazer degraus ou utilizar passarela especifica para telhados inclinados. Vale salientar que já existem no mercado passarelas especificas para esse fim.11.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Dependendo da inclinação do telhado e/ou telhas com superfícies úmidas e escorregadias é recomendável utilizar correntes galvanizadas com elos tipo de 3 mm de diâmetro fixadas na cumeeira e conectadas por mosquetões aos olhais existentes nas passarelas.br Tábuas ou Passarela para Telhado Para se andar sobre as telhas geralmente se usa tábuas para impedir a queda ou até a quebra das telhas.com. 9.3 Linha de Segurança Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. Lei 9. Deve se usar uma tábua com largura suficiente para uma boa distribuição no telhado.610/98.

INBRAEP . seja instalada a linha de segurança para movimentação do trabalhador com cinturão de segurança tipo pára-quedista.com. Quando não houver os pontos de ancoragem previamente instalados devem ser instalados corretamente. com resistência em qualquer ponto. Para movimentação sobre todo o telhado a linha secundária.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep. a uma carga de. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. Linha de Segurança Temporária são linhas horizontais constituídas de corda. Lei 9. A linha de segurança pode ser temporária ou permanente. cabo ou trilho de aço. é constituída pela corda de nylon trançada de 12 mm de diâmetro com o mosquetão para deslocamento horizontal ao longo da linha primária. A subida ou descida no telhado ou rampa deve ser feito com o manuseio do trava-queda. geralmente.inbraep. 1500 kg. no mínimo. É de fácil montagem e desmontagem. para utilização em vários locais. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .18 que. a linha permanente de segurança é constituída de cabo de aço galvanizado com diâmetro de 3/8 instalado na cumeeira.br O MTE exige por meio da NR 18. A Linha de Segurança é constituída de duas linhas de segurança divididas em Linha primária e secundária. nos telhados. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 100 . destinadas a dar mobilidade com segurança a um ou mais trabalhadores que efetuam movimentação horizontal com risco de queda. a linha secundária é ligada na linha primária como exemplo na figura.Proibida a reprodução por qualquer meio. com o trava-queda retrátil.610/98. A linha primária é ligada ao ponto de ancoragem. Outra forma de trabalho sobre todo o telhado pode ser feita com o Trole movimentandose na linha Primária de cabo de aço de 3/8". Linha de Segurança Temporária A Linha de Segurança Temporária é também conhecida como Linha de Vida. Este sistema temporário de segurança pode ser fácil e rapidamente montado a partir de pontos de ancoragem previamente instalados. Linha de Segurança Fixa Geralmente.

Manuseio do cabo de aço: o cabo de aço deve ser enrolado e desenrolado corretamente.br Site: www. o cabo já estará estragado e precisará ser substituído ou cortado no local. guinchos e trava-quedas. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 101 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Se o cabo for manuseado de forma errada. galvanizados ou inoxidáveis. a fim de não ser estragado facilmente por deformações permanentes e formação de nós fechados. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. São 6 pernas com 19 arames cada.com.12 Cabo de Aço 9. ou seja.br 9. Medição do diâmetro: o diâmetro do cabo de aço é aquele da sua circunferência máxima.Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. enrolado ou desenrolado sem girar o rolo ou o carretel. o cabo ficará torcido e formará laço. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . torcidas em torno de uma alma que pode ser de fibra ou aço.INBRAEP . são de construção 6x19. inbraep@inbraep.12.1 Uso do Cabo de Aço Os cabos de aço utilizados nas cadeiras suspensas. Com o laço fechado (posição 2).inbraep.com. Lei 9.

de máxima segurança. O uso de um cabo com este defeito tornase perigoso. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. Superlaço: os cabos de aço devem ser fornecidos com olhal tipo superlaço. Número de arames rompidos:  Cabo de aço com 4. Formação de nó fechado. podendo causar graves acidentes.com.br Site: www.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inviolável por lacre prensado industrialmente com sapatilha protetora.610/98. em um trecho. o cabo nunca poderá render serviço máximo. 2. conforme a capacidade garantida.8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 3 cm de comprimento e substituído se. tiver 3 arames rompidos. o cabo de aço deve ser inteiramente inspecionado quanto aos seguintes problemas: 1.inbraep. em decorrência de manuseio incorreto.Proibida a reprodução por qualquer meio. Importante: mesmo sem o lacre e a sapatilha protetora.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 102 . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . A construção deste superlaço é detalhado nas figuras abaixo. o olhal já suporta uma carga superior à carga de trabalho do cabo (posição 5). tiver 6 arames rompidos ou se.INBRAEP . 9.12.2 Inspeção: Antes de cada uso. em uma única perna.br Importante: mesmo que um nó esteja aparentemente endireitado. Lei 9.

inbraep. Lei 9.12. 3) Olhal com grampos: os cabos de aço poderão ter olhal confeccionado com grampos de aço galvanizados (fig. por meio de carretel. 9. abrasivos e cantos afiados. mesmo que o número admissível de arames rompidos não tenha atingido o limite encontrado na tabela. usa-se 3 grampos de 5/16” com espaçamento entre si de 48 mm. usa-se 3 grampos de 3/16” com espaçamento entre si de 29 mm. para fácil manuseio. Havendo problemas localizados. o cabo deve ser substituído.8 mm. sem torção estrutural.br  Cabo de aço com 8 mm de diâmetro: deve ser inspecionado em trechos de 5 cm de comprimento e substituído se. em um trecho.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98.INBRAEP . em uma única perna. Atenção: 1) Havendo problemas em todo o cabo. para evitar escorregamento dos aparelhos. inbraep@inbraep. ele pode ser cortado e usado. abaixo). se for encontrado algum outro defeito considerado grave. A inspeção visual de um cabo se sobrepõe a qualquer norma ou método de substituição dos mesmos. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 103 .com.Proibida a reprodução por qualquer meio. Corrosão: quando se verificar a incidência de corrosão na galvanização. 2) Ao se observar um cabo de aço.br Site: www. 3.  Para cabo de aço com diâmetro de 8 mm.3 Manutenção: 1) Mantê-lo: afastado de produtos químicos nocivos (ácidos). tiver 3 arames rompidos. ele deve ser aposentado. ou até mesmo sem ter nenhum arame rompido.com. conforme tabela abaixo:  Para cabo de aço com diâmetro de 4. (da cadeira suspensa) Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 2) Armazená-lo: em local seco. tiver 6 arames rompidos ou se. Alguns modelos de cabos de aço não podem ser lubrificados. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Os grampos devem ser montados de maneira correta e reapertados após o uso do cabo de aço.

1 Uso das Cordas de Segurança As cordas utilizadas para sustentação da cadeira suspensa. Inspeção interna: palpando-a em todo o comprimento. d) Trançado interno em multifilamento de poliamida. Importante: uso de corda diferente da acima especificada é de responsabilidade do usuário.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. 24. Havendo problemas localizados.16. sem cortes. a corda deve ser inteiramente inspecionada. sem desgastes significativos por abrasão e sem suspeita de contaminação por produto químico nocivo à sua estrutura. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 104 .13. com as cordas devemos tomar os seguintes cuidados: Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . trava-queda e cinturão de segurança deverão obedecer as seguintes especificações do Ministério do Trabalho e Emprego (NR 18. e) Alma central torcida em multifilamento de poliamida. 9.13. ela pode ser cortada e usada. não podendo ultrapassar a 10% da densidade linear.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. fios partidos.6): a) Deve ser constituído de trançado triplo e alma central.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. diâmetro constante. a corda não deve apresentar caroço. g) Número de referência: 12 ( diâmetro nominal em mm).13 Cordas de Segurança 9.2 Inspeção: Antes de cada uso.com.  Inspeção externa: a capa da corda deve estar perfeita. h) Densidade linear 95 + 5 KTEX ( igual a 95 + 5 g/m). c) Trançado intermediário e o alerta visual de cor amarela em multifilamento de polipropileno ou poliamida com o mínimo de 50% de identificação. podendo provocar graves acidentes. 9.610/98.13. ela deve ser aposentada. inbraep@inbraep. movimentação ou folga entre capa e alma. f) Construção dos trançados em máquina com 16. j) Carga de ruptura mínima de segurança sem o trançado externo 15 kN. partes queimadas.  Importante: havendo problemas em toda a corda.br 9. inconsistência à dobra. b) Trançado externo em multifilamento de poliamida.com. Lei 9. 32 ou 36 fusos. emagrecimento da alma (parte interna).br Site: www. i) Carga de ruptura mínima de 20 kN.3 Manutenção: A corda de segurança deve ser usada por um único trabalhador.

INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. sem torção estrutural.com. 4) Aposentá-la: as cordas geralmente são fabricadas em poliamida. quatro anos após sua fabricação. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 105 . costuma-se aposentá-la após um ano de uso. grau de exposição a produtos químicos. mesmo sem serem usadas.Proibida a reprodução por qualquer meio.br 1) Mantê-la: limpa. Nunca use detergente. Recomenda-se armazenar a corda em carretel para fácil manuseio. Em situações bastante severas de trabalho. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Teoricamente. Praticamente. 3) Lavá-la: com sabão neutro.inbraep. longe da luz solar.br Site: www. a vida útil da corda não pode ser preestabelecida.610/98. inbraep@inbraep. sem contato com o piso de cimento. água com temperatura de até 30° e escova com cerdas macias (plásticas). cantos afiados e piso das obras. para as cordas de poliamida.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. no máximo.com. 2) Armazená-la: em local seco. elementos abrasivos e luz solar. produtos químicos. produto que envelhece naturalmente em contato com o ar. dependendo muito da frequência e cuidados durante o uso. Lei 9. à sombra. fontes de calor. Jamais pisá-la com sapatos sujos: partículas de areia. terra e pó penetram nas fibras e causam grande desgaste dos fios durante o uso. abrasivos ou cortantes. Deixar secar ao ar livre. adota-se uma vida útil de. afastada de produtos químicos nocivos (ácidos).

Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 106 .com. Lei 9. emborrachado e antiderrapante. com o fim de descobrir.Proibida a reprodução por qualquer meio. Os acidentes são evitados com a aplicação de medidas específicas de segurança. A inspeção de segurança se antecipa aos possíveis acidentes. dão aos empregados a certeza de que a direção da empresa e o poder público (no caso das inspeções oficiais ) têm interesse na segurança do trabalho. identificar riscos que poderão transformar-se em causas de acidentes do trabalho e também com o objetivo prático de tomar ou propor medidas que impeçam a ação desses riscos. 10.2.inbraep. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. selecionadas de forma a estabelecer maior eficácia na prática. Por exemplo: máquinas em manutenção devem ser sinalizadas com placas de advertência. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . proporcionam uma cooperação mais aprofundada entre os Serviços Especializados e CIPA’s e os diversos setores da empresa.1 Inspeções de Rotina (Diárias) Visam detectar e eliminar riscos comuns. mas está controlado. Neutralização do risco: o risco existe. alcançam outros resultados: favorecem formação e o fortalecimento do espírito prevencionista que os empregados precisam ter. ou seja.2 Tipos de Inspeções 10. já conhecidos tanto do ponto de vista do equipamento como pessoal. locais onde é proibido fumar devem ser devidamente sinalizados. uma vez que essas partes das máquinas não podem ser simplesmente eliminadas.  Uniformização. Sinalização do risco: é a medida que deve ser tomada quando não for possível eliminar ou isolar o risco.com. Quando se fala das atividades prevencionistas. inbraep@inbraep. engrenagens.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. em seus serviços. Essa alternativa é utilizada na impossibilidade temporária ou definitiva da eliminação de um risco. de 17/8/92. servem de exemplo para que os próprios trabalhadores exerçam. devem ser neutralizadas com anteparos protetores.br Site: www. não se pode deixar de destacar as inspeções de segurança Toda inspeção segue um ciclo de procedimentos básicos que contribui para a elaboração do mapeamento de riscos. correias etc. exemplo:  Falta de uso de EPI ou inexistência do mesmo. Esse risco poderá ser eliminado com a troca do material do piso por outro.br 10 INSPEÇÃO DE SEGURANÇA 10. controles de segurança. Por exemplo: uma escada com piso escorregadio apresenta um sério risco de acidente. mas quando repetidas. uma metodologia de inspeção dos locais de trabalho tornada obrigatória a partir da publicação da Norma Regulamentadora do Ministério do Trabalho NR-9 (Programas de Prevenção de Riscos Ambientais). Por exemplo: as partes móveis de uma máquina polias.610/98. As prioridades são: Eliminação do risco: significa torná-lo definitivamente inexistente.1 Conceito e Importância A inspeção de segurança consiste na observação cuidadosa dos ambientes de trabalho.INBRAEP .

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

 Remoção de proteção de máquina;  Ordem. Arrumação e limpeza;

10.2.2 Inspeções Periódicas Devem ser programadas para serem feitas em intervalos regulares (semanais / mensais / bimestrais / trimestrais). Podem incluir a inspeção de toda a empresa, de um departamento, uma seção, certos tipos de operações, determinados equipamentos e aspectos relativos a higiene, sendo necessária a elaboração de um relatório final. Aspectos “políticos” e participação dos principais envolvidos (produção, supervisão, manutenção, líderes, membros da cipa, convidados imparciais não acostumados e não viciados com o local da inspeção). Método de inspeção do sinal da cruz (em cima, em baixo, direita, esquerda). Equipamentos de segurança, hidrantes, mangueiras, proteções, EPI´s.

10.2.3 Inspeções Especiais Ou Antecipadas Requer conhecimentos técnicos bem como em alguns casos a utilização de aparelhos especializados, exemplos:  Penetração em reservatórios;  Manutenção em equipamentos tais como caldeiras, vasos pressurizados, elevadores.  Manutenção elétrica e civil - seja por firmas empreiteiras ou não.

10.3 Levantamento das Causas dos Acidentes
Alguns atos inseguros podem ocorrer durante uma inspeção de segurança. Os processos educativos, a repetição das inspeções, as campanhas e outros recursos se prestarão a reduzir sensivelmente a ocorrência de tais atos. Quanto às condições inseguras, elas se tornam mais aparentes, mais visíveis, mais notadas porque são situações concretas, materiais mais duráveis que alguns atos inseguros que, às vezes, aconteceu em poucos segundos.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 107

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

11 PREVENÇÃO DE ACIDENTES
Acidente zero! Essa é uma meta que todas as empresas devem procurar alcançar. Prevenir um acidente significa vê-lo antecipadamente; chegar antes que o mesmo aconteça; tomar providências cabíveis para que o acidente não tenha possibilidade de ocorrer. Nesta unidade analisaremos as principais medidas preventivas, de alcances individuais e coletivos, que visam à proteção do trabalhador.

11.1 O efeito dominó e os Acidentes de Trabalho
Um dos fatos já comprovados de suas causas dos acidentes é que, quando um acidente acontece, vários fatores entraram em ação antes. Heinrich, em seu livro Industrial AccidentPrevention, sugere que a lesão sofrida por um trabalhador, no exercício de suas atividades profissionais, obedece a uma sequência de cinco fatores:      hereditariedade e ambiente social causa pessoal causa mecânica acidente lesão

A hereditariedade refere-se ao conjunto de características genéticas. Da mesma forma, certas características psicológicas também são transmitidas dos pais para os filhos, influenciando o modo de ser de cada um. Ambiente Social influência nos hábito das pessoas. É fácil de observar com que facilidade uma nova moda se espalha e “pega”. Ora a onda é usar cabelos longos, ora usar a cabeça raspada. Já houve a época da minissaia, das roupas hippies e hoje impera a moda do “cada um na sua”. Esses exemplos servem para ilustrar quanto o ambiente social afeta o comportamento das pessoas. Causa Pessoal está relacionada com a bagagem de conhecimentos e habilidades e com as condições de momento que cada um está atravessando. A probabilidade de envolvimento em acidentes aumenta quando se está triste ou deprimido, ou quando se vai desempenhar uma tarefa para a qual não se tem o preparo adequado. A causa mecânica diz respeito às falhas materiais existentes no ambiente de trabalho. Quando o equipamento não apresenta proteção para o trabalhador, quando a iluminação do ambiente de trabalho é deficiente ou quando não há boa manutenção do maquinário, os riscos de acidente aumentam consideravelmente. Quando um ou mais dos fatores anteriores se manifestam, potencializa a ocorria do acidente que pode provocar ou não lesão no trabalhador. 11.1.1 O que se pode fazer para evitar que os acidentes ocorram ? Como vimos uma maneira de evitar os acidentes é controlar os fatores que o antecedem. Não é possível interferir nas características genéticas de uma pessoa, mas é possível influenciar sua conduta proporcionando um ambiente social rico em exemplos positivos.
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 108

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

A educação e o treinamento do trabalhador para o exercício de suas funções são recursos importantíssimos para reduzir o risco de acidentes. Um trabalhador que conhece bem o seu trabalho e o desempenha com seriedade, atento às normas de segurança, está muito menos sujeito a um acidente do que um trabalhador desleixado, que não mostra preocupação com a qualidade de seu trabalho. O fator central, mais próximo do acidente, é a causa mecânica! A remoção da causa mecânica é o fator que mais reduz a probabilidade de um acidente ocorrer.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 109

(Escorregão. Geralmente as causas dos acidentes no ramo de trabalho em altura ocorrem pela não utilização dos EPIs. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. A construção civil é umas das recordistas em acidentes dentro da gama de atividades laborais no nosso país. Estes acidentes sejam com lesões. (Quebra de suporte ou ruptura de cabo de aço). apesar das leis e normas técnicas vigentes e a fiscalização. Quando se fala neste tipo de risco geralmente as pessoas leigas no assunto lembram da construção civil.br 12.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 110 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. afastamentos ou óbitos.610/98. até muitas vezes por fatores pessoais que o levam a acreditar que não irá lhe acontecer nada de errado. todos são graves como todo e qualquer acidente. sem proteção. principalmente durante a operação de enlonamento. Os colaboradores por sua vez acabam se acidentando. também é um dos principais responsável por graves acidentes nesta área.) Falta ou Falha de uma instalação ou de um dispositivo de proteção. não garantindo aos seus colaboradores um ambiente de trabalho com condições seguras. devido à falta de mão de obra especializada e de consciência sobre os procedimentos seguros. sem a devida proteção contra quedas.INBRAEP . Lei 9. tanto na construção civil como em outros ramos de trabalho. inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. ACIDENTES TÍPICOS EM TRABALHOS EM ALTURA Boa parte dos acidentes com trabalho em altura poderia ser evitada. Os trabalhos em altura são uma das maiores causas de acidentes de trabalho. Sejam por falta de informação ou por descumprimento da lei muitas empresas deixam de fornecer os equipamentos de proteção individual (EPIs).com. Mas até mesmo uma simples troca de lâmpada pode configurar trabalho em altura.inbraep. treinamentos e até mesmo não instituem os programas exigidos pelas Normas Regulamentadoras (PPRA. passo em falso etc. juntamente com: Perda de equilíbrio do trabalhador à beira do espaço.br Site: www. As estatísticas de acidentes demonstram que o trabalho de carregamento em caminhões. os acidentes continuam crescentes. PCMSO ou PCMAT). Método impróprio de trabalho Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .

com. implantando métodos de trabalho. treinamentos e medidas preventivas que proporcionem segurança para todos os trabalhadores.610/98.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 111 . Devem divulgar obrigações e proibições que os empregados devam cumprir e dar conhecimento aos empregados de que serão passíveis de punição. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Deve-se cobrar também a obrigação do empregador de mostrar os riscos existentes nas atividades dos funcionários e o treinamento sobre as medidas preventivas que devem aplicar para prevenir acidentes no desempenho do trabalho. inbraep@inbraep.inbraep.br Site: www.INBRAEP .br Contato acidental com condutor ou massa sobtensão elétrica.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. pelo descumprimento das normas de segurança e saúde expedidas.com. Lei 9. Deste modo devemos colocar em prática todo o conhecimento técnico para que haja a prevenção destes acidentes. Trabalhador não apto ao trabalho em altura (Problemas de Saúde).

Se você não tiver condições emocionais de prestar socorro direto à vítima. Esta função é importante. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Acionar corretamente um serviço de emergência local. treinada e habilitada a fazer os primeiros socorros e transporte de acidentados. Primeiros Socorros são as primeiras providências tomadas no local do acidente. parentes ou amigos também podem ser vítimas de acidentes ou de um mal súbito. os riscos de acidente fazem parte do nosso cotidiano. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 112 . bem como não ocasionar outras lesões ou agravar as já existentes. tem os primeiros socorros de um modo geral. nem todos os acidentes podem ser evitados porque nem todas as causas podem ser controladas. A pessoa que presta os primeiros socorros deve agir com bom senso. A pessoa que presta os primeiros socorros em casos de acidentes ou mal súbitos deve ter noções de primeiros socorros.br Site: www. o objetivo de substituir um curso de primeiros socorros.INBRAEP . o que requer a presença de pessoas treinadas para atuar de forma rápida. acione os serviços especializados: médicos. que requer coragem e o conhecimento das técnicas adequado capazes de auxiliar numa emergência. para garantir a vida. Somente a equipe especializada é composta por socorristas. Cada vez se investe mais na prevenção e no atendimento às vítimas. inbraep@inbraep. Nesses minutos. Lei 9. Aliviar as condições que ameacem a vida ou que possam agravar o quadro da vítima. executadas por qualquer pessoa treinada. por mais que se aparelhem hospitais e pronto-socorros. procure por alguém que o auxilie no atendimento e. proporcionar bem-estar e evitar agravamento das lesões existentes.com. pois pode manter a vítima viva até a chegada do socorro adequado. ou se criem os Serviços de Resgate e SAMUs – Serviços de Atendimento Móvel de Urgência – sempre vai haver um tempo até a chegada do atendimento profissional. tolerância. Assim. Os Primeiros Socorros ou socorro básico de urgência são as medidas iniciais e imediatas dedicadas à vítima. voltado para este seguimento. fora do ambiente hospitalar.br 13 PRIMEIROS SOCORROS O curso da NR-35 por se tratar do trabalho em Altura. Salientamos que o curso de primeiro socorros é bem amplo e especifico. Apesar das medidas de segurança comumente adotadas no ambiente de trabalho e dos cuidados que as pessoas têm com suas próprias vidas. As providências a serem tomadas inicialmente são:    Uma rápida avaliação da cena e vítima. as únicas pessoas presentes são as que foram envolvidas no acidente e as que estavam ou passaram pelo local. pois somente com um curso completo e especifico de primeiros socorros a pessoa terá o conhecimento profundo das técnicas para diversas situações que podem ocorrer no dia-a-dia. ou seja.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. em seguida. Nesse tempo. Prestar os primeiros socorros é uma atitude humana. É comum que as pessoas sintam-se incomodadas e até não gostem de socorrer uma pessoa estranha. Mas não se esqueça de que você. É o atendimento inicial e temporário. muita coisa pode acontecer. O socorro imediato evita que um ferimento se agrave ou que uma simples fratura se complique. calma e ter grande capacidade de improvisação. ou que um desmaio resulte na morte do acidentado. Mas. com a utilização de técnicas simples. O conhecimento e a aplicação dos primeiros socorros têm como objetivo fundamental salvar vidas.com.610/98. Geralmente presta-se atendimento no próprio local.Proibida a reprodução por qualquer meio.inbraep. até a chegada de um socorro profissional. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . socorrista é a pessoa que esta preparada. não tendo este modulo (NR-35).

até um simples ato de chamar assistência especializada como. vale o improviso com sacos plásticos. agressões entre outros. Lembre-se Primeiro você. nem deixe de adotar os procedimentos cabíveis. atropelamentos. secreções ou por produtos tóxicos.com. deve fazer uma observação detalhada da cena. Uma vez definida e analisada a situação. deve-se interagir com a vítima. Prestar os primeiros socorros não significa somente fazer respiração artificial. depois sua equipe e por ultimo a Vítima. Ao pedir ajuda. Significa chamar a equipe especializada (Bombeiros. Por isso é importante a utilização de kits de primeiros socorros como. ambulância e bombeiros. procurando acalmá-la e. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. colisões. Na ausência desses dispositivos. analisando a existência de riscos. tranquilizar os que estão assustados ou em pânico.br ambulâncias. a pessoa deve se proteger para evitar riscos de contaminação através do contato com sangue. dar um pouco de si. sexo da vitima. idade aproximada. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 113 . panos ou outros utensílios que estejam disponíveis. colocar um curativo num ferimento ou levar uma pessoa ferida para o hospital. A pessoa que esta preparada e treinada. Sempre que possível. 13.Proibida a reprodução por qualquer meio. como endereço do acidente.inbraep. a ação deve ser dirigida para:        Pedido de ajuda qualificada e especializada Avaliação das vias áreas Avaliação da respiração e dos batimentos cardíacos Prevenção do estado de choque Aplicação de tratamento adequado para as lesões menos graves Preparação da vítima para remoção segura Providencias para transporte e tratamento médico (dependendo das condições) Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9.610/98. certificando-se de que o local onde se encontra a vítima está seguro. que indicará das prioridades. luvas. eletrocução. ao mesmo tempo. pegar na mão de alguém que está ferido. Antes de examinar a vítima.1 Procedimentos Gerais Um atendimento adequado depende antes de tudo de uma rápida avaliação da situação. ponto de referencia. afogamento. SAMU). avaliar suas condições enquanto conversa com ela. Existem várias maneiras de ajudar em um acidente. Não deixe uma pessoa acidentada sem uma palavra de apoio nem um gesto de solidariedade. Somente depois de assegurar-se da segurança da cena é que a pessoa deve ser aproximar da vítima para prestar assistência. como desabamentos. é de suma importância para o atendimento adequado.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com.br Site: www. inbraep@inbraep. SAMU e bombeiros. tipo de acidente e numero de vitimas. em vez disso se tornar mais uma vítima. deve procurar passar o máximo de informações.INBRAEP . máscaras entre outros. óculos. Não adianta tentar ajudar e.

181 – Os que trabalham em serviços de eletricidade ou instalações elétricas devem estar familiarizados com os métodos de socorro a acidentados por choque elétrico. ao desamparo ou em grave e iminente perigo.1. à criança abandonada ou extraviada.1 Princípios para os Primeiros Socorros:               Agir com calma e confiança – evitar o pânico Ser rápido.br 13. dando ao acidentado segurança Se houver condições solicitar ajuda de alguém do mesmo sexo da vítima Manter sua atenção voltada para a vítima quando estiver interrogando-a Falar de modo claro e objetivo Aguardar a resposta da vítima Não atropelar com muitas perguntas Explicar o procedimento antes de executá-lo Responder honestamente as perguntas que a vítima fizer Usar luvas descartáveis e dispositivos boca-máscara. sabendo reconhecer suas limitações Usar criatividade para improvisação Demonstrar tranquilidade. Pena .Detenção de um a três anos.com. mas não precipitado Usar bom senso.610/98.1 Aspectos Legais Durante uma emergência. há artigos específicos na legislação brasileira acerca do assunto.Matar alguém. todo indivíduo tem o dever de ajudar um acidentado ou chamar o serviço especializado para atendê-lo. 13. CLT . Para o Código Penal Brasileiro. desabamento ou incêndio). inbraep@inbraep. Lei 9. Código penal .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Homicídio simples Art. Parágrafo 3º .Se o homicídio é culposo. as pessoas podem se deparar com questões jurídicas. improvisando se necessário. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. Atender a vítima em local seguro (remove-la do local se houver risco de explosão. se resulta a morte. para proteção contra doenças de transmissão respiratória e por sangue. por tanto comentaremos os principais tópicos penais que podem ser de interesse.2. ou multa. Pena – detenção de 1 (um) a 6 (seis) meses. Pena .Art. 121 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 114 .Reclusão de seis a vinte anos. ou à pessoa inválida ou ferida.com. e triplicada. o socorro da autoridade pública. ou pedir.INBRAEP . Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. Parágrafo único – A pena é aumentada de metade. por exemplo.2 Legislação Sobre o Ato de Prestar Socorro Devido à importância do ato de prestar socorro. se a omissão resulta lesão corporal ou de natureza grave. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. 135 – Deixar de prestar assistência. a omissão de socorro constitui crime previsto no Artigo 135.br Site: www.Proibida a reprodução por qualquer meio. 13.Art. nesses casos.

cujo sacrifício nas circunstancias. o socorro da autoridade pública. inbraep@inbraep. IEm estado de necessidade.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98.com. cujo sujeito ativo pode ser qualquer pessoa. nem podia de outro modo evitar direito próprio ou alheio. Por outro lado o Art. 20 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 115 .Não há crime quando o agente pratica o fato. nesses casos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. Parágrafo 1º Não pode alegar estado de necessidade quem tinha o dever legal de enfrentar o perigo.inbraep. sempre se deve chamar o serviço especializado e prestar uma assistência psicológica para a vítima quando não estamos preparados para iniciarmos manobras complexas. Pena .Detenção de um a três anos. ao desamparo ou em grave e iminente perigo. Uma coisa é certa.com. não era razoável exigir-se. a omissão de socorro é crime.br Nulidade do crime Art. Lesões corporais Art. 132 Expor a vida ou a saúde de outrem a perigo direto e eminente. ou não pedir. para avaliar a melhor forma de manter a vítima viva. 129 não permite ofender a integridade corporal ou saúde de outrem. 129 . 19 . Exposição ao perigo Art. III Em estrito cumprimento de dever legal ou no exercício regular de direito Estado de necessidade Art. Omissão de socorro: Art. visto que deixar de prestar socorro como no item 18. Esta assistência vai desde chamar o serviço especializado. o Juiz pode reduzir a pena de um a dois terços.br Site: www.2 código penal art. utilizando de bom senso sempre. até de fato iniciar os Primeiros Socorros. II Em legítima defesa. preparada e treinada para iniciar os procedimentos de primeiros socorros. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . ou a pessoa inválida ou ferida. As questões jurídicas em relação aos Primeiros Socorros são bem complexas. 135 deixar de prestar assistência. que não provocou por sua vontade.INBRAEP . 135. mesmo que não tenha o deve jurídico de prestar assistência. quando possível fazê-lo sem risco pessoal. Parágrafo 2º Embora reconheça que era razoável exigir-se o sacrifício do direito ameaçado.Considera-se em estado de necessidade quem pratica o fato para salvar de perigo atual. a criança abandonada ou extraviada. Por este motivo a pessoa deve estar muito confiante. Lei 9.Ofender a integridade corporal ou saúde de outrem.

Ao se deparar com uma urgência coletiva. Há alguns itens necessários para uma caixa de primeiros socorros como:         Compressas de gaze (preferencialmente esterilizadas).INBRAEP . apesar de apresentarem riscos menores. tirando-o da tomada ou até mesmo desligando a chave geral. Por isso as ocorrências de choques elétricos se tronam mais frequentes. aparelhos e equipamentos eletrônicos.inbraep. geralmente. para proteger vítimas e demais pessoas.5 Choques Elétricos Com o avanço da tecnologia cada vez mais estamos circulados por máquinas. às vezes levando até a morte.  Isolar o local. também merecem atenção e cuidado. antes de tudo é necessário desligar o aparelho.com. defesa cível. para que no caso de algum inconveniente você esteja preparado. no trabalho e no carro uma caixa de primeiros socorros. por isso. bombeiros e polícia. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 116 .Proibida a reprodução por qualquer meio.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. a vítima que leva o choque fica presa no equipamento ou fios elétrico. o atendimento é muito confuso.br Site: www. Se a pessoa que irá prestar os primeiros socorros tocar na vitima. Em algumas vezes. por serem de baixa voltagem.com. Lei 9. os choques podem ser fortes e provocar queimaduras graves. Rolos de atadura de crepe ou de gaze (tamanhos diversos) Esparadrapo Tesoura de ponta arredondada Pinça Soro fisiológico ou água bidestilada Luvas de látex Lanterna 13.  Determinar locais diferentes para a chegada dos recursos e saída das vítimas. A vítima de choque elétrico às vezes apresenta no corpo queimaduras nos lugares percorridos pela corrente elétrica. deve tomar as seguintes medidas:  Providenciar comunicação imediata com os serviços de saúde.br 13. além de poder sofrer arritmias cardíacas se a corrente elétrica passar pelo coração.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . fazendo uma triagem rápida das vítimas para que as mais graves possam ser removidas primeiro.3 Urgências Coletivas Acidentes em locais onde há aglomeração de pessoas costuma envolver um grande número de vitimas e nesses casos. isso pode ser fatal.  Providencias o transporte de forma adequada para não complicar as lesões 13.4 Caixa de Primeiros Socorros É importantíssimo e recomendável ter em casa. a rapidez no atendimento é fundamental. Os choques causados por correntes elétricas residenciais.  Retirar as vítimas que estejam em local instável  Determinar as prioridades de atendimento. Em um acidente que envolva eletricidade. dependendo da corrente elétrica. pois em alguns casos também podem levar a morte. a corrente também irá atingi-la. Em casos de alta voltagem.

Deite a vítima e flexione a cabeça dela para trás. Depois prestar os primeiros socorros. sendo a distância mínima recomendada de quatro metros. inbraep@inbraep. caso não seja possível. há morte instantânea. Lembre-se: não deixe que ninguém se aproxime da vítima. ou seja. antes de tocar a vítima. borracha grossa. os bombeiros ou a policia.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Procedendo dessa maneira. por exemplo.  Queimaduras.com.  Alteração do ritmo cardíaco ou parada cardíaca.1 Procedimentos para choque elétrico Como visto anteriormente. Nesse caso.  Dificuldade respiratória ou parada respiratória. cinto de couro. entre em contato com a central. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . separar a vítima do contato utilizando qualquer material que não seja condutor de eletricidade como: um pedaço de madeira.  Contrações musculares fracas que poderão tornar-se fortes e dolorosas. deve-se desligar a corrente elétrica. é a ausência das funções vitais. Dependendo das condições da vítima e das características da corrente elétrica o acidentado pode apresentar:  Sensação de formigamento.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 117 . somente depois de desligada é que você deverá prestar socorro.luvas. aplicando massagem cardíaca.PCR A parada cardiorrespiratória é a parada dos movimentos cardíacos e respiratórios. Se constatar parada cardiorrespiratória. a vítima pode ficar presa ou ser violentamente projetada à distância.  Inconsciência. você certamente poderá evitar novos acidentes.5.6 Parada Cardiorrespiratória .com. geralmente. 13. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. quando ocorre algum choque envolvido esses cabos. A ocorrência isolada de uma delas só existe em curto espaço de tempo. Para atender uma vítima de choque elétrico devemos seguir alguns passos básicos como:     Realizar avaliação primária (grau de consciência.inbraep.br Site: www. providencie assistência médica imediata. verifique se ocorreu alguma queimadura. somente pessoas autorizadas ou da central elétrica pode desligá-los.  Traumatismos como fraturas e rotura de órgãos internos. indicando o local exato do acidente. As correntes de alta tensão se localizam. movimentos respiratórios e batimentos cardíacos. No acidente elétrico. de modo a facilitar a respiração. respiração e pulsação). A parada cardiorrespiratória leva à morte no período de 3 a 5 minutos. a parada de uma acarreta a parada da outra. Lei 9. nem tente ajudá-la antes de a corrente elétrica ser desligada. nos cabos elétricos que vemos nas ruas.INBRAEP .br 13.Proibida a reprodução por qualquer meio. aja imediatamente. cuidando delas de acordo com o grau de extensão que tenha atingido. Caso esteja respirando normalmente e com batimentos cardíacos.

2 Parada Cardíaca Ocorrendo uma parada respiratória temos que ficar atentos. estas pulsações seguem sempre o mesmo ritmo e força em situações normais.com. quando ocorre por alguma razão uma parada respiratória. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 118 . chegando bem próximo da boca e do nariz da vítima e verificar:  Se o tórax se expande  Se há algum ruído de respiração  Sentir na sua própria face se há saída de ar Sinais de Parada Respiratória    Inconsciência Tórax imóvel Ausência de saída de ar pelas vias aterias (nariz e boca) 13.6. soterramento. choque elétrico entre outros. ou seja. essa ultima pode ocorrer em ambientes confinados.br 13. pode estar havendo uma parada cardíaca. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INBRAEP . As pulsações cardíacas indicam a frequência e a força com que o coração está enviando o sangue para o corpo. Lei 9.com.610/98. ou seja. pois pode ocorrer uma parada cardíaca simultaneamente.6.1 Parada Respiratória Como sabemos o ser humano não vive sem o ar (oxigênio). um dos riscos indiretos em trabalhar com eletricidade. Há um modo bem simples para perceber os movimentos respiratórios da vitima.br Site: www.inbraep. pode parar os batimentos do coração. Sinais de Parada Cardíaca    Inconsciência Ausência de pulsação (batimentos cardíacos) Ausência de som de batimentos cardíacos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . a pessoa pára de respirar ou sofre uma asfixia. sufocação. Porém quando isso não ocorre.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio. presença de corpo estranhos na garganta. aspiração excessiva de gases venenosos ou vapores químicos. pode estar havendo um problema com a circulação do sangue. A parada respiratória pode correr por diversas situações como afogamento.

deve-se considerar que a vítima esta sem circulação e iniciar as compressões torácicas. Quando ocorre uma ausência de pulsação nessas artérias é um dos sinais mais evidentes que ocorreu uma parada cardíaca. inbraep@inbraep. deve falar com a vítima buscando saber se ela esta consciente ou não. que consiste em avaliar:  A .com. Após confirmação do estado de inconsciência a prioridade é pedir auxilio qualificado. ela deverá ser tratada com a Reanimação cardiopulmonar (RCP). Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 119 .6. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.inbraep.Circulação Caso se confirme uma parada cardiorrespiratória (PCR).Proibida a reprodução por qualquer meio. em seguida.br Site: www. luvas. panos ou sacos plásticos.br Para verificar as pulsações é necessário senti-las nas artérias principais que passam pelo corpo. deve-se observar se a vítima apresenta algum sinal de cirucurlação como:  Respiração  Tosse ou emissão de som  Movimentação Em casos onde esses sinais não são evidentes.610/98. Lei 9. as mais utilizadas é a que passam pelo pescoço.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . denominadas carótidas.Boca ( Respiração) ou Boa respiração  C . 13.INBRAEP . A iniciação deve começar com o ABC da vida.com. Quando ficar com dúvida ou não conseguir verificar as pulsações.Vias Aérias  B .3 Procedimentos para Parada Cardiorrespiratória Primeiramente deve-se verificar a segurança do local. usar os dispositivos de proteção possíveis ou improvisados como. Lembre-se antes de avaliar as condições da vítima.

Em caso de presença de secreção com suspeita de traumatismo. impedindo a passagem do ar.1 Obstrução das Vias Aéreas A obstrução das vias aéreas é uma das principais causas de morte em pessoas inconscientes. o relaxamento da musculatura do maxilar faz com que a língua caia para trás.Proibida a reprodução por qualquer meio.3. Colocar uma das mãos sobre a testa da vítima e com a outra elevar o queixo. mas a principal causa de obstrução é a “queda da língua”.br 13. dentes soltos etc. agressão entre outros fatores. Em casos de suspeitas de a vítima ter sofrido algum tipo de traumatismo. ou seja mantendo a cabeça e o pescoço em uma posição neutra abrindo somente a boca da vítima. Quando a pessoa esta inconsciente.  Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 120 . para retirar esta secreção deve-se virar a cabeça junto com o corpo (sendo necessários três socorristas ou pessoas treinadas).610/98. deve-se limpar a boca e nariz da vítima com um pano limpo e virar sua cabeça para o lado facilitando a saída do liquido. A manobra a ser aplicada é a de “elevação modificada da mandíbula”.br Site: www. O que fazer em casos de obstrução     Remover dentadura.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. que consiste simplesmente no posicionamento dos dedos bilateralmente por detrás dos ângulos da mandíbula do paciente.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9. é necessário proteger a coluna cervical (pescoço). mantendo assim a coluna cervical alinhada. seguido do deslocamento destes para frente. Na obstrução por presença de sangue ou secreção.6. desobstruindo as vias aéreas.com. secreções e corpos estranhos.com. inbraep@inbraep. excesso de secreção. sangue. essa manobra reposicionará corretamente a língua. as vias aéreas podem estar obstruídas por várias maneiras como. pontes dentárias. por queda acidente de transito.

a respiração artificial deve ainda ser padrão para os profissionais de saúde.Proibida a reprodução por qualquer meio.br Site: www. Lei 9.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Pela nova norma. inbraep@inbraep.com.br A pessoa que presta os primeiros socorros deve ver.4 Reanimação Cardiopulmonar (RCP).INBRAEP . morreram antes de chegar ao hospital. será necessário a reanimação cardiopulmonar (RCP). alem de possuir os equipamentos de proteção necessários. Até então no Brasil 95% dos que sofreram ataque repentino. ATENDIMENTO Até 4 minutos De 4 a 6 minutos Em mais de 6 minutos LESÃO CEREBRAL Improvável Provável Muito provável 13. que sabem fazê-la com a qualidade e agilidade adequada. A mudança se deu com o intuito de facilitar o processo e impedir que pessoas desistam de fazê-lo pelo receio de encostar sua boca na boca de desconhecidos. Nova regra de ressuscitação dá prioridade à massagem cardíaca. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 121 . Pesquisas americanas recentes mostram que a massagem aumenta em três vezes as chances de vida. ou até mesmo a vitima não apresenta pulsação. essa nova regra começou a valer a partir de 2010.inbraep. ouvir e sentir a respiração. pois dependendo do tempo pode levar a vítima a ter lesão cerebral. caso a vitima esteja respirando deverá avaliar a pulsação.6. as chances de sucesso de uma pessoa que faz a massagem cardíaca corretamente são praticamente as mesmas de quem opta pela massagem e respiração artificial. não foram suficientes para a vítima retornar a respirar. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. além de contar com a vantagem de se ganhar tempo – essencial no processo. órgão americano que divulgou as novas normas. Em parada cardiorrespiratória o tempo é fundamental. leigos não precisam fazer respiração boca a boca. Se os procedimentos de obstrução das Vias Aéreas.610/98. Segundo a AHA (American Heart Association).

6. Como demanda esforço físico. 13.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.    Posicionar seus ombros diretamente acima de suas mãos sobre o peito da vítima Manter os braços retos e os cotovelos estendidos Pressionar o osso esterno para baixo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . se puder Procedimentos. que assumirá o trabalho.br Site: www.5 Modo de fazer a massagem cardíaca: A massagem cardíaca deve ser realizada no meio do peito (entre os dois mamilos). aproximadamente 5 centímetros. Já ao receber a massagem. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 122 . com o movimento das mãos entrelaçadas (uma em cima da outra) sob braços retos. de forma coordenada.Proibida a reprodução por qualquer meio. tente revezar com outra pessoa.br Se a vítima da parada cardíaca não receber nenhuma ajuda em até oito minutos. para o coração e o cérebro.com. consequentemente de oxigênio. a chance de ela sobreviver não passa de 15%. que devem fazer ao menos cem movimentos de compressão por minuto. Os movimentos servem para retomar a circulação do sangue e.     Realizar somente quando tiver certeza de que o coração da vítima parou Colocar a vítima sobre uma superfície rígida Ajoelhar-se ao lado da vítima Entrelaçar os seus dedos. sem qualquer interrupção.com. inbraep@inbraep. Não espere mais de dez segundos para começar a compressão e a faça até o resgate chegar. estendendo-os de forma que não toquem no meio do peito da vítima (entre os dois mamilos). Lei 9.inbraep. de forma rápida e forte.610/98. interrompida quando o coração para.INBRAEP . a chance aumenta para quase 50% até a chegada da equipe de socorro.

instalando-se um desequilíbrio no organismo. infecção grave e envenenamento por produtos químicos. orelhas. o estado de choque se dá quando há mal funcionamento entre o coração. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 123 .com. O correto atendimento exige ação rápida e imediata. dor intensa de qualquer origem. lábios e pontas dos dedos. O estado de choque põe em risco a vida da vítima. é praticamente o mesmo. ATENÇÂO: As manobras de Primeiros Socorros sempre são reformuladas sendo necessário o aluno sempre estar buscando se atualizar. Faça até o resgate chegar.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. não importando a causa que desencadeou o estado de choque. 9. ataque cardíaco. vasos sanguíneos (artérias ou veias) e o sangue.7.br     Fazer as compressões uniformemente e com ritmo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Lei 9. Suor intenso na testa e palmas das mãos. Fraqueza geral. flexionar o tronco ao invés dos joelhos Evitar que os seus dedos apertem o peito da vítima durante as compressões. dependendo da intensidade em cada caso. O quadro clínico. choque elétrico. sem qualquer interrupção Durante as compressões. A vítima de estado de choque ou na iminência de entrar em choque apresenta geralmente os seguintes sintomas:     Pele pálida.inbraep. provocada pela diminuição do volume de sangue ou pela deficiência do sistema cardiovascular. úmida. Pulso rápido e fraco. A vítima pode apresentar diversos sinais de sintomas ou apenas alguns deles. pegajosa e fria.Proibida a reprodução por qualquer meio. Didaticamente.br Site: www. O estado de choque é um complexo grupo de síndromes cardiovasculares agudas que não possui.7 Estado de Choque As principais causas do estado de choque são: hemorragias e queimaduras graves. 13. O estado de choque se caracteriza pela falta de circulação e oxigenação dos tecidos do corpo. Cianose (arroxeamento) de extremidades. uma definição única que compreenda todas as suas diversas causas e origens.INBRAEP . portanto. sendo assim uma grave emergência médica.com.1 Sinais e sintomas O estado de choque pode se manifestar de diferentes formas. inbraep@inbraep.

inbraep. com as pernas elevadas (30cm) e a cabeça virada para o lado. com pupilas dilatadas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 124 . conforme demonstrado na Figura. caso ela vomite. Sede intensa. mas sangrando pela boca ou nariz. Respostas insatisfatórias a estímulos externos. Perda total ou parcial de consciência. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Mas infelizmente não há muitos procedimentos de primeiros socorros a serem tomados para tirar a vítima do choque. pele fria e calafrios. que aspire podendo provocar pneumonia. irregular ou muito difícil. deitá-la na posição lateral de segurança (PLS).610/98. Expressão de ansiedade ou olhar indiferente e profundo.  Afrouxar as roupas da vítima no pescoço. peito e cintura. Visão nublada. Respiração rápida.7.com. Lei 9. No caso de a vítima estar inconsciente. Deitar a Vitima A primeira atitude é tentar acalmar a vítima que esteja consciente. ou se estiver consciente.com.   Obs: se a vitima sofreu alguma lesão grave que possa ter causado algum dando na coluna a vitima não deve ser movimentada. agitação. para evitar asfixia. os membros inferiores não devem ser elevados. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.Proibida a reprodução por qualquer meio. Vítima deve ser deitada de costas. curta.br             Sensação de frio. Náuseas e vômitos. objetos ou alimento na boca e os retirar.INBRAEP . evitando assim. para facilitar a respiração e a circulação  Verificar se há presença de prótese dentária. Medo (ansiedade). (caso não houver suspeita de lesão ou fraturas na coluna)  No caso de ferimentos no tórax que dificultem a respiração ou de ferimento na cabeça. Taquicardia Queda de pressão arterial Tonturas e calafrios 13.2 Providencias a serem tomadas Algumas providências podem ser tomadas para evitar o estado de choque.br Site: www.

Pulso Enquanto as providências já indicadas são executadas.610/98. eletricidade. a vítima deve ser agasalhada com cobertor ou algo semelhante. A temperatura do corpo humano. Conforto Dependendo do estado geral e da existência ou não de fratura. caso a vítima pare de respirar. Deve-se estar preparado para iniciar a reanimação cardiopulmonar.com.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. calor ou frio. observar o pulso da vítima. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 125 .inbraep. Lei 9.br Site: www. inbraep@inbraep. 13. radiação e produtos químicos. provocam reações no organismo humano que podem se limitar à pele ou afetar funções orgânicas vitais. é o resultado de vários agentes que atuam como fatores internos ou externos.8 Distúrbios causados pela Temperatura A temperatura. Permanecer em vigilância junto à vítima para dar-lhe segurança e para monitorar alterações em seu estado físico e de consciência. Estes valores oscilam entre 34. O contato com chamas e substancias superaquecidas. Se for preciso. em um determinado momento. Mecanismos homeostáticos internos atuam para manter a vida com a constância da temperatura corporal dentro de valores ideais para a atividade celular.br Respiração Verificar quase que simultaneamente se a vítima respira. mantendo-a calma sem demonstrar apreensão quanto ao seu estado.com. tranquilizar a vítima. Tranquilizar a Vítima Se o socorro médico estiver demorando.4 e 400C. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Não se deve dar nada para beber. como uma lona ou casacos. A vítima vai necessitar de tratamento complexo que só pode ser feito por profissionais e recursos especiais para intervir nestes casos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Isso significa observar se ela não está sentindo frio e perdendo calor. a exposição excessiva ao sol e até mesmo à temperatura ambiente muito elevada. podem causar lesões diferenciadas no corpo humano. e os contatos com gases. aumentando ou reduzindo a temperatura. No choque o pulso da vítima apresenta-se rápido e fraco (taquisfigmia). a vítima deverá ser deitada da melhor maneira possível. providenciar imediatamente assistência especializada. Atenção: Em todos os casos de reconhecimento dos sinais e sintomas de estado de choque.Proibida a reprodução por qualquer meio.INBRAEP .

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

13.8.1 Queimaduras Queimaduras são lesões provocadas pela temperatura, geralmente calor, que podem atingir graves proporções de perigo para a vida ou para a integridade da pessoa, dependendo de sua localização, extensão e grau de profundidade. A tabela a seguir, se refere à extensão da área lesada, ajudando assim a avaliar a gravidade de uma queimadura. ÁREA ATINGIDA Cabeça Pescoço Tórax e Abdome Costas e Região Lombar Cada Braço Cada Perna Genitália 7% 2% 18% 18% 9% 18% 1% EXTENSÃO

Profundidade ou Grau das Queimaduras Dependendo da profundidade queimada do corpo, as queimaduras são classificadas em graus para melhor compreensão e adoção de medidas terapêuticas adequadas. São consideradas grandes queimaduras aquelas que atingem mais de 15% do corpo, no caso de adultos, e mais de 10% do corpo, no caso de crianças de até 10 anos.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 126

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

13.8.1.1 Queimadura de Primeiro Grau É a mais comum, deixa a pele avermelhada, além de provocar ardor e ressecamento, sendo a lesão é superficial. Trata-se de um tipo de queimadura causado quase sempre por exposição prolongada à luz solar ou por contando breve com líquidos ferventes.

Providências As queimaduras de 1º grau podem ser tratadas sem recurso ao hospital, a não ser que atinjam uma área muito grande ou sejam em bebês e idosos. Este tipo de queimadura melhora em 3 dias.

13.8.1.2 Queimadura de Segundo Grau Mais grave do que a de primeiro grau, essa queimadura é aquela que atinge as camadas um pouco mais profundas da pele. Caracteriza-se pelo surgimento de bolhas, desprendimento das camadas superficiais da pele, com formação de feridas avermelhadas e muito dolorosas.

Providências Queimaduras do 1º e 2º grau (de baixa gravidade) podem ser tratadas sem recurso ao hospital. Os casos mais graves a vítima deve ser encaminhada ao hospital. Deve-se:    Aplicação de água fria até alivio da dor, pelo menos 5 minutos; Secagem da zona afetada com compressa esterilizada; Cobrir com um pano limpo
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 127

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

   

Aplicação de gaze vaselinada (não aderente) sobre a queimadura e um penso absorvente para absorver exsudado (deve ser mudado regularmente): Não deve-se estourar as bolhas. Os cremes/loções calmantes só estão indicados para as queimaduras de 1º grau. Não colocar nenhum produto caseiro.

Nota: Não se deve usar algodão porque aderir à ferida

13.8.1.3 Queimadura de Terceiro Grau Queimaduras de terceiro grau são aquela em que todas as camadas da pele são atingidas, podendo ainda alcançar músculos e ossos. Essas queimaduras apresentam-se secas, esbranquiçadas ou de aspecto carbonizado, fazendo com que a pele se assemelhe ao couro, diferentemente do que acontece nas queimaduras de primeiro e segundo graus. Esse tipo de queimadura não produz dor intensa, já que provoca a destruição dos nervos que transmitem a sensação de dor. Geralmente a queimadura de terceiro grau é causada por contato direto com chamas, líquidos inflamáveis ou eletricidade. É grave e representa sérios riscos para a vítima, sobretudo se atingir grande extensão do corpo. Providências O tratamento de queimaduras de modo geral pode ser feita da seguinte forma, podendo ser de Primeiro, Segundo ou Terceiro grau.    Deve-se resfriar com água o local atingido, pelo menos 5 minutos. Proteger o local com um pano limpo. Providenciar atendimento médico.

Esse atendimento médico pode ser dispensado apenas no caso de queimaduras de primeiro e segundo grau, em que a área lesada não seja muito extensa. Queimaduras elétricas: Requer urgência hospitalar porque podem afetar áreas não visíveis, como órgãos internos. 13.8.2 Insolação A insolação é uma enfermidade provocada pela exposição excessiva aos raios solares, podendo se manifestar subitamente, quando a pessoa cai desacordada, mantendo presentes, porém, a pulsação e a respiração. A insolação acontece quando o organismo fica incapacitado de controlar sua temperatura. Quando a pessoa tem insolação, sua temperatura corporal aumenta rapidamente, o mecanismo de
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 128

caldeiras etc. Avaliar nível de consciência. inbraep@inbraep.com.8. Diferentes níveis de consciência.com.br Site: www. Providências         Remover a vítima para lugar fresco e arejado. Insolação pode causar morte ou incapacitação permanente se o tratamento de emergência não for providenciado. 13.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. A temperatura corporal de uma pessoa com insolação pode subir até 41 graus. em 10 a 15 minutos. padarias. envolvendo-a com toalhas umedecidas. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 129 . para não ocorrer um colapso. geralmente observam-se apenas alguns deles. Encaminhar para atendimento hospitalar. Pele úmida e fria Palidez ou tonalidade azulada no rosto Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . O ideal é deixar que a temperatura vá diminuindo bem lentamente. Aplicar compressas frias sobre sua cabeça. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo.3 Intermação Ocorre devido à ação do calor em lugares fechados e não arejados (nas fundições.Proibida a reprodução por qualquer meio. Providenciar transporte adequado. Sinais e Sintomas:         Tontura Enjôo Dor de cabeça Pele seca e quente Rosto avermelhado Febre alta Pulso rápido Respiração difícil Não é comum esses sinais aparecerem todos ao mesmo tempo. Sinais e Sintomas:     Temperatura do corpo elevada. com graves consequências para a saúde da vítima. divido quedas bruscas de temperatura. Lei 9. A intermação acarreta uma série de alterações no organismo. ou mais.inbraep.INBRAEP . pulso e respiração. Oferecer líquidos em pequenas quantidades e de forma frequente.) com temperaturas muito altas. Mantê-la deitada.br transpiração falha e o corpo fica incapacitado de se resfriar.

com. é necessário ingerir muito líquido e alimentos que contenham sal. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 130 .INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Avaliar nível de consciência.br Site: www. Caso utiliza o gelo.Proibida a reprodução por qualquer meio. Providências      Remover a vítima para lugar fresco e arejado.com. 13. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Baixar a temperatura do corpo de modo progressivo. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .610/98. pode ocorrer rompimento de vasos sanguíneos na região. Lei 9. Mantê-la deitada com o tronco ligeiramente elevado. Em alguns casos quando a batida é muito forte.9. o trabalhador não deve permanecer por longos períodos de tempo em ambientes quentes e fechados. aplicando compressas de pano umedecido com água. tratando-se de uma forte compressão dos tecidos moles. como pele.9 Ferimentos 13. originando um hematoma.INBRAEP . conta os ossos. Procedimentos    Manter em repouso a parte contundida Aplicar compressas frias ou saco de gelo até que a dor melhore e a inchação se estabilize.1 Contusão A contusão é uma lesão sem o rompimento da pele. camada de gordura e músculos. Encaminhar imediatamente para atendimento hospitalar. proteger a parte afetada com um pano limpo para evitar queimaduras na pele. inbraep@inbraep. pulso e respiração.inbraep.br     Cansaço Calafrios Respiração superficial Diminuição da pressão arterial Para prevenir a intermação.

2 Escoriações São lesões simples da camada superficial da pele ou mucosas. usar um lenço ou pano limpo. sem perda ou destruição do mesmo. Geralmente são causadas por instrumento cortante ou contundente. Caso não seja possível. comprimir o local até cessar o sangramento. ligar 192 Procedimentos  Chamar ajuda: tempo é crucial nesse tipo de trauma. O reimplante é a primeira opção para pessoas que perderam um membro (se houver esmagamento em qualquer parte do membro. por esmagamentos ou por forças de tração. Manter o curativo limpo e seco. Prender o curativo ou pano com cuidado. Não representam risco à vítima quando isoladas. Quanto mais rápido for feito o atendimento. Se a cidade dispuser de Samu (Serviço de Atendimento Municipal ao Usuário).9.br Site: www. Lembre-se: Em casos graves. Lei 9.9. que são as escoriações mais frequente. Esse tipo de ferimento acontece geralmente em consequência de quedas.610/98. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. Procedimentos        Lavar as mãos com água e sabão e protegê-las para não se contaminar.inbraep.com. ao presenciar esse tipo de acidente. depois do curativo feita deve-se encaminhar a vítima para atendimento médico. Lavar a ferida com água e sabão para não infeccionar Secar a região machucada com um pano limpo Verificar se existe algum vaso com sangramento.Proibida a reprodução por qualquer meio.3 Amputações As amputações são definidas como lesões em que há a separação de um membro ou de uma estrutura protuberante do corpo. sofre arranhões em contato com as asperezas do chão.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. as chances de reimplante diminuem). As feridas devem ser cobertas para estancar a hemorragia e também evitar contaminação. sem apertar nem deixar que algum nó fique sobre o ferimento. A primeira providência. Se houver. Podem ser causadas por objetos cortantes. maiores as chances de sucesso no reimplante. é ligar para 193 (serviço de resgate móvel).com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 131 . quando a pele de certas partes do corpo. Proteger o ferimento com uma compressa de gaze ou um curativo pronto. apresentando solução de continuidade do tecido. com sangramento discreto. Primeiro chamar o socorro e depois cuidar da vítima  Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . 13.INBRAEP .br 13. As escoriações acontecem quando o objeto atinge apenas as camadas superficiais da pele. mas costumam ser extremamente dolorosas.

com. Procedimentos    Utilizar um pedaço de plástico limpo ou gazes Fazer curativo de três pontas (três lados fechados e um lado aberto) Encaminhar a vítima imediatamente para atendimento médico. 13. Muito Importante: não trocar os panos usados para fazer a compressão.610/98. pois com a ruptura de vasos a hemorragia é constante. pode-se ouvir o ar saindo ou ver o sangue que sai borbulhando por esse mesmo orifício. O curativo impedirá a entrada de ar na inspiração. Uma pequena contusão pode indicar a presença de lesões internas graves. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. caso haja tampa. Desse modo.INBRAEP . mas permitirá a saída de ar na expiração.4 Ferimentos no Tórax Os ferimentos no Tórax podem ser muito graves. Lei 9. Quando o pulmão é atingindo de forma a ter um orifício de tamanho considerável na parede do tórax.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. mesmo nos casos de ferimentos que pareçam sem importância. Compressas: Envolver a parte amputada em panos limpos.9.Proibida a reprodução por qualquer meio. isso evita grandes perdas sanguíneas. pois isso pode causar morte celular e não haverá possibilidade de reimplante Encaminhar para hospital: Enviar o seguimento com a vítima na ambulância.br Site: www. principalmente se os pulmões forem atingidos. inbraep@inbraep.inbraep. hemorragia interna e estado de choque. Nunca colocar a parte amputada diretamente em contato com o gelo.br  Assistência À vítima: Se a vitima estiver consciente fazer o possível para acalmá-la.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 132 . Providenciar compressas (panos limpos) e fazer compressão no local da amputação. a equipe médica poderá dimensionar a perda sanguínea   Recuperar o membro: Colocar o membro dentro de dois sacos plásticos Isopor e Gelo: Colocar o membro embalado dentro de um isopor com gelo e tampar. Caso isso não seja possível. ter o cuidado de enviar a parte amputada para o mesmo hospital onde a vítima está sendo atendida   É bom sempre lembrar que a vítima deve ser vista como um todo. com rompimento de vísceras.

podendo atingir algum órgão abdominal. após a saída do ar. Dependendo do ferimento pode perfurar a parede abdominal. Nunca cubra os órgãos expostos com material aderentes (papel. algodão). inbraep@inbraep. deste modo. Procedimentos     Chamar atendimento especializado (Samu 192. Neste caso.9.5 Ferimentos no Abdome Os ferimentos profundos no abdome costumam ser graves. Caso tenha algum objeto encravado não tente retira-lo. 13. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Atenção: a ferida só deve ser totalmente coberta no momento exato em que terminou uma expiração.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. partes de algum órgão (ex: intestino) podem vir para o exterior. Portanto.9. 13. umedecidos com água e mantidos úmidos. quando feridos.610/98.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.com. toalha.inbraep. não tente de forma alguma colocálos no lugar. Bombeiros 193) Cobrir as partes expostas com panos limpos. tomar muito cuidado para não ferir ainda mais os olhos que estiver sendo tratado. cubra o ferimento todo com uma compressa ou um pano limpo e leve a vítima imediatamente para o hospital. ou seja. Lei 9.br Caso não consiga fazer o curativo de três pontas.br Site: www. que deixam resíduos difíceis de remover. somente um especialista dispõe de recursos para tratá-los. papel higiênico.6 Ferimentos nos Olhos Os olhos são órgãos muitos sensíveis e.INBRAEP . Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 133 .

Encaminhar para atendimento hospitalar. inbraep@inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. boca.Proibida a reprodução por qualquer meio.  Traumatismos ou ferimentos penetrantes no crânio. resultante de um traumatismo.  Fratura de fêmur. Procedimentos      Comprimir o local usando um pano limpo.1 Hemorragia Externa Sinais e Sintomas    Sangramento visível. elevar o membro que está sangrando. 13. 13. pelas cavidades naturais como nariz. Procedimentos Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .br Site: www.  Sangramento pela urina.  Vômitos ou tosse com sangue. Manter a compressão até os cuidados definitivos.2 Hemorragia Interna Sinais e Sintomas  Sangramento geralmente não visível. Se possível. etc. interna. (quantidade excessiva de pano pode mascarar o sangramento).INBRAEP .  Prenda o curativo com duas tiras de esparadrapos o que evitará mais irritação Cubra o olho não acidentado para evitar a movimentação do olho atingido. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 134 . Essa manobra não deve ser feita quando a vítima precisa do olho sadio para se salvar.com.com.  Sangramento pelo ouvido.  Cobrir os olhos com gazes ou pano limpo. Palidez de pele e mucosa. 13. e. As hemorragias podem ser classificadas inicialmente em arteriais e venosas. A hemorragia abundante e não controlada pode causar a morte em 3 a 5 minutos. para fins de primeiros socorros. Nível de consciência variável decorrente da perda sanguínea. ela pode ser também. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.10 Hemorragia É a perda de sangue através de ferimentos.  Dor com rigidez abdominal. Lei 9.10. em internas e externas.br Procedimentos  Nunca retirar dos olhos um objeto que esteja entranhado ou encravado.  Nível de consciência variável dependente da intensidade e local do sangramento.inbraep. tórax ou abdome. Não utilizar qualquer substância estranha para coibir o sangramento.10.

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

 

Manter a vítima aquecida e deitada, acompanhando os sinais vitais e atuando adequadamente nas intercorrências; Chamar urgente o atendimento hospitalar especializado.

13.10.3 Hemorragia Nasal Sinais e Sintomas  Sangramento nasal visível

Procedimentos   Colocar a vítima sentada, com a cabeça ligeiramente voltada para trás, e apertar-lhe a(s) narina(s) durante cinco minutos; Caso a hemorragia não ceda, comprimir externamente o lado da narina que está sangrando e colocar um pano ou toalha fria sobre o nariz. Se possível, usar um saco com gelo; Encaminhar para atendimento hospitalar.

13.11 Entorses, Luxações e Fraturas
Quedas, pancadas e encontrões podem lesar nosso ossos e articulações e provocar entorses, luxações ou fraturas.

13.11.1 Entorse É a separação momentânea das superfícies ósseas articulares, provocando o estiramento ou rompimento dos ligamentos, quando há um movimento brusco. Caso no local afetado apareça mancha escura 24 ou 48 horas após o acidentem pode ter havido fratura, deve-se procurar atendimento médico de imediato.

Procedimentos:  Aplicar gelo ou compressas frias durante as primeiras 24 horas  Após este tempo aplicar compressas mornas.  Imobilizar o local (por meio de enfaixamento, usando ataduras ou lenços).  A imobilização deverá ser feita na posição que for mais cômoda para o acidentado.
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 135

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

Dependendo do caso, encaminhar para atendimento médico.

13.11.2 Luxações É a perda de contato permanente entre duas extremidades ósseas numa articulação. Na luxação, as superfícies articulares deixam de se tocar de forma permanente. É comum ocorrer junto com a luxação uma fratura.

Sinais e Sintomas  Dor local intensa;  Dificuldade ou impossibilidade de movimentar a região afetada;  Hematoma;  Deformidade da articulação;  Inchaço; Procedimentos      Manipular o mínimo possível o local afetado; Não colocar o osso no lugar; Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível, aplicar bolsa de gelo no local afetado; Encaminhar para atendimento hospitalar.

13.11.3 Fraturas Fratura é o rompimento total ou parcial de qualquer osso. Como nem sempre é fácil identificar uma fratura, o mais recomendável é que as situações de entorse ou luxação sejam atendidas como possíveis fraturas. Existem dois tipos de fratura:  Fechadas: sem exposição óssea.  Expostas: o osso está ou esteve exposto. Procedimentos
Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 136

INBRAEP - INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE
Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. inbraep@inbraep.com.br Site: www.inbraep.com.br

     

Manipular o mínimo possível o local afetado; Não colocar o osso no lugar; Proteger ferimentos com panos limpos e controlar sangramentos nas lesões expostas; Imobilizar a área afetada antes de remover a vítima (caso seja muito necessário) Se possível, aplicar bolsa de gelo no local afetado (fratura fechada); Encaminhar para atendimento hospitalar.

Curso NR-35 – Trabalho em Altura
Copyright/2012 - Proibida a reprodução por qualquer meio, sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. Lei 9.610/98. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 137

OBS: É imprescindível a avaliação das condições da vítima para fazer o transporte seguro. com a vítima imobilizada. A remoção ou transporte como indicado abaixo só é possível quando não há suspeita de lesões na coluna vertebral e bacia. porém tomando-se todos cuidados para não agravar o estado da vítima. A melhor forma de transporte de uma vítima é feito por maca. inbraep@inbraep. Maca improvisada com porta. Porém em alguns casos. ou até mesmo enrolando-se um cobertor várias vezes em uma tábua larga. onde não é possível contar com equipes especializadas em resgate ou se o local apresenta um grande risco de morte. 14. na impossibilidade de uso de maca o transporte pode ser feito de outra maneira. Dependendo do local onde o acidente tenha acontecido. provocando sequelas irreversíveis ao acidentado. Fonte: Senac Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . A maca improvisada com uma porta ou uma tábua de aproximadamente 50 cm de largura é muito eficiente.Proibida a reprodução por qualquer meio. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com.com. O mais importante é saber colocar a vítima sobre a maca.INBRAEP . Se por acaso não houver uma disponível no local. A vítima somente deverá ser transportada com técnica e meios próprios.1 Transporte em Maca A maca é a melhor maneira de transportar uma vítima. ela pode ser improvisada com duas camisas ou um paletó e dois bastões resistentes. muitas vezes será necessário improvisar uma. Lei 9.610/98. usada nos casos de suspeita de lesão da coluna vertebral.br 14 TÉCNICAS PARA REMOÇÃO E TRANSPORTE DE ACIDENTADOS O transporte de acidentados deve ser feito por equipe especializada em resgate (Corpo de Bombeiros.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. nos casos. O transporte realizado de forma imprópria poderá agravar as lesões.inbraep. Samu entre outros).br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 138 .

br Exceto a maca improvisada com porta ou tábua. ao mesmo tempo. se estiver inconsciente. ou. são necessários três socorristas ou pessoas altamente treinadas. e a colocam sobre a maca. abotoe-os inteiramente e passe os cabos pelas mangas. Se houver suspeitas de fratura na coluna ou na bacia. guarda-chuvas grandes entre outros. de modo que ele fique todo no mesmo nível. de aniagem ou náilon trançado. cordas ou tiras largas de tecido e amarre-os aos dois cabos. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. no caso de paletós ou similares. Deve-se suspeitar de lesão na coluna quando a vítima apresentar marcas de trauma no tronco ou ainda das clavículas. em cada lateral.  Caso a suspeita da coluna seja na cervical. um dos socorristas ou pessoa treinada deverá cuidar exclusivamente da cabeça da vítima. é imprescindível que as mesmas sejam resistentes para suportar do peso da vítima Para transportar para a maca uma vítima com indícios de lesão na coluna ou na bacia. a vítima deverá. alguém coloca a maca bem perto da vítima. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 139 . ser transportada em maca plana e rígida ( do tipo porta ou tábua) Vamos ver alguns exemplos de macas improvisadas com cabo(s):     Pegue camisas ou paletós e enfie as mangas para dentro. Estando a vítima deitada de barriga pra cima. Para utilizarmos o transporte em maca feita por varas. inbraep@inbraep. Usando sacos de estopa. necessariamente. O que irá variar é a superfície sobre a qual a vítima será colocada. Peque cintos. os socorristas se ajoelham ao lado dela e todos. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . de forma a mantê-la estabilizada. Como deve ser feito o transporte para maca:   Em primeiro lugar.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Com bastante cuidado. passam os braços por sobe o corpo da vítima. vão levantando a vitima. varas. todas as demais têm como base cabos de vassouras ou galhos de árvores.inbraep. sem deixar que ele dobre qualquer parte de seu corpo. enfie um cabo em cada lateral do saco. ainda. Consiga cobertores.Proibida a reprodução por qualquer meio. colchas ou lençóis e enrole o tecido em torno dos cabos ou dobre as laterais do tecido sobre eles.com.610/98.INBRAEP . toalhas.br Site: www.com. Lei 9.

inbraep.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.br Site: www. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 140 .com.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. Lei 9. inbraep@inbraep.br Fonte: Senac Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.610/98.INBRAEP .

1 Transporte com Um Socorrista Transporte de Apoio Esses são recursos a ser adotado quando o acidentado está consciente e tem apenas ferimentos leves:   Passar um dos braços da vítima em torno do seu pescoço.com. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .2 Transporte Sem Maca Na impossibilidade do uso de maca ou padiola e sendo vital a remoção de uma pessoa acidentada.br Site: www. Se a pessoa tiver condições de se firmar no tronco do socorrista. Transporte nas Costas   De costas para a vítima (que deve estar de pé). Colocar um de seus braços em torno da cintura da vítima e segurá-la pelo punho. porém com ferimentos nos pés ou nas pernas que impedem de caminhar. sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.com. levantar e carregar a vítima. Quanto mais alta for a posição da vítima no colo do socorrista menos ele vai se cansar.Proibida a reprodução por qualquer meio. Com seu corpo um pouco inclinado para frente. e levantá-la. Dessa forma. passar os braços dela em torno do seu pescoço.  Colocar um braço sob os joelhos e o outro em torno da parte superior do tórax da vítima.inbraep. ele poderá usar os braços para segurá-la pelas pernas. inbraep@inbraep. o transporte terá que ser feito de outra maneira. porém tomando-se todos os cuidados para não agravar o estado em que a vitima esta.2.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98. 14. Lei 9.br 14. o que proporciona maior firmeza durante o transporte. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 141 .INBRAEP . a vítima pode caminhar apoiada no socorrista. Transporte nos Braços Esse recurso é adequado quando a vítima está consciente.

sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email. Lei 9. Por proporcionar maior estabilidade. que deverá se manter segura. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 142 . inbraep@inbraep. Um socorrista segura a cadeira pelas pernas e o outro pelo encosto. Esse tipo de transporte só deve ser feito se não houver suspeita de fraturas na coluna ou nos membros da vítima.Proibida a reprodução por qualquer meio.2. esse é o tipo de transporte mais adequado para vítimas que apresentam problemas respiratórios.3 Transporte com Três Socorristas Transporte no Colo Para esse transporte é exigido a presença de três socorristas. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 .inbraep.2.com.2 Transporte com Dois Socorristas Transporte em cadeirinha Com os braços. Passe os braços da vítima o redor do seu pescoço e levante a vítima. os socorristas formam um pequeno assento.610/98. Transporte por cadeira   Sentar a vítima em uma cadeira. Transportes pelas extremidades  Um socorrista segura a vítima por debaixo dos braços e o outro pelas pernas.br Site: www.  Faça a cadeirinha conforme figura. para a vítima.INBRAEP . e só é valido caso a vítima não tenha suspeitas de fratura na coluna ou na bacia.br 14.com. 14.

os três a carregam juntos ao tórax.INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email.610/98.com.4 Transporte com Quatro Socorristas Semelhante ao de três pessoas.br   Estando a vítima deitada de barriga pra cima.br Site: www. outro no meio e o terceiro próximo aos pés. os três socorristas se ajoelham ao lado dela: um próximo à extremidade superior do corpo.inbraep.Proibida a reprodução por qualquer meio.com. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 143 . Lei 9. Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 . Pegando a vítima por baixo. 14.2.INBRAEP . sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda. inbraep@inbraep. a um tempo só. A quarta pessoa imobiliza a cabeça da vítima impedindo qualquer tipo de deslocamento.

...inbraep.............. 192 POLÍCIA MILITAR.........................Proibida a reprodução por qualquer meio.. Lei 9................INSTITUTO BRASILEIRO DE ENSINO PROFISSIONALIZANTE Cursos e Treinamentos Profissionais (47) 3349-2482 / 4054-9574 Email............................................................................ 193 AMBULÂNCIA SAMU..................... sem autorização do INBRAP Instituto Brasileiro de Treinamento Profissional Ltda.br 15 TELEFONES ÚTEIS CORPO DE BOMBEIROS (RESGATE) .................610/98...... 190 Curso NR-35 – Trabalho em Altura Copyright/2012 ................com...................br Site: www............com.............. Exija a certificação do INBRAEP ao concluir o Curso de NR-35 144 .................................. inbraep@inbraep...........INBRAEP ............................

Sign up to vote on this title
UsefulNot useful